Categoria: Café

  • COCATREL LOGÍSTICA: Eficiência, redução de custos e agilidade nos processos de transporte da cooperativa

    COCATREL LOGÍSTICA: Eficiência, redução de custos e agilidade nos processos de transporte da cooperativa

    A Cocatrel, trabalhando com um novo modelo de gestão, organizou toda sua frota de caminhões e carretas em um único departamento, o Cocatrel Logística (C-Log). Tudo partiu de um rigoroso estudo que apresentou que, com a concentração dos veículos em apenas um lugar, otimizaria os serviços prestados pela cooperativa, entre lojas e armazéns, resultando na diminuição de custos com combustíveis, mão de obra e fretes terceirizados.

    “Foi feita a centralização de toda frota em um só local. Carretas que faziam viagens com cargas de um lugar para outro e voltavam vazias, por exemplo, porque eram departamentalizadas e viajavam de acordo com as necessidades de cada setor, agora não fazem mais. Toda rota e planejamento são traçados para utilizarmos nossos próprios veículos e motoristas, fazendo a gestão correta e otimizando o transporte entre os armazéns, que durante a safra tem demanda altíssima, minimizando custos e contratação terceirizada”, explica Guilherme Pineli, responsável pelos armazéns da Cocatrel.

    Segundo Daniel Gregório de Souza, analista de logística da cooperativa, “a programação é feita baseada nas informações das demandas que são fornecidas pelas filiais. Verifico a frota e os motoristas que tenho disponíveis e faço o planejamento do dia seguinte, seguindo as rotas mais viáveis para cada um deles, levando em conta o tempo da viagem, a distância e a carga, para não infringir nenhuma regra trabalhista e conseguir atingir todos os objetivos do dia”.

    É importante ressaltar que a Cocatrel vem quebrando seus próprios recordes no recebimento de café e, mesmo tendo recebido até o momento mais de 1 milhão de sacas, todos os processos estão sendo realizados com agilidade e eficiência, atingindo nossa principal meta, que é a excelência no atendimento e nos serviços prestados aos nossos cooperados.

    Fonte Cocatrel

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    Roger Campos

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  • ENTREVISTA ESPECIAL: Novo presidente da Cocatrel completa 100 dias a frente da maior cooperativa de café do mundo “cheio” de boas notícias.

    ENTREVISTA ESPECIAL: Novo presidente da Cocatrel completa 100 dias a frente da maior cooperativa de café do mundo “cheio” de boas notícias.

    MARCO VALÉRIO FALOU EM PRIMEIRA MÃO DA NOVA UNIDADE DA COCATREL QUE IRÁ GERAR EMPREGOS NA CIDADE.

    Marco Valério Araújo Brito está completando 100 dias à frente da Cocatrel. Um dos profissionais com maior know-how quando o assunto é café, especializado em mercado exterior, é trespontano, descendente de tradicionais cafeicultores e se diz apaixonado pelo grão. Após várias experiências profissionais bem sucedidas em gestão de negócios resolveu há três anos ficar mais próximo da cooperativa, em Três Pontas, como diretor comercial, e desde abril de 2018 assumiu a sua presidência. Qualificado em administração, Marco Valério tem 50 anos, é casado e tem uma filha. Nossa reportagem fez uma entrevista especial, detalhada, cheia de informações importantes e, principalmente, boas notícias, otimismo e crescimento:

    Xtp – Marco Valério, primeiramente obrigado por atender ao Conexão, parabéns pelo trabalho já elogiado apesar do pouco tempo. São 100 dias de trabalho à frente da Cocatrel. Qual é o perfil do seu trabalho? Para onde você pretende levar essa cooperativa?

    Marco Valério – Primeiramente dizer que eu faço esse trabalho com uma grande paixão. Pegando como referência uma frase de Isaac Newton Só estou aqui porque me apoio nos ombros daqueles grandes que me antecederam”. A Cocatrel é uma belíssima empresa, com muita credibilidade. Talvez os cooperados e a sociedade não tenham ainda noção do tamanho dessa cooperativa, que tem um faturamento anual possivelmente maior do que o de qualquer outra empresa de Três Pontas. Temos cerca de 6 mil cooperados, mais de 500 colaboradores, atuando em 9 municípios. Muitos diretores dedicaram suas vidas a essa cooperativa e eu sei que a minha responsabilidade é muito grande em fazer um trabalho de excelência, como foi feito no passado. Entrar em time que está ganhando não é fácil, pois temos que nos superar todos os dias. A diretoria mudou. Eu era o diretor comercial e passei a presidente. Francisco de Paula Vítor Miranda é o novo diretor técnico-industrial e Luiz Antônio Vinhas de Oliveira assumiu o cargo de diretor comercial. Eles já eram conselheiros e estavam capacitados para assumir esses cargos comigo. Meu primeiro desafio é manter a solidez da cooperativa e ajustar alguns gargalos para continuarmos em crescente expansão, com eficiência e segurança. Queremos a Cocatrel mais aberta, transparente e mais próxima de seus cooperados. Essa é a cara do novo mundo e estamos colocando a cooperativa num novo mercado. Estamos no terceiro ano do projeto PAEX (Parceiros para a Excelência), da renomada Fundação Dom Cabral, onde objetiva-se a capacitação da cooperativa com a construção gradativa de um modelo de gestão, por meio da implementação de ferramentas gerenciais e estratégicas, do intercâmbio de experiências e do conhecimento. Há dois anos estamos exportando café, diretamente, para todos os continentes, agregando valor ao produto do cooperado, mostrando nosso trabalho em relação aos cafés especiais, sempre muito preocupados com a gestão do negócio, com questões de custo, eficiência e profissionalismo. A ideia, portanto, é dar soluções para o nosso cooperado, ajudando-o a ficar cada vez mais forte.

    Xtp – A Cocatrel claramente tem ampliado seus negócios, sua gama de produtos, suas especialidades. Tem investido muito em cafés especiais, agora destacando os cafés em cápsulas, entre outras novidades. Para 2018, o que a Cocatrel ainda apresentará?

    Marco Valério – Temos muitas novidades. Não posso deixar de citar que no próximo dia 31 de julho inauguraremos uma nova sede, bastante moderna, da loja em Nepomuceno. A Cocatrel adquiriu uma área de 33 mil metros quadrados, muito bem localizada, onde hoje, a loja ocupa 2.500 metros e, futuramente, poderemos construir um armazém. Para melhorar a logística das lojas, na loja Matriz, em Três Pontas, será implantado um Centro de Distribuição, que vai agilizar e melhorar os processos para os cooperados. Uma nova torrefação, na cidade de Três Pontas, moderna e de última geração, já está em fase final de construção e será inaugurada no início do segundo semestre, ampliando muito a nossa capacidade de produção e, consequentemente, o nosso mix de produtos, com uma linha ainda completa, agregando valor ao café, expondo mais nossa marca e ainda gerando empregos para Três Pontas e região. Além disso, temos outros projetos que visam beneficiar não só nossos cooperados, como também movimentar o comércio, a rede hoteleira e os restaurantes da cidade. Contamos hoje com quatro importantes feiras em nosso calendário. Temos a FECOM, que acontece em março e setembro, a Expocafé, em maio e, a Semana Internacional do Café, um evento muito importante, de grande visibilidade e reconhecido mundialmente, do qual, além de expositores, somos também patrocinadores. Continuaremos modernizando e expandindo os nossos armazéns. Em primeira mão, digo ao Conexão que, temos planos para expandir os nossos armazéns, em Três Pontas, na unidade Paraíso e também com silos na unidade 8, que é a nossa matriz. Vamos ainda investir em uma novos maquinários de benefício e rebenefício de café, gerando mais empregos agregando valor aos cafés dos nossos cooperados.

    Xtp – A Cocatrel possui também uma linha de laticínios muito forte, bem aceita e com penetração em diversas cidades. Também haverá expansão nesse setor?

    Marco Valério – Nós falamos que a linha de varejo da Cocatrel, café e laticínio, é realmente muito forte. São inúmeros produtos que primam sempre pela altíssima qualidade porque não abrimos mão de trabalhar com produtos de primeira linha. Estamos satisfeitos com a lembrança que os consumidores têm da Cocatrel quando se trata de produtos de laticínios. Estamos montando uma nova equipe de vendas, para estar mais próxima dos consumidores, abrindo mercado, atingindo novas cidades e fortalecendo nosso negócio.

    Xtp – Você disse no início dessa entrevista que a Cocatrel, hoje, atinge os cinco continentes do globo. Mas estamos vendo um crescimento de mercados de café como a Colômbia e o Vietnã. O Brasil perdeu algum espaço. Isso te preocupa? Como reverter esse quadro?

    Marco Valério – Esse é um mercado que exige competência e quem não tiver isso não vai se estabelecer. A Cocatrel faz seu dever de casa muito bem feito. Nós recebemos cafés de mais de cem cidades, estamos posicionados com recebimento e/ou armazenamento em dez unidades. Recebemos e processamos cafés de várias qualidades, desde os commodities até os especiais e a capacidade industrial da Cocatrel de preparar e exportar é muito competitiva e, talvez seja essa a receita para o Brasil. É preciso ter capacidade para competir e é aí que o Brasil tem perdido. Deitou-se, literalmente, em berço esplêndido, de uma forma geral. Já a Cocatrel tem avançado muito. No capitalismo é assim, alguns perdem espaço e outros ganham. A cooperativa está cada vez mais forte e preparada e temos conquistado muito espaço no mercado externo. Comercializamos muito bem nosso café para diversos lugares do mundo. Grandes e pequenos compradores estão fazendo negócio com a Cocatrel. É bem verdade que, quem não tem essa força que a nossa cooperativa tem, acaba sendo afetado por países ou regiões como as que você citou. Mas a Cocatrel, por todo seu planejamento e estrutura, se mantém firme e sólida.

    Xtp – Três Pontas ainda pode ser considerada a “Capital Mundial do Café” de fato? Ou isso agora só permanece no nome?

    Marco Valério – Matematicamente falando, infelizmente nós perdemos esse título. Há pouco tempo o governo de Minas divulgou, no Portal do Café, as novas fronteiras, com as áreas de plantio, e o serrado ficou muito bem colocado, com municípios com áreas muito grandes. Patrocínio tem uma área plantada praticamente três vezes maior que a de Três Pontas, com produção bastante intensa de café. Então, o título de maior produtor, por hectare plantado, nós infelizmente perdemos. Somos, hoje, a segunda ou terceira maior cidade com área plantada, só que esse conceito não é mais utilizado.  O que importa é que, hoje, a Cocatrel é a primeira ou a segunda maior cooperativa do mundo. Há uma outra que movimenta mais que a gente, mas ela funciona muito mais como uma empresa do que uma cooperativa pura, que visa os princípios cooperativistas, com o foco no cooperado. Pensando assim, a Cocatrel é a maior do mundo e está em Três Pontas. Temos muito orgulho disso e podemos, dessa forma dizer que somos, sim, a “Capital Mundial do Café”.

    Xtp – Falando um pouco sobre o apoio governamental à cafeicultura. Há anos eu estive na sede do CNC (Conselho Nacional do Café), em São Paulo, onde muito se falava sobre o apoio de deputados, como Carlos Meles e Silas Brasileiro. Também tinha um ministro da Agricultura, Pratini de Morais, que defendia abertamente o setor. Hoje não vejo mais essa realidade. A cafeicultura está abandonada? Não se senta mais na mesa de negociação com as maiores lideranças em Brasília?

    Marco Valério – É um cenário diferente. De fato nós não temos do governo, o apoio necessário que gostaríamos. Não é o ideal. O CNC, que é um órgão que representa o setor junto às lideranças políticas, está sendo reestruturado, redefinindo estratégias e também seu perfil. O governo está realmente distante. Em 1994, tive o privilégio de comandar o Denac (Departamento Nacional do Café), em Brasília. Este era o órgão do governo que cuidava do café. Passados 24 anos, o café realmente perdeu espaço em Brasília. O Denac tinha dotação, corpo de colaboradores e muita força. Hoje perdeu esse status e não é dada atenção que merece. Atualmente, a única coisa que o governo faz é a gestão do Funcafé. Só que o Funcafé é um fundo oriundo da própria contribuição dos cafeicultores no passado. Oriundo do confisco do café, nas décadas de 60, 70 e 80.  Não é um orçamento da união. Ele está na união pelo fato do IBC (Instituto Brasileiro do Café) ter sido instinto em 1989, pelo ex-presidente Collor. Esse dinheiro, então, foi para a união. Hoje falta muito, mas felizmente o produtor aprendeu a trabalhar sem o auxílio do governo. Seria muito bom se o governo ajudasse, mas não o faz.

    Xtp – De uma forma mais ampla e também especificamente em Três Pontas, qual é a situação do produtor de café atualmente?

    Marco Valério – A cafeicultura está muito ligada ao clima, é uma indústria a céu aberto. Seca e geada são fatores que atrapalham o planejamento. Mas de uma forma geral, vejo o produtor muito mais profissional, mais ligado às questões de gestão. A Cocatrel, por exemplo, tem um grupo de produtores de cafés especiais, com o qual é feito todo um acompanhamento para que os cooperados façam uma boa gestão na fazenda, entendam melhor os mecanismos de trava e de garantia de preço no mercado, pensando menos no governo e sendo bem respaldado pela nossa cooperativa. Nosso produtor está muito bem preparado.

    Xtp – Uma pesquisa de um grande instituto mundial apontou que a xícara de café no Brasil está entre as dez mais baratas do mundo. Em média é vendida por 5 reais. Mas há muitos lugares em que o preço é mais elevado. Em Doha, no Catar, custa o equivalente a 23 reais. O que fazer para o nosso café ser mais valorizado?

    Marco Valério – Tem, sim, muito a ser feito para agregarmos valor ao café e é justamente o que a Cocatrel tem, incessantemente, procurado fazer. Precisamos agregar valor à marca. Esta é uma história antiga que, enquanto a Colômbia investia pesado no marketing do seu café, aqui no Brasil não se falava nada e estavam todos muito mais preocupados com a quantidade, a alta produção dos cafés. Portanto, eles agregaram valor à marca e nós, aqui, não. Então, precisamos agora, remar, para reverter isso. Felizmente o café está passando por um processo de glamorização e isso é muito bom, pois teremos esse valor agregado.

    Xtp – A Cocatrel vem batendo recordes em cima de recordes no recebimento de cafés. Os melhores números apontam para 22 mil sacas/dia. Mas no último dia 13 de julho passou das 23,6 mil. Ou seja, a Cocatrel realmente impressiona com seu crescimento. A ponto de transformar, pelo menos para ela, para o setor, uma data considerada pessimista (sexta-feira 13) num dia de muita sorte e excepcionais resultados. É isso mesmo?

    Marco Valério – Não havia pensado nisto, nem feito essa analogia do nosso recorde de venda com a data, uma sexta-feira 13. Mas gostei muito da sua pergunta, sua analogia. Realmente no dia 13 deste mês alcançamos o recorde de 26.436 sacas em um único dia. Importante dizer que quando começamos a divulgar esses números foi um demonstrativo de que estamos tralhando com transparência. Mas é um assunto delicado, pois há quem diga que uma divulgação dessa pode derrubar o mercado. Até acho que a Cocatrel tenha muita força, mas a questão é mundial, muito mais ampla. Optamos por ser transparentes e verdadeiros, comunicar o que ocorre de fato, em respeito ao nosso cooperado. Lembro que no passado era muito difícil recebermos mais de 20 mil sacas, em um único dia e, quando isso ocorria, gerava filas intermináveis. Eu sou fazendeiro e lembro de 100 caminhões na fila. No passado essa fila era motivo de orgulho e hoje não é mais. Nosso orgulho é o recebimento rápido, com eficiência, tecnologia e agilidade. Temos mais capacidade de recebimento, com qualidade e segurança. Por isso vivemos agora com recordes sucessivos. É um novo mundo sendo criado e nos próximos dias chegaremos ao recebimento de 1 milhão de sacas nessa safra. Teremos um volume recorde e histórico nesse ano. A safra não será recorde, mas o nosso recebimento será, devido ao nosso preparo, ao aumento da confiança e do nosso quadro de cooperados e na eficiência dos nossos colaboradores, aos quais só temos a agradecer.

    Xtp – Suas considerações finais.

    Marco Valério – Estou imensamente feliz de estar na Cocatrel, sei do tamanho da responsabilidade em presidir uma empresa desse porte, principalmente na questão social. Sinto-me honrado e preparado por estar bem apoiado por uma diretoria eficiente, grandes colaboradores e produtores mais antenados. Temos feito uma aproximação grande com o cooperado, através da mídia e queremos comunicar cada vez melhor, através da imprensa local. Parabéns pelo trabalho do Conexão, que eu já conhecia, agradeço imensamente a oportunidade e, como você mesmo disse, que seja essa a primeira entrevista de várias. Um abraço a todos!

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    Roger Campos

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  • Xícara de CAFÉ brasileiro é uma das dez mais baratas do mundo

    Xícara de CAFÉ brasileiro é uma das dez mais baratas do mundo

     

    Uma pesquisa do banco suíço UBS sobre o custo de vida em 77 cidades constatou que o cafezinho está entre os dez mais baratos do mundo.

    Com cada xícara custando U$1,5 (R$ 5,76), em média, a tradicional bebida brasileira ainda sai mais cara do que em cidades como Lisboa (R$ 2,84), Roma (R$ 3,80) e Istambul (R$ 5,41), mas mais barata e do que grandes exportadores do grão, como Hanói, no Vietnã (R$ 5,95), e Bogotá (R$6,25), na Colômbia.

    No topo da lista estão Doha, no Qatar, com uma xícara a R$ 24,57, e Copenhague, na Dinamarca (R$ 23,96). O café mais barato toma-se em Lagos, na Nigéria (R$ 2,38).

    Fonte Yahoo Finanças 
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    Roger Campos

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  • Cocatrel comemora sucesso de recebimento de café

    Cocatrel comemora sucesso de recebimento de café

    A Cocatrel comemora o sucesso que tem sido o recebimento de café desde o início da safra. Os números indicam que 2018 será um ano bastante positivo, com possibilidade de bater todos os recordes em seus armazéns.

    A preparação que foi feita ao longo do ano, para um atendimento de qualidade ao cooperado, tem funcionado perfeitamente, com agilidade, possibilitando eficiência em todos os processos, desde o recebimento e saída dos cafés dos armazéns, até a classificação e comercialização destes cafés.

    “Estamos recebendo acima de 22 mil sacas diárias em nossos armazéns. O pico do recebimento aconteceu na quarta feira, 04 de julho, quando foram descarregadas 23.685 sacas. Se levarmos em conta a movimentação total, entre entradas e saídas, apenas na quarta feira, 35 mil sacas foram movimentadas, com agilidade e sem filas para o produtor. Isto tudo é recorde e estes números são muito significativos para a Cocatrel. Temos, sim, que comemorar, porque trabalhamos bastante ao longo do ano, identificando e sanando os gargalos para que tudo funcionasse corretamente, atendendo às demandas da cooperativa e de nossos cooperados”, explica Guilherme Pinelli, responsável pelos armazéns da Cocatrel.

    Além da produtividade alta, em consequência da bienalidade positiva, a credibilidade da Cocatrel trouxe de volta muitos cooperados, que retomaram a confiança na cooperativa e voltaram a depositar em seus armazéns. Além disso, a expansão da Cocatrel, com filiais em Santana da Vargem, Coqueiral, Nepomuceno, Carmo da Cachoeira, Santo Antônio do Amparo, Ilicínea e Córrego do Ouro, trouxe cerca de mil novos cooperados para a cooperativa, aumentando seu quadro social e, consequentemente o recebimento de café.

    “Gostaríamos muito de agradecer a confiança de nossos cooperados, que têm apostado na Cocatrel. A gestão da nova diretoria está completando três meses, priorizando a transparência e uma relação mais próxima, tanto com os associados quanto com os colaboradores, e o retorno tem sido extremamente positivo. A eficiência de nossos colaboradores tem resultado em armazéns sem filas, classificação e comercialização feitas com agilidade e competência e tudo isso tem sido demonstrado nos números recordes até aqui. Por isso temos, sim, que vir a público e agradecer a todos eles, cooperados e colaboradores”, comemora Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    Fonte Cocatrel
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  • COCATREL inicia o recebimento de café com possibilidade de recordes

    COCATREL inicia o recebimento de café com possibilidade de recordes

    Chegamos no período de colheita e a Cocatrel comemora os resultados iniciais. Tudo indica que a cooperativa terá recorde no recebimento de café, já que os números mostram um aumento significativo, levando em conta o mesmo período, das 10 últimas safras.

    Além da produtividade alta, em consequência da bienalidade positiva, a Cocatrel preparou-se muito bem para ter eficiência e rendimento em todos os processos, desde a descarga do café até a comercialização, passando pela classificação, que está sendo feita em 1 dia, possibilitando ao cooperado a venda rápida de seu café.

    Além disso, a logística bem feita do transporte entre as centrais de recebimento e os armazéns da cooperativa, garante eficiência, redução de custo e agilidade. “Foi feito um planejamento baseado em dados das safras anteriores, que levou em conta a capacidade dos armazéns das filiais, para equalizar o tempo que cada uma delas suportaria receber café, com as projeções da safra atual. Nesse sentido, concluímos que fazer a transferência das centrais para os armazéns, antecipadamente, sem permitir que atinjam sua capacidade máxima, facilita o processo durante o pico da safra, sobrando espaço suficiente para receber bem os cafés dos cooperados”, explica Guilherme Pinelli, coordenador de automação da Cocatrel.

    Tudo isso faz com que a credibilidade da Cocatrel perante seus associados e o mercado aumente ainda mais e, como consequência, cooperados que já não mais depositavam seus cafés na cooperativa, estão retomando a confiança e voltando a movimentar por lá e, por todas as vantagens de ser um associado, só no último ano, cerca de mil novos cooperados se associaram à Cocatrel.

    Além da armazenagem, a Cocatrel está com maquinário pronto para preparar os cafés depositados em seus armazéns, serviço cada vez mais solicitado por seus cooperados.

    É válido ressaltar que a cooperativa tem capacidade de armazenamento estático de 1.750 milhão de sacas e rotativa de 2 milhões.

    Fonte: Imprensa Cocatrel
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  • Café servido na ALMG é cultivado de forma experimental em Três Pontas e outras cidades do sul de Minas

    Café servido na ALMG é cultivado de forma experimental em Três Pontas e outras cidades do sul de Minas

    Em Minas é tradição. Chegou visita em casa, tem que servir, pelo menos, um café. E tem que ser novinho, coado na hora. Na Assembleia do estado, esse hábito bem mineiro é preservado. Diariamente, cerca de 700 cafezinhos são servidos para quem visita a Casa ou trabalha lá. Por mês, a estimativa é que aproximadamente 15 mil copinhos sejam distribuídos.

    O Salão de Café fica logo antes da entrada do plenário e, toda vez que mais pó é colocado no coador, o cheiro da bebida se espalha pelo local, que é um ponto de encontro. E não é pouco pó! Um levantamento feito a pedido do G1 aponta que cerca de 65 quilos abastecem o espaço a cada mês.

    Tem quem passe pelo local rapidinho, entre uma reunião e outra no plenário ou nas comissões e tem aqueles que recorrem ao cafezinho para conseguir uma injeção de ânimo depois do almoço e continuar a jornada de trabalho.

    Mas tem também quem passe bem mais que uns minutinhos no Salão de Café. Nestes dias que o G1 está na Assembleia, teve gente fazendo reunião, estudando, assistindo às sessões da Casa que são transmitidas em uma TV que fica no local e apenas contemplando o tempo.

    O que elas não sabiam é que esse café tem um diferencial. Segundo a assessoria da Casa, ele é cultivado de maneira experimental em unidades da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) em Machado, Três Pontas e São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas. É da espécie Arábica e mistura grãos das variedades Catuaí, Mundo Novo, Paraíso e Bourbon.

    Para os visitantes e servidores, o cafezinho é distribuído gratuitamente em copinhos de plástico de 50 ml e é possível escolher entre a bebida já adoçada ou sem açúcar. Para a Assembleia, a cortesia custa cerca de R$ 1,6 mil mensalmente, incluindo os gastos com pó, açúcar, adoçante e copos descartáveis.

    No espaço, que até 2016 se chamava Salão de Chá, trabalham um garçom e cinco jovens aprendizes. A mudança do nome do local foi feita com objetivo de valorizar a ligação histórica e econômica de Minas Gerais com o café. Hoje, o estado é maior produtor do grão no país.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • 21ª Edição da Expocafé começou hoje, quarta-feira.

    21ª Edição da Expocafé começou hoje, quarta-feira.

    Começou nesta quarta-feira (16) a 21ª edição da Expocafé, uma das maiores feiras do setor cafeeiro no país. Até a próxima sexta-feira (18), 160 expositores estarão levando novidades de insumos e equipamentos para produtores de todo o Sul de Minas. A expectativa é de cerca de 15 mil pessoas em três dias de feira, com movimentação de negócios na casa de R$ 200 milhões.

    Segundo a organização, uma das novidades deste ano é o lançamento de um secador de café inédito no mercado. Outra novidade será a comercialização de café em cápsulas por uma marca de cosméticos.

    Logo no primeiro dia de feira, os produtores podem participar de um workshop de demonstração do Geoportal do café, um software desenvolvido pela Fundação João Pinheiro com o mapeamento de dados de todos os municípios produtores em Minas Gerais.

    Outro ponto alto da feira será a Dinâmica das Máquinas, em que os visitantes conhecem na prática o funcionamento de equipamentos para a lavoura cafeeira. As demonstrações são feitas na própria área do Campo Experimental EPAMIG, que é referência em pesquisa sobre cafeicultura. A Dinâmica das Máquinas acontece nesta quarta-feira (16) de 13h às 17h e na quinta-feira (17), de 9h às 17h.

    Serviço

    EXPOCAFÉ 2018

    • Dia: 16 a 18 de maio
    • Hora: 8h às 18h
    • Local: Campo Experimental da EPAMIG de Três Pontas, Rodovia Três Pontas/Santana da Vargem, km 06 – Zona Rural – MG
    Fonte G1 Sul de Minas

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  • JÁ VAI COMEÇAR! Tecnologias e cuidados na cafeicultura terão destaque na Expocafé 2018

    JÁ VAI COMEÇAR! Tecnologias e cuidados na cafeicultura terão destaque na Expocafé 2018

     

    Os participantes da Expocafé 2018, que começa na próxima quarta-feira, 16 de maio, em Três Pontas (Sul de Minas), terão acesso a uma programação técnica diversificada que ocorre em paralelo à exposição de máquinas. A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), a Universidade Federal de Lavras (UFLA), a Emater-MG entre outras instituições ligadas à cultura do café irão promover palestras, plantões técnicos e atividades de campo. “A Expocafé busca ser também um espaço para a interação entre a área técnica e o cafeicultor”, informa o coordenador técnico do evento, César Botelho.

    Já no dia 15 de maio (terça-feira), antecedendo a abertura na feira ao público, será realizado o 9º Simpósio de Mecanização da Cafeeira. O evento, voltado para participantes previamente inscritos, vai abordar o tema “Manejo mecanizado e colheita seletiva visando à qualidade do café.”

    Serão nove palestras abordando assuntos como manejo, pós -colheita, secagem do café e qualidade de produção e da bebida. “Vamos trazer aos participantes um pacote tecnológico diverso, apresentado por instituições de ensino, empresas e profissionais que são referência no setor”, destaca o professor da UFLA, Fábio Moreira, um dos coordenadores do Simpósio, organizado pela Universidade em parceira com a EPAMIG.

    As inscrições para o Simpósio, no valor de R$ 50 para estudantes e R$ 100 para os demais participantes podem ser feitas na data e local do evento.

    No estande da EPAMIG, os visitantes poderão degustar café, adquirir produtos na versão itinerante do Empório da Empresa e obter informações técnicas. Na quarta-feira, dia 16, a pesquisadora Vânia Aparecida Silva falará sobre pesquisas para o desenvolvimento de cultivares de café tolerantes à seca. “Destacaremos genótipos que estão em fase de experimento, em diferentes regiões do Estado como o Vale Jequitinhonha, o Cerrado e o Sul,” conta.

    No dia 17, o tema abordado será “Pragas e doenças do cafeeiro” e na sexta-feira (18) “Cultivares de café”, assunto que também será tratado em campo durante a Dinâmica de Máquinas que acontece nos dias 16 e 17 de maio, no Parque Cafeeiro do Campo Experimental da EPAMIG.

    A Dinâmica de Máquinas é uma oportunidade para os cafeicultores obterem dicas técnicas e conhecerem na prática o funcionamento de equipamentos para a lavoura cafeeira, demonstrados pelos próprios fabricantes e/ou fornecedores.

    A Emater-MG e a UFLA também conduzirão estações na Dinâmica. O pesquisador Thales Barcelos Resende do Núcleo de Estudos em Cafeicultura (Necaf/UFLA) palestrará sobre poda do cafeeiro e abordará tópicos como o esqueletamento do cafeeiro, safra zero e manejo especifico para a recuperação da produção. “Com uma produção baixa nas lavouras, a poda pode ser uma renovação sem a necessidade de se fazer o replantio”, afirma.

    Mais atrações

    No dia 16 de maio, de 14h às 16 horas, acontece  o Workshop Mapeamento e Monitoramento do Parque Cafeeiro, que tem como objetivo apresentar os resultados e a metodologia do Geoportal do Café, plataforma tecnológica desenvolvida pela Fundação João Pinheiro, para  mapeamento do parque cafeeiro e inserção de dados socioeconômicos e geoespaciais de todos os municípios produtores do Estado.

    O Geoportal envolve Emater-MG, EPAMIG e Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), além da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemg) e tem o apoio da Conab e da Embrapa Café.

    No dia 17 de maio (quinta-feira), dois eventos serão realizados  na Tenda de Eventos da Expocafé. Na parte da manhã,  de 9h às 12 horas, acontece o 1º Encontro das AgroMulheres, promovido pelo portal AgroMulher, que reúne informações e sobre mulheres que empreendem na agropecuária. Na oportunidade, quatro membros do grupo contarão suas experiências com a intenção de motivar outras mulheres a seguirem ramo. “Vimos na Expocafé uma oportunidade de expandir nossos conhecimentos e debater sobre os erros e acertos” explica a consultora Mírian Xavier.

    De 13h30 às 16h, o Grupo Ecocert vai abordar o tema Certificação Orgânica por Auditoria – principais conceitos e etapas para a certificação do café.

    Ciência Móvel

    No ônibus laboratório Ciência Móvel, os pesquisadores da EPAMIG Izabel Cristina dos Santos e Claudio Egon Facion vão tratar do tema hortaliças não convencionais. “Participamos de outra edição e houve uma expressiva visitação ao nosso estande, onde realizamos atendimento técnico e distribuímos cartilhas e mudas”, conta Izabel.

    A Expocafé 2018 é realizada pelo Governo de Minas Gerais e organizada pela EPAMIG com o apoio da Universidade Federal de Lavras, Cocatrel, Prefeitura Municipal de Três Pontas, Emater/MG e Consórcio Pesquisa Café. 

     

    Foto – Montagem Expocafé 2018 – Créditos ICA Filmagens e Fotografias Aéreas

    Autor: Imprensa EPAMIG

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  • ECONOMIA: Colheita de café começa com expectativa de aumento de safra no Sul de Minas

    ECONOMIA: Colheita de café começa com expectativa de aumento de safra no Sul de Minas

    Começou a colheita do café no Sul de Minas. Com expectativa de crescimento, cafeicultores e safristas já trabalham nas lavouras de olho na produtividade e também na qualidades dos grãos colhidos.

    Em 2017, as lavouras da região produziram 13,68 milhões de sacas. Mas neste ano, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Sul de Minas, conhecido por ter a maior produção cafeeira do país, deve chegar a 16,4 milhões de sacas.

    Só na Cooxupé, em Guaxupé (MG), os armazéns estão prontos pra receber cerca de 5,2 milhões de sacas – 13% a mais que no ano passado.

    Segundo o presidente da cooperativa, Carlos Alberto Paulino da Costa, um crescimento que se deve à bienalidade e também a um maior investimento na produtividade.

    “Nós estamos vendendo mais fertilizantes, mais defensivos, e o produtor está mais consciente da utilização da tecnologia. Por isso que o aumento da produção foi até maior do que o aumento de área”, afirma o Carlos Alberto Paulino da Costa, presidente da Cooxupé.

    O aumento na produtividade também deve ser visto em outras regiões. Segundo a projeção da Conab, em 2018, a safra nacional deve ficar entre 54,44 e 58,21 milhões de sacas – quase 30% a mais que em 2017, quando foram produzidas 44,97 milhões de sacas).

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • OURO VERDE: Produção de café pode aumentar em até 19,7% no Sul de Minas em 2018, diz Conab

    OURO VERDE: Produção de café pode aumentar em até 19,7% no Sul de Minas em 2018, diz Conab

     A safra 2018 do café deve ser positiva esse ano, é o que aponta a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo dados da companhia, a primeira estimativa para a produção da safra cafeeira (espécies arábica e conilon) indica que o país deverá colher entre 54,44 e 58,51 milhões de sacas de 60 quilos de café beneficiado. Ainda conforme a mais recente estimativa da Conab, divulgada em janeiro, a produção para a região do Sul de Minas está estimada no intervalo entre em 15,6 e 16,4 milhões de sacas, apresentando um aumento de 13,7% a 19,7%, quando comparada à safra 2017.

    O aumento, segundo a companhia, foi maior devido à inversão da bienalidade em alguns locais do Sul de Minas, além do aumento da área em produção nesta safra, que está em torno de 9,5%, cerca de 47 mil hectares quando comparada com a safra 2017.

    O primeiro levantamento para a safra 2018 ocorreu entre novembro e dezembro do ano passado, no período pós-florada. Nesta pesquisa inicial, as informações levam a um ano de bienalidade positiva, o que, naturalmente, possui produtividades superiores a safra anterior.

    O resultado representa aumento de 30,1%, quando comparado com a produção de 44,97 milhões de sacas obtidas na safra passada.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • EXPOCAFÉ 2018 prepara novidades para produtores e visitantes

    EXPOCAFÉ 2018 prepara novidades para produtores e visitantes

    A 21ª edição da Expocafé acontece entre os dias 16 e 18 de maio, no Campo Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) em Três Pontas. A feira prepara novidades para cafeicultores e visitantes de diversas regiões do país. A começar pelo aumento na área de exposição que neste ano será de 14,4 mil metros quadrados, cerca de 2 mil m² a mais que a edição de 2017.

    Criada pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) e realizada pelo Governo de Minas Gerais, a Expocafé é considerada o principal evento da cafeicultura nacional. Pela sétima vez, a feira, que conta com uma diversificada programação técnica, além da exposição de máquinas e de diversos tipos de insumos e produtos para atividades agrícolas, será organizada pela EPAMIG. “Notamos que, apesar de a Expocafé ter como foco a cafeicultura, os expositores, cada vez mais, trazem novidades adaptadas à realidade das propriedades rurais que, na maioria das vezes, investem na diversificação das culturas. Isso faz com também que sejam expostos equipamentos associados à produção leite, milho, feijão e soja, dentre outros”, observa o coordenador de Negócios, Antônio Nunes.

     

    Até o momento 110 empresas confirmaram a participação no evento e apresentarão aos visitantes desde maquinários pesados para lavouras até embalagens, passando por softwares e soluções de gestão para a cafeicultura. “Temos 15 novas empresas expositoras e a confirmação das principais fabricantes de tratores. Instituições bancárias também irão participar, oferecendo linhas de crédito para a aquisição de equipamentos”, informa Antônio Nunes. 

    Difusão de tecnologias

    A programação da Expocafé terá início no dia 15 de maio com o 9º Simpósio de Mecanização da Lavoura Cafeeira, evento técnico destinado a participantes previamente inscritos. Outro ponto alto da feira será a Dinâmicas das Máquinas, em que os visitantes conhecem na prática o funcionamento de equipamentos para a lavoura cafeeira. As demonstrações são feitas na própria área do Campo Experimental EPAMIG, que é referência em pesquisa sobre cafeicultura.

    A Dinâmica das Máquinas acontece nos dias 16 de maio (quarta-feira) de 13h às 17h e 17 de maio (quinta-feira) de 9h às 17h. As empresas interessadas em expor e demonstrar o funcionamento de equipamentos durante a Dinâmica devem acertar sua participação até o dia 4 de maio, pelo telefone (35) 3829-1194.

    Serviço

    9º Simpósio de Mecanização da Lavoura Cafeeira

    Dia: 15 de maio

    Hora: 8h às 18h

    EXPOCAFÉ 2018

    Dia: 16 a 18 de maio

    Hora: 8h às 18h

    Local: Campo Experimental da EPAMIG de Três Pontas

    Rodovia Três Pontas/Santana da Vargem, km 06 – Zona Rural –  MG

    Autor: Imprensa EPAMIG

    Fonte Comunicação Cocatrel

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  • BOA NOTÍCIA: Produção de café deve atingir recorde de 60,5 milhões de sacas, diz Safras & Mercado

    BOA NOTÍCIA: Produção de café deve atingir recorde de 60,5 milhões de sacas, diz Safras & Mercado

    A safra brasileira de café 2018/2019, que está em processo inicial de colheita, deve atingir recorde e ficar em 60,5 milhões de sacas de 60 quilos. É o que aponta a nova estimativa de Safras & Mercado para a produção de café desta safra, realizada através de sondagem junto a cooperativas, produtores, exportadores, comerciantes, armazenadores e secretarias de agricultura.

    A safra 2017/18, antes indicada por Safras & Mercado em 50,45 milhões de sacas, foi revisada para cima para 50,6 milhões de sacas. Assim, a consultoria estima um aumento de 20% na produção 2018/2019 contra 2017/2018.

    Segundo o consultor de Safras & Mercado, Gil Barabach, responsável pela estimativa, a bienalidade positiva para o arábica, a retomada da safra de conilon e o clima favorável à granação nesse início de 2018 sustentam o otimismo produtivo no Brasil. “É verdade que o atraso nas floradas, associado à seca e à temperatura acima da média no início da primavera em 2017 colocaram em xeque o potencial produtivo do arábica, especialmente na Mogiana em São Paulo e no Sul de Minas. No entanto, as lavouras conseguiram se recuperar”, aponta.

    Produção de café

    E mesmo não devendo atingir o potencial pleno produtivo, a produção de café da safra de arábica deve ser muito boa nessas regiões.

    “Porém, o grande destaque positivo da temporada 18/19 é mesmo a safra de conilon. Depois de uma sequência de três de anos de safras baixas, em função da falta de chuva, a produção de conilon do Espírito Santo deve se recuperar bem em 2018, o que garante o avanço de conilon nacional”, afirma o consultor.

    A produção total de arábica 2018/19 foi indicada em 44,8 milhões de sacas, com aumento de 16% contra 2017/18 (38,5 milhões de sacas). Já a safra 2018/19 de conilon foi colocada em 15,7 milhões de sacas, devendo ter aumento de 30% na comparação com 2017/18 (12,1 milhões de sacas).

    Comercialização da safra 2017/2018

    A comercialização da safra de café do Brasil 2017/18 (julho/junho) chegou a 89% até o dia 11 de abril. O dado faz parte de levantamento de SAFRAS & Mercado. No último mês, a comercialização avançou em quatro pontos percentuais. As vendas estão no mesmo ritmo do ano passado, quando 89% da safra 2016/17 estava comercializada até então.

    No entanto, a comercialização está à frente da média dos últimos 5 anos, que é de 86% para esta época.   Com isso, já foram comercializadas 45,04 milhões de sacas de 60 quilos, tomando-se por base a estimativa de SAFRAS & Mercado, de uma safra 2017/18 de café brasileira de 50,6 milhões de sacas. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Gil Barabach, a comercialização de café perdeu ritmo, o que é natural nesse período de entressafra.

    “É verdade que o interesse de venda aumentou, diante da proximidade de uma safra recorde no Brasil. No entanto, o preço baixo e a falta de agressividade da demanda externa por café do Brasil ainda mantém distante as pontas e ajuda a tirar liquidez dos negócios”, aponta Barabach.

    No caso do arábica, o produtor vendeu 87% da safra, um percentual ligeiramente abaixo de igual período do ano passado (88%), mas acima da média para o período do ano (85%). Já a comercialização de conilon alcança 94% da safra, contra 89% de igual período do ano passado e 88% de média. “A chegada da safra nova muda o foco de compra, o que reduz o ritmo de vendas do conilon disponível”, diz o consultor.

    Fonte Safras & Mercado

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