Categoria: Café

  • Feiras Cocatrel de Negócios já superam R$ 120 milhões comercializados neste ano

    Feiras Cocatrel de Negócios já superam R$ 120 milhões comercializados neste ano

    A Feira Cocatrel de Negócios de setembro terminou na última quinta-feira, dia 12/09, e mais uma vez superou expectativas, gerando um volume de negócios de mais de R$ 30 milhões. Somando as outras duas feiras que já aconteceram em 2019, o montante chega a R$ 120 milhões. Tanto em Três Pontas quanto nas filiais, os cooperados Cocatrel compareceram e realizaram excelentes negócios em fertilizantes e defensivos, utilizando o café como moeda de troca.

    “Estamos muito satisfeitos com os resultados das nossas feiras. São nesses eventos que a Cocatrel consegue negociar com as empresas de insumos e defensivos grandes volumes de produtos com preços diferenciados, que são repassados aos cooperados tornando os valores atraentes. Atingimos nosso grande objetivo que é proporcionar facilidades e bons preços especialmente aos pequenos e médios produtores, que têm comparecido às feiras e, cada vez mais, concretizado suas compras por meio do barter, que é a troca por café”, explica Francisco de Paula Vitor Miranda, diretor técnico-industrial da Cocatrel.

    A Cocatrel realiza quatro feiras ao longo do ano, nos momentos ideais para a aquisição de maquinários, insumos e defensivos para as culturas agrícolas existentes na região, como milho, soja, sorgo e, principalmente, café. As Feiras Cocatrel de Negócios, que acontecem em março e setembro, e a Expocafé, maior feira do agronegócio café do País, realizada em maio, já somaram, em 2019, volumes que atingiram cerca de R$ 120 milhões em comercializações.

    Marco Valério Araújo Brito, Presidente da Cocatrel

    “Nossos cooperados têm se mostrado cada vez mais fiéis. A Cocatrel apresenta números surpreendentes em 2019: ultrapassamos 1,3 milhão de sacas de café recebidas, em um ano de bienalidade baixa e quebra de produção; negociamos em torno de R$ 120 milhões em vendas de insumos e defensivos só nas feiras; e já movimentamos um volume de aproximadamente R$ 70 milhões nas lojas durante o ano – e o ano ainda não acabou. Esses valores mostram a solidez e credibilidade de uma cooperativa absolutamente segura para se fazer negócio. Agradecemos mais uma vez aos cooperados pela confiança depositada na Cocatrel, e mantemos o compromisso de praticar o cooperativismo com responsabilidade, desenvolvendo tanto a cooperativa quanto proporcionando ferramentas para o desenvolvimento e sustentabilidade dos cooperados”, afirma Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    O próximo momento de feira da cooperativa será na Semana Internacional do Café, evento da qual a Cocatrel é patrocinadora, que acontece entre os dias 20 e 22 de novembro, em Belo Horizonte. Na ocasião, todas as lojas da Cocatrel realizarão grandes negociações em insumos e defensivos, trazendo mais uma oportunidade para o produtor que ainda não conseguiu comprar o que precisa para o ano agrícola.

    Fonte Cocatrel

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  • SUCESSO: Feira de Negócios da Cocatrel vive seu último dia comemorando bons resultados.

    SUCESSO: Feira de Negócios da Cocatrel vive seu último dia comemorando bons resultados.

    A Feira de Negócios Cocatrel é um evento anual que viabiliza bons negócios e aproxima os cooperados e produtores da região ao que há de melhor e mais moderno no mercado de adubos, fertilizantes, defensivos e sementes. A Feira está acontecendo desde o último dia 10 e se encerra hoje (12) às 17h.

    O evento acontece no Espaço Cocatrel, localizado na Av. Ipiranga, 1.745, em Três Pontas e ainda nas outras unidades da empresa em cidades da região.

    Durante a Feira a Cocatrel viabiliza condições especiais de compra para os produtores, além da segurança de negociação direta com a cooperativa.

    Na Feira de Negócios a Cocatrel tem todos os seus parceiros juntos para oferecer as melhores oportunidades para os cooperados. Empresas como a Multifertilizantes (AgroCP), Syngenta, FMC, Giro Agro, Bayer, Basf, Café Brasil e Yara fazem parte da Feira, cada uma com seu estande (baia) para atender seus clientes.

    Fisicamente a feira realizada no mês de setembro é menor em Três Pontas que a outra, realizada no primeiro semestre, a cada ano. Porém, simultaneamente ela também acontece em outras cidades, nas sedes da Cocatrel. O cooperado pode realizar os seus negócios em uma das sedes da cooperativa mais perto de onde ele esteja.

    A Feira de Negócios da Cocatrel também está oportunizando aos cooperados o recadastramento, que é realizado em um estande próprio. Esse recadastramento é muito importante, onde o cooperado deve manter seus dados atualizados para receber todas as comunicações, ficar sabendo das novidades. Além do recadastramento, aquele produtor que não tem a senha do Portal do Cooperado e que precisa do primeiro acesso presencial pode fazer na feira até às 17 horas.

    Todos os cooperados que fizerem o recadastramento, que continuará mesmo após a feira, até o próximo dia 30, receberão de presente um grande lançamento da Cocatrel em casa.

    Pelo Portal do Cooperado é possível emitir nota fiscal de entrega de café, vender o café que já está depositado e uma série de outras facilidades. Também através do Portal do Cooperado é possível conferir e imprimir a análise de solo para apresentação a um dos agrônomos da Cocatrel para, juntos, buscarem sempre os melhores caminhos em favor do cooperado.

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  • Produtoras do Cafeína Cocatrel aprendem técnicas de classificação e degustação de cafés

    Produtoras do Cafeína Cocatrel aprendem técnicas de classificação e degustação de cafés

    As mulheres do grupo Cafeína Cocatrel continuam cada vez mais atuantes. Incentivadas a empoderar-se pelo conhecimento, a Cocatrel tem proporcionado a elas muita informação e capacitação através de encontros, cursos e palestras.

    Entre os dias 26 e 30 de agosto, um grupo de cooperadas participou do curso de Classificação e Degustação realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) em parceria com a Cocatrel. Como parte do conteúdo aplicado em aulas teóricas e práticas, as produtoras conheceram um pouco de mercado, comercialização e classificação do café por características do tipo, indicadores de qualidade e por características da bebida.

    “Aprendi muito mais que o esperado. Além de conhecer melhor sobre o alimento que produzo, as técnicas aprendidas, para além da classificação e degustação, tornaram-se, para mim, o raio-x da produção, a forma com a qual posso diagnosticar equívocos ocorridos em todo o processo produtivo – da lavoura à xícara, passando pela colheita e pós-colheita. Identificadas as falhas, conseguirei, dentro do possível, rever processos na fazenda para melhorar nosso produto e, consequentemente, o preço recebido, uma vez que em sua maioria são defeitos corrigíveis. Jamais imaginei que pelo grão beneficiado poderia saber o que melhorar em nossa produção”, explica Fabíola Sandy, cafeicultura que participou do curso.

    O instrutor do curso, Gilmar Reis, pela primeira vez ministrou para um grupo apenas de mulheres. “A mulher quando decide aprender alguma coisa, entra de corpo e alma. Estou muito satisfeito com a participação e entrega das produtoras do Cafeína nesse curso. Tenho certeza que elas sairão daqui colocando o que aprenderam em prática”.

    “Fiquei muito grata e emocionada pela oportunidade que a Cocatrel proporcionou a nós, do grupo Cafeína. Um curso de extrema importância e enriquecedor. Nada mais bonito e digno do que tratar nosso café, como um verdadeiro alimento”, afirma Tatiana Rodrigues, nutricionista e filha de produtor, que está se preparando, através dos encontros, palestras e cursos realizados pelo Cafeína Cocatrel, para a sucessão e para assumir, com conhecimento e informação, a gestão da fazenda da família.

     

    O grupo que participou desse curso de “Classificação e degustação de cafés” segue para a próxima etapa, que é o curso de “Torras”, também realizado em parceria com o Senar. As produtoras do grupo Cafeína também têm encontro marcado no Encontro das Mulheres do Café, na fazenda Capoeira, em Areado.

    Fonte Cocatrel

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  • Áreas de café arábica do Brasil têm floradas “pontuais” da nova safra, aponta Cepea

    Áreas de café arábica do Brasil têm floradas “pontuais” da nova safra, aponta Cepea

     

    Com a colheita de café se aproximando do final no Brasil, agentes do mercado estão agora com as atenções voltadas para as floradas da safra 2020/21, que já ocorreram em algumas regiões que cultivam a variedade arábica, disse nesta terça-feira o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

    “Algumas flores pontuais já ocorreram em várias regiões em julho… na última semana, precipitações foram observadas em São Paulo e em algumas localidades do Sul de Minas e, com o aumento das temperaturas nessa última semana, novas florações poderiam ocorrer”, disse o centro de estudos da USP/Esalq em relação às áreas de café arábica.

    Segundo o Cepea, o clima em agosto tem sido benéfico às lavouras de robusta do Espírito Santo, principal Estado produtor dessa variedade, “ajudando no pegamento de flores já abertas”, um primeiro indicativo para a produção a ser colhida no ano que vem.

    No acumulado do mês até o dia 11, foram registrados 82,8 mm de chuvas na estação de São Mateus, 35,6 mm em Nova Venécia e 24,4 mm em Linhares, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    “As chuvas, além de auxiliarem na condição das lavouras e no pegamento das flores da safra 2020/21, já abertas em julho – que já correspondem a cerca de 30% das lavouras capixabas de robusta -, devem favorecer a abertura de uma nova e significativa florada no Estado”, disse a análise.

    De acordo com o Cepea, a colheita de café arábica da temporada 2019/20 pode ser finalizada nas próximas semanas, após os trabalhos terem sido adiantados neste ano.

    “A expectativa é de que a maioria das atividades seja encerrada já nesta primeira quinzena do mês, restando algumas lavouras mais atrasadas para o final de agosto.”

    Por outro lado, enquanto na temporada anterior teve-se um elevado percentual de grãos de alta qualidade, 2019/20 está sendo marcada por grãos mais inferiores, disse o Cepea, confirmando avaliações de integrantes do setor.

    “Segundo agentes, houve redução especialmente no volume produzido de cafés despolpados (cereja) e de qualidade superior (abaixo de 20% de catação, bebida dura a superior), cenário que também tem dificultado a entrega de lotes negociados anteriormente.”

    (Por Roberto Samora)

    Fonte Notícias Agrícolas

     

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  • CNA discute renegociação de débitos de cafeicultores com governo e bancos

    CNA discute renegociação de débitos de cafeicultores com governo e bancos

    A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) discutiu na quinta (8), em Brasília, o alongamento de contratos de custeio de produtores de café, em reunião com representantes do governo e de instituições financeiras.

    O encontro teve a presença do secretário de Política Agrícola do Mapa, Eduardo Sampaio, o subsecretário de Política Agrícola e Meio Ambiente do Ministério da Economia, Rogério Boueri Miranda, o diretor do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural do Banco Central, Cláudio Filgueiras Pacheco Moreira, e representantes do Banco do Brasil, Bancoob e Caixa Econômica Federal.

    O setor produtivo defendeu a prorrogação das parcelas dos financiamentos que estão próximos do vencimento, em razão da dificuldade dos cafeicultores em cumprir os compromissos financeiros, impulsionada pela crise de preços baixos na atividade cafeeira.

    O presidente da Comissão Nacional do Café da CNA, Breno Mesquita, participou do encontro e disse que o assunto é debatido há meses, mas só agora os pleitos evoluíram.

    “Desde 2018 nós já alertávamos o governo sobre o risco e a dificuldade financeira a que os produtores estariam submetidos nessa safra. Apesar da relevância do pleito, a evolução foi pequena até o momento. Com o empenho e organização do Ministério da Agricultura, hoje nós damos um grande passo para a operacionalização efetiva de mecanismos já previstos no Manual do Crédito Rural”, relatou Mesquita.

    O presidente da Frente Parlamentar do Café, deputado Emidinho Madeira (PSB-MG), expôs aos participantes o atual momento da cafeicultura.

    “A inadimplência do setor é baixíssima e os cafeicultores são bons pagadores. O pleito que estamos trazendo é de uma situação de dificuldade que será agravada se uma atitude não for tomada”, afirmou o parlamentar.

    As instituições financeiras concordaram com a proposta e se comprometeram a comunicar as agências sobre os procedimentos para alongamento dos débitos, de acordo com o que está estabelecido no Manual do Crédito Rural (MCR 2-6-9).

    Fonte: CNA

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  • CNC solicita apoio à política cafeeira internacional

    CNC solicita apoio à política cafeeira internacional

    A Organização Internacional do Café (OIC) é o principal organismo intergovernamental a serviço do café, congregando governos de países produtores e importadores para, mediante cooperação internacional, enfrentar os desafios com que o segmento se depara em todo o mundo. Seus governos-membros representam 98% da produção cafeeira mundial e mais de 67% do consumo global.

    Diante da importância da entidade, o Conselho Nacional do Café (CNC) se reuniu, hoje (09), com a Secretária Especial Adjunta de Articulação Social da Presidência da República, Elen Mesquita, e o diretor do Departamento de Relações com Organizações Não-Governamentais da Pasta, Miguel Franco, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), para tratar do pagamento anual do Brasil à Organização.

    “Nas reuniões semestrais, estão presentes as principais indústrias e traders que adquirem os cafés do Brasil. O próximo encontro ocorrerá em Londres, de 23 a 27 de setembro, porém, se o governo brasileiro não efetuar o pagamento da contribuição anual antes do mês que vem, a delegação nacional não terá direito a voz e voto”, alerta o presidente Silas Brasileiro.

    Durante a reunião, o presidente do CNC solicitou esforços da Secretaria Especial da Presidência da República para que esse pagamento seja efetuado, evitando, dessa forma, prejudicar a imagem do setor cafeeiro do Brasil frente aos países consumidores e concorrentes.

    “Maior produtor e exportador mundial e segundo principal consumidor da bebida, o Brasil ocupa posição de destaque e liderança na OIC. O diretor executivo do organismo é um brasileiro e o corpo diplomático da Representação Permanente do Brasil junto às Organizações Internacionais em Londres (Resbralon) é responsável por coordenar o grupo dos países produtores de café, conduzindo as negociações de forma a alinhar os interesses da produção, mas sem prejudicar o market share brasileiro. Portanto, é vital que o pagamento seja efetuado para que o país mantenha sua posição mundial”, conclui Brasileiro.

    Reunião de Presidentes dos Países Produtores

    Em função da posição de destaque do Brasil na política cafeeira internacional, a delegação da Colômbia junto à OIC, por meio da Federación Nacional de Cafeteros (FNC), solicitou ao CNC reforço ao convite do presidente colombiano, Iván Duque, ao presidente Jair Bolsonaro para participar da reunião dos presidentes dos países produtores de café, em 25 de setembro, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, EUA.

    O objetivo é aprofundar as discussões sobre a crise de preços, que está sendo desenvolvida no âmbito da Resolução 465 da OIC, e chamar a atenção internacional para a necessidade de redistribuição do valor ao longo da cadeia do café. “Como exemplo, citamos que, em 1965, 60% da renda do café ficavam nos países produtores, mas, atualmente, menos de um terço do valor gerado por este setor é mantido onde o café é produzido”, destaca Brasileiro.

    O presidente do CNC, durante a reunião no Palácio do Planalto, apontou aos representantes do governo federal que a ideia é tomar atitudes para que os preços pagos aos produtores sejam remuneradores.

    “Sabemos que o mercado é livre e concordamos que permaneça assim. Nosso objetivo é executarmos ações e programas, internamente e em nível mundial, para que cheguemos a preços remuneradores, sem buscarmos supervalorizações, que estimulariam novos plantios, excedente de oferta e quedas bruscas futuras nas cotações, mas também que não nos vejamos obrigados a negociar nosso café a preços extremamente aviltados e que sequer cubram nossos custos de produção”, finaliza.

    Fonte: CNC

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  • Brasil pode exportar 500 mil sacas de café solúvel a mais em 2019

    Brasil pode exportar 500 mil sacas de café solúvel a mais em 2019

    As exportações brasileiras de café solúvel vêm apresentando desempenho positivo em 2019. De janeiro a julho, o setor remeteu o equivalente a 2.315.587 sacas de 60 kg ao exterior, o que implica um crescimento de 13,63% em relação ao volume de 2.037.889 sacas embarcadas no mesmo período de 2018. Os dados fazem parte do levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics).

    Em receita, diante do cenário de baixos preços internacionais, o desempenho deste ano ainda é inferior ao registrado em 2018. Entretanto, com o avanço do volume, essa diferença foi reduzida e os valores vêm se aproximando. De janeiro a julho de 2019, as exportações do produto geraram US$ 338,4 milhões, quantia apenas 0,93% inferior à registrada nos primeiros sete meses do ano passado (US$ 341,6 milhões).

    Para o diretor de Relações Institucionais da Abics, Aguinaldo Lima, o resultado no acumulado do ano é satisfatório e superior à expectativa do setor. “Assim como o café verde, o solúvel brasileiro vem ganhando mais espaço no mercado internacional e, se essas projeções permanecerem nesse ritmo, o Brasil poderá exportar 500 mil sacas do produto a mais em relação a 2018”, estima.

    Ele explica que a ampliação da participação do Brasil no mercado externo implica maior demanda para o café conilon nacional. “Isso possibilita um cenário positivo aos produtores brasileiros e permite que o país eleve seu market share e ocupe espaço de nossos concorrentes”, completa Lima.

    PRINCIPAIS DESTINOS

    O posto de principal cliente do café solúvel de janeiro a julho de 2019 foi ocupado pelos Estados Unidos, que adquiriram 372.851 sacas, volume 11,92% superior às 333.139 sacas importadas nos primeiros sete meses do ano passado. Na sequência, vêm Rússia, com a importação de 220.578 sacas (-5,11%); Indonésia, com crescimento de 11,61% ante 2018 e a aquisição de 171.569 sacas; Japão, com a compra de 157.958 sacas (-13,26%); e Argentina, que importou 146.334 sacas (-11,30%) de janeiro a julho deste ano.

    Confira o desempenho das exportações de café solúvel e dos demais segmentos da cadeia no site da Abics: https://www.abics.com.br/informacoes.php#3.

    Fonte: ABICs

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  • CRESCIMENTO: COCATREL inaugura unidade em Guapé

    CRESCIMENTO: COCATREL inaugura unidade em Guapé

    A Cooperativa dos Cafeicultores de Três Pontas (Cocatrel) inaugurou, no dia 13 de junho, armazém e loja na cidade de Guapé. Marcado pela grande participação dos produtores da região, o coquetel, realizado nas instalações da Cocatrel, oficializou a chegada da cooperativa no município.

    Guapé é bastante conhecida pelo turismo, por estar localizada às margens da represa de Furnas, mas é também uma importante região cafeeira. Após estudos realizados, a Cocatrel percebeu que aquela região, que engloba Guapé e Ilicínia, estava carente e necessitava do suporte de uma cooperativa sólida e com credibilidade. “Três cooperativas que se instalaram na cidade faliram deixando os produtores sem apoio e descrentes. A Cocatrel chega à Guapé para fomentar o agronegócio no município e auxiliar os cafeicultores da região, levando sua plataforma de serviços e expertise, que englobam loja, assistência técnica, oficina mecânica, laboratório de análises de solo e folhas, feiras, soluções financeiras, entre outros”, afirma Luiz Antônio Vinhas Oliveira, diretor comercial da Cocatrel.

    O novo empreendimento da Cocatrel compreende um armazém com capacidade para 40 mil sacas de café e uma loja agropecuária com tudo o que o produtor precisa para sua produção e propriedade como peças, maquinários, insumos, produtos veterinários, rações, entre outros.

    “É papel das cooperativas encontrar soluções que proporcionem segurança e tranquilidade para os cafeicultores e é isso que a Cocatrel vem fazendo incessantemente. Consolidada há 58 anos, a cooperativa cresce e se fortalece com segurança e credibilidade, estimulando a participação dos cooperados e o desenvolvimento dos municípios onde está inserida. É importante que os guapeenses saibam que a Cocatrel chegou à cidade para ficar”, diz Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    O endereço da Cocatrel Guapé é Avenida Projetada, 694 – Jardim Alto Sumaré. O Telefone de contato é: (35) 99877-5409.

    Fonte Notícias Agrícolas

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  • Cafezinho é a segunda bebida mais consumida pelos brasileiros com média de até 4 xícaras por dia

    Cafezinho é a segunda bebida mais consumida pelos brasileiros com média de até 4 xícaras por dia

    Uma pesquisa com mais de 3 mil pessoas confirmou que o Brasil não é somente o maior produtor de café do mundo, mas também um apaixonado pela bebida. Ela é a segunda mais consumida pelo brasileiro, ficando atrás da água. O número de xícaras também impressiona, entre 3 a 4 por dia.

    O estudo foi encomendado pela JACOBS DOUWE EGBERTS (JDE), empresa de café, em parceria com a AOCUBO Pesquisa. Cerca de 79% dos consumidores apontaram que o torrado e moído é o preferido, mas outros seguimentos também apareceram na lista. As principais motivações são funcional e social.

    “Parte dessa percepção pode ser creditada à forte influência de Pilão, o café forte do Brasil, que há mais quatro décadas ajuda os brasileiros a enfrentarem os desafios do dia a dia, e que é líder de vendas nas principais cidades do país, como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo”, disse Tina Cação, Diretora de Marketing da JDE.

    A categoria de cápsulas também aparece na pesquisa, mas bastante associada a momentos de relaxamento. A pesquisa mostra que a penetração da bebida café no Brasil é enorme, o que mostra que o país não só produz bem a bebida, mas também aprecia. 98% dos lares no país consomem café.

    Com base nos resultados da pesquisa, a empresa de café divide o consumo da categoria em dois momentos: o início da relação com o café, entre 18 e 35 anos, onde o consumo é mais moderado, até o consumo mais intenso, a partir dos 40 anos.

    O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo. Para a safra 2019/20, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estima que o país deva colher e 50,92 milhões de sacas de café beneficiado em 2019, somando-se as espécies arábica e conilon.

    *Notícias Agrícolas

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  • EXPOCAFÉ 2019: FEIRA FECHA COM SALDO DE APROXIMADAMENTE R$200 MILHÕES EM NEGÓCIOS

    EXPOCAFÉ 2019: FEIRA FECHA COM SALDO DE APROXIMADAMENTE R$200 MILHÕES EM NEGÓCIOS

    A Expocafé 2019 encerrada nesta sexta-feira, 17 de maio, alcançou desempenho semelhante ao da última edição, movimentando cerca de R$200 milhões em negócios. “Notamos que, apesar do momento de baixa nos preços da safra, as negociações foram mantidas nos níveis dos anos anteriores. A troca de café por produtos, muito maior do que em outras edições, fez com que a balança de negócios continuasse ativa”, avalia o coordenador de Negócios da feira, Antônio Nunes.

    De acordo com Antônio, o momento de retração no mercado trouxe uma mudança no comportamento de expositores e compradores. “As empresas tentaram se reinventar para conseguir outras maneiras de atrair o produtor, seja na forma de negociação, seja na apresentação do produto. No momento atual, o foco é a redução de custos de produção e os cafeicultores estão em busca implementos e equipamentos mais baratos e eficientes”, completa.

    Prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves Garcia, durante o evento.

    O visitante Dagoberto Sposito (foto) do município de Varginha veio à Expocafé com a intenção de comprar uma motosserra. “Vim sabendo o que queria e encontrei o produto com as características que buscava”, afirmou ao assistir a demonstração do equipamento, que será utilizado na Fazenda Água Rasa, em Cambuquira (MG).

    As empresas de adubos e fertilizantes foram bastante procuradas durante o evento. “Em termos de negócios superou todas as nossas expectativas. Diante desse cenário de crise no café, os produtores têm antecipado as compras buscando para fazer melhores negócios e, pelo menos, para o setor de fertilizantes foi muito bom”, opina o supervisor de vendas da Empresa Fertipar Sudeste, Bruno de Paula Rezende. “Viemos para a feira com o intuito de estreitar relacionamentos para futuros negócios. Nossas perspectivas pós-evento são muito positivas”, garante a analista comercial da empresa Adubos Real, Lilian Silva.

    Participante da Expocafé desde a primeira edição, a Pinhalense investiu na modalidade barter, com recebimento do café nas safras 2020, 2021 e 2022. “Oferecemos um ano de carência para estimular o produtor a fazer negócios na feira. Diante da expectativa que tínhamos em relação à situação do mercado, o resultado na feira foi melhor do que aquele que nós projetávamos”, afirma o presidente da empresa, Reymar Andrade. Segundo Reymar, os equipamentos que ajudam a reduzir custos e aumentar a qualidade do produto final são os que mais atraem os visitantes. “Nós trouxemos um lançamento para a feira, a máquina de recolhimento de chão, Terrena, que chamou muito a atenção e gerou alguns negócios”, completa.

    Na abertura da 22ª edição da Expocafé estiveram presentes o governador em exercício, Paulo Brant, e a secretária de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ana Maria Valentini, o deputado estadual Mário Henrique Silva (Caixa), o prefeito Marcelo Chaves Garcia, o presidente da Câmara Municipal, Maycon Machado, dentre outras autoridades.

    A Cocatrel esteve presente na organização e ainda com um grande estande, que esteve de portas abertas para os visitantes e também para que os produtores pudessem fechar bons negócios com as vantagens que a Cooperativa estava oferecendo.

    COCATREL OCUPA PAPEL DE DESTAQUE NOS RUMOS DA CAFEICULTURA NO PAÍS SEDIANDO IMPORTANTE REUNIÃO COM REPRESENTANTES DA FRENTE PARLAMENTAR DO CAFÉ DURANTE A EXPOCAFÉ

    Representantes da Frente Parlamentar do Café se reuniram na manhã de sexta-feira (17), último dia da Expocafé 2019, o principal evento de tecnologias para a cafeicultura do Brasil, para discutir estratégias e ações referentes aos trabalhos da Frente. A reunião contou com a participação de deputados federais, como o presidente da Frente, Emidinho Madeira (PSB), o vice-presidente, Evair de Melo (PP), e o coordenador, Diego Andrade (PSD). O encontro também contou com a presença do deputado estadual Antônio Carlos Arantes (PSDB), do senador Carlos Viana (PHS), e de prefeitos, presidentes de cooperativas de café e representantes de entidades comerciais da região do Sul de Minas.

    O presidente da Cocatrel, Marco Valério Araújo Brito, batalhou por essa reunião em Três Pontas durante a Expocafé. Antes do início da Expocafé, Marco Valério esteve em Brasília. Em sua participação na reunião com a Frente Parlamentar do Café e demais deputados, explanou sobre a situação atual da nossa cafeicultura e convidou os presentes para visitarem a Expocafé.

    Presidente da Cocatrel, Marco Valério Araújo Brito, durante a Expocafé.

    O convite foi aceito e a reunião com os Deputados da Frente Parlamentar do Café, Emidinho Madeira, Diego Andrade e Evair de Melo aconteceu no estande da Cocatrel com saldo considerado bem positivo e animador.

    PRÓXIMA EXPOCAFÉ

    Vários expositores já manifestaram o interesse de participar da próxima edição da Expocafé. “Na contramão do momento atual do mercado, tivemos em 2019, um recorde no número de empresas participantes, 167, e de empresas estreantes, 31. Para 2020, esperamos um número maior de expositores. A procura já está acontecendo, tanto por parte de expositores tradicionais, quanto por novas empresas”, conta Antônio Nunes.

     

    *Expocafé / Cocatrel

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  • Representantes da Frente Parlamentar do Café se reúnem na Expocafé.

    Representantes da Frente Parlamentar do Café se reúnem na Expocafé.

    COCATREL TEM PAPEL DE DESTAQUE NOS RUMOS DA CAFEICULTURA NO PAÍS.

    Representantes da Frente Parlamentar do Café se reuniram na manhã de sexta-feira (17) para discutir estratégias e ações referentes aos trabalhos da Frente. O encontro foi realizado durante a 22ª edição da Expocafé, o principal evento de tecnologias para a cafeicultura do Brasil. A reunião contou com a participação de deputados federais, como o presidente da Frente, Emidinho Madeira (PSB), o vice-presidente, Evair de Melo (PP), e o coordenador, Diego Andrade (PSD). O encontro também contou com a presença do deputado estadual Antônio Carlos Arantes (PSDB), do senador Carlos Viana (PHS), e de prefeitos, presidentes de cooperativas de café e representantes de entidades comerciais da região do Sul de Minas.

    O presidente da Cocatrel, Marco Valério Araújo Brito, batalhou por essa reunião em Três Pontas durante a Expocafé. Na semana passada em Brasília, Marco Valério, em sua participação na reunião com a Frente Parlamentar do Café e demais deputados, explanou sobre a situação atual da nossa cafeicultura e convidou os presentes para visitarem a Expocafé.

    O convite foi aceito e a reunião com os Deputados da Frente Parlamentar do Café, Emidinho Madeira, Diego Andrade e Evair de Melo aconteceu hoje, pela manhã, no estande da Cocatrel.

    “Esse importante encontro reforçou nossas reivindicações junto aos nossos representantes políticos”, disse Marco Valério.

    A cafeicultura brasileira passa por uma forte crise que derrubou o preço das sacas de café. O Sul de Minas, região que vive da economia cafeeira, sofre os efeitos dessa crise e busca por soluções e incentivos políticos para driblar esse momento difícil. No discurso dos membros da Frente Parlamentar do Café, a palavra de ordem é unidade. Para os parlamentares presentes, a unificação de propostas é, mais do que nunca, a saída mais inteligente para a crise.

    A Frente Parlamentar do Café passou por um período sem reuniões nos últimos anos devido a algumas divergências entre os membros. Emidinho Madeira destacou, no entanto, que a Frente vive agora um novo momento político. “Muita gente não gosta de falar de política, mas a força política é muito importante para resolver nossos problemas, levantar recursos, aprovar projetos e dar condições para que a nossa gente possa produzir”, disse. Para ele a primeira missão do grupo é construir bases e criar harmonia entre entidades que representam o café no Brasil.

    Em sua fala, o deputado capixaba Evair de Melo destacou a grandeza de Minas Gerais na produção de café. O deputado mostrou não ter dúvidas sobre o papel do estado em liderar esse movimento de busca por unidade. “O setor produtivo de café do Brasil precisa de uma resposta de Minas. Temos que ter unidade, pois separados nós não vamos a lugar nenhum”, afirmou. O deputado estadual Antônio Carlos Arantes conduziu a sua fala no mesmo sentido. “O mercado precisa acreditar na nossa força política, e nós precisamos dar uma resposta forte para o mercado”, reiterou.

    No último dia 14 de maio foi debatida em audiência pública na Câmara dos Deputados a questão do preço mínimo do café. O deputado Evair de Melo afirma que, em conjunto, deputados, senadores e empresários estão empenhados para oferecer aos cafeicultores condições para uma safra digna, boas retribuições e, sobretudo, rentabilidade dos negócios.

    *Expocafé

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  • EXPOCAFÉ: 1º dia com muito movimento de produtores interessados em fazer bons negócios

    EXPOCAFÉ: 1º dia com muito movimento de produtores interessados em fazer bons negócios

    Um dia de sol e movimento na abertura da 22ª Expocafé, em Três Pontas/MG. Assim que os portões de entrada da Feira foram abertos, começaram a chegar os primeiros visitantes. Produtores querendo saber preços, formas de pagamento, prazos, financiamentos. Antônio Carlos Grillo foi um desses visitantes. Ele esteve presente com a família, do município de Monsenhor Paulo/MG, para “umas andanças e umas investigações”, conforme ele, se referindo aos preços de insumos e de algumas peças de trator e máquinas para a colheita.

    “A gente vai comprar apenas umas peças, um par de pneus para tocar a colheita”, diz. A esposa, Maria Helena Arantes, que visitou a Expocafé pela primeira vez, adorou o que viu. “Eu sempre queria vir, mas cada ano era uma coisa e eu não conseguia. Hoje estou ajudando a decidir o que vamos comprar.”  O casal, acompanhado de três dos seis filhos, passou um bom tempo no estande da Mahindra, decidindo sobre a compra de implementos novos.

    Na abertura da 22ª edição da Expocafé estiveram presente o governador em exercício, Paulo Brant, e a secretária de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ana Maria Valentini, o deputado estadual Mário Henrique Silva (Caixa), o prefeito Marcelo Chaves Garcia, dentre outras autoridades.

    Geraldo Reghin e o filho Davi Roque Reghin, de Varginha/MG, também investigaram todos os cantos da feira atrás de novidades. Interesse mesmo foi por insumos e as condições oferecidas pela empresa de energia voltaica. Clesius Miranda veio de Carrancas/MG na companhia de produtores de queijos, que trouxeram amostras do produto artesanal para degustação na Expocafé, e também foram conhecer o estande da Minasul.

    O Diretor Técnico de Desenvolvimento da Minasul, Bernardo Reis Teixeira Paiva, explica que o primeiro dia é sempre uma oportunidade para o reconhecimento da Feira por parte dos visitantes. “Todo mundo anda, pesquisa, conhece e depois fecha negócios”. O grande desafio é atender bem a todos os visitantes. “A Minasul está aqui com uma boa estrutura, a equipe trabalhou muito para trazer à Expocafé as melhores condições, tanto de oferta de produtos quanto de possibilidades de negociações, prazos de pagamento, linhas de financiamentos e o sistema barter, que oferece a troca de produtos por café. Nosso empenho é proporcionar aos visitantes soluções que os atendam de fato”, disse.

    Para o gestor do Sebrae, Arrison Tavares, a importância de parcerias como a que a entidade mantém com a Minasul, é a implantação de uma nova cultura, em que a gerência dos custos de produção seja levada em conta como o primeiro princípio de garantia do lucro. “Na verdade, o mais importante é o domínio de conhecimento e técnicas que permitam ao cafeicultor gerir o seu custo de produção. Esta é a melhor forma de assegurar produtividade e lucro”, ressalta.

    A Expocafé segue até sexta-feira (17) com cerca de 200 expositores e um grande portfólio de produtos. A Cocatrel está presente com um grande estande, de portas abertas para os visitantes e espera que os produtores fechem bons negócios com as vantagens que a Cooperativa está oferecendo.

    *Minasul 

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