Categoria: Política

  • Ex-Prefeito de Varginha revela a verdade sobre sua Renúncia

    Ex-Prefeito de Varginha revela a verdade sobre sua Renúncia

    ANTÔNIO SILVA DISSE “NÃO QUERER ASSUMIR POSSÍVEIS CULPAS QUE NÃO LHE CABEM”.

    O Ex-prefeito de Varginha, Antônio Silva, um dos políticos mais carismáticos e queridos da cidade de Varginha, após toda polêmica e versões distintas sobre sua renúncia ao cargo de Chefe do Executivo Municipal, divulgou uma carta explicando seus reais motivos. Veja o conteúdo:

    “Tenho profundo respeito por minhas amigas e amigos. Há momentos na nossa vida que somos obrigados a tomar decisões difíceis e, algumas delas, exigem, de quem as toma, coragem, desprendimento e humildade.

    Na última segunda-feira, 06/04/2020, enviei à Câmara Municipal comunicação informando-lhe minha decisão de renunciar ao cargo de Prefeito.

    Não o fiz por covardia e muito menos por falta de disposição para o trabalho. Agradeço a Deus por me ter permitido trabalhar por 60 anos consecutivos nesta cidade, sem nenhum afastamento por doença ou por acidente. Fui empregado, funcionário da Receita Federal, empresário, advogado e estava cumprindo, até aqui, o meu quarto mandato de Prefeito, função que exerci por mais de 15 anos, com dedicação, sem escândalos e sem corrupção, o que não é mérito, é dever.

    Contudo, completei, em fevereiro, 78 anos de idade, surpreendido por essa psicose chamada pandemia do corona vírus, onde, 24 horas por dia, a mídia diz que nós, idosos, somos o seu alvo favorito, o que nos sugere o novel “isolamento social”. Diante de um cenário de incertezas e contradições, não apenas entre profissionais da saúde, mas também nos meios políticos, a gestão pública se tornou algo surreal. A questão do fechamento do comércio, por iniciativa do Governador do Estado e apoiado pela Comissão de Prevenção da Secretaria Municipal de Saúde, auto intitulada Comitê Gestor, transformou-se em polêmica política, colocando-me num fogo cruzado entre os que pleiteavam a reabertura e os que eram contrários. Decidi por uma abertura gradual, limitada e controlada, isso na sexta feira, dia 03/04, o que desencadeou uma reação de setores da Saúde que desaguou no Ministério Público recomendando a imediata revogação da autorização de abertura.

    Percebi, então, que a partir da abertura, toda a evolução da epidemia e eventuais mortes dela decorrentes seriam debitadas na minha conta como Prefeito e, por outro lado, revogando o Decreto, como fui obrigado a fazê-lo, as dificuldades dos comerciantes impedidos de trabalhar e o desemprego resultante seriam por minha culpa. Na verdade, quando lhe tiram a autoridade, deveriam levar também a responsabilidade, mas isso não acontece, pois o cidadão mora aqui e sabe onde mora o Prefeito, mas não sabe onde mora o Governador ou as autoridades que deliberam conforme seu entendimento, alguns arvorando-se em donos da verdade.

    Juntando tudo isso às limitações que estão sendo impostas pela minha idade, entendi que era chegado o momento de antecipar a minha saída da Prefeitura, com a tranquilidade de saber que, com o Verdi no comando, a cidade está em boas mãos. Só tenho palavras de agradecimento.”, declarou.

    A SAÍDA

    O prefeito de Varginha (MG), Antônio Silva (PTB), renunciou ao cargo na manhã desta segunda-feira (6). A renúncia acontece um dia após o prefeito revogar o decreto que permitia a reabertura do comércio da cidade no início desta semana em meio à crise do novo coronavírus. Em sua carta de renúncia direcionada à Câmara de Vereadores, o prefeito alegou razões de foro íntimo.

    A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da prefeitura. O prefeito havia retornado de férias na semana passada e já se viu diante da crise do novo coronavírus. Desde o começo da crise, quem comandava as ações na prefeitura era o vice-prefeito, Verdi Lúcio Melo (Avante). Após pressão de empresários, na sexta-feira (3), Antônio Silva emitiu um decreto permitindo a reabertura de parte do comércio da cidade com restrições.

    Mas neste domingo (5), a decisão de revogar o decreto veio após questionamentos de diversos órgãos como o Ministério Público, a Associação Médica, a comissão de enfrentamento ao Covid-19, o Conselho Municipal de Saúde e a Superintendência Regional de Saúde.

    Em 2016, Antônio Silva, de 77 anos, foi eleito para o seu 4º mandato em Varginha, com 43,98% dos votos. Antes do mandato 2016-2020, ele já havia governado a cidade entre 2012 e 2016, 1997 e 2000 e 1989 e 1992.

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  • Três Pontas contrata 100 pessoas para grupo contra aglomerações

    Três Pontas contrata 100 pessoas para grupo contra aglomerações

    Prefeitura contratou apenas pessoas que estavam desempregadas e fora do grupo de risco do coronavírus. Ideia é que população receba instruções de como se portar durante pandemia.

    Como medida preventiva ao novo coronavírus, a Prefeitura de Três Pontas (MG) contratou 100 pessoas para formar um grupo contra aglomerações na cidade. A ideia, segundo a administração municipal, é que a equipe dê orientações à população em pontos estratégicos em que ainda há concentrações. Apenas quem estava desempregado e fora do grupo de risco a Covid-19 recebeu a oportunidade.

    Além de evitar aglomerações, o grupo irá explicar a quem permanece nas ruas os cuidados necessários de higiene e a importância do isolamento social, para quem pode permanecer em casa.

    De acordo com o prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves (PSD), o objetivo de um grupo formado por ‘pessoas normais’ ser responsável pelas orientações é para que a população se identifique e não se sinta afrontada no caso de, por exemplo, receber instruções da Polícia Militar e/ou da Guarda Municipal.

    “Essa força tarefa envolve todos. A gente percebeu que a reação da pessoa com um cidadão igual a ela própria é menos afrontosa. Ela recebe melhor como uma orientação. Com isso a Guarda Municipal e a própria Polícia Militar ficam encarregadas de outras tarefas que infelizmente podem acontecer, mas espero que não”, disse.

    A ação, assim como explica Marcelo Chaves, ocorrerá em agências bancárias, padarias, supermercados e qualquer outro local em que ainda ocorram aglomerações em Três Pontas.

    “Eles vão dar continuidade ao trabalho que já está sendo feito pela prefeitura de Três Pontas através dessa força tarefa contra o Covid-19, que estava sendo feita inicialmente pelos agentes epidemiológicos e agora será reforçado com mais 100 pessoas em um trabalho de educação, conversando com a população, explicando e mostrando como deve ser feita a nossa trajetória agora”, comentou.

    Pontos de aglomeração mapeados

    Antes mesmo do início da ação deste grupo, uma equipe da prefeitura realizava o trabalho de pesquisa para verificar os principais pontos de aglomeração da cidade. E, segundo o prefeito, estes pontos já são de conhecimento da administração municipal.

    “Temos um pessoal que já trabalha com a gente há mais tempo para mapear tudo e a gente possa fazer um trabalho preventivo. Tenho impressão que vai dar um excelente resultado”, falou.

    Para este trabalho, a prefeitura deu oportunidade apenas para pessoas que estivessem desempregadas, tivessem até 40 anos e não fizessem parte do grupo de risco do novo coronavírus. O contrato, inicialmente, é temporário pelo período de um mês em que cada agente receberá um salário mínimo. Em caso de necessidade, o acordo pode ser prorrogado.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • Trespontana estava entre os 80 brasileiros retidos em Aeroporto na Alemanha

    Trespontana estava entre os 80 brasileiros retidos em Aeroporto na Alemanha

    Ela contou ao Conexão o trauma de ficar 33 horas no local, sem qualquer assistência.

    Formada em Comércio Exterior, a trespontana Tamiris Sacho Mendonça, 26 anos, estava os cerca de 80 brasileiros que ficaram retidos, sem qualquer assistência, por mais de 24 horas, no Aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, em meio a pandemia de coronavírus. A própria Tamiris e a tia Tânia Sacho Porto entraram em contato com o Conexão Três Pontas na tarde desta sexta-feira pedindo a divulgação do fato e nossa ajuda para que o governo brasileiro, o Itamaraty, tomasse alguma providência. Dentre os passageiros brasileiros também estavam crianças e idosos.

    O voo 1137 da Latam estava marcado para decolar na quinta-feira (09) à noite, mas apresentou problemas técnicos. Brasileiros reclamaram que receberam apenas um lanche e que a polícia local só permitiu a ida para hotéis àqueles que tinham residência no país.

    Os fatos

    Os passageiros publicaram uma carta nas redes sociais que também foi encaminhada às autoridades brasileiras. O documento, postado por Natália Belian, em nome de todos os passageiros brasileiros, mostra a cronologia do descaso:

    _ Voo agendado para 21h00.

    _ 20h45 Anúncio que o voo estava com problemas de manutenção e a previsão de dar um retorno em 1h.

    _ 21h00 Confirmaram que entrariam em contato em mais 1h.

    _ 22h00 Anunciaram o início do embarque.

    _ Dentro do avião, os funcionários da Latam foram chamados e orientados a não iniciarem as atividades e começar a separar lanches em sacolas.

    _ 22h50 Dentro do avião, anunciaram que o voo estava cancelado, para todos ficarem tranquilos que teriam alimentação, transporte e hotel até o voo do dia seguinte (10/04/2020) às 21h.

    _ Ao sair do avião, funcionários da Latam disseram que iriam entregar as bagagens, minutos depois disseram que as bagagens ficariam presas dentro da aeronave.

    _ 23h20 Os passageiros foram encaminhados para a área da emigração em que foi orientado que as polícias alemãs não liberariam os brasileiros para irem ao hotel, apenas brasileiros com permissão de residência na Alemanha.

    _ 00h22 Funcionários da Latam disseram para os brasileiros procurarem um lugar para dormir no aeroporto e que deveriam passar novamente pela inspeção/segurança do aeroporto.

    _ Durante a passagem pela segurança uma passageira foi intimidada por uma funcionária da Latam por estar gravando a situação das pessoas. A mesma funcionária tentou pegar o celular da passageira e foi chamar o policial alemão para intimidar novamente a passageira.

    _ Com ironia, a mesma funcionaria intimidadora informou que caso algum passageiro quisesse tomar café da manhã deveria procurar o McDonald´s.

    _ Não houve nenhuma informação orientando como seria a alimentação dos passageiros.

    _ Após passar pela segurança, os passageiros confirmam que todos os funcionários da Latam foram para o hotel, nenhum funcionário ficou acompanhando os passageiros.

    _ Não houve condições de higiene para os passageiros.

    _ Não foi confirmado se houve alguma desinfecção do aeroporto.

    _ Não havia nenhum profissional da área da saúde acompanhando os passageiros.

    _ Havia passageiros idosos, crianças de colo, pessoas com comorbidades (A comorbidade é a ocorrência de duas ou mais doenças relacionadas no mesmo paciente e ao mesmo tempo).

    _ Não houve a disponibilização de água e nenhuma prestação de serviço dentro do aeroporto.

    _ Não houve a confirmação do novo voo.

    _ Todos os passageiros ficaram sem acesso as suas bagagens.

    _ 22h58 )s passageiros entraram em contato por meio do telefone com o Ministério de Relações Exteriores de brasileiros na Europa. O atendimento foi realizado pelo colaborador Roney, que retornou e orientou os passageiros a entrarem em contato com o Consulado brasileiro e que já estavam em contato com a Latam.

    _ 01h57 Roney, do Ministério de Relações Exteriores, ligou informando que o plantão estava sendo transferido para o colaborador Igor.
    Até as 02h15 do dia 10/04/2020 não foi apresentado nenhum suporte, como insumos básicos, como máscaras, álcool, medicamentos para os passageiros.

    Conforme a regulamentação da ANAC, a companhia aérea deveria ter e utilizar um plano de contingência, apresentar todas as condições básicas de saúde aos passageiros.

    Dentre as reivindicações dos brasileiros retidos no Aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, a principal era a repatriação dos brasileiros no próximo voo, do dia 10/04/2020. Também solicitaram que durante o período de espera que os passageiros tivessem auxílio alimentação, higiene e informações corretas. Que fossem tratados com dignidade e respeito.

    A trespontana Tamiris falou da experiência traumática ainda enquanto estava no aeroporto alemão:

    “Oi Roger, é a Tamiris. Estou presa no aeroporto de Frankfurt tentando voltar para o brasil. Estamos em mais ou menos 80 brasileiros e tem idosos e crianças. A Latam cancelou nosso voo ontem a noite. Já estamos no aeroporto há 24 hrs. Sem apoio nenhum! Não fomos encaminhados para um hotel pois a imigração da Alemanha não liberou nossa saída do aeroporto. Dormimos aqui em cadeiras. Não tivemos acesso a travesseiros, cobertores, comida, produtos de higiene. Se puder, divulgue por favor!”.

    Tamiris e os demais passageiros já retornaram ao Brasil, desembarcando no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Alguns deles, que precisaram fazer conexões para outros estados brasileiros, alegaram não ter conseguido remarcar os voos sequentes.

    Na manhã deste sábado (11) a jovem estudante, que ficou na Irlanda durante 6 meses aprimorando seu inglês, conversou novamente com nossa reportagem. Ela reforçou que o retenção no Aeroporto de Frankfurt não tem nenhuma relação com suspeita de algum caso de coronavírus no voo 1137 da Latam. O motivo alegado foi problemas técnicos na aeronave. A companhia interromperá os voos internacionais a partir da próxima segunda-feira.

    Foto Arquivo Pessoal

    Tamiris contou ainda que na chegada ao Brasil os passageiros ficaram retidos por cerca de 50 minutos dentro do avião, quando tiveram suas temperaturas aferidas. “As bagagens foram tiradas primeiro do avião e nós passamos pelos exames para descartar ou confirmar qualquer caso de coronavírus. Felizmente todos estão bem. Ficamos pouco tempo no aeroporto em São Paulo. Mesmo estando bem fomos orientados a usar máscara e ficar de quarentena por 14 dias”, revelou.

    Ainda conforme a jovem estudante, antes de ir para a Irlanda estava morando e trabalhando em Santa Catarina com a tia Tânia. Tamiris disse ainda não ter uma definição se ficará para Três Pontas ou se voltará para o sul do Brasil.

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  • Renuncia do Prefeito Antônio Silva em Varginha repercute em todo Brasil

    Renuncia do Prefeito Antônio Silva em Varginha repercute em todo Brasil

    Mídia nacional destaca decisão do gestor; Relembre a trajetória de um dos mais queridos políticos de Varginha.

    A imprensa brasileira deu amplo destaque nesta segunda-feira (06) à renúncia do Antônio Silva como prefeito da cidade de Varginha. A decisão que pegou todos de surpresa ganhou longos minutos no canal fechado Band News e ilustrou a capa do G1, o portal de notícias do grupo Globo de Comunicação. A decisão se deu após polêmica sobre a reabertura do comércio de Varginha. O Conexão relembra a trajetória de Antônio Silva, um dos mais queridos políticos de Varginha.

    A Saída

    O prefeito de Varginha (MG), Antônio Silva (PTB), renunciou ao cargo na manhã desta segunda-feira (6). A renúncia acontece um dia após o prefeito revogar o decreto que permitia a reabertura do comércio da cidade no início desta semana em meio à crise do novo coronavírus. Em sua carta de renúncia direcionada à Câmara de Vereadores, o prefeito alegou razões de foro íntimo.

    A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da prefeitura. O prefeito havia retornado de férias na semana passada e já se viu diante da crise do novo coronavírus. Desde o começo da crise, quem comandava as ações na prefeitura era o vice-prefeito, Verdi Lúcio Melo (Avante). Após pressão de empresários, na sexta-feira (3), Antônio Silva emitiu um decreto permitindo a reabertura de parte do comércio da cidade com restrições.

    Mas neste domingo (5), a decisão de revogar o decreto veio após questionamentos de diversos órgãos como o Ministério Público, a Associação Médica, a comissão de enfrentamento ao Covid-19, o Conselho Municipal de Saúde e a Superintendência Regional de Saúde.

    Em 2016, Antônio Silva, de 77 anos, foi eleito para o seu 4º mandato em Varginha, com 43,98% dos votos. Antes do mandato 2016-2020, ele já havia governado a cidade entre 2012 e 2016, 1997 e 2000 e 1989 e 1992.

    A Câmara dos Vereadores deverá se reunir às 14h desta terça-feira (7) para seguir com os procedimentos de posse do vice-prefeito, Verdi Lúcio Melo.

    “O Prefeito dos varginhenses!”

    Muitos cidadãos de Varginha lamentaram em suas redes sociais a decisão de Antônio Silva deixar o cargo. Em muitas publicações os varginhenses fizeram questão de lembrar o histórico de ações de Antônio Silva em favor do município e agradeceram por todo “legado” deixado.

    Biografia

    Antônio Silva, nasceu em Lavras, no dia 03/02/1942, terra natal de sua mãe e de seus avós maternos. Seu pai era de Itutinga, na época, Distrito de Lavras. Passou sua infância e adolescência com seus pais nas cidades de Itutinga e Itumirim, onde permaneceram até 1960. De origem humilde, sua mãe era professora e seu pai, alfaiate e funcionário da Prefeitura de Itumirim.

    Em 1960, sua família mudou-se para Varginha em virtude de seu pai ter sido aprovado em concurso público e nomeado Fiscal de Rendas do Estado de Minas Gerais. De 1955 a 1961, cursou o ensino fundamental e médio, em regime de internato, na Escola Agrotécnica Federal de Barbacena, hoje Instituto Federal Sudeste.

    Em dezembro de 1961, com 19 anos, foi aprovado em 5º lugar em Minas Gerais no Concurso Público para a Coletoria Federal, órgão arrecadador dos tributos federais do Ministério da Fazenda, tendo sido nomeado em 1963, trabalhando como Coletor Federal nas cidades de Joaíma e Carmo do Rio Claro e em 1969, com a criação da Receita Federal, passou a integrar o seu quadro de funcionários, na Delegacia da Receita Federal desta cidade, tendo ocupado o cargo de chefia da Turma de Preparo e Julgamento de Processos e o primeiro Coordenador local do antigo Centro de Treinamento de Pessoal do Ministério da Fazenda.

    Em 1970, licenciou-se da Receita Federal, sem remuneração, demitindo-se dois anos depois,para assumir a direção da empresa PAULMAQ LTDA., Concessionária de Tratores Massey-Ferguson e de diversas marcas de implementos agrícolas, tendo expandido os seus negócios com a matriz em Varginha e filiais nas cidades de Formiga, Lavras e Boa Esperança, chegando a vender cerca de 500 tratores por ano.

    Formado em Direito, pela FADIVA, a partir de 1981, deixou a empresa para dedicar-se à advocacia com ênfase na área tributária.

    Em 1982, ano de eleições estaduais e municipais, interessou-se pela política, filiando-se ao PMDB, quando, por este Partido, Tancredo Neves elegeu-se Governador de Minas e Dilzon Melo Prefeito de Varginha. Convidado pelo Governador, foi nomeado Superintendente Regional da CAMIG, função que exerceu nos anos de 1983 a 1985 e em 1986, foi Secretário Municipal de Administração na gestão do Prefeito Dilzon Melo. Paralelamente, a partir de 1983, tornou-se sócio majoritário da empresa Mantiqueira Auto Peças Ltda. Que manteve até o ano de 1993.

    Nas eleições de 1988, sucedeu Dilzon Melo na Prefeitura de Varginha, cumprindo o seu primeiro mandato de Prefeito de 1989 a 1992. Neste ano, o candidato por ele apoiado, Aloísio Ribeiro de Almeida, saiu vitorioso, assumindo a Prefeitura em 1993, em cuja administração, durante o ano de 1994, foi Secretário Municipal do Bem Estar Social.

    De 1994 a 1996, assumiu o cargo de Diretor Executivo da empesa Rivecar Veículos Ltda., da cidade de Três Corações, do grupo CIVE, recuperando a empresa, de onde saiu para disputar as eleições de 1996, elegendo-se Prefeito pela segunda vez, para o quadriênio 1997/2000.

    Não tendo sido reeleito em 2000, retornou à advocacia, fez cursos de pós-graduação em direito e advogou até 2012. Nesse ínterim, foi candidato, em 2002, a Deputado Federal, tendo obtido a expressiva votação de 34.000 votos, ficando como Suplente. Em 2012, venceu novamente as eleições para Prefeito, cumprindo o seu terceiro mandato de 2013 a 2016 quando, reeleito, administrou a Prefeitura de janeiro de 2017 até hoje, 06/04/2020, quando, por razões de foro íntimo, decidiu renunciar ao cargo.

    Por onde passou e nos cargos que exerceu, deixa um legado de muitas obras e um exemplo de honestidade, probidade e integral dedicação à vida pública.

    Foi casado com Ieda Carvalho Silva, falecida em 1992, casando-se, pela segunda vez, em 1995, com Shirley C. Baroni Silva, com quem vive até hoje. Pai de 5 filhos e avô de 6 netos.

    Com informações do G1 Sul de Minas / Varginha Online / Iago Almeida (CSul)

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  • Prefeitura de Varginha libera o funcionamento do comércio a partir de segunda-feira

    Prefeitura de Varginha libera o funcionamento do comércio a partir de segunda-feira

    Por meio de num novo decreto, o prefeito de Varginha, Antônio Silva, liberou a reabertura do comércio de Varginha a partir da próxima segunda-feira (06/04). Além do comércio lojista, o decreto também liberou o comércio de atacado e varejo, feiras e cultos religiosos. O funcionamento das lojas será 10h às 17h e exige uma série de restrições e determinações.

    Por conta do Decreto do Governador Romeu Zema, ainda não poderão retomar as atividades: o Via Café Garden Shopping, estabelecimentos situados em galerias ou centros comerciais, bares, restaurantes e lanchonetes, cinemas, clubes, academias em geral, boates, salões de festas, teatros, casas de espetáculos e clínicas de estética, museus, bibliotecas e centros culturais e eventos públicos ou privados, em locais fechados ou abertos, com público superior a 30 (trinta) pessoas.

    Veja o que e como poderá funcionar:

    – O horário de funcionamento das lojas do centro da Cidade Varginha será das 10h às 17h, a fim de evitar aglomerações nos ônibus circulares;
    – Obrigatoriedade de afixação de cartazes nas portas das lojas, estabelecendo o número de pessoas que poderão estar dentro do estabelecimento, respeitando-se os limites estabelecidos neste Decreto;
    – Proibição do contato físico entre pessoas atendidas e entre estes e os funcionários, devendo manter-se distância mínima de 1,5m (hum metro e meio);
    – Restrição de acesso às dependências para no máximo 30 (trinta) clientes por vez, se o espaço físico permitir, respeitando-se a regra estabelecida no inciso anterior;
    – Liberação de colaboradores que estão no grupo de risco, ou seja, acima de 60 anos, gestantes, imunodeprimidos, portadores de cardiopatias ou doenças respiratórias, inclusive gripes e resfriados, sem prejuízo do salário ou demais benefícios, pelo tempo que perdurar tal determinação do Poder Público, nos termos que dispõem a Medida Provisória nº 927, de 22 de março de 2020, expedida pelo Governo Federal;
    – Uso de máscaras pelos comerciantes e atendentes, às expensas do empregador, aumentando a proteção a eventual contágio durante o atendimento;
    – Revezamento entre os funcionários, evitando-se aglomerações;
    – Promoção do controle diário da temperatura dos funcionários ou colaboradores, informando à Vigilância Epidemiológica, de imediato, qualquer caso de suspeita de infecção pelo Novo Coronavírus (COVID-19);
    – Intensificação das ações de limpeza e desinfecção nos estabelecimentos;
    – Disponibilização de álcool em gel 70%, ou água corrente e sabão, aos clientes e funcionários;
    – Fechamento de todas as áreas internas de lazer, como espaços de convivência, bares, lanchonetes ou restaurantes internos abertos ao público, permitindo-se o funcionamento de refeitórios para uso e alimentação exclusivos dos funcionários;
    – Priorização, de forma absoluta, no atendimento aos idosos, gestantes ou pessoas que estejam no grupo de risco da COVID-19, estabelecendo horários diversos para tais atendimentos;
    – Priorização do atendimento por meio de canais eletrônicos, de delivery, drive-thru ou retirada e entrega rápida de mercadorias;
    – Obrigatoriedade de divulgação aos clientes, de informações acerca do Novo Coronavírus (COVID-19) e das medidas de prevenção implementadas;
    – Obrigatoriedade de dar acesso irrestrito às dependências do estabelecimento, a qualquer hora do expediente, aos representantes do Poder Público que estiverem em trabalho de fiscalização.
    Fonte Noticiando Varginha

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  • Senado aprova auxílio de R$ 600 a informais; mães “chefes de família” poderão receber até R$ 1.200

    Senado aprova auxílio de R$ 600 a informais; mães “chefes de família” poderão receber até R$ 1.200

    A medida permite que trabalhadores informais e pessoas com deficiência recebam Benefício de Prestação Continuada (BPC) por três meses

    O Senado aprovou nesta segunda-feira, em votação simbólica, o auxílio emergencial mensal de R$ 600 por três meses para trabalhadores informais e pessoas com deficiência, que estejam na fila de espera para receberem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) durante pandemia do coronavírus.

    O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), relator do projeto, fez uma alteração no texto para estender o benefício para profissionais com contrato de trabalho intermitente, quando o regime de trabalho não tem jornada e salário fixos.A ideia foi incluída no texto como “ajuste de redação”. Desta forma, o projeto não precisa voltar para uma nova análise da Câmara dos Deputados, seguindo agora para a sanção presidencial.

    O benefício terá valor de R$ 600 e poderá ser recebido por até dois membros da mesma família. Serão elegíveis os cidadãos que não tiverem emprego formal; não receberem benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o Bolsa Família. Assim, o benefício é destinado àqueles que não estão protegidos pela Seguridade Social, não sendo destinado àqueles que têm emprego formal, os que fazem jus ao seguro-desemprego ou os que recebem benefícios previdenciários ou o BPC.

    Mães que são “chefes de família” poderão receber até R$ 1.200.

    O Governo anunciará nos meios de comunicação, após sanção presidencial, as formas de recebimento.

    Fonte Valor Investe

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  • Escolas fechadas, hospitais lotados, eventos cancelados: o Brasil da meningite de 1974

    Escolas fechadas, hospitais lotados, eventos cancelados: o Brasil da meningite de 1974

    Aulas suspensas e eventos esportivos transferidos, algumas das consequências da atual pandemia do novo coronavírus, já marcaram a história recente do Brasil, por conta de outra doença: a meningite.

    Em 1974, durante o período da ditadura militar, o Brasil enfrentava a pior epidemia contra a meningite de sua história. O país já tivera dois surtos da doença – um em 1923 e outro em 1945 -, mas, nenhum deles tão grave ou letal.

    Isso porque o Brasil foi vítima não de um, mas de dois subtipos de meningite meningocócica: do tipo C, que teve início em abril de 1971, e do tipo A, em maio de 1974.

    Para evitar o contágio, o governo tomou medidas drásticas: decretou a suspensão das aulas e suspendeu eventos esportivos. Os Jogos Pan-Americanos de 1975, que estavam marcados para acontecer em São Paulo, tiveram que ser transferidos para a Cidade do México. Hospitais, como o Instituto de Infectologia Emílio Ribas, ficaram superlotados.

    A que viria a ser a maior epidemia de meningite da história do Brasil teve início em 1971, no distrito de Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo. Logo, a população mais carente começou a se queixar de sintomas clássicos, como dor de cabeça, febre alta e rigidez na nuca. Nos bairros mais pobres, muitos morreram sem diagnóstico ou tratamento.

    Em novembro daquele ano, o que parecia ser um surto restrito a uma determinada localidade logo se alastrou e, aos poucos, ganhou proporções epidêmicas. Dali, não parou mais.

    Em setembro de 1974, a epidemia atingiu seu ápice. A proporção era de 200 casos por 100 mil habitantes. Algo semelhante só se via no “Cinturão Africano da Meningite”, área que hoje compreende 26 países e se estende do Senegal até a Etiópia.

    Das regiões mais carentes, a epidemia migrou para os bairros mais nobres. Até julho daquele ano, um único hospital em São Paulo atendia pacientes com meningite. O Instituto de Infectologia Emílio Ribas tinha 300 leitos disponíveis, mas chegou a internar 1,2 mil pacientes.

    “Não houve quarentena porque o período de incubação da meningite é muito curto”, explica a epidemiologista Rita Barradas Barata, doutora em Medicina Preventiva pela Universidade de São Paulo (USP) e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa. Na época, Rita trabalhava como aluna do internato em medicina no Emílio Ribas. “O atendimento foi além de sua capacidade máxima. Trabalhávamos muitas horas por dia”, recorda.

    De agosto em diante, outras 26 unidades passaram a fazer parte de uma rede de atendimento a pacientes com sintomas de meningite. “Depois de um ou dois dias recebendo tratamento injetável, os casos mais leves eram transferidos para outras unidades, onde recebiam a medicação oral. Já os pacientes mais graves permaneciam no Emílio Ribas”, complementa a médica.

    Atentados, passeatas e epidemias eram assuntos vetados na imprensa

    Até então, uma pequena parcela da população, quase nula, sabia da existência da epidemia. O governo procurou escondê-la ao máximo, segundo explica quem acompanhou o caso de perto.

    “Assim que surgiu, foi tratada como uma questão de segurança nacional, e os meios de comunicação proibidos de falar sobre a doença”, afirma a jornalista Catarina Schneider, mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e autora da tese A Construção Discursiva dos jornais O Globo e Folha de S. Paulo sobre a Epidemia de Meningite na Ditadura Militar Brasileira (1971-1975). “Essa tentativa de silenciamento impediu que ações rápidas e adequadas fossem tomadas”.

    Durante os anos da ditadura, alguns temas foram proibidos de serem divulgados – através de notícias, entrevistas ou comentários – em jornais e revistas, rádios e TVs. A epidemia de meningite que castigou o Brasil na primeira metade da década de 1970 foi um deles.

    Sob o pretexto de não causar pânico na população, a censura proibiu toda e qualquer reportagem que julgasse “alarmista” ou “tendenciosa”, sobre a moléstia.

    Em 1971, quando foram registrados os primeiros casos, o epidemiologista José Cássio de Moraes, doutor em Saúde Pública pela USP e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, integrava uma comissão de médicos de diferentes áreas, como epidemiologistas, infectologistas e sanitaristas. Juntos, detectaram um surto da doença e procuraram alertar as autoridades. Não conseguiram. Em tempos de ‘milagre econômico’, o governo se recusou a admitir a existência de uma epidemia. “Os militares proibiram a divulgação de dados. Pensavam que conseguiriam deter a epidemia por decreto. Se eu não divulgo, é como se não existisse. Não sabiam que o vírus era analfabeto e não sabia ler Diário Oficial”, ironiza o médico.

    Dali por diante, médicos de instituições públicas foram proibidos de conceder entrevistas à imprensa. O jeito era dar declarações em “off” para jornalistas de confiança, como Demócrito Moura, do Jornal da Tarde. Mesmo assim, as poucas matérias publicadas, alertando a população dos riscos da meningite, eram desmentidas pelas autoridades.

    “Ao governo não interessava a divulgação de notícias negativas. Negar a existência da epidemia foi um erro porque facilitou sua propagação e atrasou a adoção de medidas necessárias ao seu combate. Numa situação dessas, quanto mais rapidamente essas medidas forem adotadas, menores serão as perdas de vidas e os danos à economia”, afirma o historiador Carlos Fidelis Ponte, mestre em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

    Medo

    Em 1974, quando a verdade veio à tona, pelo menos sete Estados totalizavam 67 mil casos – 40 mil deles só em São Paulo. A população, quando soube da epidemia, entrou em pânico. Com medo da propagação da doença, as pessoas evitavam passar na frente do Emílio Ribas. De dentro de carros e ônibus, fechavam suas janelas. Na falta de remédios e de vacinas, recorriam a panaceias milagrosas, como a cânfora.

    “Naquela época, não havia rede social, mas já existiam ‘fake news’. A boataria atrapalhou bastante”, recorda José Cássio.

    O governo suspendeu as aulas e mandou os estudantes de volta para casa. Quando era registrado algum caso nas dependências das escolas, as autoridades sanitárias passavam formol nas mesas e carteiras. Em algumas cidades, as escolas públicas foram transformadas em hospitais de campanha para atender os doentes.

    Nos hospitais, a epidemia sobrecarregou especialistas em doenças infecciosas. Médicos de outras áreas, para evitar a contaminação, usavam capacetes, óculos e botas. Outros, ao contrário, atendiam pacientes sem qualquer tipo de proteção. Um terceiro grupo preferiu mudar para o interior, com suas famílias.

    Uma das primeiras medidas foi prescrever sulfa. Na esperança de deter o avanço da epidemia, a população passou a tomar o antibiótico por conta própria. “O estoque acabou rapidamente e a bactéria ficou resistente”, recorda José Cássio.

    Todos os dias, a comissão médica da qual o médico fazia parte procurava atualizar os números e divulgá-los no quadro de avisos do Palácio da Saúde, onde funcionava a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Os setoristas da área até tinham acesso às informações, mas não podiam divulgá-las.

    Os números de casos e de óbitos são contraditórios. O estudo A Doença Meningocócica em São Paulo no Século XX: Características Epidemiológicas, de autoria de José Cássio de Moraes e Rita Barradas Barata, calcula que, no período epidêmico, que durou de 1971 a 1976, foram registrados 19,9 mil casos da doença e 1,6 mil óbitos. Já a edição de 30 de dezembro de 1974 do jornal O Globo divulgou que, só naquele ano, a epidemia deixou um saldo de 111 mortos no Rio Grande do Sul, 304 no Rio de Janeiro e 2,5 mil em São Paulo.

    Ministério censurado

    Em março de 1974, o general Ernesto Geisel assumiu a Presidência no lugar do general Médici. Para ministro da Saúde, ele nomeou o médico sanitarista Paulo de Almeida Machado.

    Naquele ano, a jornalista Eliane Cantanhêde, então na revista Veja, conseguiu uma exclusiva com o ministro, em Brasília. Pela primeira vez, uma autoridade admitia publicamente que o Brasil vivia uma epidemia. Mais que isso. Ele alertou sobre os riscos da meningite e ensinou medidas de higiene à população.

    De volta à redação, Cantanhêde começou a bater a matéria e a enviá-la, via telex, para a sede da Veja, em São Paulo. Dali a pouco, ficou sabendo que a entrevista tinha sido censurada. Motivo? “Não havia vacina para todo mundo”, explica Eliane. “As pessoas não sabiam o que era meningite. Muitas delas morriam e, por falta de informação, não sabiam do quê”.

    No dia 26 de julho de 1974, o jornalista Clóvis Rossi também teve um de seus textos censurados. No espaço reservado ao artigo A Epidemia do Silêncio, a direção da Folha de S. Paulo se viu obrigada a publicar um trecho do poema Os Lusíadas, de Luís de Camões. “Desde que, há dois anos, começaram a aumentar em ritmo alarmante os casos de meningite em São Paulo, as autoridades cuidaram de ocultar fatos, negar informações e reduzir os números a proporções incompatíveis com a realidade”, alertou Rossi no artigo censurado.

    Naquele mesmo ano, o governo brasileiro assinou um acordo com o Instituto Pasteur Mérieux e importou em torno de 80 milhões de doses da vacina contra meningite. “O laboratório francês precisou construir uma nova fábrica porque a que existia não comportava uma produção tão grande”, relata o historiador Carlos Fidelis. “Foi a partir dessa emergência que se criou, na Fiocruz, a fábrica de fármacos, a Farmanguinhos, e a de vacinas, a Bio-Manguinhos”.

    Vacinação

    Em 1975, o Brasil deu início à Campanha Nacional de Vacinação Contra a Meningite Meningocócica (Camem). Foi quando, para estimular a ida em massa da população aos postos de saúde, o governo passou a divulgar os números da doença.

    “A letalidade da meningite é de 10%, mas, no auge da epidemia, caiu para 2%”, afirma Rita Barradas Barata. “O diagnóstico era feito de maneira precoce e o tratamento com antibiótico reduzia o risco de morte”.

    Em apenas quatro dias, foram aplicadas 9 milhões de doses na região metropolitana de São Paulo. Logo, estenderam a campanha para outros municípios e estados. A imunização não era feita com seringa e agulha e, sim, com uma “pistola” injetora de vacina. “Conseguimos uma cobertura vacinal de quase 90% da população”, orgulha-se José Cássio.

    Além de superlotar hospitais e de fechar escolas, a epidemia de meningite teria causado outros “estragos”. Um deles é a transferência dos Jogos Pan-Americanos de 1975, da cidade de São Paulo para a do México. Bem, pelo menos essa é a versão oficial. A extraoficial é contada pelo advogado Alberto Murray Neto. “Em 1975, o número de casos já tinha reduzido e o que se dizia é que a epidemia estava controlada. Em tese, a meningite não seria um impeditivo para os Jogos”, revela Alberto.

    Seu avô, Sylvio de Magalhães Padilha, era o então presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e vice do Comitê Olímpico Internacional (COI). Durante reunião em Brasília, foi avisado pelo ministro da Educação, Ney Braga, que não teria recursos do governo federal para os Jogos. Em suma: o Pan deveria ser cancelado, a três meses de sua realização.

    “Meu avô cancelou os Jogos, sem esconder que a questão crucial era o corte de verbas”, relata Alberto. Os Jogos Pan-Americanos de 1975 deixaram para a cidade o velódromo, a raia olímpica e o Centro de Práticas Esportivas da USP (CEPEUSP)”.

    Fonte BBC News

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  • URGENTE: PREFEITURA DE TRÊS PONTAS DECRETA TOQUE DE RECOLHER

    URGENTE: PREFEITURA DE TRÊS PONTAS DECRETA TOQUE DE RECOLHER

    MEDIDA VISA CONTER PROLIFERAÇÃO DO CORONAVÍRUS

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através do Chefe do Executivo, o Prefeito Marcelo Chaves Garcia acaba de decretar Toque de Recolher na cidade de Três Pontas. De acordo com o DECRETO 11.124 de 23 de março de 2020 “Fica instituído o TOQUE DE RECOLHER, em todo território do Município de Três Pontas, ficando restrita a circulação de pessoas nos logradouros públicos, no período compreendido entre 22 horas e 5 horas, por prazo indeterminado.”

    De acordo com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal, a fiscalização do Decreto será exercida pelo Município, com apoio da Polícia Militar, caso isso seja necessário.

    Só serão permitidas a circulação de pessoas e veículos quando realizarem o transporte de pacientes para as unidades de saúde, aquisição de medicamentos ou veículos atrelados à prestação de serviço de relevante interesse público.

    Ainda conforme o Decreto ficam proibidas quaisquer atividades profissionais, pelo prazo de 8 dias, a partir do dia 23 de março, realizadas no período das 22 às 5 horas da manhã.

    Funcionários de serviços essenciais, como padarias, supermercados e farmácias, deverão suspender suas atividades 30 minutos antes do estipulado, visando a locomoção e chegada dos mesmos em suas casas.

    Estabelecimentos comerciais deverão, obrigatoriamente, se organizar para que não haja aglomeração de pessoas e que os clientes tenham no mínimo 2 metros de distanciamento para outras pessoas.

    Todas as medidas visão o controle da pandemia de Coronavírus em Três Pontas. Dos 4 casos suspeitos até o momento, 2 foram descartados e outros 2 seguem em análise.

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  • Coronavírus: Em Decreto Prefeitura fecha limites de Três Pontas

    Coronavírus: Em Decreto Prefeitura fecha limites de Três Pontas

    Veículos de abastecimento de alimentos e outros seguem liberados. Compras poderão ser feitas pela Internet através da AcaiTP.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou através de uma live (transmissão ao vivo) as novidades tomadas pelo Executivo Municipal através do Decreto 11.121, de 20 de março de 2020, que estarão em vigor enquanto a cidade se mantiver sob a Situação de Emergência provocada pela pandemia global de Coronavírus. Dentre as medidas está o fechamento dos limites da cidade de Três Pontas.

    Na transmissão, além do Prefeito Marcelo Chaves Garcia, também participaram o Presidente da Associação Comercial, Bruno Dixini Carvalho e a Secretária Municipal de Saúde, Teresa Cristina Corrêa.

    “Sobre o fechamento dos limites da cidade de Três Pontas é preciso deixar claro para toda população que estamos tomando medidas preventivas para evitar a disseminação do Coronavírus. Isso não inclui a vinda de cargas de alimentos para a cidade. Nosso foco é que a cidade seja abastecida normalmente, inclusive de álcool gel e máscaras, mas zelando pela segurança de todos. Aproveito pra lembrar que não é preciso correria nos supermercados, desespero para comprar os itens, pois o fornecimento está dentro da normalidade”, explicou Bruno Carvalho.

    “O fechamento dos limites do Município de Três Pontas busca evitar a circulação do vírus através de pessoas vindas de outras cidades onde a transmissão já está cruzada e em escala preocupante”, destacou a Secretária de Saúde.

    Boletim Semanal com os Números em Três Pontas

    Teresa Cristina informou que atualmente Três Pontas continua com 3 casos suspeitos. “Precisamos que a população canalize suas dúvidas diretamente na Secretaria de Saúde. Nós estaremos a partir desta segunda-feira informando semanalmente as atualizações, os números da situação em Três Pontas e enviando essas estatísticas ao Gabinete do Executivo Municipal. Tanto de casos suspeitos quanto de possíveis casos confirmados”.

    Compras pela Internet

    O Presidente da AcaiTP explicou ainda que a entidade junto com a empresa Cresça Mais criou uma plataforma para que os trespontanos possam fazer suas compras on line, pela internet.

    “O empresário pode atuar de maneira on line através da plataforma acaitp.crescamais.com. Nesta plataforma todas as empresas que estiverem presentes poderão vender seus produtos pela internet, pelo whatsapp, e-mail, aplicativo ou telefone. Isso evitará que as pessoas fiquem saindo de casa e dará mais segurança para todos”, emendou o empresário.

    Outras Determinações

    _ Realização de eventos, públicos e privados, estão proibidos, inclusive excursões e cursos presenciais com mais de 20 pessoas.

    _ Práticas comerciais abusivas de produtos e bens essenciais à saúde, higiene e alimentação não são permitidas.

    _ O transporte coletivo de passageiros não pode exceder ao limite de passageiros sentados, com as janelas destravadas e abertas. Já o transporte coletivo intermunicipal não pode ultrapassar a metade da capacidade dos passageiros sentados.

    _ O comércio, embora o ideal seja fechar as portas, até o momento não está obrigado a fechar. Devem, porém fixar horários especiais para atender clientes mais propensos ao Coronavírus, como idosos e doentes. Fundamental evitar aglomerações nos estabelecimentos comerciais. Se preciso atenda através de senhas ou, de preferência, inicie ou intensifique as vendas pela internet.

    _ O comércio deve limitar para cada cidadão a venda de produtos indispensáveis nesta época, como o álcool gel, para que mais pessoas tenha acesso aos mesmos.

    _ Clubes, academias de ginástica, estúdios de pilates, boates, salões de festas, casas de espetáculo e clínicas de estética devem permanecer fechadas.

    _ Bares, restaurantes e lanchonetes devem intensificar a higienização do estabelecimento, cardápios, mesas e bancadas, devem diminuir o número de mesas no comércio afim de separá-las, aumentar o espaçamento entre elas.

    _ Atividades em feiras, inclusive feiras livres, exceto de hortifrutigranjeiros, estão proibidas.

    _ Atividades educacionais e escolares estão suspensas. Bem como a visitação de parques.

    _ Visitas ao Centro de Convivência dos Idosos estão restringidas.

    _ Todos os estabelecimentos comerciais devem intensificar os cuidados com a higiene e prevenção à COVID-19.

    _ Serviços essenciais da Prefeitura estão mantidos, adotando todas as medidas preventivas de combate ao Coronavírus.

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  • Coronavírus: Ônibus de “sacoleiros” e comerciantes que teria saído de Três Pontas para São Paulo ontem causou polêmica nas redes sociais

    Coronavírus: Ônibus de “sacoleiros” e comerciantes que teria saído de Três Pontas para São Paulo ontem causou polêmica nas redes sociais

    Uma trespontana postou nas redes sociais uma imagem atribuída a dois ônibus que, segundo ela, partiram na última terça-feira (17) em direção ao Brás, em São Paulo. Segundo a publicação de Priscila Naves, nesse momento extremamente preocupante, onde as autoridades a todo instante fazem muitas recomendações de se evitar aglomerações e locais de risco, de grande disseminação do Coronavírus, viajar para a capital paulista, local no Brasil com o maior número de casos do COVID-19 é algo que deveria ser evitado.

    “Cadê a consciência povo trespontano? Dois ônibus saindo agora a noite com sacoleiros para compras nos Brás, é o fim da picada. Tudo sendo paralisado, missas canceladas, tudo para a proteção e prevenção do povo e tem gente brincando com a própria saúde e a alheia também. Estão indo para o foco, é brincadeira!”, disse ela em sua postagem.

    O post viralizou e até o fechamento desta reportagem já tinha 168 compartilhamentos. Mais do que isso, gerou um movimento “cascata” com muitos outros trespontanos criticando a viagem para São Paulo neste momento. Mas também houve quem apoiou a viagem.

    Alguns comentários foram postados na página de Priscila. Outros enviados ao Conexão Três Pontas:

    Laryssa Luz

    Sinceramente? As pessoas só pensam em si próprio, nem em seus familiares pensam. Claro que a situação fica difícil pois sem mercadorias, sem vendas e sem dinheiro. Mais dessa forma irá prejudicar uma população toda que fazem o possível para quê esse vírus não chegue ate aqui.

    Sergio Carvalho

    Cidade sem fiscalização é assim mesmo normal fazer o quê? Cidade de ninguém…

    Maria Vitória

    Ainda mais nossa cidade que e pequena isso é um perigo. As pessoas estão sem consciência. Só pode…

    Luiz Ricardo

    Infelizmente tem pessoas que precisam trabalhar mesmo com toda esta situação que nosso país vive, creio eu que cada uma dessas pessoas tivesse a opção de ficar com toda certeza escolheriam ficar. Mas também precisam tirar o seu sustento. Mais compreensão com seu próximo.

    Mateus Santos

    Concordo sim, é tempo de nos resguardarmos. Eu mesmo em parceria com todos meus clientes, foram todas nossas datas nos meses de março e abril canceladas, porém não podemos julgar essas pessoas, assim como elas tem gente indo para o exterior e vice versa, nós estamos em tempo de nos unirmos e fortalecermos. E fazer isso não é xingar ou julgar ninguém, creio que dentro deste ônibus vai muitas mães, pais de família e voltam o leite do filho, o pão do dia de cada um. Respeitosamente a minha opinião.

    Henrique Sebastião

    Se essas pessoas dependem disso para sobreviver, o que devem fazer? Ficar trancadas em casa comendo as paredes?

    Prefeitura

    As autoridades constituídas também se pronunciaram durante o dia de hoje (18) a esse respeito.

    A Prefeitura de Três Pontas informou que “a Polícia Militar – efetiva parceira nas ações de proteção à comunidade, portanto, na prevenção contra o novo Coronavírus – já notificou os empresários responsáveis pelos chamados “ônibus dos comerciantes”, que liberaram o transporte para compras em São Paulo. Pela notificação, os empresários deverão comparecer nesta quinta-feira, 19 de março, às 9 horas, na Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas e apresentar a lista com os nomes dos motoristas e de todos os passageiros para que sejam tomadas as devidas providências preventivas.”.

    Após a veiculação desta nota por parte da Prefeitura Municipal, que inclusive está na página oficial do Executivo no facebook, muitos trespontanos aplaudiram a iniciativa. Outros porém disseram ser “ineficiente a medida e que o certo seria a presença das autoridades de saúde na chegada desses ônibus na cidade, a identificação de cada pessoa envolvida na viagem e a colocação dos mesmos em quarentena, em isolamento preventivo por 7 dias se não apresentarem sintomas ou por 14 dias caso alguém apresente algo relacionado ao Coronavírus.”.

    Três Pontas tem dois casos suspeitos do Coronavírus. Até o momento foram infectadas 215 mil pessoas no mundo, com quase 9 mil mortes. Até o fechamento desta reportagem o Brasil tinha 529 casos confirmados com 4 mortes.

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  • Coronavírus: Academias de Ginástica de Três Pontas fecharão as portas até o dia 05 de abril

    Coronavírus: Academias de Ginástica de Três Pontas fecharão as portas até o dia 05 de abril

    Medida foi adotada após reunião dos proprietários de academias com o Executivo Municipal.

    Em reunião realizada na manhã desta quarta-feira (18) no Gabinete da Prefeitura Municipal de Três Pontas, envolvendo o Prefeito Marcelo Chaves Garcia, a Secretária Municipal de Saúde Teresa Cristina Rabello Corrêa, o Médico Dr. Eduardo Vasconcelos Camargo, outros representantes do Poder Executivo e os proprietários de academias de ginástica localizadas na cidade, ficou acordado que essas empresas ficarão fechadas a partir de amanhã (19) até dia 05 de abril para colaborar no combate ao Coronavírus.

    Ainda conforme a Assessoria de Imprensa da Prefeitura, outras medidas estão sendo estudadas e deverão ser tomadas em outros setores.

    “Não há motivos para pânico! Apenas medidas estão sendo tomadas para evitar que a pandemia chegue em nossa cidade. Até o momento temos apenas 2 casos suspeitos que já realizaram o exame e estão aguardando resultados”, disse o Executivo Municipal em nota enviada ao Conexão Três Pontas.

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  • Câmara Municipal de Três Pontas realiza medidas preventivas contra o Coronavírus

    Câmara Municipal de Três Pontas realiza medidas preventivas contra o Coronavírus

    Sessões da Câmara de Três Pontas estão fechadas ao público

    Em decorrência da alta propagação do coronavírus (Covid-19) e as orientações divulgadas pelas autoridades em saúde pública, a Câmara Municipal de Três Pontas anunciou uma série de medidas preventivas para minimizar os riscos de contágio, com a restrição do atendimento do público externo e de atividades com aglomeração de pessoas. As sessões plenárias estão sendo realizadas de forma restrita com a presença apenas de vereadores, servidores e imprensa. Para que a população continue acompanhando os trabalhos do Legislativo, as notícias poderão ser acessadas pelo site da Câmara (www.camaratrespontas.mg.gov.br), assim como as sessões plenárias que são transmitidas em tempo real todas as segundas-feiras, com início às 18h30.

    Apesar da prestação de serviços estar suspensa temporariamente para os moradores, a Câmara Municipal continua funcionando internamente, com protocolo de documentos e atendimentos via telefone. Aquele que desejar fazer contato com algum de nossos vereadores, deverão ligar no telefone 3265-2477 que será prontamente atendido, com agendamento de dia e horário para o atendimento, o qual se dará devidamente acompanhado do vereador solicitado.

    Além disso, a Casa Legislativa já iniciou um reforço na higienização do local, com a disponibilização de pontos de álcool-gel, e está orientando todos os seus servidores sobre as medidas preventivas.

    As medidas restritivas não vão interferir no andamento dos trabalhos legislativos e todos os prazos nos trâmites dos projetos permanecem inalterados. A Câmara adotará esses protocolos preventivos por tempo indeterminado, enquanto houver risco de propagação do vírus que são medidas até então paliativas se comparadas aquelas já adotadas por diversas Câmaras Municipais da região e também pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais que anunciaram medidas mais efetivas, tais como, evitar a aglomeração de pessoas em sua sede com restrição de atendimento ao público.

    “É uma situação difícil e onde precisamos ter muita cautela e responsabilidade. Nada é mais importante que a vida humana. Manteremos nosso trabalho, defendendo os interesses do Município, sem abrir mão da prevenção e atendendo as recomendações contra o Coronavírus. Certos da compreensão de todos, informamos ainda que o cidadão poderá acompanhar a transmissão ao vivo das sessões pela internet através do site da Câmara”, revelou Maycon Machado.

    O Presidente da Câmara reforçou que “o atendimento ao público poderá ser feito por telefone para agendamento ou para conversar com um dos vereadores. Em último caso poderá ser marcada uma reunião com determinado vereador. Mas esse cuidado no atendimento ao público também é importante, tanto para a população quanto para o legislador”.

    Fonte: Assessoria de Imprensa Câmara TP

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