Categoria: Destaque

  • A CARTA – Professor Chico 

    A CARTA – Professor Chico 

    Sou fã de Legião Urbana. Renato Russo era um poeta em roupagem de cantor. Pode soar certo saudosismo de minha parte, mas é fato que não se faz mais música como antigamente. Entretanto, isso é tema para outro dia. Ainda assim, o que me traz hoje aqui é uma música de Renato Russo; uma das últimas levadas ao público num álbum póstumo de nome Presente, lançado em 2003. Nesse álbum, encontra-se um dueto de Renato Russo e Erasmo Carlos, “A Carta”. Ouvindo “A Carta”, comecei a divagar sobre esse ser totalmente estranho à geração Z, chamada, às vezes, sofisticadamente de “Millennials”. E a alcunha é mesmo sofisticada, pois tudo neles o é. Dizem que já nasceram com um Iphone no berço o que eu não duvido de que de fato o tenham. Não estou aqui, no entanto, para tecer diatribes à tecnologia moderna, uma vez que ela possivelmente nos traz muito mais conforto e bem-estar do que motivos para lamentos. Todavia, quem é ao menos um “oitentista” (nascidos na década de 80), como eu, sabe de tudo que o avanço tecnológico, “nunca antes visto na história deste mundo”, levou de roldão. Uma longa introdução que me leva de volta à Carta, à canção “A Carta” e às divagações e lembranças que ela me ensejou:

    O ano era 2001 e eu estava no final da minha adolescência. Uma das minhas paixões à época era animês – desenhos animados japoneses. Meus amigos e eu nos reuníamos todas as tardes e contávamos as horas e os minutos para um novo episódio de Dragon Ball Z na Band. Comecei então, em meio à febre causada pela saga de Akira Toriyama, a colecionar as revistas em quadrinhos do desenho (os famosos mangás japoneses nos quais se lê de trás para frente!) e nelas havia uma seção de cartas à qual leitores escreviam falando de sua paixão por Dragon Ball Z e deixando seu contato para correspondência entre si . Foi aí que encontrei o contato de Hiroko. Hiroko era uma jovem paulista da cidade de Suzano e tão fã de animês e mangás quanto eu. De súbito, tomei de uma caneta e uma folha de papel, lhe escrevi uma carta e lhe enviei junto, como um mimo, um desenho que rabisquei do meu personagem favorito de Dragon Ball Z. Perguntei ao atendente dos Correios quanto tempo levaria para que a carta chegasse ao seu destino e ele me disse que seriam cerca de sete dias. Logo calculei que uma possível resposta de Hiroko levaria por volta de duas semanas. Entre a empolgação por um e outro episódio novo de Dragon Ball na TV, acabei não percebendo os dias se passarem e fui tomado de surpresa quando me chamaram ao portão e me entregaram uma carta. Hiroko havia respondido. Não pude conter a alegria e a satisfação por estabelecer contato com uma legítima fã nipônica do meu desenho predileto. O envelope por si só já era um prêmio à parte. Hiroko havia cuidadosamente traçado os rostos dos personagens mais famosos da animação japonesa por ele todo e, inclusive, escrito alguma coisa em japonês que até hoje não consegui decifrar. Quando abri o envelope da carta e fisguei seu conteúdo, fui levado do êxtase ao embaraço total. A garota paulista me havia enviado um desenho perfeito do meu personagem favorito, aquele mesmo, do qual eu lhe havia mandado alguns rabiscos na minha carta. Se comparado ao que eu, agora, segurava constrangido e admirava em estado de total perplexidade, o meu não passava de um apanhado de linhas disformes feitas por uma criancinha de colo que mal sabe segurar um lápis. Mas Hiroko não havia feito isso por mera ostentação. Ela era uma exímia artista. Já havia muitos anos que desenhava e escrevia quadrinhos japoneses por hobby. Imediatamente após ler sua carta por duas ou três vezes lhe redigi uma resposta e nos correspondemos, a partir daí, por quase três anos.

    Cada espera entre uma carta e outra era repleta de ansiedade. Checar a caixa do correio quase todos os dias, redigir uma nova carta e abrir aquele envelope vindo de longe na expectativa do que ele continha e do que aquelas linhas traziam era uma aventura saborosa e romântica (no sentido literário do termo) não só para mim, mas também para muitas pessoas que utilizavam deste meio de comunicação, mas que hoje se perdeu na imensidão do tempo.

    Quanto a mim, nunca encontrei Hiroko. Não era fácil viajar até São Paulo sendo ainda um simples estudante de Ensino Médio sem trabalho. Falamo-nos uma única vez por telefone – fixo! – diga-se de passagem; celulares mal existiam quase duas décadas atrás e Instagram muito menos, então, dela, só tenho uma foto que me enviou em uma de suas cartas e eu, como nunca fui muito fotogênico, apenas lhe enviei um três por quatro meu, de uma feita, para retribuir sua gentileza.

    A última carta de Hiroko chegou em novembro de 2003. Nela, ela dizia, numa mistura de pesar e esperança, que voltaria ao Japão para trabalhar e que me enviaria seu novo contato assim que possível. Hiroko era uma sansei – neta de japoneses – e já havia morado no Japão por cinco anos. Isso explicava o fato de, às vezes, me escrever coisas em japonês que eu tinha de perguntar o que significavam e esperar ao menos duas semanas para descobrir do que se tratavam. Nunca mais voltamos a nos comunicar. Nem mesmo o Google me reencontrou a amiga japonesa, desenhista de mangá e fã incontestável de Dragon Ball quando, tempos atrás, procurei por ela. Hiroko, assim como as cartas, se perdeu no tempo…

    É uma pena muito grande que a atual geração, tão moderna e de comunicação tão instantânea, mal saiba o que se sentia ao se comunicar com alguém que nos fosse querido/a por este meio chamado carta. Talvez houvesse alguma espécie de virtude na demora e na espera, o que a velocidade da comunicação dos tempos atuais impossibilita porque, sem dúvida, as relações do passado, mesmo aquelas à distância, eram muito mais sólidas e verdadeiras; por vezes, inesquecíveis, mesmo quando repentinamente tolhidas pelas circunstâncias e pela implacável ação do tempo…

    ありがとうございます。Arigatô gozaimasu, Hiroko!

    Professor Chico

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  • AMOR EM PEDAÇOS por Nilson Lattari

    AMOR EM PEDAÇOS por Nilson Lattari

    O casal vinha caminhando pela calçada, parcamente iluminada pelas lojas de roupas na avenida chique, propícia ao passeio descontraído de quem olha para os manequins com ar de desprendimento, apontando os dedos como a procurar um assunto que justifique, mais ainda que o amor, a união de duas pessoas.

    Não havia movimento na rua, apenas algumas pessoas também caminhavam despreocupadas, e o trânsito tinha poucos carros.

    Eu me distraía olhando, como de hábito, o celular que não parava de apitar o whatsapp em uma conversa para lá de animada.

    Meu olhar, quando se ergueu da pequena tela iluminada, a primeira coisa que viu foi um casalzinho caminhando. Vinham se embalançando, cada um empurrando levemente os corpos como a sentir a quentura, a maciez deles, nessa química que se constrói quando duas almas se sentem atraídas.

    Tudo bem. O que me atraiu não foi a passagem de um casal, até porque, mesmo sendo politicamente correto, não pude deixar de notar que eram duas jovens que se abraçavam e às vezes trocavam beijos apaixonados, mas nada de exagero ou extravagante.

    Ri. Ri aquele riso de quem ainda não se acostumou a vê-los assim, homossexuais assumidos a mostrarem pelas ruas a realidade dos seus sentimentos, outrora presos nas paredes de um recanto qualquer.

    Uma delas, com um vestido florido, cabelos finamente presos por uma presilha, um laço envolvendo o pescoço, sapatos de salto. A outra, um pouco mais sóbria, cabelos curtos, sem ser totalmente destoante, mas que se sobressaía na companhia da outra.

    Seus rostos eram iluminados pela juventude, e os brilhos nos olhos demonstravam rara felicidade.

    Como um céu que desaba em chuva, trovoadas, um grupo de meninos, vestindo roupas enegrecidas pelo sentimento, marcados com tatuagens assustadoras se aproximou do casal e começou a espancar aquela que era o namorado, como se uma vingança sobre ela fosse a justificativa para criticar, agredir uma figura que se acharia totalmente deslocada.

    Para a outra couberam empurrões na vã tentativa que fazia de tentar ajudar a companhia amada. Seus gritos se misturavam aos palavrões, eram inertes diante da plateia que assistia estupefata como se visse um espetáculo de horror, num palco aberto na cidade.

    Eu não me parecia estar ali, inerte e boquiaberto, acompanhado do tui, tui do whatsapp. Pessoas querendo conversar sobre banalidades, enquanto acontecia a barbárie diante dos meus olhos.

    Ensandecido o grupo se afastou, deixando no chão, envolta em uma poça de sangue e desfiguração, outrora quem passeava despreocupada pelas ruas.

    A namorada se ajoelhou chorando, com as mãos no peito, a olhar e acariciar o seu amor que era agora uma mistura de sangue, roupas rasgadas e lágrimas a lamentar e a perguntar o porquê de tudo aquilo.

    Era a agressão gratuita estirada na calçada, um amor feito em pedaços, depois de confrontar preconceitos, juntando cada ponto da timidez para se expor com liberdade.

    Podemos condenar toda e qualquer forma de ódio, mas nenhuma forma de amar, contudo.

     Nilson Lattari é Escritor

     

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  • Cientistas descobrem célula imune que mata vários tipos de câncer

    Cientistas descobrem célula imune que mata vários tipos de câncer

    Cientistas britânicos, da Universidade de Cardiff, no País de Gales, descobriram “por acidente” uma célula imune que pode mudar a forma como o câncer é tratado ultimamente.

    O estudo, publicado nesta segunda, 20, na revista científica Nature Immunology, mostra que a equipe desenvolveu um novo tipo de célula T que pode encontrar e matar uma grande diversidade de células cancerígenas, como de próstata, mama, pulmão, pele, sangue, cólon, osso, ovário, rim e câncer cervical.

    “A nossa descoberta aumenta a perspectiva para os tratamentos contra o câncer. Este tipo de célula pode ser capaz de destruir muitos tipos diferentes de câncer. Antes, ninguém achava que isto fosse possível. Esta foi uma descoberta acidental, ninguém sabia que esta célula existia”, contou Andrew Sewell, responsável pelo estudo, ao The Telegraph.

    “Por acidente”

    Os pesquisadores estavam analisando sangue de um banco no País de Gales, procurando células imunológicas capazes de combater bactérias, quando encontraram um tipo totalmente novo de célula T.

    Essa nova célula imune carrega um receptor nunca visto antes, que age como um gancho, agarrando-se à maioria dos cânceres humanos, enquanto ignora células saudáveis.

    Eles ainda não sabem o modo exato como que isso acontece, mas sabe-se que esse receptor da célula-T tem uma interação especial com uma molécula chamada MR1, presente na superfície de todas as células do corpo humano.

    Acredita-se que a MR1 seja a responsável por sinalizar ao sistema imunológico o metabolismo disfuncional de uma célula cancerosa.

    Andrew Sewell afirmou que a descoberta aumenta a perspectiva de criar uma “terapia universal” contra a doença.

    Células T e a imunoterapia

    As terapias das células T contra o câncer já existem e o desenvolvimento da imunoterapia contra a doença foi um dos mais importantes avanços neste campo.

    Os tratamentos, conhecidos como CAR-T ou TCR-T, envolvem a retirada de células imunes de um doente, que posteriormente são alteradas para que possam prender-se às moléculas que ficam na superfície das células cancerígenas.

    No entanto, os tratamentos realizados até agora são úteis apenas em algumas formas de leucemia e não têm os mesmos resultados com tumores sólidos, que são a maioria dos tipos de câncer.

    Os pesquisadores da Universidade de Cardiff acreditam que o receptor que encontrou nas células T pode conduzir a um tratamento para todos os tipos de câncer.

    Como

    A ideia dos pesquisadores consiste em retirar uma amostra de sangue de um doente e extrair as células T para, posteriormente, serem geneticamente modificadas e reprogramadas para produzir o receptor com função de deter o câncer.

    As células alteradas seriam cultivadas em grandes quantidades em laboratório e recolocadas no doente.

    Testes em humanos

    A pesquisa foi apenas testada em animais e são necessários mais testes para confirmar se o tratamento pode ser aplicado em humanos.

    Quando injetaram novas células num rato portador da doença e com um sistema imunológico humano, os cientistas encontraram resultados “encorajadores para a eliminação do câncer”.

    Os resultados mostraram que as células T dos doentes com câncer de pele, modificadas para expor o novo receptor, podem destruir as células cancerígenas do próprio paciente e também as células cancerígenas de outros doentes.

    No caso de o tratamento passar nos protocolos de segurança laboratoriais, a equipe pretende começar já em novembro os testes em humanos com doenças terminais.

    A descoberta é considerada promissora até mesmo por especialistas que não participaram da pesquisa.

    Fonte Só Notícia Boa (Apud The Telegraph)

     

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  • Placas padrão Mercosul serão obrigatórias a partir de 31 de janeiro

    Placas padrão Mercosul serão obrigatórias a partir de 31 de janeiro

    Após sucessivos adiamentos, começa a valer a partir do dia 31 de janeiro a obrigatoriedade de uso da placa do Mercosul em todos os Estados do país. O prazo atende ao estipulado na Resolução nº 780/2019 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), de julho do ano passado, que determina que as unidades federativas do país devem utilizar o novo padrão de Placas de Identificação Veicular (PIV)..

    Desde a decisão pela adoção da placa do Mercosul, a implantação do registro foi adiada seis vezes. A adoção do sistema de placas do Mercosul foi anunciada em 2014 e, inicialmente, deveria ter entrado em vigor em janeiro de 2016.

    Em razão de disputas judiciais a implantação foi adiada para 2017 e depois, adiada mais uma vez para que os órgãos estaduais de trânsito pudessem se adaptar ao novo modelo e credenciar as fabricantes das placas.

    As novas placas já são utilizadas na Argentina e no Uruguai. A previsão é que em breve comecem a valer também no Paraguai e na Venezuela.

    Dos 26 Estados brasileiros, já aderiram à nova PIV Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Rondônia.

    Nova placa

    A nova placa será obrigatória apenas nos casos de primeiro emplacamento e, para quem tiver a placa antiga, no caso de mudança de município ou unidade federativa; roubo, furto, dano ou extravio da placa, e nos casos em que haja necessidade de instalação da segunda placa traseira.

    A nova placa apresenta o padrão com 4 letras e 3 números, o inverso do modelo atualmente adotado no país com 3 letras e 4 números. Também muda a cor de fundo que passará a ser totalmente branca. A mudança também vai ocorrer na cor da fonte para diferenciar o tipo de veículo: preta para veículos de passeio, vermelha para veículos comerciais, azul para carros oficiais, verde para veículos em teste, dourado para os automóveis diplomáticos e prateado para os veículos de colecionadores.

    Todas as placas deverão ter ainda um código de barras dinâmico do tipo Quick Response Code (QR Code) contendo números de série e acesso às informações do banco de dados do fabricante e estampador da placa. O objetivo é controlar a produção, logística, estampagem e instalação das placas nos respectivos veículos, além da verificação de autenticidade.

    Fonte R7

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  • VOLTA ÀS AULAS por Fred Ribeiro

    VOLTA ÀS AULAS por Fred Ribeiro

    O início das aulas é sempre um tempo de expectativas e agitação. Materiais escolares para comprar e etiquetar, rever os colegas, conhecer a nova sala e os novos professores.

    Tantas coisas a fazer e tantas novidades a absorver e adaptar, que é comum descuidarmos de certas atitudes e procedimentos que devemos observar e obedecer.

    Por exemplo: a coisa mais comum neste ambiente de embarque e desembarque escolar é a permanência dos carros em fila dupla. Entretanto, esta prática revela diversos perigos que vão do abalroamento ao atropelamento. Além de ser um mau exemplo de descumprimento da lei 9.503 de 1997.

    Diversas cidades estarão fazendo campanhas educativas durante todo este mês, visando, em especial, a volta às aulas e, trabalhando preventivamente.

    Mas é sempre bom registrarmos alguns pontos principais.

    A intenção destas campanhas é chamar a atenção dos pais e responsáveis para o cumprimento de regras básicas de educação trânsito. Alertar pais e responsáveis para a condução segura de seus veículos priorizando a velocidade máxima de 50 k/h, usar cinto de segurança em todos do veículo, segurar o punho da criança ao circular a pé, verificar se mesmo com mais de 7 anos a criança tem condições de cuidar da sua própria segurança na garupa da motocicleta.

    Os órgãos de trânsito recomendam que os pais busquem um local seguro para estacionar o veículo, para desembarcar ou embarcar os alunos de forma segura e evitar fila dupla. O uso de equipamentos como cadeirinha, capacete e cinto de segurança não só no banco do carona, mas também no banco traseiro.

    Os pais também são orientados a reduzir a velocidade do veículo na área escolar. Também é ressaltado que o uso de celular enquanto o veículo está em movimento é proibido, infração que tem causado acidentes.

    No caso das filas duplas, geralmente, a desculpa é a pressa. Neste caso, o ideal é sair um pouco antes do horário de casa, fazendo deste momento um tempo seguro e prazeroso, de responsabilidade e civilidade, coisas que todos devemos aprender e não só na escola.

    Fica a dica

    QUEM AMA CUIDA!!!

    Fred Ribeiro é Voluntário nas obras sociais e culturais para uma sociedade melhor, Instrutor de trânsito, Socorrista/Resgatista, Guarda Civil Metropolitano

    https://www.facebook.com/fred.ribeiro.566

     

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  • “Preciso de autorização judicial para viajar com os filhos?” por Gabriel Ferreira

    “Preciso de autorização judicial para viajar com os filhos?” por Gabriel Ferreira

    Saiba quando a autorização de viagem é necessária para viajar com os filhos menores.

    Até 18 de março de 2019, adolescentes podiam viajar sem os pais ou responsáveis pelo Brasil sem necessidade de autorização judicial, mas fique atento, pois a Lei 13.812/2019 alterou o Estatuto da Criança e Adolescente (Lei 8.069/90) e hoje crianças e adolescentes menores de 16 (dezesseis) anos precisam de autorização judicial.

    O objetivo da alteração da idade para viajar é um ato para buscar prevenir as viagens de crianças e adolescentes menores de 16 anos que possam ocasionar um desaparecimento ou até mesmo sequestro. O artigo 83 da Lei 8.069/90, hoje, estabelece que nenhuma criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis) anos poderá viajar para fora da comarca (cidade onde fica o Fórum) onde reside desacompanhado dos pais ou dos responsáveis sem expressa autorização judicial.

    A autorização não será exigida quando:

    · A criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis anos) viajar para comarca contígua (cidade onde não existe o Fórum mas está vinculada ao Fórum da cidade onde reside) à de sua residência, se na mesma unidade da Federação, ou incluída na mesma região metropolitana.

    · A criança ou o adolescente menor de 16 (dezesseis) anos estiver acompanhado de pais, avós ou irmãos, tios ou sobrinhos maior de 18 anos. Lembrando que neste caso o parentesco deve ser comprovado documentalmente.

    · As crianças e adolescentes menores de 16 (dezesseis) anos poderão viajar para outras Unidades da Federação em companhia de pessoa maior, mesmo sem relação de parentesco, desde que com a expressa autorização do pai, mãe ou responsável.

    A autorização terá validade de 90 dias e poderá ser lavrada por documento público ou particular por escrito, neste caso com firma reconhecida em cartório, mas vale o alerta que apesar da lei permitir é melhor pedir a autorização judicial, pois como não há regulamentação nacional sobre o modelo de autorização (alguns tribunais tem portarias próprias), assim, a criança ou adolescente pode conseguir sair da sua cidade, mas não conseguir retornar, tendo em vista que as exigências podem ser diferentes na cidade de destino!

    Caso seja necessário que a criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis) anos viaje para o mesmo destino com frequência, os pais ou responsáveis podem solicitar à autoridade judiciária que conceda autorização válida por dois anos.

    Vale destacar que o adolescente maior de 16 anos não necessita de autorização para viajar dentro do território nacional, bastando portar documento oficial de identificação com foto, observado o que dispõe Resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para viagens terrestres, e da Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC), para viagens aéreas.

    Importante ressaltar que o Estatuto da criança e do adolescente dispõe que é proibida a hospedagem de criança ou adolescente em hotel, motel, pensão ou estabelecimento congênere, salvo se autorizado ou acompanhado pelos pais ou responsável. ATENÇÃO: Não esqueça de documento com foto para adolescentes (12 a 18) ANAC (Agencia Nacional de Aviacao Civil) E ANTR (Agência Nacional de Transportes Rodoviário) exigem a apresentação de documento com foto!

    Viagem para o exterior

    Para viagens internacionais a lei prevê que sem prévia e expressa autorização judicial, nenhuma criança ou adolescente nascido em território nacional poderá sair do País em companhia de estrangeiro residente ou domiciliado no exterior.

    A autorização é dispensável, se a criança ou adolescente estiver acompanhado de ambos os pais ou responsável; viajar na companhia de um dos pais ou outro adulto, autorizado expressamente pelo outro através de documento com firma reconhecida.

    Crianças ou adolescentes que viajarem desacompanhados devem levar autorização escrita de ambos os pais ou responsáveis.

    O que preciso na autorização?

    • Preencher os dados do formulário padrão que pode ser encontrado no portal do CNJ.

    • Uma autorização para cada criança ou adolescente.

    • Indicação do prazo de validade. Caso não seja indicado, será válida por dois anos.

    • Firma reconhecida em cartório por autenticidade.

    Duas vias (uma ficará na Polícia Federal).

    Atenção: não esqueça o passaporte válido e, se for o caso, o termo de guarda ou tutela.

    Pais separados

    No caso de pais separados não há nenhuma alteração na nova lei; assim, não é necessária autorização expressa com firma reconhecida para que a criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis) anos quando viajar em território nacional se este estiver acompanhando de apenas um dos pais.

    Para uma criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis) anos viajar em território nacional, desacompanhado, é necessário o RG ou certidão de nascimento e autorização judicial.

    Ficou com alguma dúvida? Fale com um advogado especialista.

    Gabriel ferreira de Brito Júnior – OAB/MG 104.830

    Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” desde 2006/por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004), Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG.

    PÁGINA FACEBOOK: https://business.facebook.com/gabrielferreiraadvogado/?business_id=402297633659174&ref=bookmarks

     

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  • “Trespontana” desenvolve método para produzir etanol a partir de água de petróleo

    “Trespontana” desenvolve método para produzir etanol a partir de água de petróleo

    Trabalho de doutorado recebeu menção honrosa no Prêmio Unesp de Teses de 2019.

    A “trespontana” Juliana Ferreira de Brito obteve grande destaque em sua tese de doutorado defendida na Unesp (Universidade do Estado e São Paulo). Ela conseguiu transformar um dos resíduos da produção de petróleo, chamado água de petróleo, em etanol e metanol, o que traz benefícios econômicos, sociais e ambientais.

    O objetivo do trabalho de Juliana Ferreira de Brito era desenvolver uma maneira limpa de tratar a água de petróleo, reduzindo o dióxido de carbono (CO2) gerado nesse processo. E, ao mesmo tempo, obter etanol, combustível que emite menos poluentes.

    Da esquerda para a direita: professores Tremiliosi Filho (USP), Marcelo Orlandi (Unesp), pesquisadora Juliana Ferreira de Brito, e professoras Maria Valnice Boldrin (orientadora), Lúcia Mascaro (UFSCar) e Michelle Brugnera (UFMT) na defesa da tese de Juliana

    Outro produto gerado foi o metanol, que também pode ser utilizado como combustível, mas de maneira bem mais restrita que o etanol, devido a sua toxicidade em contato com a pele ou se consumido.

    A possibilidade de se produzir metanol a partir da água de petróleo foi uma consequência do estudo que embasou a tese de doutorado da pesquisadora Juliana Ferreira de Brito, intitulado “Sistemas Fotoeletrocatalíticos Baseados em Eletrodos de Ti/TiO2-CuO, NtTiO2-NsCuO, NtTiO2-ZrO2 e GDL-Cu2O Aplicados de Forma Isolada e Concomitantemente à Oxidação da Água, Redução de CO² Dissolvido e Oxidação de Compostos Orgânicos da Água Residual de Petróleo”.

    Todo trabalho de pesquisa da trespontana Juliana teve a orientação da professora Maria Valnice Boldrin, do Instituto de Química da Unesp em Araraquara.

    A pesquisa foi reconhecida em 2019 com o Prêmio Unesp de Teses, cujo resultado foi divulgado em dezembro. O trabalho todo foi iniciado por ela bem antes.

    Sistema de reação criado por Juliana Ferreira de Brito.

    “Eu iniciei as pesquisas apenas de redução de CO2 em 2011, em 2013 fui para os EUA aprender um pouco mais sobre o assunto, com o mesmo financiamento de bolsa BEPE. Assim que voltei dos EUA iniciei o doutorado já com a ideia de realizar o projeto da oxidação da água de petróleo e a redução de CO2 concomitante para gerar etanol e metanol”, revelou.

    “O tratamento da água de petróleo por si só geraria gás carbônico, que é um dos responsáveis pelo aquecimento global, por isso, a importância de se realizar a redução do CO2 junto ao tratamento da água de petróleo. Em nossa pesquisa, para não agravar essa questão, construímos um único dispositivo para realizar a redução fotoeletrocatalítica do dióxido de carbono (CO2) e obter compostos orgânicos enérgicos, como metanol e etanol. Ambos os processos foram realizados simultaneamente pela primeira vez e com sucesso. Foram desenvolvidos os eletrodos que poderiam ser usados em ambos os casos, um reator teste foi montado por mim e as condições de reação foram estabelecidas”, explica Juliana Ferreira de Brito.

    O reator foi desenvolvido depois de trabalhar com um grupo de pesquisa na Itália, por meio da Bolsa de Estágio de Pesquisa no Exterior (BEPE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Esse grupo estuda a oxidação da água e a geração de hidrogênio em um sistema de dois compartimentos. Durante cinco meses, trabalhou com a oxidação da água para produzir hidrogênio e também com redução do CO2, usando diferentes reatores. Quando voltou ao Brasil adaptou o que tinha utilizado na Itália para conseguir realizar o tratamento do resíduo e a redução de CO2 com geração de metanol e etanol em reações concomitantes.

    Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), o nome técnico da água de petróleo é água de processo ou de produção, que é injetada no reservatório de petróleo com o objetivo de forçar a saída do óleo da rocha.

    “Essa água entra em contato com o petróleo, que tem alguns componentes tóxicos, portanto a água não pode ser reutilizada para nada, nem pode ser descartada de forma trivial. Ela precisaria ser tratada para ter alguma finalidade”, ressaltou a pesquisadora trespontana.

    Os experimentos foram divididos em dois compartimentos, porém realizados no mesmo reator, o que reduz o gasto de energia. De um lado, a pesquisa conseguiu tratar 70% do contaminante mais resistente encontrado na composição da água de petróleo, um composto aromático conhecido como álcool benzílico. Para cada 100 litros de água de petróleo, 70 são tratáveis.

    “Essa água não pode ser reutilizada para consumo, mas pode ser reutilizada no próprio processo de extração do petróleo, não teria que pegar uma nova água do mar. A água pode ser tratada na plataforma e reutilizada, num ciclo fechado, sem utilização de mais água. A água de petróleo é muito tóxica, é complicado apenas diluir ela na água do mar e descartar”, disse Juliana.

    A pesquisadora trespontana Juliana Ferreira de Brito.

    No outro compartimento, foi feito a redução de CO2 para a produção de combustível. Para cada 100 litros de água, é possível gerar 20 litros de etanol e 1,3 de metanol. A pesquisadora, que hoje trabalha na Universidade de São Carlos, diz que dar um destino atraente economicamente para um resíduo é a única maneira de a indústria ter interesse em tratá-lo.

    “A indústria não vai diminuir a produção, não tem como olhar o resíduo hoje com um vilão, que vamos conseguir não produzir. A gente tem que ver o resíduo como fonte de alguma outra coisa. O objetivo é conseguir, a partir de um resíduo inevitável, algo interessante economicamente e socialmente”, afirmou.

    Como exemplo de atividade que faz uso lucrativo de seus resíduos, ela cita o exemplo da indústria do álcool.

    “A indústria não tem interesse em tratar o resíduo quando é apenas dispendioso, não gera nada em troca. Mas a indústria da cana-de-açúcar e do álcool conseguiu algo interessante: o bagaço, que é o resíduo gerado, é queimado para produzir energia. Para a indústria o resíduo tem que ter algum retorno econômico”, pontuou Juliana.

    VANTAGENS AMBIENTAIS

    Para termos uma ideia do potencial de produção do estudo da pesquisadora trespontana, avaliação publicada em 2009 estima que a produção diária de água de petróleo supera 40 bilhões de litros. Se toda essa quantidade fosse utilizada, seria possível tratar 28 bilhões de litros diariamente e gerar 8 bilhões de litros de metanol e 50 milhões de litros de etanol.

    “As vantagens ambientais são importantes. Além do tratamento do resíduo, gera-se um combustível mais limpo, num processo que não adiciona mais CO2 na atmosfera. Além disso, o combustível gerado não é a partir de alimentos. No caso da cana-de-açúçar, deixa-se de produzir o açúcar para fabricar o etanol”, emendou Juliana Ferreira de Brito.

    Palestra ministrada por Juliana em São Paulo no Encontro da União Internacional da Química Pura e Aplicada

    RECONHECIMENTO

    “Para mim, é revigorante receber um reconhecimento como este porque vivemos em uma época em que parcelas da sociedade e até uma pequena parte da comunidade acadêmica colocam em dúvida o trabalho de pesquisa realizado em programas de mestrado e doutorado. A menção honrosa que recebi foi o reconhecimento de todo o esforço, dedicação e amor investidos ao longo dos anos de pós-graduação”, expressa a pesquisadora, que aprofunda a investigação no pós-doutorado que realiza no laboratório Interdisciplinar de Eletroquímica e Cerâmica do Departamento de Química da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos). No entanto, está afastada temporariamente da pesquisa para cuidar do seu mais novo “projeto”, o filho que nasceu no fim do ano passado.

    Juliana e Miguel Velloso.

    “Eu amo a pesquisa, pretendo continuar trabalhando com ela o resto da vida, mas quero também ajudar na formação de novos pesquisadores. Consegui aprovar, recentemente, a minha primeira bolsa para um aluno oficialmente meu de iniciação científica. Espero que esta seja a primeira de muitas bolsas, não apenas de iniciação, mas também de mestrado e doutorado”, conclui a cientista trespontana.

    Assim que a informação do feito de Juliana começou a ganhar repercussão muitos conterrâneos mostraram-se empolgados e orgulhosos da “filha de Três Pontas”.

    Juliana Ferreira de Brito é natural de São Paulo, mas é trespontana de coração, afinal se mudou para a terra de seu pai ainda criança. Mora atualmente em Araraquara. É filha do casal Antônio Tarcisio de Brito (Papelaria Primeira Mão) e Edna Ferreira Gomes de Brito. Tem um irmão: Gustavo. É casada com Miguel Velloso Lelo e mãe do bebezinho Pietro brito Lelo. Tem 31 anos de idade.

    Estudou na Escola Coração de Jesus em Três Pontas. Depois cursou Química na Universidade Federal de Lavras e no Instituto de Química – Unesp Araraquara. Trabalhou na empresa Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Trabalha atualmente na Universidade de São Carlos.

    Em entrevista ao Conexão Três Pontas, Juliana falou de sua felicidade com a repercussão grande de sua pesquisa, inclusive em Três Pontas:

    “Fico muito feliz com o reconhecimento do meu trabalho, foram muitos anos de pesquisa para chegar nestes resultados. O carinho dos meus conterrâneos é com certeza muito gratificante, é lindo ver a repercussão que a pesquisa teve nas redes sociais graças a eles.”

    Parabéns pela importante pesquisa, pelos relevantes resultados e pelo merecido reconhecimento. Provas de que somente a Educação tem tamanho poder de transformação e conquistas.

    Miguel, Juliana e o pequeno Pietro.

    Fonte: Jorge Marinho (Sputnik) e Unesp

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  • Carro fica de lado após colisão e capotamento em Três Pontas

    Carro fica de lado após colisão e capotamento em Três Pontas

    Cinco pessoas foram encaminhadas ao PAM, segundo os socorristas.

    Uma forte colisão envolvendo dois automóveis terminou com um deles parando de lado após capotar. De acordo com as informações repassadas pelo profissionais de salvamento e resgate dos Anjos Socorristas Voluntários, o saldo foi de 7 pessoas envolvidas e 5 encaminhadas ao Pronto Atendimento Municipal.

    A colisão aconteceu neste sábado (01º), no cruzamento entre as avenidas Maria da Conceição Queiroz Marinho e José Delfino. “Ele capotou duas vezes e parou lateralizado”, disse um resgatista após ouvir relatos das vitimas. No automóvel que capotou estavam 4 vitimas, sendo 2 idosos, uma mulher e uma criança de 10 anos. No outro veículo estavam uma mulher e duas crianças.

    Os Anjos Socorristas Voluntários prestaram os primeiros atendimentos até a chegada do SAMU.

    Ainda conforme as informações apuradas, das 7 vítimas 3 são crianças.

    Os envolvidos, aparentemente, não apresentavam lesões graves. Não havia, até o fechamento desta reportagem, informações sobre o estado de saúde das vítimas.

    As causas do acidente não foram reveladas.

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  • VIDA DE UM REBELDE – A poesia de Gabriel Delfino

    VIDA DE UM REBELDE – A poesia de Gabriel Delfino

    Minha linguagem é vulgar,
    O sistema tenta me dominar
    E muitas vezes o mundo parece acabar…
    Onde vou parar?

    Infelizmente, muitas vezes é morrer ou matar

    Desse mundo as vezes tento escapar,
    a minha mente começo a maquinar,
    minha respiração deixa de ofegar,
    e num mar de poesias começo a mergulhar

    Meu cigarro está a queimar…
    e no mar da arte começo a me afogar
    ao lembrar que devido a minha vida não tenho o direito de amar

     

    Gabriel Delfino é Estudante de Filosofia e apaixonado espiritualidade, política e poesia.

    https://www.facebook.com/gabriel.delfino.5209/timeline?lst=100001148470253%3A100007762950406%3A1580585802

     

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  • “NÃO PULE ETAPAS, LUTE POR QUEM VOCÊ AMA” por Moísa Araújo

    “NÃO PULE ETAPAS, LUTE POR QUEM VOCÊ AMA” por Moísa Araújo

    Atualmente estamos vivendo na era dos desapegados, onde ninguém quer assumir compromisso com ninguém. Muitos acham que essa é a melhor escolha, mas se a gente parar para analisar, vamos encontrar muitas frustrações escondidas nesses desapegos! Os relacionamentos atuais, são construídos com etapas que foram deturpadas, não existe mais a conquista, a espera, etc…

    Acho completamente ridículo, chamar uma mulher de “esquema” mas é a gíria atual, então como vou brigar contra a modernidade. Mas acredito que devemos encontrar alguém que queira um relacionamento duradouro e que esteja disposto a passar por todas as etapas, e ter o orgulho de chamar a mulher que conquistou de amor.

    Sei que muitas vezes passamos por traumas que nos fere profundamente, um amor não correspondido é um exemplo que pode desenvolver no ser humano um trauma muito grande, e a partir disso ele vir a se fechar para o novo.

    Nesses casos eu até concordo que é preciso parar e dar um tempo, para recuperar o amor próprio que foi esquecido, enquanto se sacrificava de todas as formas para que o ser amado, pudesse reconhecer que aquele sentimento era verdadeiro.

    Sobre aquela linda passagem bíblica em Coríntios 13, que diz “O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” só pode ser compreendida por aqueles que sentem esse sentimento avassalador, saber esperar com paciência o seu parceiro (a) estar pronto (a) para um relacionamento é uma arte hoje em dia, saber compreender que atrás de uma armadura que alguém resolve se vestir, existe um ser implorando para ser amado, mas que diante de tanto sofrimento e desilusão optou por se trancar a sete chaves, ferindo quem tenta se aproximar, mesmo que não seja intencional é algo que somente os fortes estão preparados para vivenciar.

    Por isso se eu puder lhe dar um conselho, que seja o seguinte:
    Não desista de quem você ama, seja paciente, compreensivo e peça a Deus forças para passar por esse momento, pois é melhor você chegar lá na frente e dizer:
    – Não foi fácil, mais eu consegui!
    Melhor do que viver com a dúvida de que deveria ter tentado um pouco mais.

    O amor não é um jogo, pois você não pode brincar com os sentimentos de ninguém, então seja verdadeiro e exerça a responsabilidade afetiva, pois a partir do momento que você dá esperanças para alguém, você tem que estar preparado para as consequências de seus atos.

    Enfim, ame e doa todo esse sentimento lindo que existe dentro de você, pois a única coisa que levamos conosco no fim, são os sentimentos sentidos durante toda uma vida.

    Moísa Araújo é Estudante do curso de Ciências Contábeis pela Universidade Norte do Paraná (Unopar).
    Apaixonada por livros, natureza e os animais.

    https://www.facebook.com/moysa7100

     

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  • 24º BPM desencadeia operação de combate ao furto e roubo de veículos

    24º BPM desencadeia operação de combate ao furto e roubo de veículos

    Todas as cidades que fazem parte do Batalhão tiveram operações, dentre elas Três Pontas.

    Nessa quinta-feira (30), o 24º BPM desencadeou operações de enfrentamento aos crimes de furtos e roubos de veículos, considerando os levantamentos estatísticos dos últimos anos. Três Pontas também fez parte da ação.

    Foram operações preventivas e repressivas, cujo objetivo foi a redução da criminalidade nos municípios que compõe o Batalhão, cuja sede fica na cidade de Varginha.

    O objetivo foi aumentar a segurança da população de bem, garantindo a preservação da ordem pública, com ações enérgicas de repressão, mas principalmente prevenindo com ações pontuais que pudessem impedir que tais crimes acontecessem.

    Todos os militares escalados, cientes de sua meta, não mediram esforços para cumprir o objetivo proposto, contando sempre com a participação da comunidade nas denúncias e no efetivo uso das redes de proteção preventiva, sendo parceiros da Polícia Militar em sua missão de servir e proteger.

    Informações: Assessoria de comunicação do 24º BPM

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  • Filha é presa suspeita em caso de família encontrada carbonizada

    Filha é presa suspeita em caso de família encontrada carbonizada

    Jovem, de 24 anos, morava com a namorada, de 31 anos, que também está detida sob suspeita de envolvimento no crime

    A filha mais velha do casal encontrado carbonizado dentro de um carro em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, na manhã desta terça-feira (28), foi presa junto com a namorada e é a principal suspeita do crime. O filho mais novo, de 15 anos, também foi encontrado morto no veículo. A polícia suspeita que a motivação do crime tenha sido a herança da família.

    As duas suspeitas passaram a noite prestando depoimento e, nesta quarta-feira (29), foram encaminhadas ao IML (Instituto Medico Legal) de São Bernardo do Campo, onde realizaram o exame de corpo de delito. Em seguida, foram conduzidas ao 7º DP (Lapa), onde ficarão recolhidas temporariamente. Lucas Domingos, advogado da dupla, afirma que as suspeitas negam qualquer tipo de participação no crime.

    A jovem, de 24 anos, morava com a companheira, de 31 anos, e havia visitado a família em um condomínio, em Santo André, na noite em que o crime aconteceu. O circuito de câmeras de segurança do local em que o casal e o filho moravam está sendo analisado pela polícia e foi comprovado que o carro da família saiu de lá acompanhado por outro veículo por voltas das 23h30 da noite do crime.

    Os corpos do casal e do adolescente foram encontrados carbonizados no porta-malas do carro da família, um Jeep Compass, na Estrada do Montanhão, uma área de mata. Um laudo preliminar aponta que a família foi morta a golpes de pauladas.

    Na primeira visita da polícia à casa onde a família morava, os agentes encontraram o imóvel revirado, além de marcas de sangue pelos cômodos. Em depoimento, a suspeita mencionou um possível envolvimento com agiotas, mas a Polícia Civil já tinha como uma das linhas de investigação uma possível briga familiar.

    Fonte: R7

    Foto: Mãe, pai e filho que foram assassinados.

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