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  • AMOR EM PEDAÇOS por Nilson Lattari

    AMOR EM PEDAÇOS por Nilson Lattari

    O casal vinha caminhando pela calçada, parcamente iluminada pelas lojas de roupas na avenida chique, propícia ao passeio descontraído de quem olha para os manequins com ar de desprendimento, apontando os dedos como a procurar um assunto que justifique, mais ainda que o amor, a união de duas pessoas.

    Não havia movimento na rua, apenas algumas pessoas também caminhavam despreocupadas, e o trânsito tinha poucos carros.

    Eu me distraía olhando, como de hábito, o celular que não parava de apitar o whatsapp em uma conversa para lá de animada.

    Meu olhar, quando se ergueu da pequena tela iluminada, a primeira coisa que viu foi um casalzinho caminhando. Vinham se embalançando, cada um empurrando levemente os corpos como a sentir a quentura, a maciez deles, nessa química que se constrói quando duas almas se sentem atraídas.

    Tudo bem. O que me atraiu não foi a passagem de um casal, até porque, mesmo sendo politicamente correto, não pude deixar de notar que eram duas jovens que se abraçavam e às vezes trocavam beijos apaixonados, mas nada de exagero ou extravagante.

    Ri. Ri aquele riso de quem ainda não se acostumou a vê-los assim, homossexuais assumidos a mostrarem pelas ruas a realidade dos seus sentimentos, outrora presos nas paredes de um recanto qualquer.

    Uma delas, com um vestido florido, cabelos finamente presos por uma presilha, um laço envolvendo o pescoço, sapatos de salto. A outra, um pouco mais sóbria, cabelos curtos, sem ser totalmente destoante, mas que se sobressaía na companhia da outra.

    Seus rostos eram iluminados pela juventude, e os brilhos nos olhos demonstravam rara felicidade.

    Como um céu que desaba em chuva, trovoadas, um grupo de meninos, vestindo roupas enegrecidas pelo sentimento, marcados com tatuagens assustadoras se aproximou do casal e começou a espancar aquela que era o namorado, como se uma vingança sobre ela fosse a justificativa para criticar, agredir uma figura que se acharia totalmente deslocada.

    Para a outra couberam empurrões na vã tentativa que fazia de tentar ajudar a companhia amada. Seus gritos se misturavam aos palavrões, eram inertes diante da plateia que assistia estupefata como se visse um espetáculo de horror, num palco aberto na cidade.

    Eu não me parecia estar ali, inerte e boquiaberto, acompanhado do tui, tui do whatsapp. Pessoas querendo conversar sobre banalidades, enquanto acontecia a barbárie diante dos meus olhos.

    Ensandecido o grupo se afastou, deixando no chão, envolta em uma poça de sangue e desfiguração, outrora quem passeava despreocupada pelas ruas.

    A namorada se ajoelhou chorando, com as mãos no peito, a olhar e acariciar o seu amor que era agora uma mistura de sangue, roupas rasgadas e lágrimas a lamentar e a perguntar o porquê de tudo aquilo.

    Era a agressão gratuita estirada na calçada, um amor feito em pedaços, depois de confrontar preconceitos, juntando cada ponto da timidez para se expor com liberdade.

    Podemos condenar toda e qualquer forma de ódio, mas nenhuma forma de amar, contudo.

     Nilson Lattari é Escritor

     

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  • COMENTANDO… “Duplo Assassinato de Renê e Elaine” próximo do primeiro aniversário. Nós não esquecemos! Já a Justiça…

    COMENTANDO… “Duplo Assassinato de Renê e Elaine” próximo do primeiro aniversário. Nós não esquecemos! Já a Justiça…

    De quem é a culpa quando nos deparamos, noticiamos, vivemos e choramos um “acidente”? É tão comum diante de uma tragédia no asfalto apontar o dedo e bradar: “essa pista é perigosa demais, essa rodovia mata muito, o governo tem que cuidar melhor das vias…”.

    Afirmo que, pra mim, não existe pista muito perigosa e rodovia que mata. No tocante aos cuidados por parte do governo, claro que ele deve zelar sim, investir sim, realizar frequentes melhorias sim! Mas jogar o fardo do sangue escorrido no chão quente do trânsito nas autoridades (que hoje em dia, pelo menos 90%, não nos representam com o mínimo de dignidade) é tampar o sol com a peneira, é querer mascarar a realidade, desviar o foco e a verdadeira culpabilidade.

    Como instrutor de trânsito, há 14 anos, digo que é balela dizer que a Rodovia TP/Varginha é perigosa, que a TP/Santana é arriscada. Nenhuma Rodovia é perigosa em demasia. Ela está ali, parada, imóvel, inerte. O perigo está na IMPRUDÊNCIA dos humanos, do excesso de confiança, de bebida, de velocidade, de irresponsabilidade. Quem mata o homem é o próprio homem.

    No dia 17 de março de 2019, um irresponsável, um criminoso, tirou a vida de um casal muito querido e conhecido na cidade de Três Pontas. A motocicleta em que estavam acabou pegando fogo. Renê Miranda Bernardes e Elaine Tempesta Bernardes morreram ainda no local. O casal Renê e Elaine foi até a cidade de Andradas – MG para comemorar o aniversário de uma amiga. Num outro veículo, de 4 rodas, estavam o motorista e outros 3 passageiros. Nenhum deles se feriu na batida de frente. Todos os covardes, passageiros canalhas, fugiram do local. A colisão aconteceu às 14h30, próximo à entrada do Bairro Jardim Alto da Serra, na BR-146 entre Poços de Caldas e Andradas. O veículo Volkswagen Voyage teria descido a serra e feito uma conversão proibida, atingindo a motocicleta BMW GS800 que trafegava em sentido contrário. Renê Miranda Bernardes tinha 52 anos de idade e Elaine Tempesta Bernardes morreu com 47.

    O autor desse duplo assassinato, Ademir A. S. (embriagado e realizando conversão proibida) certamente gozará sua vida numa boa! Deveria mofar na cadeia! Tirou duas vidas inocentes por total irresponsabilidade. Esse rapaz assumiu SIM o risco de matar! Sendo assim, deveria ficar o resto da vida atrás das grades! Prisão perpétua nele! Isso é utopia. No Brasil o crime continua compensando e a Justiça uma grande piada.

    A culpa, senhoras e senhores, nesta tragédia, também não foi da via. Foi de um moleque que tirou sonhos, projetos, a companhia de pai e de mãe de filhos que agora estão órfãos!

    O problema está nas pessoas! E elas se sentem poderosas, protegidas, por leis falhas (impunidade) que aumentam a irresponsabilidade e inflamam a descrença na justiça dos homens! Felizmente a de Deus não falha!

    Não adianta obras na via. O ser humano é quem precisa de “manutenção”!!!

    *Antes de postarmos este tema, entramos em contato com a filha do casal. Júlia nos autorizou a abordarmos o tema novamente e cobrar por justiça!

    #nosnaoesquecemos #naofoiacidente #reneeelaineforamassassinados #queremosjustica

    Jornalista Roger Campos (MTB 09816)

    @conexaotrespontasoficial 

     

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  • VOLTA ÀS AULAS por Fred Ribeiro

    VOLTA ÀS AULAS por Fred Ribeiro

    O início das aulas é sempre um tempo de expectativas e agitação. Materiais escolares para comprar e etiquetar, rever os colegas, conhecer a nova sala e os novos professores.

    Tantas coisas a fazer e tantas novidades a absorver e adaptar, que é comum descuidarmos de certas atitudes e procedimentos que devemos observar e obedecer.

    Por exemplo: a coisa mais comum neste ambiente de embarque e desembarque escolar é a permanência dos carros em fila dupla. Entretanto, esta prática revela diversos perigos que vão do abalroamento ao atropelamento. Além de ser um mau exemplo de descumprimento da lei 9.503 de 1997.

    Diversas cidades estarão fazendo campanhas educativas durante todo este mês, visando, em especial, a volta às aulas e, trabalhando preventivamente.

    Mas é sempre bom registrarmos alguns pontos principais.

    A intenção destas campanhas é chamar a atenção dos pais e responsáveis para o cumprimento de regras básicas de educação trânsito. Alertar pais e responsáveis para a condução segura de seus veículos priorizando a velocidade máxima de 50 k/h, usar cinto de segurança em todos do veículo, segurar o punho da criança ao circular a pé, verificar se mesmo com mais de 7 anos a criança tem condições de cuidar da sua própria segurança na garupa da motocicleta.

    Os órgãos de trânsito recomendam que os pais busquem um local seguro para estacionar o veículo, para desembarcar ou embarcar os alunos de forma segura e evitar fila dupla. O uso de equipamentos como cadeirinha, capacete e cinto de segurança não só no banco do carona, mas também no banco traseiro.

    Os pais também são orientados a reduzir a velocidade do veículo na área escolar. Também é ressaltado que o uso de celular enquanto o veículo está em movimento é proibido, infração que tem causado acidentes.

    No caso das filas duplas, geralmente, a desculpa é a pressa. Neste caso, o ideal é sair um pouco antes do horário de casa, fazendo deste momento um tempo seguro e prazeroso, de responsabilidade e civilidade, coisas que todos devemos aprender e não só na escola.

    Fica a dica

    QUEM AMA CUIDA!!!

    Fred Ribeiro é Voluntário nas obras sociais e culturais para uma sociedade melhor, Instrutor de trânsito, Socorrista/Resgatista, Guarda Civil Metropolitano

    https://www.facebook.com/fred.ribeiro.566

     

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  • “Preciso de autorização judicial para viajar com os filhos?” por Gabriel Ferreira

    “Preciso de autorização judicial para viajar com os filhos?” por Gabriel Ferreira

    Saiba quando a autorização de viagem é necessária para viajar com os filhos menores.

    Até 18 de março de 2019, adolescentes podiam viajar sem os pais ou responsáveis pelo Brasil sem necessidade de autorização judicial, mas fique atento, pois a Lei 13.812/2019 alterou o Estatuto da Criança e Adolescente (Lei 8.069/90) e hoje crianças e adolescentes menores de 16 (dezesseis) anos precisam de autorização judicial.

    O objetivo da alteração da idade para viajar é um ato para buscar prevenir as viagens de crianças e adolescentes menores de 16 anos que possam ocasionar um desaparecimento ou até mesmo sequestro. O artigo 83 da Lei 8.069/90, hoje, estabelece que nenhuma criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis) anos poderá viajar para fora da comarca (cidade onde fica o Fórum) onde reside desacompanhado dos pais ou dos responsáveis sem expressa autorização judicial.

    A autorização não será exigida quando:

    · A criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis anos) viajar para comarca contígua (cidade onde não existe o Fórum mas está vinculada ao Fórum da cidade onde reside) à de sua residência, se na mesma unidade da Federação, ou incluída na mesma região metropolitana.

    · A criança ou o adolescente menor de 16 (dezesseis) anos estiver acompanhado de pais, avós ou irmãos, tios ou sobrinhos maior de 18 anos. Lembrando que neste caso o parentesco deve ser comprovado documentalmente.

    · As crianças e adolescentes menores de 16 (dezesseis) anos poderão viajar para outras Unidades da Federação em companhia de pessoa maior, mesmo sem relação de parentesco, desde que com a expressa autorização do pai, mãe ou responsável.

    A autorização terá validade de 90 dias e poderá ser lavrada por documento público ou particular por escrito, neste caso com firma reconhecida em cartório, mas vale o alerta que apesar da lei permitir é melhor pedir a autorização judicial, pois como não há regulamentação nacional sobre o modelo de autorização (alguns tribunais tem portarias próprias), assim, a criança ou adolescente pode conseguir sair da sua cidade, mas não conseguir retornar, tendo em vista que as exigências podem ser diferentes na cidade de destino!

    Caso seja necessário que a criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis) anos viaje para o mesmo destino com frequência, os pais ou responsáveis podem solicitar à autoridade judiciária que conceda autorização válida por dois anos.

    Vale destacar que o adolescente maior de 16 anos não necessita de autorização para viajar dentro do território nacional, bastando portar documento oficial de identificação com foto, observado o que dispõe Resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para viagens terrestres, e da Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC), para viagens aéreas.

    Importante ressaltar que o Estatuto da criança e do adolescente dispõe que é proibida a hospedagem de criança ou adolescente em hotel, motel, pensão ou estabelecimento congênere, salvo se autorizado ou acompanhado pelos pais ou responsável. ATENÇÃO: Não esqueça de documento com foto para adolescentes (12 a 18) ANAC (Agencia Nacional de Aviacao Civil) E ANTR (Agência Nacional de Transportes Rodoviário) exigem a apresentação de documento com foto!

    Viagem para o exterior

    Para viagens internacionais a lei prevê que sem prévia e expressa autorização judicial, nenhuma criança ou adolescente nascido em território nacional poderá sair do País em companhia de estrangeiro residente ou domiciliado no exterior.

    A autorização é dispensável, se a criança ou adolescente estiver acompanhado de ambos os pais ou responsável; viajar na companhia de um dos pais ou outro adulto, autorizado expressamente pelo outro através de documento com firma reconhecida.

    Crianças ou adolescentes que viajarem desacompanhados devem levar autorização escrita de ambos os pais ou responsáveis.

    O que preciso na autorização?

    • Preencher os dados do formulário padrão que pode ser encontrado no portal do CNJ.

    • Uma autorização para cada criança ou adolescente.

    • Indicação do prazo de validade. Caso não seja indicado, será válida por dois anos.

    • Firma reconhecida em cartório por autenticidade.

    Duas vias (uma ficará na Polícia Federal).

    Atenção: não esqueça o passaporte válido e, se for o caso, o termo de guarda ou tutela.

    Pais separados

    No caso de pais separados não há nenhuma alteração na nova lei; assim, não é necessária autorização expressa com firma reconhecida para que a criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis) anos quando viajar em território nacional se este estiver acompanhando de apenas um dos pais.

    Para uma criança ou adolescente menor de 16 (dezesseis) anos viajar em território nacional, desacompanhado, é necessário o RG ou certidão de nascimento e autorização judicial.

    Ficou com alguma dúvida? Fale com um advogado especialista.

    Gabriel ferreira de Brito Júnior – OAB/MG 104.830

    Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” desde 2006/por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004), Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG.

    PÁGINA FACEBOOK: https://business.facebook.com/gabrielferreiraadvogado/?business_id=402297633659174&ref=bookmarks

     

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  • VIDA DE UM REBELDE – A poesia de Gabriel Delfino

    VIDA DE UM REBELDE – A poesia de Gabriel Delfino

    Minha linguagem é vulgar,
    O sistema tenta me dominar
    E muitas vezes o mundo parece acabar…
    Onde vou parar?

    Infelizmente, muitas vezes é morrer ou matar

    Desse mundo as vezes tento escapar,
    a minha mente começo a maquinar,
    minha respiração deixa de ofegar,
    e num mar de poesias começo a mergulhar

    Meu cigarro está a queimar…
    e no mar da arte começo a me afogar
    ao lembrar que devido a minha vida não tenho o direito de amar

     

    Gabriel Delfino é Estudante de Filosofia e apaixonado espiritualidade, política e poesia.

    https://www.facebook.com/gabriel.delfino.5209/timeline?lst=100001148470253%3A100007762950406%3A1580585802

     

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  • “NÃO PULE ETAPAS, LUTE POR QUEM VOCÊ AMA” por Moísa Araújo

    “NÃO PULE ETAPAS, LUTE POR QUEM VOCÊ AMA” por Moísa Araújo

    Atualmente estamos vivendo na era dos desapegados, onde ninguém quer assumir compromisso com ninguém. Muitos acham que essa é a melhor escolha, mas se a gente parar para analisar, vamos encontrar muitas frustrações escondidas nesses desapegos! Os relacionamentos atuais, são construídos com etapas que foram deturpadas, não existe mais a conquista, a espera, etc…

    Acho completamente ridículo, chamar uma mulher de “esquema” mas é a gíria atual, então como vou brigar contra a modernidade. Mas acredito que devemos encontrar alguém que queira um relacionamento duradouro e que esteja disposto a passar por todas as etapas, e ter o orgulho de chamar a mulher que conquistou de amor.

    Sei que muitas vezes passamos por traumas que nos fere profundamente, um amor não correspondido é um exemplo que pode desenvolver no ser humano um trauma muito grande, e a partir disso ele vir a se fechar para o novo.

    Nesses casos eu até concordo que é preciso parar e dar um tempo, para recuperar o amor próprio que foi esquecido, enquanto se sacrificava de todas as formas para que o ser amado, pudesse reconhecer que aquele sentimento era verdadeiro.

    Sobre aquela linda passagem bíblica em Coríntios 13, que diz “O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” só pode ser compreendida por aqueles que sentem esse sentimento avassalador, saber esperar com paciência o seu parceiro (a) estar pronto (a) para um relacionamento é uma arte hoje em dia, saber compreender que atrás de uma armadura que alguém resolve se vestir, existe um ser implorando para ser amado, mas que diante de tanto sofrimento e desilusão optou por se trancar a sete chaves, ferindo quem tenta se aproximar, mesmo que não seja intencional é algo que somente os fortes estão preparados para vivenciar.

    Por isso se eu puder lhe dar um conselho, que seja o seguinte:
    Não desista de quem você ama, seja paciente, compreensivo e peça a Deus forças para passar por esse momento, pois é melhor você chegar lá na frente e dizer:
    – Não foi fácil, mais eu consegui!
    Melhor do que viver com a dúvida de que deveria ter tentado um pouco mais.

    O amor não é um jogo, pois você não pode brincar com os sentimentos de ninguém, então seja verdadeiro e exerça a responsabilidade afetiva, pois a partir do momento que você dá esperanças para alguém, você tem que estar preparado para as consequências de seus atos.

    Enfim, ame e doa todo esse sentimento lindo que existe dentro de você, pois a única coisa que levamos conosco no fim, são os sentimentos sentidos durante toda uma vida.

    Moísa Araújo é Estudante do curso de Ciências Contábeis pela Universidade Norte do Paraná (Unopar).
    Apaixonada por livros, natureza e os animais.

    https://www.facebook.com/moysa7100

     

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  • O JOVEM NA POLÍTICA por Alanis Sacho

    O JOVEM NA POLÍTICA por Alanis Sacho

    A política é um assunto difícil de ser debatido no Brasil desde o surgimento do país. Pela enorme carga histórica e debates árduos, a política era considerada “coisa de adulto”. Porém, com a globalização e o aumento da tecnologia nas últimas décadas, os jovens vêm se interessando cada vez mais pelo assunto.

    Eu particularmente creio que isso vem principalmente pela necessidade que o jovem tem de se sentir integrado, de fazer parte de um grupo.

    Mas não é o meu caso. Meu interesse pela política foi algo gradual e natural, despertado em meados de 2016. Comecei a me interessar cada vez mais por pautas sociais, como: desigualdades socioeconômicas, feminismo, homofobia, etc. Ao longo do tempo fui me aprofundando e conhecendo mais sobre esses e outros assuntos e querendo ou não, me posicionando também.

    E foi em 2018 que eu realmente tive um contato forte com a política. Um ano de muitos conflitos, muitas opiniões e muito trabalho dentro do projeto Parlamento Jovem, que foi o que me inseriu diretamente nesse assunto. Ali eu tive oportunidade de me posicionar, de ouvir e aprender a conviver com opiniões contrárias. Que foi algo bem complicado, porém necessário em um ano tão conturbado quanto aquele ano eleitoral.

    Em um país tão polarizado quanto o Brasil, acho meio difícil ser totalmente neutro em meio a situação política que vivemos. Você acaba se identificando com os ideais de um lado e fazendo parte dele, geralmente baseado nas suas próprias vivências e experiências.

    A política está em todo lugar. Desde uma simples conversa na mesa de jantar a debates em um plenário. E por isso que é assunto tão diverso e complicado, que divide opiniões. Mas há a necessidade de ser sempre debatido, afinal, o que somos sem nossa voz?

    Alanis Sacho é Estudante

    @alanissctp

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  • AS VANTAGENS DE LEVAR NOSSAS LUTAS ATÉ O FIM por JUAREZ  ALVARENGA

    AS VANTAGENS DE LEVAR NOSSAS LUTAS ATÉ O FIM por JUAREZ  ALVARENGA

    Para muitos depois dos quarenta anos, não devemos começar nenhuma nova batalha. O natural, é ser a época da colheita ou do arrependimento de não ter plantado nada. Contrariando esta filosofia, acredito que fui premiado pela vida, por ser persistente com meus objetivos. Comecei no primeiro passo, com olhos no horizonte inatingíveis. A distância quilométrica, entre o início da luta e seu coroamento com vitória, me trouxe como patrimônio o destemido mundo da ousadia.

    Jogar os sonhos dentro da energia solar, é queimar a insegurança e fazer nascer a cada dia, um novo fruto saudável. A entre safra dos sonhos não foram capazes de enterrar meus objetivos. Construir alimentos alternativos, e com alma saciável enquanto a sociedade estava faminta de utopias, procurei a sobrevivência com excesso de determinação. Isto me fez suportar a carência de instrumentos fatais, para percorrer a estrada real com êxito. Pois, nasceu em mim a convicção de que caminhos errados nos levam ao aprimoramento existencial e estes aos acertos.

    Começar um objetivo errado não quer dizer terminar errado. As surpresas da caminhada não devem ser uma armadilha e sim uma abertura para o acerto.

    Embutido em qualquer vitória, está em primeiro lugar, os sonhos e em segundo, a convicção de que as utopias só devem ser disseminadas com suas realizações.

    Aqueles sonhos, sem vitalidade nascida da inércia, são sem dúvidas nenhuma, realidade natimorta. Mas, as quimeras vitaminadas, sem medo das críticas, com os propósitos agarrados ao salva-vidas, nos levarão ao outro lado do rio, independentemente da distância.

    Levei muitas porradas no boxe existencial. Fui à lona, mas nunca perdi por nocaute, e as poucas derrotas foram por pontos. Isto se deve, a robustez e a tenacidade de minha fabrica de utopia, que se manteve firme mesmo nos momentos de pico de adversidades quase intransponíveis.

    Encaixar uma alavanca, para servir de suporte devido ao peso da realidade, nos levarão ao ponto de impulsionar nossos passos fazendo, alcançar aquele objetivo no topo, sendo capazes de através de nossos sobressaltos atingir o pico, aceleradamente.

    Muitas conquistas vêm de muitas falhas. Agir, erradamente, não enterra nossas vitórias, apenas prolonga. Na realização não existem milagres, mas sim as coisas bem feitas. E, só aprendemos acertar se tivermos dispostos a consertar os equívocos.

    O prêmio de levar nossas lutas até o final, é resultado de quem acredita nelas. Se, a medida em que avançamos, os obstáculos aumentam, é porque, o poder de manutenção de nossos sonhos se agigantam.

    Hoje, tenho velhos sonhos consolidados, mas estou disposto iniciar novas utopias. Se ganhei a vida, porque minhas fantasias só foram destruídas com suas realizações, aprendi que no prenuncio de qualquer utopia, existe um distanciamento intimidador, com a realidade, mais ainda, tenho fôlego de buscar horizontes inatingíveis, com a força de um leão, e, aproximar da abertura do prepotente sol, que costuma disseminar nossos sonhos frágeis.

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    JUAREZ ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL    MG

    CEP: 37235 000

    FONE: 35 991769329

    E MAIL: [email protected]

     

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  • EM BREVE no Conexão Três Pontas

    EM BREVE no Conexão Três Pontas

     

     

     

     

     

    Eduardo Augusto Campos é Professor, graduado em Arquitetura e Urbanismo.

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  • EM BREVE no Conexão Três Pontas

    EM BREVE no Conexão Três Pontas

     

     

     

     

     

    Dr. Lucas Cincoetti é Médico Endocrinologista, proprietário da Clínica de Medicina Ingreda Longevitê.

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  • EM BREVE no Conexão Três Pontas

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    Dr. Lucas Erbst é Médico Generalista e Diretor Clínico do PAM de Três Pontas.

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    Gabriela Petrucci é Estudante de Jornalismo, especializada em Moda.

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