Categoria: Esporte

  • BI-MUNDIAL DE MEDINA NO SURFE MOSTRA QUE O BRASIL NÃO É SÓ O PAÍS DO FUTEBOL.

    BI-MUNDIAL DE MEDINA NO SURFE MOSTRA QUE O BRASIL NÃO É SÓ O PAÍS DO FUTEBOL.

    Nova ordem mundial no esporte: Brasil domina o Circuito de surfe em 2018 e vence nove de 11 etapas.

    O surfe vive uma nova era mundial. E ela é brasileira. O bicampeonato de Gabriel Medina, após a conquista da etapa de Pipeline, no Havaí, reforça um cenário cada vez mais verde e amarelo. Dos últimos cinco títulos mundiais, o Brasil venceu três – dois com Medina e um com Mineirinho. E das 11 etapas da temporada 2018, os brasileiros venceram nove (81,8%), um completo domínio em relação aos tradicionais rivais, os americanos, havaianos e australianos.

    A temporada 2018

    A primeira conquista brasileira no ano veio em Bells Beach, na Austrália, com Italo Ferreira. Em seguida, Filipe Toledo venceu a etapa do Rio de Janeiro. Na sequência, Italo voltou a triunfar, desta vez em Bali, na Indonésia. O domínio seguiu com William Cardoso sendo campeão em Uluwatu, etapa que completou a decisão de Margaret River, paralisada por conta dos ataques de tubarão.

    Na África do Sul, Filipinho voltou a vencer em Jeffreys Bay. Depois, Medina foi campeão no Taiti e na Califórnia, na piscina artificial do Surf Ranch. Italo Ferreira triunfou em Portugal. E agora Medina venceu de novo em Pipeline. Apenas Julian Wilson atrapalhou os brasileiros, com vitórias nas etapas de Gold Coast e na França.

    Voltando aos títulos, Gabriel Medina foi campeão em 2014, quando o Brasil foi pela primeira vez dono do mundo. Em 2015, o ítulo foi de Adriano de Souza, o Mineirinho, fazendo o Brasil bicampeão. Em 2016 e 2017, John John Florence, do Havaí, foi o campeão, mas sempre com um brasileiro na cola. Em 2016 e 2017 Gabriel Medina foi terceiro colocado e vice-campeão no ano passado.

    Para completar a festa brasileira, Jesse Mendes garantiu o título da Tríplice Coroa Havaiana, disputa que envolve três etapas (duas do QS e uma do CT). Ele foi quinto colocado no Hawaiian Pro e depois conseguiu um segundo lugar no Sunset Pro. Em Pipeline, caiu nas quartas de final, mas no geral foi o surfista que mais pontuou.

    Brilho no QS e título mundial júnior

    A boa fase não acontece apenas no CT – a divisão de elite do surfe mundial. O Brasil também vai muito bem no QS, divisão de acesso, e foi campeão júnior de surfe com Mateus Herdy, em Taiwan. O país tem quatro surfistas entre os 13 primeiros do ranking de acesso à elite: Peterson Crisanto, Jesse Mendes, Deivid Silva e Jadson André.

    Etapas de 2018 do Circuito Mundial

    Gold Coast – Julian Wilson (Austrália)
    Bells Beach – Italo Ferreira (Brasil)
    Saquarema – Filipe Toledo (Brasil)
    Bali – Italo Ferreira (Brasil)
    Uluwatu (completando Margaret River) – William Cardoso (Brasil)
    Jeffreys Bay – Filipe Toledo (Brasil)
    Teahupoo – Gabriel Medina (Brasil)
    Califórnia – Gabriel Medina (Brasil)
    Landes – Julian Wilson (Austrália)
    Peniche – Italo Ferreira (Brasil)
    Pipeline – Gabriel Medina (Brasil)
    Fonte G1

     

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    Roger Campos

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  • OPINIÃO: Felipão dá a volta por cima com Palmeiras Campeão Brasileiro em 2018, por Roger Campos

    OPINIÃO: Felipão dá a volta por cima com Palmeiras Campeão Brasileiro em 2018, por Roger Campos

    Inegavelmente a vida dá muitas voltas e nos ensina incontáveis lições. Luís Felipe Scolari, o técnico do pentacampeonato mundial para o Brasil em 2002, ficou marcado pelo maior vexame da história da Seleção Brasileira, quando tomamos a maior goleada na história das copas, 7 x 1 para a Alemanha. Infelizmente o brasileiro tem memória curta e a maravilhosa conquista pelo plantel canarinho que tinha Ronaldo e Rivaldo no comando e o “paizão da Família Scolari” como treinador ficou esquecida ou diminuída diante daquele fiasco de 2014 em terras brasileiras. Mas Felipão, agora, deu a volta por cima aqui no Brasil.

    Depois da inacreditável derrota e eliminação do Brasil para a Alemanha na Copa do Mundo realizada no Brasil em 2014, Felipão viveu seu pior momento como treinador e acabou aceitando o convite para treinar o Grêmio entre 2014 (pós Copa) e o início de 2015. Mas uma goleada sofrida diante do rival Internacional selava o fim na casa tricolor gaúcha. E com as portas fechadas e total descrédito, Felipão acabou indo parar na China. E aí tudo começou a mudar.

    Num cenário de futebol emergente, sem visibilidade, mas com muito dinheiro e jogadores famosos chegando, como o meia brasileiro Paulinho, Luís Felipe Scolari venceu pelo Guangzhou Evergrande, onde conquistou sete títulos e deixou seu nome marcado na história do clube. Foram três temporadas no futebol asiático e uma estabilização do Guangzhou como uma potência do futebol chinês.

    De volta ao Brasil, após tropeços consecutivos e total desconfiança ao trabalho do então treinador Roger Machado, Felipão retornava a sua “casa verde”. O Palmeiras, time onde Felipão já havia conquistado 5 títulos, lhe abriu as portas. Depois daquela gangorra pessoal, como técnico, sendo campeão municipal pela Seleção em 2002 e depois o maior vilão em 2014 diante dos alemães, depois de marcar história no outro lado do mundo, Felipão precisava provar que ainda era vencedor aqui no seu país. E com números impressionantes, após pegar o Palmeiras em sétimo no Brasileirão 2018, levou o time do Parque Antárctica a conquista nacional, com o melhor segundo turno da história dos pontos corridos, melhor ataque, melhor defesa, melhor time jogando fora de casa e por aí vai…

    Luís Felipe Scolari suportou as eliminações do Palmeiras na Copa do Brasil e na Libertadores da América, essa última diante de um inspirado Benedetto, carrasco palmeirense, jogando pelo Boca Juniors. Um projeto multimilionário bancado pela Crefisa fez o Palmeiras ter um elenco invejável, craques e jogadores de alto nível aos montes. Mas foi com Felipão que o Brasileiro novamente ganhou as cores verde e branca.

    O maior sonho dos palmeirenses, o Mundial de Clubes, ainda não veio. Continua sendo o desafio da Crefisa e do Palmeiras. Mas enquanto ele não aporta em “terras palestrinas”, o Brasil e o mundo já ganharam, novamente, um grande paizão: Luís Felipe Scolari.

    Parabéns Palmeiras pela conquista! Parabéns Felipão!

     

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    Roger Campos

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  • TRESPONTANOS BRILHAM EM ESPORTES DE FORÇA, QUEBRAM RECORDES E VOLTAM COM MEDALHAS

    TRESPONTANOS BRILHAM EM ESPORTES DE FORÇA, QUEBRAM RECORDES E VOLTAM COM MEDALHAS

    Trespontanos brilharam no Sétimo Campeonato Mineiro de Powerlifting. Realizado no último dia 08 de setembro na cidade de Pouso Alegre. O evento que reúne diversos tipos de levantamento de peso se distribuiu em várias categorias e os atletas de Três Pontas foram destaque.

    A equipe trespontana esteve assim representada:

    _ Mauro Cunha – categoria Master 1 – 105 quilos

    _ Juliano Silveira – categoria Master 1 – 83 quilos

    _ Vanessa Novak – categoria Subjunior – 52 quilos

    _ Aryane Silva – categoria Júnior – 57 quilos

    O atleta Mauro Cunha, campeão brasileiro em 2017 no Levantamento Terra, agora foi campeão mineiro 2018 e bateu o recorde na mesma modalidade com a marca de 280 quilos.

    O atleta Juliano Silveira foi campeão mineiro em duas categorias: Master 1 e categoria Estreantes. Ele bateu o recorde mineiro no Agachamento com a marca de 180 quilos. No Levantamento Terra também conquistou o recorde Mineiro com 220 quilos nas duas categorias.

    Aryane Silva foi campeã na categoria 57 quilos.

    Vanessa Novak, aluna de Juliano, bateu dois recordes na categoria de 52 quilos. No Agachamento quebrou o recorde com a marca de 65 quilos. E no Levantamento Terra também quebrou recorde com 74 quilos.

    Os próximos eventos acontecerão em novembro, quando será realizado o Campeonato Mineiro de Levantamento Terra “Deadlifting”.

    Parabéns aos atletas trespontanos!

     

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  • ATLETA TRESPONTANO BRILHA NO HANDEBOL E É ELEITO MELHOR GOLEIRO DO CAMPEONATO CARIOCA AOS 19 ANOS

    ATLETA TRESPONTANO BRILHA NO HANDEBOL E É ELEITO MELHOR GOLEIRO DO CAMPEONATO CARIOCA AOS 19 ANOS

    Um atleta trespontano vem ganhando destaque no handebol e sendo notícia na mídia nacional. Jeroty Carlos tem apenas 19 anos e brilha na equipe Vikings/Campos, da cidade de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

    Jeroty é goleiro e tem chamado a atenção por conta de suas atuações firmes e seguras. Recentemente sagrou-se campeão da Copa Muriaé e diz que sua equipe vem forte, entrosada e brigando por outras competições.

    O atleta trespontano Jeroty Carlos foi eleito o melhor goleiro do Carioca e destaque na mídia nacional.

    “Temos uma ótima equipe na qual a idade média é 19 anos e disputamos no começo do ano a Copa Muriaé adulto e nos sagramos campeões. Nosso mais recente torneio foi  o Campeonato Carioca adulto, passamos pra final com muita garra, sendo disputada no último domingo (29) na Arena Olímpica no Rio de Janeiro”, explicou.

    O time do Guanabara acabou vencendo o Carioca por apenas 1 gol de diferença: 27 x 26 Vikings/Campos. Com os bons desempenhos dele e de toda equipe, o atleta trespontano foi indicado para a seleção do Campeonato Carioca adulto, como melhor goleiro da competição.

    No próximo dia 06 Jeroty estará embarcando para Brasília para disputar o JUBS (jogos Universitários Brasileiro).

    Jeroty é filho de Paulo Carlos e Juliana Rodrigues Carlos e, mesmo com todo destaque no esporte, se dedica aos estudos e atualmente está cursando Fisioterapia no Ise Censa, referência em todo Brasil.

    Parabéns! O Conexão apoia os talentos trespontanos!

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  • Atleta infarta e morre durante corrida em SP

    Atleta infarta e morre durante corrida em SP

     

    Um homem sofreu um infarto e morreu durante uma prova de pedestrianismo em Guarujá, no litoral de São Paulo. Normando dos Santos, de 43 anos, chegou a ser socorrido por equipes do Resgate do Corpo de Bombeiros, após se sentir mal durante a prova.

    Segundo o Secretário de Esportes de Guarujá, José Roberto Galvão, a situação aconteceu em um trecho do “Desafio do Dragão”, que tem percurso de 10 quilômetros, no bairro Enseada. Santos sentiu-se mal e desmaiou, na altura do Km 9, em frente a um posto dos bombeiros.

    Uma equipe do Resgate prestou os primeiros socorros e, em seguida, socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) auxiliaram no atendimento. Ele foi levado ao Hospital Santo Amaro, mas não resistiu. A Prefeitura de Guarujá lamentou o ocorrido e disse estar prestando o apoio necessário à família do atleta. A esposa e a filha dele também participavam da prova.

    Fonte EM 

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  • Vinte anos depois, França bate Croácia e conquista bi da Copa do Mundo

    Vinte anos depois, França bate Croácia e conquista bi da Copa do Mundo

     

    Duas décadas após vitimar a Seleção Brasileira na decisão da última Copa do Mundo que sediou, a França voltou a levantar o mais cobiçado troféu do planeta. O time comandado por Didier Deschamps, campeão como jogador em 1998, fez 4 a 2 sobre a Croácia na final deste domingo, no Estádio Luzhnikí, em Moscou, e igualou Argentina e Uruguai como detentora de dois títulos mundiais.

    Agora, a França só está atrás de Brasil, com as suas cinco conquistas, e Alemanha e Itália, com quatro cada, no rol de maiores vencedores de Copas do Mundo. Os franceses ainda deixaram para trás Espanha e Inglaterra, ambas com uma taça, enquanto a Croácia precisou se contentar com o vice-campeonato, a sua melhor campanha em Mundiais. Em 1998, havia sido terceira colocada, posto hoje ocupado pela Bélgica.

    Para superar os croatas, a França teve a mesma prudência das fases anteriores da Copa do Mundo da Rússia. Suportou a pressão inicial da equipe adversária e abriu o placar com um gol contra de Mandzukic. Absorveu o empate, que veio com Perisic, e voltou a ficar à frente ainda no primeiro tempo, em pênalti convertido por Griezmann. Na segunda etapa, Pogba e Mbappé transformaram o triunfo em goleada, e Mandzukic descontou em falha feia do goleiro Lloris.

    Polêmicas e gols
    A Croácia rejeitou o jogo estudado nos primeiros minutos da final da Copa do Mundo. Vindo de três prorrogações, o time dirigido por Zlatko Dalic aproveitou o fôlego inicial para partir para cima da França, aparentemente surpreendida pela postura da seleção adversária.

    Os franceses, no entanto, não mudaram o estilo que marcou a sua campanha no Mundial. Com um jogo cauteloso desde a fase de grupos, a equipe de Didier Deschamps teve paciência para conter o ímpeto da Croácia e, aos poucos, começar a se soltar no gramado.

    Aos 17 minutos, a França abalou, de fato, os croatas. Griezmann sofreu uma falta na ponta direita bastante contestada pela seleção adversária e apresentou-se para a cobrança. Ele levantou a bola na área, onde Mandzukic fez a torcida brasileira recordar Fernandinho, protagonista de lance infeliz contra a Bélgica, e cabeceou para anotar o gol contra.

    Com a vantagem no marcador, a torcida francesa passou a cantar ainda mais alto no Estádio Luzhnikí, sobrepondo-se à maioria croata. Dentro de campo, o país campeão mundial de 1998 também parecia que tiraria proveito do momento para se impor diante da finalista inédita de Copas do Mundo.

    A superioridade francesa, contudo, durou dez minutos. Aos 27 minutos, Modric bateu falta ensaiada, jogando a bola para o lado direito da área. Mandzukic e Rebic desviaram pelo alto até Vida escorar para Perisic. O meia da Internazionale cortou para a esquerda para se desvencilhar de Kanté e chutou forte e cruzado para empatar o jogo.

    A França reagiu. Aos 35 minutos, Griezmann bateu um escanteio da direita, e Perisic tocou a bola com o braço ao afastar para a linha de fundo. O árbitro argentino Néstor Pitana já havia assinalado novo tiro de canto quando começou a ser convencido pela reclamação de Matuidi, que viu o lance, e seus compatriotas a consultar o VAR.

    Pitana, então, correu em direção ao monitor instalado à beira do gramado. Demorou, mas assinalou o pênalti a favor da França. Griezmann, o homem das bolas paradas, ignorou a movimentação provocativa do goleiro Subasic, deslocou o oponente e recolocou a sua nação à frente no placar.

    Virou goleada
    Com mais de 60% de posse de bola no primeiro tempo, a Croácia iniciou o segundo sem alterações, esperançosa de que seria recompensada pela ofensividade. A França, como tinha feito na semifinal a ponto de enervar a Bélgica, não teve vergonha de se fechar e ficar armada para os contra-ataques.

    O primeiro susto por meio de contragolpe ocorreu aos seis minutos. O astro Mbappé, apagado até então, foi lançado por Pogba e acelerou pela ponta direita, caçado por Vida. Só parou quando Subasic surgiu diante dele para fazer a defesa, em lance tão veloz quanto um grupo de torcedores que invadiu o campo pouco depois.

    Embora a estratégia já tivesse mostrado potencial, a França resolveu se precaver também defensivamente, trocando Kanté, que tinha cartão amarelo, por N’Zonzi. Já Pogba, mesmo com algumas falhas na marcação, permaneceu no gramado. Para a alegria dos franceses.

    Aos 13 minutos, Pogba fez mais um lançamento para Mbappé, que, desta vez, cruzou quando avançou à linha de fundo direita. Griezmann reteve a bola e rolou para trás, onde já tinha chegado o volante do Manchester United. Ele finalizou forte, carimbou a marcação e ficou com o rebote. Na segunda tentativa, estufou a rede.

    A França assumiu o controle da decisão a partir de então. Abatida, a Croácia dava sinais de ter enfim acusado o desgaste físico, deixando a bola mais tempo nos pés dos franceses. Aos 19 minutos, Mbappé desferiu novo golpe ao ter espaço para concluir rasteiro de fora da área. Subasic, que nem esticou o braço, aceitou.

    O quarto gol fez a França relaxar no Luzhnikí. Até demais. Aos 23, Varane recuou a bola para Lloris, que, cheio de confiança, tentou driblar Mandzukic. Não conseguiu. O centroavante croata dividiu com firmeza e mandou a bola para dentro, desta vez a favor do seu país.

    Diminuir a considerável vantagem francesa fez a Croácia reavivar as suas esperanças, mas não tanto. Bem protegida, agora com Tolisso e Fekir nos lugares de Matuidi e Giroud, a França sabia administrar a partida, apenas à espera do momento de levantar, em 15 de julho de 2018, o troféu que Zinedine Zidane conquistou em 12 de julho de 1998.

    FICHA TÉCNICA
    FRANÇA 4 X 2 CROÁCIA

    Local: Estádio Luzhnikí, em Moscou (Rússia)
    Data: 15 de julho de 2018, domingo
    Horário: 12 horas (de Brasília)
    Árbitro: Néstor Pitana (Argentina)
    Assistentes: Hernán Maidana e Juan Belatti (ambos da Argentina)
    Cartões amarelos: Kanté e Hernández (França)

    Gols: FRANÇA: Mandzukic (contra), aos 17, e Griezmann, aos 37 minutos do primeiro tempo; Pogba, aos 13, e Mbappé, aos 19 minutos do segundo tempo; CROÁCIA: Perisic, aos 27 minutos do primeiro tempo; Mandzukic, aos 23 minutos do segundo tempo

    FRANÇA: Lloris; Pavard, Varane, Umtiti e Hernández; Kanté (N’Zonzi), Pogba, Mbappé, Griezmann e Matuidi (Tolisso); Giroud (Fekir)
    Técnico: Didier Deschamps

    CROÁCIA: Subasic; Versaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pjaca); Brozovic, Rakitic, Rebic (Kramaric), Modric e Perisic; Mandzukic
    Técnico: Zlatko Dalic

     

    Fonte Yahoo Esportes

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  • Xtp NA COPA: Bélgica vence a Inglaterra e tem sua melhor participação em Copas

    Xtp NA COPA: Bélgica vence a Inglaterra e tem sua melhor participação em Copas

     

    A Bélgica venceu a Inglaterra por 2 a 0 neste sábado (14), em São Petersburgo, e ficou com o terceiro lugar na Copa do Mundo da Rússia. É a melhor colocação dos belgas na história dos Mundiais.

    O melhor desempenho da equipe havia sido o quarto lugar em 1986, no México. Depois de cair para a Argentina na semifinal, perdeu para a França na disputa de terceiro e quarto.

    Meunier abriu o placar para a Bélgica na primeira etapa e se tornou o décimo jogador a marcar pela seleção nesta Copa, igualando o recorde de goleadores diferentes registrado pela França em 1982 e da Itália em 2006.

    Eden Hazard fechou a vitória já no fim do segundo tempo. O camisa 10 marcou três gols e deu quatro assistências na Rússia.

    A disputa entre Romelu Lukaku e Harry Kane pela artilharia do Mundial viu o inglês se manter no topo, mesmo sem marcarem gols no jogo deste sábado. Kane encerra sua participação na Rússia com seis gols, enquanto o centroavante belga termina com quatro.

    A Inglaterra venceu somente um dos últimos 21 jogos de Copa em que saiu atrás do placar. A última vez que havia conseguido virar uma partida depois de sofrer o primeiro gol foi na decisão de 1966, contra a Alemanha, na qual venceu por 4 a 2 e ficou com o título.

    FICHA TÉCNICA

    Local: estádio Krestovsky, em São Petersburgo

    Juiz: Alireza Faghani (Irã)

    Gols: Meunier, aos 3min do 1º tempo, e Hazard, aos 36min do 2º tempo

    Cartões amarelos: Witsel (BEL); Stones e Maguire (ING)

    BÉLGICA

    Courtois; Meunier, Alderweireld, Kompany, Vertonghen e Chadli (Vermaelen); Tielemans (Dembélé), Witsel e Hazard; De Bruyne e Lukaku (Mertens). T.: Roberto Martínez

    INGLATERRA

    Pickford; Trippier, Jones, Stones, Maguire e Rose (Lingard); Loftus-Cheek (Alli), Dier e Delph; Sterling (Rashford) e Kane. T.: Gareth Southgate

    Fonte Yahoo Esportes

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  • Xtp NA COPA: Croácia bate Inglaterra na prorrogação e fará final inédita contra a França

    Xtp NA COPA: Croácia bate Inglaterra na prorrogação e fará final inédita contra a França

     

     

    Ausente de qualquer relação de favoritos e com apenas cinco Mundiais disputados, a Croácia chega pela primeira vez a uma final. Em campo no jogo que definiu a classificação inédita, teve “jogadores com metade da perna”, segundo o técnico Zlatko Dalic, após a vótória. A definição resume o grau de emoção da semifinal na qual o time balcânico derrotou a Inglaterra de virada, por 2 a 1, em Moscou.

    Intrusos na festa quase sempre dominada por equipes já campeãs, os croatas enfrentarão os franceses na final, a ser jogada no palco da partida desta quarta (11), o Estádio Lujniki, às 12h de domingo.

    A França chega com status de favorita e luta pelo bicampeonato mundial contra o time desta Copa que tem a história mais recente no torneio, tendo surgido dos escombros da antiga Iugoslávia em 1990.

    Será o terceiro estreante em finais em duas décadas. Em 1998, a França foi campeã, em casa, e em 2010 foi a vez de a Espanha levar o título na África do Sul.

    A Croácia supera sua campanha de 1998, quando estreou em Mundiais e só foi barrada na semifinal pelos mesmos franceses que irá enfrentar agora, 20 anos depois.

    Croácia e Inglaterra caíram na chave mais fraca, com menos campeões mundiais, a partir das oitavas de final da Copa. Enquanto do lado croata ficaram pelo caminho Espanha, Rússia e Dinamarca, na chave francesa foram eliminados favoritos como o Brasil, Portugal, Argentina e a Bélgica.

    Derrotada pela França na semifinal, a equipe belga pega a Inglaterra na disputa do terceiro lugar, às 11h de sábado (14), em São Petersburgo.

    Os ingleses tinham um conjunto de jovens talentos, enquanto os croatas traziam a campo uma geração que provavelmente não jogará mais Copas, como Modric e Mandzukic, ambos com 32 anos.

    Mas o fôlego inglês do goleador da Copa, Harry Kane, 24, e do meia Dele Alli, 22, só se fez presente no primeiro tempo, quando a Inglaterra abriu vantagem numa cobrança de falta do lateral direito Trippier.

    Ao longo do jogo, uma questão política se colocou. Cada vez que o zagueiro Vida tocava a bola, a maioria russa no Lujniki vaiava o zagueiro.

    Ele havia dedicado a vitória sobre o time da casa nas quartas à Ucrânia, rival de Moscou. Pediu desculpas, assim como a torcida croata agradeceu aos russos numa faixa, mas não deu certo.

    No segundo tempo, o cansaço croata parecia mais evidente, mas o time se superou em raça. O jogo ficou mais pegado, com um cartão amarelo para cada lado, e nervoso.

    Em mais uma bola parada, Perisic venceu Walker e escorou para o gol aos 23min. O jogo então virou, com uma “blitzkrieg” de energia renovada da Croácia, com diversas chances de virada.

    A Inglaterra se desequilibrou e a partida foi para a prorrogação. Os croatas voltaram melhor, carregados por Perisic. Aos 2min do segundo tempo da prorrogação, ele garantiu o título de homem do jogo ao colocar Mandzukic na cara do gol e definir a virada e a festa croata.

    Agora, Perisic irá enfrentar o país que o recebeu aos 17 anos. “Minha mãe sonhava com uma final entre Croácia e França”, afirmou.

    Sua ida para o país rival serviu para salvar um negócio familiar que não ia bem: a granja de seu pai na cidade croata de Omis. Mas sua saída do Hajduk Split, onde começou, não foi da forma mais amistosa.

    Sem avisar o clube croata, Perisic tomou um jato privado enviado pelo Sochaux e foi para a França. Lá acertou com o clube francês. Junto com ele foram a sua mãe e irmã.

    Após uma disputa, o Sochaux aceitou pagar 360 mil euros (R$ 1,62 milhões na cotação atual) para ter Perisic.

    Quase uma década depois do ocorrido em 2006, uma explicação clara foi dada.

    O pai de Perisic, Ante Perisic, forçou a barra para o filho ir embora. Estava em dificuldades financeiras e o dinheiro salvou o negócio familiar.

    “Não sabia porque estava indo e só anos depois soube que foi por causa de problemas familiares”, afirmou o jogador que abandonou a Croácia e 12 anos depois garantiu o maior feito do país no futebol.

    CROÁCIA

    Subasic; Vrsaljko, Lovren, Vida, Strinic (Pivaric); Rakitic, Brozovic, Rebic (Kramaric), Perisic, Modric (Badelj); Mandzukic (Corluka). T.: Zlatko Dalic

    INGLATERRA

    Pickford; Walker (Vardy), Stones, Maguire; Trippier, Dele Alli, Henderson (Dier), Lingard, Young (Danny Rose); Sterling (Rashford), Harry Kane. T.: Gareth Southgate

    Local: estádio Luzhniki, em Moscou

    Juiz: Cuneyt Cakir (Turquia)

    Cartões amarelos: Mandzukic, Rebic (Croácia); Walker (Inglaterra)

    Gols: Trippier (I), aos 5min do primeiro tempo; Perisic (C), aos 23min do segundo tempo; Mandzukic (C), aos 2min do segundo tempo da prorrogação

     

    Fonte Yahoo Esportes

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  • Xtp NA COPA: França adia sonho belga e garante primeira final de Copa sem Zidane

    Xtp NA COPA: França adia sonho belga e garante primeira final de Copa sem Zidane

     
    A França disputará na Rússia sua terceira final de Copa do Mundo, a primeira sem Zinedine Zidane. Em São Petersburgo, o time dirigido pelo técnico Didier Deschamps, capitão no título de 1998, adiou o sonho da Bélgica ao ganhar por 1 a 0 nesta terça-feira.

    O primeiro tempo foi movimentado e com chances de gol para os dois lados, mas o placar permaneceu inalterado. Logo no começo da etapa complementar, Samuel Umtiti, nascido em território camaronês, usou a cabeça para colocar a França de volta na decisão após 12 anos e frustrou a melhor geração da história belga.

    Classificada à final, a França decide o título com o ganhador do duelo entre Croácia e Inglaterra às 12 horas (de Brasília) deste domingo, no Estádio Luzhniki. Já a Bélgica briga pelo terceiro lugar com o derrotado da outra semifinal às 11 horas de sábado, em São Petersburgo.

    O jogo – A etapa inicial da partida disputada em São Petersburgo foi movimentada e teve seu começo dominado pela Bélgica. Hazard, inspirado, deu trabalho pela ponta esquerda. Na primeira boa trama, o camisa 10 recebeu de De Bruyne e bateu rasteiro, perto da trave de Lloris.

    Em nova estocada pela esquerda, Hazard dominou perto da linha de fundo, carregou para o meio e bateu forte. A bola desviou em Varane e passou com perigo. Pouco depois, após escanteio pela direita, Alderweireld pegou a sobra e bateu para grande defesa de Lloris.

    Acuada nos primeiros minutos, a França também deu demonstrações de força do meio para o fim. Após lançamento de Griezmann pela direita, Mbappe escorou para Giroud, que mandou para fora. Em seguida, Pavard recebeu de Mbappe e bateu para boa intervenção de Courtois.

    A França inaugurou o marcador aos cinco minutos do segundo tempo. Após cobrança de escanteio de Griezmann pelo lado direito, Umtiti se antecipou ao gigante Fellaini na primeira trave e cabeceou para marcar o gol que classificou sua seleção à decisão da Copa do Mundo.

    Superado por Umtiti no lance do gol, Fellaini quase empatou o jogo para a Bélgica. Colocado no lugar de Dembele, Mertens recebeu de De Bruyne pela direita e cruzou. O jogador do Manchester United ganhou pelo alto do colega Pogba e cabeceou à esquerda de Lloris.

    Na tentativa de evitar a eliminação, a Bélgica partiu para o ataque e investiu principalmente nas bolas levantadas na área. A França soube como se defender e, sem tomar grandes sustos no campo de defesa, garantiu presença na decisão da Copa do Mundo. Nos acréscimos, Courtois ainda impediu Tolisso de aumentar.

    FICHA TÉCNICA
    FRANÇA 1 x 0 BÉLGICA

    Local: Estádio Krestovsky, em São Petersburgo (Rússia)
    Data: 10 de julho de 2018 (Terça-feira)
    Horário: 15h(de Brasília)
    Árbitro: Andres Cunha (Uruguai)
    Assistentes: Nicolás Tarán (Uruguai) e Mauricio Espinosa (Uruguai)
    Público: 64.286 pessoas
    Cartões amarelos: Griezmann, Kante e Mbappe (FRA); Alderweireld, Vertonghen e Hazard (BEL)

    Gol: FRANÇA: Umtiti, aos 5 minutos do 2º Tempo

    FRANÇA: Lloris; Pavard, Varane, Umtiti e Hernandez; Kante, Matuidi (Tolisso) e Pogba; Mbappé, Griezmann e Giroud (N’Zonzi)
    Técnico: Didier Deschamps

    BÉLGICA: Courtois; Alderweireld, Kompany e Vertonghen; Chadli (Batshuayi), Witsel, De Bruyne, Fellaini (Carrasco) e Dembele (Mertens); Eden Hazard e Romelu Lukaku
    Técnico: Roberto Martínez

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    Roger Campos

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  • Xtp NA COPA: Croácia elimina Rússia nos pênaltis e volta à semifinal após 20 anos

    Xtp NA COPA: Croácia elimina Rússia nos pênaltis e volta à semifinal após 20 anos

    A Croácia está na semifinal da Copa do Mundo. Depois de empate em 1 a 1 no tempo normal contra a Rússia, no Estádio Fisht, em Sochi. Na prorrogação, os croatas marcaram com o zagueiro Vida de cabeça, levaram novamente a igualdade, e o placar final ficou em 2 a 2

    Nas penalidades máximas, os croatas venceram por 4 a 3. Com o resultado, voltam a estar entre os quatro melhores do Mundial, algo que não acontecia desde 1998, na França, ao alcançar o terceiro lugar naquele ano.

    A partida tinha um desenho bem definido: os russos explorando o contra-ataque, enquanto os croatas tentavam furar o bloqueio defensivo com o toque de bola. Entretanto, nos 90 minutos, das duas equipes acabaram empatando em 1 a 1. Cheryshev abriu o placar com uma pintura de fora da área. A equipe croata chegou ao empate instantes depois com Kramaric.

    No segundo tempo, o jogo ficou com a Croácia pressionando, mas rondando a área, sem criar grandes oportunidades. A melhor delas foi com Perisic, que acertou a trave. Os anfitriões exploravam os cruzamentos para o centroavante Dyzuba. Mas, a igualdade prevaleceu, e a partida seria decidida na prorrogação.

    Nos 30 minutos a mais de bola rolando, os croatas continuaram na pressão, e conseguíram balançar as redes. Aos 11 minutos do primeiro tempo da prorrogação, o zagueiro Vida cabeceou para o fundo do gol, após cobrança de escanteio. Entretanto, acabaram sofrendo mais uma vez o empate. Dzagoev cobrou falta na cabeça do brasileiro naturalizado russo Mário Fernandes cabecear para o fundo das redes. Assim, a decisão do último semifinalista iria para os pênaltis.

    Nas penalidades, o herói se tornaria vilão. Mário Fernandes bateu muito mal e a bola foi para fora. Modric quase parou em Akinfeev. Porém, Rakitic converteu e colocou os croatas na semi.

    Com a vaga assegurada para a semifinal, a Croácia vai enfrentar a Inglaterra, na próxima quarta-feira. A partida será às 15h00 (horário de Brasília), no Estádio Lujniki, em Moscou.

    O jogo – Contando com o apoio dos torcedores, os donos da casa partiram para cima dos croatas, levantando bolas na área, buscando o centroavante Dyzuba. Os croatas responderam com Rebic de cabeça, mas a bola foi por cima do gol.

    Aos poucos, a partida tomava o curso esperado, com a Croácia dominando a posse de bola e tomando a iniciativa. A Rússia, explorava os contra-ataques. Porém, em pouco mais de 20 minutos, o jogo não teve nenhuma grande oportunidade de nenhuma das seleções.

    A tônica da partida seguia a mesma. Entretanto, os donos da casa conseguiam executar muito bem o plano de jogo. Com uma marcação quase perfeita, anularam a Croácia em 30 minutos, e conseguiam levar perigo nos contra-ataques.

    Aos 31 minutos, a Rússia saiu na frente. Em bola esticada, Dyzuba ajeitou para Cheryshev, que passou como quis por Modric e acertou um lindo chute com a perna esquerda, inapelável para o goleiro Subasic, abrindo o placar em Sochi. Porém, a Croácia respondeu oito minutos depois, Mandzukic foi ao fundo pela esquerda e cruzou para Kramaric cabecear para as redes e deixar tudo igual.

    Depois do gol croata, a torcida russa desanimou, assim como o time. A Croácia, continuava tocando a bola em busca de espaços, mas a primeira etapa acabou empatada em 1 a 1.

    Na etapa complementar, quem tomou as rédeas no começo foram os croatas. Tocando a bola, buscando o espaço, mas esbarrava na boa marcação do adversário. Em levantamento para a área, Kramaric tentou marcar de bicicleta, Akinfeev fez boa e segura defesa.

    Já melhores no jogo, a equipe de Zlatko Dalic teve outra boa oportunidade. Cruzamento para a grande área, Vrsajlko evitou a saída pela linha de fundo e jogou para área. O goleiro Akinfeev se atrapalhou, e a redonda sobrou para Perisic. Na finalização do croata, a bola acertou a trave, e acabou saindo.

    Porém, os anfitriões seguiam levando muito perigo em cruzamentos. Mário Fernandes levantou para Dyzuba, mas o centroavante não cabeceou bem e perdeu a chance. Foi a última grande chance, as equipes se mostravam tensas, e o jogo caia de produção.

    Depois de realizar a terceira alteração, com a entrada de Kovacic, a Croácia passaria por um pequeno drama. O goleiro Subasic acabou sentindo, e teria que suportar pelo menos cinco minutos. Na prorrogação, o treinador Zlatko Dalic colocaria o reserva, em função da alteração permitida nos 30 minutos a mais de jogo.

    Nos 30 minutos restantes, os croatas desempataram. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Vida cabeceou para o fundo das redes. Logo depois, os mandantes seguiram pressionando, sempre usando da bola aérea. Na etapa final da prorrogação, a Rússia pressionou muito e conseguiu a igualdade com o brasileiro naturalizado russo, Mário Fernandes de cabeça. Nas penalidades, vitória da Croácia por 4 a 3.

    FICHA TÉCNICA
    RÚSSIA (3) 2 X 2 (4) CROÁCIA

    Local: Estádio Fisht, em Sochi (Rússia)
    Data: 07 de julho de 2018, sábado
    Horário: 15h00 (horário de Brasília)
    Árbitro: Sandro Meira Ricci (Brasil)
    Assistentes: Emerson de Carvalho e Marcelo Van Gasse, ambos do Brasil
    Público: 44.287
    Cartões Amarelos: 
    Gazinskiy (Rússia);Lovren, Strinic, Vida e Pivaric(Croácia)
    Cartões Vermelhos:

    Gols: 
    RÚSSIA: Cheryshev aos 31 minutos do primeiro tempo e Mário Fernandes aos 10 minutos do segundo tempo da prorrogação.
    CROÁCIA: Kramaric aos 39 minutos do primeiro tempo e Vida aos 11 minutos do primeiro tempo da prorrogação.

    RÚSSIA: Igor Akinfeev; Mário Fernandes, Kutepov, Ignashevich, Kudryashov; Zobnin, Kuzyaev, Samedov (Erokhin), Golovin (Dzagoev), Cheryshev (Smolov); Dyzuba (Gazinskiy).
    Técnico: Stainislav Cherchesov

    CROÁCIA: Subasic; Vrsalijko (Corluka), Vida, Lovren, Strinic (Pivaric); Ivan Rakitic, Luka Modric, Rebic, Kramaric (Kovacic), Perisic (Brozovic); Mario Mandzukic.
    Técnico: Zlatko Dalic

    Fonte Yahoo Esportes 
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    Roger Campos

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  • Xtp NA COPA: Inglaterra vence Suécia e volta às semifinais da Copa após 28 anos

    Xtp NA COPA: Inglaterra vence Suécia e volta às semifinais da Copa após 28 anos

    Depois de 28 anos, a Inglaterra voltou a se classificar para as semifinais da Copa do Mundo, neste sábado, em Samara, após vencer a Suécia por 2 x 0.

    Harry Maguire, aos 30 minutos do primeiro tempo, e Dele Alli, aos 14 da segunda etapa, fizeram os gols que garantiram o English Team na semifinal pela terceira vez na história.

    O goleiro Jordan Pickford mais uma vez chamou a atenção realizando belas defesas. Foram pelo menos três ações decisivas para manter a vantagem inglesa e evitar o gol sueco. Já Harry Kane, artilheiro da Copa com seis gols, não conseguiu balançar as redes para ampliar sua vantagem na briga pela Chuteira de Ouro.

    Depois de deixar para trás Holanda, Itália e Alemanha no ciclo do mundial russo, o valente time da Suécia não conseguiu superar a renovada equipe inglesa, que começa a se livrar da tradicional desconfiança para sonhar com o bicampeonato.

    A Inglaterra agora espera o vencedor da última partida de quartas de final, entre Rússia e Croácia, para descobrir o adversário da próxima quarta-feira em busca da vaga na decisão. A semifinal será disputada na quarta-feira, em Moscou, às 15h pelo horário de Brasília.

    Bola parada

    Após as atuações no mundial, Inglaterra e Suécia aparentava ser um jogo em que as equipes apostariam em jogadas pelo alto, esperando o momento certo de buscar o gol.

    A primeira chance do jogo só veio aos 12 minutos, com a Suécia arriscando de fora da área em chute de Claesson. Já a Inglaterra conseguiu infiltrar a defesa sueca apenas aos 18, em chute de Harry Kane que passou rente à trave de Olsen.

    Os estilos das duas equipes complicava jogadas com trocas de passe e triangulações, já que ambas defesas estavam bem postadas em campo. Sendo assim, novamente a bola parada se fez necessária e foi decisiva na primeira etapa.

    Aos 30 minutos, Ashley Young cobrou escanteio na área para Maguire subir mais alto e cabecear com firmeza para o fundo das redes para abrir o placar.

    A Inglaterra controlou todo o primeiro tempo e ainda teve chances de ampliar a vantagem, mas Sterling desperdiçou oportunidade clara ao ficar cara a cara com o arqueiro sueco, aos 45.

    Pickford salva

    Na volta do intervalo, a Suécia foi para o abafa inicial em busca do empate. Aos 2 minutos, Berg recebeu cruzamento preciso e cabeceou firme para a linda defesa de Pickford.

    Mas a Inglaterra se segurou e voltou a ditar o ritmo da partida, rondando a área sueca e apostando em cruzamentos. Aos 14, Lindgard recebeu na intermediária pelo lado direito e cruzou na cabeça de Dele Alli, que testou firme para ampliar a vantagem inglesa.

    A Suécia então foi tentar reverter o prejuízo. Dois minutos depois de sofrer o segundo gol, a equipe escandinava colocou a bola no chão e criou a melhor chance de toda partida. O time trocou passes pelo lado direito e Berg fez o pivô dentro da área ajeitando para a chegada de Claesson, que parou em mais uma defesaça de Pickford.

    Aos 25, Pickford apareceu mais uma vez para fazer defesa milagrosa com a ponta dos dedos, após chute de Berg completando jogada pelo lado esquerdo.

    Mesmo com 20 minutos para tentar buscar o empate, a Suécia não conseguiu ser criativa para furar o bloqueio inglês e viu o tempo passar para a Inglaterra confirmar o retorno à semifinal após 28 anos.

    Fonte Yahoo Esportes 
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  • Xtp NA COPA: Brasil toma dois gols no primeiro tempo, perde da Bélgica e é eliminado do Mundial

    Xtp NA COPA: Brasil toma dois gols no primeiro tempo, perde da Bélgica e é eliminado do Mundial

    A Seleção Brasileira nunca havia sofrido dois gols em uma mesma partida sob o comando de Tite. Aconteceu nesta sexta-feira, último dia da participação nacional na Copa do Mundo da Rússia. Desencontrado defensivamente, o Brasil perdeu por 2 a 1 para a Bélgica, em Kazan, e despediu-se do torneio.

    Com bons momentos ofensivos, a Seleção Brasileira foi vazada pela primeira vez por um gol contra do volante Fernandinho. O jogador que já havia sido vilão na histórica derrota por 7 a 1 para a Alemanha, quatro anos atrás, cabeceou para dentro após cobrança de escanteio aos 12 minutos do primeiro tempo.

    A Bélgica ampliou ainda na etapa inicial. Aos 30, em um contra-ataque rápido puxado por Lukaku, De Bruyne foi acionado na ponta direita e chutou cruzado para a rede. O gol fez a Seleção Brasileira pressionar durante toda a segunda etapa. O máximo que o time de Tite conseguiu, entretanto, foi um gol de cabeça de Renato Augusto.

    A queda do Brasil deixa a Copa do Mundo somente com seleções europeias. Nas semifinais, a Bélgica terá pela frente outra algoz de uma equipe sul-americana, a França, que derrotou o Uruguai por 2 a 0 mais cedo, em Níjni Novgorod. O jogo será disputado às 15 horas (de Brasília) de terça-feira, em São Petersburgo.

    Fernandino compromete

    Fernandinho começou mal a partida contra a Bélgica. Foi um desarme sofrido pelo volante que resultou no primeiro chute a gol da equipe europeia, de De Bruyne, seu companheiro de Manchester City na Inglaterra.

    Naquele momento, o Brasil tinha dificuldades para se desvencilhar da marcação adiantada do time dirigido pelo espanhol Roberto Martínez. Willian, por exemplo, saiu com a bola pela lateral direita quando pressionado.

    O Brasil, no entanto, replicou a estratégia belga. Quando também avançou a sua marcação, a Seleção começou a incomodar a adversária. Aos sete minutos, criou uma grande chance de gol. Neymar levantou a bola na área em cobrança de escanteio, e Miranda resvalou com a cabeça. Thiago Silva emendou para a trave.

    A Bélgica se saiu ainda melhor em uma cobrança de escanteio do outro lado do campo. Com a ajuda de um jogador brasileiro. Aos 12 minutos, Fernandinho tentou cortar dentro da área, pelo alto, e mandou contra o próprio gol. Alisson não conseguiu defender.

    A torcida brasileira transmitiu apoio aos comandados de Tite, cantando ainda mais alto nas arquibancadas da Arena Kazan. No gramado, Neymar, Philippe Coutinho, Willian e Gabriel Jesus, os homens de frente da equipe, procuravam corresponder com empenho e movimentação, porém esbarravam no jogo duro dos belgas.

    O Brasil, que tinha a defesa mais consistente da Copa do Mundo, não apresentou a mesma solidez. Aos 30 minutos, Lukaku girou em cima de Fernandinho e, apesar pesado, carregou bem a bola, passando na frente do mesmo marcador. De Bruyne foi acionado na direita e acertou um chute cruzado, seco, para fazer 2 a 0.

    A Seleção Brasileira acusou o golpe. Neymar, que já havia até saído momentaneamente por causa de uma pancada na perna esquerda, estava longe de ser suficiente para devolver a confiança aos seus companheiros. Ainda assim, Gabriel Jesus subiu livre de marcação aos 35. E cabeceou para fora.

    Quase deu

    Tite resolveu agir no intervalo. Sacou Willian para a entrada de Roberto Firmino, que muitos cobravam como titular na vaga de Gabriel Jesus. O centroavante revelado pelo Palmeiras, então, acabou deslocado para a ponta direita.

    Apressado, o Brasil inicialmente abusou do individualismo e dos erros de passe. A Bélgica, em compensação, aceitou a pressão em função da vantagem que tinha construído no primeiro tempo e chamou o time nacional para o seu campo.

    Aos seis minutos, Tite viu uma chance de empate quando Neymar caiu dentro da área. O técnico pediu que o lance fosse revisto pelo árbitro de vídeo. O próprio atacante, contudo, reconheceu que não havia sido pênalti.

    A postura dos brasileiros foi unânime de reclamação pouco depois, quando Kompany acertou Gabriel Jesus com um carrinho dentro da área. O árbitro sérvio Milorad Mazic demorou a tomar a sua decisão, mas mandou o jogo seguir.

    Foi a última participação de Jesus na partida. O atacante cedeu lugar a Douglas Costa, que entrou com a missão de dar velocidade ao lado direito do ataque brasileiro. Aos 17, ele cumpriu o combinado e bateu cruzado. Courtois deu rebote, e Paulinho não aproveitou.

    Como o tempo passava e o Brasil continuava dois gols atrás da Bélgica, Tite gastou a sua última ficha em Renato Augusto, substituto de Paulinho. Deu certo. Aos 30 minutos, Philippe Coutinho fez belo levantamento para a área, onde o meia do chinês Beijing Guoan cabeceou no canto.

    O gol reanimou a Seleção Brasileira, que teve grandes oportunidades de alcançar o empate. Aos 32 minutos, por exemplo, Firmino recebeu a bola de Neymar dentro da área, girou e finalizou por cima. Aos 34, Renato Augusto teve espaço na entrada da área após receber passe de Coutinho e também errou o alvo.

    Já nos acréscimos, após pedir mais um pênalti, Neymar deu novo susto na Bélgica. Buscou o ângulo em uma conclusão de fora da área. Courtois se esticou e fez a defesa, assegurando a vitória da ótima geração belga sobre o Brasil.

    FICHA TÉCNICA
    BRASIL 1 X 2 BÉLGICA

    Local: Arena Kazan, em Kazan (Rússia)
    Data: 6 de julho de 2018, sexta-feira
    Horário: 15 horas (de Brasília)
    Árbitro: Milorad Mazic (Sérvia)
    Assistentes: Milovan Ristic e Dali Djurdjevic (ambos da Sérvia)
    Público: 42.873 pessoas
    Cartões amarelos: Fernandinho e Fagner (Brasil); Alderweireld e Meunier (Bélgica)

    Gols: BRASIL: Renato Augusto, aos 30 minutos do segundo tempo; BÉLGICA: Fernandinho (contra), aos 12, e De Bruyne, aos 30 minutos do primeiro tempo

    BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Fernandinho, Paulinho (Renato Augusto), Willian (Roberto Firmino), Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus (Douglas Costa)
    Técnico: Tite

    BÉLGICA: Courtois; Alderweireld, Kompany e Vertonghen; Fellaini, Witsel, Meunier e Chadli (Vermaelen); De Bruyne, Lukaku (Tielemans) e Hazard
    Técnico: Roberto Martínez

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