Teve início do último dia 23/04 a Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe, em parceria com estados e municípios, para proteger a população contra o agravo. Neste ano, a campanha é de 23 de abril a 1º de junho, com o dia D em 12 de maio, e não será prorrogada.
A vacina contra gripe é segura e salva vidas. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias, de 39% a 75% a mortalidade global e em, aproximadamente, 50% nas doenças relacionadas à influenza.
Como a vacina contra gripe não está na rotina do Calendário Nacional de Saúde, trata-se de uma vacina de campanha, ou seja, ocorre somente em um período específico, de maior circulação do vírus, que vai do final de maio até agosto. Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção contra a gripe após a vacinação, o ideal é realizar a imunização antes do início do inverno, que começa em junho.
Para redução do risco de adquirir ou transmitir doenças respiratórias, especialmente as de grande infectividade, como vírus Influenza, o melhor é ficar atento e se vacinar.
A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da secretaria Municipal de Saúde, estará recebendo a Carreta da Mamografia. De acordo com as informações divulgadas pelo executivo Municipal, a idade contemplada será de mulheres de 50 a 69 anos, que não realizaram mamografia no ano de 2017.
Inicialmente os postos de saúde estão coletando os nomes das mulheres interessadas em realizar de graça a mamografia. Para se inscrever no programa basta que a mulher enquadrada na campanha procure a unidade de saúde mais próxima de sua residência munida do Cartão SUS.
Ainda conforme da secretaria Municipal de Saúde em breve serão divulgados a data e o local onde a carreta estará estacionada para a realização dos exames.
A IMPORTÂNCIA DA MAMOGRAFIA
A mamografia é um tipo específico de radiografia das mamas capaz de revelar a existência de sinais precoces do câncer de mama, antes mesmo que as lesões sejam palpáveis. O exame também pode ajudar a verificar a necessidade de tratamentos intensivos para os tumores e na conservação da mama, caso seja necessária uma cirurgia.
O exame de mamografia é realizado com um mamógrafo (aparelho de raio X), onde a mama é comprimida de forma a oferecer imagens de alta qualidade para um melhor diagnóstico. A compressão das mamas é necessária para que o exame seja efetivo, e o eventual desconforto que pode gerar é totalmente suportável.
DETECÇÃO PRECOCE DO CÂNCER DE MAMA PELA MAMOGRAFIA
Segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), o câncer de mama é o segundo mais recorrente e o que mais causa a morte de mulheres no país. A detecção precoce é a chave para o tratamento bem-sucedido e a mamografia é a melhor forma de descobrir o câncer de mama antes que seja detectável pelo exame clínico.
O AUTOEXAME NÃO É SUFICIENTE PARA DETECÇÃO DO CÂNCER DE MAMA
Embora o autoexame seja importante, ele não ajuda no diagnóstico precoce da doença. Isso porque um tumor na mama só é detectável no autoexame quando não está mais em estágio inicial.
Além disso, alterações nas mamas também podem ser causadas por outros fatores, como envelhecimento, menopausa, mudanças hormonais durante ciclos menstruais ou por conta da ingestão de pílulas anticoncepcionais, o que pode confundir as mulheres.
Então, caso uma mulher encontre alguma anormalidade nos seus seios, ela deve consultar o médico o mais rápido possível e realizar a mamografia.
A IDADE PARA COMEÇAR A FAZER A MAMOGRAFIA
Entre 35 e 40 anos as mulheres devem realizar o primeiro exame, que servirá de base para avaliar as condições da mama em comparação à exames futuros;
Dos 40 aos 50 anos a frequência da mamografia deve ser determinada pelo médico, de acordo com as condições da mama da paciente;
Após os 50 anos é recomendado que a paciente realize o exame anualmente.
QUANDO A MAMOGRAFIA NÃO É RECOMENDADA?
Caso a paciente estiver amamentando ou grávida;
Caso a paciente tenha realizado o exame que teve resultado normal em um prazo menor que 12 meses
Caso a paciente tenha menos que 35 anos e não fizer parte do grupo de risco para câncer de mama.
Bispo do país atribui as causas à falta de sentido existencial, conectada à profunda carência de espiritualidade e religiosidade.
Uma análise do período compreendido entre 1998 e 2010 apontou que mais de 30 mil pessoas se suicidaram no Japão em cada ano desse intervalo, taxa que, aproximadamente, continua se aplicando até o presente. Cerca de 20% dos suicídios se devem a motivos econômicos e 60% a motivos relacionados com a saúde física e a depressão, conforme recente pesquisa do governo.
O assunto é abordado pelo bispo japonês dom Isao Kikuchi em artigo divulgado pela agência AsiaNews. Ele observa que o drama se tornou mais visível a partir de 1998, “quando diversos bancos japoneses se declararam falidos, a economia do país entrou em recessão e o tradicional ‘sistema de emprego definitivo’ começou a colapsar”.
Durante os 12 anos seguintes, uma média superior a 30 mil pessoas por ano tirou a própria vida num país rico e avançado. O número, alarmante, é cinco vezes maior que o de mortes provocadas anualmente por acidentes nas rodovias.
RIQUEZA, TECNOLOGIA E… VAZIO NA ALMA
Rodeados por riquezas materiais de todo tipo, os japoneses têm tido graves dificuldades em encontrar esperança no próprio futuro: perderam esperança para continuar vivendo, avalia o bispo.
PARADOXO: APÓS HISTÓRICA TRAGÉDIA NACIONAL, SUICÍDIOS DIMINUÍRAM
Um sinal de mudança, embora pequeno, foi registrado por ocasião do trágico terremoto seguido de tsunami que causou enorme destruição em áreas do Japão no mês de março de 2011: a partir daquele desastre, que despertou grande solidariedade e união no país, o número de suicídios, de modo aparentemente paradoxal, começou a diminuir. Em 2010 tinham sido 31.690. Em 2011, foram 30.651. Em 2012, 27.858. Em 2013, 27.283. A razão da diminuição não é clara, mas estima-se que uma das causas esteja ligada à reflexão sobre o sentido da vida que se percebeu entre os japoneses depois daquela colossal calamidade.
MOTIVOS PARA O SUICÍDIO
Dom Isao recorda a recente pesquisa do governo que atrela 20% dos suicídios a motivos econômicos, enquanto atribui 60% a fatores de saúde física e depressão. Para o bispo, os estopins do suicídio são complexos demais para se apontar uma causa geral. No entanto, ele considera razoável e verificável afirmar que uma das razões do fenômeno é a falta de sentido espiritual na vida cotidiana dos japoneses.
O prelado observa que a abundância de riquezas materiais e o acesso aos frutos de um desenvolvimento tecnológico extraordinário são insuficientes para levar ao enriquecimento da alma. A sociedade japonesa focou no desenvolvimento material e relegou a espiritualidade e a religiosidade a um plano periférico da vida cotidiana, levando as pessoas a se isolarem e se sentirem vazias, sem significado existencial. E é sabido que o isolamento e o vazio de alma estão entre as principais causas do desespero que, no extremo, leva a dar fim à própria vida.
Com informações da edição em espanhol da agência Gaudium Press
Minas Gerais enfrenta o surto de uma doença até então pouco conhecida pela maior parte da população: a síndrome do mão-pé-boca. A doença provocada pelo vírus Coxsackie é altamente contagiosa e afeta principalmente crianças menores de 5 anos. Por enquanto, não existe vacina para combater a enfermidade, mas é possível evitar a transmissão com alguns cuidados simples.
A síndrome mão-pé-boca é facilmente confundida com outras doenças, o que pode dificultar o diagnóstico. Ela provoca feridas e bolhas nessas partes do corpo, sendo que na região da boca ela também afeta a garganta e o pescoço. Apesar de parecer assustadora, a doença tem evolução autolimitada, o que significa que tem um período certo de duração, que varia de 4 a 6 dias.
Neste ano, a Secretaria de Estadudo da Saúde (SES) já detectou surtos da síndrome em São Gonçalo do Rio Abaixo, Catas Altas e Santa Bárbara. Nos três municípios, houve o registro de 107 pessoas infectadas. A doença, porém, já fez vítimas em outras cidades, como em Belo Horizonte. Como a síndrome não é uma Doença de Notificação Compulsória, apenas os surtos são notificados.
Sintomas
O vírus que causa a doença é transmitido pela via oral ou fecal da pessoa infectada. Por isso, a melhor forma de evitá-la é não beijar, abraçar ou compartilhar utensílios com o paciente. Além disso, especialistas na área de saúde aconselham limpar e desinfectar superfícies tocadas com frequência pelo doente, além de lavar as mãos com água e sabão frequentemente, principalmente após trocar fraldas e usar o banheiro.
Conforme a SES, geralmente a doença começa com febre, entre 38°C e 38,9°C. A partir do segundo dia as lesões aparecem nos pés e nas mãos, mas de forma moderada, pequena e sem dor. Em alguns casos surgem, também, na área das coxas e nádegas, o que pode ser confundido com assadura.
“Um a dois dias após o início da febre, surgem lesões características na boca (Herpangina). Geralmente começam como pequenas manchas vermelhas, que podem ter de 2 a 4 mm de tamanho. A maioria dos casos ocorre de forma benigna e autolimitada e as lesões regridem espontaneamente e sem cicatrizes”, explica Tânia Marcial, referência técnica do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS Minas) da SES.
Todos esses sintomas costumam desaparecem entre 5 e 7 dias. Porém, as bolhas podem permanecer por até quatro semanas. Mesmo depois de recuperada, a pessoa infectada pode transmitir o vírus pelas fezes pelo mesmo período.
Tratamento
“É importante estabelecer o diagnóstico diferencial com outras doenças que também provocam estomatites aftosas ou vesículas na pele. Não há tratamento específico para a síndrome. Em geral ela regride espontaneamente depois de alguns dias. Por isso, na maior parte dos casos, o tratamento é realizado com antitérmicos e anti-inflamatórios com o objetivo de tratar os sintomas”, esclarece Marcial.
Ela frisa que, durante o período da doença, o paciente tem que ficar em repouso, alimentar-se bem e beber muito líquido para evitar desidratação.
Susto
Apesar de atingir principalmente crianças, adultos também podem pegar a doença. Foi o caso da assistente contábil Kamila Amanda Dutra de Queirós, de 29 anos. Moradora de BH, ela contraiu a síndrome do pé-mão-boca no dia 8 de março e, semanas depois, passou a doença para o filho, de apenas seis meses.
“Nunca tinha ouvido falar e fiquei apavorada. Primeiro surgiram bolinhas na minhas mãos e pés, mas não me incomodaram. No segundo dia as feridas aumentaram e apareceu água nas bolinhas. Procurei o Pronto-Socorro no terceiro dia e logo fui diagnosticada com a síndrome”, lembrou.
Ela conta que chegou a ficar de cadeira de rodas por não conseguir colocar os pés no chão. Queirós teve que tomar anti-inflamatório e remédio para dor. “Durante o tratamento fui aconselhada a usar luvas para dar banho no meu filho, para não transmitir a doença. Só que na quarta-feira da semana passada o bebê também pegou”, lamentou. No filho, os sintomas foram mais leves e, agora, os dois passam bem.
Por causa da síndrome, o pequeno Dom teve que ficar afastado da escolinha. “A amamentação foi mantida por recomendação médica”, comemorou a mãe. (Colaborou Francielly Santiago)
O Município de Três Pontas recebeu nesta semana mais dois automóveis para a área da Saúde. De acordo com informações postadas nas redes sociais e encaminhadas ao Conexão pela assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal, a pedido do ex-secretário municipal de Meio Ambiente, Francisco Botrel, a deputada estadual Geisa Teixeira, beneficiou a cidade com esses veículos.
Foi no último dia 23 que a própria deputada (PT) Geisa Teixeira fez formalmente a entrega de um Toyota Etios Hatch e um Chevrolet Spin, frutos de emenda parlamentar. Também participaram da entrega o prefeito municipal Dr. Luiz Roberto Dias, o vice-prefeito Marcelo Chaves Garcia, o solicitante Francisco Botrel, os vereadores Maycon Machado e Benício Baldansi, os secretários de governo Tiãozinho vermelho e Iara Dias, além dos servidores Maurício Pacheco, João Peret e a GCM Leonara Naves.
O prefeito de Três Pontas Dr. Luiz Roberto agradeceu o envio dos veículos por parte de Geisa Teixeira, lembrou a importância do contato, do bom relacionamento e das cobrança para que os deputados aqui votados devolvam a confiança nas urnas em benfeitorias para a população trespontana e disse que continuará pedindo a ajuda desses políticos para alavancar o crescimento da cidade.
Os automóveis serão utilizados na Secretaria Municipal de Saúde. Os carros que estão no pátio da Prefeitura Municipal, estão aguardando questões burocráticas para em breve começarem a atender a população através da SMS.
A campanha nacional de vacinação contra a influenza começou nesta última segunda-feira (23). A meta, segundo o Ministério da Saúde, é imunizar 54,4 milhões de pessoas, que fazem parte do grupo considerado “mais suscetível” ao agravamento de doenças respiratórias. Até 14 de abril deste ano, o governo já registrou 392 casos de influenza em todo país, com 62 mortes.
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Veja qual é o público-alvo para receber as doses gratuitamente no SUS:
pessoas a partir de 60 anos
crianças de seis meses a cinco anos
trabalhadores da área de saúde
professores das redes pública e privada
mulheres gestantes e puérperas
indígenas
pessoas privadas de liberdade (incluindo adolescentes cumprindo medidas socioeducativas)
profissionais do sistema prisional
portadores de doenças que aumentam o risco de complicações em decorrência da influenza
A contraindicação da vacina é para quem tem alergia severa a ovo.
Vacina da gripe
A vacina desse ano tem a possibilidade de proteger contra três tipos de vírus da gripe: o Influenza A, nas variações H1N1 e H3N2 e influenza B. Para o ministério, o acréscimo da proteção contra o H3N2 acontece após a infecção de 47 mil pessoas no hemisfério norte, em janeiro, mas no Brasil, segundo Carla Domingues, coordenadora-geral do programa de imunização do ministério, “não há nenhuma evidência que teremos uma circulação forte do H3N2”.
Dia D
O Ministério da Saúde confirmou também que o Dia D será no próximo dia 12 de maio, quando ocorre a mobilização nacional. No dia, os 65 mil postos de vacinação do país estarão em funcionamento. A meta, segundo o ministro Gilberto Occhi, é distribuir 100% das doses para todo o público-alvo e, se eventualmente houver uma sobra de vacina, as demais pessoas serão imunizadas.
Distribuição
O Ministério da Saúde adquiriu 60 milhões de doses da vacina que serão entregues em etapas aos estados. A previsão do governo é de 25 milhões delas já estariam à disposição no início da campanha.
A Região Centro-Oeste receberia 60% das doses de vacina. No mesmo período, a previsão é de que a Região Sul teria 54% do total. A Região Norte deve receber 50% do número de doses. Já no Sudeste e Nordeste a porcentagem prevista de entrega das doses é de 36% e 35%, respectivamente.
Casos confirmados
No ano passado, o país confirmou 394 casos confirmados de contaminação por uma das três variações da influenza. Ao todo, segundo a Saúde, 66 pessoas morreram.
Já em 2018, dos 392 casos de influenza registrados em todo país, 62 resultaram em óbitos. Do total, 190 casos e 33 mortes foram por H1N1. Em relação ao vírus H3N2 foram 93 casos e 15 mortes.
A Unimed Três Pontas inaugurou na noite do último dia 6 de abril, o primeiro hospital próprio da cooperativa na cidade. Diversas autoridades e convidados prestigiaram o evento que contou com as presenças do prefeito Dr. Luiz Roberto Dias, do vice Marcelo Chaves Garcia, de vereadores e secretários de governo, representantes de entidades, associações e lideranças de diversos setores da economia local. Dr. Dilson Lamaita Miranda, presidente da Unimed Três Pontas, destacou a importância desse hospital para a cidade de Três Pontas e, principalmente, para o associado da Unimed.
Presidente da Unimed, Dr. Dilson Lamaita Miranda, durante seu pronunciamento.
Imponente, muito bem montado e equipado o Hospital Unimed Três Pontas oferece atendimento ambulatorial e internação. Está inserido numa área de 43 mil m² e disponibilizará aos beneficiários 16 leitos e completo setor cirúrgico. A unidade é focada na realização de cirurgias e terá pronto-atendimento 24 horas. Segundo Lamaita, o hospital comporá a rede de 14 hospitais próprios do Sistema Unimed mineiro.
“O hospital é fundamental na nossa estratégia de atendimento. Essencial pelo aumento de qualidade e também para que possamos oferecer aos nossos clientes cirurgias pela nossa rede própria”, declara o presidente da Unimed Três Pontas, Dilson Lamaita Miranda.
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O Hospital Unimed Três Pontas contará também com moderno centro de diagnóstico, laboratório, farmácia, raio X, tomografia, ultrassonografia, mamografia, entre outros.
Prefeito de Três Pontas, Dr. Luiz Roberto Dias, discursando durante o evento.
Em seu discurso o prefeito de Três Pontas, Dr. Luiz Roberto Laurindo Dias disse que a Unimed sempre foi uma parceira, uma importante peça na engrenagem da saúde trespontana. Destacou o trabalho de todos os médicos cooperados e funcionários e exaltou o trabalho e a liderança do médico ortopedista, Dr. Dilson Lamaita, a frente da Unimed na cidade. “O Hospital da Unimed era um sonho e agora ele está sendo realizado e vem somar muito para a saúde de nosso município. A Prefeitura é e será parceira em tudo que for possível para agregar mais qualidade, eficiência e humanização na saúde para os trespontanos”, afirmou.
Presenças ilustres: A primeira-dama do Município, Sra. Iara Dias, o vice-presidente da Câmara Municipal, vereador Benício Baldansi e o vice-prefeito Marcelo Chaves Garcia.
O presidente da Unimed Três Pontas salienta, ainda, que ocorrerão expansões gradativas da unidade de acordo com a demanda da região. “Hoje temos 7.500 m² de área construída e percebemos a necessidade constante de nos adaptarmos para manter a assistência de qualidade para nossos clientes. Com esta opção de crescimento programado, o Hospital Unimed Três Pontas e os outros quatro hospitais do Sul de Minas fortalecem a verticalização e a marca em nossa região”, pontuou Dr. Dilson Lamaita.
Em Minas Gerais, a Unimed possui hoje 41 núcleos de promoção à saúde, 21 unidades de pronto atendimento, 16 farmácias, 24 clínicas, 14 laboratórios, 87 ambulâncias e 14 hospitais.
A licença-maternidade para celetistas deve passar de 120 para 180 dias. Esta foi a proposta aprovada nesta quarta-feira (4) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Por tramitar em regime terminativo, o projeto (PLS 72/2017) segue agora para análise da Câmara dos Deputados.
O relator Paulo Paim (PT-RS) ressaltou que o período de seis meses dedicado à amamentação exclusiva é indicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde. Ele citou bons resultados que no seu entender já vem obtendo o programa Empresa Cidadã, que concede benefícios fiscais para empresas que já ampliam a licença-maternidade das funcionárias para 180 dias.
Paim também disse que o aumento da licença-maternidade possui respaldo científico, além de ser o melhor para o país economicamente.
— De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, os bebês que ficam seis meses ao lado da mãe têm reduzidas as chances de contrair pneumonia, desenvolver anemia e sofrer com crises de diarreia. O Brasil gasta somas altíssimas por ano para atender crianças com doenças que poderiam ser evitadas, caso a amamentação regular tivesse acontecido durante estes primeiros meses de vida —argumentou.
Paim elogiou a autora do projeto, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), e lembrou que o texto faz parte da pauta em discussão no Senado visando ao empoderamento feminino.
Ponderações
A proposta, entretanto, foi criticada pelo senador Cidinho Santos (PR-MT), que teme que a medida possa prejudicar as mulheres no que se refere às contratações no mercado de trabalho.
— Aqui na CAS o negócio é jogar a conta pras empresas pagarem, é jogar pra platéia. Avaliam que estão ajudando, e podem é estar criando mais dificuldades — criticou.
A presidente da CAS, Marta Suplicy (PMDB-SP), se definiu como feminista e disse perceber méritos no projeto, mas entende que a ponderação de Cidinho tem procedência, pois as condições econômicas do país ainda são difíceis. Marta lembrou, no entanto, que os seis meses de licença-maternidade já fazem parte da rotina de diversos países europeus e que talvez este seja o momento de encarar o desafio de implantá-la também por aqui.
A Unimed Três Pontas inaugura, no dia 6 de abril, o primeiro hospital próprio da cooperativa na cidade. O Hospital Unimed Três Pontas está inserido numa área de 43 mil m² e disponibilizará aos beneficiários 16 leitos e completo setor cirúrgico.
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“O hospital é fundamental na nossa estratégia de atendimento. Essencial pelo aumento de qualidade e também para que possamos oferecer aos nossos clientes cirurgias pela nossa rede própria”, declara o presidente da Unimed Três Pontas, Dilson Lamaita Miranda.
A unidade é focada na realização de cirurgias e terá pronto-atendimento 24 horas. Segundo Lamaita, o hospital comporá a rede de 14 hospitais próprios do Sistema Unimed mineiro.
A unidade contará também com moderno centro de diagnóstico, laboratório, farmácia, raio X, tomografia, ultrassonografia, mamografia, entre outros.
Expansão
O presidente da Unimed Três Pontas salienta, ainda, que ocorrerão expansões gradativas da unidade de acordo com a demanda da região. “Hoje temos 7.500 m² de área construída e percebemos a necessidade constante de nos adaptarmos para manter a assistência de qualidade para nossos clientes”, afirma.
“Com esta opção de crescimento programado, o Hospital Unimed Três Pontas e os outros quatro hospitais do Sul de Minas fortalecem a verticalização e a marca em nossa região”, completa Lamaita.
Verticalização
É pensando na qualidade do cuidado com o cliente que o Sistema Unimed mineiro investe na ampliação de sua rede própria. Além dos prestadores de serviço credenciados, na chamada gestão verticalizada, a operadora tem seus próprios pontos de atendimento ao paciente.
Em Minas Gerais, a Unimed possui hoje 41 núcleos de promoção à saúde, 21 unidades de pronto atendimento, 16 farmácias, 24 clínicas, 14 laboratórios, 87 ambulâncias e 14 hospitais.
Um dos médicos mais queridos de Três Pontas, Dr. Lucas Erbst, atual diretor clínico do Pronto Atendimento Municipal, está começando a atender também em seu novo consultório particular e a preços mais “populares”.
Dr. Lucas Erbst é tido pela população trespontana como um grande e cada vez mais raro exemplo de como um médico deve ser e tratar seus pacientes. Ético, carinhoso, atencioso e seguidor do código de conduta da boa e velha medicina, Dr. Lucas é sempre reconhecido pelo trabalho que faz desde que chegou na cidade e, principalmente, depois que se tornou plantonista do PAM.
Responsável por uma série de mudanças e inovações do Pronto Atendimento Municipal, que se traduzem em mais qualidade no atendimento – apesar das dificuldades e adaptações que ainda persistem – Dr. Lucas está agora ampliando seus serviços para o atendimento em consultório.
“Vou atender na Clínica Bem Viver, no centro de Três Pontas. Além do atendimento particular, que já oferecerá um preço mais acessível, também atenderei pelo carnê do Hospital e quem tiver plano de saúde mesmo que eu não seja conveniado vai ter desconto também”, pontuou Dr. Lucas.
Ainda segundo o médico clínico geral inicialmente atenderá às segundas-feiras de manhã e de tarde e as quintas-feiras das 17h às 19h, na Clínica Bem Viver, localizada na Rua Sete de Setembro, 91.
A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Saúde, reinaugurou nesta última terça-feira (06), o Consultório Odontológico da Escola Estadual Cônego José Maria. Ele estava fechado desde 2011 e com o apoio do Poder Executivo Municipal e da SMS, que forneceu todos os instrumentos e mobiliários odontológicos necessários.
A escola atenderá cerca de 480 alunos do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental e 150 alunos da Educação Integral e Integrada em 2018.
A Diretoria da Escola Estadual Cônego José Maria agradeceu a parceria entre Comunidade Escolar e a Prefeitura Municipal de Três Pontas, O prefeito Dr. Luiz Roberto Dias, a secretária municipal de Saúde, Teresa Cristina e outras autoridades participaram da reinauguração.
Número de mortes por febre amarela chega a 86 em Minas Gerais.
Três Pontas continua, felizmente, sem nenhuma confirmação de casos de febre amarela. A cobertura vacinal superou as expectativas da Secretaria Municipal de Saúde e já ultrapassa os 99%. Além dos trespontanos que, conscientemente se imunizaram, há também moradores de outras localidades que, visitando o município receberam a vacina. Além disso a SMS visitou empresas e até o Presídio de Três Pontas para ampliar os índices de cobertura.
Não há também registros de macacos encontrados mortos em Três Pontas. Eles também são vítimas da febre amarela e não transmissores, como muitos acreditam.
Da esp. p/ dir.: Dr. Cassiano, Prefeito Dr. Luiz Roberto Dias, Secretária de Saúde Teresa Cristina, Vice-Prefeito Marcelo Chaves e o Chefe do PAM Dr. Lucas Erbst.
Meta de vacinação contra febre amarela é atingida em 17 cidades do Sul de MG
Um relatório divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde apontou que 17 cidades do Sul de MG cumpriram a meta de cobertura vacinal exigida pelo Ministério da Saúde. A orientação é que pelo menos 95% da população seja vacinada nos municípios.
As cidades que ultrapassaram o número de 95% foram Serrania, Itutinga, Ibiraci, Fortaleza de Minas, Gonçalves, Jacuí, São Tomás de Aquino, Guapé e Três Pontas. Além delas, houve oito cidades que ultrapassaram os 100%. Isso acontece quando o município vacina pessoas de outras cidades, além dos moradores.
Foto Ilustrativa
Entre as maiores cidades da região, nenhuma atingiu meta. A que teve melhor desempenho foi Lavras, que ficou com 86,41%. Depois vem Itajubá, Poços De Caldas, Varginha, Passos e, por último, Pouso Alegre.
Confira os números:
86 ÓBITOS EM MINAS
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou que o número de mortes por febre amarela em Minas Gerais chega a 86 desde dezembro do ano passado. Em relação ao informe epidemiológico anterior, divulgado no último dia 15, foram dez novos óbitos.
No total, 222 casos da doença foram confirmados no estado. Outros 505 continuam sob investigação.
Entre os casos confirmados, 199 (89,6%) se referem a pacientes do sexo masculino, e 23, a pacientes (10,4%) do sexo feminino. Em relação aos óbitos, apenas três vítimas eram do sexo feminino.
De acordo com a secretaria, não há relato de vacinação para a febre amarela entre os casos confirmados. A média de idade dos pacientes é de 48 anos. O mais novo tem 3 anos, e o mais velho, 88. A letalidade da doença é de aproximadamente 38,7%.
O balanço divulgado a se refere ao monitoramento da SES iniciado em julho de 2017. Segundo a pasta, entre o início do monitoramento até dezembro de 2017, não foram registrados óbitos.
Foto Arquivo Conexão TP
MORTES EM MINAS POR FEBRE AMARELA
As mortes confirmadas se referem a pacientes das seguintes cidades:
*seis em Nova Lima, na Região Metropolitana;
*seis em Mariana, na Região Central;
*quatro em Barão de Cocais, na Região Central;
*quatro em Juiz de Fora, na Zona da Mata;
*três em Belo Horizonte;
*três em Brumadinho, na Região Metropolitana;
*três em Caeté, na Região Metropolitana;
*três em Conceição dos Ouros, Sul de Minas;
*três em Ouro Branco; na Região Central;
*três em Rio Preto, na Zona da Mata;
*três em Santa Bárbara, na Região Central;
*duas em Barra Longa, na Zona da Mata;
*duas em Lima Duarte, na Zona da Mata;
*duas em Piau, na Zona da Mata;
*duas em Piranga, na Zona da Mata;
*duas em Ponte Nova, na Zona da Mata;
*duas em Porto Firme; na Zona da Mata;
*duas em Rio Acima, na Região Metropolitana;
*uma em Aguanil, Centro-Oeste de Minas;
*uma em Alvinópolis, na Região Central;
*uma em Belmiro Braga, na Zona da Mata;
*uma em Belo Vale, Região Central;
*uma em Bicas, na Zona da Mata;
*uma em Caranaíba, na Região Central;
*uma em Carmo da Mata, no Centro-Oeste;
*uma em Ervália, na Zona da Mata;
*uma em Goianá, na Zona da Mata;
*uma em Itabira, na Região Central;
*uma em Itaverava, na Região Central;
*uma em Jeceaba, na Região Central;
*uma em Lagoa Dourada, na Região Central;
*uma em Mar de Espanha, na Zona da Mata;
*uma em Maripá de Minas, na Zona da Mata;
*uma em Mateus Leme, na Região Metropolitana;
*uma em Matias Barbosa, na Zona da Mata;´
*uma em Paraisópolis, no Sul de Minas;
*uma em Passa Tempo, no Centro-Oeste;
*uma em Poço Fundo; no Sul de Minas;
*uma em Presidente Bernardes, na Zona da Mata;
*uma em Raposos, na Região Metropolitana;
*uma em Rio Manso, na Região Central;
*uma em Rio Novo, na Zona da Mata;
*uma em Santa Rita de Jacutinga, na Zona da Mata;
*uma em Santo Antônio do Aventureiro, na Zona da Mata;
*uma em Santos Dumont, na Zona da Mata;
*uma em São Tomé das Letras, na Região Sul;
*uma em Senhora de Oliveira, na Zona da Mata;
*uma em Simão Pereira, na Zona da Mata;
*uma em Viçosa, na Zona da Mata.
O QUE É A FEBRE AMARELA?
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos infectados. Em área rural ou de floresta, os macacos são os principais hospedeiros e a transmissão ocorre pela picada dos mosquitos transmissores infectados Haemagogus e Sabethes. Nas cidades, a doença pode ser transmitida principalmente por mosquitos da espécie Aedes aegypti. Não há transmissão direta de pessoa a pessoa.
Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.