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  • Exclusivo: Moradora relata caos provocado pelas inundações da Avenida Oswaldo Cruz; Prefeitura responde

    Exclusivo: Moradora relata caos provocado pelas inundações da Avenida Oswaldo Cruz; Prefeitura responde

    Vários prefeitos já passaram e até hoje o problema não foi solucionado.

    As fortes chuvas dos últimos dias, principalmente da tarde desta terça-feira (11), provocaram muitos problemas na cidade de Três Pontas. Um velho conhecido voltou a dar as caras: a inundação de parte da Avenida Oswaldo Cruz, provocada pelo transbordamento do córrego que corta a principal via de acesso do município. Moradores, comerciantes e usuários da via relataram prejuízos e o caos por conta da fúria das águas sujas.

    Este é um problema antigo, de várias décadas, mas ainda sem solução. Nesta semana, o volume de chuvas foi tão grande que também houve pontos de alagamento em outros trechos da cidade.

    Não é de hoje que as inundações provocam o caos no entorno da Avenida Oswaldo Cruz. Há anos a história se repete!

    Leitores do Conexão e trespontanos que usam as redes sociais de uma forma geral publicaram fotos e vídeos mostrando aqueles minutos de forte chuva, que, segundo internautas, transformou a via em um rio. Houve muita cobrança por parte dos cidadãos, exigindo ação e explicações dos vereadores e também do atual prefeito Marcelo Chaves Garcia.

    Arquivo Conexão

    Tudo que está escrito até aqui foi publicado há exato 1 ano pelo Conexão Três Pontas. O mesmo texto, o mesmo enredo, os mesmos problemas e, infelizmente, a mesma falta de solução por parte das autoridades constituídas.

    Arquivo Conexão

    Nossa reportagem ouviu os relatos de uma moradora da Avenida Oswaldo Cruz que diz, entre outras coisas, “não aguentar mais essa situação”.

    Lúcia Assalin é doceira, tem 63 anos de idade e reside na região sempre muito atingida, a Avenida Oswaldo Cruz (esquina com a Travessa d’Aparecida), há 18 anos. Além dela, residem no imóvel, um irmão de 50 anos de idade e um filho de 26. Ela revelou sua indignação com o caos provocado pelas chuvas e pela falta de solução. Vários prefeitos já passaram e até hoje nenhuma solução foi encontrada. Acompanhe a entrevista:

    Conexão: Sempre acontece esse problema das inundações na Av. Oswaldo Cruz quando chove? Precisa chover forte ou basta chover algumas horas que já inunda o trecho? É assim mesmo?

    Lúcia: Sim. basta chover forte ou por algumas horas que a coisa fica feia. E nesse tempo que moro aqui já vi muita coisa errada a respeito das enchentes, até mesmo por parte da Prefeitura.

    Conexão: O que por exemplo?

    Lúcia: Olha, até que o Marcelo (Prefeito) já melhorou um pouco as coisas, pelo menos ele lava as ruas pra nós, coisa que outros prefeitos nunca fizeram. Só que ficam muitas pedras em cima dos bueiros aqui em frente à minha casa, Já tirei sacos e mais sacos de pedras que eles não tiram. Já esperei até uns três meses pra ver e nada. Se eu não limpar ninguém limpa. Já vi uma vez funcionários dá Prefeitura limpando, tirando os lixos na pá e jogando dentro do córrego! Você acha que isso vai adiantar alguma coisa?

    E eles ate já gozaram com a minha cara uma vez, eu filmei e eles disseram rindo: olha estamos sendo filmados…

    Conexão: Quais transtornos essa inundação provoca para os moradores, como você especificamente? Quais situações você já passou com a avenida alagada? A água chega a invadir sua casa?

    Lúcia: Entrar no meu jardim e garagem é normal. Acabamos gastando muita água, como nesses dias de chuva seguida temos que lavar os passeios todos os dias, é muito barro que desce.

    Conexão: Seus vizinhos também sofrem muito com essas inundações? O que eles relatam?

    Lúcia: Sim! Todos passam esses perrengues, como eu. Outros até mais, porque as bases das casas são mais baixas do que a minha e a água invade mesmo.

    Conexão: Que pedido você gostaria de fazer aos governantes da cidade neste momento?

    Lúcia: Quando mudei pra cá, não estava acostumada a ver isso e na época meu filho era pequeno, eu tinha pesadelos de medo dele, vindo da escola, atravessar a enchente Eu fico imaginando as mães de hoje, temos a escola Cônego José Maria e o Travessia, com muitas crianças e eu imagino se algum deles inventar de atravessar a Avenida, na hora da enchente. Essa inundação arrasta até veículos, já fez isso algumas vezes.

    Enquanto uma obra de estruturar a Avenida para suportar as chuvas não acontece e eu sei o quanto é difícil e cara essa obra, que nossas autoridades cuidem melhor da Avenida depois das enchentes, principalmente na limpeza e retirada de lixos. Que é outro problema aqui. Quem não tem lixeira alta tem que por os lixos na hora do caminhão passar. Se vem a enchente sai levando tudo que estiver pela frente.

    O que diz a Prefeitura

    Nossa reportagem também conversou na tarde de hoje com o Secretário Municipal de Transportes e Obras, Maquil dos Santos Silva Pereira. Ele disse que o tema continua gerando preocupação também na Prefeitura e que “as melhorias feitas pelos novos loteamentos, como o asfaltamento, têm ajudado também na questão das inundações da Avenida Oswaldo Cruz já que não deixam a água descer com toda fúria para o córrego”.

    Em fevereiro de 2019 o Secretário Maquil e o Prefeito Marcelo Chaves foram conferir de perto a inundação na cidade.

    “Eu tenho buscado a criação de um projeto realmente eficiente e que resolva o problema, para não ser apenas um paliativo que somente jogue dinheiro fora e não solucione de vez a questão. Pedi estudos para algumas empresas e estamos esperando as respostas. Recentemente fizemos mais uma limpeza dos córregos, principalmente na região do Posto Santa Terezinha. 

    Outra ação que fazemos é, quando há a previsão de muita chuva, nós abrimos a comporta do Vale do Sol para baixar o nível da água e assim, quando a chuva forte chega demora mais para encher o córrego. Estou tratando desse assunto em reunião com o Prefeito Marcelo Chaves”, declarou.

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  • Reportagem Especial: Sobreviventes voltam a Auschwitz, na Polônia, 75 anos depois da libertação

    Reportagem Especial: Sobreviventes voltam a Auschwitz, na Polônia, 75 anos depois da libertação

    Mais de 1 milhão de pessoas foram mortas no campo de concentração durante o regime nazista alemão.

    Sobreviventes do regime nazista alemão voltaram nesta segunda-feira (27) ao campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, para a cerimônia que marca 75 anos da libertação pelas tropas soviéticas.

    Em muitos casos, eles são acompanhados por filhos, netos e até bisnetos, de acordo com a agência de notícias Associated Press.

    Com gorros e lenços listrados de azul e branco, simbolizando os uniformes dos prisioneiros no campo, os sobreviventes atravessaram, com tristeza, o célebre portal de ferro com a inscrição “Arbeit macht frei” (“O trabalho liberta”, em tradução livre do alemão para o português).

    Acompanhados do presidente polonês, Andrzej Duda, eles depositaram coroas de flores perto do “muro da morte”. Mais de 1 milhão de pessoas foram vítimas nesse campo de concentração, que é considerado um dos principais símbolos do genocídio.

    Eram esperados mais de 200 sobreviventes na cerimônia desta segunda-feira. Muitos deles são judeus vindos de vários países, como Israel, Estados Unidos, Austrália, Peru, Rússia, Eslovênia, entre outros.

    Holocausto

    Quando os nazistas chegaram ao poder na Alemanha, em 1933, iniciou-se uma perseguição aos judeus. Nessa primeira etapa da campanha para erradicar a população judaica na Europa, foram-lhes confiscados propriedades, direitos e liberdades.

    Depois da invasão alemã à Polônia em 1939, os nazistas começaram a deportar judeus da Alemanha e da Áustria para o país, onde criaram guetos para separá-los do resto da população. Em maio de 1940, Auschwitz foi transformado em uma prisão para presos políticos.

    Em 1941, durante a invasão alemã na União Soviética, os nazistas começaram de fato a campanha de extermínio.

    Seis milhões de judeus foram mortos no Holocausto e Auschwitz está no centro do genocídio. Estima-se que, em menos de quatro anos, ao menos 1,1 milhão de pessoas foram mortas no campo de concentração polonês. Quase 1 milhão era judeu.

    As vítimas levadas a campos de concentração eram mantidas em situação deplorável, trabalhavam até a morte ou eram levadas a câmaras de gás.

    Em 27 de janeiro de 1945, tropas soviéticas entraram no campo de concentração e encontraram os sobreviventes magros, torturados e exaustos.

    Apenas cerca de 7 mil prisioneiros esqueléticos e doentes terminais tinham sobrevivido, sendo que 500 deles eram crianças. Poucos conseguiam ficar de pé, muitos estavam deitados no chão, apáticos.

    HÁ EXATOS 75 ANOS, O EXÉRCITO VERMELHO LIBERTAVA O CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DE AUSCHWITZ

    No final da guerra, prevendo a vitória dos aliados, os alemães começaram a destruir crematórios e documentos enquanto evacuavam os prisioneiros de Auschwitz. Os que não conseguiam andar foram deixados lá e liberados pelo Exército Vermelho em 27 de janeiro de 1945. Lá, cerca de 1,5 milhão de pessoas morreram, a maioria em câmaras de gás.

    Arbeit machr frei (“O trabalho liberta”, em português). Era essa a inscrição na entrada do maior campo de concentração nazista. Erguido em 1940 nos subúrbios da cidade de Oswiecim, na Polônia, ele tinha três partes: Auschwitz I, a mais antiga; Auschwitz II-Birkenau, que reunia o aparato de extermínio; e Auschwitz III-Buna, com cerca de 40 subcampos de trabalho forçado.

    As primeiras vítimas do nazismo foram poloneses, seguidos de soviéticos, ciganos e prisioneiros de guerra. Em 1942, o campo voltou-se para a destruição em massa dos judeus. Os presos eram obrigados a usar insígnias nos uniformes conforme a categoria – motivo político era um triângulo vermelho; homossexual, um rosa. Muitos foram usados em experimentos médicos.

    Fornos de Hitler

    Entre as muitas vítimas estava Olga Lengyel. Uma judia que vivia com o marido e os  filhos na cidade de Cluj, capital da Transilvânia. Ao ouvirem relatos sobre as atrocidades cometidas pelos nazistas em terras ocupadas, não acreditaram que isso poderia se tornar um pesadelo real.

    Em 1944, o seu marido, que era médico, seria deportado para a Alemanha. Ela acreditava que o companheiro poderia ser enviado para suprir a falta de médicos, e assim optou por segui-lo com os filhos. Contudo, era uma emboscada. O destino final da família seria Auschwitz. No local, Olga perdeu a sua família. Entretanto, sobreviveu para contar a sua trajetória. Em Os Fornos de Hitler, Olga detalhou um dos primeiros relatos sobre o horror dos campos de extermínio nazistas.

    “(…) Os alemães deixavam vivos alguns milhares de deportados de cada vez, mas apenas para facilitar o extermínio de milhões de outros. Faziam tais vítimas executar seu trabalho sujo. Elas faziam parte do sonderkommando. Trezentas ou quatrocentas serviam em cada forno do crematório. Seu dever consistia em empurrar os condenados para dentro das câmaras de gás e, depois que o assassinato em massa tivesse sido cometido, abrir as portas e transportar os cadáveres.”

    Hoje, Auschwitz é um museu que preserva a memória do maior genocídio da História.

    Conheça a dura rotina no campo de concentração

    Seleção dos “capazes”

    Os prisioneiros chegam em trens de gado e são selecionados por médicos. Os aptos ao trabalho entram numa fila e são tatuados com um número de registro. Velhos, doentes, grávidas, crianças e a maioria dos judeus vão para outra fila, direto para a câmara de gás. Os capazes tomam banho de desinfecção (contra tifo), raspam o cabelo e deixam seus pertences.

    Trabalho escravo

    Os presos trabalham pelo menos 11 horas por dia para impulsionar a máquina de guerra alemã. Constroem prédios do campo de concentração e estradas e produzem carvão, borracha sintética, produtos químicos, armas e combustíveis em indústrias como a Krupp e a IG Farben. Embora não haja números oficiais, vários morreram de cansaço durante as obras.

    Pão e sopa no almoço

    A cozinha do campo prepara rações de comida três vezes ao dia, que em geral incluem um pedaço de pão, café e sopa de batata. Quem faz pouco esforço físico recebe cerca de 1300 calorias diárias. Os que trabalham pesado ingerem 1700 calorias. Após algumas semanas, essa dieta de fome leva à exaustão, deterioração do corpo e até morte.

    Entre ratos

    Em Auschwitz I, cerca de 20 mil presos dormem em pavilhões de tijolo. Os treliches são em número insuficiente, e um preso dorme sobre o outro. Não há banheiro nem calefação – mesmo com temperaturas abaixo de zero. Em Birkenau, os alojamentos são blocos de madeira e tijolos feitos sobre o solo úmido. Cerca de 700 pessoas ocupam cada um.

    Espera congelante

    Durante as assembleias de contagem, os presos ficam horas no frio, muitas vezes sem seus uniformes (calça comprida, camisa listrada e boina), esperando os nazistas decidirem quem será mandado à câmara de gás. Intelectuais, políticos e outras pessoas consideradas perigosas são fuzilados no Muro da Morte, nos fundos do bloco 11, ou enforcadas.

    Matemática sinistra

    Em geral, o destino de 70% dos prisioneiros é a câmara de gás. A maior parte das vítimas é trancada nua em locais fechados – os nazistas diziam que elas iam tomar banho. Dentro deles, uma tubulação expele ácido cianídrico. A morte chega, no máximo, em 10 minutos. Os corpos são depois queimados num dos cinco crematórios – juntos, podem queimar 4765 corpos por dia.

    ‘Está vendo aquela fumaça? É sua família’: o relato do brasileiro que sobreviveu a Auschwitz

    “Não é todo dia que coloco a tefilin em cima do número de Auschwitz”, diz o rabino David Weitman logo depois da breve cerimônia, em uma sinagoga na região central de São Paulo, em 11 de novembro de 2019. “E é a primeira vez que faço isso em alguém dessa idade. É muito emocionante. Os nazistas se foram, mas nós estamos aqui.”

    O tefilin citado por Weitman são tiras de couro tradicionalmente colocadas no braço de meninos judeus que, ao completar 13 anos, realizam seu bar mitzvah — cerimônia judaica que é celebrada como um rito de passagem.

    Naquele dia, porém, o bar mitzvah era para um senhor de 91 anos: Andor Stern, brasileiro de nascença que, aos 13 anos, estava escapando da perseguição na Hungria, terra natal de seus pais.

    Andor Stern acabaria capturado e viveria cerca de um ano no campo de concentração em Auschwitz, na Polônia, o maior e mais cruel símbolo do Holocausto. Os números que o identificavam no campo continuam tatuados em seu braço: 83892. Ele é tido como o único brasileiro nato a sobreviver a Auschwitz.

    Stern sobreviveu não apenas para ser homenageado, em novembro, pelo Memorial da Imigração e do Holocausto, com um bar mitzvah especial e tardio — mas também para reerguer sua vida no Brasil, criar uma família com cinco filhos (e muitos netos e bisnetos), perder tudo em uma das crises econômicas brasileiras na era Collor e manter-se ativo profissionalmente até agora. E fazer tudo isso com grande apreço pelos pequenos prazeres do cotidiano.

    ‘Minha família saía pela chaminé’

    Filho de imigrantes judeus, Stern nasceu no bairro do Bixiga, em São Paulo, em 17 de junho de 1928. Mas viveu desde cedo uma vida itinerante. Aos três anos, mudou-se com para a Índia, por conta de uma oferta de emprego ao pai, médico. Depois disso — e Stern não sabe exatamente o motivo —, em vez de voltar ao Brasil, a família decidiu passar um tempo na Europa, com parentes húngaros.

    Essa decisão selou seu destino de uma forma drástica.

    Na Hungria, como brasileiro nato, Andor passou uma infância feliz e comum, embora fosse tratado como estrangeiro. As coisas mudaram quando a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) eclodiu. No momento em que o governo de Getúlio Vargas alinhou-se com os chamados países aliados (inimigos do Eixo, então liderado pela Alemanha e do qual a Hungria fazia parte), por ser brasileiro, Stern foi detido em uma instituição como inimigo estrangeiro pelas autoridades húngaras.

    Foi uma estada breve: em poucas semanas, escapou com a ajuda de um detento americano de quem ficara amigo e, graças a isso, voltou à casa de sua família, onde passou a viver escondido. Ele tinha apenas 13 anos. Agora, o problema não era mais ele ser brasileiro: era ser judeu.

    Com a posterior ocupação nazista da Hungria, sua família toda (menos o pai, que se separara da mãe e fora embora do país em 1938) foi transportada a Auschwitz em um mesmo trem, em 1944. Foram separados na chegada ao campo de concentração.

    “Daí começou o calvário deles: meus avós, meus tios, minha tia grávida foram levados direto para a câmara de gás”, conta Stern.

    A perda da mãe marcou Stern profundamente, e a tristeza superava as dores físicas do campo de concentração.

    “Ela faz falta. Me lembro cada vestido dela. Incrível como tenho a cara dela na minha cabeça. Ela era minha maior amiga. Usei ela tão pouquinho”, diz à equipe da BBC.

    Aos 14 anos, de porte atlético por conta de esportes como o remo e a natação, o adolescente foi poupado do extermínio na câmara de gás para ser usado no trabalho forçado no campo. O processo de desumanização também foi rápido.

    “Uma mesma bacia de noite é penico e de dia é o prato em que você come. E você come como cachorro. Não tem garfo, faca, colher”, lembra.

    “Você tem eczema, sarna. A comida te causa uma eterna diarreia, o que, aliás, é uma (das causas) que mais matavam as pessoas. No inverno, abaixo de 22, 24, 26 graus, quando você está ‘vazando’, você até gosta porque é quentinho. E você não tem como tomar banho depois disso. Você aceita a sujeira, a imundície. E você perde a condição de ser humano. Devora qualquer casquinha de batata. Só o que pensa é na fome. Você vira um zumbi.”

    Quando o cerco internacional se fechava em Auschwitz, com notícias da aproximação de tropas russas, os alemães nazistas começaram a retirar a maior parte dos prisioneiros do local. Muitos foram enviados para as chamadas “Marchas da Morte” em que pessoas de todas as idades eram obrigadas a andar por quilômetros em meio ao rigoroso inverso. Milhares morreram a poucas semanas da derrota alemã na Segunda Guerra Mundial.

    Stern foi um dos transportados, primeiro a Varsóvia (capital da Polônia, na época sob ocupação nazista), para recolher tijolos das ruínas dos bombardeios de guerra, e, depois, ao campo de concentração de Dachau, no sul da Alemanha, onde chegou a fazer trabalhos forçados para a indústria bélica alemã de aviões Messerschmitt e bombas V1.

    Até que, no final de abril de 1945, o campo foi libertado pelo Exército dos EUA. Em 1º de maio, depois de quase um ano e meio sob poder dos nazistas, Stern estava livre.

    “A guerra terminou e eu sobrevivi. Estava vivo. Pesava 28 quilos, mas estava vivo. (…) Perguntei a mim mesmo: ‘o que quero da vida? Onde estarei daqui a 5, 10, 20 anos?’”.

    “Decidi o seguinte: ‘quero um par de sapatos em que não entre água e me aqueça no inverno; uma roupa isenta de qualquer bicho e que me cubra no inverno, um paletó com bolso e um relógio que eu possa olhar e dizer: ‘vou comer esse pão amanhã às 14h e vou resistir, porque não estarei passando fome’. Podendo me movimentar da esquerda para a direita, vou ser o homem mais feliz do mundo’”, conta.

    “Isso passa, e você fica cheio de frescura”, brinca. “‘O sapato tem que ser de cromo alemão’, ‘O terno tem de ser de casimira inglesa’ [Mas] eu não esqueci. Tudo isso para mim era um presente extra. Cada dia que eu vivo é uma sobremesa. Talvez isso explique essa intensidade de querer viver e que os outros vivam. Tenho o máximo respeito pela vida.”

    De volta à Hungria de seus parentes, Stern concluiu seus estudos e entrou em uma faculdade de engenharia, mas diz que começou a “sentir saudades do desconhecido”.

    Era hora de voltar para sua terra natal: o Brasil.

    Sem recordar-se de nenhuma palavra sequer de português, aos 20 anos de idade, Stern voltou à cidade onde nasceu e começou a erguer uma vida: reaprendeu a língua, teve um reencontro tardio com seu pai (que Stern achava que estava morto, mas formara nova família na Espanha), estudou engenharia e trabalhou na empresa de tecnologia IBM, experiência que o ajudou a abrir uma empresa própria.

    Casado desde 1954 com Terezinha, Stern se diz afortunado por ter “filhos maravilhosos e uma mulher que é um ser humano invejável”. Não é um homem religioso. Acompanha política brasileira pelo noticiário e acha o presidente Jair Bolsonaro “um crápula” e “um bestalhão”, embora tampouco simpatize com o PT. Tem entre seus hobbies ler e escutar discos na vitrola.

    Nesta semana, ele viajou a Auschwitz para os eventos em memória dos 75 anos de libertação do campo onde ficou detido.

    Fonte R7 / G1 / History Channel / UOL

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  • Reportagem Especial: Jovens se arriscam nadando no Vale do Sol; Conexão faz Alerta!

    Reportagem Especial: Jovens se arriscam nadando no Vale do Sol; Conexão faz Alerta!

    Número de mortes por afogamento cresceu mais de 30% no Brasil em 2019

    Três Pontas continua em choque e vivendo um luto pela morte de dois primos, de 11 e 17 anos, que se afogaram no Rio Verde, na região conhecida como “Prainha” no dia 15 de dezembro de 2019. Ontem, dia 08, os homens do Corpo de Bombeiros suspenderam os trabalhos de busca e aguardarão novidades para que os trabalhos possam recomeçar. A decisão foi tomada em comum acordo com a família das vítimas. Mas essa enorme tragédia não foi a única. O ano de 2019 registrou um aumento de mais de 30% em mortes por afogamento no país. Como se não bastasse tamanho perigo e mortes, uma nova denúncia, feita por leitores, levou a reportagem do Conexão Três Pontas ao Parque Municipal Vale do Sol já que, segundo relatos, inclusive de autoridades, moradores e transeuntes do local, diariamente muitos adolescentes são vistos nadando naquelas águas impróprias e perigosas.

    Na última segunda-feira uma leitora entrou em contato com nossa reportagem, se dizendo muito nervosa por ter visto vários adolescentes e até crianças nadando nas águas turvas do Vale do Sol, desafiando o perigo e colocando suas próprias vidas em risco. “Precisamos fazer alguma coisa. As autoridades precisam tomar ciência e os pais também. Esses jovens não podem continuar nadando ali. O local parece estar abandonado, não há vigia ou segurança e o rio parece estar ainda mais fundo e perigoso por conta das chuvas frequentes. Não podemos esperar mais uma morte por afogamento para tomarmos providência”, relatou a leitora, que não permitiu a veiculação de sua identidade.

    O Conexão se dirigiu ao local na manhã de terça-feira e nas tardes de quarta e quinta-feira. Assim que estacionamos em frente ao portão principal que, apesar de fechado, não impede a passagem de ninguém, até porque pelas laterais o ressinto está aberto, os “nadadores” saíram da água e correram. O fato se repetiu durante os dois primeiros dias. Hoje (09) ninguém foi visto por nossa reportagem nadando no Parque. Mas um rapaz chamado Bruno, que transitava pelo local, comentou que na hora do almoço de hoje havia alguns meninos “brincando na água”. “Por pouco que você não pega eles aqui nadando. Todo dia vêm muitos moleques aqui nadar. Passo sempre por aqui e vejo sempre. Eles saíram uns 10 minutos antes de vocês chegarem”, comentou.

    Moradores das proximidades do Parque Municipal Vale do Sol disseram ao Conexão que a prática é comum e que piorou muito com esse calor e as férias. “Apesar da chuva esses meninos e meninas não estão nem aí. Eles vêm no Vale do Sol e como não tem ninguém cuidando eles abusam, nadam, mergulham, fazem algazarra e a gente que é mãe fica apavorada”, revelou uma moradora.

    Algumas autoridades procuradas na tarde de hoje pelo Conexão Três Pontas revelaram que a prática de natação no Vale do Sol é muito comum. Segundo nossa apuração o local durante o dia, principalmente em épocas de calor e férias, é frequentado por jovens que se arriscam entrando nas águas sujas e traiçoeiras. Já a noite o problema do local seria a prostituição e o uso de drogas.

    O Vale do Sol é de responsabilidade do Município. E quem faz a segurança do local é a Guarda Civil Municipal. O Comandante da GCM de Três Pontas, Alcemir Anacleto da Silva, esclareceu alguns pontos:

    “De fato essa prática perigosa acontece no local e não é de hoje. A Guarda Civil Municipal faz um patrulhamento praticamente diário no Vale do Sol. Sempre que os jovens avistam nossa viatura eles saem correndo. Quando vamos embora eles retornam. A Prefeitura Municipal faz a sua parte e tem colocado placas de alerta, avisos de perigo, mas esses jovens tiram toda vez. É preciso que esses adolescentes saibam que a água ali é imprópria para a prática de natação e os riscos de afogamento são grandes. A falta de juízo é tanta que adultos também são vistos nadando ali. Mas quero aproveitar a reportagem de alerta que vocês estão fazendo para afirmar que estamos intensificando o patrulhamento após as denúncias que você nos relatou. Infelizmente para nós não tem chegado nenhuma denúncia a esse respeito”.

    A GCM, que já teve 35 membros hoje trabalha com efetivo reduzido, totalizando apenas 11. A Guarda Civil Municipal conta com o Disque Denúncia através dos números 153 ou 3265-7211.

    Outra autoridade procurada pelo Conexão foi o Prefeito Marcelo Chaves Garcia que se disse “extremamente preocupado com essa situação” e que tem buscado soluções para o problema:

    “Quero dizer para a nossa população que essa situação do Vale do Sol realmente me preocupa muito. E tenho, desde o primeiro dia do trabalho como prefeito, buscado soluções. Infelizmente colocar vigia no local não resolve. Primeiro que precisaríamos colocar 4 ou 5 vigias pela questão de turno e escala de trabalho. E muitos não querem trabalhar lá por conta do temor, dos riscos. Nós colocamos avisos frequentemente, fechamos o local, mas os vândalos vão lá e destroem, quebram tudo e entram para nadar e outras coisas. 

    Então partimos para uma tentativa que é a terceirização do local. Já tenho muitas conversas, embora ainda informais, com empresários que podem reestruturar o parque e cuidar daquela área. Outra possibilidade que cheguei a discutir foi uma possível mudança da sede da Associação Comercial para lá. Mas isso foi apenas ventilado , nada de concreto, por enquanto. Nós levamos a Secretaria de Meio Ambiente para lá e acabou sendo inviável sua permanência após aquele incêndio e também pelos riscos na questão dos documentos e materiais que a secretaria abriga. 

    Com o aumento do número de moradores no entorno do Vale do Sol e com a valorização da área acho que conseguiremos em algum momento terceirizar o Vale do Sol. Estou me esforçando para isso. Mas também quero aproveitar a reportagem do Conexão Três Pontas para dizer que estamos iniciando agora uma campanha de conscientização para coibir a prática da natação no local e assim evitar afogamentos, mortes e mais tragédias, como as que estamos convivendo no momento. Mas preciso da ajuda da população, dos moradores do entorno e dos pais para que fiquem de olho e não deixem seus filhos nadarem ali. É uma situação bem difícil, mas não desistirei de encontrar, no trabalho e no diálogo, uma boa solução”.

    Ainda segundo o Prefeito Marcelo Chaves Garcia por ser uma área pública não se pode impedir a circulação ali.

    Quando a Pietá estava sediada no Vale do Sol o cuidado do local era evidente.

    Vale lembrar que durante um breve período o Vale do Sol passou a abrigar a entidade Pietá, que assiste dependentes químicos e que cuidava com muito zelo e melhorias o Parque. Mas por decisão judicial a Pietá acabou sendo retirada do Vale do Sol e após essa atitude, considerada equivocada também pelo Prefeito Marcelo Chaves, o local, que parece abandonado, se tornou cenário de prostituição, drogas e frequente risco de morte por afogamento.

    Que fique nosso alerta! Evite mais tragédias!!!

     

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  • Bombeiros dão dicas de como evitar afogamentos neste verão

    Bombeiros dão dicas de como evitar afogamentos neste verão

    Tragédia com afogamento de dois jovens em Três Pontas no último final de semana reforça o alerta.

    O Corpo de Bombeiros faz um alerta à população e dá algumas dicas para evitar afogamentos. Com a chegada da estação mais quente do ano, o movimento nas praias, rios e lagoas aumenta. Por isso, é essencial seguir algumas recomendações para evitar que um dia de diversão acabe em tragédia, como a que aconteceu em Três Pontas no último final de semana quando dois primos, de 11 e 17 anos, se afogaram.

    A tenente Gabriela Andrade de Carvalho ressalta que em qualquer ambiente com água, seja praia, rio ou lagoa, é importante que as pessoas fiquem próximas dos postos de guarda-vidas para que haja uma supervisão desse profissional. Obedecer as orientações das placas de sinalização também é essencial. “Outra dica é não ingerir bebida alcoólica antes de entrar na água. Essa é uma mistura muito perigosa que pode custar o bem mais precioso que temos: a vida”, diz Gabriela.

    O cuidado com as crianças deve ser redobrado. “Pela curiosidade natural da criança o risco de perigos na água aumenta. Os pais não devem confiar em boias ou coletes de ar que são facilmente corrompidos, ou seja, podem furar com facilidade. É recomendado o uso de boias e coletes de espuma, jamais materiais infláveis, e que a criança fique sempre com a supervisão de adultos”.

    De acordo com o Corpo de Bombeiros, o índice de afogamentos registrados no Sul de Minas é considerado alto e preocupante nos primeiros 15 dias de dezembro. “Na lagoa, no rio ou na cachoeira a água é aparentemente mais tranquila. As pessoas se enganam com isso e acabam se descuidando, tendo mais chance de serem levadas para o fundo. Por isso recomendamos que o banhista nade sempre em paralelo com a margem, nunca para o fundo”, diz.

    O COBOM também alerta para mergulhos arriscados, pois podem gerar fraturas leves, graves e até a morte. Em cachoeiras e rios a população precisa de mais precaução, nesses locais o relevo muda constantemente por conta das chuvas.

    Para prevenir afogamentos no Estado, o Corpo de Bombeiros utiliza diversos equipamentos e embarcações para realizar atividades de salvamento marítimo neste verão. A ação acontece em parceria com os municípios.

    Dicas para evitar acidentes em água:

    • Evitar nadar sozinho;
    • Não tomar bebida alcoólica antes de entrar na água;
    • Não mergulhar após lanches e refeições;
    • Não se afastar da margem;
    • Não saltar de locais elevados para dentro da água;
    • Não tentar salvar pessoas em afogamento sem estar devidamente habilitado;
    • Prefira lançar objetos flutuantes (bolas, boias, isopores, madeiras, pranchas e outros) ou então corda para salvar pessoas ao invés da ação corpo a corpo;
    • Não deixar crianças sozinhas, sem a presença de um adulto responsável;
    • Identificar nas proximidades a existência do salva-vidas e permaneça próximo a ele;
    • Olhar a sinalização do local, pois a mesma indicará se o local é próprio para banho ou não;
    • Evitar brincadeiras de mau gosto como os conhecidos “caldos”;
    • Evitar navegar com carga em excesso;
    • Prestar atenção na água; muitas vezes a observação é suficiente para perceber alterações que levam a concluir que está poluída ou é perigosa para banho;
    • Tomar cuidado em caminhar sobre as superfícies rochosas, pois podem estar escorregadias e a pessoa pode cair e/ou se cortar;
    • Somente conduza embarcações se for habilitado e longe dos banhistas;
    • Instruir a criança do perigo existente em entrar em águas mais profundas ou ficar só;
    • Evitar brincadeiras fingindo que está se afogando, pois além de perturbar a paz pública, havendo um afogamento verdadeiro as pessoas podem não dar importância pensado em se tratar de outra brincadeira de mau gosto.
    • A qualquer problema ligue imediatamente para o Corpo de Bombeiros – 193 – para orientações e auxilio à vítima.

    Fonte: Assessoria de Comunicação do Corpo de Bombeiros Militar

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  • Especial: O verdadeiro Sentido do Natal

    Especial: O verdadeiro Sentido do Natal

    A Trégua de Natal de 1914: “o Milagre na Frente Ocidental”.

    Uma das mais extraordinárias histórias de Natal vem de um dos momentos mais sombrios da história moderna. A Primeira Guerra Mundial devastou um continente, deixando destruição e destroços em seu rastro. As perdas humanas, mesmo de milhões, nos deixam desconcertados. Mas a partir do meio desse conflito tenebroso ocorre a história da Trégua de Natal de 1914. A Frente Ocidental, há apenas alguns meses na guerra, era um cenário deplorável de devastação. Talvez para dar aos combatentes um dia para que respirassem novamente, foi convocada uma trégua desde a véspera de Natal até o dia de Natal.

    Enquanto a escuridão caía sobre a frente como um cobertor, o som de explosivos e o barulho do tiroteio desapareceram. Pequenos corais, de vozes francesas ou inglesas de um lado e de vozes alemãs do outro, se elevavam de modo a encher o silêncio da noite.

    Pela manhã, soldados, a princípio de maneira hesitante, começaram a sair do emaranhado das trincheiras para o solo terrível e seco da Terra de Ninguém. Havia mais cânticos. Presentes de alimentos e cigarros foram trocados. As fotos de família foram mostradas. Bolas de futebol surgiram. Ao longo de toda a Frente Ocidental, os soldados, que apenas horas antes estavam travando o combate mortal, agora se enfrentavam em jogos de futebol.

    Por um dia breve, mas inteiramente extraordinário, houve paz na terra. Alguns chamaram a Trégua de Natal de 1914 de “o Milagre na Frente Ocidental”.

    Ansioso para imprimir algumas boas notícias, The Times of London informou sobre os eventos da Trégua de Natal. Os soldados registraram o dia em cartas para a família e em diários. Algumas dessas anotações chegaram aos jornais, enquanto outras permaneceram desconhecidas até serem descobertas posteriormente. Aqui está uma dessas anotações do diário de um soldado alemão da infantaria:

    Os ingleses trouxeram uma bola de futebol das trincheiras, e logo ocorreu um jogo animado. Quão surpreendentemente maravilhoso, e, contudo, quão estranho foi. Os oficiais ingleses sentiram o mesmo. Assim, o Natal, a celebração do Amor, conseguiu unir inimigos mortais como amigos por um momento.

    “Amigos por um momento”, “a celebração do amor”, “paz na terra” — este é o significado do Natal. Mas essas celebrações, essas tréguas, não duram. Depois do dia de Natal, as bolas de futebol e os soldados voltaram para as trincheiras. As canções natalinas acabaram e a guerra continuou. E mesmo que a 1ª Guerra Mundial terminasse, algumas décadas mais tarde, o campo e as cidades da Europa se tornaram novamente um campo de batalha, assim como a África e o Pacífico, durante a 2ª Guerra Mundial.

    Eventos como a Trégua de Natal são dignos de serem celebrados. Mas eles carecem de algo. Falta-lhes a permanência. Essa paz não permanente é o que muitas vezes encontramos em nossa busca pelo significado real do Natal. Se buscamos a boa vontade, o amor e a paz duradouros e definitivos, devemos olhar para além de nossos encontros para entrega de presentes, reuniões e festas no trabalho. Não devemos olhar para outro lugar senão para uma manjedoura.

    Devemos olhar para um bebê nascido não com festejo, pompa ou riquezas, mas com pais pobres em momentos de desespero. José e Maria, e o bebê Jesus nesse sentido, foram figuras históricas reais. Mas, de certa forma, José e Maria se estendem além de si mesmos, além de seu lugar e tempo particulares. Eles representam todos nós. Todos nós somos pobres e vivemos momentos de desespero. Alguns de nós são melhores do que outros em camuflar isso. No entanto, todos nós somos pobres e desesperados, então todos nós precisamos da promessa vinculada a esse bebê.

    Precisamos de uma saída para nossa pobreza de alma e para o estado desesperado da nossa condição humana. Encontramos a saída nessa criança deitada numa manjedoura, que era e é Jesus Cristo, o Messias, a Semente, o Redentor e o Rei, há muito prometido.

    O nascimento de Jesus há séculos atrás pode ter sido um nascimento um pouco fora do comum. Mesmo em épocas antigas, estalagens não eram comumente usadas como salas de parto e manjedouras geralmente não eram usadas como berços para bebês recém-nascidos. E esse bebê recém-nascido era muito fora do comum. Naturalmente, em alguns aspectos, ele era perfeitamente comum. Ele era um ser humano, um bebê. Ele teve fome. Ele teve sede. Ele sentiu cansaço. Quando nasceu, foi envolto em faixas — o equivalente antigo de fraldas.

    Um bebê. Desamparado, com fome, frio e cansaço.

    Ainda assim, essa criança era o Filho de Deus encarnado. Ele era Emanuel, que traduzido significa “Deus conosco”. De acordo com o relato do apóstolo Paulo, esse bebê criou todas as coisas. Esse bebê criou a sua própria manjedoura. E esse bebê, esse Rei, opera paz na terra, paz definitiva e permanente.

    Jesus nasce. Renasce em nossos corações! Feliz Aniversário Jesus de Nazaré!

    Fonte: Voltemos ao Evangelho

     

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  • Especial: Entenda o significado de dez símbolos típicos do Natal

    Especial: Entenda o significado de dez símbolos típicos do Natal

    O Natal é uma época cheia de imagens, sons e sabores únicos. Símbolos natalinos, como a árvore enfeitada, a guirlanda e as próprias canções de Natal estão presentes em cada canto, reforçando uma tradição cristã que comemora o nascimento de Jesus Cristo.

    Alguns podem não saber, mas os enfeites que caracterizam essa época do ano estão repletos de histórias e significados, que fazem do 25 de dezembro uma das festividades mais aguardadas do ano.

    De tão antigas, muitas das tradições ainda presentes no mundo moderno, apesar de não terem perdido seu valor cristão, podem ter sua representação desconhecida, até mesmo pelos fiéis mais fervorosos. Conheça a origem e o significado de dez símbolos do Natal:

    Presépio

    O presépio é o único símbolo natalino baseado puramente nos Evangelhos. De tradição cristã, ele é a reprodução do cenário onde Jesus Cristo nasceu. Manjedoura, animais, pastores, os três reis magos, Maria e José acolhem o bebê numa cabana de madeira, em Belém. O hábito de montar presépios surgiu na Itália, onde o artesanato, simbolizando a vinda do filho de Maria ao mundo, caiu no gosto popular.

    Estrela

    Presente na história bíblica, a estrela guiou os três reis magos até o local do nascimento de Jesus. Usada como enfeite, em especial no topo da árvore de Natal, simboliza o filho de Deus, que é a estrela-guia, o caminho e o sentido da humanidade. Também são lembradas na árvore de Natal as outras estrelas que estavam no céu, na noite em que Jesus nasceu.

    Pinheiro

    Os pinheiros são as únicas árvores que mantêm suas folhas mesmo no inverno. Vivo e verde o ano inteiro, representa no Natal a esperança, a alegria e a mudança. Quanto ao costume de colocar os presentes natalinos embaixo da árvore enfeitada, foi no palácio da Rainha Elizabeth I, em ocasião natalina, que tudo começou. Sem poder receber pessoalmente todos os presentes que lhe eram entregues, a inglesa pediu para que fossem depositados embaixo de uma grande árvore de seu jardim.

    Coroa de Advento

    A Coroa de Avento consiste em um círculo envolto em ramos verdes que sustenta quatro velas, que podem ser vermelhas ou multicoloridas. Nas quatro semanas que precedem o Natal, o objeto fica exposto nas igrejas católicas em pontos de destaque. Em conjunto, simbolizam a espera pela vinda do Senhor, sendo que os ramos são a eternidade de Deus e cada vela é um voto específico para os fiéis, enquanto sua luz é a afirmação de que o Evangelho brilha na vida de quem serve a Cristo.

    Guirlanda

    Para decorar as ruas da Inglaterra, eram usadas flores da espécie sempre-vivas, que receberam significado maior na Alemanha, quando passaram a ser arrumadas em círculo para simbolizar o amor sem fim de Deus. Quando presente, a fita vermelha decorando as folhas verdes de pinheiro representa a proteção divina, tornando o enfeite ideal para ser pendurado nas portas dos lares.

    Postal de Natal

    O pintor inglês John Callcott Horsley foi responsável pelo primeiro postal de Natal da história. A pedido de Sir Henry Cole, que tinha o hábito de mandar cartas para seus familiares e amigos na época natalina, John produziu cartões com a mesma mensagem, que foram enviados aos próximos do cliente por estar ocupado demais para escrever. Hoje, a troca de postais é uma forma de confraternização natalina bastante usada no mundo.

    Bolas de Natal

    As coloridas bolas de Natal, colocadas nas pontas dos galhos dos pinheiros ou árvores artificiais, representam os frutos da vida humana e seus desejos, tais como amor, esperança, perdão e alegria. De formas e tamanhos diferentes, os enfeites também representam os gestos concretos de amor entre irmãos da Terra.

    Sinos

    O instrumento de anunciação das festas populares era principalmente usado no Natal, onde ganhou a adaptação simbólica de que seu badalar informa o nascimento de Jesus Cristo. Presente nas decorações natalinas como enfeite de porta ou para pendurar na árvore de Natal, o objeto ainda é protagonista de algumas cantigas, como “Bate o Sino”.

    Ceia

    Com o intuito de unir as pessoas para festejar a vinda de Cristo ao mundo, a fartura da ceia é uma alusão à fome que as sociedades antigas passavam. Para simbolizar o corpo do filho de Deus, a carne (peru, ganso ou peixe) é posta na mesa. “Amai-vos uns aos outros” é o principal lema da ceia de Natal, onde também não podem faltar bolos e frutas para o agrado das famílias.

    Canções

    Traduzindo em palavras e acordes a magia do Natal, as canções ou cantigas natalinas fazem parte de antigas tradições que foram difundidas entre países cristãos. O sentido das cantaroladas, muitas vezes acompanhadas de instrumentos, é reforçar os valores cristãos, com muita alegria e amor ao próximo. Uma das músicas mais conhecidas no mundo é “Noite Feliz”.

    Fonte: Terra

     

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  • Especial: Conheça comemorações de Natal ao redor do mundo

    Especial: Conheça comemorações de Natal ao redor do mundo

    Tradicionalmente uma data de comemoração cristã, o Natal é amplamente comemorado ao redor do mundo, inclusive por não-cristãos. Em cada país, os costumes e as tradições em homenagem ao nascimento de Jesus variam, mas todos os lugares se inspiram nos bons sentimentos e na magia da data para preparar suas festas. Confira:

    Itália:

    Além do Papai Noel, que distribui presentes no Natal, há a crença, no país, que uma bruxa chamada Befana entregue presentes para as crianças no dia 6 de janeiro. A velha senhora enche as meias de todas as crianças da Itália com doces e presentes, se elas são boas, ou com carvão, se não tiverem se comportado bem.

    Finlândia:

    Diz a lenda que é neste país, mais precisamente na Lapônia, que vive o verdadeiro Papai Noel. Ele tem endereço e recebe aproximadamente 700 mil cartinhas por ano. Juntamente com seus ajudantes, que entendem todas as línguas, ele tenta realizar o desejo de todas as crianças.

    Japão:

    Por ter uma população católica muito pequena, o país pouco comemora o Natal. Como dia 25 não é feriado, algumas famílias fazem um jantar especial após o trabalho e trocam presentes.

    França:

    Os franceses aproveitam a aura otimista do Natal para fazer as pazes com seus desafetos. Vão à casa dos inimigos, pedem perdão e brindam a reconciliação com vinho.

    Portugal:

    Após começar a celebração religiosa do Natal, no dia 24 à noite, os portugueses estão prontos para a ceia. O prato típico é o bacalhau com batatas e rabanada de sobremesa.

    Estados Unidos:

    Os enfeites natalinos dos americanos estão por toda parte: casas, shoppings, ruas e lojas. São árvores, bonecos de neve, lâmpadas, velas e guirlandas. As pessoas têm o costume de colocar uma meia pendurada perto da lareira para receberem pequenas surpresas do Papai Noel.

    México:

    Aproximadamente 9 dias antes do Natal, em 16 de dezembro, começa a celebração das “posadas” (pousadas, no português), nas quais se representa o sofrimento e a penúria por que passaram Maria e José quando procuravam um pouso, no caminho para Belém, para dar à luz Jesus. Os dias 24 e 25 de dezembro são celebrados pelos mexicanos de uma forma tradicional. Eles se reúnem em família para jantar e comer, cantar cânticos e comemorar o nascimento do filho de Deus.

    Fonte: EBC

     

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  • BULLYING: Certamente você, seu filho ou irmão menor já passaram por isso

    BULLYING: Certamente você, seu filho ou irmão menor já passaram por isso

    Prática de agredir, ameaçar e humilhar é muito comum, principalmente nas escolas e pode levar a vítima até ao suicídio.

    A prática do bullying consiste em um conjunto de violências que se repetem por algum período. Geralmente são agressões verbais, físicas e psicológicas que humilham, intimidam e traumatizam a vítima. Os danos causados pelo bullying podem ser profundos, como a depressão, distúrbios comportamentais e até o suicídio.

    O que é bullying?

    Bullying é uma palavra que se originou na língua inglesa. “Bully” significa “valentão”, e o sufixo “ing” representa uma ação contínua. A palavra bullying designa um quadro de agressões contínuas, repetitivas, com características de perseguição do agressor contra a vítima, não podendo caracterizar uma agressão isolada, resultante de uma briga.

    As agressões podem ser de ordem verbal, física e psicológica, comumente acontecendo as três ao mesmo tempo. As vítimas são intimidadas, expostas e ridicularizadas. São chamadas por apelidos vexatórios e sofrem variados quadros de agressão com base em suas características físicas, seus hábitos, sua sexualidade e sua maneira de ser.

    As vítimas de bullying podem sofrer agressões de uma pessoa isolada ou de um grupo. Esse grupo pode atuar apenas como “espectadores inertes” da violência, que indiretamente contribuem para a continuidade da agressão.

    Normalmente, chamamos de bullying o comportamento agressivo sistemático cometido por crianças e adolescentes. Quando um comportamento parecido acontece entre adultos, geralmente no ambiente de trabalho, classificamos o ato como assédio moral.

    As discussões sobre o bullying são relativamente recentes, chamando a profunda atenção dos especialistas em comportamento humano apenas nas últimas duas décadas. Até a década de 1970, não se falava sobre bullying. “O comportamento agressivo e a perseguição sistemática de algumas crianças contra outras era visto como um traço comportamental natural”, afirma Cleo Fante, especialista no assunto.

    Comumente, o bullying é uma prática injusta, visto que os agressores ou agem em grupo (ou com o apoio do grupo) ou agem contra indivíduos que não conseguem se defender das agressões. Apesar de considerarmos o sofrimento da vítima, também devemos tentar entender o comportamento dos agressores. Muitas vezes, são jovens que passam por problemas psicológicos ou que sofrem agressões no ambiente familiar e na própria escola, e tentam transferir os seus traumas por meio da agressividade contra os outros.

    O bullying pode acontecer no condomínio, na vizinhança, em grupos ou agremiações esportivas etc., mas o local onde mais acontece esse tipo de crime é na escola. Fatores sociológicos e psicológicos explicam esse fenômeno: é na escola onde os jovens passam grande parte de seu tempo e interagem com um número maior de pessoas.

    Também é na escola o lugar onde os reflexos da sociedade fazem com que se crie uma espécie de micro-organismo social, que tende a recriar a sociedade em um espaço menor e isolado. A sociedade em geral é agressiva e excludente, e esses fatores tendem a se repetir entre os jovens no âmbito escolar.

    Na escola, os cruéis padrões de beleza e comportamento ditados pela sociedade aparecem como normas. Em geral, um grupo dominante reafirma e dita esses padrões dentro do âmbito escolar, fazendo com que se estabeleça uma regra (a normalidade) e tudo aquilo que fuja dessa regra seja considerado como inferior e digno de sofrimento e exclusão. O grau de popularidade dos que se consideram superiores e a sua maior aceitação pelo grupo fazem com que eles se sintam no direito de tratar mal aqueles que não são populares e não se enquadram no padrão do grupo.

    Além da intimidação, da perseguição e da violência psicológica, o bullying pode levar à violência física. Os profissionais da educação devem ficar atentos para evitar os casos de bullying e resolver a situação, conscientizando os agressores e auxiliando as vítimas.

    Consequências do bullying

    As consequências do bullying podem ser devastadoras e irreversíveis para a vítima. Os primeiros sintomas são o isolamento social da vítima, que não se vê como alguém que pertence àquele grupo. A partir daí, pode haver uma queda no rendimento escolar, queda na autoestima, quadros de depressão, transtorno de ansiedade, síndrome do pânico e outros distúrbios psíquicos. Quando não tratados, esses quadros podem levar o jovem a tentar o suicídio.

    Se os traumas do bullying não forem tratados, a vítima pode guardar aquele sofrimento em seu subconsciente, que virá a se manifestar diversas vezes em sua vida adulta, dificultando as relações pessoais, a vida em sociedade, afetando a sua carreira profissional e até levando ao desenvolvimento de vícios em drogas e álcool.

    O cantor MC Gui causou revolta ao cometer bullying contra uma criança com câncer.

    Como identificar o alvo do bullying

    O alvo usual do bullying é o tipo de pessoa que não se enquadra nos padrões sociais tidos como normais, por questões físicas, psicológicas ou comportamentais. Geralmente, os agressores procuram alguém que seja diferente para ser a sua vítima: pessoas com excesso de peso ou magras demais, pessoas de estatura menor, pessoas que não se enquadram no padrão de beleza ditado pela sociedade, pessoas de condição socioeconômica inferior, homossexuais, transexuais, pessoas com dificuldade de aprendizagem ou muito estudiosas etc.

    É preciso ficar atento ao comportamento dos jovens, sobretudo quando eles apresentarem baixa autoestima, falta de vontade de ir à escola, dificuldade de aprendizagem e comportamento autodepreciativo ou autodestrutivo. Se o jovem apresentar um quadro semelhante, a família e a escola devem entrar em ação para investigar o que se passa, a fim de colocar um ponto final em uma possível intimidação sistemática e oferecer o auxílio e o conforto de que a vítima necessita no momento.

    Como solucionar o bullying

    A violência não é combatida com mais violência. Às vezes, punições aos agressores são necessárias quando estes extrapolam qualquer limite razoável, porém, na maioria das vezes, os agressores também são jovens que sofrem por algum motivo. Nesses casos, a melhor maneira de solucionar o problema é pelo diálogo e conscientização. É necessário conscientizar aqueles que assistem, repetem ou indiretamente contribuem com o bullying, pois eles também mantêm o sistema de agressividade funcionando.

    Para além das campanhas governamentais e não governamentais, é necessário que as famílias unam-se com os profissionais da educação para que todos possam trabalhar na conscientização de seus filhos e no apoio emocional de que as vítimas do bullying necessitam.

    Lei sobre o bullying escolar

    No dia 6 de novembro de 2016, foi sancionada no Brasil pela presidente Dilma Rousseff a Lei 13.185, que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática. A lei composta por oito artigos torna a luta contra o bullying escolar uma política pública de educação e implementa uma série de ações que visam a erradicar o bullying por meio de campanhas publicitárias, capacitação dos profissionais da educação para lidarem com casos de bullying e o diálogo mais estreito entre a escola e a família. Veja a transcrição do artigos 2º, 3º e 4º dessa lei:

    Art. 2º Caracteriza-se a intimidação sistemática (bullying) quando há violência física ou psicológica em atos de intimidação, humilhação ou discriminação e, ainda:

    I – ataques físicos;

    II – insultos pessoais;

    III – comentários sistemáticos e apelidos pejorativos;

    IV – ameaças por quaisquer meios;

    V – grafites depreciativos;

    VI – expressões preconceituosas;

    VII – isolamento social consciente e premeditado;

    VIII – pilhérias.

    Parágrafo único. Há intimidação sistemática na rede mundial de computadores (cyberbullying), quando se usarem os instrumentos que lhe são próprios para depreciar, incitar a violência, adulterar fotos e dados pessoais com o intuito de criar meios de constrangimento psicossocial.

    Art. 3º A intimidação sistemática (bullying) pode ser classificada, conforme as ações praticadas, como:

    I – verbal: insultar, xingar e apelidar pejorativamente;

    II – moral: difamar, caluniar, disseminar rumores;

    III – sexual: assediar, induzir e/ou abusar;

    IV – social: ignorar, isolar e excluir;

    V – psicológica: perseguir, amedrontar, aterrorizar, intimidar, dominar, manipular, chantagear e infernizar;

    VI – físico: socar, chutar, bater;

    VII – material: furtar, roubar, destruir pertences de outrem;

    VIII – virtual: depreciar, enviar mensagens intrusivas da intimidade, enviar ou adulterar fotos e dados pessoais que resultem em sofrimento ou com o intuito de criar meio de constrangimento psicológico e social.

     

    Art. 4º Constituem objetivos do Programa referido no caput do art. 1º :

    I – prevenir e combater a prática da intimidação sistemática (bullying) em toda a sociedade;

    II – capacitar docentes e equipes pedagógicas para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema;

    III – implementar e disseminar campanhas de educação, conscientização e informação;

    IV – instituir práticas de conduta e orientação de pais, familiares e responsáveis diante da identificação de vítimas e agressores;

    V – dar assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores;

    VI – integrar os meios de comunicação de massa com as escolas e a sociedade, como forma de identificação e conscientização do problema e forma de preveni-lo e combatê-lo;

    VII – promover a cidadania, a capacidade empática e o respeito a terceiros, nos marcos de uma cultura de paz e tolerância mútua;

    VIII – evitar, tanto quanto possível, a punição dos agressores, privilegiando mecanismos e instrumentos alternativos que promovam a efetiva responsabilização e a mudança de comportamento hostil;

    IX – promover medidas de conscientização, prevenção e combate a todos os tipos de violência, com ênfase nas práticas recorrentes de intimidação sistemática (bullying), ou constrangimento físico e psicológico, cometidas por alunos, professores e outros profissionais integrantes de escola e de comunidade escolar.

     

    Fonte Francisco Porfírio (Professor de Sociologia)

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  • Emocionante: Jovem padeiro vende paçocas no centro de Três Pontas sonhando ser empresário

    Emocionante: Jovem padeiro vende paçocas no centro de Três Pontas sonhando ser empresário

    A história de Elias Adão da Silva serve de inspiração para muitas pessoas.

    Olhar sereno, voz tranquila, tom bem baixinho, palavras muito bem colocadas, uma educação “fina”. Estas são algumas características do jovem padeiro Elias Adão da Silva, de 30 anos de idade, que nas horas vagas comercializa paçocas de amendoim no centro da cidade de Três Pontas almejando juntar um capital para ter o próprio negócio, realizar o sonho de ser empresário. Muito querido, ele é uma fonte de inspiração para muitas pessoas e o Conexão Três Pontas conta mais essa emocionante história.

    Elias é trespontano. Filho de Milva Fidélis da Silva e Francisco Adão da Silva e tem mais quatro irmãos, sendo ele o caçula. É casado e pai da pequena Esther, de apenas um ano e nove meses. Estudou até o antigo “terceiro colegial” na Escola Estadual Camilo Tavares, em Varginha. Fez curso de panificação, desde o nível inicial até o avançado, se tornando um padeiro profissional.

    Também é bacharel em Teologia, curso feito por correspondência, embora não seja reconhecido pelo MEC.

    Sempre teve o objetivo de empreender. “Eu já fiz bastante coisa, já vendi produtos variados, como sapatos e camisetas, sempre por conta própria. E depois de pesquisar o que poderia ser uma chance de crescimento para mim eu resolvi vender as paçocas nas horas vagas e está dando certo, graças a Deus”, comentou Elias.

    Ele explica que a opção por vender os doces de amendoim no centro de Três Pontas partiu de um ex-vendedor chamado Thiago Fonseca, que hoje é um enorme sucesso nas redes sociais como youtuber, alguém que conseguiu ficar rico.

    “A ideia veio das minhas pesquisas na internet. Conheci a história do Thiago e isso me inspirou. Porém eu quis ir além, inovei em algumas coisas, como por exemplo na utilização de uma caixa de acrílico para colocar as paçoquinhas, no banner onde faço a divulgação dos meus produtos e também na minha vestimenta. E tem dado certo. Eu vendo, em média de 70 a 100 paçocas por dia”, reforçou.

    Elias Adão revelou também que já faz esse trabalho há dois meses. Ele continua trabalhando como padeiro das 16h às 24h. E todas as manhãs, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h20, oferece seus doces na Rua Coronel Domingos Monteiro de Resende, em frente ao Clube Trespontano. De 12h30 às 13h20 ele se posiciona na entrada do Colégio Prósperi que, segundo Elias, gentilmente ofereçam, permitiram seu trabalho naquele local.

    Inicialmente Elias começou vendendo as paçoquinhas na Rua Dona Isabel, mas a fiscalização o obrigou a mudar de local. E ele teve que legalizar esse nobre trabalho. Abriu uma MEI (Microempreendedor Individual), formalizou-se, recolhe seus impostos e luta com muito afinco para concretizar sua meta.

    “Com o dinheiro do meu trabalho como padeiro eu sustento minha família e com esse trabalho extra vendendo doces eu coloco o dinheiro na poupança para juntar o capital para ter meu próprio negócio. Meu objetivo é ter um carrinho de comida gourmet ou então um food truck (traduzido do inglês, “caminhão de comida”).”.

    Sobre a forma como as pessoas recebem e enxergam seu trabalho vendendo paçocas, Elias nos contou que recebe muito carinho, que os trespontanos são especiais. “É incrível como as pessoas me tratam bem, com respeito. Não sinto nenhum tipo de preconceito, nem pelo meu trabalho, nem pela questão racial. E muitos empresários, que compram os doces de mim diariamente, ainda param conversam comigo e me dão incentivos e dicas de como vencer na vida, tendo meu próprio negócio. São poucas as pessoas que criticam, a grande maioria apoia e valoriza”, afirmou.

    Nossa reportagem conversou com alguns clientes de Elias. Todos foram unânimes em dizer o quanto o rapaz é dedicado, centrado no seu objetivo e educado no trato com as pessoas.

    “Ele é um grande exemplo de luta, de simplicidade, de honestidade e de força de vontade. Eu compro doces dele quase que todos os dias e até na forma de se vestir, de falar, de oferecer seus produtos ele cativa as pessoas. Torço muito pra que ele vença na vida. Empreendedor ele já é, está no sangue”, disse Juliana Moreira.

    “Ele é a prova de que quem realmente quer trabalhar e vencer na vida consegue, sem preguiça, sem se acomodar, sem esperar cair do céu. Ele é um guerreiro!”, comentou Henrique Campos.

    Nossa reportagem procurou dois empreendedores trespontanos, dois empresários de sucesso, que são conhecidos pela garra, tino comercial e força no trabalho. Eles mandaram um recado especial para Elias:

    MICHEL RENAN SIMÃO CASTRO

    (Empresário, Provedor da Santa Casa de Três Pontas e Ex-Presidente da Associação Comercial de Três Pontas)

    “Eu acho que uma explicação muito objetiva sobre o empreendedorismo, que uso para a minha vida, é que isso é transformar o sonho em realidade. Isso é empreender. Vislumbrar e transformar um sonho em realidade. Que o Elias pense sempre assim, continue acreditando e lutando, que muito provavelmente conseguirá realizar, chegar onde deseja. Parabéns Elias, Deus te abençoe!”

    BRUNO DIXINI CARVALHO

    (Empresário e Presidente da Associação Comercial de Três Pontas)

    “Parabéns pela iniciativa e pela forma profissional e digna que você Elias vem buscando esse empresariado. Você está no caminho certo para ser empreendedor. A gente tem que se doar além do normal, precisamos sair da zona de conforto. E você, Elias, tem um belo projeto pessoal e todo esse sacrifício valerá a pena. Hoje é o plantio e amanhã, pela garra, será uma colheita com muita satisfação de ser empreendedor. Muito em breve, você terá seu negócio instalado, estará contratando alguém para trabalhar com você e vencendo. Muita força e garra sempre. Conte com Associação Comercial para ajudar a estruturar seu sonho, terei prazer em te receber para uma conversa. As portas estão abertas para você e para todos aqueles que buscam vencer no setor comercial através do trabalho. Espero você Elias para tomarmos um café. Deus te abençoe.”    

    Para nós do Conexão Três Pontas não existe trabalho “vergonhoso”. Vergonha é optar por outros caminhos que não sejam o do trabalho. É o trabalho quem dignifica o homem! Elias continuará diariamente correndo atrás dos seus sonhos.  E se depender de sua coragem e da solidariedade do povo trespontano, conhecido pela nobreza de espírito, em breve a cidade ganhará um carrinho gourmet ou até um food truck novinho em folha. Parabéns!

    O Conexão Três Pontas acredita, incentiva e apoia esses bons exemplos.

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    Roger Campos

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  • Novembro Azul: Dr. Fernando Gouvêa fala sobre os cuidados que o homem deve ter com a saúde urológica

    Novembro Azul: Dr. Fernando Gouvêa fala sobre os cuidados que o homem deve ter com a saúde urológica

    Novembro Azul é um movimento mundial que acontece durante o mês de novembro para reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata. A doença é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens brasileiros e as maiores vítimas são homens a partir dos 50 anos.

    Nesse mês todo dedicado a saúde do homem e à campanha Novembro Azul, o urologista Dr. Fernando Gouvêa, especialista que está atendendo em Três Pontas, de explica a importância da prevenção e todos os mitos que circulam sobre o câncer de próstata:

    O que é a próstata?

    A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino que tem forma de uma noz e fica logo abaixo da bexiga e à frente do reto (seguimento final do intestino). O órgão envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina é eliminada da bexiga.

    O que é câncer de próstata?

    Durante o funcionamento da próstata, algumas células podem se desenvolver e multiplicar de forma anormal, provocando o surgimento de um tumor. O câncer de próstata é o segundo mais incidente entre os homens no Brasil, apenas atrás do câncer de pele não melanoma. Estima-se aproximada 68.000 novos casos diagnosticados da doença para 2019 segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer). Hoje morre 46 homens por dia de câncer de próstata.

    Sintomas

    A doença é silenciosa e pode não apresentar (ou apresentar poucos) sintomas em sua fase inicial. Em alguns casos, os sinais são parecidos com os do crescimento benigno da próstata (dificuldade de urinar, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite). Na fase mais avançada, o paciente pode ter dores nos ossos, sintomas urinários ou, nos casos mais graves, infecção generalizada ou insuficiência renal.

    Quando procurar o médico?

    A detecção do câncer de próstata pode ser realizada com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos (diagnóstico precoce).

    Os homens sem sinais ou sintomas, mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença, podem realizar com exames de toque retal e de sangue para avaliar a dosagem do PSA (Antígeno Prostático Específico).

    Como é feito o diagnóstico de câncer de próstata?

    O exame de PSA é solicitado anualmente para acompanhar as alterações específicas da próstata. O resultado, quando alterado, pode indicar situações como inflamações, infecções, hiperplasia (crescimento benigno) e também o surgimento do câncer de próstata. O toque retal e a dosagem do PSA servem para indicar a necessidade da biópsia da próstata (retirada e análise de fragmentos da glândula e única forma de confirmar uma suspeita de câncer).

     Como posso prevenir?

    Adotar hábitos saudáveis diminui o risco de várias doenças, inclusive o câncer. Recomendamos:

    Manter uma alimentação saudável e equilibrada;

    Manter um peso saudável;

    Praticar regularmente atividades físicas.

    No entanto a melhor forma de prevenção e prevenir a doença avançada com o diagnóstico precoce do câncer de próstata através do check-up anual com o médico Urologista.

    Em suma todo homem a partir de 50 anos de idade ou aqueles com fatores de riscos (raça negra, parentes de primeiro grau com câncer de próstata e obesos) aos 45 anos devem fazer o exame de rastreio (check up) anual com seu médico Urologista, pois o diagnóstico precoce da doença permite a chance de 90% de cura da doença.

    Dr. Fernando Gouveia

    Médico Urologista

    Contato: Clínica GastroProct – 3266-1386

     

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    Roger Campos

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  • Inspirador: ensaio fotográfico valoriza o amor verdadeiro da Adoção

    Inspirador: ensaio fotográfico valoriza o amor verdadeiro da Adoção

    Conheça a história de um casal que espera realizar o sonho de adotar mais uma filha e a linda produção fotográfica sobre o tema assinada por Maíra Martins.

    “A MEDIDA DE AMAR É AMAR SEM MEDIDA”. Com esse tema a fotógrafa trespontana Maíra Martins realizou uma bela produção fotográfica para esperar a chegada de Bella. A reportagem do Conexão Três Pontas aproveitou que em novembro é realizada uma grande mobilização para celebrar o DIA MUNDIAL DA ADOÇÃO – um assunto que deveria ser falado com mais frequência, amor e atenção – para conhecer mais de perto a história de uma linda família que está crescendo.

    “Tive o prazer de registrar essa espera linda da Ana Paula Corrêa Boni, da Bia e do Pedro. E da Luna também! E é com muito amor que venho trazer pra vocês o ensaio mais lindo do mundo!”, assim descreveu emocionada a fotógrafa profissional Maíra Martins.

    A DOCE ESPERA DE BELLA

    O Conexão conversou com a futura mamãe Ana Paula, que deu os detalhes de uma história envolta em sonhos e dificuldades, amor e burocracia. Mas que, acima de tudo, termina com um final muito feliz.

    O sonho pela adoção sempre acompanhou Ana Paula Corrêa Boni desde a infância. Ela é pedagoga e está casada com o economista Pedro Veloso há 18 anos. Eles são pais de Beatriz, hoje com 11 anos, vinda de uma gestação natural.

    E foi justamente ao lado de Pedro, o super companheiro de todas as horas, que Ana Paula encontrou a força que precisava para “tocar o projeto” e realizar o sonho de adotar mais um filho. No caso uma menina, bela e amada. E a ansiedade pela chegada de Bella é grande.

    “Ao lado do Pedro encontrei apoio e companhia para darmos entrada no processo que já dura três anos. É um processo burocrático, porém necessário, afinal é uma vida que estamos trazendo para nós.  Em casa temos tudo prontinho à espera da nossa segunda filha”, revelou Ana Paula.

    O nome Bella foi escolhido pela irmã, que a espera com tanto carinho e amor. “Acreditamos que esse encontro de almas já foi escrito, pois o amor que já sentimos pela nossa filha vai além de qualquer laço de sangue. A expectativa do telefone tocar a qualquer momento anunciando a chegada dela enche nossos corações de alegria. Já houve momentos que a ansiedade bateu forte, mas é preciso confiar que o tempo de Deus é diferente do nosso”, acrescentou.

    E esta linda história, inspiradora, que deve servir de exemplo para outros casais, ganhou cores e formas ainda mais belas. É que a amiga do casal, a fotógrafa Maira Martins, que acompanha esse desejo da adoção desde o início do processo pelo casal, registrou em lindas e eternas imagens a amor que rompe as barreiras de sangue.

    “Eu queria registrar essa espera, para quando nossa filha chegar, assim como feito com a irmã mais velha, teríamos uma recordação da espera dela. E Maira abraçou a nossa história e nos presenteou com esse ensaio que por si já fala do imenso o amor que já sentimos”, concluiu.

    A ADOÇÃO NO BRASIL

    No Brasil, 5.039 crianças e adolescentes ainda aguardam para serem adotadas. Na fila de espera, são 42.472 pretendentes.

    Lançado em 2008, sob coordenação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Cadastro Nacional de Adoção (CNA) é uma ferramenta que auxilia os juízes das Varas da Infância e da Juventude na condução dos processos de adoção em todo o País. O cadastro tem como objetivo colocar sempre a criança como sujeito principal do processo, para que se permita a busca de uma família para ela. Entre as medidas que corroboram para essa intenção estão a emissão de alertas em caso de demora no cumprimento de prazos processuais e a busca de dados aproximados do perfil escolhido pelos pretendentes, ampliando, assim, as possibilidades de adoção.

    De acordo com os dados divulgados pelo CNA, o perfil das crianças e adolescentes que compõem o quadro dos abrigos está dividido em cinco categorias: gênero, raça e cor, irmãos, condição de saúde e idade.

    Das crianças e adolescentes aptos para adoção, 54% representam o gênero masculino e 46%, o feminino. Quanto aos critérios por raça/cor, negros e brancos representam 38% cada, enquanto os pardos correspondem a 24%. Do total de crianças e adolescentes em abrigos, apenas 38% têm irmãos. Já em relação às condições de saúde, 60% são saudáveis e 40% possuem alguma restrição, como HIV, deficiência física e/ou mental. O critério de faixa etária nos abrigos é dividido ainda em quatro grupos: de 0 a 5 anos (3%), de 6 a 10 (10%), de 11 a 15 (53%) e, por fim, de 16 a 18 anos (34%).

    COMO FUNCIONA O PROCESSO DE ADOÇÃO NO BRASIL?

    Para adotar no Brasil, o indivíduo ou casal precisa passar por diversas etapas. Veja a reportagem completa do canal ‘Politize!’ no link abaixo:

    https://www.politize.com.br/adocao-no-brasil/

    O ENSAIO FOTOGRÁFICO

    O estúdio Maíra Martins Fotografias, publicou em sua página oficial no facebook o ensaio completo intitulado “A medida de amar é amar sem medida”. O Conexão mostra aqui algumas dessas lindas fotos. O registro completo, emocionante, pode ser conferido no link abaixo. Aproveite para curtir a página de Maíra Martins nas redes sociais e agende seu ensaio fotográfico pelo telefone: (35) 9 9894-0191.

    https://www.facebook.com/mairamartinsfotografias/posts/2567790423507864?__xts__%5B0%5D=68.ARBFCfw0B8JW39BjdnVgTO27U7HcSD_hQhowxb7bx_Ldqftmn9WMCqyGe83RP_x0ADOy_mlW04KaBk4yzLvTyRpknH0aX4l6vBN9aLSenVM7vwI8t37B3IH5WQ7qBCxO_nlGIFTgJObfM0_UNLYF_u9FcL6YPDsZRp5AzI6cbS5hjgUfmWNzvqt2GWxCNzKYx0-AzLBqT0YLw-GvaoFgLq5Jt4KBbsziyKreOtcvtJBbjs0BUIWUzMvp5pNLksBCMF6MbnbNhdf52NSRZSbQUKijQV7E-n6FqPapnxmR5XR2rShYyfIklLo3SCl9MUmS3hDhjlFITjDhyv2uGxYsbuPhzr8o&__tn__=-R

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    Roger Campos

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  • Histórias de Vida: “Zé da Lavanderia” é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Histórias de Vida: “Zé da Lavanderia” é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Querido, ele é um profissional de muito respeito e tradição há mais de 50 anos.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, Dia dos Médicos, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido José Luiz Gonçalves, o Zé da Lavanderia.

    José Luiz Gonçalves, ou simplesmente Zé da Lavanderia, é natural de Três Pontas. É filho de Lipoldino Gonçalves Dias e Lázara Cesaria Dias. É solteiro e tem oito irmãos: Maria Aparecida, Maria do Carmo, Maria Celeste, Vanda, Maria Tereza, Isabel, Valdivina e Francisco.

    Estudou no antigo “Seminário” (atual Unis) e no Jacy Gazola. Cursou até a 7ª Série (fundamental). Querido e admirado por todos, é um homem simples e de muita força no trabalho. Coleciona boas ações e amizades por onde passa.

    Aos 9 anos começou a trabalhar em atividades rurais (apanhador e capinador de café). Em 11 de setembro de 1966 começou a trabalhar na lavanderia do senhor Enedino Sério Bitencourtt. Só na área de lavanderia José Luiz tem 53 anos de profissão. É a grande paixão da vida dele. Somente em sua própria lavanderia são 44 anos de trabalho.

    Quem o conhece o define como uma pessoa prestativa, amorosa e honesta. “Ele gosta de ajudar todo mundo, deixa de fazer coisas pra ele, pra fazer ao próximo”, dizem seus amigos mais próximos.

    Nas horas vagas Zé da Lavanderia curte uma boa música. Dedica boa parte de seu tempo, nas horas vagas, as aulas de violão até hoje.

    José Luiz passou, segundo ele, por um momento difícil de muita superação que foi uma cirurgia no estômago (úlcera) e a morte dos pais, classificada como “a maior perda na vida”.

    Um homem de muita fé, que faz questão de demonstrar o quanto esse sentimento encaminha e dá esperanças: “A fé é tudo, a segurança da nossa vida, quem não tem fé não tem segurança, não tem como viver”, comenta.

    Milena, que nutre muito carinho por ele, comentou: “O Zé é uma das pessoas mais incríveis que eu já conheci, não somente para mim, mas para muitas pessoas que ele ajudou e ajuda até hoje. É um ótimo profissional, um ser humano maravilhoso. E um verdadeiro pai pra todos a sua volta”.

    Por todas essas qualidades, por estar firme, disposto e dedicado ao trabalho há mais de meio século, apaixonado pelo que faz, semeando sentimentos nobres e ações em favor de todos que o cercam, José Luiz Gonçalves, o Zé da Lavanderia, merecidamente, é homenageado pelo Conexão Três Pontas, que, com muito carinho, contou hoje mais uma linda História de Vida.

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

     

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