Tag: Política

  • POLÊMICA: DIRETOR DO IPREV CONTESTA ALEGAÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO SOBRE “FAVORECIMENTO” EM CARGO NO INSTITUTO.

    POLÊMICA: DIRETOR DO IPREV CONTESTA ALEGAÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO SOBRE “FAVORECIMENTO” EM CARGO NO INSTITUTO.

    “A RECOMENDAÇÃO DA PROMOTORIA TRAZ PREJUÍZO AOS COFRES PÚBLICOS POR CONTA DA REALIZAÇÃO DE UM NOVO CONCURSO”, diz em nota o IPREV.

    O diretor do Iprev (Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Três Pontas) Dr. Luciano Reis Diniz, se mostrou indignado com as recomendações feitas pelo Ministério Público de Três Pontas, dando conta que uma “manobra política” estaria acontecendo através da contratação de uma profissional na função de Advogada Autárquica sem necessidade, onerando os cofres públicos do Município.

    O Conexão foi procurado pelo diretor do IPREV, afirmando que “publicações tendenciosas de parte da imprensa local”, não lhe deram de imediato, na mesma publicação, o direito de resposta em nome do IPREV. “Minha imagem foi maculada. Eu tenho uma carreira ilibada, de um profissional com anos de serviços relevantes prestados, com honestidade, ética e compromisso com a coisa pública, inclusive como presidente da OAB local”, afirmou Dr. Luciano Diniz.

    Entenda o Caso

    No último dia 29 de janeiro, na página oficial do Ministério Público do Estado de Minas Gerais foi postado o seguinte conteúdo:

    MPMG recomenda que não sejam criados novos cargos públicos em Três Pontas

    O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Três Pontas encaminhou, à Câmara Municipal, Recomendação aconselhando a rejeição do Projeto de Lei nº 005/2019. O projeto cria mais um cargo de Advogado Autárquico nos quadros do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Três Pontas (Iprev) em período de graves dificuldades financeiras enfrentadas tanto pelo Estado de Minas Gerais como pelo município de Três Pontas.

    De acordo com o Ministério Público, foi instaurado procedimento para apurar possível manobra política com o objetivo de beneficiar, com a criação do novo cargo, servidora atualmente ocupante do cargo comissionado de Assessor Jurídico do Iprev. A nomeação de uma pessoa para o cargo de Assessor Jurídico do Iprev, dada a ausência de atribuições relacionadas a chefia, direção e assessoramento, já é objeto de ação judicial. A servidora, que também foi aprovada em terceiro lugar para o cargo de Advogado Autárquico do Iprev, foi nomeada para o cargo de confiança, à época, em prejuízo dos candidatos aprovados para o cargo de Advogado Autárquico, já que as funções a serem exercidas por ambos os cargos eram as mesmas. Os candidatos aprovados no concurso vigente somente foram nomeados após o Ministério Público acionar o Poder Judiciário.

    Para a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, uma vez que a extinção do cargo de Assessor Jurídico é provável, diante dos questionamentos judiciais, tenta-se criar agora, sem qualquer necessidade e com aumento de gasto público, novo cargo de Advogado Autárquico antes do término da vigência do concurso, que expira em abril deste ano, para que a atual Assessora Jurídica permaneça nos quadros do Iprev. Apurou-se que não há necessidade de mais de um servidor para desempenhar os serviços de natureza jurídica do Iprev, tanto é que a Assessora Jurídica permaneceu sozinha na autarquia até 01/08/2017 e, até a presente data, é a única advogada responsável pela emissão de pareceres em procedimentos licitatórios e de aposentadoria, bem como pela atuação nos poucos feitos judiciais nos quais a autarquia é parte.

    O Projeto de Lei nº 005/2019 cria, ainda, outro gasto público ao prever a função gratificada de Chefe do Núcleo Jurídico, mesmo diante do fato de a função de orientação e de coordenação de todos os servidores lotados na Procuradoria Jurídica Autárquica já ser inerente ao cargo de Advogado Autárquico que já existe.

    Ministério Público de Minas Gerais

    Superintendência de Comunicação Integrada

    Diretoria de Imprensa

    29/01/2019”

    O QUE DIZ O IPREV

    Diretor do IPREV, Dr. Luciano Reis Diniz.

    Segundo o Dr. Luciano Diniz, a Promotoria não o recebeu para apresentar sua resposta. “No dia 31 de janeiro compareci a sede da Promotoria e Vossa Excelência não quis me receber, nem tampouco apareceu na portaria para que eu pudesse esclarecer e pedir os esclarecimentos. No dia 01 de fevereiro liguei novamente para marcar um horário e apenas me foi dito que eu poderia ser atendido na segunda semana de fevereiro, o que causa estranheza diante da rapidez, o intervalo entre a solicitação do projeto de Lei na Câmara Municipal e a recomendação do voto desfavorável e publicação da matéria no site, colocando, inclusive, ‘urgentíssimo’ na recomendação.

    Já que, como Diretor do IPREV, em momento algum fui cientificado quanto a esta notícia de fato, em relação à recomendação e à matéria publicada, cumpre esclarecer alguns pontos, haja vista que a minha moral e honra lesadas, levaram a população a erro”, ressaltou Dr. Luciano.

    E ele disse mais: “Tendo em vista que ela (Dra. Ana Gabriela) não quis me atender, eu fiz um protocolo por escrito pedindo esclarecimentos de como ela chegou nessa conclusão de uma investigação sem ouvir nenhuma das partes”, acrescentou.

    Ainda conforme o advogado e diretor do IPREV, as alegações da promotora, Dra. Ana Gabriela Brito Melo Rocha, “em busca de economia para o Município acabarão acarretando mais gastos, caso um novo concurso público tenha que ser feito, o que não sai por menos de R$ 30.000,00.”

    O IPREV providenciou resposta à 3ª Promotoria de Justiça e encaminhou à nossa reportagem:

    “1) Inicialmente ressalta-se que a Ação Civil Pública que a Promotoria faz referência já foi objeto de indeferimento da liminar judicial para exoneração do servidores ficando comprovado que as atribuições do cargo de Assessor Jurídico é de chefia, direção e assessoramento e são diversas das atribuições do cargo de Advogado Autárquico. O projeto de lei era para extinguir também este cargo em comissão, de modo que se torna contraditória a recomendação do Ministério Público para que os vereadores votem desfavoravelmente.

    2) Ressalta-se que o cargo em comissão de Assessor Jurídico pode ser provido por qualquer pessoa, pois é amplo, e de Advogado Autárquico é provido por concurso, dada às atribuições técnicas. Logo, dizer que a criação do cargo é para beneficiar servidora ocupante de cargo em comissão é inverdade, haja vista que coincidentemente a servidora foi aprovada também no concurso público, e não foi nomeada em prejuízo aos demais candidatos porque são cargos distintos e de natureza distintas.

    3) Sabe-se ainda que o concurso foi realizado em 2015, gestão passada, sem qualquer nomeação para o cargo de Advogado Autárquico. Logo, na atual gestão, houve nomeação destes servidores ANTES da citação da ação, em 02/05/2017, (a citação se deu em 03/05/2017) de modo que se comprova que não foi resultado desta ação que fez os referidos servidores serem nomeados, mas sim a nomeação espontânea pelo atual Diretor do IPREV.

    Documento protocolado pelo Diretor do IPREV, encaminhado ao Ministério Público, pedindo esclarecimentos.

    4) Com o indeferimento da liminar da Ação Civil Pública, sabe-se que não há probabilidade de extinguir o cargo de Assessor Jurídico judicialmente, de modo que o envio do projeto de lei é para economizar dinheiro aos cofres públicos do IPREV.

    5) Em relação ao projeto de lei, este antes de ser enviado á Câmara Municipal foi passado pelo crivo do Conselho Previdenciário do IPREV e aprovado por unanimidade, bem como possui impacto orçamentário negativo, no valor de R$ 6.989,37 (seis mil novecentos e oitenta e nove reais e trinta e sete centavos) caso a função gratificada seja ofertada a algum servidor, se não ainda seria maior a contenção de gastos, ou seja, economia aos cofres públicos.

    6) Deste modo, como as funções são distintas de Assessor Jurídico e Advogado Autárquico, visto que por concurso as atribuições são técnicas, foi enviada a proposição para a criação da função de Chefe do Núcleo Jurídico para que pudesse gerenciar o Núcleo Jurídico do IPREV, porém esta função só seria oferecida a algum servidor por discricionariedade do Diretor.

    7) O argumento de que a Assessora Jurídica permaneceu sozinha até agosto de 2017 realizando as funções e por causa disto não precisa da criação do cargo, se dá porque a carga horária de Assessor Jurídico é de 40h semanais e de Advogado Autárquico é de 20h semanais. Assim, ainda que com atribuições diversas, a carga horária única e exclusiva de 01 Advogado Autárquico não supre a necessidade do serviço público.

    8) Ainda, foi na gestão de 2017 que iniciou-se os trabalhos do COMPREV, compensação previdenciária entre o IPREV e o INSS, que RECUPEROU AOS COFRES DO IPREV O VALOR DE R$ 727.077,79 (SETECENTOS E VINTE E SETE MIL SETENTA E SETE REAIS E SETENTA E NOVE CENTAVOS) e tal função é exercida exclusivamente pelo Advogado Autárquico pois possui atribuições técnicas, inclusive diante da baixa carga horária. A compensação previdenciária é tema constitucional e necessita de conhecimento jurídico, e inclusive, a emissão de pareceres sobre o assunto. Foi iniciativa desta gestão realizar este trabalho, haja vista que o tempo inerte com esta atividade de outras gestões causou tamanho prejuízo ao IPREV, pois não compensou os benefícios pagos pelo IPREV com contribuições feitas pelos servidores ao INSS, gerando total desequilíbrio financeiro.

    9) Ainda, a servidora ocupante do cargo de Advogada Autárquica passou em concurso estadual e irá deixar o IPREV em breve, haja vista ter distribuído ação judicial para este fim, de modo que ocorrerão vacâncias para o cargo, e realizar um novo concurso público irá trazer gasto desnecessário ao IPREV, haja vista existir concurso vigente.

    10) Logo, a recomendação da promotoria traz prejuízo aos cofres públicos, intervindo, ainda no Poder Legislativo e no Poder Executivo, visto que a iniciativa iria trazer grande economia aos cofres públicos, maior eficiência no serviço público e impessoalidade, haja vista o provimento se dar por concurso público.”

    O QUE DIZ O MINISTÉRIO PÚBLICO

    O Conexão Três Pontas esteve nesta terça-feira (05), desde o início do expediente em contato com o Ministério Público para saber o que o órgão tem a dizer sobre a recomendação e ainda sobre as afirmações do diretor do IPREV.

    Num primeiro momento nos foi passado que a promotora Dra. Ana Gabriela estaria no órgão a partir das 12 horas. Assim, realizamos novo contato no horário previsto e, mais uma vez, não conseguimos resposta da promotora, que, segundo sua assessoria, estava em audiência.

    Aguardamos o fechamento da reportagem para sequente publicação até às 18 horas, no afã de conseguir ouvir todas as partes citadas e envolvidas. Às 18h10, por telefone, o MP se manifestou.

    Nos foi passado que “o Ministério Público, através da promotora Dra. Ana Gabriela, por praxe, não concede entrevistas, evitando maiores questionamentos que devem ser encaminhados diretamente para a Assessoria de Comunicação do MP em Belo Horizonte”.

    Quanto às afirmações de que a promotora não quis atender o diretor do IPREV nos foi passado que “Dra. Ana Gabriela tem estado assoberbada por estar cumprindo suas funções e cobrindo um colega que se encontra de férias. Que de fato o Dr. Luciano esteve na sede do MP em Três Pontas e que, infelizmente, ela não pôde atendê-lo, mas que lhe foi sugerido enviar por escrito seus questionamentos”.

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    Roger Campos

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  • ENTREVISTA ESPECIAL: Prefeito de Três Pontas responde questionamentos da população ao Conexão.

    ENTREVISTA ESPECIAL: Prefeito de Três Pontas responde questionamentos da população ao Conexão.

    Marcelo Chaves Garcia abordou temas importantes e falou das perspectivas para 2019.

    O prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves Garcia, recebeu, via assessoria de imprensa, um questionário com temas elencados pelo Conexão Três Pontas junto a população trespontana, dentre eles algumas reclamações. Também falou sobre o ano de 2019 e as dificuldades impostas pela falta de repasses por parte do Governo do Estado de Minas Gerais. Acompanhe:

    Conexão – Que balanço você faz de sua gestão em 2018?

    Prefeito – Posso dizer que fomos bem sucedidos, pois gerir um Município com uma retenção de recursos na ordem de 15 milhões pelo Estado de Minas Gerais! O Estado não faz nenhum favor em nos repassar! Esses recursos pertencem ao Município de Três Pontas.

    Além disso, mesmo com esse déficit financeiro enorme mantivemos salários em dia, e pagamos o décimo terceiro.

    Dentre os principais trabalhos quero destacar:

    – Obras de pavimentação como asfaltamento da Travessa Purcina Scatolino;

    – Realização da rede pluvial do bairro Santa Edwirges;

    – Inaugurações das novas sedes da Policlínica e Farmácia Municipal;

    – Secretaria de Cultura: retorno do Sarau e o Auto de Natal com a participação de vários apoiadores;

    – Terceirização dos serviços de iluminação pública, tendo em vista a demora da Cemig na resolução dos postes apagados deixando a cidade escura e com falta de segurança;

    – Apoiamos em parceria com a ACAI – Associação Comercial de Três Pontas – a implantação de um Conselho de Desenvolvimento Econômico Sustentável com a participação da sociedade civil organizada e com a missão de deliberar e aconselhar o Poder Executivo sobre políticas públicas para o crescimento da cidade;

    – Realizamos leilão dos bens inservíveis da Prefeitura Municipal de Três Pontas e arrecadamos quase 200.000,00 com praticamente sucatas;

    – Iniciamos os trabalhos de preparação para a pavimentação do trecho em frente à escola agrícola (emenda parlamentar federal).

    – Fila de Exames zerados

    – Apesar da crise salários em dia.

    Conexão – O fim de ano não teve a chamada festa da virada. Essa economia será mantida em outros eventos?

    Prefeito – A Cultura preferiu investir no Natal que é um evento mais lúdico e para toda família! Viu como ficou lindo nosso Auto de Nata? Fomos muito elogiados pela iniciativa, mantendo inclusive a chegada do Papai Noel que as crianças amam! Volto a agradecer a parceria da AgroCP. Empresários fazem toda a diferença quando apoiam o Poder Público!

    Conexão – Como será o Carnaval deste ano?

    Prefeito – Existe uma iniciativa de uma comissão composta por entidades e pessoas, incluindo a participação da Secretaria Municipal de Cultura. Esperamos que dê certo, com a adesão de mais parceiros, principalmente da própria população que deseja um carnaval familiar e tranquilo.

    Conexão – O que a população pode esperar para este ano de 2019? Quais suas metas?

    Prefeito – Muita coisa, principalmente se normalizar os repasses por parte do Estado de Minas Gerais. Mas prefiro fazer do que prometer.

    Conexão – Você esteve na posse do novo governador Zema. Quanto o município tem a receber do Estado? Falou algo sobre isso com ele? Qual sua impressão sobre o novo mandatário de Minas?

    Prefeito – Não tive contato direto com ele ainda. Nesse tipo de evento o assédio é imenso. Mas sou um otimista. Prefiro acreditar que dará certo! Porém, fiz o pedido na TV Assembleia (divulgado nas redes sociais) de que o governador pelo menos não retenha mais recursos dos Municípios. E isso é o mínimo por parte de um Governador para que possamos gerir a cidade e garantir os serviços à população.

    Prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves Garcia.

    Conexão – Há buracos por toda cidade. O que está sendo feito diante da realidade que tem revoltado os motoristas e usuários das vias?

    Prefeito – Tivemos um período de chuva atípico. Não adianta tentar tampar buraco com solo úmido. São no mínimo 3 dias de estiagem para o produto aderir ao solo. É um trabalho árduo e tem que ser feito de forma planejada para evitar desperdícios. Peço compreensão por parte da população, nossos servidores da Secretaria de Transportes e Obras estão fazendo o melhor que podem. Estudamos a possibilidade de terceirização também, mas os custos devem ser avaliados com cautela para não comprometer nosso orçamento.

    Conexão – Como ficou a enquete da coleta do lixo? E as mudanças?

    Prefeito – O povo pediu e o governo atendeu! Nosso lema é diálogo e trabalho. Assim, a coleta d elixo voltou a ser feita diariamente.

    Conexão – Sobre o atendimento no Centro Pediátrico. Alguma alteração? Médicos e horários?

    Prefeito – Não tenho conhecimento de mudanças no momento. Algo mais específico seria bom questionar a própria Secretária de Saúde.

    Conexão – Fale sobre o IPTU de 2019.

    Prefeito – Quanto ao IPTU, os detalhes ainda estão sendo estabelecidos pela Secretaria de Fazenda. Em breve terão mais notícias pelo site. Ressaltando que alguns casos poderão ser acompanhados de multa, no caso de terrenos vagos sujos. Já notificamos vários proprietários pessoalmente.

     

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    Roger Campos

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  • ZEMA ANUNCIA A PREFEITOS: ‘EM 10 DIAS REPASSES SERÃO FEITOS PONTUALMENTE’.

    ZEMA ANUNCIA A PREFEITOS: ‘EM 10 DIAS REPASSES SERÃO FEITOS PONTUALMENTE’.

    GOVERNADOR PEDE ESFORÇO PARA EVITAR ATRASO NA VOLTA ÀS AULAS.

    O governador Romeu Zema (Novo) anunciou nesta quinta-feira (24), durante encontro com prefeitos no Sul de Minas, que os repasses para os municípios serão regularizados em até 10 dias.

    Ele pediu ainda um esforço para que os prefeitos não adiem a volta às aulas em suas cidades e que apoiem as reformas que ele apresentará na Assembleia Legislativa (ALMG) a partir de fevereiro.

    “Antes de mais nada quero estar passando para vocês que, no mais tardar em 10 dias, os repasses para os municípios passarão a ser feitos pontualmente”, disse Zema ao público formado por prefeitos, vice-prefeitos e secretários municipais da região Sul de Minas.

    Muitos prefeitos comemoraram o anúncio, mas alguns receberam a fala do governador com desconfiança, lembrando que ele havia prometido não atrasar os repasses aos municípios durante a campanha eleitoral. Zema fez duras críticas às administrações passadas do governo estadual.

    “Fazem exatamente três semanas que assumi o governo do estado, um governo falido, desorganizado, com situação muito mais grave do que os números demonstravam”, reclamou.

    Ele disse que trabalha, junto com sua equipe, entre 15 e 18 horas por dia para analisar todas as áreas da administração estadual e que alguns cortes já começaram a ser implementados.

    “Enxugamos muitas despesas e desperdícios nessas semanas. Vamos continuar enxugando. Já temos agora condição de dar essa previsão para vocês, de que 10 dias é o prazo para que vocês vão poder contar co esses recursos”, disse Zema.

    Nos últimos dias, os prefeitos aumentaram o tom das críticas ao governo estadual, dizendo que os recursos para a educação estavam sendo “confiscados” pelo Palácio Tiradentes.

    Em assembleia da Associação Mineira dos Municípios (AMM), os prefeitos votaram pelo adiamento dos início das aulas para depois do carnaval, em março. Até agora, cerca de 350 cidades anunciaram adiamentos nas escolas.

    O governo afirmava que os repasses para a educação estavam em dia, mas os prefeitos dizem que mais de R$ 62 milhões para o setor não foram transferidos. A dívida total do estado com os municípios chega a R$ 12,7 bilhões, segundo a AMM, sendo R$ 430,5 milhões referentes ao ano de 2019.

    Nesta quinta-feira, Zema pediu aos prefeitos um esforço para evitar os atrasos nos anos letivos.

    “Preciso muito do apoio de vocês em dois pontos: primeiro na questão de reiniciarmos as aulas. Sei que alguns estão com dificuldades, mas o Fundeb está em dia, vamos fazer o possível e impossível para que as aulas recomessem e nenhum aluno seja prejudicado”, afirmou.

    O outro pedido foi para que os prefeitos apoiem reformas na Poder Legislativo. Alguns prefeitos deixaram o encontro otimistas e já falam em manter o início das aulas para fevereiro.

    “Ele se comprometeu a pagar as prefeituras em 10 dias, o que é ótimo e pode aliviar nossa situação. Com a decisão ficamos mais confiantes que teremos os recursos para pagar professores e retomar as aulas em fevereiro, evitando o atraso para os alunos”, afirmou João Paulo Leite (PTB), prefeito de Ingaí.

    Já o prefeito de Formiga, Eugênio Vilela (PP), lamentou que o governador não tenha se posicionado de forma clara sobre a revogação do decreto que acabou com os repasses automáticos do ICMS para as prefeituras. O decreto do ex-governador Pimentel fez com que os recursos passassem primeiro pelo governo estadual antes de ser encaminhado para os municípios.

    “Confesso que não fiquei muito entusiasmado. Ele disse que em 10 dias vai regularizar os repasses, mas, quando perguntamos sobre a revogação do decreto, respondeu vagamente e falou que não tinha uma data, que só poderia falar depois da aprovação de um plano de recuperação. Fiquei p. da vida e abandonei a reunião na hora. Vamos continuar na luta porque parece que não vai ser fácil”, disse o prefeito de Formiga.

    *EM

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  • REDE ESTADUAL VOLTARÁ ÀS AULAS NO DIA 07 DE FEVEREIRO, DIZ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

    REDE ESTADUAL VOLTARÁ ÀS AULAS NO DIA 07 DE FEVEREIRO, DIZ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

    “Em respeito a toda comunidade escolar e ao compromisso com a educação dos nossos mais de 2 milhões de alunos, o Governo de Minas Gerais, mesmo diante da grave crise financeira herdada de governos passados, manterá o início do ano letivo de 2019 no dia 7 de fevereiro em todas as escolas estaduais de Minas Gerais, conforme programado pelo Calendário Escolar da Rede Estadual de Ensino.” Esse foi o comunicado emitido agora pelo Governo de Minas Gerais, através da Secretaria de Estado da Educação, em meio ao movimento organizado pela Associação Mineira de Municípios (AMM), que sugeriu aos prefeitos mineiros que as aulas na rede municipal só comecem depois do Carnaval, por conta da falta de repasses por parte do governo estadual.

    “Para garantir o funcionamento das escolas neste início de ano e honrar com seus compromissos, o Governo anunciou o repasse de R$ 48,7 milhões para a Educação, sendo 15 milhões para manutenção e custeio das escolas, R$ 1,7 milhão para contratação de serviços de conectividade nas unidades e ainda R$ 32 milhões para as prefeituras destinados ao transporte escolar dos alunos da rede estadual residentes em áreas rurais, referente ao mês de fevereiro”, emendou.


    “Além disso, esta gestão regularizou os repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) do exercício do ano 2019, de acordo com a Secretaria de Estado de Fazenda (SEF). De 1º a 22 de janeiro, foram transferidos R$ 801,07 milhões para os municípios mineiros referentes ao Fundo. Em 2019, até o momento, não há pendências em relação às transferências do Fundeb”, concluiu a Secretaria de Estado de Educação.
    *SEE
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  • PREFEITO FALA DO POSSÍVEL ADIAMENTO DAS AULAS EM TRÊS PONTAS.

    PREFEITO FALA DO POSSÍVEL ADIAMENTO DAS AULAS EM TRÊS PONTAS.

    A AMM (Associação Mineira de Municípios) definiu em assembleia, realizada ontem (21) em Belo Horizonte, que os prefeitos, onde as cidades estão sem recebimento dos repasses para Governo de Minas, adiem o retorno das aulas para depois do Carnaval. Nossa reportagem trouxe o tema em primeira mão, gerando grande repercussão. Até a manhã de hoje não havia um pronunciamento por parte do Executivo Municipal. O prefeito Marcelo Chaves Garcia esclareceu a situação ao Conexão.

    Segundo o mandatário trespontano ainda não há uma definição e reuniões durante a semana acontecerão para avaliar o retorno das aulas.

    “Realmente, assim como outros municípios, estamos numa situação muito difícil, por conta da falta de repasses por parte do Governo do Estado de Minas Gerais. Temos mais de 13 milhões de reais a receber. A minha primeira intenção é retornar com as aulas no início de fevereiro, sem adiamento. Mas vamos analisar as condições e também as recomendações da AMM.

    Caso haja o adiamento, que não é culpa dos municípios, penso que pelo menos as creches deveriam retornar na data normal, prevista. Pois muitas mães precisam trabalhar. Aí ficariam apenas as escolas municipais para o retorno após o Carnaval. Mas isso ainda é prematuro, vamos nos aprofundar no assunto e informaremos a população”, disse o Prefeito de Três Pontas.

    Sobre o retorno das escolas estaduais em Três Pontas ainda não há nenhuma informação.

    Vale ressaltar que essa situação caótica em que a maioria dos municípios mineiros se encontra não foi causada pelas gestões municipais, mas pelo Governo de Minas Gerais que, na última gestão, do petista Fernando Pimentel, praticamente quebrou o estado, o colocando numa situação financeira jamais vista.

    Por conta disso, os prefeitos mineiros, assim como o atual chefe do Poder Executivo de Três Pontas, Marcelo Chaves Garcia, têm procurado, com criatividade e economia, soluções para atenuar os efeitos dessa crise e evitar que a população, principalmente a mais carente, seja atingida.

    Caso se consume o adiamento das aulas, por recomendação da Associação Mineira de Municípios, o ano letivo de 2019 já começará prejudicado.

    Relembre o Caso

    Prefeitos mineiros aprovaram em assembleia, na manhã desta segunda-feira (21),  o adiamento do início das aulas escolares para depois do carnaval. Segundo o presidente da Associação Mineira dos Municípios (AMM), Julvan Lacerda, a partir da orientação, os prefeitos devem comunicar a medida ao Ministério Público e à comunidade.

    Embora a decisão não tenha sido unânime, a AMM pede a adesão de todas as prefeituras para pressionar o estado a colocar os repasses constitucionais em dia.

    Além de ser uma forma de pressão, a proposta de adiar o início das aulas foi apresentada como uma forma de economizar. Vários prefeitos se queixam de estar precisando usar recursos próprios para custear os serviços da educação.

    De acordo com a AMM, a dívida do governo de Minas com o transporte escolar já é de R$ 152 milhões e a do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) é de R$ 5,3 bilhões.

     *EM
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  • EDUCAÇÃO: Aulas poderão começar somente após o Carnaval.

    EDUCAÇÃO: Aulas poderão começar somente após o Carnaval.

    Iniciativa de prefeitos mineiros se deve a falta de repasses do Governo do Estado.

    Os prefeitos aprovaram em assembleia, na manhã desta segunda-feira (21),  o adiamento do início das aulas escolares para depois do carnaval. Segundo o presidente da Associação Mineira dos Municípios (AMM), Julvan Lacerda, a partir da orientação, os prefeitos devem comunicar a medida ao Ministério Público e à comunidade.

    Embora a decisão não tenha sido unânime, a AMM pede a adesão de todas as prefeituras para pressionar o estado a colocar os repasses constitucionais em dia.

    Além de ser uma forma de pressão, a proposta de adiar o início das aulas foi apresentada como uma forma de economizar. Vários prefeitos se queixam de estar precisando usar recursos próprios para custear os serviços da educação.

    De acordo com a AMM, a dívida do governo de Minas com o transporte escolar já é de R$ 152 milhões e a do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) é de R$ 5,3 bilhões.

     *EM
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  • MPMG recomenda anulação de processo seletivo realizado pelo município de Santana da Vargem.

    MPMG recomenda anulação de processo seletivo realizado pelo município de Santana da Vargem.

    Segundo Promotoria de Justiça, o processo seletivo simplificado tem irregularidades insanáveis.

    O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) expediu Recomendação ao município de Santana da Vargem, no Sul de Minas, para que o processo seletivo simplificado realizado em 2018 seja integralmente anulado.

    De acordo com a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Três Pontas – comarca à qual pertence o município de Santana da Vargem – há vícios insanáveis no processo seletivo, tais como a imposição de restrições descabidas para o modo de inscrição, admitida somente na forma pessoal, e o favorecimento de atuais e ex-servidores públicos.

    Em procedimento instaurado pela Promotoria de Justiça para apurar o caso, verificou-se que a filha de uma servidora integrante da comissão examinadora foi aprovada para exercer a função de assistente administrativo, e que o filho do prefeito de Santana da Vargem foi aprovado em primeiro lugar para exercer a função de operador de máquinas leves, mesmo não sendo habilitado para dirigir na categoria exigida pelo edital.

    Segundo a Promotoria de Justiça, a legislação determina que o município deve propiciar o maior número possível de inscritos e privilegiar o conhecimento técnico, de maneira que ocorra a contratação dos profissionais mais qualificados. O documento destaca ainda que a quebra dos princípios da moralidade, da legalidade e da impessoalidade configuram prática de improbidade administrativa.

    “A regra a ser observada é o concurso público, mas, até a presente data, o prefeito de Santana da Vargem não realizou nenhum ato efetivo para cumprir o que determina a Constituição da República. Assim, foi recomendado que o gestor se abstenha de realizar qualquer contratação que não seja indispensável ao atendimento de necessidade temporária de excepcional interesse público”.

    A Recomendação também foi encaminhada à Câmara Municipal, que tem função fiscalizadora.

    *Diretoria de Imprensa MPMG
    Superintendência de Comunicação Integrada
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  • SEM REPASSES, Prefeitos se reúnem para enfrentamento da crise financeira em Minas Gerais.

    SEM REPASSES, Prefeitos se reúnem para enfrentamento da crise financeira em Minas Gerais.

    GOVERNO MINEIRO DEVE MAIS DE 13 MILHÕES PARA O MUNICÍPIO DE TRÊS PONTAS.

    O Procurador Geral do Município de Três Pontas, Dr. Yves Duarte Tavares, representando o Prefeito Municipal, Marcelo Chaves Garcia, está em Belo Horizonte, hoje (21) onde participou de reunião com mais de 300 Prefeitos e assessores para discutir medidas emergenciais diante da falta de repasses do Governo do Estado, que está deixando os municípios em situação de penúria.

    Os prefeitos falaram sobre os repasses que estão atrasados, entre, eles do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que é direcionado à educação, e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

    Eles discutiram também sobre outros repasses como convênios e contratos nas áreas de saúde, assistência social e transporte. O valor, segundo os prefeitos, é de R$ 12,6 bilhões, que engloba os governos de Fernando Pimentel (PT) e Romeu Zema (Novo).

    Os prefeitos também reivindicam R$ 342 milhões referentes ao Fundeb e ao ICMS que, segundo eles, deveriam ter sido repassados neste ano.

    O Presidente da AMM, Prefeito de Moema, Julvan Lacerda falou da importância dessa convocação:

    “A situação está crítica para todos os municípios da nossa região. Mesmo aqueles prefeitos que ainda estão conseguindo cumprir com seus compromissos, já temem porque não conseguirão fechar o ano com as contas pagas se os recursos não chegarem. Nem os repasses constitucionais semanais do ICMS e FUNDEB estão sendo realizados regularmente pelo novo Governador”.

    A dívida do Estado com os municípios mineiros já ultrapassa os 12 bilhões de reais. Somente a cidade de Três Pontas tem, segundo a Prefeitura Municipal, mais de R$ 13 milhões a receber oriundos de repasses não realizados.

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  • STF suspende investigação sobre Queiroz, ex-assessor de filho de Bolsonaro

    STF suspende investigação sobre Queiroz, ex-assessor de filho de Bolsonaro

    O Supremo Tribunal Federal suspendeu nesta quinta-feira as investigações que apuravam movimentações financeiras suspeitas envolvendo Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), a pedido do próprio filho de Bolsonaro.

    A motivação do pedido ainda não foi esclarecida porque o processo corre em segredo de Justiça. “Pelo fato do procedimento tramitar sob absoluto sigilo, reiterado na decisão do STF, o MPRJ não se manifestará sobre o mérito da decisão”, informou a promotoria.

    O nome de Queiroz e de seus familiares aparece em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que apontou uma movimentação bancária de 1,2 milhão de reais, “incompatível com seu patrimônio”, entre 2016 e 2017. A investigação faz parte da operação Furna da Onça, um desdobramento da Lava Jato no Rio que já levou dez parlamentares fluminenses para a prisão.

    A decisão é do ministro Luiz Fux, que julgou o pedido durante o plantão do Judiciário, já que o Supremo só retorna do recesso em fevereiro. Por ser uma medida liminar (provisória), o caso deve voltar a ser analisado no próximo mês pelo juiz Marco Aurélio Mello, relator do processo.

    A decisão do STF ocorre em um momento em que o Ministério Público já havia endurecido o tom contra Queiroz após ele, sua mulher e filha terem faltado a depoimentos marcados para apurar o caso. No dia 11 de janeiro a promotoria falou que os indícios levantados pelo Coaf “permitem o prosseguimento das investigações, com a realização de outras diligências de natureza sigilosa, inclusive a quebra dos sigilos bancário e fiscal”. O pedido de Flávio Bolsonaro para que se suspenda a investigação causa estranhamento, uma vez que ele não é, a princípio investigado no caso. Se fosse, apenas o STF poderia autorizar um processo de apuração contra ele, já que ele foi eleito senador e teria foro privilegiado.

    Em nota, a assessoria de Flávio informou que o pedido foi feito tendo em vista “nulidades diversas, como a quebra dos sigilos bancário e fiscal do senador para fins de investigação criminal, sem autorização judicial”. A defesa do parlamentar também pediu ao STF que o tribunal analise a competência da Justiça do Rio para julgar o caso.

    A principal suspeita das autoridades que investigam o caso é que o valor movimentado pelo motorista seja uma espécie de pedágio cobrado por parlamentares de seus funcionários: os depósitos na conta de Queiroz eram feitos por outros integrantes do gabinete de Flávio, e coincidiam com as datas de pagamento da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

    O confisco de salários é ilegal, mas bastante difundido em assembleias, câmaras e prefeituras do país. O ex-assessor negou em entrevista ao SBT ser “laranja” dos Bolsonaro, e afirmou que o dinheiro é proveniente de uma série de negócios realizados por ele com carros usados.

    *El País

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  • Zema e Bolsonaro discutem renegociação de dívida de Minas Gerais com a União

    Zema e Bolsonaro discutem renegociação de dívida de Minas Gerais com a União

    O governador Romeu Zema (Novo) se reuniu na tarde desta quarta-feira (16) com o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e com o ministro da Economia Paulo Guedes, em Brasília, para tratar da renegociação da dívida de Minas com a União e investimentos em rodovias mineiras, como as BRs 381 e 262. Foi o primeiro encontro de Zema com Bolsonaro após a posse.

    Zema afirmou por meio de suas redes sociais que aproveitou o encontro para oferecer ao governo federal apoio para que as reformas da Previdência e Fiscal sejam aprovadas “o mais breve possível”. Participaram do encontro o vice-governador Paulo Brant (Novo) e o secretário de Estado da Fazenda, Gustavo Barbosa.

    “Estive o dia todo hoje em Brasília para tratar dos interesses de Minas que precisam de soluções imediatas. Tratamos de assuntos como a renegociação da dívida de Minas Gerais com a União, estimada em cerca de R$ 87 bilhões, e investimentos em concessões de rodovias federais que cortam nosso estado, que tem a maior malha rodoviária do Brasil, a exemplo das BRs 381 e 262”, informou Zema.

    Nesta quinta se encerrou o período de reuniões da equipe do Tesouro Nacional com a equipe das secretarias da Fazenda e de Planejamento para levantar os dados sobre a situação financeira de Minas Gerais. Foi o primeiro passo para um acordo sobre o débito do estado.

    A intenção do governo de Minas é aderir ao programa de renegociação das dívidas estaduais lançado pelo governo federal em 2017 na tentativa de aliviar os cofres de estados em crise fiscal.

    A renegociação com a União pode suspender a dívida por três anos e, após esse prazo, o estado que aderir ao plano pode parcelar os débitos por até 20 anos. No entanto, para fazer o acordo o governo de Minas precisará oferecer contrapartidas ao governo federal, como implementação de uma política de teto de gastos e a privatização de órgãos estatais mineiros. Ainda não existe definição sobre quais órgãos seriam privatizados na negociação.

    Duplicação da BR-381

    O governo de Minas não deu detalhes sobre as discussões com o governo federal sobre investimentos para a BR-381 ou sobre avanço na entrega de trechos para a iniciativa privada.

    Nesta quarta-feira (16), Bolsonaro sancionou o orçamento federal de 2019 que prevê gastos de R$ 169 milhões na obra de duplicação da Rodovia da Morte.

    O montante é inferior ao que foi gasto no ano passado e considerado insuficiente para que as obras avancem nos únicos trechos que tem ações em andamento. Caso a obra não receba aditivos ao longo do ano, a duplicação pode ser novamente paralisada.

    *EM
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  • Bolsonaro sanciona lei que cassa CNH de condenados por 5 tipos de crime

    Bolsonaro sanciona lei que cassa CNH de condenados por 5 tipos de crime

    O presidente Jair Bolsonaro (PSL) sancionou nesta sexta-feira, 11, a lei que determina a cassação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de condenados pelos crimes de contrabando, furto, roubo, descaminho e receptação e que tenham utilizado veículo nos delitos. O texto, que modifica o Código de Trânsito Brasileiro, foi publicado no Diário Oficial da União.

    De acordo com a lei, se o condutor for condenado por um desses crimes em decisão judicial transitada em julgado, isto é, contra a qual não caiba mais recurso, terá a sua CNH cassada ou será proibido de obter a habilitação para dirigir um veículo por cinco anos. Depois do prazo, o texto permite novo pedido de habilitação, desde que o condutor faça todos os exames necessários previstos no Código de Trânsito.

    Ainda conforme o texto, se o motorista for preso em flagrante praticando qualquer um desses crimes, um juiz poderá determinar “a suspensão da permissão ou da habilitação para dirigir veículo automotor, ou a proibição de sua obtenção”.

    O Projeto de Lei 1530/15, do deputado Efraim Filho (DEM-PB), foi apresentado ao plenário no primeiro semestre de 2015 mas só foi aprovado na Câmara dos Deputados no fim do ano passado, no dia 13 de dezembro.

    Vetos

    Jair Bolsonaro vetou no projeto de lei inicial o bloqueio do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) da empresa que transportar, distribuir, armazenar ou comercializar produtos oriundos de furto, contrabando ou descaminho ou produtos falsificados.

    Também foi vetada pelo presidente a pena aplicada a empresas que não afixassem, em seus estabelecimentos comerciais, a advertência de que “é crime vender cigarros e bebidas contrabandeados. Denuncie”.

    *Veja

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  • CÂMARA APROVA REAJUSTE SALARIAL AOS SERVIDORES MUNICIPAIS E ABRE CRÉDITO PARA PAVIMENTAÇÃO E RECAPEAMENTO DE VIAS URBANAS EM TRÊS PONTAS.

    CÂMARA APROVA REAJUSTE SALARIAL AOS SERVIDORES MUNICIPAIS E ABRE CRÉDITO PARA PAVIMENTAÇÃO E RECAPEAMENTO DE VIAS URBANAS EM TRÊS PONTAS.

    VALOR AUTORIZADO POR UNANIMIDADE EM SESSÃO EXTRAORDINÁRIA PASSA DE 1,1 MILHÃO DE REAIS.

    Aconteceram na manhã desta terça-feira (15) a 5ª e 6ª Sessões Extraordinárias da 18ª Legislatura da Câmara Municipal de Três Pontas, de forma sequencial. Com a convocação feita previamente para a primeira delas, como manda o regimento interno do Poder Legislativo, os vereadores votaram temas importantes. O presidente Maycon Machado convocou, diante da necessidade de outras votações relevantes, a outra sessão, feita logo na sequência. Dentre os projetos aprovados estão o aumento (ajuste) salarial aos servidores públicos municipais, ajuda financeira às Folias de Reis e abertura de crédito especial para realização de recapeamento e pavimentação em Três Pontas.

    O Projeto de Lei nº 002, de iniciativa do Executivo Municipal “Fixa nova tabela de vencimentos à Lei Municipal nº 3.380/2013, com adequação ao salário mínimo vigente para 2019, concedendo a revisão geral anual aos servidores públicos ativos, inativos e pensionistas da Administração Direta e Indireta e autoriza o pagamento do piso salarial nacional ao Magistério Municipal de Três Pontas e dá outras providências.”

    O projeto, aprovado por unanimidade, tem por finalidade conceder, a partir de 1º de janeiro de 2019, aos agentes públicos ativos, inativos e pensionistas da Administração Pública Direta e Indireta, revisão anual dos vencimentos e proventos em 3,56%, conforme INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulado dos últimos 12 (doze) meses. Prevê ainda, a concessão aos profissionais do magistério municipal de Três Pontas, revisão do piso salarial na ordem de 4,17 %, passando de R$ 2.455,35 (dois mil, quatrocentos e cinquenta e cinco reais e trinta e cinco centavos) para R$2.557,73 (dois mil, quinhentos e cinquenta e sete reais e setenta e três centavos), nos termos do art. 5° da Lei Federal nº 11.738/2008. Outrossim, fixa, a partir de 1º de janeiro de 2019, de acordo com a tabela de vencimentos prevista no Anexo VI da Lei Municipal nº 3.380, de 10 de maio de 2013 que “Dispõe sobre o Plano de Cargos, Vencimentos e Carreiras dos Servidores Públicos Municipais da Administração Direta e Indireta e Institui Nova Tabela de Vencimentos”, a adequação ao salário mínimo vigente para o exercício de 2019 e o índice previsto para a revisão geral anual dos servidores no percentual de 3,56% (três vírgula cinquenta e seis por cento). Por fim, fixa o novo valor para o auxílio-alimentação passando-se para R$ 170,00 (cento e setenta reais).

     

    O Projeto de Lei nº 003, de iniciativa do Executivo Municipal, autorizou de forma unanime a Prefeitura a conceder auxílio financeiro aos representantes das Companhias de Reis elencadas no artigo 1º do Projeto de Lei, no valor de R$900,00 (novecentos reais), cujo intuito é de permitir a participação no 49º Encontro de Companhias de Reis de Três Pontas. A matéria prevê ainda, a concessão de auxílio financeiro no valor de R$450,00 (quatrocentos e cinquenta reais) para o responsável pela apresentação do 49º Encontro de Companhias de Reis de Três Pontas.

    Todos os vereadores também aprovaram o Projeto de Lei nº 004, de iniciativa do Executivo Municipal, autorizando a Prefeitura Municipal a abrir crédito adicional especial  para a  execução de obras de pavimentação e recapeamento de vias urbanas do Município. Também foi aprovada abertura de crédito para reforma do campo de futebol do Distrito Nossa Senhora do Rosário. O valor total aprovado é de R$1.140.155,66.

    Por fim, foi aprovado o Projeto de Lei nº 006, também de autoria do Executivo Municipal que abre crédito adicional especial no valor de R$30.960,00 para execução do Termo de Cooperação com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas – Campus Muzambinho, para pagamento de bolsas para tutor e coordenador de cursos de Cafeicultura e Meio Ambiente.

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