O 46° Festival Nacional da Canção desembarca na terra de Milton Nascimento e Wagner Tiso, para a penúltima etapa classificatória, onde mais de 20 músicas serão apresentadas e apenas 5 vagas serão classificadas para as semifinais que acontecem em Boa Esperança nos dias 02 e 03 de setembro.
As apresentações acontecem na sexta (19) e sábado (20) na Praça da Matriz a partir das 21H00.
Simultaneamente ao FENAC, acontecerá durante o dia o 7° Festival Nacional da Cultura, também na Praça da Matriz, e o público irá acompanhar o que há de melhor na música clássica, instrumental, teatro e dança. Confira a programação do 7° Festival Nacional da Cultura, e as músicas que serão interpretadas no FENAC.
Confira as músicas que concorrem ao Prêmio Lamartine Babo no 46º Fenac, em Três Pontas:
No dia 11 de agosto, a Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Cultura, Lazer e Turismo, promoverá o 1º Festival Estudantil de Corais. O encontro acontecerá na Quadra da Mina do Padre Victor, e nove escolas municipais confirmaram a presença na disputa pelo troféu.
O evento começa às 8h, e cada escola apresentará uma canção. Cada coral conta com aproximadamente 50 integrantes, que já estão preparando cada detalhe para conquistar os jurados. A comissão julgadora será composta de cinco jurados, que observarão três quesitos: Harmonia, Ritmo e Afinação.
O 1º Festival Estudantil de Corais objetiva desenvolver a produção musical e artística no ambiente escolar, e valorizar as expressões culturais regionais, explorando o potencial educativo da música. Além disso, com a linguagem artística é mais fácil aproximar do universo jovem, promovendo valores essenciais.
Veja a lista das canções por escola:
– E.M. Professora Edna de Abreu – O Caderno (Toquinho)
– E.M. Centro Social Manoel Jacinto de Abreu – Herdeiros do Futuro (Toquinho)
– E.M. Professor Vieira Campos – Ai que Saudade Docê (Vital Farias)
– E.M. Professor João de Abreu Salgado – Canto do povo de um lugar (Caetano Veloso)
– E.M. Nossa Senhora Aparecida – Cuitelinho (Pena Branca e Xavantinho)
– E.M. Nilda Rabelo Reis – É preciso saber viver (Roberto Carlos e Erasmo Carlos)
– E.M. Antonieta Ferracioli Duarte – Sol de Primavera (Beto Guedes)
– E.M. Professor José Vieira de Mendonça – Anunciação (Alceu Valença)
– E.M. Cônego Victor – Cálix Bento (Milton Nascimento)
Para viabilizar a 6ª edição, em outubro e com show de Zeca Baleiro entre outros, Festival busca apoio junto ao público
Diante da atual crise econômica e da dificuldade de captar patrocínios, a organização do Festival Música do Mundo decidiu acolher uma ideia dada pelos próprios fãs do Festival: Realizar uma campanha de financiamento coletivo para tentar angariar os recursos necessários. Confira os detalhes sobre a campanha e a 6ª edição do evento, passadas ao Conexão pela organizadora, representante da Marolo Produções, Maria Dolores:
QUANDO E COMO SERÁ A 6ª EDIÇÃO DO FESTIVAL MÚSICA DO MUNDO?
A data marcada é de 27 a 29 de outubro, retomando no dia 29 (sábado) o Palco Música do Mundo, que, nos primeiros anos, foi realizado no Centro de Eventos Wagner Tiso e tem como destaque o cenário criado pelo Keller Veiga, com o palco dentro da Serra de Três Pontas.
QUAIS AS ATRAÇÕES CONFIRMADAS?
Ainda estamos em negociação e, claro, depende se conseguiremos a verba para realizar o evento, mas já estão confirmados (caso o Festival aconteça) o Zeca Baleiro e a Orleans Street Jazz Band. Estamos em negociação com outros artistas, mas esses outros dependem do sucesso da campanha de financiamento coletivo que vamos fazer. Se conseguirmos muitos apoiadores, o céu é o limite.
O QUE É FINANCIAMENTO COLETIVO? E QUANTO O FESTIVAL PRECISA ARRECADAR?
Um site de internet através do qual as pessoas podem ajudar financeiramente a viabilizar projetos, comprando pequenas cotas de patrocínio. O Festival Música do Mundo tem uma meta a atingir, no valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais). Se o Festival conseguir arrecadar esse valor, o evento será realizado de 27 a 29 de outubro. Se não conseguir arrecadar os 100 mil, o Festival não será realizado.
SE O FESTIVAL NÃO FOR REALIZADO, O QUE ACONTECE COM QUEM APOIOU COM ALGUMA QUANTIA?
A pessoa recebe o dinheiro integralmente de volta. O próprio site de financiamento coletivo faz essa devolução, sem qualquer custo para quem fez o depósito. Essa é uma das vantagens das plataformas de financiamento coletivo: se conseguiu a verba necessária, o projeto acontece, se não conseguiu, todo mundo que ajudou recebe o dinheiro de volta.
EM QUAL SITE SERÁ FEITA A CAMPANHA DO FESTIVAL MÚSICA DO MUNDO?
No Catarse (o endereço para fazer o financiamento é http://migre.me/uxDXX) que é hoje a principal plataforma de financiamento coletivo do Brasil, com um trabalho totalmente sério e seguro. Quem quiser e puder dar uma olhada no site do Catarse, vai entender melhor como funciona e ver os inúmeros projetos que já foram viabilizados através dele.
O QUE EU GANHO SE EU DECIDIR APOIAR E ADQUIRIR UMA COTA DE PATROCÍNIO?
Além de receber os sinceros agradecimentos de todos da equipe do Festival e de contribuir para promover a cultura em Três Pontas, quem apoiar recebe recompensas de acordo com a cota adquirida.
QUAL RECOMPENSA?
Temos a cota no valor de R$ 50,00, que oferece como recompensa o ingresso para a Pista Especial (em frente ao palco). Além de garantir o ingresso, pois essa Pista acaba rápido, quem apoia pagará bem menos do que se for comprar a entrada depois. Só para se ter uma noção, na última edição que teve a Pista Especial, ela custou R$ 80,00. Ou seja, é um belo desconto. Mas o mais importante é: se não conseguirmos atingir a meta, não vai ter Festival, então o maior benefício para quem apoia é ajudar a garantir a 6ª edição.
CEM MIL REAIS NÃO É UMA META ALTA?
Sim, mas infelizmente não é possível realizar o evento com um valor menor e, além disso, é um valor totalmente viável. Considerando apenas a cota de R$ 50,00 (temos outras cotas, que dão direito a outras recompensas), precisaríamos que 2 mil pessoas apoiassem, que é o número de lugares da Pista Especial. A Pista Especial nunca teve menos que 2 mil pessoas, ou seja, é uma meta atingível, mas precisamos do apoio de todos, porque não é fácil.
QUANDO COMEÇA A ARRECADAÇÃO DA CAMPANHA?
A campanha vai de 1 de agosto a 5 de setembro. Se em 5 de setembro tivermos arrecadado os 100 mil ou mais, o Festival irá acontecer, porque ao valor arrecadado somamos o apoio que já conseguimos com o Itaú, os dois juntos permitem realizar o evento. Se não conseguirmos atingir esse valor, o dinheiro é devolvido a quem apoiou e infelizmente teremos que adiar o Festival mais uma vez.
E OUTROS PATROCÍNIOS E APOIOS CONVENCIONAIS?
Independente da campanha de financiamento coletivo, continuamos o trabalho junto às empresas e parceiros em busca de apoio. Está difícil por causa da crise, mas não vamos desistir. Só não podemos contar com isso, e é por esse motivo que vamos tentar também o financiamento coletivo.
ALGUMA CONSIDERAÇÃO FINAL?
Desde a primeira edição, em 2009, o Festival Música do Mundo deixou de ser um evento da Marolo para ser um evento do público. O Festival só existe porque as pessoas acreditam, participam. É uma corrente, uma teia tecida com carinho por quem acredita que o mundo pode ser melhor e que a cultura é um caminho para isso. Portanto, diante de todas as dificuldades, mas sem desistir, viemos pedir de coração e com humildade o apoio de todos, para que, juntos, possamos fazer acontecer a 6ª edição do Festival Música do Mundo.
Maiores informações na página do Festival no Facebook! Dúvidas pelo [email protected]
Começou na sexta-feira (29) em São Lourenço a 46ª edição do Festival Nacional da Canção (Fenac). Ao todo, 20 composições foram apresentadas na Praça João Lage, em frente ao Parque das Águas, sendo metade na sexta-feira e outras 10 no sábado (30).
As cinco melhores canções se classificaram para as semifinais do festival, que acontece em Boa Esperança nos dias 2 e 3 de setembro. Cada uma das classificadas irá garantir um prêmio de R$ 2,5 mil.
A próxima cidade que vai receber o Fenac é São Tomé das Letras, nos dias 5 e 6 de agosto. Em seguida, o evento passa por Extrema (12 e 13/8), Três Pontas (19 e 20/8) e Guapé (26 e 27/8).
De todas as cidades, saem 25 semifinalistas que disputarão vagas na grande final, no dia 4 de setembro. Cada finalista irá receber no mínimo R$ 3,5 mil de premiação. No total, o 46º Fenac vai distribuir R$ 193 mil em prêmios e entregará o troféu Lamartine Babo ao grande vencedor.
Neste ano, compositores de 24 estados brasileiros se inscreveram no festival, com cerca de 2 mil músicas. Apenas 100 delas foram selecionadas para participar das etapas classificatórias.
Simultaneamente ao Festival Nacional da Canção, acontece o Festival Nacional da Cultura.
O Poder Legislativo Municipal realizou nesta noite desta segunda-feira (04) a solenidade de outorga de Título de Cidadania Honorária Trespontana, aprovado em Plenário por autoria dos parlamentares a renomada banda mineira 14 Bis. Uma noite de muita música, homenagens e emoção.
Estes títulos materializam o reconhecimento público àqueles que prestaram e ainda prestam relevantes serviços à comunidade e pessoas que com notoriedade atuam em nosso município, tanto no serviço público quanto na cultura, na música ou no social.
Os integrantes da banda 14 Bis: Cláudio Venturini, Sérgio Souza Medeiros (Magrão), José Geraldo Moreira (Vermelho) e Hely Rodrigues foram os agraciados, além do irmão de Cláudio Venturini, o também músico Flávio Venturini, ex-integrante da banda e agora em carreira solo.
Várias apresentações musicais aconteceram, através de professores e músicos trespontanos, entoando sucessos do 14 Bis. Os artistas famosos ficaram visivelmente emocionados. Dentre os músicos locais estavam Wander Scalioni Chagas, Beto Maciel, Helbert Gama, Adriano Kamy, Natasha Maria, Gabriel Marques, Alex Tiso, Marly e o filho Matheus Tiso.
Foi lida a biografia de cada integrante. Ao final, o músico Vermelho, representando os demais, falou da emoção de estar sempre em Três Pontas, das amizades com Milton Nascimento e Wagner Tiso, das idas no Pontalete e no bar do Raul para comer peixe e das muitas apresentações que aqui ocorreram, como a última deste final e semana que contagiou o público presente no Parque Multiuso na Mina do Padre Victor.
Ao final posaram junto dos vereadores, dos membros de seu fã clube, e do público presente. Uma noite realmente especial e repleta de talento, que mostra uma das principais características de Três Pontas.
A Câmara Municipal de Três Pontas realiza no início da noite desta segunda-feira (04) a entrega de Título de Cidadania Honorária Trespontana aos integrantes da banda “14 Bis”, em reconhecimento ao carinho e comprometimento que estes músicos cultivam pelo município de Três Pontas, terra da música, se fazendo sempre presentes nos grandes eventos culturais da cidade.
A homenagem que contará com o plenário lotado, principalmente de músicos locais, acontecerá às 19 horas, logo após a reunião ordinária do Legislativo.
O Plenário da Câmara está localizado na Praça Prefeito Francisco José de Brito, 82, no Centro de Três Pontas.
!4 Bis
Eles estão há mais de três décadas na sua vida, numa trajetória caracterizada pela reinvenção e ampliação de um público fiel. E estão comemorando nos palcos, com a nova turnê ‘14 Bis – 35 Anos‘, que reúne os clássicos da carreira do grupo mineiro, assim como outros sucessos, da música nacional e internacional. Surpresas escolhidas a partir de coisas que ouviram nesses 35 anos, com um pé até na modernidade, podendo ir dos Beatles a Renato Russo. É um novo 14 Bis que está no ar, mas sem deixar, é claro, sua característica sonoridade, uma mistura única de rock com Clube da Esquina, música clássica, progressivo, do country norte-americano ao regional brasileiro, e o que mais pintar no caldeirão de Cláudio Venturini (guitarra e voz), Sérgio Magrão (baixo e voz, único carioca do grupo), Vermelho (teclados e voz) e Hely Rodrigues (bateria).
Esses caras levam a sério o que cantam, como o verso da ‘Canção da América‘, “amigo é coisa pra se guardar” (do primeiro disco, presente inédito de dois amigões, o já saudoso Fernando Brant e Milton Nascimento, também produtor da estreia fonográfica da banda). Porque é exatamente o que eles são, quatro amigos que amam o que fazem: tocar, cantar e compor. E o grande momento é quando dividem isso com uma turma cada vez maior de admiradores, como confirmam as plateias de seus shows, sempre repletas de fãs de carteirinha, para quem bastam alguns compassos da introdução de ‘Planeta Sonho‘ para rejuvenescer seus sentidos, e de uma linda juventude que não devia ter sequer 10 anos quando o grupo estourou, há 35 anos, ainda com Flávio Venturini na formação – o irmão mais velho de Cláudio saiu em 1987, mas sempre, quando há uma brecha nas agendas, pode ser visto de volta ao palco com eles.
E até hoje, ‘Todo Azul do Mar‘ após ‘Caçador de Mim‘, ‘Natural‘ após ‘Mesmo de Brincadeira‘, ‘Nova Manhã‘ após ‘Mais Uma Vez‘, cada canção, com vocais e instrumental incríveis, letras e melodias irresistíveis, é a prova da mágica atemporal do 14 Bis. Seus shows são daqueles que proporcionam o prazer de se ouvir da primeira à última música, como nos bons tempos, que voltam, sim, e o 14 Bis está aí para resgatar tal sensação. A nave vai, pioneira como o protótipo visionário de Santos Dumont que deu nome ao grupo, 35 anos de carreira e continua, sonhando o futuro.
Eles estiveram neste domingo (03) aniversário de Três Pontas se apresentando no palco montado da Mina do Padre Victor.
Moacyr Supermercado promove eleição e todos os funcionários se vestem a caráter
Oferecimento:
Quando chega o mês de junho os brasileiros já entram no clima das festas juninas, aquelas com direito a canjicada, quentão, caldo de feijão e trajes caipiras. Uma forma de homenagear os santos católicos São Pedro, São João e Santo Antônio. O Moacyr Supermercado literalmente vestiu a camisa “xadrez” e todos os funcionários a caráter participaram da escolha do homem e da mulher mais caipira.
Com o objetivo de provocar uma maior integração entre os funcionários e ainda deixar o ambiente de trabalho mais agradável e bem humorado, os proprietários do Moacyr Supermercado apoiaram a iniciativa de se fazer uma festa junina no interior do estabelecimento e ainda uma escolha de funcionário e da funcionária “mais caipiras”. Todos aderiram e se vestiram com camisas xadrez e calças remendadas, chapéus e até maquiagem forte na última sexta e sábado (24 e 25 de junho).
Até o empresário Delson Lamaita Miranda e sua mãe, Dona Maria do Carmo Mesquita Lamaita, se produziram com estilo para brincar a festa junina.
Depois de muita dificuldade, já que todos capricharam foram revelados os vencedores do Arraiá dos Moa. São eles: Warley e Joelma. Parabéns a todos pela iniciativa. Os clientes adoraram e se divertiram muito. Aprovação total!
Confira mais fotos dos “caipiras” do Moacyr Supermercado:
O cantor Wilson Sideral se apresenta na festa de comemoração de 159 anos de Três Pontas, no conhecido Festival Dia D, e promete agitar os fãs com os maiores sucessos da carreira. O evento acontece neste sábado, 2 de julho, a partir das 20h.
Conhecida como capital da música, a cidade trará várias atrações neste ano. O encontro que acontecerá no Parque Multiuso da Mina do Padre Victor contará com a presença de Paulinho Moska, Leoni, 14 BIS e Wilson Sideral se apresentando com bandas da cidade que se destacam pela qualidade musical que vem apresentando.
Mineiro de Alfenas, Sideral mistura elementos de rock, soul, mpb e blues em sua música. Com cinco álbuns de estúdio lançados e um EP o cantor possui ‘hits’ para artistas consagrados da música ‘pop brazuca’, e já se apresentou em grandes festivais de música, como Rock in Rio, Planeta Atlântida, Pop Rock Brasil, Triângulo Music Festival e Planeta Brasil.
Neste evento, Sideral se apresenta com a banda Kamy, que tem influências do Clube da Esquina e do rock inglês e está lançando o novo CD, intitulado “Tudo ao Redor”. O encontro promete muita animação e qualidade musical aos fãs. Para encerrar a noite o Dj Rhapa Castelly, Dj oficial dos eventos do Carnalfenas, apresentará seu set.
Entre os dias 29 de junho e 02 de julho acontece a 2ª edição da Feira Literária de Varginha. Desta vez, o evento será no Corredor Cultural (trilhos da Antiga Estação Ferroviária). O projeto, que tem a realização da Fundação Cultural de Varginha, conta com a participação de escritores locais e convidados especiais. Durante a feira serão realizados lançamentos de livros, encontros com autores, shows musicais, apresentações de espetáculos teatrais, feira de livros a preços populares e recitais de poesias.
O Evento contará ainda com o lançamento de duas publicações pela Fundação Cultural de Varginha, sendo uma delas a coletânea de 10 contos de escritores Varginhenses, denominada “Nos Carris dos Contos” e a outra, uma obra resultante de extensa pesquisa sobre as Companhias de Reis da cidade, “No Caminho dos Reis, Patrimônio Cultural de Varginha”, da escritora Danisa Chaves, um resgate no qual está impressa a compreensão dos rituais, das simbologias e das crenças que permeiam as Companhias de Reis.
Veja a programação:
De acordo com o diretor superintendente da Fundação Cultural de Varginha, Prof. Francisco Graça de Moura, “a FLIV visa fomentar o intercâmbio cultural, valorizar as produções literárias, incentivar os escritores locais, além de promover o gosto pela leitura.”
Apesar do pouco tempo de formação, a banda Weasel conta com músicos experientes do cenário de BH, Campinas e Curitiba. Os integrantes, que costumavam se dedicar ao rock, tiveram o desejo de elaborar um som que fosse mais abrangente, que atingisse um público mais diversificado, tocando música pop, fazendo uso de elementos eletrônicos dançantes, sem abrir mão da qualidade técnica e do bom groove de um som ao vivo. E com esta proposta que a Weasel faz leituras de mega-hits mundiais, como Katy Perry, Lady Gaga, Bruno Mars, Maroon 5, David Guetta, Demi Lovato, The Killers, The Strokes, Ricky Martin etc.
A banda procura sempre inovar, levando para o palco uma grande dose de alegria e humor associada a competência, tornando cada show uma experiência única. Com essa proposta a Weasel vem se mostrando cada vez mais sólida e pronta para fazer o público dançar e se divertir em qualquer tipo de evento.
O Show
A Weasel irá se apresentar pela primeira vez na Cidade de Três Pontas no dia 11 de Junho (sábado) na casa de show London Pub, localizada na Rua Francisco Garcia Junior nº39. O Inicio do Show está previsto para as 23:00 horas e a entrada é no valor de R$15,00. Ao falar do show, os músicos se mostraram bastante animados e esperam que o público se divirta e dance a noite inteira.
“Pra gente que gosta bastante de estrada e musica, é sempre uma honra tocar na região mais acolhedora e simpática de Minas Gerais, que é o Sul de Minas. Conhecemos algumas pessoas de Varginha, três corações e também de Três Pontas. Gostaríamos de rever esse pessoal nesse sábado curtindo com a gente esse dia que ficará marcado na historia da Weasel. Será uma noite inesquecível”, disse a vocalista Luana.
Formação da Banda
Guill – Guitarra; Jack – Baixo / Backing Vocal; Nathan – Bateria; Luana – Vocal; Matheus – Teclado
Apesar de poucos adultos conhecerem, saberem de quem se trata, inclusive nós do Conexão Três Pontas, o ator Felipe Neto, que se especializou como blogueiro (Youtuber), criando vídeos no You Tube e que tem milhares de seguidores, levou as fãs mirins, crianças e adolescentes ao delírio em show em Varginha. Nossa reportagem acompanhou com exclusividade e falou com o artista.
Tido como um fenômeno da internet Felipe Neto apresentou seu espetáculo “MINHA VIDA NÃO FAZ SENTIDO!”, onde exercitou seu lado contador de histórias. Depois de uma breve e engraçada apresentação, Felipe encarnou o mesmo personagem resmungão, que com seus “indefectíveis’ óculos escuros atirou e destilou hilárias pérolas na internet.
Muitos pais, que não conhecem Felipe, deixaram seus filhos na porta do teatro capitólio e voltaram para busca-los e tiveram que esperar, porque além do show se estender, também teve uma grande sessão de fotos em grupo, já que a produção não permite selfies e fotos exclusivas com o artista.
O blog perfil WE comentou o show de Felipe Neto, que foi recheado de palavrões, comentários sobre sexo, mesmo para um público adolescente.
“O Theatro Capitólio em Varginha recebeu o espetáculo Minha Vida Não Faz Sentido. O novo projeto pertence ao ator, vloger, comediante, escritor e empresário Felipe Neto. Fenômeno na internet, o artista mexe com o público graças a sua ousada irreverência e foi essa peculiaridade que lotou as cadeiras do teatro.
Felipe Neto transita sem travas na língua na tênue linha entre o universo pop e mundo erudito sem hesitar em demolir ícones, cutucar onças célebres ou arranhar consensos. Tudo isso em um ritmo alucinante e numa linguagem direta e reta.
Um dos primeiros vlogers de sucesso no Brasil, Felipe renovou a criatividade nos meios de comunicação. Seus roteiros captam com espontaneidade os acontecimentos banais do cotidiano, transformando-os em diversão para o público.
Seu canal no Youtube “Não Faz Sentido!” conta com cerca de 4,5 milhões de seguidores, e seus vídeos já ultrapassaram as 400 milhões de visualizações. É dono também do canal Parafernalha, uma das maiores empresas de entretenimento do Brasil, com aproximadamente 1 bilhão de visualizações e 8 milhões de assinantes.
Em Varginha, o público recebeu o vloger com entusiasmo. Com uma plateia diversificada em faixas etárias, Felipe Neto mostrou que o seu jeito de fazer humor leva a todos momentos de descontração e boas risadas”, pontuou.
Felipe Neto disse ao Conexão que adorou conhecer o público do sul de Minas e que pretende em breve fazer show em Três Pontas, pela importância cultural da cidade.
Produtora que organiza Festival Música do Mundo fala da lei Rouanet
O Ministério da Cultura, MinC, como era conhecido, era o órgão do governo federal responsável por planejar, coordenar e supervisionar atividades culturais pelo país, além de proteger o patrimônio histórico brasileiro. Um ministério pode criar estratégias, regras e prioridades na aplicação de recursos públicos, e acompanha e avaliar programas federais. Isso era feito por meio do Plano Nacional de Cultura, um conjunto de objetivos, diretrizes e estratégias para os próximos dez anos, e leis de incentivo e fomento cultural, como é o caso da Lei Rouanet e da Lei de Incentivo Audiovisual. A primeira vez que houve um Ministério da Cultura independente foi no governo de José Sarney, em 1985. Depois da posse de Michel Temer como presidente interino, o Minc foi extinto e incorporado a um novo ministério, chamado Ministério da Educação e Cultura, sob o comando do deputado federal Mendonça Filho. Deixou de ser um ministério autônomo para virar uma secretaria.
Para o presidente em exercício Michel Temer, é necessário cortar gastos. Uma das maneiras de fazer isso seria acabando com o “excesso” de ministérios no governo. Mas essa medida (decisão) talvez não tenha um impacto tão grande, já que o orçamento do MinC é responsável por apenas 6% dos gastos do governo.
Artistas protestam por todo Brasil, já que deverão ter menos recursos. Há quem diga que a “mamata” irá acabar para a categoria.
O Conexão Três Pontas abordou o tema em uma enquete nas redes sociais e o assunto bombou. Opiniões distintas e o clima ferveu. A grande maioria se mostrou favorável ao fim ou a mudança para secretaria. Veja algumas opiniões dadas sobre a questão que trouxe a seguinte pergunta:
VOCÊ É A FAVOR OU CONTRA O FIM DO MINISTÉRIO DA CULTURA, COM A OBJETIVO, SEGUNDO O PRESIDENTE TEMER, DE REDUZIR GASTOS?
Leila Cogo
Corretíssimo!
Thyago Gudao Andrade
Estava na hora de dar uma espalhada na corja de vagabundos…
Adenilson Veríssimo
Com certeza, corretíssimo. Hospitais, creches, escolas, segurança são muito mais importantes que isso.
Willian Mendonça
Corretíssimo!
Lais Souza
Até que enfim uma atitude correta vinda de políticos, corretíssimo.
Renata R Campos
Com certeza. Esse País precisa de ORDEM. Chega de tanta omissão! É preciso cuidar da Saúde em especial, Educação, dentre tantas outras com maior prioridade. Querem trabalhar? Doem o dinheiro que embolsaram enquanto podiam, ou doem o tempo como voluntários. Seria um “papel” mais digno para esses sugadores.
Aryanne Ferreira
Até quem enfim.
Gilcéia Carvalho Santomero
Corretíssimo!
Kelle Bella
Muito boa ação… Enfim. Esperamos que seja a primeira de muitas outras..
Gllauciia Flauzina
Corretissimo, tá de parabéns!!!
Maura Correia
Corretíssimo. Devia acabar também com os cargos de vereador. Eles não fazem nada mesmo.
Claudia Mendes
Correto.
Ana Paula Silva
Corretíssimo!
Claudio de Paula
Certo. Precisa corta mais gasto.
Alessandra Paula
Tá certinho. Tem muitas prioridades mais necessárias!
Carlos Lima
Correto… Em um país onde um cantor como o tal Safadão faz sucesso pra que investir em cultura…?
Dênis Sacho
Certíssimo. E é só o começo.
Aletuza Regina Bonini
Certinho… E que corte mais gastos indevidos…
Wagner Marx
Muuuuuiiito correto… Demorou pra acabar…
José Luis P. Rivero
Claro que fez o correto.
Pablo Braga
Apenas gostaria de saber aos colegas o porque de ser o correto da extinção? Outra coisa: como funciona a Rouanet?
Talles Numismática
Isso mesmo, certinho mesmo, ate que enfim parece que um tá fazendo o que um monte não fez.
Julssara Vinhas Vinhas
Errado, cultura é fundamental.
Valdilene Nepomuceno
Certo! Tomara que com esta economia, pois não serão dois ministérios, mas apenas um agora, se economize mais. Vai sobrar Dindin, logo este possa ser usado onde realmente precisa então!
Marcelo França Pereira
O Brasil não era a favor do golpe. Agora tem que aguentar.
José Mendes Goes
Na verdade o orçamento desse Ministério era ínfimo. Seu corte não fará nenhuma influência no rombo das Pedaladas.Teve incentivos muito bons, e o País precisa de Cultura, sim. Mas, não deveria privilegiar só os Globais de sempre.
Afonso Vitor
Muito correto!!! Muito dinheiro nas mãos de meia dúzia de baba-ovo da Dilma, isso sem falar que era um dinheirão mal empregado, sem qualquer retorno prático pra sociedade!!!
Rose Soares
Corretíssimo.
Valdir Martins
Como já diz alguns amigos meus, manda esses artistas pegar uma enxada e ir procurar um lote pra capinar.
Jose Expedito Dos Reis
Ótimo, merece aplausos.
Cleiton Luiz
Acho que não pois a Lei Rouanet não favorece só os artistas, esse Temer é uma piada.
Malu Siqueira
Com certeza! Tô aplaudindo de pé.
Douglas Rosendo
É… Além de pobres, burros seremos sem cultura! Ou vocês acham que ele vai usar esse dinheiro em hospitais ou Creches? KkkkKkkk. Vai vendo! É mais um corrupto tapando o sol cm a peneira!
Oswaldo Duarte
Nada a declarar!!! Afinal o país não precisa de cultura mesmo né ? Mas é deprimente ler estes comentários!!! SOU ARTISTA e essa lei paga projetos sociais importantíssimos para a sociedade!!! Gostaria muito que estas pessoas que dizem acima que somos corja de vagabundos e desocupados, estudasse um terço do que estudamos e trabalhasse um dia como eu!!! Dou aulas das 7 da manhã às 10 da noite e fins de semana faço show pra escutar isso? Sinto muito se o trabalho de quem fala assim e árduo e desgostoso!!! Estudei e batalhei muito pra trabalhar em algo q tenho prazer.
Julssara Vinhas Vinhas
É isso aí amigo, o povo nem conhece a lei e fala sem saber, escutam algo aqui, algo ali e não se interessam em ler sobre o assunto daí acabam falando asneiras.
Oswaldo Duarte
Ao invés de cortar incentivos culturais parem de roubar!!! E tenho certeza que todos que criticam já compareceram a eventos custeados por leis de incentivo!!! Hipocrisia é a palavra a ser dita neste momento!!!
Art-Belle Lembranças
Uma cidade cheia de artista bons como a nossa, é uma pena as pessoas enxerga-los como vagabundos, dá até vergonha.
Cleiton Luiz
O Festival Música do mundo é realizado em cima da lei Rouanet e agora como vai ficar?
Marolo Maroleiro
Sim Cleiton. O Festival Música do Mundo é realizado via Lei Rouanet, sempre com muita dificuldade e luta. Para quem não sabe, o governo não dá um dinheiro pela Lei Rouanet. Ele aprova o projeto e isso permite o artista ou produtor cultural ralar atrás de empresas para convencer alguma a patrocinar o projeto. Depois a empresa terá no futuro uma isenção fiscal. E no caso do Festival nem é 100% de isenção. Ou seja, se um patrocínio de 10 mil reais significa que a empresa poderá descontar 3 mil no futuro. Os outros 7 mil a empresa tem que pagar do próprio bolso. Ou seja, é muito difícil. Não estamos entrando no mérito político. Nossa posição enquanto uma produtora cultural é que sempre é necessário trabalhar com o governo que estiver no poder. Seja a nível federal, estadual ou municipal. Não podemos parar de produzir cultura ou produzir mais ou menos por causa de quem está ou não no poder. Cada um deve fazer sua parte, sempre e esperar o mínimo dos outros. É assim que trabalhamos na Marolo e é assim que temos conseguido fazer o Festival Música do Mundo.
Roberto Martins
Na minha opinião foi correto tinha tanta gente mamado, com esse crise tanta gente desempregada, agora vai começar a choradeira, a torneira secou, o país não estava tudo certo, mais agora parece que de uns dias pra cá tudo desandou, porque será…? Quando descobrirem que o estrago foi maior q tão falando…
Taisa Rezende
Errado. É fundamental a cultura no País. O Brasileiro necessita também de cultura….
Heder Naves
Se unir Ministérios fosse a solução para a crise econômica seria fácil resolver. Mas não é. E usar a Lei Rouanet (criada em 1991) para justificar ou se indignar com o Minc, sem ao menor conhecer todos os benefícios que a mesma trouxe para a propagação da cultura no país é acreditar em “milagres”. Se existiu e existe corrupção e favorecimento para a captação dos recursos, cabe as autoridades competentes investigar e punir os possíveis culpados. É só olharmos com um pouco mais de atenção que veremos que existem muitas outras possibilidades de cortes para começar a equilibrar as contas públicas (reforma política, diminuição de cadeiras da câmara dos deputados e do senado, diminuição no valor dos altos salários dos políticos, cortes nas “ajudas de custos” milionárias que eles ganham, exigência de transparência nas contas públicas e investimentos dos governos municipais e estaduais e não apenas no aparelhamento federal, exclusão de siglas políticas…). Enfim, não se trata de ser a favor ou contra o “rebaixamento” do Ministério da Cultura: trata-se de questionar os reais motivos de buscar uma economia financeira tão pequena quando seria o momento de fazer profundas reformas as quais, parece, que continua não sendo interesse dos políticos. Quem realmente mama nas tetas do governo? Os artistas ou os políticos e seus favorecidos? Quais gastos devemos cortar? (lembrando que da mesma forma que existem artistas que buscam favorecimento próprio, também existem políticos honestos).
Luiz Antonio Teixeira
Questão de economia? Na verdade é vontade de detonar aquilo que está dando certo, decisão é mesma em relação ao corte do mais médicos, corte de construção de mais de 32 mil casas, cobrança em faculdades públicas e vai por ai afora!
Casemiro Alves Zaca
Artistas fracos ganhando milhões de reais e servidores, professores, médicos do estado e outros profissionais à mercê de ter seus salários congelados por três anos. Teve um MC que ganhou mais de R$500.0000,00 em patrocínio com o dinheiro do povo para lançar seu disquinho.
Luciano Vitor Ferreira
Luciano Vitor Ferreira Penso que ninguém em sã consciência é contra a cultura, mas, se houve boa intenção do governo Sarney em criar o Ministério, para os mal intencionados, caiu como uma luva, ficando mais fácil a utilização da máquina, pois já existia o MEC – Ministério da da Educação E CULTURA, porém, atrelado à educação, o que dificultaria as coisas, afinal, pega mal um ministério ligado a educação doar por exemplo, R$ 1.500.000,00 para a atriz Letícia Sabatela realizar o desejo de gravar um CD, dentre outros absurdos, vários produtores estão se queixado da dificuldade em conseguir verba para realizarem projetos sócio-culturais, enquanto que para os “famosos”, valores milionários são obtidos pelo visto com certa facilidade, em um país sem educação, saúde, segurança, etc, aplicar mal a verba da cultura é outro fato a se lamentar.
Monique Sacca
Lei de incentivo tem que ser pra quem não tem dinheiro pra promover a sua arte e eventos ligados a prefeitura como festivais, orquestras e afins e pelo que eu entendi, essas verbas estão garantidas agora dinheiro pra quem pode promover seu trabalho e uma afronta mesmo. A cultura nunca vai acabar por que ela é um dom nato da humanidade. A briga não e por isso. O que mais for supérfluo e entidades que possam ser taxadas que o sejam o quanto antes. Com justiça é claro, reforma política, tributária etc… Claro que não vai ser de uma hora pra outra e vamos ter que cobrar muito por isso. Vamos aguardar…
Mauro Marques
Acho paradoxal. Luta pela conquista e guerra contra a ganância vão sempre ser assunto pra discussão. Eu concordo: sim e não. Quem quiser questionar comigo pode mas pelo face não dá. É argumentativo demais. Estamos no olho do furacão. Mas ele passa
MAROLO PRODUÇÕES QUE ORGANIZA FESTIVAL MÚSICA DO MUNDO ENVIOU COMUNICADO AO CONEXÃO
Maria Dolores, da Marolo Produções
“Marolo Produções
Também somos à favor de enxugar a máquina pública, pois ela é inflada e os recursos são direcionados de forma equivocada. Apenas gostaria de ressaltar que existe uma falta de entendimento por parte do público leigo sobre a Lei Rouanet. O Festival Música do Mundo é realizado via Lei Rouanet, sempre com muita dificuldade e luta. Para quem não sabe, o governo não dá um dinheiro pela Lei Rouanet. Ele aprova o projeto e isso permite o artista ou produtor cultural ralar atrás de empresas para convencer alguma a patrocinar o projeto. Depois a empresa terá no futuro uma isenção fiscal. E no caso do Festival nem é 100% de isenção. Ou seja, se um patrocínio de 10 mil reais significa que a empresa poderá descontar 3 mil no futuro. Os outros 7 mil a empresa tem que pagar do próprio bolso. Ou seja, é muito difícil. Você é um grande apoiador do Festival e dos projetos que realizamos e agradeço sempre muito por isso. Só gostaria de ressaltar que a Lei Rouanet não é como as pessoas pensam, e não beneficia só grandes artistas.
Um abraço,
Maria Dolores”
E você? Qual sua opinião? Tire suas conclusões e assim ajudará a construir uma país mais democrático de fato e de direito…