Tag: Saúde

  • COMENTANDO… Cadê os Hospitais? – Roger Campos

    COMENTANDO… Cadê os Hospitais? – Roger Campos

    O brasileiro é o povo mais “gambiarreiro” do planeta. Sempre tenta dar aquele tal “jeitinho” nas suas ações por economia de tempo ou de dinheiro, as famosas “economias porcas”. É assim em tudo! Em todos os cenários, todas as conjunturas.
     
    Atualmente o que mais vemos diante da pandemia da China comunista é um “chororô” por parte dos governadores brasileiros diante da falta de leitos nos hospitais e a situação colapsando.
     
    É um exemplo claro de como aqui deixam tudo pra última hora. Por que não fizeram antes? Quantos governadores passaram, por exemplo, nos últimos 50 anos, por São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Amazonas? Quantos destes construíram hospitais? Passam o mandato inteiro entulhando assessores em seus governos, fazendo o mínimo do mínimo para o povo, criando obras faraônicas, verdadeiros elefantes brancos que os ajudam a se perpetuar no poder, ao invés de investirem em questões fundamentais como a Saúde e a Educação. Passam 48 meses conchavando, criando caso, enriquecendo, garantindo uma vida tranquila e abastada para os seus, por várias gerações. Enquanto isso, o povo segue morrendo nas filas, nos corredores, nas macas, sem atendimento, sem hospital, sem médico, sem Saúde, sem dignidade.
     
    Mas agora, em tempos de pandemia, inflamam as gargantas berrantes afirmando que faltam vagas, que estão morrendo aos montes. Insisto, por que não fizeram antes? A resposta é que eles não estão preocupados com o Covid-19. Estão na verdade usando uma máscara (que não é a de proteção contra o Coronavírus) para esconder o sorriso amarelo, falso que evidenciaria os verdadeiros interesses: as próximas eleições.
     
    Não fizeram nada ou quase nada até aqui e agora querem posar de “lutadores da vida da última semana”? “Estamos aqui, lutando pelas vidas de cada brasileiro, de cada cearense, cada paulista, cada carioca, cada amazonense…”. Conversa fiada, conversa pra “boi dormir”! Este sim é o verdadeiro “E daí?” pra Saúde e pra vida humana.
     
    Além desses gestores estaduais, temos também que levantar um outro questionamento em nível federal:
     
    Por que Deodoro da Fonseca não construiu mais hospitais?
    Por que Floriano Peixoto não construiu mais hospitais?
    Por que Prudente de Morais não construiu mais hospitais?
    Mais a frente…
    Por que Getúlio Vargas não construiu mais hospitais?
    Por que Juscelino Kubitschek não construiu mais hospitais?
    Por que João Goulart não construiu mais hospitais?
    Mais a frente…
    Por que José Sarney não construiu mais hospitais?
    Por que Collor não construiu mais hospitais?
    Por que Itamar Franco não construiu mais hospitais?
    Por que Fernando Henrique Cardoso não construiu mais hospitais?
    Por que Lula não construiu mais hospitais?
    Por que Dilma não construiu mais hospitais?
    Esperamos que Bolsonaro faça mais hospitais!
     
    No nosso país, é mais legal, rende mais voto construir estádios de futebol do que hospitais. É mais vantajoso (para os políticos) construir mais presídios do que escolas.
     
    Cadê os nossos hospitais senhores de colarinho branco, gravata, caneta na mão e foro privilegiado? Aliás, não só o foro é privilegiado, mas o tratamento que recebem quando precisam recorrer à Saúde. Claro que nem passam perto do SUS, vão direto ao Sírio Libanês, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Moinhos de Vento, CopaDor, Hospital TotalCor, entre outros.
     
    O Brasil segue sendo um país de pés descalços, de desdentados, de famintos e de desassistidos. Pobre não tem direito à Saúde, embora seja assegurado isto a todo brasileiro pela Constituição. O brasileiro de marca de sol nos braços e na nuca, da marmita debaixo do braço e de muitos sonhos e necessidades, muitas vezes nem água encanada tem. O trabalhador comum, aquele que luta, se desdobra e faz milagre para sustentar os seus com um salário mínimo apenas (verdadeiros heróis), não tem voz, não tem vez. Por isso a imprensa deve berrar aos quatro ventos: cadê os nossos hospitais?

    Mas aí muitos emudecem, dão de ombros e sussurram: E daí? Não é nossa culpa!
     
    Cadê, senhores estadistas, os nossos centros de saúde? Os nossos postos nos bairros periféricos? Os nossos médicos e enfermeiros? A valorização de cada um desses guerreiros? Em qual mala ou cueca vocês esconderam?
     
    O Brasil tem cerca de 220 milhões de brasileiros. O número de hospitais, conjuntamente ao número de leitos hospitalares, são indicadores importantes para determinar os recursos de saúde disponíveis para a população e, consequentemente, a capacidade de atendimento em alta e média complexidades de um país ou de uma região. Segundo a Federação Brasileira de Hospitais e a Confederação Nacional de Saúde, os últimos números mostram que no país há muito menos hospitais públicos que o necessário, para atender a população, principalmente a mais carente, com qualidade e dignidade. O mesmo ocorre com leitos, principalmente de UTI.
     
    Em janeiro de 2019, havia 4.267 hospitais privados no Brasil, a maioria localizada na região Sudeste (41,4%), especialmente em São Paulo e Minas Gerais. Do total de hospitais privados, a maior parte tem fins lucrativos (56,9%).
     
    O que muito me assusta é que entre os anos de 2010 e 2019, apesar de terem sido abertos 1.567 hospitais privados no Brasil, houve o fechamento de um total de 2.127 hospitais privados. Isso representa um cancelamento de 92.645 os leitos privados.
     
    Mas, E DAÍ? Eles não ligam pra isso de verdade! Toda ação, cada passo político, cada movimento é friamente calculado. Se cria o pânico na sociedade. E eles reinam! Se render votos, ok! Senão for vantajoso, vão enrolando, jogando pra frente.
     
    O cenário é indecente e imoral. Hospitais de campanha, feitos nas coxas, com valores superfaturados e tudo com atraso, somente depois do leite derramado e dos corpos sepultados, com caixão lacrado, sem a menor dignidade, começaram a fazer o mínimo do mínimo. Agora berram os imorais: “Cadê os hospitais? Cadê os leitos? Estamos colapsando! Precisamos do Governo Federal…”. Toda reivindicação pró Saúde e pró Educação é sempre válida. Mas por que não construíram antes?
     
    Cadê os nossos hospitais?

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  • Exclusivo: Dr. Lucas Erbst, curado da Covid-19, voltou ao trabalho hoje e falou com o Conexão

    Exclusivo: Dr. Lucas Erbst, curado da Covid-19, voltou ao trabalho hoje e falou com o Conexão

    MÉDICO FOI TRATADO COM CLOROQUINA, AZITROMICINA E AAS, O MESMO PROTOCOLO DOS PACIENTES POSITIVADOS COM TRATAMENTO DOMICILIAR

    Quando ficamos sabendo da notícia de que um dos médicos mais queridos da cidade de Três Pontas, Dr. Lucas Erbst, na linha de frente do combate ao coronavírus, médico generalista, diretor clínico do Pronto Atendimento Municipal, havia contraído o vírus chinês, em respeito a sua imagem, no sentido de preservá-lo, optamos por não divulgar o fato, já que é dado a todo cidadão o direito do sigilo de suas enfermidades. Mas hoje, depois de toda luta para vencer a doença, por conta do carinho externado publicamente de muitos trespontanos, fizemos questão de, pessoalmente, seguindo todas as normas de prevenção, ir até o PAM para, com exclusividade, entrevistar o querido profissional da medicina.

    Sobre o tratamento da Covid-19, Dr. Lucas revelou que foi o mesmo que está sendo usado para tratar todos os pacientes confirmados com a doença.

    “O tratamento que eu usei foi o mesmo que a gente protocolou para o tratamento de todas as pessoas positivadas com o Covid-19 e que forem para tratamento domiciliar, com isolamento, como eu fui. Eu usei Cloroquina, Azitromicina e AAS, nas doses recomendadas pelo protocolo. Ou seja, é o mesmo tratamento que a gente está usando nos pacientes confirmados via Secretaria Municipal de Saúde, pelo SUS. Isso é pra todos os casos em que o paciente for acompanhado em domicílio”, afirmou.

    Ele fala com muito carinho da solidariedade e apoio dos trespontanos e dos momentos difíceis que passou. “Eu tive sim medo de morrer. Não tenho como agradecer as orações e tanto carinho dos munícipes”, revelou.

    Veja a entrevista:

     

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  • Alerta: Deixar álcool em gel no console exposto ao sol faz o carro pegar fogo?

    Alerta: Deixar álcool em gel no console exposto ao sol faz o carro pegar fogo?

    Uma publicação feita nas redes sociais nos últimos dias tem rapidamente sido compartilhada em grupos WhatsApp. Nela, uma fonte anônima afirma que seu carro pegou fogo porque foi mantido por cerca de 30 minutos no sol com a presença de um frasco de álcool em gel exposto na cabine.

    “Um aviso muito importante. Não deixem o álcool em gel dentro do carro no sol. Meu carro acabou de pegar fogo. Votei  do mercado e estacionei na rua. Não deu 30mim e o carro estava pegando fogo. Por sorte o vizinho viu e conseguimos apagar com a mangueira. Graças a Deus ninguém se machucou. Acionei o seguro. Avisem a todos. Muito cuidado com o álcool em gel”, diz o texto da suposta vítima.

    Consultamos um especialista na área, tiramos os empoeirados livros de química do ensino médio do baú e fomos pesquisar se havia a possibilidade de a história ser verdadeira. Conclusão: é muito, mas muito provável mesmo, que não passe de mais uma fake news.

    Além disso, a imagem divulgada mostra que, à exceção do bico, o frasco estava intacto. Numa situação de autocombustão, ele certamente explodiria e derreteria todo o plástico.

    Tal incêndio só teria ocorrido de fato se houvesse uma fonte de ignição, ou seja, algum agente externo de calor capaz de provocar sua combustão.

    Isso porque, se o ponto de fulgor do álcool (a menor temperatura na qual um combustível libera vapor em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável) é de 16,6°C, seu ponto de combustão está acima de 70°C.

    Analisando as imagens, as únicas fontes possíveis para gerar esse tanto de calor no ambiente de um carro fechado e desligado, sem ninguém dentro, seriam:

    1) O álcool vazou pela fresta do freio de estacionamento e caiu no túnel central, entrando em contato com o cano de escape ainda quente.

    2) Houve um curto-circuito na tomada 12V e uma faísca entrou em contato com o álcool vaporizado que havia vazado do frasco.

    Mesmo assim, em ambos os casos o líquido vazado teria formado um rastro, que levaria as chamas até o frasco e, de novo, provocariam a queima total da embalagem, e não apenas do seu bico.

    Na segunda hipótese, há outro detalhe: o veículo precisaria estar com a bateria ligada para gerar eletricidade à tomada. Além disso, o curto queimaria o adaptador para as entradas USB, mas tanto este quanto o cabo do carregador do celular aparecem intactos na fotografia.

    Portanto, o relato muito provavelmente é falso. Deixar um frasco de álcool em gel dentro do carro, mesmo sob o sol, não é tão perigoso assim. Nem mesmo o seu pH será drasticamente afetado.

    Mas é claro que há riscos: passar o álcool nas mãos e em componentes como painel, volante e câmbio, e logo depois acender um fósforo ou um cigarro dentro do veículo, por exemplo, potencializam riscos de incêndio.

    E aqui vale lembrar: o fogo gerado pelo álcool em gel é invisível durante alguns segundos, o que atrapalha (e muito) o tempo de reação. Por isso, é recomendável usar o álcool em gel sempre com parcimônia e segurança, e isso não vale só para dentro do carro.

    Fonte Quatro Rodas

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: “Enfermeiro José Vítor” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    HISTÓRIAS DE VIDA: “Enfermeiro José Vítor” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Atencioso, dedicado e muito querido por todos, é um exemplo de amor à profissão.

    A homenagem é extensiva a todos os colegas pelo Dia do Enfermeiro.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do querido enfermeiro José Vitor.

    José Vitor da Silva nasceu em Três Pontas em 30 de junho de 1971. É filho de Geraldo da Silva e Alice bernardo da Silva. Possui 5 irmãos.

    É conhecido pela simpatia, generosidade, carinho e dedicação à profissão que escolheu e da qual se preparou com muito afinco, suor e entrega. Estudou na Escola Estadual Deputado Teodósio Bandeira Campos. mais tarde fez o curso Técnico em Enfermagem pelo PROFAE. É formado em Biomedicina pelo Grupo UNIS e ainda se habilitou como Instrumentista Cirúrgico pela Unifal.

    “Vocês, enfermeiros, são pessoas muito fortes. Enfrentam longas jornadas de trabalho, nem sempre são reconhecidos ou bem remunerados. Vocês escolheram ajudar, não apenas o paciente, mas todos os médicos e cirurgiões que atuam no hospital. Parabéns pela dedicação.”

    Está na profissão há 20 anos. Todos eles dedicados à Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Também atua de forma impecável no Pronto Atendimento Municipal há 16 anos.

    Nós conversamos com alguns colegas de trabalho que foram unânimes em ressaltar suas qualidades como profissional e como amigo. “José Vítor é uma pessoa muito especial e um grande colega de trabalho. Ele é inteligente, dedicado e faz de tudo para dar o melhor aos pacientes que chegam até ele. Uma pessoa humilde, doce, alegre e que só agrega, que traz muitos benefícios aos locais em que atua. É alguém que só transmite coisas boas e por isso é tão querido”, destacaram.

    Alguns pacientes também falaram da forma educada, simpática e atenciosa como o enfermeiro José Vitor trata, igualmente, a todos. “É muito bom, nos momentos de dor, de doença, de dificuldade, sermos atendidos por profissionais, médicos e enfermeiros capacitados e, acima de tudo, simpáticos e amigos, como é o caso do José Vítor. Ele realmente é diferenciado”, comentaram.

    “Muitas vidas são entregues nas suas mãos, enfermeiros. Qualquer erro pode custar a vida de alguém. Mesmo com essa pressão, você escolheu a profissão. Temos que valorizar aqueles que cuidam de nossas vidas como se fosse as deles mesmos. Enfermeiros, vocês são pessoas iluminadas, abençoadas por Deus.”

    O Diretor Clínico do Pronto Atendimento Municipal, Dr. Lucas Erbst, falou sobre o enfermeiro José Vítor:

    “Nossa, o “Zé Vitinho é um baita profissional, com anos de experiência. Além de enfermeiro, ele também atua na Biomedicina, tem uma vasta experiência de Pronto Atendimento, sabe tudo de Urgência e Emergência. É um profissional de muita, mais muita qualidade mesmo! Além disso, é um ser humano incrível, tem um coração imenso. É uma daquelas pessoas que a gente luta pra que não saia do Pronto Atendimento nunca!”.

    A Chefe de Enfermagem, Maria de Lourdes Rodrigues, uma das grandes mestras da Enfermagem, uma das pessoas mais qualificadas no setor no Sul de Minas, que inclusive já foi destaque do quadro Histórias de Vida, também falou de José Vítor:

    “O José Vitor foi meu aluno no Curso Técnico de Enfermagem. Um excelente aluno, muito inteligente. Logo que terminou foi contratado por mim no Hospital. Trabalha no Centro Cirúrgico e no Pronto Socorro. Ele é muito esforçado, conhece realmente a profissão. Formou recentemente em Biomedicina. Será também um grande profissional nessa área. Só tenho que falar bem dele. Muito carinhoso, cuidadoso com os pacientes e com todos.”.

    José Vitor é ainda uma pessoa de fé, tendo como religião o Catolicismo.

    O quadro de hoje é uma homenagem a todos os enfermeiros pelo dia dedicado a esses verdadeiros “anjos”.

    Por tudo que aqui foi falado do José Vitor da Silva, ainda por tudo que não foi dito, pelas inúmeras qualidades, pelo olhar amigo, pelo sorriso fraterno, pela doçura em cada gesto, pela capacidade indiscutível e, acima de tudo, pela pessoa maravilhosa que é, hoje, merecidamente é homenageado peno Conexão Três Pontas que contou sua linda História de Vida! Parabéns!

    O texto abaixo é um reconhecimento a cada profissional da área em nossa cidade. Seja os 123 técnicos em enfermagem e os 23 enfermeiros do Hospital, seja os 36 enfermeiros do PAM, seja ainda todos aqueles que trabalham nos postos de saúde, em clínicas, consultórios, enfim, aos “guerreiros” que dignificam a profissão com tanto amor e doação:

    Enfermagem é cuidar de alguém que você nunca viu na vida e, mesmo assim, dar o seu melhor a ela, fazer tudo pela vida dela.

    É ajudar a salvar vidas todos os dias, e tentar tornar os momentos difíceis um pouco mais leves.

    Muitas vezes apenas os médicos ganham reconhecimento dos pacientes, mas temos que olhar para aqueles que estão ali dando suporte sempre, os enfermeiros.

    São vocês, enfermeiros, que passam mais tempo com os pacientes, cuidam de cada detalhe e conhecem mais do que o caso, a pessoa.

    A melhor ferramenta que um enfermeiro pode carregar consigo é a empatia. É se colocar no lugar do outro e tratá-lo como você gostaria de ser tratado.

    Por isso admiramos tanto. Parabéns a cada um que escolheu tão lindamente a cuidar do próximo.

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

     

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    Roger Campos

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  • REPORTAGEM ESPECIAL: Médica “trespontana” é convocada para enfrentamento da Covid-19 no Pará

    REPORTAGEM ESPECIAL: Médica “trespontana” é convocada para enfrentamento da Covid-19 no Pará

    “A situação está caótica no Pará, um verdadeiro cenário de guerra. Mas fiz um juramento e o que mais importa pra mim é salvar vidas.”

    Às 9 da manhã da última sexta-feira (8), Márcia dos Santos Rodrigues embarcou no Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte. Poucas horas depois, pisou em uma localidade que vive um dos piores cenários da pandemia que vem arruinando saúde e vidas. Ela está em Belém, no Pará, sexto estado brasileiro com mais casos de Covid-19. O último boletim da Secretaria de Saúde de lá, divulgado na noite de ontem (10), revela que são oficialmente 7.348 casos confirmados e 672 mortes. O governo estadual está endurecendo as medidas de contenção ao Coronavírus, decretando “lockdown”, suspendendo totalmente serviços não essenciais – por exemplo.

    Viagem longa de Três Pontas até a chegada no estado do Pará. Missão: salvar vidas!

    Louca de sair de Três Pontas, cidade sul-mineira que até o momento registra “apenas” 11 casos confirmados da doença? Não, não é insensatez ou irresponsabilidade: é missão, e missão para a qual se inscreveu voluntariamente.

    Márcia, 31 anos, é natural de Rio Branco (Acre), é médica formada em Clínica Geral na Bolívia, com pós-graduação em Medicina de Família e Comunidade pela UFMG. De origem simples, encarou grandes desafios para realizar o sonho que alimentava desde pequena: o diploma, o jaleco, o estetoscópio, o cumprimento na prática do juramento: “(…) ao exercer a arte de curar, mostrar-me-ei sempre fiel aos preceitos da honestidade, da caridade e da ciência (…)”.

    A doutora é também trespontana: de coração. Seu primeiro emprego foi no posto de saúde do Quilombo Nossa Senhora do Rosário, região rural de Três Pontas. A veia cultural da cidade pesou na hora de Márcia tomar a grande decisão enquanto recém-formada em Medicina. Entre o Nordeste e Minas, optou pelas Gerais.

    No município, acima de tudo religioso e musical, revela Márcia nesta entrevista, prestou seus serviços em três unidades de saúde, fez grandes amigos, virou a “doutora palhaça Pipoquinha” e empreendeu ao lado do noivo André. Tudo agora deixado para trás… temporariamente, se Deus assim permitir. A médica de Família voou ao encontro do povo paraense, avisada de que encontraria “um cenário de guerra”, mas confiante de que poderá lutar como sempre fez, bravamente, de poder seguir dedicando-se ao servir à humanidade.

    Numa parceria entre os sites de notícia Conexão Três Pontas e SintonizeAqui, Dra. Márcia contou detalhes do desafio. Se emocionou ao falar do desejo de salvar muitas vidas e, em algum momento, voltar para Três Pontas.

    Entrevista
    Márcia dos Santos Rodrigues
    Médica de Família e Comunidade
    Em missão contra a Covid-19 no Pará
    (Concedida na quinta-feira, 7, véspera do embarque)

    Dra. Márcia, como se deu a escolha pela Medicina?

    Há mais de 30 anos, minha mãe foi embora de Minas Gerais com meus avós para o Acre. Lá, ela conheceu meu pai e eles se casaram. Minha mãe é dona de casa, meu pai motorista de ônibus escolar há mais de 25 anos. O meu sonho sempre foi ser médica, desde que eu estava no pré-escolar, desde muito pequena. Nunca me imaginei fazendo outra coisa. Então, com muito sacrifício, o meu pai conseguiu que eu fosse para a Bolívia onde consegui me formar em Medicina. Foram sete anos sofridos, passei muita dificuldade, enfrentei a maior alagação da Bolívia que se possa imaginar. Durante esse período de inundação lá, trabalhei três meses como voluntária, conheci o André – hoje meu noivo. O André é mineiro e estava fazendo uma viagem de moto pela América Latina.

    Acre, Bolívia, Três Pontas. O que a motivou vir trabalhar aqui no sul das Minas Gerais?

    Em 2016 surgiu a oportunidade de eu entrar para o Programa ‘Mais Médicos’. No Acre existiam apenas duas vagas e mais de 24 médicos. Então, as oportunidades que me surgiram eram no Nordeste e em Minas Gerais. Como eu não conhecia Minas ainda, conversei com o André, falei quais cidades tinham vagas disponíveis e ele me falou que não conhecia Três Pontas, mas sabia que é uma cidade muito musical, ligada à arte. Me pareceu interessante porque eu gosto muito de todo o contexto cultural que Três Pontas envolve, então, acabei vindo para Minas. Aliás, conhecer Minas Gerais, terra de minha mãe, era também um sonho que sempre tive. Na verdade, eu não escolhi Três Pontas, foi Três Pontas que me escolheu, me acolheu de uma forma que eu não posso nem explicar.

    Embarque no Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte.

    Profissionalmente por onde passou no sistema de saúde trespontano?

    Aqui em Três Pontas eu trabalhei em três postos de saúde. O primeiro foi o do Quilombo Nossa Senhora do Rosário, onde trabalhei com a Dra. Adélia – uma pessoa espetacular que me recebeu muito bem. A equipe de lá me recebeu também muito bem e eu os amo, assim como amo toda a população do Quilombo onde foi o meu primeiro emprego. De lá, por questão de logística, a Prefeitura me transferiu para o posto do bairro Padre Vitor e, depois, terminei meus três anos de contrato no PSF Dr. Oscar, que é no bairro Philadelphia. Todas as três equipes muito boas. Trabalhei com a Dra. Priscila, enfermeira Rose e por último com a enfermeira Aparecida – a Cidinha, que são pessoas formidáveis.

    No ano passado, André foi ao Acre comigo e lá ficamos noivos. E também ano passado, o André – que é formado em Letras e Inglês, resolveu dar uma reviravolta e acabamos abrindo o Império do Queijo, ali pertinho da Prefeitura. Nesses últimos meses, eu trabalhei com ele tentando alavancar o negócio e estamos aí.

    Dra. Márcia integra o Trêspontalhaços, no papel da Doutora Pipoquinha, levando alegria e amor aos pacientes.

    Em reportagens, em postagens em redes sociais você aparece integrando o Trêspontalhaços Augustos. Fale um pouco sobre essa história.

    Em 2016, o Dr. Lanner, que é dentista, me disse: ‘Márcia, estão formando um grupo de Doutores Palhaços aqui em Três Pontas e eu acho que é sua cara, tem tudo a ver com o que você faz e gosta”. Aí, ele me passou o telefone do ‘Dimel’ e conheci essa pessoa espetacular que me adicionou no grupo. Então, eu passei a fazer parte do Trêspontalhaços lá no comecinho quando o grupo estava surgindo ainda. Então, tive a oportunidade de continuar realizando um outro sonho meu, porque na faculdade eu já participava de um projeto assim e culminou em eu exercendo a minha profissão e sendo uma doutora palhaça aqui. Tenho orgulho em dizer que sou parte desse grupo Trêspontalhaços que se tornou uma grande família para mim.

    Trêspontalhaços Augustos[/caption]

    Encarar a pandemia do novo Coronavírus no Pará. Como surgiu a oportunidade, como isso aconteceu na sua vida?

    Um amigo entrou em contato e me disse assim: ‘Márcia, no Pará a situação está bem mais complicada do que a gente está vendo, porque por enquanto está passando pouco no jornal. Está morrendo muita gente, praticamente 50% dos profissionais já se contaminaram, tem superlotação nos hospitais e eles estão convocando médicos. Você tem coragem de ir, você quer se inscrever? Eu te mando o site, o e-mail e você envia currículo’. Então, eu mandei na intenção de me inscrever e talvez poder ajudar, mas como muitos médicos se inscreveram imaginei que não seria selecionada. Mas, nessa segunda-feira, dia 4, me contataram e me convocaram.

    Dra. Márcia, da convocação ao embarque se deu tudo em um prazo pequeno, em uma única semana. Já sabe como será sua atuação lá, por quanto tempo?

    Vai ser outra reviravolta na minha vida porque eu já tenho a minha casa, estou ajudando o meu noivo André com a loja, mas esta é a minha vocação. Eu fiz um juramento e é uma honra para mim cumprir esse juramento. Estou muito feliz e honrada em poder ir para o Pará. Sei que lá eles estão precisando muito, e se Deus quiser, eu vou poder ajudar. Por outro lado, fico triste por ficar longe do meu noivo, ficar longe dos amigos que já se tornaram uma família pra mim, por ter que ir embora da cidade que escolhi para viver porque eu gosto muito de Três Pontas. Mas, se Deus quiser, logo, logo eu volto. O contrato é de um ano e assim que eu conseguir uma folga volto para visitar todos aqui. O contrato poderá ser renovado por mais ano, mas vamos ver como vai ser. O importante é o agora, é a emergência, é a necessidade que eles têm de profissionais lá. A coordenadora que entrou em contato comigo disse que, como a situação está crítica, ninguém pode ir comigo. Então, seja o que Deus quiser.

    Como médica, sabemos que a resposta é sim, mas como pessoa: está preparada, o que espera encontrar no Pará?

    Antes imaginei que iria encontrar uma situação complicada, mas ‘ontem’ (6) a nossa coordenadora nos disse exatamente desta forma: ‘venham preparados física e psicologicamente porque vocês vão encontrar um cenário de guerra’. Então, estou me preparando exatamente para isto: para ir à guerra.

    A ciência e a fé, de mãos dadas, na luta pela vida, contra o inimigo invisível.

    Considerações finais.

    Tenho recebido mensagens de muitos pacientes. Graças a Deus pelos três postos que passei aqui em Três Pontas fiz muitas amizades. Muitos pacientes até hoje me mandam mensagem, gostam muito de mim, graças a Deus, e é isso que está me dando força para ir e para voltar logo. Se Deus quiser tudo isso vai passar logo e poderemos nos reencontrar e nos abraçar novamente.

    Esta reportagem foi produzida em conjunto pelos veículos de comunicação de Três Pontas:

    • Conexão Três Pontas (entrevista Roger Campos)
    • SintonizeAqui (redação Arlene Brito)

    que, na oportunidade, agradecem à Dra. Márcia pelos serviços prestados à comunidade trespontana, a parabenizam pela destemida iniciativa e desejam proteção e sucesso nesta nova empreitada humanitária.

     

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  • Leitores levantam questionamentos sobre atuação da Saúde em Três Pontas contra o coronavírus

    Leitores levantam questionamentos sobre atuação da Saúde em Três Pontas contra o coronavírus

    Santa Casa e Executivo respondem e afirmam que questionamentos não procedem.

    A reportagem do Conexão Três Pontas entrou em contato na manhã desta quinta-feira (7) com a direção da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis e também com a Prefeitura em busca de respostas para alguns questionamentos feitos por leitores intimidados com o avanço do coronavírus na cidade. O Provedor do HSFA, Michel Renan Simão Castro e a Assessoria de Imprensa do Executivo Municipal contestaram as afirmações. “Esses questionamentos não procedem, são inverídicos!”

    Logo pela manhã, a Prefeitura de Três Pontas encaminhou ao Conexão o mais recente boletim epidemiológico com informações sobre o coronavírus no município. Mais um caso de Covid-19 foi confirmado, totalizando 11, dentre eles 10 pessoas em quarentena (tratamento encerrado ou em andamento) e 1 óbito. Logo em seguida alguns leitores enviaram posts em texto e em áudios para nossa reportagem cobrando explicações por parte dos envolvidos com o combate da pandemia.

    O primeiro questionamento feito por uma leitora trata dos testes de detecção da Covid-19:

    _ É muita sacanagem o que estão fazendo. Só fazem o teste pra confirmar o coronavírus se a pessoa for até o Centro Pediátrico, se estiver com febre e tossindo até vomitar, com dor no peito e falta de ar. Meu pai conseguiu passar em consulta um mês atrás na Policlínica. Ele fez um raio X e o médico pediu uma tomografia alegando que ele estava com enfisema pulmonar. Fui marcar a tomografia pelo SUS e não estão marcando. Meu pai guardou um dinheiro e foi com os 200 reais fazer a tomografia. Mas chegou lá e viu que era 400. Corri pra todos os lados, disse que se não fizerem a tomografia nele vou “rodar a baiana”. Ele não sai de casa, nem minha mãe. Eu escutei e estou sabendo que no hospital não estão fazendo o teste. A pessoa tem que ir para o Centro Pediátrico. Eles estão priorizando os profissionais de Saúde para fazer os testes e com isso não sabem quantos infectados estão andando pela cidade.

    Sobre isso, o Provedor da Santa Casa, Michel Renan declarou: “Eu vejo que um dos maiores problemas que existem hoje em Três Pontas e que eu sempre tentei combater, é o individualismo. Como nós vivemos numa comunidade, deveríamos ver as necessidades do coletivo e não individualmente. Sobre o procedimento dos testes eu não tenho como responder os procedimentos que estão sendo tomados. A Prefeitura poderá responder melhor. Mas reafirmo o quanto a Secretária de Saúde, Teresa Cristina, tem trabalhado, tem se dedicado incansavelmente. As pessoas acham que ela faz pouco. Faz um belo trabalho sem dúvida! Fico triste quando vejo que as pessoas querem denegrir o trabalho dela. Ainda sobre os testes, dizer que só estão sendo feitos no Centro Pediátrico é mentira! Quando chega um paciente com suspeitas de coronavírus, apresentando sintomas, o médico faz o pedido de testagem. Isso é definido por critério médico e não cabe a própria pessoa querer ter mais conhecimento que o médico. Infelizmente, no Brasil inteiro, não há testes para todo mundo. Quem define quem precisará do teste ou não é o médico. A afirmação da leitora do Conexão de que os testes são encaminhados e feitos apenas para os profissionais da Saúde também é outra mentira. Repito, quem está definindo isso é o médico. Sobre a questão da tomografia quero informar que o procedimento não é da Santa Casa, é terceirizado. Quando a pessoa está internada no Hospital a tomografia é feita gratuitamente, no “0800”. Se a pessoa quiser fazer particular eu não tenho como colocar preço no serviço dos outros. Seria o mesmo que eu colocar preço no trabalho do Conexão.” , revelou.

    O Provedor Michel Renan e o Prefeito Marcelo Chaves Garcia.

    Já a Prefeitura Municipal disse que “sobre os testes, todos sabem que não tem pra todo mundo infelizmente. A mídia tem mostrado isso diariamente. As pessoas já estão sabendo repetitivamente que não tem mesmo em todo Brasil. A pandemia é mundial, é nova, e não tiveram tempo de repor os testes ainda para todo mundo. Nós mesmos conseguimos comprar, apenas testes rápidos, mas ele não é 100% eficiente. Logo estaremos recebendo os testes. O Centro Pediátrico estava funcionando como centro do Covid-19, pra justamente ninguém se contaminar. Por isso separamos os casos suspeitos dos demais, de outras enfermidades. Há algumas mudanças que estamos estudando”.

    O segundo item que chama a atenção na reclamação da leitora fala do número de vagas na UTI no Hospital:

    _ Na UTI não tem mais nenhuma vaga. Está lotada! Tem um senhor que enfartou e que está há 15 dias no Pronto Atendimento Municipal. Isso porque não tem vaga na UTI. Há pessoas com suspeita de coronavírus e não querem coloca-lo junto. A situação é essa e a Secretaria de Saúde não está falando nada para a população. Aqui em Três Pontas até bares estão abrindo e com as mesas todas cheias.

    Nova ala na Santa Casa para atendimento de infectados pelo coronavírus.

    O Provedor atualizou a situação da Unidade de Terapia Intensiva: “Sobre a questão da UTI, de que não há leitos disponíveis, esta é parte mais grave de todas as inverdades que nos atiraram. Disse que há uma pessoa há 15 dias no PAM… Isso é mentira! Nós temos 4 vagas no momento, sendo duas para Covid-19 e duas pra outros casos. Uma mentira muito grande que essa leitora levantou e que só traz problema.”. A Prefeitura complementou: “Sobre os casos, em nenhum momento foi informado que tem alguém internado com Covid-19. Pode haver suspeitas, porque as vezes a pessoa está com falta de ar entre outros sintomas. Aí isolam a pessoa e faz o teste para saber. Mas isso segue todo um protocolo. É feito com critério e responsabilidade.”

    Outro questionamento da leitora foi a falta de uso de máscara por parte de muitas pessoas:

    _ A gente acaba tendo que sair de casa para fazer algumas coisas e se depara com muitas pessoas sem máscara. Os adolescentes não estão nem aí. Tem famílias de enfermeiros saindo pra rua toda hora e sem máscara, porque se eles precisarem fazer o teste conseguem rapidinho, um atrás do outro. E um que está necessitando mesmo morre à míngua. Tinha que ter mais explicação das coisas e essas pessoas darem exemplo. Eles deveriam jogar a verdade na cara de todo mundo. A Saúde do município deveria ser mais clara. Fazer uma live e explicar a real situação.

    Michel Renan falou sobre o questionamento do uso de máscara: “Sobre as pessoas usarem máscara ou não, eu não vou entrar nisso porque cabe a cada pessoa ter consciência ou não. Vai de cada um!”. A Assessoria de Imprensa também se posicionou: “É lei ESTADUAL o uso de máscara, a Prefeitura não tem força de para obrigar a pessoa a usar máscara. Como é lei, quem faz cumprir lei estadual é a POLÍCIA MILITAR. O que estamos fazendo é campanhas orientando as pessoas.”.

    Outra leitora, residente na zona rural de Três Pontas fez a seguinte reclamação:

    _ Meu marido trabalha na zona rural. Somos aposentados, mas continuamos trabalhando. Ele fala que o ônibus está indo muito cheio, embora as pessoas estejam usando máscara. Tem muitos passageiros que estão indo em pé. Eu não acho isso certo. Pelo menos eles estão higienizando o ônibus de manhã e de tarde. Mas está lotado. Gostaria de saber o que pode ser feito a esse respeito, fico preocupada. Será que a Vigilância Sanitária poderia fazer alguma coisa, uma averiguação?

    A Prefeitura respondeu informando que “a reclamante deve fazer uma denúncia no canal da Ouvidoria, para que eles encaminhem para as autoridades competentes.”.

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  • Mais um caso confirmado de coronavírus em Três Pontas

    Mais um caso confirmado de coronavírus em Três Pontas

    Já são 11 pessoas infectadas com a Covid-19 no município.

    A Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas confirmou na manhã desta quinta-feira (07) o décimo primeiro caso de coronavírus na cidade. Dez pessoas estiveram ou estão em tratamento, enquanto, infelizmente, um óbito já foi confirmado.

    Ainda conforme o Executivo Municipal trata-se de uma pessoa fora dos grupos de risco, ou seja, com idade abaixo dos 60 anos e sem nenhuma comorbidade (não tem doença crônica). A pessoa teria contraído a Covid-19 através de contato com outra pessoa infectada. A confirmação se deu através de exame colhido na rede pública.

    O último Boletim da Covid-19, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, são os seguintes:

    CASOS CONFIRMADOS

    – 10 casos confirmados – Em quarentena ou hospitalizado segundo protocolos com a família;

    – 01 CASO DE ÓBITO – Caso confirmado através de exame;

    Total de casos confirmados – 11 casos até o momento.

    CASOS SUSPEITOS / DESCARTADOS

    – 06 casos suspeitos – Realizaram exames e estão aguardando resultados em quarentena;

    – 00 óbitos em investigação;

    – 52 casos descartados – Suspeitos que realizaram exames e foram descartados pelos resultados.

    – 211 casos de síndrome gripal – Suspeitos com sintomas de gripe;

    – Total de coleta para exames – 69

    A Prefeitura Municipal reforça os pedidos para que a população evite aglomerações, se possível que permaneça em suas casas e que faça o uso das máscaras nas ruas ou estabelecimentos comerciais.

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  • BOA NOTÍCIA: Remdesivir, um remédio que acelera a recuperação dos pacientes com COVID-19

    BOA NOTÍCIA: Remdesivir, um remédio que acelera a recuperação dos pacientes com COVID-19

    O remdesivir acelera o tempo de recuperação em pacientes com COVID-19, de acordo com um importante estudo realizado nos EUA, tornando-se o primeiro medicamento com benefícios comprovados contra a doença.

    O que você precisa saber sobre o remédio:

    O que é o remdesivir?

    O Remdesivir é um antiviral experimental de amplo espectro fabricado pela farmacêutica americana Gilead Sciences, que foi desenvolvido pela primeira vez para tratar o Ebola, uma febre hemorrágica viral.

    Em 2016, esse remédio entusiasmou os pesquisadores em um estudo realizado com primatas, e foi usado durante uma importante pesquisa na República do Congo, sendo comparado com outros três medicamentos.

    No entanto, esse estudo, entretanto, foi concluído em 2019 porque o medicamento não conseguiu aumentar as taxas de sobrevivência como os outros dois anticorpos monoclonais, proteínas do sistema imunológico projetadas em laboratório.

    Em fevereiro, o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID) anunciou que o remdesivir seria novamente testado, dessa vez em uma pesquisa sobre o SARS-CoV-2, o patógeno que causa o COVID-19, porque era promissor em testes em animais contra os coronavírus SARS e MERS.

    Qual a sua eficácia?

    Na última quarta-feira, o NIAID anunciou os resultados de seu estudo, que contou com 1.000 pessoas e teve como conclusão que pacientes hospitalizados com problemas respiratórios por COVID-19 tratados com a droga melhoraram mais rapidamente do que os casos resolvidos com um placebo.

    Os pacientes que tomaram o medicamento se recuperaram em média 31% mais rápido.

    “Embora os resultados tenham sido claramente positivos, do ponto de vista estatisticamente significativo, eles foram pequenos”, disse nesta quinta-feira Anthony Fauci, cientista chefe do NIAID.

    Em outras palavras, funciona, mas não é uma cura milagrosa.

    No entanto, ele pode abrir o caminho para melhores tratamentos, assim como os primeiros medicamentos desenvolvidos para o tratamento do HIV nos anos 80, muito menos eficazes do que os usados atualmente.

    Os resultados sugeriram que o Remdesivir poderia reduzir as taxas de mortalidade de 11,7% para 8,0%, mas esses dados são considerados menos confiáveis estatisticamente.

    Por que há resultados variados?

    As descobertas do estudo liderado pelos EUA foram anunciadas no mesmo dia em que a The Lancet publicou os resultados de um estudo realizado em menor escala com o mesmo medicamento, no qual não encontrou benefício estatístico no Remdesivir.

    Este estudo ocorreu com pouco mais de 200 pessoas em Wuhan, na China, e foi um estudo controlado de forma aleatória, que é forma considerada de mais alto padrão na avaliação de um tratamento.

    Esse estudo, no entanto, teve que ser interrompido por não recrutar pacientes suficientes. Seu tamanho foi aproximadamente cinco vezes menor do que o estudo realizado pelos Estados Unidos.

    “Os números dos testes são muito pequenos para tirar conclusões objetivas”, disse Stephen Evans, especialista em estatística médica da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.

    Quando estaria disponível?

    O Remdesivir já foi administrado a pacientes em todo o mundo, em ensaios clínicos e também fora deles, em resposta aos “pedidos de uso compassivo” da Gilead para conseguir acessar algumas emergências.

    Nos Estados Unidos, espera-se que a agência federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) emita uma “autorização de uso emergencial” em breve, o que aumentaria ainda mais seu uso, antes de sua aprovação formal.

    “Eu estava conversando com o comissário da FDA ontem à noite, e tudo está acontecendo muito rápido”, disse o epidemiologista e assessor do presidente americano, Donald Trump.

    “Eles ainda não tomaram uma decisão final, não a anunciaram, mas eu diria que chegaremos a ela em breve”.

    Como o medicamento é complexo de fabricar e é administrado por injeção e não por pílulas, há dúvidas sobre se o abastecimento será limitado a uma fase.

    Em carta aberta divulgada na última quarta, Daniel O’Day, presidente da Gilead, informou que a empresa tem 1,5 milhão de doses prontas ou quase prontas.

    “Estimamos que seriam (disponibilizadas) 140.000 tratamentos com base em uma duração de 10 dias”, disse ele.

    Outro estudo mostrou que cinco dias são tão eficazes quanto usá-lo em 10 dias.

    Isso significa que “podemos aumentar significativamente o número de tratamentos disponíveis, que a Gilead está comprometida a doar”, disse O’Day.

    Como funciona?

    O Remdesivir pertence a uma classe de medicamentos que ataca diretamente o vírus.

    É o chamado “análogo de nucleotídeo”, que imita a adenosina, um dos quatro componentes básicos do RNA e do DNA.

    “O vírus não toma muito cuidado com o que incorpora”, disse o virologista Benjamin Neuman, da Texas A&M University.

    “Os vírus normalmente tentam ser rápidos e mudam a velocidade como forma de precaução”, alertou.

    O Remdesivir é incorporado de forma silenciosa ao genoma do vírus em vez da adenosina, causando um curto-circuito no seu processo de reprodução.

    Fonte IstoÉ

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  • SOLIDARIEDADE: Moacyr Supermercados distribuirá quase 400 Cestas Básicas em Três Pontas por conta da pandemia de Coronavírus

    SOLIDARIEDADE: Moacyr Supermercados distribuirá quase 400 Cestas Básicas em Três Pontas por conta da pandemia de Coronavírus

    Ao todo são mais de 13 mil cestas básicas através do projeto Corrente do Bem Unissul

    Os supermercados Unissul estão doando cestas básicas para famílias carentes afetadas pela pandemia, através de ONG’s e prefeituras.  E aqui em Três Pontas, o supermercado credenciado na Rede Unissul é o Moacyr Supermercados, uma empresa de muita tradição, geradora de centenas de empregos que, ao longo dos anos, desenvolve diversas ações sociais em favor da comunidade mais carente e de entidades como o Hospital São Francisco de Assis e Vila Vicentina.

    Proprietários do Moacyr Supermercados

    Dona Maria do Carmo Mesquita Lamaita, viúva do saudoso Moacyr Pieve Miranda, coordena de perto, ao lado dos filhos Delson, Denilson e Dilson, a empresa que está no coração dos trespontanos. Além de empregar cerca de 200 funcionários, o Moacyr Supermercados também sempre demonstra preocupação e atuação na área social. E agora, diante da terrível pandemia de Coronavírus, do grande número de pessoas que estão perdendo seus postos de trabalho, do caos na economia e sabendo que muitas famílias praticamente não estão tendo o que comer, resolveu entrar na “luta pela vida” mais uma vez.

    De acordo com um dos proprietários da empresa, Delson Lamaita Miranda, a Rede Unissul, que é gerida por 13 sócios, atua em diversas cidades com um grupo de 26 supermercados. E em Três Pontas o representante da Unissul é o Moacyr Supermercados. Desta forma, sabendo da ação que a rede vem divulgando na mídia, a direção do Moacyr Supermercados colocou as mãos no próprio bolso e adquiriu 397 cestas básicas para repassar aos carentes de nossa cidade.

    “Não queríamos nada que envolvesse política de forma direta ou que alguém fosse beneficiado sem que realmente precisasse. Então, em contato com o Professor Popó Diniz, vereador local, ficamos sabendo de uma espécie de cadastro único, uma nova lista, atualizada, que foi feita na cidade de Três Pontas, envolvendo as igrejas católicas, evangélicas e espíritas, além da Assistência Social. Essa lista juntou todas as pessoas, as famílias carentes que precisam de ajuda e de uma forma mais precisa. Diante desses dados iniciaremos a entrega das cestas básicas”, revelou.

    O Moacyr Supermercados informou ainda que as entregas já serão feitas a partir desta quarta-feira, dia 29 de abril, depois do almoço.

    A Rede Unissul beneficiará diversas entidades em toda região, dentre elas o Projeto Social Santo Antônio. Ao todo serão doadas 13 mil cestas básicas, o que representa 342 toneladas e um investimento de cerca de 1 milhão de reais, onde os acionistas estão pagando tudo, sem  depender de fornecedores.

    Empresa emprega mais de 200 funcionários e atua fortemente em ações sociais em Três Pontas.

    Parabéns ao Moacyr Supermercados por mais este gesto de grandeza e de solidariedade!

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  • GRIPE: Vacinação de doentes crônicos deverá ser agendada em Três Pontas

    GRIPE: Vacinação de doentes crônicos deverá ser agendada em Três Pontas

    Começou no dia 23 de março em quase todo Brasil a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. De acordo com Ministério da Saúde, na primeira etapa os públicos prioritários foram idosos e trabalhadores da saúde. A segunda etapa, para doentes crônicos, já está sendo dada nos postos de saúde de Três Pontas mediante agendamento.

    A primeira fase da Campanha de Vacinação no município aconteceu em locais abertos, em frente aos postos, quadras, praças, para que nenhum idoso ficasse confinado, mesmo que por alguns minutos, em um ambiente fechado e mais propenso à contaminação. Também houve agendamentos por telefone e um dia em que a vacinação se deu na Avenida Oswaldo Cruz, início da Av. Nilson Vilela, quando uma imensa fila de carros se formou. Os idosos não precisaram descer dos veículos e assim se mantiveram mais protegidos.

    Seguindo cronograma do Ministério da Saúde, os doentes crônicos também serão vacinados. E para eles a data prevista era o dia 16 de abril.  A nova etapa também abrange motoristas, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade. Idosos ainda podem se imunizar.

    Os integrantes do público-alvo desta fase da campanha são: portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; funcionários do sistema prisional; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade; além de caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários.

    De acordo com a Assessoria da Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas, mesmo a segunda fase tendo oficialmente começado no Brasil no dia 16, aqui em Três Pontas, para os doentes crônicos, deverá haver agendamento via telefone ou mesmo pessoalmente nos postos, o que não é recomendado por conta da necessidade de isolamento social provocado pelo coronavírus.

    Os doentes crônicos que quiserem tomar a vacina precisarão apresentar medicação, atestado ou laudo médico que comprove a existência da doença.

    Vacinados em Três Pontas nesta fase:

    – Membros das forças de segurança e salvamento;

    – Doentes crônicos;

    – Caminhoneiros;

    – Motoristas e cobradores de transporte coletivo;

    – Portuários;

    – População Indígena

    “Ligue ou vá no posto mais perto de sua casa para AGENDAR a sua vacina”, informou a PMTP.

    Contatos dos Postos de Saúde:

    CS CATUMBI – 3266-1056

    CS VILA MARILENA – 3265-5621

    CS PADRE VICTOR – 3265-4185

    CS SANTA EDWIRGES (EM REFORMA e será agendado no SALÃO PAROQUIAL DO BAIRRO)

    ESF DR. ODILON TEODORO LEITE – 3266-5231

    ESF DR. OSCAR DE OLIVEIRA BRITO – 3266-6798

    ESF DR. CARLOS – 3266-5407

    POLICLÍNICA – 3265-5524

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  • ALERTA: DOS 9 CASOS CONFIRMADOS DE COVID-19 EM TRÊS PONTAS, APENAS 1 É DE PESSOA IDOSA

    ALERTA: DOS 9 CASOS CONFIRMADOS DE COVID-19 EM TRÊS PONTAS, APENAS 1 É DE PESSOA IDOSA

    ADOLESCENTES CONTABILIZAM 2 CASOS. TRÊS ADULTOS COM MENOS DE 40 ANOS FORAM CONTAMINADOS.

    Em todo mundo o grande e inicial alerta dava conta de que os idosos, pessoas acima dos 60 anos de idade, seriam as maiores vítimas do Coronavírus. E de fato é, em boa parte do mundo e do Brasil, especificamente. Mas em Três Pontas a realidade é o inverso. Pessoas com menos de 40 anos de idade representam 62,50% dos casos confirmados de pessoas ainda com vida.

    Há um padrão nos países com mais casos da Covid-19, doença causada pelo novo Coronavírus, e dados confiáveis à disposição: a maior parte das mortes é de pessoas acima de 60 anos. Os mais jovens, entretanto, têm presença significativa nas hospitalizações e ocupam leitos que podem faltar a pacientes com Covid-19 ou outras doenças.

    Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (27) pela Prefeitura Municipal de Três Pontas, dos 9 casos confirmados, são 4 homens e 5 mulheres (incluindo 1 óbito) . Nenhum caso na faixa etária de 0 a 9 anos. São dois casos confirmados em adolescentes de 10 a 19 anos. Três casos de 20 a 39 anos. Outros 3 casos na faixa etária de 40 a 59 anos. Entre os idosos, o mais alardeado grupo de risco, apenas 1 caso confirmado (acima dos 60 anos).

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para o número cada vez maior de jovens afetados de forma severa pelo Coronavírus. Ainda que os idosos sejam os que mais necessitam de cuidados, Maria Van Kerkhove, diretora técnica da OMS, afirmou que pessoas de 30, 40 e 50 anos estão morrendo nas UTIs.

    Mesmo que não apresentem sintomas ou não passem por um quadro grave da doença, os jovens podem ser vetores do vírus para os mais velhos. Logo, a importância de se evitar a contaminação independentemente da idade.

    Os casos do novo Coronavírus no mundo se aproximam dos três milhões. Até a manhã desta segunda-feira, a Universidade Johns Hopkins, nos EUA, computava 2.982.933 pessoas infectadas e 206.811 mortes em razão da Covid-19. A pandemia aprofunda crises políticas e econômicas em todo o planeta. O Brasil computa 4.205 óbitos pela Covid-19 e 61.888 contágios.

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  • EM APENAS 10 DIAS TRÊS PONTAS SALTA DE 1 PARA 9 CASOS DE COVID-19

    EM APENAS 10 DIAS TRÊS PONTAS SALTA DE 1 PARA 9 CASOS DE COVID-19

    Casos positivos de Covid-19 sobem para 171 no Sul de Minas, com 11 mortes

    A situação da pandemia de Coronavírus em Três Pontas está piorando e numa velocidade cada vez maior. A Prefeitura Municipal de Três Pontas confirmou nesta segunda-feira (27) 9 casos de Covid-19, sendo que deste total, 8 estão em tratamento e confirmado ainda 1 óbito. Há exatos 10 dias Três Pontas apresentava oficialmente seu primeiro caso. Na última sexta-feira, dia 24 de abril o número triplicou. E agora saltou para 9.

    Profissionais da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas e também da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis se reuniram na manhã daquele 17 de abril e gravaram um vídeo explicando os detalhes do primeiro caso. Dentre os profissionais presentes estavam a Secretária Municipal de Saúde, Teresa Cristina Rabello, o Provedor da Santa Casa, Michel Renan Simão Castro, os diretores Dr. Eduardo Camargo Vasconcelos e Dr. Geovanni Pereira, a responsável pelo setor de Imunização da SMS, Lara Miranda Silva e outros. “Nós viemos informar a todos que na noite desta quinta-feira tivemos a confirmação de um caso de coronavírus em Três Pontas!”.

    No último final de semana, em novo vídeo, confirmaram o terceiro caso e avisaram que não informariam mais a atualização dos casos em vídeos, apenas nos boletins diários.

    Conforme os dados apresentados pela Assessoria de Imprensa, os números de hoje em Três Pontas são os seguintes:

    08 CASOS CONFIRMADOS – Em quarentena ou hospitalizado segundo protocolos com a família;

    01 CASO DE ÓBITO – Caso confirmado através de exame;

    TOTAL DE CASOS CONFIRMADOS – 09 casos até o momento.

    CASOS SUSPEITOS / DESCARTADOS

    03 CASOS SUSPEITOS – Realizaram exames e aguardando resultados em quarentena;

    00 ÓBITOS EM INVESTIGAÇÃO

    35 CASOS DESCARTADOS – Suspeitos que realizaram exames e foram descartados pelos resultados.

    157 CASOS SÍNDROME GRIPAL – Suspeitos com sintomas de gripe

    TOTAL DE COLETA PARA EXAMES – 47

    Por diferenças na apresentação dos dados entre a Secretaria Estadual de Saúde e as secretarias municipais, os números divulgados acabam oscilando. Hoje, conforme a SES, entrou na estatística apenas mais 1 caso em Três Pontas. Ou seja, para o órgão estadual, Três Pontas tem 3 casos confirmados enquanto que para a Secretaria Municipal de Saúde local a cidade já contabiliza 9 casos confirmados.

    Assim que a Secretaria Estadual de Saúde atualizar os casos, conforme os dados da Prefeitura, Três Pontas deverá figurar, infelizmente, entre as 5 cidades com mais casos em todo Sul de Minas, empatada com Itajubá e Boa Esperança.

    A boa notícia, segundo a Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas, é que dos 8 casos confirmados de pessoas em tratamento, todas estão em isolamento residencial, ou seja, nenhum caso mais grave no Hospital de Três Pontas.

    Também foi divulgado o perfil dos casos confirmados em Três Pontas. Dos 9 casos confirmados, são 4 homens e 5 mulheres (incluindo 1 óbito) . Nenhum caso na faixa etária de 0 a 9 anos. São dois casos confirmados em adolescentes de 10 a 19 anos. Três casos de 20 a 39 anos. Outros 3 casos na faixa etária de 40 a 59 anos. Entre os idosos, o mais alardeado grupo de risco, apenas 1 caso confirmado (acima dos 60 anos).

    Pouso Alegre lidera com 24 casos confirmados e 2 mortes. Em seguida vem Extrema com 21 casos e 1 morte. Na terceira posição está Poços de Caldas com 14 casos confirmados e 1 morte. Varginha ocupa o quarto lugar, com 12 casos e 1 morte. Na quinta posição vêm Três Pontas, Boa Esperança e Itajubá, todas com 9 casos confirmados (baseando Três Pontas nas informações divulgadas pelo Município) . Três Pontas é a única das três cidades com uma morte confirmada por Covid-19.

    Ao todo, Minas Gerais tem 1.586 casos confirmados de Coronavírus, sendo 62 mortes por Covid-19. A Secretaria de Estado não divulga estatística de pessoas curadas da doença.

    Casos suspeitos diminuem

    O número de casos em investigação por Covid-19 caiu no Sul de Minas conforme novos números divulgados pela SES-MG na sexta-feira (24). Em relação ao último levantamento, na quarta-feira (22), são 675 suspeitas a menos. Agora a região, conforme a SES-MG, tem 6.602 casos suspeitos.

    Ao todo foram 754 casos descartados em 72 cidades e +79 suspeitas em 39 municípios. São Lourenço foi a cidade que teve mais casos descartados (219). Pouso Alegre teve 129, Varginha 58 e Extrema 56 descartados.

    Com informações do G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

    Jornalista

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