Categoria: Três Pontas

  • ELEIÇÕES: Luciano Diniz não descarta dobradinha com Chaves

    ELEIÇÕES: Luciano Diniz não descarta dobradinha com Chaves

    Ex-Diretor do IPREV apresenta resultados e vislumbra chegada ao Executivo

    Filho de peixe, peixinho é. O gosto pela política parece ter fisgado tanto pai quanto os filhos na família Diniz. É que depois do pai, o saudoso ex-Prefeito João Vicente Diniz, os filhos Daniel e Luciano Diniz também pegaram amor pela política. Além do Direito, Luciano Diniz tem como prisma, como busca o cenário político. Recentemente, ele deixou a direção do Instituto de Previdência de Três Pontas (IPREV) para cumprir os critérios do calendário eleitoral e se colocar à disposição na próxima corrida eleitoral. Ele contou em entrevista exclusiva ao Conexão os resultados dos trabalhos a frente do órgão e revelou que não descarta uma dobradinha com o atual Prefeito Marcelo Chaves Garcia.

    Veja a entrevista:

    Conexão: Luciano, você tem um histórico respeitável, tendo sido Presidente da OAB de Três Pontas e também Diretor do IPREV. Junto a isso você tem na veia o “sangue político” de seu pai. Onde você pretende chegar?

    Luciano Diniz: Muito obrigado pela oportunidade de estar esclarecendo alguns pontos para a nossa população. No último dia 03 de abril eu pedi exoneração do cargo de Diretor do IPREV em decorrência do calendário eleitoral, das regras que temos que seguir. Por questões de incompatibilidade eu tive que deixar o instituto para que pudesse ser candidato nas próximas eleições. Eu fui candidato a vereador na eleição passada e tenho muita vontade de trabalhar na política para servir a população. Coloquei meu nome à disposição inclusive para as lideranças políticas da cidade, também para compor uma chapa com o Prefeito Marcelo Chaves, eu na função de Vice-Prefeito. Acredito que, hoje, o candidato ideal é o Marcelo Chaves, pelo trabalho que vem desenvolvendo. Tenho vontade de ver a cidade crescer e o mais capacitado para isso é o Marcelo.

    Conexão: Não há ainda nenhum adversário confirmado, nem mesmo a batida do martelo de que Marcelo Chaves buscará sua reeleição. Nos últimos anos o nome do ex-Prefeito Paulo Luis Rabello sempre esteve presente e deve estar na próxima também. Os nomes dos vereadores Sérgio Silva e Marlene Lima também são ventilados. Outro nome muito especulado é o do atual Presidente da Câmara, Maycon Machado. Quais as qualidades que um bom candidato à Prefeito deve ter, dentro do contexto e da tradição “rançosa”, segmentada, muitas vezes radical, da política trespontana?

    Luciano Diniz: As principais qualidades são justamente aquelas que consigo ver no Marcelo Chaves. Ele é o mais capacitado e é muito coerente. Outra qualidade que se deve ter na política é não ser perseguidor, não criar rixas, confusões e polêmicas. Ele não é do tipo que impõe. Ele ouve bastante. Isso todo candidato precisa ter. O trabalho que ele desempenha, com todas as complicações do momento de pandemia e outras crises anteriores, está indo muito bem. E por concordar com esse perfil do Marcelo acho que posso ser um bom nome pra compor a chapa e trabalhar pela cidade ao lado dele.

    Luciano Diniz – Ação em prol da Santa Casa.

    Conexão: O que te credencia a se lançar na política novamente Luciano Diniz?

    Luciano Diniz: Estou deixando o IPREV e voltando para a área da Advocacia, que é minha origem, minha formação. Minha vida profissional é como advogado, mas inegavelmente eu sempre estive envolvido com a política, por causa do meu pai e pela vontade de servir. Por onde eu passei sempre pude, graças a Deus, deixar um rastro de bons trabalhos. Foi assim na OAB, foi assim também no IPREV. E no instituto de previdência conseguimos excelentes resultados. Quando eu entrei no IPREV ele tinha um saldo de investimento de 49 milhões de reais. Após o meu último balanço que fizemos no dia 30 de dezembro, esse saldo positivo saltou para 68 milhões. Também conseguimos uma receita com o COMPREV de 556 mil reais. Isso trata da compensação previdenciária, que nenhum outro ex-diretor havia conseguido fazer. Não é uma crítica aos anteriores. Mas é fato que nós conseguimos deixar no caixa do IPREV essa compensação de mais de meio milhão de reais. Isso foi muito importante para o instituto. A folha de pagamento dos servidores inativos era de 400 mil reais. Hoje a folha está em 925 mil reais. Isso significa um aumento nos vencimentos pagos aos aposentados, uma valorização desses aposentados e um número maior de servidores que acabaram se aposentando. Com relação aos pensionistas, pagávamos 122 mil reais e agora pagamos 171 mil reais. Também conseguimos uma série de outras vantagens para os nossos assistidos. O Prefeito, que tem bom senso, que chama os concursados para assumirem suas vagas, também acaba ajudando o IPREV a crescer. No instituto havia vários concursados aprovados que não tinham sido chamados. Eu chamei todos eles, dentro da lei. Pós IPREV, estou voltando à vida privada, ao trabalho na área privada, mas continuo pensando muito na coisa pública. Por todos os resultados obtidos com o nosso trabalho, tudo aquilo que aprendi com meu pai na boa política, o sonho de fazer mais pela cidade, acredito, me credenciarem à disputa na próxima eleição.

    Conexão: Ser filho do ex-Prefeito João Vicente, alguém que fez muito durante seu mandato, que sempre incentivou à cafeicultura e o homem do campo, é uma responsabilidade a mais para que você se saia bem no cenário político? É o suficiente?

    Luciano Diniz: O fato de ser filho do João Vicente Diniz, ex-Prefeito, não me credencia em nada, não é o suficiente. Isso me dá uma grande responsabilidade. Se eu conseguir, na política, ser um décimo do que meu pai foi já será algo louvável. Se eu tiver um décimo de sua honestidade eu ficarei muito satisfeito. Tenho que me portar pelas minhas atitudes, fazer meu caminho. Meu compromisso é com a cidade, com cada cidadão. Minha vida limpa me credencia, os resultados por onde passei me credenciam. Se a pandemia permitir que as eleições realmente ocorram este ano estarei na disputa buscando uma cidade melhor para todos nós.

    Conexão: Você é a favor da mudança das eleições de 2020 para 2022?

    Luciano Diniz: Há momentos em que eu sou favorável sim, principalmente pela questão econômica de escolhermos todos os cargos de uma só vez e eles estariam desempenhando suas funções no mesmo período, juntos buscando mais resultados. Me preocupa é a extensão dos atuais mandatos em todo país por mais dois anos. Meu pai, no seu mandato, teve mais dois anos de governança, por adaptações na eleição seguinte e não foi muito interessante. Para os prefeitos pode ser um pouco chato, já que todo apoio vindo de fora, de deputados, por exemplo, por vários motivos, poderia não ser mais o mesmo. De que lado essas pessoas estarão?

    Conexão: Você mudou de partido político. Por quê?

    Luciano Diniz: Eu sempre fui do MDB. Por questões políticas eu resolvi mudar. O próprio Marcelo Chaves está indo para o partido do Diego Andrade. Eu e alguns outros nomes do MDB fomos para o PV, que é o partido do deputado Caixa. Ele já faz muito pela cidade, mas precisa de pessoas sérias em seu partido para estar sempre forte e atuante no município.

    Conexão: Você já falou com o Prefeito Marcelo Chaves sobre uma composição?

    Luciano Diniz: O Marcelo tem que ficar neutro, como ele está. Tem que ser um nome que a população fique satisfeita. Marcelo quer o bem da cidade e não deve optar por um ou por outro. O bem público sempre fala mais alto que o bem comum. Se a população não entender que eu possa ser um bom nome junto do Marcelo, eu não serei. Se as pessoas acharem que eu posso ser um bom vereador, não descartarei essa oportunidade.

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    Roger Campos

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  • Exclusivo: Dr. Lucas Erbst, curado da Covid-19, voltou ao trabalho hoje e falou com o Conexão

    Exclusivo: Dr. Lucas Erbst, curado da Covid-19, voltou ao trabalho hoje e falou com o Conexão

    MÉDICO FOI TRATADO COM CLOROQUINA, AZITROMICINA E AAS, O MESMO PROTOCOLO DOS PACIENTES POSITIVADOS COM TRATAMENTO DOMICILIAR

    Quando ficamos sabendo da notícia de que um dos médicos mais queridos da cidade de Três Pontas, Dr. Lucas Erbst, na linha de frente do combate ao coronavírus, médico generalista, diretor clínico do Pronto Atendimento Municipal, havia contraído o vírus chinês, em respeito a sua imagem, no sentido de preservá-lo, optamos por não divulgar o fato, já que é dado a todo cidadão o direito do sigilo de suas enfermidades. Mas hoje, depois de toda luta para vencer a doença, por conta do carinho externado publicamente de muitos trespontanos, fizemos questão de, pessoalmente, seguindo todas as normas de prevenção, ir até o PAM para, com exclusividade, entrevistar o querido profissional da medicina.

    Sobre o tratamento da Covid-19, Dr. Lucas revelou que foi o mesmo que está sendo usado para tratar todos os pacientes confirmados com a doença.

    “O tratamento que eu usei foi o mesmo que a gente protocolou para o tratamento de todas as pessoas positivadas com o Covid-19 e que forem para tratamento domiciliar, com isolamento, como eu fui. Eu usei Cloroquina, Azitromicina e AAS, nas doses recomendadas pelo protocolo. Ou seja, é o mesmo tratamento que a gente está usando nos pacientes confirmados via Secretaria Municipal de Saúde, pelo SUS. Isso é pra todos os casos em que o paciente for acompanhado em domicílio”, afirmou.

    Ele fala com muito carinho da solidariedade e apoio dos trespontanos e dos momentos difíceis que passou. “Eu tive sim medo de morrer. Não tenho como agradecer as orações e tanto carinho dos munícipes”, revelou.

    Veja a entrevista:

     

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: “Enfermeiro José Vítor” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    HISTÓRIAS DE VIDA: “Enfermeiro José Vítor” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Atencioso, dedicado e muito querido por todos, é um exemplo de amor à profissão.

    A homenagem é extensiva a todos os colegas pelo Dia do Enfermeiro.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do querido enfermeiro José Vitor.

    José Vitor da Silva nasceu em Três Pontas em 30 de junho de 1971. É filho de Geraldo da Silva e Alice bernardo da Silva. Possui 5 irmãos.

    É conhecido pela simpatia, generosidade, carinho e dedicação à profissão que escolheu e da qual se preparou com muito afinco, suor e entrega. Estudou na Escola Estadual Deputado Teodósio Bandeira Campos. mais tarde fez o curso Técnico em Enfermagem pelo PROFAE. É formado em Biomedicina pelo Grupo UNIS e ainda se habilitou como Instrumentista Cirúrgico pela Unifal.

    “Vocês, enfermeiros, são pessoas muito fortes. Enfrentam longas jornadas de trabalho, nem sempre são reconhecidos ou bem remunerados. Vocês escolheram ajudar, não apenas o paciente, mas todos os médicos e cirurgiões que atuam no hospital. Parabéns pela dedicação.”

    Está na profissão há 20 anos. Todos eles dedicados à Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Também atua de forma impecável no Pronto Atendimento Municipal há 16 anos.

    Nós conversamos com alguns colegas de trabalho que foram unânimes em ressaltar suas qualidades como profissional e como amigo. “José Vítor é uma pessoa muito especial e um grande colega de trabalho. Ele é inteligente, dedicado e faz de tudo para dar o melhor aos pacientes que chegam até ele. Uma pessoa humilde, doce, alegre e que só agrega, que traz muitos benefícios aos locais em que atua. É alguém que só transmite coisas boas e por isso é tão querido”, destacaram.

    Alguns pacientes também falaram da forma educada, simpática e atenciosa como o enfermeiro José Vitor trata, igualmente, a todos. “É muito bom, nos momentos de dor, de doença, de dificuldade, sermos atendidos por profissionais, médicos e enfermeiros capacitados e, acima de tudo, simpáticos e amigos, como é o caso do José Vítor. Ele realmente é diferenciado”, comentaram.

    “Muitas vidas são entregues nas suas mãos, enfermeiros. Qualquer erro pode custar a vida de alguém. Mesmo com essa pressão, você escolheu a profissão. Temos que valorizar aqueles que cuidam de nossas vidas como se fosse as deles mesmos. Enfermeiros, vocês são pessoas iluminadas, abençoadas por Deus.”

    O Diretor Clínico do Pronto Atendimento Municipal, Dr. Lucas Erbst, falou sobre o enfermeiro José Vítor:

    “Nossa, o “Zé Vitinho é um baita profissional, com anos de experiência. Além de enfermeiro, ele também atua na Biomedicina, tem uma vasta experiência de Pronto Atendimento, sabe tudo de Urgência e Emergência. É um profissional de muita, mais muita qualidade mesmo! Além disso, é um ser humano incrível, tem um coração imenso. É uma daquelas pessoas que a gente luta pra que não saia do Pronto Atendimento nunca!”.

    A Chefe de Enfermagem, Maria de Lourdes Rodrigues, uma das grandes mestras da Enfermagem, uma das pessoas mais qualificadas no setor no Sul de Minas, que inclusive já foi destaque do quadro Histórias de Vida, também falou de José Vítor:

    “O José Vitor foi meu aluno no Curso Técnico de Enfermagem. Um excelente aluno, muito inteligente. Logo que terminou foi contratado por mim no Hospital. Trabalha no Centro Cirúrgico e no Pronto Socorro. Ele é muito esforçado, conhece realmente a profissão. Formou recentemente em Biomedicina. Será também um grande profissional nessa área. Só tenho que falar bem dele. Muito carinhoso, cuidadoso com os pacientes e com todos.”.

    José Vitor é ainda uma pessoa de fé, tendo como religião o Catolicismo.

    O quadro de hoje é uma homenagem a todos os enfermeiros pelo dia dedicado a esses verdadeiros “anjos”.

    Por tudo que aqui foi falado do José Vitor da Silva, ainda por tudo que não foi dito, pelas inúmeras qualidades, pelo olhar amigo, pelo sorriso fraterno, pela doçura em cada gesto, pela capacidade indiscutível e, acima de tudo, pela pessoa maravilhosa que é, hoje, merecidamente é homenageado peno Conexão Três Pontas que contou sua linda História de Vida! Parabéns!

    O texto abaixo é um reconhecimento a cada profissional da área em nossa cidade. Seja os 123 técnicos em enfermagem e os 23 enfermeiros do Hospital, seja os 36 enfermeiros do PAM, seja ainda todos aqueles que trabalham nos postos de saúde, em clínicas, consultórios, enfim, aos “guerreiros” que dignificam a profissão com tanto amor e doação:

    Enfermagem é cuidar de alguém que você nunca viu na vida e, mesmo assim, dar o seu melhor a ela, fazer tudo pela vida dela.

    É ajudar a salvar vidas todos os dias, e tentar tornar os momentos difíceis um pouco mais leves.

    Muitas vezes apenas os médicos ganham reconhecimento dos pacientes, mas temos que olhar para aqueles que estão ali dando suporte sempre, os enfermeiros.

    São vocês, enfermeiros, que passam mais tempo com os pacientes, cuidam de cada detalhe e conhecem mais do que o caso, a pessoa.

    A melhor ferramenta que um enfermeiro pode carregar consigo é a empatia. É se colocar no lugar do outro e tratá-lo como você gostaria de ser tratado.

    Por isso admiramos tanto. Parabéns a cada um que escolheu tão lindamente a cuidar do próximo.

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

     

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    Roger Campos

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  • REPORTAGEM ESPECIAL: Médica “trespontana” é convocada para enfrentamento da Covid-19 no Pará

    REPORTAGEM ESPECIAL: Médica “trespontana” é convocada para enfrentamento da Covid-19 no Pará

    “A situação está caótica no Pará, um verdadeiro cenário de guerra. Mas fiz um juramento e o que mais importa pra mim é salvar vidas.”

    Às 9 da manhã da última sexta-feira (8), Márcia dos Santos Rodrigues embarcou no Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte. Poucas horas depois, pisou em uma localidade que vive um dos piores cenários da pandemia que vem arruinando saúde e vidas. Ela está em Belém, no Pará, sexto estado brasileiro com mais casos de Covid-19. O último boletim da Secretaria de Saúde de lá, divulgado na noite de ontem (10), revela que são oficialmente 7.348 casos confirmados e 672 mortes. O governo estadual está endurecendo as medidas de contenção ao Coronavírus, decretando “lockdown”, suspendendo totalmente serviços não essenciais – por exemplo.

    Viagem longa de Três Pontas até a chegada no estado do Pará. Missão: salvar vidas!

    Louca de sair de Três Pontas, cidade sul-mineira que até o momento registra “apenas” 11 casos confirmados da doença? Não, não é insensatez ou irresponsabilidade: é missão, e missão para a qual se inscreveu voluntariamente.

    Márcia, 31 anos, é natural de Rio Branco (Acre), é médica formada em Clínica Geral na Bolívia, com pós-graduação em Medicina de Família e Comunidade pela UFMG. De origem simples, encarou grandes desafios para realizar o sonho que alimentava desde pequena: o diploma, o jaleco, o estetoscópio, o cumprimento na prática do juramento: “(…) ao exercer a arte de curar, mostrar-me-ei sempre fiel aos preceitos da honestidade, da caridade e da ciência (…)”.

    A doutora é também trespontana: de coração. Seu primeiro emprego foi no posto de saúde do Quilombo Nossa Senhora do Rosário, região rural de Três Pontas. A veia cultural da cidade pesou na hora de Márcia tomar a grande decisão enquanto recém-formada em Medicina. Entre o Nordeste e Minas, optou pelas Gerais.

    No município, acima de tudo religioso e musical, revela Márcia nesta entrevista, prestou seus serviços em três unidades de saúde, fez grandes amigos, virou a “doutora palhaça Pipoquinha” e empreendeu ao lado do noivo André. Tudo agora deixado para trás… temporariamente, se Deus assim permitir. A médica de Família voou ao encontro do povo paraense, avisada de que encontraria “um cenário de guerra”, mas confiante de que poderá lutar como sempre fez, bravamente, de poder seguir dedicando-se ao servir à humanidade.

    Numa parceria entre os sites de notícia Conexão Três Pontas e SintonizeAqui, Dra. Márcia contou detalhes do desafio. Se emocionou ao falar do desejo de salvar muitas vidas e, em algum momento, voltar para Três Pontas.

    Entrevista
    Márcia dos Santos Rodrigues
    Médica de Família e Comunidade
    Em missão contra a Covid-19 no Pará
    (Concedida na quinta-feira, 7, véspera do embarque)

    Dra. Márcia, como se deu a escolha pela Medicina?

    Há mais de 30 anos, minha mãe foi embora de Minas Gerais com meus avós para o Acre. Lá, ela conheceu meu pai e eles se casaram. Minha mãe é dona de casa, meu pai motorista de ônibus escolar há mais de 25 anos. O meu sonho sempre foi ser médica, desde que eu estava no pré-escolar, desde muito pequena. Nunca me imaginei fazendo outra coisa. Então, com muito sacrifício, o meu pai conseguiu que eu fosse para a Bolívia onde consegui me formar em Medicina. Foram sete anos sofridos, passei muita dificuldade, enfrentei a maior alagação da Bolívia que se possa imaginar. Durante esse período de inundação lá, trabalhei três meses como voluntária, conheci o André – hoje meu noivo. O André é mineiro e estava fazendo uma viagem de moto pela América Latina.

    Acre, Bolívia, Três Pontas. O que a motivou vir trabalhar aqui no sul das Minas Gerais?

    Em 2016 surgiu a oportunidade de eu entrar para o Programa ‘Mais Médicos’. No Acre existiam apenas duas vagas e mais de 24 médicos. Então, as oportunidades que me surgiram eram no Nordeste e em Minas Gerais. Como eu não conhecia Minas ainda, conversei com o André, falei quais cidades tinham vagas disponíveis e ele me falou que não conhecia Três Pontas, mas sabia que é uma cidade muito musical, ligada à arte. Me pareceu interessante porque eu gosto muito de todo o contexto cultural que Três Pontas envolve, então, acabei vindo para Minas. Aliás, conhecer Minas Gerais, terra de minha mãe, era também um sonho que sempre tive. Na verdade, eu não escolhi Três Pontas, foi Três Pontas que me escolheu, me acolheu de uma forma que eu não posso nem explicar.

    Embarque no Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte.

    Profissionalmente por onde passou no sistema de saúde trespontano?

    Aqui em Três Pontas eu trabalhei em três postos de saúde. O primeiro foi o do Quilombo Nossa Senhora do Rosário, onde trabalhei com a Dra. Adélia – uma pessoa espetacular que me recebeu muito bem. A equipe de lá me recebeu também muito bem e eu os amo, assim como amo toda a população do Quilombo onde foi o meu primeiro emprego. De lá, por questão de logística, a Prefeitura me transferiu para o posto do bairro Padre Vitor e, depois, terminei meus três anos de contrato no PSF Dr. Oscar, que é no bairro Philadelphia. Todas as três equipes muito boas. Trabalhei com a Dra. Priscila, enfermeira Rose e por último com a enfermeira Aparecida – a Cidinha, que são pessoas formidáveis.

    No ano passado, André foi ao Acre comigo e lá ficamos noivos. E também ano passado, o André – que é formado em Letras e Inglês, resolveu dar uma reviravolta e acabamos abrindo o Império do Queijo, ali pertinho da Prefeitura. Nesses últimos meses, eu trabalhei com ele tentando alavancar o negócio e estamos aí.

    Dra. Márcia integra o Trêspontalhaços, no papel da Doutora Pipoquinha, levando alegria e amor aos pacientes.

    Em reportagens, em postagens em redes sociais você aparece integrando o Trêspontalhaços Augustos. Fale um pouco sobre essa história.

    Em 2016, o Dr. Lanner, que é dentista, me disse: ‘Márcia, estão formando um grupo de Doutores Palhaços aqui em Três Pontas e eu acho que é sua cara, tem tudo a ver com o que você faz e gosta”. Aí, ele me passou o telefone do ‘Dimel’ e conheci essa pessoa espetacular que me adicionou no grupo. Então, eu passei a fazer parte do Trêspontalhaços lá no comecinho quando o grupo estava surgindo ainda. Então, tive a oportunidade de continuar realizando um outro sonho meu, porque na faculdade eu já participava de um projeto assim e culminou em eu exercendo a minha profissão e sendo uma doutora palhaça aqui. Tenho orgulho em dizer que sou parte desse grupo Trêspontalhaços que se tornou uma grande família para mim.

    Trêspontalhaços Augustos[/caption]

    Encarar a pandemia do novo Coronavírus no Pará. Como surgiu a oportunidade, como isso aconteceu na sua vida?

    Um amigo entrou em contato e me disse assim: ‘Márcia, no Pará a situação está bem mais complicada do que a gente está vendo, porque por enquanto está passando pouco no jornal. Está morrendo muita gente, praticamente 50% dos profissionais já se contaminaram, tem superlotação nos hospitais e eles estão convocando médicos. Você tem coragem de ir, você quer se inscrever? Eu te mando o site, o e-mail e você envia currículo’. Então, eu mandei na intenção de me inscrever e talvez poder ajudar, mas como muitos médicos se inscreveram imaginei que não seria selecionada. Mas, nessa segunda-feira, dia 4, me contataram e me convocaram.

    Dra. Márcia, da convocação ao embarque se deu tudo em um prazo pequeno, em uma única semana. Já sabe como será sua atuação lá, por quanto tempo?

    Vai ser outra reviravolta na minha vida porque eu já tenho a minha casa, estou ajudando o meu noivo André com a loja, mas esta é a minha vocação. Eu fiz um juramento e é uma honra para mim cumprir esse juramento. Estou muito feliz e honrada em poder ir para o Pará. Sei que lá eles estão precisando muito, e se Deus quiser, eu vou poder ajudar. Por outro lado, fico triste por ficar longe do meu noivo, ficar longe dos amigos que já se tornaram uma família pra mim, por ter que ir embora da cidade que escolhi para viver porque eu gosto muito de Três Pontas. Mas, se Deus quiser, logo, logo eu volto. O contrato é de um ano e assim que eu conseguir uma folga volto para visitar todos aqui. O contrato poderá ser renovado por mais ano, mas vamos ver como vai ser. O importante é o agora, é a emergência, é a necessidade que eles têm de profissionais lá. A coordenadora que entrou em contato comigo disse que, como a situação está crítica, ninguém pode ir comigo. Então, seja o que Deus quiser.

    Como médica, sabemos que a resposta é sim, mas como pessoa: está preparada, o que espera encontrar no Pará?

    Antes imaginei que iria encontrar uma situação complicada, mas ‘ontem’ (6) a nossa coordenadora nos disse exatamente desta forma: ‘venham preparados física e psicologicamente porque vocês vão encontrar um cenário de guerra’. Então, estou me preparando exatamente para isto: para ir à guerra.

    A ciência e a fé, de mãos dadas, na luta pela vida, contra o inimigo invisível.

    Considerações finais.

    Tenho recebido mensagens de muitos pacientes. Graças a Deus pelos três postos que passei aqui em Três Pontas fiz muitas amizades. Muitos pacientes até hoje me mandam mensagem, gostam muito de mim, graças a Deus, e é isso que está me dando força para ir e para voltar logo. Se Deus quiser tudo isso vai passar logo e poderemos nos reencontrar e nos abraçar novamente.

    Esta reportagem foi produzida em conjunto pelos veículos de comunicação de Três Pontas:

    • Conexão Três Pontas (entrevista Roger Campos)
    • SintonizeAqui (redação Arlene Brito)

    que, na oportunidade, agradecem à Dra. Márcia pelos serviços prestados à comunidade trespontana, a parabenizam pela destemida iniciativa e desejam proteção e sucesso nesta nova empreitada humanitária.

     

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    Roger Campos

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  • Leitores levantam questionamentos sobre atuação da Saúde em Três Pontas contra o coronavírus

    Leitores levantam questionamentos sobre atuação da Saúde em Três Pontas contra o coronavírus

    Santa Casa e Executivo respondem e afirmam que questionamentos não procedem.

    A reportagem do Conexão Três Pontas entrou em contato na manhã desta quinta-feira (7) com a direção da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis e também com a Prefeitura em busca de respostas para alguns questionamentos feitos por leitores intimidados com o avanço do coronavírus na cidade. O Provedor do HSFA, Michel Renan Simão Castro e a Assessoria de Imprensa do Executivo Municipal contestaram as afirmações. “Esses questionamentos não procedem, são inverídicos!”

    Logo pela manhã, a Prefeitura de Três Pontas encaminhou ao Conexão o mais recente boletim epidemiológico com informações sobre o coronavírus no município. Mais um caso de Covid-19 foi confirmado, totalizando 11, dentre eles 10 pessoas em quarentena (tratamento encerrado ou em andamento) e 1 óbito. Logo em seguida alguns leitores enviaram posts em texto e em áudios para nossa reportagem cobrando explicações por parte dos envolvidos com o combate da pandemia.

    O primeiro questionamento feito por uma leitora trata dos testes de detecção da Covid-19:

    _ É muita sacanagem o que estão fazendo. Só fazem o teste pra confirmar o coronavírus se a pessoa for até o Centro Pediátrico, se estiver com febre e tossindo até vomitar, com dor no peito e falta de ar. Meu pai conseguiu passar em consulta um mês atrás na Policlínica. Ele fez um raio X e o médico pediu uma tomografia alegando que ele estava com enfisema pulmonar. Fui marcar a tomografia pelo SUS e não estão marcando. Meu pai guardou um dinheiro e foi com os 200 reais fazer a tomografia. Mas chegou lá e viu que era 400. Corri pra todos os lados, disse que se não fizerem a tomografia nele vou “rodar a baiana”. Ele não sai de casa, nem minha mãe. Eu escutei e estou sabendo que no hospital não estão fazendo o teste. A pessoa tem que ir para o Centro Pediátrico. Eles estão priorizando os profissionais de Saúde para fazer os testes e com isso não sabem quantos infectados estão andando pela cidade.

    Sobre isso, o Provedor da Santa Casa, Michel Renan declarou: “Eu vejo que um dos maiores problemas que existem hoje em Três Pontas e que eu sempre tentei combater, é o individualismo. Como nós vivemos numa comunidade, deveríamos ver as necessidades do coletivo e não individualmente. Sobre o procedimento dos testes eu não tenho como responder os procedimentos que estão sendo tomados. A Prefeitura poderá responder melhor. Mas reafirmo o quanto a Secretária de Saúde, Teresa Cristina, tem trabalhado, tem se dedicado incansavelmente. As pessoas acham que ela faz pouco. Faz um belo trabalho sem dúvida! Fico triste quando vejo que as pessoas querem denegrir o trabalho dela. Ainda sobre os testes, dizer que só estão sendo feitos no Centro Pediátrico é mentira! Quando chega um paciente com suspeitas de coronavírus, apresentando sintomas, o médico faz o pedido de testagem. Isso é definido por critério médico e não cabe a própria pessoa querer ter mais conhecimento que o médico. Infelizmente, no Brasil inteiro, não há testes para todo mundo. Quem define quem precisará do teste ou não é o médico. A afirmação da leitora do Conexão de que os testes são encaminhados e feitos apenas para os profissionais da Saúde também é outra mentira. Repito, quem está definindo isso é o médico. Sobre a questão da tomografia quero informar que o procedimento não é da Santa Casa, é terceirizado. Quando a pessoa está internada no Hospital a tomografia é feita gratuitamente, no “0800”. Se a pessoa quiser fazer particular eu não tenho como colocar preço no serviço dos outros. Seria o mesmo que eu colocar preço no trabalho do Conexão.” , revelou.

    O Provedor Michel Renan e o Prefeito Marcelo Chaves Garcia.

    Já a Prefeitura Municipal disse que “sobre os testes, todos sabem que não tem pra todo mundo infelizmente. A mídia tem mostrado isso diariamente. As pessoas já estão sabendo repetitivamente que não tem mesmo em todo Brasil. A pandemia é mundial, é nova, e não tiveram tempo de repor os testes ainda para todo mundo. Nós mesmos conseguimos comprar, apenas testes rápidos, mas ele não é 100% eficiente. Logo estaremos recebendo os testes. O Centro Pediátrico estava funcionando como centro do Covid-19, pra justamente ninguém se contaminar. Por isso separamos os casos suspeitos dos demais, de outras enfermidades. Há algumas mudanças que estamos estudando”.

    O segundo item que chama a atenção na reclamação da leitora fala do número de vagas na UTI no Hospital:

    _ Na UTI não tem mais nenhuma vaga. Está lotada! Tem um senhor que enfartou e que está há 15 dias no Pronto Atendimento Municipal. Isso porque não tem vaga na UTI. Há pessoas com suspeita de coronavírus e não querem coloca-lo junto. A situação é essa e a Secretaria de Saúde não está falando nada para a população. Aqui em Três Pontas até bares estão abrindo e com as mesas todas cheias.

    Nova ala na Santa Casa para atendimento de infectados pelo coronavírus.

    O Provedor atualizou a situação da Unidade de Terapia Intensiva: “Sobre a questão da UTI, de que não há leitos disponíveis, esta é parte mais grave de todas as inverdades que nos atiraram. Disse que há uma pessoa há 15 dias no PAM… Isso é mentira! Nós temos 4 vagas no momento, sendo duas para Covid-19 e duas pra outros casos. Uma mentira muito grande que essa leitora levantou e que só traz problema.”. A Prefeitura complementou: “Sobre os casos, em nenhum momento foi informado que tem alguém internado com Covid-19. Pode haver suspeitas, porque as vezes a pessoa está com falta de ar entre outros sintomas. Aí isolam a pessoa e faz o teste para saber. Mas isso segue todo um protocolo. É feito com critério e responsabilidade.”

    Outro questionamento da leitora foi a falta de uso de máscara por parte de muitas pessoas:

    _ A gente acaba tendo que sair de casa para fazer algumas coisas e se depara com muitas pessoas sem máscara. Os adolescentes não estão nem aí. Tem famílias de enfermeiros saindo pra rua toda hora e sem máscara, porque se eles precisarem fazer o teste conseguem rapidinho, um atrás do outro. E um que está necessitando mesmo morre à míngua. Tinha que ter mais explicação das coisas e essas pessoas darem exemplo. Eles deveriam jogar a verdade na cara de todo mundo. A Saúde do município deveria ser mais clara. Fazer uma live e explicar a real situação.

    Michel Renan falou sobre o questionamento do uso de máscara: “Sobre as pessoas usarem máscara ou não, eu não vou entrar nisso porque cabe a cada pessoa ter consciência ou não. Vai de cada um!”. A Assessoria de Imprensa também se posicionou: “É lei ESTADUAL o uso de máscara, a Prefeitura não tem força de para obrigar a pessoa a usar máscara. Como é lei, quem faz cumprir lei estadual é a POLÍCIA MILITAR. O que estamos fazendo é campanhas orientando as pessoas.”.

    Outra leitora, residente na zona rural de Três Pontas fez a seguinte reclamação:

    _ Meu marido trabalha na zona rural. Somos aposentados, mas continuamos trabalhando. Ele fala que o ônibus está indo muito cheio, embora as pessoas estejam usando máscara. Tem muitos passageiros que estão indo em pé. Eu não acho isso certo. Pelo menos eles estão higienizando o ônibus de manhã e de tarde. Mas está lotado. Gostaria de saber o que pode ser feito a esse respeito, fico preocupada. Será que a Vigilância Sanitária poderia fazer alguma coisa, uma averiguação?

    A Prefeitura respondeu informando que “a reclamante deve fazer uma denúncia no canal da Ouvidoria, para que eles encaminhem para as autoridades competentes.”.

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    Roger Campos

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  • Moção de repúdio é aprovada na Câmara de Três Pontas contra decisão do Governo de Minas frente à pandemia

    Moção de repúdio é aprovada na Câmara de Três Pontas contra decisão do Governo de Minas frente à pandemia

    Com apenas uma proposta na pauta de votação da noite, os vereadores realizaram mais uma reunião fechada ao público na última segunda-feira, 4 de maio. Também aprovaram por unanimidade a única proposição a ser deliberada. Trata-se da Moção nº 001, de 8 de abril de 2020, de iniciativa do vereador Erik dos Reis Roberto. A proposta traz na mensagem votos de protesto e repúdio referente a não prorrogação dos impostos e taxas devidos ao Estado em razão da pandemia ‘COVID-19’. A presente proposição manifesta extrema preocupação dos vereadores com a situação enfrentada pelos brasileiros em razão da pandemia, que decretou o isolamento social e fez com que muitos não tenham renda suficiente para as devidas quitações.

    Mas com uma pauta bem enxuta, a sessão começou pelo pequeno expediente, onde o vereador e vice-presidente Antônio do Lázaro informou a todos que finalmente recebeu correspondência sobre a liberação para instalação de uma antena de telefonia fixa no Quilombo Nossa Senhora do Rosário, sonho antigo dos moradores, já que esta luta vem de anos. O vereador pediu ofício novamente à Polícia Militar para que dê atenção especial ao distrito e também ao Pontalete, principalmente no final de semana, quando som alto até de madrugada e drogas, tirando o sossego dos moradores que vivem reclamando da situação e ninguém toma providências. A mesma linha seguiu a secretária Marlene Lima, reforçando a reclamação por parte de moradores quanto a esses problemas nas duas localidades. A vereadora pediu que o ofício contivesse também seu nome. Marlene Lima também pediu ofício ao Executivo para providências quanto à Rua XV de Novembro, onde uma água está escorrendo com mau cheiro. Ela indagou ainda sobre a atuação dos chamados laranjinhas dentro de um supermercado em Três Pontas, alertando que a função destes colaboradores contratados pelo Município é externa.

    Já o vereador Coelho do Bar aproveitou seu tempo para agradecer ao Prefeito pelo serviço que iniciou no Bairro Santa Mônica, atendendo pedidos de moradores. Pediu também limpeza nos arredores do aeroporto, principalmente nos fundos das empresas que ficam na Avenida Ipiranga. Pediu que a secretaria de Obras fizesse uma limpeza na Rua Pernambuco onde há muita sujeira. Pediu ofício ao SAAE solicitando informações sobre pagamento de aluguel de algum equipamento ou máquina.

    Benício Baldansi usou a tribuna em nome dos moradores do Bairro Vila Rica e adjacências que cobram iluminação nos fundos do clube CCC. Ele também agradeceu a colocação de faixas elevadas de pedestres na Rua Barão da Boa Esperança. Outro que agradeceu as faixas elevadas foi Flavão, ressaltando que os cidadãos que tiverem reclamações devem procurar por seu vereador para que fiscalize e cobre pelos serviços. Mais uma vez, Flavão pediu sinalização de rua para o Cidade Jardim e troca de lâmpadas queimadas na comunidade.

    Por sua vez o vereador Roberto Cardoso falou sobre a realização do carnaval em Três Pontas, quando segundo ele, a Prefeitura repassou R$ 190 mil à Associação Comercial e pediu que seja feito ofício solicitando cópia do empenho e do cheque. Robertinho afirma que solicitou também a cópia do estatuto da Associação Comercial, mas foi negado pela entidade. Ele afirma que seu objetivo é apenas fiscalizar e por isso pede os documentos. O vereador ainda cobrou serviço mal terminado no Bairro Cidade Jardim, próximo à Rua Bonfim, onde entulho foi amontoado sobre a calçada e até na segunda-feira não havia sido retirado.

    O vereador Sérgio Silva voltou a falar sobre as aglomerações ocorridas no local denominado Cocada. Segundo o vereador, no fim de semana uma operação foi montada para evitar o acesso de pessoas ao local e agradeceu a parceria entre PM e Vigilância Sanitária. Ele comentou também que o trabalho das laranjinhas é externo, na porta dos estabelecimentos e não interno. Sérgio aproveitou para elogiar o trabalho dos laranjinhas na cidade. Em seguida, o vereador Erik Roberto reclamou do aumento das contas de energia elétrica, argumentando que as pessoas ficam preocupadas com aquilo que o presidente Bolsonaro fala e se esquecem de coisas mais importantes, como lutar para a diminuição dos valores destas contas. Erik também falou sobre sua decepção com o governo de Minas e a forma como concedeu reajuste salarial diferenciado para os servidores do Estado.

    Quem finalizou as explanações na tribuna foi o presidente Maycon Machado, parabenizando todos os trabalhadores pelo Dia do Trabalho, celebrado em 1º de maio. Maycon cobrou planejamento do Executivo para o ordenamento de alguns serviços no município e que haja um estudo para aproveitamento de pontos ociosos na cidade e que isso tudo deve ser voltado à preservação da vida. Ele cobrou limpeza nos bairros Vivendas do Bosque e Santa Teresa I e II.

    Fonte Ascom Câmara Municipal

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    Roger Campos

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  • Mais um caso confirmado de coronavírus em Três Pontas

    Mais um caso confirmado de coronavírus em Três Pontas

    Já são 11 pessoas infectadas com a Covid-19 no município.

    A Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas confirmou na manhã desta quinta-feira (07) o décimo primeiro caso de coronavírus na cidade. Dez pessoas estiveram ou estão em tratamento, enquanto, infelizmente, um óbito já foi confirmado.

    Ainda conforme o Executivo Municipal trata-se de uma pessoa fora dos grupos de risco, ou seja, com idade abaixo dos 60 anos e sem nenhuma comorbidade (não tem doença crônica). A pessoa teria contraído a Covid-19 através de contato com outra pessoa infectada. A confirmação se deu através de exame colhido na rede pública.

    O último Boletim da Covid-19, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, são os seguintes:

    CASOS CONFIRMADOS

    – 10 casos confirmados – Em quarentena ou hospitalizado segundo protocolos com a família;

    – 01 CASO DE ÓBITO – Caso confirmado através de exame;

    Total de casos confirmados – 11 casos até o momento.

    CASOS SUSPEITOS / DESCARTADOS

    – 06 casos suspeitos – Realizaram exames e estão aguardando resultados em quarentena;

    – 00 óbitos em investigação;

    – 52 casos descartados – Suspeitos que realizaram exames e foram descartados pelos resultados.

    – 211 casos de síndrome gripal – Suspeitos com sintomas de gripe;

    – Total de coleta para exames – 69

    A Prefeitura Municipal reforça os pedidos para que a população evite aglomerações, se possível que permaneça em suas casas e que faça o uso das máscaras nas ruas ou estabelecimentos comerciais.

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  • Frio chega com toda força em diversas partes do Brasil a partir de hoje

    Frio chega com toda força em diversas partes do Brasil a partir de hoje

    Frio traz mais doenças respiratórias e cardiovasculares

    Uma forte massa de ar frio de origem polar começou a dar o seu recado sobre o Brasil na quarta-feira, 6 de maio. A temperatura despencou no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, em Mato Grosso do Sul e também começou a se infiltrar no sul e oeste de Mato Grosso.

    menor temperatura no Brasil no dia 6 de maio foi de 3,6°C em Bagé, na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai.

    Mas é durante esta quinta-feira, 7 de maio, e a sexta-feira, 8, que o ar frio polar se espalha com força sobre o Brasil invadindo o Sudeste, o Centro-Oeste e chegando ao Acre e ao sul do Amazonas. O Sul congela e tem risco de ter geada forte!

    Ainda tem muito frio para passar sobre o Brasil até o domingo, 10 de maio, Dia das Mães. Temperaturas negativas, recordes, um frio que ainda não sentimos este ano.

    Esta é massa polar mais forte deste ano, até agora, e prever as temperaturas mínimas e máximas é uma tarefa bastante complicada.

    Em muitas previsões difíceis, de calor ou de frio, alguns meteorologistas da Climatempo até fazem um bolão de apostas! Qual vai ser a temperatura em tal lugar? É uma brincadeira saudável e já rolou muito chocolate, frutas e balas como prêmio para o ganhador. Desta vez, o bolão é para saber qual vai ser a menor temperatura em São Paulo e no Rio de Janeiro durante a passagem desta primeira massa polar forte do outono de 2020.

    Até o próximo domingo, 10 de maio, Dia das Mães, as temperaturas devem cair ainda mais no Sul de Minas e especificamente em Três Pontas. A máxima prevista é de 22 graus enquanto a mínima pode despencar para gelados 7 graus.

    Chegada do Frio

    Todos os anos, com a chegada do outono, enfrentamos oscilações de temperatura e baixa umidade relativa do ar. O ar mais seco aumenta a concentração de poluentes na atmosfera e, as baixas temperaturas e poluição do ar aumentam os riscos de doenças respiratórias e cardiovasculares. As alterações climáticas desta estação nos predispõem a diversas doenças respiratórias como resfriado, gripe, crise de asma, bronquite, sinusite e pneumonia. Os principais vilões são os vírus respiratórios que causam o resfriado e a gripe, sendo transmissíveis por gotículas respiratórias.

    O HCor – Hospital do Coração, em São Paulo, registra um aumento de 30 a 40% no atendimento a pacientes com doenças respiratórias e cardiovasculares durante o outono/inverno e as crianças e os idosos são os mais suscetíveis. Os ambientes fechados são propícios para a disseminação destes vírus, pois as gotículas respiratórias também contaminam o ambiente. Por isso, é importante manter ambientes ventilados e lavar as mãos com frequência.

    “As bactérias causadoras da pneumonia e da sinusite muitas vezes se aproveitam da queda da imunidade e das defesas do organismo ocasionadas pelas infecções virais. Portanto, devemos ficar atentos quando um simples resfriado permanece por muito tempo e se associa a febre mais alta e cansaço, esclarece o pneumologista do Centro de Medicina do Sono HCor, Dr. Pedro Genta.

    Segundo o pneumologista do HCor, para os que já sofrem de doenças respiratórias crônicas como enfisema, asma, bronquite crônica ou doenças cardiovasculares como insuficiência cardíaca, arritmias e insuficiência coronariana, é importante enfrentar o frio com a saúde em dia. Uma reavaliação médica antes da chegada do frio é uma boa oportunidade para se preparar, além de verificar se as vacinas estão em dia, alerta Dr. Genta.

    O organismo e as variações de temperatura:

    De acordo com o cardiologista e clínico geral do HCor, Dr. Abrão Cury, o aumento da pressão arterial e da tendência à coagulação do sangue ocorrem com a exposição ao frio, e podem estar envolvidas com o maior risco de doenças cardiovasculares como infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral e arritmias.

    Por outro lado, a exposição à poluição, típica de um dia mais seco, também pode levar ao aumento da coagulação do sangue e inflamação sistêmica – que estão associados aos eventos trombóticos que ocorrem no infarto e acidente vascular cerebral. “Além disso, as infecções respiratórias também podem gerar ainda mais estresse para o organismo, e acentuar ainda mais os riscos. Por isso, durante o inverno, as doenças cardiovasculares são mais frequentes, sendo assim, devemos nos proteger e ficarmos alertas”, explica Dr. Abrão Cury.

    Para o pneumologista do HCor, o nosso organismo reage de acordo com a variação de temperatura, poluição e umidade do ar. “Aquecer o ambiente de casa ou trabalho, se proteger durante as mudanças de temperatura com luvas e casacos são algumas medidas preventivas nos dias mais frios. Nos dias secos, evite exercícios físicos no meio do dia e perto de vias de grande circulação e ingira bastante líquido”, esclarece.

     

    Fonte Climatempo

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    Roger Campos

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  • É DIREITO DO PACIENTE: PLANOS DE SAÚDE DEVEM COBRIR INTERNAÇÃO EM “HOME CARE”! – Gabriel Ferreira

    É DIREITO DO PACIENTE: PLANOS DE SAÚDE DEVEM COBRIR INTERNAÇÃO EM “HOME CARE”! – Gabriel Ferreira

    Imagine que você ou alguém de sua família precise de cuidados médicos 24 horas por dia.

    Digamos que seu avô sofre de mal de Parkinson, por exemplo, e precisa de atendimento de fisioterapeutas, enfermeiros e médicos em tempo integral.

    O médico, por entender ser melhor para o paciente, indica que, em vez de receber esses cuidados dentro de um hospital, ele seja tratado no conforto de sua casa.

    É certo que no ambiente hospitalar o paciente correria risco de contrair infecções e estaria muito mais exposto a doenças.

    Você faz a solicitação da internação domiciliar junto ao plano de saúde e o pedido é negado. E agora?

    Calma, não se desespere! Fica aqui comigo que vou te explicar como agir nesses casos. Você não precisa desembolsar rios de dinheiro.

    Em primeiro lugar, entenda o que é “home care”.

    “Home care” é um termo em inglês que significa “atendimento domiciliar”. Basicamente é o direito do paciente de estar internado ou de receber cuidados médicos em sua própria residência nas mesmas condições caso estivesse em um hospital ou clínica médica.

    Ou seja, o paciente deve estar amparado por todos os profissionais, aparelhos e medicamentes de que necessita.

    É certo que a permanência prolongada no ambiente hospitalar pode prejudicar a saúde e a recuperação, expondo o paciente a inúmeras infecções e doenças.

    Quando a internação “home care” é recomendada?

    Quem decide pela necessidade da internação domiciliar é sempre o médico. O tratamento “home care” só deve ser utilizado quando necessário para o bem estar e evolução clínica do paciente.

    Em tempos de pandemia de coronavírus, o “home care” pode também ser uma alternativa para desocupar leitos de hospitais e preservar o paciente da exposição ao vírus.

    Os Planos de Saúde são obrigados a cobrir os custos do “home care”?

    Infelizmente ainda é muito comum os usuários de planos de saúde receberem das operadoras a negativa para cobertura do tratamento ou internação domiciliar.

    Porém, este é um tema que já foi muito discutido por nossos tribunais.

    Os planos de saúde negam a cobertura de “home care” com o argumento de que isso não está no contrato.

    Mas, diante de tantas negativas por parte dos planos de saúde, a Justiça pacificou o entendimento de que, “em casos onde há expressa recomendação médica, revela-se abusiva a cláusula contratual que exclui a cobertura de internação domiciliar”.

    Portanto, mesmo que seu contrato com o plano de saúde exclua a cobertura do “home care”, caso o médico a recomende, o plano de saúde será obrigado a custeá-la.

    O que, exatamente, o plano de saúde deve fornecer no “home care”?

    Cabe ao plano de saúde custear todos os profissionais (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas…) necessários para atendimento do paciente, como também todos os equipamentos e medicamentos indicados, por tempo indeterminado.

    ATENÇÃO: o plano de saúde não pode limitar o tempo de cobertura do “home care”. Quem decide o tempo necessário para alta é sempre o médico e a operadora não pode interferir nisso.

    E se o plano de saúde negar o “home care”?

    Caso você se depare com uma negativa do seu plano de saúde, o recomendado é que busque ajuda junto à Justiça, que, via medida liminar, a depender do caso, poderá obrigar a operadora a fornecer o tratamento imediatamente.

    Além do mais, dependendo do caso, você também poderá ser indenizado por danos morais, já que essa é uma situação frágil e delicada, a qual ultrapassa o mero aborrecimento.

    Portanto…

    Podemos concluir que o plano de saúde é obrigado a cobrir o tratamento ou internação “home care”, QUANDO RECOMENDADA POR UM MÉDICO.

    Além disso, também poderá ser obrigado a indenizar o paciente em caso de negativa, já que se trata de uma conduta abusiva. Ficou com alguma dúvida? Fale com quaisquer advogados especialistas.

    Gabriel Ferreira de Brito Júnior – OAB/MG 104.830

    Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” desde 2006/por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).

    Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG.

    PÁGINA FACEBOOK: https://business.facebook.com/gabrielferreiraadvogado/?business_id=402297633659174&ref=bookmarks

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: “Dr. Olivotto” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    HISTÓRIAS DE VIDA: “Dr. Olivotto” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Um dos advogados mais antigos da cidade, Dr. Olivotto é símbolo de competência e dedicação ao trabalho.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do querido advogado Dr. Olivotto.

    Oswaldo Olivotto Ardissono, nasceu em Três Pontas no dia 11 de junho de 1932. É filho de José Clementino da Penha e Clementina Olivotto Ardissono. A família é composta por 5 irmãos.

    Casou-se com Cleuza Silva Ardissono há 51 anos. Esta união inspiradora, de mais de meio século, trouxe muitos frutos. São, ao todo, 5 filhos, 6 netos e 2 bisnetos, todos educados no berço cristão.

    Iniciou seus estudos no Grupo Cônego Vitor e terminou o Ensino Médio no antigo Ginásio São Luís, hoje Estadual Deputado Teodósio Bandeira. Após alguns anos iniciou o curso acadêmico na Faculdade de Direito Sul de Minas, na cidade de Pouso Alegre, onde se formou bacharel em Direito.

    Dr. Olivotto é um homem íntegro, honesto, de família querida na cidade. Um homem de muita fé. Sempre cultivou amizades verdadeiras e ganhou muitos admiradores. Dedicado com muito afinco ao Direito, teve uma carreira jurídica muito bem sucedida. Tranquilo, sereno, fala mansa, é daquelas pessoas que cada conversa se torna uma aula, alguém que acumulou muito conhecimento e que o repassa com toda simplicidade e eficiência.

    Foi um colaborador de muita relevância durante vários anos na Prefeitura Municipal de Três Pontas. Um servidor público que se dedicou ao Executivo Municipal de forma irretocável. Recentemente Dr. Olivotto foi, merecidamente, homenageado pelo então prefeito, Dr. Luiz Roberto Laurindo Dias.

    Uma das filhas, Andreia Ardissono, falou ao Conexão sobre o pai querido: “Meu pai é um exemplo de homem, coração manso e humilde, sempre carinhoso e compreensivo, muito sábio. A palavra que o define é Amor”, pontuou.

    Por toda sua trajetória de sucesso, de lutas e de muito amor pela profissão, por tantos ensinamentos, tamanha dedicação ao Direito, Dr. Olivotto, é hoje, merecidamente, homenageado pelo Conexão Três Pontas que contou sua bela História de Vida. Parabéns!

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

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    Roger Campos

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  • Restaurante é furtado no centro de Três Pontas

    Restaurante é furtado no centro de Três Pontas

    Marginais serraram a grade da janela para acessar o imóvel.

    Um restaurante localizado no centro de Três Pontas foi alvo da ação de marginais nesta semana. Conforme nos relatou a proprietária do estabelecimento. Para acessar o interior do imóvel eles serraram a grande de uma janela.

    Maria Auxiliadora da Silva Mantovan e seu marido Angelo Mantovan chegaram para trabalhar por volta das 6h30 da manhã da última quinta-feira (3) quando percebeu que uma grade de uma janela frontal estava serrada. Ao entrar constatou o local revirado e ainda a falta de uma quantia em dinheiro e de um notebook.

    Ela acionou a Polícia Militar que fez o Boletim de Ocorrência. A proprietária também acionou o segurança particular. “Eu pago mensalmente por esse trabalho e mesmo assim os criminosos conseguiram entrar aqui no restaurante e me causaram esse prejuízo”, revelou.

    Ainda conforme Maria Auxiliadora, o valor levado em dinheiro gira em torno de 80,00. O notebook preto é da marca CCE. Quem receber alguma oferta de um aparelho da marca deve acionar a Polícia Militar pelo 190.

    Foi a terceira vez que o local foi vítima de criminosos. Nas duas primeiras tentativas eles não conseguiram acessar o interior. O restaurante, que funciona no mesmo ponto há 6 anos, já teve a grade arrumada e a segurança aumentada.

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  • Desemprego no país sobe para 12,2% e atinge 13 milhões de pessoas

    Desemprego no país sobe para 12,2% e atinge 13 milhões de pessoas

    A taxa de desemprego no país subiu para 12,2% no primeiro trimestre, na comparação com o último trimestre de 2019, atingindo 13 milhões de pessoas. Segundo analista do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ainda não é possível medir o impacto do coronavírus sobre esse resultado, já que os dados são dos meses de janeiro a março.

    A alta do desemprego foi de 1,3 ponto percentual (p.p) sobre o trimestre anterior (10,9%), o que representa 1,2 milhão de pessoas a mais na fila por um emprego.

    Os dados fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada hoje pelo IBGE. A pesquisa não usa só os trimestres tradicionais, mas períodos móveis (como fevereiro, março e abril; março, abril e maio etc.). “Esse crescimento da taxa de desocupação já era esperado. O primeiro trimestre de um ano não costuma sustentar as contratações feitas no último trimestre do ano anterior. Essa alta na taxa, porém, não foi a das mais elevadas. Em 2017, por exemplo, registramos 1,7 p.p.”, disse a analista da pesquisa Adriana Beringuy.

    Pesquisa ainda não mediu impacto do coronavírus Ainda não foi possível mensurar se as medidas de isolamento social, provocadas pela pandemia do novo coronavírus, refletiram na taxa de desemprego do trimestre fechado em março, afirmou Beringuy.

    Segundo a analista, grande parte do trimestre ainda está fora desse cenário. A maioria dos estados decretou o isolamento a partir da segunda quinzena de março. “Não posso ponderar se o impacto da pandemia foi grande ou pequeno, até porque falamos de um trimestre com movimentos sazonais, mas de fato para algumas atividades ele foi mais intenso”, comentou. Por causa do isolamento social, os dados da Pnad Contínua estão sendo coletados pelo IBGE somente por telefone, e não mais presencialmente.

    Informalidade tem leve queda A taxa de informalidade atingiu 39,9% da população ocupada, representando 36,8 milhões de trabalhadores. No trimestre móvel anterior, essa taxa havia sido 41% e no mesmo trimestre do ano anterior, 40,8%.

    Rendimento médio é R$ 2.398 O rendimento médio real dos brasileiros ficou em R$ 2.398. O valor permaneceu estável em comparação com o trimestre móvel anterior e com o primeiro trimestre do ano passado. Subutilizados são 27,6 milhões A taxa de subutilização ficou em 24,4%, o que representa 27,6 milhões de brasileiros.

    A taxa cresceu em relação ao trimestre anterior (23%) mas caiu se comparada ao primeiro trimestre de 2019 (25%).

    A subutilização leva em conta: pessoas desocupadas (não trabalham, mas procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa), pessoas que gostariam de estar trabalhando mais horas por dia, pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa, ou procuraram mas não estavam disponíveis para trabalhar no momento da pesquisa.

    Metodologia da pesquisa

    A Pnad Contínua é realizada em 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados. Existem outros números sobre desemprego, apresentados pelo Ministério da Economia, com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os dados são mais restritos porque consideram apenas os empregos com carteira assinada.

    Fonte IBGE/ Uol

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    Roger Campos

    Jornalista

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