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  • 7 principais dúvidas sobre o ASSÉDIO MORAL no AMBIENTE DE TRABALHO.

    7 principais dúvidas sobre o ASSÉDIO MORAL no AMBIENTE DE TRABALHO.

    CIDADÃO ENTENDA O SEU DIREITO.

    Ninguém gosta de ser chamado a atenção, advertido ou cobrado, principalmente no ambiente de trabalho. Porém, toda empresa conta com imposições e cobranças que são comuns, considerando a responsabilidade de cada funcionário e o poder de direção do empregador.

    Ocorre que, em determinadas situações, esse comportamento do assediador passa a ser frequente e acompanhado de condutas que humilham, causam constrangimento ou um estresse excessivo ao funcionário. É justamente aí que nasce uma prática que deve ser amplamente evitada: o chamado assédio moral.

    Embora esse tema ainda seja confuso para muitos empregados, a prática do assédio moral tem sido cada vez mais comum no ambiente de trabalho. Se você ainda não conhece quais situações podem ser consideradas como assédio moral e como se proteger dentro da empresa e através da justiça, vale a pena conferir este artigo.

    1. O que é o assédio moral?

    A maioria dos empregados acredita que o assédio moral se resume a ameaças, piadas, insultos e outros tipos de constrangimento. No entanto, práticas como instruções imprecisas para a execução do trabalho, sobrecarga de tarefas, cobranças de metas excessivas, isolamento do funcionário e até restrições quanto ao uso do banheiro, podem ser consideradas assédio moral.

    Em geral, para que o assédio moral seja reconhecido, é necessário que a conduta seja repetitiva, funcionando como uma espécie de perseguição. Dessa forma, a situação deve ser praticada mais de uma vez pelo assediador. No entanto, sempre é necessário avaliar cada caso concreto.

    Um chefe que dá um prêmio público a um empregado de “pior funcionário do mês”, ou até mesmo outro funcionário de mesma hierarquia que coloca apelido no outro colega de trabalho, por exemplo, são situações que podem caracterizar o assédio moral.

    Sempre que existir o objetivo de inferiorizar, isolar, constranger, humilhar e perseguir, causando um abalo físico ou psicológico no empregado, existe grande possibilidade de se caracterizar assédio moral, ainda que a conduta não seja tão frequente.

    Ocorre que, na prática, a “criatividade” dos assediadores supera essas descrições e exemplos. Por isso, é importante o empregado sempre consultar um advogado, que poderá lhe esclarecer se a situação vivenciada pode configurar ou não assédio moral.

    1. O que não é considerado assédio moral?

    Toda empresa possui determinadas imposições, cobranças e avaliações de seus empregados. Essas condutas são bastante comuns e não se configuram como assédio moral. Antes de denunciar ou mesmo entrar com uma ação judicial, o empregado deve ter clareza sobre aquilo que é e o que não é considerado assédio moral.

    Quando a empresa transfere um funcionário de posto em decorrência de uma prioridade institucional, por exemplo, não é considerado assédio moral. Da mesma forma, uma exigência com relação à execução do trabalho, ou ainda, chamar a atenção por um comportamento inadequado do funcionário, não são considerados como assédio moral.

    Além da prática ser reiterada, é necessário que exista a humilhação, o constrangimento ou mesmo a inferiorização do funcionário para que seja reconhecido o assédio moral. Situações como não passar tarefas, dar instruções erradas com o objetivo de prejudicar, expor o funcionário publicamente, fazer brincadeiras ou críticas em público, forçar a demissão do funcionário, proibir colegas de trabalho de conversarem com ele e até impor horários injustificados, são exemplos de situações que configuram o assédio moral e merecem providências da empresa.

    1. O assédio moral ocorre apenas entre o superior e o seu subordinado?

    Outra ideia equivocada que muitos empregados possuem sobre o assédio moral é que ele só ocorre entre superiores e subordinados. No entanto, esse tipo de assédio também pode ocorrer entre colegas de trabalho e até mesmo entre os subordinados contra seus superiores.

    A questão do assédio não está ligada à hierarquia, mas sim à dignidade do trabalhador. Assim, qualquer conduta reiterada que fira a dignidade do trabalhador, mesmo que praticada por funcionário de mesma hierarquia, pode ser considerado assédio moral.

    1. Estou sofrendo assédio moral no trabalho. O que devo fazer?

    Sofrer assédio moral dentro da empresa é uma situação bastante delicada. Porém, é necessário que o empregado saiba reconhecer as situações que configuram o assédio, bem como, a melhor forma de se proteger.

    Primeiramente é importante que a vítima resista às ofensas, buscando não reagir. Também é importante que o empregado anote as datas, horários, o nome do agressor, nomes de outras pessoas que presenciaram o ocorrido, bem como, o conteúdo da conversa. Procurar a ajuda de colegas que testemunharam o fato, ou mesmo sofreram os mesmos constrangimentos, também é uma boa estratégia.

    Para não deixar que a situação fique ainda pior, evite ao máximo conversas particulares com o agressor. Procure manter a comunicação via e-mail, ou na presença de outras pessoas.

    Outra providência a ser tomada é buscar o RH ou a ouvidoria da empresa e relatar o ocorrido. Caso a empresa não tome providência, é possível que o empregado relate o assédio sofrido ao sindicato, ou mesmo ao Ministério Público.

    É importante que a vítima tente coletar o máximo de provas possíveis para comprovar o assédio. Isso pode ser feito através de e-mails, testemunhas ou mesmo gravações ambientais promovidas pelo empregado através de gravador do telefone celular, por exemplo.

    A ação judicial é uma medida a ser tomada, porém, neste caso, o ideal é procurar um advogado, de preferência antes de se desligar da empresa.

    1. A empresa é responsável pela conduta assediadora de seu empregado?

    Em todos os casos a empresa responde pela conduta assediadora do seu empregado. Trata-se de responsabilidade subjetiva. É dever da empresa promover um ambiente saudável para os seus funcionários, bem como, realizar práticas de conscientização contra o assédio moral.

    1. Como comprovar que estou sofrendo assédio moral?

    Ao identificar que pode estar sofrendo assédio moral, é importante que a vítima tente coletar o máximo de provas possíveis.

    Por se tratar de uma conduta reiterada, é ideal que a vítima nunca esteja sozinha com o assediador. Outros funcionários que tenham presenciado o ocorrido podem servir de testemunha para a comprovação do assédio na justiça.

    E-mails ou mesmo gravações ambientais promovidas pelo empregado através de gravador do telefone celular, por exemplo, são outras formas para se comprovar o assédio moral.

    1. Comprovado o assédio moral, qual o direito do trabalhador?

    Caso o assédio moral seja comprovado em uma ação judicial, o trabalhador terá direito a ser indenizado pelos danos morais sofridos. Segundo a legislação, será responsável pelo pagamento da indenização aquele que direta ou indiretamente causou o dano. Ou seja, tanto o agressor quanto a empresa podem ser responsabilizados.

    O valor da indenização, contudo, é um tema bastante complexo, já que não existe uma simples régua para medir a ofensa e o sofrimento causado à vítima do assédio moral. O Juiz, ao determinar o valor, deve ter em mente a proporção do dano sofrido pela vítima e a necessária punição na empresa, não podendo arbitrar um valor irrisório que não coíba que outros funcionários sofram o assédio.

    Importante também que o valor da reparação do dano não promova o enriquecimento ilícito, ou seja, que a indenização não seja muito superior, fugindo da razoabilidade.

    O assédio moral, sem dúvida, é um tema ainda nebuloso dentro e fora das empresas. Porém, o empregado que sofre esse tipo de conduta abusiva não deve deixar de buscar ajuda tanto dentro quanto fora da empresa, evitando que o problema se agrave e prejudique a sua saúde física e psicológica.

     

    GABRIEL FERREIRA DE BRITO JÚNIOR – OAB/MG 104.830

    Advogado na Sério e Diniz Advogados Associados desde 2006, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).

    Cel.: (35) 9 9818-1481

    Escritório: (35) 3265-4107

    [email protected]

    Endereço: Rua Bento de Brito, 155 – Centro

    Três Pontas/MG

    CEP: 37190-000

    Sério & Diniz Advogados Associados

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  • EDITORIAL: CAIXA DE MARIMBONDO (completo)

    EDITORIAL: CAIXA DE MARIMBONDO (completo)

    Independente do que penso, particularmente, sobre o presidenciável Jair Bolsonaro, um fato, na sua entrevista de ontem, entra para a história: Gostemos dele ou não, o militar PEITOU A GLOBO DENTRO DA GLOBO. Disse que o “Deus Global”, o todo poderoso Roberto Marinho apoiou a ditadura, a ponto de calar os jornalistas discípulos de Marinho e de forçar a emissora a emitir uma nota, pela primeira vez na história, assumindo o fato e fazendo meia culpa afirmando terem errado.

    É isso mesmo que eu disse. O império global se ajoelhou diante do candidato e teve que engolir a seco sua acusação que, não foi cerveja, mas que desceu absolutamente quadrado.

    Era até então inimaginável alguém sob a imponência do palácio global empurrar as estruturas, quebrar os pilares na monarquia instituída pela TV Globo, cujo rei, Roberto Marinho, morto em 2003, reaparece em 2013, dez anos após seu fim, numa carta (que só pode ter sido psicografada em algum centro espírita), assumindo que errou ao defender o Golpe de 64.

    Para alguns o Bolsonaro é um salvador da pátria, para outros é um extremista, um radical que prega o ódio e a guerra. Mas o fato é que nós já estamos em guerra há décadas e aparentemente muitos ou se acomodaram sobre os tiros e explosões ou simplesmente fecharam os olhos, morreram politicamente, pararam de pensar. Já vimos muitos doutores, exemplos de educação e bons costumes, até sociólogo, chegar à presidência e simplesmente decepcionar. Será que um “bruto” chegando lá agora, calando a soberana Globo, não fará diferente? Impossível prever. Em se tratando de Bolsonaro pode sim ser um tiro no próprio pé ou ou tiro de misericórdia nessa bandalheira institucionalizada nos governos, em Brasília, nos estados e nas prefeituras, como numa cachoeira de lama, corrupção e abandono do povo. Bolsonaro é um tiro no escuro, mas só o fato de tirar a emissora que se acha dona do Brasil de sua área de conforto, já me faz querer prestar um pouco mais de atenção nele.

    A política no Brasil é quase que uma terra arrasada. Azuis e vermelhos nunca cumpriram o que prometeram. E o pior é ver simpatizantes (capangas), iludidos ou beneficiados, erguendo bandeiras, expondo os tumores da intolerância e da falta de respeito a opinião alheia, a liberdade de expressão. Vomitam democracia sem a terem digerido. Onde vamos parar com ou sem Bolsonaro, com ou sem Lula, não sei dizer. Só sei que a Globo – que tantas pessoas atiram pedra e condenam – está com os fundilhos na mão, se borrando de medo do militar.

    Independente do resultado nas urnas, tampouco do que eu, jornalista e formador de opinião, ache dele, esse político entrou de fato para uma galeria, até então imaculada, daqueles que meteram as mãos e a própria cabeça na maior caixa de marimbondo desse país. Certamente há muitos que querem sua cabeça. A de Sérgio Moro também está a prêmio. Calar, peitar, botar o dedo em riste para o monopólio intocado da Globo, é pra poucos. Ou melhor, até hoje, apenas, para Jair Bolsonaro.

    Apreciemos ele ou não.

    Foto: Jornalista Mirian Leitão tentou ler a nota da Globo e se mostrou completamente perdida diante das acusações de Bolsonaro.

     

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  • 23/9: FEIRINHA AMBULANTE MUDARÁ PARA A MINA DO PADRE VICTOR.

    23/9: FEIRINHA AMBULANTE MUDARÁ PARA A MINA DO PADRE VICTOR.

    ENQUETE: MAIORIA DOS LEITORES QUE SE MANIFESTARAM NO CONEXÃO É FAVORÁVEL.

    A mais tradicional festa religiosa de Três Pontas vai mudar de endereço no dia 23 de setembro deste ano. O novo local das barracas (comércio ambulante) será o Parque Multiuso, na Mina do Padre Victor, no bairro Vila Marilena. A informação foi confirmada pelo Conexão junto ao secretário municipal de Cultura, Alex Tiso e ao prefeito municipal Marcelo Chaves Garcia.

    A Feirinha do Padre Victor se popularizou no antigo Parque de Exposições, onde hoje funciona o Grupo Unis. Mas desde que foi para a Avenida Oswaldo Cruz, principal via de acesso de Três Pontas, há 5 anos, passou a gerar elogios de uns e críticas de outros. É fato que o trânsito ficava caótico na região central da cidade. Sem contar a dificuldade dos moradores do entorno em chegar e sair de casa, principalmente de carro.

    Outro ponto de debate é a interferência da feirinha exercida sobre o comércio local, que se sente prejudicado. Possivelmente os efeitos no que tange as vendas no comércio formal no período serão menores.

    Uma reunião aconteceu no Gabinete da Prefeitura de Três Pontas e envolveu toda coordenação do evento turístico/religioso.

    “Houve um consenso entre todos os envolvidos e dessa forma resolvemos mudar o local da feira ambulante”, disse Alex Tiso.

    O prefeito Marcelo Chaves disse para nossa reportagem que a mudança representa um grande avanço e que uma ata foi registrada com a assinatura é concordância de representantes de todos os setores envolvidos. “Teremos uma grande Festa do Padre Victor esse ano”, pontuou.

    No tocante a parte religiosa propriamente dita não haverá mudança em relação aos anos anteriores.

    Enquete

    O Conexão Três Pontas vem ouvindo desde a noite da sexta-feira (03) os seus leitores através da publicação de enquetes abordando a alteração de local onde passará a ser realizada a feira ambulante. Até o fechamento desta reportagem 613 pessoas haviam se manifestado em todos os nossos canais. 88% se mostraram favoráveis, 11% afirmaram ser contrários e 1% disseram que não faz diferença para eles.

    As enquetes sobre o tema continuam do ar. Para votar pelo facebook do Conexão três Pontas clique no link abaixo:

    https://www.facebook.com/conexaotrespontas/posts/2192938800960586

     

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    Roger Campos

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  • TRÊS PONTAS contabiliza estragos após forte temporal da noite de sexta-feira.

    TRÊS PONTAS contabiliza estragos após forte temporal da noite de sexta-feira.

    Cemig e Prefeitura estão tendo trabalho para reorganizar diversos pontos do município.

    O forte e rápido temporal que atingiu a cidade de Três Pontas na noite desta sexta-feira (03), por volta das 22 horas, causou inúmeros estragos e prejuízos em diversos bairros e na região central.

    Nossa reportagem flagrou o momento do temporal. As imagens foram feitas na Avenida Oswaldo Cruz, no trecho de concentração de bares e restaurantes. (Veja o vídeo aqui https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/2192931997627933/)

    Registramos a queda de parte de uma árvore grande em frente a Escola Coração de Jesus, na Rua Barão da Boa Esperança. A árvore caída impediu parte da circulação de veículos. A Guarda Municipal foi acionada, o local continuou parcialmente impedido e sinalizado por cones até a manhã deste sábado.

    Um posto de combustíveis teve parte do forro do teto arrancado pelo vento. Bem como o toldo de um comércio na Avenida Brasil, próximo a Praça do Raul. Diversas casas tiveram telhas arrancadas. A Praça do Cemitério, bem como diversas regiões da cidade, ficaram às escuras. Recebemos diversos registros por parte dos leitores informando as consequências do vento.

    Ainda na manhã deste sábado (04), com o saldo de queda de diversas árvores, a Cemig isolou áreas para restabelecer a energia após os fios de alta tensão terem sido atingidos. Na altura do número 200, na Rua Nossa Senhora d’Ajuda, a impressionante imagem de uma árvore pendurada nas fiações, com as raízes arrancadas e expostas, inclinada sobre uma casa, chamou a nossa atenção.

    Este ano é a primeira vez que um temporal desse porte, embora rápido (durou cerca de 5 minutos), foi registrado em Três Pontas. Em anos anteriores vários estragos também foram contabilizados em decorrência da fúria dos ventos e da chuva.

    Previsão do Tempo

    De acordo com os institutos de meteorologia a previsão para este final de semana é de sol, alternando com pancadas de chuva e possíveis trovoadas. Os ventos podem atingir de 15 a 20 km/h, com as temperaturas oscilando entre 14 e 23 graus.

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    Roger Campos

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  • POLÍCIA ENCONTRA DROGAS COM DOIS MENORES DE IDADE EM TRÊS PONTAS

    POLÍCIA ENCONTRA DROGAS COM DOIS MENORES DE IDADE EM TRÊS PONTAS

    Durante uma batida policial, realizada pela Polícia Militar de Três Pontas, na tarde desta quarta-feira (01), dois menores de idade foram conduzidos ao Quartel local por conta de suposto envolvimento com o tráfico de drogas.

    A abordagem aconteceu nas imediações de uma escola no bairro Santa Edwirges. Conforme a Polícia Militar, uma guarnição se deparou com dois menores, com idades entre 14 e 15 anos, sentados em um canto da quadra poliesportiva, localizada na Rua Doutor Carvalho de Mendonça, ao lado da escola.

    “Nossa equipe visualizou esses menores que em atitude suspeita cobriram o rosto e se levantaram rapidamente tentando sair do local assim que avistaram a chegada dos militares.  Eles foram abordados e submetidos a busca pessoal, sendo encontrado R$193,00 (cento e noventa e três reais) em dinheiro, em cédulas diversas. Durante vistoria no local em que os menores se encontravam, foram localizadas jogadas dentro de um bueiro, 15 (quinze) buchas de maconha e 31 (trinta e uma) pedras de crack, todas embaladas e prontas para o comércio, sendo os menores apreendidos em flagrante por ato infracional”, explicou a PM.

    Na sequência a Polícia Militar se dirigiu até a residência dos menores apreendidos sendo localizada no quarto de um deles, no guarda-roupa, uma caixa de celular contendo em seu interior um tablete prensado de maconha.

    O material localizado foi apreendido e entregue na Delegacia da Polícia Civil juntamente com os menores apreendidos.

     

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  • ATLETA TRESPONTANO BRILHA NO HANDEBOL E É ELEITO MELHOR GOLEIRO DO CAMPEONATO CARIOCA AOS 19 ANOS

    ATLETA TRESPONTANO BRILHA NO HANDEBOL E É ELEITO MELHOR GOLEIRO DO CAMPEONATO CARIOCA AOS 19 ANOS

    Um atleta trespontano vem ganhando destaque no handebol e sendo notícia na mídia nacional. Jeroty Carlos tem apenas 19 anos e brilha na equipe Vikings/Campos, da cidade de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

    Jeroty é goleiro e tem chamado a atenção por conta de suas atuações firmes e seguras. Recentemente sagrou-se campeão da Copa Muriaé e diz que sua equipe vem forte, entrosada e brigando por outras competições.

    O atleta trespontano Jeroty Carlos foi eleito o melhor goleiro do Carioca e destaque na mídia nacional.

    “Temos uma ótima equipe na qual a idade média é 19 anos e disputamos no começo do ano a Copa Muriaé adulto e nos sagramos campeões. Nosso mais recente torneio foi  o Campeonato Carioca adulto, passamos pra final com muita garra, sendo disputada no último domingo (29) na Arena Olímpica no Rio de Janeiro”, explicou.

    O time do Guanabara acabou vencendo o Carioca por apenas 1 gol de diferença: 27 x 26 Vikings/Campos. Com os bons desempenhos dele e de toda equipe, o atleta trespontano foi indicado para a seleção do Campeonato Carioca adulto, como melhor goleiro da competição.

    No próximo dia 06 Jeroty estará embarcando para Brasília para disputar o JUBS (jogos Universitários Brasileiro).

    Jeroty é filho de Paulo Carlos e Juliana Rodrigues Carlos e, mesmo com todo destaque no esporte, se dedica aos estudos e atualmente está cursando Fisioterapia no Ise Censa, referência em todo Brasil.

    Parabéns! O Conexão apoia os talentos trespontanos!

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  • PRODUTOR RURAL: CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE A PATRULHA RURAL E FIQUE ATENTO À DICAS DE SEGURANÇA

    PRODUTOR RURAL: CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE A PATRULHA RURAL E FIQUE ATENTO À DICAS DE SEGURANÇA

    As Operações de Prevenção Ativa em Área Rural integram o rol de operações diuturnas realizadas pela Polícia Militar em Três Pontas, que têm a Patrulha Rural como equipe responsável pela sua execução.

    Durante as rondas nas estradas rurais, além dos costumeiros contatos comunitários com produtores rurais e funcionários de sítios, fazendas, chácaras, etc., a PM realiza blitz e constantes abordagens, especialmente a veículos suspeitos.

    Durante o período da safra do café, a grande produção na região da Três Pontas e cidades circunvizinhas desperta grande atenção de criminosos, que buscam pelas situações de maior vulnerabilidade e ausência de vigilância para praticarem furtos à maquinários, ferramentas, café estocado e até de eletrodomésticos no interior das residências rurais.

    Devido a esta situação, a PM em Três Pontas tem algumas dicas para os produtores e moradores da área rural:

    -Não armazene o produto colhido em sua propriedade.
    -Ao final da tarde, busque transportar toda colheita do dia;
    -Ao efetuar o transporte de produto, faça-o de forma solidária com seus vizinhos de propriedade;
    -Quando sair para efetuar o transporte informe pessoas de sua confiança sobre sua rota, destino, horário de saída e chegada etc;
    -Antes de parar o veículo, observe se o local é seguro, evitando assim ser abordado por pessoas desconhecidas.
    -Procure manter na propriedade cães de guarda, adequadamente adestrados, são eles, excelentes meios de defesa para a propriedade rural;
    – Fique atento e em caso de presença de pessoas suspeitas, acione a Polícia Militar pelo 190.

     

    Fonte Polícia Militar

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  • Anvisa proíbe venda de gel de arnica, sebo de carneiro e creme Doutorzinho

    Anvisa proíbe venda de gel de arnica, sebo de carneiro e creme Doutorzinho

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda, produção e distribuição de vários cremes fabricados pela empresa Cristóvão Silvestre dos Santos, que adota o nome comercial Cri Cosméticos. Os cosméticos proibidos são o Gel Suavizante de Arnica, Gel Tarja Preta, Sebo de Carneiro Extra e Doutorzinho.

    Segundo a Anvisa, a empresa não possui autorização para funcionamento. Portanto, seus produtos não possuem registro junto ao órgão.

    De acordo com a resolução publicada na semana passada, todos os produtos à venda devem ser apreendidos e retirados do mercado. Existem no mercado vários cremes vendidos com os mesmos nomes desses barrados pela Anvisa, todos com a promessa de reduzir dores musculares, entre outras.

    Nenhum representante da empresa, sediada em Arapiraca (AL), foi encontrado para comentar o caso.

    Fonte Veja

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  • Governo quer vacinar 11 milhões contra pólio e sarampo a partir do dia 6

    Governo quer vacinar 11 milhões contra pólio e sarampo a partir do dia 6

    A campanha de vacinação contra o sarampo e a poliomielite, promovida pelo Ministério da Saúde, acontece de 6 a 31 de agosto, em todo o Brasil. A expectativa é vacinar 95% das crianças de 1 a 5 anos de idade, em um total de 11,2 milhões. As informações foram divulgadas em uma coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (31).

    O “Dia D” está marcado para sábado, dia 18. Na ocasião, mais de 36 mil postos de vacinação do país se mobilizarão para vacinar as crianças. Todas devem ser imunizadas, inclusive aquelas que receberam a vacina recentemente. Só estão dispensadas as que foram vacinadas há 30 dias com a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola). Porém, elas devem se receber a dose contra a poliomielite novamente. Não poderão ser vacinadas crianças imunodeprimidas, como aquelas submetidas a tratamento para leucemia e pacientes oncológicos.

    A campanha começa com a missão de aumentar a adesão. Para se ter uma ideia, no ano passado, apenas 78,4% do público-alvo recebeu a vacina contra a pólio. No caso do sarampo, a primeira dose alcançou 85,2% e a segunda, 69,9%. Ao todo, o Ministério da Saúde investiu R$ 160 milhões e adquiriu 28 milhões de doses das vacinas.

    Para o ministro Gilberto Occhi, a queda na vacinação está ligada ao sucesso das ações anteriores de imunização, o que, segundo ele, teria causado a falsa sensação de que não há mais necessidade de se vacinar. Além disso, ele relacionou a diminuição ao desconhecimento individual sobre a importância e benefícios das vacinas, aos horários limitados de funcionamento dos postos de saúde e às notícias falsas que circulam na internet e no whatsapp causando dúvidas sobre a importância e a segurança das doses.

    A pólio está erradicada no Brasil desde 1989 e a vacina é a única maneira de manter a doença longe. O sarampo, que não era notificado desde os anos 1970, reapareceu neste ano e foram registrados 822 casos no Brasil e fez vítimas recentemente em Roraima e Amazonas, tanto brasileiros como estrangeiros. “Precisamos garantir a imunidade de grupo. Dessa forma, criamos uma barreira sanitária e é uma oportunidade de corrigir falhas vacinais. Enquanto a doença não for erradicada mundialmente, vamos manter a campanha”, explica Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, durante entrevista coletiva na manhã desta terça-feira, 31, em Brasília.

    Fonte Crescer

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  • Novos prédios devem substituir fóruns antigos em 12 cidades no Sul de Minas

    Novos prédios devem substituir fóruns antigos em 12 cidades no Sul de Minas

    Doze novos prédios deverão substituir fóruns antigos, que já estão defasados no Sul de Minas. As obras são parte de um projeto do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que irá construir e reformar fóruns em até 30 cidades mineiras até 2024. Os recursos fazem parte do Fundo Especial do Poder Judiciário. O objetivo é fazer a melhor distribuição de processos na região e atender os municípios atendidos por cada comarca.

    Na comarca de Cássia, o novo prédio irá resolver a falta de espaço do prédio atual. Esse é o principal argumento do juiz da 1ª Vara Cível e Criminal, Armando Fernandes Filho. Segundo ele, a atual construção foi para apenas uma vara, mas o atual prédio precisou ser adaptado para comportar duas. E o novo também terá espaço para uma terceira vara.

    Em Itajubá, o novo fórum pretende reunir em um único local, as duas unidades espalhadas pela cidade.

    “A melhora será muito grande, principalmente para os servidores. Além de reunir todas as quatro varas num único prédio, ainda há a possibilidde de instalação de novas. Um prédio novo com salas amplas e apropriadas farão com que os trabalhos possam fluir melhor”, descreve o juíz Titular da 2ª Vara Cível e Substituto da Direção do Foro, Selmo Sila de Sousa.

    Andamento

    No Sul de Minas, estão na fase inicial de projetos os edifícios das comarcas de Cruzília (MG), Natércia (MG), Poços de Caldas (MG) e Varginha (MG), Já se encontram em processo de licitação as obras das comarcas de Três Corações (MG), Itajubá (MG), Cambuí (MG), Carmo do Rio Claro (MG), Machado (MG), Monte Sião (MG), Cássia (MG) e Pratápolis (MG).

    As construções seguem um projeto padrão e, por isso, tem orçamentos iguais. Todos prevêem dois pavimentos e capacidade para abrigar três varas. Também terão um elevador, ar condicionado em todos os ambientes e estacionamento para 58 veículos, com seis vagas para motos e seis para bicicletas. O investimento total será de R$ 113 milhões.

    As comarcas com orçamentos mais caros são Três Corações e Itajubá: R$ 30 milhões. Na sequência, vêm os prédios das comarcas de Cássia, Carmo do Rio Claro, Cambuí e Machado que deverão custar R$ 10 milhões cada. Pratápolis fica logo atrás com orçamento de R$ R$ 9 milhões e Monte Sião de R$ 4 milhões.

    Para os cinco prédios orçados em torno de R$ 10 milhões, os envelopes das empresas interessadas em realizar as obras foram abertos no dia 10 de julho. A seleção segue com a escolha das empresas e prazo de recursos.

    Os maiores orçamentos também têm maior prazo. É o caso de Três Corações e Itajubá. Estão previstos 780 dias para concluir as obras assim que forem iniciadas. Para Carmo do Rio Claro, Cássia, Pratápolis, Cambuí e Machado, o prazo de conclusão é de 450 dias. Apenas Monte Belo terá um prazo de 360 dias.

    Os prédios de Itajubá e Três Corações terão capacidade para atender nove juízes, cinco pavimentos e área construída de 7 mil m² de construção. As cidades atendem juntas 220.955 pessoas.

    Só a comarca de Itajubá atende uma populacão de 129.141 habitantes das cidades de Wenceslau Braz, Marmelópolis, Delfim Moreira e Wenceslau Braz. E, a de Três Corações, atende as cidades de São Bento Abade e São Tomé das Letras com o total de 91.814 pessoas. No outro extremo, está a comarca de Monte Sião com o menor orçamento do TJMG e também a menor populacão atendida com seus 23.444 habitantes.

    Fonte G1 Sul de Minas 
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    Roger Campos

    Jornalista

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  • DIREITO AO ESQUECIMENTO – Chalfun Advogados

    DIREITO AO ESQUECIMENTO – Chalfun Advogados

                Prevê o artigo 5º, inciso X da Constituição Federal que são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, conjugado com artigo 21 do Código Civil, é assegurado ao cidadão a inviolabilidade de sua vida privada. Somadas, essas disposições legais caracterizam o que comumente nomeia-se “direito ao esquecimento”. Esse direito consiste em não permitir que um fato que ocorreu no passado, sendo ele público ou não, gere um estigma eterno, causando sofrimentos, transtornos e até injustiças a uma pessoa.

    Tal instituto não é recente na doutrina do Direito, tanto é que vem sendo utilizado em decisões judiciais da esfera cível, mas recentemente o Ministro Rogério Schietti Cruz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), entendeu que a teoria do “direito ao esquecimento” não deveria ser aplicada apenas em âmbito cível, mas por sua essência, ser aplicada também à esfera criminal, como decorrência do princípio da Dignidade Humana (artigo 1º, III, Constituição Federal).

    A justificativa para esse embasamento visa “reduzir” a pena imposta a um réu condenado, que já cumpriu sua pena legal e precisa se reajustar à sociedade, evitando que se tornem perpétuos os fatos que o levaram à prisão, valorando a negativação de seus antecedentes, bem como estancar o estigma de criminoso que causa inúmeros prejuízos a ex-presidiários.

    O Enunciado 531, da VI Jornada de Direito Civil do Conselho da Justiça Federal (CJF) foi aprovado em 2013 e defende que a tutela da dignidade da pessoa humana na sociedade inclui o direito ao esquecimento. Apesar de não se tratar de norma cogente, está fundamentada na interpretação do Código Civil, que em linhas gerais, dispõe que ninguém é obrigado a conviver eternamente com o passado.

    É importante salientar que apesar da tese ser acolhida pelo STJ, alguns doutrinadores criticam a existência desse direito, alegando constituir conflito entre o direito de esquecer e a liberdade de expressão e informação, além de significar perda da história fazendo desaparecer registros de crimes bárbaros que foram cometidos e que são de absoluto interesse público.

    Àqueles favoráveis à aplicação da teoria, o direito à informação confrontado com o direito ao esquecimento deve levar em conta o interesse público atual. Ou seja, a divulgação da informação só deve persistir se a repercussão do tema se estender entre a sociedade.  De modo que não há que se falar em direito ao esquecimento se for notória a publicidade da notícia. Por outro lado, se não houver interesse público atual, e o fato já não tenha repercussão social, a pessoa pode exercer o direito de “ser esquecida”, devendo ser impedidas as notícias sobre um fato que já ficou no passado.

    A jurisprudência recente do STJ no Recurso Especial nº 1.707.948 – RJ (2017⁄0282003-2) foi no seguinte sentido:

    “não se pode tornar perpétua a valoração negativa dos antecedentes, nem perenizar o estigma de criminoso para fins de aplicação da reprimenda, pois a transitoriedade é consectário natural da ordem das coisas. Se o transcurso do tempo impede que condenações anteriores configurem reincidência, esse mesmo fundamento – o lapso temporal – deve ser sopesado na análise das condenações geradoras, em tese, de maus antecedentes”.

    O tema em tela não possui regras ou tese sedimentadas, ele é fundamentado tão somente em debates principiológicos que devem analisar minuciosamente o caso concreto. Concluindo, se a pessoa deixou de atrair notoriedade, desaparecendo o interesse público em torno dela, esta merece ser deixada de lado, como desejar. Pode-se dizer que, apesar das discussões favoráveis ou contrárias, o direito ao esquecimento abarca questões cíveis, criminais e também outros aspectos extraprocessuais da vida de pessoas que simplesmente almejam ser esquecidas.

    Chalfun Advogados
    Dra. Júlia Alcântara  OAB n° 167.846,
     
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  • Imposto no Brasil é alto, mas o retorno em serviços é baixo

    Imposto no Brasil é alto, mas o retorno em serviços é baixo

     

    Entre os 30 países com a maior carga tributária no mundo, o Brasil é o que proporciona o pior retorno dos valores arrecadados em prol do bem-estar da sociedade. Levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) que será divulgado nas próximas semanas aponta que o retorno recebido pelos brasileiros fica muito aquém dos altos tributos pagos. Ainda assim, o governo federal estuda aumentar os impostos para reduzir o rombo das contas públicas.

    Em entrevista ao portal Estado de Minas, o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, adiantou que os dados atualizados em relação a carga tributária brasileira demonstram que, apesar de pagar uma das maiores cargas tributárias do mundo, o brasileiro continua recebendo péssimos serviços públicos em retorno. Olenike criticou o discurso adotado pelo Palácio do Planalto de que será necessário aumentar os impostos para equilibrar as contas públicas no país.

    “O governo deveria se preocupar com o corte de alguns gastos que continuam excessivos no Brasil. Não é mais possível aumentar impostos para financiar más administrações do dinheiro público”, alerta Olenike. Na semana passada, o ministro da Fazenda Henrique Meirelles afirmou que o aumento seria “quase que mandatório”. Depois de duras críticas de várias entidades, o ministro ressaltou que os reajustes seriam necessários caso a reforma da Previdência não seja aprovada pelo Congresso.

    Para o presidente do IBPT, os aumentos de tributos direcionados ao consumo vão na contramão do que é feito ao redor do mundo e prejudicam a população mais pobre. “Infelizmente, a gula arrecadatória do governo atinge quem tem menor poder aquisitivo. Gostaríamos de ver o governo tributando mais a renda, o patrimônio e o lucro, no lugar de tributar cada vez mais o consumo. Essa é uma tributação agressiva e pune quem tem menos condições financeiras”, critica Olenike.

    Em outro estudo (divulgado no ano passado) o IBPT mostrou que o contribuinte brasileiro trabalhou cinco meses, ou 149 dias, em 2016 só para pagar impostos exigidos pelos governos federal, estadual e municipal. Segundo o levantamento, o tempo que os brasileiros precisam trabalhar todos os anos para pagar impostos vem aumentando desde o início da década de 1990, quando o peso da carga tributária começou a ser estudado.

    Crescimento constante

    No governo de Fernando Collor de Mello, o brasileiro precisava trabalhar três meses para pagar seus impostos. Nas gestões de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso o aumento continuou, alcançando quatro meses de trabalho para quitar os tributos. Nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff houve mais reajustes e o tempo de trabalho para pagar impostos chegou a cinco meses.

    O instituto comparou com outros países a carga tributária do Brasil com a taxa de retorno do poder público aos cidadãos. Em relação aos dados da carga tributária de 2013, o país é o 14º na lista dos que mais arrecadam impostos no mundo (Veja quadro). No entanto, todos os que recolhem mais tributos são países desenvolvidos e com ótimas taxas de retorno para seus cidadãos.

    “Analisando a carga tributária dos 30 países que mais pagam impostos com o Índice de Desenvolvimento Humano, o Brasil permanece na última colocação. Se compararmos com outros países em desenvolvimento ou nossos vizinhos da América do Sul, percebemos que o brasileiro paga muito para ter pouco retorno”, explica Olenike.

    O pesquisador afirma que os brasileiros estão cada vez mais conscientes de que pagam altíssimos tributos, mas ainda não existe uma preocupação da sociedade civil em cobrar dos governantes uma mudança na forma de reajustes de impostos.

    Fonte EM 

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    Roger Campos

    Jornalista

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