Categoria: Economia

  • ECONOMIA: Classe C devolve aos bancos o carro tão sonhado

    ECONOMIA: Classe C devolve aos bancos o carro tão sonhado

    É o fim do sonho do primeiro automóvel da “classe média emergente”, a conhecida por “classe C”. Muitos têm sido obrigados a devolver aos bancos o carro financiado ou deixa-los parados. Além das prestações intermináveis, os compradores de carros na classe C já não suportam o custo do combustível. O governo reduziu o IPI para melhorar as vendas e agora sufoca o comprador com os preços da gasolina e do álcool.

    Para muitos economistas, o governo Dilma fez o Brasil regredir 13 anos: a produção de automóveis, em janeiro de 2016, foi igual a de janeiro de 2003.

    “O objetivo do governo petista não era viabilizar carro novo para a nova classe C, mas ajudar a indústria automobilística a aquecer as vendas”, diz o jornalista Cláudio Humberto.

    Do final do governo Lula à era Dilma, as montadoras de automóveis foram beneficiadas por 22 medidas, sobretudo de renúncia fiscal.

  • EXCLUSIVO: Demissões e endividamento marcam economia trespontana nos primeiros meses do ano.

    EXCLUSIVO: Demissões e endividamento marcam economia trespontana nos primeiros meses do ano.

    Cheques sem fundos atingem recorde para meses de janeiro em todo Brasil, mostra Serasa.

    A proporção de cheques devolvidos por falta de fundos no país, em janeiro, atingiu 2,41%, segundo o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. Essa foi a maior taxa já registrada para esse mês, nos últimos 24 anos.

    A série histórica começou em 1991 e, até agora, o índice mais elevado em janeiro havia sido registrado 2,29%, em 2009. Em igual período do ano passado, a devolução atingiu 2,06% do total de emissões e, em dezembro, a taxa ficou em 2,42%. Na análise dos economistas da Serasa Experian, esse resultado “é consequência direta do aprofundamento da recessão econômica, do aumento do desemprego e da queda do poder de compra da população”.

    Em Três Pontas, a economia sofreu retração forte nos primeiros dois meses de 2016, que só foi amenizada pela cafeicultura, que continua tendo papel vital. O Presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, Michel Renan Simão Castro, falou ao Conexão sobre as dificuldades de janeiro e fevereiro e o que vem por aí a partir de março.

    “A inadimplência cresceu no Brasil. Até novembro tínhamos uma situação confortável aqui em Três Pontas por causa do dinheiro do café. De dezembro para cá, com as vendas de natal menores, houve retração da economia, crescentes demissões em janeiro e fevereiro, fazendo que que a inadimplência crescesse. Percentuais, números de demissões, da inadimplência só em abril, por causa do levantamento do primeiro trimestre de 2016”, disse o líder do setor comercial.

    Para Michel, cheques sem fundo não tem crescido substancialmente em Três Pontas porque o cartão de credito vem tomando espaço, sendo cada vez mais utilizado. A inadimplência no cartão é maior do que a crescente devolução dos cheques.

    Perguntado sobre as perspectivas para o ano de 2016, a partir do m~es de março, o Presidente da Acai-TP comentou:

    “Vai ser um mês de março bem retraído. Existem compras a serem pagas. A colheita vai começar mais cedo e vai dar um folego, um alivio na economia local. Sem contar que os preços do café estão mais elevados, em torno de 450 ou 500 reais a saca.  No ano passado o café já ajudou muito e foi um quadro favorável. Sobre a questão de emprego, houve muita procura no balcão de empregos da Associação Comercial em em todos os segmentos. Setores de prestação de serviço, comércio, indústria e agronegócios foram demissionários de dezembro de 2015 a fevereiro de 2016”.

    Foto Arquivo Xtp

    Sobre a geração de empregos no Município, Michel Renan disse que o empregador está mais seletivo, exige mais pré requisitos para contratar. “Há uma enorme rotatividade nas empresas e quem mudou muito de emprego nos últimos 2 ou 3 anos acaba não sendo contratado, porque o empregador entende que é caro especializar alguém e depois ter que repetir isso com outro trabalhador por conta da rotatividade. É o maior impeditivo hoje em dia. O empregador que percebe que o empregado não permanece muito tempo no trabalho, não contrata e assim o trabalhador terá dificuldade para arrumar vaga”, concluiu.

    Por outro lado, para a Acai-TP, a mão de obra de Três Pontas melhorou muito em relação a anos anteriores, o que pode representar uma maior facilidade na entrada ou volta ao mercado de trabalho.

  • PRA ALEGRIA DE MUITOS: Horário de verão termina no próximo domingo

    PRA ALEGRIA DE MUITOS: Horário de verão termina no próximo domingo

    Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem atrasar o relógio em uma hora.

    O horário de verão acaba no dia 21 de fevereiro de 2016. À 0h (meia-noite) de sábado para domingo, os moradores de 10 estados, além do Distrito Federal, terão que atrasar os relógios em uma hora.

    O Ministério de Minas e Energia informou no final de 2015 que a versão 2015/2016 do horário de verão seguiria as regras estipuladas no decreto 6.558, de 2008, revisado em 2013, que fixa a duração de quatro meses, entre o terceiro domingo de outubro de cada ano e o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.

    Pela legislação, o horário de verão vigora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.

    Esta é a 40ª edição do horário de verão no país. A primeira vez ocorreu no verão de 1931/1932. O objetivo é estimular o uso racional e adequado da energia elétrica.

    “A estimativa de ganhos com a adoção do horário de verão supera o patamar de R$ 4 bilhões por ano, que representa o valor do custo evitado em investimentos no sistema elétrico para atender a uma demanda adicional prevista, de aproximadamente 2.250 MW no parque gerador nacional, um valor certamente muito expressivo”, informou o Ministério de Minas e Energia em outubro de 2015.

    Segundo o ministério, nos últimos dez anos, o horário diferenciado em parte do país durante o verão tem possibilitado uma redução média de 4,6% na demanda por energia no horário de pico.

     

    (Com informações do G1 Economia)

  • CARNAVAL: Prefeito garante folia até o dia 30 de janeiro. Festa dependerá do caixa do Executivo

    CARNAVAL: Prefeito garante folia até o dia 30 de janeiro. Festa dependerá do caixa do Executivo

    O carnaval é uma das maiores festas populares do Brasil e em Três Pontas não é diferente. Historicamente a festa do Rei Momo sempre atraiu visitantes de toda região, devido ao luxo, glamour, beleza e alegria. Tanto nos desfiles das escolas de samba quanto nos bailes de salão, Três Pontas era invadida por uma multidão de foliões, gente que vinha até de outros estados.

    Mas de um tempo para cá, com a crise financeira e as grandes festas carnavalescas em cidades vizinhas, o carnaval de Três Pontas parece ter perdido um, pouco do brilho. Soma-se a isso a morte dos carnavalescos Jaime Abreu e Haroldo de Souza Júnior.

    Mas ainda há muitos que querem curtir o carnaval em Três Pontas. Com o fechamento do Clube Trespontano o que resta realmente é a folia de rua. O arrocho financeiro é uma sombra para esses planos. Por enquanto a chamada festa profana está garantida. Mas o prefeito Paulo Luís Rabello fez um alerta em entrevista concedida ao Conexão Três Pontas:

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    “Pretendo que tenha o carnaval. Até o dia 30 de janeiro estou mantendo o carnaval. Não sei se conseguirei manter no dia 1º de fevereiro em diante. Tudo dependerá da situação do caixa da Prefeitura. Eu pretendo sim realizar o carnaval e por enquanto ele está de pé”, ressaltou.

    Muitos trespontanos já compraram passagens, reservaram hotéis e programas em outras cidades. Comerciantes locais também contam com a realização e êxito da festa para aproveitar pra ganhar um dinheiro extra.

    Carnaval de 2014 em Três Pontas.

    Os blocos caricatos conseguiram através da Câmara Municipal a aprovação e um projeto do executivo para receberem uma ajuda de custo para os desfiles.

    Pelo que se vê, apesar da crise, do marasmo e de um certo pessimismo, tudo parece caminhar com tranquilidade para um carnaval simples, porém de muita alegria, afinal de contas o ser humano precisa de pão e circo e o show não pode parar, independente de quem seja a banda…

  • VOLTA ÀS AULAS: Procons encontram irregularidades em várias lojas de material escolar

    VOLTA ÀS AULAS: Procons encontram irregularidades em várias lojas de material escolar

    Quase 900 empresas foram autuadas pelos Procons, na operação Volta às Aulas, em várias cidades brasileiras. Foram fiscalizados, ao todo, cerca de 3.330 estabelecimentos que vendem material escolar. O objetivo da ação foi evitar práticas que possam prejudicar o consumidor.

    A maior parte das irregularidades encontradas estava relacionada à forma como os preços eram informados ao cliente. Algumas lojas, por exemplo, indicam apenas o valor das parcelas, no caso das vendas a prazo. Ou seja, sem informar a taxa de juros e o valor total da compra.

    Teve loja que indicava o preço apenas por código de barras, outras que não tinham os produtos anunciados em folhetos e até casos em que as mercadorias estavam sem preço. A fiscalização ainda encontrou vários itens com a validade vencida e todas as empresas autuadas podem ser multadas.

    Fique atento ao comprar seu material escolar em Três Pontas. Conheça e exija seus direitos. E a pesquisa de preço é sempre fundamental.

  • ECONOMIA: Cobrança extra na conta de energia deve cair a partir de fevereiro

    ECONOMIA: Cobrança extra na conta de energia deve cair a partir de fevereiro

    Aneel aprovou mudanças no sistema de bandeiras tarifárias. Cor vermelha passa a ter 2 patamares: R$ 3 e R$ 4,50 para cada 100 kWh.

    A decisão deve levar a um barateamento das contas de luz a partir de 1º de fevereiro. Isso porque o valor da tarifa extra a ser paga pelos consumidores (bandeira vermelha) deve cair dos atuais R$ 4,50 para R$ 3,00 a cada 100 killowatts-hora (kWh) de energia consumidos.

    O que muda?
    A Aneel decidiu nesta terça que, a partir de fevereiro, a bandeira vermelha passará a ser dividida em dois patamares: um mais barato, com cobrança extra de R$ 3,00 para cada 100 kWh, e outro mais caro, que mantém o valor de R$ 4,50 por 100 kWh consumidos.

    O sistema hoje tem três patamares, representados pelas bandeiras verde, amarela e vermelha.

    Na verde, não há custo adicional e, portanto, os consumidores não pagam nada a mais.

    A amarela significa que houve algum aumento no custo para gerar energia e, a vermelha, que esse custo de produção está muito alto.

    Na decisão desta terça, a Aneel também decidiu reduzir, em 40%, o valor da tarifa adicional da bandeira amarela: de R$ 2,50 para R$ 1,50.

    Por que a cobrança deverá cair em fevereiro?
    O que define quando uma ou outra entra em vigor é o custo da energia produzida pelas termelétricas (usinas movidas a combustível) em operação no país. O patamar mais caro da bandeira vermelha (R$ 4,50) será aplicado se esse custo for igual ou superior a R$ 610 para cada megawatt-hora (MWh) produzido.

    De acordo com o relator do processo na Aneel, diretor André Pepitone, hoje a termelétrica mais cara em operação tem custo de R$ 600 para cada MWh produzido. Se essa situação continuar assim, a partir de fevereiro a taxa extra a ser aplicada nas contas de luz dos brasileiros será a do primeiro patamar da bandeira vermelha, ou seja, R$ 3 para cada 100 kWh.

    Como hoje estão sendo cobrados R$ 4,50, haveria uma redução de 33% desconto do custo extra representado pelo acionamento da bandeira vermelha máxima nas tarifas de energia.

    A definição da bandeira que vigorará em fevereiro no país deverá ser anunciada oficialmente pela Aneel nos próximos dias.

    Bandeira amarela
    Pela nova regra definida pela Aneel, a bandeira amarela entrará em vigor caso as termelétricas em operação no país tenham custo de produção entre R$ 211,28 e R$ 422,56 para cada megawatt-hora.

    A bandeira amarela ainda não vigorou no país desde o início do regime de bandeiras.

    Se continuar chovendo forte – e nível dos reservatórios das principais hidrelétricas do país continuar a subir -, existe a possibilidade que a bandeira das contas de luz fique amarela ainda neste ano.

    Chuvas e termelétricas
    Pepitone disse que as alterações no sistema de bandeiras se devem à melhora no cenário do setor elétrico brasileiro, principalmente devido ao aumento das chuvas nos últimos meses e que vem garantindo a recuperação dos reservatórios das principais hidrelétricas do país.

    Entre 2012 e meados de 2015, a falta de chuvas levou a uma forte redução no armazenamento dessas represas. E, para poupar água das hidrelétricas, todas as termelétricas disponíveis passaram a gerar energia.

    As termelétricas, porém, produzem energia mais cara, pois funcionam por meio da queima de combustíveis como óleo, gás e biomassa.

    Sistema de bandeiras
    Em janeiro de 2015, entrou em vigor o sistema de bandeiras. Além de sinalizar ao consumidor qual o custo de produção da energia, ele permite a cobrança automática de recursos para cobrir o aumento desses custos, por meio de um adicional na tarifa.

    Desde então, sempre vigorou a bandeira vermelha. A partir de janeiro de 2015, ela gerou uma cobrança extra de R$ 3. Mas logo em março a Aneel reajustou o valor para R$ 5,50, devido ao aumento dos custos no setor elétrico.

    Em agosto, a bandeira vermelha caiu para R$ 4,50, já refletindo a melhora das chuvas e da situação nos reservatórios das hidrelétricas. É esse valor que vigora atualmente.

     (Com informações do G1 Sul de Minas)

     

  • ECONOMIA: Reaproveitar o material escolar é uma alternativa econômica e sustentável

    ECONOMIA: Reaproveitar o material escolar é uma alternativa econômica e sustentável

    As férias ajudam a recarregar a bateria para o ano seguinte, e podem ser úteis também para repor aquela caneta ou lápis que não funcionam mais. No entanto, é importante ficar atento aos preços. De acordo com a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), o custo dos itens pode variar até 450% de uma loja para outra. Pesquisar os melhores preços, fazer compras em conjunto com outros pais e reaproveitar o material do ano anterior são alternativas cada vez mais adotadas pelas famílias para fugir dos gastos excessivos. De quebra, os jovens aprendem na prática o que é consumo consciente.

    Economizar material e reaproveitar o que sobrou do ano anterior é uma atitude mais sustentável também. Com isso economizamos matéria-prima e geramos menos lixo.

    O Brasil ainda tem uma cultura do desperdício, mas isso, felizmente, está mudando. O material escolar é um dos principais itens de consumo das crianças e ficou estabelecido que os produtos devem ser novos. Na verdade, o que  importa é o aluno ter material para colorir, seja ele novo ou usado, o mesmo valendo para os livros. Já temos notícias de escolas e pais que se mobilizam em prol da cultura do compartilhamento e da troca, e é importante que isso seja discutido com as crianças, para que elas aprendam a ter um consumo consciente para a vida.

    Confira a seguir dicas de economia e reaproveitamento de material escolar: 

    – As escolas não podem exigir que os pais comprem o material no  próprio estabelecimento. Elas têm obrigação de fornecer a lista de produtos para que as famílias decidam onde adquiri-los;

    – O ideal é comparar os preços dos produtos em várias lojas. Comprando em grande volume, junto com outros pais, por exemplo, é possível conseguir bons descontos;

    – Encapar os cadernos e livros ajuda a conservar os produtos por mais tempo;

    – Atualmente, existem produtos que podem ser reutilizados com a troca de refil. Além da economia na compra, já que eles costumam custar mais barato, há também economia de matéria-prima;

    – A borracha usada ganha um novo aspecto se for limpa com álcool;

    – Adesivos podem esconder marcas de uso em lápis e réguas descascadas, o mesmo valendo para os cadernos, que podem ser personalizados e renovados;

    – É possível arrancar as folhas não utilizadas dos cadernos, juntando tudo em uma nova encadernação, utilizando uma espiral;

    – Apontadores e tesouras podem ser reutilizados se ainda têm corte.

  • VENDAS: Empresário trespontano analisa o ano de 2015 e projeta 2016 para o setor supermercadista

    VENDAS: Empresário trespontano analisa o ano de 2015 e projeta 2016 para o setor supermercadista

    O ano de 2015 ficou marcado no Brasil pelos constantes escândalos de corrupção e também por uma palavra que foi ouvida, ecoada de norte a sul do país: crise. Mas enquanto muitos preferiram sucumbir ou não conseguiram fugir dela outros usaram a criatividade, uma espécie de antídoto eficaz para os momentos de recessão. Para analisar o ano de 2015 e também projetar o que nos espera neste ano, conversamos com o empresário Denilson Lamaita Miranda, um dos maiores geradores de empregos do município:

    Conexão – Como foi o ano de 2015 não só pro Supermercado Moacyr, mas para o setor de Supermercados da qual a Unissul faz parte?

    Denilson – Não teve crescimento, e também não teve muita queda, um ano difícil, mas estável.

    Conexão – A política nacional interferiu diretamente nisso?

    Denilson – Interferiu sim, o câmbio, o desemprego, realmente interferiram nas vendas. Porque a mercadoria encareceu, teve muita gente que ficou desempregada, então isso realmente teve um reflexo nas vendas.

    Conexão – Aquilo que você se programou no começo do ano passado se cumpriu? E de que forma?

    Denilson – Se cumpriu abaixo daquilo que esperávamos, porque em mercado não tem como fugir muito de certas compras, mas poderia ter sido melhor.

    Conexão – O Supermercado Moacyr é uma das empresas que mais gera emprego e paga tributo em Três Pontas. Quantos empregos foram gerados esse ano para sua empresa, se está dentro do que você esperava, e se há riscos de demissão se continuar essa crise?

    Denilson – O Supermercado Moacyr gera 179 empregos precisamente. Riscos sempre há, porque se as vendas não se mantém, a gente têm riscos de desemprego. Mas por enquanto estamos mantendo dentro do previsto.

    Conexão – Como foram as vendas desse final de ano?

    Denilson – Uma venda tímida, não gastando além do que se podia pagar, uma venda estável, mas tímida. Tivemos uma queda de cerca de cinco a dez por cento em relação ao mesmo período do ano passado.

  • CAFEICULTURA: Especialista fala sobre o ano de 2016 para a riqueza maior de Três Pontas

    CAFEICULTURA: Especialista fala sobre o ano de 2016 para a riqueza maior de Três Pontas

    Eduardo Chaves afirma vinda de indústria para o Município. “Praticamente fechado!”

    A cafeicultura continua sendo a base da economia trespontana. Mesmo diante da crescente mecanização, continua empregando milhares de pessoas e tem influencia direta na economia da cidade. Nós estivemos na sede da empresa Geagro, conversando com o Diretor Comercial Eduardo Chaves, um dos maiores especialistas sobre cafeicultura no sul de Minas. Ele falou de como foi o ano de 2015 para o ouro verde, o que vem por aí neste ano e ainda deu uma grande notícia com exclusividade: a vinda de uma indústria para Três Pontas.

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    Conexão – O que representou o ano de 2015 para a cafeicultura trespontana?

    Eduardo Chaves – O ano de 2015 para a cafeicultura seguiu muito do cenário mundial, um ano de grandes emoções. O café sai de uma seca muito grande de dois anos, isso impactou muito na safra, nós tivemos a safra com baixo rendimento, peneiras miúdas, isso afetou drasticamente o resultado final das fazendas. Por outro lado, o café é um produto dolarizado e a sua subida, a desvalorização do Real, contribuiu para manter preços razoáveis. O produtor de café em 2015 trabalhou muito, e passou por momentos de grandes preocupações, mas por outro lado a gente percebeu que temos um setor muito tecnificado, de excelente qualidade, lavouras renovadas, grande uso de tecnologia, e isso ajudou a gente a sentir um pouco menos essa crise que afeta o mundo inteiro. A cafeicultura Brasileira está de parabéns, enfrentou bravamente a seca, teve a safra da sua produção com o resultado diminuído, mas o produtor não deixou de investir, de dar emprego, de gerar renda. A gente tem que agradecer porque sabemos que a crise é grande, as pessoas da nossa região estão sentindo, mas o agronegócio continua ainda amenizando essas crises aí, tornando a nossa vida um pouco melhor. Eu concordo que é um momento de preocupação, de desemprego, mas percebemos que as regiões do agronegócio instalado é forte, e estão se reinventando e conseguindo amenizar o problema. Mas entramos 2016 com perspectivas melhores, chuvas regularizadas, uma perspectiva de safra não tão grande, mas pode ser uma safra com bom rendimento. Então o agronegócio em 2015 foi um ano de muito trabalho, de muita precaução, mas foi um ano que consolidamos o negócio na nossa região e a gente consegue enxergar que mesmo com crise, com dificuldades o agronegócio é importante para os municípios como fonte de renda, mantém uma qualidade de vida melhor. Lembrando que eu estava com o Prefeito Paulo Luís esses dias, e recebemos na sala dele uma comunicação de uma grande revista (Época) de que Três Pontas está entre os dez municípios que ficaram mais de três anos sem morte por tiro, então mostra que nossa região é diferenciada, e acho que isso é um trabalho conjunto, e um pouco disso vem do ensinamento do agronegócio que distribui renda, que não concentra, que dá emprego, que se reinventa a cada momento. Eu fico satisfeito de morar numa cidade que trabalharam num setor tão importante para o Brasil e que em momentos de crise abrem as portas pra nós.

    Conexão – 2016 é um ano de eleições, e um ano que se fala muito dessa instabilidade política, que vai descendo ladeira, prefeituras abaixo. Isso tem alguma influência direta na cafeicultura?

    Eduardo Chaves – Tem! O agronegócio depende muito de financiamentos governamentais. Nós trabalhamos numa atividade que a gente fala que é uma fabrica a céu aberto. Chuvas em excesso, sol em excesso, então temos alguns pontos que necessitam de um atendimento com um olhar diferente do governo. O pais só tem sua tranquilidade quando a sua população tem comida, residência, casa moradia, e saúde. Então o agronegócio trabalha em duas dessas partes que são a saúde e alimentação, somos um setor estratégico para o país, por isso precisamos de uma atenção maior do governo. Em algum momento a gente percebe uma redução desse dinheiro disponível no mercado e isso pode fazer com que um produtor ou agricultor na hora de um investimento tenha dificuldade. Então é um ano que, dependendo do caminhar da eleição, nós podemos ter a dificuldade no plantio, na hora de tomar uma decisão, e isso seria muito ruim pro pais, o agronegócio é uma fortaleza no Brasil, trás dólar, trás dinheiro, gera emprego. Ontem mesmo vi a Presidente Dilma, falando sobre um pacote pra gerar empregos o mais rápido possível, e eu rezo pro Padre Victor ilumina-la para que ela olhe para o nosso agronegócio, para que ela crie mais oportunidades para gerarmos mais empregos, mais rendas, mais impostos pros municípios para que também nossos municípios possam distribuir um pouco melhor essa renda, continuar o investimento em moradia, postos de saúde. Então é um ano de atenção que temos que usar toda nossa influência para que o governo olhe com atenção para o agronegócio, pro interior do Brasil, que sabemos que ele vai ter que fazer cortes, mas que essas mudanças sejam feitas na maior normalidade possível, respeitando a nossa democracia e eu vou estar torcendo aqui, buscando e brigando pelo agronegócio.

    Conexão – Eduardo, no ano passado se falou muito sobre a necessidade da Presidente Dilma criar um preço mínimo do café. Bateu-se muito em cima disso. Se esperou algumas providencias que não vieram em 2015. Como está essa situação?

    Eduardo Chaves – A estratégia de preço mínimo é uma proteção para que o produtor plante, e quando vender garante pelo menos o seu investimento. É uma politica estratégica, que mantém o agronegócio calmo, ela trás uma tranquilidade. Eu acho que pouco vai se encaminhar nessa linha. O que eu faço aqui é trazer um pouco mais de conhecimento para meus clientes para que eles tomem uma decisão em momento de plantio, se plantam mais milho, mais soja, se investe em feijão, se renova a lavoura de café, e o produtor hoje tem mecanismos extremamente interessantes, que ele pode antes de plantar, negociar a sua safra. Acho que ele deveria usar com prudência esse mecanismo, onde você negocia já uma parte da sua safra, com isso você garante uma parte do seu custo. Então existem mecanismos independentes onde você pode se proteger um pouco melhor, que são essas vendas futuras. Aqui em Três Pontas a gente já conhece muitos produtores que fazem seguro das suas lavouras. Acho que ele deveria dar uma atenção maior para fazer o seguro contra chuva de pedra, contra geada, contra seca. Com uma politica do governo do plano safra de 2016, eu acho que o agronegócio fecha 2016 ainda sendo um diferencial do Brasil. E eu tenho certeza que Três Pontas, Varginha a região, continuam fortes. Aqui é diferencial na questão do café. Somos referencias, Varginha hoje é o maior centro de comercialização de café do país. Santos era o centro, hoje Varginha é muito mais importante que Santos.

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    Estoques de café da Cocatrel.

    Conexão – Você tem uma grande notícia para Três Pontas. Fale sobre isso.

    Eduardo Chaves – O Porto Seco fica do lado de Três Pontas e isso deu uma agilidade, e eu uso muito o Porto Seco de Varginha, porque a gente traz o equipamento da empresa Penagos para Varginha, e o que eu vejo aqui em Três Pontas crescendo além do agronegócio, que é o plantio de café e o plantio de soja, a indústria começa a ser extremamente importante, nós temos grandes industrias aqui em Três Pontas como a TDI, RodoMoto, em Varginha temos a VN Máquinas, e acredito que em 2016 nós vamos ter uma grande marca porque nós já estamos negociando para que a Penagus monte a parte industrial dela em Três Pontas. Então o agronegócio começa a dar várias alternativas pra nós, não só o plantio e a colheita, mas como a comercialização, o centro de comercio de café em Varginha, que gera muito dinheiro, e a parte de oficina, indústrias aqui em Três Pontas que gera emprego e renda. Nós temos que fazer isso, fazer com que o agronegócio se desdobre em várias atividades dentro do município que gerem valor. Então o fortalecimento industrial de Três Pontas é extremamente importante e eu estou vendo que as pessoas estão caminhando para isso. Vamos ter num futuro muito próximo um setor agrícola e um setor industrial também, trabalhando próximo do cafeicultor, do plantador de soja, e isso vai trazer muito mais renda para a nossa região.

    E o que precisamos pensar nesse futuro junto da Associação Comercial, junto da Prefeitura, da Cocatrel, é começar a trazer outras indústrias, outros setores que gerem emprego junto com o café, aquela história que só os cafeicultores vão poder gerar renda, não é verdade, esses cafeicultores consomem muita coisa, eles demandam muita tecnologia, eles são extremamente tecnificados, e isso faz com que a cidade tenha de se movimentar. Precisamos ter boas lojas, bons supermercados, bons restaurantes e precisamos ter um apoio a essas pequenas oficinas, como aqui na Avenida Osvaldo Cruz, na Saída para Campos Gerais, Córrego do Ouro. Toda ruazinha que você vai tem uma pequena oficina, e nessa pequena oficina tem muita tecnologia, equipamentos que são controlados por computadores. Esses dias mesmo estávamos precisando de uma pintura eletrostática que é a mesma pintura usada para forno micro-ondas, e eu não imaginava que Três Pontas tivesse um fornecedor, e acabamos naturalmente procurando em outras regiões, quando fui perguntar na Associação Comercial, nós conseguimos dois fornecedores em Três Pontas, inclusive fizemos testes de avaliação da qualidade e eles tiveram nota máxima, então hoje é a pintura de mais sofisticação e temos aqui em Três Pontas, e essa tecnologia será usada em equipamentos produzidos aqui, e quando trabalharmos essa parte na indústria que apoia o agronegócio e você vai enxergar uma Três Pontas mais forte, e essa é sem duvida a regra do jogo para frente. Nós não vamos ter mais áreas para plantar, as áreas já estão plantadas, Três Pontas é uma região que aproveita muito o espaço que ela tem, e vamos continuar tendo essas grandes lavouras de café, e junto com elas uma quantidade de empresas suportando e criando tecnologia, gerando emprego.

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    Conexão – Falando mais sobre a vinda da indústria.  Você falou da Penagos. Pode se dizer que 2016 será um ano de geração de emprego na cafeicultura em Três Pontas? Em que pé está essa negociação com a Penagos?

    Eduardo Chaves – Tem noventa por cento de chances da Penagos vir para Três Pontas, se a Penagos vir para Três Pontas, estamos trabalhando para outras empresas virem junto, vamos usar essa parte de pintura eletrostática que já tem aqui, estamos precisando de usinagem e estamos tentando convencer um parceiro nosso de vir para Três Pontas, já tivemos reunião com a Prefeitura, com a Associação Comercial, vou fazer com a Cocatrel, já estivemos na antiga Usina Boa Vista olhando barracões. Esse projeto é que vamos ter em torno de 10 a 15 empregos, e acredito que podemos fechar o ano gerando mais de trinta empregos num setor que paga acima de um salário mínimo, que usa equipamento acima de 1 milhão de dólares, e que em volta cria outras oportunidades. Isso junto com a Expocafé, tudo começa a se encaixar. Nós temos uma cooperativa forte, uma associação forte, um prefeito que é cafeicultor, temos grandes revendas aqui em Três Pontas, temos uma revenda forte de trator, temos a Expocafé, e precisamos fazer com que essas peças comecem a trabalhar junto, porque ai você gera um polo, gerando um polo você tem produção mais barata, consegue ser competitivo e vender. Eu enxergo Três Pontas com um cenário que começa a se desenhar muito forte. A Expocafé é uma vitrine, é a maior feira de maquinas agrícolas de café do país e não tenho medo de falar que é a maior do mundo, tendo esse evento aqui, a vantagem é que qualquer coisa que você fabrica, pode testar no seu vizinho, esse trabalho que vai fazer com que no futuro colhamos bons frutos. E eu te ressalto que esses setores estão funcionando muito bem, e que precisam independente de politica, de quem esteja lá, ou de quem assuma, que a pessoa enxergue esse seguimento e traga o pessoal pra trabalhar junto.

    Conexão – Números da safra nacional pra esse ano, números possíveis para Três Pontas e saber se Três Pontas continua sendo a maior produtora de café do mundo, se continua entre as maiores ou se Colômbia e Vietnã passaram a muito tempo. Explique isso.

    Eduardo Chaves – Para 2016 ainda não temos uma decisão, o que a gente ouve ai é que não será uma safra muito grande, uma safra de 45 milhões sacas de café, alguma coisa pra mais ou pra menos, e isso a gente vai acompanhando durante o ano. Temos a Cocatrel nós informando sempre e questionando quando alguma informação não é verdadeira. O Brasil é o maior produtor de café, vai continuar sendo, é o segundo maior consumidor, tende a encostar muito perto do Estados Unidos que é o maior consumidor. Nós temos uma particularidade muito importante, produzimos e consumimos, temos um mercado interno muito forte, e é um ponto que todo cafeicultor tem que analisar, então você produz e consome dentro do seu país e além disso tem um mercado muito grande. Três Pontas tem um destaque muito grande, ela sempre apareceu como um ponto de apoio, como uma referência em épocas e valorização do café e em épocas de dificuldades, Três Pontas nunca abandonou a cafeicultura. Em termos de ser a maior ou não a maior produtora é logico que nós estamos sempre entre as três maiores e na maioria das vezes sendo a primeira.

    Conexão – Dividindo com quem?

    Eduardo Chaves – Araguari, Patrocínio, tem algumas cidades ai que comentam sobre isso, e também os cafeicultores de Três Pontas tem muitas fazendas fora de Três Pontas, muita gente em Carmo da Cachoeira, em Coqueiral, em Santana da Vargem, então a cultura de Três Pontas está sendo espalhada por outras cidades. E isso faz com que a gente se lembre do município sempre que se fala em café. Temos boas perspectivas.

  • ENTREVISTA: Presidente da AcaiTP fala de crise e criatividade

    ENTREVISTA: Presidente da AcaiTP fala de crise e criatividade

    O comércio foi o setor que mais cortou vagas de emprego com carteira assinada no Brasil, desde o começo do ano. E isso aconteceu em todas as regiões do país, sem nenhuma exceção. Lojas vazias, sem clientes e agora também com cada vez menos vendedores. Isso porque eles estão sendo mandados embora.

    Crise

    Quando a gente fala de empregos no Brasil o setor que mais sentiu a pancada da crise, até agora, foi o comércio: quase 300 mil vagas desapareceram de janeiro até novembro. No mapa dessas demissões, nenhuma região escapa. No acumulado tivemos mais demissões que contratações em todos os estados do Brasil. No Sudeste, a maior queda: só em São Paulo são quase 100 mil vagas a menos.

    Depois do comércio, quem mais fechou empregos foi a construção civil, seguida da indústria. E mesmo para setores em que o saldo de emprego ainda é positivo no acumulado do ano, o mês de maio não trouxe boas notícias.

    Três Pontas

    Para contextualizar essa realidade para o município de Três Pontas, conversamos com o empresário Michel Renan Simão Castro,  presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas. Ela fala sobre o atual momento do mercado e os reflexos para nossa cidade:

    Xtp – Apesar da crise que vivemos em nosso país, qual é a real situação do economia local?

    Michel Renan – Tivemos um fator que aliviou um pouco os reflexos desta crise que afeta grande parte dos setores de nossa economia, fator este devido as boas cotações no preço da saca de café, atividade esta que tem um peso social considerável em nossa economia, pois emprega muitas pessoas, afrouxando o arrocho devido ao maior fluxo de dinheiro devido ao período de colheita que encerra-se no mês de outubro, refletindo uma queda acentuada sinalizada no inicio de novembro.

    Xtp – Quais são as principais dificuldades do comércio local neste momento?

    Michel Renan – Temos muitas dificuldades, sendo: Peso elevado das contribuições e impostos; Rotatividade alta de colaboradores; Concorrência com maiores centros; Informalidade; a crescente de vendas do comercio eletrônico, pela web.

    Xtp – Como você avalia o economia local nos últimos 5 anos?

    Michel Renan – Nossa economia vem diversificando muito, temos os 4 segmentos, indústria, comercio, prestação de serviço e agronegócio, bem equilibrados, tanto na geração de emprego quanto geração  do PIB municipal. Esta condição proporciona uma condição mais favorável em momentos de turbulência nos mercados, entretanto nossos segmentos empregatícios além de equilibrados são bastante consolidados, nossas empresas tem em media mais de 6 anos de vida, sendo outro fator que muito nos beneficia. Mas vale ressaltar que mesmo com fatores favoráveis vivemos uma certa retração de alguns anos para cá, principalmente devido a retração na construção civil.

     Xtp – A Beatificação de Pe. Victor auxilia para um crescimento no comércio local?

    Michel Renan – Com a beatificação poderá ser criada uma segunda ou terceira geradora de receitas bastante preponderante, sendo o turismo religioso e prestação de serviços alusivos a Padre Victor, precisamos nos preparar para encantar e bem receber os visitantes, propiciando uma nova realidade para nossa cidade.

  • EM BUSCA DOS MILHÕES: Trespontanos acordam e vão direto às casas lotéricas atrás dos 200 milhões da Mega-Sena

    EM BUSCA DOS MILHÕES: Trespontanos acordam e vão direto às casas lotéricas atrás dos 200 milhões da Mega-Sena

    Acumulada há um mês, o prêmio da Mega-Sena não encontrou vencedor, novamente, no último sábado (21), durante o concurso 1763. Por isso os brasileiros estão lotando as casas lotéricas pra apostar no jogo e tentar levar 200 milhões de reais, o maior prêmio da história da Mega-Sena, sem contar a Mega da Virada. Aqui no Município muitos trespontanos acordaram cedo e já foram direto para as casas lotéricas fazer uma fezinha.

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    De acordo os proprietários de algumas casas lotéricas de Três Pontas, o volume de apostas já aumentou consideravelmente na manhã de hoje, quarta-feira (25), dia do sorteio. Segundo eles, o aumento está em torno de 80% e deve crescer ainda mais na parte da tarde, já que brasileiro sempre deixa tudo pra última hora.

    O jogo mais feito é o da aposta simples que custa R$3,50 com direito a seis números. Mas o que tem atraído muitos apostadores são os bolões que custam R$5,90 e reúnem 10 combinações diferentes, com seis números em cada.

    Três Pontas já ganhou prêmios milionários na Mega-Sena e recentemente uma aposta levou R$21.000,00 por ter acertado a quina.

    No último sorteio os números sorteados foram 09 12 15 21 31 36 e ninguém marcou a Mega-Sena. 689 pessoas acertaram a Quina e ganharam R$ 25.269,18 e 43184 ficaram com a Quadra e R$ 575,95 no bolso.

    No concurso 1764, que será sorteado na hoje (25), o prêmio estimado é de R$200 milhões. Isso quer dizer: o quarto maior prêmio da história da Mega-Sena, no geral.

    Trespontano levou recentemente 21 mil reais acertando a quina da Mega-Sena.

    Como jogar

    Apostar na Mega-Sena e tentar ser o próximo milionário do país é bem simples. Basta escolher entre 6 e 15 números disponíveis no jogo. Acertando 6 números você leva o prêmio máximo. As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

    Em caso de 5 ou 4 pontos, os valores são menores, mas também bem atrativos.

    Aproveite para Apostar agora na parte da manhã, sem grandes filas. O sorteio será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), em Cândido Mota (SP).

    Segundo a Caixa, se um apostador levar o prêmio sozinho e aplicá-lo integralmente na poupança, receberá mais de R$ 1,35 milhão por mês em rendimentos. Isso permite que o novo milionário compre, a cada mês, quatro imóveis de R$ 250 mil e, para cada um deles, três carros populares.

    Caso prefira, o ganhador poderá adquirir 30 mansões, quatro iates e uma frota de 50 carros de luxo.

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    Probabilidades
    A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

    Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

  • MERCADO IMOBILIÁRIO: Especialista fala sobre o momento de crise que a economia atravessa e as novidades do setor

    MERCADO IMOBILIÁRIO: Especialista fala sobre o momento de crise que a economia atravessa e as novidades do setor

    O setor imobiliário tem sofrido uma retração com a crise na economia brasileira. Tanto os imóveis novos quanto os seminovos tem tido uma procura menor na compra, a preferência continua sendo, para muitas pessoas, pela construção. Os aluguéis também obtiveram uma queda nos últimos 12 meses. Mas em momentos de crise, a criatividade acaba sendo um grande diferencial. Nós conversamos com o advogado Dr. Marco Túlio Mendonça, que também é especializado no ramo imobiliário.

    “Quando me graduei em Direito sempre pensava em trabalhar no ramo imobiliário, e com o tempo o sonho virou realidade e hoje estamos aqui para realizar sonhos “da casa própria”. Nós já estamos a dois anos no mercado e com a ajuda de vocês estamos de vento em popa. Nós realizamos o sonho da casa própria, principalmente através do programa “ Minha casa minha vida” , subsidiado pelo Governo Federal. E realmente estamos usando de muita criatividade e sabedoria para sobressair nesse mercado que sofre uma retração em todos os setores da economia”, disse Marco Túlio.

    Sobre as dicas e o que é necessário para se conseguir a casa própria através do programa Minha Casa Minha Vida, o especialista explicou:

    “Primeiramente, há necessidade de comprovação de renda, se possível o máximo R$ 1.800,00, tendo direito de resgatar 90% do valor financiado, ou seja, você terá um valor creditado de R$115.000, 00 com uma parcela de R$ 480,00 mensais, recebendo um subsidio de R$12.000,00 ,podendo ainda usar o credito do FGTS como entrada”.

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    Sobre o momento atual do mercado, Marco Túlio foi além:

    “Lógico que o mercado imobiliário sofreu alguns impactos, mas na Imobiliária Mendonça nós nos reunimos e estabelecemos metas para 2015 e graças a Deus com muita luta estamos num crescente, mesmo com o momento que vivemos.”

    Para adquirir o credito imobiliário, as financeiras que conseguem a melhor taxa de juros no momento, segundo ele, são alguns bancos privados, bem como Banco Itaú e Bradesco, assim como a Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, com taxas a partir de 5% ao ano.

    “Nós trabalhamos na Imobiliária Mendonça com compra e venda de imóveis residenciais e comerciais, terrenos, sítios, fazendas e locações de imóveis, também fazemos avaliação do seu imóvel, tudo com os melhores profissionais. No site www.imobiliariamendonca.com.br , no facebook, na Radio Club AM, no Conexão Três Pontas e outros meios de comunicação, é possível acompanhar o nosso trabalho e ficar atento a muitas outras dicas e oportunidades no mercado imobiliário. Três Pontas é um mercado diferenciado, explorado na maioria das vezes pela cafeicultura,  executamos muitos negócios através de cédulas de café futuro, financiamentos imobiliários, etc. A partir do momento que o Padre Vitor torna-se Beato o fluxo de turistas no município deve crescer bastante, aqui na Imobiliária Mendonça já estamos recepcionando turistas de toda a região Sul Mineira, e outros estados, bem como, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, a procura de imóveis  para passarem temporadas aqui no município.

    Sobre a avaliação de imóveis, para quem se interessar, quero dizer que nós somos inscritos no CRECI-MG somos filiados no sindicato, onde existe um conselho de corretores de imóveis, no qual somos treinados através de critério minuciosos. A avaliação depende da localização do imóvel, preço de mercado, momento financeiro, etc.”

    Marco Túlio (dir) e seu filho Diego Mendonça comandam a Imobiliária Mendonça com competência e, principalmente, procurando realizar sonhos de seus clientes em busca da casa própria.

    Finalizando, sobre as expectativas para esse fim de ano e o ano de 2016, Marco Túlio foi taxativo: “São boas, a crise sempre existiu, mas sabemos a obstinação do cidadão em adquirir um imóvel, além de um sonho, trata-se de uma necessidade, aqui nós assessoramos o cliente em sua totalidade, vendemos, organizamos documentos, empréstimos, enfim, damos o suporte total para que o cliente tenha uma maior plasticidade. A falta de imóveis comerciais e residenciais para locação realmente são imensas, ficando o locatário totalmente vulnerável em relação a este aspecto. Diante do exposto entendemos que vale a pena investir em locação, pois vivemos em uma cidade bonita, plana, turística, religiosa e um povo acolhedor.

    Gostaria e agradecer imensamente todos os órgãos de imprensa, principalmente ao Conexão Três Pontas no qual tem nos recepcionados com uma grande parceria, nos dando total respaldo para que possamos seguir nessa árdua luta em prol da realização de sonhos. Se quiser nos contatar basta nos procurar na Praça John Kennedy n° 19, em frente a Câmara Municipal , ou nos telefones (35) 9905-6467 /(35) 8898-2192 ou  (35) 3265- 2192. Falar com Diego ou Marco Tulio”.