Categoria: Brasil

  • Hospital do Sul de Minas é listado como um dos seis de referência para casos de coronavírus no Estado

    Hospital do Sul de Minas é listado como um dos seis de referência para casos de coronavírus no Estado

    Samuel Libânio, em Pouso Alegre, é listado como um dos seis hospitais de referência para casos de coronavírus em MG.

    Não há, até o momento, nenhum caso confirmado do coronavírus no Brasil, mas quando e se o vírus chegar ao país, os pacientes que surgirem no Sul de Minas terão o Hospital das Clínicas Samuel Libânio como referência.

    O HCSL será um dos quatro hospitais referência do interior, conforme plano de contingência traçado pela Secretaria de Estado de Saúde após a OMS elevar o nível de risco global do coronavírus. Além do hospital de Pouso Alegre, os mineiros distantes da capital vão contar com Hospital das Clínicas de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, o Hospital Regional João Penido, de Juiz de Fora, na Zona da Mata. Além do Hospital Márcio Cunha, de Ipatinga.

    Protocolo de atendimento

    O plano de contingência da SES/MG tem 14 páginas e traz informações sobre como os profissionais de saúde e os pacientes devem se comportar em caso de suspeita da doença. A principal orientação para quem esteve na China em até 14 dias antes do aparecimento dos sintomas – febre seguida por dificuldades respiratórias, como tosse, limitação para respirar, batimento das asas nasais etc. – é que se dirija a uma unidade médica já com máscara ou lenço. O paciente deve se identificar desde a entrada no equipamento de saúde pública para que se evite a proliferação do vírus.

    A equipe médica deve fornecer imediatamente máscara cirúrgica para o paciente e o conduzir para uma sala isolada. Para os profissionais de saúde que vão prestar atendimento, a pasta alerta para a necessidade de utilizar proteção como máscara respiratória, proteção ocular, luvas, gorro e jaleco descartável.

    Todo equipamento de proteção individual deverá ser descartado após a utilização, com exceção da proteção ocular. Nos casos suspeitos, o médico responsável deve notificar o quadro clínico ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância a Saúde (Cievs) de BH, quando for na capital mineira, ou o Cievs do estado quando a situação se voltar a um morador do interior.

    Casos descartados em Minas

    Minas já teve dois casos suspeitos de coronavírus descartados. O primeira foi registrado em 21 de janeiro, quando uma mulher de 35 anos deu entrada na Unidade de Pronto-Atendimento, em Belo Horizonte, com os sintomas da enfermidade. Ela esteve em um evento em Xangai e chegou a ser conduzida ao Hospital Eduardo de Menezes. Porém, o caso foi removido da lista de investigados.

    Uma jovem de 22 anos também chegou a ter a suspeita. Também ela havia estado na China, na região que é o epicentro da doença, e teve febre quando retornou ao Brasil. Ela continua internada no Hospital Eduardo de Menezes, mas não está com o coronavírus, conforme apontaram três testes de amostras colhidas da paciente.

    Destino de chineses, Pouso Alegre segue recomendação do Ministério da Saúde

    Base de um dos maiores investimentos únicos da China nos últimos anos, Pouso Alegre se tornou destino de uma grande comunidade chinesa, uma parte dela em fluxo constante entre o município e o país asiático. Esse intercâmbio pode virar preocupação com a propagação do novo coronavírus, que, surgido em Wunhan, província de Hubei, já matou 401 pessoas, infectou ao menos 24,5 mil, a grande maioria na China, mas com 182 casos confirmados em 24 países.

    O Ministério da Saúde divulgou no começo da tarde desta quarta-feira que há 11 casos suspeitos de coronavírus no Brasil. Nenhum deles confirmado.

    Em Pouso Alegre, um dos focos de preocupação é a fabricante de máquinas XCMG, que recebe viajantes da China com alguma frequência. De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, a empresa foi contatada pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde.

    A empresa afirmou no final de janeiro que não havia recebido “nenhum funcionário vindo da China nos últimos 10 dias, devido à dificuldade em viajar justamente por conta do vírus”. A empresa também informou que alguns funcionários que estão de viagem marcada para o país asiático “já estão cientes que não retornarão tão rápido, pois os aeroportos não estão autorizando vôos sem a certeza da boa saúde do passageiro”.

    Fonte Rede Moinho 24

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  • Filha de casal assassinado no ABC (SP) confessa participação no crime

    Filha de casal assassinado no ABC (SP) confessa participação no crime

    Além dos pais, irmão também foi torturado. Os três corpos estavam carbonizados.

    A filha do casal assassinado junto com o filho no ABC Paulista e a companheira dela confessaram nesta quarta-feira (5) participação em parte do crime. De acordo com o advogado de defesa de Anaflávia Gonçalves e Carina Ramos, elas admitiram, em novo depoimento à polícia, participação no roubo à casa da família, mas negaram envolvimento nas mortes.

    Os empresários Flaviana e Romuyuki Gonçalves e o filho adolescente deles, Juan Victor, foram torturados e mortos em 28 de janeiro. Os corpos foram encontrados carbonizados em um carro em chamas na área rural de São Bernardo do Campo.

    Nesta quarta-feira, Anaflávia Gonçalves e Carina Ramos chegaram ao Deic do município do ABC às 16h e saíram às 21h40. Desde o início das investigações elas vinham negando participação no crime.

    A Polícia Civil tenta identificar e prender o quinto suspeito de participar do assassinato da família. Ele seria um homem que teria resgatado o grupo de carro na estrada de terra onde o veículo da família foi encontrado carbonizado. O nome e a foto dele não foram divulgados.

    Filha do casal e sua namorada (Dir. p/ Esq.) confessaram participação no crime hediondo.

    No depoimento de segunda-feira (4), um dos envolvidos no crime contou à polícia como a ação foi planejada. Juliano Ramos Júnior, primo de Carina disse que, dois dias antes dos assassinatos, ele, os dois comparsas, Carina e Ana Flávia fizeram uma reunião para combinar o roubo à casa da família porque ali teria cerca de R$ 85 mil guardados.

    No final da tarde desta quarta (5), a PM encontrou parte dos objetos levados da casa, após receber uma denúncia anônima. Relógios e bijuterias estavam em uma casa em Santo André com uma adolescente. Ela foi levada para a delegacia acompanhada da mãe para prestar depoimentos.

    A polícia ainda ouviu o depoimento de um homem que estava com um carro que tinha as mesmas características de um dos veículos usados no crime. O carro foi apreendido.

    Suspeito disse ter simulado assalto

    Juliano explicou que, no dia do crime, os três homens entraram no condomínio no carro de Ana Flávia e, já dentro da casa, simularam um assalto. Ele contou ainda que Romuyuki e o filho Juan Vitor foram torturados no andar de cima do imóvel para que passassem a senha do cofre, mas eles não sabiam a combinação.

    De acordo com a investigação, os dois foram torturados e mortos, possivelmente em decorrência de pauladas. A polícia ainda não sabe se Flaviana foi obrigada a dirigir o carro da família até a estrada com o marido e o filho no porta-malas, antes de ser morta na via, ou se foi morta junto com Romuyuki e Juan Victor, ainda na casa.

    Anaflávia e a namorada dela, Carina, estão detidas, assim como outros dois homens apontados como participantes dos assassinatos. Além disso, um quinto suspeito é investigado.

    Nesta terça-feira (4), a polícia disse não ter mais dúvidas de que o grupo está envolvido nos assassinatos e de que Anaflávia e Carina planejaram o crime. Falta esclarecer, contudo, a motivação.

    Quem eram as vítimas

    • Romuyuki Veras Gonçalves – empresário prestador de serviços de uma montadora; segundo informações iniciais da Polícia Civil, tinha 43 anos
    • Flaviana de Meneses Gonçalves – mulher de Romuyuki, era proprietária de duas perfumarias; segundo informações iniciais da Polícia Civil, tinha 40 anos
    • Juan Victor Gonçalves – filho do casal Romuyki e Flaviana; segundo informações iniciais da Polícia Civil, tinha 15 anos

    Quem são os suspeitos do crime

    • Anaflávia Martins Meneses Gonçalves, de 24 anos – filha do casal Flaviana e Romuyuki e irmã de Juan Victor, está detida no estão detidas no 7º Distrito Policial (DP) desde 29 de janeiro; ela nega participação no crime
    • Carina Ramos de Abreu, de 26 anos – namorada de Anaflávia há 2 anos, também está detida desde 29 de janeiro e nega participação no crime
    • Juliano de Oliveira Ramos Júnior, de 22 anos – primo de Carina, foi detido em 3 de fevereiro e está em uma cadeia para presos provisórios em São Caetano do Sul; em depoimento, confessou envolvimento nas mortes e acusou de participação tanto Anaflávia quanto Carina. Juliano tem passagem por roubo
    • Guilherme Ramos da Silva – comparsa citado em depoimento por Juliano, também é conhecido como Lipe ou Massa, segundo a polícia; está preso
    • Quinto suspeito ainda não identificado – a Polícia Civil tenta identificar e prender o quinto suspeito de participar do assassinato da família

    Cronologia do crime

    • Às 18h de 27 de janeiro, Anaflávia – filha do casal Romuyuki e Flaviana e irmã de Juan Victor – chega no próprio veículo modelo Palio à casa onde moravam os pais e o irmão, em um condomínio fechado em Santo André, também no ABC Paulista. O carro entra e sai do imóvel algumas vezes.
    • Às 20h, a namorada de Anaflávia, Carina, chega a pé usando um agasalho com capuz.
    • Por volta da meia-noite, Flaviana chega dirigindo o carro da família, modelo Jeep Compass de cor azul, encontrado posteriormente carbonizado.
    • Quase 3 horas depois, por volta da 1h da manhã de 28 de janeiro, os dois carros – o Palio e o Jeep – saem juntos do condomínio. Quem dirige o carro da família neste momento é Carina, com Flaviana no bando atrás do motorista.
    • Às 2h50 , o Corpo de Bombeiros recebe chamado para atender à ocorrência de um carro incendiado na Estrada do Montanhão, em São Bernardo do Campo.

    O que foi constatado pela perícia

    • Em 28 de janeiro, o carro da família foi encontrado em chamas na Estrada do Montanhão, em São Bernardo do Campo, próximo ao Rodoanel. O local fica a cerca de 6 km do condomínio de sobrados em Santo André onde a família morava.
    • Havia dois corpos totalmente carbonizados no porta-malas do veículo.
    • Os três corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) Central, onde foram feitos exames para identificação. Dois dias depois, um laudo apontou que a causa da morte dos 3 foi traumatismo craniano, possivelmente em decorrência de pauladas na cabeça. As vítimas, então, foram mortas antes de terem os corpos queimados na Estrada do Montanhão.
    • A polícia encontrou a casa da família revirada. Os policiais também identificaram que foram levados objetos de valor, como joias, TV e videogame, e dinheiro em espécie que somam a quantia de R$ 8 mil em moeda nacional e estrangeira, além de uma arma antiga quebrada, que pertenceu ao avô de uma das suspeitas, Anaflávia.
    • Em 1º de fevereiro, exames feitos pela polícia confirmaram a presença de sangue humano na casa da família, nas escadas, nas roupas e na máquina de lavar.
    • A polícia teve acesso a imagens de câmeras de segurança da portaria do condomínio, que mostraram a visita de Anaflávia aos pais na noite que antecedeu a madrugada do crime, seguida da saída do carro dela e da família do local.

    O que falta saber

    • A polícia tem como uma das linhas de investigação uma possível briga familiar. A outra hipótese seria de um latrocínio – roubo seguido de morte, mal sucedido. A polícia cogita ainda que o grupo queria a herança que Flaviana e Romuyuki deixariam depois de mortos.
    • A investigação ainda não está certa de que Flaviana foi obrigada a dirigir o carro da família até a estrada com o marido e o filho no porta-malas, antes de ser morta na via, ou se foi morta junto com Romuyuki e Juan Victor.
    • A investigação procura a arma usada para matar as três vítimas.
    • A investigação ainda tenta identificar um quinto suspeito.

    Fonte G1

     

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  • Placas padrão Mercosul serão obrigatórias a partir de 31 de janeiro

    Placas padrão Mercosul serão obrigatórias a partir de 31 de janeiro

    Após sucessivos adiamentos, começa a valer a partir do dia 31 de janeiro a obrigatoriedade de uso da placa do Mercosul em todos os Estados do país. O prazo atende ao estipulado na Resolução nº 780/2019 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), de julho do ano passado, que determina que as unidades federativas do país devem utilizar o novo padrão de Placas de Identificação Veicular (PIV)..

    Desde a decisão pela adoção da placa do Mercosul, a implantação do registro foi adiada seis vezes. A adoção do sistema de placas do Mercosul foi anunciada em 2014 e, inicialmente, deveria ter entrado em vigor em janeiro de 2016.

    Em razão de disputas judiciais a implantação foi adiada para 2017 e depois, adiada mais uma vez para que os órgãos estaduais de trânsito pudessem se adaptar ao novo modelo e credenciar as fabricantes das placas.

    As novas placas já são utilizadas na Argentina e no Uruguai. A previsão é que em breve comecem a valer também no Paraguai e na Venezuela.

    Dos 26 Estados brasileiros, já aderiram à nova PIV Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Rondônia.

    Nova placa

    A nova placa será obrigatória apenas nos casos de primeiro emplacamento e, para quem tiver a placa antiga, no caso de mudança de município ou unidade federativa; roubo, furto, dano ou extravio da placa, e nos casos em que haja necessidade de instalação da segunda placa traseira.

    A nova placa apresenta o padrão com 4 letras e 3 números, o inverso do modelo atualmente adotado no país com 3 letras e 4 números. Também muda a cor de fundo que passará a ser totalmente branca. A mudança também vai ocorrer na cor da fonte para diferenciar o tipo de veículo: preta para veículos de passeio, vermelha para veículos comerciais, azul para carros oficiais, verde para veículos em teste, dourado para os automóveis diplomáticos e prateado para os veículos de colecionadores.

    Todas as placas deverão ter ainda um código de barras dinâmico do tipo Quick Response Code (QR Code) contendo números de série e acesso às informações do banco de dados do fabricante e estampador da placa. O objetivo é controlar a produção, logística, estampagem e instalação das placas nos respectivos veículos, além da verificação de autenticidade.

    Fonte R7

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  • Seis laboratórios recolhem lotes de Ranitidina

    Seis laboratórios recolhem lotes de Ranitidina

    Um dos remédios mais populares para tratar azia, úlceras e refluxo tem como princípio ativo o cloridrato de ranitidina. Anvisa identificou a presença de uma substância que pode causar câncer.

    Seis laboratórios decidiram recolher lotes de um remédio usado no tratamento de doenças do aparelho digestivo. Foi uma medida preventiva, porque a Anvisa identificou a presença de uma substância que pode causar câncer.

    Um dos remédios mais populares para tratar azia, úlceras e refluxo tem como princípio ativo o cloridrato de ranitidina. Mas esse medicamento está agora sendo recolhido preventivamente das prateleiras das farmácias.

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária detectou uma contaminação em setembro de 2019. Testes mostraram na ranitidina importada de um laboratório da Índia a presença de uma substância chamada de nitrosamina, acima dos níveis tolerados pela Anvisa.

    A nitrosamina é classificada pela Organização Mundial da Saúde como sendo possível causadora de câncer em humanos. Por isso, a Anvisa decidiu suspender preventivamente a importação e a comercialização da ranitidina vendida pelo fabricante indiano, e pediu aos 24 laboratórios que importavam essa raniditina que fizessem testes para detectar se havia contaminação em lotes do medicamento produzido aqui.

    No total, 225 lotes já foram retirados do mercado. Seis laboratórios notificaram a Anvisa sobre o recolhimento voluntário: Medley, Aché, EMS, Legrand, Nova Química e Germed. Outro laboratório, o Hipolabor, disse que não fabrica mais o produto desde 2018.

    Nos Estados Unidos o cloridrato de ranitidina também tem sido recolhido das prateleiras pelo mesmo motivo.

    A Anvisa diz que a nitrosamina não representa um risco imediato para a saúde.

    “O risco é quase inexistente, é um risco muito baixo sobretudo porque as nitrosaminas só produzem o efeito maléfico no organismo quando ingeridas por um longo período de tempo. A gente está falando de anos, prazo superior a cinco anos. E no caso do tratamento ao qual a ranitidina, o cloridrato de ranitidina se presta, são tratamentos que se estendem na ordem de quatro a 12 semanas”, explica Ronaldo Gomes, gerente de Inspeção e Fiscalização da Anvisa.

    O alerta é para que os pacientes procurem seus médicos antes de parar qualquer tratamento.

    “A questão de usar ou não a ranitidina. Ela pode ser substituída por outros remédios? Sim. Ela deve ser substituída? Isso tem que conversar com o médico e ver o risco benefício de substituição ou manutenção desse remédio. A população tem que ter a tranquilidade de não achar porque tomou o remédio por um período que agora tem um risco grande de ter câncer e que tem que fazer exames para ver isso”, afirma o gastroenterologista Marcos Belotto.

    Fonte G1

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  • Prazo para eleitor regularizar título termina em maio

    Prazo para eleitor regularizar título termina em maio

    Os cidadãos que tiveram o título de eleitor cancelado têm até o dia 6 de maio para regularizar a situação

    Os cidadãos que tiveram o título de eleitor cancelado têm até o dia 6 de maio para regularizar a situação. Após o prazo, quem não estiver em dia com o documento, não poderá votar nas eleições municipais de outubro, quando serão eleitos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores nos 5.568 municípios do país.

    No ano passado, 2,4 milhões de títulos foram cancelados porque os eleitores deixaram de votar e justificar ausência por três eleições seguidas. Para a Justiça Eleitoral, cada turno equivale a uma eleição.

    Para regularizar o título, o cidadão deve comparecer ao cartório eleitoral próximo a sua residência, preencher o Requerimento de Alistamento Eleitoral (RAE) e apresentar um documento oficial com foto. Além disso, será cobrada uma multa de R$ 3,51 por turno que o eleitor deixou de comparecer. O prazo para fazer a solicitação termina no dia 6 de maio, último dia para emissão do título e alteração de domicílio eleitoral antes das eleições.

    Além de ficar impedido de votar, o cidadão que teve o título cancelado fica impedido de tirar passaporte, tomar posse em cargos públicos, fazer matrícula em universidades públicas, entre outras restrições.

    A situação de cada eleitor pode ser verificada no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro. Se necessário, o segundo turno será no dia 25 do mesmo mês. Cerca de 146 milhões de eleitores estarão aptos a votar.

    Fonte Valor Investe

    Foto Fernando Frazão/Agência Brasil

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  • Confira as principais datas do calendário eleitoral de 2020; pleito ocorre em 5.568 municípios

    Confira as principais datas do calendário eleitoral de 2020; pleito ocorre em 5.568 municípios

    Eleitores irão às urnas para escolher prefeitos e vereadores neste ano. Primeiro turno será no dia 4 de outubro. Veja outras datas importantes

    No dia 4 de outubro de 2020, eleitores de 5.568 municípios brasileiros irão às urnas para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou nesta semana o calendário oficial do pleito. Eis a íntegra do documento.

    Desde o dia 1º de janeiro, as pesquisas de intenção de voto estão liberadas, desde que registradas no sistema da Corte eleitoral 5 dias antes da divulgação. Os levantamentos têm de ser inseridos na plataforma PesqEle (Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais).

    Estão proibidas desde o 1º dia no ano, no entanto, a distribuição de bens e valores pela Administração Pública e a execução de programas sociais por organização vinculada a pré-candidato.

    Já a chamada janela eleitoral, período em que vereadores podem mudar de partido para concorrer à eleição sem ser apontado por infidelidade partidária, será de 5 de março a 3 de abril.

    Saiba outros prazos importantes do calendário eleitoral de 2020:

    • 4.abr.2020 – registro de legendas – prazo para que novas legendas sejam registradas na Justiça Eleitoral a tempo de lançarem candidatos próprios às eleições. O marco importa ao presidente Jair Bolsonaro, que está em processo de criação de sua nova legenda, a Aliança pelo Brasil;
    • 4.mai – descompatibilização – fim do prazo para que detentores de mandatos no Poder Executivo renunciem aos seus cargos para se lançarem candidatos;
    • 15.mai – arrecadação opcional – início da arrecadação facultativa de doações por pré-candidatos aos cargos de prefeito e vereador, por meio de plataformas de financiamento coletivo credenciadas na Justiça Eleitoral;
    • 16.jun – Fundo Especial de Financiamento de Campanhas – divulgação dos recursos disponíveis para financiamento pelo fundo;
    • 20.jul a 5.ago – convenções partidárias – as convenções partidárias para a escolha dos candidatos deverão ser feitas neste período; a partir do dia 20, os candidatos passam a ter direito de resposta à divulgação de conteúdo difamatório, calunioso ou injurioso por qualquer veículo de comunicação social.
    • 14.ago – registro de candidaturas – até as 23h59 deste dia é o prazo para conclusão de registro de candidaturas via internet. Por meio físico, os requerimentos devem ser protocolados até as 19h do dia 15.
    • 16.ago – propaganda eleitoral – passa a ser permitida a propaganda eleitoral explícita, inclusive via internet. Os comícios poderão acontecer até 1º de outubro.
    • 14.set – chancela da Justiça – prazo para que todos os cerca de 500 mil registros de candidatura esperados para o pleito de 2020 tenham sido julgados pelos respectivos juízes eleitorais.
    • 19.set – prisões suspensas – candidatos não poderão ser presos, salvo em flagrante. Já eleitores não poderão, em regra, ser presos a partir do dia 29 do mesmo mês.
    • 4 de outubro – 1º turno da eleição;
    • 25.out. – 2º turno da eleição.

    BIOMETRIA

    Em março de 2020 se encerra o prazo para que os eleitores que ainda não fizeram o cadastro biométrico –nas regiões onde ele será obrigatório– regularizem sua situação para poder votar.

    O eleitor deve ir até o cartório eleitoral mais próximo em sua cidade para realizar o procedimento. Quem perder a data limite em seu município poderá ter o título cancelado.

    Segundo o TSE, mais de 110 milhões de brasileiros já cadastraram a biometria em todo o país. Só neste ano, 22 milhões de pessoas já fizeram a identificação biométrica. Para as eleições municipais de 2020, a Justiça Eleitoral espera já ter cadastrado 117 milhões de eleitores.

    São 2.645 zonas eleitorais no Brasil. Os sites dos TREs (tribunais regionais eleitorais) dos Estados têm dados sobre cartórios e centrais de atendimento onde o cadastro das impressões digitais deve ser feito. O serviço é gratuito.

    Fonte Poder 360

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  • Governo Federal anuncia aumento do piso dos professores

    Governo Federal anuncia aumento do piso dos professores

    O presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciaram por meio de live (transmissão ao vivo) em rede social o aumento de 12,84% do piso salarial previsto no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Segundo Weintraub, o reajuste anunciado “é o maior aumento em reais desde 2009.”

    O ajuste, acima da inflação de 2019 (4,31%), corresponde às expectativas da Confederação Nacional de Municípios (CNM) que já havia previsto o valor mínimo do magistério passaria de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,24. Há expectativa entre gestores municipais que uma nova lei sobre o Fundeb seja criada este ano. A lei atual só prevê a manutenção do fundo até este ano. O Ministério da Educação prepara proposta com novas regras.

    Durante a live o presidente também anunciou, ao lado do secretário de Cultura Roberto Alvim, o lançamento do Prêmio Nacional das Artes que irá destinar mais de R$ 20 milhões para produção artística nas cinco grandes regiões brasileiras.

    O prêmio terá sete categorias, eruditas e populares, e prevê a seleção de cinco óperas, 25 espetáculos teatrais, 25 exposições individuais de pintura e 25 exposição de escultura, 25 contos inéditos, 25 CDs musicais originais e até 15 propostas de histórias em quadrinhos.

    O edital será publicado na próxima semana no Diário Oficial da União e no site da Secretaria Especial da Cultura. O repasse de recursos entre as regiões será dividido de forma igual.

    Durante a transmissão, o presidente também comentou a queda histórica dos juros básico da economia, Taxa Selic a 4,5% ao ano e a esperada redução da dívida pública com a baixa dos juros. O presidente salientou a redução dos custos de empréstimos da Caixa Econômica Federal e a diminuição de pessoas inadimplentes. Bolsonaro salientou que a queda de juros ocorre “sem canetada” e “sem interferência”, mas por causa do ambiente de recuperação econômica.

    O presidente comemorou a prioridade anunciada pelo governo dos Estados Unidos para que o Brasil se torne membro da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e lembrou a edição de nova medida provisória que ajusta o salário mínimo dos atuais R$ 1.039 para R$ 1.045.

    Fonte Veja

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  • Carteira de Motorista Digital (CNH-e): Conexão tira as dúvidas

    Carteira de Motorista Digital (CNH-e): Conexão tira as dúvidas

    A CNH digital já é válida em todo o território nacional; saiba como obter a sua.

    Habilitados do Brasil inteiro já podem utilizar a CNH Digital (Carteira Nacional de Habilitação), versão eletrônica do documento de papel. Faltava apenas o estado do Rio de Janeiro aderir à tecnologia para que ficasse disponível em todo o país.

    Segundo informações do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), já são mais de 130 mil motoristas utilizando a CNH Digital, sendo a maioria residente do Rio Grande do Sul, Goiás e São Paulo.

    Para utilizar a CNH eletrônica, é preciso ter o documento original com um QR Code, que começou a ser emitido em maio de 2018.

    Quem ainda não possui o código, deve esperar até a data da próxima renovação ou solicitar uma segunda via, emitida mediante pagamento. Mas caso isso demore um pouco, não há com o que se preocupar, pois a versão de papel continua válida.

    O que diz o Detran de Minas Gerais

    A versão digital da Carteira Nacional de Habilitação (CNH-e) armazena todas as informações da CNH impressa, garantindo a autenticidade do documento. A CNH-e só pode ser gerada para os condutores que possuem a última versão da CNH impressa, que conta com um QR Code (CNH’s emitidas a partir de maio de 2017).

    O condutor que possuir uma CNH sem QR Code pode solicitar a 2ª via de sua CNH física ou renovação da CNH, se o documento estive próximo ao vencimento. Caso solicite algum tipo de alteração de dados no documento de habilitação, a CNH alterada também será emitida com QR Code. A versão digital é gratuita e opcional.

    A CNH digital possui a mesma validade do documento de habilitação impresso e funciona por meio de um aplicativo de celular gratuito. O documento é acessível offline, sem necessidade de conexão wi-fi ou dados móveis habilitados.

    A versão impressa continua sendo emitida normalmente, mas o condutor poderá dirigir apenas com a CNH-e que é válida em todo território nacional. Nesse caso, deverá atentar para o funcionamento do smartphone, já que, para efeitos de fiscalização, se o aparelho estiver descarregado, será considerado que a CNH não está sendo portada. O condutor será autuado com base no artigo 232 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB):

    Art. 232 – Conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório referidos neste Código:

    Infração: leve (3 pontos);

    Penalidade:  multa (R$ 88,38);

    Medida administrativa: retenção do veículo até a apresentação do documento.

    ATENÇÃO! Somente um dispositivo poderá estar conectado à CNH Digital, não sendo possível o acesso por meio de um celular que não esteja vinculado ao cadastro do condutor no Denatran. Em caso de perda ou furto/roubo do celular, o condutor deverá bloquear a CNH-e no Portal de Serviços do Denatran. É possível também habilitar o novo celular para o qual a CNH Digital será transferida.

    Legislação:

    A Resolução do Contran 687/2017 altera o art. 8º-A, da Resolução nº 598/2016 acrescentado pela Resolução nº 684/2017, regulamentando a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e).

    Fazer o cadastro no site do Departamento Nacional De Trânsito (DENATRAN)

    O condutor deverá primeiramente se cadastrar no site do Denatran. Para realizar o cadastro.

    Baixar o aplicativo “Carteira Digital de Trânsito” no celular

    O interessado deverá baixar o aplicativo pela Google Play Store ou pela App Store, dependendo do sistema operacional do celular.

    Acessar a CNH-e

    Preencha CPF e a senha cadastrada no site do Denatran;

    Valide os dados cadastrais. O interessado poderá escolher validar os dados no aplicativo, no site do Denatran com certificado digital, ou na sede do Detran-MG/Ciretran.

    Para validar os dados no aplicativo, informe o CEP do endereço do condutor, cadastrado no Detran-MG;

    Faça a leitura do QR Code de sua CNH;

    Faça a leitura facial, seguindo as instruções descritas no aplicativo;

    Insira o número do telefone celular e clique em “concluir”. A CNH-e será exibida.

    Para ver o passo a passo com imagens, clique aqui.

    Fontes: Detran MG / Polícia Civil / G1

     

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  • E se o Brasil apoiar os EUA na guerra? Saiba quando os reservistas vão à luta

    E se o Brasil apoiar os EUA na guerra? Saiba quando os reservistas vão à luta

    Todo homem acima de 18 anos pode ser chamado para servir em tempos de guerra, mas a convocação de civis é pouco provável nos dias de hoje; mesmo não sendo reservista, mulher também pode ser convocada.

    A escalada de violência entre Estados Unidos e Irã causou tensão em todos os cantos do mundo, especialmente pelo temor de que o conflito atinja proporções maiores. No Brasil, quando correu a notícia da morte do general Qassem Soleimani durante um ataque norte-americano no Iraque, usuários das redes sociais não demoraram a especular sobre uma Terceira Guerra Mundial , ainda que, no caso de muitos, em tom de brincadeira.

    Os sinais de apoio aos Estados Unidos emitidos pelo presidente Jair Bolsonaro estão entre as causas dessa apreensão, misturada a doses de humor, que atingiu muitos brasileiros, principalmente os homens. Isso porque o serviço militar é obrigatório no país e grande parte deles, na condição de reservista, está à disposição para engrossar o contingente em momentos de urgência.

    E se, de fato, Bolsonaro decidisse declarar guerra ao lado dos norte-americanos? Um cidadão comum teria que largar todas as suas obrigações para imediatamente atender ao chamado da pátria ou existe algum jeito de escapar da farda?

    Todo reservista pode ser convocado

    Segundo a Lei do Serviço Militar, desenvolvida durante a administração de Getúlio Vargas e em vigor desde 1939, todo brasileiro maior de 18 anos – com idade limite que seria determinada pelo governo de acordo com as circunstâncias – pode ser convocado para o combate, assim que declarado o chamado “ estado de guerra ”. Não é certo, entretanto, que os reservistas sejam chamados de imediato. O mais provável, aliás, é que eles sequer sejam acionados, ainda mais levando em conta as dinâmicas das batalhas do mundo moderno.

    Como é o processo para o Brasil entrar em estado de guerra?

    O estado de guerra modifica todo o funcionamento de um país e pressupõe regras diferentes das vigentes em tempos de paz. Antes de tudo, o presidente da República precisa declarar a guerra, sob a aprovação do Congresso Nacional, conforme o determinado pelo artigo 84 da Constituição. A partir daí, entra em funcionamento o Sistema de Mobilização Nacional , uma espécie de gabinete de crise, formado por ministérios, para determinar medidas emergenciais em todos os campos da sociedade.

    “O Sistema de Mobilização Nacional está regrado por uma lei de 2007 e um decreto de 2008, ambos do governo Lula. É basicamente uma união de vários ministérios capitaneados pela Presidência da República: Agricultura, Fazenda, Defesa, etc. Isso afeta não só a convocação do eventual contingente para se lutar, como também muda a lógica econômica do país, porque ela passa a funcionar em economia de guerra, com toda a indústria mobilizada”, explica Fernando Fabiani Capano, presidente da Comissão de Direito Militar da OAB-SP.

    Em que situação o reservista pode ser convocado?

    Diante do hipotético cenário de guerra, os critérios para convocação de reservistas seriam definidos pelos integrantes do Sistema de Mobilização Nacional, com a Lei do Serviço Militar como referência. O próprio texto de 1939 deixa essa questão em aberto, determinando apenas uma escala de ordem de convocação:

    1. Primeiro serão chamados os profissionais que fazem parte do sistema militar, sejam eles integrantes das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) ou das forças auxiliares, como a Polícia Militar, por exemplo.

    2. Depois, se necessário, o governo convocará também reservistas com formação militar, aqueles que participaram do Tiro de Guerra e tiveram treinamento básico por pelo menos seis meses.

    3. Em último caso, seria feita a convocação de reservistas sem treinamento militar. Esses são os civis que receberam a carteira de reservista e foram dispensados. Cidadãos de municípios não tributários, por exemplo, costumam ser liberados, assim como homens residentes em cidades com excesso de contingente.

    Já a faixa etária, em todos os casos citados, seria de algo entre 21 e 45 anos.

    Em tempos de guerra, quem decide sobre você é a nação

    Em tempos de paz, um cidadão pode apelar para a objeção de consciência, direito constitucional que garante que toda pessoa não seja obrigada a agir contra a própria consciência e contra princípios religiosos. Nesses casos, os objetores costumar ser redirecionados a serviços não relacionados ao combate, como ações humanitárias.

    Normalmente, também é possível conseguir a dispensa alegando ser o único responsável pelo sustento da família. Com o país em guerra, no entanto, essas regras mudariam, também de acordo com as decisões que seriam tomadas pelo Sistema de Mobilização Nacional.

    “A lógica se inverte. Em tempos de paz você leva em consideração o desejo do indivíduo versus o desejo do poder público. Em tempos de guerra, a preponderância passa a ser da nação e não do indivíduo. Nunca tivemos uma possibilidade dessas nas últimas seis sete décadas. Eu não sei se nós teríamos possibilidade de alegar objeção de consciência em tempos de guerra”, pondera Capano.

    “Muito provavelmente, haveria um regramento, partindo desse gabinete de gestão da guerra, em que eles colocariam quais os critérios para convocação e eventual dispensa. Esse critério parte do gabinete da guerra e não do indivíduo.”, completa.

    Mulher também pode ser convocada

    Na época do desenvolvimento da Lei do Serviço Militar, em 1939, mulheres sequer podiam servir as Forças Armadas voluntariamente, o que  é permitido hoje em dia. Já o serviço obrigatório jamais valeu para pessoas do sexo feminino. Ainda assim, em caso de guerra, mulheres civis poderiam ser chamadas para cumprir outros tipos de função.

    Haveria um regramento novo que substituiria esse regramento de 39. Pelo regramento de 39 elas seriam convocadas pelo serviço militar impróprio, que são atividades de apoio dentro da indústria ou do sistema médico. Áreas do profissional de saúde, aliás, teriam com todo certeza um regramento distinto”, explica Capano.

    Reservista convocado vai à guerra ou à prisão

    Dentro do estado de guerra, o Código Penal Militar passa a valer para civis. Alguns crimes cometidos neste contexto, inclusive, podem ser punidos com pena de morte por fuzilamento, segundo o próprio código e o inciso 47 da constituição. A punição seria avaliada em casos de traição, covardia, incitar a desobediência contra a hierarquia militar, desertar o posto na frente do inimigo, entre outros.

    Recusar-se a atender à convocação para participar da guerra não entra na lista da pena de morte. O castigo, nesse caso, seria passar um período na prisão, conforme o explicado por Capano.

    “Não seria uma insubordinação, seria não atender a convocação. Todos esses crimes, essas condutas, são capitanias do código penal militar. Ele vigoraria em detrimento do próprio código penal, em que não existe essa figura de crime militar. Nesse contexto, os convocados que resistirem podem ser punidos com o cárcere”, explicou o advogado.

    Qual chance de reservistas serem convocados para uma guerra?

    Apesar da Lei do Serviço Militar deixar claro que os reservistas estão sujeitos ao chamado para defender o país em tempos de guerra , a possibilidade de que isso seja necessário é baixa. Segundo Capano, o modus operandi das batalhas dos tempos modernos não exige tantos homens quanto exigia antigamente, de maneira que o mais sensato é apostar que, no caso de uma guerra, o contingente do sistema militar bastaria.

    “Em termos de Segunda Guerra Mundial, por incrível que pareça, meio milhões de pessoas não era nada. Só na Alemanha, tivemos divisões que tinha mais de um milhão. Hoje em dia, não se parte de pressuposto de guerra se baseando em número de pessoas à disposição. Você não precisa de pessoas em campo aberto para conquistar território, basta você contratar hackers, sabotar todo o sistema do inimigo. Então, você manda uma tropa de elite para tomar pontos centrais e o resto você joga com drones, como aconteceu agora na história do Irã com os Estados Unidos. Não tiveram que disponibilizar sequer um piloto de avião”, avalia Capano.

    “Hoje em dia, eu não acredito, sinceramente, que exista menor possibilidade de que a gente tenha uma convocação gigantesca que ultrapassasse o número de pessoas que já estão no sistema militar. Não é porque não há essa possibilidade, porque até há. A questão é que não se lutam mais guerras desse tipo”, completa.

    Um levantamento feito pelo site especializado Global Fire Power coloca o Brasil como a 13ª maior força militar do mundo, até porque a pesquisa leva em conta o material humano disponível, inclusive os reservistas. Esse total de pessoas que podem ser utilizadas em uma guerra é de 1.674.500. Entre eles, 1.340.000 são reservistas e 334.500 são militares na ativa.

    Fonte: Último Segundo – iG 

     

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  • Crédito: Cadastro positivo libera consultas nesta semana. Saiba ver sua nota

    Crédito: Cadastro positivo libera consultas nesta semana. Saiba ver sua nota

    O cadastro estima democratizar o mercado de acesso ao crédito no Brasil; consumidor pode ter até quatro notas diferentes.

    ntra em vigor neste sábado (11), a consulta de informações no cadastro positivo – banco de dados com histórico de consumo de operações financeiras e hábitos de pagamentos de pessoas físicas e jurídicas.

    O sistema, criado pela lei 12.414/2011, passou por uma modificação, em 2019, que tornou automática a inclusão de todas as pessoas que possuem empréstimos, compras a prazo, financiamento e contas de consumo de serviços continuados.

    Por conta da alteração, o governo determinou um prazo para que as quatro empresas de serviços de proteção ao crédito (birôs) autorizadas a operar no cadastro, Boa Vista, Quod, Serasa e SPC Brasil, disponibilizassem tais informações.

    Como ver sua nota

    No primeiro momento, estarão disponíveis para consulta apenas os dados e as notas de quem foi contatado pelos birôs sobre a abertura do seu cadastro. Há alguns meses, as empresas vêm contatando alguns consumidores via mensagem para isto.

    O consumidor pode ter notas diferentes em cada uma das empresas. Portanto, para consultar o score em todas, terá de acessar e criar uma conta em cada plataforma individualmente. Os quatro birôs possuem sites próprios e três deles (Boa Vista, Serasa Consumidor e SPC Brasil) têm aplicativos de celular.

    De acordo com Elias Sfeir, presidente da Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC), a mudança tem como objetivo modernizar o sistema financeiro e democratizar o mercado de crédito no país, possibilitando a inclusão financeira dos 45 milhões de brasileiros desbancarizados, segundo o Instituto Locomotiva.

    “O cadastro positivo deve contribuir, já no médio prazo, para um cenário de juros menores nos empréstimos e financiamentos. Convergindo com outras ações, como a Empresa Simples de Crédito, se cria um ambiente mais favorável para atingir um maior número de pessoas físicas e jurídicas no mercado. Somente com o amplo acesso ao crédito, teremos uma economia plenamente desenvolvida e sustentável”, explica Sfeir.

    Como funciona o cadastro positivo

    O Cadastro Positivo reúne todo o histórico de crédito do consumidor, como financiamentos, cartões de crédito, empréstimos com bancos, com o comércio e contas mensais (água, luz, gás e telefone).  Com a sua ativação, tanto o governo quanto as empresas esperam que sejam feitas análises mais aprofundadas para concessão de crédito.

    Segundo a ANBC, o cadastro pode ser considerado uma segunda camada de acesso às informações do consumidor disponibilizadas para instituições financeiras, o comércio e prestadores de serviços que pretendam avaliar risco de crédito.

    No sistema, só será visível para o mercado a pontuação de crédito (score), que será utilizada para avaliação. O histórico detalhado será disponibilizado apenas se o consumidor autorizar tornar seus dados de consumo público.

    O usuário também será capaz de consultar suas informações de forma gratuita, a qualquer momento, podendo solicitar revisão dos dados caso encontre algum erro. Para ter acesso ao seu cadastro, é necessário informar dados pessoais (nome, CPF, telefone e e-mail) e seguir os protocolos de segurança que variam entre os quatro birôs que administram o sistema.

    Para o cadastro entrar em funcionamento foi preciso alterar a Lei de Sigilo Bancário, tornando claro que o fornecimento de dados financeiros e de pagamentos relativos a operações de crédito a gestores de banco de dados – para formação do histórico de crédito – não configura violação do sigilo.

    Informações salariais e de aposentadoria, saldo bancário, limite de cartões de crédito e detalhes de despesas pessoais do cartão não fazem parte dos dados que compõem o cadastro positivo.

    Score

    O cadastro positivo participa do processo de atribuição de uma nota de crédito, geralmente de zero a mil, resultado da análise da rotina de pagamentos relacionamento financeiro com empresas e dados cadastrais atualizados.

    O peso de cada variável do score é definida com base em estudo do comportamento histórico de grupos de indivíduos não identificados, mas com características financeiras parecidas. Quanto maior a pontuação, maior a probabilidade que aquele grupo de consumidores honre seus compromissos.

    Estima-se que com a adição de informações positivas, o credor possa entender se a inadimplência é pontual no histórico de crédito do consumidor, dando menos peso a essa informação na análise de risco.

    Dados da International Finance Corporation (IFC) revelam que a países que aderiram ao cadastro positivo e conseguiram reduzir em até 45% o número de pessoas inadimplentes.

    Com a popularização do cadastro, os birôs preveem uma maior transparência nas relações entre credor e consumidor, além de maiores chances de taxas de juros equilibradas e empoderamento do consumidor das classes de renda mais baixa, que sofrem com uma nota negativa, principalmente, pela falta de informações sobre seus hábitos.

    Como sair

    O consumidor que desejar não participar pode solicitar o cancelamento do seu cadastro nos canais de atendimento dos birôs participantes a qualquer momento. O serviço acontece de forma gratuita em até dois dias e atende aos requisitos do Código de Defesa do Consumidor.

    Fonte Info Money

     

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  • URGENTE: Governo pede e Toffoli volta atrás e restabelece redução do DPVAT

    URGENTE: Governo pede e Toffoli volta atrás e restabelece redução do DPVAT

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, reconsiderou sua própria liminar e restabeleceu, nesta quinta-feira, 9, a resolução do Conselho Nacional de Seguros (CNSP) Privados que reduziu o valor do DPVAT, seguro que cobre despesas com acidentes provocados por veículos terrestres. A norma estava prevista para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2020.

    A decisão foi dada em resposta a um pedido de reconsideração feito pela União com relação a liminar concedida por Toffoli no último dia 31. Na ocasião, o presidente do STF havia considerado que o ato normativo do CNSP configuraria um “subterfúgio da administração” para não cumprir a decisão do STF que suspendeu a medida provisória do governo Jair Bolsonaro que dava fim ao DPVAT.

    Também foi pedido que o caso fosse analisado com urgência uma vez que o calendário de pagamento do Seguro DPVAT tem início nesta quinta-feira, 9.

    No pedido de reconsideração, a União argumentou que a resolução não tornaria o seguro “economicamente inviável”. O pedido registra que a Seguradora Líder omitiu “a informação de que há disponível no fundo administrado pelo consórcio, atualmente, o valor total de R$ 8,9 bilhões, razão pela qual, mesmo que o excedente fosse extinto de imediato, ainda haveria recursos suficientes para cobrir as obrigações do Seguro DPVAT”.

    Ao avaliar o caso, Toffoli indicou que, embora haja “substancial redução” no valor do prêmio do DPVAT para 2020 em relação ao ano anterior, a resolução mantém a prescrição do pagamento de despesas administrativas do Consórcio DPVAT para este ano, bem como fundamenta a continuidade da cobertura de danos pessoais sofridos em acidentes de trânsito registrados em território nacional.

    Nesse sentido, o ministro entendeu que o caso em questão tratava da correção dos cálculos que ampararam a edição da norma e também na manutenção entre o equilíbrio econômico-financeiro entre a Seguradora Líder, que administra o consórcio, e a União.

    Segundo o presidente do STF, tais temas não teriam relação com a decisão do Supremo que suspendeu a medida provisória que dava fim ao DPVAT e assim não autorizariam a “instauração da competência originária do STF em sede reclamatória”.

    “Destaque-se, assim, que a presente decisão não se compromete quanto ao acerto ou não dos temas acima realçados, ficando restrita à análise de requisito formal de admissibilidade da presente ação constitucional”, escreveu Toffoli.

    Fonte IstoÉ

     

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  • Vacinação contra sarampo atinge 99,4% das crianças de até 1 ano

    Vacinação contra sarampo atinge 99,4% das crianças de até 1 ano

    Nove estados não cumpriram a meta de cobertura de 95% da população

    A campanha nacional de vacinação contra o sarampo registrou o melhor índice dos últimos cinco anos, com índice de cobertura de 99,4% das crianças de até um ano de idade. Com o resultado, o Brasil ultrapassou a meta de cobertura da vacina tríplice viral – contra sarampo, rubéola e caxumba – estabelecida pelo Ministério da Saúde.

    No entanto, de acordo com a pasta, nove unidades federativas não atingiram a meta mínima, de 95%: Pará (85,4%), Roraima (87,9%), Bahia (88,9%), Maranhão (90%), Acre (91,4%), Piauí (91,9%), Distrito Federal (93,7%), São Paulo (93,9%) e Amapá (94,9%).

    “Ainda temos cerca de 1,9 mil municípios que, mesmo com a intensificação das ações de vacinação por meio de campanhas, não conseguiram atingir a meta. Isso é preocupante para 2020, porque ainda existe surto da doença no país”, alertou por meio de nota o diretor do Departamento de Imunizações e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Julio Croda.

    Ao longo do ano, foram realizadas duas etapas de vacinação contra o sarampo em municípios fronteiriços. Em São Paulo foi feita uma campanha de vacinação no meio do ano, após o surgimento de alguns casos da doença, após registro de surto em um navio atracado no Porto de Santos.

    Duas outras campanhas foram feitas em todo o país até o dia 30 de novembro. Uma destinada a crianças de 6 meses a menores de 5 anos, e outra à população de 20 a 29 anos.

    Fonte Agência Brasil

     

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