Categoria: Especial

  • ESPECIAL: Dois pais adotam 6 irmãos que passaram 5 anos em orfanato

    ESPECIAL: Dois pais adotam 6 irmãos que passaram 5 anos em orfanato

    Um casal da Pensilvânia, EUA, adotou seis irmãos que passaram quase 5 anos em um orfanato.

    Os pais adotivos são Steve e Rob Anderson-McLean, que estão juntos há 18 anos e se casaram legalmente em 2013.

    Eles adotaram Carlos, 14, Guadalupe, 13, Maria, 12, Selena, 10, Nasa, 9, e Max, de anos 7.  Os irmãos foram morar com o casal em julho de 2018 e agora, menos de um ano depois, finalmente ganharam o sobrenome da família: Anderson-McLean.

     

    Foi um momento “extremamente emocionante”, disse Steve ao portal Good Morning America.

    “Quando olhei para os seis do lado de fora da sala me esperando, foi muito emocionante”, lembra Steve.

    “Nós nunca imaginamos que teríamos tanta sorte, ou seríamos tão abençoados para adotar seis crianças”, contou.

    Rob, o outro pai falou da conexão que eles têm com as crianças:

    “Nós instantaneamente nos apaixonamos por eles”, disse o papai.

    “Eu diria que nossos filhos trouxeram muito amor e alguma loucura para nossas vidas. É reconfortante e emocionante ver como eles se conectam conosco e com nossa família e amigos”.

    O casal já tinha criado dois filhos de um casamento anterior. Mas eles cresceram e Steve e Rob decidiram que iriam adotar uma ou mais crianças.

    Mas, para não separar a família, eles decidiram adotar os 6 irmãos.

    A inspiração

    Steve contou que a inspiração para adotarem novamente veio depois de uma reportagem na TV sobre um casal que também escolheu adotar.

    “Não há regras sobre o que pode ou não para constituir uma família e o amor que compartilhamos”, concluiu Rob.

    Com informações da ABC 

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    Roger Campos

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  • ESPECIAL: Conheça Sete Direitos que todo PAI deveria saber

    ESPECIAL: Conheça Sete Direitos que todo PAI deveria saber

    O Direito de Família, área que se dedica às questões de paternidade e maternidade, coloca o afeto e o amor como principais elementos para a constituição familiar. A Justiça também elenca direitos e deveres que os pais têm em relação aos filhos. As diversas composições familiares desafiam cada vez mais o Direito a promover igualdade nas relações humanas. Em um cenário de tantas mudanças, será que os pais têm conhecimento sobre os direitos e deveres?

    Com ajuda do advogado Leandro Oliveira, especialista em Direito de Família da plataforma Oi Advogado, a reportagem do E+ lista sete situações para esclarecer aos pais assuntos importantes. Confira:

    Sou pai solteiro ou viúvo. Tenho os mesmos direitos que uma mãe solteira?

    Os pais possuem direitos fundamentais tais como licença-paternidade, afastamento do trabalho para prestar assistência ao filho com alguma deficiência ou levá-lo ao médico, sem que isto lhe cause prejuízos. A licença-paternidade é de cinco dias seguidos, contados a partir do nascimento. Contudo, em empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã, o período é de 20 dias.

    Existe ainda a licença especial, concedida aos pais que precisam dar assistência ao filho até os seis anos de idade. Ela pode ser integral por três meses, parcial por doze meses (quanto o pai trabalha meio período e cuida do filho no outro), ou intercalada, desde que as ausências totais sejam equivalentes a três meses. Para esta situação, é preciso comunicar a empresa com antecedência e apresentar atestado médico que comprove a necessidade.

    Há casos isolados nos quais os pais obtiveram, mediante ordem judicial, o aumento da licença para até 180 dias. No entanto, como se tratam de exceções, estas situações devem ser analisadas e consideradas pontualmente.

    Somos dois pais. Podemos registrar filhos nos dois nomes?

    É possível que ambos os pais registrem o filho, com base no que se conhece como multiparentalidade ou pluriparentalidade, ou seja, conceder à criança o direito de ter o reconhecimento de dois pais.

    Primeira regra a ser estabelecida é a de que os mesmos direitos garantidos para casais heterossexuais devem ser concedidos a casais homossexuais, entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal.

    O desenvolvimento da criança não depende do tipo de família, mas do vínculo que esses pais e/ou mães vão estabelecer entre eles e a criança. A orientação sexual não é mais importante que o afeto.

    A mãe está me impedindo de ver meus filhos. O que devo fazer?

    Primeiramente, o pai deve procurar regulamentar judicialmente o chamado direito de visitas, a fim de estabelecer os dias e horários em que o filho estará sob sua guarda.

    Uma vez regulamentado, caso a mãe se contraponha injustificadamente a tal direito, temos que tal prática pode caracterizar alienação parental, cabendo ao pai requerer o cumprimento da decisão anteriormente fixada, mediante aplicação de multa, alteração de regime de convivência ou mesmo mudança de guarda.

    A orientação mais importante a um pai é: antes de qualquer decisão, consulte sempre um advogado.

    Tenho direito a solicitar a guarda do meu filho? Serei desfavorecido pela justiça?

    O direito à guarda é legítimo, não existindo nada que impeça tal demanda. O que é importante se estabelecer são os motivos que levem a tal modificação de guarda.

    Sabemos que decisões judiciais são amplamente favoráveis às mães. Porém, comprovada alguma atitude que contrarie os direitos da criança, o pai possui como legítimo seu interesse em obter a guarda do filho.

    O que sempre irá pesar perante o tribunal é o melhor interesse do menor, pois seu crescimento e desenvolvimento são essencialmente priorizados ao se fixar a guarda.

    Sou padrasto, mas cuido da criança junto à mãe. Tenho direito de reivindicar paternidade? 

    Não tendo a criança registrada a paternidade biológica, o padrasto pode requerer a adoção, passando a ser o pai, assumindo todos os deveres e obrigações. Por consequência, a criança passa a ter todos os direitos inerentes.

    Em situação contrária, ou seja, existindo registro do pai biológico, ao padrasto é garantido o direito de requerer o reconhecimento da paternidade afetiva, chamada de multiparentalidade, uma vez que a criança passa a adotar o nome de ambos os pais – biológico e afetivo -, igualmente usufruindo de todos os direitos de ambos.

    Não tenho condições de pagar pensão porque estou desempregado ou inválido no momento. O que devo fazer?

    Uma vez modificada a condição financeira do pai, este deve requerer judicialmente a revisão dos alimentos, a fim de que o valor da pensão se adapte à sua realidade.

    O principal entendimento sobre os alimentos é que este é estipulado por meio do binômio necessidade versus possibilidade, o que significa: deve ser comprovada a necessidade do menor, para, mediante a possibilidade financeira do pai, se estipular um valor adequado.

    Além disso, ninguém pode ser exposto a situação que lhe cause pobreza ou indignidade, sendo necessário preservar a criança e o pai quanto a situações que lhes garantam o mínimo de sustento.

    Não tinha ciência da minha paternidade, mas agora sei e tenho interesse em conhecer meu filho? O que devo fazer?

    O pai deve requerer o reconhecimento da paternidade por meio de ação denominada Investigação de Paternidade, a fim de que os demais direitos, como visitas, sejam assegurados.

    A omissão da mãe quanto à paternidade da criança é tida como uma ofensa gravíssima aos direitos do menor, já que o seu regular desenvolvimento depende do convívio com ambos os pais e familiares. Neste sentido, alguns tribunais têm concedido indenização ao pai que teve ocultada sua paternidade.

    Fonte Estado de Minas

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    Roger Campos

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  • EMOCIONANTE: Modelo brasileira com Down é capa de revista da Austrália

    EMOCIONANTE: Modelo brasileira com Down é capa de revista da Austrália

    Uma modelo brasileira com Síndrome de Down é a capa da edição de julho de uma revista da Austrália, a “Katwalk Kids Fashion Magazine”, que promove a inclusão e a diversidade na indústria da moda infantil.

    Georgia Furlan Traebert é de Santa Catarina. Com apenas 15 anos, ela já foi finalista de um concurso de influenciadores digitais na Europa.

    A adolescente já tem mais de 131 mil seguidores no Instagram.

    “Fiquei feliz e muito honrada com esse convite para ser capa da revista. Adorei o resultado final. Fez muito sucesso na escola”, afirmou Georgia ao G1.

    Rubia, mãe de Georgia e administradora de suas redes sociais, conta que a revista achou que a história da filha dela poderia ser inspiradora e ajudar outras pessoas a entender que elas podem fazer o que elas quiserem.

    A brasileira

    Georgia, que está no nono ano, é uma adolescente falante, desenvolta e adora o mundo das artes.

    “Desde pequena, gosto de ser fotografada, gosto de roupa chique e fashion. Adoro maquiagem. Também gosto muito do mundo artístico, de cantar, de atuar”, disse a adolescente.

    Além de ir à escola, ela fez aula de patinação artística, canto e teatro.

    Georgia também já participou de duas peças. E pretende ir mais longe: quer ser atriz profissional.

    “Quero fazer uma novela aqui no Brasil e uma capa de revista aqui também. Só estou esperando o convite”, afirmou.

    A carreira

    Rubia, que chegou a ser finalista do Miss Mundo Santa Catarina, conta que a carreira de Georgia começou por acaso, em 2012, depois que ela que postou fotos nas redes sociais.

    “Observei que tudo o que ela fazia era muito bem feito. Sentia que ela ficava muito bem na frente das câmeras. Até, então, via várias pessoas com síndrome de Down em subempregos e me perguntavam: ‘Por que não uma modelo com Down?’ ”

    Aos poucos, as postagens com mensagens motivacionais foram atraindo seguidores mesmo fora do país, com perfis bem variados.

    “Tem um público que tem síndrome de Down ou de familiares, mas tem muita gente de fora e modelos que gostam do trabalho dela”, conta a mãe.

    Em 2015, Georgia participou de um desfile e foi contratada por cinco agências de modelos.

    A adolescente já deu entrevistas para os tabloides britânicos “The Sun” e “Daily Mail”. “É incrível como as matérias com ela foram bem na internet”, conta mãe.

    Em maio deste ano, Georgia foi finalista do prêmio Global Social Awards, que reuniu influencers de todo o mundo em Praga, na República Tcheca. Na categoria “Rising Star” em que ela concorreu, ela era a única brasileira.

    Embora não tenha levado o prêmio, ela se mostrou encantada com a experiência. Ela encontrou Madeline Stuart, uma modelo australiana que também tem síndrome de Down e concorria em uma outra categoria.

    “Adorei [participar do evento]. Foi uma experiência incrível. As pessoas quiseram tirar foto comigo, pediram autógrafos no aeroporto, até no avião.”

    A descoberta

    Rubia conta que engravidou em Boston (EUA) e foi para Florianópolis para que uma cunhada fizesse o parto.

    “Ela já nasceu linda, maravilhosa, perfeita! Era muito delicada. Era nossa primeira filha. Meu marido e eu não notamos nada de diferente nela”, conta Rubia.

    Na hora do parto, que foi à noite, a equipe não mencionou a suspeita. Apenas no dia seguinte, a pediatra falou que a Georgia tinha algumas características que poderiam indicar a síndrome de Down.

    “Ainda não tinha 100% de certeza e ela ainda teria passar por um exame chamado cariótipo. Mas nosso mundo desabou naquele momento, porque tudo o que é desconhecido, nos causa medo. Não sabíamos como lidar com a situação”, lembra a mãe.

    Rubia conta que o apoio do pai foi fundamental logo após a descoberta.

    “Depois que passou o susto, meu marido me abraçou e falou que não importava o que ela tinha, que ela era fruto no nosso amor e que íamos lutar juntos. Acredito que essas palavras foram definitivas naquele momento para nos reerguermos e lutarmos pela nossa filha”, afirmou Rubia.

    Os exames mostraram ainda que Georgia tinha uma cardiopatia e precisaria passar por uma cirurgia. Aos cinco meses, ela foi operada e depois disso “tudo fluiu”, segundo a mãe.

    Estímulos

    Rubia, que é jornalista de formação, decidiu parar de trabalhar para se dedicar exclusivamente aos cuidados com a filha.

    “O maior estímulo da Georgia foi em casa. Eu que fazia praticamente tudo com ela. Cantava, dançava, pulava, rolava e foi tudo dando muito certo! E fomos escrevendo nossa própria história, uma história feliz!”.

    Rubia fala muito orgulhosa do retorno que recebe com o trabalho da filha.

    “Cada vez mais, vejo que o nosso esforço está valendo a pena. A Georgia é hoje conhecida mundialmente e muitas mães falam que ela é inspiração para suas filhas. Isso nos orgulha muito.”

    A adolescente reconhece o apoio que recebe dentro e fora de casa. “Meus amigos são muito queridos, são carinhosos, adoro esse lado fofo deles. Eu me inspiro na minha mãe porque ela já foi miss. Amo a minha mãe. Amo a minha vida”.

    Fonte Só Notícia Boa

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    Roger Campos

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: “Atleta Diana” é Homenageada pelo Conexão Três Pontas.

    HISTÓRIAS DE VIDA: “Atleta Diana” é Homenageada pelo Conexão Três Pontas.

    UM EXEMPLO DE DEDICAÇÃO E AMOR AO ESPORTE QUE SUPERAM A IDADE.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história da querida atleta Diana Barroso.

    Diana Barroso nasceu no ano de 1953, no estado do Piauí, mas escolheu Três Pontas como sua terra há mais de 40 anos. Foi casada com o ex-prefeito de Três Pontas Warley Prósperi. É mãe de três filhos e avó de quatros netos muito amados. Também é apaixonada pelos seus cachorrinhos. Cuida dos cães abandonados como filhos.

    Diana é uma mulher especial, uma mãe dedicada, um ser humano iluminado e uma atleta apaixonada pelo esporte, que desafia e vence as barreiras do tempo todos os dias. Apesar dos 66 anos de idade, Diana não se “aposentou” das corridas. Uma mulher guerreira e determinada.

    Ao longo dos anos, Diana, assim como tantos outros atletas da cidade, leva e eleva o nome de nossa cidade pelo mundo afora através das corridas de rua e tem se destacado em sua categoria, sempre alcançando os mais altos podiuns por onde compete.

    Diana Barroso e um exemplo a ser seguido. Focada e incansável, sempre busca novos horizontes dentro do universo dos esportes. Começou no Taekwondo, natação e bicicleta. A musculação também está presente em sua vida, contando sempre com o apoio do professor e amigo Lúcio Flávio da Academia Sport Center.

    Sua última maratona foi a internacional de Portugal. Agora ela começa a se destacar nas corridas de montanha, levando sempre a frente o nome de Três Pontas que a acolheu com tanto amor. Esse guerreira é também uma protetora dos animais de rua, hoje abriga mais de 50 cães resgatados da maldade humana.

    Diana é uma mulher que espalha ao seu redor saúde, disposição, sorrisos e amor pela vida. Incansável, imparável, Diana nos ensina que a idade e o tempo estão apenas na nossa cabeça, que a superação diária faz parte do jogo da vida e que todos podemos vencer os obstáculos que aparecem.

    Por toda essa brilhante trajetória, por ser uma mulher exemplar, pela simplicidade, humildade e o amor ao esporte e aos animais, pelo tanto que fez pela cidade de Três Pontas, com dignidade e vitórias, merecidamente hoje, nossa eterna campeã Diana Barroso tem a sua História de Vida contada pelo Conexão Três Pontas em forma de homenagem nesta Páscoa. Parabéns!

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

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    Roger Campos

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  • SEMANA SANTA: Novo Pároco fala ao Conexão com exclusividade.

    SEMANA SANTA: Novo Pároco fala ao Conexão com exclusividade.

    CÔNEGO DOUGLAS É O 18º PÁROCO DA MATRIZ D’AJUDA EM TRÊS PONTAS.

    Já estamos vivenciando mais uma Semana Santa. Especialmente para os católicos, a data é uma das mais importantes do calendário cristão. E para marcar esse momento de fé onde a caridade, o jejum e a oração se fazem mais presentes, a reportagem do Conexão Três Pontas fez uma entrevista especial com o Cônego Douglas Baroni, novo Pároco da Matriz d’Ajuda em Três Pontas. Ele substitui o querido Padre Ednaldo Barbosa, que durante vários anos comandou a Paróquia e deixou um legado de muitas realizações e ensinamentos.

    Douglas Baroni assumiu a Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda no dia 25 de janeiro. Antes, exercia a função de Vigário Geral da Diocese na cidade de Baependi. Também conhecido pelo perfil sério, pulso forte, é considerado um dos “homens fortes” da Diocese da Campanha, um sábio e que tem total confiança do Bispo Dom Pedro Cunha Cruz.

    Ele tem 42 anos de idade (08 de julho de 1976) e foi ordenado padre em 11 de outubro de 2003.

    No dia de 04 de junho de 2018, o novo Pároco da Matriz de Nossa Senhora d’Ajuda, Cônego José Douglas Baroni, apresentou a defesa de dissertação de Mestrado, pelo Pontifício Instituto Superior de Direito Canônico agregado à Faculdade de Direito Canônico da Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma sendo aprovado com Magna Cum Laude (Com Grandes Honras). A defesa abordada pelo Cônego José Douglas Baroni, versa sobre “O ministro ordenado e a celebração eucarística no Código de Direito Canônico vigente”.

    Cônego Douglas Baroni é um estudioso fervoroso. Com muito empenho e esforço teve papel importante em todo processo de beatificação de Nhá Chica e, agora, chega à Terra do Padre Victor, para administrar uma paróquia complexa, grande, com demandas, problemas e um povo de muita fé.

    O QUE É “CÔNEGO”?

    Os títulos de cônego e monsenhor são honorários e atuam como conselheiros do Bispo, entre outras funções.  Cônego e Monsenhor são títulos de homenagem e reconhecimento por serviços prestados à Igreja.

    VINDA À TRÊS PONTAS

    “É um prazer comunicar com todos vocês, através desse meio de comunicação tão forte, para sempre levar a Boa Nova de Jesus. Quando Dom Pedro Cunha Cruz, Bispo da Diocese me comunicou a vinda para Três Pontas, nos meses de novembro e dezembro de 2018, o que é normal naquela época do ano, as transferências dos sacerdotes, fiquei muito feliz. Uma surpresa e felicidade ao mesmo tempo. Eu estava deixando uma Beata para assumir um Beato, ou seja, estava saindo da terra de Nhá Chica e agora assumindo a paróquia na cidade de Padre Victor. Três Pontas é muito especial pra mim, Fica próximo a minha terra natal que é Varginha e a minha avó materna é trespontana, nasceu na antiga Fazenda Pitangueiras que era do meu bisavô Mariano Cardoso. Minha avó foi batizada na Igreja Matriz que hoje eu sou pároco. É realmente uma enorme felicidade para mim. O povo de Três Pontas é muito fervoroso em sua fé e isso me alegra muito.”, destacou Cônego Douglas.

    TRABALHO DO ANTECESSOR PADRE EDNALDO

    “Vejo o trabalho do Padre Ednaldo Barbosa, meu amigo, de forma louvável e analiso com toda delicadeza e respeito. Seus feitos devem ser reconhecidos. Sua postura, sua forma clara e tão presente, sua lisura administrativa. Não tenho nada a dizer contra o seu trabalho. Nós nos conhecemos de longa data e trabalhamos juntos em algumas paróquias como seminaristas. Moramos juntos no curso de Filosofia em Campanha e de Teologia em Pouso Alegre. Quando ele se ordenou Diácono e depois Padre eu fui um dos cerimoniáveis de sua Ordenação. Temos um laço afetuoso e respeitoso. Somos pessoas bem diferentes, com personalidades únicas. Mas nada desmerece todo seu legado glorioso deixado na cidade de Três Pontas”, comentou.

    SEUS DESAFIOS EM TRÊS PONTAS

    “Eu sou um sacerdote da continuidade. Nunca desmereço meus antecessores. Eu não sou um marco da Igreja. A Igreja não começa comigo e nem termina comigo. Sou do processo da continuidade. O que o Padre Roberto fez nós também queremos fazer. O que o Padre Liu deixou nós também pretendemos deixar. O que o Padre Ednaldo realizou nós daremos continuidade e queremos realizar grandes coisas também. Queremos somar sempre. Sou o 18º pároco de Três Pontas e ao lado de mim 17 outros párocos por aqui passaram, sem esquecer dos auxiliares, dos vigários gerais que muitas vezes são esquecidos e que também tiveram importantes papéis, trabalhos notáveis deixados. São eles importantíssimos no trabalho pastoral junto ao pároco.

    Claro que eu trago para Três Pontas meus sonhos, projetos, ideais. Temos muito a fazer, grandes obras a concluir, obras a fazer e isso será feito paulatinamente, dentro das grandes necessidades urgentes. No atual pontificado do Papa Francisco ele nos pede que sejamos uma igreja em saída, ou seja, que vá ao encontro das periferias existenciais e geográficas. E nós sabemos que em Três Pontas temos muitas periferias existenciais, mais até que as periferias geográficas. Temos a demanda de tantos jovens descrentes, famílias desestruturadas, o avanço quilométrico das drogas, bebidas exacerbadas, tantos outros crimes que acontecem aos nossos olhos. Queremos estar junto nessas periferias existenciais. Preciso muito do apoio das mídias sociais, da família e dos grandes setores da sociedade para que sejamos todos uma igreja em saída. Igreja em saída não é uma igreja vazia. Igreja em saída é uma igreja visivelmente contemplada nos olhos da fé e com os pés na realidade humana. Temos um grande sonho que o nosso grande Centro Pastoral Dom José Costa Campos que precisa ser reativado. Temos capelas urbanas que precisam de melhorias, bem como em algumas comunidades rurais”, revelou ele.

    NOSSA MÃE E PADRE VICTOR

    “A Igreja na sua essência sempre procura ter seus critérios objetivos e singulares. Quando a Igreja declara alguém como beato ou santo ela está dizendo que aquela pessoa é íntegra, é verdadeira. Siga seu exemplo, suas pegadas deixadas na história. Como beato, referente ao Padre Victor, seu culto é mais singular. Não tem um culto universal. Torna-se-á universal quando receber a graça da canonização e para isso é necessário a comprovação de mais um milagre. Estamos em estudo, averiguando a possibilidade de termos um milagre plausível, perpétuo, autêntico e duradouro que comprove de fato a canonização. O mesmo se aplica a Nossa Mãe do Carmelo. Mas em nossos corações eles já são sinais de profunda santidade. Assim como é com Nhá Chica e com o Bispo, Servo de Deus Dom Otto Motta. Na nossa diocese temos uma pluralidade vocacional de santidade. Independentemente de qualquer milagre, eles já são em nossos corações benditos e bem aventurados”, emendou.

    SEMANA SANTA

    “Estamos agora vivendo um grande retiro quaresmal. O retiro da Igreja em que ela se retira na sua cor mortuária que é o roxo para poder dizer que é um tempo de profundo recolhimento, silêncio e entrega ao Senhor. Viver esse tempo quaresmal é viver o jejum, a oração e a penitência imbuídos de um amor sincero e verdadeiro. Uma oração vazia, um jejum descompassivo, uma caridade sem dar ao outro perde sua razão de ser. Perde sua essencialidade no coração do Cristo Salvador.  

    Por isso eu convido a cada trespontano, a cada fiel, a descobrir dentro de si mesmo um grande exercício quaresmal para que possa dar sentido a sua vida. Uma vida sem sentido é uma vida vazia”, reforçou.

    BÊNÇÃO

    “Que essa bênção alcance a todos indistintamente. Não somente aos católicos, mas para todos os fiéis de boa vontade, que estejam de coração aberto, para acolher essa benção restauradora, que traz vida e esperança e traz todas as graças a vocês e a suas famílias. Que essa bênção tenha a intercessão da Virgem Santa Maria e do Beato Padre Victor. Gostaria de estar outras vezes com vocês para que possamos trabalhar em favor da igualdade, da justiça e do bem ao próximo.

    O Senhor esteja convosco! Ele está no meio de nós! Por intenção da Virgem Santa Maria, a Nossa Senhora d’Ajuda, o Beato Padre Victor, abençoe-vos o Deus Todo Poderoso, Ele que é Pai, Filho e Espírito Santo, Amém”, concluiu.

     

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  • EXCLUSIVO: FAMILIARES DE RENÊ E ELAINE, MORTOS EM ACIDENTE, FALAM AO CONEXÃO.

    EXCLUSIVO: FAMILIARES DE RENÊ E ELAINE, MORTOS EM ACIDENTE, FALAM AO CONEXÃO.

    PARENTES DO MOTORISTA DO AUTOMÓVEL RESPONDEM EM NOTA AS COBRANÇAS DO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    As mortes de Renê Miranda Bernandes e Elaine Tempesta ainda estão longe da justiça que os familiares e amigos esperam. Quinze dias após a tragédia que vitimou o querido casal trespontano, a reportagem do Conexão Três Pontas continua cobrando explicações e esperando que o caso não fique impune e que não caia no esquecimento. Um artigo escrito e publicado pelo jornalismo do Conexão repercutiu em Andradas e também foi destaque na página nacionalmente conhecida Não Foi Acidente. Com exclusividade, a família de Renê e Elaine falou com a nossa reportagem. Uma das filhas, Júlia Tempesta, muito emocionada, desabafou. Já os parentes do acusado de ter causado a tragédia, Ademir Araújo da Silva, publicaram uma Nota em um jornal de Andradas, em resposta às nossas cobranças.

    Veja o trabalho minucioso de apuração em nossa reportagem especial:

    O “ACIDENTE”

    Um terrível “acidente” de trânsito na tarde daquele domingo, 17 de março, tirou a vida de um casal muito querido e conhecido na cidade de Três Pontas. A motocicleta em que eles estavam acabou pegando fogo. Renê Miranda Bernardes e Elaine Tempesta Bernardes morreram ainda no local.

    De acordo com as informações apuradas pelo Conexão, o casal Renê e Elaine foi até a cidade de Andradas – MG para comemorar o aniversário de uma amiga. No veículo de 4 rodas estavam o motorista e outros 3 passageiros. Nenhum deles se feriu, sendo que todos os passageiros fugiram do local. A colisão aconteceu às 14h30, próximo a entrada do Bairro Jardim Alto da Serra, na BR-146 entre Poços de Caldas e Andradas. O veículo Volkswagen Voyage teria descido a serra quando teria feito uma conversão proibida, atingindo com a motocicleta BMW GS800 que trafegava em sentido contrário. Com o impacto, a motocicleta se incendiou.

    AS VÍTIMAS

    Renê Miranda Bernardes tinha 52 anos de idade e Elaine Tempesta Bernardes morreu com 47. Eram os proprietários da empresa de massas Paladar.  Antes, comandaram uma lanchonete na Praça da Fonte, no centro de Três Pontas. Sempre atuantes em trabalhos sociais, os dois eram figurinhas carimbadas em encontros de motocicleta por toda região. Eles fizeram parte do Rotary Club de Três Pontas Centenário, um clube de serviço que se baseava na realização de diversas campanhas assistenciais.

    Apaixonados por motociclismo eles já fizeram parte do Motoclube Chacais de Três Pontas e atualmente participavam do Brasil Raiders, motoclube que integra vários países. Além do Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina. Outra grande paixão dos dois era o futebol, pano de fundo para sempre reunir os amigos para um churrasco. Renê, sempre bem humorado, contador de piadas, dizia torcer para o Santos e para o Cruzeiro ao mesmo tempo.

    Eles deixaram quatro filhos e seis netos.

    O LAUDO DA PERÍCIA

    Segundo a família de Renê e Elaine, o laudo pericial que confirmará as causas do suposto acidente, chegará nesta semana. Mas afirmam que está claro que houve crime, já que o condutor do Voyage estava, segundo teste, comprovadamente sob efeito de álcool e que ainda fez uma conversão proibida no trecho.

    “A própria polícia que deu entrevista sobre o acidente falou que ele (Ademir) tinha feito uma conversão proibida”, disse Keila Tempesta, sobrinha de Elaine.

    REPERCUSSÃO

    O Conexão Três Pontas, além de registrar toda a tragédia e seu desenrolar em algumas reportagens em todos os seus canais, também publicou um artigo que repercutiu fortemente na cidade de Andradas, onde mora o acusado. O jornal Andradas Hoje repostou o artigo que obteve muitos comentários. Dentre eles uma Nota assinada pela família de Ademir Araújo da Silva.

    “INFELIZMENTE ACONTECEU EM ANDRADAS/MG

    DEFINITIVAMENTE NÃO, NÃO FOI ACIDENTE!

    Numa hora em que os sentimentos estão aflorados é preciso toda calma, cautela para combinar bem a respiração profunda com a colocação de cada palavra afim de não cometer injustiças ou proferir invencionices. Por isso adiei por horas, buscando a sensatez, a total apuração dos fatos, para escrever o que lateja em minha mente.

    Renê e Elaine foram meus amigos durante anos. E não é por conta desse laço que “tomei as dores” do caso, até porque estávamos afastados, sem contato há um bom tempo. É o clamor de justiça que se torna o combustível das minhas palavras e conclusões.

    Após toda comprovação de que o causador do acidente (tentei de todas as formas conseguir sua identidade, mas novamente o vil acaba sob a proteção da lei) estava sob efeito de álcool, embriagado, com 4 vezes mais álcool que o permitido pelo CTB, está claro de que não foi acidente. A Lei Seca diz que não é permitida nenhuma presença de álcool ou substância psicoativa no organismo, mas há uma margem de tolerância de até 0,05 mg/L. Ele continha 0,22!

    Como instrutor de trânsito, credenciado ao Detran SP e Detran MG por mais de 10 anos, afirmo que quem dirige sob efeito de álcool e nessa quantidade está sim assumindo o risco de matar. E foi o que aconteceu! Esse “moleque de 22 anos” (moleque no mais pejorativo sentido da palavra) encheu a cara de cachaça ou sei lá o quê, pegou a estrada, fez uma conversão no mínimo imprudente e provocou toda essa tragédia.

    Pra quem está lendo esse texto de longe, pra quem não os conhecia, sem o peso da emoção, da saudade, pode ser fácil achar que eu estou exagerando, afinal acidentes acontecem todos os dias. Realmente muitos acidentes acontecem, mas 90% deles seria evitado se não houvesse imprudência, imperícia ou negligência. Até tentam culpar a pista, a sinalização, os buracos, etc. Mas o principal ingrediente é sempre o ser humano. Ele pode impedir e causar tragédias.

    Quase nunca as previne e sempre é o ator principal de mortes, massacres, choro, desespero, perdas…

    Nesse caso, estou falando de um casal inocente, que não cometeu, SEGUNDO A PERÍCIA, nenhuma irregularidade no trânsito naquele momento e foram brutalmente ceifados, arrancados da vida, encerrados naquele asfalto de forma estúpida e CRIMINOSA!

    Houve sim, a meu ver, um homicídio em que se assumiu o risco de provocar dolo. Não foi acidente! Insisto: NÃO FOI ACIDENTE! Aí o cara vai preso, fica horas na delegacia, paga fiança e “toca a vida numa boa”, normalmente, como se nada tivesse acontecido. Responde em liberdade e gozando da morosidade das leis. Aqui em Três Pontas mesmo há vários casos de gente que MATOU outras pessoas no trânsito e que continuam desfrutando da vida livremente. Alguns até seguem fazendo vítimas, arriscando outras vidas e nada acontece pra eles.

    Justiça no Brasil, com algumas exceções, é uma piada de muito mal gosto! E começa na suprema corte e desce ladeira abaixo até chegar nas comarcas de todo Brasil.

    A Justiça deveria ser cega para não tomar partido, não ser influenciada e não ser injusta em seus julgamentos. Mas aquela venda nos olhos do símbolo da Justiça dá a entender que a nossa Justiça é falha e cega, aquela que parece não querer ver o óbvio, que só aumenta a sensação de impunidade. O pior cego é aquele que não quer ver!

    Vou cobrar muito para que esse criminoso que tirou as vidas de Renê e Elaine seja severa e exemplarmente punido. Chega né? Passou da hora do brasileiro criar vergonha e suas leis efetividade.

    A imagem que me atormentou essa madrugada, que me fez perder o sono, foi chegar naquele duplo velório e ver pai e mãe mortos e os filhos, parentes e amigos chorando ao redor. É inconcebível ver uma filha “se dividir em lágrimas” entre os dois caixões. Não é drama, é realidade, e muito dura. Nenhum filho merece ver isso.

    Essa imagem deveria ser mostrada a esse condutor irresponsável e a todos aqueles que colaboram com a impunidade de um ato covarde, canalha, trágico e sem volta como esse.

    Que os filhos tenham toda força do mundo pra seguir em frente! Que toda família encontre em Deus o afago, o abraço, o amor e a paz para prosseguir na caminhada. Que a Justiça seja feita de fato e que outros casos não se repitam. Para que outros filhos não sepultem pai, mãe e sonhos…

    #naofoiacidente

    Jornalista Roger Campos”

    Mais de 20 mil pessoas alcançadas com a postagem. Trespontanos e muitos cidadãos andradenses pedem justiça!

    Nota da família de Ademir

    “NOTA DA FAMILIA DO MOTORISTA DO VOYAGE

    É com imensa tristeza que nós da família de Ademir Araújo, viemos falar sobre o fato em que o próprio se envolveu no último domingo.

    Sou a sobrinha dele convivo com ele todos os dias e sei que não faria mal há ninguém.

    Mas da maneira que estão julgando parece que é um assassino ou até mesmo dependente alcoólico, não estou vitimizando só tentando entender o que realmente aconteceu; no dia do ocorrido ele saiu cedo para ir em um jogo de futebol junto com alguns “amigos”. Os amigos contam que ele bebeu uma latinha de cerveja independente da quantidade ele bebeu assim como as duas vítimas do incidente possa ter ingerido uma quantidade razoável, não estou tentando colocar a culpa em ninguém até porque estão mortos não tem como se defender como muitos estão a dizer.

    Ademir conta que estavam fazendo cruzamento e dando seta para entrar nisso a moto já estava comendo um pouco da faixa em alta velocidade, e em segundos aconteceu o ocorrido, com excesso de adrenalina ou até mesmo pânico ficou desesperando, pisava no freio e nada de funcionar foi aí que fechou os olhos esperou o pior acontecer o carro só foi parar quando bateu no meio-fio nisso ele já estava desmaiado. Em alguns minutos levantou se sentou e não tinha noção alguma de que havia duas vítimas fatais.

    Chegando no hospital mobilizado chorando sua irmã já estava lá, ficou sabendo por acaso ela por sua vez foi ver como ele estava e acabou contando das duas vítimas do acidente que ele não sabia. Os “amigos” que estavam com ele saíram sim do local mas por que são covardes, não ficaram com ele até o fim porque só estavam nas horas boas.

    Ademir é um trabalhador, não vagabundo como estão dizendo ou até mesmo moleque ele tem esposa que está grávida de 4 meses. Por mais que ele tenha bebido uma latinha de cerveja tá pagando pelo erro.

    Minha família ficou muito triste ao saber das duas vítimas, meu tio pior ainda. Só vim por meio desse texto esclarecer algumas coisas que estavam falando sobre ele e tirar algumas dúvidas, sei que muitos não irão acreditar ou até mesmo começar a julgar-lo novamente, mas tentei ser mas transparente o possível.

    Meus pesares para a família das vítimas e sabemos o quão triste e a situação e lamentamos a perda de vocês.”

    Andradenses opinaram:

    *Veja todos os comentários em https://www.facebook.com/468698729854984/posts/2217051048353068/

    PÁGINA NÃO FOI ACIDENTE DESTACOU TEXTO DO CONEXÃO

     *Veja a postagem completa em https://www.facebook.com/292563717426557/posts/2594021423947430/ 

    FAMÍLIA DE RENÊ E ELAINE FALA AO CONEXÃO

    Apesar de toda dor, a família do casal Renê Miranda Bernardes e Elaine Tempesta Bernardes falou ao Conexão. A sobrinha de Elaine, Keila Tempesta revelou o quão difícil está sendo a realidade sem o querido casal:

    O sorriso na foto de arquivo contrasta com a tristeza atual de toda a família.

    Posso afirmar que o tio Renê era extremamente cauteloso quando pegava a sua moto. Eles já viajaram para diversos lugares, porque em cima daquela moto eles abriam suas asas para a felicidade. Era um casal muito apaixonado um pelo outro, nunca vimos eles brigados ou de cara feia. E assim terminou o legado deles, juntos e em cima de uma moto.

    VIDA era o nome deles, aproveitaram a cada momento juntos com muita felicidade. Restam agora só saudades.

    Nossa família está dando um suporte para os filhos, mas está muito difícil. Estamos sofrendo muito! Não vamos nos calar! Queremos justiça. Muito obrigado ao Conexão Três Pontas por esse apoio”.

    Já a filha do casal, Júlia Tempesta escreveu:

    Julia com a mãe Elaine.

    “Hoje eu sei que as pessoas não têm mais compaixão pela vida do outro e nem pela sua mesmo. E depois de tudo que houve eles continuam pensando de novo somente nos eu próprio umbigo. Espero que as autoridades vejam que não foi um acidente. Não foi porque Deus ou simplesmente porque estava na hora. 

    Meus pais eram jovens e totalmente responsáveis pelos seus atos. Beber e dirigir é crime! A partir do momento em que você assume o risco de dirigir alcoolizado você é responsável sim pelo que acontece.

    Foram duas vidas que para ele (Ademir) não significam nada, mas para a nossa família era simplesmente tudo. Desejo a ele que passe todos os dias atrás das grades pensando no seu ato e no que isso gerou em nossa família. Que ele possa aproveitar essa oportunidade de ter ficado vivo para ser cada dia uma pessoa melhor.

    Só queria lembrar mais uma vez às autoridades que o sangue dos meus pais está nas mãos deles e o autor deve pagar. Sei que não vai trazê-los de volta, mas espero que sirva para que não faça mais isso com nenhuma outra família, porque ele tirou toda a estrutura da minha.”

    A reportagem do Conexão Três Pontas continuará acompanhando esse caso. Queremos justiça!

    #naofoiacidente

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    Roger Campos

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  • ENTREVISTA ESPECIAL AO VIVO: Prefeito Marcelo Chaves responde questionamentos do Conexão Três Pontas

    ENTREVISTA ESPECIAL AO VIVO: Prefeito Marcelo Chaves responde questionamentos do Conexão Três Pontas

    A entrevista transmitida ao vivo diretamente do gabinete do Poder Executivo Municipal, no início da tarde desta quarta-feira (06), aborda questões fundamentais e de amplo interesse, como a Saúde, Educação, Geração de Emprego, Segurança, Carnaval, Moradores de Rua e Infraestrutura.

    O Prefeito Marcelo Chaves trouxe boas notícias, falou de investimentos e não se opôs a “mexer em algumas feridas”. Acompanhe no link abaixo:

    https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/640378446394990/

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    Roger Campos

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  • HÁ EXATOS 2 ANOS AGÊNCIA DA CAIXA EM TRÊS PONTAS ERA “EXPLODIDA”. REVEJA OS VÍDEOS!

    HÁ EXATOS 2 ANOS AGÊNCIA DA CAIXA EM TRÊS PONTAS ERA “EXPLODIDA”. REVEJA OS VÍDEOS!

    JORNALISMO DO CONEXÃO FOI O PRIMEIRO A ENTRAR NA AGÊNCIA: “CENÁRIO DE GUERRA”!

    Era por volta das três horas da manhã daquela quarta-feira, 25 de janeiro de 2017, quando os trespontanos foram acordados forçosamente diante de barulhos que pareciam fogos de artifício. Mas na verdade eram tiros de diversos calibres, armamento pesado sequenciais a explosão dos caixas eletrônicos da agência da Caixa Econômica Federal em Três Pontas. O Conexão Três Pontas, primeira equipe de reportagem a chegar no local, entrou no que restou do atendimento da agência e mostrou tudo.

    Duas fortes explosões foram ouvidas por diversos bairros da cidade. Em seguida cerca de 30 tiros foram ouvidos, de armamentos como fuzis e escopetas. Houve quem dissesse na época ter ouvido quase 100 tiros. A Polícia Militar logo foi acionada e imediatamente solicitou o cerco bloqueio junto às unidades das cidades circunvizinhas.

    Moradores vizinhos da agência bancária, localizada na Praça Cônego Vítor, no centro de Três Pontas acordaram desesperados, sem saber o que estava acontecendo. Alguns relataram ao Conexão que acreditavam se tratar de fogos de artifício.

    Veja o vídeo da ação dos criminosos:

    Nossa reportagem imediatamente se deslocou até o local e foi a primeira a chegar e encontrar um verdadeiro cenário de guerra. Tudo absolutamente destruído, todos os caixas eletrônicos, paredes, vidros, a entrada do banco e todo setor de atendimento inicial. Em poucos minutos a aglomeração de populares de frente ao banco foi gradativamente aumentando. Enquanto estávamos dentro da agência registrando as imagens, ainda sem interdição por parte da Polícia Militar, várias viaturas, em alta velocidade e na contramão passavam de forma alucinada.

    Um veículo Ford Fusion de cor prata ou branco e um outroveículo de cor preta foram usados pela quadrilha de criminosos, especializada em explosão a caixas eletrônicos.

    Reveja no link abaixo o vídeo transmitido ao vivo minutos após a explosão onde o Conexão entrou na agência e mostrou a destruição:

    link:https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/1856141054640364/

    Prisões

    Na madrugada de 11 de julho de 2018 um homem, suspeito de participar da explosão da Caixa Econômica Federal de Três Pontas morreu em confronto com a Polícia. Durante ataque a caixas eletrônicos na cidade de Campo do Meio, onde cerca de dez homens chegaram à cidade ocupando quatro veículose causando a destruição na agência do Banco do Brasil e também de um posto de atendimento do Banco Bradesco, houve troca de tiros com os militares e um suspeito de participar do grupo criminoso que atuou em Três Pontas morreu. Ele era de São Paulo e tinha 54 anos.

    Vários criminosos que atuam nesse tipo de crime no Estado foram presos, mas não há, até hoje, a confirmação de quantos bandidos que agiram em Três Pontas naquele 25 de janeiro de 2017 foram capturados ou mortos.

    Jornalista Roger Campos registrando o estrago na agência bancária.

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    Roger Campos

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  • AO VIVO: DIOGO VOLTA PRA CASA E AO LADO DA MÃE FALA AO CONEXÃO.

    AO VIVO: DIOGO VOLTA PRA CASA E AO LADO DA MÃE FALA AO CONEXÃO.

    REPORTAGEM EMOCIONANTE FECHA O ANO DE 2018 COM CHAVE DE OURO.

    De acordo com os familiares e amigos que durante todo dia de ontem (28) mantiveram contato com a nossa reportagem, o padeiro Diogo de Brito foi reconhecido numa rodoviária em São Paulo. A família aguardou a confirmação de que era de fato o rapaz desaparecido desde a última quarta-feira para publicar nas redes sociais.

    Conforme Meiri Fonseca, colega de trabalho de Diogo, ele teria embarcado de volta para Minas Gerais num ônibus das 17 horas e na sequência, já em Varginha, foi trazido de volta para casa por um familiar.

    A família de Diogo informou ao Conexão que Diogo revelou que pegou um ônibus para Três Corações e depois para São Paulo. Que realmente tinha a intenção de não mais voltar, sem explicar os motivos do ato que levou familiares e amigos ao desespero. Mas Diogo, que sofre de depressão, afirmou que se arrependeu e que isso não se repetirá.

    Durante todo fim de noite e começo da madrugada muitas pessoas estiveram na casa de Diogo, num clima de muita felicidade. Nossa reportagem recebeu uma foto da chegada de Diogo.

    O Conexão noticiou durante todo o dia de ontem e foram mais de 500 compartilhamentos obtidos em nossas reportagens sobre o caso. Graças a Deus a história está tendo um final feliz.

    AO VIVO

    O Conexão Três Pontas esteve na tarde de hoje (29) na casa de Diogo e conversou com ele e com sua mãe. Uma reportagem especial e cheia de emoção para fechar o ano de 2018 com a união de uma família simbolizando todas as outras, encerrando assim com chave de ouro. Acompanhe;

    https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/353120545268454/?__xts__%5B0%5D=68.ARAzhUaR3v778U7gGr28OnFj0NG9ZZpcCovvGObehdwfiAe61pGWJDMPLluls6pvJNp3qCv-1PqAjqi3NuWW_Dc9lQ1y7D1oX3Wsrmx9u_hSOA1XYWchmySdk8GMEhQVVcLRaS4M69nzQ9xheog6sY8-Brj2YDhpdm-MTKHQc0hDqQWkTQvHCmz9oM0IaXNYrik7Y9xgXc8wduAoULk6P2Gon6d735v8QEMHUT02oPA7VT8URg103dQ0NhGufmsHsNkX1-lPulAmSYqUyyq134YhQcGrzQj1WbOgKMPYQE4D57-yY6UsbbhKLe5vCmIxbmARYIGXoFL-EIKUub0AixkaOcYSlEB_nn1NSQ&__tn__=-R

    Relembre o Caso

    Colegas de empresa de Diogo de Brito Carvalho, que trabalha no Moacyr Supermercado, entraram em contato com a nossa reportagem solicitando a divulgação do desaparecimento do rapaz. O Conexão Três Pontas entrou em contato com a família de Diogo que confirmou o sumiço, autorizando a veiculação da matéria no sentido de ajudar nas buscas, na chegada de alguma informação que possa levar ao seu paradeiro.

    De acordo com a mãe de Diogo, ele foi visto pela última vez na quarta-feira, dia 26/12. “Ele estava muito bem, trabalhou o dia todo no Moacyr Supermercado e saiu de casa por volta das 23h30 e não voltou mais”, disse ela.

    Aflita, a mãe de Diogo revelou que essa é a primeira vez que o rapaz não volta pra casa, aumentando a preocupação.

    Diogo é padeiro, tido como um bom profissional. Segundo os familiares, ele sofre de depressão grave e faz uso de medicação. Ele é solteiro, completa 32 anos no próximo dia 31 dezembro e a família espera receber de presente o seu retorno.

    Ele reside na Rua Curitiba, 185, no bairro Padre Victor.

    A família informou ainda que foi registrado o Boletim de Ocorrência junto a Polícia Militar de Três Pontas. Nas redes sociais, colegas, familiares e trespontanos de uma forma geral, que anseiam pelo final feliz dessa história, ou seja, o retorno de Diogo, continuam postando seu desaparecimento.

     

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • REPORTAGEM ESPECIAL: Por que o trânsito em duas cidades do sul de Minas é tão diferente?

    REPORTAGEM ESPECIAL: Por que o trânsito em duas cidades do sul de Minas é tão diferente?

    Pedestre: Conexão mostra diferenças entre o trânsito de Três Pontas e de Lavras.

    O respeito no trânsito ou, pior, a falta dele. Esse é um tema recorrente em todo Brasil e não se resume apenas ao descumprimento de leis contidas no Código de Trânsito Brasileiro por parte dos motoristas. Vai muito além disso. Pedestres e ciclistas também dão exemplos diários de verdadeiros absurdos cometidos em vias públicas. Em Três Pontas algumas situações e flagrantes ultrapassam o campo da irresponsabilidade. A reportagem do Conexão Três Pontas acompanhou o trânsito na cidade de Lavras e constatou que há diferenças gritantes de comportamento no trânsito entre as duas cidades.

    A principal diferença é o respeito que em Lavras se dá aos pedestres. Na cidade com cerca de 102 mil habitantes, localizada há apenas 83,6 km de distância de Três Pontas, chega a impressionar como os condutores de veículos automotores respeitam as faixas, hoje chamadas passagens elevadas de pedestres.

    “Aqui em Lavras quando a gente (pedestre) precisa atravessar, já é de praxe que os motoristas, a grande maioria deles, param e respeitam nossa circulação em segurança. Isso só não é tão comum quando os carros são de fora, turistas, pessoas de outras cidades, talvez por, na cidade de origem deles, não se ter essa conscientização”, disse o engenheiro César Henrique Novais.

    Outra situação recorrente em Lavras é perceber como o pedestre também é educado. A grande maioria, principalmente na região central, local de maior fluxo de veículos e, consequentemente, maior risco de acidentes e atropelamentos, atravessa na faixa, mesmo que tenham que andar 10, 20 ou 50 metros até chegar à passagem elevada de pedestres mais próxima.

    “Não adianta cobrar apenas dos motoristas. Os pedestres têm que dar exemplo e aqui em Lavras, no centro da cidade principalmente, é comum se atravessar na faixa”, pontuou a dona de casa Maria Silvéria de Souza.

    Segundo a Polícia Militar de Lavras os índices de atropelamentos no município são baixíssimos, praticamente zero. O motivo, conforme a corporação, é a conscientização, o respeito ao CTB e a fiscalização.

    Essa postura dos usuários das vias públicas em Lavras é rara na maioria das cidades brasileiras, mas é comum em algumas localidades, principalmente naquelas com colonização europeia (Segundo estudo do Denatran), como na região sul do país ou no interior de São Paulo. Em Minas Gerais outras cidades também aparecem com destaque positivo no respeito aos pedestres. É o caso de São Lourenço, também no sul de estado. Lá o cumprimento às lei de trânsito também é claro.

    Em Três Pontas, cidade com cerca de 58 mil habitantes, infelizmente a realidade é bem diferente. Pedestres atravessam, quase que na unanimidade, fora da faixa; não é raro ver ciclistas andando sobre calçadas; cavalos dividindo espaço com veículos automotores no centro da cidade; motoristas sem cinto de segurança, convergindo sem dar seta e até avançando farol vermelho. Mas o destaque negativo é justamente o desrespeito ao pedestre que muitas vezes espera muito tempo para conseguir atravessar ou se sente diariamente ameaçado por carros, motos, vans, ônibus e caminhões.

    “Não tenho confiança nenhuma quando vou atravessar a rua. Eu assumo que muitas vezes não atravesso na faixa, mas mesmo sobre ela é raro quando algum carro para pra gente atravessar. Eles (motoristas) acham que, com a farol verde pra eles, podem acelerar sem lembrar que somos mais frágeis e que temos preferência”, declarou a estudante trespontana Ana Paula Laudomiro.

    Motoristas ouvidos pelo Conexão em Três Pontas opinaram que na cidade há mudanças de trânsito, nas vias públicas, nas mãos de direção “do dia para a noite”, sem aviso prévio e muitas vezes sem uma educação para o trânsito; que não há políticas de conscientização sobre as leis do CTB; que a fiscalização deixa a desejar (e que quando têm reclamam…), que faltam vagas de estacionamento e que os pedestres também precisam se educar melhor.

    “Três Pontas precisaria de uma grande campanha de conscientização no trânsito, mais fiscalização, aplicação de multas de forma justa, sem se produzir uma indústria de autuações. As vias também estão em péssimo estado de conservação. Faltam guardas municipais nas escolas e sobra imprudência. De todas as partes! Também tem um negócio de colocarem cadeiras, caixas, tijolos e qualquer coisa segurando vaga de estacionamento no centro da cidade. Isso é uma vergonha! Mesas e cadeiras que os bares colocam sobre as calçadas acabam obrigando o pedestre a atravessar na rua. É difícil dirigir ou atravessar com segurança em nossa cidade”, afirmou a instrutora de trânsito do Detran, Renata Marques.

    Vejam o vídeo que nossa reportagem gravou na cidade de Lavras mostrando o respeito ao pedestre no centro da cidade:

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    Roger Campos

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  • REPORTAGEM ESPECIAL – MORADORES DE RUA: Um problema de difícil solução em Três Pontas.

    REPORTAGEM ESPECIAL – MORADORES DE RUA: Um problema de difícil solução em Três Pontas.

     

    Agora é lei: morador de rua deve ser atendido pelo SUS.

    Não é de hoje que os moradores de rua se tornaram um grave problema social em Três Pontas. Há anos que a Avenida Oswaldo Cruz, principal via de acesso da cidade, se tornou a moradia, a casa, o leito de homens e mulheres, desde jovens até idosos, boa parte entregue ao vício da bebida e, alguns, também das drogas. Várias foram as tentativas de tirar essas pessoas das ruas. Algumas têm parentes, um lugar pra ficar, pra dormir, tomar banho e se alimentar. Outros não têm pra onde ir. O fato é que os anos vão passando e nenhuma ação ou esforço por parte das autoridades surtiu o efeito desejado. Nossa reportagem tem acompanhado o dia-a-dia desses seres humanos entregues a sorte, aos riscos e perigos da noite como o frio e a violência. Pessoas que muitas vezes são rejeitadas, excluídas da sociedade, até por vontade própria, mas que acabam sendo marginalizadas e vítimas de muito preconceito e descaso.

    Em situação degradante os moradores de rua que ficam na Avenida Oswaldo Cruz, próximo ao semáforo, no cruzamento com a Avenida Ipiranga, passam dias e noites, chuva e sol, sem ter alimentação regular, roupas, cobertores, banho, higiene e, principalmente, sem ter uma solução para o problema. Muito já foi tentado, mas eles próprios relutam em deixar a rua e voltar para o convívio da família ou ficar em abrigos ou casas de recuperação, a exemplo do grande trabalho realizado pelo Grupo de Oração Fé com Obras, que abriga vários ex-moradores de rua, mas que vem passando uma grave crise financeira, principalmente resultante das grandes despesas e da falta de apoio por parte das autoridades e da sociedade de uma forma geral.

    Além disso tudo, há também a questão comercial que é levantada por empresários, donos de estabelecimentos como restaurantes e bares, que alegam ter o movimento prejudicado pelos andarilhos, em decorrência do mal cheiro e do comportamento hostil de alguns deles, embora nenhum caso de ofensas ou agressão tenha sido relatado até aqui.

    O QUE JÁ FOI FEITO

    Durante anos, os trespontanos reclamaram, fizeram fotos, postaram nas redes sociais, protestaram e cobraram providências por parte do Poder Público Municipal. Em 2015, no início do mês de julho, o então prefeito Paulo Luís Rabello resolveu agir. Encontrou uma moradia para essas pessoas que, de acordo com levantamento de Secretaria de Assistência Social, apesar de terem família, preferem viver nas ruas. Mas, por incrível que pareça, algumas pessoas questionaram a retirada desses moradores da Avenida Oswaldo Cruz, alegando arbitrariedade, uma medida contra a vontade deles, na época.

    “Nós devemos tratar todas as pessoas como seres humanos e não como animais. Não podíamos pegar aquelas pessoas e jogá-las em qualquer lugar. Nós fomos preparando terreno, criando boas condições para que as providências fossem satisfatórias para eles. Nós fomos inicialmente preparando eles psicologicamente através da Secretaria Municipal de Assistência Social e também do Caps, para que a saída deles fosse consensual. Quando achamos que era a hora, tomamos todas as providências através da Assistência Social e da Guarda Municipal, que merece todo o meu agradecimento, além do Caps. Acredito que, temporariamente, o problema está resolvido. É difícil tirar todas as pessoas das ruas. Eles têm o direito de ir e vir e não podemos obrigar ninguém a nada”, explicou o ex-gestor em 2015.

    O então prefeito Paulo Luís Rabello em entrevista concedida ao Conexão em 2015.

    Quando tomou a decisão de tirar os moradores da rua – ação aprovada pela maioria da população trespontana – alguns questionaram, reclamaram e chamaram o então chefe do Executivo Municipal de arbitrário e ditador. “Infelizmente em Três Pontas tem muita gente que só sabe criticar e não ajuda em nada. Será que essas pessoas que criticaram hoje ajudam com algum donativo?”, concluiu.

    Infelizmente, pouco tempo depois, os andarilhos acabaram voltando para as ruas, mais precisamente para a Avenida Oswaldo Cruz.

    CONEXÃO MOSTROU O PROBLEMA EM 2014

    A reportagem lembrou que “apesar de não serem violentos, muitos populares, como comerciantes, reclamam da presença dos andarilhos no local e há ainda aqueles que se solidarizam com a situação de penúria e, aparente, abandono por parte da família.

    Em 2014 a Secretaria Municipal de Assistência Social, da Prefeitura Municipal de Três Pontas, fez um acompanhamento e buscou soluções para a situação dos moradores de rua. Uma delas foi a implantação do Projeto “Não dê Esmolas, Promova Cidadania”, que pedia para que as pessoas parassem de dar esmolas a esses moradores, e sim promovam a cidadania e a dignidade dos mesmos.

    O projeto foi apresentado pelos funcionários do CREAS – Centro de Referência Especializado da Assistência Social, composto dos profissionais que lidavam com essa situação, como o psicólogo Miller Tavares, a advogada Cíntia Aparecida de Souza Freitas, a assistente social Luciana Silva Bárbara e a coordenadora do centro, Sara Silva Souza.

    ELES PREFEREM CONTINUAR NAS RUAS

    Na época o psicólogo do CREAS, Miller Tavares afirmou que o acompanhamento vinha sendo constante por parte da Secretaria Municipal de Assistência Social e reiterou que esses cidadãos não abriam mão de continuar nas ruas: “O órgão de atendimento dessas pessoas é o CREAS e a própria Assistência Social. Nós fazemos frequentemente uma abordagem de oferta para o tratamento da dependência química, porque essas pessoas que estão nas ruas são vítimas da dependência do álcool e das drogas e isso impede que elas busquem uma saída, um emprego e até a convivência familiar. Nós mesmos procuramos as famílias dessas pessoas, mas por conta do estado em que elas se encontram já se esgotaram as tentativas de ajuda por parte dos parentes. Nós insistimos, tentamos mostrar para a família a importância do diálogo e da presença deles. O objetivo é propiciar a reinserção deles no seio familiar, no mercado de trabalho e na sociedade como um todo, com respeito e dignidade”, pontuou.

    Ainda conforme o psicólogo do CREAS, são feitas muitas críticas e de forma frequente pelo fato desses moradores de rua se encontrarem num local público. “Independente do local que eles se encontrem eles são cidadãos e têm o direito de ir e vir. Por isso lembramos que a população deve nos ajudar, se conscientizando de que não deve dar esmolas para essas pessoas. Isso dificulta o nosso trabalho. Muitas vezes durante nossas abordagens eles estão sob o efeito de álcool e drogas, alimentado pelo dinheiro das esmolas. E o mais importante de se dizer é que eles mesmos não querem sair das ruas. Eles dizem isso frequentemente, afirmando ter pessoas que os ajudam, com almoço, com roupas, etc. Nós não somos contra a caridade. Ajudar com alimentação é necessário e um grande gesto de humanidade. Nós pedimos para não dar dinheiro.

    Atualmente são cerca de 8 moradores de rua na Avenida Oswaldo Cruz, mas esse número oscila pois tem gente que vem de outras cidades, ficam um tempo e vão embora. E a grande maioria desses moradores de rua tem família, mas perderam o contato e a aceitação por causa da dependência química.

    TRATAMENTO

    O tratamento é oferecido pelo Governo Federal e durante seis meses essas pessoas são tratadas gratuitamente. A maioria dos moradores de rua de Três Pontas é composta por dependentes de álcool e não de drogas e não há nenhum registro de ato violento ou crime praticado por eles.

    Em conversa com os moradores de rua que ficam na Avenida Oswaldo Cruz, percebemos a vontade de continuar nessa situação, por mais absurda que seja. Conforme JR, de 36 anos, natural de Itutinga, radicado em Três Pontas há anos, e que possui uma irmã na cidade, estar na rua é uma opção própria: “É uma opção minha. Para eu não maltratar as pessoas e não ser maltratado. Eu opero qualquer tipo de máquina, mas escolhi estar na rua. Muita gente nos ajuda, as pessoas vêm e fazem caridade. A Assistência Social nos ajuda sempre. A Luciana me ajudou e eu já fui internado. Se eu quiser largar de beber eu largo, mas eu não quero. A única coisa que precisa ser feita é a construção de um albergue. No mais, tudo é feito pra nos ajudar”, disse.

    ENTREVISTA

    Nossa reportagem conversou com o médico, especialista, Dr. Luiz Roberto Dias, ex-prefeito e ex-secretário municipal de Saúde de Três Pontas, que realizou importantes trabalhos nas comunidades carentes do Rio se Janeiro. Ele fala sobre a situação dos moradores de rua hoje em dia:

     ATENDIMENTO PELO SUS

    Agora está assegurado por lei o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) de famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade ou risco social, mesmo que eles não apresentem comprovante de residência. A Lei 13.714, de 2018, que proíbe expressamente a recusa de atendimento pelo SUS nesses casos, foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

    Assistência social

    O texto original do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 112/2014 obrigava a criação de uma identidade visual para o Sistema Único de Assistência Social (Suas), que sirva para identificar todos os locais que prestam esse serviço à população. A identidade visual seria nos moldes do SUS, com um símbolo próprio que identifique as unidades públicas estatais, as organizações de assistência social, os serviços, programas, projetos e benefícios vinculados ao Suas.

    Porém, o senador Eunício Oliveira (MDB-CE) apresentou uma emenda para determinar o atendimento a moradores de rua, geralmente assistidos por instituições filantrópicas. O texto garante a essa camada da população “a atenção integral à saúde, inclusive com dispensação de medicamentos e produtos de interesse para a saúde”.

    DIREITOS DOS MORADORES DE RUA

    Um situação muito comum é encontramos moradores de ruas em todas cidades do Brasil, popularmente conhecidos como “mendigos”. Embora não exista um dado concreto, essa população só em Belo Horizonte, é estimada em cerca de 2.000 moradores.

    Será que essa população é enxergada por outras na qual em suas vidas cômodas passam todos os dias na mesma calçada que vários deles? Embora tratando-se de uma pergunta retorica, a grande questão é a justiça brasileira para com essas pessoas que vivem nessa situação de extrema precariedade, para não usar mais usar mais uma vez o termo popular: miserável.

    Os direitos

    Em 1948 em vários países foi erguida em vários países a Declaração Universal de Direitos Humanos que afirma:
    “Todas as pessoas nascem livres e iguais, ou seja, “ninguém é melhor que ninguém”. Todos nós formamos uma única família, a comunidade humana: negro ou branco, homem ou mulher, rico ou pobre, nascido em qualquer lugar do mundo e membro de qualquer religião. Assim, todos nós temos direito à liberdade e à segurança pessoal.”
    Com essas palavras os moradores de rua ganharam o direito de serem protegidos por uma lei na qual devem ser reconhecidos como cidadãos e serem tratados como tal.

    Cidadãos

    Entre as proteções que a lei estabelece com os moradores de rua, algumas delas são: Se algum deles estiverem com alguma pendencia na justiça, esses tem direitos à advogados e serem julgados como qualquer outro indivíduo. Além disso, através da Política Nacional de Assistência, da direito a ele a um serviços de rede de acolhimento e serviços: abordagem de rua, centros de referência, casas de acolhimento (repúblicas, pensão), encaminhamento para retirada de documentos e projetos de inclusão produtiva.

    O grande problema, é que como a maioria não tem consciência de seus direitos perante o Estado, não podem lutar por eles e exigirem algo que é protegido por lei.

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    Roger Campos

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: “DONA DAGMAR” É HOMENAGEADA PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS

    HISTÓRIAS DE VIDA: “DONA DAGMAR” É HOMENAGEADA PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS

     

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história da Sra. Dagmar Reis Vilela, ou simplesmente a “Dona Dagmar do Brasil Hotel”, querida por todos.

    Dagmar Reis Vilela, carinhosamente chamada de “Dona Dagmar do Brasil Hotel”, tem 94 anos de idade e esbanja vitalidade. Nasceu em 20 de janeiro de 1925 na Fazenda da Prata, próxima a Três Pontas. Era a filha mais velha de um total de 12 filhos do casal Antônio Reis Pinto (cafeicultor) e Adelaide Costa Dagmar.

    Dona Dagmar em família.

     

    Após 11 anos de namoro, casou-se em 16 de dezembro de 1948 com José Miranda Vilela. Dessa feliz união nasceram Rosângela, José Carlos, Carlos Eduardo e Fernando Henrique. Infelizmente dois filhos já faleceram. Tem sete netos e quatro bisnetos.

    Quando seu tio Aristides Reis Prata sugeriu que ela comandasse o hotel que já pertencia a família, Dagmar não relutou e encarou o desafio. Isso há cerca de 60 anos. Aos poucos foi comprando as partes dessa herança da família e no ano de 1976 iniciou uma grande reforma, transformando o Brasil Hotel no sucesso que é até hoje, ganhando repercussão em toda região. Ainda comanda a empresa com o apoio dos filhos. Sempre bem disposta e com uma lucidez de dar inveja, quando não está no hotel certamente poderá ser encontrada na Santa Missa, na Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda ou no Carmelo São José.

    Sempre gostou de montar quebra-cabeça, jogos com centenas de peças e de praticar natação e hidroginástica.

    Foi membro ativa na Apae, no Hospital São Francisco de Assis e também no Clube Literário e Recreativo Trespontano.

    Dona Dagmar e o saudoso marido José Vilela.

    Ela é proprietária do mais tradicional hotel da cidade de Três Pontas, que existe há mais de seis décadas. Nas mãos de Dona Dagmar o Brasil Hotel está há quase cinquenta anos. Tendo, nesses quase meio século sido a hospedagem preferida de famosos e anônimos.

    Dentre as personalidades que já se hospedaram no Brasil  Hotel podemos citar: Zezé di Camargo & Luciano, Chitãozinho & Xororó, Engenheiros do Hawaii, Ivete Sangalo, Raça Negra, Gian & Giovani, Banda Mel, Renato Teixeira e tantos outros. O Hotel Brasil sempre foi sinônimo de qualidade, bom atendimento e conforto.

    Toda essa referência do Brasil Hotel se deve a personalidade, ao carinho e as muitas amizades que Dona Dagmar cultivou ao longo da vida. Caminhando para, se Deus quiser, chegar a 100 anos de uma vida exemplar, Dona Dagmar segue firme e forte, com a mesma educação, gentileza, sorriso e atenção para com todos aqueles que têm a chance do seu convívio, seja de trespontanos ou de hóspedes que visitam a “sua casa”, o Brasil Hotel.

    Dona Dagmar e este jornalista.

    Impossível não lembrar da forma gentil e amiga como sempre tratou a imprensa, franquiando a entrada deste e de outros jornalistas para a realização das concorridas entrevistas com as celebridades.

    Por uma vida quase centenária semeando o bem, o amor, a honestidade e a amizade, o nosso reconhecimento a Dona Dagmar Reis Vilela!

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

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    Roger Campos

    Jornalista

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