Categoria: Saúde

  • CÂNCER DEVE SE TORNAR MAIOR CAUSA DE MORTE DE BRASILEIROS

    CÂNCER DEVE SE TORNAR MAIOR CAUSA DE MORTE DE BRASILEIROS

     

    “O Brasil vive uma importante transição demográfica, que acarreta também uma transição epidemiológica. Com o envelhecimento da população, o câncer tornou-se a segunda causa de morte de brasileiros. E logo será a primeira.”

    Com essa consideração, Roger Chammas, professor titular de Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), iniciou a edição de setembro do Ciclo de Palestras ILP-FAPESP, que enfocou o tema “A Ciência Contra o Câncer”.

    Resultado de parceria entre o Instituto do Legislativo Paulista (ILP) e a FAPESP, o ciclo é realizado mensalmente na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, com o objetivo de promover eventos de divulgação científica voltados à sociedade, legisladores, gestores públicos e outros interessados.

    Além de Chammas, o evento, ocorrido em 24 de setembro, teve a participação de Maria Ignez Saito (professora da FMUSP), de Emmanuel Dias Neto (pesquisador do Centro Internacional de Pesquisas do A.C.Camargo Cancer Center) e de Daniela Baumann Cornélio, fundadora da Ziel Biosciences, empresa que conta com apoio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE). A coordenação foi de Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente da FAPESP.

    “O HPV, por exemplo, é um vírus extremamente disseminado entre a população. E o risco de contágio por contato, durante as relações sexuais, é de 50%, principalmente em adolescentes. A vacina quadrivalente recombinante é altamente eficaz e segura no combate ao HPV. No entanto, a má informação tem prejudicado o programa de vacinação. Notícias sensacionalistas, sem qualquer fundamento científico, provocaram uma retração da população no comparecimento aos serviços de saúde para a administração da segunda dose”, a pesquisadora disse Ines Saito.

    Os cânceres provocados por HPV estão em terceiro lugar na ordem de prevalência. A peculiaridade é que podem ser efetivamente evitados por meio da vacinação. Mas isso requer a adoção de programas de educação e de conscientização. “Não apenas para adolescentes, mas também para familiares, profissionais de saúde e população como um todo”, disse.

    IMPORTANTE SABER

    O câncer é uma doença multifatorial, que não pode ser atribuída apenas a fatores genéticos. O consumo de álcool, tabaco e alimentos conservados em sal e, principalmente, a obesidade e a ocorrência de doenças periodontais teriam importante papel na manifestação da enfermidade. Em sentido contrário, uma dieta rica em frutas cítricas e vegetais, portanto em fibras e vitamina C, exerceria efeito protetor.

    Fonte Exame

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    Roger Campos

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  • O QUE É A SÍNDROME DO PÂNICO? DOENÇA QUE A TOP MODEL GISELE BÜNDCHEN ENFRENTA.

    O QUE É A SÍNDROME DO PÂNICO? DOENÇA QUE A TOP MODEL GISELE BÜNDCHEN ENFRENTA.

    Prestes a lançar uma autobiografia, a modelo Gisele Bündchen conta em seu livro que já teve pensamentos suicidas e sofreu com síndrome do pânico.

    O transtorno, que atinge cerca de 2% da população brasileira, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é caracterizado por crises recorrentes de pânico. Os sintomas incluem taquicardia, suores, tremores, falta de ar, dor no peito, náusea, medo de morrer ou de perder o controle, e pode ser confundido com problemas cardíacos ou Acidente Vascular Cerebral (AVC).

    A crise dura poucos minutos, segundo especialistas. O problema maior do transtorno é viver com o medo. A diferença entre uma crise isolada e o transtorno é a frequência dos sintomas e o quanto eles afetam a vida do paciente.

    “Uma das características da doença é o medo persistente de um novo ataque”, afirma Ana Paula Carvalho, psiquiatra do Hospital da Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). “Chamamos isso de medo do medo.”

    As causas da síndrome do pânico ainda são um mistério para a medicina. Segundo Ana Paula, elas podem ser multifatoriais: estresse, fatores ambientais e hábitos de vida não saudáveis, como fumar e ingerir bebidas alcoólicas.

    “Mais de 50% das pessoas que têm síndrome do pânico também têm outro tipo de transtorno psiquiátrico, como ansiedade ou depressão”, afirma Ana Paula. De acordo com a OMS, 9,3% dos brasileiros têm transtorno de ansiedade. A depressão atinge 5,8% da população.

    Ao todo, transtornos de ansiedade e depressão atingem 332 milhões de pessoas no mundo. Para a OMS, o investimento em tratamento é essencial. Segundo estudo da entidade, de 2016, cada dólar investido em tratamento poderia dar retorno de 4 dólares em termos de melhora de saúde e habilidade de trabalho.

    No Brasil, o investimento público em saúde mental previsto para 2018 é de 1,3 bilhão de reais, segundo o Ministério da Saúde. O atendimento é feito por meio da RAPS (Rede de Atenção Psicossocial). Os principais atendimentos em saúde mental são realizados nos 2.550 Centros de Atenção Psicossocial (Caps) que existem no país.

    A modelo, mundialmente conhecida, Gisele Bundchen, revelou sofrer de síndrome do pânico.

    Tratamento

    Gisele desenvolveu o problema em 2003, após passar por uma turbulência em um avião pequeno. A partir de então, a modelo passou a temer túneis, elevadores e qualquer tipo de lugar fechado.

    Segundo Yuri Busin, psicólogo e diretor do Centro de Atenção à Saúde Mental – Equilíbrio (Casme), esse tipo de temor é comum em quem tem o transtorno. Tanto uma experiência traumática quanto outros problemas de saúde mental podem desencadear a síndrome do pânico.

    O tratamento inclui a psicoterapia e o uso de remédios prescritos. “O medicamento faz a pessoa se sentir bem e a psicoterapia faz ela entender o problema e modificar a forma como ela age”, afirma Busin.

    Durante uma crise, o psicólogo aconselha que a pessoa tente se acalmar. “O melhor é se recolher. Apesar de a sensação ser uma das piores possíveis, ela passa depois de um tempo”, diz Busin.

    A psiquiatra Ana Paula aconselha quem tiver suspeita de síndrome do pânico deve procurar uma avaliação de um especialista o mais rapidamente possível. “O tratamento é longo. Quanto mais cedo a pessoa buscar ajuda, melhor.”

    Fonte Exame

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    Roger Campos

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  • POR DENTRO DO OUTUBRO ROSA: ENTENDA O MÊS DE CAMPANHAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA

    POR DENTRO DO OUTUBRO ROSA: ENTENDA O MÊS DE CAMPANHAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA

    Laços na cor rosa, monumentos importantes coloridos na mesma tonalidade, palestras, prática de corridas e outros exercícios físicos ao ar livre… É comum ver essas ações e simbolismos durante todo o mês de outubro. Mas você já parou para pensar o motivo de eles existirem? Para iniciar a série de reportagens sobre o combate ao câncer de mama, o Conexão Três Pontas resgata a história por trás do Outubro Rosa

    Começou o Outubro Rosa, mês de conscientizar as mulheres sobre a importância da prevenção do câncer de mama, através de campanhas mundiais realizadas por diversas instituições, como hospitais e Organizações Não Governamentais (ONGs). O principal objetivo é incentivar o diagnóstico precoce, aumentando assim as chances de tratamento e cura.

    CORRIDA PELA CURA FOI CRIADA NO TEXAS, NOS ESTADOS UNIDOS

    Em 1982, a norte-americana Nancy Brinker criou a Susan G. Komen Breast Cancer Foundation, uma instituição pensada para cumprir uma promessa feita a sua irmã, Susan, que faleceu dois anos antes lutando contra o câncer de mama. No ano seguinte, a organização criou a primeira Corrida pela Cura em Dallas, no Texas, com cerca de 800 participantes.

    Quase 20 anos depois, em 2002, o instituto contabilizou aproximadamente 1,3 milhões de participantes em centenas de eventos da corrida não só nos EUA como também em outros dois países, de acordo com informações do site oficial da fundação.

    OUTUBRO ROSA AJUDOU A CONCRETIZAR AS AÇÕES NO MÊS DE OUTUBRO

    As iniciativas para conscientização sobre o câncer de mama durante o mês de outubro incentivaram novos projetos e, em 1997, foi criado o evento Pink October, com o objetivo de arrecadar fundos para a Geweke’s Caring for Women Foundation. De uma única corrida, o acontecimento foi expandido para oito novas atividades ao longo dos anos e passou a disponibilizar exames gratuitos e de baixo custo para a população. Pink October ajudou a difundir o costume de decorar os lugares dos eventos com enfeites na cor rosa.

    LAÇO COR-DE-ROSA VIROU SÍMBOLO DA LUTA CONTRA O CÂNCER DE MAMA

    Depois de ser diagnosticada com câncer de mama em 1984, Nancy Brinker ajudou a criar o primeiro mês de conscientização sobre a enfermidade em outubro de 1986 e deu continuidade às corridas pela erradicação da doença. Em 1991, ela distribuiu laços cor-de-rosa durante a Corrida pela Cura realizada na cidade de Nova York para todos os participantes e, a partir dali, o objeto virou símbolo da luta contra o câncer de mama.

    TRÊS PONTAS

    Em Três Pontas, a cada ano, muitas atividades são desenvolvidas por diversas empresas, e também pela Prefeitura Municipal de Três Pontas, através das Secretarias Municipais de Saúde e de Assistência Social, e do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher.

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    Roger Campos

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  • CONSUMO DE ÁLCOOL CAI NO PAÍS, MAS DEVE VOLTAR A SUBIR ATÉ 2025, PREVÊ OMS

    CONSUMO DE ÁLCOOL CAI NO PAÍS, MAS DEVE VOLTAR A SUBIR ATÉ 2025, PREVÊ OMS

    O consumo de bebidas alcoólicas no Brasil sofreu uma queda entre 2010 e 2016, mas ainda é responsável por um número importante de mortes no País. A tendência de redução, porém, corre o risco de ser revertida e aumentar até 2025. Os dados constam de relatório publicado nesta sexta-feira, 21, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em seu levantamento anual do impacto das bebidas alcoólicas no mundo.

    O consumo total de álcool por pessoa no Brasil caiu de, em média, 8,8 litros por ano em 2010 para 7,8 litros em 2016. No mundo, a média é de 6,4 litros por pessoa por ano. Na Europa, continente onde o consumo é o maior, a taxa chega a 9,8 litros. Mas o volume caiu em 10% desde 2010.

    A diferença entre homens e mulheres brasileiras é profunda. Em 2016, um homem bebia no País em média 13 litros de álcool por ano. Entre as mulheres, a média era de apenas 2,4 litros. A cerveja representa 62% de tudo o que é bebido no Brasil. Os destilados respondem por 34% e o vinho por apenas 3%.

    Os últimos dados da OMS indicam que 1,4% da população brasileira era dependente do álcool, 59% afirmaram não terem bebido nos últimos 12 meses e 21%, que nunca bebem. Ainda assim, 6,9% das mortes no Brasil tem uma relação direta com o álcool.

    A OMS estima que medidas de prevenção adotadas nos últimos anos podem influenciado na queda do consumo brasileiro entre 2010 e 2016. Mas considera que a recessão na economia brasileira a partir de 2014 e a estagnação nos anos anteriores podem ter contribuído. O temor da entidade é que essa queda no consumo possa ser revertida até 2025 com uma eventual retomada do crescimento. De acordo com a OMS, há o risco de que a taxa volte a subir para 8,3 litros.

    Para a organização, esse movimento de alta é esperado para o mundo todo nos próximos dez anos. Em todo o planeta, a entidade estima que 3 milhões morrem por ano por doenças ou acidentes relacionados com o álcool. Isso representa uma em cada 20 mortes. Para a entidade, a meta de reduzir o consumo em 10% até 2025 pode não ser atingida, diante do aumento dos índices em vários países, entre eles os das Américas.

    O impacto tem sido maior em locais onde os recursos para saúde são mais escassos. Mais de três quartos dessas mortes ocorrem entre homens. Do total de mortes atribuídas à bebida, 28% estão relacionadas com acidentes ou violência; 21% delas têm relação com desordens digestivas e 19% com doenças cardiovasculares.

    “Um número muito grande ainda de pessoas sofre as consequências do uso do álcool, por violência, acidentes, problemas de saúde mental e doenças como câncer”, disse o diretor-geral da OMS. “Essa é a hora de agir para prevenir essa ameaça séria à sociedade”, disse em coletiva à imprensa.

    Apesar de uma tendência positiva no papel dos estados, a OMS considerada que o número de vítimas é ainda “inaceitavelmente alto” na Europa e Américas. No mundo, a estimativa é que 237 milhões de homens e 46 milhões de mulheres sofrem com desordens relacionadas ao consumo.

    Hoje, 2,3 bilhões de pessoas bebem álcool no mundo, e a taxa supera a marca de 50% nas Américas e Europa. Em média, cada pessoa bebe por dia o equivalente a dois copos de vinho de 150 ml, ou 750 ml de cerveja. Isso representa 33 gramas de álcool puro por dia.

    O que também chama a atenção é que 27% dos adolescentes entre 15 e 19 anos bebem. Na Europa, esse índice chega a 44%. Nas Américas, é de 38%.

    Na avaliação da OMS, governos precisam usar de forma mais proativa impostos sobre as bebidas para salvar vidas, além de promover proibições de publicidade.

    Fonte Exame
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    Roger Campos

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  • DEPRESSÃO: Principal causa de suicídio é vista por muitos como “frescura”.

    DEPRESSÃO: Principal causa de suicídio é vista por muitos como “frescura”.

     

    Mais um caso de suicídio foi registrado em Três Pontas. Conexão faz um alerta: falar sobre a Depressão ajuda a salvar vidas!

    DE ACORDO COM A OMS 15 A CADA 100 PESSOAS COM A DOENÇA DECIDEM PÔR FIM A PRÓPRIA VIDA. SAIBA COMO AJUDAR!

    Para muitos a Depressão é “frescura”, apenas falta de ânimo e coragem, vontade de reagir e fazer as coisas mudarem. Mas não é assim. A Depressão é uma doença muito grave e o doente deve ser tratado com toda atenção, carinho e respeito. O Conexão Três Pontas não noticia esse tipo de ocorrido. Mas devido aos pedidos dos profissionais de saúde mental e da gravidade de uma doença chamada Depressão, trazemos aqui informações importantes.

    O código de conduta do jornalista diz que o suicídio, por ser uma prática de foro íntimo, por não ser um crime (apesar de atentar contra a própria vida), não deve ser noticiado, divulgado em qualquer mídia, também para evitar que sirva de estímulo para que outras pessoas o cometam.

    Casos em Três Pontas têm ligação com a depressão

    Por volta das 16hs30min do dia 15 de outubro de 2016 um vizinho encontrou um homem morto, enforcado, na Rua Potiguares, no bairro Vila Marilena em Três Pontas. A PM foi acionada. Por ética jornalística não damos detalhes sobre casos de suicídio.

    No dia 31 de agosto, no mesmo ano, Três Pontas e Santana da Vargem se comoveram com a morte de uma jovem que teria cometido suicídio. Ela trabalhava em Três Pontas e morava em Santana da Vargem.

    Depois, no dia 17 de novembro de 2016 um homem foi encontrado sem vida, tendo praticado autoextermínio.

    Mais dois casos, praticamente simultâneos, chocaram a população trespontana. O primeiro ocorrido no dia 30 de dezembro de 2017 e o outro um dia depois.

    E nesta quarta-feira, 26 de setembro de 2018, novamente um homem tirou a própria vida em Três Pontas.

    Além desses casos citados há outras inúmeras tentativas que levam pessoas em estado grave ao Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas, com uma crescente frequência.

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    Provavelmente você já conhece ou ouviu falar sobre alguém que enfrentou a depressão. Isso por quê, em todo o mundo, aproximadamente 121 milhões de pessoas sofrem dessa enfermidade, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    A depressão é uma doença grave que, se tratada corretamente, tem cura. Cerca de 60% a 80% dos casos podem ser tratados com medicação e psicoterapia em um atendimento primário. Sendo assim, identificar os sintomas da depressão, entre eles a falta de ânimo para viver, sensibilidade e emoções a flor da pele, distúrbios no sono, e entender a seriedade da situação é o primeiro passo para ajudar a pessoa depressiva a reverter essa situação. São várias as causas da doença, e em muitos casos seu aparecimento está associado a fortes impactos vividos, como perdas, lutos, doenças, conflitos nos relacionamentos, dificuldades ou perdas financeiras.

    Por se tratar de um problema que se agrava aos poucos, é comum que a doença seja diagnosticada em um quadro já avançado, e as vezes, não sendo tratada com a devida importância. O maior problema é que em apenas 30% dos casos os pacientes recebem um tratamento adequado, e o agravamento da doença pode levar a pessoa portadora ao suicídio. De acordo com a OMS, de cada 100 pessoas com depressão, 15 delas decidem colocar fim a própria vida. Nesses casos mais extremos, em que ocorre tentativas de suicídios ou, até mesmo o suicídio, a pessoa diagnosticada não necessariamente deseja pôr fim a própria vida, mas pedir desesperadamente por socorro.

    PROCURAR AJUDA ASSIM QUE IDENTIFICADA A DEPRESSÃO É O PRIMEIRO PASSO PARA CURA

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    Identificar os sintomas da depressão no seu estágio inicial e procurar ajuda especializada é fundamental para que a doença não chegue a um estágio tão avançado a ponto do indivíduo buscar desfechos drásticos como o suicídio.

    Para identificar os sintomas é necessário prestar atenção, principalmente, em sintomas como tristeza e angústia contínuas, sentimento de culpa, e disposição para praticar atividades que antes lhe davam prazer. Alguns sintomas físicos também são identificadores da doença, como alterações no sono, no peso, dores de cabeça e até esquecimentos. Além disso, a pessoa com depressão pode começar a executar algumas atividades que lhe proporcione uma fuga do estado depressivo, como desenvolver vícios em bebidas alcoólicas ou outras drogas.

    Caso seja identificado algum sintoma, é necessário buscar ajuda profissional, como a Clínica Sayão, que identificará o grau da doença e definirá o tratamento adequado. O tratamento da depressão acontece de forma medicamentosa e interdisciplinar. A medicação é definida de acordo com cada caso, e a eficiência é muito alta, com um tempo de ação a partir de duas semanas.

    Além disso existem alguns tratamentos alternativos espirituais, que nada interferem no tratamento clínico, e são muito benéficos principalmente porque, situações de depressão são propícias para enfraquecimento e problemas espirituais, por isso, uma ajuda espiritual experiente pode ajudar na cura do paciente.

    É recomendável também que o paciente pratique atividades físicas, tenha interação social, converse sobre seus problemas com pessoas de confiança e se necessário, reprograme seus hábitos, buscando sempre manter situações e práticas que proporcionem bem estar e recuperação constante da vontade de viver.

     

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    Roger Campos

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  • “NÃO ME DEIXE ME MATAR…” VAMOS FALAR DE DEPRESSÃO AGORA? por Roger Campos

    “NÃO ME DEIXE ME MATAR…” VAMOS FALAR DE DEPRESSÃO AGORA? por Roger Campos

    Vou falar uma coisa muito séria pra vocês hoje! A Depressão não tem cara, não escolhe seus alvos. Não menos destruidora que as drogas, vem corrompendo vidas, dilacerando famílias, comovendo amigos. Ninguém está imune, eu já tive, meu vizinho tem, muitos de vocês ainda terão. E não me venham falar que é frescura. É algo muito sério, triste e preocupante.

    Não dá pra identificar quem tem Depressão. Certamente aquela pessoa que você conversou pela manhã já passou por isso. Aquele outro lá, tem vivido a base de medicamentos. E você não percebeu nada? Aí é que mora o problema!!!

    Foi pra balada ontem, dançou, sorriu, mas tem Depressão…

    Esteve na Missa, no Culto, rezou, ergueu as mãos, mas vive com Depressão…

    Resolveu ir pescar com os amigos, riu das piadas, mas esconde uma Depressão…

    Chamado pelos amigos foi jogar bola, até marcou um gol e foi abraçado, mas se sente solitário, preso numa Depressão…

    Acordou cedo, tomou café, foi trabalhar, cumpriu seus compromissos, mas disfarçou a amargura da Depressão…

    Beijou o marido, abraçou os filhos, foi ao supermercado, escolheu os hortifrútis e voltou pra casa, com Depressão…

    Foi pra escola, encarou os amigos, tentou focar nos estudos, respondeu aos professores, fez várias anotações, apesar da Depressão…

    Deu bom dia, postou um ‘smile’ no whatsapp, agradeceu a gentileza, cumprimentou seus vizinhos, disse boa noite e foi se deitar, atormentada pela Depressão…

    A Depressão é maquiavélica, pois não ‘dá as caras’. Ela, covardemente se esconde na alma de sua vítima e vai, pouco a pouco, minando suas forças, suas esperanças, suas vontades…

    Aí já não se tem vontade de sair, de ir trabalhar, de ver as pessoas, de conversar, de tomar banho, de comer. A cama é a companhia fiel, o quarto é o refúgio, o sono é a anestesia da alma. Nem falar queremos mais, a coragem sumiu, as forças se vão, a fé sucumbiu…

    Mal conseguimos, vítimas da Depressão, avisar que estamos deprimidos, não gritamos, não pedimos socorro, não encontramos o caminho, não vivemos mais. Não queremos mais viver. Definhamos, um dia após o outro, no silêncio do desespero, na tristeza profunda do nosso olhar perdido, na ânsia de desistir, de colocar um ponto final.

    E isso não é covardia, não é frescura, não é fraqueza, não é castigo… É uma doença gravíssima, que mata tanto quanto o câncer, quantos as armas de fogo, quanto os ataques do coração. A única esperança do depressivo é que a família, aquele que está do lado, entenda, compreenda e estenda a mão, salve sem julgar, sem condenar à revelia.

    A pessoa com Depressão, no seu grau mais desesperador, não tem mais vontade ou razão para viver. É isso que ela pensa e sente. O corpo quer descanso e a alma quer paz. Assim, acham que a morte trará um frescor, um alívio imediato e eterno.

    O Código de Ética do Jornalismo condena veementemente a divulgação de casos de suicídio, salvo quando envolve pessoas famosas ou quando tem o intuito de esclarecer, informar, conscientizar sobre a Depressão, maior causa de autoextermínio. Falar da doença é vital, necessário a cada dia, como doses homeopáticas para que todos, juntos, encontremos um caminho para tirar as vítimas dessa escuridão. Campanhas são vitais, presença, carinho, solidariedade e paciência formam a receita básica para a cura.

    Independente de quem tenha fé ou não, para muitos, como pra mim, a melhor cura é a fé! Não falo através de pesquisas, mas testemunho como uma vítima de Depressão, de vários episódios, alguns muito nebulosos, acompanhados da aproveitadora Síndrome do Pânico. Até pouco tempo atrás, de vez em quando, ainda precisava tomar aquela medicação controlada. Mas o que me curou e salvou minha vida foi Jesus Cristo! Aprendi a rezar na Bíblia a passagem chamada ‘Armadura do Cristão’ (Carta de São Paulo aos Efésios, Cap 6, Versos do 10 ao 20). No meu caso deu muito certo, recomendo.

    Ir a um especialista é essencial!

    Mas o importante é que você que está deprimido lute com todas as forças, de unhas e dentes para vencer o mal. Não se deixe destruir! Grite, peça socorro! Saiba que você é muito importante para muita gente, você é amada (o). Sua vida é importante pra todos nós.

    Que tal iniciarmos uma grande campanha, darmos as mãos, carregar aqueles que hoje sofrem com a Depressão? Só assim venceremos essa guerra, onde o amor deve ser a principal arma e não o julgamento…

    Ter Depressão não é ser covarde! Covardia é publicar, compartilhar fotos de pessoas que cometeram suicídio, que tiraram a própria vida. Também pode configurar um crime.

    Cometer autoextermínio é um ato extremo de desespero. O problema é realmente grave. Só a informação mudará esse jogo.

    Então, sabe essa pessoa aí do seu lado que você jamais imaginaria ter Depressão, pois é, silenciosamente ela pode estar te pedindo socorro… Agora!

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    Roger Campos

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  • Média de suicídios entre estudantes de medicina e residentes é maior que a da população em geral

    Média de suicídios entre estudantes de medicina e residentes é maior que a da população em geral

     

    Pressão, responsabilidade e o medo do fracasso, uma mistura que, há anos, leva estudantes e médicos recém-formados a tirarem a própria vida. A questão é discutida há décadas no círculo médico, mas extrapolou os muros das faculdades de medicina depois do autoextermínio de dois alunos de uma instituição de Minas Gerais num período de apenas 10 dias, sendo o último deles na manhã de terça-feira. Estudos científicos mostram um número assustador: a média de suicídios entre quem ainda está cursando medicina e quem acabou de concluir o curso é quatro a cinco vezes maior que a da população em geral em todo o mundo. Outro dado é que um em cada quatro tem sintomas depressivos.

    Neurocirurgião e professor da Faculdade de Saúde e Ecologia Humana (Faseh), em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), Sérgio Gonçalves de Oliveira relata que o assunto foi um dos temas do 55º Congresso Brasileiro de Educação Médica (Cobem), mês passado, em Porto Alegre (RS). “Esse é um assunto que se discute há anos, desde 1968. E desde 1976 já há estudos científicos no mundo todo falando sobre suicídios entre estudantes de medicina e os residentes (médicos recém-formados que estão se especializando). Grandes revistas norte-americanas e o Jornal de Medicina, lido no mundo todo, publicaram várias matérias sobre isso”, diz.

    Em 1991, levantamento apontou as características dos alunos que tiraram a própria vida: o estudante que quer o melhor desempenho escolar; pessoas mais exigentes; mais propensas a sofrer pressões; pouca tolerância a falhas; quem sente maior culpa pelo que não sabe; aqueles que paralisam diante do medo de errar; quem pensa em abandonar o curso, mas não tem coragem de fazê-lo. Todos esses fatores levam à depressão e ao suicídio.

    Nos artigos científicos, estudantes falam em esgotamento, ansiedade, depressão, internações psiquiátricas, uso de álcool e drogas. Segundo Sérgio Oliveira, este ano se observou aumento maior em comparação com anos anteriores, apesar de números absolutos não terem sido levantados. “Não há estudos quantitativos ou qualitativos  nem uma forma de numerar os casos. Há tentativas de autoextermínio e aquelas em que se consegue atingir o objetivo. Várias tentativas não são computadas. Só vamos saber quando o estudante morre”, diz.

    O médico relata que numa das instituições mais importantes do país, a Universidade de São Paulo (USP), houve este ano um número grande de tentativas de autoextermínio, principalmente entre alunos do 4º ano de medicina, o que levou o assunto ao centro dos debates no Cobem. Entre os motivos, estão as pressões que se multiplicam nessa etapa, quando se aproxima a prova de residência. “O aluno vai escolher a especialização e são poucas vagas. Elas são em número menor que a quantidade de alunos que se formam. O estudante quer se inserir no mercado, já fazendo a especialização de que gosta. E aí vêm as disputas e ele fica mais vulnerável”, afirma o neurocirurgião.

    Para o professor do 6º período de medicina, o salto de casos em 2017 é explicado pelo momento pelo qual o país está passando, de insegurança e instabilidade. “O momento coincide com o em que ele deve decidir o que quer para vida dele. E já estudou por tanto tempo que é muito difícil sair de uma especialidade e ir para outra.”

    Sérgio Oliveira relata ainda que é grande o número de alunos que fazem uso de antidepressivos e, diante de tantas evidências, as instituições têm atuado cada vez mais na tentativa de ajudar os estudantes. Por isso, em toda elas há um núcleo de apoio ao estudante de medicina. Segundo o médico, a chave está no controle emocional.

    “Sempre pergunto aos meus alunos quem foi ao cinema, quem está lendo um livro interessante. Mostro que ele tem que sair, se divertir, ter outros envolvimentos e uma vida pessoal. O fato de estudar muito é só a gota d’água num copo que já está cheio”, avisa. Nesse trabalho multidisciplinar também é fundamental o envolvimento da família: “Quando fala que tem que internar, fazer tratamento, às vezes, a família nega. É chato, mas acontece. O que pesa no futuro médico é a perda da liberdade pessoal. O estudante se isola da família e dos amigos. O tempo dele é para estudo. Por isso, os familiares devem ficar atentos às mudanças de comportamento”.

     

    Fonte EM

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    Roger Campos

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  • ENTREVISTA: Provedor fala do atual momento da Santa Casa de Três Pontas

    ENTREVISTA: Provedor fala do atual momento da Santa Casa de Três Pontas

    O Provedor da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, Michel Renan Simão Castro, concedeu entrevista ao Conexão Três Pontas onde atualizou a situação financeira da entidade, apresentou dados e revelou o que está sendo feito e planejado. Dentre os temas elencados falou sobre uma decisão que mostra um débito da Prefeitura para com o HSFA em decorrência do extrapolamento de atendimentos. O empresário ainda abordou questões políticas, vitais para a recuperação da Santa Casa e também comentou a homenagem feita ao portal Conexão Três Pontas pelos relevantes serviços prestados na divulgação das ações da atual diretoria. Veja o vídeo:

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    Roger Campos

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  • CONEXÃO ESPECIAL SAÚDE: ESPECIALISTA, DRA. CLAUDIA EUGÊNIA ANDRADE, FALA SOBRE ALERGIA

    CONEXÃO ESPECIAL SAÚDE: ESPECIALISTA, DRA. CLAUDIA EUGÊNIA ANDRADE, FALA SOBRE ALERGIA

    O quadro Conexão Especial Saúde (CES) é um canal de informação útil e atual onde o leitor encontrará artigos e entrevistas relevantes com os maiores especialistas de diversas áreas, oferecendo assim mais qualidade de vida e saúde. Nossa entrevistada é a Alergista e Imunologista Dra. Cláudia Eugênia de Oliveira Andrade.

    Pós-Graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Residência Médica e Mestrado), Especialista pela Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, ela é uma das grandes referências no assunto em Minas Gerais:

    Xtp – As crianças são as que mais sofrem com problemas de alergia?

    Dra Cláudia – As alergias podem ocorrer em todas as faixas etárias, sendo que alguns tipos como a alergia alimentar, a dermatite atópica e a asma brônquica são mais comuns nas crianças, e outros tipos como a dermatite de contato e a urticária crônica são mais frequentes nos adultos.

    É importante ressaltar que as alergias estão se tornando cada vez mais frequentes e que, com o aumento da expectativa de vida, isto vale também para os idosos.

    Xtp – Você é uma das mais renomadas alergistas do sul de Minas. Quais serviços você oferece?

    Dra Cláudia – Trabalho nesta especialidade desde 1988 e considero muito importante associar a experiência profissional com uma atualização constante. Na clínica disponibilizamos os Testes Alérgicos de Punctura (com alérgenos inalantes, insetos, alimentos, etc.), Testes de Contato (Patch tests com cosméticos, metais, produtos de limpeza, etc.), Vacinas hipossensibilizantes específicas para alergias e outras (Gripe, Pneumonia, Herpes zoster, HPV, etc.).

    Xtp – Quais as precauções para evitar problemas respiratórios?

    Dra Cláudia – Nas alergias respiratórias a higiene ambiental para afastar o máximo possível os agentes desencadeantes e agravantes da doença é essencial.

    Outros cuidados importantes são: evitar tabagismo ativo e passivo, praticar exercícios físicos aeróbicos regularmente e manter uma alimentação saudável.

    Xtp – Muitos desses problemas são hereditários?

    Dra Cláudia – As alergias ocorrem por causa de uma mistura de fatores herdados geneticamente e fatores ambientais como clima, exposição aos alérgenos, à poluição ambiental, à fumaça de cigarro, a agentes infecciosos, etc. Portanto, a alergia é uma doença multifatorial.

    Xtp – Animais domésticos fazem realmente mal para os alérgicos?

    Dra Cláudia – As alergias mais frequentemente atribuídas a animais provêm de gatos, mas cães, coelhos, cavalos, pássaros e outros também podem causar problemas. Os alérgenos de animais podem estar presentes nas penas, pelos, fragmentos de pele (caspa), saliva, urina e fezes.

    Se a pessoa for comprovadamente alérgica ao animal, este deve ser mantido fora de casa e o contato com o mesmo deve ser restrito. Além disso, o animal e o ambiente devem ser sempre higienizados para remoção dos alérgenos, tanto quanto possível.

    Xtp – Há alimentos que previnem alergias e outros que desencadeiam. Quais?

    Dra Cláudia – Estudos comprovam que a dieta mediterrânea, que privilegia alimentos frescos in natura, vegetais e frutas, grãos integrais, azeite e peixes, diminui o risco de desenvolvimento de rinite alérgica. Outros estudos correlacionam uma maior ingestão de alimentos processados com um risco maior de desenvolver dermatite atópica e também com uma maior gravidade desta doença. Portanto, uma dieta mais natural é a melhor opção.

    Embora qualquer alimento possa causar alergia, cerca de 80% das manifestações de alergia alimentar ocorrem com a ingestão de leite de vaca, ovo de galinha, soja, trigo, amendoim, castanhas, peixes e crustáceos como camarão.

    É importante lembrar que podem haver reações cruzadas entre alimentos semelhantes (exemplo: leite de vaca e de cabra, etc.).

    Também é necessário diferenciar alergia de intolerância alimentar (exemplo: alergia a proteínas do leite e intolerância à lactose, que é o açúcar do leite).

    Xtp – As vacinas são realmente eficazes?

    Dra Cláudia – As vacinas hipossensibilizantes para alergia são o único tratamento capaz de interferir na evolução natural da doença, levando à uma tolerância gradual ao alérgeno contido na vacina. São bastante eficazes nas alergias causadas por ácaros da poeira domiciliar, pólens de plantas e veneno de insetos como formigas, abelhas e vespas.

    As vacinas contra Gripe e as Pneumocócicas são indicadas para portadores de alergia respiratória, principalmente asma, que pode ser agravada por estas doenças. Estas vacinas têm eficácia comprovada há anos. Há muitas informações erradas sobre vacinas nas redes sociais, as chamadas fake news. É importante que as pessoas procurem informações de fontes confiáveis como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e as sociedades de especialidades médicas.

    Xtp – Suas considerações finais:

    Dra Cláudia – O médico especialista em Alergia e Imunologia saberá indicar os testes alérgicos e outros exames necessários para o diagnóstico preciso da alergia, bem como o tratamento mais eficaz para a mesma.

    Serviço

    Clínica Mariel – Av. Prefeito Olinto Reis Campos, 246, Centro, Três Pontas-MG

    Telefones: (35) 3266-1582

    (35) 99889-1582 (Vivo)

    Rua Alferes Joaquim Antônio, 16, sala 701, Vila Pinto, Varginha-MG

    Telefone: (35) 3067-0333

    *Atendimento pela Unimed também em Três Pontas a partir de Setembro próximo.

    Descontos especiais para pacientes que tenham outros convênios.

     

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    Roger Campos

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  • APAE DE TRÊS PONTAS SE TORNA CENTRO ESPECIALIZADO EM REABILITAÇÃO FÍSICA E INTELECTUAL.

    APAE DE TRÊS PONTAS SE TORNA CENTRO ESPECIALIZADO EM REABILITAÇÃO FÍSICA E INTELECTUAL.

    COMO EU FAÇO PARA SER ATENDIDO NO CER II – APAE DE TRÊS PONTAS?

    O Centro Especializado em Reabilitação (CER) é um ponto de atenção ambulatorial especializado em reabilitação, que realiza diagnóstico, tratamento, concessão, adaptação e manutenção de tecnologia assistiva, constituindo-se em referência para a rede de atenção à saúde da pessoa com deficiência no território.

    É organizado a partir da combinação de no mínimo duas modalidades de reabilitação (auditiva, física, intelectual, visual). Habilitado nas modalidades Física e Intelectual, o CER II – APAE de Três Pontas, irá atender às 05 cidades que compõem a microrregião de Saúde de Três Pontas: Três Pontas, Santana da Vargem, Coqueiral, Boa Esperança e Ilicínea, com uma população de cerca de 126 mil habitantes.

    QUEM PODE SER ATENDIDO NA REABILITAÇÃO FÍSICA E INTELECTUAL?

    Pessoas com deficiência nos seguintes serviços:

    REABILITAÇÃO INTELECTUAL

    Pessoas de todas as faixas etárias com Deficiência intelectual e transtornos do espectro do autismo.

    REABILITAÇÃO FÍSICA

    Pessoas de todas as faixas etárias com Deficiência física e alterações neurológicas: doença de Parkinson, Alzheimer e sequelas do acidente vascular cerebral (AVC), amputações e que necessitam de OPM’s – Órteses, Próteses e Meios de mobilidade – O CER II irá fornecer as OPM’s de forma gratuita aos usuários e pessoas ostomizadas –  aquelas que precisaram passar por uma intervenção cirúrgica para fazer no corpo uma abertura ou caminho alternativo de comunicação com o meio exterior, para a saída de fezes ou urina, assim como auxiliar na respiração ou na alimentação. Neonatos de Risco – serão acompanhados por um período de 24 meses os bebês em que as mães passaram por qualquer intercorrência na gestação, ex. pressão alta, diabetes, prematuridade, idade materna, etc.

    QUAIS PROFISSIONAIS VOCÊ ENCONTRA NO CENTRO DE REABILITAÇÃO FÍSICA E INTELECTUAL?

    *Médicos

    *Enfermeiros

    *Fonoaudiólogos

    *Psicólogos

    *Fisioterapeutas

    *Terapeutas Ocupacionais

    *Nutricionistas

    *Assistente Social

    *Pedagogo

    COMO EU FAÇO PARA SER ATENDIDO NO CER II – APAE DE TRÊS PONTAS?

    Qualquer usuário com deficiência intelectual/autismo e física da microrregião de Saúde de Três Pontas pode ser atendido no CER II – APAE de Três Pontas, basta procurar os postos de saúde, Unidade Básica de Saúde – UBS, Policlínicas e agendar uma consulta para a avaliação. Caso o usuário seja elegível para tratamento no Centro, ele será referenciado pela Secretaria Municipal de Saúde do município em questão para reabilitação no CER II – APAE de Três Pontas.

    Fonte Apae

     

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    Roger Campos

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  • POLIO E SARAMPO: EM TRÊS PONTAS A COBERTURA ESTÁ EM 78% SEGUNDO O MINISTÉRIO DA SAÚDE.

    POLIO E SARAMPO: EM TRÊS PONTAS A COBERTURA ESTÁ EM 78% SEGUNDO O MINISTÉRIO DA SAÚDE.

    Apenas 62 de 163 municípios do Sul de Minas atingiram meta de vacinação contra sarampo e poliomielite.

    Muitas cidades do Sul de Minas ainda lutam para bater a meta de vacinação contra a poliomielite e o sarampo. Das 163 cidades da região, 101 não atingiram a meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde. Ou seja, apenas 62 municípios alcançaram o objetivo. Três Pontas chegou a pouco mais de 78% de cobertura vacinal.

    Liberdade, Ouro Fino e Conceição dos Ouros aparecem na parte mais baixa deste índice, com 56,35%, 57,95% e 62,41% de doses aplicadas respectivamente. Os valores valem são os mesmos para as duas vacinas nestes municípios, conforme dados do próprio ministério.

    Entre as 10 maiores cidades da região, apenas Três Corações atingiu a meta de vacinação.

    Em Alfenas a cobertura gira em torno dos 65%. Lavras tem números na casa dos 77%, Três Pontas com 78,10% e Varginha apresenta índices de 73%, segundo o Ministério da Saúde.

    Para tentar atingir a meta, a Campanha Nacional de Vacinação deve ser estendida até sábado, quando os postos de saúde da região devem abrir para a realização de mais um “Dia D”.

    A meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 95% das 11,2 milhões de crianças independentemente da situação vacinal e criar uma barreira sanitária de proteção da população brasileira. Todas as crianças com idade de 1 até 5 anos devem comparecer nas unidades de saúde – exceto as que já se vacinaram contra as duas doenças nos últimos 30 dias.

    Quem deve ser vacinado?

    Contra a poliomielite: crianças de 1 até 5 anos independentemente de quantas doses já tomou. Em casos de nenhuma dose, será aplicada a Vacina Inativada Poliomielite. Em caso de uma ou mais doses, será aplicada a Vacina Oral Poliomielite, a famosa “gotinha”.

    Contra o sarampo: crianças de 1 até 5 anos independentemente de quantas doses já tomou.

    Não devem ser vacinadas: crianças de 1 até 5 anos que tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • Varginha receberá seu primeiro Hospital Veterinário do Grupo UNIS

    Varginha receberá seu primeiro Hospital Veterinário do Grupo UNIS

    Os animais têm obtido cada vez mais espaço nas questões cotidianas e o respeito a eles é marca de uma sociedade ética que reflete no bem comum de todos. Neste contexto, a saúde dos animais é um tema de grande importância, especialmente porque interfere diretamente na saúde pública. Atendendo às demandas da comunidade no que se refere ao bem-estar animal, o Grupo Educacional Unis iniciou no mês de agosto as obras de conclusão do primeiro Hospital Veterinário de Varginha.

    Com previsão de término para junho de 2019, as obras de conclusão do hospital contam com salas de triagem e antissepsia, sala de doenças infectocontagiosas, consultórios, centros cirúrgico e pós-cirúrgico, centros de esterilização, farmácia, entre outros.

    “A implantação do Hospital Veterinário será um marco importante do ponto de vista acadêmico para o curso de Medicina Veterinária, mas será mais importante ainda para Varginha e região, pois seu funcionamento depende da demanda por assistência à saúde animal”, comentou o Coordenador do curso de Medicina Veterinária, Prof. José Antônio Viana.

    De acordo com o Prof. José, a população terá serviços voltados para os cuidados com a saúde animal, com reflexos diretos na saúde humana e do meio ambiente. “Este é o conceito mais moderno de ‘saúde única”, ressaltou.

    Instalado na Cidade Universitária, o Hospital Veterinário atenderá Varginha e região, oferecendo serviços de atendimento clinico e cirúrgico para pequenos animais, internação, exames de imagem (Raios-X e Ultrassom), dentre outros, além de possibilitar o ensino da prática profissional aos estudantes, beneficiando muito a sociedade em termos de assistência à saúde dos animais.

    Fonte Grupo UNIS

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    Roger Campos

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