Categoria: Café

  • Cocatrel lança cafés especiais totalmente produzidos por mulheres.

    Cocatrel lança cafés especiais totalmente produzidos por mulheres.

    Linha Montrês é ampliada com a chegada dos novos Pérola e Violeta; lançamento é homenagem às mulheres.

    A Cocatrel (Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas) acaba de lançar dois cafés especiais da linha Montrês: Pérola e Violeta, totalmente produzidos por mulheres. Os novos produtos chegam ao mercado em homenagem ao mês da mulher (março), trazendo notas e aromas deliciosos para quem é fã de um bom café. Os lançamentos foram produzidos pelo departamento de Cafés Especiais da Cocatrel, que selecionou os melhores cafés depositados na cooperativa por produtoras e criou os dois blends, ambos com pontuação acima de 86 pontos.

    O novo café Montrês Pérola possui notas de baunilha e caramelo, toque floral, corpo e acidez equilibrados e doçura marcante. Já o Violeta possui notas de uva, sabor licoroso, tom de uva passa, corpo médio, acidez brilhante e doçura intensa. Mantendo a identidade da linha Montrês, eles chegam com nomes de cores, que também são nomes próprios de mulheres. “Ambos são cafés especiais que vão agradar aos paladares mais refinados. Assim como muitas pessoas apreciam um bom vinho, a ideia é mostrar que também podem apreciar um café de qualidade, com características únicas e marcantes”, explica Marco Valério Araújo Brito, diretor-presidente da Cocatrel.

    Diretoria da Cocatrel durante o lançamento dos cafés Montrês.

    A linha de cafés especiais Montrês possui edições sazonais e limitadas, e já é conhecida pela qualidade e sabor marcantes. Produzida com cafés cuidadosamente selecionados desde a origem, a linha Montrês utiliza, como matéria-prima, os melhores grãos especiais de café 100% arábica, em um encontro de aromas e notas que surpreende os paladares mais exigentes. Os primeiros Montrês, Bordô, Carmim e Marsala, foram lançados em novembro de 2018. Todos os cafés Montrês estão disponíveis em duas variações: torrado e moídos e torrado em grãos, em embalagens de 250g.

    Presidente Marco Valério de Araújo Brito reforçou a importância da mulher na cafeicultura.

    Os lançamentos Pérola e Violeta chegam ao mercado nesta época do ano em uma homenagem da cooperativa ao Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março. Os novos Montrês produzidos por cooperadas da Cocatrel estão disponíveis para venda na Cafeteria Cocatrel, em Três Pontas (MG), e também na loja online da cooperativa: www.cocatrel.com.be/lojaonline, que entrega em todo o País.

    Público feminino lotou as dependências do Auditório da Cocatrel, superando todas as expectativas.
    *Cocatrel
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    Roger Campos

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  • COCATREL: BASE PARA CRESCER, PERTO PARA OUVIR E SEGURA PARA O SEU NEGÓCIO

    COCATREL: BASE PARA CRESCER, PERTO PARA OUVIR E SEGURA PARA O SEU NEGÓCIO

    A Cocatrel tem como missão proporcionar soluções de qualidade e excelência, gerando segurança e sustentabilidade ao cooperado. Dentre seus valores, a transparência tem norteado a gestão da cooperativa.

    Quando falamos em segurança, queremos dizer que, quando o cooperado deposita confiança na Cocatrel, juntamente com a sua safra, ele sabe que está seguro desde quando entrega seu café nos armazéns da cooperativa, que estão localizados próximos de sua propriedade e automatizados com sistema de rastreamento RFID, até na comercialização de seus cafés.

    Cooperativa realiza a FECOM com grande sucesso.

    A Cocatrel é uma cooperativa sólida, com musculatura e capacidade para continuar crescendo e investindo em suas estruturas e ainda assim remunerando bem seus cooperados. Atualmente a comercialização é realizada com bastante transparência, com extrato indicando cada valor descontado ou acrescido em uma venda e, além disso, são realizadas constantes auditorias, tanto internas quanto externas, o que torna seus processos seguros e confiáveis para todos.

    Presidente da Cocatrel, Marco Valério Brito, uma das maiores autoridades em café na atualidade.

    “Estamos lidando com negócios de 5.500 famílias e isso é uma responsabilidade enorme. Não podemos ser impulsivos e nem arrojados demais sem ter a garantia de que não seremos pegos de surpresa por possíveis crises no país, sejam elas climáticas ou econômicas, que modificam o mercado de uma hora para outra e que marcam a diferença entre cooperativas ou empresas sólidas e seguras, daquelas que agem sem planejamento e cautela.

    Cocatrel presente da Expocafé.

    Isso interfere diretamente nos processos da Cocatrel, por vezes criticados, mas que garantem essa segurança financeira, como limitar créditos e não apostar na exportação como principal forma de comercializar o café de nossos cooperados. Sempre dizemos que só exportaremos quando o negócio for melhor que a venda interna. Não queremos ser reconhecidos como empresa exportadora e sim como uma cooperativa na qual o cooperado pode depositar seu café, colocar a cabeça no travesseiro e ficar em paz. Isso e segurança”, afirma Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    É importante lembrar que dia 19 de março acontece a Assembleia Geral Ordinária da cooperativa, para aprovação coletiva das contas e análise do balanço, que é publicado, com antecedência, para conhecimento de todos, nos veículos de comunicação da Cocatrel.

    Vale ressaltar que, em 2019, a cooperativa bateu recorde de recebimento de café e irá, assim como nos anos anteriores, fazer a divisão das sobras para todos os seus cooperados, de acordo com a movimentação e fidelidade de cada um.

    Dentro dos princípios cooperativistas, a Cocatrel quer ouvir e atender às demandas de seus cooperados, buscando sempre agir para o bem comum, mantendo-se saudável, sustentável, segura e cada vez mais sólida.

    Cocatrel brilhou com seu moderno estande e o lançamento de presentes na Semana Internacional do Café em Belo Horizonte.
    Cooperativa ampliando sua cobertura, favorecendo o seu cooperado.
    Linha de produtos Cocatrel é sempre referência e sinônimo de qualidade.
    Cafeteria Cocatrel associa produtos deliciosos e a cultura, com grandes eventos e apresentações, atraindo cada vez mais clientes.

    *Cocatrel

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    Roger Campos

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  • POLÍCIA INVESTIGA SUMIÇO DE 25 MIL SACAS DE CAFÉ EM ARMAZÉM DE TRÊS PONTAS.

    POLÍCIA INVESTIGA SUMIÇO DE 25 MIL SACAS DE CAFÉ EM ARMAZÉM DE TRÊS PONTAS.

    PREJUÍZO É ESTIMADO EM CERCA DE R$ 10 MILHÕES.

    Vários produtores de café da cidade de Três Pontas foram pegos de surpresa na última segunda-feira (04), quando constataram que o café que eles depositam para venda em um armazém havia desaparecido. A Polícia Civil está investigando o caso que virou o principal assunto na cidade.

    Estima-se que aproximadamente 25 mil sacas de café tenham desaparecido do galpão da empresa Armazém Café Confiança, no distrito industrial, em Três Pontas.

    A produtora de café Jaqueline Figueiredo revelou que tinha 4 mil sacas de café no galpão. Que tudo sempre correu dentro da normalidade. Mas que na última sexta-feira precisou que o dinheiro estivesse no banco para cobrir as despesas de pagamento de funcionários. Após constatar que o dinheiro não caiu na conta, teve a surpresa desagradável de encontrar o galpão praticamente vazio, sem os seus cafés.

    “A empresa fazia tudo certinho, vendia os cafés e depositava os valores nas contas dos produtores. Nós acertávamos a comissão dele. Tudo fluía normalmente. Mas agora aconteceu isso, estou me sentindo péssima, lesada. Toda uma vida a gente junta, trabalha, trabalha, trabalha e se vê sem nada. Pegam tudo que você tem. Isso é muito desagradável”, disse a produtora.

    Onze produtores procuraram a Polícia Militar e registraram o Boletim de Ocorrência.

    O proprietário do armazém, Luciano Vítor de Faria, responsável pelo armazenamento e venda das sacas de café, foi conduzido até a sede do Quartel da PM para dar explicações. Ele disse em entrevista à TV Alterosa que cometeu “erros administrativos”:

    “Foi um erro de administração que eu cometi ao não pedir ajuda para tentar segurar o nome que eu tinha. Só que eu perdi o controle”, revelou.

    O empresário disse à polícia que abriu a empresa no ano de 2012 e que desde então começou a administrar os cafés de pelo menos 15 produtores da cidade, na forma de cooperativa. Ou seja, vendia o café no mercado futuro e repassava os lucros aos produtores. Segundo Luciano, nos dois primeiros anos tudo teria ocorrido dentro das expectativas. Mas que a partir de 2014 começou a fazer algumas negociações erradas, levando a empresa à bancarrota, ficando endividado. Por conta disso teria começado a usar as sacas de cafés dos cooperados para sanar seus compromissos.

    “Eu arrisquei no mercado de café, tentando resolver da melhor forma para que ninguém tomasse prejuízo. Nunca me passou pela cabeça causar prejuízo a ninguém! Só que o mercado de café é sempre uma situação perigosa e que foi se agravando. Eu achava que iria consertar e a coisa só piorava. A cada ano a situação foi piorando mais e nos últimos dois anos o mercado foi mais cruel comigo. Chegou num ponto que eu perdi o controle de tudo”, afirmou Luciano.

    Alguns produtores relataram que as sacas de café estavam no galpão da empresa até o final de ano e estranharam o que chamam de “sumiço rápido” de toda essa quantidade do grão. Para eles, os cafés foram vendidos nas últimas semanas.

    Luciano ainda declarou que “apesar de não saber como, de onde tirar, pretende resolver essa questão (prejuízo) com cada um dos produtores, o mais rápido possível”.

    A Polícia Civil recolheu na sede da empresa documentos e computadores que possam ser indicativos do que de fato ocorreu e, inclusive, o paradeiro desses cafés. O caso continuará sendo investigado.

    Uma outra linha de investigação a ser levantada é se todos os cafés que estavam depositados no Armazém Café Confiança eram frutos de negociação feita mediante emissão de nota fiscal. Nossa reportagem está apurando essa vertente.

    CASOS “PARECIDOS”

    Em Três Pontas outros dois casos envolvendo, segundo levantamento do Conexão, desvio de dinheiro de terceiros também ganharam os holofotes e repercutiram na mídia, também deixando a cidade de “pernas para o ar”. Um deles envolveu uma empresa de factoring (empresa de fomento mercantil, como também são chamadas, a fim de adiantar os recebíveis, ou seja, compram à vista as vendas realizadas à prazo, comprovadas por títulos como cheques, duplicatas mercantis, ou notas promissórias). Seu antigo dono teria desaparecido com o dinheiro de dezenas de clientes e nunca mais foi visto em Três Pontas. Algumas pessoas afirmam ter reconhecido o indivíduo em Juiz de Fora e Poços de Caldas.

    O segundo envolveu uma extinta cooperativa de café que também teria desviado recursos, principalmente, de pequenos produtores, oriundos de vendas realizadas pela empresa e não repassados aos seus proprietários. O que se sabe é que a cooperativa fechou as portas e que, segundo profissionais do meio cafeeiro de Três Pontas, algum tempo depois, muitos produtores lesados teriam sido ressarcidos.

    As informações sobre os dois casos, das investigações e consequências, dos possíveis crimes, são restritas, pouco se sabe.

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    Roger Campos

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  • Diretores da Agro CP participam de Conferência no México

    Diretores da Agro CP participam de Conferência no México

    Nesta semana, acontece na cidade do México, a principal conferência de fertilizantes do mundo, a Fertilizer Latino Americano 2019. Os diretores da Agro CP, Marcos José Lucas e Douglas Brito, participam do evento que reúne cerca de 700 empresários, entre eles produtores de fertilizantes, comerciantes (traders), distribuidoras e consumidores proeminentes de mais 50 países para negociar os produtos fertilizantes com o enorme setor agrícola da América Latina.

    Para os diretores da Agro CP “o principal objetivo de participar da conferência é para manter a empresa atualizada com as tendências do mercado, no setor agrícola, e também através das negociações conseguir o melhor custo benefício para nosso produto e levar aos nossos clientes soluções ainda mais inovadoras”.

    Além de amplas oportunidades de negócios, a programação abrangente de três dias irá fornecer perspectivas atualizadas de mercado, desenvolvimentos em suprimentos, demanda, logística, as últimas tecnologias, comércio e sessões dedicadas sobre fertilizantes especiais.

    O diretor do Portfólio de Eventos de Fertilizantes da CRU, Dominic Halahan, disse: “A Conferência Latino-americana de Fertilizantes é, de longe, o maior e mais significativo encontro do setor de fertilizantes da região, comercialmente. A Cidade do México é uma localidade popular para sediar a conferência, e teremos mais um encontro excelente em 2019”.

    *Agro CP – Inovação que gera resultados

     

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  • Safra de café 2019 do Brasil deve alcançar 58,2 mi sacas

    Safra de café 2019 do Brasil deve alcançar 58,2 mi sacas

    O Brasil deverá produzir 58,2 milhões de sacas de café na safra deste ano, puxada principalmente pela produção da variedade robusta, projetou nesta segunda-feira a exportadora Comexim.

    O volume, caso se concretize, representaria queda de 7,7 por cento ante o volume revisado de 63,05 milhões de sacas em 2018, um recorde. Anteriormente, a Comexim previa produção de 60,7 milhões de sacas no ano passado.

    Para o Rabobank, a produção de arábica deve ficar entre 37 milhões e 38 milhões de sacas em 2019/20, abaixo das 41 milhões de 2018/19, em decorrência da bienalidade negativa do ciclo. Mas o conilon deve surpreender e se recuperar, atingindo uma produção entre 17 milhões e 18 milhões de sacas em 2019/20. No ciclo atual, foram 15,8 milhões de sacas, segundo o banco.

    “O que vai surpreender é o conilon. Não está faltando chuva nas regiões produtoras do Brasil”, disse Guilherme Morya, analista de café do banco, durante apresentação no 26º Encafé.

    No entanto, diante das previsões indicando grande possibilidade de ocorrência do fenômeno El Niño, é preciso monitorar como a safra de conilon brasileira vai se comportar, afirmou. Ele lembrou que foi durante a ocorrência do último El Nino, entre 2015 e 2016, que o Espírito Santo, principal Estado produtor da espécie, sofreu uma forte seca, que derrubou a safra do grão. “Tem de monitorar a extensão do fenômeno”.

     *Notícias Agrícolas / Valor 
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  • Programa Avança Café promoverá formação de startups e o desenvolvimento de tecnologias

    Programa Avança Café promoverá formação de startups e o desenvolvimento de tecnologias

    A Embrapa Café estabeleceu parceria, no âmbito do Consórcio Pesquisa Café, com a Universidade Federal de Lavras – UFLA e a Universidade Federal de Viçosa – UFV, instituições fundadoras do Consórcio, para realizar um projeto piloto, a ser realizado em Minas Gerais, de pré-aceleração de startups, intitulado Avança Café. A adoção desse modelo de inovação aberta tem por objetivo oferecer soluções tecnológicas de vanguarda, em tempo real, que promovam a acessibilidade dos agentes do setor cafeeiro a informações que contribuam para incrementar sua competitividade e, assim, manter a liderança dos Cafés do Brasil em nível mundial.

    Esse projeto piloto do Avança Café compreenderá duas etapas para o programa, sendo a primeira de ‘sensibilização e prospecção’ e a segunda de ‘pré-aceleração’. A primeira etapa consiste na divulgação do programa e na realização, já no primeiro semestre de 2019, de maratonas de desenvolvimento de aplicativos com base em tecnologia da informação (TI), conhecidas como hackathons, que devem estimular a formação de equipes competidoras para atuar na cadeia produtiva do café.

    Na sequência, a segunda etapa do programa, destinada às equipes selecionadas por meio dos hackathons, será a pré-aceleração, que terá duração de 12 semanas. Essa etapa fornecerá subsídios para formação das startups, cujas equipes receberão treinamento, por processo imersivo, nos seguintes temas: Formação de Equipe, Validação de Dor de Mercado, Mínimo Produto Viável (MVP), Pitch, Desenvolvimento de Produto, Mercado, Financeiro, Vendas, Marketing e Planejamento Estratégico.

    Assim, de acordo com o diretor da Agência de Inovação do Café – InovaCafé/UFLA, Luiz Gonzaga de Castro Junior, “A intenção é de que as startups participantes tenham, ao final da etapa, condições de darem prosseguimento à sua trajetória empreendedora, oferecendo soluções tecnológicas e inovadoras para o mercado do café”. Mais informações sobre esta primeira edição do Avança Café serão disponibilizadas pelas páginas https://www.facebook.com/avancacafelavras/ e https://www.facebook.com/acvicosa/.

    Para participar – Interessados em participar do Avança Café devem entrar em contato com a InovaCafé/UFLA e com a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica – IEBT-CenTev/UFV pelos e-mails [email protected] e [email protected], respectivamente.

     *Notícias Agrícolas
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    Roger Campos

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  • Estudantes da Escola Estadual Cônego José Maria visitam a Cocatrel

    Estudantes da Escola Estadual Cônego José Maria visitam a Cocatrel

    A Cocatrel, uma das maiores cooperativas de café do mundo, recebeu na última semana os estudantes do 5º ano Otimismo, da Escola Estadual Cônego José Maria, que, acompanhados da professora Mariana Rodrigues Graciano, tiveram um dia produtivo e de muita aprendizagem.

    Os alunos aprenderam sobre todos os processos do café, do grão à xícara. “A ideia surgiu quando os eles foram fotografar para o concurso de fotografias do Festival Canto Aberto”, contou a professora Mariana.

    “Estávamos indo para o Pontalete, quando alguns alunos perguntaram sobre a flor branca que havia no pé de café, então sentimos a necessidade de ensiná-los melhor sobre o assunto, já que está tão próximo deles”, emendou. 

    Além disso, a turma participou de uma Feira de Ciências, na escola, e apresentou justamente sobre a cultura do café.

    Fonte Cocatrel

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  • Aumento da indústria de torrefação pode ampliar exportações de café brasileiro

    Aumento da indústria de torrefação pode ampliar exportações de café brasileiro

    A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) promove até amanhã (29) o 26º Encontro Nacional das Indústrias de Café (26º Encafé), em Punta Del Este, no Uruguai. Segundo o diretor executivo Nathan Herszkowicz, o aumento da indústria de torrefação nos últimos anos, com a construção de fábricas pelas principais empresas do setor, como Nespresso, 3corações e Melitta, deve garantir uma produção adicional para expandir as exportações brasileiras de café torrado e moído.

    “O mercado de torrefação é muito concentrado, não só no Brasil. É mais rápido e fácil fazer acordos entre empresas privadas do que uma empresa brasileira ir para o exterior com sua marca e tentar desenvolvê-la, mas isso não é barato”, explicou Herszkowicz. O crescimento no mercado brasileiro, assim como eventual interesse de investidores privados em obter ganhos com o setor do café, pode viabilizar a aquisição de participações em empresas estrangeiras. “Até 2020 devemos ver notícias de aumento da participação das exportações brasileiras (de café torrado e moído) no mercado externo”, acredita.

    O crescimento do consumo interno de cafés no Brasil, inclusive de cafés de alta qualidade, deve garantir continuidade ao movimento de fusões e aquisições no segmento de torrefadoras ao longo de 2019, de acordo com o executivo. “Existe ainda um número substancial de empresas de valor médio que geram interesse para grandes empresas do setor que buscam conquistar participação em mercados regionais do Brasil”, explicou Herszkowicz.

    As informações são da Agência Estado

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  • Empresária trespontana investe R$ 1 milhão para criar conceito e promover expansão da marca Kapeh Cosméticos.

    Empresária trespontana investe R$ 1 milhão para criar conceito e promover expansão da marca Kapeh Cosméticos.

     Vanessa Vilela abre para franquia loja ‘dois em um’ com foco no café.

    Para muitos empreendedores, abrir a marca para franquia é uma maneira de ganhar espaço em outras localidades com um modelo de expansão baseado no capital de terceiros. É o caso da proprietária e idealizadora da Kapeh Cosméticos, cafeteria e marca de produtos de beleza à base de café, Vanessa Vilela. Ela, que criou a Kapeh em 2007, em Três Pontas, diz que o interesse do público de outras regiões foi um dos principais motivos para investir no franchising.

    “Além disso, o mercado de café cresce cada vez mais, assim como o segmento de saúde, beleza e bem-estar, que também apresenta números positivos”, argumenta.

    O modelo de franquias foi lançado em outubro deste ano e Vanessa investiu R$ 1 milhão para realizar o projeto. <IP10>O resultado foi o valor de R$ 490 mil para os interessados em ter uma unidade, que inclui estoque, capital de giro e instalação da loja.

    “Os franqueados precisam passar por um treinamento completo para compreender o conceito da marca, além de aprenderem detalhes do café com o qual irão trabalhar”, completa Vanessa.

    Com 140 produtos cosméticos e serviço de cafeteria com grãos especiais e quitutes que combinam com a bebida, como pão de queijo e bolos, a loja se configura como dois estabelecimentos em um. Essa característica, de acordo com Vanessa, é um diferencial para o franqueado, principalmente pelo lado financeiro. “O serviço de cafeteria traz fluxo para a loja e assim a venda dos cosméticos aumenta”, acredita.

    Vanessa Vilela, fundadora da marca mineira Kapeh Cosméticos. Foto: Thais Magalhães.

    Para o coordenador de projetos do centro de empreendedorismo da FGV-SP, Marcus Salusse, o modelo de franquia é uma tendência positiva, que, no caso da Kapeh, é impulsionado pelo formato “dois em um”.

    “É um método interessante de crescimento do negócio, que também cria experiência para o cliente”, diz Salusse.

    Tendência. Assim como a Kapeh oferece dois serviços em um, outros empreendedores também têm investido no conceito, unindo barbearia e mecânica, livraria e bar, salão de beleza e restaurante, por exemplo. De acordo com Salusse, o formato é uma tendência e ajuda no crescimento das vendas.

    “O que eu percebo é que existe esse movimento para aumentar o tíquete médio na empresa. O estabelecimento cria uma experiência para o consumidor, com um elemento de relaxamento e ainda incentiva as compras”, pontua.

    No entanto, o especialista alerta para o cuidado do empresário com questões legais e tributárias, principalmente. “As atividades precisam ser cobradas da maneira correta. O serviço no serviço e o produto no produto. Não se pode esquecer dessas questões, pois elas podem prejudicar o empreendimento no futuro”, analisa o especialista em empreendedorismo.

    Fonte Estadão
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  • Procafé: Evolução da produção brasileira de café

    Procafé: Evolução da produção brasileira de café

    Muito se fala, hoje, de safras altas de café no Brasil, nesses últimos anos. Porém, pra chegar até aqui foram períodos longos e sujeitos a percalços, com influência climática e de condições de preços do produto.

    A análise das safras brasileiras de café, a partir de 1960, mostra a ocorrência de grandes variações ao longo do período, conforme os dados representados na figura 1. Podem ser observados níveis de safras em 6 intervalos de ocorrência –  abaixo de 10 milhões de sacas/ano foram verificadas somente 2 safras (1965 e 1976) função da seca e da geada; entre 10 e 20 milhões de sacas ocorreram 10 safras; entre 20 e 30 milhões foi observado o maior nº de safras (22); entre 30 e 40 milhões somente 9 safras ;  entre 40 e 50 milhões 12 safras e acima de 50 milhões  apenas 2 safras, sendo estes níveis maiores concentrados nesses  8 últimos anos. Verifica-se um crescimento constante a partir dos anos 2000.

    A média dos períodos decenais foi a seguinte:

    1961 – 70      =   22,9  milhões de sacas

    1971 – 80      =   19,5  milhões de sacas

    1981 – 90      =   26,6  milhões de sacas

    1991 – 2000  =   26,0  milhões de sacas

    2001 – 2010  =   39,0  milhões de sacas

    2011 – 2018  =  48,5  milhões de sacas

    A observação dos dados da figura 1 evidencia, ainda, 3 fenômenos importantes na definição das safras:

    1º) O ciclo bienal das produções, uma alta seguindo a baixa, característico do nosso tipo de lavoura a pleno sol, que se esgota após uma safra alta, passa o ano seguinte recuperando sua ramagem e nesse ano resulta uma safra baixa, voltando a produzir bem, novamente, após 2 anos. Com a variação climática entre as regiões, com o aumento de podas e com entrada sucessiva de novos cafeeiros em produção, nas últimas safras o diferencial de ciclo de altas e baixas safras ficou reduzido.

    2º) Os fenômenos climáticos, inicialmente com maior relevância para as geadas e hoje em dia também as estiagens, que afetam drasticamente as safras de café no mesmo ano, pelo chochamento e má granação dos frutos e no ano seguinte, pela redução no crescimento da ramagem.

    3º) A conjuntura de preços do café, a qual pode estimular ou desestimular os tratos nas lavouras e os novos plantios.

    No momento atual o setor da produção cafeeira – a lavoura de café – ainda se encontra em um ciclo de expansão, no qual houve muita renovação de áreas e melhoria nos tratos, com aumento de produtividade. Para que essa fase se mantenha é preciso que a combinação dos 3 fenômenos citados ocorra de forma adequada. Vislumbra-se, já, para 2019, uma safra em ciclo bienal de baixa, diante da alta safra observada em 2018. O clima, por enquanto, vem bem, embora um período critico, de stress hídrico, na granação dos frutos, ainda possa ocorrer. Os preços atuais do café  não estão estimulantes, situação agravada pelo aumento verificado nos custos dos insumos para a produção.

    Fonte Notícias Agrícolas

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  • COCATREL PREMIA “MELHORES CAFÉS”

    COCATREL PREMIA “MELHORES CAFÉS”

     

    A Cocatrel, uma das maiores cooperativas de café do mundo, realizou na tarde desta terça-feira (20) um importante evento na Pousada Travessia, contando com as presenças de sua diretoria e funcionários, cooperados, autoridades e demais convidados. O objetivo foi premiar os produtores com os “Melhores Cafés” depositados na cooperativa, na safra 2018/2019.

    O presidente da Cocatrel, Marco Valério Araújo Brito, abriu o evento após um café. Ele destacou a importância de se premiar aqueles que lutam pela qualidade, pela excelência na produção dos cafés especiais.

    Marco Valério Brito, presidente da Cocatrel.

    “2018 foi um ano muito importante para a Cocatrel e que precisa ser celebrado. A confiança depositada pelos cooperados, na cooperativa, um trabalho de preparação para a safra, muito bem feito, a aproximação da Cocatrel com seus cooperados, abrindo 10 pontos de recebimento, em Três Pontas e nas filiais, gerando segurança, agilidade e eficiência para todos, resultaram na quebra de um recorde histórico de recebimento de café.

    O que nos deixa muito felizes é que muito além da quantidade, 2018 foi um ano de cafés de ótima qualidade. Das mais de 44 mil amostras previamente analisadas pelo laboratório central, cerca de 15 mil foram consideradas com potencial e enviadas ao laboratório de cafés especiais da Cocatrel. Dentre todas essas, as 13 melhores, de 13 merecedores produtores, serão hoje aqui premiadas”, destacou.

    Entrega dos Prêmios

    Cada premiado levou para casa além de um troféu, 20 kg do café, torrado e moído, embalados em caixas personalizadas com o nome de cada um. A entrega coube ao superintendente da Cocatrel, Manoel Rabelo Piedade.

    Veja os vencedores:

    Categoria Cereja Descascado

    _ HELCIO ANTONIO CHAGAS REIS, da Fazenda Santo Antônio, em Carmo da Cachoeira. Seu lote dos cafés premiados foi pontuado com 85,5 pontos e possui notas de CARAMELO, Frutas AMARELAS, Frutas CITRICAS e LIMÃO.

    _ JOSÉ CARLOS DOS REIS, da Fazenda Rancho Grande/Pitangueiras, de Três Pontas. A produção de café começou na Fazenda Rancho Grande em 1933, quando o Sr. Aneite Reis herdou 5 hectares de lavouras. A fazenda desenvolveu e aprimorou suas técnicas de produção ao longo do tempo, por meio de muito esforço e dedicação de seus gerentes. Hoje a fazenda é administrada por José Carlos dos Reis e seu filho Flávio Reis. A missão da fazenda é produzir café da mais alta qualidade, sem negligenciar a importância de proteger o meio ambiente e cuidar do bem-estar de seus funcionários. Seu objetivo final é continuar melhorando a qualidade do café visando a satisfação do consumidor.

    O lote dos cafés premiados do José Carlos foi pontuado com 85,5 pontos e possui notas de FRUTAS CÍTRICAS, UVA VERDE, VINHOSO.

    Categoria Natural

    _ AGOSTINHO DE FATIMA MARCELINO – Fazenda Curralinho – Três Pontas. Quando criança, o Sr. Agostinho ajudou seus pais nas lavouras de café da fazenda onde trabalhavam. Desde a tenra idade, ele é apaixonado por café e, quando se casou, decidiu comprar uma pequena fazenda e cultivar café. Ele realmente gosta de trabalhar em seus micro-lotes, pós-colheita, usando vários métodos de preparação. Ele também cria vacas leiteiras com a ajuda de sua família. A Fazenda do Agostinho tem 1,8 hectares.

    O lote dos cafés premiados do Agostinho, foi pontuado com 86 pontos e possui notas de FRUTAS CÍTRICAS, FLORAL, LIMÃO.

    _ ANTENOR DE OLIVEIRA LIMA, da Fazenda Santo Antônio do Monte Alto, de Nepomuceno. Antenor vem de uma família tradicional, de Nepomuceno. É Engenheiro e trabalhou na Petrobras e Eletrobras, aposentando-se na CEMIG, em 1954. Hoje, reside em Belo Horizonte e trabalha como consultor.

    Sua história com os cafés começa em 1982, quando sua mãe faleceu e ele decidiu que precisava criar raízes em Nepomuceno. Decidiu, então, comprar algumas terras e a partir daí, de maneira prazerosa, produzir os cafés de qualidade da Fazenda Santo Antônio do Monte Alto, que fica na divisa de Nepomuceno e Coqueiral. Antenor tem 5 netos, que curtem muito a fazenda, que também é espaço de reunião e lazer da família. Antenor afirma que a premiação é consequência de sua dedicação com muito esmero e paciência.

    O lote dos cafés premiados do Antenor foi pontuado com 86 pontos e possui notas FLORAL de FRUTAS VERMELHAS, CHOCOLATE e DOCE.

    _ CARLOS CESAR COUGO FILHO – Sítio Nossa Senhora Aparecida III – Carmo da Cachoeira. O lote dos cafés premiados do Carlos Cesar foi pontuado com 86 pontos e possui notas de FRUTAS VERMELHAS, DOCE, FRUTADO, VINHOSO.

    _ CARLOS HENRIQUE TEODORO – Fazenda Serrano – Ilicínea. O lote dos cafés premiados do Carlos Henrique foi pontuado com 86 pontos e possui notas de FLORAL, FRUTADO e LIMÃO.

    _ FRANCIS FIGUEIREDO OLIVEIRA – Fazenda Santa Margarida – Três Pontas. Francis Figueiredo Oliveira é casado com Juliana e tem 2 filhos, Elisa e Fábio. Ele é Engenheiro agrônomo, formado pela Universidade Federal de Lavras, em 1993. Desde então dedica-se à Fazenda Santa Margarida, em Três Pontas. A Propriedade foi herdada de seus avós maternos, Urbano Garcia de Figueiredo Neto e Juvendyra Correa de Figueiredo. Há 25 anos Francis dedica-se à renovação de plantações antigas e formação e plantio de novas áreas. Seu objetivo é a produção de Café Natural, procurando agregar qualidade em todas as etapas, até o produto final.

    O lote dos cafés premiados do Carlos Cesar foi pontuado com 85,5 pontos e possui notas de CHOCOLATE, DOCE, FRUTADO, UVA, VINHOSO.

    _ GILBERTO AUGUSTO CAINELLI – Fazenda Zaroca – Três Pontas. A fazenda Zaroca no ano de 1915 era conhecida como fazenda Jararaca e pertencia à dona Maria Brito, avó de Gilberto. Naquela época a produção de café era muito baixa, devido à grande dificuldade das máquinas agrícolas caminhar nas plantações de café da montanha. Após a morte de Dona Maria, a fazenda foi abandonada por algum tempo e, em 2015, Gilberto decidiu voltar à fazenda e iniciar uma nova gestão. Quando assumiu a fazenda, ficou conhecida como Zaroca. Gilberto começou a plantar novas lavouras, com melhores variedades para a produção de cafés especiais. Ele plantou muitas árvores, recuperou a fonte de água e investiu em infraestrutura e novas máquinas agrícolas. Atualmente, Gilberto busca excelência na produção de cafés especiais.

    O lote dos cafés premiados do Gilberto foi pontuado com 88 pontos e possui notas BASTANTE DOCE, FLORAL, FRUTADO, Frutas CITRICAS e CANA DE AÇUCAR.

    _ GLAUCO BEGGIATO CARVALHO – Fazenda São Joaquim – Três Pontas. O lote dos cafés premiados do Glauco, foi pontuado com 86,5 pontos e possui notas de FRUTAS VERMELHAS, MORANGO e FUMO DE ROLO.

    _ GLEISER BOTREL ROSA – Sítio São Sebastião/Barreirinha – Três Pontas. Gleiser Botrel Rosa é um pequeno produtor de café com muita disposição e vontade de crescer. Casado com Regina Célia, eles possuem uma filha, a Vitória. Sua trajetória começa ainda pequeno, quando acompanhava seu pai, Sebastião Vitor Rosa, na fazenda da família. Com o falecimento do pai e do Tio Carlos decidiu arrendar a Barreirinha e fazer o melhor para dar continuidade a tudo o que eles começaram por ali. Na Barreirinha a história dos cafés especiais aconteceu de repente, em 2014. Desde então, Gleizer melhorou sua estrutura e agora seca e beneficia o café no próprio sítio, conta com a ajuda de dois colaboradores e faz todo planejamento necessário para a colheita dos cafés especiais. Gleizer também ficou entre os 10 melhores cafés depositados na cooperativa, na safra 2014/2015. O sítio Barreirinha tem 70 hectares.

    O lote dos cafés premiados do Gleiser, foi pontuado com 86,75 pontos e possui notas de AMORA, FRUTAS VERMELHAS e UVA PASSA.

    _ JOSIAS CARDOSO DE OLIVEIRA – Fazenda Urtiga – Ilicínea. Josias começou a trabalhar com café na pequena propriedade de seus pais em 1987, seu pai era caminhoneiro e ele é quem cuidava de tudo. Ele teve que trabalhar também com caminhão porque seu pai teve um AVC, em 1994. Junto com seus irmãos, adquiriu a propriedade Urtiga. Em 2008 largou o caminhão e passou a dedicar-se somente ao café, procurando sempre aprimorar os conhecimentos para tentar r o melhor café, com a maior qualidade possível. Possui a certificação Fairtrade, está sempre preocupado com a preservação ambiental, e pretende melhorar ainda mais a qualidade de seus cafés.

    O lote dos cafés premiados do Josias, foi pontuado com 86,5 pontos e possui notas de BASTANTE DOCE, FLORAL e CANA DE AÇUCAR.

    Representantes da Cocatrel acompanharam o evento.

    _ OSWALDO GOMES PINTO – Sítio Quatis – Três Pontas. Osvaldo Gomes Pinto e Maria Aparecida Oliveira Pinto são os nomes que representam o sítio Quatis, comprado na década de 80, localizado próximo a serra de Três Pontas, na região de Potreiros, com aproximadamente 20 alqueires. A lavoura foi totalmente formada e cuidada pela família. Todo o cuidado com as plantações, colheita, limpa e secagem do café tem os olhos e diretrizes da família. Seu Osvaldo ficou à frente das atividades até 2005, quando foi acometido por um AVC, após esta data sua esposa e seu filho mais velho, Warley Oliveira Gomes, tornaram-se responsáveis pela manutenção e condução dos trabalhos. Na época da colheita, o casal se muda para o sítio para se dedicarem e focarem exclusivamente na qualidade do café produzido. O sítio representa a união de toda família e esta premiação vem coroar o fruto de toda esta dedicação.

    O lote dos cafés premiados do Osvaldo, foi pontuado com 85,75 pontos e possui notas de FRUTADO, CHOCOLATE e CARAMELO.

    _ VALDECI DOMINGOS NASCIMENTO – Fazenda Alto da Serra – Ilicínea. Durante sua infância, Hudson Vilela trabalhava nas lavouras de café com seu pai. Mais tarde, ele desistiu de seu trabalho como enfermeiro para assumir uma fazenda, em parceria com seu sogro, Valdeci, eles cultivam café nas montanhas de Ilicínea. Na época da colheita, eles precisam da ajuda de alguns colaboradores. A colheita ocorre tardiamente devido à grande altitude. Eles têm um pequeno pátio de secagem e uma caixa estática para preparar os grãos, para que possam fazer micro lotes com muito mais precisão. Sua bela fazenda tem uma excelente vista de todos os penhascos de Ilicínea. Eles estão procurando melhorar a qualidade de seus equipamentos de pós-colheita, para que possam cultivar cafés de melhor qualidade. Área cultivada da fazenda é de 8 hectares.

    O lote dos cafés premiados do Valdeci e do Hudson, foi pontuado com 88 pontos e possui notas LICOROSO, VINHOS, UVA e BASTANTE DOCE.

    Algumas empresas que são parceiras da Cocatrel também foram homenageadas. O Superintendente da Cocatrel, Manoel Rabelo Piedade, fez a entrega dos troféus às empresas que adquiriram lotes dos melhores cafés da cooperativa, na safra 2018/2019.

    Empresas Parceiras

    _ Louis Dreyfus

    _ Sagrados Corações

    _ Unicafé CIA de Comércio Exterior

    _ Valorização

    _ 3 Corações

    _ Stokler

    _ Volcafé

    Confira a galeria de fotos do evento produzida pelo Conexão Três Pontas:

    *Não perca a entrevista completa e exclusiva produzida pelo Conexão com o presidente da Cocatrel, Marco Valério Araújo Brito. 

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • CAFÉ: Robôs prometem agilizar processos de plantio e secagem em terreiros em MG

    CAFÉ: Robôs prometem agilizar processos de plantio e secagem em terreiros em MG

    Dois protótipos desenvolvidos por alunos de instituições de Santa Rita do Sapucaí (MG) prometem agilizar os processos de plantio e secagem do café em terreiros. O “Robocoffee” ou “Robô do Café” e o robô plantador ainda estão em estágio inicial, mas prometem mudar em breve a vida de produtores rurais.

    Do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), vem o projeto do Robocoffee ou Robô do Café. Por enquanto, ele é apenas um protótipo feito de MDF. Mas pelo pouco do que foi mostrado na prática a nova “tecnologia” promete facilitar e dar maior qualidade de vida a quem depende do trabalho no campo.

    “O robô do café ajuda o lavrador tanto no manejo do café, quanto na locação da mão de obra no terreiro. Enquanto no terreiro você precisa de duas, três pessoas para fazer o movimento do café, o robô faz todo o trabalho sozinho e precisa apenas de uma pessoa para controlar à distância. Além de não fazer todo o trabalho braçal, ele vai estar imune à exposição direta aos raios solares”, explica o estudante Lucas Pereira Santos, um dos idealizadores do projeto.

    O protótipo, construído por alunos do 1º período, foi apresentado recentemente na Feira Tecnológica do Inatel, a Fetin, que aconteceu em setembro. O robô é guiado por um controle remoto que tem alcance de até 100 metros.

    “Se ele (o produtor) quiser ele pode ficar sentado na sombra que o carrinho faz todo o processo. À medida que o carrinho vai passando em cima do café, uma haste vai dando o movimento do café no terreiro, fazendo com que o café gire constantemente, várias vezes ao dia, para o sol bater por completo no grão, fazendo a secagem inteira e não de uma parte só”, explica o estudante Igor Honorato Martins.

    Os inventores do Robocoffe também garantem que a nova tecnologia é mais sustentável, pois preserva o meio ambiente.

    “Hoje em dia é comum o uso da moto no terreiro. E a moto, como ela é movida a combustível, ela polui tanto o meio ambiente quanto o próprio grão de café, quando ela solta resíduos. Esse carrinho não causa nenhum dano ao meio ambiente e a gente pensa em aprimorar o sistema com placas solares, que vão ajudar a alimentar a bateria”, conta Igor.

    Para quem vive na roça, a chegada de um “robô” para fazer o trabalho rural causa estranheza em um primeiro momento, mas ajuda a abrir uma boa perspectiva de futuro.

    “O Robocoffé tem muito a oferecer para o trabalhador, porque a tecnologia vem ajudar não a tirar o serviço de uma pessoa, mas tirar um serviço braçal repetitivo e você economiza tempo e dinheiro para fazer outras atividades que vão agregar mais para o cafeicultor”, reforça o supervisor do Laboratório de Inovação FabLab, do Inatel, Juliano Ubiraci dos Santos.

    Segundo os alunos, o próximo passo agora é modernizar o protótipo, para que ele auxilie o produtor a monitorar a qualidade do café.

    “A gente tem a ideia de melhorar a mecânica do projeto e também inserir certos sensores que medem alguns parâmetros que são essenciais para o produtor conseguir acompanhar a qualidade do café”, conta Lucas Pereira Santos.

    Ainda não há uma data prevista para quando o Robocoffee possa estar disponível ao mercado.

    Robô plantador

    Um outro projeto que promete melhorar a produtividade na agricultura e que também está em desenvolvimento em Santa Rita do Sapucaí, mas na ETE FMC, a Escola Técnica de Eletrônica, é o robô plantador. A máquina pretende auxiliar o agricultor no plantio não só do café, mas de várias outras culturas.

    “Ele é um robô que foi criado para automatização dos processos agrícolas de plantação de sementes variadas. Existem máquinas que atuam nesse segmento, mas hoje elas precisam de uma pessoa para manusear. A ideia foi construir algo mais automatizado, que é comandado através de um aplicativo. Qualquer pessoa, independente de idade e até mesmo de localização, pois não precisa estar na fazenda, pode acompanhar os resultados da máquina. Além disso você pode ganhar em produtividade, porque ela pode trabalhar à noite, em diversos horários”, explica a professora de sistemas digitais da ETE FMC, Marília Martins Bontempo.

    A ideia para construção do equipamento partiu de alunos do 1º ano do Ensino Médio, de 14 a 15 anos, a partir da experiência de um deles, que via a dificuldade do trabalho do avô na roça.

    O projeto foi apresentado em outubro durante a Feira de Projetos Tecnológicos da ETE, a Projete. Agora o foco é implementar melhorias no equipamento para quem saiba no futuro ele possa estar disponível ao mercado.

    Fonte G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

    Jornalista

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