Categoria: Café

  • EM ALTA: Cocatrel apresenta resultados do ano de 2020

    EM ALTA: Cocatrel apresenta resultados do ano de 2020

    Seguindo seu compromisso de transparência e prestação de contas, a Cocatrel, por meio de sua Assembleia Geral Ordinária, apresentará aos cooperados as demonstrações financeiras do exercício de 2020. O relatório foi realizado por auditores independentes seguindo as normas brasileiras e internacionais de auditoria.

    As receitas totais oriundas da venda de produtos e serviços geraram o montante de R$ 1.157.745.653, sendo este o melhor resultado da história da cooperativa. Após as deduções de impostos, vendas canceladas e custos dos produtos e serviços, bem como dispêndios operacionais, referentes às despesas administrativas gerais, despesas tributárias e dispêndios financeiros, obteve-se uma sobra líquida de R$ 8.931.980.

    Desse total, a cooperativa destina, conforme prevê o estatuto, 20% para a reserva legal, que compõe o montante de R$ 1.786.396; 20% para fundo de desenvolvimento, no valor de R$ 1.786.396; e 10% para o Fates, no valor de R$ 893.198. Assim, ficará disponível para destinação, de acordo com a decisão da Assembleia, o valor de R$ 4.465.990.

    O número de cooperados aumentou de 5.980 para 6.871 no ano de 2020. A cooperativa bateu recorde de recebimento de café, somando 2.111.983 sacas de café. Em 31/12/20, 779.971 sacas ainda estavam depositadas na cooperativa.

    Cafés Especiais premiados na Cocatrel

    Uma breve retrospectiva do ano mostra que a Cocatrel concretizou várias obras importantes. A ampliação do armazém Paraíso foi mais um empreendimento da Cocatrel entregue em 2020. A data para oficializar tal comemoração foi o dia 12 de agosto e o descerramento de uma placa marcou a cerimônia, que ocorreu de maneira fechada ao público em função dos problemas decorrentes do COVID-19. O investimento de aproximadamente R$ 2.570.000 engloba a construção de um barracão de 4.000 metros quadrados e melhoria na infraestrutura de recebimento de café. Com o novo galpão, a capacidade do armazém passa a ser de quase 200.000 sacas de café.

    Visando atender os cooperados com máxima eficiência, a Cocatrel inaugurou, no dia 2 de setembro, novos silos para armazenamento de café, em Nepomuceno. A obra, iniciada em janeiro, teve um investimento total de R$3.725 milhões e abrangeu a implantação de 8 novos silos, com capacidade total para 80 mil sacas de café, sendo 2 silos para 40 mil sacas e outros 6 silos de expedição, com capacidade para 2.500 sacas cada. Para melhorar ainda mais o serviço prestado pela cooperativa no município, no armazém também foi construída mais uma boca de recebimento, exclusiva para sacarias.

    Novos pontos de recebimento também fizeram parte da estratégia da cooperativa. Por meio de parcerias, foram feitas alianças estratégicas com armazéns localizados em Varginha e Três Corações.

    Cocatrel sempre buscando a inovação e a valorização do seu cooperado.

    Duas usinas fotovoltaicas foram entregues, uma em Nepomuceno e outra em Três Pontas. Foi implantado um centro de distribuição de cereais, a loja em Córrego do Ouro foi inaugurada. Também foi inaugurada a nova torrefação, com maquinário moderno para garantir a qualidade da linha de cafés industrializados da Cocatrel. Vale também destacar as melhorias na sala de comercialização de café, que foi reestruturada para oferecer mais conforto e privacidade para os cooperados.

    As feiras continuaram, mesmo com todos os problemas decorrentes da pandemia. Oitava edição da Fecon em março, Feira Coccamig Café com TV em junho, Expocafé Virtual e Fecon Digital em setembro. Todas oportunidades para que o produtor adquirisse insumos e máquinas em condições especiais.

    2020 também foi ano para a implantação do Programa de Fidelidade Cocatrel, melhorias no Portal do Cooperado e lançamentos de cafés da linha Montrês. Houve expansão da distribuição e vendas de produtos industrializados para novas cidades e, também continuidade do programa Melhores Cafés da Cocatrel.

    Em síntese, 2020 foi um ano de muitas realizações. O ano foi bom para os produtores de café, que colheram uma safra recorde, de excelente qualidade e com bons preços. E bom para a cooperativa, que continua sua evolução para cada vez mais servir ao cooperado, de maneira responsável e transparente, investindo na construção de bases e estruturas para melhorar de forma contínua.

    Fonte Ascom Cocatrel

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  • Cocatrel lança os primeiros cinco Melhores Cafés dos produtores 2020

    Cocatrel lança os primeiros cinco Melhores Cafés dos produtores 2020

    Estratégia é garantir acesso e conectar o mercado consumidor aos produtores vencedores

    Em evento realizado no dia 20 de janeiro em sua cafeteria de Três Pontas, a Cocatrel apresentou os cinco primeiros “Melhores Cafés” da safra de 2020. A cerimônia não contou com a presença dos produtores, como nas edições anteriores, em função das medidas de prevenção adotadas por conta da pandemia do Covid-19, mas serviu para marcar o início da nova temporada.

    Desde 2009 a Cocatrel premia os melhores cafés do ano safra. Esse programa, conhecido como “Melhores Cafés Cocatrel” é inovador, já que proporciona, além da visibilidade para o produtor e sua fazenda, acesso aos consumidores, que podem comprar os cafés industrializados desses produtores. Isso sem falar que o departamento de cafés especiais da cooperativa exporta esses cafés e repassa o valor aos produtores.

    Para a safra 2020/2021, foram selecionados 25 produtores e não doze, como nos anos anteriores. A lista foi divulgada na noite de 11 de novembro e contou com produtores de nove cidades. Para Marco Valério Araújo Brito, presidente da cooperativa, “o programa é meritocrático, já que todas as amostras recebidas durante o ano passam pela prova e participam do projeto”.

    Além de importante para os produtores, a iniciativa coloca a Cocatrel na vanguarda do mercado mundial de café industrializado, pois a iniciativa está em consonância com o que há de mais moderno em termos de comportamento de consumo, já que se oferece ao mercado um café de origem específica, apresentando detalhes como fazenda, produtor, talhão, variedade, método de beneficiamento e altitude de cultivo.

    Os cafés lançados foram dos produtores:

    _ Cesar Augusto Amaral, da fazenda São José, em Santo Antônio do Amparo;

    _ Agostinho de Fatima Marcelino, fazenda Curralinho em Três Pontas;

    _ Lucas Natanael Moreira, fazenda Estreito, Ilicínia;

    _ Lucas Sandy Reis, fazenda Brejinho, Três Corações e

    _ Antônio Osvaldo Arantes Junior, fazenda Serra Pedra, Ilicínia.

    A ideia é lançar cinco produtores por mês, de janeiro a maio de 2021. Os cafés ficam disponíveis para venda nas cafeterias Cocatrel e nas lojas online.

    Fonte: Assessoria de Imprensa
    Cocatrel – Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas

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  • ESCOAMENTO: Presidente da Cocatrel fala sobre o sonho e nova realidade com a terceira faixa entre Três Pontas e Varginha

    ESCOAMENTO: Presidente da Cocatrel fala sobre o sonho e nova realidade com a terceira faixa entre Três Pontas e Varginha

    Obras de construção, incluindo acostamentos, deverão ser iniciadas no segundo semestre segundo Governo de Minas Gerais.

    Na última segunda-feira, dia 11 de janeiro, aconteceu uma coletiva de imprensa na Câmara Municipal de Três Pontas, com a presença de diversas autoridades, dentre elas o governador de Minas Gerais Romeu Zema, onde foi apresentado o cronograma da obra da terceira faixa da MG-167, rodovia que liga Três Pontas à Varginha e que, além de ter um fluxo muito grande de veículos, é cenário de constantes acidentes, muitos inclusive com vítimas fatais. A cidade de Três Pontas uma das maiores produtoras de café do mundo, depende fundamentalmente da rodovia para escoar a sua produção. E aposta no empenho de suas autoridades constituídas para efetivar a construção da terceira faixa. Para isso, deposita nos seus deputados majoritários, o federal Diego Andrade e o estadual Mário Henrique Silva (Caixa) as suas principais fichas para a realização desse sonho.

    O Conexão Três Pontas ouviu durante a semana uma das maiores autoridades da cafeicultura em todo estado de Minas Gerais e no Brasil. Marco Valério Araújo Brito é presidente da Cocatrel, uma das maiores cooperativas de café do mundo e também é, desde março de 2020, presidente da Coccamig, entidade fundada em 1985 com o objetivo de integrar e fortalecer as cooperativas de Minas Gerais, agregando 15 instituições de três importantes regiões agrícolas do estado: Cerrado, Mata e Sul de Minas. O conglomerado possui mais de 40 mil produtores, que respondem pela comercialização de 5 milhões de sacas de café. Marco Valério tem como vice-presidente Leonardo de Mello Brandão, membro do Conselho de Administração da Cooperativa Agropecuária do Vale do Sapucaí (Coopervass). Ambos também são membros do conselho diretor do CNC (Conselho Nacional do Café).

    (Foto Cocatrel)

    Diante da importância da obra de construção da terceira faixa entre Três Pontas e Varginha na MG 167 e do quanto isto irá influenciar na economia, no escoamento da safra de grãos e, especialmente, do café – base da economia local – pedimos ao presidente Marco Valério que expusesse sua opinião sobre o tema. Mais do que isto, demonstrar através de seu conhecimento e experiência o que, de fato, Três Pontas e a cafeicultura poderão “colher” com a tão sonhada obra da terceira faixa:

    “Iniciamos 2021 com a excelente notícia de que a construção da terceira pista da MG 167 vai, enfim, ser concretizada. A Cocatrel vem há anos cobrando das autoridades competentes uma solução para a estrada que, além de importante via de escoamento da produção agrícola, é essencial para o desenvolvimento industrial do município de Três Pontas, pois faz a ligação direta com a BR 381.

    Para se ter uma ideia, em 2020, em um único dia, entre entradas e saídas de café, passaram pelos armazéns da Cocatrel, em torno de 500 caminhões. Se multiplicarmos isso por todos os dias da safra, teremos um número altíssimo de carretas circulando pela estrada, o que a torna ainda mais perigosa e lenta. 

    Com a construção da terceira pista, município, cidadãos e a cafeicultura, como um todo, só têm a ganhar. Quantas vidas deixaremos de perder ali? Quanto tempo ganharemos no trajeto entre Varginha e Três Pontas? Quantas empresas poderão ser atraídas para a cidade pela facilidade de movimentação e escoamento de produtos na estrada?

    Essa foi, sim, uma das grandes notícias de um ano que está apenas começando e que esperamos ser de grandes realizações. Estamos cansados de promessas e a Cocatrel continuará atenta e vigilante para que esse sonho saia mesmo do papel”, pontuou.

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  • Cocatrel faz promoção do Mokinha Cocatrel e incentiva consumidores a experimentarem um 100% arábica puro

    Cocatrel faz promoção do Mokinha Cocatrel e incentiva consumidores a experimentarem um 100% arábica puro

    Com o slogan “Você merece um café de verdade” a Cocatrel posiciona-se em relação aos cafés tradicionais e extra fortes que utilizam robusta em suas misturas.

    Desenvolvido para ser o café de entrada da Cocatrel, o Mokinha apresenta-se com diferenciais importantes para atuar na categoria de cafés tradicionais. Como diz a mensagem divulgada nas rádios e na TV, o Mokinha não tem robusta, não tem conilon. É um 100% arábica puro.

    Mais uma vez, a Cocatrel mostra seu compromisso com a qualidade e oferece aos consumidores mais do que é exigido pelo selo da Abic, que classifica como tradicional aqueles cafés com notas acima de 4,5 na escala sensorial do Programa de Qualidade da entidade.

    Cerca de oitenta por cento do mercado brasileiro de torrado e moído é composto por consumidores dos chamados cafés tradicionais e extra fortes. Geralmente, as marcas dessa categoria torram cafés oriundos de misturas compostas por cafés arábicas de qualidade inferior com cafés da espécie robusta/conilon, considerados inferiores aos da espécie arábica. E geralmente são torrados de forma mais acentuada (torra escura), com o intuito de encobrir e/ou disfarçar defeitos.

    O Mokinha muda essa realidade e oferece aos consumidores a experiência de degustar um café 100% arábica de qualidade. Com a promoção, que pode ser encontrada nos supermercados da região, a Cocatrel convida os consumidores a experimentar e perceber a diferença. Também valoriza os produtores da região ao não utilizar em sua matéria prima cafés da espécie robusta/conilon, considerado inferior aos arábicas cultivados no Sul de Minas.

    Fonte Cocatrel

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  • Conab: Café terá safra recorde em 2020

    Conab: Café terá safra recorde em 2020

    Minas Gerais é o estado com maior produção.

    O Brasil deverá encerrar 2020 com uma safra recorde de café, de acordo com estimativa do quarto levantamento da safra de café 2020 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Segundo o com o levantamento, para a safra de café 2020 no Brasil a expectativa é a produção de 63,08 milhões de sacas beneficiadas de café arábica e conilon. O  Conab informou que essa será “a maior safra da história”, com um aumento de 27,9% na comparação com a colheita de 2019; e de 2,3% sobre o recorde anterior, obtido em 2018 (61,7 milhões de sacas).

    “Além da bienalidade positiva do café arábica, o clima também contribuiu para o desenvolvimento das lavouras. A produção do grão superou a de 2018, chegando a 48,77 milhões de sacas. Em relação ao ano passado, o aumento é de 42,2%. Já o conilon, com produção estimada em 14,31 milhões de sacas, não teve o mesmo desempenho. O volume foi 4,7% menor que o obtido na safra anterior, o que pode ser atribuído às poucas chuvas nas regiões produtoras do Espírito Santo, principal produtor da variedade”, informa a Conab.

    Segundo a companhia, o estado que terá a maior produção de café é Minas Gerais, com 34,65 milhões de sacas, número 41,1% maior do que o obtido em 2019. O carro chefe foi o café arábica, que responde por mais de 90% do café do estado.

    Em segundo lugar está o Espírito Santo, que produziu 13,96 milhões de sacas ao longo do ano. Na comparação com o ano anterior, a safra apresenta uma redução de 12,41%. Foram 9,19 milhões de sacas de conilon e 4,77 milhões de sacas de arábica.

    São Paulo está em terceiro lugar, com 6,18 milhões de sacas e aumento de 42,4%. Segundo a Conab, a Bahia totalizará 3,99 milhões de sacas, o que representa um acréscimo de 32,9%, na comparação com a produção obtida em 2019. Rondônia produziu 2,44 milhões de sacas (crescimento de 11,2%).

    A Conab informa que, em novembro, as exportações brasileiras de café foram recordes. “O aumento foi de 32% sobre o mesmo mês de 2019, com o embarque de 4,3 milhões de sacas (60 kg), considerando-se a somatória de café verde, solúvel e torrado/moído. De julho a novembro, foram 19,8 milhões de sacas, o que representa aumento de 15% sobre 2019”.

    A companhia informou que a competitividade do café brasileiro no mercado mundial melhorou devido à valorização do dólar. Cerca de 74% da produção da safra 2020/21 já se encontrava comercializada em novembro. No mesmo período de 2019, este percentual estava em 71%.

    Fonte Agência Brasil

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  • BOA NOTÍCIA: Especialistas apostam em cenário favorável para café no pós-Covid

    BOA NOTÍCIA: Especialistas apostam em cenário favorável para café no pós-Covid

    Essa não é a primeira crise econômica que o setor cafeeiro atravessa. Visto como um produto que traz alegria às pessoas, a venda se manteve durante a pandemia e as perspectivas são boas para os próximos anos. Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé, Bill Murray, presidente da Nacional Coffee Association e Rachel Muller, diretora de cafés Nestlé participaram do painel “Cenário de café pós-pandemia: oferta e demanda” na Semana Internacional do Café 2020 e fizeram uma análise do que esperar nos próximos anos.

    O café é atualmente o quarto maior produto do agronegócio brasileiro, o país caminha para conquistar 40% da fatia do mercado global e exportou grãos para 147 países nos últimos cinco anos. “Tudo indica que nós vamos ter um mercado fantástico nos próximos anos. Tudo indica que em 2030 os cenários são muito positivos”, aposta Nelson Carvalhaes.

    A desvalorização do real frente ao dólar foi um dos fatores que favoreceu todo agronegócio brasileiro e o café não ficou de fora. Mas é a qualidade e sustentabilidade do produto que tem aberto mais mercados e garantido valores cada vez mais significativos oferecidos pelo café brasileiro.

    E o país vem investindo forte para tornar sua produção cafeeira mais sustentável. Com leis ambientais bastante severas, determinado até 30% de reservas ambientas nas fazendas de café, o país conquista seu espaço. “A sustentabilidade é hoje uma é questão de civilidade. O Brasil é um dos países produtores que maios investe no desenvolvimento de pesquisa e tecnologia cafeeira, aumentando a produtividade e diminuindo a área de plantação”, diz Nelson.

    Bill Murray, presidente da National Coffee Association dos Estados Unidos, ressalta que o Brasil é um parceiro estratégico de seu país, disputando com a Colômbia a primeira posição para a importação de café.

    A bebida gera mais de 1,6 milhões de empregos nos Estados Unidos em toda a cadeia, desde a produção até atendimento nas cafeterias. “A boa notícia é que os americanos não mudaram seus hábitos de consumo de café por causa da pandemia. Eles ainda bebem muito café”, diz Murray.

    No Brasil, a venda de cafés também se manteve estável, com um aumento de 30% no consumo doméstico. Rachel Muller, diretora de cafés da Nestlé, avalia que a pandemia motivou os consumidores a escolherem cafés com qualidade superior e que essa é uma tendência que deve permanecer.

    “Nós vimos, como nos Estados Unidos, o crescimento do consumo do café dentro de casa, com destaque para a categoria premium. As pessoas estão querendo saber mais sobre café e nós queremos abrir as portas para esse mundo dos cafés especiais, que é tão incrível”, revela.

    Para Raquel, a “premiumnização” dos cafés no Brasil está só começando. “Ainda teremos muitas oportunidades de nos encontrarmos para tomar um bom café”, finaliza.

    Fonte Notícias Agrícolas

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  • Produtores com os “Melhores Cafés” da safra serão premiados pela Cocatrel hoje

    Produtores com os “Melhores Cafés” da safra serão premiados pela Cocatrel hoje

    Saiba como acompanhar a transmissão do evento que será online pelo canal do youtube da Cocatrel

    A busca pela produção de cafés de qualidade é evidente através do crescente interesse dos produtores por cursos e capacitações que os auxiliem com manejos e técnicas, aliados às novas tecnologias, para produzirem cafés de alto padrão. Todo esse esforço e empenho vem sendo premiados pela Cocatrel desde 2009, através do projeto “Melhores Cafés Cocatrel”, que reconhece e valoriza os produtores com os melhores cafés produzidos a cada safra. E nesta quarta-feira (11) aconteceu mais uma edição da premiação organizada pela Cooperativa dos Cafeicultores de Três Pontas.

    A safra 2019/2020 ficou marcada pela excelente qualidade dos cafés colhidos e os produtores têm, merecidamente, papel fundamental nessa mudança de paradigma dos cafés brasileiros, antes conhecidos apenas pela produtividade, mas que agora ganha o reconhecimento de país produtor de cafés especiais.

    “A Cocatrel tem buscado consistência nos negócios e investido no relacionamento com seus clientes, que estão localizados nos principais países importadores do mundo. Na outra ponta, vem incentivando e auxiliando os cooperados, através de consultorias e cursos, a produzirem com a qualidade necessária para que possam agregar valor aos seus cafés. Este ano a Cocatrel recebeu excelentes cafés e estamos extremamente orgulhos por poder premiar e reconhecer os 25 produtores que entregaram os melhores cafés de 2020 na cooperativa”, afirma Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    Marco Valério Araújo Brito, Presidente da Cocatrel

    O número de premiados cresceu proporcionalmente ao aumento de cafés especiais recebidos pela cooperativa. Importante frisar que não se trata de um concurso e sim de uma premiação, que tem como objetivo reconhecer os produtores que tiveram os melhores cafés dentre as mais de 47 mil amostras recebidas, classificadas e provadas pela equipe da Cocatrel.

    Cabe ao Cocatrel Direct Trade (CDT), a missão de avaliar as amostras consideradas como diferenciadas, atribuindo a elas notas de acordo com alguns tópicos como: aroma, uniformidade, doçura, sabor, acidez, corpo, finalização, dentre outros. Também é objetivo do CDT orientar o produtor, identificar e promover seus cafés ao redor do mundo, fazendo a conexão direta entre a fazenda, o importador e o consumidor final destes cafés.

    Os 25 produtores com os melhores cafés da Cocatrel serão conhecidos no dia 11 de novembro, através de um evento online que será realizado pela cooperativa e transmitido em suas redes sociais.

    Onde acompanhar?

    Para assistir basta clicar no link: www.youtube.com/cocatrel

    Fonte Assessoria de Comunicação Cocatrel / Fotos Arquivo Conexão TP

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  • Chuva de granizo causa prejuízos em lavouras de café em Três Pontas

    Chuva de granizo causa prejuízos em lavouras de café em Três Pontas

    Vários produtores relataram que mais da metade da produção foi atingida e danificada.

    Mais uma vez o café se viu numa situação difícil diante da força da natureza. Chuva de granizo e ventos fortes causaram não apenas prejuízos às lavouras de café diretamente, mas também acabou destelhando algumas garagem e galpões. Diversos produtores de café do município de Três Pontas passaram a terça-feira (10) contabilizando os prejuízos causados pela chuva de granizo registrada na segunda-feira, dia 9.

    Danos maiores foram sentidos em cerca de 13 propriedades localizadas no entorno de Três Pontas, mais precisamente na estrada sentido a cidade de Nepomuceno, a aproximadamente 20 km de distância.

    Folhas e brotos de café foram queimados pelo gelo da chuva de granizo que ficou acumulado no solo.

    De acordo com o engenheiro agrônomo da Cocatrel, Eduardo Piedade Garcia, em entrevista ao portal G1, “2020 tem sido um ano muito difícil com muitas adversidades climáticas para a agricultura e especialmente a cafeicultura. Seca, temperatura acima da média histórica e agora chuva de granizo em algumas localidades. A primeira providência a ser tomada é uma avaliação de cada propriedade para que se apure o tamanho dos prejuízos e de que forma elas foram afetadas. E a partir daí tomar as providências necessárias”.

    Ainda conforme o engenheiro agrônomo a pulverização será necessária, o que representará custos adicionais ao produtor de café, com objetivo de proteger os machucados que foram causados nos ramos, folhas e frutos do café, sem contar os troncos que terão maior brotação.

    Segundo especialistas todos os danos causados na cafeicultura em 2020 até aqui, como a seca, o excesso de calor e as chuvas de granizo, já representaram um comprometimento, uma perda da lavoura do próximo ano.

    Foto EPTV

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  • Cocatrel ultrapassa a marca recorde de 2 milhões de sacas recebidas 

    Cocatrel ultrapassa a marca recorde de 2 milhões de sacas recebidas 

    Cooperativa atribui resultado à profissionalização do produtor aliada a fatores como competência dos funcionários, investimentos assertivos e prestação de serviços de qualidade ao cooperado.

    2 milhões de sacas recebidas, esse é o relevante número alcançado, até o momento, pela Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas (Cocatrel), na safra ainda em andamento. Um resultado que celebra um ano de muito trabalho, dedicação dos funcionários e que reforça o propósito da cooperativa de ser base, estar perto e de ser totalmente segura para o negócio do cooperado.

    Uma meta que envolve cada um dos setores da cooperativa, que trabalharam muito para proporcionar segurança, crescimento e o desenvolvimento da Cocatrel, de seus cooperados, colaboradores e comunidades onde está inserida.”

    “Nos propusemos a meta de recebimento de 2 milhões de sacas de café, por acreditar que poderíamos conquistar ainda mais a fidelidade e a confiança do nosso cooperado e, também uma maior participação do mercado, e foi o que aconteceu. Estamos muito orgulhosos por batermos recordes em todos os municípios onde a Cocatrel atua e por concretizarmos um trabalho criterioso e muito bem-feito que vem sendo realizado por todos nós, diretoria, conselhos e funcionários, com o foco na sustentabilidade da cooperativa e na competitividade dos nossos cooperados”, afirma Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    Em agosto de 2020, a Cocatrel já havia batido seu recorde histórico de recebimento, que era de 1.6 milhão de sacas. Hoje comemora os 2 milhões e os números ainda irão além. Importante dizer que, por trás deste resultado há uma logística bem estruturada nos armazéns da cooperativa, para que entradas e expedições possam acontecer ao mesmo tempo, com eficiência, agilidade e, principalmente, segurança para todos. Em dias de pico, a Cocatrel chegou a efetuar descargas de 628 caminhões, com cerca de 76 mil sacas de café sendo movimentadas entre entradas e saídas em seus armazéns.

    Em relação à logística, a Cocatrel expandiu e melhorou suas estruturas, ampliou sua capacidade de recebimento e armazenamento, em Três Pontas, e abriu mais duas unidades, em Varginha e Três Corações. Para melhorar os processos internos, principalmente nos armazéns, a cooperativa aumentou a capacidade da indústria de rebeneficiamento de café e implantou um WMS (Sistema de Gerenciamento de Armazéns) de última geração, que trouxe mais segurança e rastreabilidade.

    Além disso, a Cocatrel utiliza equipamentos que são referências no mundo, como torradores Probat e softwares de torra, como o Cropster. É importante ressaltar que a cooperativa está em fase de implementação do novo sistema operacional, o SAP, que resultará em transparência e maior possibilidade de inovação nos serviços prestados ao produtor.

    “É preciso olhar para o todo para entender a razão deste resultado tão expressivo. Uma meta que envolve cada um dos setores da cooperativa, que trabalharam muito para proporcionar segurança, crescimento e o desenvolvimento da Cocatrel, de seus cooperados, colaboradores e comunidades onde está inserida. Mantemos o compromisso de estarmos mais próximos, garantindo segurança, agilidade e redução de custos aos cooperados. Este é um ano de bienalidade positiva e os produtores, cada vez mais profissionais e capacitados, fizeram sua parte na produtividade de suas lavouras e na qualidade dos cafés entregues à Cocatrel. A eles, aos colaboradores e às empresas parceiras, nossos agradecimentos por depositarem tanta confiança em nossa cooperativa”, finaliza Marco Valério.

    Fonte Ascom Cocatrel

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  • Vendas de safra de café 2020/21 atingem 51%, à frente do ritmo de 2019, diz Safras

    Vendas de safra de café 2020/21 atingem 51%, à frente do ritmo de 2019, diz Safras

    Brasil exporta 3 milhões de sacas de café em julho, diz Cecafé

    A comercialização da nova safra de café do Brasil 2020/21, que está em colheita, atingiu 51% até 10 de agosto, disse a consultoria Safras & Mercado nesta quinta-feira, ao destacar avanço de 11 pontos percentuais nas vendas ante o mês anterior.

    O ritmo das negociações está avançado em relação ao ano passado, quando 42% da safra 2019/20 estava comercializada até então, e também acima da média de 5 anos para o período, de 37%, disse a consultoria em comunicado.

    Tomada como base a estimativa da Safras para a produção em 2020/21, de 68,1 milhões de sacas de 60 quilos, já foram comercializadas 34,42 milhões de sacas.

    Apesar do cenário mundial desafiador, exportações de café de Brasil em julho deste ano bateram o segundo maior recorde para o mês em termos de volume

    Em julho deste ano, o país exportou 3 milhões de sacas de café, considerando a soma de café verde, solúvel e torrado & moído. O volume representa o segundo recorde histórico de exportações brasileiras de café para um mês de julho já registrado, apesar do atual cenário de pandemia por coronavírus. A receita cambial gerada pelos embarques foi de US$ 356,8 milhões, equivalente a R$ 1,9 bilhão, o que representa um aumento de 22,3% em reais em relação a julho de 2019. Já o preço médio da saca de café foi de US$ 117,4. Os dados são do Cecafé – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil.

    Em relação às variedades embarcadas no mês, o café arábica correspondeu a 74,4% do volume total das exportações, equivalente a 2,3 milhões de sacas. O café conilon (robusta) atingiu a participação de 14,7%, com o embarque de 446,4 mil sacas, enquanto que o solúvel representou 10,9% das exportações, com 331,8 mil sacas exportadas.

    “Os volumes de exportação registrados em julho mostram que iniciamos bem o ano cafeeiro, com uma boa entrada do café brasileiro no mercado e bons resultados em reais. Apesar do cenário de crise gerado pela pandemia, os resultados indicam que o agronegócio café irá se consolidar nos próximos meses com qualidade e sustentabilidade e, principalmente, tomando os cuidados necessários em relação aos protocolos privados, desde a colheita, passando pelos armazéns, transporte e chegando com segurança ao consumidor. Temos informações dos Estados produtores de que a colheita está em um ritmo muito bom, tanto em volume quanto em qualidade, o que sinaliza uma boa performance para o ano cafeeiro”, declara Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé.

    Ano civil

    No período de janeiro a julho deste ano, as exportações de café atingiram 22,9 milhões de sacas. Neste caso, o volume exportado também representa o segundo recorde histórico de exportações brasileiras de café para o mundo no período.

    A receita cambial foi de US$ 3 bilhões, equivalente a R$ 14,7 bilhões, crescimento de 29% em reais em relação ao período anterior. Já o preço médio foi de US$ 128,9/saca, registrando crescimento de 3,2%.

    Entre as variedades embarcadas de janeiro a julho, o café arábica representou 78,4% do volume total exportado, equivalente a 18 milhões de sacas, enquanto que o café conilon (robusta) atingiu a participação de 11,2%, com o embarque de 2,6 milhões de sacas, e o solúvel representou 10,3%, com 2,4 milhões de sacas. Entre as variedades, as exportações de conilon se destacaram no período ao registrarem crescimento de 15% em relação a janeiro a julho de 2019.

    Principais destinos

    No ano civil  (jan-jul), os dez principais destinos de café brasileiro  foram: os Estados Unidos, que importaram 4,3 milhões de sacas de café (18,6% do total embarcado no período); a Alemanha, com 3,9 milhões de sacas importadas (17,1% da participação total no período); Itália, com 1,8 milhão de sacas (8,1%); Bélgica, com 1,7 milhão (7,2%); Japão, com 1,2 milhão de sacas (5,1%); Federação Russa, com 755,8 mil sacas (3,3%); Turquia, com 736,4 mil sacas (3,2%); Espanha, com 568 mil sacas (2,5%); México, com 537,4 mil sacas (2,3%) e Canadá, com 482,5 mil sacas (2,1%).

    Entre os principais destinos, o México e a Federação Russa registraram os maiores crescimentos no consumo de café brasileiro no ano civil, com aumento de 31,3% e 22,2%, respectivamente.

    Já entre os continentes e blocos econômicos destacam-se o crescimento de 21,1% nas exportações para os países da América do Sul; 49,8% para a África; 94,8% para a América Central; 24,5% para os países do BRICS; 15,6% para o Leste Europeu, além do aumento de 41,3% nos embarques para os países produtores de café.

    Diferenciados

    No ano civil, o Brasil exportou 3,8 milhões de sacas de cafés diferenciados (que são os cafés que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis). O volume, que foi o segundo maior embarcado para o período nos últimos cinco anos, corresponde a 16,6% do total de café exportado de janeiro a julho deste ano.

    A receita cambial gerada com a exportação de cafés diferenciados do Brasil foi de US$ 625,6 milhões, representando 21,1% do total gerado pelo Brasil em receita com as exportações no ano civil de 2020 até agora.

    Os principais destinos de cafés diferenciados foram: EUA, que importaram 660,7 mil sacas (17,3% do volume total do tipo de café embarcado no ano civil); Alemanha, com 551,2 mil sacas (14,4% de participação); Bélgica, com 486 mil sacas (12,7%); Japão, com 326 mil sacas (8,5%); Itália, com 271,6 mil sacas (7,1%); Espanha, com 176,4 mil sacas (4,6%); Reino Unido, com 140,7 mil sacas (3,7%); Suécia, com 127,6 mil sacas (3,3%); Canadá, com 112,5 mil sacas (2,9%) e Países Baixos, com 100,7 mil sacas (2,6%).

    Portos

    O Porto de Santos segue na liderança da maior parte das exportações no ano civil de 2020, com 79,9% do volume total exportado a partir dele (equivalente a 18,3 milhões de sacas). Em segundo lugar estão os portos do Rio de Janeiro, com 12,6% dos embarques (2,9 milhões de sacas).

    Fonte Notícias Agrócolas

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  • Crescimento: Cocatrel inaugura loja em Córrego do Ouro

    Crescimento: Cocatrel inaugura loja em Córrego do Ouro

    Fundada em 1961, portanto há 59 anos, a Cocatrel está em plena expansão, trazendo novidades que facilitam o acesso dos cooperados a vários serviços, tais como aos produtos disponibilizados nas Lojas da Cooperativa. Os produtores rurais do segmento agropecuário encontram nesses departamentos mais de 5 mil itens essenciais às atividades do dia a dia, à rotina do trabalho e da vida no campo e fora dele. Implementos, material para colheita, farmácia veterinária, produtos de uso pessoal, artigos de higiene, limpeza e vestuário formam um mix com preços acessíveis.

    Atualmente, as lojas Cocatrel estão localizadas em Três Pontas, Carmo da Cachoeira, Nepomuceno, Santana da Vargem, Coqueiral, Ilicínea, Guapé, Santo Antônio do Amparo e Córrego do Ouro. E foi justamente para este distrito de Campos Gerais que as atenções se voltaram na tarde do dia 28 de julho, quando a filial ganhou sede própria, inaugurada no Dia do Agricultor.

    Moderna e funcional, a nova Loja Cocatrel Córrego do Ouro segue um padrão que a cooperativa defende na prática: proporcionar mais conforto e eficiência no atendimento aos cooperados, sendo também um alicerce no desenvolvimento da localidade.

    Na inauguração, o presidente Marco Valério Araújo Brito destacou que os melhoramentos em estrutura no distrito acontecem gradativamente desde o ano passado, quando foram concluídas as obras do armazém. Marco Valério afirma que os cooperados do Córrego do Ouro e região entenderam o chamado da Cocatrel aderindo e sendo participativos nas ações e serviços a eles ofertados. “Os números são extremamente expressivos. Temos batido seguidos recordes de recebimento e Córrego do Ouro tem contribuído muito. Deixo aqui um agradecimento muito carinhoso aos produtores de Campos Gerais, de Córrego do Ouro e região pela qualidade e volumes expressivos de cafés entregues até aqui”.

    O presidente conta que a estratégia da Cooperativa é estar cada vez mais perto do cooperado para ouvi-los. “Assim é possível melhorar, evoluir buscando economia, qualidade e segurança para o produtor”.

    Dinamismo, investimento e novos projetos

    Para o diretor Comercial da Cocatrel, o engenheiro Civil Luiz Antônio Vinhas Oliveira, o dinamismo da Cooperativa está presente no projeto desenvolvido no Córrego do Ouro. Ele revela que o armazém foi construído em tempo recorde para atender à safra do ano passado e que foi firmado o compromisso de também a loja ser concluída para a safra em andamento: palavra cumprida. O investimento no complexo, revelou Luiz Antônio, foi de R$ 3,5 milhões. “Pretendemos erguer ainda uma bateria de silos para que os cafés aqui recebidos sejam classificados e expedidos diretamente”.

    A Loja Cocatrel em Córrego do Ouro está sob a gerência de Marcos Souza Santos, para quem o investimento é uma resposta da Cocatrel à parceria firmada com os produtores do distrito e região há três anos.

    O gerente revelou que a marca Cocatrel se fortalece na localidade. Prova é, citou, que até aquela data já haviam recebido 80 mil sacas de café, volume que corresponde ao dobro entregue pelos cooperados de Córrego do Ouro no decorrer de 2019.

    União de esforços

    No descerramento da placa, o presidente Marco Valério, o diretor Comercial Luiz Antônio e o diretor Técnico Industrial Francisco agradeceram a credibilidade dos cooperados, aos profissionais da Engenharia e aos colaboradores que atuaram na obra e que integram a equipe de Córrego do Ouro.

    “Esta é uma obra do tamanho e da importância que são Córrego do Ouro e região. Uma obra realizada com o objetivo de prestar serviços de excelente qualidade aos cooperados Cocatrel”, reafirmou o presidente.

    Fonte Cocatrel (Apud Sintonize Aqui)

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  • Expocafé 2020 começou hoje e vai até a próxima quinta-feira com painéis e estandes virtuais

    Expocafé 2020 começou hoje e vai até a próxima quinta-feira com painéis e estandes virtuais

    Começou hoje (14/7) um dos maiores eventos do agronegócio do café: a Expocafé. Nesta edição, o evento ocorrerá virtualmente e contará com painéis técnicos, webinar, dinâmicas de máquinas com oito estações institucionais e sete de empresas parceiras, dicas técnicas e lançamento de publicações sobre o tema café. A programação técnica vai até dia 16/7 e pode ser acompanhada pelo endereço expocafeoficial.com.br.

    Durante o evento, também ocorre a abertura de estandes virtuais para negociação de máquinas, equipamentos e insumos agrícolas. A plataforma ficará disponível para atendimento on-line de 14/7 a 14/8.

    A Expocafé é uma realização da Epamig e do Governo do Estado de Minas Gerais, com o apoio institucional da Prefeitura de Três Pontas, Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas (Cocatrel), Ufla, Emater-MG e Consórcio de Pesquisa Café.

    Para participar das palestras da Expocafé 2020 é necessário fazer inscrição. A boa notícia é que as inscrições são gratuitas. Acesse o site www.expocafeoficial.com.br e se inscreva.

    A programação técnica já está disponível! No dia 14 de julho acontece o painel “Avanços em cultivares de café”, com a participação de representantes da EPAMIG, da Fundação Procafé, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e do Instituto Agronômico do Paraná – IAPAR.

    As cafeiculturas orgânicas e agroecológicas serão temas do painel do dia 15 de julho. Dentre as palestrantes, estão as pesquisadoras da EPAMIG Madelaine Venzon, que falará sobre controle biológico de pragas, e Waldênia Melo Moura que apresentará o tema “Cultivares de café Arábica e Conilon para o cultivo orgânico”.

    Na quinta-feira, 16 de julho, vão ocorrer dois painéis sobre pós-colheita. Os focos serão a fermentação e explanações sobre secagem. Também no dia 16 ocorre o webinário “Mulheres no Café”, promovido pela Emater-MG.

    Toda a programação poderá ser acompanhada pelo site www.expocafeoficial.com.br, mesmo local dos estandes virtuais. O conteúdo das dinâmicas de máquinas será disponibilizado em parceria com a Rede Social do Café-Peabirus.

    Fonte: Emater / Epamig

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