Categoria: Mundo

  • BOA NOTÍCIA: Pacientes graves de covid-19 melhoram com remédio contra artrite, diz estudo

    BOA NOTÍCIA: Pacientes graves de covid-19 melhoram com remédio contra artrite, diz estudo

    Um medicamento para artrite reumatóide pode ajudar a melhorar as condições de pacientes graves de Covid-19, internados com problemas respiratórios. Atenção: o remédio não deve ser usado para prevenção e não representa cura para a doença.

    O Tocilizumab, vendido sob a marca Actemra, é um medicamento com propriedades antiinflamatórias que os cientistas acreditam poder controlar a reação exagerada do sistema imunológico ao vírus. O remédio tirou pacientes graves da ventilação.

    No estudo, publicado na revista científica Medical Xpress, a equipe de pesquisadores da Universidade de Osaka, no Japão, analisou citocinas em 91 pacientes com diagnóstico de SRC – Síndrome de Liberação de Citocina.

    As injeções de tocilizumabe para artrite diminuíram os níveis de PAI-1 no sangue, bem como os de outras citocinas.

    Melhora

    Sete pacientes que receberam doses da droga tiveram sintomas reduzidos de febres e foram capazes de sair de ventiladores e oxigenoterapia.

    Nos casos de COVID-19, a doença causada pelo vírus, as tempestades de citocinas podem desencadear desconforto respiratório, o que pode levar à falência de vários sistemas de órgãos e morte.

    Atualmente, o tocilizumabe não é aprovado pela Food and Drug Administration dos EUA para uso em pacientes com coronavírus.

    Com informações do Daily Mail (Apud Sò Notícia Boa)

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    Roger Campos

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  • COVID-19 ‘do futuro’ deverá ser sazonal como outros vírus respiratórios, sugerem pesquisadores

    COVID-19 ‘do futuro’ deverá ser sazonal como outros vírus respiratórios, sugerem pesquisadores

    Artigo publicado nesta terça-feira (15/9) indica que, após imunidade coletiva ser atingida, Sars-CoV-2 poderá ser mais problemática em determinadas épocas do ano

    Já conhecemos diversos vírus que causam mais problemas em determinadas estações do ano, como o da influenza e o vírus sincicial respiratório (RSV) no inverno ou o da parainfluenza em setembro para o Hemisfério Sul. Segundo um artigo publicado nesta terça-feira (15/9) no periódico Frontiers in Public Health, tudo indica que, no futuro, o novo coronavírus também se tornará uma doença respiratória sazonal, possivelmente trazendo mais problemas no inverno — mas isto apenas depois que a imunidade coletiva para a nova doença seja atingida por vias naturais ou por meio de uma vacina. O trabalho foi fruto de uma revisão de estudos anteriores sobre diversos tipos de vírus e sua sazonalidade.

    “A covid-19 veio para ficar e ela continuará a causar surtos ao longo do tempo até que a imunidade coletiva seja atingida. Assim, o público precisará aprender a viver com a doença e a continuar praticando as melhores medidas de prevenção, incluindo usar máscaras, evitar aglomerações, distanciamento físico e higiene das mãos”, explicou em comunicado à imprensa Hassan Zaraket, líder do estudo e pesquisador da Universidade Americana em Beirute, no Líbano.

    “Continua se tratando de um vírus novo e, apesar do rápido e crescente volume de evidências científicas sobre ele, ainda há muitas coisas desconhecidas. Se nossas previsões serão confirmadas ou não no futuro, ainda não sabemos. Mas acreditamos que é muito provável que a covid-19 se torne sazonal, como outros coronavírus.”

    A sazonalidade de vírus respiratórios é mais evidente em regiões de clima temperado, enquanto em regiões tropicais, como no Brasil, vírus como o influenza (causador da gripe) podem afetar de forma mais diluída ao longo do ano.

    Para o Sars-CoV-2, porém, a etapa da sazonalidade ainda não chegou pois as populações que ele encontrou pela frente eram desprotegidas imunologicamente — uma evidência disso é sua taxa de reprodução maior do que outros vírus, como da gripe.

    Um exemplo de que, por enquanto, condições climáticas ainda não afetam tanto a propagação do coronavírus é que a maior taxa de infecção per capita no mundo foi registrada no Golfo Pérsico em pleno verão, dizem os autores.

    Ainda assim, segundo o artigo, ainda que regiões tropicais estejam sofrendo fortemente com a covid-19, há evidências de que a transmissão foi mais agressiva no inverno de regiões temperadas — o que indica que o frio e o clima seco podem favorecer a infecção.

    A sazonalidade já foi relatada recentemente para outros coronavírus, como o NL63 e o HKU1.

    Já o coronavírus que causa a síndrome respiratória do Oriente Médio (Mers, na sigla em inglês), que gerou surtos em vários países a partir de 2012, ainda está produzindo infecções “intermitentes e esporádicas”, sem uma sazonalidade evidente, diz o artigo na Frontiers in Public Health.

    A sazonalidade dos vírus é resultado de uma combinação de fatores envolvendo temperatura e umidade — como as condições de sobrevivência dos patógenos no ar e nas superfícies; a baixa da imunidade diante de alterações climáticas; e a hábitos, como o de se aglomerar em ambientes fechados quando está frio.

    Fonte Estado de Minas

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  • Dengue: técnica testada na Indonésia reduz casos em 77%

    Dengue: técnica testada na Indonésia reduz casos em 77%

    Cientistas da Universidade da Califórnia estão testando na Indonésia uma técnica capaz de reduzir em 77% a incidência de dengue. A Fiocruz fez o mesmo em 2017 no Rio de Janeiro.

    A técnica infecta mosquitos com bactérias do gênero Wolbachia, que impedem a transmissão do vírus da dengue pelo Aedes aegypti.

    “Este é o resultado que esperávamos. Temos evidências de que nosso método Wolbachia é seguro, sustentável e reduz a incidência de dengue”, ressaltou o diretor do World Mosquito Program, Scott O’Neill, da Universidade de Monash, na Austrália.

    O método foi testado durante 27 meses na cidade de Yogyakarta, Indonésia, país que tem 7 milhões de casos de dengue por ano.

    Como

    Para realizar o estudo, os cientistas dividiram o município de Yogyakarta em 24 áreas e liberaram mosquitos infectados com Wolbachia em metade dessas regiões, escolhidas aleatoriamente.

    Assim, a equipe analisou 8.144 casos de dengue em indivíduos de 3 a 45 anos e trabalhou com todas as clínicas médicas para identificar em qual das regiões esses pacientes moravam ou haviam visitado nos últimos 10 dias.

    O resultado? Eles descobriram a ocorrência de dengue diminuiu em 77% em áreas onde mosquitos com Wolbachia eram predominantes.

    As bactérias Wolbachia não demonstram qualquer perigo a humanos ou aos próprios insetos, apenas atuam no bloqueio da transmissão do vírus causador da dengue.

    “Os resultados promissores mostram o impacto significativo que o método Wolbachia pode ter na redução da dengue em populações urbanas”, disse em nota, Adi Utarini, co-autor da Universidade de Gadjah Mada, na Indonésia.

    “É um grande avanço”, disse Nicholas Jewell, líder da pesquisa.

    “Agora mostramos que [o método] funciona em uma cidade. Se isso puder ser replicado e usado amplamente, poderá erradicar a dengue em várias partes do mundo por muitos anos”.

    Agora os pesquisadores querem tratar o restante de Yogyakarta e erradicar a dengue no local.

    Eles também querem levar o trabalho para outras partes do mundo e grandes populações urbanas.

    Eles afirmam que o método também pode diminuir a incidência de doenças como zika, chikungunya e febre amarela.

    Com informações da Galileu e NewsBerkeley (Apud Só Notícia Boa)

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  • 11/09: Ataque ao World Trade Center completa 19 anos

    11/09: Ataque ao World Trade Center completa 19 anos

    QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DO ATO ORQUESTRADO POR OSAMA BIN LADEN? NO QUE SE TRANSFORMOU O WTC?

    Nesta sexta-feira (11 de setembro), o maior ataque terrorista da história dos EUA, ao World Trade Center em Nova York e ao Pentágono em Washington, completa 19 anos. As Torres Gêmeas foram destruídas juntamente com muitos prédios ao redor, pelos sequestradores da Organização Islâmica Al Qaeda, matando quase 3 mil pessoas. Na manhã de 11 de setembro de 2001, dois aviões se chocaram contra as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York.

    Em seguida, uma terceira aeronave de passageiros foi derrubada sobre o Pentágono, nos arredores de Washington. Além disso, um quarto avião caiu em uma área aberta na Pensilvânia, após seus ocupantes terem desafiado os sequestradores, o alvo seria a Casa Branca.

    Conforme publicação da Agência Reuters, a zona do desastre foi transformada “em um poço gigante, depois em um canteiro de obras isolado e, finalmente, cerca de US $ 25 bilhões depois, uma atração turística e um centro de negócios com três arranha-céus, um centro de transporte, um museu e um memorial (Ground Zero)”.

    No lugar das Torres Gêmeas hoje existe um grande memorial que foi um projeto definido junto com as família das vítimas e a autoridade portuária de Nova York que é dona do terreno. Foram anos de pesquisas, reuniões então foi decidido que seriam reconstruídas as torres de uma forma diferente. Um projeto que foi muito disputado e no exato local onde existiam as torres, naquele complexo, existe hoje um memorial em espécie de cascatas como a água caindo em um abismo na parte externa, e internamente são sete andares abaixo onde eram as fundações das torres, um grande memorial, um museu do ataque de 11 de setembro.

    O chamado Marco Zero, em seu centro estão dois espelhos d’água projetados por Michael Arad, marcando as pegadas de onde as Torres Gêmeas ficavam. Os nomes das vítimas estão gravados em suas bordas de bronze.

    Mas, existem muitas feridas naquela região ainda, os locais próximos, ao ataque, por mais que já faz vários anos da tragédia, ainda está muito vivo naquele ambiente, naquele local e nas redondezas também, você encontra histórias, objetos, fotos, como estava o dia 11 de setembro antes da tragédia, como ficou depois. É contada a história de forma material, as ruínas das torres, histórias de pessoas que se salvaram, as imagens, é algo muito forte. Ali se conta a histórias das vítimas ao atentado ao Pentágono e do avião que caiu na Pensilvânia e que não conseguiu atingir o seu objetivo.

    O Marco Zero despertou emoções públicas associadas ao ataque aos Estados Unidos, a perda de vidas e o medo de trabalhar em edifícios altos novamente.

    Esse acontecimento ainda desperta muita comoção, em forma de solidariedade, mexeu muito com a cultura e com o orgulho americano. Circulando por Nova York não dá pra dizer que as pessoas têm medo, mas a segurança é muito reforçada. Principalmente naquela região no bairro Manhattan, é muito próximo do mercado financeiro, que é famoso no mundo inteiro. É vigilância, cães farejadores, câmeras por todo lado.

    Várias pessoas se jogaram do WTC em ato de extremo desespero, mergulhando para a morte.

    Os Elevadores do WTC

    Os elevadores levavam até a parte mais alta dos edifícios e a contemplação era fantástica. Se via toda a ilha de Manhattan.  O que chamava atenção é que os guias enalteciam muito a segurança daqueles prédios. Realmente era uma coisa gigantesca feita em aço e vidro, inclusive eram tão grandiosos, que naquele dia, haviam dois robôs lavando os vidros por fora, porque era impossível fazer isso com auxílios humanos. Então os guias falavam que os prédios eram a prova de terremotos, furações, à prova de tudo, só não eram à prova de aviões. Mas, eram prédios extremamente seguros, que infelizmente ninguém previu, a queda por aviões.

    As Torres Gêmeas haviam se tornado um símbolo do desenvolvimento econômico norte-americano. A economia e a hegemonia dos EUA foi severamente abalado. O presidente na época, George Bush declarou guerra ao terror, aos grupos islâmicos extremistas comandados por Osama Bin Laden, ordenando uma invasão ao Afeganistão. Após os atentados nos EUA, Bin Laden se tornou o homem mais procurado do mundo, com uma recompensa de US$ 25 milhões por sua cabeça. Em maio de 2011 o líder da Al-Qaeda foi morto em uma operação dos EUA próximo a Islamabad, capital paquistanesa. O corpo foi lançado ao mar para evitar que seu túmulo virasse local de peregrinação por seus seguidores.

    O que mudou no mundo depois de 11 de setembro de 2001

    _ Maior controle e vigilância em portos e aeroportos;
    _ Maior controle de entrada e saída de turistas;
    _ Monitoramento da web;
    _ Maior rigidez nas normas que regulam o processo de imigração;
    _ Restrições à líquidos, quantidade superior a 100 ml, pastas ou gel em voos;
    _ O controle de bagagem de mão ficou mais rígido;
    _ Scanner corporal em voos para os EUA;
    _ Detector eletrônico de explosivos;

    Curiosidades

    A queda das Torres Gêmeas deixou uma montanha de entulhos. Aproximadamente 185 milhões de quilos de aço. Cerca de 60 milhões de quilos foram vendidos para siderúrgicas da China e da Índia que compraram o metal para reciclar e utilizar em vários produtos entre eles talheres e utensílios de cozinha.

    Fonte:  Uol, Airway, Reuters, Gaúcha ZH, Super Interessante, Rádio Rural

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  • BOA NOTÍCIA: Cientistas descobrem vitamina que pode deter reprodução do coronavírus

    BOA NOTÍCIA: Cientistas descobrem vitamina que pode deter reprodução do coronavírus

    Cientistas da Índia descobriram que a vitamina B12 é capaz de bloquear a reprodução do coronavírus. Não é a cura da doença, mas eles acreditam que a descoberta pode frear a multiplicação do vírus nas pessoas.

    A descoberta foi feita por pesquisadores da Academia de Educação Superior de Manipal e do Centro Regional de Biotecnologia da Índia. Os resultados da pesquisa foram divulgados este mês na revista científica IUBMB Life.

    Os cientistas fizeram um estudo para descobrir quais moléculas, entre produtos naturais e medicamentos, podem eliminar a poliproteína nsp12, presente no genoma do SARS-CoV-2 e responsável pela reprodução do vírus.

    Eles descobriram que uma forma especial de vitamina B12 – a meticobalamina – foi capaz de inibir a reprodução das células do coronavírus.

    “Esta substância pode ser utilizada como meio profilático em equipes médicas, pessoas idosas e pessoas com doenças concomitantes para diminuir a probabilidade de infecção e prover auxílio de emergência no hospital”, descreve a pesquisa.

    O estudo publicado no último dia 18 ainda não é definitivo

    Apesar de terem ficado animados com os primeiros resultados, os cientistas dizem que eles são parciais e que querem agora se aprofundar mais pesquisas no assunto.

    Alimentos ricos em B12

    A B12 é uma vitamina de origem animal. Ela é rica em alimentos como:

    • bife magro (fígado é uma excelente opção)
    • salmão
    • leite desnatado
    • coração de galinha cozido
    • queijo muçarela
    • atum
    • iogurte sem gordura
    • ovos
    • frango e
    • queijo suíço

    Atenção

    Não vá se entupir de vitamina B-12. O ideal é procurar um médico ou nutricionista.

    Para pessoas vegetarianas e veganas, que não comem produtos de origem animal, existe a possibilidade de usar suplementos alimentares, mas é preciso ter acompanhamento médico ou nutricional.

    A ingestão excessiva da vitamina B12 pode causar problemas à saúde, como alteração dos linfócitos.

    Com informações da Sputnik IUBMB Life  (Apud Só Notícia Boa) 

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  • Médicos do Reino Unido recomendam cuidar de plantas para tratar depressão

    Médicos do Reino Unido recomendam cuidar de plantas para tratar depressão

    O tratamento alternativo já virou uma opção em algumas clínicas do país, que defendem os benefícios do contato com a natureza para a saúde.

    Cuidar de uma horta, por menor que ela seja, às vezes não é tão simples. É preciso escolher o local certo, a quantidade exata de adubo, tomar cuidado para não regar demais e por aí vai. Mas (com o perdão do trocadilho) pode render bons frutos: as plantas que você cultiva no sítio, no jardim ou mesmo no seu apartamento podem ajudar no tratamento da depressão.

    A revista Fast Company mostrou que médicos do Cornbrook Medical Practice, uma clínica médica em Manchester, no Reino Unido, começaram a sugerir a prática da jardinagem para pacientes que sofrem de depressão e ansiedade. A recomendação vem da ideia de que o contato com a natureza (mesmo que seja apenas um vaso de planta), pode fazer bem à saúde.

    Na clínica Cornbrook, há um jardim que os pacientes podem frequentar e, ainda, convidar amigos e familiares para ajudar a plantar ervas como a hortelã e a erva-cidreira. O projeto é uma parceria com a ONG Sow the City (algo como “Semeie a Cidade”, em português), que trabalha em conjunto com hospitais, escolas, prefeituras e empresas para desenvolver ações como jardins comunitários, pesquisas sobre agricultura urbana, iniciativas sustentáveis, entre outras.

    Ecoterapia

    Trocar remédios por sementes parece uma novidade, mas a Sow the City já desenvolve projetos na área da saúde há alguns anos. É o caso do programa “Hospital Beds”, que construiu canteiros na área externa de um hospital de Manchester para pacientes com doenças mentais. O objetivo é aumentar o tempo ao ar livre deles e estimular a socialização. “Há evidências de que pessoas socialmente isoladas têm piores resultados no tratamento”, disse à Fast Company Jon Ross, diretor da ONG.

    Não mora perto de um jardim comunitário? Cultivar plantas dentro de casa pode ser uma boa opção – até a Nasa já falou sobre isso. A agência espacial norte-americana financiou parte da pesquisa do cientista ambiental Bill Wolverton, cujos trabalhos mostram que as plantinhas melhoram a qualidade do ar. Se você desistiu da jardinagem depois de deixar sua suculenta morrer, talvez seja hora de dar uma segunda chance.

    Fonte: Superinteressante

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  • QUEM VÊ CARA NÃO VÊ CORAÇÃO: Metallica já doou mais de 3 milhões de reais no combate contra a pandemia

    QUEM VÊ CARA NÃO VÊ CORAÇÃO: Metallica já doou mais de 3 milhões de reais no combate contra a pandemia

    METALEIROS COSTUMAM FAZER GRANDES AÇÕES SOCIAIS E NÃO SÃO OS ÚNICOS.

    Em uma entrevista ao Full Frontal With Samantha Bee, no canal TBS, Lars Ulrich contou o que o Metallica tem feito para ajudar a combater a fome, principalmente neste momento que a crise agravou devido à pandemia do novo coronavírus.

    O baterista comentou sobre as estatísticas em relação a pessoas que podem enfrentar a fome: “Cada um em cada seis americanos está no caminho para ficar sem comida este ano, e uma em cada quatro crianças, o que é loucura. E este é o número mais alto que já existiu”.

    A banda fundou a All Within My Hands há quatro anos para ajudar “aéreas de insegurança alimentar, educação e áreas em desastres” e desde então, cada ingresso vendido para seus shows, US$ 2 vão para a organização.

    Mas agora com a banda fora da estrada, ela tem usado a All Within My Hands para ajudar as vítimas de COVID-19. Em abril, o Metallica doou US$350.000 para uma série de organizações e no início de julho eles doaram mais US$295.000.

    Fonte Wikimetal

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  • BOA NOTÍCIA: Vacina de Oxford é segura e induz imunidade, apontam testes

    BOA NOTÍCIA: Vacina de Oxford é segura e induz imunidade, apontam testes

    A Universidade de Oxford divulgou na manhã desta segunda-feira (20) resultados positivos dos primeiros testes da vacina contra a COVID-19. Os estudos preliminares apontaram que ela é segura e treina o sistema imunológico.

    Trata-se de resultados da fase 1, que envolveram 1.077 pessoas que foram vacinadas e produziram anticorpos e glóbulos brancos com poder para combater o novo coronavírus. O estudo foi divulgado na revista The Lancet.

    É uma descoberta muito promissora, mas ainda é cedo para saber se é suficiente para garantir a eficácia da vacina. Os testes da fase 3 já estão sendo realizados, inclusive no Brasil, desde junho.

    Fonte EM

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  • Vacina contra coronavírus feita pela Rússia entra em última fase de testes

    Vacina contra coronavírus feita pela Rússia entra em última fase de testes

    A Rússia está mais perto de se tornar o primeiro país a iniciar a distribuição de uma vacina contra o coronavírus para a população. O país anunciou hoje que concluiu parte dos testes clínicos necessários para comprovar a eficácia da imunização desenvolvida por iniciativa do governo russo.

    “A pesquisa foi concluída e provou que a vacina é segura”, disse Yelena Smolyarchuk, chefe do centro de pesquisas clínicas da Universidade Sechenov, à agência de notícias estatal TASS.

    A vacina aprovada foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa para Epidemiologia e Microbiologia Gamalei. Segundo o diretor da instituição, Alexander Gintsburg, a previsão é que a vacina “entre em circulação civil” entre 12 e 24 de agosto.

    Essa distribuição será equivalente a um teste de fase 3, já que as pessoas que receberem a vacina ficarão sob supervisão, informou a agência de notícias RIA. Os testes de fase 1 e fase 2 normalmente verificam a segurança de um remédio antes de este avançar para a fase 3, que testa sua eficácia em um grupo maior de voluntários.

    O Ministério da Saúde russo realizará esses últimos testes bioquímicos da vacina, mas espera finalizar o processo até setembro, mesmo mês para o qual Gintsburg prevê o início da produção em massa por laboratórios privados.

    Globalmente, das 19 vacinas experimentais contra a covid-19 em testes com humanos, só duas estão em testes finais de fase 3 —uma da chinesa Sinopharm e outra da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, que tem parte do teste realizada no Brasil. A chinesa Sinovac Biotech deve se tornar a terceira no final deste mês, e também com testes no Brasil.

    A versão russa

    A vacina russa está perto de ser distribuída porque os testes clínicos começaram em junho. A Universidade Sechenov agrupou 38 voluntários remunerados para o estudo. Parte deles já receberá alta nesta quarta-feira (15), quando terão completado 28 dias em isolamento. A intenção foi protegê-los de outras possíveis infecções.

    Os voluntários têm entre 18 e 65 anos e ainda serão monitorados por mais seis meses.

    Também no mês passado, o exército russo iniciou uma outra frente de testes clínicos da vacina. O estudo vai durar dois meses e segue em andamento.

    A Rússia é o quarto país do mundo com o maior número de pessoas contaminadas pelo coronavírus. Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o país tem mais de 730 mil pessoas infectadas e já passou de 11 mil mortes causadas pela covid-19.

    Fonte Viva Bem

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  • BOA NOTÍCIA: Vacina contra câncer está pronta pra testes em humanos

    BOA NOTÍCIA: Vacina contra câncer está pronta pra testes em humanos

    Cientistas australianos estão prontos para testar uma nova vacina contra o câncer em humanos, após o resultado bem-sucedido de estudos pré-clínicos.

    nova vacina foi desenvolvida por uma equipe da Mater Research, sediada no Translational Research Institute, em colaboração com a Universidade de Queensland, na Austrália.

    A professora e pesquisadora da Universidade, Kristen Radford confirmou que a vacina tem o potencial de tratar uma variedade de cânceres, inclusive no sangue e é um grande avanço para o câncer de mama também.

    “Esperamos que esta vacina possa ser usada para tratar cânceres de sangue, como leucemia mieloide, linfoma não-Hodgkin, mieloma múltiplo e leucemias pediátricas, além de malignidades sólidas, incluindo câncer de mama, pulmão, rim, ovário e pancreático e glioblastoma,” disse Radford.

    “Nossa nova vacina é composta de anticorpos humanos fundidos com proteínas específicas de tumores, e estamos investigando sua capacidade de atingir células humanas enquanto ativamos a memória das células tumorais”.

    Promissora

    A equipe afirma que a vacina apresentou várias vantagens importantes em relação a outras já em desenvolvimento e se mostrou promissora nos primeiros ensaios clínicos.

    “Primeiro, ela pode ser fabricada como uma formulação de grau clínico ‘pronta para uso’, o que contorna os problemas financeiros e logísticos associados às vacinas específicas para os pacientes.”

    Menos efeitos colaterais

    “Em segundo lugar, este protótipo de vacina tem como alvo as principais células tumorais necessárias para o início de respostas imunológicas específicas do tumor, maximizando a eficácia potencial do tratamento, ao mesmo tempo minimizando os possíveis efeitos colaterais.”

    “Nós estamos muito felizes em ver nossa pesquisa publicada em uma revista de prestígio e esperamos que nosso trabalho contínuo para encontrar uma vacina segura e eficaz contra o câncer beneficie os pacientes com câncer no futuro,” finalizou Radford.

    Fonte Só Notícia Boa

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  • Transmissão de Covid-19 por pacientes sem sintomas é “muito rara”, diz OMS

    Transmissão de Covid-19 por pacientes sem sintomas é “muito rara”, diz OMS

    Quem tem o vírus, mas não tem sintomas, não seria o causador da disseminação da doença, sugere estudo da entidade

    Maria Van Kerkhove, chefe da unidade de doenças emergentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmou que pacientes assintomáticos do novo coronavírus não estão impulsionando a disseminação da Covid-19. “A partir dos dados que temos, ainda parece ser raro que uma pessoa assintomática realmente transmita adiante para um indivíduo secundário”, disse Van Kerkhove, em entrevista na sede da Organização das Nações Unidas (ONU). “É muito raro!”. A entrevista dela foi publicada pelo portal UOL.

    NOVAS PESQUISAS

    De acordo com Van Kerkhove, as ações dos governos devem se concentrar na detecção e isolamento de pessoas infectadas com sintomas e no rastreamento de qualquer pessoa que possa ter entrado em contato com elas. A médica reconheceu que alguns estudos indicaram disseminação assintomática ou pré-sintomática em lares de idosos e em ambientes domésticos.

    Porém, Van Kerkhove declarou que são necessárias mais pesquisas e dados para “responder verdadeiramente” à questão se o coronavírus pode se espalhar amplamente por pessoas assintomáticas. “Temos vários relatórios de países que estão realizando rastreamento de contatos muito detalhado”, disse ela. “Eles estão seguindo casos assintomáticos. Eles estão seguindo contatos. E eles não estão encontrando transmissão secundária em diante. É muito raro.”

    BRASIL

    Também nesta segunda-feira (8), Michael Ryan diretor-executivo da OMS fez análise sobre o momento brasileiro:  “É muito importante que haja coerência nas mensagens sobre a pandemia de coronavírus, para que as pessoas possam confiar nelas, possam entender onde está a doença e avaliar seu risco”, afirmou o diretor-executivo da Organização Mundial da Saúde, Michael Ryan.

    O diretor afirmou ainda que a comunidade científica e técnica latino-americana já demonstrou excelente desempenho no combate de doenças contagiosas, como sarampo e cólera, por exemplo, e que os governos precisam começar a apoiá-los para vencer o coronavírus.

    “Governos da América do Sul e Central precisam trabalhar de maneira coordenada com suas equipes de saúde pública e seus cientistas, que são excelentes, para controlar a doença”, disse ele.

    NOVA IORQUE REABRE O COMÉRCIO

    Depois de 78 dias de quarentena para conter o novo coronavírus e um total de mortos só menor do que seis países, a cidade de Nova York começou a reabrir nesta segunda-feira (8).

    Uma vez o epicentro da pandemia, a maior e mais populosa cidade dos EUA entrou na primeira fase de seu plano de reabertura, permitindo o retorno de trabalhadores não-essenciais da construção civil e manufatura, e o funcionamento do comércio em sistema de retirada.

    “Esse é um momento triunfante para os nova-iorquinos que lutaram contra a doença”, disse o prefeito Bill de Blasio. “Minha mensagem é para que continuem”.

    Cabeleireiros, escritórios e salões de bares e restaurantes continuam fechados até a próxima fase de reabertura. E shows da Broadway, museus e grandes aglomerações culturais continuam distantes.

    Há 15 dias, a cidade tem números de casos decrescentes.

    AMÉRICA LATINA

    A América Latina é atualmente o epicentro da pandemia de Covid-19 no mundo, e os casos continuam aumentando rapidamente em vários países. Hoje, a região tem mais 1,3 milhão de casos confirmados da doença, sendo que 1,1 milhão estão em apenas 4 países: Brasil Peru, Chile e México. No mundo todo, são mais de 7 milhões de casos confirmados.

    O país com menos casos é o Uruguai, com 845 contaminados e 23 mortes.

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a América Latina ainda não atingiu o pico da curva de transmissão, o que significa que o número de infecções e mortes deve continuar aumentando.

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    O Bank of America anunciou que vai investir 1 bilhão de dólares, mais de 5 bilhões de reais, para ajudar comunidades a lidar com o racismo e diminuir a desigualdade econômica.

    “Os eventos após o assassinato de George Floyd] criaram um senso de verdadeira urgência, que surgiu em todo o país, principalmente em vista das injustiças raciais que vimos nas comunidades onde trabalhamos e moramos. Todos nós precisamos fazer mais”, disse o CEO Brian Moynihan.

    O dinheiro será direcionado para programas econômicos envolvendo empregos, treinamento, apoio a pequenas empresas e moradia, mas acrescentará uma nova ênfase aos serviços de saúde para comunidades de cor.

    Cem milhões de dólares vão para entidades sem fins lucrativos em 90 comunidades e 250 milhões vão ajudar em empréstimos para as empresas menores e pertencentes a minorias, por meio de seu apoio a instituições de depósito financeiro e minoritário de desenvolvimento comunitário.

    A verba será distribuída em 4 anos e será utilizada para reduzir a crise econômica e necessidades de saúde relacionadas a covid-19.

    Apple

    Enquanto isso, Apple, Facebook e Verizon estão prometendo milhões de dólares para apoiar grupos de direitos civis.

    Em um memorando para os funcionários da Apple, o CEO Tim Cook prometeu ação com US $ 10 milhões:

    “A Apple está fazendo doações para vários grupos, incluindo a Equal Justice Initiative, uma organização sem fins lucrativos comprometida em desafiar a injustiça racial, acabar com o encarceramento em massa e proteger o direitos humanos das pessoas mais vulneráveis ​​da sociedade americana ”.

    Facebook e Verizon

    O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, disse em um post de domingo  que a rede social está “destinando US $ 10 milhões adicionais” a grupos que trabalham com justiça racial.

    “Eu sei que US $ 10 milhões não podem consertar isso”, escreveu ele. “Precisa de esforço sustentado e de longo prazo.”

    A Verizon também doará US $ 10 milhões para vários grupos, disse o CEO Hans Vestberg na segunda-feira, 01.

    A Fundação Verizon comprometeu US $ 10 milhões em organizações de justiça social, compartilhadas igualmente entre essas organizações: Liga Nacional Urbana, NAACP, Rede de Ação Nacional, Conferência de Liderança para Direitos Civis e Humanos, Coalizão Rainbow Push, Coalizão Nacional sobre Participação Cívica Negra e Fundo Legal de Defesa e Educação da NAACP.

    Com informações GNN (Apud Só Notícia Boa)

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