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  • DESIGUALDADE: Mais ricos ganham 36 vezes mais do que os mais pobres

    DESIGUALDADE: Mais ricos ganham 36 vezes mais do que os mais pobres

    Uma levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta quarta-feira, 11, detalha os níveis da concentração de renda e a desigualdade entre os brasileiros em 2017. A pesquisa Rendimento considerou todas as fontes de renda da população, como aposentadorias, pensões, salários e programas como o Bolsa Família. Ela aponta que no ano passado, 10% dos cidadãos detinham R$ 4,33 a cada R$ 10 existentes no país.

    1%  mais rico

    A faixa mais rica da população brasileira, correspondente a 1% do total, ganhou 36,1 vezes mais do que a metade com menos dinheiro, faturando, em média, R$ 27,2 mil por mês, enquanto o rendimento mensal dos mais pobres foi de R$ 754, cerca de 0,7% da renda total. De acordo com o instituto, o valor, apesar de alto, é menor do que o obtido em 2016: na época, era 36,3 vezes maior.

    Igualdade

    A renda média per capita foi reduzida em 2017, passando de R$ 1.285 em 2016 para R$ 1.271, uma queda de 1,09%. O IBGE aponta que se a distribuição de renda no país fosse igualitária, cada pessoa receberia por mês cerca de R$ 2,1 mil.

    Regiões

    Em todas as regiões do país, com exceção do Sudeste, que registrou uma ligeira queda na concentração de renda, houve aumento na desigualdade social.

    Para analisar a desigualdade nas regiões do Brasil o IBGE considerou o Índice de Gini, um indicador que vai de 0 a 1, sendo que 0 significa uma distribuição perfeita de dinheiro e 1 a pior possível. A região Sudeste teve nota 0,529, enquanto a região Nordeste ficou em 0,567, Norte com 0,544, Sul com 0,477 e Centro-Oeste com 0,523.

    De onde vem o dinheiro?

    Cerca de 60% da população brasileira teve, em 2017, algum tipo de fonte de renda. O número de pessoas que teve rendimentos vindos do trabalho caiu, passando de 42,4% para 41,9%, enquanto a parcela que teve acesso ao dinheiro vindo da aposentadoria cresceu, saindo de 13,9% para 14,1%.  A pensão alimentícia, a mesada e a doação não registraram aumento, ficando em 2,4%. Os alugueis tiveram um pequeno aumento em relação a 2016, saindo de 1,8% para 1,9% no ano passado.

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    Roger Campos

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  • Energia elétrica pode ser a mais cara dos últimos 10 anos.

    Energia elétrica pode ser a mais cara dos últimos 10 anos.

    Revisão tarifária pautou audiência pública da Comissão de Defesa do Consumidor da ALMG.

    Considerada “perversa”, metodologia de revisão tarifária da energia elétrica ensejará um aumento médio nas contas da Cemig de 25,87%. Se a proposta for aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado terá o maior acréscimo dos últimos dez anos, segundo o deputado Elismar Prado (PROS). A base de cálculo da revisão e também o sistema de bandeiras tarifárias foram questionados em audiência pública da Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte, realizada nesta quarta-feira (18/4/18), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

    Além do reajuste anual, o processo de revisão, previsto nos contratos de concessão, é promovido de cinco em cinco anos. O objetivo seria obter o equilíbrio das tarifas com base na remuneração dos investimentos das empresas de distribuição e a cobertura de despesas efetivamente reconhecidas pela Aneel. O presidente do Conselho Nacional dos Consumidores de Energia Elétrica (Conacen), José Luiz Nobre Ribeiro, explicou que essa medida é adotada para evitar que as empresas tenham prejuízos, ou seja, que não gastem com a compra da energia mais que o valor recebido para distribuí-la.

    Ribeiro afirma que o modelo de exploração energética adotado no Brasil prevê três dimensões: geração, transmissão e distribuição. Ele esclarece que o aumento a ser implementado pela revisão tarifária diz respeito à distribuição de energia no Estado e não à sua geração. Para ele, o acréscimo de 22,63% para os consumidores residenciais; de, em média, 22,73% para as empresas de baixa tensão, e de, em média, 34,41% para as de alta tensão; “provocará, com o perdão do trocadilho, um curto-circuito no bolso dos contribuintes”.

    Esses percentuais, de acordo com o presidente do Conacen, são baseados na metodologia de cálculo adotada pela agência reguladora e que está prevista nos contratos de concessão. Ele explicou que, diferente do reajuste anual, que leva em conta a inflação e o chamado fator de qualidade, a revisão possui outros componentes que oneram os valores finais. Ribeiro afirma que não foram encontrados erros nos cálculos realizados, mas que a metodologia pode ser considerada perversa.

    Deputado questiona sistema de bandeiras tarifárias

    O deputado Elismar Prado, que solicitou a audiência juntamente com os parlamentes Felipe Attiê (PTB) e João Leite (PSDB), disse que os cálculos são feitos “friamente”, sem ponderar o atual contexto de desemprego e crise no país. Ele informou ainda que participou de audiência com a Aneel, em 28 de março deste ano, quando apresentou documento para questionar o aumento “abusivo” que está em pauta.

    O parlamentar afirmou que são levados em conta, de fato, critérios técnicos como os custos de aquisição da energia e as perdas de acionistas, mas que deveriam ser consideradas também as condições dos mineiros de pagar essa conta. Ele argumentou ainda que a Cemig vem acumulando lucros bilionários e que a divisão de ganhos deveria ser feita também com os consumidores.

    Outro questionamento diz respeito ao sistema de bandeiras tarifárias, em que é cobrado um valor adicional na conta de energia por períodos específicos. O deputado explicou que, entre janeiro de 2015 e junho de 2017, foram arrecadados dos consumidores R$ 20,5 bilhões, sendo que o ônus das empresas concessionárias foi de apenas R$ 12,6 milhões.

    Elismar Prado ressalta que as bandeiras tarifárias já são alvo de processo no Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo ele, essa é apenas uma forma de antecipar receitas para as empresas, sem representar qualquer benefício para os contribuintes.

    Parlamentares pretendem convocar direção da Cemig

    Os deputados Elismar Prado, Felipe Attiê e João Leite pretendem aprovar novo requerimento e realizar outra audiência pública. Eles lamentaram a ausência de representantes da Aneel e, sobretudo, da Cemig. Desta vez, eles farão uma convocação do presidente da empresa ou de um dos seus diretores.

    Para os parlamentares, a Cemig precisa prestar os esclarecimentos necessários à população do Estado. João Leite afirmou que o Executivo tem adotado essa mesma postura em outras reuniões realizadas, por exemplo, no âmbito da Comissão de Segurança Pública. Foi aventada até mesmo a possibilidade de se instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), caso a Cemig não envie representantes para a próxima reunião.

    Impactos no mercado – Para Edilson Cruz, representante da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), o aumento médio de 25,87% para o comércio vai impor um acréscimo de até 2 % no custo final da mercadoria, o que pode parecer pouco, mas que dificultaria a concorrência com os produtos vendidos online. Já Mariel Orsi, da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomercio-MG), o micro e pequeno empresários serão os mais penalizados pelo “aumento desarrazoado”.

    Fonte ALMG

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    Roger Campos

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  • REFORMA TRABALHISTA: O PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO DE ACORDO EXTRAJUDICIAL – Chalfun Advogados

    REFORMA TRABALHISTA: O PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO DE ACORDO EXTRAJUDICIAL – Chalfun Advogados

    Muito tem se falado sobre a aprovação da Lei 13.467/2017, conhecida como Reforma Trabalhista. Foram trazidas pela Lei diversas e polêmicas alterações na Consolidação das Leis do Trabalho.

    Uma das alterações trazidas pela Reforma Trabalhista foi a inclusão do artigo 855-B, que dispõe sobre o processo de homologação de acordo extrajudicial, que nada mais é que a possibilidade das partes (empregador e empregado), em comum acordo, provocarem o poder Judiciário para a homologação de um acordo realizado extrajudicialmente.

    Para que o acordo seja homologado pelo Juiz as partes deverão cumprir os requisitos previstos no referido artigo, bem como em seus parágrafos, quais sejam: a) iniciar o processo de homologação de acordo extrajudicial por petição conjunta, sendo obrigatória a representação das partes por advogado; b) e que as partes não poderão ser representadas pelo mesmo advogado, sendo facultado ao trabalhador ser assistido pelo advogado do sindicato de sua categoria.

    Conforme artigo 855-C da CLT, o processo de homologação do acordo não afasta a multa do artigo 477, parágrafo 8º da CLT, assim, o pagamento das verbas rescisórias deverá ser efetuado em até 10 dias contados a partir do encerramento do contrato, a fim de que não incida a referida multa.

    Outro fato importante é a previsão do artigo 855-D da CLT, determinando que no prazo de 15 dias a contar da distribuição da petição, o Juiz analisará o acordo, podendo designar audiência se entender necessário, e, em seguida, proferirá a sentença. Inclusive, caberá recurso ordinário da sentença que rejeitar a homologação do acordo ou de parte dele.

    Vale lembrar que com o protocolo da petição de acordo extrajudicial, ficará suspenso o prazo prescricional com relação aos direitos ali discriminados, sendo certo que o prazo só voltará a fluir após o trânsito em julgado da decisão que não homologar o acordo, sendo o previsto no artigo 855-E da CLT.

    Registre-se que a criação do procedimento de Jurisdição Voluntária na Justiça do Trabalho trouxe segurança jurídica para as partes, tendo em vista que a transação será respeitada quando for devidamente homologada pelo Juízo. Além disso, evitará a propositura de reclamações trabalhistas que visam rediscutir créditos decorrentes da relação de emprego, pois, este era um dos fatores que contribuía para o grande volume de processos trabalhistas, vez que muitas das vezes os acordos realizados acabavam não refletindo a realidade dos fatos.

    Por outro lado, destaca-se que o novo procedimento ao mesmo tempo em que veio para trazer segurança para as partes, trouxe também preocupação, principalmente quanto a sua forma de utilização, tendo em vista que o processo de homologação de acordo extrajudicial não pode ser utilizado para burlar a Lei e lesar os trabalhadores, e, portanto, não pode o empregador deixar de pagar os direitos trabalhistas do trabalhador, para depois buscar um acordo extrajudicial de tudo que não adimpliu durante o pacto laboral.

    Sendo assim, esta nova previsão legal trouxe alternativas para solução dos impasses decorrentes da relação de trabalho, porém, frisa-se, que somente será válido quando resultar de verdadeira vontade das partes e com o equilíbrio que deve existir em qualquer transação.

    Portanto, caberá ao Poder Judiciário adotar o seu procedimento quanto a homologação do acordo, devendo o Juízo proceder à análise de cada caso concreto, levando-se em conta, inclusive, o Princípio da Primazia da Realidade, cabendo, ainda, aos advogados e aos Sindicatos, a fiscalização para a correta utilização do Processo de Homologação de Acordo Extrajudicial.

     

    Dra. Fernanda Marques – OAB MG nº 166.381

    Chalfun Advogados

    [email protected]

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  • Grupo Unis prepara mais uma edição do Congresso Internacional

    Grupo Unis prepara mais uma edição do Congresso Internacional

    O mundo em reconstrução. Esta é a temática do Congresso Internacional do Grupo Unis, que acontece no próximo mês em Varginha. Em sua quarta edição, as atividades vão acontecer entre os dias 23 e 27 de abril na Cidade Universitária. Indústria, Ser Humano, Cidade e Educação são os pontos a serem trabalhados.
     
    Diversas atrações acontecem entre os dias de atividades, que ocorrerão na Cidade Universitária. Palestras, workshops e apresentações culturais e entretenimento serão contemplados durante os dias do Congresso, que atende a alunos e comunidade em geral.

    Presenças Internacionais

    Todos os anos o Grupo Unis conta com a presença de alunos e professores vindos dos países parceiros. Este ano já confirmaram presença, além dos estudantes que estão neste semestre participando do Processo de Internacionalização, professores e pesquisadores de 6 países: Finlândia, Índia, Rússia, Hungria, Portugal e Romênia.

    Eventos que envolvem a comunidade

    O Congresso Internacional reúne uma grande diversidade de atividades acadêmicas e que podem ser prestigiadas também pela comunidade em geral. Tradicionais eventos como Café com Tudo, por exemplo, serão realizados durante a semana.
     
    O Conservatório Estadual de Música de Varginha fará parte do Congresso com apresentações culturais. Os alunos promoverão, durante os dias, um Festival de Música, interagindo com todos os presentes. O corpo de Bombeiros Militar e a Escola de Sargentos das Armas também estarão presentes com exposições e atividades.
     
    O entretenimento atenderá a todas as idades. Pista de escalada, campeonatos de poker e truco, pista de kart e praça de alimentação vão compor o cenário.

    Inscrições para o Congresso Internacional

    As inscrições para o Congresso Internacional do Grupo Unis já estão abertas. Este ano o interessado pode se inscrever em até 2 atividades por dia, todas de forma gratuita. A programação e o link para inscrição estão no site ci.unis.edu.br

    Fonte Grupo Unis

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • O CERTO, O ERRADO E O DIVERTIDO por Nilson Lattari

    O CERTO, O ERRADO E O DIVERTIDO por Nilson Lattari

              Acostumamos a dividir a vida entre o certo e o errado, esquecendo, os legisladores dos caminhos, aquilo que seria o certo ou aquilo que seria o errado. Homens de bem, e mulheres também, optam por definir uma atitude correta para que a sociedade siga o bom caminho. Resta definir o que seria um homem ou uma mulher de bem, e depois de conseguir tal conclusão, entregar a eles a definição do certo e do errado.

    Que coisa desgastante, definir em boas e bem traçadas linhas o que seria o certo e o que seria o errado! No meio do caminho, ou no fim dele, aparecem, simplesmente, aqueles que querem se divertir.

    Uma diversão é um acordo entre duas partes, desde que transgrida todas as leis, escondam-se entre quatro paredes, e definam entre si o que seria o certo e o errado de cada um. Diversão é fazer coisas certas ou erradas, em um perfeito casamento de interesses, no caso, divertimento.

    Temos o caso do casal que saiu fantasiado no carnaval, levando no ombro um filho fazendo as vezes do fiel amigo do Aladim. No caso, eles não estavam pensando no certo ou errado, estavam apenas querendo se divertir. Mas, fora das quatro paredes, o divertimento foi tachado de racismo.

    Bonnie e Clyde optaram por se divertir fazendo tudo errado, ou certo para eles, que queriam se divertir, e ao que tudo indica, fora das quatro paredes, deu tudo errado.

    Mas fazer a coisa errada, mesmo que pareça certa, recebe punição. O divertimento de alguns pode ser transgressão para outros, mesmo que lá no fundo estejam procurando a pessoa certa para fazer coisas erradas, e no fundo à procura de diversão.

    Esta diversão pode ser simplesmente dar asas ao instinto, e o que poderia haver de errado em duas pessoas querendo se divertir, e arcando com as consequências dos seus atos?

    Há limites para a diversão? Creio que sim. Afinal, a diversão de alguns não pode ser a tragédia para outros. E aí entramos na inserção daquilo que é certo, errado ou diversão.

    Muitos brigam por aquilo que acham certo, e como oponentes aqueles que lutam pelo errado como se fosse o certo. Nunca vão se divertir, mas eternamente brigarão.

    Na verdade, nada que existe pode ser certo ou errado, mas a diversão é o melhor caminho, entre muros, até porque uma boa chacoalhada na caretice da sociedade parece ser uma coisa divertida. O que estraga é a falta de esportividade.

    O consenso em fazer a coisa certa, muitas vezes valida o errado. Mas, o consenso em fazer a coisa errada não leva àquilo que é certo. Menos policiamento sobre a vida alheia facilita a diversão, diversão que causa inveja, muitas vezes, por aqueles que não acharam o par certo para, simplesmente, poder se divertir.

     

    Nilson Lattari

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  • DEPUTADA EM AÇÃO: Emenda da deputada Dâmina viabiliza reformas na área esportiva de Lavras

    DEPUTADA EM AÇÃO: Emenda da deputada Dâmina viabiliza reformas na área esportiva de Lavras

    Campos de futebol de cinco bairros de Lavras já começaram a ser restaurados com recursos de emenda individual da deputada federal Dâmina Pereira (Podemos/MG). Os locais serão reformados, com pinturas, aramado, redes, novas cercas, novas traves e novo gramado junto de outros benefícios. A verba é do Ministério dos Esportes e a Prefeitura Municipal já realiza a obra.

    As reformas estão sendo feitas com a primeira parcela do montante de R$ 877.500,00 que a deputada destinou para a área do esporte em Lavras.

    Os bairros Jardim Floresta, Novo Horizonte, Água Limpa e Vila Murad serão contemplados. Também serão atendidos o estádio municipal do Fabril e uma quadra no bairro Novo Horizonte.

    A previsão é de que até 90 dias os campos já sejam entregues à população, através das Associações de Bairros representantes e das equipes esportivas que irão administrá-los. Assim, toda a população vai desfrutar das reformas quando finalizadas.

    Leticia Pires
    Assessora de Imprensa 
    Deputada Dâmina Pereira

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  • VIOLÊNCIA: ALUNO AGRIDE PROFESSORA EM TRÊS PONTAS. PM É ACIONADA

    VIOLÊNCIA: ALUNO AGRIDE PROFESSORA EM TRÊS PONTAS. PM É ACIONADA

    A Polícia Militar de Três Pontas recebeu na manhã desta sexta-feira (20) um chamado da diretoria da Escola Maria Augusta Vieira Corrêa, localizada na rua Dr. Artur Brandão, 73, no bairro Botafogo, em Três Pontas. De acordo com informações apuradas pelo Conexão, um menor de 16 anos de idade teria agredido uma professora, gerando uma grande confusão na unidade escolar.
     
    A Polícia Militar se dirigiu até o local para registrar o episódio de violência e desrespeito para com um professor. Conforme a Polícia Militar, pelo fato do menor ter 16 anos, já pode ser apreendido e foi encaminhado até a sede do Quartel da PM em Três Pontas onde será lavrado o Boletim de Ocorrência. O menor poderá, caso seja a recomendação do delegado de plantão, ser apresentado na Delegacia da Polícia Civil.
     
    O nome do menor, por lei, deve ser preservado. Já o nome da professora não foi revelado.
     
    Ainda conforme informações da 151ª Cia da Polícia Militar de Três Pontas, infelizmente essa não é a primeira vez que um professor é agredido em Três Pontas. Outros casos já foram registrados. 
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    PALAVRA DA ESCOLA

    A diretora Roselucy, da Escola Maria Augusta, por telefone, afirmou ao Conexão que não houve agressão física e sim uma agressão verbal.
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    PROFESSORES AGREDIDOS

    O Sindicato dos Professores apontou que 44% dos professores já sofreram algum tipo de agressão. Entre as agressões que 84% dos professores afirmam já ter presenciado, 74% falam em agressão verbal, 60% em bullying, 53% em vandalismo e 52% em agressão física.
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    Uma pesquisa global da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com mais de 100 mil professores e diretores de escola do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio (alunos de 11 a 16 anos) põe Brasil no topo de um ranking de violência em escolas.
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    Em Minas Gerais, uma lei sancionada pelo governador Fernando Pimentel tenta conter o cenário de constrangimento e desrespeito nas unidades de ensino. No primeiro semestre de 2017, o estado registrou uma média de 22 crimes por dia nessas instituições. A Lei 22.623, de julho de 2017, prevê medidas para conter a violência contra professores.
    __________
    Outra questão é que, por medo de represália ou desânimo com a burocracia, nem todos os agredidos acionam a Polícia Militar para fazer boletim de ocorrência. Quando o fazem, entram no bolo geral de crimes contra a pessoa.
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    Roger Campos

    Jornalista

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  • SOLUÇÃO? Escolas ‘militarizadas’ vencem violência, uso de drogas e notas baixas.

    SOLUÇÃO? Escolas ‘militarizadas’ vencem violência, uso de drogas e notas baixas.

    MINAS GERAIS JÁ É SEGUNDO ESTADO COM MAIOR NÚMERO DE ESCOLAS MILITARIZADAS.

    No portão de entrada, o sequestro relâmpago de uma professora; na sala de aula, o assassinato de um ex-aluno; no banheiro, tráfico de drogas: esse era o retrato da escola Fernando Pessoa em Valparaíso (GO), que acendeu o alerta das Secretarias de Educação e de Segurança Pública de Goiás para os frequentes casos de violência na rede de ensino estadual.

    Para combatê-los, o governo goiano, literalmente, chamou a polícia. Numa medida polêmica, a escola Fernando Pessoa, assim como outras 11 da rede estadual no último ano, passou por um processo de “militarização” do ensino, resultado de uma parceria das duas Secretarias (Educação e Segurança) para acabar com a violência no ambiente escolar.

    Na prática, os militares assumem a administração da escola, enquanto a parte pedagógica (professores e métodos de ensino) segue sob a alçada da Secretaria de Educação.

    ‘Hierarquia e disciplina’

    Os resultados da mudança implantada no início deste ano, segundo a escola e o governo goiano, foram satisfatórios. O diretor do agora Colégio Militar Fernando Pessoa, capitão Francisco dos Santos Silva, afirma que, implementando os princípios básicos militares de “hierarquia e disciplina”, a escola conseguiu acabar com os casos de violência e virou um “sonho” para os moradores da cidade.

    “Aqui, aluno fumava droga dentro da escola e batia em professor. Eu cheguei a ter de tirar uma professora da aula. Ela estava em um estado tão grande de depressão, que eu tive que tirá-la da sala”, conta o capitão à BBC Brasil. “Agora, é outro mundo, os próprios professores perguntam como nós conseguimos. Antes, eram os alunos que mandavam na escola”, diz.

    Entre os pedagogos e especialistas, porém, o modelo militar é bastante questionado. “Resolve a violência por causa do medo da repressão. Mas não resolve o problema real”, defende a doutora em Ciência da Educação e coordenadora do Observatório de Violência nas Escolas do Brasil, Miriam Abramovay.

    A escola se tornou militar em janeiro deste ano e, segundo o capitão Santos, conseguiu manter 80% dos alunos após as mudanças – eram 680 alunos até então. Agora, o colégio tem quase o dobro de estudantes (1.100) e atuam nele um total de 13 oficiais militares, 38 professores – a maioria mantida do modelo antigo da escola, com apenas algumas trocas daqueles que “não se adaptaram ao novo esquema” -, além de uma psicóloga, uma psicopedagoga e outros funcionários.

    Entre as funções dos militares, estão as de cunho administrativo – o comandante e o sub-comandante fazem parte do corpo diretivo – e também as de “coordenadores de disciplina”, que são responsáveis por fazer com que os alunos cumpram as regras da cartilha militar.

    “O ser humano se adapta ao meio. Quando você tira o meio violento, as palavras pesadas, eles mudam, o linguajar muda, o falar muda, a gente trabalha a consciência deles”, diz o capitão Santos. “Os alunos receberam muito bem, teve três ou quatro pais que não ficaram satisfeitos. Mas para a região aqui é um sonho para esse povo, muita gente queria e não tinha oportunidade.”

    Mudanças

    O dia a dia do aluno do Fernando Pessoa já começa diferente ao sair de casa para ir à escola. Antes, bastava colocar a camiseta do colégio, agora é preciso vestir o uniforme militar completo de estudante e cuidar para que tudo esteja “nos trinques” – uma camisa para fora da calça já pode gerar uma chamada de atenção.

    O corte de cabelo dos meninos agora é “padrão militar”, e as meninas devem manter o seu preso. Esmalte escuro é proibido, assim como acessórios muito chamativos. Mascar chiclete, falar palavrão ou se comunicar com gírias (“velho”, “mano”, “brother”) também são práticas banidas da escola desde que ela se tornou militar.

    Ao chegarem à escola, o tradicional “bom dia” foi substituído por uma continência. “Ela é a nossa saudação, para o professor ou entre os alunos, é um jeito de dizer ‘bom dia, como vai?’”, explica o capitão Santos. Daí vem o perfilamento em formação militar seguido da revista de um “coordenador de disciplina” para evitar que alguma regra seja desrespeitada. Uma vez por semana, há também a formação geral para cantar o hino nacional e o hino à bandeira, enquanto a mesma é hasteada conforme manda o protocolo militar.

    Além dos novos hábitos, os alunos da Escola Fernando Pessoa ganharam também novas aulas. O currículo do Ministério da Educação (MEC) é mantido, mas os militares adicionaram à grade aulas de música, cidadania, educação física militar, ordem unida, prevenção às drogas e Constituição Federal.

    “Nós trabalhamos o respeito com o próximo, a responsabilidade com horários, a reverência aos mais velhos. E a convivência”, conta o diretor, que garante também não aplicar punições severas aos alunos que quebrarem as regras.

    Desde que os militares passaram a administrá-la, a Escola Fernando Pessoa passou por reformas e teve sua aparência transformada. “A escola era toda pichada, toda deteriorada, banheiros quebrados. Tirei oito caminhões de lixo daqui, era uma coisa muito triste. Agora, reformulamos, pintamos, pusemos climatizador nas salas, sistema de câmera, não tem mais nada de violência”, diz o diretor.

    MINAS GERAIS

    Com 24 escolas em 2017, Minas é o segundo Estado do país em número de instituições, atrás só de Goiás, com 26.

    O relógio marca exatamente 7h15 de uma terça-feira ensolarada quando o toque ritmado da corneta rompe o silêncio no enorme pátio, anunciando a hora de começar mais uma solenidade de formatura semanal no Colégio Militar de Belo Horizonte, na Pampulha. Enfileirados, os quase 700 alunos, de 10 a 18 anos, acompanham, com corpos fixos e cabeças erguidas, o hasteamento das bandeiras e, em seguida, cantam com vozes firmes o hino do colégio. Quando o comandante toma a palavra, autorizando a tropa a “descansar” após 20 minutos de formação, o alívio é imediato. Braços e pernas relaxam, e até mesmo alguns bocejos ecoam, comprovando que, apesar de toda pompa e formalidade, alunos de colégios militares são crianças e adolescentes como quaisquer outros, imersos em um sistema de ensino que se expande a cada ano.

    Estranha à primeira vista, a cena é cada vez mais comum no Estado: Minas é o segundo do país em número de escolas militares. Ainda assim, para quem está de fora, o universo envolvendo escolas administradas ou pelo Exército Brasileiro, ou pela Polícia Militar (PM) permanece polêmico. Há os que condenem a metodologia, certos de que o ensino militar doutrina e forma uma massa de seguidores acríticos. Assim como existem aqueles que aplaudem o sucesso na consolidação do respeito como valor para os jovens. Em meio às divergências, um fenômeno curioso, alheio a tudo, tem chamado a atenção: em uma sociedade que busca o conhecimento que liberta, cresce, cada vez mais, a demanda por colégios militares pelo país.

    Apenas em Minas, são mais de 20 mil alunos frequentando escolas cujo uniforme remete à farda militar, divididos em 24 colégios, dois do Exército e 22 da PM – dois deles inaugurados neste ano, em Uberlândia, no Triângulo, e em Pouso Alegre, no Sul de Minas. E a intenção é continuar crescendo: Divinópolis, na região Centro-Oeste, também deverá receber uma unidade do Colégio Tiradentes. “Não conseguimos atender 100% (dos interessados). Ainda temos uma demanda reprimida de dependentes de militares”, explica a coronel Rosângela de Souza Freitas, diretora de Educação Escolar e Assistência Social da PM.

    ENQUETE

    O ensino está na UTI. Professores frequentemente ameaçados e agredidos, escolas tomadas pelo tráfico de drogas, alunos desinteressados, ausentes e aprendendo pouco. Algumas escolas que passaram a ter um acompanhamento militar mudaram essa realidade. Mas há quem desaprove a entrada das forças armadas ou da polícia nas escolas.

    QUAL SUA OPINIÃO SOBRE A “MILITARIZAÇÃO” DAS ESCOLAS PÚBLICAS?

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    Roger Campos

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  • EX-PREFEITO DE TRÊS PONTAS, TADEU MENDONÇA (PV) É O NOVO VICE-PRESIDENTE DA COPASA

    EX-PREFEITO DE TRÊS PONTAS, TADEU MENDONÇA (PV) É O NOVO VICE-PRESIDENTE DA COPASA

    Em reunião na última semana, no Palácio da Liberdade, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, recebeu em seu gabinete o deputado estadual, Mário Henrique Caixa (PV), o ex prefeito de Três Pontas, Tadeu Mendonça (PV), a atual presidente da Copasa, Sinara Meireles e o vice-presidente da companhia, Antônio Cesar de Miranda (Junior Geloso). Na ocasião o governador nomeou o trespontano Tadeu Mendonça como o novo vice-presidente da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA).

    Para o deputado, esse cargo é perfeito para o seu conterrâneo. “Deposito toda minha confiança no Tadeu, sei que ele vai engrandecer e melhorar o que for preciso na Copasa. Ele já tem uma grande história na gestão pública, além de vários projetos como o Sete Cachoeiras, a Penalty, o CAIC, entre outros. Estou feliz e agradeço ao governador Pimentel por colocar mais um trespontano em um cargo tão importante”, enfatiza Caixa (PV).

    Tadeu Mendonça (PV), agora o atual vice-presidente da Copasa, nasceu na cidade de Três Pontas, é bacharel em Direito e tem mais de 20 anos de experiência no setor público. Foi diretor geral do IPEM – Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Minas Gerais, superintendente na AMM – Associação Mineira de Municípios, conselheiro no DER-MG – Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano de Minas Gerais, advogado na Prefeitura Municipal de Três Pontas, diretor de transportes aeroviários na Secretaria de Transportes e Obras Públicas de Minas Gerais e prefeito de Três Pontas, além dos 16 anos de experiência no setor privado.

    “Agradeço a confiança do governador, em me colocar nesse cargo. Terei muitos desafios pela frente, mas sei que posso contar com a ajuda da presidente Sinara Meireles e que estarei sempre à disposição do meu corpo de diretores da Copasa”, afirma Tadeu Mendonça.

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  • ATENÇÃO: Saque do FGTS para empregado que pedir demissão é aprovado por Comissão do Senado

    ATENÇÃO: Saque do FGTS para empregado que pedir demissão é aprovado por Comissão do Senado

    Atualmente, nessa hipótese, o saldo fica retido na conta vinculada ao trabalhador. Se não houver recurso ao plenário do Senado, projeto segue para análise da Câmara.

    A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou nesta quarta-feira (11) um projeto que altera a legislação para permitir que o trabalhador possa sacar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) caso peça demissão.

    Atualmente, nessa hipótese, o trabalhador não pode movimentar a conta a ele vinculada no FGTS, a não ser que haja acordo entre empregado e empregador, o que permite saque de até 80% do saldo.

    O projeto foi aprovado em caráter terminativo pela CAS, ou seja, se não houver recurso para análise do plenário do Senado, a proposta seguirá diretamente para análise da Câmara dos Deputados.

    Para entrar em vigor, a possibilidade precisa ser aprovada por Senado e Câmara e, depois, ser sancionada pela Presidência da República.

    Fonte G1

     

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  • SUFICIENTE? Salário mínimo deve chegar a R$ 1.002 em 2019

    SUFICIENTE? Salário mínimo deve chegar a R$ 1.002 em 2019

    Salário mínimo ideal seria de R$ 3.754,16, de acordo com Dieese

    O salário mínimo deve ultrapassar a barreira dos milhares no ano que vem. Mas não há, segundo especialistas, motivos para comemorar, já que continuará bem longe do ideal. O projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2019 estima que a remuneração chegará a R$ 1.002 no ano que vem. Hoje, o salário é de R$ 954.

    O PLDO traz ainda a previsão para o salário mínimo nos dois anos seguintes. Para 2020, a estimativa é que ele chegue a R$ 1.076. Em 2021, R$ 1.153.

    O valor previsto no Orçamento para o ano que vem pode mudar ao longo do ano, de acordo com surpresas na inflação. Isso porque o cálculo para o salário mínimo considera o crescimento da economia de dois anos anteriores e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior. Ou seja, o número que aparece no PLDO é feito com base em uma estimativa de inflação.

    Longe do Ideal

    O valor do salário mínimo ideal para que o trabalhador possa custear as suas despesas básicas e de sua família (composta de quatro pessoas) foi calculado em R$ 3.754,16, ou quase 4 vezes o valor do salário mínimo vigente. A estimativa é do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos).  O departamento divulga mensalmente uma estimativa de quanto deveria ser o salário mínimo para atender as necessidades básicas do trabalhador e de sua família, como estabelecido na Constituição: moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e Previdência Social.

    Esse valor é calculado com base na cesta básica mais cara entre as 27 capitais. Em abril, o maior valor foi registrado em Porto Alegre (R$ 464,19). A diferença entre o salário mínimo real e o necessário aumentou de março para abril deste ano.

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  • POLICIAL: Homem é baleado após tentativa de assalto no bairro Cidade Jardim em Três Pontas.

    POLICIAL: Homem é baleado após tentativa de assalto no bairro Cidade Jardim em Três Pontas.

    ATENDIMENTO RÁPIDO E EFICIENTE DO PAM E DO HOSPITAL SALVOU A VIDA DA VÍTIMA.

    Um homem foi baleado na tarde desta quarta-feira (18) em Três Pontas. Por volta das 17 horas, Cleison Vítor e dois irmãos estariam trabalhando em uma obra. Segundo nos foi relatado, na saída da construção, no fim do expediente, três marginais da cidade de Campos Gerais fizeram a abordagem com o intuito de roubar o carro de Cleison, momento em que a vítima teria levado a mão no bolso para pegar a chave. Acreditando que ele sacaria uma arma, um dos bandidos teria efetuado alguns disparos, sendo que um deles acabou atingindo o rapaz no abdômen.

    Conforme apurou o Conexão, Cleison Vitor de Souza, 37 anos, casado, pedreiro, residente na rua Jonas Carlos Paiva, no bairro Cidade Jardim, onde também possui uma padaria, está fora de perigo no momento. Isso se deve a eficiência e agilidade do serviço de resgate bem como dos médicos – Dr. Hércules e Dra. Desireé – e todo corpo de enfermagem tanto do Pronto Atendimento Municipal (PAM) quanto da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis (HSFA).

    Levantamos que em menos de 5 minutos a vítima já estava sendo atendida e utilizando de toda a estrutura e profissionais altamente qualificados do PAM. Devido a constatação da gravidade do caso, em menos de 30 minutos Cleison já estava no centro cirúrgico, nas mãos dos médicos Dr. Geovanni Barros e Dr. Eduardo Vasconcelos, que têm feito um grande trabalho no HSFA. A operação durou cerca de 2 horas.

    Cleison foi submetido a uma laparotomia de urgência para correção do sangramento e lesões de órgãos internos. O procedimento cirúrgico foi um sucesso. A vítima foi encaminhado à UTI para cuidados mais detalhados, porém encontra-se em boas condições, estando, no momento, fora de risco de morte.

    Até o fechamento desta reportagem não obtivemos informações da identificação e captura dos criminosos.

     

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