Foto e Fonte: Divulgação PCMG

Roger Campos
Jornalista
(MTB 09816)

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Roger Campos
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O início do período da colheita do café reforça a geração de empregos no Sul de Minas. Oportunidade para muitas pessoas que tinham outro tipo de trabalho e que agora estão desempregadas, conseguirem um serviço na área. Segundo a Fundação Procafé, só nesta época, a cadeia produtiva gera cerca de 300 mil empregos na região.
Muita gente sai até de outras regiões para conseguir uma vaga no Sul de Minas.
O campo também tem se tornado atraente para muitos que não encontram trabalho na cidade. Na roça, eles tem também todos os direitos de quem trabalha com carteira assinada.
“Eles têm todos os direitos como 13º salário, férias, remuneração e, principalmente, essa questão de salário na época de produção, que tem um salário melhor do que o salário mínimo”, explicou Arnaldo Botrel, presidente do Sindicato dos produtores Rurais de Varginha (MG).
Longe das lavouras, a colheita do café também gera emprego. Por onde o café passa, tem trabalho. Uma cadeia de produção extensa, que necessidade de muita mão de bora. Só em uma cooperativa, o número de funcionários aumenta em 50% durante a safra.
“A cafeicultura não empresa só no meio rural. A cafeicultura emprega na cidade também, emprega nas cooperativas, emprega nos armazéns gerais”, disse o presidente da Cocatrel, Francisco de Figueiredo Filho.
A maior oferta de emprego é na área de armazenamento e seleção dos grãos. No último mês, quase dobrou o número de contratações.
O período da colheita do café deve durar até setembro.
Com informações do G1 Sul de Minas

Roger Campos
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Além das novidades em máquinas, equipamentos e insumos para produção do grão, o visitante da 20ª Expocafé, realizada entre os dias 17 e 19 de maio, em Três Pontas, também saberá mais sobre colheita, torrefação, sistemas orgânicos, logística e assuntos fiscais ligados à contabilidade rural.
Este ano a área da feira foi ampliada para 12,5 mil m2. Outra novidade é que as principais ruas da feira foram pavimentadas para melhoria da estrutura do evento e montagem de estandes dos 150 expositores. Pela primeira vez, a Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas levou seis empresas locais das áreas de manutenção de tratores, seguradora, embalagens, mecanização agrícola e moda. “É uma oportunidade para essas pequenas e médias empresas participarem de um grande evento do segmento cafeeiro”, afirma Hélio de Carvalho Júnior, Gerente de Negócios da Associação.
Outra empresa que participa pela primeira vez é a MRS Logística e que levou uma nova opção de logística para o setor cafeeiro: transporte ferroviário. “Temos potencial para transportar café para exportação, além de insumos para o setor interno. A empresa conta com baixos índices de sinistro e baixo valor de seguro”, afirma o gerente de contas comerciais agrícolas, Marcelo da Silva de Jesus.
De acordo com o coordenador técnico da Expocafé, César Botelho, também coordenador do Programa Estadual de Cafeicultura, o setor tem buscado dar mais sustentabilidade ao negócio e qualidade no produto final, assuntos trazidos para a programação do evento. “Além de os cafeicultores conhecerem o que há de mais novo e moderno no mercado em maquinário, teremos a participação de diversos especialistas que trabalham também com tecnologias e inovações para a excelência do produto final, a bebida que chega para o consumidor”, explica.
Para o presidente da EPAMIG, Rui Verneque, a feira evoluiu junto com a cafeicultura mineira. “Somos os maiores produtores de café do Brasil e do mundo. Nesses 20 anos de feira, a EPAMIG tem buscado levar informações para o dia a dia do cafeicultor, visando contribuir para a permanente evolução da cafeicultura”, relembra o presidente da Empresa, que além de sediar tem sido a organizadora do evento nos últimos anos.
20ª Expocafé
Encerramento: 19 de maio de 2017
Campo Experimental da EPAMIG – Rodovia Três Pontas / Santana da Vargem, km 06 – Três Pontas (MG)
Programação: www.expocafe.com.br
Fonte: Ascom EPAMIG

Roger Campos
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Equipamentos que ainda não chegaram ao mercado já podem ser conferidos pelos produtores na Expocafé 2017, que abriu hoje, 17, as portas para o público em Três Pontas (MG). Com foco em pequenos e grandes produtores, as empresas expositoras apresentam soluções para facilitar o trabalho na lavoura e garantir qualidade ao café. Mais de 150 expositores, sendo 30 deles estreantes no evento, estão distribuídos em 200 estandes que, nesta 20ª edição, ocupam área ampliada de cerca de 14 mil m² no Campo Experimental da EPAMIG. A expectativa é receber cerca de 20 mil visitantes até sexta-feira, 19, revela o coordenador-geral da Expocafé, Antônio Nunes.
Presente desde a primeira edição da feira, a Pinhalense guardou o lançamento da máquina Terrena para a Expocafé, que poderá ser usada ainda nesta safra. A máquina tracionada recolhe o café do solo por meio de cabos de aço, independente do declive ou perfil da propriedade, com destaque para a tecnologia embarcada, que dispensa a esteira.
A Penagos do Brasil escolheu a Expocafé para lançar mundialmente o secador Eco Dryer, já disponível para venda nas versões de 5, 10 e 15 mil litros. Segundo o diretor da empresa, Eduardo Chaves, aliado ao descascador, o equipamento termina o processo de secagem do café em no máximo 24 horas – quatro vezes mais rápido que os tradicionais, segundo Eduardo – e atende pequenas propriedades e microprodutores. “Participamos das principais feiras do Brasil, mas elegemos a Expocafé para as grandes novidades. Aqui está nosso principal público”, ressalta.
Estreando na feira, a Titã Eletrocomerciais, de Araraquara (SP), trouxe a cafeteira industrial Coffee Line que faz até cinco litros de café moído, utilizando coador de pano para preservar o exigente paladar dos apreciadores de café. A máquina é livre de chumbo, tem isolamento de temperatura e, por isso, permite a adesivagem externa, personalizando a utilização. “Recebemos inúmeras visitas no primeiro dia e nossa expectativa é realizar bons negócios na Expocafé”, espera o gerente comercial Fernando Martinez.
Fonte Expocafé

Roger Campos
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Sul de Minas é responsável atualmente por cerca de 30% da produção de café do Brasil, o maior produtor do mundo. No entanto, nem sempre a região teve tanto destaque na produção cafeeira. O controle de doenças, como a ferrugem e um plano com foco em produtividade fizeram a região aumentar sua participação na produção nacional, de 1,2 milhão de sacas, na década de 1970, para 16,3 milhões no ano passado, junto com a região Centro-Oeste, conforme números da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Segundo o engenheiro agrônomo pesquisador da Fundação Pró-café, José Bráz Matiello, o café teve forte expansão no Sul de Minas a partir do início da década de 1970, se desenvolvendo a partir de ações de crédito e de assistência técnica, através do Plano Nacional de Renovação e Revigoramento de Cafezais, executado durante a década até o início de 1980.
Naquele tempo, o parque cafeeiro da região compreendia apenas cerca de 100 mil hectares, com uma produção anual média de cerca de 1,2 milhão de sacas.
A partir disso, segundo o pesquisador, houve um zoneamento da cafeicultura e foi feito um plano para novos plantios. O que se procurava era fomentar novas variedades, ter espaçamentos mais adequados, para favorecer o controle da ferrugem e implantar cafezais mais produtivos, que suportassem, economicamente, os custos adicionais de controle químico da doença.
“Como resultado, o Estado de Minas Gerais, cuja maior região cafeeira era o Sul de Minas, que produzia, em 1969/70, cerca de 2 milhões de sacas de café, com a expansão fomentada pelo Plano de Renovação, passou pra a faixa anual de 10 milhões de sacas produzidas, anualmente, em 1980, apenas 10 anos após, com um acréscimo de mais de 400%. Minas, que na ocasião representava, em 1970, somente 9% da produção brasileira passou para cerca de 30% do total produzido no país”, conta Matiello.
O surgimento de novas áreas para o cultivo do café e a expansão da mecanização também contribuíram para o aumento da produção. Esse período de crescimento, no entanto, viveu pequenos períodos críticos, como em 1989, quando a os preços caíram para cerca de US$ 40 a saca, devido à extinção das cláusulas econômicas do Acordo Internacional do Café. Períodos de geada também prejudicaram o cultivo, mas a cultura conseguiu retomar o fôlego nos anos seguintes.
“Atualmente a cafeicultura do Sul de Minas conta com uma área de cerca de 642 mil hectares de lavouras, da qual cerca de 22% ainda está em fase de formação. A média das safras atuais se situa em cerca de 15 milhões de sacas/ano, podendo crescer, ainda, com a entrada em produção dos cafeeiros novos, cujo plantio vem sendo feito anualmente, em função da fase favorável de preços, verificada nos últimos anos”, conclui o pesquisador.
Fonte G1 Sul de Minas

Roger Campos
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A Cocatrel – Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas e a Minasul – Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha, consolidam parceria iniciada em 2016 com a organização da segunda edição da Feira de Negócios Cocatrel Minasul – Fecom. O evento tem como objetivo, unir forças entre duas grandes cooperativas do Sul de Minas e beneficiar, cada vez mais, os cerca de 11 mil cooperados atendidos pela Cocatrel e Minasul.
A segunda edição da Feira de Negócios – Fecom, será realizada nos dias 7, 8 e 9 de março de 2017 e vai oferecer exposição e venda de máquinas, equipamentos e insumos; condições especiais para compras à vista; barter (troca por café em até 3 anos) e abertura de linhas de créditos especiais.
Um público de 10 mil pessoas é esperado para esta segunda edição do evento, que também recebe, cooperados, agricultores, técnicos agrícolas, pesquisadores, representantes comerciais, empresários, empreendedores e demais envolvidos com o agronegócio. Em sua primeira edição, em 2016, o volume de negócios superou R$ 70 Milhões.
Serviço
Evento: FECOM – 2ª Feira de Negócios Cocatrel Minasul
Data: 7, 8 e 9 de março de 2017
Horário: 8h às 17h
Local: Av. Ipiranga, 1745 Três Pontas / MG
Fonte Cocatrel

Roger Campos
Jornalista
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A produção de café fechou o ano de 2016 com a colheita de 51,37 milhões de sacas de 60 quilos no Brasil, um aumento de 18,8% em relação a 2015, conforme números divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em ano de crise financeira no Brasil, a boa produção e os bons preços pagos ao produtor fizeram com que o café “segurasse as pontas” na economia do Sul de Minas, base para vários municípios que dependem de seu cultivo. Para 2017, especialistas dizem que a produção deverá ser menor e os preços não serão tão animadores, mas a cultura continuará mantendo o bom desempenho.
Só o Sul e o Centro-Oeste de Minas, maiores regiões produtoras do país e com tradição no cultivo do café arábica, contribuíram com a produção de 16,6 milhões de sacas em 2016, um aumento de 53,8% em relação ao ano anterior. O aumento da área plantada, a produtividade e a regularidade climática favoreceram a produção em relação à safra anterior, segundo a Conab.
O ano de safra boa, no entanto, não se refletiu nas exportações brasileiras. Em 2016, conforme números do Conselho dos Exportadores do Café do Brasil (Cecafé), o país exportou 34 milhões de sacas, entre café verde e industrializado. O número representa uma redução de 8,1% em relação ao desempenho de 2015, quando as exportações brasileiras de café fecharam em 37 milhões de sacas.
Perspectivas para 2017

O presidente do Centro de Comércio do Café de Minas Gerais falou sobre as perspectivas para 2017: “Não acredito em fatores negativos não, acredito que a safra possa ser um pouco menor do que foi em 2016, porém nós não devemos ter preços muito ruins não, acho que a tendência lógica são os preços se manterem em níveis remuneradores, pois dizer que o preço vai subir ou cair é muita especulação. O produtor deve ter bons momentos, o café dá oportunidade para o produtor vender bem todo ano, ele tem que aproveitar esses momentos de alta e vender. A demanda do café brasileiro deve continuar boa, o Brasil é um país bastante competitivo porque tem qualidade, quantidade e preço, então se torna um produto bastante importante para os importadores” – Archimedes Coli Neto.
Fonte G1 Sul de Minas

Roger Campos
Jornalista
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Oferecimento:
Apesar de reconhecerem que a cafeicultura vive um bom momento nos últimos três anos, produtores de café do sul e sudoeste de Minas estão assustados com a criminalidade e pedem providências do governo estadual também com relação à qualificação e divulgação do produto mineiro, além de elevação do preço mínimo garantido pelo poder público.
Essas questões foram destaque em audiência pública realizada pela Comissão de Agropecuária e Agroindústria da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) no Centro de Excelência do Instituto Federal do Sul de Minas, localizado no município de Machado (Sul). Participaram os deputados Emidinho Madeira (PSB) e Antônio Carlos Arantes (PSDB), autores do requerimento, além do deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB).
Durante a reunião, um documento com reivindicações a serem encaminhadas ao governador do Estado foi apresentado e discutido com os cerca de 200 participantes. A carta foi elaborada pelo Consórcio Público para o Desenvolvimento do Café do Sul e Sudoeste de Minas (Concafé) e endossada pela Comissão de Agropecuária e Agroindústria.
O Concafé foi criado há cerca de um ano e que reúne hoje 40 prefeitos de municípios cafeicultores, com mais 20 em processo de filiação. O objetivo é auxiliar os produtores de café na elaboração e execução de ações de marketing do produto estadual, difusão de informações qualificadas, interlocução setorial e captação de recursos.
Fonte: ALMG

Oferecimento:
No último domingo dia 17 de julho, uma mudança brusca de temperatura acabou ocasionando prejuízos para alguns produtores de café em Três Pontas e também em Santana da Vargem. O empresário Antônio Lúcio, proprietário da Terra Café, produtor há 15 anos, sofreu severas perdas e falou ao Conexão.
“Os prejuízos que tive foram na fazenda Trocadeiro e Fazenda Ponte Alta em Santana da Vargem. A Fazenda Trocadeiro possui uma área de lavoura de quatro anos, lavouras novas, com aproximadamente noventa hectares. A geada foi verificada na madrugada de domingo pra segunda, onde eu recebi fotos de termômetro às seis horas da manhã onde a temperatura estava zero grau. E constatando que o café já estava com gelo nas folhas, onde a geada foi formada”, comentou.
Sobre o tamanho do prejuízo causado pela geada, Antônio Lúcio emendou:
“O meu prejuízo nesta propriedade, avaliado com Gps, que a geada atingiu, queimou o café em torno de trinta e três por cento, o que significa trinta hectares. Só o que a gente vê, estes cafés que não vão produzir café o ano que vem, a lavoura terá que se recuperar durante dois anos, para produzir café apenas em 2018. Apenas parte da lavoura que é um pouco mais alto não queimou. A própria friagem, prejudica traz um desequilíbrio fisiológico, e planta também reduz drasticamente a produção. Então não é só a planta afetada pela geada, mas sim os talhões que foram afetados pelo excesso de frio. Também vai haver uma queda na produção muito grande. Então as pessoas olham e falam na minha propriedade queimou cinco, dez por cento, mas o prejuízo é sempre o dobro disso”, ressaltou.
O prejuízo de Antônio Lúcio é em torno de duas mil e quinhentas sacas de café. “Consideramos uma geada mais severa na Fazenda Trocadeiro, já na Fazenda Ponte Alta uma área menor, mas também com severidade, eram áreas novas, lavouras novas, brotas, então vai deixar de produzir em torno de duas mil e quinhentas sacas para o próximo ano. É um prejuízo muito grande. Sou um produtor recente, faz quinze anos que sou produtor, mas tá muito difícil trabalhar com a cafeicultura, porque em 2013 nos tivemos uma boa safra, mas os preços estavam abaixo de R$250,00 reais, e em 2014 tivemos uma seca e com isso teve uma má formação, a baixa “granação” dos grãos. Já em 2015 a safra foi prejudicada pela seca de 2014, onde não teve a florada adequada. Quando chegou 2015 para 2016, tivemos uma boa condição de chuva só que chegou o excesso de chuva fora de hora. Chegou junho choveu e o café foi todo pro chão. Então trinta a quarenta por cento da safra ficou no chão. Este café é difícil de recolher, fica caro e temos que vender a preços baixos, desvalorizado. Agora pra 2017 a safra já está prejudicada por causa da geada e o excesso de frio”, concluiu.
Também conversamos com o especialista Eduardo Chaves sobre o tema:
“A geada é condição climática, de tempos em tempos, segundo as estatísticas em torno de dez em dez anos acontece uma geada forte na região. Isto é climático, a única prevenção que o produtor pode ter em relação a geada é não plantar o café em lugares baixos, porque são lugares passíveis de acontecer a geada. No entanto não tem muito o que se fazer. O que aconteceu com a geada desta semana, ela visualmente parecia não ser de grande porte e também as lavouras estavam num estado vegetativo bom, por causa das chuvas, estavam com folhas novas, então pegam uma queda de temperatura muito grande. De domingo pra segunda a gente não consegue avaliar os reais prejuízos, visualmente não foi um prejuízo muito grande, mas isto pode interferir nos pontos de crescimento pra próxima safra. É isto que está sendo avaliado agora. Então o prejuízo desta geada vai ser refletido na próxima safra porque a geada queima as folhas. Nesta colheita deste ano não interfere porque os grãos já estão sendo colhidos, os grãos já estão prontos”, explicou.

Oferecimento:

A Feira de Negócios Cocatrel é um evento anual que viabiliza bons negócios e aproxima os cooperados e produtores da região ao que há de melhor e mais moderno no mercado de adubos, fertilizantes, defensivos e maquinários agrícolas.
A Feira acontecerá nos dias 5 e 6 de setembro de 2016, das 8h às 17h e no dia 7 de setembro das 8h às 12h.
Será realizada no Espaço Cocatrel, localizado na Av. Ipiranga, 1.745 , em Três Pontas, com Entrada gratuita.
Em seu site oficial, a Cocatrel diz que irá viabilizar condições especiais de compra para os produtores e garantir aos expositores acesso rápido aos compradores além da segurança de negociação direta com a cooperativa.

“A Feira de Negócios Cocatrel proporcionará diversidade de produtos/marcas e a oportunidade de fechar negócios com excelentes condições. Os visitantes poderão efetuar compras à vista com descontos especiais, por meio de barter (troca de café) e financiamentos”, diz a página.
Atividades:
– Exposição e venda de produtos, insumos e equipamentos
– Barter (troca por café)
– Descontos especiais para compras à vista
– Condições diferenciadas de financiamentos
– Abertura de linha de crédito aos cooperados
– Degustação de cafés especiais e salas de cupping

As empresas Geagro e Syngenta, especializadas no ramo do café, realizaram recentemente importantes palestras para produtores e aficionados do setor. O evento aconteceu no Restaurante Charneca e o Conexão acompanhou tudo e conversou com o empresário Eduardo Chaves, um dos grandes conhecedores desse mercado, fundamental para a economia trespontana:
“O evento foi planejado pela Geagro e pela Syngenta, estamos iniciando uma safra que acredito que possa ser recorde na nossa região, é difícil um ano igual a esse, que estamos tendo preços remuneradores e safra grande. Então a Geagro preocupada em orientar seus clientes, seus cafeicultores em aproveitar essa safra, que vai ser uma safra de qualidade muito boa, trouxemos dois grandes especialistas. Então o objetivo é trazer informação para a região, para ajudar os cafeicultores a tomar as decisões e aproveitar o máximo dessa safra que está sendo colhida. Então é um momento de comemorar e de aproveitar a oportunidade. O Brasil está passando por grandes dificuldades, mas a cafeicultura pode ter um grande ano, de ouro”, explicou Eduardo.
Ainda conforme o especialista em café, o foco agora é trazer informação, ajudar o cafeicultor a tomar decisão para que ele potencialize o ganho nessa safra.
O evento foi destinado a produtores que estão neste momento colhendo e iniciando a safra. “São os cafeicultores da nossa região, gente de todas as regiões em volta de Três Pontas, proprietários, administradores, técnicos, agrônomos que estão aqui aproveitando essa troca de experiência e levando isso a partir de amanhã, para que as ações sejam o mais rápido possível”, pontuou.
Sobre a mudança do comando da Nação, a forma como isso repercute na cafeicultura, Eduardo Chaves comentou:
“Estamos iniciando uma safra, e dependemos do governo, a gente depende da política agrícola em que a própria Dilma e a Katia Abreu anunciaram, mas precisamos ver se esse dinheiro irá chegar no banco para fazer a nova safra, por outro lado o café é vendido em dólar, trás dólar pro Brasil. O Brasil precisa de dólar agora, então temos que tomar muito cuidado e ter uma atenção muito grande com o café que é uma fonte de dólar para o país. O cafeicultor tem um papel importante nas soluções dos problemas do Brasil, trazendo dólar, trazendo dinheiro, trazendo investimento.
Sobre a cafeicultura, estamos hoje lançando uma campanha de vendas onde vamos trocar todos os insumos por café. A gente acredita que em um mercado de incertezas, melhor é o produtor fazer suas compras trocando por café. Ele sabe produzir, ele sempre produziu e garante os investimentos na próxima safra e se protege de possíveis inflações e algumas dificuldades. Então hoje o porto seguro para nós é o café, e por isso vamos trocar nossos produtos todos em café. A Penagus está em Três Pontas, já opera forte em Três Pontas, estamos gerando grandes investimentos, temos três grandes fornecedores, que são empresas de Três Pontas e vão ter oportunidade de crescer junto com a Geagro e com a Penagus. Então a gente está para trazer emprego, investimento e tecnologia para Três Pontas, a nossa cidade natal, o berço da cafeicultura, e a Penagus não poderia escolher melhor cidade para começar a sequência no Brasil, então é uma realidade sim hoje”, relatou Chaves.

Sobre a Expocafé, maior feira do agronegócio café no Brasil, Eduardo Chaves também falou:
“A Expocafé é o principal evento do café e além disso é na nossa cidade natal. Já estamos num processo intenso de trabalho em cima da Expocafé e em eventos preparatórios para que as pessoas aproveitem toda tecnologia embarcada na Expocafé e a partir das próximas semanas teremos vários eventos, palestras, workshops qualificando e preparando tanto nossas equipes e com os nossos clientes para aproveitar ao máximo a feira. Marquem nas suas agendas, o maior evento da cafeicultura vai acontecer em breve em Três Pontas, e precisamos aproveitar toda essa equipe que vai estar a disposição da nossa região”, concluiu.