Atitudes simples podem evitar ocorrências de furtos e assaltos no período de fim de ano. É preciso total atenção com imóveis, nas ruas, na estrada e até com bagagens.
Muitas pessoas fazem as malas e viajam para aproveitar o período das férias ou para curtir aqueles dias de folga com as comemorações do Ano Novo. Mas é justamente neste período que muitos assaltantes agem.
Uma das principais dicas é ficar atento e reforçar a segurança do imóvel garantindo que portas e janelas foram trancadas durante o período em que o local ficará vazio.
Para quem vai pegar estrada, além dos tradicionais itens mecânicos que devem ser checados no carro, como nível do óleo, calibragem de pneus, entre outros, o motorista deve manter os faróis ligados nas rodovias e, claro, não deve ingerir bebida alcoólica antes de dirigir. Além disso, para os veículos de passeio, o transporte de crianças, com até sete anos e meio, deve ser feito na cadeirinha ou dispositivo equivalente à idade/altura (bebê-conforto ou assento de elevação).
Já quem vai viajar de ônibus ou avião, ao circular por terminais rodoviários ou aeroportos, fique de olho nas bagagens.
FIQUE ATENTO A OUTRAS DICAS DE SEGURANÇA DA POLÍCIA MILITAR:
_ Não deixar visíveis ferramentas, escada e outros objetos na residência;
_ Evitar brigas e confusões;
_ Dirigir com segurança, usando sempre o cinto de segurança e nunca dirigir após ingerir bebidas alcoólicas;
_ Respeitar a sinalização de trânsito, as autoridades policiais e os outros motoristas.
_ Estacionar em locais iluminados e movimentados;
_ Manter os vidros fechados, portas travadas e alarme acionado;
_ Não dar carona a desconhecidos;
_ Não deixar objetos de valor visíveis no interior de veículo.
_ Evitar carregar grandes quantias de dinheiro em bolsas e carteiras;
_ Apenas retirar dinheiro nos caixas eletrônicos quando se sentir seguro;
_ Evitar deixar bolsas, carteiras ou compras sobre balcões, cadeiras ou em locais que possam ser visualizados;
_ Além disso, bolsas, carteiras ou sacolas de compras devem ser transportadas junto ao corpo e do lado de dentro da calçada.
_ Evitar que seu celular apareça no bolso de trás da calça.
Dois casos de afogamentos envolvendo três crianças, um adolescente, dois adultos e um idoso mobilizam o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais no lago formado pela Represa de Furnas, no Sul de Minas Gerais. As ocorrências são em lugares afastados, nos braços formados pelo Rio Sapucaí e separadas por uma distância de mais de 60 quilômetros, entre Três Pontas e Carmo do Rio Claro.
No primeiro, que já se arrasta por 15 dias, desde o domingo dia 15 de dezembro na localidade chamada de Prainha ou Ilha do João Bandoni, em Três Pontas, dois corpos de menores estão sendo procurados por equipes de bombeiros do 4º Pelotão de Varginha e a previsão é de que os trabalhos se prolonguem até a sexta-feira (3), caso necessário.
Era um dia chuvoso e o pescador chamado Francisco foi pescar com seu filho de 17 anos e o seu sobrinho de 11 anos. Os três estavam num barranco que se encontrava muito escorregadio devido à lama formada pela chuva. Num descuido, o sobrinho escorregou pela lama e caiu dentro das águas. O pescador saltou para dentro do braço de rio que forma o lago e conseguiu resgatar o menino, levando-o até a margem. Contudo, o filho dele acabou escorregando ao tentar ajudá-los, fazendo com que os três caíssem nas águas e acabassem sendo levados pela correnteza.
Os três ficaram presos num redemoinho formado pelas fortes correntes, sendo que o pescador foi o único a conseguir escapar da força do vórtice. Os menores não foram mais vistos. Neste mesmo dia os bombeiros iniciaram as buscas com mergulhos em ponto de remansos. Contudo a correnteza forte e a visibilidade abaixo de um palmo impediram a efetividade desse trabalho.
“Os militares, ao mergulhar, tinham mais de se segurar do que efetivamente conseguir se deslocar. A partir do quarto dia, começamos a fazer mais buscas visuais do que o próprio mergulho em si, porque a partir do terceiro dia os corpos boiam. Procuramos odores de decomposição e urubus, mas não conseguimos sinais”, disse o tenente Rotondo, do Pelotão de Varginha.
Estão sendo empregados barcos, motos aquáticas e até helicópteros. As buscas, no curso sinuoso, repleto de vegetação, ramos e redes de pesca já se ampliaram por uma distância de 20 quilômetros do ponto onde ocorreu o acidente. “Muitas vezes os corpos ficam presos sob a vegetação, locas ou galhos submersos, por isso estamos procurando em todos os lugares possíveis. Há parentes ajudando”, afirma.
Os corpos do homem e das duas crianças que ainda estavam desaparecidos após o barco em que eles estavam virar no Lago de Furnas foram encontrados por uma embarcação da Marinha do Brasil na manhã deste domingo (29). O acidente aconteceu na última sexta-feira (27) entre Carmo do Rio Claro (MG) e Guapé (MG) e matou cinco pessoas da mesma família, sendo que os corpos de duas mulheres já haviam sido localizados.
Desde sexta, as equipes de busca da Marinha e do Corpo de Bombeiros trabalhavam na região. No entanto, devido à água ser muito turva e não ter sido possível determinar precisamente onde os corpos haviam afundado, as vítimas ainda não haviam sido localizadas.
Então as buscas foram retomadas na madrugada deste domingo e os corpos foram encontrados após flutuarem e serem avistados pelos militares. Eles estavam em uma região conhecida como Água Santa, entre os dois municípios.
O barco de madeira movido a motor onde a família estava virou durante a tarde de sexta-feira. A família mora em Franca, no interior de São Paulo, e estava no Sul de Minas para festas de fim de ano. Eles passeavam de barco no ponto onde a profundidade chega a 15 metros.
Outro parente, marido de uma das vítimas, pilotava o barco e conseguiu se salvar. Ele ainda tentou ajudar no socorro.
Muita comoção nos velórios e sepultamentos da marido e mulher que morreram em um grave acidente de trânsito na MG 167, em Três Pontas, na tarde deste sábado (28). Eduardo da Silva Romero (33 anos) e a esposa Thais Cassiano Leite (25 anos) trafegavam numa motocicleta de alta cilindrada, sentido Varginha, quando perderam o controle e se chocaram violentamente contra um barranco, na primeira curva a frente do Motel Paraíso. Familiares e amigos foram se despedir do jovem casal neste domingo em Boa Esperança, às 10 horas.
Relembre o Caso
Um grave acidente envolvendo uma motocicleta de alta cilindrada foi registrado no início da tarde deste sábado (28) pela Polícia Rodoviária Estadual, nas proximidades do Motel Paraíso, na MG 167 em Três Pontas. Uma unidade do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada.
Foto Redes Sociais
As causas do acidente estão sendo apuradas. Informações iniciais apuradas pelo Conexão junto às autoridades envolvidas dão conta de que a motocicleta de grande potência teria sido adquirida recentemente pelo condutor Eduardo da Silva Romero (33 anos). Na garupa estava a esposa Thais Cassiano Leite (26 anos). O veículo de duas rodas estaria em alta velocidade. O condutor teria perdido o controle de direção, não conseguido retornar a pista de rolamento, vindo a colidir violentamente contra uma árvore ou barranco.
Conforme as informações passadas pelas fontes ouvidas pelo Conexão, uma das vítimas teria morrido no local e a outra encaminhada ao Pronto Atendimento Municipal (PAM) de Três Pontas, em estado gravíssimo, inconsciente, também não resistindo aos ferimentos.
Foto Redes Sociais
O jovem casal é natural de Boa Esperança.
Eles estariam indo a um Encontro de Motociclistas em Pouso Alegre.
Um grave acidente envolvendo uma motocicleta de alta cilindrada foi registrado no início da tarde deste sábado (28) pela Polícia Rodoviária Estadual, nas proximidades do Motel Paraíso, na MG 167 em Três Pontas. Uma unidade do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada.
Foto Redes Sociais
As causas do acidente estão sendo apuradas. Informações iniciais apuradas pelo Conexão junto às autoridades envolvidas dão conta de que a motocicleta de grande potência teria sido adquirida recentemente pelo condutor Eduardo da Silva Romero (33 anos). Na garupa estava a esposa Thais Cassiano Leite (26 anos). O veículo de duas rodas estaria em alta velocidade. O condutor teria perdido o controle de direção, não conseguido retornar a pista de rolamento, vindo a colidir violentamente contra uma árvore ou barranco.
Conforme as informações passadas pelas fontes ouvidas pelo Conexão, uma das vítimas teria morrido no local e a outra encaminhada ao Pronto Atendimento Municipal (PAM) de Três Pontas, em estado gravíssimo, inconsciente, também não resistindo aos ferimentos.
Foto Redes Sociais
O jovem casal é natural de Boa Esperança.
Eles estariam indo a um Encontro de Motociclistas em Pouso Alegre.
Um recém-nascido abandonado no lixo na Grécia foi resgatado nesta quarta-feira graças ao atraso nas viagens diárias dos coletores de lixo, informaram as autoridades locais.
“O bebê teve sorte em seu infortúnio“, explicou o prefeito da cidade de Kalamata (oeste, região do Peloponeso), Thanasis Vasilopulos, na televisão fechada Alpha TV.
“O caminhão de recolher o lixo se atrasou. Os caminhões de lixo não apenas coletam o lixo, mas também o comprimem”, afirmou.
Segundo a Alpha TV, o garoto, com apenas alguns dias de vida, foi jogado em um depósito de lixo no centro da cidade. Foi descoberto por uma mulher que alimentava gatos de rua e o ouviu chorar.
O bebê foi levado ao hospital com dificuldades respiratórias, mas os médicos estão confiantes de que se recuperará completamente, segundo o canal.
Homens do Corpo de Bombeiros de Varginha ainda não retornaram à base após as buscas por dois jovens que estariam desaparecidos depois de, possivelmente, se afogarem nas proximidades de uma região conhecida como “Prainha”, na tarde deste domingo (16) na cidade de Três Pontas.
As informações iniciais dão conta de que dois adolescentes, de 11 e 17 anos, teriam se afogado. O mais novo teria escorregado e caído na água e o mais velho pulado para tentar salvá-lo.
A reportagem do Conexão entrou em contato com a base do COBOM que confirmou a ocorrência mas que não passou detalhes justamente pelo fato das guarnições ainda não terem retornado com a ocorrência, contendo maiores detalhes.
Até o fechamento desta reportagem não se tinha a informação da localização dos dois jovens. O Conexão continua em contato permanente com o Corpo de Bombeiros em busca de novidades sobre o fato.
O morador da casa, que foi detido, disse para a PM que fez a decoração para alegrar a família.
Um pé de maconha foi apreendido pela Polícia Militar na casa de um morador de Parque Residencial Tubarão, na Serra, Espírito Santo, nesta quarta-feira (11). O detalhe é que a planta estava toda enfeitada com adereços natalinos. O morador da casa, que foi detido, disse para a PM que fez a decoração para alegrar a família.
Os policiais chegaram até a casa do suspeito, que não foi identificado, após serem acionados pela ex-mulher dele. Segundo ela, os dois compartilham a guarda da filha. Nesta quarta, ela deveria buscar a menina, mas o ex-marido não queria deixar.
Quando os policiais chegaram na casa nesta manhã, encontraram o pé de maconha decorado com bolas coloridas, lembrando uma árvore de Natal.
O dono da casa disse para a PM que a erva estava sendo cultivada no quintal há cerca de seis meses. Ele, uma mulher e um amigo foram levados para a delegacia. O homem pediu que ao menos os enfeites fossem devolvidos pela Polícia Civil.
Na delegacia, os três assinaram um termo circunstanciado (TC) por posse de drogas para consumo próprio e foram liberados após assumir o compromisso de comparecer em juízo.
Segundo a Polícia Civil, o material apreendido será encaminhado para o Laboratório de Química Legal para análise e também será incinerado.
Prática de agredir, ameaçar e humilhar é muito comum, principalmente nas escolas e pode levar a vítima até ao suicídio.
A prática do bullying consiste em um conjunto de violências que se repetem por algum período. Geralmente são agressões verbais, físicas e psicológicas que humilham, intimidam e traumatizam a vítima. Os danos causados pelo bullying podem ser profundos, como a depressão, distúrbios comportamentais e até o suicídio.
O que é bullying?
Bullying é uma palavra que se originou na língua inglesa. “Bully” significa “valentão”, e o sufixo “ing” representa uma ação contínua. A palavra bullying designa um quadro de agressões contínuas, repetitivas, com características de perseguição do agressor contra a vítima, não podendo caracterizar uma agressão isolada, resultante de uma briga.
As agressões podem ser de ordem verbal, física e psicológica, comumente acontecendo as três ao mesmo tempo. As vítimas são intimidadas, expostas e ridicularizadas. São chamadas por apelidos vexatórios e sofrem variados quadros de agressão com base em suas características físicas, seus hábitos, sua sexualidade e sua maneira de ser.
As vítimas de bullying podem sofrer agressões de uma pessoa isolada ou de um grupo. Esse grupo pode atuar apenas como “espectadores inertes” da violência, que indiretamente contribuem para a continuidade da agressão.
Normalmente, chamamos de bullying o comportamento agressivo sistemático cometido por crianças e adolescentes. Quando um comportamento parecido acontece entre adultos, geralmente no ambiente de trabalho, classificamos o ato como assédio moral.
As discussões sobre o bullying são relativamente recentes, chamando a profunda atenção dos especialistas em comportamento humano apenas nas últimas duas décadas. Até a década de 1970, não se falava sobre bullying. “O comportamento agressivo e a perseguição sistemática de algumas crianças contra outras era visto como um traço comportamental natural”, afirma Cleo Fante, especialista no assunto.
Comumente, o bullying é uma prática injusta, visto que os agressores ou agem em grupo (ou com o apoio do grupo) ou agem contra indivíduos que não conseguem se defender das agressões. Apesar de considerarmos o sofrimento da vítima, também devemos tentar entender o comportamento dos agressores. Muitas vezes, são jovens que passam por problemas psicológicos ou que sofrem agressões no ambiente familiar e na própria escola, e tentam transferir os seus traumas por meio da agressividade contra os outros.
O bullying pode acontecer no condomínio, na vizinhança, em grupos ou agremiações esportivas etc., mas o local onde mais acontece esse tipo de crime é na escola. Fatores sociológicos e psicológicos explicam esse fenômeno: é na escola onde os jovens passam grande parte de seu tempo e interagem com um número maior de pessoas.
Também é na escola o lugar onde os reflexos da sociedade fazem com que se crie uma espécie de micro-organismo social, que tende a recriar a sociedade em um espaço menor e isolado. A sociedade em geral é agressiva e excludente, e esses fatores tendem a se repetir entre os jovens no âmbito escolar.
Na escola, os cruéis padrões de beleza e comportamento ditados pela sociedade aparecem como normas. Em geral, um grupo dominante reafirma e dita esses padrões dentro do âmbito escolar, fazendo com que se estabeleça uma regra (a normalidade) e tudo aquilo que fuja dessa regra seja considerado como inferior e digno de sofrimento e exclusão. O grau de popularidade dos que se consideram superiores e a sua maior aceitação pelo grupo fazem com que eles se sintam no direito de tratar mal aqueles que não são populares e não se enquadram no padrão do grupo.
Além da intimidação, da perseguição e da violência psicológica, o bullying pode levar à violência física. Os profissionais da educação devem ficar atentos para evitar os casos de bullying e resolver a situação, conscientizando os agressores e auxiliando as vítimas.
Consequências do bullying
As consequências do bullying podem ser devastadoras e irreversíveis para a vítima. Os primeiros sintomas são o isolamento social da vítima, que não se vê como alguém que pertence àquele grupo. A partir daí, pode haver uma queda no rendimento escolar, queda na autoestima, quadros de depressão, transtorno de ansiedade, síndrome do pânico e outros distúrbios psíquicos. Quando não tratados, esses quadros podem levar o jovem a tentar o suicídio.
Se os traumas do bullying não forem tratados, a vítima pode guardar aquele sofrimento em seu subconsciente, que virá a se manifestar diversas vezes em sua vida adulta, dificultando as relações pessoais, a vida em sociedade, afetando a sua carreira profissional e até levando ao desenvolvimento de vícios em drogas e álcool.
O cantor MC Gui causou revolta ao cometer bullying contra uma criança com câncer.
Como identificar o alvo do bullying
O alvo usual do bullying é o tipo de pessoa que não se enquadra nos padrões sociais tidos como normais, por questões físicas, psicológicas ou comportamentais. Geralmente, os agressores procuram alguém que seja diferente para ser a sua vítima: pessoas com excesso de peso ou magras demais, pessoas de estatura menor, pessoas que não se enquadram no padrão de beleza ditado pela sociedade, pessoas de condição socioeconômica inferior, homossexuais, transexuais, pessoas com dificuldade de aprendizagem ou muito estudiosas etc.
É preciso ficar atento ao comportamento dos jovens, sobretudo quando eles apresentarem baixa autoestima, falta de vontade de ir à escola, dificuldade de aprendizagem e comportamento autodepreciativo ou autodestrutivo. Se o jovem apresentar um quadro semelhante, a família e a escola devem entrar em ação para investigar o que se passa, a fim de colocar um ponto final em uma possível intimidação sistemática e oferecer o auxílio e o conforto de que a vítima necessita no momento.
Como solucionar o bullying
A violência não é combatida com mais violência. Às vezes, punições aos agressores são necessárias quando estes extrapolam qualquer limite razoável, porém, na maioria das vezes, os agressores também são jovens que sofrem por algum motivo. Nesses casos, a melhor maneira de solucionar o problema é pelo diálogo e conscientização. É necessário conscientizar aqueles que assistem, repetem ou indiretamente contribuem com o bullying, pois eles também mantêm o sistema de agressividade funcionando.
Para além das campanhas governamentais e não governamentais, é necessário que as famílias unam-se com os profissionais da educação para que todos possam trabalhar na conscientização de seus filhos e no apoio emocional de que as vítimas do bullying necessitam.
Lei sobre o bullying escolar
No dia 6 de novembro de 2016, foi sancionada no Brasil pela presidente Dilma Rousseff a Lei 13.185, que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática. A lei composta por oito artigos torna a luta contra o bullying escolar uma política pública de educação e implementa uma série de ações que visam a erradicar o bullying por meio de campanhas publicitárias, capacitação dos profissionais da educação para lidarem com casos de bullying e o diálogo mais estreito entre a escola e a família. Veja a transcrição do artigos 2º, 3º e 4º dessa lei:
Art. 2º Caracteriza-se a intimidação sistemática (bullying) quando há violência física ou psicológica em atos de intimidação, humilhação ou discriminação e, ainda:
I – ataques físicos;
II – insultos pessoais;
III – comentários sistemáticos e apelidos pejorativos;
IV – ameaças por quaisquer meios;
V – grafites depreciativos;
VI – expressões preconceituosas;
VII – isolamento social consciente e premeditado;
VIII – pilhérias.
Parágrafo único. Há intimidação sistemática na rede mundial de computadores (cyberbullying), quando se usarem os instrumentos que lhe são próprios para depreciar, incitar a violência, adulterar fotos e dados pessoais com o intuito de criar meios de constrangimento psicossocial.
Art. 3º A intimidação sistemática (bullying) pode ser classificada, conforme as ações praticadas, como:
I – verbal: insultar, xingar e apelidar pejorativamente;
II – moral: difamar, caluniar, disseminar rumores;
III – sexual: assediar, induzir e/ou abusar;
IV – social: ignorar, isolar e excluir;
V – psicológica: perseguir, amedrontar, aterrorizar, intimidar, dominar, manipular, chantagear e infernizar;
VI – físico: socar, chutar, bater;
VII – material: furtar, roubar, destruir pertences de outrem;
VIII – virtual: depreciar, enviar mensagens intrusivas da intimidade, enviar ou adulterar fotos e dados pessoais que resultem em sofrimento ou com o intuito de criar meio de constrangimento psicológico e social.
Art. 4º Constituem objetivos do Programa referido no caput do art. 1º :
I – prevenir e combater a prática da intimidação sistemática (bullying) em toda a sociedade;
II – capacitar docentes e equipes pedagógicas para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema;
III – implementar e disseminar campanhas de educação, conscientização e informação;
IV – instituir práticas de conduta e orientação de pais, familiares e responsáveis diante da identificação de vítimas e agressores;
V – dar assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores;
VI – integrar os meios de comunicação de massa com as escolas e a sociedade, como forma de identificação e conscientização do problema e forma de preveni-lo e combatê-lo;
VII – promover a cidadania, a capacidade empática e o respeito a terceiros, nos marcos de uma cultura de paz e tolerância mútua;
VIII – evitar, tanto quanto possível, a punição dos agressores, privilegiando mecanismos e instrumentos alternativos que promovam a efetiva responsabilização e a mudança de comportamento hostil;
IX – promover medidas de conscientização, prevenção e combate a todos os tipos de violência, com ênfase nas práticas recorrentes de intimidação sistemática (bullying), ou constrangimento físico e psicológico, cometidas por alunos, professores e outros profissionais integrantes de escola e de comunidade escolar.
Fonte Francisco Porfírio (Professor de Sociologia)
Mulher relatou à Justiça ter sido chamada de “macaca” por Antônio Carlos de Lima, em fevereiro de 2018.
O vereador de Três Pontas, Antônio Carlos de Lima, mais conhecido como “Tonho do Lazo” foi condenado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a pagar R$ 10 mil de indenização a uma mulher por injúria racial. Entre xingamentos, segundo a ação, a comerciante relatou ter sido chamado de “macaca”.
O caso aconteceu em fevereiro de 2018, em um consultório do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) de Três Pontas. A comerciante Vera Lúcia Valentim contou na época que aguardava atendimento quando o vereador Antônio Carlos de Lima entrou no consultório algumas vezes, enquanto várias pessoas aguardavam na fila, momento em que esse “entra e sai” teria sido questionado pela mulher, causando revolta no legislador que, segundo as investigações, teria iniciado xingamentos, dentre os termos, usado a expressão “macaca” ou “macacada”.
Conforme o advogado Paulo Ricardo de Fátima Barbosa “Ele (vereador Antônio Carlos de Lima) tentou usar [o cargo] de alguma forma para tentar tirar um proveito lá na hora da situação”. “”Ele tentou impor que os presentes ali não deveriam ter questionado ele, porque ele é vereador e eles não tinham nenhum cargo, nada assim”, revelou.
Diante dos xingamentos, Vera decidiu levar o caso à Justiça. Em primeira instância, o vereador foi condenado a pagar R$ 5 mil. As duas partes recorreram. Agora, na segunda instância, o TJMG determinou o pagamento de R$ 10 mil.
Relembre o Caso
De acordo com relatos de populares que estavam na sede do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Três Pontas, na manhã daquela quinta-feira (08 de fevereiro de 2018), o vereador Antônio Carlos de Lima (Tonho do Lazo) teria desferido xingamentos contra os pacientes que ali estavam e cometido crime de injúria racial. Uma mulher afirmou ter sido chamada de ‘vagaba’ e alega que o ‘representante do povo’ disse “vai procurar um pau pra subir”. Além disso, segundo os denunciantes, Antônio Carlos de Lima teria xingado os pacientes de “macacada”.
Isso gerou grande revolta nos populares e um homem chegou a ir atrás do vereador dizendo que chamaria a polícia. Apesar de não demonstrar temor, o legislador teria entrado no carro e ido embora. Nossa reportagem foi chamada e colheu os detalhes.
A Polícia Militar esteve no local e registrou o Boletim de Ocorrência. Vera Lúcia disse que levará o caso até as últimas consequências. “Vou processá-lo”, emendou na ocasião. A professora também Ana Cristina de Abreu se mostrou indignada com o acontecido.
Antecedente
Esta não foi a primeira vez que o vereador Antônio Carlos de Lima se envolveu em acusações por xingamentos e ofensas. Em 2015 ele foi condenado a pagar uma indenização de R$3.000,00 a uma funcionária da Câmara que ele teria acusado de desvio de presunto da sede do Poder Legislativo para sua casa.
Nossa reportagem entrou em contato com o vereador Antônio Carlos de Lima para ouvir a sua versão dos fatos, mas até o fechamento desta reportagem ele não havia se pronunciado.
Além de vereador, Antônio Carlos de Lima é vice-presidente da Câmara de Três Pontas. Ele ainda pode responder criminalmente pela suposta injúria.
Trespontanos fizeram um manifesto contra o racismo na Câmara Municipal, dias após o caso envolvendo o vereador,
CRIME DE INJÚRIA RACIAL E RACISMO
Embora impliquem possibilidade de incidência da responsabilidade penal, os conceitos jurídicos de injúria racial e racismo são diferentes. O primeiro está contido no Código Penal brasileiro e o segundo, previsto na Lei n. 7.716/1989. Enquanto a injúria racial consiste em ofender a honra de alguém valendo-se de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem, o crime de racismo atinge uma coletividade indeterminada de indivíduos, discriminando toda a integralidade de uma raça. Ao contrário da injúria racial, o crime de racismo é inafiançável e imprescritível.
A injúria racial está prevista no artigo 140, parágrafo 3º, do Código Penal, que estabelece a pena de reclusão de um a três anos e multa, além da pena correspondente à violência, para quem cometê-la. De acordo com o dispositivo, injuriar seria ofender a dignidade ou o decoro utilizando elementos de raça, cor, etnia, religião, origem ou condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência.
Em geral, o crime de injúria está associado ao uso de palavras depreciativas referentes à raça ou cor com a intenção de ofender a honra da vítima. Um exemplo recente de injúria racial ocorreu no episódio em que torcedores do time do Grêmio, de Porto Alegre, insultaram um goleiro de raça negra chamando-o de “macaco” durante o jogo. No caso, o Ministério Público entrou com uma ação no Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS), que aceitou a denúncia por injúria racial, aplicando, na ocasião, medidas cautelares como o impedimento dos acusados de frequentar estádios. Após um acordo no Foro Central de Porto Alegre, a ação por injúria foi suspensa.
Já o crime de racismo, previsto na Lei n. 7.716/1989, implica conduta discriminatória dirigida a determinado grupo ou coletividade e, geralmente, refere-se a crimes mais amplos. Nesses casos, cabe ao Ministério Público a legitimidade para processar o ofensor. A lei enquadra uma série de situações como crime de racismo, por exemplo, recusar ou impedir acesso a estabelecimento comercial, impedir o acesso às entradas sociais em edifícios públicos ou residenciais e elevadores ou às escadas de acesso, negar ou obstar emprego em empresa privada, entre outros. De acordo com o promotor de Justiça do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) Thiago André Pierobom de Ávila, são mais comuns no país os casos enquadrados no artigo 20 da legislação, que consiste em “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
Passeata foi organizada em Três Pontas por conta da acusação de injúria racial contra um vereador local.
O político teria recebido caixa dois para financiar campanha estadual; ele nega as acusações e diz que não há provas, apenas uma delação.
O ex-governador de Minas Gerais Fernando Pimentel, do Partido dos Trabalhadores, foi condenado pela Justiça Eleitoral a 10 anos e seis meses de prisão por tráfico de influência e lavagem de dinheiro. O político, que poderá recorrer em liberdade, nega as acusações e diz que “tudo se baseia em uma delação questionável”.
De acordo com a sentença, os crimes foram cometidos quando Pimentel era ministro do Desenvolvimento no governo Dilma Rousseff, entre 2011 e 2014 – antes de assumir o governo de Minas Gerais, estado que governou entre 2015 e 2018.
Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Pimentel usou de seu cargo na administração federal para negociar doações irregulares de campanha com o dono da empresa JHSF Incorporações. A concessão de um aeroporto na região metropolitana de São Paulo teria sido a resposta a pagamentos de caixa dois para a campanha de 2014.
O responsável por intermediar as negociações teria sido o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira, conhecido como Bené. Ele trabalhou na campanha de Pimentel ao governo de Minas e também foi condenado a 8 anos de prisão por tráfico de influência e lavagem – Bené fechou um acordo de delação premiada com o MPF.
“Absurda, injusta e juridicamente insustentável”
Em nota, o ex-governador acusa o MPF de não apresentar provas cabíveis para a denúncia e se basear apenas no depoimento de Bené. “Tudo se baseia apenas numa delação questionável e contraditória, como a maioria das que foram obtidas nessa temporada de abusos judiciais que o Brasil infelizmente atravessa”, diz. Pimentel afirma que irá recorrer da sentença nos tribunais superiores.
O servente de pedreiro Elias Jesus Silva Evangelista foi morto a tiros. Ele era suspeito de ter cometido homicídio no mês de abril. Caso revela uma sucessão de assassinatos.
A Polícia Militar de Varginha prendeu, um dos suspeitos de matar um servente de pedreiro na região da Vila Paiva em Varginha. Maurício de Miranda Cazelato, 19 anos, estaria pilotando a moto para que o garupa fizesse os disparos de revólver que mataram Elias Jesus Silva Evangelista, de 19 anos. O autor dos tiros continua sendo procurado. Elias era suspeito de ter matado Mateus Henrique Ferreira Garcia, a facadas, em abril deste ano, no centro de Varginha.
A morte de Elias
O jovem de 19 anos foi morto a tiros quando chegava para trabalhar na manhã desta quarta-feira (13) em uma construção no bairro Alto da Vila Paiva, em Varginha. De acordo com a Polícia Militar, o jovem identificado como Elias de Jesus Silva Evangelista, foi baleado por dois homens em uma motocicleta. A vítima chegou a correr, mas foi atingido duas vezes nas costas. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
A vítima havia saído da prisão há cerca de um mês. Ele era acusado de ter matado um jovem à facadas no evento Quinta da Boa Música em abril deste ano.
Homicídio na Quinta da Boa Música
Um jovem de 18 anos morreu esfaqueado na noite de 25 de abril, durante um show na Quinta da Boa Música, na antiga Estação Ferroviária, em Varginha. Segundo as informações apuradas, a vítima foi identificada como Matheus Henrique Ferreira Garcia, conhecido como “Gaguinho”, residente no Bairro Vila Barcelona.
Em 2017, Matheus Henrique, na época com 16 anos, foi suspeito de ter participado da morte de uma travesti no bairro Barcelona. A vítima, na época, foi baleada na região da testa e na boca. Wesley Henrique Wenceslau, também conhecido por Natasha, tinha 29 anos.
Além do crime de homicídio, “Gaguinho” também foi fichado por lesão corporal, dano, porte ilegal de arma branca, vários tráficos e ameaça.
Ação ocorre no Sul de Minas, incluindo Três Pontas e Varginha.
Começou nesta quinta-feira (14), a “Mega Operação República”, realizada pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) com o objetivo de reduzir a criminalidade no Estado.
A operação desenvolve estratégias eficientes para intensificar o policiamento ostensivo. A estratégia tem como foco aumentar a sensação de segurança e reduzir os crimes de furtos e roubos nas principais vias públicas dos municípios, em todo Estado de Minas Gerais, nos horários de maior fluxo de pessoas e veículos.
O objetivo da Polícia Militar de Minas Gerais é reduzir a criminalidade no Estado, desenvolvendo estratégias eficientes de suplementação do policiamento ostensivo, sendo uma delas, o emprego de um efetivo maior no serviço operacional.
Foi justamente nesse contexto, dando continuidade às ações que já foram desenvolvidas nos meses anteriores, que a Polícia Militar de Varginha, Três Pontas e de toda região lançou a Mega Operação República, reforçando as atividades de policiamento ordinário, de forma a proporcionar maior tranquilidade e mais segurança em Minas Gerais.
Um efetivo de 12 mil militares, sendo 3.500 da área administrativa da PMMG, e cinco mil viaturas estão desencadeando operações nas zonas urbanas, rodovias e áreas rurais.
*Com informações da Assessoria de imprensa do 24° BPM