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Durante a segunda operação, voltada para o combate ao tráfico de drogas no bairro Santa Edwiges, próximo a uma residência que é alvo de denúncias de ser ponto de venda de drogas, a equipe da Polícia Militar presenciou o autor, de 35 anos, já conhecido pela prática e passagens por tráfico de drogas, chegando em uma motocicleta com uma sacola plástica. Dentro da sacola a PM encontrou três tabletes de maconha, pesando mais de 3 quilos. Ainda, no interior da residência do autor e alvo da denúncia, foram encontrados uma balança de precisão e embalagens plásticas utilizadas para embalar drogas, além de grande quantidade de dinheiro. O autor foi preso e encaminhado à delegacia juntamente com todo material que foi apreendido.
Fonte Polícia Militar de TP
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Além dos três passageiros em estado grave, outras cinco pessoas tiveram ferimentos leves. Entre elas, está o motorista do carro.
As vítimas foram socorridas pelo Samu e levadas ao Hospital de Lavras. O motorista do carro que bateu na kombi foi submetido ao teste do bafômetro, que deu negativo.
O acidente foi no quilômetro 401. Com a batida, o trecho ficou com 500 metros de congestionamento.
Fonte G1 Sul de Minas
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A idosa de 69 anos que teve o atropelamento flagrado por câmeras de segurança morreu na noite desta quinta-feira (26), na Santa Casa de Guaxupé (MG). Ângela Silva dos Santos estava internada no hospital desde o acidente, durante a tarde, com uma fratura na perna esquerda e não resistiu. Veja a cena (Imagem forte).
O motorista parou no momento do impacto e ficou no local até a chegada do Samu, que levou a vítima ao hospital. Ângela será velada na funerária São Dimas. O horário do sepultamento não foi divulgado.
Fonte G1 Sul de Minas
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Para combatê-los, o governo goiano, literalmente, chamou a polícia. Numa medida polêmica, a escola Fernando Pessoa, assim como outras 11 da rede estadual no último ano, passou por um processo de “militarização” do ensino, resultado de uma parceria das duas Secretarias (Educação e Segurança) para acabar com a violência no ambiente escolar.
Na prática, os militares assumem a administração da escola, enquanto a parte pedagógica (professores e métodos de ensino) segue sob a alçada da Secretaria de Educação.
Os resultados da mudança implantada no início deste ano, segundo a escola e o governo goiano, foram satisfatórios. O diretor do agora Colégio Militar Fernando Pessoa, capitão Francisco dos Santos Silva, afirma que, implementando os princípios básicos militares de “hierarquia e disciplina”, a escola conseguiu acabar com os casos de violência e virou um “sonho” para os moradores da cidade.
“Aqui, aluno fumava droga dentro da escola e batia em professor. Eu cheguei a ter de tirar uma professora da aula. Ela estava em um estado tão grande de depressão, que eu tive que tirá-la da sala”, conta o capitão à BBC Brasil. “Agora, é outro mundo, os próprios professores perguntam como nós conseguimos. Antes, eram os alunos que mandavam na escola”, diz.
Entre os pedagogos e especialistas, porém, o modelo militar é bastante questionado. “Resolve a violência por causa do medo da repressão. Mas não resolve o problema real”, defende a doutora em Ciência da Educação e coordenadora do Observatório de Violência nas Escolas do Brasil, Miriam Abramovay.
A escola se tornou militar em janeiro deste ano e, segundo o capitão Santos, conseguiu manter 80% dos alunos após as mudanças – eram 680 alunos até então. Agora, o colégio tem quase o dobro de estudantes (1.100) e atuam nele um total de 13 oficiais militares, 38 professores – a maioria mantida do modelo antigo da escola, com apenas algumas trocas daqueles que “não se adaptaram ao novo esquema” -, além de uma psicóloga, uma psicopedagoga e outros funcionários.
Entre as funções dos militares, estão as de cunho administrativo – o comandante e o sub-comandante fazem parte do corpo diretivo – e também as de “coordenadores de disciplina”, que são responsáveis por fazer com que os alunos cumpram as regras da cartilha militar.
“O ser humano se adapta ao meio. Quando você tira o meio violento, as palavras pesadas, eles mudam, o linguajar muda, o falar muda, a gente trabalha a consciência deles”, diz o capitão Santos. “Os alunos receberam muito bem, teve três ou quatro pais que não ficaram satisfeitos. Mas para a região aqui é um sonho para esse povo, muita gente queria e não tinha oportunidade.”
O dia a dia do aluno do Fernando Pessoa já começa diferente ao sair de casa para ir à escola. Antes, bastava colocar a camiseta do colégio, agora é preciso vestir o uniforme militar completo de estudante e cuidar para que tudo esteja “nos trinques” – uma camisa para fora da calça já pode gerar uma chamada de atenção.
O corte de cabelo dos meninos agora é “padrão militar”, e as meninas devem manter o seu preso. Esmalte escuro é proibido, assim como acessórios muito chamativos. Mascar chiclete, falar palavrão ou se comunicar com gírias (“velho”, “mano”, “brother”) também são práticas banidas da escola desde que ela se tornou militar.
Ao chegarem à escola, o tradicional “bom dia” foi substituído por uma continência. “Ela é a nossa saudação, para o professor ou entre os alunos, é um jeito de dizer ‘bom dia, como vai?’”, explica o capitão Santos. Daí vem o perfilamento em formação militar seguido da revista de um “coordenador de disciplina” para evitar que alguma regra seja desrespeitada. Uma vez por semana, há também a formação geral para cantar o hino nacional e o hino à bandeira, enquanto a mesma é hasteada conforme manda o protocolo militar.
Além dos novos hábitos, os alunos da Escola Fernando Pessoa ganharam também novas aulas. O currículo do Ministério da Educação (MEC) é mantido, mas os militares adicionaram à grade aulas de música, cidadania, educação física militar, ordem unida, prevenção às drogas e Constituição Federal.
“Nós trabalhamos o respeito com o próximo, a responsabilidade com horários, a reverência aos mais velhos. E a convivência”, conta o diretor, que garante também não aplicar punições severas aos alunos que quebrarem as regras.
Desde que os militares passaram a administrá-la, a Escola Fernando Pessoa passou por reformas e teve sua aparência transformada. “A escola era toda pichada, toda deteriorada, banheiros quebrados. Tirei oito caminhões de lixo daqui, era uma coisa muito triste. Agora, reformulamos, pintamos, pusemos climatizador nas salas, sistema de câmera, não tem mais nada de violência”, diz o diretor.
O relógio marca exatamente 7h15 de uma terça-feira ensolarada quando o toque ritmado da corneta rompe o silêncio no enorme pátio, anunciando a hora de começar mais uma solenidade de formatura semanal no Colégio Militar de Belo Horizonte, na Pampulha. Enfileirados, os quase 700 alunos, de 10 a 18 anos, acompanham, com corpos fixos e cabeças erguidas, o hasteamento das bandeiras e, em seguida, cantam com vozes firmes o hino do colégio. Quando o comandante toma a palavra, autorizando a tropa a “descansar” após 20 minutos de formação, o alívio é imediato. Braços e pernas relaxam, e até mesmo alguns bocejos ecoam, comprovando que, apesar de toda pompa e formalidade, alunos de colégios militares são crianças e adolescentes como quaisquer outros, imersos em um sistema de ensino que se expande a cada ano.
Estranha à primeira vista, a cena é cada vez mais comum no Estado: Minas é o segundo do país em número de escolas militares. Ainda assim, para quem está de fora, o universo envolvendo escolas administradas ou pelo Exército Brasileiro, ou pela Polícia Militar (PM) permanece polêmico. Há os que condenem a metodologia, certos de que o ensino militar doutrina e forma uma massa de seguidores acríticos. Assim como existem aqueles que aplaudem o sucesso na consolidação do respeito como valor para os jovens. Em meio às divergências, um fenômeno curioso, alheio a tudo, tem chamado a atenção: em uma sociedade que busca o conhecimento que liberta, cresce, cada vez mais, a demanda por colégios militares pelo país.
Apenas em Minas, são mais de 20 mil alunos frequentando escolas cujo uniforme remete à farda militar, divididos em 24 colégios, dois do Exército e 22 da PM – dois deles inaugurados neste ano, em Uberlândia, no Triângulo, e em Pouso Alegre, no Sul de Minas. E a intenção é continuar crescendo: Divinópolis, na região Centro-Oeste, também deverá receber uma unidade do Colégio Tiradentes. “Não conseguimos atender 100% (dos interessados). Ainda temos uma demanda reprimida de dependentes de militares”, explica a coronel Rosângela de Souza Freitas, diretora de Educação Escolar e Assistência Social da PM.
O ensino está na UTI. Professores frequentemente ameaçados e agredidos, escolas tomadas pelo tráfico de drogas, alunos desinteressados, ausentes e aprendendo pouco. Algumas escolas que passaram a ter um acompanhamento militar mudaram essa realidade. Mas há quem desaprove a entrada das forças armadas ou da polícia nas escolas.
QUAL SUA OPINIÃO SOBRE A “MILITARIZAÇÃO” DAS ESCOLAS PÚBLICAS?
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Um homem foi baleado na tarde desta quarta-feira (18) em Três Pontas. Por volta das 17 horas, Cleison Vítor e dois irmãos estariam trabalhando em uma obra. Segundo nos foi relatado, na saída da construção, no fim do expediente, três marginais da cidade de Campos Gerais fizeram a abordagem com o intuito de roubar o carro de Cleison, momento em que a vítima teria levado a mão no bolso para pegar a chave. Acreditando que ele sacaria uma arma, um dos bandidos teria efetuado alguns disparos, sendo que um deles acabou atingindo o rapaz no abdômen.
Conforme apurou o Conexão, Cleison Vitor de Souza, 37 anos, casado, pedreiro, residente na rua Jonas Carlos Paiva, no bairro Cidade Jardim, onde também possui uma padaria, está fora de perigo no momento. Isso se deve a eficiência e agilidade do serviço de resgate bem como dos médicos – Dr. Hércules e Dra. Desireé – e todo corpo de enfermagem tanto do Pronto Atendimento Municipal (PAM) quanto da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis (HSFA).
Levantamos que em menos de 5 minutos a vítima já estava sendo atendida e utilizando de toda a estrutura e profissionais altamente qualificados do PAM. Devido a constatação da gravidade do caso, em menos de 30 minutos Cleison já estava no centro cirúrgico, nas mãos dos médicos Dr. Geovanni Barros e Dr. Eduardo Vasconcelos, que têm feito um grande trabalho no HSFA. A operação durou cerca de 2 horas.
Cleison foi submetido a uma laparotomia de urgência para correção do sangramento e lesões de órgãos internos. O procedimento cirúrgico foi um sucesso. A vítima foi encaminhado à UTI para cuidados mais detalhados, porém encontra-se em boas condições, estando, no momento, fora de risco de morte.
Até o fechamento desta reportagem não obtivemos informações da identificação e captura dos criminosos.
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Uma grande quantidade de drogas foi apreendida no fim da tarde desta sexta-feira (13) no bairro Padre Victor em Três Pontas. Numa operação conjunta das polícias Civil e Militar um ponto de tráfico de drogas foi “estourado”, resultando na prisão de dois indivíduos, além da apreensão de um menor. Uma quantia em dinheiro também foi encontrada.
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Os sete jurados chegaram a um veredicto há poucos instantes sobre o julgamento de Alessandro dos Reis, acusado de matar o vizinho Renato Batista com um tiro na nuca. O réu foi declarado CONDENADO pelo homicídio e pegou uma pena de 12 anos.
De acordo com o advogado de acusação Francisco Braga Filho, Alessandro cometeu crime hediondo e pegou 12 anos de prisão. “A pena total é de 12 anos mas acredito que ele cumprirá, como determina a lei, apenas 2/5 da pena em regime fechado, ou seja, ficará “trancado” por aproximadamente 4 anos. Depois disso poderá gozar do benefício previsto por lei e cumprir regime de albergue”, declarou ao Conexão.
O julgamento aconteceu desde às 09h50 desta terça-feira (10), na sala de juri do Fórum Dr. Carvalho de Mendonça em Três Pontas.
A Polícia Militar de Três Pontas registrou no início da madrugada do dia 27 de julho de 2016 um homicídio praticado por uso de arma de fogo. Renato Batista, então com 28 anos de idade, motoboy, foi assassinado com um tiro na cabeça na entrada de sua casa, no bairro Bom Pastor, em frente a Maçonaria, atrás do Cemitério Municipal. O acusado foi Alessandro Pereira dos Reis, um comerciante então com 44 anos que teria envolvimento com o jogo do bicho, segundo a Polícia Militar.

O crime aconteceu por volta das 00:30 daquela quarta-feira (27). Tudo teria acontecido porque Alessandro, residente na Rua José Gonçalves da Costa nº 93, que já teria um histórico de desentendimento com o vizinho Renato, residente ao lado, no número 103, estaria incomodado com o som alto vindo da casa debaixo.
Foi quando Alessandro dos Reis teria decidido, de posse de uma arma de fogo, ir até a casa de Renato. Ao chegar se deparou com a mãe da vítima. Renato residia na casa da frente e sua mãe na moradia dos fundos. Assim que Renato foi chamado pela mãe acabou levando um tiro certeiro e fatal na nuca, vindo a cair na entrada da residência.
O suspeito fugiu do local possivelmente em um Fiat Pálio Azul ou em uma motocicleta e tomado paradeiro incerto. A Polícia Militar fez rastreamento, inclusive na zona rural, na Fazenda Carapuça, mas não o encontrou. Desde então Alessandro permaneceu foragido.
A Polícia Civil conseguiu efetuar a prisão de Alessandro dos Reis no dia 23 de dezembro de 2017. Ele foi preso em São Paulo e veio para Três Pontas, sendo apresentado ao Delegado de Plantão e levado para o Presídio de Três Pontas, onde aguardou o julgamento.
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Os julgamento de Alessandro dos Reis, acusado de matar o vizinho Renato Batista com um tiro na nuca, está acontecendo desde às 09h50 desta terça-feira (10), na sala de juri do Fórum Dr. Carvalho de Mendonça em Três Pontas. A primeira testemunha arrolada foi a esposa do réu. A Sra. Franciane dos Reis respondeu as perguntas do advogado de defesa de seu marido. Foram vários questionamentos feitos pelo Dr. Fábio Gama. O advogado de acusação, Dr. Francisco Braga também sabatinou a testemunha ocular do crime. Conforme a Sra. Franciane dos Reis, Renato bateu a mão no braço do Alessandro para ele abaixar a arma, momento em que, segundo ela, o revólver teria disparado acidentalmente. “Ele estava irônico e certamente embriagado. A mãe não estava no local na hora”, disse ela.
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Os julgamento de Alessandro dos Reis, acusado de matar o vizinho Renato Batista com um tiro na nuca, está acontecendo desde às 09h50 desta terça-feira (10), na sala de juri do Fórum Dr. Carvalho de Mendonça em Três Pontas. Vinte e cinco jurados foram designados, mas apenas sete acompanham os trabalhos. O crime aconteceu em julho de 2016 e teria sido motivado por uma discussão por conta de som alto que teria vindo da casa da vítima, o que estaria incomodando o acusado. Alessandro chegou ao Fórum por volta das 09h15._________________
A Polícia Militar de Três Pontas registrou no início da madrugada do dia 27 de julho de 2016 um homicídio praticado por uso de arma de fogo. Renato Batista, de 28 anos de idade, motoboy, foi assassinado com um tiro na cabeça na entrada de sua casa, no bairro Bom Pastor, em frente a Maçonaria, atrás do Cemitério Municipal. O acusado é Alessandro Pereira dos Reis, um comerciante de 44 anos que teria envolvimento com o jogo do bicho, segundo a Polícia Militar.
O crime aconteceu por volta das 00:30 daquela quarta-feira (27). Tudo teria acontecido porque Alessandro, residente na Rua José Gonçalves da Costa nº 93, que já teria um histórico de desentendimento com o vizinho Renato, residente ao lado, no número 103, estaria incomodado com o som alto vindo da casa debaixo.
Foi quando Alessandro dos Reis teria decidido, de posse de uma arma de fogo, ir até a casa de Renato. Ao chegar se deparou com a mãe da vítima. Renato residia na casa da frente e sua mãe na moradia dos fundos. Assim que Renato foi chamado pela mãe acabou levando um tiro certeiro e fatal na nuca, vindo a cair na entrada da residência, diante dos olhos da própria mãe.
O suspeito fugiu do local possivelmente em um Fiat Pálio Azul ou em uma motocicleta e tomado paradeiro incerto. A Polícia Militar fez rastreamento, inclusive na zona rural, na Fazenda Carapuça, mas não o encontrou. Desde então Alessandro permaneceu foragido.
Alessandro, que teria envolvimento com o jogo do bicho, foi preso em São Paulo e veio para Três Pontas. Ele foi apresentado ao Delegado de Plantão e será levado para o Presídio de Três Pontas, onde aguarda o julgamento.
No dia 02 de agosto deste ano o Conexão recebeu a informação de que o acusado desse homicídio estaria sendo rastreado e que estaria perto de ser preso. O trabalho da inteligência e investigação da Polícia Civil foi preponderante para a localização e prisão de Alessandro dos Reis, após quase 18 meses de fuga. O acusado teria estado em vários locais até ser encontrado em São Paulo.
“Desde que o crime aconteceu nós estamos trabalhando muito atrás de informações. Mas infelizmente as dificuldades estavam sendo grandes. A população em si poderia nos ajudar dando pistas, informações e isso não aconteceu. As pessoas se calam. Mas graças ao grande trabalho de toda equipe da Polícia Civil, nosso setor de investigação, nós estamos cada vez mais perto de capturar o autor desse homicídio”, disseram os policiais ao Conexão no mês de agosto deste ano.
A Polícia Civil também disse ao Conexão que recentemente seu advogado entrou com pedido de Habeas Corpus, para evitar a sua prisão, então decretada. Também comentou que o julgamento do caso ganhou celeridade e que sairia rapidamente.
Era por volta das 20 horas do dia 23 de dezembro de 2017 que as viaturas trazendo Alessandro dos Reis chegaram até a sede da Delegacia da Polícia Civil em Três Pontas. Eles vieram de São paulo – SP, do bairro de Santana, na zona norte, onde Alessandro foi encontrado trabalhando como porteiro. Sem resistir a prisão, Alessandro que se preparava para passar o Natal com sua família, que viajou para a capital paulista, se mostrou surpreso com a chegada da equipe da Polícia Civil de Três Pontas, com o apoio da polícia paulistana.
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