Categoria: Colunistas

  • REFUGIADOS E SEUS DIREITOS NO TERRITÓRIO BRASILEIRO por Chalfun Advogados

    REFUGIADOS E SEUS DIREITOS NO TERRITÓRIO BRASILEIRO por Chalfun Advogados

    Através da Convenção das Nações Unidas juntamente ao Estatuto dos Refugiados tem-se que, as pessoas que recebem esta identificação são aquelas que se encontram fora de seu país de origem, forçadamente, por diversos motivos, tais quais, perseguição devido à sua raça e/ou gênero, opinião politica ou religião, mas também por guerras, calamidades, tragédias, catástrofes ambientais, etc.

    Encontrando-se em uma dessas situações, pode ser requerido o pedido de refúgio, que são deliberados pelo Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE), órgão conectado Ministério da Justiça e composto por representantes do Ministério da Justiça, do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério do Trabalho, do Ministério da Saúde, do Ministério da Educação, do Departamento de Polícia Federal e de organizações da sociedade civil dedicadas a atividades de assistência, integração local e proteção aos refugiados no Brasil.

    No Brasil, esta solicitação pode ser feita há qualquer momento, a contar da chegada do estrangeiro ao território nacional, precedida de comparecimento a uma Delegacia de Policia Federal ou autoridade migratória para solicitar, expressamente o refúgio, e com isso, adquirir a proteção do governo brasileiro.

    A Lei 9.474/97 é a primeira lei do nosso ordenamento jurídico a concretizar um Tratado de Direito Internacional dos Direitos Humanos. O que representa um marco na trajetória de comprometimento do Brasil com a temática dos refugiados. Esta lei concede direitos e deveres aos refugiados, diferentemente dos concedidos aos estrangeiros e trata da questão da entrada; do pedido de refúgio; das proibições ao rechaço, a deportação e a expulsão e ainda regula a questão da extradição dos refugiados.

    De acordo com o artigo 43 da Lei 9.474/97, deve se tornar menos rígido a necessidade de apresentação de documentos emitidos pelos países de origem do refugiado ou por suas representações diplomáticas e consulares, levando-se em consideração a situação desfavorável vivenciada pelos refugiados. Neste mesmo caminhar, e nos moldes da legislação, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) expede carteira provisória de modo a permitir que o refugiado possa exercer de atividade laborativa remunerada.

    Nos moldes da Lei 9.474/97, artigo 38, a condição de refugiado apenas cessará quando o refugiado voltar a “valer-se da proteção do país de que é nacional; recuperar voluntariamente a nacionalidade outrora perdida; adquirir nova nacionalidade e gozar da proteção do país cuja nacionalidade adquiriu; estabelecer-se novamente, de maneira voluntária, no país que abandonou ou fora do qual permaneceu por medo de ser perseguido; não puder mais continuar a recusar a proteção do país de que é nacional por terem deixado de existir as circunstâncias em consequência das quais foi reconhecido como refugiado; sendo apátrida, estiver em condições de voltar ao país no qual tinha sua residência habitual, uma vez que tenham deixado de existir as circunstâncias em consequência das quais foi reconhecido como refugiado.”

    Concluindo, a legislação internacional e nacional discorre amplamente sobre a possibilidade de se tornar um refugiado, quais as condições, os requisitos e possibilidades de cessar o direito, portanto, em casos em que houver a possibilidade de acolhimento de um ser humano que encontra-se em situações de riscos é dever não só nacional, mas também universal de proteção, resguardado por uma concisa legislação.

    Leonardo Fernandes,

    estagiário da banca Chalfun Advogados Associados

    e-mail: [email protected]. 

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  • DORMIR COM ELA por Nilson Lattari

    DORMIR COM ELA por Nilson Lattari

    Não consigo passar a noite sem ela, eu juro, ao dizer isso. Quando a escuridão da noite se aproxima eu penso na próxima etapa, e ainda com os olhos arregalados eu olho através do negror da cortina que desaba no quarto, e tento enxergar, descobrir, como ela virá vestida.

    Temos uma senha, ou algo assim. Primeiro fecho os olhos e imagino um lugar qualquer, desses que ficaram perdidos no tempo passado, e resolvo dar um rumo, um novo roteiro na minha vida que seria no futuro.

    Amante qual seria? A profissão, qual eu teria? E o que resolveria estudar, tentando uma outra formação, outra informação, dessas que já temos no futuro, e a transportamos para o passado de então.

    Pronto. A cama já está feita e ela, bem ao meu lado, se deita. Começamos então a colocar pedra sobre pedra, elaborando caminhos, e… Ah! É claro! Os diálogos são perfeitos e encadeados, e o ouvido, enfim, ouve aquilo que deixou de ser dito, na hora devida, o sim e o não, sob o devido controle, colocam as coisas no devido eixo, e assim vai seguindo o mundo, em um caminho paralelo, sem desleixo.

    Algo é murmurado, e claro, refazemos todo o trajeto, começamos do jeito que se quer, para que toda a caminhada chegue ao rumo certo. Aquele elogio que deveria ter sido dito, na mesma hora ganha vida, o beijo que ficou preso se expande e ganha ares de amante, ele é quente, mais amadurecido, mais prensado, nenhuma daquelas bobagens que foram ditas, na forma e na hora errada, Deus me livre, são logo abandonadas e fica aquele dito por não dito.

    Realmente, somente com ela ao lado, a felicidade existe. O mundo? Ah! O mundo é bem diferente, para os outros é claro, que não fazem parte daquele círculo! Mas para os próximos, não, não, tudo fica diferente, harmonioso, e os momentos tristes são devidamente evitados.

    As maravilhas correm a mil. Nos abraçamos e ficamos ali juntinhos, pensando, no murmurinho das vozes, a dizer coisas doces um para o outro. Que mundo, então, passa a existir, o sono chega, e quem sabe nos sonhos eles, aqueles momentos, não continuarão!

    Antes que o dia ilumine pela janela, e ainda torcendo que se anuncie o som do rouxinol e não da cotovia, os olhos, ainda adormecidos, aos ouvidos chegando outros sons, tentam perdurar mais um pouco a pouca escuridão. Ela vai se embora, saindo de mansinho, abandonando o nosso ninho, essa louca imaginação.

    E vem depois aquele desânimo, que desencadeia por dentro de nós, uma realidade crua e iluminada, deixando na mente bem marcada, se perguntando, como uma cicatriz: Meu Deus, por que não foi assim que eu fiz?

     Nilson Lattari

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  • COMENTANDO: “FACA NA FARRA” por Roger Campos

    COMENTANDO: “FACA NA FARRA” por Roger Campos

    DE MARX À DILMA, PASSANDO POR LULA E ZÉ DE ABREU (DO MARXISMO AO LULISMO)

    (O texto é longo, aprofundado, exige tempo, paciência e discernimento. Não se recomenda contra-argumentação sem a leitura integral)

    Até onde vai a hipocrisia e a ignorância de muitos, ditos, seres racionais? Especialistas em sociologia, numa visão macro, bem como estudiosos do comportamento humano, como psicólogos, afirmam estar cada vez mais explícita a falta de conexão entre o que se fala é o que se pratica. Ou seja, a hipocrisia vem tomando proporções assustadoras, principalmente quando o assunto é ideologia político-partidária.

    Vamos elencar alguns fatos que evidenciam o caos no comportamento daqueles que gritam, dão até chiliques, mas que se mostram rasos em seus argumentos.

    O Brasil viveu quase duas décadas de governos de esquerda. Inegavelmente trouxeram alguns avanços, mas a um custo gravíssimo, onde a máquina brasileira foi sucateada, onde as promessas, os discursos de paz, liberdade e crescimento sucumbiram diante de uma corrupção sistêmica, nunca antes vista. A farra daqueles que mandaram e desmandaram no Brasil, sob a alegação de “tirar todos da pobreza” levou o país à bancarrota.

    Será que realmente “tiraram os “pobres da pobreza”?

    Economia em crise no governo do PT

    “Uma das principais alegações dos defensores do período em que o Partido dos Trabalhadores esteve na presidência do Brasil é a de que, graças às suas políticas, milhões de brasileiros saíram da pobreza. Sim, é preciso reconhecer: o Brasil apresentou avanços no combate à desigualdade social e na redução da pobreza. Mas uma nova pesquisa mostra que a redução obtida nos anos entre 1994 e 2015 — de 59,8 para 51,3 — ficou aquém da redução média global e da redução média nos países em desenvolvimento no mesmo período. Outro problema é a desigualdade, que continua sendo extremamente alta. O país tem o terceiro pior índice de Gini do mundo, 51,3. “ (Fonte Gazeta do Povo – https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/a-pobreza-no-brasil-nao-diminuiu-gracas-ao-pt-e-sim-por-causa-da-economia-mundial-6tknqfoe1m5kkey59q55oettx/)

    Já a Revista Veja, pertencente ao grupo Globo, declarada inimiga do atual governo (Bolsonaro quer passar a faca nos privilégios da emissora), através do colunista Reinaldo Azevedo, escreveu em 10 de fevereiro de 2017: “Os números encaminhados pelo governo ao Congresso são a confissão de um insucesso. Não há desculpa para Dilma. Ela está no oitavo mês de seu segundo mandato. Não herdou o governo de um partido hoje da oposição, que pudesse ser demonizado. Não é a sucessora infausta de sua própria legenda, tadinha!, obrigada a corrigir bobagens feitas por um antecessor aliado. Nada disso! Os números da economia representam a herança de Dilma para… Dilma.

    Fosse uma questão privada, ela que se virasse. Se o Brasil fosse um brinquedinho, ela que reclamasse com o fabricante a compra de um objeto bichado. Mas não é assim: Dilma é, em grande parte, a arquiteta e a criadora do desastre. Nesses oito meses de governo, nada aconteceu de excepcional, fora da curva, de inesperado, que justifique o desastre.

    Tudo o que está aí, cobrando o seu preço.

    O PT confessa a falência de seu modelo e de sua política. Está morto. Agora falta enterrar o cadáver que, invertendo o que escreveu o poeta, nem mais procria.” (https://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/o-pt-quebrou-o-pais-agora-e-oficial/)

    Uma reportagem especial do G1 (Grupo Globo), analisando a Era PT no Planalto, publicada em 31 de agosto de 2016 revelou: “Desde a posse de Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2003, o Brasil governado pelo PT viveu anos de crescimento econômico com criação de emprego, ampliação de programas sociais e redução da pobreza. Passou por dois grandes escândalos de corrupção envolvendo a alta direção do partido: o mensalão, em 2005, e a Lava Jato, deflagrada em 2014. Com o impeachment de Dilma, o partido deixa o poder e uma herança de recessão, inflação acima da meta, rombo nas contas públicas e redução de programas sociais. O impeachment interrompe o mais longo período de poder de um partido eleito democraticamente no Brasil: 13 anos e 132 dias.”

    Corrupção no Governo do PT

    Sobre a cachoeira de corrupção petista, enquanto estava no poder, Época, O Globo e outros tantos veículos, como o Jornal Opção publicaram: “Governo do PT pode ter usado 500 bilhões do BNDES pra bancar campeões nacionais e países aliados.

    O procurador da República Helio Telho disse ao Jornal Opção, antes que se falasse em CPI, que um escândalo de grandes dimensões atingiria o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A “Época”, do Grupo Globo, nas duas últimas edições, tem publicado farto material sugerindo que há uma espécie de “caixa preta” no banco de fomento do governo federal, que deverá ser investigada por CPI proposta pelo senador Ronaldo Caiado e já está sendo investigada pelo Tribunal de Contas da União e pelo Ministério Público Federal. Segundo dados obtidos pela revista, “entre 2008 e 2014, o governo injetou no BNDES, hoje responsável por cerca de 20% de todo o crédito do país, quase R$ 500 bilhões”.” (https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/imprensa/governo-do-pt-pode-ter-usado-500-bilhoes-do-bndes-pra-bancar-campeoes-nacionais-e-paises-aliados-35336/)

    O renomado e imparcial portal JusBrasil publicou em 2015: “Reportagem de TV portuguesa expõe Lula envolvido em esquema internacional de corrupção e propinas.

    Uma reportagem da TV portuguesa “TVI 24” expõe que Lula estaria sendo investigado por autoridades de Portugal em razão de um suposto suborno de 2 milhões de euros que teria sido pago por Miguel Horta e Costa, então presidente da Portugal Telecom, para financiar o PT (Partido dos Trabalhadores)”.

    (https://folhapolitica.jusbrasil.com.br/noticias/160644013/reportagem-de-tv-portuguesa-expoe-lula-envolvido-em-esquema-internacional-de-corrupcao-e-propinas-veja)

    Em outra publicação da oposicionista ao governo Bolsonaro, Veja, datada de 05 de maio de 2018, escrita por Noblat, fica claro a roubalheira que aportou no Brasil com o PT: “A corrupção revolucionária do PT.

    A militância petista, não mais podendo ocultar a conduta criminosa e predadora do partido, em quatro governos sucessivos, busca diluí-la no quadro geral da corrupção histórica do país. O PT teria feito apenas o que todos fizeram, não merecendo o destaque que lhe é dado, de recordista mundial na categoria.

    O destaque, no entanto, é indiscutível – e mede-se em números. Corrupção, de fato, sempre houve em toda parte, mas a do PT atingiu níveis tais que quebrou as finanças do país.”

    (https://veja.abril.com.br/blog/noblat/a-corrupcao-revolucionaria-do-pt/)

    Se ainda parece pouco, outras notícias mostram o tamanho da “safadeza petista” no comando do Brasil. Clique nos links abaixo:

    EL PAIS

    https://brasil.elpais.com/brasil/2018/11/23/internacional/1543009671_306516.html

    O GLOBO

    https://oglobo.globo.com/brasil/13-escandalos-do-pt-no-poder-18803710

    SUPER INTERESSANTE

    https://super.abril.com.br/mundo-estranho/os-maiores-escandalos-de-corrupcao-do-brasil/

    ISTOÉ

    https://istoe.com.br/palocci-afunda-o-pt/

    R7 

    https://noticias.r7.com/brasil/governo-do-pt-se-resume-em-4880-dias-de-escandalos-e-corrupcao-que-somam-mais-de-r-47-bilhoes-13052016

    Cortes na Educação e na Saúde no governo do PT

    A Revista Veja publicou em 21 de fevereiro de 2017:

    “Governo Lula corta R$ 1,28 bilhão da Educação.

    Renata Veríssimo e Edna Simão, no Estadão: O governo definiu ontem os ministérios e os órgãos da União que terão uma nova redução de orçamento este ano, como parte do corte de gastos anunciado recentemente pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. O Ministério da Educação foi o mais afetado e terá R$ 1,28 bilhão.”

    (https://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/governo-lula-corta-r-1-28-bilhao-da-educacao/)

    Em 8 de setembro de 2008, O Globo publicou: “Governo Lula deixou de gastar mais de R$ 20 bilhões em Educação.

    A partir da descoberta de reservas gigantescas de petróleo abaixo da camada de sal, na Bacia de Santos, o presidente Luís Inácio Lula da Silva tem prometido mais recursos para a Educação pública. A promessa, no entanto, é vista com descrença por educadores, que não enxergam vontade política no Executivo para investir no setor. Amparado por um instrumento legal, o governo Lula já deixou de aplicar R$ 20,144 bilhões, que, por determinação constitucional, deveriam ter sido destinados à Educação de 2003 a 2007. O valor equivale a mais da metade do orçamento do Ministério da Educação para 2008, de R$ 38,409 bilhões, e seria suficiente para manter mais de 2 milhões de crianças matriculadas no Ensino Médio, considerando o gasto anual de R$ 1.004 por estudante, segundo dados de 2005 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).”

    (https://oglobo.globo.com/economia/governo-lula-deixou-de-gastar-mais-de-20-bilhoes-em-educacao-3832809)

    Em 18 de outubro de 2010 O Globo destacou: “Governo corta verbas de sete programas sociais.”

    (https://oglobo.globo.com/brasil/governo-corta-verbas-de-sete-programas-sociais-17807046)

    O jornal Estado de Minas publicou em 30 de março de 2016: “Governo corta mais de R$ 6 bilhões na Educação e na Saúde.

    Em termos nominais, o Ministério da Educação deu a maior contribuição para o corte e teve seu orçamento reduzido em R$ 4,277 bilhões (12%). Em seguida veio a Defesa, com contingenciamento de R$ 2,827 bilhões (17%) e a Saúde, de R$ 2,373 bilhões (2,62%).”

    (https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2016/03/30/interna_politica,748686/decreto-divide-corte-de-r-21-2-bilhoes-entre-ministerios.shtml)

    Liberdade de Expressão e o PT

    Sobre o cerceamento do direito de liberdade de expressão, do apoio do governo à imprensa, até o mais tendencioso dos veículos de comunicação hoje em dia no país, o jornal Folha de São Paulo, publicou em 2 de novembro de 2018: “Antes de Bolsonaro, PT também buscou intimidar imprensa com corte de verba.

    Noticiou-se, em março de 2015, que o presidente nacional do PT, Rui Falcão, defendeu os cortes de publicidade nos veículos de comunicação que, na visão dele, apoiaram e convocaram manifestações contra a presidente Dilma Rousseff.”

    (https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/11/antes-de-bolsonaro-pt-tambem-buscou-intimidar-imprensa-com-corte-de-verba.shtml)

    O ciclo chegou ao fim diante de um povo cansado de maracutaias, desvios, corrupção frenética. Veio a direita. Como diz uma especialista em política e sociologia de uma universidade de Varginha, “agora chegou a vez do outro lado atuar e a esquerda precisa, de uma vez por todas, entender que a eleição acabou.”

    O problema é que muitos simpatizantes da esquerda, de Lula, do PSOL, que gritavam na corrida eleitoral pelo direito de liberdade de expressão, que condenavam a ditadura e a opressão, agora não conseguem respeitar quem pensa diferente. Por qualquer razão atacam feito cão raivoso. Muitos não conseguem manter o alto nível do diálogo, aquele que tanto diziam defender.

    Aí chegam até as vias de fato, palavras de baixo calão, etc. O mais comum é ouvir dos defensores de Lula e/ou da esquerda os termos “Bolsominion” ou “Bozo”. Eu particularmente desde criança fui fã incondicional e cresci de forma lúdica com o palhaço Bozo. Maravilhoso! Assim como são os Minions, personagens inocentes, doces, engraçados. O curioso é que a esquerda acha que usar esses termos é uma ofensa de morte. Na verdade eu ficaria ofendido se fosse associado aos Irmãos Metralha, Al Capone, Che Guevara, por exemplo.

    Um leitor, desses “alienados radicais que não aceitam opiniões contrárias”, me chamou de “jornalista lambedor de botas de Bolsonaro”. Graças a Deus ele não pode me chamar de “lambe botas do PT”, de “Esquerdopata”, de “cúmplice ou apoiador dos roubos do PT”, de “Seguidor de Lula”.

    Não tenho Bolsonaro como um deus, assim como eles tratam Lula. Votei em Bolsonaro pela necessidade de mudança. Longe de acha-lo o salvador. A alternância do poder é vital. Não concordo com dinastias, com ditaduras como a de Cuba e da Venezuela (que o PT apoia).

    A ex-dama de ferro da Inglaterra, Margareth Thatcher disse que “é fácil ser socialista enquanto há como se bancar com o dinheiro dos outros”. Ou seja, muitos filhos “moderninhos” e que se autodenominam “socialistas” se esquecem que são bancados na grande maioria das vezes pelos pais com ideologias contrárias, considerados até conservadores, retrógrados.

    É como o ex-presidente do Uruguai, o simpático José Mojica, que pregava o socialismo, mas quando podia, ia gastar, em dólares “norte-americanos”, nas lojas de grife como a Channel. Champanhe francês, caviar, etc…

    O desespero é tão grande, por não aceitar a derrota, por parte da esquerda, que até o deprimente ator José Dirceu se autoproclamou presidente, apoiado pelas “viúvas de Lula”. O global se diz socialista. Mas mora em Paris, ama roupas de marca e vive postando fotos comendo caviar, lagosta, camarão e vinhos caríssimos. Faz todo sentido, né não?

    No mundo ainda há cerca de 50 ditaduras. Governantes que em sua maioria são socialistas ou comunistas. E nesses locais os índices de desigualdade social e de pobreza extrema são elevados.

    Como o socialismo levou o venezuelano à miséria e à fome.

    Venezuelano perdeu 8,7 quilos no último ano. Três refeições virou luxo. O número: 72,7% da população do país emagreceu no último ano. “

    A Venezuela vive hoje uma grande depressão econômica, em proporções jamais registradas em sua história. O PIB do país tem caído sucessivamente desde 2014 e a inflação cresce a ponto de jogar grande parte da população na indigência.”

    Fonte: Gazeta do Povo

    (https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/venezuelano-perdeu-87-quilos-no-ultimo-ano-tres-refeicoes-virou-luxo-cugioe7q1ab6341us3rjg3opn/)

    Querem defender o indefensável. Até quando o assunto é Lula, o “deus petista”, muitos, sem argumentos plausíveis chegam ao ponto de dizer que “apesar dele ter roubado, ele ajudou milhões de pobres”. Levou pra onde? O nordeste, terra dele, continua esquecido, falido. O desemprego atingiu índices alarmantes. Conseguiram quase quebrar um grande símbolo do Brasil: A Petrobrás. Muitos empresários foram à lona. E muitos esquerdistas se esquecem que sem patrão não há empresa e sem empresa não há trabalho. Empresário não é inimigo, nem vilão. É tão importante quanto cada trabalhador na luta diária pela sobrevivência e pelo desenvolvimento econômico do país.

    Durante quase 20 anos viram o PT transformar o Brasil na “casa da mãe Joana”. E onde eles estavam que não gritavam como agora? Não se mostravam os donos da verdade suprema? Estavam quietos! Sabe por quê? Porque uns eram iludidos e outros beneficiados.

    Mas não sou ingênuo de achar que agora temos um mito em Brasília. Muito longe disso. Aliás, o termo “mito” não cabe em Bolsonaro, é desproporcional à sua capacidade política. Acho até que erros já foram cometidos nesse pouco tempo de governo. Tem sim que explicar o “Caso Queiroz”, tem que explicar alguns desmandos. Mas exigir que se coloque o “Transatlântico Brasil” em águas calmas, num mar de tranquilidade, em 100 dias, depois de quase 20 anos de maremoto, de mar de lama vermelha, é ser inocente ou mal intencionado na forma de analisar.

    Não ponho a mão no fogo por nenhum político. Mas uma grande e inegável vantagem da direita é não “endeusar” político condenado por corrupção. Todo criminoso deve ser preso e no cenário político isso deve incluir muitos caciques de direita, como Aécio Neves, Geraldo Alckmin, entre outros. Seja de que lado for, de que banda represente, se roubou é cadeia nele!

    A Polêmica do Corte de Verba nas Universidades Federais

    Agora a polêmica é o corte de verba para as universidades federais anunciado pelo Governo Bolsonaro. A alegação do presidente é o desvio de recursos, a falta de comprovação com os gastos e a aplicação no ensino básico. Aí muitos esquerdistas, aqueles que ainda não aceitaram a derrota nas urnas, preferem dizer que a direita quer acabar com a Educação. Tem que ser muito tapado ou tendencioso pra pensar isso. Raso, ridículo. O que se quer na verdade é que a mamata acabe, que se saiba pra onde vai cada centavo.

    Uma reportagem atual (4 de maio de 2019) da revista Época (que é de oposição) revela a intenção real do Governo: “Bolsonaro: dinheiro retirado de universidades será investido na base.

    O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (2) que o dinheiro retirado das universidades federais será investido na educação básica. Ele disse que a educação no Brasil é como uma casa com um “excelente telhado e paredes podres”. Na última terça-feira (30), o Ministério da Educação (MEC) anunciou um corte de 30% do orçamento das universidades federais.

    “A gente não vai cortar recurso por cortar. A ideia é investir na educação básica. Ouso dizer até que um número considerável não sabe sequer a tabuada. Sete vezes oito? Não vai saber responder. Então pretendemos investir na base. Não adianta ter um excelente telhado na casa se as paredes estão podres. É o que acontece atualmente”, disse Bolsonaro em entrevista ao SBT.

    A informação do corte orçamentário foi dada à TV Globo pelo Secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Barbosa de Lima Júnior. O corte, inicialmente, seria restrito a três universidades, Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade Federal da Bahia (UFBA). Em seguida, foi ampliado a todas as instituições federais do país.”

    (https://exame.abril.com.br/brasil/bolsonaro-dinheiro-retirado-de-universidades-sera-investido-na-base/)

    Um trecho da reportagem do renomado site InfoNews mostra a preocupação do presidente com possíveis desvios de recursos, dinheiro mal aplicado e valores que precisam ter sua utilização comprovada: “Bolsonaro anuncia “Lava Jato da Educação” e derruba ações do setor: o que esperar agora?”

    (https://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/7933650/bolsonaro-anuncia-lava-jato-da-educacao-e-derruba-acoes-do-setor-o-que-esperar-agora)

    Eu, como contribuinte, quero sim saber pra onde vai o dinheiro que todos nós pagamos em impostos. É nosso dinheiro. Até hoje ninguém conseguiu fazer brotar dinheiro em árvore.

    A questão não é acabar com nenhuma universidade. Seria um tiro no pé, ou melhor, contra a própria cabeça, para quem quer se manter no poder por, pelo menos, 8 anos e afastar de vez o PT do Planalto. Bolsonaro sabe que só permanecerá se fizer um bom trabalho. E isso passa fundamentalmente pela Saúde, Educação e geração e emprego e renda.  É colocar ordem na casa. Aplicar os recursos com correção para que sobre, por exemplo, para a Saúde. A propósito, o que Lula e Dilma fizeram pela saúde dos brasileiros? Eles, quando precisaram, desfrutaram do Sirio Libanês. E o povo?

    Eu ainda estou à espera de argumentos convincentes, reais, estatísticos, que possam dar crédito ao socialismo e o comunismo de Marx.

    …por falar em Marx

    O segredo para se entender o intrincado e maciço sistema de pensamento criado por Karl Marx (1818-83) é, no fundo, bem simples: Karl Marx era um comunista.  Sim, uma declaração aparentemente banal e estereotipada quando comparada à miríade de conceitos — repletos de jargões — filosóficos, econômicos, históricos e culturais presentes no marxismo.  No entanto, a devoção de Marx ao comunismo era o ponto crucial de sua teoria, muito mais fundamental e dominante do que a dialética, a luta de classes, a teoria da mais-valia e todo o resto.  O comunismo era o objetivo, o grande fim, o desiderato, a meta suprema que iria fazer com que todo o sofrimento da humanidade ao longo da história houvesse valido a pena.

    A história da humanidade é a história do sofrimento, da luta de classes, da exploração do homem pelo homem.

    No entanto, dentre todas as visões do comunismo já apresentadas, certas características são claramente iguais: a propriedade privada é eliminada, o individualismo é abolido, a individualidade é proibida, todas as propriedades passam a ser controladas de forma coletiva, e todas as unidades individuais do novo organismo coletivo são, de uma vaga maneira, iguais umas às outras.

    O marxismo autêntico sempre odiou e sempre odiará o cristianismo autêntico. Se não puder pervertê-lo, então terá que matá-lo. Sempre foi assim e sempre será assim.

    As pessoas se iludem quando pensam no marxismo como doutrina econômica ou política. Economia e política são meros pontos. Marx não acreditava ter apenas as resposta para os problemas econômicos. Acreditava ter todas as respostas para todos os problemas.

    Marxismo na verdade é uma crença, uma visão de mundo, uma fé. O socialismo nada mais é do que a aplicação dessa fé por um governo totalitário. O comunismo, por sua vez, é apenas a escatologia marxista, o suposto mundo paradisíaco que brotaria de suas profecias.

    Os ataques aos valores cristãos em nosso país não são fruto de um acidente de percurso. É apenas o velho ódio marxista ao cristianismo, manifestando-se no terreno das ideias e das discussões, e avançando no terreno da legislação e do discurso. O próximo passo pode ser a violência física simples e pura. Os métodos podem ter mudado, mas sua natureza é a mesma e, portanto, as consequências serão as mesmas.

    Se nós, cristãos, não fizermos nada, a história se repetirá, pois como alguém já disse, quem não conhece a história tende a repeti-la. E parece que mesmo quem a conhece tende a repeti-la quando foi sendo anestesiado pouco a pouco pelo monóxido de carbono marxista.

    Pra Encerrar

    Hoje, muitos estudantes que gritam em defesa das universidades, a transformaram num picadeiro de exploração e disseminação de conceitos esquerdistas, socialistas e comunistas.

    Apoiam, acham lindo, espetáculos deprimentes como do “Homem Nu” diante de crianças e a “doente” performance do Coletivo Macaquinhos que aborda a “Exploração do Ânus” humano.

    Muitos professores se mostram de esquerda. Defendem ideologias totalmente fora do contexto acadêmico nas salas de aula. Eu mesmo já presenciei professores atacando verbalmente os eleitores de Bolsonaro: “Quem vota em Bolsonaro é imbecil”, disse um deles em Varginha.

    Os mesmos que ajudaram a levar Lula e Dilma ao poder no Brasil e Pimentel ao governo de Minas, pouco tempo depois, foram às ruas protestar contra o descaso com a Educação, falta de pagamento de seus salários, cortes, etc…

    Bolsonaro está mexendo em muitas feridas, ameaçando o monopólio do castelo financeiro das organizações Globo, cutucando muitas onças com vara curta. Tentando fazer o que nenhum outro quis fazer no passado. Comprou muita briga, inclusive com a classe artística e isso é fácil de se entender, afinal está secando o chafariz dos patrocínios vergonhosos da Lei Rouanet, que financiava artistas consagrados, ricos, milionários, inclusive espetáculos imorais. A Lei Rouanet tem que apoiar quem está começando, projetos sociais das periferias, incentivar a cultura nos cantos esquecidos de todas as cidades. Os famosos que se mantenham do próprio suor, como faz qualquer trabalhador brasileiro.

    Esse artigo especial, aprofundado, não tem a intenção de agredir ou polemizar. Apenas colocar alguns “pingos nos is”. “Esfaquear a mentira e a falta de informação”.

    Portanto, senhoras e senhores, o que se deve cortar, o que certamente o governo quer e precisa, é a roubalheira, os desvios, a mamata, o privilégio de alguns em detrimento da crise de milhões. Todos sabemos que é preciso “colocar ordem na casa”. Fechar a torneira dos gastos desnecessários. Passar a faca na corrupção. “Dar uma facada certeira na imoralidade”. Diferente daquela facada mal explicada, desferida em 6 de setembro de 2018, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, por Adélio Bispo de Oliveira a mando da oposição, apoiada e aplaudida por muitos da esquerda.

    Alguém explica?

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • DIA DO TRABALHO: Todos vão trabalhar

    DIA DO TRABALHO: Todos vão trabalhar

    No espreguiçar do amanhecer,
    A aurora abraça o sol,
    Acordando homens e mulheres,
    Para os exercícios no arrebol.

    Todos correm para os campos da vida,
    Na diversidade de suas diferenças.
    Com mão no arado, pisam forte
    Exultando suas crenças.
    Valentes,
    Erguem em seus braços,
    Bandeiras ferramentas,
    No quilate responsabilidade
    No uso a função que alenta.

    Seja caneta, bisturi,
    enxada ou mesmo um liberal,
    Não importa o instrumento,
    Todos trabalham igual.

    Dignificando o tempo,
    Marcham ao encontro do promissor,
    Prosperidade para o amanhã,
    Recompensa do labor.
    Abençoadas são as mãos do trabalhador.

    Jair Martins

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  • A HISTÓRIA DE UM ATEU por Nilson Lattari

    A HISTÓRIA DE UM ATEU por Nilson Lattari

    Era um ateu, assim considerado porque não via nenhuma espécie de conserto em alguma coisa. Coisas como fraternidade universal, bem estar da comunidade ou mesmo amor ao próximo. Dizia essas coisas aos quatro ventos. Muitas vezes saía dali e vinha pela madrugada levando cobertores para os moradores de rua, que ficavam à mercê do frio. Ele distribuía os cobertores ou mesmo fazia serviços colaborando com uma sopa, enquanto praguejava dentro de si mesmo, se afastando até mesmo quando algum grupo se juntava para rezar. Ele se afastava, e saía pelas ruas se compadecendo de algum cão que perambulava pelas ruas, ficando na eterna dúvida se deveria levar somente mais aquele para sua casa, e vê-lo se reunir a outros que o aguardavam cheios de mimos, latidos e agrados.

    Festejava, quando lhe diziam, que o seu comportamento de ofender a Deus o levaria ao Inferno, e ele respondia que ainda bem que não se misturaria com quem não concordava. E não via nenhum problema em blasfemar, até porque não blasfemava, porque até mesmo se fizesse isso aceitaria a existência de Deus. Logo não perderia tempo com isto.

    As lágrimas corriam de seus olhos, silenciosamente, quando via negros e pobres, crianças serem afugentadas por seguranças e policiais dos locais mais nobres, e quando se sentiu mal, resolveu morar perto deles, para que de alguma maneira pudesse ajudá-los. E não aceitava um agradecimento em nome Dele. Achava absurdo, porque ele o fazia porque queria, movido por alguma coisa que desconhecia.

    Retribuía dizendo que se Deus existisse não teria permitido as injustiças no mundo. E que as ações de cada um é que poderiam mudar o mundo, e fazia todas elas dando o exemplo de como seria possível.

    Se dizia infeliz consigo mesmo, quando olhava no espelho, apesar de, escondido, um sorriso chegar à sua boca, vendo que uma ação que fizera antes com alguém, com algum animal havia surtido algum efeito benéfico. Era o seu momento de alegria, se sentia o melhor dos homens, mesmo que quando olhasse para os lados não houvesse ninguém para festejá-lo. Para os outros era apenas um ateu incorrigível, mas, para ele, e somente para ele, era o melhor de si que poderia fazer. E enquanto as lamentações de outros era não ter conseguido algum bem material, para ele a lamentação era não ser possível fazer mais.

    Outras vezes conseguia algum benefício para alguém, e atribuía à sorte ou ao destino, afinal de algum jeito a vida tenderia a mudar. Era alguma coisa inexplicável, como se viesse do nada. A sua explicação era de que o mundo era como é, sem nada

    a acrescentar e nada que se pudesse fazer para alterá-lo. Simplesmente, ninguém poderia fazer a diferença.

    Ninguém acreditava nas suas boas ações, diziam que quem não acreditava em Deus, com certeza, nenhuma boa intenção poderia existir.

    E ele seguia seguindo seus próprios passos e o que o seu coração mandava, ações, para ele, era o que importava, e em Deus, simplesmente, não acreditava. Mesmo que Deus continuasse a procurá-lo, porque acreditava nele.

     

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  • A VIDA COM ALVOS por JUAREZ ALVARENGA

    A VIDA COM ALVOS por JUAREZ ALVARENGA

           Nosso repertório vivencial é extremamente repetitivo. O que acontece é que a monotonia emplaca em nossa rotina. Por isto temos que ser cientista vivencial para construir um cotidiano interessante.

            Resumir o cotidiano em trabalhar, comer e dormir é muito pouco para a grandeza humana. Tem que haver pelo menos um gol de Neymar ou um verso de Fernando Pessoa para entreter ou enfeitiçar nossa existência. Sei que a vida não se resume num Mineirão cheio, é também o Mineirão cheio. E quem está lá deve assim pensar, pois temos uma realidade que bifurca em duas realidades: uma leve e uma ruim. Impregnar na realidade ruim é como construir um canal que nos leva ao inferno psicológico. Libertar desta realidade e pousar na realidade leve é ter acesso à chave da felicidade quase eterna.

            Ser feliz dentro do cotidiano é necessário suplantar a monotonia e encaixar no dia a dia continuidade de facetas de sonhos que concretiza lentamente dando vida no quase parasitismo cotidiano.

            Colorir a parede encardida da rotina é para nós pintor da existência tarefa primordial ao levantar da cama para o campo de guerra. Não devemos ser mutilados de motivação, devemos sim traçar planos e inserir ações para suas concretizações.

            Nosso dia a dia deve sempre ser um ponto de partida se tornar um ponto de chegada seremos metralhados inteiramente pela desmotivação, imobilizado para dar seqüência a uma vida fortificante e brilhante.

            Se você foi captado pela mediocridade cotidiana e está aprisionado ao um abismo profundo e escuro lembre que só sairá deste lugar olhando a vida com leveza, pois só chegamos às alturas voando e só voamos se nossa alma tem a leveza dos pássaros e força dos leões para agarrar a felicidade com firmeza dentro da monotonia cotidiana.

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    JUAREZ ALVARENGA

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  • MEDIOCRIDADE COTIDIANA por Juarez Alvarenga    

    MEDIOCRIDADE COTIDIANA por Juarez Alvarenga    

           Nosso repertório vivencial é extremamente repetitivo. O que acontece é que a monotonia emplaca em nossa rotina. Por isto temos que ser cientista vivencial para construir um cotidiano interessante.

            Resumir o cotidiano em trabalhar, comer e dormir é muito pouco para a grandeza humana. Tem que haver pelo menos um gol de Neymar ou um verso de Fernando Pessoa para entreter ou enfeitiçar nossa existência. Sei que a vida não se resume num Mineirão cheio, é também o Mineirão cheio. E quem está lá deve assim pensar, pois temos uma realidade que bifurca em duas realidades: uma leve e uma ruim. Impregnar na realidade ruim é como construir um canal que nos leva ao inferno psicológico. Libertar desta realidade e pousar na realidade leve é ter acesso à chave da felicidade quase eterna.

            Ser feliz dentro do cotidiano é necessário suplantar a monotonia e encaixar no dia a dia continuidade de facetas de sonhos que concretiza lentamente dando vida no quase parasitismo cotidiano.

            Colorir a parede encardida da rotina é para nós pintor da existência tarefa primordial ao levantar da cama para o campo de guerra. Não devemos ser mutilados de motivação, devemos sim traçar planos e inserir ações para suas concretizações.

            Nosso dia a dia deve sempre ser um ponto de partida se tornar um ponto de chegada seremos metralhados inteiramente pela desmotivação, imobilizado para dar seqüência a uma vida fortificante e brilhante.

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  • O CASO DA MILIONÁRIA BETINA A LUZ DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR: PROPAGANDA ENGANOSA OU NÃO?

    O CASO DA MILIONÁRIA BETINA A LUZ DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR: PROPAGANDA ENGANOSA OU NÃO?

    CIDADÃO ENTENDA O SEU DIREITO!    

    Está bombando nas redes sociais uma publicidade feita pela empresa de investimentos Empiricus Research. Nela uma moça se apresenta e diz: “Oi. Meu nome é Bettina, eu tenho 22 anos e 1 milhão e 42 mil reais de patrimônio acumulado”.

    E ela diz mais: “Eu comprei ações na bolsa de valores”. Depois complementa falando de sua trajetória no mundo das finanças, que começou com R$ 1.520,00 e chegou ao patrimônio atual após apenas três anos. E, claro, pede que o consumidor a acompanhe para fazer investimentos na empresa de consultoria.

    A jovem do vídeo é Bettina Rudolph, que trabalha na equipe da consultoria de investimentos. E, segundo se lê na internet, o CEO da empresa disse que a história que ela relata no vídeo é real.

    Nas redes sociais percebe-se que muitas pessoas não acreditaram no anúncio publicitário e passaram a fazer comentários jocosos e agressivos contra a protagonista.

    Não entrarei na discussão dos comentários das pessoas, mas faço questão de colocar o que me chamou a atenção: o da existência ou não de publicidade enganosa no caso. A matéria, como se sabe, é regulada pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC). A publicidade enganosa é tratada nos §§ 1º e 3º do art. 37.

    Ampla garantia

    O CDC foi exaustivo e bastante amplo na conceituação do que vem a ser publicidade enganosa. Ele quis garantir que efetivamente o consumidor não seria enganado por uma mentira nem por uma “meia verdade”.

    Com efeito, diz a lei que é “enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, das características, da qualidade, da quantidade, das propriedades, da origem, do preço e de quaisquer outros dados a respeito dos produtos e serviços oferecidos.” (§ 1º do art. 37).

    Diz mais que “a publicidade é enganosa por omissão quando deixar de informar sobre dado essencial do produto ou serviço” (§ 2º do art. 37).

    Logo, o efeito da publicidade enganosa é induzir o consumidor a acreditar em alguma coisa que não corresponda à realidade do produto ou serviço em si, ou relativamente a seu preço e forma de pagamento, ou, ainda, a sua garantia etc. O consumidor enganado leva, como se diz, “gato por lebre”. Pensa que está numa situação, mas, de fato, está em outra.

    As formas de enganar variam muito, uma vez que nessa área os fornecedores e seus publicitários são muito criativos. Usa-se de impacto visual para iludir, de frases de efeito para esconder, de afirmações parcialmente verdadeiras para enganar e de promessas para brincar com os sonhos e esperanças do consumidor. O publicitário sabe invocar o que faz o público aderir à alguma proposta.

    Pergunto agora: Bettina mente? Isto é, a empresa Empiricus mente?

    O depoimento é feito num anúncio publicitário em que a moça representa a empresa e oferece a assessoria da consultoria de investimentos para que o consumidor com um pouco de dinheiro possa obter rapidamente mais de um milhão reais.

    Bem, ao que parece, pelo menos boa parte do público duvidou de Bettina e também alguns especialistas em investimentos.

    Eu também não acreditei.

    Mas, como saber?

    Então, se há essa dúvida, penso que os órgãos de defesa do consumidor, o Ministério Público ou mesmo o Conar podem cobrar da empresa a prova de que fala a verdade. O CDC, nesse ponto, também regulou o assunto. Leia-se o artigo 38:

    “Art. 38. O ônus da prova da veracidade e correção da informação ou comunicação publicitária cabe a quem as patrocina”.

    Logo, não há o que discutir. Em qualquer disputa na qual se ponha em dúvida ou se alegue enganosidade do anúncio, caberá ao anunciante o ônus de provar o inverso, sob pena de dar validade ao outro argumento.

    Além disso, lembro da regra do parágrafo único do art. 36, que compõe um conjunto com esta outra do art. 38. Aquela norma dispõe que “o fornecedor, na publicidade de seus produtos ou serviços, manterá, em seu poder, para informação dos legítimos interessados, os dados fáticos, técnicos e científicos que dão sustentação à mensagem”.

    Observe-se que a lei estabelece que não basta veicular a verdade. É ainda necessário que a prova da verdade da informação veiculada seja mantida em arquivo para eventual averiguação e checagem.

    E o CDC dá tanta importância à questão que criou tipo penal para a oferta de publicidade enganosa e também para punição pelo não cumprimento das determinações do parágrafo único do artigo 36. É o que dispõem os artigos 67 e 69:

    “Art. 67. Fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser enganosa ou abusiva:

    Pena — Detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa”

    “Art. 69. Deixar de organizar dados fáticos, técnicos e científicos que dão base à publicidade:

    Pena — Detenção de 1 (um) a 6 (seis) meses ou multa”.

    Apesar desse rigor, o fato é que a norma tem um duplo sentido protetor. Pretende proteger o consumidor, mas também garante o fornecedor-anunciante.

    Protege o consumidor porque ele ou seus legítimos representantes, querendo e havendo motivo justificado, poderão requerer a confirmação dos dados anunciados, o que é exatamente o caso deste anúncio da Empiricus.

    Garante o fornecedor, pois, arquivando e mantendo consigo os dados técnicos que deram sustentação ao anúncio, não poderá ser acusado de prática de publicidade enganosa, porquanto terá como provar que falou a verdade.

    Assim, usando o próprio exemplo do depoimento feito no anúncio: basta quem veiculou a propaganda provar que a depoente aplicou alguns trocados e em alguns meses passou a ter mais de um milhão de reais.

    Fonte: https://www.migalhas.com.br/ABCdoCDC/92,MI298387,91041-O+caso+BettinaEmpiricus+e+a+aplicacao+do+Codigo+de+Defesa+do

    MARCELL VOLTANI DUARTE

    OAB/MG 169.197

    (35) 9 9181-6005

    (35) 3265-4107

    RUA BENTO DE BRITO, 155, CENTRO

    TRÊS PONTAS-MG

    Advogado no escritório de advocacia Sério e Diniz Advogados Associados, Especialista em Direito Processual Civil pela FUMEC, Graduado em Direito pela Faculdade Três Pontas/FATEPS (2015), Membro da Equipe de Apoio do SAAE – Três Pontas-MG (2016), Presidente da Comissão da OAB Jovem da 55º Subseção da OAB/MG, Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Sustentável do Município de Três Pontas/MG, Professor Substituto e de Disciplinas Especiais.

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  • IMPORTANTE: O DIREITO DE IMAGEM NAS REDES SOCIAIS

    IMPORTANTE: O DIREITO DE IMAGEM NAS REDES SOCIAIS

    A palavra imagem provém do latim imago, e trata-se da reprodução visual estática da pessoa ou de coisa. Trata-se de um desdobramento do direito da personalidade.

    O direito da personalidade, conceitua-se nos direitos objetivos da pessoa, de defender o que lhe é próprio, ou seja, a identidade, a liberdade, a sociabilidade, a reputação, honra, a autoria entre outros direitos.

    Tal direito é tão importe que independe da vontade do indivíduo, e conserva-se até mesmo após a morte, cabendo aos herdeiros garantir a sua proteção contra as mais variadas formas de constrangimento.

    O direito à imagem encontra amparo no nosso ordenamento jurídico mais precisamente em nossa Constituição, no art. 5º, incisos V e X, onde é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem. Também são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

    Sendo assim, não há dúvidas que hoje, a imagem está necessariamente ligada à vida social do ser humano e por isso merece ser respeitada a fim de evitar danos.

    Contudo, a sociedade em geral deixou de preservar valores como respeito, e atualmente parece ser “comum” fazer uso das redes sociais para o compartilhamento e divulgação não autorizada da imagem de outrem, seja para fins econômicos seja para outros fins.

    Um comportamento corriqueiro realizado nas redes sociais é a divulgação não autorizada de fotos de pessoas mortas em acidentes, bem como fotos íntimas, são exemplos comuns da violação à imagem.

    Em razão dessa violação atingir diretamente a honra e a dignidade da pessoa, ao indivíduo que praticou o ato, é imposto o dever de indeniza-lo, como forma de amenizar o sofrimento moral causado à vítima ou à sua família.

    A violação a imagem, teve uma propensão a evolução de sua proteção nas redes sociais, quando a atriz global Carolina Dieckmann teve suas fotos íntimas publicadas na internet por meio de hackers que invadiram sua caixa de e-mail, motivo pelo qual foi criada a Lei 12.737/12, conhecida como “Lei Carolina Dieckmann”, que tornou crime a invasão de aparelhos eletrônicos para obtenção de dados particulares. Porém os casos não continuaram a acontecer mesmo após a criação da Lei.

    A reparação civil pelo dano causado a imagem, só passa a existir se houver a utilização desta, ou seja, a divulgação de imagens injuriosas, desnecessárias para a informação objetiva e de interesse público, que acarretam injustificado dano à dignidade humana.

    Entretanto antes de se analisar uma proposta de ação, cabe examinar duas espécies de dano: o dano sobre o fato, que é a análise do fato em si, e o dano consequencial, que é a análise sobre os efeitos do dano e sua concreta amplitude no mundo real.

    Quanto a exposição da imagem para fins comerciais, não há necessidade de prova do dano, visto ser presumido, em que possui entendimento consolidado na Jurisprudência.

    Diante dos inúmeros casos de violação da imagem nas redes sociais, não resta dúvida que a proteção legal do direito de imagem ainda é ineficaz quanto a sua proteção, fazendo-se necessária a criação de normas mais específicas, principalmente no âmbito pena, com o objetivo de reprimir qualquer ato que vise a violação do direito.

    *Marcelo Erbst Albuquerque – OAB/MG 185.704. E-mail: [email protected]

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  • NA VIDA O ÚNICO FATO CONSUMADO É A MORTE por JUAREZ ALVARENGA

    NA VIDA O ÚNICO FATO CONSUMADO É A MORTE por JUAREZ ALVARENGA

             Problemas petrificados não quer dizer que são eternos. As modalidades de como lindamos criando várias alternativas de combates, é que farão surgir os instrumentos hábeis de destruir categoricamente. Isto quer dizer, que é o alvo  não foi atingindo e não que a flecha foi certeira.

             A cena de destruição, proporcionada pela mais cruéis e intensas tempestades vivenciais são incapazes de nos deixar imobilizados. Nossas estratégias, mesmas feridas, surgirão no meio do caos.

             Recomeçar, do fundo do poço, é a grande façanha humana  ungido pela capacidade de transformar otimismos em ações de valentia, na construção de uma nova morada existencial .

             Não é a profundidade do poço capaz de enterrar nossos objetivos consistente impedindo de pedirmos ajuda como o mendigo faminto, nas praças prodigas e generosas.

             O que existe em nosso interior deve ter a  potencia de uma bomba atômica se o problema for da grandeza de um planeta cosmo.

             Acreditar na remoção dos obstáculos, independente de toneladas de seu peso, com nossa força interior poderosa é construir um exercito com único comandante capaz de vencer no terreno mais íngreme da alma humana.

             A demora de uma solução conclusiva não quer dizer que os problemas irão eternizar alojando definitivamente em nosso interior

             Na vida não existem problemas impossíveis e sim soluções extremamente complexas, dando a impressão de vitaliciedade.  Ter a paciência de um campeão, jogador de xadrez, é o que resta para aquele que a única alternativa, é enfrentar, com tenacidade, os caminhos certeiros que leva as soluções satisfatórias.

             Se você parece estrangulado, dentro de uma cela fria pronto, para execução final, acorde que cada amanhecer poderá construir um capitulo novo, com histórias interessantes e ricas  de felicidades.

             Basta acreditar, que na vida, o único fato consumado é a morte.

             Manter vivo é acreditar que a vida é um processo de revisão de problemas gigantes e perenes em soluções avidas, inteligentes e solidas.

             Cada respiro ao amanhecer é um convite ao voltar, para o centro da vida e lá mandar raios de claridades, para todos os setores existenciais obscuros.

    JUAREZ ALVARENGA

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  • COMO VOCÊ SAI DO CARNAVAL por JUAREZ  ALVARENGA

    COMO VOCÊ SAI DO CARNAVAL por JUAREZ  ALVARENGA

    Nossas fantasias disparam como corações enfermos no carnaval. O mundo distancia da realidade como a Terra de Marte. A realidade petrificada  sendo diluída num emaranhados de sutilezas poderosas.

    A lógica é condenar a concretude elevando nossas pretensões além mar.

    Não têm limites, para os sonhos  convalescentes erguerem nossas lógicas camufladas e impulsionadas pelas forças das utopias.

    Somente os motoristas profissionais são capazes de manterem os carros derrapados a voltarem, para as estradas clarividentes da realidade depois do carnaval.

    Com tudo isso, é extremamente importante saber, como saímos psicologicamente depois do carnaval.

    Percebemos que a mulher madura, apaixonada e desiludida, que pretende ficar de camisola o dia inteiro desanimada, luta para se manter, psicologicamente, bem depois do carnaval.

    Por outro, lado o jovem com potencial elevado preparando, para ir para Belo Horizonte fazer cursinho com entusiasmo bem acima da normalidade consagra o prazer de viver.

    As saídas depois do carnaval são diferenciadas, umas dramáticas outras provenientes de entusiasmo homéricos prontos para as lutas épicas.

    Cada indivíduo saí do carnaval de uma maneira.

    Essas saídas bipolares nos conduzem ao raciocínio que a realidade chega ao individuo diferentemente. Uns assustam e deprimem depois da maratona de sonhos. Outros, se estruturam e se erguem aproveitando os sonhos, como motor acelerando a velocidade como piloto experiente.

    Depois do carnaval, se você tiver problema como o governador ZEMA, ao chegar à quarta feira de cinzas, no seu gabinete na cidade administrativa, prepare para enfrentar crises.

    Monta sua equipe de crises e no mundo atual se não conseguir sair sozinho seja humilde, pois a ciência atual tem muito como te ajudar. Procure um psicólogo, que servirá de porta bandeira, para harmonizar os ritmos de sua vida em compasso com soluções suficientemente significativas.

    JUAREZ ALVARENGA

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  • O PRIMEIRO BEIJO por Nilson Lattari

    O PRIMEIRO BEIJO por Nilson Lattari

    Vamos lembrar do nosso primeiro beijo? Você roubou, ele foi dado? Foi surpreso, inesperado?

    Quantas fantasias existem no primeiro beijo. Vamos relembrar?

    Foi num encontro de olhares, quando as palavras já perderam o sentido, as mãos se atraíram, o toque foi nervoso, estranho, o primeiro contato com alguém não familiar, sem risos, meio tenso, e uma espécie de ímã foi atraindo os olhares, os rostos se aproximaram, meio escondidos encontrando as bochechas de dois lados, e um abismo se abriu, o chão se afundou, e tudo aconteceu.

    É mágica, simplesmente mágica.

    Em um artigo foi descoberto que o beijo é algo recente. Os egípcios encontravam os rostos e não havia o contato labial, por exemplo. Seu nascimento foi um mistério, que leva duas pessoas misturarem salivas e bactérias, ignorando perigos.

    E o beijo é isso: um perigo, e tudo que é proibido tem seu sabor, sua quentura, algo escondido, sem testemunhas.

    Mas, existe um cheiro que acontece naquele instante, um odor que infla as narinas, uma mistura de pecado e permissão. Um beijo é a rudeza do algodão, é o inflar das pétalas da flor que se abre, é o encontro de corpos calados, é o inexistir, o tempo parado, é a vontade de não se acabar.

    O mágico do primeiro beijo é que ele nunca se repete. Ele nunca é o mesmo, mesmo que se beije o mesmo amor por longos anos, ele adormece na lembrança, a emoção se resguarda, e por isso ele se torna único. Para sempre ser lembrado como o primeiro, aquele beijo.

    Pois ele tem um significado. Ele sela o amor entre dois seres, e de repente aqueles dois não são mais os mesmos, se tornam únicos, partilhadores de segredos, criadores de fantasias futuras, de projetos, conjecturas. Faz de dois seres um só. E aí está a mágica do primeiro beijo: o acordo entre dois, o abraço cúmplice que marca o futuro, ele é a primeira aliança entre dois amores.

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