Novamente a vítima é uma mulher. Professora de 41 anos não tinha comorbidades.
A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta sexta-feira (28) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados e de curados, mas, infelizmente, também mais uma morte. Com o óbito de hoje o total é de seix vítimas fatais do coronavírus na cidade.
Todas as seis mortes confirmadas são de mulheres. A diferença do caso de hoje em comparação com os anteriores é que todas aquelas vítimas tinham comorbidades (outras doenças), sendo que a professora, de 41 anos, que estava internada no Hospital São Francisco de Assis, havia 14 dias, não apresentava outras doenças pré-existentes.
A primeira morte em Três Pontas, por conta da covid-19, se confirmou no dia 12 de abril, vitimando uma idosa de 72 anos. Já o segundo registro se deu no dia 23 de julho, tirando a vida de uma mulher de 43 anos. No final daquele mês de julho outras duas mulheres (73 e 48 anos de idade) morreram. A quinta morte havia sido confirmada no início deste mês de agosto (dia 03). Uma idosa de 66 anos foi a vítima.
Números de Hoje – Recorde em 24 horas
A sexta-feira (28) registrou o maior número de casos confirmados de coronavírus em apenas 24 horas em Três Pontas. Foram mais 16, saltando de 268 para 284. Ainda conforme o Boletim Epidemiológico da Prefeitura Municipal de Três Pontas, Três Pontas obteve, de ontem para hoje, mais 10 pessoas curadas do coronavírus, pulando de 224 para 234.
Já o número de internados confirmados com o vírus foi zerado. O de pessoas internadas com suspeita de covid-19 é de 3.
Há, no momento, 44 pessoas em isolamento. Nas últimas 24 horas o número de casos de síndrome gripal saiu de 2.260 e chegou em 2.305, ou seja, 45 novos registros.
Pedreiro Júlio Reis Naves tinha 71 anos e era muito querido na cidade
Um trágico acidente foi registrado pela Polícia Militar de Três Pontas na manhã desta sexta-feira (14). O pedreiro Júlio Reis Naves, de 71 anos de idade, trabalhava em uma obra quando se desequilibrou sobre uma prancha de madeira e acabou caindo de uma altura de 6 metros, aproximadamente.
Em contato com a Polícia Militar de Três Pontas recebemos a informação de que o acidente ocorreu por volta das 7h30, na Rua José Braz Pereira, no bairro Major Brás. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi chamado e prestou os primeiros socorros, mas, infelizmente, a vítima não resistiu e faleceu antes de dar entrada no Pronto Atendimento Municipal local.
Um vizinho do local da obra disse ao Conexão que Seu Júlio era uma pessoa muito querida e que, apesar da idade, sempre estava bem disposto e que hoje havia chegado bem cedo na construção, por volta das 7h.
O acidente ocorreu por volta das 8h.
O Conexão Três Pontas esteve na obra para conversar com algum responsável, para obter informações sobre a utilização dos equipamentos de segurança, mas não havia ninguém no local.
Júlio Reis Naves, que completaria 72 anos no dia 25 de outubro, era natural de Três Pontas. Ele residia na Rua Niterói, no bairro Padre Victor.
Nossa reportagem conversou com uma familiar, Karina Naves, hipotecando solidariedade e se colocando a disposição neste momento de dor. Nos foi autorizada a veiculação da foto do senhor Júlio Naves. Seu sepultamento está marcado para às 15h30.
Aos familiares e amigos os nossos sinceros sentimentos!
FALECIMENTO DO VEREADOR CARLOS COSTA FOI CONFIRMADO PELO LEGISLATIVO VARGINHENSE
A Câmara Municipal de Varginha confirmou o falecimento do vice-presidente da Casa Legislativa, o vereador e radialista, Carlos Ferreira da Costa Filho e decretou luto oficial de três dias. Carlos faleceu na tarde desta segunda-feira (03), aos 62 anos, no Hospital Bom Pastor, onde estava internado desde o dia 18 de julho, com problemas respiratórios, agravados pelo coronavírus.
De acordo com informações de nota oficial emitida pelo Sistema Clube de Comunicação (gerenciado por Carlos Costa), durante o período em que esteve internado, ele passou por diversos exames que reafirmaram seu delicado estado de saúde e identificaram uma mancha no pulmão e uma infecção. Além de todos os problemas que já estava enfrentando ainda testou positivo para covid-19. O resultado positivo saiu na noite deste domingo (02).
Carlos Costa estava em seu segundo mandato como vereador. Em 2012 foi eleito com 1.529 votos e reafirmando seu trabalho junto à população, foi reeleito em 2016 com 2.737, sendo o vereador mais votado daquela eleição. Atualmente era filiado ao MDB.
“A Câmara de Varginha perde um vereador muito competente e amigo. Não imaginávamos passar por essa situação de ter que terminar esta Legislatura sem o Carlos Costa aqui. Principalmente eu, que o tinha como um amigo, meu vice-presidente, muito leal e justo. Sentimos muito e nos solidarizamos com a família neste momento de profundo pesar”, diz a presidente da Casa, vereadora Zilda Silva.
Biografia
Natural de São José do Rio Pardo, interior de São Paulo, Carlos Ferreira da Costa Filho nasceu em 11 de março de 1958.
Filho de Carlos Ferreira da Costa e Warde Nasser João Ferreira da Costa, Carlos foi casado com Rosângela Maria Pereira Ferreira da Costa, com quem teve duas filhas: Maria Elisa e Virginia Helena.
Formado em Ciências Físicas e Biológicas, Matemática e também em Técnico em Eletricidade e Eletrônica, Carlos iniciou sua carreira de radialista na Difusora Rio-Pardense. Posteriormente trabalhou em Poços de Caldas, onde gerenciou uma emissora de rádio local e depois seguiu para Pouso Alegre, onde começou a ganhar visibilidade em todo o sul de Minas pela sua eficiência como gerente e pela eloquência nos microfones.
Mudou-se para Varginha em 1994, para gerenciar o Sistema Clube de Comunicação, onde trabalhou com muita dedicação e amor até seus últimos dias de vida.
Por meio do seu trabalho jornalístico no noticiário “Varginha em Foco”, teve a possibilidade de conhecer as dificuldades que a população varginhense enfrentava.
Sempre preocupado com o próximo, em 1998 decidiu adicionar seu toque particular ao noticiário e lançou o quadro “A Voz do Povo”, um espaço totalmente aberto e 100% democrático, onde todos podiam se manifestar, fazer elogios, reclamações e também pedir ajuda.
Sucesso absoluto desde então, “A Voz do Povo” se tornou a marca do locutor que nunca mediu esforços para ajudar quem precisava, incluindo os animais.
Em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à comunidade, Carlos recebeu na década de 90, o Título de Cidadão Honorário Varginhense.
Depois de dar voz a população, acompanhando diariamente os problemas dos varginhenses e tentar ajudar de todas as formas possíveis, em 2012 Carlos decidiu que era hora de tentar fazer ainda mais pela população carente de Varginha, quando se candidatou a vereador pela primeira vez.
Carlos era um vereador atuante, combativo e muitas vezes reconhecido como oposição ao Governo. Mas sempre embasado em representações da população, que era o seu maior foco.
Uma das categorias mais unidas é, sem dúvida, a dos motoboys. Amantes e profissionais das “duas rodas” mantem um respeito e uma cumplicidade muito grandes. Uma verdadeira irmandade que é vista em várias situações e eventos de congraçamento. Um sempre procurando ajudar o outro. Tanto na alegria quanto na tristeza os motociclistas estão sempre juntos. E foi o que aconteceu, em forma de homenagens, na despedida de Mateus Carlos Vieira de Oliveira, de 21 anos de idade, que perdeu a vida em um acidente de trânsito, na rodovia MG 167, em Três Pontas, na tarde desta quinta-feira (09).
O Acidente
Mateus seguia pela MG 167, sentido Três Pontas, retornando de Nepomuceno, quando foi atingido por um caminhão, que seguia em sentido contrário. Informações preliminares afirmam que o veículo de grande porte teria realizado uma conversão à esquerda para acessar um lote lindeiro, tentando entrar numa estrada rural.
Alegações de que a manobra do caminhão não teria sido realizada de forma correta, não seguindo as normas de segurança e conduta estabelecidas pelo CTB (Código de Trânsito Brasileiro), estão sendo apuradas pela perícia da Polícia Civil. O caminhão teria atingido a contramão de direção durante a manobra e, assim, atingido a motocicleta. As causas do acidente seguem sob investigação.
Com o forte impacto da colisão Mateus Carlos Vieira de Oliveira, apesar das tentativas de reanimação, acabou não resistindo aos ferimentos e morreu ainda no local.
O condutor do caminhão, de 48 anos, foi encaminhado pelo Samu ao Pronto Atendimento Municipal. O trecho foi isolado pela PRE (Polícia Rodoviária Estadual).
As Homenagens
Diversos motociclistas estiveram no trevo que dá acesso à cidade de Três Pontas para recepcionar o corpo de Mateus, que havia sido levado ao Instituto Médico Legal da cidade de Varginha.
Uma motociata percorreu diversas ruas da cidade. Houve buzinaço e uma parada simbólica na Praça Cônego Vítor, em frente à Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda, onde o veículo que conduzia o corpo do jovem motociclista era trazido pela Organização de Luto Conego Vítor. Em circulo os colegas de profissão rezaram por Mateus.
Nas redes sociais, muitas pessoas falaram do jovem trespontano com muito carinho, se referindo a ele como um jovem trabalhador, humilde, alegre e querido por todos.
Rodrigo Sarto Lomonte, de 37 anos, foi atingido por tiro na cabeça.
Um policial militar natural de Varginha, trespontano de coração e que atuava em Boa Esperança acabou morrendo após ser atingindo por disparo de arma de fogo num confronto com assaltantes de uma motocicleta. A tragédia ocorreu na noite deste sábado (16). O sargento Rodrigo Sarto Lomonte, não resistiu ao ferimento na cabeça.
De acordo com informações do Boletim de Ocorrência, a vítima é o 2° Sargento Rodrigo Sarto Lomonte de Oliveira, incluído na PMMG em 11/02/2008, lotado no Primeiro Pelotão da 172ª Companhia da Polícia Militar de Boa Esperança/MG. Rodrigo nasceu em 01 de fevereiro de 1983. É filho de Maria Aparecida Sarto de Oliveira e Weber Lomonte de Oliveira e residia na Praça Nicésio Ferreira Maia, no centro de Boa Esperança. Era casado e deixa um filho.
Os Fatos
Ainda conforme o Boletim de Ocorrência, na noite deste sábado, 16 de maio de 2020, na cidade de Boa Esperança, uma equipe da Polícia Militar realizava patrulhamento preventivo pela Avenida Brasil, inicio da BR 265, tendo na ocasião se deparado com uma motocicleta Yamaha/Xtz 250 Lander, ano 2018, modelo 2019, cor azul, placa QOJ-5995, de Boa Esperança, com dois ocupantes. A motocicleta fora furtada em data anterior conforme REDS 2020-023114786-001.
De imediato o sargento e um soldado deram ordem de parada durante a abordagem aos ocupantes da motocicleta. Contudo, os indivíduos que estavam na motocicleta não acataram e evadiram do local, sendo acompanhados até próximo ao bairro Populares, onde os meliantes vieram a cair ao solo, evadido, correndo pelo matagal.
Em ato continuo, os militares iniciaram perseguição a pé, momento em que o militar Sd. Carlos André, focou em um dos indivíduos e o Sgt. Rodrigo no outro autor, sendo que o Sd. Carlos André ouviu em determinado momento cerca de 5 disparos de arma de fogo. O militar 2° Sgt. Rodrigo Sarto Lomonte de Oliveira, 37 anos, que estava em perseguição a um dos autores pelo interior do matagal, ficou desaparecido no matagal por aproximadamente 3 horas. Após buscas, com apoio de todas as viaturas policiais do turno e reforço recebido da cidade de Varginha/MG, o militar Sgt. Rodrigo foi encontrado em meio a vegetação desacordado e com ferimento na cabeça, sendo imediatamente socorrido e encaminhado ao Pronto Socorro local para ser reanimado após parada cardiorrespiratória, porém, o militar não resistiu ao ferimento e veio a óbito.
A princípio não havia informações dos autores e o rastreamento foi iniciado e permanecerá até o êxito na prisão dos autores, que conta com reforço de policiais de diversas cidades da região, como Três Pontas e Varginha, além de uma guarnição vinda da capital Belo Horizonte.
Vários militares, colegas de farda, lamentaram profundamente a morte do colega. Dentre eles, falou ao Conexão o seu colunista, Capitão Neiber Cairon Lima: “Infelizmente, perdemos um colega de farda em Boa Esperança. Estava de serviço e ao perseguir um vagabundo, foi alvejado com um disparo na cabeça. Que se encontre o quanto antes esses meliantes. Meu sincero sentimento aos familiares, colegas de farda e amigos”.
O corpo do militar foi levado ao Instituto Médico legal. Seu sepultamento , segundo familiares, acontece a partir das 14 horas na cidade de Varginha.
26 anos depois, Conexão traz detalhes daquela tragédia que enlutou todo país em 1º de Maio de 1994. As principais causas da morte do piloto brasileiro – e as consequências que mudaram a Fórmula 1 para sempre
Uma batida violenta, na sétima volta do GP de San Marino, na Itália, em 1994, tirou a vida do tricampeão mundial de F-1. Era a terceira etapa de uma temporada que não ia nada bem para Senna. Ele ainda não havia conquistado pontos no campeonato e via um novato, Michael Schumacher, disparar com duas vitórias (o alemão viria a conquistar seu primeiro título naquela temporada).
Ayrton passou os dois anos anteriores comendo poeira dos carros da Williams e, justo quando se transferiu para a equipe com o melhor veículo, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) proibiu as tecnologias que davam vantagem à escuderia azul e branca.
O fim de semana do GP, disputado no circuito de Ímola, já estava carregado por causa de um acidente grave de Rubens Barrichello, nos treinos de sexta-feira, e da morte do austríaco Roland Ratzenberger no sábado. No domingo, 1º de maio, foi a vez de Senna.
SANGUE NO ASFALTO
A pista de Ímola tinha muitas ondulações. Os carros de F-1 precisam “grudar” no asfalto e, numa superfície irregular, ficam instáveis e sujeitos a derrapar. Para complicar a situação, os veículos da Williams estavam difíceis de guiar, já que a equipe ainda estava se adaptando à proibição do uso do sistema de suspensão eletrônica.
CURVA DA MORTE
A Tamburello já havia sido palco de acidentes. Em 1987, Nelson Piquet bateu no mesmo ponto a 280 km/h por causa de um pneu furado. Dois anos depois, Gerhard Berger, amigo de Senna, bateu e incendiou sua Ferrari no muro da curva. Após o acidente de Senna, a curva virou uma inofensiva chicane – sequência de curvas de baixa velocidade.
RODA MURCHA
Uma teoria culpa os pneus. Na primeira volta da corrida, os pilotos tiveram de dirigir devagar por causa de um acidente. Com isso, os pneus esfriaram e perderam 25% da pressão. O carro ficou 5 mm mais baixo, o que pode ter desestabilizado a aerodinâmica. Isso teria causado a perda de aderência da Williams com a pista.
FORA DE CONTROLE
A explicação mais famosa é a de que a coluna de direção, que liga o volante às rodas da frente, quebrou. Senna pediu aos engenheiros que aumentassem o tamanho da peça em 1,8 cm para que o volante ficasse mais próximo dele. Segundo a Justiça italiana, a solda de um pedaço extra de metal teria sido mal feita e causado a quebra da coluna.
A última vez em que Senna testou seu carro, o mesmo do acidente fatal.
(SEM) FIO DA MEADA
Os sistemas eletrônicos do carro enviam dados de performance a computadores da equipe. É a chamada telemetria. No caso de Senna, os dados revelam que havia força sendo aplicada na coluna de direção, o que provaria que ela não quebrou antes do impacto. Também dá para saber que o piloto acionou freios e soltou o acelerador.
IMPACTO PROFUNDO
O carro não estava tão rápido (216 km/h) e a batida não foi frontal – pilotos já escaparam com vida de acidentes mais violentos. A falta de sorte foi que, na batida, a roda direita ficou prensada entre o muro e o carro. Isso causou a quebra do braço da suspensão, que entrou pela viseira do capacete, perfurou o crânio e atingiu o cérebro. Além do crânio perfurado, não havia outra lesão no corpo de Senna: nenhum osso quebrado ou hematomas.
À ESPERA DE UM MILAGRE
Os bombeiros chegaram 20 segundos após o acidente, mas não tinham o que fazer, já que não houve incêndio. A ambulância levou dois minutos para chegar ao local do acidente – tempo demorado na opinião de especialistas em segurança de corridas. Já fora do carro, Senna teve o pescoço cortado para poder respirar (traqueostomia). Após mais 15 minutos, um helicóptero levou o piloto ao hospital Maggiore, em Bolonha. Ele morreu 40 minutos após ser internado.
Brasil parou durante o velório do herói nacional Ayrton Senna.
Resultados da tragédia
Acidente tornou a F-1 mais segura
A Justiça italiana investigou o caso até 1997. Membros da equipe Williams, incluindo o dono, Frank Williams, foram julgados e absolvidos. O jornalista Flavio Gomes, especializado em automobilismo, explica: “Não há culpados no sentido de alguém ter sido negligente ou descuidado”. Pelo menos, houve uma boa consequência: a segurança aumentou. Hoje, as rodas são “amarradas” ao carro para não voarem, há reforços nas laterais e uma comissão de segurança da F-1.
O foto mais emblemática do fim de uma lenda. Minutos antes de entrar em seu carro, naquele fatídico dia, Senna olha para sua Williams visivelmente triste, parece estar prevendo o que lhe aconteceria naquela manhã de domingo. Com as mãos sobre o aerofólio, Ayrton parece se despedir das pistas, da vida…
Fontes: Flavio Gomes, jornalista da FOX Sports e do site Warm Up / Livro The Death of Ayrton Senna, de Richard Williams / documentário Seismic Seconds: The Death of Ayrton Senna, da National Geographic / The Guardian / Super Interessante / Terra Brasil / Abril.com / The Independent / BBC / VEJA / FastCompany
Querido por todos, sua morte causou consternação; amigos falaram dele nas redes sociais.
O domingo de Páscoa terminou de forma triste para uma família de Três Pontas. Luiz Otávio Coimbra, de 33 anos, morreu após bater em um poste de energia elétrica no Quilombo Nossa Senhora do Rosário. A moto que ele conduzia ficou bastante danificada. Tavinho, como era chamado pelos amigos e familiares, era muito querido na cidade. Sua morte chocou a todos. Amigos falaram sobre ele com muito carinho.
Luiz Otávio perdeu o controle de direção da motocicleta e chocou-se contra o poste. Uma equipe do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) prestou os primeiros socorros e o conduziu até o Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas. Tavinho sofreu uma parada cardiorrespiratória após a constatação de politraumatismo e acabou não resistindo.
Seu corpo foi levado para o IML de Varginha. Familiares informaram que o corpo chegaria em Três Pontas na manhã desta segunda-feira, para um velório rápido, apenas para familiares e amigos mais próximos, atendendo as recomendações de prevenção ao coronavírus, que limita os velórios em no máximo 20 pessoas e no menor tempo possível.
Pai de três filhos, trabalhava com venda de café. Ele passava os finais de semana no sítio de seus pais naquele Distrito. Sorridente, cercado de amigos, Luiz Otávio era adepto da musculação. De bem com a vida, tinha muitos planos. Veja algumas mensagens deixadas no perfil de Luiz Otávio e nos próprios, no facebook:
Pablo Braga
Poxa, meu brother! Tô custando a acreditar que vc nos deixou tão cedo. A saudade será eterna. Nossas risadas lá no Posto, a gente sempre bebendo uma… Vc sempre feliz da vida e compartilhava tudo com os amigos. Sou um privilegiado de ter feito parte do seu ciclo de amizade. Bom, agora vc está nos braços do Pai e descansando. Fique em paz, meu amigo! A saudade aqui será eterna!
Bruno Cesar
Que DEUS te receba de braços abertos meu irmão Luiz Otávio Coimbra Tavinho e conforte todo sua família.
Gabriel Oliveira
Não dá pra acreditar mano , semana passada estávamos juntos no Pontalete, de boa, e agora fico sabendo que vc se foi. Obrigado por sua amizade de muitos anos , muitas risadas , com vc tudo era alegria. Descanse em paz.
Rose Ramos
Os bons partem cedo demais né meu amigo. Com essa carinha é esse sorriso Deus sentiu saudades. Uma pena né. Não o conheço, mas missão cumprida na terra, nova vida no céu.
Daniel Lopes
Vai deixar muitas saudades, Tavinho era um amor de pessoa, gostava muito dele, mas foi uma fatalidade. Agora ele está com Deus num lugar melhor. Vou rezar por ele e por vcs. Que Deus conforte seus corações. Meus sentimentos.
Paulo Lobato
Meus profundos e sinceros sentimentos a querida família!!! Essa situação de acidente pega todos de surpresa, sei bem como dói!!! O chão some!!! Compartilho essa imensa dor com todos familiares!!! Deus os abençoe!!!
João Victor Mendes
Deus e o nosso coração estarão com vocês.
Luciene Reis Chaves Nogueira
Que notícia mais triste!! Meus sentimentos à todos familiares!! Que Deus conforte o coração de todos!!
Rodolfo Bueno Peças Agrale
E infelizmente hj o dia e a semana não começam bem. Perdemos um amigo, um companheiro de trabalho q conversávamos muito sobre as labutas do dia-a-dia. Infelizmente a vida é assim. Mesmo sabendo q estas coisas acontecem é difícil aceitar. Vai em paz amigo, q neste dia tão triste para nós seja para sua alma um encontro de felicidade com Deus. Q vc leve este sorriso q vc nos deixou aqui para rir muito junto de Deus. À família meus sentimentos e a tds nós amigos um abraço de condolências. Vai em paz Tavinho e vlw cara, vlw mesmo.
Luan Do Quilombo
Deus esteja ainda mais com vocês, neste momento difícil e tenebroso. Ficamos estarrecidos com a notícia ontem. Luiz Otávio viveu sua vida com intensidade, alegria e um carisma surreal. Não é fácil compreender os destinos que a vida nos prega, porém, podemos ver a trajetória vivida e a missão cumprida, para que, a dor seja amenizada. Daqui, Lucineia Coimbra, Luana Coimbra, Beca, Nenê e seus filhos (as), estaremos unidos em oração por todos, sem exceção. Deus será como sempre, o esteio na vida de vocês! Sinceros sentimentos!
Aos familiares e amigos os sinceros sentimentos da Família Conexão Três Pontas.
Autor de ‘Frisson’, ele era irmão de João Bosco e foi gravado por Elis, Fafá de Belém, Ney Matogrosso e Gal, entre outros. Aos 69 anos, foi achado morto pela mulher no sofá de casa.
O cantor e compositor Tunai morreu, na manhã deste domingo (26), no Rio de Janeiro.
José Antônio de Freitas Mucci tinha 69 anos. Irmão de João Bosco, é autor de ‘Frisson’, entre outros sucessos.
A morte foi confirmada pela família à TV Globo. Tunai foi encontrado morto no sofá da casa dele pela mulher. A morte foi constatada às 6h, por parada cardíaca.
O corpo foi velado a partir das 12h30 desta segunda-feira (27) no Memorial do Carmo, no Caju. A cremação aconteceu às 15h30.
Fama pela voz de Elis Regina
“A Elis Regina foi o principal vestibular que passei na minha vida”, disse Tunai em uma entrevista ao G1, em 2018.
Tunai lembra que foi a cantora quem viu nele um potencial para a composição.
De sua autoria, Elis Regina gravou:
“As Aparências enganam”, do disco “Essa mulher” (1979);
“Agora tá”, de “Saudade do Brasil” (1980);
“Lembre-se”, gravado no show de lançamento de “Essa mulher”, no Palácio do Anhembi, em São Paulo (SP), em setembro de 1979.
Engenheiro civil de formação, o compositor brincava que Elis Regina foi a responsável por ele deixar os canteiros de obras na década de 1970 para seguir a carreira artística.
“Ser gravado por ela [Elis] abriu completamente as portas para mim. Foi uma coisa tão boa que eu nunca deixei de homenagear a Elis que deixou um legado incrível. Morreu cedo, mas viveu mais de 100 anos.”
Em 1977, o irmão João Bosco o apresentou ao poeta Sérgio Natureza, com quem viria mais tarde a produzir boa parte de sua obra e seus maiores sucessos.
Estreou em 1978, quando Fafá de Belém interpretou “Se eu disser”, da dupla. No ano seguinte, Elis Regina gravou “As aparências enganam”.
Em 1982, Jane Duboc obteve o 3° lugar no Festival MPB Shell, da Rede Globo, com a música “Doce mistério”. Em 1984, Gal Costa gravou duas composições da dupla: “Olhos do Coração” e “Eternamente” (com Liliane).
Em 1984 lançou o maior sucesso, “Frisson”, no LP “Em Cartaz”. O hit foi incluído na trilha da novela “Suave veneno”, da TV Globo.
Entre 1985 e 1994, fez vários shows em teatros de todo o Brasil e lançou diversos discos. Tunai teve outros sucessos nas trilhas de várias novelas como: “Sintonia” ( “Tititi”), “Sobrou pra mim” (“Fera radical”), e “Meu amor” (“Despedida de solteiro”).
Regravações
Na década de 1990, Ney Matogrosso gravou “As aparências enganam”, montando um show homônimo que percorreu com sucesso todo o país.
Em 1999, Ivete Sangalo regravou “Frisson”.
Outros grandes nomes da música brasileira também interpretaram as composições de Tunai: Milton Nascimento, Gal Costa, Elba Ramalho, Fagner, Jane Duboc, Emílio Santiago, Fafá de Belém, Zizi Possi, Beto Guedes, Joanna, Sandra de Sá, Sérgio Mendes, Belchior, Ivete Sangalo e Roupa Nova estão entre eles.
Áudios da torre de controle indicam que aeronave estava em condições especiais, com baixa visibilidade e voando a pouco menos de 500 metros de altitude
Um voo baixo, em condições difíceis e com pouca visibilidade. O helicóptero em que estava Kobe Bryant, que acabou colidindo e matando o ex-astro da NBA, sua filha e outras sete pessoas, perdeu contato com a torre de controle enquanto voava a menos de 500 metros de altitude. Agora, o foco da investigação inicial para descobrir a causa do acidente é entender as condições do nevoeiro em Calabansas, onde ocorreu a queda.
Os investigadores do Comitê Nacional de Segurança do Transporte (NTSB, em inglês) iniciaram o trabalho ouvindo testemunhas oculares do acidente, buscando entender os motivos. Há um consenso que havia muita neblina no local de voo e, por isso, uma necessidade de entender a névoa para que se chegue à uma conclusão do ocorrido.
– Não parecia que estava certo, estava muito lento. Eu vi (a aeronave) caindo e chacoalhando. Mas, era difícil de entender porque estava com muita neblina. O helicóptero sumiu numa nuvem e então teve um “boom”. Vi uma grande bola de fogo. Ninguém poderia sobreviver àquilo – disse uma das testemunhas ouvidas pelo jornal “Los Angeles Times”.
Para se ter ideia, ainda segundo o jornal de Los Angeles, a névoa era tamanha que o Departamento de Polícia da cidade manteve seus helicópteros em solo, sem voos naquela manhã, por conta do forte nevoeiro na região.
– A situação climática não atendia os padrões mínimos para voo. O departamento exige um mínimo de duas milhas (3,2 km) de visibilidade e um teto de nuvens de 800 pés (240 metros) para voar – afirmou o porta-voz do departamento de polícia Josh Rubenstei.
Áudios divulgados nesta segunda-feira mostram a comunicação do helicóptero com as torres de controle em Los Angeles. No último contato feito pelo piloto, no momento em que sobrevoava sobre Calabasas, a aeronave voava em condições visual especial a 1.500 pés (450 metros).
O brasileiro Oscar Schmidt, craque da Seleção Brasileira, é o maior ídolo de Kobe Bryant.
O contato via rádio foi perdido logo que o controle foi repassado da torre de Van Nuys para a Socal Approach (radar do terminal Southern California). Como voava em altitude abaixo do normal, as ondas de rádio ficam mais difíceis de se propagarem e, com isso, pode ter havido um corte na comunicação. A última mensagem informa que o N72EX (código da aeronave) estava em altitude abaixo do ideal para aquela área.
Na sequência, o helicóptero some do radar, indicando que possivelmente colidiu com um terreno na região de Calabasas.
Buscas oficiais dos bombeiros foram interrompidas em 8 de janeiro, mas a família decidiu continuar.
Após 35 dias, a família dos primos que se afogaram no Rio Verde, no distrito de Pontalete, em Três Pontas, continua a fazer as buscas pelos corpos dos meninos com a ajuda dos voluntários. As buscas oficiais foram interrompidas no dia 8 de janeiro pelos bombeiros.
Diante da agonia, a família decidiu continuar as buscas por meios próprios. Henrique Daniel Fialho, de 17 anos e o primo dele, João Piedro Gonçalves, de 11, se afogaram no Rio Verde no dia 15 de dezembro.
“É intuição de pai né, a gente não quer desistir, a gente quer tentar achar os meninos, tirar os restos mortais, pra gente ter um pouco mais de paz”, disse o pai de Henrique, Francisco Vitor Fialho.
O grupo voluntário percorreu as margens do rio, procurando algo preso às galhadas. A família conseguiu até um sonar emprestado, um aparelho para localizar coisas submersas através de frequências acústicas. Eles também conseguiram um trator da prefeitura e arrancaram vegetação e árvores do rio.
“A gente está com um cabo de aço que está enroscado na árvore dentro, onde tem uma cerca, e a gente está com suspeita que de repente esses moleques podem estar engastalhados na cerca”, disse o voluntário Antônio Carlos de Lima.
Após 25 dias do afogamento, uma missa foi feita no Pontalete em homenagem às vítimas. Um acordo entre Corpo de Bombeiros e a família dos garotos encerrou as buscas. No entanto, a família ainda não perdeu as esperanças de encontrar os corpos.
“Vai chegar uma hora que a gente com coração doendo vai ter que parar, porque eu tenho mais dois filhos que precisam de mim e eu tenho que continuar a vida, como eu vou fazer, mesmo com o coração doendo, entregar eles para Deus, que eu acho que eles já estão com Deus e encerrar”, disse o pai de Henrique.
(Fonte Noticiando Varginha (Apud G1 Sul de Minas / EPTV)
Faleceu na madrugada deste domingo (19) um dos trespontanos símbolos da cidade, uma pessoa especial e muito querida por todos: Dênis José do Nascimento, popularmente conhecido como “Dênis da Apae”.
Apesar de toda dificuldade e comprometimento motor (físico), Dênis sempre era visto em sua cadeira de rodas especial, motorizada, andando por todos os cantos da cidade. De uma coragem e força de vontade incríveis, ele saia todos os dias de sua casa, na Rua São Paulo, 155, no bairro Padre Victor, para ir até a sede da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) e também para a Praça Cônego Vítor, na região central da cidade, onde, na esquina da empresa Lu Perfumaria, ficava vendendo uma marca de título de capitalização de modalidade filantropia premiável.
Ele era um símbolo da instituição e adorado por todos ali. A saudosa ex-prefeita Adriene Barbosa de Faria Andrade tinha uma relação muito especial, quase que de mãe e filho com Dênis, que, por sua vez, a amava e chegou até a fazer campanha para ela nas eleições que disputou.
Dênis não se entristecia diante de suas dificuldades, e mesmo quando suas palavras não eram perfeitamente entendidas, sua risada única e contagiante, bem como sua rara inteligência, se destacavam.
Nossa reportagem tentou contato com a presidente da Apae de Três Pontas, Rozilda Gama e com outros profissionais da entidade para obter uma mensagem oficial, em nome da entidade, sobre a morte de Dênis. Uma nota nos foi enviada:
Em conversa com a ex-presidente da Apae e ex-prefeita, hoje diretora do Sest/Senat, Luciana Mendonça, que tem um carinho muito especial por Dênis e anos de convivência, ela falou sobre a morte dele:
“Infelizmente nosso Dênis faleceu hoje. Ele estava com problemas de estômago e possivelmente tenha tido alguma complicação. Mas não tenho essa informação. Ele foi um guerreiro, enfrentou muita coisa, não só sua deficiência. Ele era de uma inteligência única. Perdemos alguém muito especial e querido por todos”, disse ela.
Luciana Mendonça complementou com uma poema para o eterno poeta trespontano:
“A MORTE NÃO É NADA – Poema de Santo Agostinho
A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.
Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.
Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.
Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.
A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Por que eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?
Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho…
Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi.”
Dênis, dentre tantos feitos e vitórias na vida, deixou publicado um livro de poesias.
Dênis sempre foi muito querido pelo Conexão Três Pontas e várias fotos registraram essa amizade.
Sem dúvida uma perda irreparável. Três Pontas amanheceu hoje mais triste, sem a sua presença e o seu sorriso.
Ele tinha 47 anos de idade. De acordo com a Organização de Luto Cônego Vítor seu corpo está sendo velado no Velório Municipal e seu sepultamento será às 14h30.
Maior colunista social da história de Três Pontas, faleceu hoje.
No dia 20 de novembro de 2018 0 Conexão Três Pontas contou a História de Vida de Paulo Marinho. O colunista Social ficou imensamente feliz e hoje, no triste dia de sua morte, em mais uma homenagem, reexibimos o quadro…
O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história da colunista social Paulo Marinho, querido por todos.
Paulo Marinho é filho de Maria da Conceição Marinho e José Marinho de Queiroz. Tornou-se o principal colunista social de Três Pontas, o precursor, aquele que abriu caminho para outros. Iniciou seu trabalho há mais de 30 anos, escrevendo para o jornal Correio Trespontano.
Para Paulo Marinho, “trabalhar como colunista social é elevar a sociedade como um todo. Os eventos, fatos, momentos marcantes que todos querem saber. Levando a cada leitor o entretenimento, as notícias e as fofocas de quem se destaca ou está prestes a brilhar”.
Sempre cultivou amizades e teve como preocupação o respeito às pessoas, não denegrindo a imagem da pessoa em foco. Através de seu trabalho, ao longo dos anos, beneficiou algumas entidades filantrópicas.
Arquivo: Família Correio Trespontano e Paulo Marinho.
Paulo Marinho ficou conhecido pela criação de alguns bordões, dentre eles o “cavalo não desce escada”. Relembre outros:
_ Evita Perón, a nossa linda e eterna diva, a ex-prefeita Adriane Barbosa de Faria Andrade…
_ Paulo Luiz Rabello, o Poderoso Chefão…
_ O Big Star Gilson Ximenes Abreu…
_ O Gato Angorá Dudu de Paula…
_ O Coração Valente Dr. Glimaldo Paiva…
_ A Pequena Notável Gilceia P. Carvalho…
_ A Diva Wilmara…
_ O Mago da Dentística Restauradora Dr. Rodrigo Otávio…
_ O Mago da Urologia Dr. Danilo Miranda Mesquita…
Paulo Marinho e as amigas Simone e Joana.
Outro que também sempre ganhou destaque através do colunismo social de Paulo Marinho foi o querido médico trespontano Dr. Pablo Girardelli.
Paulo Marinho também realizou a entrega de prêmios, homenagens a personalidades. “No decorrer da minha trajetória criei o Troféu Evidência, que homenageou personalidades da cidade de Três Pontas e região”, relembrou. Seus eventos eram extremamente concorridos e muitos adoravam fazer parte da Coluna do Paul. Coluna em plena atividade até hoje.
João Veiga, proprietário do Correio Trespontano, e Paulo Marinho
O colunista social lembrou daqueles que foram importantes na sua trajetória: “A Família do Correio Trespontano tem todo meu carinho, agradecimento e respeito”, pontuou.
Paulo Marinho continua escrevendo e tem seu nome marcado na história do jornalismo trespontano. Apesar de alguns problemas de saúde mantém o bom humor e o foco no trabalho. “Sempre trabalhei com o respeito ao próximo como individualidade, privacidade e integridade. Sobre os novos colunistas digo que a minha visão sobre os outros não interfere em nada, pois cada um se faz profissional se baseando no seu caráter. E pretendo continuar escrevendo enquanto tiver lucidez.”
Os colunistas sociais Mauro Bueno e Paulo Marinho.
Os colunistas sociais Paulo Prado e Paulo Marinho.
SONHO
“ Um sonho que ainda tenho é atravessar a ponte do Brooklin (Estados Unidos) e conhecer o local onde foi gravado o filme Os Embalos de Sábado a Noite”, concluiu.
Paulo Marinho: uma vida dedicada ao colunismo social, à notícia, informação e verdade. Por toda dedicação e respeito, ética e competência, é homenageado aqui pelo Conexão Três Pontas.
INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA
Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.