Categoria: Brasil

  • ADIANTE O RELÓGIO: Horário de verão começa neste domingo em três regiões do país

    ADIANTE O RELÓGIO: Horário de verão começa neste domingo em três regiões do país

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    Odiado por uns, amado por outros, o horário de verão começará a vigorar a partir da 0h deste domingo (16), quando os relógios deverão ser adiantados em uma hora. A medida será adotada nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país até 19 de fevereiro de 2017.

    O objetivo da hora alternativa é estimular o uso da luminosidade natural e, consequentemente, a economia de energia elétrica durante os horários pico, das 18h às 21h. Neste ano, a expectativa do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) é que haja uma economia de R$ 147,5 milhões. Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste o racionamento deverá ser de 3,7%, enquanto o Sul deve poupar 4,8%.

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    A estimativa atual é menor do que o total do ano passado, quando foram racionados R$ 162 milhões. Segundo a ONS, a economia em 2015 foi maior porque não foi necessário maior uso da energia das usinas termelétricas.

    Fonte Bol

     

  • TERROR NO BRASIL: PF prende dez suspeitos de planejar ataque terrorista do Estado Islâmico no País

    TERROR NO BRASIL: PF prende dez suspeitos de planejar ataque terrorista do Estado Islâmico no País

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    A duas semanas da abertura dos Jogos Olímpicos no Brasil, a Polícia Federal prendeu dez suspeitos de planejar um ataque terrorista no País, anunciou o Ministério da Justiça, nesta quinta-feira (21). As detenções fazem parte da operação Hashtag, que segue monitorando outras pessoas com possível ligação com grupos extremistas.

    De acordo com o ministro da pasta que comanda a PF, Alexandre de Moraes, o grupo, que se comunicava por WhatsApp e Telegram, passou a chamar a atenção da PF após fazer um “juramento ao Estado Islâmico” pela internet.

    Apesar de a investigação não ter constatado um contato direto dos suspeitos com o EI, conversas mostram que eles passaram a “se sentir parte” da facção, além de apresentarem grandes indícios de que os ataques poderiam ser realizados.

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    “Houve uma série de atos preparatórios e, em um determinado momento,  o grupo mostrou que o Brasil deixou de ser um país neutro. E, em virtude das Olimpíadas e da vinda de turistas de diversas nacionalidades, o Brasil poderia se tornar um alvo”, explicou Moraes em coletiva de imprensa.

    Além do juramento ao Estado Islâmico, a investigação descobriu que o grupo tentava comprar fuzis AK-47 por meio de sites de mercado negro paraguaios, com a finalidade da “prática clara” de terrorismo. Esse tipo de armamento foi usado no ataque que deixou 49 mortos no mês passado na boate Pulse, em Orlando, nos EUA. Moraes, no entanto, disse que o grupo parecia ser “amador” por “negociar armas pela internet” e não ter “histórico criminoso”.

    A primeira prisão ocorreu em Curitiba, onde supostamente vivia o líder do grupo. Posteriormente, nove pessoas foram detidas em nove Estados, o que reforça a suspeita da investigação de que seus integrantes não se conheciam e não tinham contato direto, a não ser pela internet.

    Em nota, a PF disse que, para assegurar o êxito e a segurança da Operação, os nomes e a localização dos presos não serão divulgados no momento.

     

    Fonte: Último Segundo – iG 

  • QUE EXEMPLO: Mãe coleta papelão há 5 anos para manter filho em curso de medicina

    QUE EXEMPLO: Mãe coleta papelão há 5 anos para manter filho em curso de medicina

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    Evanildes Maria da Silveira, de 48 anos, iniciou, há cinco anos, um trabalho de coleta de papelão pelas ruas e empresas do município de Conceição do Coité, a 200 quilômetros de Salvador. Os materiais recolhidos são comercializados para reciclagem, e ela usa o dinheiro obtido para manter os estudos do filho, um jovem de 22 anos que cursa medicina na cidade de Aracaju, capital de Sergipe.

    Evanildes é funcionária terceirizada e trabalha como merendeira em uma escola pública de Coité. Por enfrentar constantes atrasos nos salários, diz que já chegou a ficar seis meses sem receber. “Por conta disso, a dificuldade é maior. Com meu filho estudando, eu precisava me programar”, explica. Por meio do conselho de uma colega de trabalho, que já atuava em reciclagem, foi às ruas atrás de um complemento na renda. “Não é muita coisa, mas já é uma ajudinha”, conta.

    O filho de Evanildes conseguiu bolsa integral em uma universidade privada de Aracaju, por meio do Prouni (Programa Universidade para Todos). Porém, mesmo sem o custo das mensalidades, ela tem que arcar com os materiais de estudo, aluguel e manutenção pessoal.

    Mesmo com a ajuda do governo, por meio do PAE (Programa de Apoio ao Estudante), a mãe diz que o valor não é suficiente para todas as despesas. Com a ajuda dela, o filho já completou dez semestres do curso de medicina e deve se formar no segundo semestre deste ano.

    O tio do estudante, José Carlos da Silveira, de 59 anos, também ajuda nos trabalhos de coleta, mesmo com uma deficiência em uma das pernas. “Fazemos para dar uma ajuda na manutenção. Puxo a carrocinha com o peso de domingo a domingo. Para mim, tem sido uma grande fase de fisioterapia”, diz.

    Após cinco anos de coletas, Evanildes confessa que pensou que não conseguiria manter o filho no curso. “Até agora mesmo, ainda não é nada fácil. O desejo de toda mãe é ajudar. Fico na expectativa de que ele tenha um grande futuro. Não tenho vergonha de contar isso. Que nossa história motive outros”, diz.

    Com informações do CMais, G1 e JusBrasil

  • Polêmica: Trespontanos opinam sobre fim do Ministério da Cultura no Governo Temer.

    Polêmica: Trespontanos opinam sobre fim do Ministério da Cultura no Governo Temer.

    Produtora que organiza Festival Música do Mundo fala da lei Rouanet

    O Ministério da Cultura, MinC, como era conhecido, era o órgão do governo federal responsável por planejar, coordenar e supervisionar atividades culturais pelo país, além de proteger o patrimônio histórico brasileiro. Um ministério pode criar estratégias, regras e prioridades na aplicação de recursos públicos, e acompanha e avaliar programas federais. Isso era feito por meio do Plano Nacional de Cultura, um conjunto de objetivos, diretrizes e estratégias para os próximos dez anos, e leis de incentivo e fomento cultural, como é o caso da Lei Rouanet e da Lei de Incentivo Audiovisual. A primeira vez que houve um Ministério da Cultura independente foi no governo de José Sarney, em 1985.  Depois da posse de Michel Temer como presidente interino, o Minc foi extinto e incorporado a um novo ministério, chamado Ministério da Educação e Cultura, sob o comando do deputado federal Mendonça Filho. Deixou de ser um ministério autônomo para virar uma secretaria.

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    Para o presidente em exercício Michel Temer, é necessário cortar gastos. Uma das maneiras de fazer isso seria acabando com o “excesso” de ministérios no governo. Mas essa medida (decisão) talvez não tenha um impacto tão grande, já que o orçamento do MinC é responsável por apenas 6% dos gastos do governo.

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    Artistas protestam por todo Brasil, já que deverão ter menos recursos. Há quem diga que a “mamata” irá acabar para a categoria.

    O Conexão Três Pontas abordou o tema em uma enquete nas redes sociais e o assunto bombou. Opiniões distintas e o clima ferveu. A grande maioria se mostrou favorável ao fim ou a mudança para secretaria. Veja algumas opiniões dadas sobre a questão que trouxe a seguinte pergunta:

    VOCÊ É A FAVOR OU CONTRA O FIM DO MINISTÉRIO DA CULTURA, COM A OBJETIVO, SEGUNDO O PRESIDENTE TEMER, DE REDUZIR GASTOS?

    Leila Cogo

    Corretíssimo!

    Thyago Gudao Andrade

    Estava na hora de dar uma espalhada na corja de vagabundos…

    Adenilson Veríssimo

    Com certeza, corretíssimo. Hospitais, creches, escolas, segurança são muito mais importantes que isso.

    Willian Mendonça

    Corretíssimo!

    Lais Souza

    Até que enfim uma atitude correta vinda de políticos, corretíssimo.

    Renata R Campos

    Com certeza. Esse País precisa de ORDEM. Chega de tanta omissão! É preciso cuidar da Saúde em especial, Educação, dentre tantas outras com maior prioridade. Querem trabalhar? Doem o dinheiro que embolsaram enquanto podiam, ou doem o tempo como voluntários. Seria um “papel” mais digno para esses sugadores.

    Aryanne Ferreira

    Até quem enfim.

    Gilcéia Carvalho Santomero

    Corretíssimo!

    Kelle Bella

    Muito boa ação… Enfim. Esperamos que seja a primeira de muitas outras..

    Gllauciia Flauzina

    Corretissimo, tá de parabéns!!!

    Maura Correia

    Corretíssimo. Devia acabar também com os cargos de vereador. Eles não fazem nada mesmo.

    Claudia Mendes

    Correto.

    Ana Paula Silva

    Corretíssimo!

    Claudio de Paula

    Certo. Precisa corta mais gasto.

    Alessandra Paula

    Tá certinho. Tem muitas prioridades mais necessárias!

    Carlos Lima

    Correto… Em um país onde um cantor como o tal Safadão faz sucesso pra que investir em cultura…?

    Dênis Sacho

    Certíssimo. E é só o começo.

    Aletuza Regina Bonini

    Certinho… E que corte mais gastos indevidos…

    Wagner Marx

    Muuuuuiiito correto… Demorou pra acabar…

    José Luis P. Rivero

    Claro que fez o correto.

    Pablo Braga

    Apenas gostaria de saber aos colegas o porque de ser o correto da extinção? Outra coisa: como funciona a Rouanet?

    Talles Numismática

    Isso mesmo, certinho mesmo, ate que enfim parece que um tá fazendo o que um monte não fez.

    Julssara Vinhas Vinhas

    Errado, cultura é fundamental.

    Valdilene Nepomuceno

    Certo! Tomara que com esta economia, pois não serão dois ministérios, mas apenas um agora, se economize mais. Vai sobrar Dindin, logo este possa ser usado onde realmente precisa então!

    Marcelo França Pereira

    O Brasil não era a favor do golpe. Agora tem que aguentar.

    José Mendes Goes

    Na verdade o orçamento desse Ministério era ínfimo. Seu corte não fará nenhuma influência no rombo das Pedaladas.Teve incentivos muito bons, e o País precisa de Cultura, sim. Mas, não deveria privilegiar só os Globais de sempre.

    Afonso Vitor

    Muito correto!!! Muito dinheiro nas mãos de meia dúzia de baba-ovo da Dilma, isso sem falar que era um dinheirão mal empregado, sem qualquer retorno prático pra sociedade!!!

    Rose Soares

    Corretíssimo.

    Valdir Martins

    Como já diz alguns amigos meus, manda esses artistas pegar uma enxada e ir procurar um lote pra capinar.

    Jose Expedito Dos Reis

    Ótimo, merece aplausos.

    Cleiton Luiz

    Acho que não pois a Lei Rouanet não favorece só os artistas, esse Temer é uma piada.

    Malu Siqueira

    Com certeza! Tô aplaudindo de pé.

    Douglas Rosendo

    É… Além de pobres, burros seremos sem cultura! Ou vocês acham que ele vai usar esse dinheiro em hospitais ou Creches? KkkkKkkk. Vai vendo! É mais um corrupto tapando o sol cm a peneira!

    Oswaldo Duarte

    Nada a declarar!!! Afinal o país não precisa de cultura mesmo né ? Mas é deprimente ler estes comentários!!! SOU ARTISTA e essa lei paga projetos sociais importantíssimos para a sociedade!!! Gostaria muito que estas pessoas que dizem acima que somos corja de vagabundos e desocupados, estudasse um terço do que estudamos e trabalhasse um dia como eu!!! Dou aulas das 7 da manhã às 10 da noite e fins de semana faço show pra escutar isso? Sinto muito se o trabalho de quem fala assim e árduo e desgostoso!!! Estudei e batalhei muito pra trabalhar em algo q tenho prazer.

    Julssara Vinhas Vinhas

    É isso aí amigo, o povo nem conhece a lei e fala sem saber, escutam algo aqui, algo ali e não se interessam em ler sobre o assunto daí acabam falando asneiras.

    Oswaldo Duarte

    Ao invés de cortar incentivos culturais parem de roubar!!! E tenho certeza que todos que criticam já compareceram a eventos custeados por leis de incentivo!!! Hipocrisia é a palavra a ser dita neste momento!!!

    Art-Belle Lembranças

    Uma cidade cheia de artista bons como a nossa, é uma pena as pessoas enxerga-los como vagabundos, dá até vergonha.

    Cleiton Luiz

    O Festival Música do mundo é realizado em cima da lei Rouanet e agora como vai ficar?

    Marolo Maroleiro

    Sim Cleiton. O Festival Música do Mundo é realizado via Lei Rouanet, sempre com muita dificuldade e luta. Para quem não sabe, o governo não dá um dinheiro pela Lei Rouanet. Ele aprova o projeto e isso permite o artista ou produtor cultural ralar atrás de empresas para convencer alguma a patrocinar o projeto. Depois a empresa terá no futuro uma isenção fiscal. E no caso do Festival nem é 100% de isenção. Ou seja, se um patrocínio de 10 mil reais significa que a empresa poderá descontar 3 mil no futuro. Os outros 7 mil a empresa tem que pagar do próprio bolso. Ou seja, é muito difícil.  Não estamos entrando no mérito político. Nossa posição enquanto uma produtora cultural é que sempre é necessário trabalhar com o governo que estiver no poder. Seja a nível federal, estadual ou municipal. Não podemos parar de produzir cultura ou produzir mais ou menos por causa de quem está ou não no poder. Cada um deve fazer sua parte, sempre e esperar o mínimo dos outros. É assim que trabalhamos na Marolo e é assim que temos conseguido fazer o Festival Música do Mundo.

    Roberto Martins

    Na minha opinião foi correto tinha tanta gente mamado, com esse crise tanta gente desempregada, agora vai começar a choradeira, a torneira secou, o país não estava tudo certo, mais agora parece que de uns dias pra cá tudo desandou, porque será…? Quando descobrirem que o estrago foi maior q tão falando…

    Taisa Rezende

    Errado. É fundamental a cultura no País. O Brasileiro necessita também de cultura….

    Heder Naves

    Se unir Ministérios fosse a solução para a crise econômica seria fácil resolver. Mas não é. E usar a Lei Rouanet (criada em 1991) para justificar ou se indignar com o Minc, sem ao menor conhecer todos os benefícios que a mesma trouxe para a propagação da cultura no país é acreditar em “milagres”. Se existiu e existe corrupção e favorecimento para a captação dos recursos, cabe as autoridades competentes investigar e punir os possíveis culpados. É só olharmos com um pouco mais de atenção que veremos que existem muitas outras possibilidades de cortes para começar a equilibrar as contas públicas (reforma política, diminuição de cadeiras da câmara dos deputados e do senado, diminuição no valor dos altos salários dos políticos, cortes nas “ajudas de custos” milionárias que eles ganham, exigência de transparência nas contas públicas e investimentos dos governos municipais e estaduais e não apenas no aparelhamento federal, exclusão de siglas políticas…). Enfim, não se trata de ser a favor ou contra o “rebaixamento” do Ministério da Cultura: trata-se de questionar os reais motivos de buscar uma economia financeira tão pequena quando seria o momento de fazer profundas reformas as quais, parece, que continua não sendo interesse dos políticos. Quem realmente mama nas tetas do governo? Os artistas ou os políticos e seus favorecidos? Quais gastos devemos cortar? (lembrando que da mesma forma que existem artistas que buscam favorecimento próprio, também existem políticos honestos).

    Luiz Antonio Teixeira

    Questão de economia? Na verdade é vontade de detonar aquilo que está dando certo, decisão é mesma em relação ao corte do mais médicos, corte de construção de mais de 32 mil casas, cobrança em faculdades públicas e vai por ai afora!

    Casemiro Alves Zaca

    Artistas fracos ganhando milhões de reais e servidores, professores, médicos do estado e outros profissionais à mercê de ter seus salários congelados por três anos. Teve um MC que ganhou mais de R$500.0000,00 em patrocínio com o dinheiro do povo para lançar seu disquinho.

    Luciano Vitor Ferreira

    Luciano Vitor Ferreira Penso que ninguém em sã consciência é contra a cultura, mas, se houve boa intenção do governo Sarney em criar o Ministério, para os mal intencionados, caiu como uma luva, ficando mais fácil a utilização da máquina, pois já existia o MEC – Ministério da da Educação E CULTURA, porém, atrelado à educação, o que dificultaria as coisas, afinal, pega mal um ministério ligado a educação doar por exemplo, R$ 1.500.000,00 para a atriz Letícia Sabatela realizar o desejo de gravar um CD, dentre outros absurdos, vários produtores estão se queixado da dificuldade em conseguir verba para realizarem projetos sócio-culturais, enquanto que para os “famosos”, valores milionários são obtidos pelo visto com certa facilidade, em um país sem educação, saúde, segurança, etc, aplicar mal a verba da cultura é outro fato a se lamentar.

    Monique Sacca

    Lei de incentivo tem que ser pra quem não tem dinheiro pra promover a sua arte e eventos ligados a prefeitura como festivais, orquestras e afins e pelo que eu entendi, essas verbas estão garantidas agora dinheiro pra quem pode promover seu trabalho e uma afronta mesmo. A cultura nunca vai acabar por que ela é um dom nato da humanidade. A briga não e por isso. O que mais for supérfluo e entidades que possam ser taxadas que o sejam o quanto antes. Com justiça é claro, reforma política, tributária etc… Claro que não vai ser de uma hora pra outra e vamos ter que cobrar muito por isso. Vamos aguardar…

    Mauro Marques

    Acho paradoxal. Luta pela conquista e guerra contra a ganância vão sempre ser assunto pra discussão. Eu concordo: sim e não. Quem quiser questionar comigo pode mas pelo face não dá. É argumentativo demais. Estamos no olho do furacão. Mas ele passa

    MAROLO PRODUÇÕES QUE ORGANIZA FESTIVAL MÚSICA DO MUNDO ENVIOU COMUNICADO AO CONEXÃO

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    Maria Dolores, da Marolo Produções

    “Marolo Produções

    Também somos à favor de enxugar a máquina pública, pois ela é inflada e os recursos são direcionados de forma equivocada. Apenas gostaria de ressaltar que existe uma falta de entendimento por parte do público leigo sobre a Lei Rouanet. O Festival Música do Mundo é realizado via Lei Rouanet, sempre com muita dificuldade e luta. Para quem não sabe, o governo não dá um dinheiro pela Lei Rouanet. Ele aprova o projeto e isso permite o artista ou produtor cultural ralar atrás de empresas para convencer alguma a patrocinar o projeto. Depois a empresa terá no futuro uma isenção fiscal. E no caso do Festival nem é 100% de isenção. Ou seja, se um patrocínio de 10 mil reais significa que a empresa poderá descontar 3 mil no futuro. Os outros 7 mil a empresa tem que pagar do próprio bolso. Ou seja, é muito difícil. Você é um grande apoiador do Festival e dos projetos que realizamos e agradeço sempre muito por isso. Só gostaria de ressaltar que a Lei Rouanet não é como as pessoas pensam, e não beneficia só grandes artistas.

    Um abraço,

    Maria Dolores”

    E você? Qual sua opinião? Tire suas conclusões e assim ajudará a construir uma país mais democrático de fato e de direito…

  • POLÊMICO: Projeto de lei pode resultar em multa gravíssima a quem der carona a uma pessoa bêbada

    POLÊMICO: Projeto de lei pode resultar em multa gravíssima a quem der carona a uma pessoa bêbada

    Se aprovada, medida inclui ainda pessoas sob efeito de qualquer substância psicoativa que determine dependência
     
    Um projeto de lei do deputado Flávio Augusto da Silva (PSB-SP), se aprovado, pode resultar em multa gravíssima a quem der carona a uma pessoa bêbada ou sob o efeito de qualquer substância psicoativa que determine dependência.
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    Além da perda de 7 pontos na carteira de habilitação, o condutor poderia, caso a norma valesse, ter o veículo apreendido. A intenção é evitar que um passageiro alterado tome atitudes que representem perigo para a segurança no trânsito.
  • UMA DAS MAIORES VOZES: Cantor Cauby Peixoto morre aos 85 anos

    UMA DAS MAIORES VOZES: Cantor Cauby Peixoto morre aos 85 anos

    Uma das maiores vozes da música brasileira calou-se na noite de domingo (15). O cantor Cauby Peixoto morreu às 23h50, aos 85 anos, em São Paulo. Ele estava há uma semana internado no hospital Sancta Maggiore, no Itaim Bibi. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, a causa da morte foi pneumonia.

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    O público se despediu de Cauby na Assembleia Legislativa de São Paulo a partir das 9h, quando o corpo do cantor foi velado. O enterro ocorreu a partir das 16h, no cemitério Congonhas, na zona sul.

    Na página oficial de Cauby no Facebook, um comunicado avisou os fãs: “Com muita dor e pesar informamos aos amigos e fãs que nosso ídolo Cauby Peixoto acaba de falecer as 23:50 do dia 15 de maio. Foi em paz e nos deixa com eterna saudades. Pra sempre Cauby!”.

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    Cauby estava em turnê pelo Brasil com o show “120 Anos de Música”, ao lado da cantora Ângela Maria, onde cantavam músicas que marcaram as trajetórias de ambos, como “Vida de Bailarina” e “Bastidores”. Eles se apresentariam na Virada Cultural, no sábado (21), no Sesc Santo Amaro.

    A última apresentação do cantor foi no dia 3 de maio, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. No dia 9, ele desmarcou um show em Vila Velha, no Espírito Santo, e foi internado.

    Conhecido por emprestar sua voz aveludada a sucessos como “Conceição”, de Jair Amorim e Dunga, e “Blue Gardenia”, de B. Russel e L. Lee, Cauby foi um dos intérpretes mais homenageados e influentes da MPB.

    Ao longo de suas mais de seis décadas de carreira, compositores como Tom Jobim, Roberto e Erasmo Carlos, Caetano Veloso e Chico Buarque emprestaram canções para brilhar na voz de Cauby.

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    Em seu currículo constam a gravação de mais de uma centena de registros, entre CDs, LPs e compactos, desde o primeiro “Saia branca/Ai que Carestia”, lançado em 1951, até o mais recente “Minha Serenata”, de 2013.

    Pioneiro na gravação de rocks no Brasil, Cauby também obteve sucesso em carreira internacional. Em meados dos anos 50, causou burburinho com uma série de shows nos Estados Unidos quando cantava uma versão em inglês de “Maracangalha”, de Doirval Caymmi, rebatizada de “I Go”. Nesse época, revistas americanas como “Time” e “Life” chegaram a descrevê-lo como “o Elvis Presley brasileiro”.

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    Na última década, Cauby chegou aos 80 anos cantando. Mesmo com a saúde debilitada – ele chegou a colocar seis pontes de safena em uma cirurgia, em 2000 -, o cantor se apresentava sentado e chegou a fazer uma longa temporada de shows no Bar Brahma, em São Paulo.

    “O Astro da Canção”, sua biografia autorizada foi assinada pelo jornalista Rodrigo Faour, em 2001. Cinco anos depois, foi homenageado com o musical “Cauby”, superprodução teatral com cenografia de Daniela Thomas, direção e roteiro de Flávio Marinho, e estrelado pelo ator Diogo Vilela.

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  • TEMER: Para Financial Times, Brasil será presidido por advogado com aparência gótica

    TEMER: Para Financial Times, Brasil será presidido por advogado com aparência gótica

    O novo presidente do Brasil é um reconhecido advogado constitucionalista e ex-professor de direito com uma aparência ligeiramente gótica e que, a despeito da expressão impassível, tem uma vida pessoal um pouco picante. Esse é o resumo do perfil publicado pelo jornal britânico Financial Times na edição impressa desta quarta-feira, dia da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado.

    “O advogado constitucionalista e especialista dos bastidores políticos vai assumir a tarefa de resgatar a maior economia da América Latina de uma profunda recessão e restaurar a fé pública na classe política que foi devastada pelo escândalo de corrupção na Petrobras”, diz o perfil publicado pelo FT.

    Sessão foi interrompida no dia 25 de agosto, após pedido de vista da ministra Luciana Lossio

    O FT nota que as diferenças entre Temer e Dilma ficaram explicitas com as diretrizes econômicas defendidas pelo PMDB e que foram divulgadas no ano passado. O grupo político de Temer, explica o FT, defende a reforma em temas intocáveis pela esquerda, como a Previdência e a legislação trabalhista. Além disso, Temer apoia a ideia do Orçamento base zero defendido pelo bilionário Jorge Paulo Lemann que argumenta que todas as despesas devem ser justificadas a partir do zero.

    Apesar das diferenças econômicas, o perfil do FT explora especialmente os aspectos pessoais da vida do vice-presidente como o casamento e as poesias escritas por Temer. Chegar ao Palácio do Planalto, diz o jornal, “vai levar o ex-professor de direito, cuja expressão impassível esconde uma vida pessoal mais picante, ao centro das atenções”.

    “Casado três vezes, ele começou a namorar a terceira esposa, Marcela, uma ex-modelo 40 anos mais jovem, quando ela ainda era uma adolescente. Sua aparência ligeiramente gótica também levou um rival a rotulá-lo como ‘mordomo da casa do terror’”, cita o texto que é ilustrado por uma grande foto de Temer sentado ao lado de uma cadeira vazia e por uma foto pequena da esposa Marcela.

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    O texto cita uma entrevista à revista TPM em que Marcela diz que o marido parece ter 30 anos e classifica Michel Temer como um homem “extremamente charmoso”. “O senhor Temer ao assumir a presidência do Brasil nesta semana terá de aproveitar esse encanto para colocar de pé um País ferido pela recessão econômica e dividido pelo ódio político”, cita o texto do FT.

    O perfil lembra, porém, que Michel Temer pode ser ameaçado pelo esquema de corrupção na Petrobras, já que o nome do agora presidente em exercício foi citado por algumas testemunhas ouvidas pela investigação. O FT nota, porém, que Temer não está sendo investigado oficialmente e nega qualquer irregularidade no caso.

    (Fonte Estadão)

  • IMPEACHMENT: Após mais de 20 horas, Senado aprova processo e afasta Dilma.

    IMPEACHMENT: Após mais de 20 horas, Senado aprova processo e afasta Dilma.

    Conexão reproduz trechos dos discursos dos senadores na votação.

    Dilma ficará oficialmente afastada do cargo por até 180 dias após ser notificada da decisão do Senado, o que deve ocorrer ainda na manhã de hoje. O processo no Senado, no entanto, pode acabar antes dos seis meses. Se for considerada culpada, ela sai do cargo definitivamente e fica inelegível por oito anos (não pode se candidatar a nenhum cargo público). Temer será o presidente até o fim de 2018. Se for inocentada, volta à Presidência.

    Para que o processo que resulta no afastamento da presidente fosse instaurado, eram necessários ao menos 41 votos (maioria simples) favoráveis. O placar dessa quinta atingiu os 54 votos (2/3 do Senado) necessários para condenar a presidente na próxima fase do processo, quando o Senado vai julgar se os crimes de responsabilidade apontados na acusação foram de fato cometidos. Alguns senadores, no entanto, afirmaram que estavam votando apenas pela abertura do processo e ainda não tinha posição sobre o julgamento final.

    Esta é a segunda vez em 24 anos que um presidente da República é afastado temporariamente para julgamento após uma decisão do Senado. Em outubro de 1992, o Senado abriu o julgamento do então presidente Fernando Collor de Mello, na época filiado ao PRN.

    Collor renunciou antes de ser julgado. Mesmo assim, teve seus direitos políticos cassados pelo Senado por oito anos. Em 2014, o STF (Supremo Tribunal Federal) o absolveu por falta de provas.

    Veja trechos dos das falas dos senadores sobre o Impeachment:

    Ana Amélia (PP-RS) – a favor
    “Nós aqui não temos nenhuma alegria e satisfação de estarmos julgando um político. Esta é uma casa democrática.” “São graves os fatos imputados contra a presidente da República. Há, sim, enquadramento de provas para a admissibilidade do impeachment, para que a presidente se defenda. […] Encaminho meu voto favorável.”

    José Medeiros (PSD-MT) – a favor
    “A presidente passou a contrair dívidas com bancos públicos e como em todo processo de impeachment, o debate gira em torno de responsabilidade.” “A retórica de que haveria um golpe em curso não para em pé. […] Ao invés de buscar acalmar os ânimos, o governo apenas inflama o país. Declaro que vou voltar pelo afastamento da presidente da República.”

    Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) – a favor
    “Estou absolutamente tranquilo sobre o enquadramento da presidente da República como passível de crime de responsabilidade fiscal.” “Não tenho dúvidas de que esta casa vai permitir a instauração desse processo e a presidente será afastada do cargo. Esse processo é irreversível.

    Marta Suplicy (PMDB-SP) – a favor
    “Estou convencida de que há indícios mais do que suficientes de crimes de responsabilidade cometidos pela presidente. Se de um lado temos uma grave crise política e econômica, é inegável que cresce na população a esperança de poder virar a página. Os desafios não serão pequenos.

    Ataídes Oliveira (PSDB-TO) – a favor
    “Hoje o Senado Federal vai tirar o país das mãos do PT e devolverá ao povo brasileiro. A presidente Dilma cometeu diversos crimes.” “Estamos aqui para defender a constituição federal. O processo de impeachment é legal, é democrático.”

    Ronaldo Caiado (DEM-GO) – a favor
    “O processo de impeachment está correndo dentro das normas previstas na legislação.” “A pedalada não é nada mais do que pagar, com um único dinheiro, duas dívidas. Foi isso o que o governo patrocinou em 2014 e para conseguir a reeleição praticou o mesmo descumprimento da lei de responsabilidade fiscal.”

    Zezé Perrella (PTB-MG) – a favor
    “Os motivos para o impeachment não são só as pedaladas. O povo foi para a rua contra a roubalheira. A maior estatal do país foi sucateada. O governo acabou com o empregos. Hoje cumprimos nosso papel de pensar um país melhor.”

    Lúcia Vânia (PSB-GO) – a favor
    “A presidente é acusada por dois crimes de responsabilidade, que estão fartamente documentados. […] Existem razões de sobre para investigarmos mais a fundo os indícios apontados pelo relator. Sou favoravel à admissibilidade do impeachment.”

    Magno Malta (PR-ES) – a favor
    “Para explicar ao Brasil, para que reverbere para o mundo, a realidade do momento de um país que tem uma democracia sólida como a nossa, é preciso evocar o conjunto da obra. Estamos diante de um corpo febril que vai ter restituída sua saúde.”

    Ricardo Ferraço (PSDB-ES) – a favor
    A legitimidade dos governantes é construída dia a dia com muita atitude, e os limites são estabelecidos pela lei. O impeachment é o mais amargo dos remédios para afastar um governante. O presidencialismo sem a possibilidade do impeachment é a monarquia.”

    Romário (PSB-RJ) – a favor
    “Tenho pela consciência da minha decisão, mas quero deixar claro que foi tomada a partir de muito estudo. Acompanhei as manifestações da defesa e da acusação. Por tudo que li, vi, cheguei a conclusão de que há, sim, crimes de responsabilidade fiscal que precisam ser apurados.”

    Telmário Mota (PDT-RR) – contra
    “Vivemos um momento histórico e vergonhoso. Nunca se ouviu falar tanto em democracia, mas essa democracia não está sendo respeitada, porque o voto democrático das urnas está sendo retirado de milhares e milhares de eleitores. Hoje ocorre uma tentativa de tomada de poder, o apelido disso é impeachment. O prejuízo maior será da população.”

    Sérgio Petecão (PSD-AC) – a favor
    “Não sou daqueles que vai tratar o PT de corja, por muitos anos fui aliado dos partidos da frente popular. Eu estou preocupado com a situação que nosso país atravessa hoje, principalmente o meu estado, mas não posso responsabilizar a presidente Dilma.”

    Dário Berger (PMDB-SC) – a favor
    “Não há dúvida que estamos diante de um momento histórico em que a necessidade de mudanças é iminente; É preciso coragem para mudar. Fomos eleitos para fazer, para realizar,  para mudar. Ou nós mudamos ou merecemos ser mudados. Não podemos deixar que se arraste por mais tempo esse sentimento de inferioridade que se espalha pelo país.”

    Simone Tebet (PMDB-MS) – a favor
    “Pois afirmo aqui com convicção: processo do impeachment é previsto na Constituição e este, em especial, não é golpe, ele é constitucional. Ele foi regido nos mais amplos princípios constitucionais, da ampla defesa, do contraditório, do devido processo legal, mas mais do que isso, ele é democrático.”

    Cristovam Buarque (PPS-DF) – a favor
    “Não fui eu que mudei. Foi a esquerda que envelheceu, não eu. A esquerda que está há 13 anos no poder, e o que demonstra é um desapego à democracia, manipulando, cooptando, criando narrativas, invés de análises. Com a preferência pelo assistencialismo, invés de uma preferência por uma transformação social.”

    Angela Portela (PT-RR) – contra
    “Estamos diante da situação absurda de caçar uma presidenta sem que tenha havido a rejeição de suas contas pelo órgão competente. E ainda que houvesse algo de errado, falta o requesito do dolo. Não houve má fé. Na tentativa de dar aspecto de legalidade à evidente ruptura institucional, avusa-se a presidente de violar a lei orçamentária. A acusação não se sustenta.”

    José Maranhão (PMDB-PB) – a favor
    “Eu tenho ouvido muitos argumentos de que é golpe se caçar o mandato de uma presidente legitimamente eleita. Eu sou insuspeito para isso, porque votei no primeiro e no segundo turno da presidente Dilma Rousseff.”

    José Agripino Maia (DEM-RN) – a favor
    “O que que aconteceu em 2015? Uma coisa inédita. O orçamento mandado para esta casa previa um superávit de R$ 55 bilhões. No final do ano, a proposta de revisão do superávit caiu para R$ 119,9 bilhões de déficit. Eu nunca vi ao longo de vários anos no Senado.”

    Jorge Viana (PT-AC) – contra
    “Nós hoje estamos apreciando uma matéria que se aprovada caça o voto de 54 milhões de brasileiros e brasileiras e afasta do poder por maioria simples do plenário do Senado a presidenta da República. E alguns se arvoram a dizer que estamos vivendo a normalidade institucional no país. Nós estamos vivendo, e eu falo para quem quiser ouvir, uma anarquia institucional neste país.”

    Acir Gurgacz (PDT-RO) – a favor
    “Expresso nesse momento o sentimento majoritário da população brasileira, em particular do meu Estado de Rondônia, que clama por essa mudança. Ao mesmo tempo renovo o desejo de podermos apresentar à população um novo projeto político.”

    Fátima Bezerra (PT-RN) – contra
    “Viva Luiz Inácio Lula da Silva. Viva Dilma Vana Rousseff. Sairemos desse jogo de cartas marcadas de cabeça erguida, com mais disposição ainda para a luta. Pois não há derrota definitiva para quem assume o lado certo da história. Os golpistas não serão perdoados jamais. Não ao golpe.”

    Eduardo Amorim (PSC-SE) – a favor
    “Os crimes de responsabilidades praticados pela presidente Dilma Rousseff trouxeram as piores consequências para o país e para o povo brasileiro. O país está quebrado, está sem credibilidade e foi rebaixado inúmeras vezes pelas principais agências de classificação de risco. Mais do que isso, a população brasileira, sobretudo os mais humildes está sofrendo o descaso do Estado brasileiro.”

    Aécio Neves (PSDB-MG) – a favor
    “Essa é uma marca dos governos populistas. Sempre agem com irresponsabilidade fiscal, e quando fracassam usam sempre o velho discurso da divisão do país entre nós e eles. E, ao final, quem paga o preço são sempre os mais pobres, aqueles que mais precisam da ação do Estado e que são costumeiramente manipulados por este governo.”

    Wilder Morais (PP-GO) – a favor
    “A presidente dá demonstrações claras de que não tem prestígio, nem força, nem respaldo político. Nem se ela quisesse conseguiria efetuar as mudanças de que o Brasil precisa. O isolamento fez dela uma ilha, cercada de problema para todos os lados.”

    Alvaro Dias (PV-PR) – a favor
    “É preciso destacar que esse processo de impeachment não começou agora. Esse processo de impeachment começou há alguns anos, em 2005, em meio ao escândalo do mensalão. Na CPI dos Correios, sugeri o impeachment do presidente Lula. Naquele momento, em alta popularidade, não houve apoio. Fiquei só.”

    Waldemir Moka (PMDB-MS) – a favor
    “Nunca é demais lembrar que o PT recebeu das mãos do presidente Fernando Henrique Cardoso um país com a situação normalizada. […] Caso essa casa aprove hoje o afastamento da presidente Dilma Rousseff, ela entregará ao seu sucessor um país com esqueletos da ordem de R$ 250 bilhões segundo projeções conservadoras.”

    Roberto Requião (PMDB-PR) – contra
    “É evidente que este crime de responsabilidade não ocorreu. E se ele tivesse ocorrido, teria ocorrido em 16 estados brasileiros, inclusive no estado do relator. Mas não ocorreu. […] Isto não se constitui em nada mais que um artifício contábil para resolver um problema num momento de dificuldade.”

    Marcelo Crivella (PRB-RJ) – a favor
    “Se de um lado, não resta sombra de dúvida de que a presidenta é honesta e tem relevantes serviços prestados à nação, também não resta dúvida de que há indícios de crimes de responsabilidade cometidos em sua gestão e de uma grave crise econômica, política e social, em tese, advindo dela.”

    Randolfe Rodrigues (REDE-AP) – contra
    “Passei a minha trajetória política lutando contra as alianças que o atual governo fez. Não seria coerente, através do meu voto, chancelar a ascensão ao poder desses setores dessa aliança que eu sempre combati. Não posso principalmente devido às medidas que estão sendo anunciadas para o futuro que é um salto para o passado.”

    Lasier Martins (PDT-RS) – a favor
    “Eu entendo que o Brasil está desejando a análise do conjunto da obra, como se convencionou chamar. Dilma lançou o Brasil no descrédito. Hoje nós estamos na América do Sul, apenas à frente da Venezuela. E a América do Sul possui dez países.”

    Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) – contra
    “Caso este plenário aprove a instauração do processo estaremos diante de uma das maiores afrontas perpetradas à Constituição brasileira, uma das maiores fraudes ao estado democrático de direito, um verdadeiro golpe parlamentar, destinado a atender interesses pouco republicanos de uma elite inconformada com o resultado das urnas de 2014.”

    Reguffe (sem partido-DF) – a favor
    “Pra que meta fiscal, então? Coloca uma meta na lei de diretrizes orçamentárias, não cumpre a meta no final do ano, muda-se a meta. Isso não é sério. Não é coisa de país sério. Meta é para ser cumprida. Tem que ter respeito à lei de responsabilidade fiscal, tem que ter respeito à lei orçamentária anual, tem que ter respeito à legislação vigente no país. O nome de um regime onde o governante pode fazer o que quiser é ditadura.”

    Hélio José (PMDB-DF) – a favor
    “Ora, se nos posicionarmos aqui no Senado Federal contra essa manifesta vontade da população do nosso país, evidenciada na atitude daqueles que a ela mesma escolheu para falar em seu nome, estaremos seguindo por um caminho muito perigoso. Estaremos quebrando o poder institucional.”

    Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) – a favor
    “Porque o vice-presidente Michel Temer tem, sim, legitimidade para exercer essa função. Os mesmos 54 milhões de voto obtidos pela presidente Dilma, foram os votos obtidos pelo vice-presidente.”

    Regina Sousa (PT-PI) – contra
    “Valia tudo no propósito de derrubar Dilma. Dizia-se da necessidade de um ajuste fiscal. Quando ele veio, dificultou-se a sua aprovação. Discursos sindicalistas na boca de escravocratas cheiravam mal. Dizia que era preciso combater a corrupção. A presidente mandou um pacote anti-corrupção que sequer foi lido.”

    Armando Monteiro (PTB-PE) – contra
    “Afastar uma presidente da República é um fato que por si só se constitui num gravíssimo precedente. Nós estaremos, sim, promovendo uma ruptura na ordem institucional do país. […] Claro está que se utiliza o argumento jurídico, mas o que se promoveu até agora foi um juízo eminentemente político.”

    Fernando Collor (PTC-AL) – indefinido
    “Chegamos ao ápice de todas as crises. Chegamos às ruínas de um governo, de um país. Este é o motivo pelo qual discutimos possíveis crimes de responsabilidade da presidente.” “O maior crime de responsabilidade está no desleixo com a política, na irresponsabilidade com os déficits fiscais, o aparelhamento do estado, ação ou omissão em relação a decisões da Justiça.” “Seja qual for o resultado de hoje, precisamos virar esta página.”

    Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) – a favor
    “A crise decorre, fundamentalmente, da desorganização do nosso sistema político.” “O governo vai entregar pior o país do que recebeu. Estaremos piores na logística, na relação externa com o resto do mundo. Governo que deixou a inflação voltar”.

    Valdir Raupp (PMDB-RO) – a favor
    “Não tenho dúvida que minha missão nesta Casa deve atender os anseios dos rondonienses.” “Estou convencido de que com tolerância, respeitando a opinião do próximo, todos nós poderemos unidos dialogar para construir um projeto de um país melhor.”

    Paulo Bauer (PSDB-SC) – a favor
    “Impeachment não é golpe, é assunto constitucional, é assunto legal. Por isso ele está seguindo seu trâmite e nós estamos absolutamente dentro da lei”. “Há obras em andamento há anos no país que nunca terminam, e outras prometidas que nunca começaram a ser feitas.” “O governo da presidente Dilma é fraco, frágil, surdo, mudo e talvez até cego.”

    Gladson Cameli (PP-AC) – a favor
    “O momento de hoje não é para festa, mas sim para julgar e fazer cumprir nossa Constituição”. “O PT não pode mais administrar a coisa pública como se fosse um bem pessoal.”

    Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) – a favor
    “Não é ocasião para agir apaixonadamente ou lançar mão de frases de efeito, ataques pessoais ou partidários”.” Voto pela instauração do processo, mas não posso deixar de registrar que é o segundo processo de impeachment que tramita no Senado em menos de 25 anos. É tempo curto demais.”

    Omar Aziz (PSD-AM) – a favor
    “Ninguém aqui, nenhum partido político, nenhum político do Congresso tem o direito de exigir cargos pra melhorar o Brasil.” “Confio muito que o presidente Michel Temer possa denunciar o partido ou os políticos que estejam chantageando”. “Quero dizer aos amazonenses que estaremos aqui na trincheira lutando pelo Brasil. Se o Brasil melhorar, o Amazonas também vai melhorar.”

    João Capiberibe (PSB-AP) – contra
    “O impeachment não é a solução, é a opção pelo confronto.” “Independente do resultado, vamos continuar mergulhados na crise. Esta é uma briga pelo poder, uma briga entre dois partidos que governaram por 5 anos juntos. Eu não tenho esperança em sair da crise pela condução que nós estamos dando.”

    Lídice da Mata (PSB-BA) – contra
    “O processó é politico e, além de político, é contaminado pelo pecado original – o de ter sido conduzido por um gesto de vingança.” “Queiram ou não admitir os defensores da admissibilidade do processo de impeachment, esse processo é um golpe jurídico, parlamentar e midiático.” “O presente processo tem outro componente, igualmente corrosivo – o da conspiração. Ao contrario do ocorreu há 24 anos anos […],o vice-presidente atual transformou o Palácio do Jaburu em um comitê eleitoral.”

    Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) – a favor
    “A presidente da República fez exatamente o contrário do que impõe a legislação.” “O desastre na condução da política fiscal se confirmou no fim de 2015 com o déficit nas contas do governo.” “Segundo o TCU, desde 2013 a União não vinha efetuando seus pagamentos em prazos razoáveis. Em termo práticos, o Banco do Brasil vinha financiando a União. Pra piorar, a União sequer registrava seu endividamento.” “A falta de diálogo político levou o país a um cenário de ingovernabilidade. “

    Otto Alencar (PSD-BA) – contra
    “Eu venho à tribuna pra relembrar a história desses 16 meses que estou no Senado federal. Nesse período não se discute no Congresso Nacional outra coisa que não seja a crise política que se abateu em nosso país. Eu creio que a presidente Dilma fez todo o esforço na tentativa de conduzir e resolver essa questão.” “Ela não cometeu nenhuma falha moral. “

    Lindbergh Farias (PT-RJ) – contra
    “As elites desse país nunca tiveram compromisso verdadeiro com a democracia.” “Senhores, não se enganhem. Eu não tenho a menor dúvida de que isso vai passar como um golpe parlamentar contra a democracia brasileira. “Aqui a oposição não teve lealdade à Constituição.” “Os senhores [senadores] sabem que não têm crime de responsabilidade.”  “Nós não vamos reconhecer Michel Temer como presidente. Ele é um golpista.”

    Paulo Rocha (PT-PA) – contra
    “A narrativa política usada pela grande imprensa é pra condenar aqueles que tão no poder. Por isso, as cartas já estão dadas na admissão do impeachment e será aprovada pela maioria desse plenário. Aqui no Senado, como denunciamos, tivemos parcialidade no relatório, que impôs rigores inéditos nas contas da União. A presidente não cometeu crime de responsabilidade. Mas o que vale aqui é o conjunto da obra.”

    Maria do Carmo Alves (DEM-SE) – a favor
    “A falta de governabilidade, de grave crise econômica, atingiu a classe trabalhadora brasileira e hoje mais de 11 milhões de desempregados não sabem como voltar pra casa sem o sustento de sua familia. Estamos aqui para corrigir os erros constitucionais do nosso governo.”

    Tasso Jereissati (PSDB-CE) – a favor
    “A atual crise é resultado das imperfeições do nosso processo político. Agora o Congresso Nacional tem que se debruçar de uma formar de corrigir o governo.” “Não resta dúvida de que o apoio parlamentar é essencial em qualquer governo, mas as alianças têm que ser construídas em bases programáticas.” “A constatação da realidade não exime de culpa a presidente da República. Nnguém mais que a presidente dispõe dos modelos para mudar o governo. A presidente da República não cumpriu com os seus direitos, […] ela pavimentou passo a passo seu caminho até aqui. “

    Wellington Fagundes (PR-MT) – a favor
    “A situação atual é grave e preocupante”. O Brasil precisa da reforma política – ela é a mãe de todas as reformas.” “Eu estou certo que precisamos reaver o reordenamento constitucional. Precisamos urgentemente fortalecer o diálogo entre os governos.” “O Brasil não pode parar.”

    Gleisi Hoffmann (PT-PR) – contra
    “Impeachment exige que tipifiquemos o crime. O impeachment exige crime de responsabillidade, ato ilícito cometido. Não tem nenhum ato de corrupção praticado pela presidente. “Estão usando, pra caracterizar crime, algo que era prática regular orçamentária.” “É uma fraude política.”

    Flexa Ribeiro (PSDB-PA) – a favor
    “O ato de impedimento da presidente é constitucional.” “É um crime por não cumprir a meta fiscal, por editar os decretos de crédito suplementar sem aprovação do Congresso. Como também não cumpriram a lei de responsabilidade fiscal, que é a peça mais importante do legado do governo do PSDB – ela trouxe o equilibrio dos meios fiscais.”  “O PT usou o mantra do golpe. O golpe foi o que foi dado na população brasileira na eleição de 2014 (…). A grande maioria deles foi enganada. “

    Paulo Paim (PT-RS) – contra
    “Nunca vivi um momento tão constrangedor como esse. Uma presidente eleita pelo voto popular ser afastada de forma tão truculenta.” “Os senhores poderão ter uma vitória num certo momento, mas eu tenho dito, com a experiência que aprendi, que num parlamento ninguém sabe quem tem 54 votos ou 28 votos.” “Qual o governador não deu pedalada? Qual prefeito não deu pedalada?” “Os poetas são contra o impeachment, os artistas, as juventude…enfim, quem é que quer o impeachment? “

    Roberto Rocha (PSB-MA) – a favor
    “O meu estado foi o que recebeu menos investimento em todos os governos do PT. Nenhuma obra de infraestrutura foi inaugurada lá.” “Regsitro para a história que minha posição não tem qualquer censura. A decisão ocorre apenas em relação a crise política.”

    Blairo Maggi (PR-MT) –  a favor
    “A discussão política, ou a discussão jurídica, não me interessa muito. Eu defendi por muito tempo a votação de um impeachment – porque temos um cadáver em sepulto […] e que a discussão era sobre esse fato.” “A presidente não conseguiu reunir os votos que precisava ter na Câmara. Estamos aqui pra legitimar.” “O Brasil desandou, se desorganizou, perdeu a oportunidade, o bonde da história econômica.”

    Donizeti Nogueira (PT-TO) – contra
    “Esse dia vai ficar marcado na história do nosso país. Hoje vivenciamos um ápice de uma conspiração engendrada pelo vice-presidente, cujo produto final é esse golpe frio. Os derrotados da eleição de 2014 colaboram pra isso.” “O relatório de Antonio Anastasia (PSDB-MG) parte de premissas falsas, pois a presidente Dilma não cometeu crime de responsabilidade.”

    José Pimentel (PT-CE) – contra
    “Ninguém é punido ou condenado pelo conjunto da obra. Falar de pedalada é no mínimo enganar os brasileiros.” “Aqueles que patrocinam esse impeachment são contra a agricultura familiar.” “Estamos afastando uma presidente que não cometeu nenhum crime.”

    Dalirio Beber (PSDB-SC) – a favor
    O clima que reina nesta casa não é de festa – muito ao contrário, todos lamentam. O pedido de processamento de impeachment seguiu rigorosamente e contra ele nada pode se insurgir – é irretocável.” “As insatisfações das ruas têm impacto aqui nessa Casa.” “Neste momento difícil pra todos, os grupos clamam pelo fim desse governo.”

    Walter Pinheiro (sem partido – BA) – contra
    “Esse é um dos momentos mais tristes para quem já passou pelo Parlamento.” “Não me cabe o debate sobre a questão da legalidade ou ilegalidade do processo de impeachment. O que está em julgamento não é o processo de pedalada, é um processo político, de uma postura.” “A crise política não vem de forma isolada.”

    José Serra (PSDB-SP) – a favor
    “Eu queria dizer que sou a favor do impeachment. Sou a favor, sem nenhuma alegria, nenhuma comemoração. Estou cumprindo um dever.” “Existem indícios de crimes de responsabilidade.” “A presidente não está sendo derrubada por seus adversários, mas está sendo destituída pela marcha da insentatez.” “Os que se opõem ao impedimento martelam que é golpe. Mas o impeachment não é uma medida de exceção, é uma solução constitucional.”

    Humberto Costa (PT-PE) – contra
    “Fizeram um malabarismo jurídico, aqui reforçado pelo relator do processo, para identificarem 3 decretos. Foi lá onde foram buscar ações para o golpe.” “É uma farsa o crime de responsabilidade que tentam imputá-la.” “Estamos abrindo um gravíssimo precedente.” “Os derrotados de 2014 pegam um atalho para tomar o poder.” “A nossa democracia não merece ser desprezada assim.”

    Davi Alcolumbre (DEM-AP) – a favor
    “Esse processo não é somente técnico ou jurídico – ele também é político sim.” “Não podemos esquecer o momento que o nosso país atravessa há algum tempo – dos mais graves e inquietantes.  A crise é generalizada e seus efeitos atingem toda a nação brasileira e, de forma mais dura, dos brasileiros mais pobres.” “O povo brasileiro não merece passar por tanto sofrimento e o país não suporta o retrocesso que estamos vivenciando.”

    Ciro Nogueira (PP-PI) – a favor
    “Nunca fui um entusiasta desse impeachment […], mas o governo perdeu sua capacidade de sustentação.” “A votação da Câmara foi a consequência, não a causa desse processo.” “O impeachment não é uma solução fácil, não é uma escolha entre o bom e o ruim, mas uma escolha entre o pior e o ruim. São opções duras, mas temos que escolher as mais benéficas do país.” “É doloroso presenciar o fim de um ciclo.”

    Ivo Cassol (PP-RO) – a favor
    “É uma missão dolorosa e espinhosa. A presidente Dilma acertou algumas coisas, e errou algumas outras, mas não cabe ficar detalhando. O certo é que vivemos uma crise econômica e política.”

    Benedito de Lira (PP-AL) – a favor
    “Nunca vivi um momento igual a esse.” “É um momento crítico da nossa história – estamos enfrentando uma crise econômica brutal e uma crise política. É dificil prever o que vem por ai, dada a complexidade da situação. Nesse momento, todos os olhos estão voltados para o Senado federal.” “É importante que, na hipótese de aceita a denúncia, que o vice-presidente possa fazer com que a população acredite naquilo que essa Casa está fazendo.

    Romero Jucá (PMDB-RR) – a favor
    “Hoje nós estamos votando um relatório competende do senador Anastasia, que aponta crimes de responsabilidade.” “Estamos falando de crime fiscal, contra a lei orçamentária, crime de responsabilidade, que afetam a vida de milhões de brasileiros.” “O PMDB apoiou a chapa, indicou o vice-presidente Michel Temer (…) e nós fomos pra campanha com um PMDB dividido – eu não apoiei esse governo em 2014.”

    Edison Lobão (PMDB-MA) – a favor
    “Eu venho a esta tribuna sem nenhum prazer. Eu não vim aqui pra tripudiar sobre uma gladiadora ferida. O voto não é pelo impeachment da presidente Dilma, mas pelo processo de admissibilidade.”

    Raimundo Lira (PMDB-PB) – a favor
    Sem entrar no mérito da denúncia, voto pela admissibilidade do processo do impeachment.

    (Fonte G1)

     

  • BRASIL: Suzane Richthofen tem saída temporária do Dia das Mães

    BRASIL: Suzane Richthofen tem saída temporária do Dia das Mães

    Suzane von Richthofen foi beneficiada com a saída temporária do Dia das Mães e deixou a Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, a P1 feminina de Tremembé (SP), na manhã desta quarta-feira, dia 4.
     
    As demais detentas só sairão na quinta-feira, dia 5, a partir das 8h. Segundo o defensor de Suzane explicou ao site da Rede TV!, a saída dela antes das outras detentas é por questão de segurança. O retorno de Suzane, bem como o das demais presas deve acontecer na terça-feira, dia 10, até as 18h.
     
    Suzane foi condenada a 39 anos de reclusão por planejar a morte dos pais. Esta não é a primeira vez que a detenta é beneficiada com uma saída temporária. Na Páscoa, Suzane também deixou a penitenciária.
  • FORA DO AR: WhatsApp está liberado para algumas pessoas via wi-fi, relatam usuários

    FORA DO AR: WhatsApp está liberado para algumas pessoas via wi-fi, relatam usuários

    Aplicativo diz que decisão ‘pune mais de 100 milhões de brasileiros’. Bloqueio a partir das 14h deve durar 72 horas, decide Justiça de Sergipe.

    O WhatsApp ficou liberado para uso por meio de wi-fi, relataram usuários do aplicativo na tarde desta segunda-feira (2), em comentários no Twitter e no Facebook.

    Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa da TIM disse que o bloqueio do WhatsApp foi feito para os planos de dados móveis e de banda larga. A empresa vai apurar relatos de que é possível ter acesso por meio de wi-fi.

    A assessoria da Claro também falou que está em busca de mais informações sobre o acesso por internet fixa ao WhatsApp.

    TIM, Oi, Vivo, Claro e Nextel cumpriram a intimação judicial, que impõe multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento.

    Para o aplicativo, o bloqueio “pune mais de 100 milhões de brasileiros”. “Estamos desapontados que um juiz de Sergipe decidiu mais uma vez ordenar o bloqueio de WhatsApp no Brasil”, disse em comunicado. (veja íntegra no final da reportagem)

    A empresa lamentou a decisão e disse não ter a informação exigida pelo juiz que determinou o bloqueio.

    12

    Decisão

    A Justiça de Sergipe mandou as maiores operadoras de telefonia do país bloquearem o acesso dos brasileiros ao aplicativo de mensagem instantânea a partir das 14h desta segunda.

    A decisão do bloqueio é do juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto, em Sergipe. O magistrado atendeu a um pedido de medida cautelar da Polícia Federal, que foi endossado por parecer do Ministério Público.

    O bloqueio foi pedido porque o Facebook, dono do WhatsApp, não cumpriu uma decisão judicial anterior de compartilhar informações que subsidiariam uma investigação criminal. A recusa já havia resultado na prisão do presidente do Facebook para América Latina em março deste ano, em uma decisão do mesmo juiz de Sergipe.

    O WhatsApp informa que cooperou “com toda a extensão da nossa capacidade com os tribunais brasileiros”. A empresa voltou a afirmar que a Justiça tenta “nos forçar a entregar informações que afirmamos repetidamente que nós não temos”.

    Segundo o juiz, a medida cautelar é baseada no Marco Civil da Internet.

    Os artigos citados pelo magistrado dizem que uma empresa estrangeira responde pelo pagamento de multa por uma “filial, sucursal, escritório ou estabelecimento situado no país” e que as empresas que fornecem aplicações devem prestar “informações que permitam a verificação quanto ao cumprimento da legislação brasileira referente à coleta, à guarda, ao armazenamento ou ao tratamento de dados, bem como quanto ao respeito à privacidade e ao sigilo de comunicações.”

    Veja abaixo o comunicado do WhatsApp:

    “Depois de cooperar com toda a extensão da nossa capacidade com os tribunais brasileiros, estamos desapontados que um juiz de Sergipe decidiu mais uma vez ordenar o bloqueio de WhatsApp no Brasil. Esta decisão pune mais de 100 milhões de brasileiros que dependem do nosso serviço para se comunicar, administrar os seus negócios e muito mais, para nos forçar a entregar informações que afirmamos repetidamente que nós não temos.”

    (Fonte G1)

     

  • BOA NOTÍCIA: Dia das Mães deve abrir mais de 20 mil vagas de emprego

    BOA NOTÍCIA: Dia das Mães deve abrir mais de 20 mil vagas de emprego

    O Dia das Mães deve abrir 23 mil vagas de trabalho temporário. Queda de 28 por cento na comparação com o ano passado. O que pode ser encarado como reflexo da crise, que reduziu as vendas. A pesquisa foi feita pelo Centro Nacional de Modernização. E mostrou, ainda, que de cada 10 vagas, sete serão oferecidas pela indústria.

    Neste caso, a maior parte dos contratados terá função operacional. E a pelo menos metade das vagas tem salário que vai de 1.321 a quase dois mil reais. O segundo setor que mais deve contratar é o comércio, principalmente para o cargo de vendedor.

    E quase 70 por cento das oportunidades são para ganhar no máximo 1.320 reais por mês. No geral, a maioria das vagas é para candidatos com idade entre 22 e 35 anos.

  • TERROR CHEGANDO: Abin confirma ameaças do Estado Islâmico ao Brasil

    TERROR CHEGANDO: Abin confirma ameaças do Estado Islâmico ao Brasil

    Um integrante da organização terrorista Daesh (nome árabe do grupo que se autointitula Estado Islâmico) postou em sua conta pessoal no Twitter uma ameaça ao Brasil.

    A mensagem “Brasil, vocês são nosso próximo alvo” foi postada em novembro do ano passado, logo após os atentados que deixaram 129 mortos e dezenas de feridos, na França, mas só agora a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) confirmou a autenticidade do perfil e da mensagem.

    Embora alguns poucos sites tenham divulgado a existência da mensagem já à época, como o da rádio francesa Tendance Ouest, no Brasil o assunto só foi tornado público ontem (13), após o diretor do Departamento de Contraterrorismo da Abin, Luiz Alberto Sallaberry, confirmar as suspeitas.

    Ao proferir palestra na Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa, em São Paulo, Sallaberry falou sobre as estratégias do Daesh para recrutar seguidores e ordenar atentados pelas redes sociais.

    O diretor da agência de inteligência também tratou das possíveis ameaças terroristas aos Jogos Olímpicos Rio 2016 e dos riscos aos quais o Brasil está exposto atualmente.

    Sallaberry não só revelou que a agência de inteligência já tinha confirmado a autenticidade da ameaça divulgada pelo francês Maxime Hauchard, como também informou que a probabilidade de o Brasil ser alvo de ataques terroristas elevou-se nos últimos meses, por causa dos eventos ocorridos em outros países e do aumento do número de brasileiros que têm aderido à ideologia do Daesh.

    A reportagem não obteve detalhes sobre ligações entre brasileiros e o grupo terrorista.

    Segundo o diretor de Contraterrorismo da Abin, a agência tem adotado ações para evitar possíveis ataques terroristas, como o intercâmbio de informações com serviços estrangeiros, a capacitação de profissionais de setores estratégicos e trabalhos com órgãos integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência, em especial com os eixos de segurança pública e defesa.

    Conhecido como “o carrasco”, o francês Maxime Hauchard é suspeito de ser um dos terroristas que aparecem em vídeos que exibem a decapitação de pessoas sequestradas ou feitas prisioneiras pelo Daesh, sobretudo soldados sírios.

    Os sites que primeiro divulgaram a informação, logo após a mensagem ter sido postada, observaram que o usuário havia criado o perfil pouco tempo antes dos ataques à França. Atualmente, a conta está desativada.

    (Com informações do Exame.com)