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  • SALÁRIOS: Governo de MG anuncia escala para pagamento em outubro

    SALÁRIOS: Governo de MG anuncia escala para pagamento em outubro

    O Governo de Minas Gerais divulgou nesta terça-feira (2) a escala de pagamento de outubro dos servidores do estado, relativa aos salários de setembro.

    Os servidores, ativos e inativos devem receber a primeira parcela do salário, de até R$ 3 mil, no dia 11. A segunda parcela será paga, de acordo com o governo, no dia 26.

    Ainda conforme o Executivo estadual, as datas foram acordadas em reunião com a Comissão de Acompanhamento da Folha de Pessoal.

    Parcelamento desde 2016

    Por causa da crise financeira, desde 2016, o governo de Minas Gerais vem pagando o funcionalismo público de forma escalonada, em até três parcelas. Em alguns meses, no entanto, as parcelas não têm sido depositadas de acordo com o calendário do próprio Governo. Isso aconteceu em julho, gerando reclamação dos trabalhadores, e também no mês de agosto.

    Devido aos atrasos, servidores têm feito protestos na Cidade Administrativa, sede do Executivo mineiro.

     

    Fonte G1 Sul de Minas

     

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    Roger Campos

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  • Justiça Eleitoral esclarece boato sobre voto incompleto ou parcial.

    Justiça Eleitoral esclarece boato sobre voto incompleto ou parcial.

    Mensagem falsa de WhatsApp falava em anulação de voto em caso de escolher candidato para apenas um cargo.

    A Justiça Eleitoral alerta que os eleitores devem votar em todos os cargos, ainda que anule ou voteem branco. Oeleitor pode votar em um candidato, em branco ou nulo para o cargo que quiser, não há nenhuma restrição para isso. Não existe a figura do “voto parcial”.

    Porém, se houver alguma eventualidade (a pessoa passar mal, por exemplo) e o eleitor tiver votado apenas no primeiro cargo (deputado federal), o voto que ele tiver registrado será contabilizado normalmente e os demais que ele não registrar serão considerados nulos. Ao teclar o “confirma”, se efetiva o registro de cada escolha feita pelo eleitor, seja para voto válido, nulo ou branco.

    Também pode acontecer, em casos muito raros, de uma urna “travar”. Nessas situações, o voto de um eleitor que estava na metade do procedimento, por exemplo, é reiniciado.

    Simulador de votação

    Há uma ferramenta de orientação aos eleitores que está disponível no site do Tribunal: o simulador de votação. Desenvolvido pelo TSE, o software apresenta uma lista de candidatos e partidos fictícios para cada cargo (Partido dos Esportes, Partido dos Ritmos Musicais, Partido das Profissões, Partido das Festas Populares e Partido do Folclore). O eleitor pode navegar pelos partidos usando as setas para direita e para esquerda no alto da página. Antes de votar no simulador, o usuário deve escolher o turno da eleição que deseja participar: primeiro ou segundo.

    No fim da votação, ou a qualquer momento, o eleitor poderá retornar à página inicial, escolher o turno e reiniciar a votação (basta clicar no link  “nova simulação”). Devido a seu caráter didático, caso o usuário faça um procedimento incorreto durante a votação, o simulador apresentará uma mensagem explicativa e a tela será bloqueada até que ele clique na mensagem apresentada.

    Fonte TRE-MG

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    Roger Campos

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  • O QUE É A SÍNDROME DO PÂNICO? DOENÇA QUE A TOP MODEL GISELE BÜNDCHEN ENFRENTA.

    O QUE É A SÍNDROME DO PÂNICO? DOENÇA QUE A TOP MODEL GISELE BÜNDCHEN ENFRENTA.

    Prestes a lançar uma autobiografia, a modelo Gisele Bündchen conta em seu livro que já teve pensamentos suicidas e sofreu com síndrome do pânico.

    O transtorno, que atinge cerca de 2% da população brasileira, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é caracterizado por crises recorrentes de pânico. Os sintomas incluem taquicardia, suores, tremores, falta de ar, dor no peito, náusea, medo de morrer ou de perder o controle, e pode ser confundido com problemas cardíacos ou Acidente Vascular Cerebral (AVC).

    A crise dura poucos minutos, segundo especialistas. O problema maior do transtorno é viver com o medo. A diferença entre uma crise isolada e o transtorno é a frequência dos sintomas e o quanto eles afetam a vida do paciente.

    “Uma das características da doença é o medo persistente de um novo ataque”, afirma Ana Paula Carvalho, psiquiatra do Hospital da Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). “Chamamos isso de medo do medo.”

    As causas da síndrome do pânico ainda são um mistério para a medicina. Segundo Ana Paula, elas podem ser multifatoriais: estresse, fatores ambientais e hábitos de vida não saudáveis, como fumar e ingerir bebidas alcoólicas.

    “Mais de 50% das pessoas que têm síndrome do pânico também têm outro tipo de transtorno psiquiátrico, como ansiedade ou depressão”, afirma Ana Paula. De acordo com a OMS, 9,3% dos brasileiros têm transtorno de ansiedade. A depressão atinge 5,8% da população.

    Ao todo, transtornos de ansiedade e depressão atingem 332 milhões de pessoas no mundo. Para a OMS, o investimento em tratamento é essencial. Segundo estudo da entidade, de 2016, cada dólar investido em tratamento poderia dar retorno de 4 dólares em termos de melhora de saúde e habilidade de trabalho.

    No Brasil, o investimento público em saúde mental previsto para 2018 é de 1,3 bilhão de reais, segundo o Ministério da Saúde. O atendimento é feito por meio da RAPS (Rede de Atenção Psicossocial). Os principais atendimentos em saúde mental são realizados nos 2.550 Centros de Atenção Psicossocial (Caps) que existem no país.

    A modelo, mundialmente conhecida, Gisele Bundchen, revelou sofrer de síndrome do pânico.

    Tratamento

    Gisele desenvolveu o problema em 2003, após passar por uma turbulência em um avião pequeno. A partir de então, a modelo passou a temer túneis, elevadores e qualquer tipo de lugar fechado.

    Segundo Yuri Busin, psicólogo e diretor do Centro de Atenção à Saúde Mental – Equilíbrio (Casme), esse tipo de temor é comum em quem tem o transtorno. Tanto uma experiência traumática quanto outros problemas de saúde mental podem desencadear a síndrome do pânico.

    O tratamento inclui a psicoterapia e o uso de remédios prescritos. “O medicamento faz a pessoa se sentir bem e a psicoterapia faz ela entender o problema e modificar a forma como ela age”, afirma Busin.

    Durante uma crise, o psicólogo aconselha que a pessoa tente se acalmar. “O melhor é se recolher. Apesar de a sensação ser uma das piores possíveis, ela passa depois de um tempo”, diz Busin.

    A psiquiatra Ana Paula aconselha quem tiver suspeita de síndrome do pânico deve procurar uma avaliação de um especialista o mais rapidamente possível. “O tratamento é longo. Quanto mais cedo a pessoa buscar ajuda, melhor.”

    Fonte Exame

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    Roger Campos

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  • POR DENTRO DO OUTUBRO ROSA: ENTENDA O MÊS DE CAMPANHAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA

    POR DENTRO DO OUTUBRO ROSA: ENTENDA O MÊS DE CAMPANHAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA

    Laços na cor rosa, monumentos importantes coloridos na mesma tonalidade, palestras, prática de corridas e outros exercícios físicos ao ar livre… É comum ver essas ações e simbolismos durante todo o mês de outubro. Mas você já parou para pensar o motivo de eles existirem? Para iniciar a série de reportagens sobre o combate ao câncer de mama, o Conexão Três Pontas resgata a história por trás do Outubro Rosa

    Começou o Outubro Rosa, mês de conscientizar as mulheres sobre a importância da prevenção do câncer de mama, através de campanhas mundiais realizadas por diversas instituições, como hospitais e Organizações Não Governamentais (ONGs). O principal objetivo é incentivar o diagnóstico precoce, aumentando assim as chances de tratamento e cura.

    CORRIDA PELA CURA FOI CRIADA NO TEXAS, NOS ESTADOS UNIDOS

    Em 1982, a norte-americana Nancy Brinker criou a Susan G. Komen Breast Cancer Foundation, uma instituição pensada para cumprir uma promessa feita a sua irmã, Susan, que faleceu dois anos antes lutando contra o câncer de mama. No ano seguinte, a organização criou a primeira Corrida pela Cura em Dallas, no Texas, com cerca de 800 participantes.

    Quase 20 anos depois, em 2002, o instituto contabilizou aproximadamente 1,3 milhões de participantes em centenas de eventos da corrida não só nos EUA como também em outros dois países, de acordo com informações do site oficial da fundação.

    OUTUBRO ROSA AJUDOU A CONCRETIZAR AS AÇÕES NO MÊS DE OUTUBRO

    As iniciativas para conscientização sobre o câncer de mama durante o mês de outubro incentivaram novos projetos e, em 1997, foi criado o evento Pink October, com o objetivo de arrecadar fundos para a Geweke’s Caring for Women Foundation. De uma única corrida, o acontecimento foi expandido para oito novas atividades ao longo dos anos e passou a disponibilizar exames gratuitos e de baixo custo para a população. Pink October ajudou a difundir o costume de decorar os lugares dos eventos com enfeites na cor rosa.

    LAÇO COR-DE-ROSA VIROU SÍMBOLO DA LUTA CONTRA O CÂNCER DE MAMA

    Depois de ser diagnosticada com câncer de mama em 1984, Nancy Brinker ajudou a criar o primeiro mês de conscientização sobre a enfermidade em outubro de 1986 e deu continuidade às corridas pela erradicação da doença. Em 1991, ela distribuiu laços cor-de-rosa durante a Corrida pela Cura realizada na cidade de Nova York para todos os participantes e, a partir dali, o objeto virou símbolo da luta contra o câncer de mama.

    TRÊS PONTAS

    Em Três Pontas, a cada ano, muitas atividades são desenvolvidas por diversas empresas, e também pela Prefeitura Municipal de Três Pontas, através das Secretarias Municipais de Saúde e de Assistência Social, e do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher.

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    Roger Campos

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  • CONSUMO DE ÁLCOOL CAI NO PAÍS, MAS DEVE VOLTAR A SUBIR ATÉ 2025, PREVÊ OMS

    CONSUMO DE ÁLCOOL CAI NO PAÍS, MAS DEVE VOLTAR A SUBIR ATÉ 2025, PREVÊ OMS

    O consumo de bebidas alcoólicas no Brasil sofreu uma queda entre 2010 e 2016, mas ainda é responsável por um número importante de mortes no País. A tendência de redução, porém, corre o risco de ser revertida e aumentar até 2025. Os dados constam de relatório publicado nesta sexta-feira, 21, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em seu levantamento anual do impacto das bebidas alcoólicas no mundo.

    O consumo total de álcool por pessoa no Brasil caiu de, em média, 8,8 litros por ano em 2010 para 7,8 litros em 2016. No mundo, a média é de 6,4 litros por pessoa por ano. Na Europa, continente onde o consumo é o maior, a taxa chega a 9,8 litros. Mas o volume caiu em 10% desde 2010.

    A diferença entre homens e mulheres brasileiras é profunda. Em 2016, um homem bebia no País em média 13 litros de álcool por ano. Entre as mulheres, a média era de apenas 2,4 litros. A cerveja representa 62% de tudo o que é bebido no Brasil. Os destilados respondem por 34% e o vinho por apenas 3%.

    Os últimos dados da OMS indicam que 1,4% da população brasileira era dependente do álcool, 59% afirmaram não terem bebido nos últimos 12 meses e 21%, que nunca bebem. Ainda assim, 6,9% das mortes no Brasil tem uma relação direta com o álcool.

    A OMS estima que medidas de prevenção adotadas nos últimos anos podem influenciado na queda do consumo brasileiro entre 2010 e 2016. Mas considera que a recessão na economia brasileira a partir de 2014 e a estagnação nos anos anteriores podem ter contribuído. O temor da entidade é que essa queda no consumo possa ser revertida até 2025 com uma eventual retomada do crescimento. De acordo com a OMS, há o risco de que a taxa volte a subir para 8,3 litros.

    Para a organização, esse movimento de alta é esperado para o mundo todo nos próximos dez anos. Em todo o planeta, a entidade estima que 3 milhões morrem por ano por doenças ou acidentes relacionados com o álcool. Isso representa uma em cada 20 mortes. Para a entidade, a meta de reduzir o consumo em 10% até 2025 pode não ser atingida, diante do aumento dos índices em vários países, entre eles os das Américas.

    O impacto tem sido maior em locais onde os recursos para saúde são mais escassos. Mais de três quartos dessas mortes ocorrem entre homens. Do total de mortes atribuídas à bebida, 28% estão relacionadas com acidentes ou violência; 21% delas têm relação com desordens digestivas e 19% com doenças cardiovasculares.

    “Um número muito grande ainda de pessoas sofre as consequências do uso do álcool, por violência, acidentes, problemas de saúde mental e doenças como câncer”, disse o diretor-geral da OMS. “Essa é a hora de agir para prevenir essa ameaça séria à sociedade”, disse em coletiva à imprensa.

    Apesar de uma tendência positiva no papel dos estados, a OMS considerada que o número de vítimas é ainda “inaceitavelmente alto” na Europa e Américas. No mundo, a estimativa é que 237 milhões de homens e 46 milhões de mulheres sofrem com desordens relacionadas ao consumo.

    Hoje, 2,3 bilhões de pessoas bebem álcool no mundo, e a taxa supera a marca de 50% nas Américas e Europa. Em média, cada pessoa bebe por dia o equivalente a dois copos de vinho de 150 ml, ou 750 ml de cerveja. Isso representa 33 gramas de álcool puro por dia.

    O que também chama a atenção é que 27% dos adolescentes entre 15 e 19 anos bebem. Na Europa, esse índice chega a 44%. Nas Américas, é de 38%.

    Na avaliação da OMS, governos precisam usar de forma mais proativa impostos sobre as bebidas para salvar vidas, além de promover proibições de publicidade.

    Fonte Exame
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    Roger Campos

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  • DEPRESSÃO: Principal causa de suicídio é vista por muitos como “frescura”.

    DEPRESSÃO: Principal causa de suicídio é vista por muitos como “frescura”.

     

    Mais um caso de suicídio foi registrado em Três Pontas. Conexão faz um alerta: falar sobre a Depressão ajuda a salvar vidas!

    DE ACORDO COM A OMS 15 A CADA 100 PESSOAS COM A DOENÇA DECIDEM PÔR FIM A PRÓPRIA VIDA. SAIBA COMO AJUDAR!

    Para muitos a Depressão é “frescura”, apenas falta de ânimo e coragem, vontade de reagir e fazer as coisas mudarem. Mas não é assim. A Depressão é uma doença muito grave e o doente deve ser tratado com toda atenção, carinho e respeito. O Conexão Três Pontas não noticia esse tipo de ocorrido. Mas devido aos pedidos dos profissionais de saúde mental e da gravidade de uma doença chamada Depressão, trazemos aqui informações importantes.

    O código de conduta do jornalista diz que o suicídio, por ser uma prática de foro íntimo, por não ser um crime (apesar de atentar contra a própria vida), não deve ser noticiado, divulgado em qualquer mídia, também para evitar que sirva de estímulo para que outras pessoas o cometam.

    Casos em Três Pontas têm ligação com a depressão

    Por volta das 16hs30min do dia 15 de outubro de 2016 um vizinho encontrou um homem morto, enforcado, na Rua Potiguares, no bairro Vila Marilena em Três Pontas. A PM foi acionada. Por ética jornalística não damos detalhes sobre casos de suicídio.

    No dia 31 de agosto, no mesmo ano, Três Pontas e Santana da Vargem se comoveram com a morte de uma jovem que teria cometido suicídio. Ela trabalhava em Três Pontas e morava em Santana da Vargem.

    Depois, no dia 17 de novembro de 2016 um homem foi encontrado sem vida, tendo praticado autoextermínio.

    Mais dois casos, praticamente simultâneos, chocaram a população trespontana. O primeiro ocorrido no dia 30 de dezembro de 2017 e o outro um dia depois.

    E nesta quarta-feira, 26 de setembro de 2018, novamente um homem tirou a própria vida em Três Pontas.

    Além desses casos citados há outras inúmeras tentativas que levam pessoas em estado grave ao Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas, com uma crescente frequência.

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    Provavelmente você já conhece ou ouviu falar sobre alguém que enfrentou a depressão. Isso por quê, em todo o mundo, aproximadamente 121 milhões de pessoas sofrem dessa enfermidade, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    A depressão é uma doença grave que, se tratada corretamente, tem cura. Cerca de 60% a 80% dos casos podem ser tratados com medicação e psicoterapia em um atendimento primário. Sendo assim, identificar os sintomas da depressão, entre eles a falta de ânimo para viver, sensibilidade e emoções a flor da pele, distúrbios no sono, e entender a seriedade da situação é o primeiro passo para ajudar a pessoa depressiva a reverter essa situação. São várias as causas da doença, e em muitos casos seu aparecimento está associado a fortes impactos vividos, como perdas, lutos, doenças, conflitos nos relacionamentos, dificuldades ou perdas financeiras.

    Por se tratar de um problema que se agrava aos poucos, é comum que a doença seja diagnosticada em um quadro já avançado, e as vezes, não sendo tratada com a devida importância. O maior problema é que em apenas 30% dos casos os pacientes recebem um tratamento adequado, e o agravamento da doença pode levar a pessoa portadora ao suicídio. De acordo com a OMS, de cada 100 pessoas com depressão, 15 delas decidem colocar fim a própria vida. Nesses casos mais extremos, em que ocorre tentativas de suicídios ou, até mesmo o suicídio, a pessoa diagnosticada não necessariamente deseja pôr fim a própria vida, mas pedir desesperadamente por socorro.

    PROCURAR AJUDA ASSIM QUE IDENTIFICADA A DEPRESSÃO É O PRIMEIRO PASSO PARA CURA

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    Identificar os sintomas da depressão no seu estágio inicial e procurar ajuda especializada é fundamental para que a doença não chegue a um estágio tão avançado a ponto do indivíduo buscar desfechos drásticos como o suicídio.

    Para identificar os sintomas é necessário prestar atenção, principalmente, em sintomas como tristeza e angústia contínuas, sentimento de culpa, e disposição para praticar atividades que antes lhe davam prazer. Alguns sintomas físicos também são identificadores da doença, como alterações no sono, no peso, dores de cabeça e até esquecimentos. Além disso, a pessoa com depressão pode começar a executar algumas atividades que lhe proporcione uma fuga do estado depressivo, como desenvolver vícios em bebidas alcoólicas ou outras drogas.

    Caso seja identificado algum sintoma, é necessário buscar ajuda profissional, como a Clínica Sayão, que identificará o grau da doença e definirá o tratamento adequado. O tratamento da depressão acontece de forma medicamentosa e interdisciplinar. A medicação é definida de acordo com cada caso, e a eficiência é muito alta, com um tempo de ação a partir de duas semanas.

    Além disso existem alguns tratamentos alternativos espirituais, que nada interferem no tratamento clínico, e são muito benéficos principalmente porque, situações de depressão são propícias para enfraquecimento e problemas espirituais, por isso, uma ajuda espiritual experiente pode ajudar na cura do paciente.

    É recomendável também que o paciente pratique atividades físicas, tenha interação social, converse sobre seus problemas com pessoas de confiança e se necessário, reprograme seus hábitos, buscando sempre manter situações e práticas que proporcionem bem estar e recuperação constante da vontade de viver.

     

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    Roger Campos

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  • “NÃO ME DEIXE ME MATAR…” VAMOS FALAR DE DEPRESSÃO AGORA? por Roger Campos

    “NÃO ME DEIXE ME MATAR…” VAMOS FALAR DE DEPRESSÃO AGORA? por Roger Campos

    Vou falar uma coisa muito séria pra vocês hoje! A Depressão não tem cara, não escolhe seus alvos. Não menos destruidora que as drogas, vem corrompendo vidas, dilacerando famílias, comovendo amigos. Ninguém está imune, eu já tive, meu vizinho tem, muitos de vocês ainda terão. E não me venham falar que é frescura. É algo muito sério, triste e preocupante.

    Não dá pra identificar quem tem Depressão. Certamente aquela pessoa que você conversou pela manhã já passou por isso. Aquele outro lá, tem vivido a base de medicamentos. E você não percebeu nada? Aí é que mora o problema!!!

    Foi pra balada ontem, dançou, sorriu, mas tem Depressão…

    Esteve na Missa, no Culto, rezou, ergueu as mãos, mas vive com Depressão…

    Resolveu ir pescar com os amigos, riu das piadas, mas esconde uma Depressão…

    Chamado pelos amigos foi jogar bola, até marcou um gol e foi abraçado, mas se sente solitário, preso numa Depressão…

    Acordou cedo, tomou café, foi trabalhar, cumpriu seus compromissos, mas disfarçou a amargura da Depressão…

    Beijou o marido, abraçou os filhos, foi ao supermercado, escolheu os hortifrútis e voltou pra casa, com Depressão…

    Foi pra escola, encarou os amigos, tentou focar nos estudos, respondeu aos professores, fez várias anotações, apesar da Depressão…

    Deu bom dia, postou um ‘smile’ no whatsapp, agradeceu a gentileza, cumprimentou seus vizinhos, disse boa noite e foi se deitar, atormentada pela Depressão…

    A Depressão é maquiavélica, pois não ‘dá as caras’. Ela, covardemente se esconde na alma de sua vítima e vai, pouco a pouco, minando suas forças, suas esperanças, suas vontades…

    Aí já não se tem vontade de sair, de ir trabalhar, de ver as pessoas, de conversar, de tomar banho, de comer. A cama é a companhia fiel, o quarto é o refúgio, o sono é a anestesia da alma. Nem falar queremos mais, a coragem sumiu, as forças se vão, a fé sucumbiu…

    Mal conseguimos, vítimas da Depressão, avisar que estamos deprimidos, não gritamos, não pedimos socorro, não encontramos o caminho, não vivemos mais. Não queremos mais viver. Definhamos, um dia após o outro, no silêncio do desespero, na tristeza profunda do nosso olhar perdido, na ânsia de desistir, de colocar um ponto final.

    E isso não é covardia, não é frescura, não é fraqueza, não é castigo… É uma doença gravíssima, que mata tanto quanto o câncer, quantos as armas de fogo, quanto os ataques do coração. A única esperança do depressivo é que a família, aquele que está do lado, entenda, compreenda e estenda a mão, salve sem julgar, sem condenar à revelia.

    A pessoa com Depressão, no seu grau mais desesperador, não tem mais vontade ou razão para viver. É isso que ela pensa e sente. O corpo quer descanso e a alma quer paz. Assim, acham que a morte trará um frescor, um alívio imediato e eterno.

    O Código de Ética do Jornalismo condena veementemente a divulgação de casos de suicídio, salvo quando envolve pessoas famosas ou quando tem o intuito de esclarecer, informar, conscientizar sobre a Depressão, maior causa de autoextermínio. Falar da doença é vital, necessário a cada dia, como doses homeopáticas para que todos, juntos, encontremos um caminho para tirar as vítimas dessa escuridão. Campanhas são vitais, presença, carinho, solidariedade e paciência formam a receita básica para a cura.

    Independente de quem tenha fé ou não, para muitos, como pra mim, a melhor cura é a fé! Não falo através de pesquisas, mas testemunho como uma vítima de Depressão, de vários episódios, alguns muito nebulosos, acompanhados da aproveitadora Síndrome do Pânico. Até pouco tempo atrás, de vez em quando, ainda precisava tomar aquela medicação controlada. Mas o que me curou e salvou minha vida foi Jesus Cristo! Aprendi a rezar na Bíblia a passagem chamada ‘Armadura do Cristão’ (Carta de São Paulo aos Efésios, Cap 6, Versos do 10 ao 20). No meu caso deu muito certo, recomendo.

    Ir a um especialista é essencial!

    Mas o importante é que você que está deprimido lute com todas as forças, de unhas e dentes para vencer o mal. Não se deixe destruir! Grite, peça socorro! Saiba que você é muito importante para muita gente, você é amada (o). Sua vida é importante pra todos nós.

    Que tal iniciarmos uma grande campanha, darmos as mãos, carregar aqueles que hoje sofrem com a Depressão? Só assim venceremos essa guerra, onde o amor deve ser a principal arma e não o julgamento…

    Ter Depressão não é ser covarde! Covardia é publicar, compartilhar fotos de pessoas que cometeram suicídio, que tiraram a própria vida. Também pode configurar um crime.

    Cometer autoextermínio é um ato extremo de desespero. O problema é realmente grave. Só a informação mudará esse jogo.

    Então, sabe essa pessoa aí do seu lado que você jamais imaginaria ter Depressão, pois é, silenciosamente ela pode estar te pedindo socorro… Agora!

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    Roger Campos

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  • UM POUCO DE REFLEXÃO SOBRE OS DIREITOS DOS IDOSOS DE ACORDO COM O ESTATUTO DO IDOSO.

    UM POUCO DE REFLEXÃO SOBRE OS DIREITOS DOS IDOSOS DE ACORDO COM O ESTATUTO DO IDOSO.

     

    CIDADÃO ENTENDA O SEU DIREITO.

     

    (L10.741/03), artigo 4º, “Nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão, e todo atentado aos seus direitos, por ação ou omissão, será punido na forma da lei.

    Parágrafo 1º. É dever de todos prevenir a ameaça ou violação aos direitos do idoso.

    Assim, somente com base neste pequeno trecho legal, pode-se afirmar que se um idoso é ameaçado em um dia, é necessário que providências sejam tomadas pela Segurança Pública para garantir que essa ameaça não se torne uma agressão real, sob pena de responsabilidade dos agentes públicos negligentes pela omissão.

    Caso, mesmo que os responsáveis pela Segurança Pública, tendo tomado conhecimento das ameaças ao idoso, simplesmente as ignorem, e acabe ocorrendo uma lesão efetiva ao idoso, esses supostos responsáveis pela Segurança Pública, que simplesmente ignoraram o fato em iminência, devem ser responsabilizados, pois se tivessem realizado seus trabalhos de evitar a violência, a crueldade, a opressão, a negligência contra o idoso, nenhuma dessas lesões aos direitos do idoso teriam sido perpetradas.

    Exemplo prático: um idoso sendo ameaçado procura a Segurança Pública para requerer sua proteção. Mas seu direito à liberdade e seu direito a não ser vítima de violência é ignorado. Dias após, o autor das ameaças desfere golpes com objeto na cabeça do idoso, causando, a princípio, lesão, lembrando que qualquer golpe desferido na cabeça de alguém por sua própria periculosidade demonstra tentativa de homicídio.

    Os agentes públicos que tomaram conhecimento das ameaças ao idoso, dias antes, e que se omitiram em providenciar sua segurança, e que se omitiram em tentar responsabilizar o autor das ameaças e dos golpes, devem ser responsabilizados por essa omissão, o que é explícito no artigo 5º do citado diploma legal: “A inobservância das normas de prevenção importará em responsabilidade à pessoa física ou jurídica nos termos da lei.”

    Faz-se importante salientar o teor do artigo 6º que determina ser dever de todo cidadão comunicar à autoridade competente qualquer forma de violação a esta Lei. Deste modo, quaisquer um de nós que tenha conhecimento de quaisquer atos prejudiciais aos idosos temos a obrigação de comunicá-los à autoridade competente.

    Continuando, em seu artigo 10, parágrafo 2º, conceitua-se o direito ao respeito como sendo a inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral. E, em seu parágrafo 3º, há uma determinação de ser dever de todos zelar por essa dignidade do idoso, colocando-o a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.

    Quando esses direitos são violados, inclusive por omissão do Estado, são cabíveis as chamadas Medidas de Proteção, sendo um exemplo destas medidas o tratamento de sua saúde, em regime ambulatorial, hospitalar ou domiciliar (artigo 45, III).

    Um idoso lesado como no exemplo acima tem direito à Política de Atendimento citada na lei, sendo que uma dessas linhas é a mobilização da opinião pública no sentido de participação dos diversos segmentos da sociedade no atendimento do idoso (inciso VI). Isso significa que todos nós, cidadãos, podemos contribuir para o auxílio aos idosos.

    Outra defesa possível aos idosos é a descrita no artigo 74, VI, no qual determina que o Ministério Público tem competência, que eu entendo como dever, de instaurar sindicâncias, requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial, para a apuração de ilícitos ou infrações às normas de proteção ao idoso.

    Estudando mais um trecho da legislação em tela, em seu artigo 82, temos que “Para a defesa dos interesses e direitos protegidos por esta Lei, são admissíveis todas as espécies de ação pertinentes”. Sendo que no mesmo dispositivo, em seu parágrafo único, temos que contra atos ilegais ou abusivos de autoridade pública ou agente público, que lesem direitos dos idosos, caberá a chamada ação mandamental.

    Todos nós nos tornaremos idosos algum dia. Se quisermos ser respeitados, precisamos começar agora a respeitar os idosos atuais.

    GABRIEL FERREIRA DE BRITO JÚNIOR – OAB/MG 104.830

    Advogado na Sério e Diniz Advogados Associados desde 2006, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do

    Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).

    Cel.: (35) 9 9818-1481

    Escritório: (35) 3265-4107 [email protected]

    Endereço: Rua Bento de Brito, 155 – Centro

    Três Pontas/MG

    CEP: 37190-000

    Sério & Diniz Advogados Associados

     

     

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  • URGENTE: Eleitores não podem ser presos a partir desta terça-feira.

    URGENTE: Eleitores não podem ser presos a partir desta terça-feira.

     

    A pouco menos de uma semana das eleições, eleitores só poderão ser detidos em caso de flagrante delito.

    A partir desta terça-feira (2), a cinco dias das eleições, nenhum eleitor poderá ser preso ou detido exceto em casos de flagrante delito ou de sentença criminal condenatória por crime inafiançável por desrespeito a salvo-conduto. A orientação está na legislação e prevista no calendário eleitoral.

    Também nesta terça-feira será o último dia para a verificação das assinaturas digitais do Sistema de Transporte de Arquivos da Urna Eletrônica, do Subsistema de Instalação e Segurança e da Solução JE-Connect instalados nos equipamentos da Justiça Eleitoral.

    Essa verificação deve ser feita por representantes dos partidos políticos e das coligações, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Ministério Público e das pessoas autorizadas em resolução específica a formalizar pedido ao juízo eleitoral

    Amanhã também é o último dia para os tribunais regionais eleitorais divulgarem na internet os pontos de transmissão de dados que funcionarão em locais distintos daquele de funcionamento da junta eleitoral.

    Fonte R7

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  • TRAGÉDIA: Terremotos e tsunami matam quase 400 pessoas na Indonésia

    TRAGÉDIA: Terremotos e tsunami matam quase 400 pessoas na Indonésia

    O número de mortos deixados pela série de terremotos e pelo tsunami que atingiram a ilha indonésia de Sulawesi subiu para 384 em balanço divulgado pelas autoridades neste sábado (29). O número de vítimas pode subir.

    O porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB, sigla em indonésio), Sutopo Purwo Nugroho, afirmou ainda que dados provisórios indicam que 540 pessoas ficaram feridas e 29 estão desaparecidas.

    “O governo local declarará o estado de emergência”, disse o porta-voz, em Jacarta. Ele frisou também que o mais urgente agora também é restabelecer os serviços de energia elétrica e telecomunicação na área.

    “Quando a ameaça surgiu, as pessoas ainda estavam fazendo suas atividades na praia e não correram imediatamente, e se tornaram vítimas. Muitos corpos foram encontrados na costa, devido ao tsunami”, relatou o porta-voz. Para escapar das ondas, algumas pessoas subiram em árvores de seis metros.

    TREMORES

    Na sexta-feira (28), uma série de terremotos abalou a ilha indonésia de Sulawesi. Um deles, de magnitude 7,5, levou à formação de um tsunami com ondas até 2 metros.

    A BNPB confirmou a formação do tsunami depois que vários vídeos foram divulgados nas redes sociais.

    Milhares de casas desmoronaram, além de hospitais, hotéis e comércios. Houve corte de energia. A cidade costeira de Palu foi a mais afetada, seguida de Donggala.

    Técnicos de telecomunicações e transporte aéreo chegaram neste sábado ao aeroporto nacional de Palu, que permanece fechado para voos comerciais.

    A principal cidade que dá acesso a Palu está bloqueada por um deslizamento de terra.

    RESGATES

    Fortes tremores secundários continuam a ser sentidos na ilha. Os resgates continuam, mas estão prejudicados pelo corte de energia.

    Aviões militares decolaram de Jacarta neste sábado levando alimentos e medicamentos para a região de Palu.

    TRAGÉDIA EM LOMBOK

    Uma série de terremotos em julho e agosto matou quase 500 pessoas e deixou cerca de 1,5 mil feridos na ilha turística de Lombok, a centenas de quilômetros a sudoeste de Sulawesi. Milhares de habitantes ficaram desalojados.

    Fonte G1

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    Roger Campos

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  • CONEXÃO URGENTE AO VIVO: Ladrões roubam caminhonete e provocam acidente grave na Praça do Cemitério.

    CONEXÃO URGENTE AO VIVO: Ladrões roubam caminhonete e provocam acidente grave na Praça do Cemitério.

    De acordo com as primeiras informações apuradas pelo Conexão Três Pontas junto a testemunhas, dois elementos atiraram uma pedra no para-brisa de uma caminhonete da empresa Jacto, com placas de Pompéia, SP. Segundo duas testemunhas ouvidas por nossa reportagem, os criminosos teriam agredido o motorista e levado a caminhonete.

    Em alta velocidade durante a fuga o condutor teria perdido o controle na Rua Frederico Meimberg, em frente a Praça do Cemitério, e colidido violentamente na traseira de uma outra caminhonete, modelo Toyota, que estava estacionada.

    Com o forte impacto o veículo roubado ficou com a frente totalmente destruída. Os equipamentos de segurança (airbag) foram acionados. Os ladrões empreenderam fuga e teriam pulado um dos muros do cemitério. Graças ao rápido e eficiente trabalho de rastreamento por parte da Polícia Militar de Três Pontas um dos bandidos já foi capturado. Até o fechamento desta reportagem o outro envolvido não havia sido localizado.

    A ambulância do SAMU esteve no local e prestou os primeiros atendimentos ao motorista vítima da ação criminosa. Ele foi encaminhado ao Pronto Atendimento Municipal sem gravidade.

    Veja os vídeos na íntegra:

    https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/2218941428179710/?__xts__%5B0%5D=68.ARBHNWcjeQAEq6x5-5HK7sRmivEWNcY32neEbM2ZwyoyHTFpA5_QaC73JsP_kOZSPlWsq9_ugVILy6FrBQ7SZZmdw5I-Y5KW1PX2QGRjuo1NH6esXUDmaMAVFzKZMcd5EzTKBVtW87_bms7qxsESKKpFf8yP3fD9XmfApdSyoaBlUqQNVgeOzQ&__tn__=-R

    https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/307194376747122/?__xts__%5B0%5D=68.ARDnvrpUlrOSJcw9AfJMo4hYpvILLBvwY9uI1Y_qmzt6Af4J2ERuafQKiu97Z3JhfS8b1fywkrg3LRVoil7Vu0N_4waNWyUsQ_osZCqSoFqFjbXF4VGXieR0vMCUBYdwpqjSyXHXBKAZVvCwHSfWJ4t4nVlSlknNawRfIuxdrt_AgXdi50ai&__tn__=-R

     

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  • Média de suicídios entre estudantes de medicina e residentes é maior que a da população em geral

    Média de suicídios entre estudantes de medicina e residentes é maior que a da população em geral

     

    Pressão, responsabilidade e o medo do fracasso, uma mistura que, há anos, leva estudantes e médicos recém-formados a tirarem a própria vida. A questão é discutida há décadas no círculo médico, mas extrapolou os muros das faculdades de medicina depois do autoextermínio de dois alunos de uma instituição de Minas Gerais num período de apenas 10 dias, sendo o último deles na manhã de terça-feira. Estudos científicos mostram um número assustador: a média de suicídios entre quem ainda está cursando medicina e quem acabou de concluir o curso é quatro a cinco vezes maior que a da população em geral em todo o mundo. Outro dado é que um em cada quatro tem sintomas depressivos.

    Neurocirurgião e professor da Faculdade de Saúde e Ecologia Humana (Faseh), em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), Sérgio Gonçalves de Oliveira relata que o assunto foi um dos temas do 55º Congresso Brasileiro de Educação Médica (Cobem), mês passado, em Porto Alegre (RS). “Esse é um assunto que se discute há anos, desde 1968. E desde 1976 já há estudos científicos no mundo todo falando sobre suicídios entre estudantes de medicina e os residentes (médicos recém-formados que estão se especializando). Grandes revistas norte-americanas e o Jornal de Medicina, lido no mundo todo, publicaram várias matérias sobre isso”, diz.

    Em 1991, levantamento apontou as características dos alunos que tiraram a própria vida: o estudante que quer o melhor desempenho escolar; pessoas mais exigentes; mais propensas a sofrer pressões; pouca tolerância a falhas; quem sente maior culpa pelo que não sabe; aqueles que paralisam diante do medo de errar; quem pensa em abandonar o curso, mas não tem coragem de fazê-lo. Todos esses fatores levam à depressão e ao suicídio.

    Nos artigos científicos, estudantes falam em esgotamento, ansiedade, depressão, internações psiquiátricas, uso de álcool e drogas. Segundo Sérgio Oliveira, este ano se observou aumento maior em comparação com anos anteriores, apesar de números absolutos não terem sido levantados. “Não há estudos quantitativos ou qualitativos  nem uma forma de numerar os casos. Há tentativas de autoextermínio e aquelas em que se consegue atingir o objetivo. Várias tentativas não são computadas. Só vamos saber quando o estudante morre”, diz.

    O médico relata que numa das instituições mais importantes do país, a Universidade de São Paulo (USP), houve este ano um número grande de tentativas de autoextermínio, principalmente entre alunos do 4º ano de medicina, o que levou o assunto ao centro dos debates no Cobem. Entre os motivos, estão as pressões que se multiplicam nessa etapa, quando se aproxima a prova de residência. “O aluno vai escolher a especialização e são poucas vagas. Elas são em número menor que a quantidade de alunos que se formam. O estudante quer se inserir no mercado, já fazendo a especialização de que gosta. E aí vêm as disputas e ele fica mais vulnerável”, afirma o neurocirurgião.

    Para o professor do 6º período de medicina, o salto de casos em 2017 é explicado pelo momento pelo qual o país está passando, de insegurança e instabilidade. “O momento coincide com o em que ele deve decidir o que quer para vida dele. E já estudou por tanto tempo que é muito difícil sair de uma especialidade e ir para outra.”

    Sérgio Oliveira relata ainda que é grande o número de alunos que fazem uso de antidepressivos e, diante de tantas evidências, as instituições têm atuado cada vez mais na tentativa de ajudar os estudantes. Por isso, em toda elas há um núcleo de apoio ao estudante de medicina. Segundo o médico, a chave está no controle emocional.

    “Sempre pergunto aos meus alunos quem foi ao cinema, quem está lendo um livro interessante. Mostro que ele tem que sair, se divertir, ter outros envolvimentos e uma vida pessoal. O fato de estudar muito é só a gota d’água num copo que já está cheio”, avisa. Nesse trabalho multidisciplinar também é fundamental o envolvimento da família: “Quando fala que tem que internar, fazer tratamento, às vezes, a família nega. É chato, mas acontece. O que pesa no futuro médico é a perda da liberdade pessoal. O estudante se isola da família e dos amigos. O tempo dele é para estudo. Por isso, os familiares devem ficar atentos às mudanças de comportamento”.

     

    Fonte EM

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