Tag: Luto

  • Parceiro de Wagner Tiso, Cantor e compositor Tunai morre no Rio

    Parceiro de Wagner Tiso, Cantor e compositor Tunai morre no Rio

    Autor de ‘Frisson’, ele era irmão de João Bosco e foi gravado por Elis, Fafá de Belém, Ney Matogrosso e Gal, entre outros. Aos 69 anos, foi achado morto pela mulher no sofá de casa.

    O cantor e compositor Tunai morreu, na manhã deste domingo (26), no Rio de Janeiro.

    José Antônio de Freitas Mucci tinha 69 anos. Irmão de João Bosco, é autor de ‘Frisson’, entre outros sucessos.

    A morte foi confirmada pela família à TV Globo. Tunai foi encontrado morto no sofá da casa dele pela mulher. A morte foi constatada às 6h, por parada cardíaca.

    O jornalista Mauro Ferreira publicou em seu blog no G1 neste domingo (26) um texto sobre a morte do cantor e compositor. Segundo ele, o nome de Tunai fica na eternidade das canções

    O corpo foi velado a partir das 12h30 desta segunda-feira (27) no Memorial do Carmo, no Caju. A cremação aconteceu às 15h30.

    Fama pela voz de Elis Regina

    “A Elis Regina foi o principal vestibular que passei na minha vida”, disse Tunai em uma entrevista ao G1em 2018.

    Tunai lembra que foi a cantora quem viu nele um potencial para a composição.

    De sua autoria, Elis Regina gravou:

    • “As Aparências enganam”, do disco “Essa mulher” (1979);
    • “Agora tá”, de “Saudade do Brasil” (1980);
    • “Lembre-se”, gravado no show de lançamento de “Essa mulher”, no Palácio do Anhembi, em São Paulo (SP), em setembro de 1979.

    Engenheiro civil de formação, o compositor brincava que Elis Regina foi a responsável por ele deixar os canteiros de obras na década de 1970 para seguir a carreira artística.

    “Ser gravado por ela [Elis] abriu completamente as portas para mim. Foi uma coisa tão boa que eu nunca deixei de homenagear a Elis que deixou um legado incrível. Morreu cedo, mas viveu mais de 100 anos.”

    Em 1977, o irmão João Bosco o apresentou ao poeta Sérgio Natureza, com quem viria mais tarde a produzir boa parte de sua obra e seus maiores sucessos.

    Estreou em 1978, quando Fafá de Belém interpretou “Se eu disser”, da dupla. No ano seguinte, Elis Regina gravou “As aparências enganam”.

    Em 1982, Jane Duboc obteve o 3° lugar no Festival MPB Shell, da Rede Globo, com a música “Doce mistério”. Em 1984, Gal Costa gravou duas composições da dupla: “Olhos do Coração” e “Eternamente” (com Liliane).

    Em 1984 lançou o maior sucesso, “Frisson”, no LP “Em Cartaz”. O hit foi incluído na trilha da novela “Suave veneno”, da TV Globo.

    Entre 1985 e 1994, fez vários shows em teatros de todo o Brasil e lançou diversos discos. Tunai teve outros sucessos nas trilhas de várias novelas como: “Sintonia” ( “Tititi”), “Sobrou pra mim” (“Fera radical”), e “Meu amor” (“Despedida de solteiro”).

    Regravações

    Na década de 1990, Ney Matogrosso gravou “As aparências enganam”, montando um show homônimo que percorreu com sucesso todo o país.

    Em 1999, Ivete Sangalo regravou “Frisson”.

    Outros grandes nomes da música brasileira também interpretaram as composições de Tunai: Milton Nascimento, Gal Costa, Elba Ramalho, Fagner, Jane Duboc, Emílio Santiago, Fafá de Belém, Zizi Possi, Beto Guedes, Joanna, Sandra de Sá, Sérgio Mendes, Belchior, Ivete Sangalo e Roupa Nova estão entre eles.

    Fonte G1 Sul de Minas

     

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  • Nevoeiro está no centro das investigações iniciais do acidente com helicóptero de Kobe Bryant

    Nevoeiro está no centro das investigações iniciais do acidente com helicóptero de Kobe Bryant

    Áudios da torre de controle indicam que aeronave estava em condições especiais, com baixa visibilidade e voando a pouco menos de 500 metros de altitude

    Um voo baixo, em condições difíceis e com pouca visibilidade. O helicóptero em que estava Kobe Bryant, que acabou colidindo e matando o ex-astro da NBA, sua filha e outras sete pessoas, perdeu contato com a torre de controle enquanto voava a menos de 500 metros de altitude. Agora, o foco da investigação inicial para descobrir a causa do acidente é entender as condições do nevoeiro em Calabansas, onde ocorreu a queda.

    Os investigadores do Comitê Nacional de Segurança do Transporte (NTSB, em inglês) iniciaram o trabalho ouvindo testemunhas oculares do acidente, buscando entender os motivos. Há um consenso que havia muita neblina no local de voo e, por isso, uma necessidade de entender a névoa para que se chegue à uma conclusão do ocorrido.

    – Não parecia que estava certo, estava muito lento. Eu vi (a aeronave) caindo e chacoalhando. Mas, era difícil de entender porque estava com muita neblina. O helicóptero sumiu numa nuvem e então teve um “boom”. Vi uma grande bola de fogo. Ninguém poderia sobreviver àquilo – disse uma das testemunhas ouvidas pelo jornal “Los Angeles Times”.

    Para se ter ideia, ainda segundo o jornal de Los Angeles, a névoa era tamanha que o Departamento de Polícia da cidade manteve seus helicópteros em solo, sem voos naquela manhã, por conta do forte nevoeiro na região.

    – A situação climática não atendia os padrões mínimos para voo. O departamento exige um mínimo de duas milhas (3,2 km) de visibilidade e um teto de nuvens de 800 pés (240 metros) para voar – afirmou o porta-voz do departamento de polícia Josh Rubenstei.

    Áudios divulgados nesta segunda-feira mostram a comunicação do helicóptero com as torres de controle em Los Angeles. No último contato feito pelo piloto, no momento em que sobrevoava sobre Calabasas, a aeronave voava em condições visual especial a 1.500 pés (450 metros).

    O brasileiro Oscar Schmidt, craque da Seleção Brasileira, é o maior ídolo de Kobe Bryant.

    O contato via rádio foi perdido logo que o controle foi repassado da torre de Van Nuys para a Socal Approach (radar do terminal Southern California). Como voava em altitude abaixo do normal, as ondas de rádio ficam mais difíceis de se propagarem e, com isso, pode ter havido um corte na comunicação. A última mensagem informa que o N72EX (código da aeronave) estava em altitude abaixo do ideal para aquela área.

    Na sequência, o helicóptero some do radar, indicando que possivelmente colidiu com um terreno na região de Calabasas.

    Fonte GE

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  • Familiares de primos que se afogaram em Três Pontas continuam buscas por conta própria

    Familiares de primos que se afogaram em Três Pontas continuam buscas por conta própria

    Buscas oficiais dos bombeiros foram interrompidas em 8 de janeiro, mas a família decidiu continuar.

    Após 35 dias, a família dos primos que se afogaram no Rio Verde, no distrito de Pontalete, em Três Pontas, continua a fazer as buscas pelos corpos dos meninos com a ajuda dos voluntários. As buscas oficiais foram interrompidas no dia 8 de janeiro pelos bombeiros.

    Diante da agonia, a família decidiu continuar as buscas por meios próprios. Henrique Daniel Fialho, de 17 anos e o primo dele, João Piedro Gonçalves, de 11, se afogaram no Rio Verde no dia 15 de dezembro.

    “É intuição de pai né, a gente não quer desistir, a gente quer tentar achar os meninos, tirar os restos mortais, pra gente ter um pouco mais de paz”, disse o pai de Henrique, Francisco Vitor Fialho.

    O grupo voluntário percorreu as margens do rio, procurando algo preso às galhadas. A família conseguiu até um sonar emprestado, um aparelho para localizar coisas submersas através de frequências acústicas. Eles também conseguiram um trator da prefeitura e arrancaram vegetação e árvores do rio.

    “A gente está com um cabo de aço que está enroscado na árvore dentro, onde tem uma cerca, e a gente está com suspeita que de repente esses moleques podem estar engastalhados na cerca”, disse o voluntário Antônio Carlos de Lima.

    Após 25 dias do afogamento, uma missa foi feita no Pontalete em homenagem às vítimas. Um acordo entre Corpo de Bombeiros e a família dos garotos encerrou as buscas. No entanto, a família ainda não perdeu as esperanças de encontrar os corpos.

    “Vai chegar uma hora que a gente com coração doendo vai ter que parar, porque eu tenho mais dois filhos que precisam de mim e eu tenho que continuar a vida, como eu vou fazer, mesmo com o coração doendo, entregar eles para Deus, que eu acho que eles já estão com Deus e encerrar”, disse o pai de Henrique.

    (Fonte Noticiando Varginha (Apud G1 Sul de Minas / EPTV)

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  • Luto: Morre o querido “Denis da Apae”

    Luto: Morre o querido “Denis da Apae”

    Faleceu na madrugada deste domingo (19) um dos trespontanos símbolos da cidade, uma pessoa especial e muito querida por todos: Dênis José do Nascimento, popularmente conhecido como “Dênis da Apae”.

    Apesar de toda dificuldade e comprometimento motor (físico), Dênis sempre era visto em sua cadeira de rodas especial, motorizada, andando por todos os cantos da cidade. De uma coragem e força de vontade incríveis, ele saia todos os dias de sua casa, na Rua São Paulo, 155, no bairro Padre Victor, para ir até a sede da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) e também para a Praça Cônego Vítor, na região central da cidade, onde, na esquina da empresa Lu Perfumaria, ficava vendendo uma marca de título de capitalização de modalidade filantropia premiável.

    Ele era um símbolo da instituição e adorado por todos ali. A saudosa ex-prefeita Adriene Barbosa de Faria Andrade tinha uma relação muito especial, quase que de mãe e filho com Dênis, que, por sua vez, a amava e chegou até a fazer campanha para ela nas eleições que disputou.

    Dênis não se entristecia diante de suas dificuldades, e mesmo quando suas palavras não eram perfeitamente entendidas, sua risada única e contagiante, bem como sua rara inteligência, se destacavam.

    Nossa reportagem tentou contato com a presidente da Apae de Três Pontas, Rozilda Gama e com outros profissionais da entidade para obter uma mensagem oficial, em nome da entidade, sobre a morte de Dênis. Uma nota nos foi enviada:

    Em conversa com a ex-presidente da Apae e ex-prefeita, hoje diretora do Sest/Senat, Luciana Mendonça, que tem um carinho muito especial por Dênis e anos de convivência, ela falou sobre a morte dele:

    “Infelizmente nosso Dênis faleceu hoje. Ele estava com problemas de estômago e possivelmente tenha tido alguma complicação. Mas não tenho essa informação. Ele foi um guerreiro, enfrentou muita coisa, não só sua deficiência. Ele era de uma inteligência única. Perdemos alguém muito especial e querido por todos”, disse ela.

    Luciana Mendonça complementou com uma poema para o eterno poeta trespontano:

    “A MORTE NÃO É NADA – Poema de Santo Agostinho
    A morte não é nada.
    Eu somente passei
    para o outro lado do Caminho.

    Eu sou eu, vocês são vocês.
    O que eu era para vocês,
    eu continuarei sendo.

    Me dêem o nome
    que vocês sempre me deram,
    falem comigo
    como vocês sempre fizeram.

    Vocês continuam vivendo
    no mundo das criaturas,
    eu estou vivendo
    no mundo do Criador.

    Não utilizem um tom solene
    ou triste, continuem a rir
    daquilo que nos fazia rir juntos.

    Rezem, sorriam, pensem em mim.
    Rezem por mim.

    Que meu nome seja pronunciado
    como sempre foi,
    sem ênfase de nenhum tipo.
    Sem nenhum traço de sombra
    ou tristeza.

    A vida significa tudo
    o que ela sempre significou,
    o fio não foi cortado.
    Por que eu estaria fora
    de seus pensamentos,
    agora que estou apenas fora
    de suas vistas?

    Eu não estou longe,
    apenas estou
    do outro lado do Caminho…

    Você que aí ficou, siga em frente,
    a vida continua, linda e bela
    como sempre foi.”

    Dênis, dentre tantos feitos e vitórias na vida, deixou publicado um livro de poesias.

    Dênis sempre foi muito querido pelo Conexão Três Pontas e várias fotos registraram essa amizade.

    Sem dúvida uma perda irreparável. Três Pontas amanheceu hoje mais triste, sem a sua presença e o seu sorriso.

    Ele tinha 47 anos de idade. De acordo com a Organização de Luto Cônego Vítor seu corpo está sendo velado no Velório Municipal e seu sepultamento será às 14h30.

    Aos familiares e amigos os nossos sentimentos.

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  • Tributo: Conexão reexibe Histórias de Vida em homenagem ao eterno Paulo Marinho

    Tributo: Conexão reexibe Histórias de Vida em homenagem ao eterno Paulo Marinho

    Maior colunista social da história de Três Pontas, faleceu hoje.

    No dia 20 de novembro de 2018 0 Conexão Três Pontas contou a História de Vida de Paulo Marinho. O colunista Social ficou imensamente feliz e hoje, no triste dia de sua morte, em mais uma homenagem, reexibimos o quadro…

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história da colunista social Paulo Marinho, querido por todos.

    Paulo Marinho é filho de Maria da Conceição Marinho e José Marinho de Queiroz. Tornou-se o principal colunista social de Três Pontas, o precursor, aquele que abriu caminho para outros. Iniciou seu trabalho há mais de 30 anos, escrevendo para o jornal Correio Trespontano.

    Para Paulo Marinho, “trabalhar como colunista social é elevar a sociedade como um todo. Os eventos, fatos, momentos marcantes que todos querem saber. Levando a cada leitor o entretenimento, as notícias e as fofocas de quem se destaca ou está prestes a brilhar”.

    Sempre cultivou amizades e teve como preocupação o respeito às pessoas, não denegrindo a imagem da pessoa em foco. Através de seu trabalho, ao longo dos anos, beneficiou algumas entidades filantrópicas.

    Arquivo: Família Correio Trespontano e Paulo Marinho.

    Paulo Marinho ficou conhecido pela criação de alguns bordões, dentre eles o “cavalo não desce escada”. Relembre outros:

    _ Evita Perón, a nossa linda e eterna diva, a ex-prefeita Adriane Barbosa de Faria Andrade…

    _ Paulo Luiz Rabello, o Poderoso Chefão…

    _ O Big Star Gilson Ximenes Abreu…

    _ O Gato Angorá Dudu de Paula…

    _ O Coração Valente Dr. Glimaldo Paiva…

    _ A Pequena Notável Gilceia P. Carvalho…

    _ A Diva Wilmara…

    _ O Mago da Dentística Restauradora Dr. Rodrigo Otávio…

    _ O Mago da Urologia Dr. Danilo Miranda Mesquita…

    Paulo Marinho e as amigas Simone e Joana.

    Outro que também sempre ganhou destaque através do colunismo social de Paulo Marinho foi o querido médico trespontano Dr. Pablo Girardelli.

    Paulo Marinho também realizou a entrega de prêmios, homenagens a personalidades. “No decorrer da minha trajetória criei o Troféu Evidência, que homenageou personalidades da cidade de Três Pontas e região”, relembrou. Seus eventos eram extremamente concorridos e muitos adoravam fazer parte da Coluna do Paul. Coluna em plena atividade até hoje.

    João Veiga, proprietário do Correio Trespontano, e Paulo Marinho

    O colunista social lembrou daqueles que foram importantes na sua trajetória: “A Família do Correio Trespontano tem todo meu carinho, agradecimento e respeito”, pontuou.

    Paulo Marinho continua escrevendo e tem seu nome marcado na história do jornalismo trespontano. Apesar de alguns problemas de saúde mantém o bom humor e o foco no trabalho. “Sempre trabalhei com o respeito ao próximo como individualidade, privacidade e integridade. Sobre os novos colunistas digo que a minha visão sobre os outros não interfere em nada, pois cada um se faz profissional se baseando no seu caráter. E pretendo continuar escrevendo enquanto tiver lucidez.”

    Os colunistas sociais Mauro Bueno e Paulo Marinho.

     

    Os colunistas sociais Paulo Prado e Paulo Marinho.

    SONHO

    “ Um sonho que ainda tenho é atravessar a ponte do Brooklin (Estados Unidos) e conhecer o local onde foi gravado o filme Os Embalos de Sábado a Noite”, concluiu.

    Paulo Marinho: uma vida dedicada ao colunismo social, à notícia, informação e verdade. Por toda dedicação e respeito, ética e competência, é homenageado aqui pelo Conexão Três Pontas.

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

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  • Missa é realizada em homenagem aos primos desaparecidos após duplo afogamento

    Missa é realizada em homenagem aos primos desaparecidos após duplo afogamento

    Familiares participaram da celebração religiosa realizada próximo ao local da tragédia.

    Foi com muita emoção, dor e saudade que a família dos jovens Henrique e João Piedro e amigos participaram de uma celebração religiosa na região conhecida popularmente como “Prainha”, em homenagem aos primos que se afogaram ali no dia 125 de dezembro. Apesar de todos os esforços da Corpo de Bombeiros e da ajuda de muitos cidadãos trespontanos os dois corpos ainda não foram encontrados e as buscas foram interrompidas na última quarta-feira, dia 08.

    A missa foi presidida pelo padre trespontano Roberto Donizetti de Carvalho e realizada nesta quinta-feira (09) às 15 horas. O religioso, com 36 anos de sacerdócio destacou na sua homilia o quanto as pessoas se mobilizaram através de ajuda física e preces para que os jovens pudessem ser localizados. “Isso é a prova do amor do povo trespontano e um eterno gesto de carinho para confortar a família neste momento tão difícil e doloroso”, disse Padre Roberto.

    Durante a celebração foram levadas duas cruzes com os nomes dos meninos. Elas foram colocadas na margem do rio.

    Em comum acordo, entre familiares e Corpo de Bombeiros as buscas foram interrompidas. Henrique Daniel Fialho, de 17 anos e João Pietro Gonçalves Amaral, de 11 anos submergiram no Rio Verde, na região conhecida como “Prainha”, no Distrito de Pontalete, em Três Pontas. Familiares e amigos presenciaram a cena dramática. Tentativas de salvamento foram feitas, mas sem êxito.

    O Pai de Henrique e tio de João Piedro, Francisco Vítor Fialho disse que a família tinha o hábito de pescar naquele local. Ele disse ser uma situação extremamente angustiante, mas que é amenizada diante do carinho e apoio dos amigos. Apesar da tragédia, ele não perdeu sua fé. “Sinto que a mão de Deus sempre está com a gente”, comentou.

    Todos os presentes rezaram juntos pelos jovens que se foram.

    As buscas, conforme o Corpo de Bombeiros de Varginha, serão retomadas assim que houver algum “fato novo”, ou seja, assim que algo indique a localização dos corpos.

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  • Buscas por primos desaparecidos em Três Pontas vão até a próxima quarta-feira, segundo Corpo de Bombeiros

    Buscas por primos desaparecidos em Três Pontas vão até a próxima quarta-feira, segundo Corpo de Bombeiros

    Caso Henrique e João Piedro não sejam localizados uma cerimônia religiosa acontecerá no local.

    Em conversa na noite desta segunda-feira (06) com o comando no 9º Batalhão do Corpo de Bombeiros de Varginha foi passado ao Conexão a informação de que ficou acordado junto aos familiares das vítimas que as buscas, nessa fase inicial perdurarão até a próxima quarta-feira, dia 08 de janeiro. Caso os meninos de 11 e 17 anos não sejam localizados os trabalhos serão interrompidos temporariamente.

    Ainda conforme o comando do COBOM de Varginha, na pessoa do Sub-Tenente Paulo Estevam, uma reunião envolvendo os militares e a família de Henrique Daniel Fialho, de 17 anos, e de João Piedro Gonçalves do Amaral, de 11 anos, realizada nesta segunda-feira, definiu o referido cronograma bem como a realização de uma cerimônia religiosa no local onde os garotos se afogaram.

    Importante salientar que todos os esforços foram empregados pelo Corpo de Bombeiros que, desde o dia dos desaparecimentos (15 de dezembro), se dedicam ao máximo, tanto em recursos humanos (efetivo) quanto de equipamentos, para minimizar o sofrimento dos familiares localizando os primos o que, infelizmente, até o fechamento desta reportagem não havia logrado êxito.

    Destaca-se também a ajuda de populares, cidadãos de todos os lugares que se dispuseram de diversas formas a colaborar com as buscas. Anônimos ou conhecidos que se juntaram na luta pela localização de Henrique e João Piedro.

    “Vale ressaltar que nós do Corpo de Bombeiros estaremos interrompendo as buscas caso eles não sejam encontrados nesta terça ou quarta-feira. Mas as buscas poderão ser reiniciadas a qualquer momento, caso apareça novos indícios ou novas informações sobre o paradeiro dos jovens de 11 e 17 anos. Tudo em comum acordo com a família dos dois”, ressaltou o comando do Corpo de Bombeiros de Varginha.

    Esta decisão foi tomada levando em consideração o tempo decorrido das buscas.

    Relembre o Caso

    As buscas pelos dois corpos dos primos que se afogaram na tarde do domingo (15 de dezembro), nas proximidades da “Prainha” em Três Pontas, continuam. Segundo nos informou o Corpo de Bombeiros de Varginha a ocorrência mostra que o afogamento ocorreu às 16h37. “O que nos foi relatado pelas testemunhas, pelas pessoas que estavam no local e presenciaram essa tragédia, foi que dois jovens, um de 11 e outro de 17 anos, que são primos, submergiram. Além do pai de uma das vítimas, outros familiares presenciaram tudo. Tentaram ajudar, jogaram vara, fizeram diversas tentativas, mas infelizmente os dois, após cerca de 5 minutos de luta, acabaram afundando”.

    Os bombeiros foram, conforme declaração do COBOM, chamados alguns minutos após a ocorrência e até que se completasse o deslocamento, mais de 45 minutos se passaram.

    “Infelizmente no local a água é muito turva e a correnteza é muito forte. O braço desse rio tem cerca de 50 metros de largura, tem uma extensão grande. Realmente trata-se de uma grande tragédia e nós do Corpo de Bombeiros sempre nos aliamos a dor da família e fazemos de tudo para minimizar o seu sofrimento. Infelizmente não conseguimos encontrá-los ainda”, disse o Comando do Corpo de Bombeiros um dia após o duplo afogamento.

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  • Cantor Juliano Cezar, que morreu após infartar na virada do ano, deixou o clip inédito “Eu Aprendi A Ouvir a Deus”. Assista!

    Cantor Juliano Cezar, que morreu após infartar na virada do ano, deixou o clip inédito “Eu Aprendi A Ouvir a Deus”. Assista!

    Sertanejo teve como maior sucesso o hit “Não Aprendi Dizer Adeus”

    O cantor sertanejo Juliano Cezar, natural de Passos, no Sul de Minas, se destacou em todo Brasil e teve como grande sucesso a música “Não Aprendi Dizer Adeus”, também regravada pela dupla Leandro & Leonardo. E como uma ironia do destino ou uma espécie de mensagem subliminar Juliano Cezar deixou, como último videoclipe a música “Eu Aprendi A Ouvir a Deus”, uma espécie de paródia do grande hit de 1990.

    A produção de Juliano Cezar é um agradecimento à Deus, uma declaração de amor linda e comovente ao Criador de Todas as Coisas. Veja a letra:

    Eu aprendi a ouvir a Deus

    a sua vós a me chamar

    e aquela luz no olhos seus

    brilhou nos olhos meus

    e me fez acreditar

    Que existe um novo amanhecer

    e um novo sól, há de brilhar em mim

    louvado seja o meu senhor

    na luz do teu amor

    a fé não tem mais fim

    Eu aprendi ouvir a Deus

    e Deus vai me guiar

    em sua direção

    e estender as mãos

    por onde eu caminhar

    e a ele vou seguir

    Eu aprendi ouvir a Deus

    e hoje estou aqui

    em frente ao altar

    olhando em seu olhar

    Deus vai me abençoar

    e vai me conduzir.

    Bis.

    A Morte do Sertanejo

    O cantor de 58 anos morreu em um show em Uniflor, no norte do Paraná, na madrugada desta terça-feira, virada de ano. O corpo seguiu para Ribeirão Preto, onde chegou por volta das 14h. A família optou por realizar dois velórios – primeiro, na cidade onde morava, e depois na cidade natal. Com isso, o corpo seguiu durante a noite para Passos, onde foi velado nesta quarta-feira.

    Um vídeo registrou o momento em que o músico cai no palco e é socorrido pela equipe de produção. Juliano Cezar morreu após sofrer um infarto fulminante.

    De acordo com o produtor Mauro Vasconcelos, o sertanejo chegou a ser socorrido em um posto médico próximo ao local do evento, onde recebeu massagem cardíaca e injeções de adrenalina por mais de uma hora e meia, mas não resistiu.

    A Despedida

    O corpo do cantor Juliano Cezar, vítima de um infarto fulminante durante um show no Paraná, foi enterrado na sua cidade natal, Passos (MG), no início da tarde desta quarta-feira (1º). O sepultamento foi acompanhado por familiares, amigos de longa data e fãs do músico.

    Na terra natal, o velório foi realizado na sede da Câmara Municipal. Ao lado do caixão e de flores, foram colocados quadros com fotos que lembram da carreira do cantor e fãs se reuniram para o último adeus ao cantor. Logo no início da manhã, os músicos e equipe de produção do cantor chegaram no ônibus da banda.

    A esposa, casada com o músico há 27 anos, chegou às 9h30. O cantor Rionegro, da dupla com Solimões, também esteve presente. Na última despedida, fãs também cantaram sucessos que marcaram a extensa carreira do sertanejo.

    Veja o vídeo da música “Eu Aprendi A Ouvir a Deus”, uma homenagem que o Conexão Três Pontas presta a esse gigante da música sertaneja, conterrâneo do Sul de Minas:

    Juliano tinha 33 anos de carreira e 14 álbuns, incluindo quatro DVDs.

     

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  • Dor e comoção no sepultamento da família que se afogou no Paredão em Guapé

    Dor e comoção no sepultamento da família que se afogou no Paredão em Guapé

    Pai, mãe e filha que perderam a vida moravam de Campos Gerais.

    Muita dor e comoção marcaram o sepultamento de três pessoas da mesma família que morreram afogadas no Paredão, na cidade de Guapé. O velório aconteceu em uma igreja evangélica que foi fundada pelo casal em Campos Gerais. Émerson e Áurea atuavam como pastores auxiliares no local. Além do casal uma das filhas também morreu.

    Emerson Luis de Magalhães Couto e Aurea de Carvalho eram os proprietários do Restaurante Recanto Mineiro em Campos Gerais. A filha Dafhine Carvalho de Magalhães Couto tinha 17 anos de idade.

    Centenas de pessoas compareceram ao velório das três vítimas, realizado na igreja evangélica Verbo da Vida na última quinta-feira, dia 02.

    Relembre o Caso

    Três pessoas da mesma família morreram nesta quarta-feira (1º) após uma cabeça d’água – aumento repentino no volume de água – atingir as cachoeiras do Parque do Paredão em Guapé. A família, que era de Campos Gerais, estava na terceira cachoeira quando foi surpreendida pela água em um complexo de cachoeiras de Guapé. No Sul de Minas Gerais.

    Os corpos de Daphine Carvalho de Magalhães Couto e dos pais, Émerson Magalhães Couto, de 45 anos, e Áurea Carvalho Magalhães, de 39, foram encontrados entre a tarde e a noite de quarta-feira (1º). Uma filha do casal, de 22 anos, não estava no passeio e acompanhou a cerimônia na cidade onde a família morava.

    Além dela, o namorado de Daphine, Diego Eugênio de Castro Isidoro, de 20 anos, esteve no velório. Ele estava com a família na cachoeira e contou que Émerson escorregou e que, logo depois, a enxurrada atingiu e levou os três juntos.

    De acordo com os familiares, apesar de ser de São Paulo, Émerson foi sepultado junto com a esposa e a filha em Campos Gerais, porque esse seria o desejo dele. O casal morava há muitos anos na cidade.

    Em nota, a Prefeitura Municipal de Guapé lamentou o ocorrido e decretou luto oficial de três dias. A administração manifestou também “condolências aos familiares das vítimas” e “apoio e solidariedade a todos, turistas e comunidade Guapeense que foram atingidos nesse momento”.

    A Prefeitura de Guapé afirmou ainda que vai abrir uma sindicância para apurar se houve algum tipo de negligência por parte da administração do parque.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • Morre o apresentador Gugu Liberato, aos 60 anos de idade

    Morre o apresentador Gugu Liberato, aos 60 anos de idade

    Morte cerebral em decorrência de um acidente doméstico foi confirmada por neurocirurgião brasileiro levado aos Estados Unidos pela família.

    Após um longo período de especulações, foi confirmada nesta sexta-feira, 22, a morte do apresentador Gugu Liberato, aos 60 anos de idade. Na quarta-feira, 20, Gugu sofreu um acidente doméstico em sua residência em Orlando, nos Estados Unidos, e foi hospitalizado em estado grave. Segundo sua assessoria de imprensa, ele caiu de uma altura de cerca de quatro metros, quando fazia um reparo no ar condicionado no sótão, e sofreu uma lesão na cabeça, com sangramento intracraniano.

    “Em virtude da gravidade neurológica, não foi indicado qualquer procedimento cirúrgico. Durante o período de observação foi constatada a ausência de atividade cerebral”, diz o comunicado oficial divulgado nesta noite à imprensa. Gugu teve a morte cerebral confirmada pelo neurocirurgião brasileiro Guilherme Lepski, chamado aos Estados Unidos pela família.

    “Após ver as imagens dos exames em detalhes, [o médico] confirmou a irreversibilidade do quadro clínico diante da mãe [de Gugu] Maria do Céu, dos irmãos Amandio Augusto e Aparecida Liberato, e da mãe de seus filhos, Rose Miriam Di Matteo”, diz o texto. Gugu deixa três filhos: João Augusto de 18 anos e as gêmeas Marina e Sophia de 15 anos.

    “Gugu sempre refletiu sobre os verdadeiros valores da vida e o quão frágil ela se revela. Sua partida nos deixa sem chão, mas reforça nossa certeza de que ele viveu plenamente”, diz a família. “Fica a saudade, ficam as lembranças – que são muitas – e a certeza que Deus recebe agora um filho querido, e o céu ganha uma estrela que emana luz e paz.”

    Ainda serão definidos detalhes do traslado do corpo ao Brasil, e o velório e enterro.

    Uma vida intensa

    Antônio Augusto de Moraes Liberato, conhecido como Gugu pelos brasileiros, nasceu em São Paulo, no dia 10 de abril de 1959. Filho de imigrantes portugueses, um caminhoneiro e uma vendedora de roupas, ele começou a trabalhar aos 12 anos de idade como office-boy de uma imobiliária. Foi coroinha e auxiliar de escritório enquanto sonhava com uma oportunidade na televisão.

    A esperada porta na TV se abriu de modo surpreendente. Aos 14 anos, Liberato escrevia cartas para Silvio Santos sugerindo programas. “Mandei pelos Correios e não obtive respostas. Então, levei a carta em mãos, mas não me deixaram chegar perto”, contou Gugu durante o Domingo Show, da Record, em 2015. Para se aproximar do futuro patrão, ele se inscreveu em uma gincana do Programa Silvio Santos, apresentado, claro, pelo próprio Silvio, na Globo, em 1973. Gugu, então, entregou a carta ao ídolo. Sem outra resposta, voltou ao programa com uma segunda correspondência. Quando a entregou, Silvio o reconheceu e fez a proposta: “Você não quer trabalhar comigo?”. Assim, Liberato conseguiu seu primeiro trabalho na TV, como assistente de produção. Aos 19, chegou ao posto de produtor.

    Em dúvida, cursou odontologia, antes de voltar a se dedicar à televisão e se formar em jornalismo pela Cásper Líbero, em São Paulo. Seu primeiro programa diante das câmeras foi em 1981 no antigo Sessão Premiada, do SBT. Em 1982, Silvio criou um programa aos sábados à noite, era o início do Viva a Noite, que deu vazão ao carisma de Gugu.

    Da Globo ao Domingo Legal

    Em agosto de 1987, aos 28 anos, no auge de Viva a Noite, Gugu assinou um contrato com a Rede Globo, porém em menos de sete meses – no Carnaval de 1988 – Silvio foi pessoalmente à sala de Roberto Marinho, dono da emissora carioca na época, pedir a liberação do apresentador para retornar ao SBT.

    A proposta de Silvio era irrecusável, o salário do apresentador aumentou mais de dez vezes. Não deu tempo nem de estrear o novo programa na Globo. Gugu ficou com grande parte da programação dominical do SBT, em 1988, apresentando as atrações Passa ou RepassaCidade contra Cidade Roletrando.

    Sua força na grade explodiu com o popular Domingo Legal, que estreou em 1993 mas se tornou líder de audiência do canal a partir de 1997 (na faixa entre 16h e 20h), competindo diretamente com o Domingão do Faustão, na Rede Globo.

    O formato do programa era baseado em apresentações musicais e brincadeiras no palco com artistas. Entre os quadros mais marcantes estavam Táxi do Gugu, a disputa entre artistas Eles x Elas — com provas disputadas entre um grupo de homens e outro de mulheres famosos —, e a polêmica Banheira do Gugu, em que mulheres de biquíni juntamente com homens celebridades entravam numa banheira ensaboada para encontrar objetos sabonetes jogados ali.

    Fonte Veja

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  • Enterrado jovem que morreu após queda de trator

    Enterrado jovem que morreu após queda de trator

    Yuri foi sepultado na manhã desta terça-feira em Três Pontas.

    O jovem Yuri Rodrigo Machado, de 18 anos de idade, morador da Fazenda Furtados, foi sepultado na manhã desta terça-feira em Três Pontas. Muitos amigos e familiares estiveram no Velório Municipal acompanhando sua despedida.

    Yuri morreu após cair de um trator na zona rural de Santana da Vargem. De acordo com as informações da Polícia Militar, na manhã da última segunda-feira (04), Yuri, que estava trabalhando na lavoura de café juntamente com outros colegas, resolveu “pegar uma carona” num trator ocupado por outras pessoas, até a sede da fazenda. No trajeto, porém, o jovem, que estaria apoiado no engate, acabou caindo após a quebra do eixo.

    O trator estava em descida, com velocidade mais elevada. Os demais ocupantes conseguiram pular sem que se machucassem. Já Yuri Rodrigo Machado acabou caindo de cabeça, vindo a sofrer um traumatismo craniano.

    O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas o trabalhador de 18 anos já se encontrava sem vida.

    As causas do acidente estão sendo apuradas pela Perícia da Polícia Civil.

    Em seu velório muitas pessoas, visivelmente emocionadas, falaram sobre Yuri e o quanto ele era trabalhador, tendo sua vida interrompida infelizmente por esta fatalidade.

    Aos familiares e amigos os sentimentos do Conexão Três Pontas.

     

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  • Morre Thor, cão herói do Corpo de Bombeiros que atuou em Brumadinho e Mariana

    Morre Thor, cão herói do Corpo de Bombeiros que atuou em Brumadinho e Mariana

    É com muito pesar que o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) informa o falecimento do cão Thor, que integrava a equipe de busca, resgate e salvamento com cães do CBMMG. Thor era um cão da raça border collie, com 5 anos e 2 meses de idade e teve seu atestado de óbito homologado com septicemia relacionada a um quadro de pancreatite, ele ainda possuía um quadro de leishmaniose.

    Thor estava recebendo tratamento médico veterinário desde o início do aparecimento dos sintomas, mas devido à rápida evolução do quadro, não resistiu e teve seu óbito atestado no sábado, 26/10.

    Thor atuou em diversas ocorrências de destaque tais como o rompimento de barragem de Mariana, o desaparecimento do esportista francês no pico do Marins, o desabamento de edificações no bairro Mantiqueira e mais recentemente, sua atuação foi decisiva na localização de vítimas na tragédia de Brumadinho.

    Graças à atuação dele, inúmeras famílias puderam ter seus entes queridos localizados e velados. Thor era considerado uma referência nacional na localização de pessoas desaparecidas.

    “A família Bombeiro Militar encontra-se consternada e enlutecida pela perda desse integrante que nunca foi considerado como apenas um cão e sim como um Bombeiro Militar que verdadeiramente era”, declarou a corporação.

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