Categoria: Café

  • EXPOCAFÉ: Maior feira nacional da cafeicultura tem programação diversificada e melhoria na estrutura

    EXPOCAFÉ: Maior feira nacional da cafeicultura tem programação diversificada e melhoria na estrutura

    Além das novidades em máquinas, equipamentos e insumos para produção do grão, o visitante da 20ª Expocafé, realizada entre os dias 17 e 19 de maio, em Três Pontas, também saberá mais sobre colheita, torrefação, sistemas orgânicos, logística e assuntos fiscais ligados à contabilidade rural.

    Este ano a área da feira foi ampliada para 12,5 mil m2. Outra novidade é que as principais ruas da feira foram pavimentadas para melhoria da estrutura do evento e montagem de estandes dos 150 expositores. Pela primeira vez, a Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas levou seis empresas locais das áreas de manutenção de tratores, seguradora, embalagens, mecanização agrícola e moda. “É uma oportunidade para essas pequenas e médias empresas participarem de um grande evento do segmento cafeeiro”, afirma Hélio de Carvalho Júnior, Gerente de Negócios da Associação.

    Outra empresa que participa pela primeira vez é a MRS Logística e que levou uma nova opção de logística para o setor cafeeiro: transporte ferroviário. “Temos potencial para transportar café para exportação, além de insumos para o setor interno. A empresa conta com baixos índices de sinistro e baixo valor de seguro”, afirma o gerente de contas comerciais agrícolas, Marcelo da Silva de Jesus.

    De acordo com o coordenador técnico da Expocafé, César Botelho, também coordenador do Programa Estadual de Cafeicultura, o setor tem buscado dar mais sustentabilidade ao negócio e qualidade no produto final, assuntos trazidos para a programação do evento. “Além de os cafeicultores conhecerem o que há de mais novo e moderno no mercado em maquinário, teremos a participação de diversos especialistas que trabalham também com tecnologias e inovações para a excelência do produto final, a bebida que chega para o consumidor”, explica.

    Para o presidente da EPAMIG, Rui Verneque, a feira evoluiu junto com a cafeicultura mineira. “Somos os maiores produtores de café do Brasil e do mundo. Nesses 20 anos de feira, a EPAMIG tem buscado levar informações para o dia a dia do cafeicultor, visando contribuir para a permanente evolução da cafeicultura”, relembra o presidente da Empresa, que além de sediar tem sido a organizadora do evento nos últimos anos.

     

    20ª Expocafé

    Encerramento: 19 de maio de 2017

    Campo Experimental da EPAMIG – Rodovia Três Pontas / Santana da Vargem, km 06 – Três Pontas (MG)

    Programação: www.expocafe.com.br

    Fonte: Ascom EPAMIG

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • Expocafé 2017 antecipa equipamentos para o público

    Expocafé 2017 antecipa equipamentos para o público

    Equipamentos que ainda não chegaram ao mercado já podem ser conferidos pelos produtores na Expocafé 2017, que abriu hoje, 17, as portas para o público em Três Pontas (MG). Com foco em pequenos e grandes produtores, as empresas expositoras apresentam soluções para facilitar o trabalho na lavoura e garantir qualidade ao café. Mais de 150 expositores, sendo 30 deles estreantes no evento, estão distribuídos em 200 estandes que, nesta 20ª edição, ocupam área ampliada de cerca de 14 mil m² no Campo Experimental da EPAMIG. A expectativa é receber cerca de 20 mil visitantes até sexta-feira, 19, revela o coordenador-geral da Expocafé, Antônio Nunes.

    Presente desde a primeira edição da feira, a Pinhalense guardou o lançamento da máquina Terrena para a Expocafé, que poderá ser usada ainda nesta safra. A máquina tracionada recolhe o café do solo por meio de cabos de aço, independente do declive ou perfil da propriedade, com destaque para a tecnologia embarcada, que dispensa a esteira.

    A Penagos do Brasil escolheu a Expocafé para lançar mundialmente o secador Eco Dryer, já disponível para venda nas versões de 5, 10 e 15 mil litros. Segundo o diretor da empresa, Eduardo Chaves, aliado ao descascador, o equipamento termina o processo de secagem do café em no máximo 24 horas – quatro vezes mais rápido que os tradicionais, segundo Eduardo – e atende pequenas propriedades e microprodutores. “Participamos das principais feiras do Brasil, mas elegemos a Expocafé para as grandes novidades. Aqui está nosso principal público”, ressalta.

    Estreando na feira, a Titã Eletrocomerciais, de Araraquara (SP), trouxe a cafeteira industrial Coffee Line que faz até cinco litros de café moído, utilizando coador de pano para preservar o exigente paladar dos apreciadores de café. A máquina é livre de chumbo, tem isolamento de temperatura e, por isso, permite a adesivagem externa, personalizando a utilização. “Recebemos inúmeras visitas no primeiro dia e nossa expectativa é realizar bons negócios na Expocafé”, espera o gerente comercial Fernando Martinez.

    Fonte Expocafé

     

     

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

     

     

  • CAFÉ: Produção aumenta 13 vezes em quase 50 anos no Sul de Minas

    CAFÉ: Produção aumenta 13 vezes em quase 50 anos no Sul de Minas

    Conexão TP_a1

    Sul de Minas é responsável atualmente por cerca de 30% da produção de café do Brasil, o maior produtor do mundo. No entanto, nem sempre a região teve tanto destaque na produção cafeeira. O controle de doenças, como a ferrugem e um plano com foco em produtividade fizeram a região aumentar sua participação na produção nacional, de 1,2 milhão de sacas, na década de 1970, para 16,3 milhões no ano passado, junto com a região Centro-Oeste, conforme números da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

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    Segundo o engenheiro agrônomo pesquisador da Fundação Pró-café, José Bráz Matiello, o café teve forte expansão no Sul de Minas a partir do início da década de 1970, se desenvolvendo a partir de ações de crédito e de assistência técnica, através do Plano Nacional de Renovação e Revigoramento de Cafezais, executado durante a década até o início de 1980.

    Naquele tempo, o parque cafeeiro da região compreendia apenas cerca de 100 mil hectares, com uma produção anual média de cerca de 1,2 milhão de sacas.

    A partir disso, segundo o pesquisador, houve um zoneamento da cafeicultura e foi feito um plano para novos plantios. O que se procurava era fomentar novas variedades, ter espaçamentos mais adequados, para favorecer o controle da ferrugem e implantar cafezais mais produtivos, que suportassem, economicamente, os custos adicionais de controle químico da doença.

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    “Como resultado, o Estado de Minas Gerais, cuja maior região cafeeira era o Sul de Minas, que produzia, em 1969/70, cerca de 2 milhões de sacas de café, com a expansão fomentada pelo Plano de Renovação, passou pra a faixa anual de 10 milhões de sacas produzidas, anualmente, em 1980, apenas 10 anos após, com um acréscimo de mais de 400%. Minas, que na ocasião representava, em 1970, somente 9% da produção brasileira passou para cerca de 30% do total produzido no país”, conta Matiello.

    O surgimento de novas áreas para o cultivo do café e a expansão da mecanização também contribuíram para o aumento da produção. Esse período de crescimento, no entanto, viveu pequenos períodos críticos, como em 1989, quando a os preços caíram para cerca de US$ 40 a saca, devido à extinção das cláusulas econômicas do Acordo Internacional do Café. Períodos de geada também prejudicaram o cultivo, mas a cultura conseguiu retomar o fôlego nos anos seguintes.

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    “Atualmente a cafeicultura do Sul de Minas conta com uma área de cerca de 642 mil hectares de lavouras, da qual cerca de 22% ainda está em fase de formação. A média das safras atuais se situa em cerca de 15 milhões de sacas/ano, podendo crescer, ainda, com a entrada em produção dos cafeeiros novos, cujo plantio vem sendo feito anualmente, em função da fase favorável de preços, verificada nos últimos anos”, conclui o pesquisador.

    Fonte G1 Sul de Minas

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • CAFEICULTURA: 2º Feira de Negócios Cocatrel Minasul – Fecom será realizada este mês

    CAFEICULTURA: 2º Feira de Negócios Cocatrel Minasul – Fecom será realizada este mês

    Conexão TP_a1

    A Cocatrel – Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas e a Minasul – Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha, consolidam parceria iniciada em 2016 com a organização da segunda edição da Feira de Negócios Cocatrel Minasul – Fecom. O evento tem como objetivo, unir forças entre duas grandes cooperativas do Sul de Minas e beneficiar, cada vez mais, os cerca de 11 mil cooperados atendidos pela Cocatrel e Minasul.

    A segunda edição da Feira de Negócios – Fecom, será realizada nos dias 7, 8 e 9 de março de 2017 e vai oferecer exposição e venda de máquinas, equipamentos e insumos; condições especiais para compras à vista; barter (troca por café em até 3 anos) e abertura de linhas de créditos especiais.

    Um público de 10 mil pessoas é esperado para esta segunda edição do evento, que também recebe, cooperados, agricultores, técnicos agrícolas, pesquisadores, representantes comerciais, empresários, empreendedores e demais envolvidos com o agronegócio. Em sua primeira edição, em 2016, o volume de negócios superou R$ 70 Milhões.

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    Serviço

    Evento: FECOM – 2ª Feira de Negócios Cocatrel Minasul

    Data: 7, 8 e 9 de março de 2017

    Horário: 8h às 17h

    Local: Av. Ipiranga, 1745 Três Pontas / MG

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    Fonte Cocatrel

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • CAFEICULTURA: Mesmo com safra menor em 2017, café ainda deverá ‘salvar’ economia

    CAFEICULTURA: Mesmo com safra menor em 2017, café ainda deverá ‘salvar’ economia

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    Região produziu 32% da safra em 2016, junto com o Centro-oeste mineiro.
    Especialistas falam sobre perspectivas para o setor no Sul de Minas.

    A produção de café fechou o ano de 2016 com a colheita de 51,37 milhões de sacas de 60 quilos no Brasil, um aumento de 18,8% em relação a 2015, conforme números divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em ano de crise financeira no Brasil, a boa produção e os bons preços pagos ao produtor fizeram com que o café “segurasse as pontas” na economia do Sul de Minas, base para vários municípios que dependem de seu cultivo. Para 2017, especialistas dizem que a produção deverá ser menor e os preços não serão tão animadores, mas a cultura continuará mantendo o bom desempenho.

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    Só o Sul e o Centro-Oeste de Minas, maiores regiões produtoras do país e com tradição no cultivo do café arábica, contribuíram com a produção de 16,6 milhões de sacas em 2016, um aumento de 53,8% em relação ao ano anterior. O aumento da área plantada, a produtividade e a regularidade climática favoreceram a produção em relação à safra anterior, segundo a Conab.

    O ano de safra boa, no entanto, não se refletiu nas exportações brasileiras. Em 2016, conforme números do Conselho dos Exportadores do Café do Brasil (Cecafé), o país exportou 34 milhões de sacas, entre café verde e industrializado. O número representa uma redução de 8,1% em relação ao desempenho de 2015, quando as exportações brasileiras de café fecharam em 37 milhões de sacas.

    Perspectivas para 2017

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    O presidente do Centro de Comércio do Café de Minas Gerais falou sobre as perspectivas para 2017: “Não acredito em fatores negativos não, acredito que a safra possa ser um pouco menor do que foi em 2016, porém nós não devemos ter preços muito ruins não, acho que a tendência lógica são os preços se manterem em níveis remuneradores, pois dizer que o preço vai subir ou cair é muita especulação. O produtor deve ter bons momentos, o café dá oportunidade para o produtor vender bem todo ano, ele tem que aproveitar esses momentos de alta e vender. A demanda do café brasileiro deve continuar boa, o Brasil é um país bastante competitivo porque tem qualidade, quantidade e preço, então se torna um produto bastante importante para os importadores” – Archimedes Coli Neto.

    Fonte G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • SUCESSO: Japoneses visitam Três Pontas e se encantam com a VIMI Cafeteria

    SUCESSO: Japoneses visitam Três Pontas e se encantam com a VIMI Cafeteria

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    Um grupo de executivos e grandes empresários do setor de cafés especiais do Japão, passou por Três Pontas e se encantou com a VIMi Cafeteria Gourmet, que simboliza a renovação e a qualidade extrema em torno do nosso ouro verde: o café.
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    Os japoneses Mr. Nobuo Oda, Ms. Naoko Oguma e o Mr. Shinji Sekine, o último sendo o presidente de uma associação de cafés especiais no Japão, acompanhados pela representante da MSC Coffee, Sra. Dircéia, que os trouxe para Três Pontas, visitaram as fazendas Caxambu e Aracaçu, da produtora de cafés especiais Carmem Lúcia Chaves de Brito, a Ucha, de quem compram esses cafés e levam para a terra do sol nascente.
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    Eles vieram ao Brasil para as Olimpíadas do Rio de Janeiro e decidiram vir à Três Pontas conhecer a produção de cafés especiais.
     
    Um dos japoneses é dono de mais de 350 delicatessens no Japão.
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    De acordo Ucha, os japoneses ficaram encantados com sua fazenda, com a produção de cafés especiais e destacaram a visita a VIMI Cafeteria Gourmet, que na ocasião contou com música ao vivo.
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    “Eles gostaram muito. Acharam, tudo incrível”, disse a produtora Ucha.
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  • ROUBOS DE CAFÉ: Cafeicultores cobram segurança do governo mineiro

    ROUBOS DE CAFÉ: Cafeicultores cobram segurança do governo mineiro

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    Preocupação com criminalidade é destaque em carta de reivindicações que será apresentada ao governador.

    Apesar de reconhecerem que a cafeicultura vive um bom momento nos últimos três anos, produtores de café do sul e sudoeste de Minas estão assustados com a criminalidade e pedem providências do governo estadual também com relação à qualificação e divulgação do produto mineiro, além de elevação do preço mínimo garantido pelo poder público.

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    Essas questões foram destaque em audiência pública realizada pela Comissão de Agropecuária e Agroindústria da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) no Centro de Excelência do Instituto Federal do Sul de Minas, localizado no município de Machado (Sul). Participaram os deputados Emidinho Madeira (PSB) e Antônio Carlos Arantes (PSDB), autores do requerimento, além do deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB).

    Durante a reunião, um documento com reivindicações a serem encaminhadas ao governador do Estado foi apresentado e discutido com os cerca de 200 participantes. A carta foi elaborada pelo Consórcio Público para o Desenvolvimento do Café do Sul e Sudoeste de Minas (Concafé) e endossada pela Comissão de Agropecuária e Agroindústria.

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    O Concafé foi criado há cerca de um ano e que reúne hoje 40 prefeitos de municípios cafeicultores, com mais 20 em processo de filiação. O objetivo é auxiliar os produtores de café na elaboração e execução de ações de marketing do produto estadual, difusão de informações qualificadas, interlocução setorial e captação de recursos.

    Fonte: ALMG

  • PREJUÍZOS: Uma semana após geada empresário trespontano contabiliza perdas

    PREJUÍZOS: Uma semana após geada empresário trespontano contabiliza perdas

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    No último domingo dia 17 de julho, uma mudança brusca de temperatura acabou ocasionando prejuízos para alguns produtores de café em Três Pontas e também em Santana da Vargem. O empresário Antônio Lúcio, proprietário da Terra Café, produtor há 15 anos, sofreu severas perdas e falou ao Conexão.

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    “Os prejuízos que tive foram na fazenda Trocadeiro e Fazenda Ponte Alta em Santana da Vargem. A Fazenda Trocadeiro possui uma área de lavoura de quatro anos, lavouras novas, com aproximadamente noventa hectares. A geada foi verificada na madrugada de domingo pra segunda, onde eu recebi fotos de termômetro às seis horas da manhã onde a temperatura estava zero grau. E constatando que o café já estava com gelo nas folhas, onde a geada foi formada”, comentou.

    Sobre o tamanho do prejuízo causado pela geada, Antônio Lúcio emendou:

    “O meu prejuízo nesta propriedade, avaliado com Gps, que a geada atingiu, queimou o café em torno de trinta e três por cento, o que significa trinta hectares. Só o que a gente vê, estes cafés que não vão produzir café o ano que vem, a lavoura terá que se recuperar durante dois anos, para produzir café apenas em 2018. Apenas parte da lavoura que é um pouco mais alto não queimou. A própria friagem, prejudica traz um desequilíbrio fisiológico, e planta também reduz drasticamente a produção. Então não é só a planta afetada pela geada, mas sim os talhões que foram afetados pelo excesso de frio. Também vai haver uma queda na produção muito grande. Então as pessoas olham e falam na minha propriedade queimou cinco, dez por cento, mas o prejuízo é sempre o dobro disso”, ressaltou.

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    O prejuízo de Antônio Lúcio é em torno de duas mil e quinhentas sacas de café. “Consideramos uma geada mais severa na Fazenda Trocadeiro, já na Fazenda Ponte Alta uma área menor, mas também com severidade, eram áreas novas, lavouras novas, brotas, então vai deixar de produzir em torno de duas mil e quinhentas sacas para o próximo ano. É um prejuízo muito grande. Sou um produtor recente, faz quinze anos que sou produtor, mas tá muito difícil trabalhar com a cafeicultura, porque em 2013 nos tivemos uma boa safra, mas os preços estavam abaixo de R$250,00 reais, e em 2014 tivemos uma seca e com isso teve uma má formação, a baixa “granação” dos grãos. Já em 2015 a safra foi prejudicada pela seca de 2014, onde não teve a florada adequada. Quando chegou 2015 para 2016, tivemos uma boa condição de chuva só que chegou o excesso de chuva fora de hora. Chegou junho choveu e o café foi todo pro chão. Então trinta a quarenta por cento da safra ficou no chão. Este café é difícil de recolher, fica caro e temos que vender a preços baixos, desvalorizado. Agora pra 2017 a safra já está prejudicada por causa da geada e o excesso de frio”, concluiu.

    Também conversamos com o especialista Eduardo Chaves sobre o tema:

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    “A geada é condição climática, de tempos em tempos, segundo as estatísticas em torno de dez em dez anos acontece uma geada forte na região. Isto é climático, a única prevenção que o produtor pode ter em relação a geada é não plantar o café em lugares baixos, porque são lugares passíveis de acontecer a geada. No entanto não tem muito o que se fazer. O que aconteceu com a geada desta semana, ela visualmente parecia não ser de grande porte e também as lavouras estavam num estado vegetativo bom, por causa das chuvas, estavam com folhas novas, então pegam uma queda de temperatura muito grande. De domingo pra segunda a gente não consegue avaliar os reais prejuízos, visualmente não foi um prejuízo muito grande, mas isto pode interferir nos pontos de crescimento pra próxima safra. É isto que está sendo avaliado agora. Então o prejuízo desta geada vai ser refletido na próxima safra porque a geada queima as folhas. Nesta colheita deste ano não interfere porque os grãos já estão sendo colhidos, os grãos já estão prontos”, explicou.

  • CAFEICULTURA: Cocatrel realiza sua Primeira Feira de Negócios em Setembro

    CAFEICULTURA: Cocatrel realiza sua Primeira Feira de Negócios em Setembro

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    Logomarca do evento

    A Feira de Negócios Cocatrel é um evento anual que viabiliza bons negócios e aproxima os cooperados e produtores da região ao que há de melhor e mais moderno no mercado de adubos, fertilizantes, defensivos e maquinários agrícolas. ​

    A Feira acontecerá nos dias 5 e 6 de setembro de 2016, das 8h às 17h e no dia 7 de setembro das 8h às 12h.

    Será realizada no Espaço Cocatrel, localizado na Av. Ipiranga, 1.745 , em Três Pontas, com Entrada gratuita.

    Em seu site oficial, a Cocatrel diz que irá viabilizar condições especiais de compra para os produtores e garantir aos expositores acesso rápido aos compradores além da segurança de negociação direta com a cooperativa.​

    Mapa do evento
    Mapa do evento

    “A Feira de Negócios Cocatrel proporcionará diversidade de produtos/marcas e a oportunidade de fechar negócios com excelentes condições. Os visitantes poderão efetuar compras à vista com descontos especiais, por meio de barter (troca de café) e financiamentos”, diz a página.​

    Atividades:

    – Exposição e venda de produtos, insumos e equipamentos

    – Barter (troca por café)

    – Descontos especiais para compras à vista

    – Condições diferenciadas de financiamentos

    – Abertura de linha de crédito aos cooperados

    – Degustação de cafés especiais e salas de cupping

  • CAFÉ: Geagro e Syngenta realizam importantes palestras em Três Pontas

    CAFÉ: Geagro e Syngenta realizam importantes palestras em Três Pontas

    As empresas Geagro e Syngenta, especializadas no ramo do café, realizaram recentemente importantes palestras para produtores e aficionados do setor. O evento aconteceu no Restaurante Charneca e o Conexão acompanhou tudo e conversou com o empresário Eduardo Chaves, um dos grandes conhecedores desse mercado, fundamental para a economia trespontana:

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    “O evento foi planejado pela Geagro e pela Syngenta, estamos iniciando uma safra que acredito que possa ser recorde na nossa região, é difícil um ano igual a esse, que estamos tendo preços remuneradores e safra grande. Então a Geagro preocupada em orientar seus clientes, seus cafeicultores em aproveitar essa safra, que vai ser uma safra de qualidade muito boa, trouxemos dois grandes especialistas. Então o objetivo é trazer informação para a região, para ajudar os cafeicultores a tomar as decisões e aproveitar o máximo dessa safra que está sendo colhida. Então é um momento de comemorar e de aproveitar a oportunidade. O Brasil está passando por grandes dificuldades, mas a cafeicultura pode ter um grande ano, de ouro”, explicou Eduardo.

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    Ainda conforme o especialista em café, o foco agora é trazer informação, ajudar o cafeicultor a tomar decisão para que ele potencialize o ganho nessa safra.

    O evento foi destinado a produtores que estão neste momento colhendo e iniciando a safra. “São os cafeicultores da nossa região, gente de todas as regiões em volta de Três Pontas, proprietários, administradores, técnicos, agrônomos que estão aqui aproveitando essa troca de experiência e levando isso a partir de amanhã, para que as ações sejam o mais rápido possível”, pontuou.

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    Sobre a mudança do comando da Nação, a forma como isso repercute na cafeicultura, Eduardo Chaves comentou:

    “Estamos iniciando uma safra, e dependemos do governo, a gente depende da política agrícola em que a própria Dilma e a Katia Abreu anunciaram, mas precisamos ver se esse dinheiro irá chegar no banco para fazer a nova safra, por outro lado o café é vendido em dólar, trás dólar pro Brasil. O Brasil precisa de dólar agora, então temos que tomar muito cuidado e ter uma atenção muito grande com o café que é uma fonte de dólar para o país. O cafeicultor tem um papel importante nas soluções dos problemas do Brasil, trazendo dólar, trazendo dinheiro, trazendo investimento.

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    Sobre a cafeicultura, estamos hoje lançando uma campanha de vendas onde vamos trocar todos os insumos por café. A gente acredita que em um mercado de incertezas, melhor é o produtor fazer suas compras trocando por café. Ele sabe produzir, ele sempre produziu e garante os investimentos na próxima safra e se protege de possíveis inflações e algumas dificuldades. Então hoje o porto seguro para nós é o café, e por isso vamos trocar nossos produtos todos em café. A Penagus está em Três Pontas, já opera forte em Três Pontas, estamos gerando grandes investimentos, temos três grandes fornecedores, que são empresas de Três Pontas e vão ter oportunidade de crescer junto com a Geagro e com a Penagus. Então a gente está para trazer emprego, investimento e tecnologia para Três Pontas, a nossa cidade natal, o berço da cafeicultura, e a Penagus não poderia escolher melhor cidade para começar a sequência no Brasil, então é uma realidade sim hoje”, relatou Chaves.

    Organizadores e colaboradores do importante evento em prol da cafeicultura.

    Sobre a Expocafé, maior feira do agronegócio café no Brasil, Eduardo Chaves também falou:

    “A Expocafé é o principal evento do café e além disso é na nossa cidade natal. Já estamos num processo intenso de trabalho em cima da Expocafé e em eventos preparatórios para que as pessoas aproveitem toda tecnologia embarcada na Expocafé e a partir das próximas semanas teremos vários eventos, palestras, workshops qualificando e preparando tanto nossas equipes e com os nossos clientes para aproveitar ao máximo a feira. Marquem nas suas agendas, o maior evento da cafeicultura vai acontecer em breve em Três Pontas, e precisamos aproveitar toda essa equipe que vai estar a disposição da nossa região”, concluiu.

  • COLHEITA: Diretor da Cocatrel fala sobre o momento da cafeicultura em Três Pontas

    COLHEITA: Diretor da Cocatrel fala sobre o momento da cafeicultura em Três Pontas

    Três Pontas é uma cidade historicamente agrícola e que ainda hoje depende fundamentalmente da cafeicultura como a base de sua economia. E a dependência do café se torna ainda mais latente em momentos de recessão, de crise como a atual que assola o País. Para saber sobre o início da colheita do café, os números e expectativas para Três Pontas e ainda abordar outros temas de grande relevância, nós conversamos com Jorge Luís Piedade Nogueira, diretor técnico industrial da Cocatrel, a Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas:

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    Xtp – Qual a real situação do café neste momento?

    Jorge Luis – Esse ano nós temos uma safra melhor. Nós estamos vindo de duas safras baixas devido aos problemas climáticos. E como o tempo ajudou no ano passado, a situação melhorou e normalizou para esse ano de 2016. Não será uma safra recorde, porque as safras estão bem estabilizadas devido aos sistemas de podas usados mais recentemente. São lavouras que são zeradas num ano e que colhem café no ano seguinte. Outro fator é que a safra, o ano agrícola se iniciou com uma falta de chuvas. Felizmente depois isso se normalizou. O crescimento de ramos, que é muito importante na safra do cafeeiro, se inicia um ano antes da produção e não tivemos esse crescimento normal no ano passado. Mas na época de florada e enchimento de grãos a precipitação (chuva) se normalizou e assim teremos uma safra de normal para boa.

    Xtp – Traduza isso em números.

    Jorge Luis – Eu acredito em 50 milhões de sacas no Brasil. Três Pontas deverá ter uma safra de mais ou menos 700 mil sacas. Se a gente for comparar com os dois últimos anos, trata-se de um número bom para Três Pontas. Nesses anos anteriores os números ficaram em 500 mil sacas por ano. Mas se for comparar com safras boas de 800 mil sacas, realmente fica um pouco atrás. Essas 700 mil são o número de sacas que entram na Cocatrel. Três Pontas deve ter, pelo último levantamento da Conab, cerca de 22 mil e quinhentos hectares. Temos uma média de 30 sacas por hectare, o que dará mais de 700 mil sacas. Isso mostra que 80% do café da região passa pela Cocatrel.

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    Xtp – Como você analisa o preço atual comercializado da saca de café?

    Jorge Luis – O preço médio de R$ 500,00 hoje não está ocorrendo mais. Nesse momento está em torno de R$ 480,00 e deveria estar mais um pouco. O custo de produção subiu muito e eu acredito que o estoque interno no Brasil é baixo. A demanda mundial é alta e acredito que, por isso, o preço deveria estar melhor.

    Xtp – Qual a situação atual do produtor? Há muitas dívidas? Ele está encontrando crédito? O atual momento da economia tem provocado quais reflexos na cafeicultura?

    Jorge Luis – O produtor, a maioria dele, tem algum problema, alguma dificuldade com crédito. Quanto ao momento político, graças a Deus, a cafeicultura em particular, devido a demanda muito aquecida, não sofreu muito com essa crise. O agronegócio café é muito forte. O momento influenciou muito o câmbio e o preço final do café se manteve num patamar médio.

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    Xtp – Quais as perspectivas, num curto prazo, para a nossa cafeicultura?

    Jorge Luis – Eu acredito que devido ao estoque baixo e demanda alta teremos preços que cobrem o custo de produção. Não acredito numa mega oferta de café num curto prazo. Nos próximos dois anos teremos preços bons do café e, claro, dependerá muito do clima. Preço muito baixo eu acho bem difícil.

    Xtp – A Cocatrel, pelo que consta, não estará na organização da Espocafé, a maior feita do agronegócio café neste ano. Será apenas expositora. É isso mesmo?

    Jorge Luis – A Expocafé desse ano terá a coordenação toda a Epamig. Será uma feira grande, com muitas novidades e a Cocatrel terá o seu estande em comemoração aos seus 55 anos.

  • EXPOCAFÉ 2016: Três Pontas sedia maior feira nacional do agronegócio café

    EXPOCAFÉ 2016: Três Pontas sedia maior feira nacional do agronegócio café

    Há menos de 50 dias para a 19ª edição da Expocafé, que será realizada entre os dias 7 e 10 de junho no Campo Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) em Três Pontas, 90% do espaço da feira já está comercializado.

    Participam desta edição mais de 130 empresas que irão apresentar tecnologias, como  maquinário em geral, secadores, tratores, roçadeiras, adubadeiras, plantadeiras, podadeiras, derriçadeiras, além de softwares e serviços para o setor. Serão 204 estandes em 12 mil m2 de feira. A Expocafé 2016 deve movimentar mais de R$ 200 milhões de reais em negócios gerados e prospectados, com expectativa de público de cerca de 20 mil visitantes.

    A programação terá início com o 7º Simpósio de Mecanização da Lavoura Cafeeira no dia 7 de junho. O evento, que reúne pesquisadores, professores, técnicos, produtores e estudantes, é exclusivo para participantes previamente inscritos. Entre os dias 8 e 10 de junho, a feira será aberta ao público, com a realização da exposição de equipamentos, máquinas e insumos e de eventos técnicos.

    A programação inclui ainda a dinâmica de campo, minicursos, dentre outras ações de transferência tecnológica. Durante as dinâmicas, os participantes poderão conhecer na prática o funcionamento de equipamentos instalados nas lavouras de café do Campo Experimental. Além disso, pesquisadores apresentarão resultados de pesquisas e estudos na região.

    Inovação para a cafeicultura

    A UllerAgro, empresa que participa pela primeira vez da feira, irá lançar na Expocafé 2016 o aplicativo para celular “Uller” que permite compartilhamento de máquinas agrícolas. É uma tecnologia moderna para criar um “markatplace” de compartilhamento de máquinas agrícolas. Através dele será possível cadastrar máquinas e equipamentos, programar e solicitar serviços, acompanhar os trabalhos realizados através de rastreadores e efetuar pagamentos, de forma organizada e transparente. O produtor terá uma fonte de renda adicional, compartilhando seus equipamentos e máquinas ociosas. Além disso, poderá realizar as atividades com planejamento e segurança. Durante a Expocafé serão demonstradas as funcionalidades e produtores serão cadastrados para se habilitarem a utilizar o aplicativo Uller.

    Os participantes poderão também conhecer cosméticos à base de café produzidos pela Kapeh, empresa que nasceu no Sul de Minas, que vai apresentar um mix com mais de 100 itens na feira. Os produtos são diversificados nas linhas corporal, capilar, teen, masculina e ambiente, além de kits e acessórios. Além disso, empresas que participam tradicionalmente da feira já confirmaram e irão demonstrar novidades e novas versões de equipamentos e máquinas para o setor.

     

    SERVIÇO

    Expocafé 2016

    7 de junho – 7º Simpósio de Mecanização da Lavoura Cafeeira

    8 a 10 de junho de 2016 – Feira

    Horário: 8h às 18h

    Local: Campo Experimental da EPAMIG – Rodovia Três Pontas/ Santana da Vargem, Km 6 – Zona Rural -Três Pontas (MG)

    Entrada gratuita

    Informações: www.expocafe.com.br / (31) 3489-5057

     

    (Com informações da Epamig)