Categoria: Saúde

  • Boa Notícia: Três Pontas segue sem nenhum caso confirmado de Coronavírus

    Boa Notícia: Três Pontas segue sem nenhum caso confirmado de Coronavírus

    Provedor da Santa Casa desmente rumores de caso confirmado em Três Pontas.

    A pandemia de coronavírus continua crescendo em vários países do mundo. No Brasil, são neste momento, segundo as secretarias estaduais de Saúde, 22.740 infectados em todos os estados e 1.271 mortos. Já no Sul de Minas, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) confirmou a segunda morte por Covid-19 registrada em Pouso Alegre em novo boletim divulgado na manhã desta segunda-feira (13). Com isso, a região tem agora oficialmente seis mortes e outros 63 casos positivos do novo coronavírus. Outros casos, como a morte de um fisioterapeuta em São Tomás de Aquino, ainda não entraram no balanço do Estado. Em várias cidades circunvizinhas de Três Pontas há casos confirmados, como os exemplos de Varginha, Boa Esperança e Campos Gerais. Felizmente, até o momento, não há nenhum caso confirmado em Três Pontas.

    Nos últimos dias surgiram rumores de que haveria sim caso confirmado de coronavírus em ¨Três Pontas. Várias pessoas postaram e compartilharam em perfis do facebook. Nesta segunda-feira (13) o assunto voltou à tona no grupo da Santa Casa no whatsapp, mostrando a postagem de uma trespontana que diz o seguinte:

    Diante do questionamento, o Provedor da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, Michel Renan Simão Castro, respondeu:

    “Pedi para o jurídico da Santa Casa fazer a resposta quanto a postagem de COVID. Informo que até o momento não temos nenhum caso confirmado de COVID 19. Informo que não temos nenhum motivo para omitir informações. Teremos casos e quando tivermos será informado à população. Já temos problemas demais e a omissão ou mentira somente trarão novos problemas. Nossa responsabilidade e gratidão pelo quanto a população nos ajuda nos impede de negligenciar. Juntos podemos mais.”

    Em novo boletim divulgado pela Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas, na manhã desta segunda-feira (13) os números são os seguintes:

    06 CASOS – SUSPEITOS E AGUARDANDO RESULTADOS DOS EXAMES JÁ REALIZADOS.

    19 CASOS – DESCARTADOS ATRAVÉS DE EXAMES.

    00 CASOS – CONFIRMADOS COM COVID-19

    25 CASOS – TOTAL DE CASOS NOTIFICADOS SUSPEITOS PELO MUNICÍPIO

    101 CASOS – SUSPEITOS COM SÍNDROME GRIPAL

    A Prefeitura finaliza com um lembrete: “Permaneçam em suas casas. Estamos enfrentando o período mais crítico da pandemia no Brasil. Vamos colaborar.”

     

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  • Três Pontas contrata 100 pessoas para grupo contra aglomerações

    Três Pontas contrata 100 pessoas para grupo contra aglomerações

    Prefeitura contratou apenas pessoas que estavam desempregadas e fora do grupo de risco do coronavírus. Ideia é que população receba instruções de como se portar durante pandemia.

    Como medida preventiva ao novo coronavírus, a Prefeitura de Três Pontas (MG) contratou 100 pessoas para formar um grupo contra aglomerações na cidade. A ideia, segundo a administração municipal, é que a equipe dê orientações à população em pontos estratégicos em que ainda há concentrações. Apenas quem estava desempregado e fora do grupo de risco a Covid-19 recebeu a oportunidade.

    Além de evitar aglomerações, o grupo irá explicar a quem permanece nas ruas os cuidados necessários de higiene e a importância do isolamento social, para quem pode permanecer em casa.

    De acordo com o prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves (PSD), o objetivo de um grupo formado por ‘pessoas normais’ ser responsável pelas orientações é para que a população se identifique e não se sinta afrontada no caso de, por exemplo, receber instruções da Polícia Militar e/ou da Guarda Municipal.

    “Essa força tarefa envolve todos. A gente percebeu que a reação da pessoa com um cidadão igual a ela própria é menos afrontosa. Ela recebe melhor como uma orientação. Com isso a Guarda Municipal e a própria Polícia Militar ficam encarregadas de outras tarefas que infelizmente podem acontecer, mas espero que não”, disse.

    A ação, assim como explica Marcelo Chaves, ocorrerá em agências bancárias, padarias, supermercados e qualquer outro local em que ainda ocorram aglomerações em Três Pontas.

    “Eles vão dar continuidade ao trabalho que já está sendo feito pela prefeitura de Três Pontas através dessa força tarefa contra o Covid-19, que estava sendo feita inicialmente pelos agentes epidemiológicos e agora será reforçado com mais 100 pessoas em um trabalho de educação, conversando com a população, explicando e mostrando como deve ser feita a nossa trajetória agora”, comentou.

    Pontos de aglomeração mapeados

    Antes mesmo do início da ação deste grupo, uma equipe da prefeitura realizava o trabalho de pesquisa para verificar os principais pontos de aglomeração da cidade. E, segundo o prefeito, estes pontos já são de conhecimento da administração municipal.

    “Temos um pessoal que já trabalha com a gente há mais tempo para mapear tudo e a gente possa fazer um trabalho preventivo. Tenho impressão que vai dar um excelente resultado”, falou.

    Para este trabalho, a prefeitura deu oportunidade apenas para pessoas que estivessem desempregadas, tivessem até 40 anos e não fizessem parte do grupo de risco do novo coronavírus. O contrato, inicialmente, é temporário pelo período de um mês em que cada agente receberá um salário mínimo. Em caso de necessidade, o acordo pode ser prorrogado.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • Trespontana estava entre os 80 brasileiros retidos em Aeroporto na Alemanha

    Trespontana estava entre os 80 brasileiros retidos em Aeroporto na Alemanha

    Ela contou ao Conexão o trauma de ficar 33 horas no local, sem qualquer assistência.

    Formada em Comércio Exterior, a trespontana Tamiris Sacho Mendonça, 26 anos, estava os cerca de 80 brasileiros que ficaram retidos, sem qualquer assistência, por mais de 24 horas, no Aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, em meio a pandemia de coronavírus. A própria Tamiris e a tia Tânia Sacho Porto entraram em contato com o Conexão Três Pontas na tarde desta sexta-feira pedindo a divulgação do fato e nossa ajuda para que o governo brasileiro, o Itamaraty, tomasse alguma providência. Dentre os passageiros brasileiros também estavam crianças e idosos.

    O voo 1137 da Latam estava marcado para decolar na quinta-feira (09) à noite, mas apresentou problemas técnicos. Brasileiros reclamaram que receberam apenas um lanche e que a polícia local só permitiu a ida para hotéis àqueles que tinham residência no país.

    Os fatos

    Os passageiros publicaram uma carta nas redes sociais que também foi encaminhada às autoridades brasileiras. O documento, postado por Natália Belian, em nome de todos os passageiros brasileiros, mostra a cronologia do descaso:

    _ Voo agendado para 21h00.

    _ 20h45 Anúncio que o voo estava com problemas de manutenção e a previsão de dar um retorno em 1h.

    _ 21h00 Confirmaram que entrariam em contato em mais 1h.

    _ 22h00 Anunciaram o início do embarque.

    _ Dentro do avião, os funcionários da Latam foram chamados e orientados a não iniciarem as atividades e começar a separar lanches em sacolas.

    _ 22h50 Dentro do avião, anunciaram que o voo estava cancelado, para todos ficarem tranquilos que teriam alimentação, transporte e hotel até o voo do dia seguinte (10/04/2020) às 21h.

    _ Ao sair do avião, funcionários da Latam disseram que iriam entregar as bagagens, minutos depois disseram que as bagagens ficariam presas dentro da aeronave.

    _ 23h20 Os passageiros foram encaminhados para a área da emigração em que foi orientado que as polícias alemãs não liberariam os brasileiros para irem ao hotel, apenas brasileiros com permissão de residência na Alemanha.

    _ 00h22 Funcionários da Latam disseram para os brasileiros procurarem um lugar para dormir no aeroporto e que deveriam passar novamente pela inspeção/segurança do aeroporto.

    _ Durante a passagem pela segurança uma passageira foi intimidada por uma funcionária da Latam por estar gravando a situação das pessoas. A mesma funcionária tentou pegar o celular da passageira e foi chamar o policial alemão para intimidar novamente a passageira.

    _ Com ironia, a mesma funcionaria intimidadora informou que caso algum passageiro quisesse tomar café da manhã deveria procurar o McDonald´s.

    _ Não houve nenhuma informação orientando como seria a alimentação dos passageiros.

    _ Após passar pela segurança, os passageiros confirmam que todos os funcionários da Latam foram para o hotel, nenhum funcionário ficou acompanhando os passageiros.

    _ Não houve condições de higiene para os passageiros.

    _ Não foi confirmado se houve alguma desinfecção do aeroporto.

    _ Não havia nenhum profissional da área da saúde acompanhando os passageiros.

    _ Havia passageiros idosos, crianças de colo, pessoas com comorbidades (A comorbidade é a ocorrência de duas ou mais doenças relacionadas no mesmo paciente e ao mesmo tempo).

    _ Não houve a disponibilização de água e nenhuma prestação de serviço dentro do aeroporto.

    _ Não houve a confirmação do novo voo.

    _ Todos os passageiros ficaram sem acesso as suas bagagens.

    _ 22h58 )s passageiros entraram em contato por meio do telefone com o Ministério de Relações Exteriores de brasileiros na Europa. O atendimento foi realizado pelo colaborador Roney, que retornou e orientou os passageiros a entrarem em contato com o Consulado brasileiro e que já estavam em contato com a Latam.

    _ 01h57 Roney, do Ministério de Relações Exteriores, ligou informando que o plantão estava sendo transferido para o colaborador Igor.
    Até as 02h15 do dia 10/04/2020 não foi apresentado nenhum suporte, como insumos básicos, como máscaras, álcool, medicamentos para os passageiros.

    Conforme a regulamentação da ANAC, a companhia aérea deveria ter e utilizar um plano de contingência, apresentar todas as condições básicas de saúde aos passageiros.

    Dentre as reivindicações dos brasileiros retidos no Aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, a principal era a repatriação dos brasileiros no próximo voo, do dia 10/04/2020. Também solicitaram que durante o período de espera que os passageiros tivessem auxílio alimentação, higiene e informações corretas. Que fossem tratados com dignidade e respeito.

    A trespontana Tamiris falou da experiência traumática ainda enquanto estava no aeroporto alemão:

    “Oi Roger, é a Tamiris. Estou presa no aeroporto de Frankfurt tentando voltar para o brasil. Estamos em mais ou menos 80 brasileiros e tem idosos e crianças. A Latam cancelou nosso voo ontem a noite. Já estamos no aeroporto há 24 hrs. Sem apoio nenhum! Não fomos encaminhados para um hotel pois a imigração da Alemanha não liberou nossa saída do aeroporto. Dormimos aqui em cadeiras. Não tivemos acesso a travesseiros, cobertores, comida, produtos de higiene. Se puder, divulgue por favor!”.

    Tamiris e os demais passageiros já retornaram ao Brasil, desembarcando no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Alguns deles, que precisaram fazer conexões para outros estados brasileiros, alegaram não ter conseguido remarcar os voos sequentes.

    Na manhã deste sábado (11) a jovem estudante, que ficou na Irlanda durante 6 meses aprimorando seu inglês, conversou novamente com nossa reportagem. Ela reforçou que o retenção no Aeroporto de Frankfurt não tem nenhuma relação com suspeita de algum caso de coronavírus no voo 1137 da Latam. O motivo alegado foi problemas técnicos na aeronave. A companhia interromperá os voos internacionais a partir da próxima segunda-feira.

    Foto Arquivo Pessoal

    Tamiris contou ainda que na chegada ao Brasil os passageiros ficaram retidos por cerca de 50 minutos dentro do avião, quando tiveram suas temperaturas aferidas. “As bagagens foram tiradas primeiro do avião e nós passamos pelos exames para descartar ou confirmar qualquer caso de coronavírus. Felizmente todos estão bem. Ficamos pouco tempo no aeroporto em São Paulo. Mesmo estando bem fomos orientados a usar máscara e ficar de quarentena por 14 dias”, revelou.

    Ainda conforme a jovem estudante, antes de ir para a Irlanda estava morando e trabalhando em Santa Catarina com a tia Tânia. Tamiris disse ainda não ter uma definição se ficará para Três Pontas ou se voltará para o sul do Brasil.

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  • Hospital apresenta unidade pronta para receber “prováveis” doentes graves de coronavírus

    Hospital apresenta unidade pronta para receber “prováveis” doentes graves de coronavírus

    Santa Casa de Três Pontas remodelou UTI e conta com a ajuda dos trespontanos para atender a todos.

    A Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis publicou em sua página oficial no facebook e também em seu grupo do whatsapp, na noite desta quarta-feira (08) a informação de que a unidade para receber “prováveis” pacientes graves de Covid-19 está pronta.

    No texto postado a informação diz o seguinte: “Espaço preparado e pronto para receber casos graves de Covid-19. Neste momento de tanta insegurança e dificuldades, trazemos uma boa notícia para a população. Só conseguimos mais esta conquista pela generosidade de Empresários comprometidos com o bem-estar da população. Estamos cada vez mais certos que juntos podemos mais, muito mais”.

    O provedor da Santa Casa, o empresário Michel Renan Simão Castro, perguntado pelo Conexão sobre a capacidade de atendimento do local, se o mesmo ainda passará por alguma ampliação e as doações que foram feitas, comentou:

    “Esse espaço tem seis leitos, sendo três deles com respiradores adultos e dois com respiradores infantis. É a antiga UTI que foi remodelada para receber os casos graves de Coronavírus. Mas quero lembrar que tudo que dissermos sobre essa doença será mera especulação. Não sabemos quanto tempo durará, como será o fluxo de atendimento, se existe essa curva tão falada. Temos muitas incertezas. Sobre as doações não há como fazer agradecimento isolado. Chamamos todos os empresários que fizeram doações e eles sequer pediram divulgação sobre isso”, pontuou.

    Sobre o número de respiradores, aparelho importante para manter o paciente vivo em casos graves de Covid-19, o Provedor Michel Renan emendou:

    “O que ocorre é que não tem como comprar respiradores nesse momento. Um respirador que em dezembro custava 38 mil reais hoje custa 150 mil e não se encontra para comprar. Isso é um grande problema. Se aconteceu um caos teremos que colocar duas pessoas num único respirador. São casos que precisarão ser muito bem estudados.”, declarou.

    Ainda conforme o gestor do Hospital de Três Pontas, a Santa Casa conta atualmente com um total de 13 respiradores adultos e 2 infantis. Desse total de 13 adultos, seis foram destinados à Unidade de Terapia Intensiva para tratar os casos de Covid-19. E como duas pessoas poderão revesar o mesmo aparelho, esse número de aparelhos salta de 6 para 12. “Somando esse total de 12 com os outros 7 temos a conta fechada em 19 aparelhos atendendo adultos e outros 2 para o atendimento de crianças”, concluiu.

    As autoridades de saúde lembram que o alardeado pico da doença deve ser na segunda quinzena deste mês de abril e assim reforçam os cuidados com o isolamento social, o distanciamento entre as pessoas e todos os cuidados básicos de higiene.

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  • Brasil: Mais de 170 pessoas receberam alta após covid-19 só nas últimas 24h

    Brasil: Mais de 170 pessoas receberam alta após covid-19 só nas últimas 24h

    Ministério da Saúde pretende divulgar nos próximos dias um painel diário com informações sobre o número de indivíduos curados do novo coronavírus

    O Ministério da Saúde pretende divulgar nos próximos dias um painel diário com o número de pessoas que receberam alta médica após recuperação da covid-19 — doença causada pelo novo coronavírus. De acordo com a pasta, 173 pessoas foram liberadas pelos médicos só nas últimas 24 horas.

    Wanderson Oliveira, secretário Nacional de Vigilância em Saúde, ressaltou nesta terça-feira (7) que os indivíduos curados, principalmente os que precisam ficar em UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), são submetidos a um protocolo de tratamento.

    “Nós ainda não temos esse painel concluído. Mas, eu posso passar os números das últimas 24h. Foram 114 óbitos ante 173 pacientes que tiveram altas de hospitais. É importante dizer que geralmente a pessoa que fica na UIT, ele não é liberada imediatamente. Geralmente ela fica um tempo na enfermaria”, explicou durante entrevista coletiva.

    Novo coronavírus no Brasil

    O Ministério da Saúde contabilizou, nesta terça-feira (7), 667 mortes causadas pelo novo coronavírus. Os casos confirmados de covid-19 em todo o país chegam a 13.717.

    Tocantins é o único estado que não registrou mortes até o momento. São Paulo e Rio de Janeiro continuam a ser as unidades da federação com os maiores números de óbitos e casos confirmados.

    A taxa de letalidade da covid-19 no Brasil é de 4,9%, abaixo da média mundial: 5,67%.

    Fonte R7

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  • HC e Hemorio vão testar plasma de curados da covid: 1 doador pode salvar 3

    HC e Hemorio vão testar plasma de curados da covid: 1 doador pode salvar 3

    Instituições públicas, como o Hospital das Clínicas de São Paulo e o Hemorio, também vão participar dos testes, liberados pela Anvisa no fim de semana, com plasma de pessoas curadas da covid-19.

    O Instituto Estadual de Hematologia – Hemorio – inicia nesta semana uma série de estudos para usar o plasma sanguíneo de pessoas que foram curadas do novo coronavírus (covid-19) no tratamento de pessoas em estado grave.

    O procedimento consiste em colher o soro com anticorpos do sangue de curados e depois transferir para o corpo de pacientes que estão infectados com covid-19, em apresentam quadro grave.

    De acordo com o Hemorio, estudos com o chamado plasma convalescente têm sido feitos na França, no Canadá, em Israel, na Espanha e China.

    Esse tipo de terapia já foi utilizada em epidemias como a de ebola e a de H1N1. O próprio Hemorio já fez um estudo semelhante para tratar a dengue, com bons resultados obtidos em laboratório.

    Pacientes que já se curaram da doença estão sendo convocados e serão avaliados como potenciais doadores de plasma.

    São Paulo

    Em São Paulo, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, vai participar do estudo para confirmar a eficácia do método junto com Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Israelita Albert Einstein.

    “Quando injetado em um novo paciente, o plasma convalescente fornece “imunidade passiva” até que o sistema imunológico do paciente possa gerar seus próprios anticorpos”, explica Nelson Tatsui, diretor-técnico do Grupo Criogênesis e hematologista do HC-FMUSP.

    Luiz Vicente Rizzo, diretor-superintendente de pesquisa da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, conta que a técnica de transferir a “imunidade” de um indivíduo curado de doença infecciosa para outro que está doente existe há mais de 100 anos.

    “Foi usada durante muito tempo no tratamento de coqueluche, tétano, durante as epidemias de Sars e Mers e ocasionalmente em pacientes com ebola”, lembra.

    Procura por doadores

    O protocolo do Albert Einstein vai focar as pesquisas em 30 pacientes, mas pode chegar a 100,  conforme o andamento. O primeiro passo é encontrar doadores

    “Estamos ligando para quem deixou seu nome como possível voluntário e vendo quem está disponível”, diz diretor-superintendente de pesquisa da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

    Os requisitos para ser doador são:

    • Ter mais do que 18 e menos do que 60 anos
    • Ter mais do que 55 kg
    • Não ter mais o vírus
    • Não ter nenhuma outra infecção transmissível
    • Possuir os anticorpos neutralizantes

    Interessados em doar devem entrar em contato com o banco de sangue dos hospitais participantes.

    Para a segurança dos voluntários, a coleta será feita na casa do doador de sangue.

    De acordo com o especialista do HC-FMUSP, um dos melhores métodos de coleta de plasma destes indivíduos convalescentes é a tecnologia de aférese.

    Um doador ajuda até 3 pacientes

    No caso do novo coronavírus, Nelson Tatsui acredita que é possível atender até 3 pacientes com apenas uma coleta.

    “A maior vantagem da [técnica] Aférese é a possibilidade de retirar de um único doador uma quantidade suficiente para atender 2 a 3 pacientes graves de covid-19”, afirmou.

    A expectativa dos especialistas é de que esse tratamento provoque uma melhora mais rápida dos pacientes com coronavírus em estado grave.

    “Nossa maior expectativa com o tratamento é que o paciente se recupere melhor e de forma mais rápida, o que contribuiria para que leitos e aparelhos que auxiliam na respiração atendessem mais pessoas”, concluiu Luiz Vicente Rizzo, da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

    Fonte Agência Brasil (Apud Só Notícia Boa)

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  • Prefeitura de Varginha libera o funcionamento do comércio a partir de segunda-feira

    Prefeitura de Varginha libera o funcionamento do comércio a partir de segunda-feira

    Por meio de num novo decreto, o prefeito de Varginha, Antônio Silva, liberou a reabertura do comércio de Varginha a partir da próxima segunda-feira (06/04). Além do comércio lojista, o decreto também liberou o comércio de atacado e varejo, feiras e cultos religiosos. O funcionamento das lojas será 10h às 17h e exige uma série de restrições e determinações.

    Por conta do Decreto do Governador Romeu Zema, ainda não poderão retomar as atividades: o Via Café Garden Shopping, estabelecimentos situados em galerias ou centros comerciais, bares, restaurantes e lanchonetes, cinemas, clubes, academias em geral, boates, salões de festas, teatros, casas de espetáculos e clínicas de estética, museus, bibliotecas e centros culturais e eventos públicos ou privados, em locais fechados ou abertos, com público superior a 30 (trinta) pessoas.

    Veja o que e como poderá funcionar:

    – O horário de funcionamento das lojas do centro da Cidade Varginha será das 10h às 17h, a fim de evitar aglomerações nos ônibus circulares;
    – Obrigatoriedade de afixação de cartazes nas portas das lojas, estabelecendo o número de pessoas que poderão estar dentro do estabelecimento, respeitando-se os limites estabelecidos neste Decreto;
    – Proibição do contato físico entre pessoas atendidas e entre estes e os funcionários, devendo manter-se distância mínima de 1,5m (hum metro e meio);
    – Restrição de acesso às dependências para no máximo 30 (trinta) clientes por vez, se o espaço físico permitir, respeitando-se a regra estabelecida no inciso anterior;
    – Liberação de colaboradores que estão no grupo de risco, ou seja, acima de 60 anos, gestantes, imunodeprimidos, portadores de cardiopatias ou doenças respiratórias, inclusive gripes e resfriados, sem prejuízo do salário ou demais benefícios, pelo tempo que perdurar tal determinação do Poder Público, nos termos que dispõem a Medida Provisória nº 927, de 22 de março de 2020, expedida pelo Governo Federal;
    – Uso de máscaras pelos comerciantes e atendentes, às expensas do empregador, aumentando a proteção a eventual contágio durante o atendimento;
    – Revezamento entre os funcionários, evitando-se aglomerações;
    – Promoção do controle diário da temperatura dos funcionários ou colaboradores, informando à Vigilância Epidemiológica, de imediato, qualquer caso de suspeita de infecção pelo Novo Coronavírus (COVID-19);
    – Intensificação das ações de limpeza e desinfecção nos estabelecimentos;
    – Disponibilização de álcool em gel 70%, ou água corrente e sabão, aos clientes e funcionários;
    – Fechamento de todas as áreas internas de lazer, como espaços de convivência, bares, lanchonetes ou restaurantes internos abertos ao público, permitindo-se o funcionamento de refeitórios para uso e alimentação exclusivos dos funcionários;
    – Priorização, de forma absoluta, no atendimento aos idosos, gestantes ou pessoas que estejam no grupo de risco da COVID-19, estabelecendo horários diversos para tais atendimentos;
    – Priorização do atendimento por meio de canais eletrônicos, de delivery, drive-thru ou retirada e entrega rápida de mercadorias;
    – Obrigatoriedade de divulgação aos clientes, de informações acerca do Novo Coronavírus (COVID-19) e das medidas de prevenção implementadas;
    – Obrigatoriedade de dar acesso irrestrito às dependências do estabelecimento, a qualquer hora do expediente, aos representantes do Poder Público que estiverem em trabalho de fiscalização.
    Fonte Noticiando Varginha

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  • Coronavírus: Prefeitura mantém normas de restrição e isolamento em Três Pontas

    Coronavírus: Prefeitura mantém normas de restrição e isolamento em Três Pontas

    Empresários ajudam com doações; “Container Hospitalar” pode chegar à cidade através do Deputado Diego Andrade,

    Foi realizada no gabinete da Prefeitura Municipal de Três Pontas uma reunião envolvendo os membros do Comitê de Saúde e de Gestão de Crise Econômica de Três Pontas, dentre eles o Prefeito Marcelo Chaves Garcia. O encontro ocorreu na última segunda-feira (30). O objetivo foi analisar a situação atual na cidade em relação ao Coronavírus e decidir os próximos passos nas questões de isolamento, toque de recolher, abertura do comércio, etc.

    Ficou decido que, seguindo a Deliberação do Comitê Extraordinário n.º 22, de 26 de março de 2020 do Estado de Minas Gerais, em seu artigo 6º, CONTINUAM SUSPENSAS AS ATIVIDADES COMO CLÍNICAS DE ESTÉTICAS, BARES, RESTAURANTES, LANCHONETES, ACADEMIAS, BOATES, SALÕES DE FESTAS E CENTROS COMERCIAIS.

    Também continua vedada a realização de eventos, feiras, a utilização de salas de cinema, teatros, clubes e bibliotecas.

    As demais atividades devem funcionar com as restrições e providências estabelecidas na deliberação do Governo de Minas Gerais.

    Fiscalização

    Ainda conforme definições da reunião, a Polícia Militar continuará auxiliando na fiscalização do cumprimento das referidas medidas juntamente com a Vigilância Sanitária, Secretaria Municipal de Saúde e o setor de Posturas do Município.

    Toque de Recolher

    Segue vigente o “Toque de Recolher” na cidade de Três Pontas, das 22 às 5hs da manhã. Apenas os trabalhadores devidamente identificados com crachás e/ou uniformes de indústrias e os entregadores de alimentação, como os motoboys, podem continuar realizando o trabalho dentro das normas de prevenção.

    Taxistas

    Em conversa na noite desta quarta-feira com o Prefeito Marcelo Chaves Garcia sobre a situação dos taxistas ele lembrou que a categoria se enquadra como profissionais autônomos e seguindo o decreto do Governo de Minas Gerais, deverão também respeitar o isolamento. “Mas eu quero lembrar aos trespontanos através do Conexão Três Pontas, que em tudo na vida é preciso ter bom senso. Taxista nos pontos é algo que, conforme a deliberação estadual, não pode neste momento acontecer. Mas em casos de extrema emergência, sinceramente, não vejo erro em algum cidadão que precisa ir até o Hospital (em último caso) e chame um taxi. E esse taxi precisa seguir todas as recomendações de segurança, de prevenção, como limpar os bancos, a porta e os tapetes, dispor de álcool gel, enfim, ajudar a evitar a propagação do coronavírus”, revelou.

    Respiradores

    Questionamos o Chefe do Executivo Municipal sobre o pedido público que o Conexão Três Pontas fez para que a Prefeitura, Câmara, deputados e empresários da cidade ajudem na compra de novos respiradores mecânicos, já que na cidade existem apenas 13. “Felizmente Roger nós já recebemos algumas doações, algumas empresas já estão ajudando nesse sentido. A Prefeitura está disposta a comprar mais alguns aparelhos, mas o grande problema no momento é conseguir comprar, é encontrar quem venda, pois estão em falta. Também estou buscando ajuda junto aos nossos deputados, Diego Andrade e Caixa, para que sejam mais uma força nesse sentido”, emendou.

    BOA NOTÍCIA

    Sem dar muitos detalhes, mantendo a discrição e a cautela até que realmente aporte em Três Pontas, o Prefeito Marcelo Chaves revelou ao Conexão que a cidade de Três Pontas irá receber nos próximos dias uma grande doação vinda do Deputado Federal Diego Andrade. “É um container que será colocado junto ao Pronto Atendimento Municipal para ajudar no atendimento das pessoas. Se trata de um ambiente ‘móvel hospitalar’ com todas as condições e equipamentos para o atendimento da população. Mas prefiro esperar as definições, ter data de chegada e mais informações para, o quanto antes, passar em detalhes à população”, concluiu Marcelo Chaves.

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  • Para 2021: Johnson & Johnson vai fabricar 1 bilhão de vacinas contra coronavírus

    Para 2021: Johnson & Johnson vai fabricar 1 bilhão de vacinas contra coronavírus

    A Johnson & Johnson, em parceria com o governo dos EUA, vai fabricar até um bilhão de doses de vacina contra o coronavírus.

    A vacina escolhida, é a que vem sendo desenvolvida desde janeiro, baseada na mesma tecnologia usada para fabricar a vacina contra o Ebola, amplamente usada em pessoas na África.

    Em estudos de laboratório, a vacina experimental produziu fortes anticorpos neutralizantes contra o covid-19 – o tipo necessário para obter um resultado bem-sucedido.

    A produção

    A produção vai começar após os testes em humanos, previstos para setembro.

    Se tudo estiver certo, a imunização começa em 2021, muito mais rápido que o período de 18 meses típico para vacinas serem testadas, aprovadas e depois fabricadas.

    Corrida contra o tempo

    Com um investimento que chega a US$ 1 bilhão, pouco mais de R$ 5 bilhões, a Johnson & Johnson anunciou que pretende ampliar sua capacidade de fabricação e o planejamento, segundo a empresa, começa agora.

    “Essa é a única opção para chegarmos a tempo”, explicou o diretor científico da J&J, Paul Stoffels, em entrevista à Reuters.

    Atualmente, a empresa possui uma fábrica na Holanda que pode produzir até 300 milhões de doses da vacina, disse Stoffels, acrescentando que “não será suficiente para todo o mundo”.

    Fábrica nos EUA

    Do total do investimento, US$ 421 milhões, cerca de R$ 2 bilhões, virão do governo dos Estados Unidos, onde a fábrica será construída para produzir as vacinas até o final do ano.

    Stoffels disse que a J&J também está procurando por fábricas em outras partes da Europa e Ásia capazes de produzir o tipo de vacina em que a empresa está trabalhando.

    Fonte SNB (Apud Olha Digital)

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  • URGENTE: Brasil registra 42 mortes por COVID-19 em apenas um dia

    URGENTE: Brasil registra 42 mortes por COVID-19 em apenas um dia

    Ministério da Saúde registrou mais 42 mortes relacionadas à pandemia de coronavírus no país, nas últimas 24 horas. Com isso, o Brasil já contabiliza 201 mortes e outras 5.717 contaminações pelo vírus. Os dados foram divulgados na tarde desta terça-feira (31), nas redes sociais da pasta federal.

    Em comparação com o boletim divulgado na segunda, o número de mortes saltou 26%, já que na ocasião, haviam sido registradas 159 mortes. Já o aumento no número de casos foi de 24%; ontem eram 4.579 pessoas contaminadas.

    São Paulo é o estado mais crítico, registrando 2.339 mil casos da COVID-19 – 822 em apenas 24 horas. No estado que abriga a capital financeira do país, 136 pessoas já morreram devido à doença – no boletim de segunda, eram 113 mortes. A taxa de letalidade em São Paulo é de 5,8%, 2,3% a mais do que a média nacional.

    Contudo, embora o número assuste, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, vem ponderando que a tendência é de dimuição, já que as secretarias estaduais e municipais aumentarão o ritmo de testes nos próximos dias, o que acarretará em um número maior de positivos não letais.

    Apesar de uma taxa letalidade menor (3,2%), o Rio de Janeiro é o segundo estado que mais preocupa o país. Os fluminenses registram 23 mortes e 708 casos de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus – um aumento de 5 e 41 registros, respectivamente, em comparação com o boletim anterior.

    Ainda no Sudeste, Minas Gerais tem 275 casos e duas mortes. Na segunda-feira eram 189 e apenas um óbito registrado. O Espírito Santo registra 84 casos e nenhuma morte.

    No Nordeste, região que abriga cerca de 50% das famílias beneficiadas pelo Bolsa Família, a situação também já é crítica. A região é a segunda que mais apresenta casos no país. Por lá, o Ceará continua sendo o estado com mais pessoas contaminadas, registrando 390 casos e sete mortes.

    A Bahia é o segundo estado da região com maior número de casos: 213 pessoas contaminadas e duas mortes.

    Por outro lado, o Piauí é o estado com a maior taxa de letalidade (22,2%), com 18 casos e quatro mortes. Mais uma vez, segundo Mandetta, esse número deverá cair nos próximos dias, com o aumento da distribuição de testes para as secretarias de Saúde.

    Seguindo a lista, a Região Sul, tem 672 casos e nove mortes. Entre esses números, quatro óbitos estão no Rio Grande do Sul, que também contabiliza 274 pessoas contaminadas. O Paraná registra 3 mortes e tem 179 casos confirmados da doença. Por último,  tem Santa Catarina tem 219 casos e duas mortes.

    O Distrito Federal, unidade federativa que abriga a capital do país, também registra vários casos (332). No entanto, contabilizando 3 mortes, a taxa de letalidade é baixa e não chega a 1%.

    Apesar de ser a região menos populosa do país, o Centro-Oeste não é a que apresenta os menores números. Ao todo, a região tem 470 pessoas contaminadas e cinco mortes. Já o Norte tem 294 casos e quatro mortes.

    Fonte Estado de Minas

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  • Senado aprova auxílio de R$ 600 a informais; mães “chefes de família” poderão receber até R$ 1.200

    Senado aprova auxílio de R$ 600 a informais; mães “chefes de família” poderão receber até R$ 1.200

    A medida permite que trabalhadores informais e pessoas com deficiência recebam Benefício de Prestação Continuada (BPC) por três meses

    O Senado aprovou nesta segunda-feira, em votação simbólica, o auxílio emergencial mensal de R$ 600 por três meses para trabalhadores informais e pessoas com deficiência, que estejam na fila de espera para receberem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) durante pandemia do coronavírus.

    O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), relator do projeto, fez uma alteração no texto para estender o benefício para profissionais com contrato de trabalho intermitente, quando o regime de trabalho não tem jornada e salário fixos.A ideia foi incluída no texto como “ajuste de redação”. Desta forma, o projeto não precisa voltar para uma nova análise da Câmara dos Deputados, seguindo agora para a sanção presidencial.

    O benefício terá valor de R$ 600 e poderá ser recebido por até dois membros da mesma família. Serão elegíveis os cidadãos que não tiverem emprego formal; não receberem benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o Bolsa Família. Assim, o benefício é destinado àqueles que não estão protegidos pela Seguridade Social, não sendo destinado àqueles que têm emprego formal, os que fazem jus ao seguro-desemprego ou os que recebem benefícios previdenciários ou o BPC.

    Mães que são “chefes de família” poderão receber até R$ 1.200.

    O Governo anunciará nos meios de comunicação, após sanção presidencial, as formas de recebimento.

    Fonte Valor Investe

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  • Escolas fechadas, hospitais lotados, eventos cancelados: o Brasil da meningite de 1974

    Escolas fechadas, hospitais lotados, eventos cancelados: o Brasil da meningite de 1974

    Aulas suspensas e eventos esportivos transferidos, algumas das consequências da atual pandemia do novo coronavírus, já marcaram a história recente do Brasil, por conta de outra doença: a meningite.

    Em 1974, durante o período da ditadura militar, o Brasil enfrentava a pior epidemia contra a meningite de sua história. O país já tivera dois surtos da doença – um em 1923 e outro em 1945 -, mas, nenhum deles tão grave ou letal.

    Isso porque o Brasil foi vítima não de um, mas de dois subtipos de meningite meningocócica: do tipo C, que teve início em abril de 1971, e do tipo A, em maio de 1974.

    Para evitar o contágio, o governo tomou medidas drásticas: decretou a suspensão das aulas e suspendeu eventos esportivos. Os Jogos Pan-Americanos de 1975, que estavam marcados para acontecer em São Paulo, tiveram que ser transferidos para a Cidade do México. Hospitais, como o Instituto de Infectologia Emílio Ribas, ficaram superlotados.

    A que viria a ser a maior epidemia de meningite da história do Brasil teve início em 1971, no distrito de Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo. Logo, a população mais carente começou a se queixar de sintomas clássicos, como dor de cabeça, febre alta e rigidez na nuca. Nos bairros mais pobres, muitos morreram sem diagnóstico ou tratamento.

    Em novembro daquele ano, o que parecia ser um surto restrito a uma determinada localidade logo se alastrou e, aos poucos, ganhou proporções epidêmicas. Dali, não parou mais.

    Em setembro de 1974, a epidemia atingiu seu ápice. A proporção era de 200 casos por 100 mil habitantes. Algo semelhante só se via no “Cinturão Africano da Meningite”, área que hoje compreende 26 países e se estende do Senegal até a Etiópia.

    Das regiões mais carentes, a epidemia migrou para os bairros mais nobres. Até julho daquele ano, um único hospital em São Paulo atendia pacientes com meningite. O Instituto de Infectologia Emílio Ribas tinha 300 leitos disponíveis, mas chegou a internar 1,2 mil pacientes.

    “Não houve quarentena porque o período de incubação da meningite é muito curto”, explica a epidemiologista Rita Barradas Barata, doutora em Medicina Preventiva pela Universidade de São Paulo (USP) e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa. Na época, Rita trabalhava como aluna do internato em medicina no Emílio Ribas. “O atendimento foi além de sua capacidade máxima. Trabalhávamos muitas horas por dia”, recorda.

    De agosto em diante, outras 26 unidades passaram a fazer parte de uma rede de atendimento a pacientes com sintomas de meningite. “Depois de um ou dois dias recebendo tratamento injetável, os casos mais leves eram transferidos para outras unidades, onde recebiam a medicação oral. Já os pacientes mais graves permaneciam no Emílio Ribas”, complementa a médica.

    Atentados, passeatas e epidemias eram assuntos vetados na imprensa

    Até então, uma pequena parcela da população, quase nula, sabia da existência da epidemia. O governo procurou escondê-la ao máximo, segundo explica quem acompanhou o caso de perto.

    “Assim que surgiu, foi tratada como uma questão de segurança nacional, e os meios de comunicação proibidos de falar sobre a doença”, afirma a jornalista Catarina Schneider, mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e autora da tese A Construção Discursiva dos jornais O Globo e Folha de S. Paulo sobre a Epidemia de Meningite na Ditadura Militar Brasileira (1971-1975). “Essa tentativa de silenciamento impediu que ações rápidas e adequadas fossem tomadas”.

    Durante os anos da ditadura, alguns temas foram proibidos de serem divulgados – através de notícias, entrevistas ou comentários – em jornais e revistas, rádios e TVs. A epidemia de meningite que castigou o Brasil na primeira metade da década de 1970 foi um deles.

    Sob o pretexto de não causar pânico na população, a censura proibiu toda e qualquer reportagem que julgasse “alarmista” ou “tendenciosa”, sobre a moléstia.

    Em 1971, quando foram registrados os primeiros casos, o epidemiologista José Cássio de Moraes, doutor em Saúde Pública pela USP e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, integrava uma comissão de médicos de diferentes áreas, como epidemiologistas, infectologistas e sanitaristas. Juntos, detectaram um surto da doença e procuraram alertar as autoridades. Não conseguiram. Em tempos de ‘milagre econômico’, o governo se recusou a admitir a existência de uma epidemia. “Os militares proibiram a divulgação de dados. Pensavam que conseguiriam deter a epidemia por decreto. Se eu não divulgo, é como se não existisse. Não sabiam que o vírus era analfabeto e não sabia ler Diário Oficial”, ironiza o médico.

    Dali por diante, médicos de instituições públicas foram proibidos de conceder entrevistas à imprensa. O jeito era dar declarações em “off” para jornalistas de confiança, como Demócrito Moura, do Jornal da Tarde. Mesmo assim, as poucas matérias publicadas, alertando a população dos riscos da meningite, eram desmentidas pelas autoridades.

    “Ao governo não interessava a divulgação de notícias negativas. Negar a existência da epidemia foi um erro porque facilitou sua propagação e atrasou a adoção de medidas necessárias ao seu combate. Numa situação dessas, quanto mais rapidamente essas medidas forem adotadas, menores serão as perdas de vidas e os danos à economia”, afirma o historiador Carlos Fidelis Ponte, mestre em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

    Medo

    Em 1974, quando a verdade veio à tona, pelo menos sete Estados totalizavam 67 mil casos – 40 mil deles só em São Paulo. A população, quando soube da epidemia, entrou em pânico. Com medo da propagação da doença, as pessoas evitavam passar na frente do Emílio Ribas. De dentro de carros e ônibus, fechavam suas janelas. Na falta de remédios e de vacinas, recorriam a panaceias milagrosas, como a cânfora.

    “Naquela época, não havia rede social, mas já existiam ‘fake news’. A boataria atrapalhou bastante”, recorda José Cássio.

    O governo suspendeu as aulas e mandou os estudantes de volta para casa. Quando era registrado algum caso nas dependências das escolas, as autoridades sanitárias passavam formol nas mesas e carteiras. Em algumas cidades, as escolas públicas foram transformadas em hospitais de campanha para atender os doentes.

    Nos hospitais, a epidemia sobrecarregou especialistas em doenças infecciosas. Médicos de outras áreas, para evitar a contaminação, usavam capacetes, óculos e botas. Outros, ao contrário, atendiam pacientes sem qualquer tipo de proteção. Um terceiro grupo preferiu mudar para o interior, com suas famílias.

    Uma das primeiras medidas foi prescrever sulfa. Na esperança de deter o avanço da epidemia, a população passou a tomar o antibiótico por conta própria. “O estoque acabou rapidamente e a bactéria ficou resistente”, recorda José Cássio.

    Todos os dias, a comissão médica da qual o médico fazia parte procurava atualizar os números e divulgá-los no quadro de avisos do Palácio da Saúde, onde funcionava a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Os setoristas da área até tinham acesso às informações, mas não podiam divulgá-las.

    Os números de casos e de óbitos são contraditórios. O estudo A Doença Meningocócica em São Paulo no Século XX: Características Epidemiológicas, de autoria de José Cássio de Moraes e Rita Barradas Barata, calcula que, no período epidêmico, que durou de 1971 a 1976, foram registrados 19,9 mil casos da doença e 1,6 mil óbitos. Já a edição de 30 de dezembro de 1974 do jornal O Globo divulgou que, só naquele ano, a epidemia deixou um saldo de 111 mortos no Rio Grande do Sul, 304 no Rio de Janeiro e 2,5 mil em São Paulo.

    Ministério censurado

    Em março de 1974, o general Ernesto Geisel assumiu a Presidência no lugar do general Médici. Para ministro da Saúde, ele nomeou o médico sanitarista Paulo de Almeida Machado.

    Naquele ano, a jornalista Eliane Cantanhêde, então na revista Veja, conseguiu uma exclusiva com o ministro, em Brasília. Pela primeira vez, uma autoridade admitia publicamente que o Brasil vivia uma epidemia. Mais que isso. Ele alertou sobre os riscos da meningite e ensinou medidas de higiene à população.

    De volta à redação, Cantanhêde começou a bater a matéria e a enviá-la, via telex, para a sede da Veja, em São Paulo. Dali a pouco, ficou sabendo que a entrevista tinha sido censurada. Motivo? “Não havia vacina para todo mundo”, explica Eliane. “As pessoas não sabiam o que era meningite. Muitas delas morriam e, por falta de informação, não sabiam do quê”.

    No dia 26 de julho de 1974, o jornalista Clóvis Rossi também teve um de seus textos censurados. No espaço reservado ao artigo A Epidemia do Silêncio, a direção da Folha de S. Paulo se viu obrigada a publicar um trecho do poema Os Lusíadas, de Luís de Camões. “Desde que, há dois anos, começaram a aumentar em ritmo alarmante os casos de meningite em São Paulo, as autoridades cuidaram de ocultar fatos, negar informações e reduzir os números a proporções incompatíveis com a realidade”, alertou Rossi no artigo censurado.

    Naquele mesmo ano, o governo brasileiro assinou um acordo com o Instituto Pasteur Mérieux e importou em torno de 80 milhões de doses da vacina contra meningite. “O laboratório francês precisou construir uma nova fábrica porque a que existia não comportava uma produção tão grande”, relata o historiador Carlos Fidelis. “Foi a partir dessa emergência que se criou, na Fiocruz, a fábrica de fármacos, a Farmanguinhos, e a de vacinas, a Bio-Manguinhos”.

    Vacinação

    Em 1975, o Brasil deu início à Campanha Nacional de Vacinação Contra a Meningite Meningocócica (Camem). Foi quando, para estimular a ida em massa da população aos postos de saúde, o governo passou a divulgar os números da doença.

    “A letalidade da meningite é de 10%, mas, no auge da epidemia, caiu para 2%”, afirma Rita Barradas Barata. “O diagnóstico era feito de maneira precoce e o tratamento com antibiótico reduzia o risco de morte”.

    Em apenas quatro dias, foram aplicadas 9 milhões de doses na região metropolitana de São Paulo. Logo, estenderam a campanha para outros municípios e estados. A imunização não era feita com seringa e agulha e, sim, com uma “pistola” injetora de vacina. “Conseguimos uma cobertura vacinal de quase 90% da população”, orgulha-se José Cássio.

    Além de superlotar hospitais e de fechar escolas, a epidemia de meningite teria causado outros “estragos”. Um deles é a transferência dos Jogos Pan-Americanos de 1975, da cidade de São Paulo para a do México. Bem, pelo menos essa é a versão oficial. A extraoficial é contada pelo advogado Alberto Murray Neto. “Em 1975, o número de casos já tinha reduzido e o que se dizia é que a epidemia estava controlada. Em tese, a meningite não seria um impeditivo para os Jogos”, revela Alberto.

    Seu avô, Sylvio de Magalhães Padilha, era o então presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e vice do Comitê Olímpico Internacional (COI). Durante reunião em Brasília, foi avisado pelo ministro da Educação, Ney Braga, que não teria recursos do governo federal para os Jogos. Em suma: o Pan deveria ser cancelado, a três meses de sua realização.

    “Meu avô cancelou os Jogos, sem esconder que a questão crucial era o corte de verbas”, relata Alberto. Os Jogos Pan-Americanos de 1975 deixaram para a cidade o velódromo, a raia olímpica e o Centro de Práticas Esportivas da USP (CEPEUSP)”.

    Fonte BBC News

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