Categoria: Juarez Alvarenga

  • ACORDAR NO MEIO DA NOITE por JUAREZ  ALVARENGA

    ACORDAR NO MEIO DA NOITE por JUAREZ  ALVARENGA

             O sono é um remédio para alma e um descanso suficiente, para os problemas existenciais. É a morte temporária, para renascermos mais fortes.

             Contemplar é cercar a realidade de soluções inteligentes, de consistentes tapumes, impedindo as invasões de animais irracionais.

             Acordar no meio da noite é sentir-se como um viajante solitário em  seu barco enfrentando o tenebroso mar. A sensação de estarmos sós, dentro da cidade de silencio fúnebre, deixa-nos a impressão que as soluções fabricadas por nós são cristalinas e límpidas como o nascedouro das fontes virgens.

             São as situações da vida, as contingencias negativas e positivas destes acontecimentos.

             Acordar no meio da noite enquanto todos dormem, faz seguir grandes ideias acordando clareando, de luz, nossos labirintos existenciais.

             Hoje acordei no meio da noite sentir alivio das anestesias da alma, que nos paralisa de contemplação conclusiva.

             Consciente de que a vida é um eterno desafio minha mente busca soluções, como o mendigo alimentos em praças generosas.

             Ao acordar no meio da noite, sinto como uma mãe organizada que cata  os brinquedos espalhados pelo chão, depois da brincadeira como eu os fragmentos da vida destroçados pela dor intima.

             Ao acordar no meio da noite, sinto como o estrategista CHURCHILL durante a segunda guerra mundial no ápice mais critico deste acontecimento.

             Ao acordar no meio da noite, sinto a sensação de um menino inocente, que vai brincar com sua bicicleta, depois da devassidão provocada pela tempestade proveniente de abalos íntimos.

             Acordar no meio da noite é libertar da solidão com contemplação, substancialmente, proveniente da alma aliviada das amarras que a vida nos impõe.

             Acordar no meio da noite, é povoar nossa solidão de sábios profetas, que incendeiam nossos caminhos, com clarividência dos privilegiados.

             Se hoje você acordar no meio da noite, é ter que enfrentar o enigma de sua própria personalidade seja narcisista, pois é no meio da noite, que encontramos os tesouros valiosos, para soluções diurnas que temos que enfrentar com extremo realismo e sabedorias.

    JUAREZ ALVARENGA

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    Roger Campos

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  • VISIBILIDADE DOS SONHOS por JUAREZ  ALVARENGA

    VISIBILIDADE DOS SONHOS por JUAREZ  ALVARENGA

    O habitat natural dos sonhos deve ser o terreiro da realidade. Sonhos pequenos camuflam os instintos naturais em reação às potencialidades dos grandes que incomodam a plateia existente.

    É junto com o formigueiro de gente, que diariamente percorrem a MARGINAL DO TIETÉ, em São Paulo, que devemos levar nossos sonhos, para a luta como o boia fria leva o almoço ao serviço.

    Enganam-se aqueles que acreditam que as quimeras devem ter sua gênese na cama. No conforto das cobertas, nossas utopias devem saltar, para o sereno das madrugadas, pois lugar ideal aos sonhos é dentro das verdades da logísticas grandiosas que nos aproximam dos horizontes traçados.

    As táticas e as estratégias de nosso empreendimento só locomovem, com a rotatividade das ações em permanentes transformações.

    Colocar qualquer projeto grandioso em ação, é como percebemos as grandezas dos elefantes em mata explorada pelo homem. Sonhos, com potencial tem a visibilidade dos elefantes pela plateia. Por isto, fica exposto às críticas e tiros destruidores de acabar com nossas utopias antes de colocarmos ações em evidencia. Mas, este é o risco que devemos correr na reação natural das plateias aos grandes sonhos, principalmente, aos iniciantes é de censura e reprovação. Cabe  a nós, donos dos sonhos, manusear as distanciam de nossas utopias, com a realidade, na destreza perfeitas dos animais selvagens que acredita na fertilidade explosiva de seus instintos naturais.

    Os sonhos, são quando o egoísmo encontra sua autenticidade. É um ato isolado e personalizado. Ignorar a plateia, quando nossas fantasias estão visíveis distantes da realidade é ser convicto timoneiro de seu próprio caminho.

    A distância deve ser medida por atos de valentia épica cegando pela visibilidade da plateia. Os espaços devem ter a grandeza, onde nossas utopias possam desenvolver com desenvoltura de nossa ideia fixa.

    Se tiver alguns sonhos do tamanho dos elefantes, em uma mata descoberta, além de enfrentar as intempéries das quimeras tem que cegar, pelas críticas, de uma plateia extremamente observadora.

    Para você vacinar contra a visibilidade de seus sonhos pela plateia devem caminhar com passos seguros no chão, porém com olhos fixo as alturas das águias.

    Se acreditares, seguramente, nas realizações de suas utopias, não incomode definitivamente, com a visibilidade de seus sonhos pela plateia antes das realizações. Espere e confie em seus atos, pois a crítica da plateia, antes da realização transformará em aplausos consistentes por ter caminhado, soberbamente, em tempo de desconfiança incomodativa.

     

    JUAREZ ALVARENGA

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  • A SERENIDADE NA MATURIDADE por Juarez Alvarenga

    A SERENIDADE NA MATURIDADE por Juarez Alvarenga

     

     

            Vulcão permeava nossas vidas. Erupções em demasia construíam nossos dias. Nosso mar já naquela época sofria conseqüência  do clima na adolescência. Meu mundo enlouquecido pelos tormentos interiores navegava estupidamente em mar agitado.

            Não tínhamos logísticas de nossos sonhos e por isto se colocava num lugar inatingível. Caminhava só com impulsão e fora do trilho. Não imaginava a chegada ao porto, apenas acreditava que agitações das ondas nos levariam onde o destino resolvesse desembocar.

            Hoje somos escravos do planejamento. Erguemos nossos sonhos dentro da clareza solar. Os objetivos de adolescentes não foram abandonados, apenas amarrados firmemente na maturidade. Aumentamos até a distancia de nossos horizontes, porém repartimos as tarefas e dividindo os passos numa maratona possível.

            Hoje tirarmos da garrafa o peso que afundava nossos sonhos. Ela a garrafa caminha suavemente sobre a mais intensa tempestade. Compreendemos que o mundo tem sua lógica, porém ela não é só racional, e que o sonho de uma convivência mais harmoniosa pode ser realidade. Derrubar barreiras que alicerça a evolução humana é tarefas daqueles que acredita que os habitat naturais dos sonhos coletivos possíveis são a realidade.

            Serenidade na maturidade não que dizer alienação e sim uma maneira inteligente de sobreviver nas mais intensas ondas que o mar da vida fabrica.

            Serenidade na maturidade é proteger nossos sonhos da dissipação, erguendo tapumes vitalícios capaz de nos levarmos a realidade com sabedoria.

            Serenidade na maturidade é ainda entrar em alto mar, porém agora mais fortes do que as ondas gigantesca.

            Serenidade na maturidade não e diminuir o potencial de nosso arco de adolescente, porém treinar bem mais e só ter certeza de lançar a fecha quando o alvo for possível de ser atingido. Acreditar mais na competência do que na sorte.

            Serenidade na maturidade é acreditar que os sonhos não são cegos e são traçados pelos nossos instintos, porém captáveis pelos nossos sacrifícios.

            Serenidade na maturidade é recomeçar novas bases de nossos novos sonhos, porém na certeza que o empreendimento deve ser desprendimento nosso para com a humanidade.

            Serenidade na maturidade é erguer barreiras de concretos, protegendo aquele sonho de adolescência que impregnou em nossa caverna intima e de velho hoje, ainda tem a vitalidade de um medalhista de um atleta de olimpíadas.

     

    JUAREZ ALVARENGA

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  • DEUS, O SERTÃO E A NOITE por JUAREZ ALVARENGA

    DEUS, O SERTÃO E A NOITE por JUAREZ ALVARENGA

    A solidão encontra seu parceiro na escuridão privilegiada do sertão.

    Lá não existem convicções ateístas, por quanto o ser humano do sertão é aberto à consagração da vida, pelos modos de simplicidade.

    É uma sociedade primitiva, limitada pela falta de conhecimento, porém, essencialmente evoluída e possuidora de valores que captam a felicidade no primeiro olhar.

    Se os dias são metropolitanos, batizados por ações reais, com olfato de gasolina queimada ao meio dia nos aeroportos a noite se compara com a grandeza do pensamento sertanejo que possuem entrada franca para os espetáculos mirabolantes aos portadores da substanciosa felicidade do tamanho de cada personagem.

    No canto do mundo o sertanejo tímido, carrega no peito, a convicção sadia de que Deus democratizou a noite, onde por mais miserável que seja o individuo tem o ingresso de entrada, na generosa escuridão noturna, pois sua permanência é reajustada como a linha entra desenvolta na cabeça do alfinete proporcionado por dadivas divinas.

    A imitação de Deus, pelos sábios metropolitanos arrogantes, cai por terra, porém Deus não compete com o homem, cabe ao individuo apenas sua revelação grandiloquente.

    Nosso sertão, às oito horas da noite, o sertanejo sai, para caçar tatu enquanto na televisão, vemos cenas destruidoras da criatura humana. É o próprio homem caçando seu semelhante.

    Quando, assistimos o “JORNAL NACIONAL” percebemos com clareza o distanciamento do homem sertanejo do metropolitano. A mesma diferença de grandeza entre o homem e Deus.

    Deus, sertão e a noite são complementos significativos que totaliza num único ponto a pequenez humana diante da pseudo altura do prepotente, o homem metropolitano sem seu escudo protetor que é Deus de vigia.

     

     

    JUAREZ ALVARENGA

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  • A VIDA EM ABERTO – Por JUAREZ  ALVARENGA

    A VIDA EM ABERTO – Por JUAREZ  ALVARENGA

             Todas as manhãs são diferenciadas, quando acordamos convictos de que a vida é um eterno desafio e não momentos repetitivos e incômodos.

    Carregamos para o dia o peso dos nossos sonhos noturnos, como as formigas carregam as folhas para alimentar. Tendamos jogar diurnamente nossos passos íntegros e consistentes em direção aos horizontes distantes.

    Começo as manhãs dividindo minhas ações. Nunca traço metas, para terminar, no mesmo dia. Isto mostra a grandeza e a complexidade de minhas utopias. Mas, quantos quilômetros rodar meu velocímetro vivencial real dentro do dia melhor.

    Existem sonhos imediatos, independente do tamanho, como sonhos que varam gerações. Os perfeccionismos dos atos com a paciência e tempo é a receita infalível, que nos levam aos êxitos fatalmente.

    Nossas mentes devem ser um trator em movimento, que locomove, com sucesso, os mais resistentes obstáculos  que apareça dentro de nossas existências.

    O aroma da manhã, deve cheirar realismo. Buscar com nossos olfatos e sentir a deterioração das resistências mais acidas.

    As mentes que se aventuram a ultrapassar as fronteiras dos obstáculos, transformam-se em soberbas águias apaixonadas pelas alturas.

    A vida deve sempre estar em aberto, como os deliciosos romances da literatura clássica, porém, somente assim, construirá originais e fecundos enredos gravitacionando nossa existência de soberba felicidade.

    Não basta, para nós somente, a vontade de voar. É necessário ter abundancia de espaços onde podemos treinar e até errar. Até acertar as asas com as pericias dos pássaros.

    Apesar do avanço de nossa idade, não existe voo de que possa aprender. As destrezas vêm com treinos e as acrobacias perfeitas com a idade.

    Tantas nossas vidas, pessoais ou profissionais, devem estar livres, apesar dos acontecimentos lentos que nelas se envolvem.

    Hoje, compreendo porque minha vida, ainda está em aberto. É porque faço do espaço virgem, uma avenida, onde somente caminham, com o sucesso, os treinados pela existência.

    Escondo dentro de minha mente os obstáculos reais, não para fugir dos óbices, mas para traçar um trajeto, onde só passa com as astucia do brilho interior em ação.

    Não é a idade que tranca seus sonhos, e, sim sua mente abarrotada de ceticismos provocados pelo avanço do tempo.

    Devemos ter objetivos eternos, se a vida impõe muralhas resistentes, o peso da idade derrubará com suas experiências.

    A vida está sempre em aberto se você estiver atendo e com coragem de carregar seus sonhos, até o dia inesquecível  de sua realização final.00

     

    JUAREZ ALVARENGA

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  • ENGENHOSIDADE COTIDIANA por JUAREZ  ALVARENGA

    ENGENHOSIDADE COTIDIANA por JUAREZ  ALVARENGA

             Lembro-me de domingo à noite, quando meus amigos de república iam assistir no meu quarto “OS GOLS DO FANTÁSTICO”.

    Está antologia de acertos nos enchia de paixão e exemplos.

    Pois, sabemos que o gol só acontece, quando tudo dá certo. É o perfeccionismo acasalado com o sucesso.

    Na vida é também assim ou deslumbramos com os fracassos, ou nos instrumentalizamos com o raciocínio da perfeição.

    Devemos correr atrás de nossos objetivos com a paciência das formigas carregando folhas, a força do leão tentando atingir o alvo ou nas alturas das águias, porém, quaisquer sonhos estão sempre acima de nossos limites iniciais.

    A engenhosidade cotidiana é o requisito substancial, para enfrentar a rudeza da vida com elegância e  sutileza.

    Devemos ser guerreiros polidos e armados de bom senso e inteligência. Buscar no campo de batalha os objetivos clarividentes mensuráveis pela nossa força intima.

    A lentidão cotidiana não nos deve tornar-se tosco, mas sim rebuscado de tentativas validas e insistentes.

    A vida é uma epopeia e suas transformações exigem atitudes épicas e teimosas e não fragilizadas e inseguras.

    E quando as manhãs se abrirem infiltra dentro delas resignação pelos fracassos e enredos grandiosos pela construção de nossa própria história.

    Distancie da monotonia e busque com alegria, as perfeições dos “GOLS DO FANTÁSTICO”, que terá oportunidade de construir com arroubos valentes capítulos de uma nova história dentro de seu processo evolutivo de ações permanentes.     

     

                                                  

    JUAREZ ALVARENGA

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  • AS TRÊS FASES DO CICLO EXISTENCIAL por Juarez Alvarenga

    AS TRÊS FASES DO CICLO EXISTENCIAL por Juarez Alvarenga

    Os ciclos humanos são constituídos de variadas situações. Nascemos frágeis e somos jogados nas mãos de nossos pais. Indefesos e inocentes permanecemos até os doze anos. Nesta idade não temos consciência das dificuldades coisas. A magia contamina nosso universo. Familiares nos tiram da realidade e o mundo encantado fixa firme no picadeiro das ilusões.

    A segunda fase vai dos doze anos até os vinte cinco anos. As fantasias, nesta idade, são os ventos fortes que locomovem sem bússola nossos barcos. Turbulências não nascem do mundo, mas de nosso próprio intimo. Somos Napoleão enfrentando um exercito desarmado. Sentimos poderosos e achamos que podemos mudar a mecânica do universo. Começamos a agredir a sociedade e esta como padrasto retribui esta agressão na mesma proporção.

    Percebemos a existência pelo lado estético. Damos mais valor no enfeite do arco do que na sua potência. Descobrimos que a vida nos exige sacrifícios. Nossos caprichos só serão satisfeitos se tivermos o mérito e se formos realmente merecedores.

    O falso poder, nascido de nosso intimo, fabrica vitórias imagináveis. Enfrentamos o cosmo com emoção e tornamos reclusos de nossas próprias paixões. Contaminamos os dias com utopias e damos a impressão que agimos patentemente. É a fase da existência, onde as fantasias mais distanciam da realidade. Nosso interior emocional, é como uma caixa de abelha, que apesar de não ter horizonte, ainda fabrica mel dando doçura a nossa rotina.

    Somos nesta fase gigantes perante nosso narcisismo e pigmeus, para gerações mais avançadas. Destruímos a vida pratica e construímos horizontes inatingíveis. E este processo nos mergulha em catástrofes profissionais.

    E finalmente vem a terceira e ultima fase. Começamos a ser rústico com a vida e polido com nós mesmos. As filosofias existenciais nos impõe que a vida é quase um fato consumado. Nossos processos seqüenciais são abruptamente interrompidos. Neste desaquecimento caímos no comodismo rotineiro que nos aprisiona. Encurtamos nossos horizontes e aumentamos os instrumentos de suas conquistas. Damos a  impressão que a invasão da realidade destrói o lado encantado da existência.

    Nesta fase as tempestades nascem da vida e não de nossas mentes férteis. Mas, em compensação aprimoramos nossos barcos vivenciais. Aumentamos suas potencia e temos mais destreza, para enfrentar a profundidade e a intensidade de seus ventos. Plantamos sementes selecionadas e adubamos, pacientemente, que fará os frutos nasceram com menos imperfeições.

    Não temos agora a proteção de nossos pais. A vida penetra, sem barreiras e como boxeadores  nos batem com atrocidade e esta situação faz reter, em nossos coletes protetores construídos dentro da vida obra genuinamente nossa.

    Apequenar, analisar, decidir e destruir os problemas nos fará recuperar nosso maior patrimônio  que é a alegria de viver. Devemos sempre ser produtores de soluções, enquanto a existência for progenitora e generosa de problemas. Recuperar o seu encanto só será possível se trucidar os problemas com vontade, pois a cada nascer do sol, teremos uma nova oportunidade de fazer a vida jogar a nosso favor.

     

                                                  

    JUAREZ ALVARENGA

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  • RELÍQUIA DA CASA ANTIGA por JUAREZ ALVARENGA

    RELÍQUIA DA CASA ANTIGA por JUAREZ ALVARENGA

            Como em todos os lares, pudemos vivenciar, ao longo de nossas vidas, momentos felizes, assim como os tristes, mas de qualquer forma, a presença de nossos pais tornava a vida um fardo mais leve e alegre.

            Vagando no tempo e no espaço, podemos recordar nossos primeiros madrugais, nossos primeiros sonhos, nossas saídas, e, a certeza da volta, para um lar pobre, mas decente e abençoado por Deus. Como era bom aqueles tempos, como é bom saber que eles existiram.

            Nas madrugadas, junto de meus irmãos, fazíamos reuniões inocentes e intermináveis, trocando vivências e buscando o conforto na experiência individual, na certeza de que o futuro nos aguardava, o que nos levava a viver um presente solidificado no amor fraterno e na obediência aos ensinamentos de nossos pais.

            O corredor de nossa casa, dentro das devidas proporções, parecia a Rua Augusta, em época de Natal, visto a agitação dos amigos e o constante ir e vir, na busca do melhor caminho.

            Éramos, na verdade, uma fábrica de sonhos, que se transformava em uma família fraterna e paternal, cujo ponto central, acontecia no almoço em dia de domingo.

            Naqueles tempos, assistíamos o seriado “Bonanza”, que marcou profundamente, nossas vidas, assim como de todas as crianças e adolescentes.

            Hoje, o mundo mudou, a realidade é outra, assim como nossos sonhos e nossas esperanças são outras, mas de qualquer forma o saudosismo permaneceu.

            PERCEBEMOS QUE A CAÇA DOS SONHOS É MELHOR DO QUE A PRESA DA REALIDADE DOMADA.

            Nosso pai, em outros tempos, dirigiu caminhão, mas o que realmente sabia fazer, e o fazia como ninguém, era dirigir a família, hoje em outra dimensão, nos deixou como maior presente e herança a estrada de nossas vidas toda asfaltada pela felicidade e certeza de que chegaremos aos nossos destinos.

            Pensamos, sinceramente, que somos mais uma família, mas uma família do Brasil que deu certo, que galga, com paciência, os degraus da existência, que tenta atingir o alvo maior, que centraliza e se concretiza no amor, na fé e na esperança.

            Se de um lado, a vida é uma continuidade evolutiva, de outro, envolvidos que estamos, nesse processo de crescimento vivencial, entendemos que nossos pais foram fundamentais neste crescimento, embora tenham partido para a eternidade, ficarão eternamente em nossos corações, domesticados que estão pela gratidão infinita.

            PELO QUE SE VÊ LEITOR NÃO TENHO MOTIVO PARA APAGAR O PASSADO, APESAR DE VISLUMBRAR UM FUTURO IGUAL.

     

                                                  

    JUAREZ ALVARENGA

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  • INVERNO E SONHOS por JUAREZ ALVARENGA

    INVERNO E SONHOS por JUAREZ ALVARENGA

             O frio inicia com sua desenvoltura natural.

             Nós seres humanos readaptamos a situação climática.

             A vida se desponta no horizonte, enquanto nossos olhos enxergam o topo da montanha. E, de lá lançamos nossos sonhos para todos os espaços possíveis.

             O ser humano personagem central de nossa historia, incendeia seus atos na fogueira das soluções.

             Na cama, de madrugada como rei isolado, idealizamos nossos sonhos com autenticidade  sob o cobertor acolhedor contemplamos atirando flechas, para as estrelas. Porém, sabemos que o lugar das utopias é na rusticidade, no sereno, dentro da realidade viril, pois somente assim, livre no ar  respiramos a atmosfera das utopias em transformação adquirindo musculatura, que agride com intensidade, o núcleo da realidade.

             Levando para cama somente o produto dos sonhos realizados. A sensação de missão cumprida nos mostra, que a logística dos sonhos, estão na dor da realidade conquistada.

             O habitat natural dos sonhos é dentro do brilho do sol escaldante, porém somente a transparência  de sua força potencial acarretará todo o fluxo natural dos caminhos certeiros.

             Neste inverno construa seus sonhos, não deixe que nevoeiro estanque suas ações, e voando como pássaro que ao atingir altura máxima aterrisse no seu ninho protetor.

             Que sinta apenas o desconforto da temperatura, porém sua sensação deve ser de reflexão e ação.

             Se posicione, como guerreiro agasalhado  construindo seus sonhos, sob quentura de seu cérebro em movimento.

     

    JUAREZ  ALVARENGA

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  • MEU MAR ATUAL – Juarez Alvarenga

    MEU MAR ATUAL – Juarez Alvarenga

    Enfrentar nosso mar diário é preciso coragem e eliminar o medo que nos intimida e nos aterroriza.

            Sair em nosso barco próprio é se projetar infinitamente e substituir a valentia pela prudência.

            Éramos aventureiros que saíam para as viagens marítimas sem projetos e sem destino. Acreditávamos que poderíamos atravessar o mar com uma única braçada. E hoje percebemos que são necessários milhões. Nosso sonho era calculado pela precipitação  e imperícias. E por isto evaporava simultaneamente no ritmo de sua desfiguração. Gostávamos das tempestades que nos afogavam, mas também nos ensinavam. Os desastres nasciam junto com a imprevisibilidade. Saltávamos-nos nas ondas gigantes sem salva- vidas psicológicas.

            Essas brincavam de nos atormentar e nos impulsionavam para o alto mar. Lá, sem preparo éramos engolindo pelas profundezas escuras aonde os raios solares não chegavam.

            Afogamos variadas vezes, mas sempre voltávamos à tona. Em nossa guerra contra o mar percebemos que os fracos éramos nós e não a o mar com sua destreza operacional.Estes nos proporcionavam a oportunidade de navegar.E nós, em nossa vulnerabilidade, nos arriscávamos.Depois de muitos erros aprendi a acertar e avançar de acordo com a monotonia marítima.

            Essas coletâneas de equívocos fizeram-me destruir a timidez enfrente o mar e tornar-me conhecedor soberbo de meu próprio espaço marítimo.E foi por ter errado tanto que conseguir descobrir os caminhos dos acertos.Percebi que quando a racionalidade nos governa, nos faz entender que o mar tem sua lógica e enfrenta-lo com este raciocínio é doma-lo facilmente.

            Hoje entramos no mar com a filosofia que nós, seres humanos, devemos   viver somente os problemas inevitáveis, porém os evitáveis sou como Napoleão para resolver. Para que nossa permanência seja repleta de felicidade.Se nós pilotos estivermos em lua de mel com nós mesmos, seremos supremo condutor da embarcação.

            A raridade dos  problemas inevitáveis nos proporciona alegria quase permanente.Os armadores do mar só entendem de atravessar quando seu intimo estão mergulhado dentro das armadilhas existenciais.

            Aprendemos que o mar da vida é para nós façamos turismo,e não para escapar da realidade terrena.

            Ter o mar à frente é necessário primeiro matricular na marinha e depois de perito ter a certeza que a outra margem será atingida.

            Nesta idade não nos cabe mais aventura. Devemos perseguir nossos sonhos na claridade solar. E depois de tantos afogamentos compreenderem que somente a profissionalização nos tornará pilotos competentes em qualquer situação em que estiver o mar.

            Devemos entender que nossa erupção intima pode ser um fator a mais de destempero emocional levando-nos a desastres fatais.

            Hoje meu mar é suave por isto busco manter minha embarcação em alta velocidade. Entendi que as tempestades antigas eram coisas minhas e não do mar. Com este aprendizado atual só saio para o mar com muito estudo e paz intima. Troquei a valentia pela prudência.

            E essa paz intima me reservou o direito de até não enfrentar se não conseguir domar meu mar intimo. Pois o mar não é para se jogar e sim para navegar.

     

     

    JUAREZ ALVARENGA

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  • A SERENIDADE NA MATURIDADE por Juarez Alvarenga

    A SERENIDADE NA MATURIDADE por Juarez Alvarenga

             Vulcão permeava nossas vidas. Erupções em demasia construíam nossos dias. Nosso mar já naquela época sofria conseqüência  do clima na adolescência. Meu mundo enlouquecido pelos tormentos interior navegava estupidamente em mar agitado.

            Não tínhamos logísticas de nossos sonhos e por isto se colocava num lugar inatingível. Caminhava só com impulsão e fora do trilho. Não imaginava a chegada ao porto, apenas acreditava que agitações das ondas nos levariam onde o destino resolvesse desembocar.

            Hoje somos escravos do planejamento. Erguemos nossos sonhos dentro da clareza solar. Os objetivos de adolescentes não foram abandonados, apenas amarrados firmemente na maturidade. Aumentamos até a distancia de nossos horizontes, porém repartimos as tarefas e dividindo os passos numa maratona possível.

            Hoje tirarmos da garrafa o peso que afundava nossos sonhos. Ela a garrafa caminha suavemente sobre a mais intensa tempestade. Compreendemos que o mundo tem sua lógica, porém ela não é só racional, e que o sonho de uma convivência mais harmoniosa pode ser realidade. Derrubar barreiras que alicerça a evolução humana é tarefas daqueles que acredita que os habitat naturais dos sonhos coletivos possíveis são a realidade.

            Serenidade na maturidade não que dizer alienação e sim uma maneira inteligente se sobreviver nas mais intensas ondas que o mar da vida fabrica.

            Serenidade na maturidade é proteger nossos sonhos da dissipação, erguendo tapumes vitalícios capaz de nos levarmos a realidade com sabedoria.

            Serenidade na maturidade é ainda entrar em alto mar, porém agora mais fortes do que as ondas gigantesca.

            Serenidade na maturidade não e diminuir o potencial de nosso arco de adolescente, porém treinar bem mais e só ter certeza de lançar a fecha quando o alvo for possível de ser atingido. Acreditar mais na competência do que na sorte.

            Serenidade na maturidade é acreditar que os sonhos não são cegos e são traçados pelos nossos instintos, porém captáveis pelos nossos sacrifícios.

            Serenidade na maturidade é recomeçar novas bases de nossos novos sonhos, porém na certeza que o empreendimento deve ser desprendimento nosso para com a humanidade.

            Serenidade na maturidade é erguer barreiras de concretos, protegendo aquele sonho de adolescência que impregnou em nossa caverna intima e de velho hoje, ainda tem a vitalidade de um medalhista de um atleta de olimpíadas.

     

     

    JUAREZ ALVARENGA

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • BRASIL E ALEMANHA NUM NOVO DUELO por JUAREZ ALVARENGA

    BRASIL E ALEMANHA NUM NOVO DUELO por JUAREZ ALVARENGA

             A vida nos ensina que a única maneira de enfrentar a derrota  é não aceitar. Todos os seres humanos nascem para ser vitoriosos, porém a vitória  não é uma dadiva e sim uma conquista. O tempo apaga as cicatrizes da derrota como o do Brasil contra a Alemanha na copa de 2014.

             Permanecer vivo depois de um drama deste é ser herói de si mesmo, porém sempre confiante no futuro e nos instrumentalizar e acreditar que a única derrota definitiva é a morte.

             Se você acredita no tempo e em si mesmo instrumentalizando para a vida será capaz de compreender que na existência é uma história em que por mais humilhante que seja a derrota ela é sempre reversível.

             Que o Brasil venha confiante e que Alemanha venha sem salto alto do passado que é uma nova historia. Pois nós brasileiros aprendemos a ser mais competitivo e não agressivo nos instrumentalizando para a vida.

    JUAREZ  ALVARENGA

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