O fim do carnaval abriu o período da Quaresma, quando muita gente tem costume de fazer penitências. Uma delas é não consumir carne vermelha. Esse comportamento reflete diretamente no mercado de alimentos e representa lucro para muitos comerciantes, que esperam aumento de 50% nas vendas. Os preços dos produtos variam de R$ 28 a R$ 67, o quilo.
Os peixes mais procurados pelos consumidores são o bacalhau (que sai a R$ 38 o quilo), filé de tilápia (R$ 28 o quilo) e salmão fresco (R$ 67 o quilo). Os clientes também têm preferência pelos peixes sem espinhos.
O fato de o preço final do pescado não ter sofrido reajuste em relação ao ano passado, contribuirá para o aumento no faturamento.
Nos supermercados, ganham destaque alguns produtos típicos da época. O azeite e os ovos têm sido bastante procurados. Mas, o recorde de vendas fica por conta dos peixes.
Dicas para comprar produtos frescos
A Vigilância Sanitária divulgou algumas orientações para que o consumidor não se exponha a riscos e saiba reconhecer produtos frescos.
Peixe Fresco:
deve estar livre de contaminantes físicos (areia, pedaços de metais, plásticos e/ou poeira), químicos (combustíveis, sabão e/ou detergentes) e biológicos (bactérias, vírus e/ou moscas):
• Aparência: ausência de manchas, perfurações ou cortes na superfície;
• Escamas: devem estar bem firmes e resistentes, translúcidas (parcialmente transparentes) e brilhantes;
• Pele: úmida, firme e bem aderida;
• Olhos: devem ocupar toda a cavidade, estar brilhantes e salientes, sem a presença de pontos brancos ao centro do olho;
• Membrana que reveste a guelra (opérculo): rígida, deve oferecer resistência a sua abertura. A face interna deve estar brilhante e os vasos sanguíneos, cheios e fixos.
• Brânquias: devem se apresentar de cor rosa ao vermelho intenso, úmidas e brilhantes; deve haver ausência ou discreta presença de muco (líquido pastoso);
• Abdômen: aderidos aos ossos fortemente e de elasticidade marcante;
• Odor, sabor e cor: característicos da espécie que se trata;
• Conservação: deve ser mantido sob refrigeração.
Logo após comprar o pescado, o ideal é que o transporte seja realizado sob refrigeração (caixas isotérmicas com gelo) até o domicílio, ou caso não seja possível, transporte-o de forma rápida e acondicione sob refrigeração até o momento do preparo para consumo.
Bacalhau e Pescado Salgado
Na hora de comprar o bacalhau é preciso estar atento a algumas dicas:
– o produto deve estar armazenado em local limpo, protegido de poeira e insetos;
– verifique se não há a presença de mofo, ovos ou larvas de moscas, manchas escuras ou avermelhadas, limosidade superficial, amolecimento e odor desagradável, que são indicativos de que o produto não está bom para consumo.
Crustáceos
Para o consumo de crustáceos a orientação é que tenham:
• Aspecto: geral brilhante, úmido; corpo em curvatura natural, rígida, patas firmes e resistentes; pernas inteiras e firmes; carapaça bem aderente ao corpo, olhos vivos e destacados;
• Coloração: própria à espécie, sem qualquer pigmentação estranha; não apresentar coloração alaranjada ou negra na carapaça.
Moluscos
• Aspecto: devem ser expostos à venda vivos, com valvas fechadas e com retenção de água incolor e límpida nas conchas;
• Cheiro: agradável e pronunciado;
• Carne: úmida, bem aderente à concha, de aspecto esponjoso, de cor acinzentada-clara nas ostras e amarelada nos mexilhões.
Lula e polvo
• Aspecto: devem ter a pele lisa e úmida; olhos vivos e salientes.
• Carne: consistente e elástica.
• Cheiro: próprio (levemente adocicado).
• Coloração: ausência de qualquer pigmentação estranha à espécie.
Uma grande loja de departamentos localizada na praça tristão Nogueira em Três Pontas, mais uma vez, a exemplo de anos anteriores, atraiu a atenção de vários consumidores trespontanos ansiosos por realizar compras com as chamadas mega promoções logo após a passagem das festas de final de ano. Teve trespontano que passou a noite literalmente na fila. Alguns levaram até cadeiras de praia para ter um pouco de conforto durante a espera da abertura da loja e início da promoção.
Em Três Pontas essa loja trabalhou com as portas fechadas. Apenas uma pequena entrada foi largada para permitir o acesso praticamente de um cliente por vez no interior da empresa. Teve gente que saiu rindo bastante com a economia, apesar de ter que levar nos ombros o produto adquirido, já que nessas mega promoções não há entrega por parte das lojas. Teve gente que saiu com tanquinho de lavar roupas, televisores gigantes, aparelhos de som e outros móveis ou eletrodomésticos nos braços.
Outras lojas também fizeram promoções consideradas ‘megas’, prometendo descontos de até 70%.
Procon alerta consumidores sobre promoções
Para evitar contratempos para o consumidor na hora da compra e também ser enganado, o Procon listou alguns cuidados que devem ser observados pelos consumidores na hora das compras:
1) Planejamento: Defina antecipadamente o que precisa comprar, pois o momento econômico exige cautela. Analise atentamente suas contas e gastos futuros e seja realista com os valores que pode gastar para não comprometer o orçamento doméstico.
2) Pesquisa de preços: Se possível, dias antes do evento, verifique o preço do produto desejado, pesquisando tanto em lojas físicas como em lojas virtuais. A pesquisa de preços permitirá ao consumidor avaliar se é real o desconto do produto durante as chamadas mega Promoções de janeiro.
3) Panfletos: Imprima, capture a tela da promoção, guarde panfletos de ofertas dos estabelecimentos comerciais, pois as informações veiculadas devem ser cumpridas pelo fornecedor. Fique atento e desconfie sempre de preços muito baixos e ofertas milagrosas.
4) Mostruário: Verifique se o produto tem alguma avaria e peça para que a descrição conste em algum documento emitido pela loja. A avaria não pode comprometer a funcionalidade do produto. Se possível, peça para testar antes de finalizar a compra. Produtos de mostruário têm a mesma garantia dos demais.
5) Compras pela internet: Quem optar por comprar pela internet precisa redobrar a atenção e checar a credibilidade da loja. Anote os dados cadastrais, como Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), endereço físico e eletrônico, canais de troca e de atendimento para se resguardar de eventuais problemas.
6) Segurança: Ao efetuar a compras pela internet, imprima ou salve em seu computador a página do site com os dados. Solicite todas as informações referentes à compra por escrito (preço, formas de pagamento, frete, política de cancelamento, características do produto e data de entrega). Leia a política de privacidade do site, especialmente as responsabilidades em armazenar os dados pessoais.
7) Pagamento: Antes de efetuar o pagamento de uma compra pela internet, observe se o site utiliza um sistema protegido (como endereço iniciado por https:// ou imagem do cadeado ativado). Não realize depósitos bancários em nome de pessoa física/caderneta de poupança.
8) Desistência de compra: Para compras efetuadas fora do estabelecimento comercial (internet, telefone, catálogos, etc) é possível desistir da aquisição em até sete dias após a assinatura do contrato ou recebimento da mercadoria. O cancelamento deve ser solicitado por escrito.
9) Entrega: No ato da entrega, só assine o comprovante de recebimento do produto após examinar o estado da mercadoria. Havendo irregularidades, estas devem ser relacionadas no próprio documento, justificando assim o não recebimento.
10) Trocas: Antes de realizar a compra, seja em lojas físicas ou virtuais, o consumidor também deve verificar os procedimentos para trocas e reclamações, pois as lojas só são obrigadas a efetuar a troca por problema na qualidade do produto. Caso o benefício seja acertado previamente com o fornecedor, o consumidor deve exigir por escrito, na etiqueta ou em nota fiscal. Nas compras pela internet, o contrato deve ser disponibilizado antes de finalizar a transação e o consumidor deve imprimir ou salvar em seu computador a página do site com os dados.
11) Garantia: Exija sempre o documento fiscal, que comprova a relação de consumo e será necessário para reclamar, caso haja algum problema com o produto. O prazo para reclamações é de 30 dias para produtos não duráveis (que se extinguem rapidamente com seu uso, como alimentos, por exemplo) e 90 dias para os bens duráveis (que tem consumo prolongado, como aparelhos celulares, geladeira, televisão).
Caso o consumidor tenha alguma reclamação ou dificuldade, poderá procurar uma unidade do Procon em Três Pontas ou em sua cidade ou ainda registrar sua reclamação através da plataforma www.consumidor.gov.br.
O melhor Natal dos últimos 10 anos! É como o comércio lojista se refere às vendas registradas este mês. E para prorrogar os lucros, as lojas agora apostam nas promoções. E o consumidor já está à procura dos descontos.
O Natal já passou, mas até agora os lojistas ainda estão em clima de comemoração. O comércio superou todas as expectativas de venda.
Agora, as atenções estão voltadas para o Reveillon. Para isso, começam as promoções de fim de ano.
O consumidor colabora. Já está nas ruas na caça às promoções. O objetivo mesmo é gastar menos e, de preferência, conseguir mais vantagens.
5 dicas para aproveitar as promoções de Natal
Fica muito mais difícil ter juízo e segurar as pontas quando chega o fim de ano. As promoções de Natal começam a aparecer logo depois da Black Friday e o acúmulo de gastos só aumenta.
O impulso vem de querer presentear com aquilo que a pessoa pediu ou precisa ou de aproveitar que os preços estão mais baixos mesmo quando não é para comprar algo realmente necessário.
Nessa onda de desejos e chamadas atrativas para consumir em todo canto, é preciso tomar cuidado para aproveitar as promoções de Natal que realmente valem a pena. Para isso, vem dar uma conferida nas dicas antes de terminar montar a sua lista.
1. Se antecipe
Assim como na Black Friday, para evitar constrangimentos, o Procon alerta os consumidores para pesquisarem com antecedência os produtos que se pretende comprar, evitando ser enganado com falsos descontos. Pesquisar antes também permite que você encontre melhores preços e já possa realizar suas compras por meio da internet, por exemplo.
2. Estabeleça um limite
Pode ser que você queira comprar presentes para família toda: para seus pais, filhos, primos, aquele tio que gosta tanto. Mas é importante tomar cuidado com isso e estabelecer uma cota limite de gastos. Faça uma lista de todas as pessoas essenciais para presentear e veja quanto é possível gastar para cada presente no final.
3. Se não tiver juros, parcele
Você não pode bancar o valor total de um item que quer muito comprar? Se não tiver juros, parcelar algumas compras vale a pena para não pesar no orçamento. O importante é tomar cuidado para não parcelar todas as compras e começar o ano com um furo no orçamento por vários meses.
4. Preste atenção nos prazos
Quando se trata de promoções de fim de ano, é muito importante ficar atento aos prazos de cada desconto e todas as suas condições, assim como o estoque. Muitas vezes, ao deixar para comprar nos últimos dias, você corre o risco de ficar sem o produto por falta no estoque. Além disso, tome cuidado se for pagar em boleto bancário para não passar da data de vencimento.
5. Não tenha preguiça de pesquisar
Na euforia do momento pós Natal pode ser que você queira entrar na primeira loja e já levar todos os itens da lista que estão em promoção. Esse é um dos maiores erros durante as promoções pós Natal. Pesquise preços, tanto na internet como nas lojas físicas antes de tomar suas decisões. Não vale a pena aquela sensação de sair de uma loja com o presente na mão e encontrar o mesmo item por 70% do preço na outra.
Que crise, que nada! As vendas de Natal parecem ter dado um fim na repetida história de que Três Pontas está em crise. Para a alegria dos lojistas trespontanos as vendas na semana que antecedeu o Natal foram em alta. Tanto que até no domingo (24), véspera do Natal, a Associação Comercial comunicou que as lojas estariam abertas até às 15 horas e o que se viu foram consumidores visitando as empresas e comprando até os minutos finais de atendimento.
Na verdade, quando os relógios bateram às 3 da tarde no domingo (24) muitos consumidores ainda estavam dentro das lojas em Três Pontas e efetuando suas compras. Alguns até tentaram entrar nos estabelecimentos após o encerramento, já com as portas fechadas. O setor supermercadista vendeu em média 10 a 15% a mais, confirmando as expectativas positivas. O grande destaque, além dos presentes, claro, foram os itens para compor a ceia natalina.
As lojas de brinquedos comemoraram uma elevação em torno de 10% nas vendas. O mesmo patamar foi observado nas lojas de roupas e de calçados. Sebastião de Fátima Cardoso, que é comerciante e atual secretário municipal de Indústria e Comércio, disse ao Conexão que no Natal de 2016 as vendas já haviam sofrido uma elevação em torno de 5% e agora os números continuaram reagindo positivamente. “As vendas foram boas sim, as pessoas puderam comprar mais e isso aconteceu até no domingo, dia 24. A economia está um pouco melhor no país e isso gera mais confiança e o cliente não deixa de comprar”, comentou.
As lojas de departamentos não fugiram a regra e também festejam as boas vendas. Apesar dos bons resultados, há ainda aqueles que esperam passar o Natal para aproveitar as mega promoções que acontecem nos próximos dias, ou seja, o movimento, embora em menor escala, não deve parar até a primeira quinzena de janeiro.
Brasil
No País, segundo levantamento da Serasa, as vendas do comércio aumentaram 8,7% nos sete dias que antecederam o Natal, comparado ao mesmo período do ano passado. A Serasa apontou incrementos de 14,2% nas vendas à vista e de 24,2% nas transações a prazo na semana de 18 a 24 de novembro.
NO DOMINGO, VÉSPERA DE NATAL, O COMÉRCIO LOCAL VAI ABRIR!
Há três dias da celebração do Natal os consumidores trespontanos estão indo ao comércio para garantir um bom presente para seus familiares e/ou amigos. Na última semana já foi registrado um aumento em torno de 10% nas vendas de artigos e produtos para o Natal. Como o brasileiro sempre deixa tudo para a última hora, a tendência é que o movimento nas lojas e no comércio em geral cresça ainda mais.
Foto Arquivo Xtp
A Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas elaborou um calendário especial de funcionamento do comércio na cidade, lançou sua campanha de Natal e divulgou vários posts de incentivo para que o trespontano compre no Município. Tudo com o objetivo de fortalecer ainda mais as vendas e lembrar que o dinheiro gasto em três Pontas fica na cidade, garante mais lucro nas empresas, garante a manutenção de empregos e revigora a economia local.
Veja o horário de funcionamento do comércio em Três Pontas para este Natal:
_ 22/12 SEXTA-FEIRA
Das 08h00 às 20h00 (Horário estendido)
_ 23/12 SÁBADO
Das 08h00 às 17h00 (Horário estendido)
_ 24/12 DOMINGO
Das 10h00 às 15h00 (Horário estendido)
Portanto, tempo não faltará para que você possa fazer suas compras em Três Pontas. O comércio local está com grandes promoções e tem recebido a visita de consumidores de várias cidades, sabedores da variedade, qualidade e bons preços aqui encontrado.
Dica de Segurança
Tome cuidado com as compras de Natal. Há sempre pessoas má intencionadas esperando um descuido para agir. Evite carregar grandes quantidades de dinheiro. Dê preferência aos cartões. Divida o dinheiro em vários bolsos. Carregue sua bolsa a frente do corpo. Não ande com celular no bolso de trás da calça. Exija sempre a Nota Fiscal!
CONEXÃO DÁ DICAS PARA VOCÊ TER MAIS CHANCE DE CONSEGUIR UM EMPREGO TEMPORÁRIO.
Depois de duas quedas seguidas, a contratação de trabalhadores temporários para reforçar as vendas motivadas pelo Natal deve voltar a crescer neste ano, puxada pela melhora da economia e pela mudança na legislação dos contratos por tempo determinado, em vigor desde março, que deu mais segurança jurídica para as empresas admitirem. A perspectiva é de que sejam contratados 374,8 mil temporários na indústria, no comércio e nas empresas prestadoras de serviços, contingente 5,5% maior do que o verificado no mesmo período de 2016, segundo estimativas da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem), que reúne 200 agências de emprego.
Do lado dos candidatos, a procura por uma vaga temporária ganhou força neste fim de ano porque o desemprego ainda está em níveis elevados. Levantamento feito em agosto com 2 mil currículos cadastrados no portal de carreiras vagas.com.br revela que 77% dos candidatos pretendem realizar trabalho temporário agora em dezembro 2017. “Foi o maior resultado desde que a pesquisa começou, em 2013”, diz o coordenador do levantamento, Rafael Urbano.
Um dado do levantamento que chama a atenção é que, entre aqueles dispostos a realizar trabalho temporário de fim de ano, 65% pretendem procurar emprego do mesmo tipo neste mês de dezembro. Apesar da reação na oferta de vagas temporárias, o volume do emprego sazonal em 2017 é bem menor do que o registrado três anos atrás, observa Márcia Constantini, presidente da Asserttem.
Em 2014, foram abertas 490 mil vagas nesse período. “Houve períodos em que se chegou a contratar 180 mil trabalhadores só em dezembro”, lembra Márcia.
DICAS PARA CONSEGUIR UM EMPREGO TEMPORÁRIO
Oportunidade para quem precisa fazer um dinheiro extra neste fim de ano
Se você está procurando um trabalho temporário para fazer um dinheirinho extra neste fim de ano, preste atenção nas dicas de Viviane de Jesus, de Relações Humanas da VAGAS.com, para aumentar as suas chances de chegar lá!
6 passos para conseguir um emprego temporário
As maiores oportunidades estão no comércio. É fato que o país está em crise, que as lojas estão contratando menos, mas não é por isso que você pode desistir de trabalhar neste fim de ano. Segundo Viviane, a maior parte das vagas costuma estar mesmo em lojas de roupas e brinquedos;
Para suportar todo o movimento do comércio, oportunidades também costumam surgir na área de alimentação e – por que não? – em estacionamentos. Fique atento, principalmente se você precisa trabalhar, mas sabe que, no fundo, não leva muito jeito para vender;
Aproveite o lado bom das vagas temporárias. Um ponto positivo é que as vagas normalmente não exigem experiência. Essa, sim, é uma vantagem e tanto para quem está começando a carreira, não?
Antes de se candidatar a uma vaga, pense o que exatamente você faz melhor. “É importante lembrar que não existem apenas vagas para vendas, mas também para estoque, por exemplo”, alerta Viviane. Não esquecer que essa dica é essencial porque as vagas temporárias costumam ser remuneradas de acordo com as metas. Ou seja, se você não levar jeito para vender e não conseguir alcançar o objetivo proposto, você não vai ganhar a grana que espera, mesmo tendo trabalhado sem descanso. E, acredite, muita gente garante que nunca tinha trabalhado tanto na vida antes de encarar um trabalho de fim de ano.
Faça um currículo especial para se candidatar a esse tipo de vaga. No campo “objetivo”, por exemplo, mantenha todo o foco na vaga que está em questão. “Mesmo que você seja um engenheiro, para conseguir esse emprego, precisa trocar o ‘objetivo’ por ‘auxiliar de vendas’ ou ‘auxiliar de estoque’, exatamente como encontrar no anúncio”, explica a especialista.
No histórico profissional, se você já tiver alguma experiência com trabalho temporário, destaque essa informação. Se não tiver, deixe um histórico bem curto e se empenhe em descrever suas habilidades. “Você pode contar um pouco do que consegue fazer”, recomenda.
CNC espera crescimento de 4,3% nas vendas de fim de ano em relação a 2016. Queda da inflação, dos juros e do desemprego alimenta expectativa dos varejistas, que devem, ainda, contratar mais trabalhadores temporários
As perspectivas de boas vendas nas festas de fim de ano estão alimentando os sonhos dos varejistas. Após dois anos de recessão e de queda nas vendas do comércio, a reação da economia vai ajudar a reerguer a atividade. O setor prevê que terá, neste Natal, o melhor desempenho em quatro anos.
Motivos não faltam para sustentar o otimismo. A inflação, que tanto comprometeu o poder de compra das famílias, deu trégua este ano. Com a desaceleração dos preços, os juros também caíram. E, se há uma receita que agrada aos consumidores, é a possibilidade de comprar produtos à vista, com preços mais em conta, ou em prestações que caibam no orçamento. Devido ao cenário favorável, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) espera para o Natal de 2017 um crescimento de 4,3% nas vendas.
Outro fator que nutre as expectativas de um Natal mais gordo é a melhora do mercado de trabalho. Após o contingente de desempregados ter atingido quase 14% da população ativa, no auge da recessão, o aumento das contratações — a princípio, em regime informal, e, mais recentemente, também com carteira assinada — reforçam a perspectiva de incremento nas vendas. A expectativa de maior movimento nas lojas, por sua vez, terá peso fundamental para a geração de vagas temporárias no comércio, que devem crescer 9,6% em relação ao ano passado.
Para o próximo Natal, a CNC projeta a geração líquida de 73,1 mil vagas temporárias. Somente o segmento de vestuários e calçados deve responder por 66,9% desses postos de trabalho, prevê o chefe interino da Divisão Econômica da CNC, Fábio Bentes. Os ramos de artigos de uso pessoal e de móveis e eletrodomésticos vão oferecer 16,4% desses empregos. “O crédito mais barato e a inflação menor favorecem os gastos das famílias com a compra de bens semiduráveis e duráveis. Do ponto de vista de recursos para o consumo, teremos certamente um Natal com melhores perspectivas”, prevê o economista.
Outro fator que leva Bentes a apostar em boas vendas no fim de ano é a injeção de R$ 15,9 bilhões na economia, a partir deste mês, com os saques das contas do PIS/Pasep. A medida, autorizada pelo governo, deve favorcer cerca de 8 milhões de consumidores. Embora o valor e o número de beneficiários sejam menores que os envolvidos no resgate das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), no primeiro semestre, é um montante equivalente a 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB), que, certamente, contribuirá com um fluxo extra de recursos para o consumo.
As expectativas para o Natal são positivas não apenas por um benefício exclusivo e temporário do varejo. A previsão de melhora das vendas é um sinal de que o consumo das famílias, que responde por cerca de 60% do PIB, está dando sinais de retomada, ainda que lentamente. E a perspectiva de empregos temporários reforça a confiança dos empresários, que tendem a elevar os investimentos a médio prazo. São sinais macroeconômicos fundamentais para garantir um crescimento sustentado da economia.
Mais um crime foi praticado na calada da madrugada em Três Pontas. Na verdade dois, praticados pelo mesmo elemento nesta segunda-feira (11). De acordo com informações da Polícia Militar de Três Pontas, um sacolão, localizado na Rua Nossa Senhora d’Ajuda, 116, em Três Pontas, foi alvo da ação de um ladrão que furtou uma pequena quantia em dinheiro do caixa, após conseguir invadir o local entrando pelo telhado. Em seguida o mesmo indivíduo teria ido até a Escola Estadual Deputado Teodósio Bandeira e arrombado uma das portas de entrada.
Assim que chegou para trabalhar, por volta das 07h00, o proprietário de um sacolão percebeu que seu caixa estava aberto e que estava faltando o dinheiro deixado ali no dia anterior. Felizmente era uma pequena quantia. O comerciante mostrou para nossa reportagem o buraco nas telhas feito pelo marginal para conseguir acesso ao interior do estabelecimento.
“Está muito difícil trabalhar, a insegurança é grande e os bandidos estão tomando conta. Já é a terceira vez que somos vítimas da ação desses ladrões somente este ano”, explicou o comerciante.
Na mesma madrugada, supostamente o mesmo indivíduo, resolveu invadir mais um local. O escolhido foi a Escola Estadual Deputado Teodósio Bandeira. Uma das portas da escola foi arrombada, mas, segundo informações que nossa reportagem apurou junto a PM de Três Pontas não foi dada a falta de nenhum objeto.
A Escola Estadual Deputado Teodósio Bandeira recentemente foi vítima de um incêndio criminoso. Os marginais foram identificados e presos, os menores envolvidos apreendidos. Mas todos já estão na rua.
Foto Arquivo Xtp
Câmeras de segurança ajudaram a polícia a identificar o autor desses crimes. Ele já é um velho conhecido do meio policial. A PM faz rastreamento em busca do marginal. Até o fechamento desta reportagem ele não havia sido preso.
A Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas fez essa semana o lançamento de sua campanha de fim de ano, com promoções, sorteio de prêmio em dinheiro e ainda divulgou os horários especiais de funcionamento do comércio local.
O slogan da campanha é “No Comércio de Três Pontas suas Compras Valem + (mais)“. Para participar basta comprar nos estabelecimentos participantes (que têm um cartaz afixado em destaque e trocar sua nota fiscal (não deixe de pedir a sua) por cupons e concorrer a um SUPER VALE COMPRAS DE R$3.000,00.
Comprando acima de R$50,00, nas lojas associadas e identificadas pelo cartaz abaixo, basta pedir sua nota fiscal e trocar por cupons e depositar na urna de Sorteio na Associação Comercial. Só há uma urna e ela fica na sede da Acai-TP.
A Campanha “No Comércio de Três Pontas suas Compras Valem +”: 01\12\2017 a 29\12\2017
Sorteio dia 29\12\2017, ás 15H, na Rua Afonso Pena, 33 – Centro, sede da Acai-TP.
O portal Conexão Três Pontas transmitirá ao vivo o sorteio em sua página oficial no facebook.
Com o objetivo de atender empresários que possuem conflitos e desejam tentar uma solução rápida, eficiente e com menor custo, a Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas participará, por meio do Posto Avançado de Conciliação Extraprocessual (PACE), da XII Semana Nacional da Conciliação, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), de 27 de novembro a 1º de dezembro de 2017 em todo o País.
A iniciativa decorre da parceria firmada pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas), Associação Comercial e Agro Industrial de Três Pontas e o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG).
Podem ser inscritos problemas referentes à cobrança de inadimplência, negociação de dívidas, dentre outros conflitos empresariais. Os empresários interessados em participar devem procurar o PACE da sua cidade.
EM TRÊS PONTAS, DESDE 2016, VÁRIAS LOJAS TAMBÉM ENCERRARAM SUAS ATIVIDADES. ESPECIALISTAS ANALISAM.
O comércio varejista brasileiro teve o pior ano da sua história em 2016. O setor bateu recordes de fechamento de lojas, de demissões e de queda nas vendas. Entre aberturas e fechamentos, 108,7 mil lojas formais encerraram as atividades no País no ano passado e 182 mil trabalhadores foram demitidos, descontadas as admissões do período, revela um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC). O ano superou os resultados negativos de 2015 tanto na quantidade de lojas desativadas como em vagas fechadas. Em dois anos, o comércio encolheu em mais de 200 mil lojas e quase 360 mil empregos diretos. Em Três Pontas, nos últimos anos, muitos comércios também têm fechado suas portas. Nos últimos dias, apenas na região central da cidade, 5 lojas encerraram suas atividades, reflexo da crise econômica do país.
“Foram três recordes negativos em 2016”, ressalta Fabio Bentes, economista da CNC e responsável pelo estudo, feito a partir de dados das empresas informantes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O tombo nas vendas até novembro, o último dado disponível do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, foi de 8,8% no ano e de 9,1% em 12 meses para o comércio ampliado, que inclui veículos e materiais de construção (o IBGE divulga os números finais do varejo brasileiro amanhã). Como o Natal, a principal data para o varejo, foi fraco, a chance de se ter atingido no fechamento do ano um resultado menos pior que obtido até agora é pequena.
Bentes observa que, dos três recordes negativos, o mais dramático e preocupante, na sua opinião, é o de fechamento de lojas. “O comerciante só fecha loja quando está desesperançoso com a situação e não volta abrir tão cedo.”
O desânimo do varejo é visível nas ruas de comércio sofisticado e popular. É grande o número de lojas fechadas com placas de aluga-se. “O que chama a atenção é que as placas de aluga-se não eram comuns nas regiões mais nobres”, diz Jamile Ribeiro, coordenadora de marketing da Associação de Lojistas dos Jardins, reduto de lojas de luxo da capital paulista.
A situação não é diferente nas ruas do Bom Retiro, bairro paulistano que reúne lojas de confecção. “Nos últimos dois anos, 10% das lojas fecharam por causa da crise”, observa a secretária executiva da Câmara dos Dirigentes Lojistas do Bom Retiro, Kelly Cristina Lopes.
EM TRÊS PONTAS
Foto Arquivo – Rede de departamentos encerrou suas atividades recentemente em Três Pontas.
Dentre os últimos fechamentos de lojas em Três Pontas, confirmados nos últimos dias, estão uma loja de rede de departamentos na Praça da Fonte, uma loja de confecções femininas então localizada na Rua Coronel Domingos Monteiro de Resende, uma loja de calçados com filiais em outras cidades que funcionava na Rua Dona Isabel, além de dois outros pontos comerciais, um ao lado do outro, na Rua Pedro Augusto Meinberg, em frente a Biblioteca Municipal.
Tradicional loja de calçados do sul de Minas fechou na última semana na Rua Dona Isabel em Três Pontas.
Nossa reportagem apurou que nos últimos 3 meses cerca de 12 estabelecimentos comerciais fecharam definitivamente suas portas em Três Pontas apenas na região central da cidade. Se contarmos os bairros esse número certamente é ainda maior.
Alguns pontos comerciais no centro de TP encerraram suas atividades ou mudaram de endereço.
Para o Presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, Michel Renan Simão Castro, que não tem medido esforços para defender e fortalecer o comércio trespontano, isso é preocupante, porém não foge do que tem acontecido em anos anteriores.
“Quero agradecer a oportunidade e explicar alguns pontos. Sobre a empresa de calçados Mattos Calçados seu proprietário já estava até residindo em Três Pontas mas como não houve acordo contratual em relação ao imóvel onde a loja funcionava ele a transferiu para a cidade de Brasópolis. Quanto a Loja Xavier explico que a saída se deu devido a ‘ajustes na rede’. Ou seja, não foi um fechamento apenas em Três Pontas, outras unidades da rede em outros municípios também foram fechadas e a empresa está readequando suas unidades. E aqui em Três Pontas temos um comércio de lojas de departamentos bem forte com o Magazine Luiza, EletroZema, Lojas IM, Edmil, entre outras.
Isso é corriqueiro acontecer e Três Pontas não tem muita rotatividade em abertura e fechamento de empresas. Temos um histórico de empresas com muita força. Não há motivos para temor. Já é tradicional que muitas empresas no Brasil passem muitas dificuldades nos primeiros anos.
Com relação ao final de ano quero dizer que vários fatores sinalizam para um incremento nas vendas e isso é muito bom. O primeiro fator é que muitas pessoas que estavam negativadas e que não podiam comprar, agora estão de volta e consumindo mais. Mais pessoas estão aptas ao mercado de consumo. Segundo pesquisas do SPC e do Serasa o mercado está dizendo que haverá um aumento nas vendas natalinas. Acredito que esse número será de cerca de 15%, o que é muito bom para o comércio e para a economia do Município, bem como de outras cidades.
Finalizando sobre empregos, quero lembrar que em 2015 e 2016 cerca de 2 milhões de empregos foram fechados a cada ano no Brasil. Esse ano os números já são positivos em torno de 150 mil vagas. Temos boas expectativas para o final de ano. Ressalto que a maior empregadora em Três Pontas ainda é o agronegócio. Em termos econômicos o agronegócio cai para o quarto lugar em Três Pontas, tendo a sua frente o setor de serviços em primeiro lugar, em segundo lugar o comércio e em terceiro a indústria”, pontuou.
Michel Renan Simão Castro, presidente da AcaiTP.
Segundo o comerciante e atual Secretário Municipal de Indústria e Comércio de Três Pontas, Sebastião de Fátima Cardoso (Tiãozinho Vermelho), a situação realmente é preocupante.
“A situação do país é complicada e aqui em Três Pontas não é diferente. Está faltando dinheiro e com isso ele está em escasso no mercado. O dinheiro não está circulando. Muitos se iludiram com crediários, fizeram muitas contas e agora estão com o pé no freio. Abriram muito a guarda. Agora, próximo ao Natal, o consumidor retém seu dinheiro e deixa pra gastar mais perto do fim de ano.
Quanto ao fechamento de alguns pontos comerciais quero dizer que realmente isso é muito ruim para Três Pontas. Assim o consumo vai diminuindo e empregos caindo. Três Pontas tem as suas particularidades, dentre elas a dependência em torno do café. Diria que até já dependeu mais, mas o café ainda ocupa local de muita importância. Hoje em dia o comércio emprega muito mais que há anos atrás. E ressaltar que quando o café está bom a cidade sempre positivamente, mas quando não está amargamos o consumo menor.
Sobre inadimplência quero dizer ao Conexão que ela vem caindo nos últimos anos. Há uma nova visão com juros diminuindo, inflação mais baixa e uma luz no fim do túnel. Sempre nessa época do ano a inadimplência cai. Eu diria que o número de pessoas que não saldam seus compromissos vem caindo. As pessoas estão mais conscientes. Finalizo dizendo que a Secretaria Municipal de Indústria e Comércio tem lutado para trazer novas indústrias e teremos boas notícias, novidades nas próximas semanas”, explicou Sebastião Cardoso.
Sebastião Cardoso, secretário municipal de Indústria e Comércio.
PRESIDENTE DA ACAI-TP TAMBÉM FALA DAS PERSPECTIVAS PARA O NATAL
O hábito dos brasileiros, de encher cofrinhos, tira de circulação um terço das moedas emitidas no país por ano. Para desespero de comerciantes, caixas e cobradores de ônibus, a população guarda até 7,4 bilhões de unidades que deveriam estar no mercado, facilitando o troco e viabilizando transações. As medidas para driblar a falta de moedas passam pelo apelo aos clientes e até recompensas para os consumidores que pagam com o dinheiro de metal. Para piorar, o custo de produção das moedas é maior do que o das cédulas e, na maioria delas, o valor não paga o gasto com a confecção.
Conexão entrevistando o presidente da Acai-TP, Michel Renan Castro.
Aqui em Três Pontas a situação não é diferente. O comércio tem enfrentado muitas dificuldades com a falta de moedas, tanto que o presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, Michel Renan Simão Castro, solicitou ao Conexão que abordasse o tema. Acompanhe a entrevista que também aborda os preparativos e perspectivas para o Natal deste ano:
Situação é pior nos bairros
Nos mercados menores, distantes de bancos, é comum ter cartazes pedindo por troco e até oferecendo dinheiro para compra. Segundo alguns comerciantes muitas vezes não basta ir até o banco para conseguir trocar cédulas por moedas. “Muitas vezes, o banco também não tem. A gente precisa fazer um agendamento para as trocas. Não é fácil”, alerta. Outro problema é quando saem moedas comemorativas, como na época das Olimpíadas. “A situação fica ainda mais crítica. As pessoas colecionam”, diz.