Categoria: Destaque

  • A DOR QUE DÓI MAIS por Nilson Lattari

    A DOR QUE DÓI MAIS por Nilson Lattari

    Todos nós temos dores. De uma pequena pancada aqui, um roxinho que aparece depois de um encontro casual com algum objeto, o tal mau jeito nas costas (sempre as costas encontram esse mal para nós), o peso mal calculado na academia, todas capazes de nos fazer chorar, que seja uma lagrimazinha ou um muxoxo, uma cara triste.

    Choramos por dor, mas às vezes é bom chorar, porque choramos de alegria, choramos pela vitória e choramos pela derrota. Derramamos lágrimas de pura emoção, contentamento, pela perda, pela falta; tem gente que chora por tudo, até por tristeza.

    Chorar por dor é um desafogo, um descanso para a alma, como se um balde prestes a encher transbordasse finalmente por um motivo qualquer. Igual manteiga derretida que se esvai pelos cantos da manteigueira, quando a esquecemos fora da geladeira (sempre um esquecimento).

    E, nesse esquecimento, choramos para desaguar as mágoas, e no fundo não esquecemos coisa nenhuma, e a cada lembrança vem aquele caudal de lágrimas.

    Usamos lágrimas para tudo, inclusive quando dói demais.

    Mas, de todas as dores, daquelas que nos faz chorar, não conter as lágrimas, ou contê-las por um minuto, que o transbordo já começa a ultrapassar a barreira dos olhos, como a enchente que pega de surpresa a ponte, o reservatório de águas, além das suas forças; é aquela que não marca, não deixa o roxo, o vermelhão do encontro casual; não está na notícia da perda, que nos faz perder o fôlego, como aquele que as crianças vão buscar no fundo da alma, e que todos, em suspense, aguardam a chegada com alívio; o grito que abala o ambiente, que ensurdece os ouvidos, do ser contido no colo, na tentativa de apaziguar a alma que esbulha as gotas salgadas no próprio rosto ou no rosto de quem acalenta, é a dor do silêncio a mais triste.

    Nada acalenta o não retorno, a decisão sem volta, a comunicação do desfeito, do encontro do outro ou da outra que se completa em outro alguém, que não nós, e que nos tira do circuito amoroso, a dor da exclusão, da realidade, do fato em si, daquilo que atinge os outros e não a nós mesmos.

    É aquela dor que marca como o chumbo derretido, a fumaça que o fogo cruel deixa no ar, da atmosfera que será sempre lembrada, do dia sempre remarcado na folhinha ao longo de muito tempo, como a comemoração do vazio, do antes e do depois; do arrependimento de ter encontrado, mas uma dor que lembra também a experiência do nunca fazer de novo, promessas tantas vezes repetidas, mas que guarda no fundo uma mágoa transcendente, também transbordante, que se consuma em lágrimas a cada momento revivido.

    Rever as lembranças agradáveis até a desconstrução ao seu final é uma dor irreparável, incurável, que deixa sequelas, rostos tristes, esperanças de voltas nunca acontecidas.

    A dor mais sentida é a dor da indiferença, de saber que por mais que queiramos, que venhamos a insistir, a dor não reparará nunca a quebra do elo da paixão perdida.

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  • CHUVAS DE VERÃO

    CHUVAS DE VERÃO

    Tudo bem que no Brasil as estações do ano não sejam bem definidas, à exceção de um inverno chuvoso e de um verão extremamente tropical. Falo da indefinição quanto às outras estações. Até mesmo no inverno, no Rio de Janeiro, por exemplo, pela ausência das chuvas e com a presença do sol, temos o chamado “veranico” de julho. É certo que iniciando o mês de agosto, o inverno vem permeado por um ventinho chato, que é normal, mas, quando chega traz algo de inesperado.

    Mas, no verão, principalmente, as chuvas me trazem uma certa nostalgia. É quando os dias quentes são repentinamente banhados com as pancadas súbitas de uma chuva com suas gotas grossas e frias que nos surpreende nas ruas. E logo depois o sol dá o ar de sua graça, esbanjando claridade, iluminando os estragos pelas ruas. Em janeiro, as chuvas trazem as surpresas das enchentes e quedas de barreira, e em março elas fecham o verão.

    Mas, eu volto a lembrar da nostalgia que a chegada do verão me anuncia. Ele começa, não pela data, mas pelo fato, em novembro e traz aquela lembrança do Natal chegando, do final de ano, presentes, apertos de mãos, correrias, um ar diferente no ar. A minha melhor lembrança é um certo clima de coisa passada, de fazer novos planos para o ano que começa.

    E como as chuvas de verão são coisas passageiras, principalmente, os desejos de feliz natal, prosperidade, chavões entre nós, são passageiros, também.

    Porém, existem as outras chuvas de verão. Amores passageiros, amores de carnavais, o primeiro dia de trabalho no emprego novo, que, ao longo tempo, vai dando lugar ao tédio, amor que se distancia no tempo. Chuvas de verão são gotas que nos pegam de surpresa, não ventanias, são lágrimas quase de alegria que caem do céu nos surpreendendo. Ventanias são notícias amargas, súbitas e inesperadas.

    As chuvas têm o som ritmado nos telhados, algumas trovoadas provocativas, como um trem que passa de passagem sem parar na estação, um palhaço sorridente no alto do vagão anunciando o circo na cidade. Uma nuvem branca invade os bairros, obrigando os carros a acenderem os faróis. A vida é um pouco assim. Feita de assaltos e sobressaltos.

    Para falar em assaltos, falemos da nostalgia que nos chega de forma doce e romântica, nos faz pensar, de momentos e instantes passionais. Dos sobressaltos, somos invernos, outonos, primaveras, e verões, inconstantes, indefinidos. Somos nuvens passageiras, recheadas de chuvas de verão.

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  • Vendas para o Dia dos Pais sobem entre 2,5% e 4% em 2018

    Vendas para o Dia dos Pais sobem entre 2,5% e 4% em 2018

    O Dia dos Pais movimentou mais de R$ 5,4 bilhões no varejo este ano. A informação dos principais marcadores econômicos acabaram de sinalizar que as vendas tiveram um crescimento real de 2,5% a 4% em relação à mesma data de 2017, como destacou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O Dia dos Pais está entre as seis datas mais importantes do calendário varejista brasileiro. A compra de presentes vai corresponder a 8,3% de todo o faturamento esperado para o mês de agosto.

    O avanço confirmado pelo segundo ano consecutivo no volume vendido pelo comércio varejista ainda não foi suficiente para compensar as perdas registradas em 2015 (-2,1%) e 2016 (-9,4%). Em 2017, houve aumento de 3,6% nas vendas.

    “Nem mesmo a inflação mais baixa em 18 anos acelerou fortemente as vendas, pois há perda de fôlego na economia, e o mercado de trabalho ainda está enfraquecido”, justificou Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC, em nota oficial.

    Em 2018, os líderes de vendas foram os segmentos de hipermercados e supermercados (R$ 2,0 bilhões), lojas de eletroeletrônicos e utilidades domésticas (R$ 781,1 milhões) e itens de vestuário e calçados (R$ 622,9 milhões).

    O aumento sazonal do consumo em relação ao mês anterior gerou 10,2 mil postos de trabalho temporários, uma oferta de vagas 2,4% inferior à de 2017, quando foram contratados 10,4 mil trabalhadores nessa condição.

    Em 2014, antes da crise, o comércio varejista criou 20,6 mil vagas temporárias para dar conta do aumento na demanda impulsionada pelo Dia dos Pais.

    De cada dez vagas criadas este ano, quatro serão no setor de hipermercados e supermercados (4,1 mil postos). O salário médio de admissão deverá ser de aproximadamente R$ 1.221, 1,3% a menos, em termos reais, do que os R$ 1.180 pagos aos temporários contratados no mesmo período do ano passado.

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    Roger Campos

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  • AGORA: ACIDENTE DE TRÂNSITO COM DUAS MOTOCICLETAS NA PRAÇA DO CEMITÉRIO EM TRÊS PONTAS

    AGORA: ACIDENTE DE TRÂNSITO COM DUAS MOTOCICLETAS NA PRAÇA DO CEMITÉRIO EM TRÊS PONTAS

    De acordo com informações da Polícia Militar de Três Pontas, uma motocicleta Honda XRE 300 e uma motocicleta de trilha se envolveram em uma colisão na manhã deste sábado (11), por volta das 07hs, na Praça Monsenhor Silveira (Praça do Cemitério).

    Segundo as primeiras informações, inicialmente as vítimas não queriam efetuar o registro da ocorrência. O SAMU foi acionado e providenciou o socorro das vítimas para o Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas há poucos instantes, sendo que uma das envolvidas com ferimentos leves e outra com suspeita de fratura num dos braços.

    Ainda conforme a PM, a moto de trilha, sem placa, foi levada pelo próprio condutor para sua casa, sendo que o mesmo retornou ao local do acidente em uma caminhonete. Uma guarnição da Polícia Militar se dirigiu até a residência desse envolvido para identificar a moto de trilha, mas foi encontrada “empoeirada e com o motor frio”, o que contraria a versão de que esse veículo seria o que se envolveu no acidente. O objetivo dos militares, agora, é descobrir qual veículo realmente participou dos fatos, onde foi “escondido” e se possui alguma irregularidade.

    A perícia de Varginha foi acionada mas o local está inidôneo.

    A PM está registrando a ocorrência. As identidades dos envolvidos não foram reveladas.

     *Última atualização: A motocicleta procurada foi encontrada e apreendida na Rua Agnelo Araújo, segundo a PM, às 09h20.
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    Roger Campos

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  • Posso ter minha Carteira de Habilitação suspensa por estar devendo?

    Posso ter minha Carteira de Habilitação suspensa por estar devendo?

    CIDADÃO, ENTENDA O SEU DIREITO

    Há duas semanas, nossa coluna semanal explicou que não existe prisão civil por dívida no Brasil (ressalvado os casos do devedor de prestação alimentícia), tendo em vista que é o patrimônio do devedor que responde por suas dívidas. Ou seja, após o processo judicial transitar em julgado (quando não cabe mais recurso), dá-se início a fase de execução, onde o credor tomará todas as medidas possíveis para expropriar o patrimônio do devedor no intuito de ver seu crédito satisfeito, como por exemplo, ver se o devedor possui dinheiro em agências bancárias, veículos em seu nome, bens móveis ou imóveis passíveis de penhora, dentre outras medidas de constrição.

    E se o devedor não possuir nenhum patrimônio capaz de pagar sua dívida, quais outras medidas coercitivas ele poderá sofrer?? Dentre várias outras medidas, o devedor poderá SIM ter sua Carteira Nacional de Habilitação SUSPENSA enquanto ele não quitar integralmente sua dívida, desde que esta medida atípica e excepcional seja devidamente fundamentada e justificada, conforme recente entendimento exarado pela 4ª Turma do STJ em junho de 2018, quando do julgamento do RHC nº 97.876/SP.

    Neste julgado, o Relator do caso, Min. Luis Felipe Salomão, ressaltou que o juiz possui a prerrogativa de determinar todas as medidas que estiverem ao seu alcance para assegurar o efetivo cumprimento da ordem judicial, como por exemplo, solicitar ao DETRAN que determine a imediata SUSPENSÃO da Carteira Nacional de Habilitação do devedor até que ele quite sua dívida, o que, de certa forma, força e compele o devedor a cumprir com sua obrigação, notadamente em razão da importância da CNH nos dias atuais, senão veja-se o dispositivo legal em questão:

    Art. 139. O Juiz dirigirá o processo conforme as disposições deste Código, incumbindo-lhe:

    (…)

    IV – determinar todas as medidas indutivas, coercitivas, mandamentais ou sub-rogatórias necessárias para assegurar o cumprimento de ordem judicial, inclusive nas ações que tenham por objeto prestação pecuniária.

    Vale ressaltar, por oportuno, que a possibilidade de SUSPENSÃO da CNH do devedor NÃO fere o seu direito constitucional de “ir e vir”, direito este que poderá continuar a ser exercido normalmente, desde que ele não o faça como condutor de veículo automotor. De fato, entender essa questão de forma diferente, significaria dizer que todos aqueles que não detém habilitação para dirigir estariam constrangidos em sua locomoção, o que não merece prosperar.

    Portanto, fique atento, pois se você estiver respondendo por uma dívida oriunda de um processo judicial já transitado em julgado, você poderá SIM ter sua Carteira de Habilitação Suspensa!

     

    MARCELL VOLTANI DUARTE

    OAB/MG 169.197

    (35) 9 9181-6005

    (35) 3265-4107

    Rua bento de brito, 155, centro

    três pontas-mg 

    Advogado no escritório de advocacia Sério e Diniz Advogados Associados, Pós Graduando em Direito Processual Civil pela FUMEC, Graduado em Direito pela Faculdade Três Pontas/FATEPS (2015), Membro da Equipe de Apoio do SAAE – Três Pontas-MG (2016), Presidente da Comissão Jovem da 55º Subseção da OAB/MG, Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Sustentável do Município de Três Pontas/MG, Professor Substituto e de Disciplinas Especiais.

     

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  • Grupo Unis promove e sedia atividades durante a Virada Varginha 2018

    Grupo Unis promove e sedia atividades durante a Virada Varginha 2018

    Entre os dias 16 e 18 de agosto será realizada a terceira edição do evento Virada Varginha. Em 2017, durante a sua segunda edição, foram mobilizadas mais de 150 atividades e atrações totalmente gratuitas cujo propósito, em algum nível, contribuem por uma cidade e sociedade melhores.

    Reforçando o compromisso com o desenvolvimento social e cultural da região, o Grupo Unis irá participar do evento promovendo e sediando inúmeras atividades com a participação de alunos e professores dos cursos de Engenharia de Produção, Educação Física, Fisioterapia e Medicina Veterinária.

    Produção de brinquedos a partir de materiais recicláveis, festival de pipas, consultoria para melhorias na produção de pequenos empreendimentos, Blitz educativa da Medicina Veterinária e campanha de arrecadação de brinquedos usados, serão algumas das atividades que contarão com a participação do Grupo Unis.

    De acordo com o Departamento de Responsabilidade Social da Instituição, a participação da educação na construção de uma sociedade mais próspera, autônoma e justa são fatores essenciais para o protagonismo da sociedade, permitindo com que seus agentes sejam promotores de sua própria história. Assim sendo, torna-se fundamental que atividades que pautem o desenvolvimento da cidadania, a sustentabilidade, conservação ambiental, prosperidade econômica, ética e inclusão social estejam inertes na sociedade, motivando o crescimento pessoal e comunitário.

    Neste ano, o festival tem como foco principal abraçar a causa da revitalização da antiga linha férrea, levando a comunidade a se sensibilizar e debater melhorias na via que pode ser reparada para que a própria comunidade varginhense faça uso em forma de lazer, caminhadas, ciclismo, entre outros.

    A antiga linha férrea tem cerca de oito quilômetros de extensão no perímetro urbano e conecta vários bairros do extremo sul ao extremo norte de Varginha. Além disso, a Virada estará presente em praças, parques, escolas, museus, teatros, universidades e vários espaços diversos no município.

     

     

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    Roger Campos

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  • Grupo Unis inaugura Laboratório de Fabricação digital aberto à comunidade

    Grupo Unis inaugura Laboratório de Fabricação digital aberto à comunidade

    Você já ouviu falar em FABLAB? É um termo que vem do inglês “Fabrication Laboratory” (Laboratório de Fabricação), e consiste em um espaço no qual pessoas de diversas áreas se reúnem para realizar projetos de fabricação digital de forma colaborativa.

    Um FABLAB é tipicamente equipado com uma série de ferramentas controladas por computadores flexíveis que cobrem várias escalas de comprimento e materiais diferentes, permitindo a realização de inúmeras atividades simultaneamente.

    Reforçando o compromisso da Instituição com a inovação e com o desenvolvimento da região, o Grupo Unis está inaugurarando no mês de agosto o seu próprio FABLAB na Cidade Universitária. “O objetivo é desenvolver uma cultura de aprendizagem através da prática, a ‘Aprendizagem Maker’. Essa iniciativa irá permitir que os estudantes coloquem a mão na massa na realização de projetos, além de organizar um espaço transdisciplinar e aberto ao exterior”, explicou o Reitor do Centro Universitário do Sul de Minas, Prof. Me. Stefano Barra Gazzola.

    O FABLAB da Cidade Universitária estará à disposição de alunos e professores dos cursos de graduação e pós-graduação para o desenvolvimento de projetos, pesquisas e atividades de ensino.

    Porém não é só a comunidade acadêmica que será beneficiada por essa iniciativa, o espaço estará aberto para a realização de atividades de extensão promovidas pela comunidade, e também para profissionais, empreendedores, startups e empresas que buscam desenvolver protótipos ou pequenas séries de produtos com finalidade comercial, bem como para promover capacitações e atividades que estimulem a criatividade.

    “Acompanhando de perto a tendência educacional global por meio de visitas técnicas e intercâmbios em países de educação de ponta, como a Finlândia, por exemplo, decidimos investir nesse segmento. Com o apoio do Banco Santander e do Porto Seco Sul de Minas, o FABLAB foi criado com o intuito de permitir que qualquer pessoa possa ter acesso à fabricação digital e a uma rede global de conhecimentos”, ressaltou o Prof. Stefano.

    Empresas interessadas em contribuir com o Grupo Unis na criação desse ecossistema de inovação, incentivando as práticas de projetos colaborativos e o aprendizado participativo, podem entrar em contato conosco pelo número: 3219-5103.

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    Roger Campos

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  • OS ASPECTOS JURÍDICOS FUNDAMENTAIS DAS FRANQUIAS

    OS ASPECTOS JURÍDICOS FUNDAMENTAIS DAS FRANQUIAS

    A área de franchising, atualmente é um das maiores e promissores no país. Desta forma a preocupação com o alicerce jurídico de um Sistema de Franquia deve estar presente desde a formatação da franquia, e ser seguidos nos relacionamentos diários entre os envolvidos.

    Assim para que exista uma relação harmoniosa e de sucesso, na qual o FRANQUEADOR, o detentor da titularidade da marca registrada no INPI, da tecnologia envolvida no negócio e do know-how, cede ao FRANQUEADO, quem efetuará o pagamento dos royalties e fará o investimento para abertura da unidade franqueada, de forma exclusiva ou semi exclusiva, o direito de uso e exploração da marca, produtos e serviços, bem como da utilização do sistema operacional desenvolvido ou atidos pelo FRANQUEADOR.

    Por seu turno, a lei 8.995/1994, que regulamentou o franchising no Brasil, na qual não vislumbra a formatação do contrato, mas entende-se que deve seguir os princípios gerais do Direito Civil, servindo estes como parâmetros para análise, elaboração e interpretação do contrato.

    Entretanto, a referida lei, determina como será o processo de franqueamento e do direito de utilização da marca. Tendo como principal exigência legal, a apresentação da COF (circular de Oferta), devendo ser entregue ao pretenso candidato com antecedência mínima de 10 dias, da assinatura do contrato ou pré-contrato, contendo uma série de informações sobre o negócio, dentre eles: os balanços financeiros, taxas, investimento inicial, layout e o suporte oferecido pela empresa franqueadora, história do empreendimento, a existência de demandas judiciais que envolvam a franquia, cópia do contrato de franquia.

    Lado outro, imperioso se faz esclarecer que, nada obstante, a ausência do cumprimento dessa condição não resulta na imediata anulação do contrato, estando incumbindo ao magistrado avaliar de forma mais apurada cada caso.

    Desta forma, a lei 8.995/94, é considerada por muitos insuficiente, por considera-la antiga, o que ensejou a criação do Projeto de Lei Complementar nº 91/2013, com o intuito de complementar a Lei de Franquia, na qual o empreendedor que possui o interesse de iniciar sua franquia, deverá ter ao menos 01 ano de existência. Fazendo, assim, com que as empresas novas e sem o devido know-how deixem de se multiplicar e façam com que diversos investidores venham a ter maior segurança no seguimento de sua preferência.

    Por isso, se torna essencial, a análise estratégica jurídica para definir a formatação do seu negócio, balizando-se em um alicerce jurídico forte, assim evitando o risco de enfraquecimento da marca no mercado, por não estar consolidando sua forma de trabalho e por seu turno trazendo diversos problemas jurídicos.

     

    Chalfun Advogados

    Dr. Guilherme Dias OAB n° 185.636

    [email protected]

     

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  • A ARTE DE EMAGRECER EM REVISTAS

    A ARTE DE EMAGRECER EM REVISTAS

    Um dia desses, estava na sala de espera de uma academia de Pilates, essa arte de se expor em aparelhos semelhantes às camas de torturas da Idade Média, com seus penduricalhos caindo do alto, esticadores sustentados por molas, e exercícios de contorcionismos em formas abauladas, quando me deparei, à minha esquerda, expostas em cabides, diversas revistas dessas que mostram em suas capas fórmulas consagradas e definitivas de emagrecimento.

    Emagrecer, hoje, é o grande mistério que abastece o inconsciente coletivo. Todos e todas se sentem gordinhos, carregadores de pochetes, breves a se transformar em pneumáticos infláveis ao redor do corpo, isso de acordo com as expressões que os descontentes empregam para si mesmos.

    Mas, não é esse o caso discutir os eufemismos balofos. O interessante são as manchetes anunciando as fórmulas milagrosas, com chás emagrecedores, ou secadores, na linguagem dos descontentes, ou então a combinação fantástica de frutas, cereais novos e misteriosos, misturas de ingredientes recentemente descobertos pela medicina dos leitores, no seu boca a boca espalhando as últimas novidades.

    Cada uma delas garante, sem sombra de dúvida, um tempo pré-definido de uma semana, precisamente o tempo de duração até o próximo lançamento da revista, com outra fórmula milagrosa e fotos de leitoras super felizes com as aplicações de emagrecimento. As revistas vendem aquilo que todos desejam comprar, a qualquer preço.

    A curiosidade minha veio, justamente, dessa combinação de manchetes, enfileiradas nos cabides. Resolvi somar todas elas e cheguei à conclusão que ao final de dez a doze semanas, as candidatas e candidatos a emagrecimento mágico teriam desaparecido no ar.

    Não. Acredito que qualquer um que faça essas contas chegará a esta brilhante conclusão. Há quanto tempo procuramos fórmulas mágicas para a solução dos nossos problemas? Desde encontrar o corpo perfeito, na busca do amor, na busca do emprego ideal, na busca de um sentido de vida, na busca de explicações de nossas crenças. E as procuramos nas bancas de jornal, ou pelo menos uma parte, quem sabe grande de nós.

    Antes, a leitura dos horóscopos nos dava uma esperança em adivinhar o futuro, depois o aparecimento dos gurus, e agora a medicina é a aposta, com uma sociedade cada vez mais medicamentosa.

    Capas de revistas, conselhos de famosos e famosas substituem as bulas dos remédios, e muitas vezes os profissionais da medicina.

    Somando tudo isso, chegamos à conclusão que estes tempos anunciam os tempos das expectativas, que estão muito além das nossas esperanças, criando um mundo cada vez mais imperfeito, na medida em que nosso desejo de perfeição se aperfeiçoa.

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  • ONDE ESTÁ A EDUCAÇÃO? VOCÊ SABE O QUE É PEDESTRE?

    ONDE ESTÁ A EDUCAÇÃO? VOCÊ SABE O QUE É PEDESTRE?

    PRECISAMOS URGENTEMENTE DE UMA CAMPANHA NO TRÂNSITO EM TRÊS PONTAS!

    Gente, sem parecer sensacionalismo, pelo amor de Deus, precisamos fazer algo urgentemente no trânsito em Três Pontas. Hoje venho relatar um fato que presenciei, tomei as dores e me senti envergonhado, sendo instrutor do Detran-MG e também do Detran-SP, vendo o desrespeito e os absurdos que fazem com o pedestre em nossa cidade todos os dias.
     
    Hoje (10/08) eu estava de motocicleta, às 18hs, parado no farol vermelho em frente ao Clube Trespontano, na Rua Domingos Monteiro de Resende. Na minha frente um Fiat Pálio prata que preservarei a placa. Um rapaz de uns 30 anos cheio de sacolas nas mãos iniciou a travessia NA FAIXA DE PEDESTRE! Eis que durante a travessia do pedestre abriu o farol para os veículos e o “tocador de carro pra frente” (chamá-lo de motorista seria uma grave ofensa aos verdadeiros condutores) acelerou e obrigou o pedestre a correr. Mais que isso, a disparar e ainda assim continuou acelerando, por pouco não o atropelou NA FAIXA DE PEDESTRE.
     
    Como conhecedor do Código de Trânsito Brasileiro e professor de Legislação tenho o dever de dar exemplo (embora infalível seja somente Jesus Cristo), sem esquecer que também erro, como qualquer um de nós. E tenho, como cidadão, a obrigação de lutar por um trânsito mais respeitoso, menos voraz, menos assassino. Depois desse absurdo que presenciei o “tocador de carro pra frente” colocou o braço pra fora (estilo “curtindo a vida adoidado”) e arreganhou um sorriso no rosto.
     
    Fui atrás do cidadão e em frente ao Shopping Tiãozinho Vermelho emparelhei a moto com o Pálio e o questionei:
     
    _ Ei, você está maluco? Você não viu o pedestre? Como que você faz um absurdo desse e ainda sai rindo?
    Ele me respondeu em tom irônico: “O que eu fiz de errado? O farol abriu pra mim e eu passei, ele estava errado…”
    Aí emendei:
    _ Amigo, pedestre (por ser mais frágil que um veículo automotor, segundo o CTB, tem preferência em qualquer situação a partir do momento que coloca um dos pés na rua para atravessar e durante TODO O MOMENTO DA TRAVESSIA, na faixa, fora da faixa, no farol verde, vermelho ou amarelo. Você poderia ter matado o rapaz…
     
    Acelerei e fui embora com azia. Já pensou se fosse uma criança ou um idoso que não pudesse correr ou alguém numa cadeira de rodas? Sua mãe, seu pai, seus avós? Absurdo, revoltante!
    foto ilustrativa
     
    Não estou aqui para apontar o dedo para ninguém, até porque no trânsito muitos cometem erros, como virar sem dar seta, parar ou estacionar em local proibido, etc. Falhas que, claro, não poderiam ser cometidas por ninguém. Por isso me policio diariamente e penso que todos deveriam fazer o mesmo.
     
    Eu já errei no trânsito, fatalmente errarei, muitos de nós idem. Mas respeitar o pedestre é item básico e de sobrevivência, diferente de parar em frente a uma garagem, por exemplo (que também deve ser punido).
     
    Como paulistano, conheço aquela loucura do trânsito de uma capital e mesmo lá, com fluxo centenas de vezes maior e mais complexo, vejo respeito em boa parte das ações aos pedestres. Lavras, onde também trabalho, é um exemplo claro de total respeito ao pedestre. Fico de boca aberta ao ver como lá as coisas funcionam. Pedestre pisou na faixa, já era, todos param e esperam calmamente. Em São Lourenço é da mesma forma. Três Pontas é o caos, uma vergonha.
     
    Como instrutor de auto escola faço meia culpa e digo que o nível de aprendizado e a carga horária exigidos pelo Detran em todas as auto escolas do estado e do país são uma piada, um disparate. Um médico se forma em 8 anos, um jornalista em 4, várias profissões em 5 ou 6. Mas se forma um motorista em 60 dias. Que isso? Estamos colocando pessoas despreparadas nas ruas todos os dias.
     
    Também cobro e sugiro uma campanha forte, grande, abrangente do CONSCIENTIZAÇÃO NO TRÂNSITO DE TRÊS PONTAS, com envolvimento da Polícia Militar e Guarda Civil Municipal; da Prefeitura Municipal através das secretarias de Educação e Transportes e Obras; auto escolas, veículos de comunicação, representantes de classes, empresas de transporte, taxistas, motoboys, entre outros.
     
    Não dá pra continuar assim. Não quero ter que ficar fazendo comparativo sempre colocando a pior situação na cidade que vivemos e amamos. Que tal descruzarmos os braços e acordamos? Ou vamos esperar que as tragédias e o sangue derramado no asfalto continuem apenas virando estatísticas?
     
    Se você pensa diferente, problema seu. Mas se você quer paz e respeito no trânsito o problema é de todos nós!
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    Roger Campos

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  • A ARTE DE ESQUECER GUARDA-CHUVAS por Nilson Lattari

    A ARTE DE ESQUECER GUARDA-CHUVAS por Nilson Lattari

                – Senhor, o seu guarda-chuva! Disse a acompanhante do ônibus, lembrando o acessório, como se a última coisa que ela desejasse fosse devolver algo perdido para o seu dono, ou simplesmente lembrar que o pequeno animal de estimação, que havia sido a companhia na manhã chuvosa, não devesse ser abandonado assim, em qualquer lugar, encostado em uma parede anônima. Mas, simplesmente, dando um aviso como se fosse uma advertência.

    – Pensou que iria esquecer o coitado, né? Principalmente depois que a chuva passou, como a dizer quem comeu a carne, agora roa o osso.

    Quantas vezes, e por tantos, um guarda-chuva não esteve perdido encostado em algum lugar, deitado inerte em uma cadeira de espera, quando a chuva passa e ele passa a ser um peso a ser carregado como uma obrigação, um companheiro de casamento irremediavelmente junto até que a morte ou o esquecimento e perda o separe.

    Quem bom seria se pudéssemos esquecer guarda-chuvas que fossem a angústia, o desapontamento, a derrota, e tudo aquilo que de mau nós estivéssemos, obrigatoriamente, carregando. E carregando em dias chuvosos e nebulosos.

    Seria como um sol que se abrisse diante do infortúnio. Porta aberta para a alegria, em troca de sentimentos ruins esquecidos em uma varanda, em um beco, uma sala de espera de consultório, em um cinema, ou em um ônibus, levando para o seu ponto final aquilo que queremos nos desfazer.

    Guarda-chuvas são usados contra as gotas impiedosas que caem do céu, lembrados quando somos surpreendidos pelas águas em plena rua, na saída do trabalho, lembrados no tempo ruim, no vento que espalha o líquido celeste para todos os lados.

    Guarda-chuvas se batem e se cumprimentam pelas ruas tempestuosas, da chuvinha fina e irritante aos vendavais, como seres acima de nós a se olharem e finalmente, vitoriosos, a transformar as ruas em meios-círculos a se espalharem como plantações de estranhas frutas de diversas cores e desenhos pelas calçadas.

    Uma visão de cima de um prédio sobre uma multidão que caminha com guarda-chuvas pelas ruas transformam os seres humanos em seres alienígenas.

    Pendurados nos braços em paradas de chuvas, vão oscilando como objetos desnecessários, jogados nos ombros, como o estorvo, ocupando espaços tão necessários para um abraço, um cumprimento.

    Têm uma elegância, quando carregados de uma forma natural pelas ruas, são armas de defesa, de ataque, brincadeiras de crianças a desobstruir bueiros entupidos, a servir como sinalizador, apontando uma rua, como um dedo estendido, luta de espadachins, ou guardachins. Depois de usados são estendidos em lugares protegidos para secar e preparados para uma nova refrega, e o grande risco de serem esquecidos.

    Esquecer guarda-chuvas é uma arte praticada por muitos. A arte de esquecer guarda-chuvas poderia ser também um pouco a arte de esquecer problemas, esquecer infortúnios, esquecer a companhia indesejada, esquecer os dias chuvosos.

     
     Nilson Lattari

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  • VISIBILIDADE DOS SONHOS por JUAREZ  ALVARENGA

    VISIBILIDADE DOS SONHOS por JUAREZ  ALVARENGA

    O habitat natural dos sonhos deve ser o terreiro da realidade. Sonhos pequenos camuflam os instintos naturais em reação às potencialidades dos grandes que incomodam a plateia existente.

    É junto com o formigueiro de gente, que diariamente percorrem a MARGINAL DO TIETÉ, em São Paulo, que devemos levar nossos sonhos, para a luta como o boia fria leva o almoço ao serviço.

    Enganam-se aqueles que acreditam que as quimeras devem ter sua gênese na cama. No conforto das cobertas, nossas utopias devem saltar, para o sereno das madrugadas, pois lugar ideal aos sonhos é dentro das verdades da logísticas grandiosas que nos aproximam dos horizontes traçados.

    As táticas e as estratégias de nosso empreendimento só locomovem, com a rotatividade das ações em permanentes transformações.

    Colocar qualquer projeto grandioso em ação, é como percebemos as grandezas dos elefantes em mata explorada pelo homem. Sonhos, com potencial tem a visibilidade dos elefantes pela plateia. Por isto, fica exposto às críticas e tiros destruidores de acabar com nossas utopias antes de colocarmos ações em evidencia. Mas, este é o risco que devemos correr na reação natural das plateias aos grandes sonhos, principalmente, aos iniciantes é de censura e reprovação. Cabe  a nós, donos dos sonhos, manusear as distanciam de nossas utopias, com a realidade, na destreza perfeitas dos animais selvagens que acredita na fertilidade explosiva de seus instintos naturais.

    Os sonhos, são quando o egoísmo encontra sua autenticidade. É um ato isolado e personalizado. Ignorar a plateia, quando nossas fantasias estão visíveis distantes da realidade é ser convicto timoneiro de seu próprio caminho.

    A distância deve ser medida por atos de valentia épica cegando pela visibilidade da plateia. Os espaços devem ter a grandeza, onde nossas utopias possam desenvolver com desenvoltura de nossa ideia fixa.

    Se tiver alguns sonhos do tamanho dos elefantes, em uma mata descoberta, além de enfrentar as intempéries das quimeras tem que cegar, pelas críticas, de uma plateia extremamente observadora.

    Para você vacinar contra a visibilidade de seus sonhos pela plateia devem caminhar com passos seguros no chão, porém com olhos fixo as alturas das águias.

    Se acreditares, seguramente, nas realizações de suas utopias, não incomode definitivamente, com a visibilidade de seus sonhos pela plateia antes das realizações. Espere e confie em seus atos, pois a crítica da plateia, antes da realização transformará em aplausos consistentes por ter caminhado, soberbamente, em tempo de desconfiança incomodativa.

     

    JUAREZ ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL    MG

    CEP: 37235 000

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