O número de ataques a agências e correspondentes bancários disparou no Sul de Minas em 2017. Só nos últimos doze meses, foram registradas 67 ocorrências na região, um número 131% maior do que as 29 de 2016, segundo levantamento realizado pela EPTV, afiliada da Rede Globo.

Cidades menores, com pouca segurança, foram os alvos preferidos dos criminosos. Em Lambari, por exemplo, três agências foram atacadas em uma única noite, mas os ataques se repetiram em cidades da região, como Elói Mendes, Conceição da Aparecida e Bueno Brandão.

O primeiro ataque do ano aconteceu logo na madrugada do dia 6 de janeiro, quando uma quadrilha explodiu a agência do Banco do Brasil de Botelhos – a cidade ainda seria alvo novamente de criminosos no início de dezembro.

A última ocorrência do ano foi há exatamente uma semana em Cambuquira. No dia 23 de dezembro, agências tanto do Banco do Brasil quanto do Bradesco foram os alvos escolhidos.

O caso mais grave, no entanto, aconteceu no dia 22 de setembro, em Ilicínea. Na ocasião, um policial militar morreu após ser baleado em plena luz do dia durante uma tentativa de assalto a um correspondente bancário.

Os ataques, além do prejuízo financeiro aos bancos, deixaram também um rastro de consequências, que muitas vezes afetam a economia dos pequenos municípios, como a falta de dinheiro vivo em circulação e a necessidade de viagens para ter acessos a serviços ou pagar contas – como é o caso de Monte Belo e também de Divisa Nova.

Fonte G1 Sul de Minas

 

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Roger Campos

Jornalista

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