Três Pontas é a cidade que mais tem casos suspeitos do vírus da zika no Sul de Minas.
A Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas está investigando 53 casos suspeitos do vírus da zika. Os pacientes tiveram os sintomas da doença, que são muito parecidos com os da dengue, portanto as duas hipóteses são avaliadas. O resultado dos exames deve ficar pronto em até 30 dias.
A família da técnica em enfermagem Ana Paula de Figueiredo foi diagnosticada com suspeita do vírus da zika. Na mesma semana, ela, o filho, a mãe e o pai dela tiveram que fazer o exame para confirmar a suspeita, e agora, vivem momentos de angústia e ansiedade. “Dá medo, porque dá muitas sequelas. Uma delas é a Síndrome de Guillain-Barré, que é o mais me preocupa no momento”, comenta.
O problema é que os sintomas do vírus da zika são muito parecidos com os da dengue. Com dor de cabeça, dores no corpo e a pele manchada de vermelho, o estudante Luiz Henrique Figueiredo Seixas estava certo que era dengue. “Me assustou [o diagnóstico], porque ninguém quer ter isso. É ruim esperar [o resultado], porque a gente fica preocupado demais”, conta.
Atualmente, Três Pontas é a cidade que mais tem casos suspeitos do vírus da zika no Sul de Minas.
No ano passado, foram registrados 1.953 casos de dengue em Três Pontas, entre suspeitas, notificações e casos confirmados. Desde o início deste ano, a cidade já registrou 145 notificações. Desses, cinco foram confirmados como de dengue.
Nos casos de vírus da zika, a suspeita surge a partir da análise clínica do paciente feita pelo médico. “Nós não temos este alarde que as pessoas estão fazendo. Sem exame de laboratório, é impossível dizer que ela está com [a doença]. Nós não temos como tratar da pessoa sem [este exame], e por isso nós estamos encaminhando todos os pacientes pra este exame”, explica o prefeito da cidade, Paulo Luis Rabelo (PPS).
Sintomas
Os principais sintomas da doença provocada pelo vírus da zika são febre intermitente, erupções na pele, coceira e dor muscular. A evolução da doença costuma ser benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente em um período de 3 até 7 dias. O quadro de zika é muito menos agressivo que o da dengue, por exemplo.
Tratamento
Não há vacina nem tratamento específico para a doença. Segundo informações do Ministério da Saúde, os casos devem ser tratados com o uso de paracetamol ou dipirona para controle da febre e da dor. Assim como na dengue, o uso de ácido acetilsalicílico (aspirina) deve ser evitado por causa do risco aumentado de hemorragias.
(Com informações do G1 Sul de Minas)
*O Conexão Três Pontas está preparando uma reportagem aprofundada e especial sobre a dengue em Três Pontas. Não percam!
A última etapa de testes da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan começou nesta segunda-feira (22) com o cadastro de 2.000 voluntários no Estado de São Paulo. Para esta terceira parte são necessárias 17 mil pessoas de 2 a 59 anos dispostas a passar pelos testes clínicos, já aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
O cadastro de voluntários começa na capital paulista, mas será estendido progressivamente a outros quinze centros médicos do país até que o número total seja atingido. Ao todo, são treze cidades de doze Estados. Segundo o Ministério da Saúde, serão investidos R$ 100 milhões nos próximos dois anos para o desenvolvimento do estudo.
Depois deste teste, a vacina deve ser protocolada na Anvisa, órgão que avalia a qualidade, eficácia e segurança do produto. A previsão é que as doses estejam disponíveis nos postos de saúde em dois anos.
Nas fases anteriores, a vacina, feita com o próprio vírus da dengue atenuado, mostrou mais de 90% de eficácia contra os quatro subtipos de vírus da dengue com apenas uma dose.
Como funcionam os testes?
Segundo o infectologista Esper Kallas, coordenador dos testes da vacina e professor da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), a proposta desta fase é chegar o mais próximo possível de uma simulação da vida real, mas considerando que o objetivo primário da pesquisa é a segurança.
Depois que o paciente é vacinado, os pesquisadores observarão as reações: se ele terá dor no local da injeção, febre ou manchas leves na pele (efeitos colaterais previstos e considerados comuns para esse tipo de procedimento) ou algum sintoma que venha a ser relatado posteriormente.
Na fase três, o que se busca é a comprovação de que a pessoa vacinada está protegida contra a infecção, mas Kallas não quis dar detalhes dos riscos ou benefícios do voluntariado.
Os testes para a vacina contra a dengue do Butantan passaram por outras duas etapas desde que a pesquisa começou, em 2013. Na fase 1, os pesquisadores provaram que ela estava apta a ser aplicada em humanos. Na fase 2, provou-se a capacidade de a vacina em estimular o sistema imunológico para a produção de anticorpos. Antes dessas fases, houve estudos pré-clínicos em animais.
Posso ser voluntário?
A escolha dos voluntários segue um protocolo aprovado pelos comitês de ética dos parceiros envolvidos na pesquisa da vacina (Instituto Butantan, Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, Instituto Adolfo Lutz e Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP), além da Anvisa e do Ministério da Saúde.
A participação é consentida: o voluntário assina um termo, que explica o protocolo a ser seguido, os riscos e benefícios. “E a decisão de ficar ou sair, a hora em que ele quiser, é dele”, diz o coordenador. “Da parte dos pesquisadores, buscamos garantir a melhor informação possível a esses pacientes porque, afinal, não queremos perder a confiança daqueles que mais confiaram em nós.”
Após a assinatura do acordo, o paciente passa por avaliação clínica e precisa ser aprovado. O primeiro critério é a idade –serão grupos de 2 a 6 anos, 7 a 17 anos e 18 a 59 anos. O segundo é o estado geral de saúde.
Não são aceitos pacientes que tomam altas doses de corticoide, sofrem de doenças crônicas, como câncer, ou estão em tratamento quimioterápico ou para transplante de medula óssea. Grávidas, lactantes ou mulher que desejem engravidar perto da fase de testes também são excluídas.
O voluntário precisa estar ciente que se encontrará com os pesquisadores durante um tempo – serão nove visitas em cinco anos de acompanhamento.
Se aprovado, ele passa por coleta de sangue e recebe um diário para anotar as percepções após tomar a vacina – o que deve acontecer já no mês que vem.
Voluntário ganha para participar?
Não. Segundo Kallas, é proibido no Brasil pagar pela participação de voluntários neste tipo de pesquisa. No entanto, os pacientes recebem ajuda de custo para transporte, quando visitas são necessárias, e para alimentação.
Quem já participou, pode participar de novo?
Sim. “Em geral, as fases 1, 2 e 3 têm grupos diferentes de voluntários, mas eventualmente pode acontecer de repetir gente, sim, se essa for a vontade do paciente e se ele se encaixar novamente nos fatores de inclusão”, explicou o coordenador.
Por que participar?
“Essa é uma chance realmente efetiva de se fazer algo pela sociedade”, defende Kallas. “Ninguém que entra nisso o faz para melhorar a própria aparência ou por outra razão do tipo. Faz por puro altruísmo.”
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, dos 2 mil voluntários de São Paulo, já foram obtidos, 1,2 mil foram recrutados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Os interessados ainda podem procurar o SAC do Butantan pelo e-mail [email protected].
(Com informações do Bol)
*O Conexão Três Pontas está preparando uma reportagem aprofundada e especial sobre a Dengue em Três Pontas. Não percam!
Falta de apoio e a busca pelo Alvará de Funcionamento travam o trabalho dos Anjos.
Demorou, precisou de muita “briga”, pedidos constantes de ajuda e intervenção e até o Conexão Três Pontas vestiu a camisa, cobrando em suas páginas, para que os abnegados Anjos Socorristas Voluntários pudessem ser oficialmente reconhecidos. E foi isso que aconteceu na última reunião da Câmara Municipal de Três Pontas, realizada na segunda-feira (15).
O projeto foi criado pela Mesa Diretora da Câmara de vereadores e acabou, claro, sendo aprovado por unanimidade.
Em suas falas, diversos vereadores reconheceram a importância e a qualidade do serviço prestado pelos Anjos Socorristas, que estiveram no Plenário acompanhando a votação.
Agora, o projeto seguirá para sanção do prefeito Paulo Luis Rabello.
Anjos Socorristas Voluntários
As atividades começaram em 2014 e já possuem CNPJ e sede própria. Conta com veículo e todos os requisitos necessários para atender bem, ajudando a única viatura do SAMU existente na cidade a salvar vidas, socorrendo vítimas de acidente de trânsito, domésticos e também em empresas.
Nós conversamos com o socorrista Frederico Alexandre Ribeiro, o Freddy. Ele falou das dificuldades que a equipe de socorristas vem passando:
O socorrista Freddy é o líder dos Anjos e tem lutado incansavelmente para ter o reconhecimento e autorização para voltar a salvar vidas.
“Nós estamos enfrentando muitas dificuldades principalmente por falta de apoio. Precisamos de apoio político da cidade, dos comerciantes, dos empresários e da população de uma forma geral. Como pessoas físicas nós continuamos ajudando, porém como instituição nos falta recursos. Precisamos de material, um veículo específico, combustível, etc. temos a mão de obra, mas estamos sem recursos. Por isso espero realmente que a Câmara e o Executivo vejam a necessidade do nosso município e o trabalho que desempenhamos. Estamos em busca do nosso Alvará de Funcionamento e isso depende da Câmara e da Prefeitura”, pontuou.
Os Anjos Socorristas Voluntários existem há quase 2 anos e contam atualmente com 12 membros.
A Fundação Hemominas pede ajuda para manter o estoque de sangue no Estado. Atualmente, as reservas em todos os hemocentros de Minas Gerais estão 11% abaixo do ideal. A situação é mais preocupante ainda em relação aos tipos sanguíneos O positivo e negativo.
O porteiro Júlio César Gomes, morador de Belo Horizonte, foi às ruas festejar solidariedade no Carnaval deste ano. Na quarta-feira de cinzas, o voluntário, natural de Nova Belém, na região do Rio Doce, finalizou a festa no hemocentro da capital. “Sou doador há mais de três anos. Vou o máximo possível ao longo do ano, para fazer a minha parte”, conta Júlio, que, atualmente, é doador fidelizado da Fundação Hemominas.
Voluntários como Júlio, no entanto, continuam sendo poucos nos períodos de férias e de festividades. Tradicionalmente, esses intervalos contribuem para a redução significativa nos bancos de sangue. “O estoque em todo o estado está 11% abaixo do ideal, uma situação bastante preocupante. Estamos, inclusive, com baixas de cerca de 40% na reserva do tipo sanguíneo O- e de 30% do tipo O+. Em situações de emergência, o sangue O- é muito importante nos casos em que pessoas chegam aos hospitais sangrando muito”, explica a gerente de captação da Fundação Hemominas, Heloísa Gontijo.
Na manhã deste sábado, (30 de janeiro) o Interact Club de Três Pontas, clube filiado ao Rotary Club, promoveu um brechó na Praça Tristão Nogueira em Três Pontas. O evento contou com show ao vivo, pintura para crianças e algodão doce grátis. Também foi realizado um bazar, em que todas as peças estiveram a um valor mínimo de 3,00, em que a partir desse valor a pessoa poderia dar a quantia que quiser na roupa.
A ação foi em prol da trespontana Danielem Oliveira, de 18 anos, que fará uma cirurgia detalhada e necessita de verba para a realização da mesma e para pagar as despesas médicas. Todo dinheiro arrecadado foi enviado para ela.
O evento ocorreu das 9 da manhã ao meio dia. Membros do clube de serviço também pediram dinheiro no trânsito.
ENTENDA O CASO
Um pai desesperado em busca de socorro para sua filha. Essa tem sido a rotina recente do comerciante José Vicente em Três Pontas. É que sua filha Danielem Oliveira, de 18 anos, se submeteu a uma cirurgia recentemente e infelizmente não teve o sucesso que se esperava. A jovem terá que passar por outras cirurgias e as despesas serão altas, fora da capacidade financeira desse pai. O próprio José Vicente entrou em contato conosco pedindo a ajuda do Conexão Três Pontas.
De acordo com José Vicente a família e amigos decidiram fazer a chamada “Rifa do Bem”, que terá como prêmio um smartfone. O número custa apenas R$10,00. Quem quiser a rifa pode ir até a loja Gospel do comerciante José Vicente, localizada na Rua Marechal Rondon, em frente a Loja IM, ou então entrar em contato com Keila Oliveira em sua página no facebook.
“A operação da minha filha não correu bem e estou levando ela pra Alfenas e lá é tudo particular. Preciso da ajuda do Conexão Três Pontas e de seus leitores para me ajudar a salvar minha filha, comprando essa rifa. Peço que me socorram. Que Deus possa abençoar vocês todos”, desabafou o pai de Danielem.
José Vicente deu mais detalhes sobre o procedimento cirúrgico de sua filha:
“Ela fez a operação pra tirar pedras no fígado, só que não correu como se esperava e teve que remover pra outro hospital e é particular porque o SUS não cobre este tipo de operação.
Estou aqui com o coração apertado, sufocado, todos sabem como lutei pra conseguir uma vaga pra minha filha operar, só que infelizmente não foi possível retirar as pedras do fígado. Agora vão mandar ela pra outro hospital e fazer outra operação e tem que ser tudo particular. Peço as orações dos meus amigos. Estou sofrendo muito por ver minha filha como vi e sem poder fazer nada porque estou sem dinheiro no momento. Mas creio em Deus que Ele não vai me desamparar”, concluiu.
Muitos amigos entraram nessa corrente e criaram a página Fazer o Bem faz Bem. O Conexão Três Pontas também está abraçando essa causa e pede para que seus leitores se solidarizem e ajudem a salvar a jovem Danielem Oliveira.
Quem puder depositar qualquer quantia em dinheiro siga as informações abaixo:
José Vicente de Jesus Oliveira
Banco Bradesco
agência 1386
conta 9197-9
Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone: (35) 9 9937-6766, falar com José Vicente.
Romeu, de 59 anos, resolveu agir por conta própria contra o Aedes Aegypti
Trinta e oito cidades das regiões de Campinas e Piracicaba (SP) confirmaram ações para o 1º Mutirão Regional de Combate ao Mosquito Aedes aegypti, que transmite doenças graves como a dengue, febre amarela, chikungunya e zika vírus. O projeto prevê uma ação conjunta e coordenada que mobilizará poder público e sociedade para uma ação efetiva de conscientização e limpeza urbana marcada para o dia 30 de janeiro. Aqui no sul de Minas, muitas cidades também, estão realizando ações contra o mosquito. E em Três Pontas, apesar de não ter havido uma iniciativa oficial do poder público municipal, um senhor de 59 anos de idade, ex-agente de saúde e atualmente um “combatente solitário” contra o Aedes Aegypti, resolveu, com a cara e a coragem fazer sozinho um trabalho de conscientização na Praça Tristão Nogueira, sem a ajuda de ninguém. Um belo exemplo de cidadão que chamou a atenção da reportagem do Conexão Três Pontas.
Romeu Fagundes da Silva é ex-agente de saúde, função que exerceu por 16 anos. Ele conta que já viu de tudo e lembra que a situação está cada vez pior quando o assunto é a dengue e as novas doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti. Ele disse ao Conexão que chegou a conversar na Prefeitura sobre a necessidade de fazer esse trabalho de conscientização hoje, mas diante da resposta negativa, arregaçou as mangas e mesmo sozinho levou informação para os trespontanos na rua.
“Primeiramente eu sou uma pessoa que gosta que fazer esse tipo de trabalho, me sinto bem sabendo que estou ajudando a população. Agora com essas novas doenças a situação está cada mais grave. Eu estou aqui como voluntário. Fui na Prefeitura pra ver se eles iriam fazer alguma coisa, mas como falaram que não teria nada, resolvi fazer como voluntário por minha conta.
Muita gente já parou aqui pedindo informações. Felizmente esse trabalho está tendo uma boa repercussão. Coloquei um som com a música contra a dengue, distribuo panfletos, mostro a evolução do mosquito, explico sobre a doença e sobre como evitar o acúmulo de água parada. Muita gente mesmo passou hoje aqui na minha tenda. Há muita falta de conscientização, lotes e terrenos sujos, as pessoas não colaboram. Numa desovada um mosquito, que vive 35 dias, gera 240 ovos. E cada mosquito pica em média 320 pessoas. Portanto a situação é critica e peço aos trespontanos que tomem cuidado com a proliferação do mosquito. Cuidado com vasos de plantas, com água parada em todos os lugares. Precisamos agir. Não adianta ficar apenas cobrando das autoridades, cada um tem que fazer sua parte”, explicou o ex-agente.
Romeu iniciou seu trabalho voluntário ás 9 horas da manhã e encerrará agora ás 16 horas. Esse “combatente solitário” é mais um grande exemplo de ação em favor da coletividade. Merece nossos aplausos e reconhecimento. Que cada um faça a sua parte, porque se o vizinho deixa sua casa com água parada, toda rua acaba estando em risco. É um trabalho que depende de todos nós.
A iniciativa do mutirão contra a dengue em diversas cidades é da EPTV, afiliada da TV Globo no interior de São Paulo e Sul de Minas Gerais, que pretende com o projeto envolver prefeituras e parceiros mobilizados nas cidades das áreas de cobertura pelas emissoras de Campinas, Ribeirão Preto (SP), São Carlos (SP) e Varginha (MG).
Saúde pública
O secretário de Saúde de Campinas, Cármino Antonio de Souza, destacou que o combate ao mosquito Aedes aegypti é, atualmente, o maior problema de saúde pública do mundo e que as doenças transmitidas pelo inseto têm sido relatadas em diversas regiões do planeta.
“Um dos grandes desafios é manter uma comunicação eficiente com a população, para que haja engajamento, do contrário ficamos com sensação de enxugar gelo”, explicou o secretário ao se referir às diversas estratégias adotadas por aquela prefeitura. Neste sábado foram confirmados casos de Zika no Reino Unido e nos Estados Unidos.
“Estou sofrendo muito por ver minha filha como vi e sem poder fazer nada porque estou sem dinheiro no momento…”
Um pai desesperado em busca de socorro para sua filha. Essa tem sido a rotina recente do comerciante José Vicente em Três Pontas. É que sua filha Danielem Oliveira, de 18 anos, se submeteu a uma cirurgia recentemente e infelizmente não teve o sucesso que se esperava. A jovem terá que passar por outras cirurgias e as despesas serão altas, fora da capacidade financeira desse pai. O próprio José Vicente entrou em contato conosco pedindo a ajuda do Conexão Três Pontas.
De acordo com José Vicente a família e amigos decidiram fazer a chamada “Rifa do Bem”, que terá como prêmio um smartfone. O número custa apenas R$10,00. Quem quiser a rifa pode ir até a loja Gospel do comerciante José Vicente, localizada na Rua Marechal Rondon, em frente a Loja IM, ou então entrar em contato com Keila Oliveira em sua página no facebook.
“A operação da minha filha não correu bem e estou levando ela pra Alfenas e lá é tudo particular. Preciso da ajuda do Conexão Três Pontas e de seus leitores para me ajudar a salvar minha filha, comprando essa rifa. Peço que me socorram. Que Deus possa abençoar vocês todos”, desabafou o pai de Danielem.
José Vicente deu mais detalhes sobre o procedimento cirúrgico de sua filha:
“Ela fez a operação pra tirar pedras no fígado, só que não correu como se esperava e teve que remover pra outro hospital e é particular porque o SUS não cobre este tipo de operação.
Estou aqui com o coração apertado, sufocado, todos sabem como lutei pra conseguir uma vaga pra minha filha operar, só que infelizmente não foi possível retirar as pedras do fígado. Agora vão mandar ela pra outro hospital e fazer outra operação e tem que ser tudo particular. Peço as orações dos meus amigos. Estou sofrendo muito por ver minha filha como vi e sem poder fazer nada porque estou sem dinheiro no momento. Mas creio em Deus que Ele não vai me desamparar”, concluiu.
Muitos amigos entraram nessa corrente e criaram a página Fazer o Bem faz Bem. O Conexão Três Pontas também está abraçando essa causa e pede para que seus leitores se solidarizem e ajudem a salvar a jovem Danielem Oliveira.
Quem puder depositar qualquer quantia em dinheiro siga as informações abaixo:
José Vicente de Jesus Oliveira
Banco Bradesco
agência 1386
conta 9197-9
Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone: (35) 9 9937-6766, falar com José Vicente.
E que essa história possa terminar com um final feliz, com a linda imagem de um pai feliz abraçando sua filha curada…
Por indicação da deputada Geisa Teixeira, a Santa Casa de Misericórdia de São Francisco de Assis, de Três Pontas, será beneficiada com R$ 600 mil para compra de medicamentos e material cirúrgico.
Foto ilustrativa
A assinatura do convênio que libera o recurso ocorreu nesta quinta-feira, 14, na Cidade Administrativa, e contou com a participação do provedor da Santa Casa, Mario Reis de Oliveira, do administrador do hospital, Volnei Reis Figueiredo e dos vereadores Francisco Botrel Azarias (Três Pontas) e Emerson Araújo (Santana da Vargem).
Mario Reis celebrou a liberação dos recursos. “Todas as Santa Casas atravessam dificuldades, então essa verba é muito bem vinda. Agora podemos destinar recursos do hospital para outros fins que não a compra de medicamentos”, disse.
O diretor da Santa Casa de Três Pontas, Mário Reis de Oliveira
O vereador de Santana da Vargem, Emerson Araújo, também destacou o apoio de Geisa à saúde da região. “Não temos hospital em Santana e, quando é preciso, usamos o de Três Pontas, então é muito importante esse apoio”, afirmou.
O município de Santana da Vargem, por sua vez, também foi beneficiado com a liberação de R$ 30 mil para a Unidade Básica de Saúde (UBS) da cidade, outra iniciativa da deputada Geisa Teixeira. O prefeito Vitor Donizetti Siqueira assinou o convênio que destinará o dinheiro para aquisição de equipamentos e mobiliário para a sala de fisioterapia da UBS.
“É a primeira vez que vai ter sala de fisioterapia em Santana da Vargem. Eu havia conversado com a secretária de Saúde (Jorgelane Talma Caires Miranda) e ela disse que o mais importante era a sala de fisioterapia. Fiz o pedido pra Geisa e, agora, conseguimos o dinheiro”, explicou o vereador Emerson Araújo.
(Com informações da deputada Geisa Teixeira – Facebook)
Na tarde desta quinta-feira (07), o Prefeito Municipal de Três Pontas esteve em Belo Horizonte para assinar um convênio que possibilitará a compra de mobiliário para as Unidades Básicas de Saúde. O evento aconteceu com a presença da Deputada Estadual Geisa Teixeira, que disponibilizou a emenda parlamentar.
O acordo trará para a cidade R$ 60 mil que serão utilizados na compra de novos itens para o mobiliário dos postos de saúde. Entre eles balanças pediátricas e antropométricas, cadeiras de rodas adultas, mesa para exames, nebulizadores, cadeiras, biombos e outros – totalizando mais de 160 itens.
Os recursos do convênio 3366/2015 vêm com uma ajuda de uma emenda da Deputada Estadual Geisa Teixeira. Recentemente a parlamentar também destinou R$ 170 mil em verbas para a Santa Casa de Misericórdia de Três Pontas.
(Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas)
Enquanto muitos trespontanos se mostram preocupados com os casos de Dengue para este ano de 2016, algumas pessoas parecem viver no mundo da lua, estão alienadas aos riscos e acabam colocando em risco não apenas a própria saúde, mas de toda família e comunidade. Um caso suspeito de rubéola também está sendo investigado e as últimas informações podem até mudar o diagnóstico para Zika vírus, de acordo com informações de profissionais ligados à saúde e ao Laboratório Municipal que preferiram não se identificar.
Uma mulher trespontana, residente no Bairro Vila Marilena, local onde muitos casos de Dengue foram notificados em 2015 e que, parece, já sofre com esse fantasma novamente, realizou exame de sangue hoje no Laboratório Municipal. As primeiras suspeitas seriam de Rubéola, mas o diagnóstico, de acordo com os sintomas podem mudar pra Dengue ou para o Zika vírus. É necessário aguardar o resultado do exame para definir qual doença essa mulher contraiu.
Autoridades de saúde do Município estão preocupadas com a situação e realizando diversas atividades, como o conhecido fumacê, além de campanhas de conscientização, visitas nas casas, entre outras. A situação realmente preocupa já que muitos casos suspeitos estão chegando ao conhecimento dos órgãos de saúde todos os dias. Notificações constantes aos proprietários de lotes e terrenos sujos, onde se prolifera o mosquito transmissor.
O pedreiro Antonio Carlos não resistiu às complicações da Dengue.
Um homem de 57 morreu em Três Pontas em março de 2015 por contra da Dengue. Se não houver uma grande conscientização, somada a um trabalho maciço dos órgãos de saúde, viveremos um caos na saúde já nos próximos dias.
De acordo com moradores, nesta quinta-feira, foi realizado um grande fumacê na Vila Marilena, através da Secretaria Municipal de Saúde, da Prefeitura Municipal de Três Pontas.
Ao se deparar com um terreno sujo, possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, procure a Secretaria Municipal de Saúde e denuncie. O mosquito criado pelo vizinho pode matar você!
ZIKA VÍRUS
Os sintomas do Zika vírus incluem febre, dor nas articulações e músculos, além de conjuntivite e manchas vermelhas na pele. A doença é transmitida pelo mesmo mosquito da dengue, e os sintomas normalmente surgem 10 dias após a picada.
O Zika vírus não é contagioso, e por isso não passa de uma pessoa para outra. A única forma de pegar esta doença é sendo picado pelo mosquito. No entanto, se um mosquito que não tem o Zika vírus picar uma pessoa que está com Zika, ele é contaminado e começa a passar a doença para outras pessoas através de sua picada.
Os sintomas do Zika vírus são semelhantes aos da Dengue, porém, o Zika vírus é mais fraco e por isso, os sintomas são mais leves e desaparecem entre 4 a 7 dias, porém é importante ir ao médico para confirmar se realmente está com Zika.
Inicialmente, os sintomas podem ser confundidos com uma simples gripe, provocando:
Febre, entre 37,8°C e 38,5°C;
Dor nas articulações, principalmente das mãos e pés;
Dor nos músculos do corpo;
Dor de cabeça, que se localiza principalmente atrás dos olhos;
Febre
Dor nas articulações
Dor de cabeça
Conjuntivite, que é uma inflamação do olho e que provoca cor avermelhada dos olhos, sensação de picada que leva a lacrimejar, inchaço das pálpebras e secreção amarela;
Hipersensibilidade nos olhos, e maior sensibilidade à luz do dia;
Manchas vermelhas na pele, que iniciam na face e que se podem espalhar pelo corpo e, que podem ser confundidas com sarampo;
Cansaço físico e mental.
Dor na barriga
Manchas vermelhas na pele
Além destes sintomas, também pode-se observar, com menos frequência, problemas digestivos, como dor no abdômen, náuseas, vômitos, diarreia ou prisão de ventre, aftas e coceira pelo corpo.
Microcefalia
O vírus pode passar de mãe para filho durante a gravidez provocando um grave doença chamada microcefalia, mas também existe a suspeita de que o Zika possa ser transmitido através do leite materno, fazendo com que o bebê desenvolva os sintomas de Zika e também através do contato íntimo sem camisinha, mas estas hipóteses não estão confirmadas e parecem ser muito raras.
Se estiver grávida ou amamentando fale com o médico e siga todas as suas orientações.
O Zika vírus é da mesma família dos causadores da Dengue e da Febre Chikungunya, causando sintomas semelhantes, porém menos intensos, mas suas consequências podem ser muito graves.
O tratamento para Zika vírus é muito semelhante ao da dengue, no entanto, em caso de Zika vírus, o médico pode indicar:
Tomar remédios para dor e febre, como Paracetamol ou Dipirona, de 8 em 8 horas;
Tomar anti-infamatórios, como Ibuprofeno, de 8 em 8 horas, para diminuir as dores nas articulações e nos músculos;
Aplicar um colírio nos olhos 3 a 6 vezes ao dia, como os lubrificantes
Usar remédios anti-alérgicos, como Loratadina, Cetirizina ou Hidroxizina.
Além dos remédios, é importante descansar durante 7 dias e fazer uma alimentação rica em vitaminas e minerais, além de beber muita água, para se recuperar mais rápido.
Os remédios que contém ácido acetil salicílico não devem ser utilizados, assim como ocorre em caso de dengue, porque eles podem aumentar o risco de hemorragias. Veja exemplos de remédios contraindicados nessas duas doenças em: Remédios para dengue.
RUBÉOLA
Rubéola, também conhecida como sarampo alemão, é uma infecção contagiosa causada por vírus e caracterizada por erupções vermelhas na pele.
A rubéola é causada pelo vírus Rubella vírus e é transmitida de pessoa para pessoa, por meio do espirro ou tosse, sendo altamente contagiosa. Uma pessoa com rubéola pode transmitir a doença a outras pessoas desde uma semana antes do início da erupção até uma a duas semanas depois de seu desaparecimento. Ou seja, uma pessoa pode transmitir a doença antes mesmo de saber que tem rubéola.
A doença também pode ser congênita, podendo ser transmitida de mãe para filho ainda durante a gravidez.
Ter contato próximo com uma pessoa infectada com rubéola é um grande fator de risco para o contágio.
Não tomar a vacina tríplice viral, que age também contra o sarampo e a caxumba, pode tornar a pessoa vulnerável ao vírus causador da rubéola.
Recém-nascidos costumam ser a faixa etária de maior risco, uma vez que ainda não foram vacinados contra a doença. Os adultos, por outro lado, não estão livres da rubéola só porque foram vacinados. Pode acontecer de a vacina perder a eficácia e deixar de proteger a pessoa completamente, por isso é recomendável que se tome um reforço da vacina alguns anos após a primeira dose.
Os principais sintomas da rubéola costumam ser leves e difíceis de serem notados, especialmente em crianças. Quando surgem, os sinais da doença demoram geralmente de duas a três semanas após a exposição com o vírus para se manifestar e duram, em média, de dois a três dias. O principal deles é o surgimento de erupções vermelhas pela pele, que aparecem primeiramente no rosto e depois vão se espalhando pelo tronco, braços e pernas. Entre os outros sintomas da rubéola estão:
Febre leve
Dor de cabeça
Congestão nasal
Inflamação nos olhos (avermelhados)
Surgimento de nódulos na região da nuca e atrás das orelhas
Desconforto geral e sensação de mal-estar constante
Dor muscular e nas articulações
Se você tem planos de engravidar, consulte um médico para se informar sobre a vacina contra rubéola. Contrair a doença durante o primeiro trimestre da gestação pode causar sérios riscos à saúde do bebê, podendo inclusive levar à má-formação de órgãos e à interrupção da gravidez. A rubéola, durante a gestação, é a principal causa de surdez congênita.
As erupções na pele causadas pela rubéola se parecem com quaisquer outras erupções provocados por doenças similares, por isso um exame físico não basta para confirmar o diagnóstico. O médico, então, pedirá por exames laboratoriais para ter certeza de que se trata de uma infecção por rubéola.
Um esfregaço nasal ou da garganta pode ser enviado para cultura. Também pode ser feito um exame de sangue para verificar se a pessoa está protegida contra a rubéola. Todas as mulheres com possibilidade de engravidar deveriam fazer esse exame. Se o exame der negativo, elas receberão a vacina.
Não há tratamento disponível para interromper a infecção por rubéola, mas os sintomas são tão leves que o tratamento não costuma ser necessário. No entanto, para evitar a transmissão do vírus para outras pessoas que eventualmente não foram vacinadas ou estão precisando tomar o reforço da vacina, os pacientes devem permanecer em casa durante o período de altas chances de contágio.
Agora, os municípios poderão finalizar o Plano Municipal de Saneamento Básico até 31 de dezembro de 2017.
Foi prorrogado o prazo para a elaboração dos Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB). De acordo com o Decreto nº 8.629/2015, agora o documento deve ser finalizado até 31 de dezembro de 2017. Após essa data, a apresentação do PMSB será condição para acesso a recursos federais destinados a serviços de saneamento básico.
Autoridades do setor disseram que a ampliação do prazo é importante para não prejudicar os municípios, sobretudo, em um momento de crise econômica e política do país. Ao estender o prazo, o decreto vem favorecer a gestão pública do saneamento básico, permitindo o acesso a recursos federais e o investimento na melhoria do setor.
A existência dos planos municipais são ferramentas participativas essenciais ao desenvolvimento sustentável dos mais de cinco mil municípios brasileiros. Os planos estabelecem as diretrizes no horizonte de 20 anos e abrangem quatro áreas: abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem de água pluvial e manejo de resíduos sólidos domiciliares. A partir desse planejamento, o município pode identificar os problemas, diagnosticar demandas de expansão e delimitar as metas, buscando o atendimento da população com qualidade.
Apesar da prorrogação do prazo, é necessário destacar que continua vigente a exigência dos órgãos colegiados de controle social, conforme estabelece o Decreto nº 8.211/14. Desde 01º de janeiro de 2015, os municípios que não instituíram o controle social do saneamento básico, por meio de órgãos colegiados, estão impossibilitados de obter recursos federais destinados ao setor.
Aqui em Três Pontas, a diretora do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), Marisa Basílio, comentou essa prorrogação em sua página oficial na internet:
“Sem novidades e surpresas, a realidade dos planos Municipais já mostrava a tendência de prorrogação. Ótimo para os Municípios que ainda nem começaram a elaborar e tem também todo o direito de obter os recursos para o Saneamento Básico”, comentou a diretora.
PMSB DE TRÊS PONTAS
Reunião de criação da comissão para elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico de Três Pontas, em 2013. (Foto Arquivo Prefeitura Municipal)
A Prefeitura Municipal de Três Pontas juntamente com o SAAE iniciaram o plano de Saneamento Básico – PMSB em 2013. Trata-se de importante mecanismo para conhecimento das carências do Município relativas ao abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo dos resíduos sólidos , limpeza urbana e drenagem pluvial.
Os objetivos do Plano Municipal de Saneamento Básico são: Promover a saúde, a qualidade de vida e de meio ambiente, assim como organizar a gestão e estabelecer as condições para a prestação de serviços de saneamento básico, de forma a que cheguem a todo cidadão, integralmente, sem interrupção e com qualidade.
Os serviços objeto da contratação referenciada tem por objetivo dotar o gestor público Municipal de instrumento de planejamento de curto, médio e longo prazo, de forma a atender as necessidades presentes e futuras de infra-estrutura sanitária do Município. Busca ainda preservar a saúde pública e as condições de salubridade para habitat humano, bem como priorizar a participação da sociedade na gestão de serviços .
Para o início dos trabalhos foi feita a 1ª reunião com os membros do comitê de Coodenação para elaboração do plano e reuniram também os membros do comitê Executivo, no dia 01 de Março de 2013.
A Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, de Três Pontas, recebeu já R$ 170.206,59, para custeio das suas despesas, através da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES/MG), de um total previsto de R$ 600 mil. A liberação dos recursos foi autorizada pelo governador Fernando Pimentel através das Resoluções da SES números 5098 de 09/12/2015 e 5077 de 22/12/2015. A deputada Geisa Teixeira e o vereador Chico Botrel fizeram esta reivindicação ao secretário de Estado de Saúde, Dr Fausto Pereira, em razão da necessidade da manutenção da eficiência dos serviços prestados pela instituição. O restante dos recursos serão liberados em parcelas sucessivas.
“A santas casas são instituições filantrópicas que dependem fundamentalmente de verbas públicas para a sua sobrevivência”, afirma a deputada.
O vereador Chico Botrel também fez gestões para que a verba fosse liberada, ao se reunir com o chefe de gabinete de Odair Cunha, secretario de Estado de Governo, Edson Moura Soares, no último dia 9/12/2015, quando entregou o restante da documentação necessária.
De acordo com a Agência Minas, os recursos fazem parte de saldo remanescente da antiga gestão do Estado encontrados no Fundo Estadual de Saúde no início do ano. Durante todo o ano, a SES e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems) discutiram com os municípios a melhor forma de destinação dos valores, que acrescem aos recursos já destinados pela Secretaria de Estado de Saúde e Governo Federal nos diversos programas existentes.
O resultado contempla 45% dos leitos gerais sem UTI e 69% dos leitos de UTI-SUS do Estado. Metade dos recursos foi destinada conforme o número de diárias da Autorização de Internação Hospitalar (AIH) de média complexidade e a outra metade com base no percentual de incentivo já recebido (programas estaduais e federais) em relação à produção de média complexidade de cada hospital.