Categoria: Saúde

  • Reveladas novas informações sobre a variante Delta

    Reveladas novas informações sobre a variante Delta

    O QUE VOCÊ PRECISA SABER NESTE MOMENTO?

    Reportagem de Ana Caroline Diniz Pessi:

    Uma sub variante da cepa Delta da Covid-19 que está crescendo no Reino Unido tem menos probabilidade de levar à infecção sintomática por Covid-19, sugere uma pesquisa de prevalência de coronavírus, acrescentando que os casos gerais caíram durante o mês de outubro.

    O estudo REACT-1 do Imperial College London, divulgado nesta quinta-feira (18), descobriu que a sub variante, conhecida como AY.4.2, cresceu para quase 12% das amostras sequenciadas, mas apenas um terço apresentava sintomas “clássicos” de Covid-19, em comparação com quase uma metade daqueles com a linhagem Delta atualmente dominante AY.4.

    Dois terços das pessoas infectadas com a AY.4.2 tinham “algum” sintoma, em comparação com mais de três quartos com AY.4.

    Acredita-se que AY.4.2 seja um pouco mais transmissível, mas não foi demonstrado que cause doenças mais graves ou que evite vacinas com mais facilidade do que a Delta.

    Os pesquisadores disseram que pessoas assintomáticas podem se auto- isolar menos, mas também que pessoas com menos sintomas podem espalhar o vírus menos facilmente através da tosse e também podem ter pouca probabilidade de ficarem gravemente doentes.

    O Imperial College havia divulgado resultados provisórios que mostravam que a prevalência de Covid-19 estava no nível mais alto registrado em outubro, com infecções mais altas entre crianças.

    Os resultados completos da última rodada do estudo, conduzida entre 19 de outubro e 5 de novembro, confirmaram o que os casos registrados diariamente e outras pesquisas de prevalência mostraram que os níveis de infecção caíram desse pico.

    O estudo REACT-1 também descobriu que as doses de reforço reduziram o risco de infecção em adultos em dois terços, em comparação com pessoas que receberam duas doses.

     

     

     

     

     

     

     

     

    Ana Caroline Diniz Pessi

    Estudante de Jornalismo

    [email protected]

    @caroldiniz3

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  • BOA NOTÍCIA: Pela 1ª vez, após a confirmação do primeiro caso, Três Pontas não tem NENHUMA PESSOA com covid-19 no momento

    BOA NOTÍCIA: Pela 1ª vez, após a confirmação do primeiro caso, Três Pontas não tem NENHUMA PESSOA com covid-19 no momento

    Segundo Boletim da Prefeitura não há ninguém internado ou em isolamento domiciliar e nem suspeita nesta sexta-feira, dia 19.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico semanal da sexta-feira (19) trazendo manutenção no número de contaminados e aumento de curados. O total de óbitos não voltou a subir. Não há o registro de nenhuma morte por covid-19 nos últimos 66 dias. As boas notícias não podem implicar no relaxamento total. Manter os cuidados de prevenção é fundamental!

    Inegavelmente os números em Três Pontas, assim como em todo Brasil, estão melhorando por conta do avanço da vacinação, mas também pelos cuidados adotados pelas autoridades de saúde e cumpridos por grande parte da sociedade. O que, ainda precisa CONTINUAR acontecendo, já que a pandemia, alertam os especialistas, ainda não acabou.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 7.259 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 7.092 já se recuperaram e, infelizmente, 167 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, NENHUMA PESSOA está com o vírus.

    Números da semana anterior

    Números do Último Boletim

    Gangorra: No dia 01º de fevereiro de 2021 Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. Número chegou a cair para 52 e depois subiu drasticamente. Nos últimos 142 dias havia retomado o ciclo de queda. Subiu novamente e nas últimas semanas voltou a cair, subiu e agora caiu de novo.

    Deve ser levado em consideração o fato de outras pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 27.708.

    Nenhuma pessoa está internada com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Nenhuma pessoa (confirmada) encontra-se hospitalizada. Nenhuma pessoa se encontra em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 584 dias. Isso dá uma média de 12,42 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Evolução nos números dos últimos 7 Dias em Três Pontas:

    Confirmados: igual

    Recuperados +2

    Óbitos: igual

    Casos em Isolamento -2

    Internados: igual

    Com suspeita: igual

    Síndrome Gripal +27

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 92 Homens

    _ 75 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 56

    _ 60 a 79 anos – 76

    _ 80 anos ou mais – 34

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 52

    _ Hipertensão – 40

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 61

    _ Doença Renal Crônica – 08

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 08

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 03

    _ Doença Neurológica Crônica – 08

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 02

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 01

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 02

    _ Mialgia – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 74

    _ 8 a 15 dias – 53

    _ 16 a 21 dias – 13

    _ 22 ou mais – 15

    Obs.: 12 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • FIQUE ATENTO! Amanhã tem vacinação de REFORÇO contra a covid-19 em Três Pontas

    FIQUE ATENTO! Amanhã tem vacinação de REFORÇO contra a covid-19 em Três Pontas

    IDOSOS COM MAIS DE 60 ANOS, PROFISSIONAIS DE SAÚDE E IMUNOSSUPRIMIDOS DEVEM TOMAR. SAIBA COMO!

    Nesta sexta-feira, 19, acontecerá mais uma etapa de vacinação contra a covid-19 no município de Três Pontas. Além das doses iniciais o reforço também será aplicado. Conexão traz todas as informações para você não perder a oportunidade.

    De acordo com informações da Secretaria Municipal de Saúde, da Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da coordenadora da vacinação no município, a enfermeira Lara Miranda Silva, no dia 16 de novembro houve a repescagem da primeira dose da vacina para adolescentes de 12 a 17 anos completos. A vacinação aconteceu no Ginásio Delvo Correa.

    Também no dia 16, no PSF Doutor Oscar de Oliveira Brito, houve aplicação de segunda dose da Pfizer, incluindo as pessoas que estavam em atraso. Ontem, 17, no PSF Doutor Oscar de Oliveira Brito, aconteceu a aplicação da segunda dose da Coronavac e também a repescagem para pessoas acima de 18 anos, incluindo também aqueles que estavam em atraso.

    Hoje, 18 de novembro, aconteceu o aplicação da segunda dose da Pfizer no PSF Doutor Oscar de Oliveira Brito e também no Ginásio Delvo Correa, novamente incluindo aqueles que estavam em atraso com a vacina.

    Reforço

    E amanhã, sexta-feira, 19 de novembro, das 8 às 12 horas, no Ginásio Delvo Correa, será ministrada a dose de reforço para idosos,  profissionais da Saúde e ainda os imunossuprimidos (que já tenham o intervalo de 28 dias da segunda dose). Importante destacar que o intervalo mínimo para que seja aplicada a dose de reforço é de 5 meses após a aplicação da segunda dose.

    Ainda conforme a coordenação da vacinação em Três Pontas, as pessoas que estiverem em atraso com a vacina Astrazeneca devem ligar no Posto de Saúde do bairro Catumbi para agendar a aplicação através do telefone (35) 9 9919-1977.

    É necessário levar o cartão de vacina, o CPF e também o cartão do SUS.

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    Roger Campos

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  • Covid-19: Brasileiros acima de 18 anos receberão dose de reforço

    Covid-19: Brasileiros acima de 18 anos receberão dose de reforço

    A mudança atinge 158 milhões de pessoas. A aplicação deverá ser feita cinco meses após a imunização completa

    O Ministério da Saúde ampliou a aplicação da dose de reforço contra a Covid-19 para todos os brasileiros acima de 18 anos. O intervalo entre a aplicação extra e o esquema vacinal completo também diminuiu: de seis para cinco meses. As novidades foram anunciadas pela pasta nesta terça-feira (16).

    Anteriormente, apenas os idosos acima de 60 anos, imunossuprimidos e os profissionais da saúde estavam aptos a receber a dose de reforço, totalizando um público de 21 milhões. Agora, o ministério planeja vacinar 158 milhões de pessoas com a aplicação extra.

    “Com isso, vamos ter uma cobertura vacinal maior da nossa população e evitar o que está acontecendo em alguns países na Europa”, afirmou o ministro Marcelo Queiroga, completando que o Brasil poderá ser “um case de sucesso no enfrentamento a uma possível terceira onda causada pela Covid-19”.

    Das pessoas aptas a tomar o reforço, 12,7 milhões já foram aos postos, o que significa 56% do público anteriormente incluído. O Ministério da Saúde espera vacinar com a dose de reforço 12,5 milhões de pessoas ainda em novembro e outros 2,9 milhões em dezembro.

    O Ministério recomenda, preferencialmente, que a aplicação do reforço da AstraZeneca e da CoronaVac seja feito com uma vacina diferente das aplicadas no esquema de imunização primário, com a Pfizer. “É o que nós chamamos de vacinação heteróloga. Essa decisão é apoiada na ciência”, disse Queiroga. Em eventual desabastecimento, pode ser usada uma outra plataforma.

    No caso das pessoas imunizadas com as duas doses da Pfizer, a pasta não informou se a aplicação extra deve ser feita com a mesma plataforma ou deve haver uma mistura de fabricantes. “Quanto à Pfizer, ainda não temos todas as informações sobre essa aplicação heteróloga. Há aqueles que defendem que deve ser a mesma vacina, nesse caso. Mas isso ainda não é consolidado na ciência. Teremos esses dados no tempo de aplicar esse reforço. Esperamos ter informações concretas a esse respeito em curto espaço de tempo”, detalhou Queiroga.

    No caso das pessoas que, excepcionalmente, fizeram intercambialidade de fabricantes durante o esquema vacinal primário, a recomendação é receber a Pfizer como dose de reforço.

    Janssen

    Para os brasileiros que tomaram a vacina de dose única, da Janssen, as instruções são diferentes. “No início a recomendação era que a vacinação fosse de dose única. Hoje nós sabemos que é necessária uma proteção adicional. Então os que tomaram a vacina da Janssen vão tomar a segunda dose do mesmo imunizante”, afirmou Queiroga.

    Segundo o ministro, há quantitativo suficiente para garantir essa segunda aplicação da Janssen. O intervalo entre as doses será de dois meses. Passado os cinco meses deste complemento, este grupo também entrará no esquema de reforço e só então poderão tomar um imunizante diferente.

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  • Números voltam a melhorar: Não há ninguém internado com covid-19 na Santa Casa de Três Pontas

    Números voltam a melhorar: Não há ninguém internado com covid-19 na Santa Casa de Três Pontas

    60 dias sem mortes: Município segue sem registros de novos óbitos desde o dia 13 de setembro.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico semanal da sexta-feira (12) trazendo aumento no número de contaminados e de curados. O total de óbitos não voltou a subir. Não há o registro de nenhuma morte por covid-19 nos últimos 60 dias. As boas notícias não podem implicar no relaxamento total. Manter os cuidados de prevenção é fundamental!

    Inegavelmente os números em Três Pontas, assim como em todo Brasil, estão melhorando por conta do avanço da vacinação, mas também pelos cuidados adotados pelas autoridades de saúde e cumpridos por grande parte da sociedade. O que, ainda precisa CONTINUAR acontecendo, já que a pandemia, alertam os especialistas, ainda não acabou.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 7.259 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 7.090 já se recuperaram e, infelizmente, 167 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, duas pessoas estão com o vírus.

    Números da semana anterior

    Números do Último Boletim

    Gangorra: No dia 01º de fevereiro de 2021 Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. Número chegou a cair para 52 e depois subiu drasticamente. Nos últimos 142 dias havia retomado o ciclo de queda. Subiu novamente e nas últimas semanas voltou a cair, subiu e agora caiu de novo.

    Deve ser levado em consideração o fato de outras pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 27.681.

    Nenhuma pessoa está internada com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Nenhuma pessoa (confirmada) encontra-se hospitalizada. Há 2 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 578 dias. Isso dá uma média de 12,55 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Evolução nos números dos últimos 7 Dias em Três Pontas:

    Confirmados +2

    Recuperados +4

    Óbitos: igual

    Casos em Isolamento -2

    Internados: igual

    Com suspeita -2

    Síndrome Gripal +94

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 92 Homens

    _ 75 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 56

    _ 60 a 79 anos – 76

    _ 80 anos ou mais – 34

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 52

    _ Hipertensão – 40

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 61

    _ Doença Renal Crônica – 08

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 08

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 03

    _ Doença Neurológica Crônica – 08

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 02

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 01

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 02

    _ Mialgia – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 74

    _ 8 a 15 dias – 53

    _ 16 a 21 dias – 13

    _ 22 ou mais – 15

    Obs.: 12 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

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  • Câncer já é a principal causa de morte de crianças e adolescentes

    Câncer já é a principal causa de morte de crianças e adolescentes

    Oncologista alerta para importância do diagnóstico precoce

    Embora o câncer em crianças seja uma doença rara, ele é responsável pela maioria das mortes entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos de idade, da ordem de 8% do total, de acordo com o  Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca). 

    “É a primeira causa de morte por doença no Brasil e nos países desenvolvidos. Ele (câncer) só perde para causas externas, como traumas, e outros agentes externos”, disse hoje (14) à Agência Brasil a oncologista e membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (Sobope) Flávia Martins.

    Os três tipos de câncer mais comuns entre crianças e jovens, por ordem de frequência, são leucemias, tumores no Sistema Nervoso Central (SNC) e linfomas.

    A doutora Flávia Martins recomenda que, para fazer o diagnóstico precoce, é preciso prestar atenção na criança e no que dizem os pais, pois há tempos variados de diagnóstico. Os primeiros consistem no reconhecimento dos sintomas pelos pais e no atendimento médico não especializado da criança em um hospital, pronto-socorro ou Unidade Básica de Saúde (UBS). Em seguida, vem o atendimento complexo, com o diagnóstico final.

    O mês de setembro é reservado à conscientização e combate ao câncer infantojuvenil.

    Reconhecimento

    A oncologista alerta que o reconhecimento dos sintomas pelos pais é muito importante. “Prestar atenção em febres contínuas. Lembrar que a criança tem, sim, febres, tem viroses, infecções, mas elas duram, no máximo, entre três e cinco dias, e não costumam deixar a criança prostrada, não costumam causar dor”. Outro sinal importante, segundo a médica, é a palidez.

    “Quando a criança está um pouquinho descorada e menos ativa, os pais devem levar em consideração e levar para uma avaliação médica. Qualquer sintoma neurológico, como estrabismo, quando a criança fica vesguinha, ou a criança reclamar de alteração visual súbita, dor de cabeça”.

    Flávia Martins ressaltou que a “dor é coisa de adulto, isso não é coisa de criança. Criança, para ter dor, tem que ter alguma justificativa e essa dor tem que passar por uma investigação”.

    A oncologista reconheceu que os sintomas de alerta são mais fáceis de serem detectados pelos médicos. Já os sintomas mais comuns a outras doenças, como febre e dor de barriga, acabam passando despercebidos.

     

    Qualidade de vida

    Estatísticas do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) para o triênio 2020/2022 estimam 8.460 novos casos por ano de cânceres infantojuvenis, sendo 4.310 para o sexo masculino e 4.150 para o sexo feminino.

    Segundo o Inca, o progresso no tratamento do câncer na infância e na adolescência nas últimas quatro décadas foi extremamente significativo. “Hoje, em torno de 80% das crianças e adolescentes acometidos da doença podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados. A maioria deles terá boa qualidade de vida após o tratamento adequado”, informa o Inca.

    A oncologista Flávia Martins lembrou que é importante não só a criança ser curada, mas manter qualidade de vida, com capacidade funcional. “Porque não basta curar. A gente tem que promover que essa criança chegue a ser um adulto, e até um idoso saudável. Então, quanto mais precocemente a gente encontrar aquele tumor do sistema nervoso central, aquela leucemia, a gente vai, muitas vezes, poder planejar o tratamento de forma que a criança seja menos espoliada, sofra menos agressões”.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Pesquisa indica queda da anemia em crianças de até 5 anos

    BOA NOTÍCIA: Pesquisa indica queda da anemia em crianças de até 5 anos

    Prevalência caiu de 20,9% em 2006 para 10,1% em 2019

    A prevalência de anemia em crianças brasileiras de 6 meses a 5 anos caiu de 20,9% para 10,1% entre 2006 e 2019, segundo dados divulgados hoje (19) no Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani-2019). A redução ocorreu em todas as regiões brasileiras, com a exceção da Norte, onde a prevalência subiu de 10,4% em 2006 para 17% em 2019.

    A coordenadora do eixo micronutrientes do Enani e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Inês Rugani, afirma que a prevalência de 10,1% caracteriza a anemia como um problema de saúde pública leve, segundo parâmetros estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Para deixar de ser considerado problema de saúde pública, o percentual precisa ser menor que 5%.

    O estudo também mapeou a deficiência de vitamina A nas crianças de 6 meses a 5 anos e constatou uma prevalência de 6% no Brasil, o que representa uma redução em relação aos 17,4% registrados em 2006, na Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde.

    Com a queda, o percentual nacional saiu da zona de problema de saúde pública moderado (10% a 20%) e passou a ser considerado um problema leve (2% a 10%). A deficiência de vitamina A foi maior no Centro-Oeste (9,5%), Sul (8,9%) e Norte (8,3%).

    A pesquisadora da UFRJ afirmou que é importante aprofundar o conhecimento sobre as desigualdades regionais e locais com novas pesquisas. “Os dados parecem indicar que a gente está em um momento em que podemos começar a trabalhar com a focalização de grupos mais vulneráveis”, avaliou.

    Outros micronutrientes foram avaliados pela primeira vez em âmbito nacional, como a vitamina B12. Nesse caso, a prevalência da falta da vitamina foi de 14,2% no Brasil, chegando a 28,5% na Região Norte.

    O coordenador nacional do Enani-2019, Gilberto Kac, destaca que esse micronutriente reflete desigualdades socioeconômicas e um cenário de insegurança alimentar.

    “As fontes de vitamina B12 são exclusivamente alimentos de origem animal, principalmente – carne bovina, suína, fígado, vísceras e peixes. A dificuldade de acesso a esses alimentos pode estar relacionada à alta prevalência de deficiência de vitamina B12 nessa faixa etária”, analisa Kac em texto divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), uma das instituições participantes do projeto.

    A deficiência de vitamina D teve prevalência calculada em 4,3% para o Brasil. Nesse caso, os menores percentuais foram 0,9% no Nordeste e 1,2% no Norte, enquanto o maior foi de 7,8% no Sul. Também foram apresentados dados para a deficiência de zinco, que teve prevalência de 17,8% no Brasil, abaixo do limite de 20% que configura um problema de saúde pública.

    A pesquisa incluiu 12,5 mil domicílios e conseguiu coletar amostras de sangue de 8,8 mil crianças de 6 a 59 meses de idade. Também foram realizadas entrevistas com as famílias.

    A coordenadora-geral de alimentação e nutrição no Ministério da Saúde, Gisele Bortolini, ressaltou a importância da pesquisa para as políticas públicas e afirmou que o consumo dos dados pela gestão é imediato.

    “A prioridade, do ponto de vista de política pública, é a alimentação saudável das crianças. Esse é o objetivo. No entanto, enquanto persistirem as carências, temos os programas de suplementação”, afirmou.

    “A decisão que a gente já aprimorou, olhando para a Região Norte, identificando essa vulnerabilidade, é intensificar a ação por meio do NutriSUS  [Estratégia de Fortificação da Alimentação Infantil com Micronutrientes (vitaminas e minerais) em Pó] . Nesta sexta-feira, a equipe está indo para o Amazonas, para a intensificação do NutriSUS, que ia acontecer na escola e vai acontecer na atenção primária.”

    A pesquisadora da Universidade de São Paulo Marly Cardoso participou da transmissão ao vivo do lançamento da pesquisa e elogiou o trabalho, mas lembrou que os dados são de 2019 e refletem um período anterior à pandemia de covid-19. “Esses resultados refletem o antes da pandemia e a década anterior de ações de atenção e cuidado nutricional e a saúde infantil. A gente está diante de um outro cenário que exige cautela”.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Após vários dias sem nenhuma internação, duas pessoas com suspeita de Covid-19 estão hospitalizadas em Três Pontas

    Após vários dias sem nenhuma internação, duas pessoas com suspeita de Covid-19 estão hospitalizadas em Três Pontas

    Município segue sem registros de novos óbitos desde o dia  13 de setembro.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico semanal da sexta-feira (05) trazendo aumento no número de contaminados e de curados. O total de óbitos não voltou a subir. Não há o registro de nenhuma morte por covid-19 nos últimos 55 dias. As boas notícias não podem implicar no relaxamento total. Manter os cuidados de prevenção é fundamental!

    Inegavelmente os números em Três Pontas, assim como em todo Brasil, estão melhorando por conta do avanço da vacinação, mas também pelos cuidados adotados pelas autoridades de saúde e cumpridos por grande parte da sociedade. O que, ainda precisa CONTINUAR acontecendo, já que a pandemia, alertam os especialistas, ainda não acabou.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 7.257 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 7.086 já se recuperaram e, infelizmente, 167 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, quatro pessoas estão com o vírus.

    Números de duas semanas atrás

    Números de Hoje

    Gangorra: No dia 01º de fevereiro de 2021 Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. Número chegou a cair para 52 e depois subiu drasticamente. Nos últimos 135 dias havia retomado o ciclo de queda. Subiu novamente e nas últimas semanas voltou a cair, retomando nova alta nos últimos dias.

    Deve ser levado em consideração o fato de outras pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 27.587.

    Duas pessoas estão internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Nenhuma pessoa (confirmada) encontra-se hospitalizada. Há pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 571 dias. Isso dá uma média de 12,70 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Evolução nos números dos últimos 7 Dias em Três Pontas:

    Confirmados +7

    Recuperados +4

    Óbitos: igual

    Casos em Isolamento +3

    Internados: igual

    Com suspeita +2

    Síndrome Gripal +222

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 92 Homens

    _ 75 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 56

    _ 60 a 79 anos – 76

    _ 80 anos ou mais – 34

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 52

    _ Hipertensão – 40

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 61

    _ Doença Renal Crônica – 08

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 08

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 03

    _ Doença Neurológica Crônica – 08

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 02

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 01

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 02

    _ Mialgia – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 74

    _ 8 a 15 dias – 53

    _ 16 a 21 dias – 13

    _ 22 ou mais – 15

    Obs.: 12 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

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    Roger Campos

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  • Alimentação saudável dos brasileiros caiu drasticamente

    Alimentação saudável dos brasileiros caiu drasticamente

    Reportagem de Ana Caroline Diniz Pessi:

    Os lares brasileiros tiveram uma redução drástica no consumo de alimentos saudáveis como carne, frutas, queijos, hortaliças e legumes durante a pandemia do coronavírus. Em lares em situação de insegurança alimentar, que representam quase 60% dos domicílios, a redução do consumo destes alimentos chegou a ser de mais de 85%.

    Carne, frutas e queijo estão no topo da lista de alimentos saudáveis com redução de consumo durante a pandemia nos domicílios brasileiros:

    _ 44% dos domicílios reduziram o consumo de carne,

    _ 40,8% reduziram o consumo de frutas e

    _ 40,4% reduziram o consumo de queijo.

    Em seguida vem as hortaliças e legumes, com 36,8% de domicílios reduzindo seu consumo.

    O ovo foi o alimento que sofreu a menor redução e o maior aumento de consumo: 17,8% dos lares brasileiros diminuíram, enquanto 18,8% aumentaram seu consumo. Este aumento pode estar relacionado à substituição do consumo de carne.

    Ainda segundo o IBGE, em 2018, no Brasil, cada pessoa da família gastava em média R$ 209 por mês com alimentação. A pesquisa perguntou quanto os brasileiros precisariam gastar para comer o básico. A diferença entre o que está no carrinho e o que falta é de 66,7%. As respostas indicaram que o valor por pessoa teria que ser de R$ 348.

    Esses dados de 2018 refletem a situação em que o Brasil entrou na pandemia. Especialistas dizem que, desde então, o problema se agravou e atingiu um número cada vez maior de brasileiros.

    A pesquisa também mostra que, no Brasil de antes da pandemia, os problemas financeiros iam muito além do supermercado. Quase metade da população (46,2%) vivia em 2018 numa família que tinha alguma conta em atraso, principalmente as despesas de água, luz ou gás (37,5%).

     

     

     

     

     

     

     

     

    Ana Caroline Diniz Pessi

    Estudante de Jornalismo

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  • Vai o rosa vem o azul: Novembro é dedicado aos cuidados com a próstata

    Vai o rosa vem o azul: Novembro é dedicado aos cuidados com a próstata

    Câncer de próstata é o mais comum entre os homens.

    Reportagem de Ana Caroline Diniz Pessi:

    O câncer de próstata, o mais comum entre os homens, é a causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de próstata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

    O que é a próstata?

    É uma glândula do sistema reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas, e se assemelha a uma castanha. Ela localiza-se abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma.

    Sintomas:

    Na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas e quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, os sintomas são:

    • Dor óssea
    • Dores ao urinar
    • Vontade de urinar com frequência
    • Presença de sangue na urina

    Fatores de risco:

    • Histórico familiar de câncer de próstata na família, pai, irmão e tio
    • Raça: homens negros sofrem maior incidência desse tipo de câncer
    • Obesidade

    Prevenção e tratamento:

    A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico). Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal. Outros exames poderão ser solicitados se houver suspeita de câncer de próstata, como as biópsias, que retiram fragmentos da próstata para análise, guiadas pelo ultrassom trans retal.

    A indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, como estado de saúde atual, estadiamento da doença e expectativa de vida. Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença intervindo se houver progressão da mesma.

     

     

     

     

     

     

     

     

    Ana Caroline Diniz Pessi

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  • BOA NOTÍCIA: Médicos descobrem novo tratamento para câncer de mama agressivo

    BOA NOTÍCIA: Médicos descobrem novo tratamento para câncer de mama agressivo

    Uma equipe de médicos e cientistas do Centro Nacional do Câncer de Cingapura identificou um novo método para tratar o câncer de mama.

    Ele será utilizado para o chamado triplo-negativo (CMTN), mais agressivo do que outros tipos de câncer de mama. A descoberta foi publicada na revista News Medical.

    A equipe usou um medicamento antineoplásico chamado bexaroteno para facilitar esse processo antes da quimioterapia que ainda é o tratamento padrão básico.

    Bexaroteno

    Ser Yue Loo e seus colegas descobriram que as células cancerosas mudam entre diferentes estados celulares, incluindo mudar de menos agressivas (epiteliais) para mais agressivas (mesenquimais) e vice-versa.

    Ao converter células cancerosas altamente agressivas para o formato menos agressivas, os tumores são “preparados” para responder melhor à quimioterapia, que funciona eliminando as células cancerosas.

    Este processo biológico é denominado transição mesenquimal-epitelial, e a equipe usou um medicamento antineoplásico chamado bexaroteno para facilitar esse processo no trabalho pré-clínico do câncer de mama, antes da aplicação da quimioterapia.

    Testes clínicos

    A equipe já anunciou o início de um ensaio clínico humano, com previsão de duração de três anos, para investigar se esta abordagem funciona fora do ambiente de laboratório. O ensaio chama-se BEXMET, sigla em inglês para transição mesenquimal-epitelial induzida por bexaroteno.

    O bexaroteno, vendido sob a marca Targretin, é um agente aprovado nos EUA e na Europa para o tratamento de linfoma cutâneo de células T.

    “As descobertas laboratoriais publicadas em um jornal científico nem sempre se traduzem no ambiente clínico por várias razões. Para nosso estudo, existe uma versão de grau clínico do indutor de transição mesenquimal-epitelial (bexaroteno), o que facilitou significativamente a tradução direta para o cenário clínico. Esperamos que os resultados do BEXMET sejam o primeiro passo na introdução de um novo conceito no tratamento do câncer,” disse a Dra. Elaine Lim, coordenadora do estudo.

    Fonte SNB (Apud Diário da Saúde)

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  • Outubro Rosa: Mês de Conscientização do Câncer de Mama

    Outubro Rosa: Mês de Conscientização do Câncer de Mama

    Saiba ações que fazem a diferença

    Reportagem de Ana Caroline Diniz Pessi:

    Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, que surgiu na década de 1990 pela Fundação de Susan G. Komen for the Cure. A data tem o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença, proporcionando maiores acessos aos serviços de diagnóstico e de tratamento.

    É importante nos conscientizarmos todos os dias, não basta usar rosa é preciso produzir a diferença, o câncer de mama não dói em seus estágios iniciais, por isso é importante ficar atenta aos sinais:

    • Nódulo na mama
    • Inchaço em parte da mama semelhante à casca de laranja
    • Irregularidades ou retrações na pele da mama
    • Inversão do mamilo
    • Vermelhidão e descamação do mamilo, ou na pele da mama
    • Saída de secreção pelo mamilo, particularmente se for sanguinolenta ou translúcida
    • Nódulo nas axilas

    As mulheres que estão passando pelo tratamento quimioterápico vivem um momento muito delicado, que é a perda de cabelo. Mas você pode ajudar essas mulheres a recuperarem a sua auto estima com uma simples ação: a doação de cabelo. O seu cabelo deve ser cortado com no mínimo 20 cm, ele não deve conter química, assim ele será confeccionado se tornando uma peruca para quem luta contra essa doença.

    Uma ação que se tornou muito comum entre os tatuadores também, são as tatuagens de reconstrução, muitas mulheres perdem a aréola em suas cirurgias da retirada dos tumores de mama, o trabalho deles é recriar a aréola com tatuagens realistas, trazendo a auto estima dessas mulheres.

    Você sabia que doces e chocolates também viram ações? A Cacau Show destinou um produto para reverter o valor para o Hospital São Camilo Oncologia, a trufa de iogurte de morango terá parte do seu valor destinado ao hospital. Além disso, uma série de transmissões ao vivo em suas redes sociais será feita, com especialistas em oncologia do São Camilo. Ao todo são sete lives, sempre às 19h30. A última é hoje, dia 22 em seu perfil no instagram.

    Outubro Rosa é conhecido mundialmente como mês da prevenção ao câncer de mama, sendo assim, é muito comum durante esse período, ocorrer uma mobilização global para dar visibilidade a essa questão. É comum ver os tradicionais laços rosas por toda a parte, seja nos uniformes de equipes esportivas, em comerciais, nas publicações das marcas e em outros tipos de mobilizações, é importante que você faça parte dessa mobilização, incentivando mulheres a lutarem contra esse mal.

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    Ana Caroline Diniz Pessi

    Estudante de Jornalismo

    [email protected]

    @caroldiniz3

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