COM A DECISÃO, ELES RESPONDERÃO AOS CRIMES EM LIBERDADE.

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Um homem de 58 anos morreu ao cair de um andaime que estava a três metros de altura na construção de um prédio, no bairro Jardim Andere, em Varginha (MG). O acidente aconteceu por volta das 7h50 desta quinta-feira (28). Ele chegou a ser socorrido em estado grave, mas morreu horas depois no hospital.
Segundo os bombeiros, a vítima, identificada como Vitor Roberto de Pádua, bateu a nuca em uma quina de concreto na queda e perdeu muito sangue. Ele ainda sofreu uma parada cardíaca.
Ainda conforme os militares, apenas Vitor não usava equipamentos de segurança no momento do acidente. O ajudante da vítima havia saído para ir ao banheiro e, ao retornar, encontrou o colega caído.
“No momento que nós chegamos lá, encontramos ele sem cinto e sem capacete. Enquanto os outros funcionários estavam equipados”, explicou o tenente do Corpo de Bombeiros, Douglas Rotondo.
A morte foi confirmada pelo Hospital Bom Pastor, onde o homem havia sido internado. O Ministério do Trabalho informou que vai levar fiscais para vistoriar a obra.
Esta é a segunda morte registrada em construção civil no mês de junho em Varginha (MG). No dia 9, um homem de 51 anos morreu depois que a laje da casa que ele construía desabou. O imóvel ficou destruído.

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A menina Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, foi assassinada no dia 8 de junho, o mesmo dia em que desapareceu após sair de casa para andar de patins, em Araçariguama, interior de São Paulo. A Polícia Civil informou nesta terça-feira, 26, com base em laudo do Instituto Médico Legal (IML), que a causa da morte foi asfixia mecânica com constrição cervical. A polícia acredita que ela pode ter sido morta com um golpe conhecido como “mata-leão”, em que o pescoço da vítima é apertado entre o braço e o antebraço do agressor.
O corpo da menina foi encontrado oito dias após o desaparecimento, num matagal, à beira da Estrada de Aparecidinha, no bairro Caxambu, zona rural do município. Os patins estavam ao lado do cadáver. O laudo apontou ainda marcas compatíveis com amarras nos braços e nos tornozelos da garota, o que indica que ela pode ter sido amarrada a uma árvore antes de ser assassinada.
Conforme o delegado seccional de Seccional de Sorocaba, Marcelo Carriel, o laudo reforçou a hipótese de vingança, pois não há indícios de que a menina tenha sofrido violência sexual.
Segundo ele, não está descartada a hipótese de Vitória ter sido levada por engano, uma vez que a família não tem histórico de inimizades que pudessem levar a uma represália desse tipo.
A polícia incluiu na investigação o irmão de outra garota com o mesmo nome, fisicamente parecida com Vitória, que teria dívidas de drogas com traficantes da região. Essa linha de investigação foi baseada nos depoimentos do único suspeito preso provisoriamente pelo crime, um servente de pedreiro que teria testemunhado o arrebatamento da garota por supostos traficantes.
No último sábado, a Secretaria da Segurança Pública ofereceu recompensa de até R$ 50 mil por informações sobre o crime. A polícia recebeu várias denúncias, mas a maior parte já foi descartada.

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Um detento foi encontrado morto no Presídio de Varginha (MG) na manhã dessa segunda-feira (25). De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap), Maycon Andrade Silvério, de 20 anos, tinha indícios de enforcamento. Ele estava preso por furto.
Ainda conforme a Seap, a perícia da Polícia Civil foi acionada para apurar as circunstâncias da morte. A direção da unidade prisional também instaurou um procedimento interno para investigar a ocorrência.
As investigações ficam a cargo da Polícia Civil. Em maio deste ano, um outro detento foi morto no local. Segundo a polícia, Reginaldo Pereira da Silva, de 38 anos, foi vítima dos próprios companheiros de cela.

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Entre a madrugada e a manhã desta terça-feira (26), a cidade de Elói Mendes registrou dois ataques a ônibus. Os dois veículos queimados ficam no mesmo local, a garagem de uma empresa, e foram atacados em horas diferentes.
A garagem fica no bairro Vila Freitas. De madrugada, na primeira ação, criminosos invadiram o local e atearam fogo em um ônibus. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi chamada e as chamas não se espalharam. Houve pequenos danos ao veículo.
O maior ataque foi durante a manhã, quando um grupo voltou a incendiar ônibus no mesmo local. No novo crime, os criminosos conseguiram atear fogo em um deles e as chamas se espalharam por outro veículo.
O fogo e a fumaça chamaram atenção e o Corpo de Bombeiros voltou ao local. Os dois ônibus ficaram completamente destruídos.
Ninguém se feriu em nenhum dos ataques e nenhum suspeito foi visto. Até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso. A Polícia Militar segue nas buscas pelos suspeitos.
Desde o dia 3 de junho, quando ataques a ônibus começaram a ser registrados em Minas Gerais, é a primeira vez que Elói Mendes é alvo dos ataques. Com isso, sobe para 23 o número de cidades na região com algum tipo de ataques a ônibus, outros veículos ou imóveis.
Em todo o estado, já são 116 ataques – sendo 71 ônibus incendiados – em 43 cidades. Os casos são apurados, e o governo afirma que ordens para ataques têm partido de facção criminosa, que está insatisfeita com o rigor no sistema prisional.
Confira as cidades do Sul de Minas atingidas:

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Uma mulher de 34 anos foi atropelada e morreu no local. O motorista ficou preso nas ferragens do carro e também morreu.
Ainda conforme a Polícia Militar, testemunhas contaram que o motorista retornou logo depois da briga e acelerou o veículo em direção às pessoas que estavam no bar. Patrícia do Carmo Dias e o marido estavam em uma mesa do lado de fora. Ela morreu ainda no local. Já o motorista Flávio Fraga morreu durante o socorro do Samu.
O corpo de Flávio Fraga será enterrado às 9h desta segunda-feira (25) no Cemitério da Saudade. Já o corpo de Patrícia do Carmo Dias será enterrado no mesmo horário, mas no distrito de Palmeiral, em Botelhos (MG).
O caso foi registrado como homicídio.

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Um homem colocou fogo em uma casa na zona rural de Elói Mendes na madrugada deste sábado (23). Durante o incêndio, ele teve cerca de 45% do corpo queimado e sofreu queimaduras de segundo e terceiro grau, segundo a Polícia Militar.
No registro da ocorrência, a polícia mencionou que o homem sofre de depressão. Devido aos ferimentos, a vítima precisou ser encaminhada ao hospital da cidade.
Horas depois, a vítima foi transferida para o Hospital Bom Pastor, em Varginha (MG), onde passou por uma cirurgia e seria encaminhada para o CTI. O estado de saúde do homem era considerado grave.

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A Câmara Municipal de Três Pontas, através de sua recém criada Comissão Especial de Investigação, informou que estariam faltando R$ 48,5 mil reais do cofre da Prefeitura Municipal de Três Pontas.
O Ministério Público deflagrou recentemente a Operação Trem Fantasma que, além de tudo que já foi apurado, continua mantendo presos preventivamente três ex-servidores “de confiança” do Poder Executivo local. E dentro dos levantamentos que também buscam encontrar outros supostos desvios de recursos públicos, a Comissão Especial de Investigação da Câmara Municipal revelou que estariam faltando 48,5 mil reais do cofre da Prefeitura de Três Pontas.
O Secretário Municipal de Fazenda, Aguinaldo Corrêa, que está no cargo a pouco tempo, informou aos vereadores dessa comissão que conferiu as contas bancárias da Prefeitura e que esse valor não foi encontrado. O órgão foi oficiado para que tome providências no sentido de que seja explicado o que de fato aconteceu.
No balancete enviado mensalmente pela Prefeitura à Câmara Municipal constatou-se que de janeiro de 2017 a abril de 2018 um volume cada vez maior de dinheiro em espécie foi encontrado no cofre. Esse dinheiro era utilizado para adiantamentos de pagamentos aos servidores e gastos com as chamadas pequenas despesas.
Assim que assumiu o cargo, logo após a prisão do então Secretário de Fazenda, Roberto Andrade, Aguinaldo informou que não encontrou o valor esperado no cofre e que, ao todo, deveria conter 50 mil reais. Só que desse valor, quase a totalidade, 48,5 mil reais “sumiram”. Apenas R$1.500,00 foram localizados no cofre. Nenhum recibo ou comprovante de adiantamento ou utilização do valor faltante foi encontrado em seu interior.
A Comissão agora solicitará documentos contábeis para ajudar nos levantamentos. O atual Secretário de Fazenda disse também que os adiantamentos de salário foram extintos e que outras informações só poderiam ser passadas ou esclarecidas pelo seu antecessor ou por Nicésio Campos, que era tesoureiro e que continua preso, assim como o ex-Secretário de Transportes e Obras Gileno Marinho.




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Sob forte comoção, centenas de pessoas acompanharam o enterro da garota Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, na manhã deste domingo (17), no cemitério de Araçariguama (SP).
A menina foi encontrada morta no início da tarde de sábado (16), em uma área de mata às margens de uma estrada de terra no bairro Caxambu, área rural da cidade. Vitória Gabrielly estava desaparecida desde o dia 8 de junho, quando saiu para andar de patins.
Segundo a prefeitura, cerca de 2 mil pessoas acompanharam o velório, que começou às 7h, e o enterro, pouco depois de 9h30.
Amigos e parentes disseram que a mãe da garota, Rosana Guimarães, passou mal e não foi ao velório. O advogado da família, Roberto Guastelli, confirmou que mãe não se sentiu bem e não conseguiu se despedir da filha.
Sem falar com a imprensa, o pai Roberto Vaz esteve presente e ajudou a carregar o caixão da filha.
Uma área do cemitério precisou até ser isolada por conta do grande número de pessoas. Durante a manhã, amigos, familiares e colegas da escola em que a jovem estudava chegaram para prestar as últimas homenagens.
Músicos da igreja que a família frequenta estavam no cemitério e tocaram em homenagem à Vitória Gabrielly.
Uma colega da Vitória Gabrielly disse, durante o velório, que fazia aula de dança na igreja em que elas participavam juntas.
“Foi um choque quando ficamos sabendo que ela sumiu e ontem, quando confirmou a morte. Muito difícil. Era uma menina feliz. O pessoal da igreja ajudou a procurá-la aqui na cidade, colando cartazes… Muito triste”, diz.
Após ser enterrada, moradores, amigos e parentes homenagearam a Vitória Gabrielly com aplausos.
ENCONTRADA EM MATA
O corpo da adolescente, que desapareceu ao sair para andar de patins, foi encontrado em mata em uma estrada de terra, ao lado dos patins, por uma pessoa que passava no local e chamou a polícia.
De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi chamada pelo telefone 190 e seguiu para a Estrada de Aparecidinha, no bairro Caxambu, no local indicado.
Ainda conforme a PM, a menina estava com a mesma roupa que vestia no dia do desaparecimento. O corpo foi localizado em uma trilha, a cerca de 15 metros de distância do trecho onde passam veículos. As causas da morte ainda estão sendo investigadas.
Uma pessoa que disse à polícia que esteve com a garota no dia do desaparecimento está presa. A Prefeitura de Araçariguama decretou luto oficial de sete dias.
INVESTIGAÇÃO
A Polícia Civil prendeu o suspeito que apresentou seis versões diferentes sobre o desaparecimento da menina. A polícia fez o pedido de prisão temporária e a Justiça acatou, na sexta-feira (15).
Segundo a polícia, o suspeito, um servente de pedreiro, afirma que esteve com a garota na sexta-feira (8), quando ela foi vista pela última vez.
O rapaz chegou a apontar locais por onde a menina teria passado em Mairinque. De acordo com o delegado seccional Marcelo Carriel, ele disse ser usuário de drogas e revelou que esteve com a garota junto com um casal em um carro.
O homem afirmou que foi deixado em uma rua na volta para Mairinque, cidade onde mora, e que a menina seguiu com o casal no carro. O casal também foi ouvido, mas a polícia não encontrou indícios de envolvimento no caso. O carro do casal também passou por vistoria e nada foi encontrado. Eles foram liberados na quinta-feira (14).
O delegado disse que a menina pode ter sido levada por engano, mas não explicou o motivo. A Justiça também determinou que a investigação siga sob sigilo.
Além de Mairinque e Araçariguama, as equipes policiais fizeram buscas também em São Roque (SP).
Equipes das polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e Comando de Operações Especiais (COE) percorreram áreas de mata até a Represa de Itupararanga. Uma equipe do canil da Guarda de Itupeva (SP) auxiliou com cães farejadores.
O advogado da família disse que apurou junto aos peritos que há indícios de asfixia, com sinais de enforcamento, e que a morte da Vitória ocorreu de sete a oito dias, que pode ter acontecido no mesmo dia em que ela sumiu.
Mas o advogado ressalta que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) deve comprovar ou não a suspeita.
A Polícia Civil informou que o laudo do IML ficará pronto em até 30 dias e não confirma a suspeita de enforcamento. O suspeito preso vai ser ouvido novamente nessa semana.
DESAPARECIMENTO
A família de Vitória registrou o boletim de ocorrência no dia 9 de junho informando que ela havia saído de casa no dia anterior, por volta de 13h30, para andar de patins. Quando a mãe chegou em casa, no fim da tarde, não encontrou a garota.
Ela foi vista pela última vez andando de patins perto do ginásio de esportes de Araçariguama, no bairro Vila Nova. Câmeras de segurança registraram o momento.
Fonte G1 Sul de Minas

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A creche onde Ana Lívia Lopes da Silva, de apenas 3 anos, estudava já havia denunciado os pais da criança ao Conselho Tutelar por maus-tratos. A revelação foi feita após a menina morrer na madrugada desta sexta-feira (15), em Poços de Caldas (MG), depois de ser agredida pelo padrasto por ter feito xixi na cama. Ele e a mãe da criança foram presos em flagrante e autuados por homicídio.
De acordo com a conselheira tutelar Irene de Cássia Cavalcante, a denúncia aconteceu no dia 22 de maio.
“Aí a conselheira foi até a casa da mãe, que é próxima da creche. A mãe conversou bastante com ela, relata que foi uma coisa pontual, porque a menina desobedeceu o padrasto, e ele excedeu um pouquinho. Mas isso não ia acontecer mais”.
Mas aconteceu. Ana Lívia foi internada na noite desta quinta-feira (14) com politraumatismo craniano e não resistiu. No entanto, de acordo com a Polícia Militar, as agressões começaram até antes, na quarta-feira (13), quando a menina teria urinado na roupa e na cama. A criança foi colocada de castigo e novamente agredida quando saiu do local. Depois, durante a noite, a menina teria sido vítima de agressão mais uma vez.
Preso pouco depois da menina ser internada, o padrasto, Christhopher Anthony Tavares Coelho, de 27 anos, foi preso e confessou o crime. A mãe da menina também foi presa em flagrante, já que a polícia entendeu que ela foi omissa.
“Alegou que não sabia a motivação do crime, o que teria motivado o autor a agredir a criança, porque quando ela acordou, a criança já estava gritando muito, estaria no banheiro, embaixo do chuveiro. Que o autor teria colocado ela embaixo do chuveiro e já estaria bastante machucada”, explicou a delegada Maria Cecília Gomes Flora.
Durante depoimento à polícia, a mãe da criança contou que o padrasto já havia agredido a menina na quarta-feira com chinelo. Segundo a versão da mãe, nesta quinta-feira, ela dormia quando a menina foi agredida novamente pelo homem. Por volta das 8h30, viu lesões na filha e logo depois de acordar, a criança ficou insconsciente.
A menina, segundo a mãe, ficou desacordada até às 17h, quando apresentou inchaço e expeliu sangue. Apenas neste momento, a mãe pediu ajuda aos parentes que moram ao lado. A sogra e a cunhada viram o estado da menina, que foi levada ao hospital.
Os dois médicos que realizaram o primeiro atendimento da criança informaram que ela chegou ao hospital por volta das 17h30, com muitos hematomas no corpo. Foi preciso realizar um procedimento de drenagem dos pulmões para retirada de sangue, que impedia a respiração. Depois de 40 minutos inconsciente, a vítima foi levada pelo Samu à Santa Casa.
Segundo o Instituto Médico Legal, foram três as causas da morte de Ana Lívia – a primeira é contusão por instrumento contudente, o que, segundo os médicos, pode indicar socos e pontapés. A segunda causa foi hemorragia no cérebro e a terceira foi politraumatismo crânio-encefálico.
A criança foi enterrada no final da tarde desta sexta-feira em Poços de Caldas.
Fonte G1 Sul de Minas

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O corpo da menina Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, 12 anos, que estava desaparecida há uma semana em Araçariguama (SP), foi encontrado na tarde deste sábado (16). A informação é da Polícia Militar da cidade.
Segundo informações da polícia, o corpo foi encontrado próximo a um matagal, em uma estrada de terra. Uma mulher disse que sentiu o cheiro enquanto passeava na região com seu cachorro. Ao ver o corpo, a mulher chamou a polícia. Vitória estava embaixo de um monte de lixo. O pai da menina reconheceu a filha.
O DESAPARECIMENTO
A menina Vitória saiu na tarde do dia 8 de junho para patinar próximo da casa onde morava, no bairro de Vila Nova, mas não voltou. Segundo a família da menina, Vitória saiu de casa para ir a um ginásio de esportes brincar com uma amiga da escola. No trajeto, no entanto, a outra criança teria desistido de acompanhá-la.
Após andar cerca de 700 metros a pé, Vitória colocou o patins para continuar a caminhada ao ginásio. Imagens de câmera de segurança captaram o momento que a Vitória parou na esquina da escola onde ela estuda que está no caminho do ginásio.
De acordo com testemunhas, quando a menina chegou no ginásio, foi abordada por um homem que estava em um carro preto. Outras crianças que estavam no local dizem que viram a menina conversando com o suspeito, mas como precisavam entrar para ter uma aula, não viram se a menina entrou no carro.
A polícia chegou a periciar o carro de um suspeito. No entanto, não houve indícios de que Vitória tenha entrado no veículo.
Na tarde da última sexta-feira (15), a Justiça de São Paulo decretou, a prisão temporária de Júlio César Lima, suspeito de participar do possível sequestro. O delegado Acássio Leite, titular da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Sorocaba, informou que as investigações seguiriam em segredo.
Uma das hipóteses investigadas é de que Vitória tenha sido raptada por engano por causa de uma dívida relacionada ao tráfico de drogas. “Existe a possibilidade de que os suspeitos estivessem em busca de uma outra menina como forma de vingança, mas levaram Vitória por engano”, contou Leite. Outras versões também são apuradas.

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