Tag: Política

  • Senado aprova auxílio de R$ 600 a informais; mães “chefes de família” poderão receber até R$ 1.200

    Senado aprova auxílio de R$ 600 a informais; mães “chefes de família” poderão receber até R$ 1.200

    A medida permite que trabalhadores informais e pessoas com deficiência recebam Benefício de Prestação Continuada (BPC) por três meses

    O Senado aprovou nesta segunda-feira, em votação simbólica, o auxílio emergencial mensal de R$ 600 por três meses para trabalhadores informais e pessoas com deficiência, que estejam na fila de espera para receberem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) durante pandemia do coronavírus.

    O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), relator do projeto, fez uma alteração no texto para estender o benefício para profissionais com contrato de trabalho intermitente, quando o regime de trabalho não tem jornada e salário fixos.A ideia foi incluída no texto como “ajuste de redação”. Desta forma, o projeto não precisa voltar para uma nova análise da Câmara dos Deputados, seguindo agora para a sanção presidencial.

    O benefício terá valor de R$ 600 e poderá ser recebido por até dois membros da mesma família. Serão elegíveis os cidadãos que não tiverem emprego formal; não receberem benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o Bolsa Família. Assim, o benefício é destinado àqueles que não estão protegidos pela Seguridade Social, não sendo destinado àqueles que têm emprego formal, os que fazem jus ao seguro-desemprego ou os que recebem benefícios previdenciários ou o BPC.

    Mães que são “chefes de família” poderão receber até R$ 1.200.

    O Governo anunciará nos meios de comunicação, após sanção presidencial, as formas de recebimento.

    Fonte Valor Investe

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • Escolas fechadas, hospitais lotados, eventos cancelados: o Brasil da meningite de 1974

    Escolas fechadas, hospitais lotados, eventos cancelados: o Brasil da meningite de 1974

    Aulas suspensas e eventos esportivos transferidos, algumas das consequências da atual pandemia do novo coronavírus, já marcaram a história recente do Brasil, por conta de outra doença: a meningite.

    Em 1974, durante o período da ditadura militar, o Brasil enfrentava a pior epidemia contra a meningite de sua história. O país já tivera dois surtos da doença – um em 1923 e outro em 1945 -, mas, nenhum deles tão grave ou letal.

    Isso porque o Brasil foi vítima não de um, mas de dois subtipos de meningite meningocócica: do tipo C, que teve início em abril de 1971, e do tipo A, em maio de 1974.

    Para evitar o contágio, o governo tomou medidas drásticas: decretou a suspensão das aulas e suspendeu eventos esportivos. Os Jogos Pan-Americanos de 1975, que estavam marcados para acontecer em São Paulo, tiveram que ser transferidos para a Cidade do México. Hospitais, como o Instituto de Infectologia Emílio Ribas, ficaram superlotados.

    A que viria a ser a maior epidemia de meningite da história do Brasil teve início em 1971, no distrito de Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo. Logo, a população mais carente começou a se queixar de sintomas clássicos, como dor de cabeça, febre alta e rigidez na nuca. Nos bairros mais pobres, muitos morreram sem diagnóstico ou tratamento.

    Em novembro daquele ano, o que parecia ser um surto restrito a uma determinada localidade logo se alastrou e, aos poucos, ganhou proporções epidêmicas. Dali, não parou mais.

    Em setembro de 1974, a epidemia atingiu seu ápice. A proporção era de 200 casos por 100 mil habitantes. Algo semelhante só se via no “Cinturão Africano da Meningite”, área que hoje compreende 26 países e se estende do Senegal até a Etiópia.

    Das regiões mais carentes, a epidemia migrou para os bairros mais nobres. Até julho daquele ano, um único hospital em São Paulo atendia pacientes com meningite. O Instituto de Infectologia Emílio Ribas tinha 300 leitos disponíveis, mas chegou a internar 1,2 mil pacientes.

    “Não houve quarentena porque o período de incubação da meningite é muito curto”, explica a epidemiologista Rita Barradas Barata, doutora em Medicina Preventiva pela Universidade de São Paulo (USP) e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa. Na época, Rita trabalhava como aluna do internato em medicina no Emílio Ribas. “O atendimento foi além de sua capacidade máxima. Trabalhávamos muitas horas por dia”, recorda.

    De agosto em diante, outras 26 unidades passaram a fazer parte de uma rede de atendimento a pacientes com sintomas de meningite. “Depois de um ou dois dias recebendo tratamento injetável, os casos mais leves eram transferidos para outras unidades, onde recebiam a medicação oral. Já os pacientes mais graves permaneciam no Emílio Ribas”, complementa a médica.

    Atentados, passeatas e epidemias eram assuntos vetados na imprensa

    Até então, uma pequena parcela da população, quase nula, sabia da existência da epidemia. O governo procurou escondê-la ao máximo, segundo explica quem acompanhou o caso de perto.

    “Assim que surgiu, foi tratada como uma questão de segurança nacional, e os meios de comunicação proibidos de falar sobre a doença”, afirma a jornalista Catarina Schneider, mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e autora da tese A Construção Discursiva dos jornais O Globo e Folha de S. Paulo sobre a Epidemia de Meningite na Ditadura Militar Brasileira (1971-1975). “Essa tentativa de silenciamento impediu que ações rápidas e adequadas fossem tomadas”.

    Durante os anos da ditadura, alguns temas foram proibidos de serem divulgados – através de notícias, entrevistas ou comentários – em jornais e revistas, rádios e TVs. A epidemia de meningite que castigou o Brasil na primeira metade da década de 1970 foi um deles.

    Sob o pretexto de não causar pânico na população, a censura proibiu toda e qualquer reportagem que julgasse “alarmista” ou “tendenciosa”, sobre a moléstia.

    Em 1971, quando foram registrados os primeiros casos, o epidemiologista José Cássio de Moraes, doutor em Saúde Pública pela USP e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, integrava uma comissão de médicos de diferentes áreas, como epidemiologistas, infectologistas e sanitaristas. Juntos, detectaram um surto da doença e procuraram alertar as autoridades. Não conseguiram. Em tempos de ‘milagre econômico’, o governo se recusou a admitir a existência de uma epidemia. “Os militares proibiram a divulgação de dados. Pensavam que conseguiriam deter a epidemia por decreto. Se eu não divulgo, é como se não existisse. Não sabiam que o vírus era analfabeto e não sabia ler Diário Oficial”, ironiza o médico.

    Dali por diante, médicos de instituições públicas foram proibidos de conceder entrevistas à imprensa. O jeito era dar declarações em “off” para jornalistas de confiança, como Demócrito Moura, do Jornal da Tarde. Mesmo assim, as poucas matérias publicadas, alertando a população dos riscos da meningite, eram desmentidas pelas autoridades.

    “Ao governo não interessava a divulgação de notícias negativas. Negar a existência da epidemia foi um erro porque facilitou sua propagação e atrasou a adoção de medidas necessárias ao seu combate. Numa situação dessas, quanto mais rapidamente essas medidas forem adotadas, menores serão as perdas de vidas e os danos à economia”, afirma o historiador Carlos Fidelis Ponte, mestre em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

    Medo

    Em 1974, quando a verdade veio à tona, pelo menos sete Estados totalizavam 67 mil casos – 40 mil deles só em São Paulo. A população, quando soube da epidemia, entrou em pânico. Com medo da propagação da doença, as pessoas evitavam passar na frente do Emílio Ribas. De dentro de carros e ônibus, fechavam suas janelas. Na falta de remédios e de vacinas, recorriam a panaceias milagrosas, como a cânfora.

    “Naquela época, não havia rede social, mas já existiam ‘fake news’. A boataria atrapalhou bastante”, recorda José Cássio.

    O governo suspendeu as aulas e mandou os estudantes de volta para casa. Quando era registrado algum caso nas dependências das escolas, as autoridades sanitárias passavam formol nas mesas e carteiras. Em algumas cidades, as escolas públicas foram transformadas em hospitais de campanha para atender os doentes.

    Nos hospitais, a epidemia sobrecarregou especialistas em doenças infecciosas. Médicos de outras áreas, para evitar a contaminação, usavam capacetes, óculos e botas. Outros, ao contrário, atendiam pacientes sem qualquer tipo de proteção. Um terceiro grupo preferiu mudar para o interior, com suas famílias.

    Uma das primeiras medidas foi prescrever sulfa. Na esperança de deter o avanço da epidemia, a população passou a tomar o antibiótico por conta própria. “O estoque acabou rapidamente e a bactéria ficou resistente”, recorda José Cássio.

    Todos os dias, a comissão médica da qual o médico fazia parte procurava atualizar os números e divulgá-los no quadro de avisos do Palácio da Saúde, onde funcionava a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Os setoristas da área até tinham acesso às informações, mas não podiam divulgá-las.

    Os números de casos e de óbitos são contraditórios. O estudo A Doença Meningocócica em São Paulo no Século XX: Características Epidemiológicas, de autoria de José Cássio de Moraes e Rita Barradas Barata, calcula que, no período epidêmico, que durou de 1971 a 1976, foram registrados 19,9 mil casos da doença e 1,6 mil óbitos. Já a edição de 30 de dezembro de 1974 do jornal O Globo divulgou que, só naquele ano, a epidemia deixou um saldo de 111 mortos no Rio Grande do Sul, 304 no Rio de Janeiro e 2,5 mil em São Paulo.

    Ministério censurado

    Em março de 1974, o general Ernesto Geisel assumiu a Presidência no lugar do general Médici. Para ministro da Saúde, ele nomeou o médico sanitarista Paulo de Almeida Machado.

    Naquele ano, a jornalista Eliane Cantanhêde, então na revista Veja, conseguiu uma exclusiva com o ministro, em Brasília. Pela primeira vez, uma autoridade admitia publicamente que o Brasil vivia uma epidemia. Mais que isso. Ele alertou sobre os riscos da meningite e ensinou medidas de higiene à população.

    De volta à redação, Cantanhêde começou a bater a matéria e a enviá-la, via telex, para a sede da Veja, em São Paulo. Dali a pouco, ficou sabendo que a entrevista tinha sido censurada. Motivo? “Não havia vacina para todo mundo”, explica Eliane. “As pessoas não sabiam o que era meningite. Muitas delas morriam e, por falta de informação, não sabiam do quê”.

    No dia 26 de julho de 1974, o jornalista Clóvis Rossi também teve um de seus textos censurados. No espaço reservado ao artigo A Epidemia do Silêncio, a direção da Folha de S. Paulo se viu obrigada a publicar um trecho do poema Os Lusíadas, de Luís de Camões. “Desde que, há dois anos, começaram a aumentar em ritmo alarmante os casos de meningite em São Paulo, as autoridades cuidaram de ocultar fatos, negar informações e reduzir os números a proporções incompatíveis com a realidade”, alertou Rossi no artigo censurado.

    Naquele mesmo ano, o governo brasileiro assinou um acordo com o Instituto Pasteur Mérieux e importou em torno de 80 milhões de doses da vacina contra meningite. “O laboratório francês precisou construir uma nova fábrica porque a que existia não comportava uma produção tão grande”, relata o historiador Carlos Fidelis. “Foi a partir dessa emergência que se criou, na Fiocruz, a fábrica de fármacos, a Farmanguinhos, e a de vacinas, a Bio-Manguinhos”.

    Vacinação

    Em 1975, o Brasil deu início à Campanha Nacional de Vacinação Contra a Meningite Meningocócica (Camem). Foi quando, para estimular a ida em massa da população aos postos de saúde, o governo passou a divulgar os números da doença.

    “A letalidade da meningite é de 10%, mas, no auge da epidemia, caiu para 2%”, afirma Rita Barradas Barata. “O diagnóstico era feito de maneira precoce e o tratamento com antibiótico reduzia o risco de morte”.

    Em apenas quatro dias, foram aplicadas 9 milhões de doses na região metropolitana de São Paulo. Logo, estenderam a campanha para outros municípios e estados. A imunização não era feita com seringa e agulha e, sim, com uma “pistola” injetora de vacina. “Conseguimos uma cobertura vacinal de quase 90% da população”, orgulha-se José Cássio.

    Além de superlotar hospitais e de fechar escolas, a epidemia de meningite teria causado outros “estragos”. Um deles é a transferência dos Jogos Pan-Americanos de 1975, da cidade de São Paulo para a do México. Bem, pelo menos essa é a versão oficial. A extraoficial é contada pelo advogado Alberto Murray Neto. “Em 1975, o número de casos já tinha reduzido e o que se dizia é que a epidemia estava controlada. Em tese, a meningite não seria um impeditivo para os Jogos”, revela Alberto.

    Seu avô, Sylvio de Magalhães Padilha, era o então presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e vice do Comitê Olímpico Internacional (COI). Durante reunião em Brasília, foi avisado pelo ministro da Educação, Ney Braga, que não teria recursos do governo federal para os Jogos. Em suma: o Pan deveria ser cancelado, a três meses de sua realização.

    “Meu avô cancelou os Jogos, sem esconder que a questão crucial era o corte de verbas”, relata Alberto. Os Jogos Pan-Americanos de 1975 deixaram para a cidade o velódromo, a raia olímpica e o Centro de Práticas Esportivas da USP (CEPEUSP)”.

    Fonte BBC News

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • URGENTE: PREFEITURA DE TRÊS PONTAS DECRETA TOQUE DE RECOLHER

    URGENTE: PREFEITURA DE TRÊS PONTAS DECRETA TOQUE DE RECOLHER

    MEDIDA VISA CONTER PROLIFERAÇÃO DO CORONAVÍRUS

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através do Chefe do Executivo, o Prefeito Marcelo Chaves Garcia acaba de decretar Toque de Recolher na cidade de Três Pontas. De acordo com o DECRETO 11.124 de 23 de março de 2020 “Fica instituído o TOQUE DE RECOLHER, em todo território do Município de Três Pontas, ficando restrita a circulação de pessoas nos logradouros públicos, no período compreendido entre 22 horas e 5 horas, por prazo indeterminado.”

    De acordo com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal, a fiscalização do Decreto será exercida pelo Município, com apoio da Polícia Militar, caso isso seja necessário.

    Só serão permitidas a circulação de pessoas e veículos quando realizarem o transporte de pacientes para as unidades de saúde, aquisição de medicamentos ou veículos atrelados à prestação de serviço de relevante interesse público.

    Ainda conforme o Decreto ficam proibidas quaisquer atividades profissionais, pelo prazo de 8 dias, a partir do dia 23 de março, realizadas no período das 22 às 5 horas da manhã.

    Funcionários de serviços essenciais, como padarias, supermercados e farmácias, deverão suspender suas atividades 30 minutos antes do estipulado, visando a locomoção e chegada dos mesmos em suas casas.

    Estabelecimentos comerciais deverão, obrigatoriamente, se organizar para que não haja aglomeração de pessoas e que os clientes tenham no mínimo 2 metros de distanciamento para outras pessoas.

    Todas as medidas visão o controle da pandemia de Coronavírus em Três Pontas. Dos 4 casos suspeitos até o momento, 2 foram descartados e outros 2 seguem em análise.

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • Coronavírus: Em Decreto Prefeitura fecha limites de Três Pontas

    Coronavírus: Em Decreto Prefeitura fecha limites de Três Pontas

    Veículos de abastecimento de alimentos e outros seguem liberados. Compras poderão ser feitas pela Internet através da AcaiTP.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou através de uma live (transmissão ao vivo) as novidades tomadas pelo Executivo Municipal através do Decreto 11.121, de 20 de março de 2020, que estarão em vigor enquanto a cidade se mantiver sob a Situação de Emergência provocada pela pandemia global de Coronavírus. Dentre as medidas está o fechamento dos limites da cidade de Três Pontas.

    Na transmissão, além do Prefeito Marcelo Chaves Garcia, também participaram o Presidente da Associação Comercial, Bruno Dixini Carvalho e a Secretária Municipal de Saúde, Teresa Cristina Corrêa.

    “Sobre o fechamento dos limites da cidade de Três Pontas é preciso deixar claro para toda população que estamos tomando medidas preventivas para evitar a disseminação do Coronavírus. Isso não inclui a vinda de cargas de alimentos para a cidade. Nosso foco é que a cidade seja abastecida normalmente, inclusive de álcool gel e máscaras, mas zelando pela segurança de todos. Aproveito pra lembrar que não é preciso correria nos supermercados, desespero para comprar os itens, pois o fornecimento está dentro da normalidade”, explicou Bruno Carvalho.

    “O fechamento dos limites do Município de Três Pontas busca evitar a circulação do vírus através de pessoas vindas de outras cidades onde a transmissão já está cruzada e em escala preocupante”, destacou a Secretária de Saúde.

    Boletim Semanal com os Números em Três Pontas

    Teresa Cristina informou que atualmente Três Pontas continua com 3 casos suspeitos. “Precisamos que a população canalize suas dúvidas diretamente na Secretaria de Saúde. Nós estaremos a partir desta segunda-feira informando semanalmente as atualizações, os números da situação em Três Pontas e enviando essas estatísticas ao Gabinete do Executivo Municipal. Tanto de casos suspeitos quanto de possíveis casos confirmados”.

    Compras pela Internet

    O Presidente da AcaiTP explicou ainda que a entidade junto com a empresa Cresça Mais criou uma plataforma para que os trespontanos possam fazer suas compras on line, pela internet.

    “O empresário pode atuar de maneira on line através da plataforma acaitp.crescamais.com. Nesta plataforma todas as empresas que estiverem presentes poderão vender seus produtos pela internet, pelo whatsapp, e-mail, aplicativo ou telefone. Isso evitará que as pessoas fiquem saindo de casa e dará mais segurança para todos”, emendou o empresário.

    Outras Determinações

    _ Realização de eventos, públicos e privados, estão proibidos, inclusive excursões e cursos presenciais com mais de 20 pessoas.

    _ Práticas comerciais abusivas de produtos e bens essenciais à saúde, higiene e alimentação não são permitidas.

    _ O transporte coletivo de passageiros não pode exceder ao limite de passageiros sentados, com as janelas destravadas e abertas. Já o transporte coletivo intermunicipal não pode ultrapassar a metade da capacidade dos passageiros sentados.

    _ O comércio, embora o ideal seja fechar as portas, até o momento não está obrigado a fechar. Devem, porém fixar horários especiais para atender clientes mais propensos ao Coronavírus, como idosos e doentes. Fundamental evitar aglomerações nos estabelecimentos comerciais. Se preciso atenda através de senhas ou, de preferência, inicie ou intensifique as vendas pela internet.

    _ O comércio deve limitar para cada cidadão a venda de produtos indispensáveis nesta época, como o álcool gel, para que mais pessoas tenha acesso aos mesmos.

    _ Clubes, academias de ginástica, estúdios de pilates, boates, salões de festas, casas de espetáculo e clínicas de estética devem permanecer fechadas.

    _ Bares, restaurantes e lanchonetes devem intensificar a higienização do estabelecimento, cardápios, mesas e bancadas, devem diminuir o número de mesas no comércio afim de separá-las, aumentar o espaçamento entre elas.

    _ Atividades em feiras, inclusive feiras livres, exceto de hortifrutigranjeiros, estão proibidas.

    _ Atividades educacionais e escolares estão suspensas. Bem como a visitação de parques.

    _ Visitas ao Centro de Convivência dos Idosos estão restringidas.

    _ Todos os estabelecimentos comerciais devem intensificar os cuidados com a higiene e prevenção à COVID-19.

    _ Serviços essenciais da Prefeitura estão mantidos, adotando todas as medidas preventivas de combate ao Coronavírus.

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • Coronavírus: Ônibus de “sacoleiros” e comerciantes que teria saído de Três Pontas para São Paulo ontem causou polêmica nas redes sociais

    Coronavírus: Ônibus de “sacoleiros” e comerciantes que teria saído de Três Pontas para São Paulo ontem causou polêmica nas redes sociais

    Uma trespontana postou nas redes sociais uma imagem atribuída a dois ônibus que, segundo ela, partiram na última terça-feira (17) em direção ao Brás, em São Paulo. Segundo a publicação de Priscila Naves, nesse momento extremamente preocupante, onde as autoridades a todo instante fazem muitas recomendações de se evitar aglomerações e locais de risco, de grande disseminação do Coronavírus, viajar para a capital paulista, local no Brasil com o maior número de casos do COVID-19 é algo que deveria ser evitado.

    “Cadê a consciência povo trespontano? Dois ônibus saindo agora a noite com sacoleiros para compras nos Brás, é o fim da picada. Tudo sendo paralisado, missas canceladas, tudo para a proteção e prevenção do povo e tem gente brincando com a própria saúde e a alheia também. Estão indo para o foco, é brincadeira!”, disse ela em sua postagem.

    O post viralizou e até o fechamento desta reportagem já tinha 168 compartilhamentos. Mais do que isso, gerou um movimento “cascata” com muitos outros trespontanos criticando a viagem para São Paulo neste momento. Mas também houve quem apoiou a viagem.

    Alguns comentários foram postados na página de Priscila. Outros enviados ao Conexão Três Pontas:

    Laryssa Luz

    Sinceramente? As pessoas só pensam em si próprio, nem em seus familiares pensam. Claro que a situação fica difícil pois sem mercadorias, sem vendas e sem dinheiro. Mais dessa forma irá prejudicar uma população toda que fazem o possível para quê esse vírus não chegue ate aqui.

    Sergio Carvalho

    Cidade sem fiscalização é assim mesmo normal fazer o quê? Cidade de ninguém…

    Maria Vitória

    Ainda mais nossa cidade que e pequena isso é um perigo. As pessoas estão sem consciência. Só pode…

    Luiz Ricardo

    Infelizmente tem pessoas que precisam trabalhar mesmo com toda esta situação que nosso país vive, creio eu que cada uma dessas pessoas tivesse a opção de ficar com toda certeza escolheriam ficar. Mas também precisam tirar o seu sustento. Mais compreensão com seu próximo.

    Mateus Santos

    Concordo sim, é tempo de nos resguardarmos. Eu mesmo em parceria com todos meus clientes, foram todas nossas datas nos meses de março e abril canceladas, porém não podemos julgar essas pessoas, assim como elas tem gente indo para o exterior e vice versa, nós estamos em tempo de nos unirmos e fortalecermos. E fazer isso não é xingar ou julgar ninguém, creio que dentro deste ônibus vai muitas mães, pais de família e voltam o leite do filho, o pão do dia de cada um. Respeitosamente a minha opinião.

    Henrique Sebastião

    Se essas pessoas dependem disso para sobreviver, o que devem fazer? Ficar trancadas em casa comendo as paredes?

    Prefeitura

    As autoridades constituídas também se pronunciaram durante o dia de hoje (18) a esse respeito.

    A Prefeitura de Três Pontas informou que “a Polícia Militar – efetiva parceira nas ações de proteção à comunidade, portanto, na prevenção contra o novo Coronavírus – já notificou os empresários responsáveis pelos chamados “ônibus dos comerciantes”, que liberaram o transporte para compras em São Paulo. Pela notificação, os empresários deverão comparecer nesta quinta-feira, 19 de março, às 9 horas, na Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas e apresentar a lista com os nomes dos motoristas e de todos os passageiros para que sejam tomadas as devidas providências preventivas.”.

    Após a veiculação desta nota por parte da Prefeitura Municipal, que inclusive está na página oficial do Executivo no facebook, muitos trespontanos aplaudiram a iniciativa. Outros porém disseram ser “ineficiente a medida e que o certo seria a presença das autoridades de saúde na chegada desses ônibus na cidade, a identificação de cada pessoa envolvida na viagem e a colocação dos mesmos em quarentena, em isolamento preventivo por 7 dias se não apresentarem sintomas ou por 14 dias caso alguém apresente algo relacionado ao Coronavírus.”.

    Três Pontas tem dois casos suspeitos do Coronavírus. Até o momento foram infectadas 215 mil pessoas no mundo, com quase 9 mil mortes. Até o fechamento desta reportagem o Brasil tinha 529 casos confirmados com 4 mortes.

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • Coronavírus: Academias de Ginástica de Três Pontas fecharão as portas até o dia 05 de abril

    Coronavírus: Academias de Ginástica de Três Pontas fecharão as portas até o dia 05 de abril

    Medida foi adotada após reunião dos proprietários de academias com o Executivo Municipal.

    Em reunião realizada na manhã desta quarta-feira (18) no Gabinete da Prefeitura Municipal de Três Pontas, envolvendo o Prefeito Marcelo Chaves Garcia, a Secretária Municipal de Saúde Teresa Cristina Rabello Corrêa, o Médico Dr. Eduardo Vasconcelos Camargo, outros representantes do Poder Executivo e os proprietários de academias de ginástica localizadas na cidade, ficou acordado que essas empresas ficarão fechadas a partir de amanhã (19) até dia 05 de abril para colaborar no combate ao Coronavírus.

    Ainda conforme a Assessoria de Imprensa da Prefeitura, outras medidas estão sendo estudadas e deverão ser tomadas em outros setores.

    “Não há motivos para pânico! Apenas medidas estão sendo tomadas para evitar que a pandemia chegue em nossa cidade. Até o momento temos apenas 2 casos suspeitos que já realizaram o exame e estão aguardando resultados”, disse o Executivo Municipal em nota enviada ao Conexão Três Pontas.

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • Câmara Municipal de Três Pontas realiza medidas preventivas contra o Coronavírus

    Câmara Municipal de Três Pontas realiza medidas preventivas contra o Coronavírus

    Sessões da Câmara de Três Pontas estão fechadas ao público

    Em decorrência da alta propagação do coronavírus (Covid-19) e as orientações divulgadas pelas autoridades em saúde pública, a Câmara Municipal de Três Pontas anunciou uma série de medidas preventivas para minimizar os riscos de contágio, com a restrição do atendimento do público externo e de atividades com aglomeração de pessoas. As sessões plenárias estão sendo realizadas de forma restrita com a presença apenas de vereadores, servidores e imprensa. Para que a população continue acompanhando os trabalhos do Legislativo, as notícias poderão ser acessadas pelo site da Câmara (www.camaratrespontas.mg.gov.br), assim como as sessões plenárias que são transmitidas em tempo real todas as segundas-feiras, com início às 18h30.

    Apesar da prestação de serviços estar suspensa temporariamente para os moradores, a Câmara Municipal continua funcionando internamente, com protocolo de documentos e atendimentos via telefone. Aquele que desejar fazer contato com algum de nossos vereadores, deverão ligar no telefone 3265-2477 que será prontamente atendido, com agendamento de dia e horário para o atendimento, o qual se dará devidamente acompanhado do vereador solicitado.

    Além disso, a Casa Legislativa já iniciou um reforço na higienização do local, com a disponibilização de pontos de álcool-gel, e está orientando todos os seus servidores sobre as medidas preventivas.

    As medidas restritivas não vão interferir no andamento dos trabalhos legislativos e todos os prazos nos trâmites dos projetos permanecem inalterados. A Câmara adotará esses protocolos preventivos por tempo indeterminado, enquanto houver risco de propagação do vírus que são medidas até então paliativas se comparadas aquelas já adotadas por diversas Câmaras Municipais da região e também pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais que anunciaram medidas mais efetivas, tais como, evitar a aglomeração de pessoas em sua sede com restrição de atendimento ao público.

    “É uma situação difícil e onde precisamos ter muita cautela e responsabilidade. Nada é mais importante que a vida humana. Manteremos nosso trabalho, defendendo os interesses do Município, sem abrir mão da prevenção e atendendo as recomendações contra o Coronavírus. Certos da compreensão de todos, informamos ainda que o cidadão poderá acompanhar a transmissão ao vivo das sessões pela internet através do site da Câmara”, revelou Maycon Machado.

    O Presidente da Câmara reforçou que “o atendimento ao público poderá ser feito por telefone para agendamento ou para conversar com um dos vereadores. Em último caso poderá ser marcada uma reunião com determinado vereador. Mas esse cuidado no atendimento ao público também é importante, tanto para a população quanto para o legislador”.

    Fonte: Assessoria de Imprensa Câmara TP

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • Coronavírus: Prefeito de Três Pontas baixa Decreto com medidas de prevenção contra a doença que se tornou pandemia global

    Coronavírus: Prefeito de Três Pontas baixa Decreto com medidas de prevenção contra a doença que se tornou pandemia global

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas comunicou por intermédio da assessoria de comunicação que, por medida de cautela, foi baixado Decreto pelo Chefe do Poder Executivo, o Prefeito Marcelo Chaves Garcia, dispondo de ações preventivas ao contágio e de enfrentamento e contingenciamento da epidemia causada pelo coronavírus (COVID – 19).

    Um dos objetivos do Sistema Único de Saúde é prestar assistência à pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integral das ações assistenciais e das atividades preventivas.

    O Plano de Competência Nacional para Infecção Humana pelo novo coronavírus (Covid-19), elaborado pelo Centro de Operações em Saúde Pública do Ministério da Saúde, datado de fevereiro de 2020, estabelece o nível de emergência resposta às ameaças atuais representadas pelo coronavírus.

    Desta forma, com os casos se alastrando mundo afora, com suspeitas na região do Sul de Minas, o Decreto nº 11.112, de 16 de março de 2020, do Executivo Municipal de Três Pontas estabelece que:

    _ Fica decretado o Estado de Emergência em Saúde Pública em toda extensão do Município de Três Pontas, segundo o Plano de Competência Nacional para Infecção Humana pelo novo coronavírus (Covid-19).

    _ A partir do dia 17 de março todas as aulas em estabelecimentos públicos e privados de ensino no Município de Três Pontas estão suspensas, incluindo escolas, faculdades, universidades, pré-vestibulares, instituições de ensino técnico e creches até o próximo dia 05 de abril.

    Este prazo poderá ser aumentado, de acordo com novas determinações do Governo Federal.

    _ Estão suspensos, a partir do dia 17 de março, todos os serviços públicos e privados com a capacidade de reunirem 100 pessoas ou mais, incluindo festas, comemorações e eventos de grande aglomeração popular.

    _ Setores competentes do Município estão autorizados a partir deste decreto a comprar insumos e instrumentos necessários às unidades básicas de saúde e às instituições hospitalares locais.

    _ Todas as ações de saúde pública ficam a cargo da Secretaria Municipal de Saúde, incluindo as organizações e entes locais financiados pelo SUS.

    Criação de Comitê de Enfrentamento de Doenças Transmissíveis de Três Pontas

    O decreto ainda cria o Comitê de Enfrentamento de Doenças Transmissíveis de Três Pontas, com caráter deliberativo e com competência extraordinária para acompanhar a evolução do quadro epidemiológico do novo coronavírus, além de adotar e fixar medidas de saúde pública necessárias para a prevenção e controle do contágio e o tratamento das pessoas afetadas.

    O novo comitê é presidido pela secretária municipal de Saúde, Teresa Cristina Rabello Corrêa e ainda conta com membros que representam os setores de Imunização, Atenção Básica e Epidemiologia, bem como um representante da coordenação Do Hospital São Francisco de Assis e outro do Pronto Atendimento Municipal.

    Servidores municipais que retornarem de viagens feitas em locais com grande incidência de coronavírus (transmissão comunitária) deverão se ausentar das funções por 14 dias, caso apresente sintomas característicos da doença. Esse período cai para 7 dias caso não apresentem sintomas característicos. Não sendo possível o trabalho remoto (a distância) a frequência do servidor será abonada.

    O Decreto tem vigência de 60 dias.

    Rumores

    Apesar dos rumores de dois casos suspeitos na cidade, a Secretaria Municipal de Saúde nega qualquer caso suspeito até o momento em Três Pontas, embora alguns médicos e enfermeiros digam o contrário.

    O principal, neste momento é seguir todas as recomendações de segurança, de prevenção contra o coronavírus, evitando locais de aglomeração, evitando viagens para locais com muitos casos confirmados e não se esquecer de lavar bem as mãos e com muita frequência.

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • Coronavírus: Governo de Minas suspende aulas na rede estadual

    Coronavírus: Governo de Minas suspende aulas na rede estadual

    O governo Romeu Zema (Novo) vai paralisar as atividades nas escolas estaduais a partir desta quarta-feira (18) para conter a proliferação do novo coronavírus, causador da COVID-19. A medida se estende até o próximo domingo (22), ou seja, os alunos ficarão três dias sem aulas.

    A medida foi definida pelo Executivo estadual neste domingo (15), quando a administração também criou o Comitê Gestor do Plano de Prevenção e Contingenciamento em Saúde do COVID-19.

    “O intuito da paralisação de atividades é o de concentrar esforços no diálogo com as unidades e na elaboração de medidas adicionais, sempre monitorando a evolução da transmissão”, informou o governo.

    O Executivo estadual também ressaltou que não há situação de contágio comunitário em Minas Gerais até o momento. A proliferação local só é registrada no Brasil nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

    A medida, novamente conforme o estado, “está em sintonia com as determinações do Ministério da Saúde”.

    Até o último balanço da Secretaria de Estado de Saúde, Minas Gerais tem quatro casos do novo coronavírus confirmados, nas cidades de Patrocínio (Alto Paranaíba), Ipatinga (Vale do Rio Doce), Juiz de Fora (Zona da Mata) e Divinópolis (Centro-Oeste). Há outros 297 em investigação.

    Fonte Estado de Minas

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • Se a “moda pega”: Cidade aprova lei que autoriza doação de alimentos não consumidos

    Se a “moda pega”: Cidade aprova lei que autoriza doação de alimentos não consumidos

    Uma lei aprovada em Joinville, Santa Catarina, permite que estabelecimentos como restaurantes, supermercados e lanchonetes doem alimentos não consumidos. Um passo para combater a fome e o desperdício.

    De acordo com o texto, aprovado na Câmara Municipal, os alimentos doados deverão apresentar padrões de identidade e qualidade de consumo de acordo com as regulamentações vigentes.

    Além disso, a entidade que receber a doação deve ter um profissional de segurança alimentar capacitado para receber os alimentos e manipulá-los de acordo com as normas de segurança alimentar e nutricional.

    Depois ela segue para a sanção do prefeito de Joinville. A expectativa é de que ele aprove porque o vereador autor da lei é da base governista.

    A lei também detalha normas para a doação de alimentos preparados, ou seja, alimentos manipulados e preparados em serviços de alimentação.

    No caso desses alimentos, a entidade doadora deverá indicar os ingredientes utilizados, o prazo de validade e as condições de transporte e armazenamento necessárias à conservação do padrão de qualidade para consumo.

    Fim do desperdício

    Segundo o vereador Fábio Dalonso a lei pretende evitar o desperdício de alimentos.

    “O projeto acaba com o temor que os estabelecimentos comerciais tinham de doar os alimentos não consumidos, ou não comercializados. Muitas vezes os alimentos são jogados fora por falta de uma segurança jurídica que permita a doação”, afirmou.

    “Só dá valor a esse projeto quem passou fome”, afirmou o vereador Natanael Jordão.

    Com informações do OM e Câmara Municipal de Joinville

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • Novos ares para Sofia: Prefeitura entrega aparelho de oxigênio portátil à jovem trespontana

    Novos ares para Sofia: Prefeitura entrega aparelho de oxigênio portátil à jovem trespontana

    Sofia Inácio Cogo, de 24 anos, sofre de Fibrose Cística, uma doença grave que afeta pulmões e pâncreas. Ela depende de um aparelho de oxigênio no seu dia-a-dia. E sem recursos para comprar uma aparelho portátil, iniciou uma vaquinha online para arrecadar 15 mil reais para a compra.

    O Conexão entrou na campanha e a Prefeitura resolveu ajudar. O chefe do Executivo, Marcelo Chaves, autorizou a compra para Sofia, através da Secretaria Municipal de Saúde. E hoje aconteceu a entrega que dará mais liberdade e independência a jovem Sofia.

    O Prefeito Marcelo Chaves e a Secretária de Saúde, Teresa Cristina Rabelo Corrêa, acompanhados do profissional Gilberto da Saúde, fizeram a entrega do aparelho. Sofia agradeceu e disse que a partir de agora terá mais independência para seguir sua vida. A mãe da jovem, Dona Maura, muito emocionada, teceu elogios a todos que ajudaram nessa luta e especialmente aos representantes do Poder Executivo. Entre lágrimas e sorrisos ela relembrou toda luta, todas as batalhas e a “vida nova” que vem de encontro a sua filha.

    O Chefe do Executivo disse que a missão de um prefeito é cuidar da cidade, mas sem se esquecer de seus habitantes, de cada ser humano e, segundo ele, esta é a tônica de sua administração.

    O aparelho portátil ficará sob a tutela e uso de Sofia por tempo indeterminado, durante todo período que ela precisar, até que consiga fazer um transplante e assim não mais precisar da ajuda de respiradores externos. Depois disso ele será cedido a outra pessoa que precisar.

    Relembre o Caso

    A reportagem do Conexão Três Pontas começou 2020 do jeito que mais gosta e sabe fazer! Em nossa primeira transmissão ao vivo neste novo ano pudemos contar a história da jovem trespontana Sofia Inácio Cogo, que sofre de Fibrose Cística, uma doença grave que afeta o pâncreas e o pulmão. Sem recursos financeiros, ela gravou um vídeo pedindo ajuda através de uma “vaquinha online” para tentar levantar os 15 mil reais para a compra de um aparelho de oxigênio portátil, para que possa, de certa forma, ter uma vida normal, ou pelo menos com um pouco mais de qualidade e conforto. E o final desta história não poderia ter sido melhor!

    Sofia gravou um vídeo explicando um pouco seu problema e o objetivo com a campanha:

    “Olá, Meu nome é Sofia , tenho 24 anos e moro em Três Pontas – MG. Eu sou portadora de Fibrose Cística, uma doença genética que afeta principalmente o pâncreas e o pulmão. Até pouco tempo eu conseguia ter uma qualidade de vida melhor (trabalhar, estudar, passear etc.), porém atualmente eu necessito de oxigenioterapia 24 horas por dia, que me impede de fazer muitas atividades diárias que eu fazia antes.

    Estou fazendo esse vídeo porque quero comprar um aparelho de oxigênio portátil, que eu possa levá-lo comigo onde eu for, acredito que com ele eu terei uma qualidade de vida melhor e um pouco mais de independência. Porém o valor dele e de mais ou menos R$15.000,00. Então eu resolvi fazer uma vaquinha e pedir ajuda a vocês que torcem por mim. Conto muito com a ajuda de vocês. Beijos”.

    Solidário como poucos, o povo trespontano mergulhou de cabeça nesta causa e começou a fazer doações de diversos valores. Um empresário de uma firma de tratores se solidarizou e doou 500 reais. Muita gente aderiu. E o Conexão Três Pontas resolveu entrar na luta e fazer uma reportagem ao vivo para inflamar, para estimular ainda mais os trespontanos e sul-mineiros a participarem da campanha. E foi pouco antes da transmissão ser iniciada que recebemos um telefona da Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas nos dando a grande notícia de que o Prefeito Marcelo Chaves estava assumindo a compra do aparelho para a jovem Sofia e que, desta forma, a vaquinha para esse propósito deveria ser encerrada, o que acabou ocorrendo.

    Valor Arrecadado

    Graças a solidariedade do povo trespontano foram arrecadados até aquela data pela “vaquinha online” R$2.631,00. Nossa reportagem, sabendo da necessidade de Sofia tem de exames, consultas e a sequência de seu tratamento, que deverá, em breve, ser feito em São Paulo, até que ela faça o transplante, sugeriu aos doadores responsáveis por tal montante que não pedissem o dinheiro de volta, para que a jovem possa ter tranquilidade para sanar algumas despesas de seu tratamento. Mas, mesmo assim, Sofia e sua mãe reforçaram que todos aqueles que doaram qualquer quantia e quiserem de volta, haja vista que a Prefeitura Municipal comprará o aparelho após uma conversa entre o Prefeito Marcelo e o Deputado Federal Diego Andrade, podem entrar em contato com Sofia ou sua mãe.

    “Assim que fiquei sabendo da situação, após uma conversa com o Deputado Diego Andrade, grande parceiro de Três Pontas, assim como é o Caixa, resolvi entrar em contato com a Secretária de Saúde, Teresa Cristina, para viabilizar essa ajuda para a Sofia, uma verdadeira guerreira. Não poderia fazer outra coisa senão ajudar”, disse o Prefeito Marcelo Chaves ao Conexão.

    Importante ressaltar que a compra do aparelho pela Prefeitura e outras benfeitorias para a população, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, só são possíveis graças a ajuda dos deputados majoritários em Três Pontas, Mário Henrique Silva (Caixa) e Diego Andrade.

    Parabéns a todos os envolvidos e que Sofia vença essa batalha com a certeza de que não está sozinha!

    Veja o vídeo da transmissão ao vivo mostrando a emocionante entrega do aparelho no link abaixo:

    https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/2728621987226301/?__xts__%5B0%5D=68.ARAVutjWTfRvc4if0vjGfikpkVlgDRHa77EVM-SuqfW-YXm-yDJgj49SCltqDu6GVstdxW3U_Z8xE3ixURtFbxdEbTpZYCPpIcXthtqNuG4cmpmjkasWfCGHa5ryeeXcN5sJaYogResl_QUcqFa5GOnwepGuVtOAFW8s_x195eGzCRufltB5HlQr1yzzGtLiceYLhzasGfncARLn22NNqKGJC9t4A3Zy-jPN4shxPJAzkMGIWxOnyQ9UfQKjkSzplNfMf_DEqQO3yDkPs_0_ye6SvO4U2I1c0gS2AwrpPkPWloCMu6Js9GPT-yghoYdDJQxSlRfiZYKLDyQ3ffj1Bi-vndUtE_9ZUEJPJpIh&__tn__=-R

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • Exclusivo: Moradora relata caos provocado pelas inundações da Avenida Oswaldo Cruz; Prefeitura responde

    Exclusivo: Moradora relata caos provocado pelas inundações da Avenida Oswaldo Cruz; Prefeitura responde

    Vários prefeitos já passaram e até hoje o problema não foi solucionado.

    As fortes chuvas dos últimos dias, principalmente da tarde desta terça-feira (11), provocaram muitos problemas na cidade de Três Pontas. Um velho conhecido voltou a dar as caras: a inundação de parte da Avenida Oswaldo Cruz, provocada pelo transbordamento do córrego que corta a principal via de acesso do município. Moradores, comerciantes e usuários da via relataram prejuízos e o caos por conta da fúria das águas sujas.

    Este é um problema antigo, de várias décadas, mas ainda sem solução. Nesta semana, o volume de chuvas foi tão grande que também houve pontos de alagamento em outros trechos da cidade.

    Não é de hoje que as inundações provocam o caos no entorno da Avenida Oswaldo Cruz. Há anos a história se repete!

    Leitores do Conexão e trespontanos que usam as redes sociais de uma forma geral publicaram fotos e vídeos mostrando aqueles minutos de forte chuva, que, segundo internautas, transformou a via em um rio. Houve muita cobrança por parte dos cidadãos, exigindo ação e explicações dos vereadores e também do atual prefeito Marcelo Chaves Garcia.

    Arquivo Conexão

    Tudo que está escrito até aqui foi publicado há exato 1 ano pelo Conexão Três Pontas. O mesmo texto, o mesmo enredo, os mesmos problemas e, infelizmente, a mesma falta de solução por parte das autoridades constituídas.

    Arquivo Conexão

    Nossa reportagem ouviu os relatos de uma moradora da Avenida Oswaldo Cruz que diz, entre outras coisas, “não aguentar mais essa situação”.

    Lúcia Assalin é doceira, tem 63 anos de idade e reside na região sempre muito atingida, a Avenida Oswaldo Cruz (esquina com a Travessa d’Aparecida), há 18 anos. Além dela, residem no imóvel, um irmão de 50 anos de idade e um filho de 26. Ela revelou sua indignação com o caos provocado pelas chuvas e pela falta de solução. Vários prefeitos já passaram e até hoje nenhuma solução foi encontrada. Acompanhe a entrevista:

    Conexão: Sempre acontece esse problema das inundações na Av. Oswaldo Cruz quando chove? Precisa chover forte ou basta chover algumas horas que já inunda o trecho? É assim mesmo?

    Lúcia: Sim. basta chover forte ou por algumas horas que a coisa fica feia. E nesse tempo que moro aqui já vi muita coisa errada a respeito das enchentes, até mesmo por parte da Prefeitura.

    Conexão: O que por exemplo?

    Lúcia: Olha, até que o Marcelo (Prefeito) já melhorou um pouco as coisas, pelo menos ele lava as ruas pra nós, coisa que outros prefeitos nunca fizeram. Só que ficam muitas pedras em cima dos bueiros aqui em frente à minha casa, Já tirei sacos e mais sacos de pedras que eles não tiram. Já esperei até uns três meses pra ver e nada. Se eu não limpar ninguém limpa. Já vi uma vez funcionários dá Prefeitura limpando, tirando os lixos na pá e jogando dentro do córrego! Você acha que isso vai adiantar alguma coisa?

    E eles ate já gozaram com a minha cara uma vez, eu filmei e eles disseram rindo: olha estamos sendo filmados…

    Conexão: Quais transtornos essa inundação provoca para os moradores, como você especificamente? Quais situações você já passou com a avenida alagada? A água chega a invadir sua casa?

    Lúcia: Entrar no meu jardim e garagem é normal. Acabamos gastando muita água, como nesses dias de chuva seguida temos que lavar os passeios todos os dias, é muito barro que desce.

    Conexão: Seus vizinhos também sofrem muito com essas inundações? O que eles relatam?

    Lúcia: Sim! Todos passam esses perrengues, como eu. Outros até mais, porque as bases das casas são mais baixas do que a minha e a água invade mesmo.

    Conexão: Que pedido você gostaria de fazer aos governantes da cidade neste momento?

    Lúcia: Quando mudei pra cá, não estava acostumada a ver isso e na época meu filho era pequeno, eu tinha pesadelos de medo dele, vindo da escola, atravessar a enchente Eu fico imaginando as mães de hoje, temos a escola Cônego José Maria e o Travessia, com muitas crianças e eu imagino se algum deles inventar de atravessar a Avenida, na hora da enchente. Essa inundação arrasta até veículos, já fez isso algumas vezes.

    Enquanto uma obra de estruturar a Avenida para suportar as chuvas não acontece e eu sei o quanto é difícil e cara essa obra, que nossas autoridades cuidem melhor da Avenida depois das enchentes, principalmente na limpeza e retirada de lixos. Que é outro problema aqui. Quem não tem lixeira alta tem que por os lixos na hora do caminhão passar. Se vem a enchente sai levando tudo que estiver pela frente.

    O que diz a Prefeitura

    Nossa reportagem também conversou na tarde de hoje com o Secretário Municipal de Transportes e Obras, Maquil dos Santos Silva Pereira. Ele disse que o tema continua gerando preocupação também na Prefeitura e que “as melhorias feitas pelos novos loteamentos, como o asfaltamento, têm ajudado também na questão das inundações da Avenida Oswaldo Cruz já que não deixam a água descer com toda fúria para o córrego”.

    Em fevereiro de 2019 o Secretário Maquil e o Prefeito Marcelo Chaves foram conferir de perto a inundação na cidade.

    “Eu tenho buscado a criação de um projeto realmente eficiente e que resolva o problema, para não ser apenas um paliativo que somente jogue dinheiro fora e não solucione de vez a questão. Pedi estudos para algumas empresas e estamos esperando as respostas. Recentemente fizemos mais uma limpeza dos córregos, principalmente na região do Posto Santa Terezinha. 

    Outra ação que fazemos é, quando há a previsão de muita chuva, nós abrimos a comporta do Vale do Sol para baixar o nível da água e assim, quando a chuva forte chega demora mais para encher o córrego. Estou tratando desse assunto em reunião com o Prefeito Marcelo Chaves”, declarou.

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO