Categoria: Alerta

  • PREFEITURA INICIA A VACINAÇÃO CONTRA RAIVA ANIMAL EM TRÊS PONTAS

    PREFEITURA INICIA A VACINAÇÃO CONTRA RAIVA ANIMAL EM TRÊS PONTAS

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Saúde e da Vigilância Epidemiológica e Ambiental, realiza, de 1° de agosto a 11 de setembro a vacinação contra raiva animal em Três Pontas.

    Na zona urbana a vacinação ocorre de 6 a 28 de Agosto. Já na zona rural a programação é mais extensa por conta do número de comunidades.

    Veja abaixo a programação completa:

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    Você sabe o que é Raiva Animal e todos os seus perigos e alertas?

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    A raiva é uma doença infecciosa viral que atinge o sistema nervoso central. O agente infectante é um vírus pertencente à família Rhabdoviridae, gênero Lyssavirus, presente na saliva do animal doente. Este, ao morder ou lamber mucosas ou regiões feridas, pode transmitir a enfermidade a seres humanos.

    A zoonose afeta, unicamente, os mamíferos.

    “Isso significa que animais como cães, gatos, saguis e morcegos podem carregar o vírus, mas pássaros e insetos, não. Pequenos roedores, a exemplo de hamsters, porquinhos-da-índia, ratos e camundongos, e lagomorfos – coelhos e lebres –, também mamíferos, quase nunca são infectados com raiva e não são conhecidos por transmitir a doença”, explica a infectologista Christianne Takeda.

    Depois que o vírus entra no corpo, por meio da lambedura, arranhadura ou mordedura, o tempo de incubação pode variar de duas semanas a 60 dias, em média. Porém, esse período pode se prolongar por até cinco anos, principalmente, nos casos de mordidas de primatas não humanos.

    Em seguida, o vírus se movimenta a uma velocidade de cerca de 100 mm/dia pelos nervos até o cérebro e a medula espinhal, causando uma encefalite, ou seja, uma inflamação no cérebro.

    Os sintomas da raiva em pessoas são: dor de cabeça, febre, náusea, dor de garganta e alterações de sensibilidade no local da ferida provocada pela mordedura do animal. Estes sinais evoluem para paralisia e espasmos dos músculos de deglutição.

    O paciente também pode apresentar inchaço nos gânglios linfáticos, aumento da sensibilidade e dormência em locais próximos ao contato com o animal infectado, além de alterações de comportamento.

    Raiva nos animais

    Assim como outras doenças causadas por vírus, existem variantes da raiva que podem desenvolver sintomas diversos. Por isso, é recomendável se manter distante de animais silvestres como saguis e, principalmente, morcegos, mesmo que pareçam saudáveis.

    “Os morcegos podem carregar o vírus na saliva e transmiti-lo às pessoas por meio de mordidas ou arranhões. É importante evitar manuseá-los e procurar ajuda se vir algum por perto”, reforça Takeda.

    Ainda conforme a infectologista, ao alimentar animais de rua, por exemplo, é importante tomar precauções de segurança para evitar acidentes.

    “Você deve se aproximar com cuidado e evitar movimentos bruscos que possam assustá-los. É melhor usar recipientes e utensílios de alimentação adequados. Também é uma boa ideia buscar orientação de organizações de bem-estar animal ou autoridades locais”, diz.

    Apesar de o vírus atuar da mesma forma no organismo dos animais silvestres e dos domesticados, os sintomas podem ser diferentes. Em cães e gatos, geralmente, a apresentação clínica é furiosa. Em animais de produção, como bovinos, caprinos, suínos e ovinos, é paralítica. Já em mamíferos silvestres, é variável.

    Como o vírus compromete o sistema nervoso central, são prejudicadas todas as atividades do corpo, incluindo os movimentos respiratórios e a deglutição. “A sintomatologia que compreende o ‘engasgo’, bem como a dificuldade de ingestão de água devem-se à paralisia dos músculos. Quanto aos incômodos com a luz, a chamada de ‘fotofobia’, deve-se ao fato dos vírus atuarem nos bastonetes localizados na retina. Depois do comprometimento do sistema nervoso central, ocorre a disseminação em todos os órgãos por meio do movimento centrífugo.

    Prevenção

    Para prevenir a raiva, além de gatos e cachorros, os animais de produção também devem ser imunizados anualmente. No caso dos animais de produção, a vacina deve ser reforçada após 30 dias.

    Além de cumprir o esquema completo da imunização, é necessário fazer a observação clínica, por dez dias, de cães e gatos que morderam uma pessoa. Já o paciente mordido deve receber, prontamente, a primeira dose da antirrábica, e as outras, com três, sete, 14 e 28 dias depois.

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  • ESPECIAL: MUITO MAIS MULHERES ESTÃO MORRENDO POR CAUSA DE INFARTO; AUMENTO É DE 176%

    ESPECIAL: MUITO MAIS MULHERES ESTÃO MORRENDO POR CAUSA DE INFARTO; AUMENTO É DE 176%

    O Brasil registrou um aumento assustador no número de mortes de mulheres por conta de infarto. Situação liga o alerta!

    Os dados foram revelados por uma recente pesquisa, onde o crescimento foi de 62% em mulheres com idades entre 15 e 49 anos. Já em mulheres acima de 50 anos, com idade até 69 anos, o aumento foi simplesmente assustador. O crescimento foi de 176%, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    Dentre os principais motivos estão a mudança na rotina de vida que levaram muitas mulheres ao sedentarismo. Por outro lado, há também os casos cada vez mais comuns de mulheres com duplas ou triplas jornadas de trabalho, com estresse elevado e com uma alimentação pouco saudável. A mortalidade por infarto entre mulheres jovens no Brasil está em crescimento — e menos da metade delas recebe o tratamento adequado para prevenir ou tratar esse problema.

    Esses são os dois principais alertas de um recente posicionamento sobre a saúde do coração feminino lançado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

    A entidade chama a atenção para todas as falhas na cadeia de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do ataque cardíaco — e de outras doenças agudas que afetam o sistema cardiovascular — entre o público feminino.

    Na cardiologia, as diferenças entre homens e mulheres “vão além das questões cromossômicas” e envolvem “os valores sociais, as percepções e os comportamentos”, que “moldam padrões e criam diferentes papeis na sociedade”, aponta o documento.

    Essas questões ganham mais importância quando lembramos que as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil, independentemente do sexo.

    Mulheres mais jovens sob risco

    O infarto geralmente acontece quando há o entupimento das artérias coronárias, os vasos que levam sangue rico em oxigênio e nutrientes para o coração funcionar direito.

    Essa crise cardíaca aguda — e potencialmente mortal — costuma ser o estopim de uma série de elementos que se acumulam por anos ou décadas, como doenças crônicas (obesidade, hipertensão, colesterol alto, diabetes…), comportamentos e mudanças de estilo de vida (consumo de álcool, tabagismo, sedentarismo, sono de má qualidade…) ou características individuais (idade, sexo, histórico familiar…).

    Tradicionalmente, o ataque cardíaco sempre foi vinculado à figura do homem com mais de 45 ou 50 anos que carrega um ou mais fatores de risco da lista detalhada no parágrafo anterior. E, segundo essa linha de raciocínio, o risco para as mulheres só aumentava no pós-menopausa — quando elas perdem a proteção cardiovascular conferida por alguns hormônios, como o estrogênio e a progesterona.

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    Fatores de risco menos óbvios

    Para começar, o posicionamento destaca que “as mulheres apresentam com maior frequência fatores de risco cardiovascular não tradicionais, como estresse mental e depressão, e sofrem as consequências das desvantagens sociais devido à raça, etnicidade e renda”.

    Ou seja: além daqueles gatilhos clássicos do infarto (pressão alta, diabetes, sedentarismo, excesso de peso…), o público feminino ainda é mais afetado por problemas relacionados à saúde mental.

    As questões psicológicas, por sua vez, vão representar um fardo a mais para um coração que já está sobrecarregado.

    O impacto do estresse e da saúde mental no coração da mulher foi medido em vários estudos publicados ao longo dos últimos anos.

    Um deles, feito na Universidade Emory, nos Estados Unidos, mostrou que a taxa de ataques cardíacos relacionados ao estresse era o dobro no público feminino em comparação com o masculino.

    Entre pacientes que se recuperam de um infarto, a diferença no fardo mental também é marcante entre os sexos. De acordo com uma pesquisa da Universidade Yale, também nos EUA, a percepção de estresse é maior entre as mulheres mais jovens durante os doze meses que sucedem o evento cardiovascular.

    Em linhas gerais, a saúde mental das mulheres é mais afetada que a dos homens por questões hormonais, de violência de gênero e traumas, segundo uma revisão publicada no The Lancet Psychiatry.

    “Existe uma tendência na sociedade e na medicina de não se valorizar muito os aspectos da saúde mental. A mulher é vista como nervosa, como se não soubesse se portar ou reagir”, comenta a cardiologista Ieda Jatene, do Grupo de Estudo de Doenças Cardiovasculares em Mulheres do Hcor, em São Paulo.

    “Muitas vezes, as queixas emocionais não são encaradas com a mesma seriedade de incômodos físicos”, lamenta a médica.

    Que fique claro: estresse, ansiedade, depressão e outros problemas psicológicos acometem homens e mulheres. Em ambos os sexos, se essas doenças não forem diagnosticadas e tratadas adequadamente, elas podem resultar em ataque cardíaco.

    “Porém, o público feminino tende a sofrer mais com a sobrecarga relacionada à dupla ou à tripla jornada diária”, acrescenta Jatene, referindo-se à incumbência de ter uma profissão, cuidar da casa e dar atenção à família que recai com maior frequência sobre elas.

    Além da saúde mental, a lista de fatores de risco cardiovasculares não tradicionais que acometem as mulheres inclui também o parto prematuro, a doença hipertensiva da gestação, o diabetes gestacional, as doenças autoimunes (como lúpus e artrite reumatoide, mais frequentes no público feminino) e os tratamentos para doenças como o câncer de mama.

    Sintomas desprezados

    Após anos de sobrecarga, as artérias do coração entopem e o músculo entra em pane. Falamos aqui do infarto, um evento que costuma apresentar alguns sintomas importantes e bem conhecidos — o mais famoso deles é a dor no peito que irradia para o braço esquerdo.

    Mas aqui, mais uma vez, as mulheres saem no prejuízo. Nelas, nem sempre o ataque cardíaco se manifesta dessa forma.

    Mansur, que também é professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, calcula que a dor no peito aparece em 90 a 95% dos homens com infarto. Enquanto isso, esse sintoma acomete de 75 a 80% das mulheres na mesma condição.

    “Ou seja: ela ainda é o sinal comum e mais importante em ambos os sexos”, constata ele.

    As mulheres vítimas desse problema, porém, podem sentir mais frequentemente outros incômodos diferentes — e, em razão disso, nem suspeitarem que estão sob risco.

    Muitas vezes, nem mesmo os profissionais da saúde que atuam em ambulatórios e serviços de emergência conhecem esses sintomas atípicos do infarto, o que atrasa o diagnóstico e o tratamento delas.

    “Muitas apresentam queixas como cansaço extremo, um desconforto no peito que não tem uma característica de aperto, falta de ar e disparos nas batidas do coração”, descreve Jatene.

    “Todas essas manifestações devem sempre ser encaradas como sinais de alerta para uma doença cardiovascular”, complementa ela.

    Além das pistas de infarto citadas pela médica, os manuais de cardiologia incluem também mal-estar súbito, sensação de desmaio, dificuldades para manter a respiração, fraqueza intensa, tontura, suor frio, dor no abdômen ou nas costas, palidez, náuseas, vômitos e dificuldades para dormir.

    Diante deles, vale ir até um serviço de emergência com a maior rapidez possível.

    Jornadas duplas ou triplas, mais comuns entre as mulheres, podem resultar em mais estresse — o que afeta a saúde do coração.

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    Tratamento inadequado

    Chegamos, enfim, à terceira barreira da lista: segundo o posicionamento da SBC, “menos de 50% das pacientes [com doenças cardíacas] são submetidas ao tratamento medicamentoso adequado”.

    Em outras palavras, mesmo quando superam as outras duas dificuldades, fazem exames de rotina ou suspeitam de algo mais grave e recebem o diagnóstico correto, mais da metade das pacientes não tem acesso aos remédios ou aos procedimentos mais indicados para o caso delas.

    Segundo os médicos ouvidos pela BBC News Brasil e o próprio documento da SBC, existem vários fatores que explicam esse menor acesso aos tratamentos contra as doenças cardiovasculares.

    O primeiro deles tem a ver justamente com o fato de os profissionais de saúde suspeitarem menos desses problemas quando a paciente é do sexo feminino — com isso, elas não recebem o diagnóstico adequado, que permitiria realizar a melhor terapia no tempo adequado.

    Os especialistas também observam que, no geral, as mulheres têm menos acesso a exames de rotina do coração, que permitiriam flagrar aqueles fatores de risco por trás de um infarto — como diabetes, colesterol alto e hipertensão arterial — e poderiam ser controlados por meio de medicações. Esses problemas ficam, então, escondidos por décadas, até que desembocam numa crise aguda das coronárias.

    O posicionamento da SBC ainda chama a atenção para os “determinantes sociais da saúde”, como abuso sexual e violência, privação socioeconômica e baixa escolaridade. A entidade aponta que todos eles são “potencializadores de doenças cardiovasculares” nas mulheres — e é importante levar em consideração todos esses pontos durante a consulta para ampliar o acesso aos tratamentos mais efetivos para elas.

    “Infelizmente, essa é a realidade. O tratamento do infarto nas mulheres costuma ser inadequado e tardio”, classifica Mansur.

    “Elas são menos submetidas, por exemplo, à angioplastia e à colocação de stent”, diz o médico.

    Esses nomes citados pelo cardiologista fazem alusão aos métodos cirúrgicos minimamente invasivos que desentopem as artérias coronárias e instalam pequenos dispositivos (os stents) que garantem a passagem de sangue pela região afetada.

    Mansur acrescenta que, além dos procedimentos, as mulheres também costumam receber menos prescrições de remédios para controlar os fatores de risco tradicionais, como hipertensão e colesterol alto — que, como vimos anteriormente, são gatilhos para um infarto.

    “As mulheres também são menos representadas em estudos clínicos de cardiologia. O número de voluntárias nas pesquisas é sempre muito menor”, aponta Jatene.

    “Até há pouco tempo, acreditava-se que doença cardiovascular era coisa de homem e a mulher só apresentaria esses problemas depois que perdesse a proteção hormonal no pós-menopausa. Mas sabemos hoje em dia que eles podem aparecer de forma muito mais precoce”, reforça ela.

    Para completar, a recuperação pós-infarto também é mais complicada entre o público feminino. Segundo um estudo publicado em maio no Jornal da Academia Americana de Cardiologia, mulheres são 1,65 vez mais propensas a precisar de uma nova internação nos primeiros 12 meses em comparação com os homens.

    Elas também sofrem 1,46 vez mais complicações relacionadas ao ataque cardíaco e têm um risco 2,2 vezes maior de morrer nessa janela de um ano após o evento inicial.

    Os stents (no centro da imagem) são pequenas estruturas metálicas que desentopem e mantêm a estrutura de vasos sanguíneos.

    Como mudar isso

    Para Jatene, a melhora desse cenário passa necessariamente por uma palavra: educação.

    Na visão da médica, todo mundo deve conhecer melhor as formas de prevenção dos fatores de risco cardiovasculares e os cuidados básicos diante dos sinais de um infarto.

    Do lado dos profissionais de saúde, ela também aponta para a necessidade de uma melhoria no acolhimento das pacientes.

    “Fundamentalmente, precisamos valorizar os sintomas precoces, mesmo que eles sejam atípicos, e encaminhá-las para uma avaliação”, diz a cardiologista.

    Já do ponto de vista da população geral, conhecer mais sobre o problema e ter uma rotina de autocuidado é algo primordial, aponta Jatene.

    “É importante que toda mulher de 35 a 40 anos procure um cardiologista e faça uma avaliação. Isso pode ajudar na detecção de um problema que ainda está escondido”, sugere.

    A médica acredita que, quando o assunto é coração, o público feminino deve ter a mesma rotina de cuidados reservada à prevenção do câncer de mama — com exames periódicos quando há indicação e atenção aos possíveis sintomas de algo mais sério.

    “As mulheres geralmente cuidam do marido, dos filhos, dos pais, dos colegas de trabalho, dos amigos… Mas elas dificilmente são cuidadas como deveriam”, conclui ela.

    A pesquisa, longa, foi feita entre os anos de 1990 e 2019.

    Fonte SBC e BBC News

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  • COMO DÓI!!! Maior pedra nos rins do mundo é retirada de paciente no Sri Lanka

    COMO DÓI!!! Maior pedra nos rins do mundo é retirada de paciente no Sri Lanka

    VEJA OS CUIDADOS PARA EVITAR A FORMAÇÃO DE CÁLCULOS RENAIS (PEDRAS NOS RINS)

    Além do peso, o comprimento do cálculo renal também impressiona, pois supera o tamanho médio do órgão. Jornalista do Conexão dá testemunho sobre o sofrimento das cólicas renais. “Boa alimentação é tudo!”

    Pesando 801 gramas e com 13,37 centímetros de comprimento, o exército do Sri Lanka anunciou a retirada da maior e mais pesada pedra no rim do mundo. A cirurgia para a remoção foi realizada por uma equipe de médicos militares em um paciente de 62 anos.

    Segundo o sargento aposentado Canistus Coonge, o peso da pedra é cinco vezes maior do que um rim masculino comum. E o comprimento do cálculo renal também impressiona, pois o tamanho médio de um rim é de 10 e 12 centímetros.

    “A remoção cirúrgica da maior e mais pesada pedra renal do mundo ocorreu em 1º de junho no hospital militar de Colombo”, informaram os militares em um comunicado. O recorde ainda não foi formalizado no Guinness Book.

    Pedras nos rins, também conhecido como cálculo renal, se formam por meio do acúmulo de cristais existentes na urina. O tratamento se dá com o uso de medicamento ou a realização de procedimento cirúrgico. Ingerir bastante água, reduzir o consumo de sal e praticar atividades físicas regularmente são algumas das formas de prevenção.

    SAIBA COMO EVITAR A FORMAÇÃO DE PEDRAS NOS RINS

    Sim! A cólica provocada por pedras nos rins é, clinicamente, a dor mais aguda, mais forte que um ser humano pode sentir, perdendo apenas para algumas dores provocadas por alguns tipos de câncer, em fase terminal. E o comparativo que sempre é feito, ‘igual a dor do parto’, não pode ser levado em consideração. Se o tamanho da dor é semelhante o resultado é bem diferente. No parto o que vem ao mundo é um bebê, um filho, geralmente muito amado, esperado, sonhado. Já na cólica renal o que é expelido é uma ou mais pedras, geralmente de oxalato de cálcio ou de sódio, algumas pontiagudas, cortantes, imprestáveis, que não trazem nenhuma lembrança boa.

    TESTEMUNHO IMPORTANTE

    A cólica renal leva frequentemente o paciente ao Pronto Socorro devido a intensidade absurda de dor. Lá, normalmente é aplicado soro na veia com a utilização de medicamentos analgésicos potentes, como o Tramal (Tramadol) e até Morfina.

    “Se pelo menos fossem pedras preciosas, valeria todo o sofrimento que elas provocam”, disse o jornalista Roger Campos, que já fez duas cirurgias para retirada de pedras dos rins e que se prepara para o terceiro procedimento cirúrgico, tendo cerca de 15 pedras em seus dois rins.

    Roger ressalta que todas as essas pedras são parcialmente culpa de suas escolhas alimentares ao longo da vida. Mas outra parte se deve ao fato de seu organismo não produzir uma substância chamada citrato que, em todos os humanos, têm a função justamente de quebrar as moléculas dessas pedras, evitando que elas se formem ou cresçam em demasia.

    “Além dessa questão do meu organismo não produzir o citrato, eu também sempre, principalmente desde a adolescência, tive uma péssima alimentação. Eu não tomava nada de água e todos os dias, em São Paulo, minha terra natal, eu sentava na calçada com uma garrafa de Coca-Cola de 2 litros e um pacote de salgadinho de milho industrializado, os famosos Elma Chips, carregados de sódio, como o Cheetos, Fandangos, Cebolitos, Doritos, etc. Hoje eu sofro muito com as pedras por causa dessas escolhas. Custei a entender que tinha que mudar minha alimentação. Já melhorei muito, mas não basta diminuir drasticamente o sal, é preciso cortar o refrigerante, evitar fast-food, alimentos industrializados, embutidos como linguiça, salsicha, bacon, queijo, presunto, mortadela, salame italiano, etc. Também é fundamental comer frutas cítricas, como limão, laranja, mexerica, etc.”

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    Cálculo renal

    ​O que é

    Cálculo renal, também conhecido como pedra nos rins, é uma doença causada pela formação de substâncias minerais dentro do sistema urinário.  É comparado com “grãos de areia” que se juntam dentro do rim e formam uma verdadeira pedra.

    Tipos

    Os cálculos podem ser classificados de acordo com a sua localização no sistema urinário e por sua composição. Pela localização podem ser renais (dentro do rim), ureterais (dentro do ureter, que é o canal que leva a urina do rim para a bexiga) ou vesicais (na bexiga). Pela composição podem ser de vários tipos. Os mais comuns são de Oxalato de Cálcio, Ácido Úrico, Estruvita e Fosfato de Cálcio.

    Causas

    Os cálculos renais são formados dentro dos rins e dependem de uma concentração alta de cristais na urina. Assim, as principais causas de sua formação são a pouca ingestão de água, deixando a urina muito concentrada. A ingestão de comidas com muito sal e proteínas também é um fator importante. Além disso, os cálculos de estruvita são causados por bactérias decorrentes de episódios recorrentes de infecção urinária.

    Sintomas

    Pacientes com grandes cálculos podem não sentir nada, enquanto pequenos cálculos podem provocar muita dor. Temos dois tipos de quadro – o do paciente com uma pedra no rim que não está se movimentando e o quadro de cólica renal, que acontece quando a pedra começa a sair do rim e entope o ureter. Para a primeira possibilidade pode ocorrer dor na região lombar crônica, de um lado só das costas, em peso, com piora com exercícios e líquidos, associado com infecções de urina de repetição e sangramento na urina.

    Já o quadro de cólica de rim é um quadro agudo, que acontece de repente, com uma dor muito forte na região lombar – vai para a região da bexiga. Junto com a dor podem vir náuseas, vômitos e febre. É uma dor muito intensa, que geralmente só melhora com medicação na veia.

    Fatores de risco

    Pessoas obesas, sedentárias, com diabetes, que moram em locais mais quentes e com histórico de doença na família têm mais chances de cálculo urinário. É, na maioria das vezes, uma doença que começa com uma alimentação ruim e com pouca ingesta de água.

    Diagnóstico

    A suspeita do diagnóstico vem com a história e o exame físico. O melhor exame para diagnóstico é a tomografia de abdômen e pelve, sem contraste. Em casos de crianças, gestantes e para o seguimento de pacientes com cálculos é possível fazer o ultrassom ou um RX de abdômen e pelve também.

    A ressonância magnética não mostra cálculos renais. Exames de sangue e urina são importantes também, inclusive para a prevenção de novos episódios.

    Incidência

    É um problema muito comum que atinge crianças, adultos e idosos. A chance de uma pessoa ter um cálculo renal é de 12% na vida, ou seja, 1 em cada 8 pessoas vai ter um cálculo renal em algum momento da vida. Os homens têm um pouco mais de chances do que as mulheres.

    Tratamento

    A dor da cólica renal é muito intensa e quando ocorre deve ser avaliada com urgência por um médico. Para evita-la somente o tratamento preventivo.

    O tratamento dos cálculos renais depende de alguns fatores, como sintomas do paciente, quantidade de cálculos, tamanho e localização deles. As opções vão desde o acompanhamento com reavaliações periódicas até cirurgias. Hoje em dia, quando a cirurgia é necessária, normalmente são realizados procedimentos extracorpóreos ou minimamente invasivos, nos quais os pacientes são tratados de forma extremamente eficiente e pouco invasiva, tendo altas taxas de sucesso e baixas de complicações.

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    Prevenção

    50% dos pacientes que tiveram um cálculo renal vão ter outro em 5 anos se não fizerem um tratamento preventivo. Medidas que servem para a maioria dos pacientes com cálculos são aumentar a ingesta hídrica, com o objetivo de o paciente urinar mais de 2 litros por dia. Para isso, pode-se verificar a cor da urina. Ela deve estar bem clara, quase transparente. Se a urina estiver amarelada é sinal que mais água deve ser ingerida.

    Prognóstico

    Os cálculos renais são altamente tratáveis e preveníveis. Assim, se uma pessoa descobrir um cálculo renal, procure um urologista para definir o que deve ser feito. Entretanto, um cálculo renal não tratado pode causar alterações renais irreversíveis, podendo levar até a perda do órgão.

    Evite sal na comida e controle a ingestão de proteínas também. Pacientes que têm muitas infecções de urina devem ser tratados.

    Possíveis complicações

    Quando o paciente tem a cólica renal significa que o rim está entupido por um cálculo no ureter. Isso pode causar muita dor e, caso não seja tratado, pode levar a perda de função renal de forma irreversível.

    Uma boa parte dos cálculos é eliminada espontaneamente, mas em cerca de 20% dos casos são necessários tratamento medicamentoso ou cirúrgico.

    Já os cálculos que estão nos rins, sem causar muita dor, podem com o tempo crescer e causar sintomas, podendo levar até a perda do rim se não tratados.

    Assim, sempre que uma pessoa descobrir que tem um cálculo, o ideal é ser avaliado por um urologista.

    Fonte Dr. Fabio Vicentini, urologista do Hospital Albert Einstein

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  • ALERTA: O que é febre maculosa e quais os sintomas?

    ALERTA: O que é febre maculosa e quais os sintomas?

    Com 53 casos registrados no Brasil em 2023, e oito evoluções para óbito, a febre maculosa é transmitida pela picada do carrapato e causada por bactéria do gênero Rickettsia. A doença não é passada diretamente entre pessoas pelo contato. No Brasil, os principais vetores são carrapatos do gênero Amblyomma.

    Este mês, três pessoas que estiveram em evento na Fazenda Santa Margarida, em Campinas (SP), morreram com sintomas da doença. Uma delas, uma mulher de 36 anos, teve o diagnóstico confirmado.

    Segundo o Ministério da Saúde, normalmente a doença se manifesta de forma repentina, com um conjunto de sintomas semelhantes aos de outras infecções: febre alta, dor na cabeça e no corpo, falta de apetite e desânimo. Em seguida é comum aparecerem pequenas manchas avermelhadas, que crescem e ficam salientes.

    O quadro é agravado com náuseas e vômitos, diarreia e dor abdominal, dor muscular constante, inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e sola dos pés, gangrena nos dedos e orelhas. Nos casos mais graves, pode haver paralisia, começando nas pernas e subindo até os pulmões, o que pode causar parada respiratória.

    Prevenção

    A prevenção da febre maculosa é baseada em impedir o contato com o carrapato. Portanto, em locais onde haverá exposição ao bicho, algumas medidas podem ajudar a evitar a infecção, como usar roupas claras para ajudar a identificar o bicho; utilizar calças, botas e blusas com mangas compridas ao caminhar em áreas arborizadas e gramados; evitar andar em locais com grama ou vegetação alta e usar repelentes de insetos.

    Além disso, o Ministério da Saúde recomenda a remoção – com uma pinça – se um carrapato for encontrado no corpo; não apertar ou esmagar o bicho e, depois de removê-lo inteiro, lavar a área da mordida com álcool ou sabão e água. Quanto mais rápido retirar os carrapatos do corpo, menor será o risco de se contrair a doença.

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    Diagnóstico

    Diagnosticar precocemente a febre maculosa é muito difícil, principalmente nos primeiros dias da infecção, já que os primeiros sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças, como leptospirose, dengue, hepatite viral, entre outras. Mas o que é importante para o caso, segundo o Ministério da Saúde  é se o paciente esteve em locais de mata, florestas, fazendas, trilhas ecológicas onde possa ter sido picado por um carrapato.

    O profissional de saúde deverá ainda solicitar exames para confirmar ou contribuir com o diagnóstico.

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    Tratamento

    Segundo o Ministério da Saúde, a febre maculosa tem cura desde que o tratamento com antibióticos específicos seja administrado nos primeiros dois ou três dias da infecção. O medicamento deve ser administrado assim que surgirem os primeiros sintomas, mesmo sem o diagnóstico confirmado, já que ele pode demorar. Segundo o Ministérios da Saúde, em determinados casos, pode ser necessária a internação da pessoa. A terapêutica é empregada por um período de 7 dias, devendo ser mantida por 3 dias, após o término da febre.

    Atraso no diagnóstico e, consequentemente, no início do tratamento pode provocar complicações graves, como o comprometimento do sistema nervoso central, dos rins, dos pulmões, das lesões vasculares e levar ao óbito.

    Fonte Agência Brasil

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  • Maio Amarelo volta a acontecer nas ruas do país em 2023

    Maio Amarelo volta a acontecer nas ruas do país em 2023

    Pensar o trânsito é pensar ações que permitam, de forma segura, a movimentação diária dos milhões de brasileiros

    O movimento Maio Amarelo completa 10 anos e traz como tema central em 2023 “No trânsito, escolha a vida”. Paulo Guimarães, CEO do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), diz que “o Maio Amarelo volta a tomar as ruas do país ainda com mais força; são muitas mobilizações programadas e várias já acontecendo e, dessa forma, atinge seu grande objetivo que é chamar a atenção da sociedade para o tema urgente que é salvar vidas no trânsito”.

    Segundo o Status Report on Road Safety, relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o terceiro país com mais mortes no trânsito em todo o mundo, resultando 1,3 milhão de vítimas por ano.

    O compromisso assumido pelo país é o de reduzir pela metade o número de mortes até 2028. Para tal, é necessário articular alianças e compromissos multilaterais, com engajamento de organizações privadas, governamentais e sociedade civil.

    Uma das entidades comprometidas com essa proposta é a Vital Strategies, que por meio da iniciativa da Fundação Bloomberg para a Segurança Global no Trânsito, atua em várias cidades do país, como  São Paulo, onde  auxilia no desenvolvimento de um plano de segurança viária que norteará as ações da cidade até 2028, e Fortaleza, que alcançou uma redução de 47% nas mortes no trânsito entre 2014 e 2019.

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    Para Luiz Gustavo Campos, diretor e especialista em trânsito da Perkons, “pensar o trânsito é pensar e oportunizar ações e medidas que permitam, de forma segura, a movimentação diária dos milhões de brasileiros que utilizam as vias, seja na condição de pedestre, motociclista, ciclista, passageiro, na condução de veículos particulares ou na condução profissional, afinal, toda vida importa”, diz.

    Em 2004 a OMS divulgou um estudo que avaliou 178 países, apontando que aproximadamente 1,2 milhão de pessoas morreram e entre 20 e 50 milhões ficaram feridas em sinistros naquele ano. Na época, o trânsito ocupava a 11ª posição entre as principais causas de mortes em todo o mundo. Dessa forma projetou-se que se não houvesse qualquer intervenção organizada e com esforços conjuntos, no ano de 2020 chegaríamos à marca de 1,9 milhão de mortes anuais no trânsito.

    Diante desse mapeamento, a OMS e a ONU passaram a fomentar ações a fim de promover a segurança no trânsito em escala mundial, com base em cinco pilares: Gestão de Segurança no Trânsito; Infraestrutura Viária; Segurança Veicular; Segurança dos Usuários e Conscientização; e Resposta ao Acidente. Desde então, ações como as realizadas pelo Maio Amarelo têm grande impacto no Brasil e são extremamente importantes para a conscientização sobre um trânsito seguro.

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    “O objetivo maior das ações do Maio Amarelo é salvar vidas e reduzir a quantidade de feridos no trânsito brasileiro. Para isso, infraestrutura viária deve ser projetada para permitir o acesso equitativo e acomodar as necessidades de mobilidade de todos os usuários da via, garantindo a prioridade aos mais vulneráveis, conforme estabelecido pela Política Nacional de Mobilidade Urbana e pelo Código de Trânsito Brasileiro, e aos usuários de transporte público”, completa Campos.

    Fonte Paula Batista / Lide Multimídia 

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  • ALERTA: Conheça mitos e verdades sobre o câncer de pele

    ALERTA: Conheça mitos e verdades sobre o câncer de pele

    O mês de dezembro foi marcado pela prevenção ao câncer mais incidente no Brasil, o de pele. O tipo mais frequente no país é o carcinoma basocelular, considerado pouco agressivo, seguido do carcinoma espinocelular (não tão agressivo, mas que pode evoluir para metástase) e do melanoma — origina-se nas pintas e é o mais perigoso.

    Para ter um tratamento curativo e mais simples em qualquer um dos casos, o indivíduo deve estar atento aos primeiros sinais da doença. No caso dos carcinomas basocelular e espinocelular, há lesões avermelhadas e elevadas que parecem verrugas e espinhas, mas não coçam nem doem.

    O melanoma, por sua vez, deixa a pinta com formato irregular e com múltiplas cores, e pode coçar, machucar e sangrar. Estar atento a esses sinais é essencial, mas as pessoas também devem conhecer o que é mito ou verdade sobre a doença.

    Pessoas de pele clara têm mais risco de ter câncer de pele? VERDADE

    A melanina, pigmento responsável por dar cor à pele e aos pelos, protege as células contra os danos causados pelos raios ultravioleta do sol. As pessoas de pele clara, no entanto, têm menos melanina do que as de pele negra, situação que aumenta a sua vulnerabilidade.

    “Quem tem mais melanina tem uma maior proteção natural contra o câncer de pele. Mas mesmo pessoas de pele negra precisam manter a proteção solar, pois o câncer de pele pode acometer todas”, alerta o dermatologista oncológico Denis Miyashiro, do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Oswaldo Cruz.

    Câncer de pele é mais incidente em mulheres? MITO

    Apesar de as mulheres formarem a maioria do público que compartilha as experiências e as formas de prevenção relacionadas à doença, os homens sofrem mais com o câncer de pele. Isso ocorre principalmente, segundo Denis, em razão dos hábitos de exposição solar desse público.

    “Homens aderem menos às medidas de proteção solar, como o uso de filtros solares e a proteção física com guarda-sol e roupas. [Também] têm exposição solar maior em alguns tipos de emprego, principalmente trabalhos rurais”, conta o dermatologista.

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    Exposição solar aumenta o risco de câncer de pele? VERDADE

    A exposição solar sem proteção adequada ou em períodos do dia em que os raios ultravioleta são mais intensos, como das 10h às 15h, aumenta a chance de a pessoa desenvolver câncer de pele. Segundo Miyashiro, isso acontece porque a exposição “causa danos nas células da pele que, ao longo do tempo, podem sofrer transformação maligna”.

    Apenas a exposição solar causa câncer de pele? MITO

    Apesar de a maioria dos casos da doença estar relacionada à exposição solar, ela também pode acontecer devido a outros fatores, como alterações no sistema imunológico — causados por outras doenças —, uso de medicamentos imunossupressores e feridas crônicas, por exemplo.

    De acordo com o Oncoguia, a doença também pode estar ligada a fatores genéticos, já que cerca de 10% das pessoas com melanoma têm um histórico familiar de casos de câncer de pele.

    Utilizar cremes bronzeadores aumenta o risco de câncer de pele? VERDADE

    Os cremes bronzeadores são usados para potencializar a ação do sol e aumentar a pigmentação da pele. O produto em si não causa câncer de pele, mas a forma como ele é usado pode se tornar danosa.

    “Quando se utiliza esse tipo de creme, a pessoa acaba se expondo mais ao sol sem a proteção adequada. E é essa exposição que aumenta o risco”, explica Miyashiro.

    Ainda segundo orientações do A.C. Camargo Cancer Center, o bronzeador é comumente aplicado por cima do protetor solar, o que impede que raios solares sejam filtrados.

    Melasma pode virar câncer? MITO

    O melasma é uma condição que desencadeia um maior acúmulo de melanina na pele, o que leva à aparição de manchas. No entanto, essas manchas não se transformam em câncer de pele.

    “Tanto o melasma quanto o câncer de pele podem ser causados pela exposição solar excessiva sem a proteção adequada, mas são condições diferentes”, relata Miyashiro.

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    O guarda-sol e o guarda-chuva protegem contra o câncer de pele? VERDADE

    Ambos os produtos protegem a pessoa contra a exposição solar direta, portanto previnem essa doença. No entanto, a luz ultravioleta é refletida nas superfícies e pode atingir a pele.

    “Por isso, é fundamental o uso do filtro solar. Isso [também] vale para chapéus e bonés. Esses acessórios protegem apenas parcialmente contra a luz solar”, diz o dermatologista.

    Protetor solar não precisa ser usado em dias nublados ou quando estou na sombra? MITO

    Para Miyashiro, esse é um “dos maiores erros” cometidos pelas pessoas. O protetor solar deve sempre ser utilizado, independentemente se o sol está em evidência ou não.

    “A radiação ultravioleta atravessa as nuvens. Por isso dizemos que o mormaço também queima. E a radiação ultravioleta se reflete nas superfícies, podendo atingir a pele mesmo na sombra”, finaliza o dermatologista.

    Fonte R7

     

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  • FIM DE ANO: NÃO MORRA E NÃO MATE NAS ESTRADAS

    FIM DE ANO: NÃO MORRA E NÃO MATE NAS ESTRADAS

    O condutor precisa estar preparado antes de pegar a estrada. Ter uma boa noite de sono, não ingerir bebidas alcoólicas, fazer paradas periódicas são algumas delas.

    Nesse período de festas o número de acidentes nas estradas aumenta, mas, muitos deles podem ser evitados com cuidados simples. É importante que todos os condutores tenham conhecimento sobre as recomendações básicas de pré-viagem para uma comemoração segura.

    Os veículos precisam passar por uma revisão para que se verifique o estado de conservação das correias e mangueiras, a calibragem dos pneus e estepes, luzes e setas, assim como checagem de freios e parte elétrica. Além disso, é importante conferir o nível dos óleos de motor e freios, combustível, água no limpador de para-brisa, macaco para carro, triângulo e água do radiador.

    O condutor precisa estar preparado antes de pegar a estrada. Ter uma boa noite de sono, não ingerir bebidas alcoólicas e fazer paradas periódicas também são orientações comuns e que devem ser levadas à risca. Segundo a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) alguns medicamentos são capazes de apresentar efeitos colaterais, causando sono, torpor e reduzindo reflexos. Por isso, a recomendação da entidade é que durante a condução, ao usar um medicamento, tenha-se pleno conhecimento dos possíveis efeitos colaterais e adversos.

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    Em caso de acidentes, comportamento seguro é fundamental

    Ninguém espera se envolver em um sinistro, mas caso ocorra, é preciso saber quais são as orientações de segurança e as determinações legais. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) orienta que, em situações sem vítimas, é imprescindível retirar os veículos da rodovia, mesmo sem a solicitação da polícia. Nestes casos, a remoção é obrigatória por lei para os envolvidos na ocorrência. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em seu artigo 178, prevê multa e considera infração média deixar de tomar tal medida para assegurar a segurança e a fluidez do trânsito.

    Quando há pessoas feridas ou óbito, os veículos devem ser removidos com anuência ou determinação de um policial ou agente de trânsito. Em situações assim, sinalizar o local e chamar o socorro adequado passa a ser a tarefa mais importante. A sinalização deve ser feita usando o pisca alerta do veículo e o triângulo vermelho; galhos de vegetação e, durante a noite, até a lanterna do celular podem ajudar. A sinalização deve ser colocada a uma distância que permita que outros motoristas sejam alertados do acidente com antecedência.

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    Uma dica muito importante e pouco difundida: a distância para começar a sinalizar um sinistro é o número de passos largos igual ao limite de velocidade da via; se a velocidade é de 80 km/h, 80 passos; se a velocidade é de 100 km/h, 100 passos. Em casos de chuva ou neblina essa distância deve ser dobrada.

    O diretor e especialista em trânsito da Perkons, Luiz Gustavo Campos, reforça a importância de se fazer a sinalização de maneira correta e antecipada, para propiciar visualização do acidente nos dois sentidos (ida e volta). “Não adianta ver o acidente quando já não há tempo para parar ou desviar. No caso de vias de fluxo rápido, com veículos ou obstáculos na pista, é preciso alertar os condutores e pedestres antes que eles percebam o acidente, assim, terão tempo para reduzir a velocidade, concentrar a atenção e seguir viagem em segurança”, completa.

    Fonte Lide Multimídia

     

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  • PERIGO: Brasileiros intensificam uso de celular ao volante e novo projeto de lei quer aumentar o valor da multa

    PERIGO: Brasileiros intensificam uso de celular ao volante e novo projeto de lei quer aumentar o valor da multa

    Em época de hiperconectividade, transmissões ao vivo de shows, jogos de futebol e reuniões de trabalho feitas de qualquer lugar, um alerta deve ser feito quanto aos perigos do uso do celular enquanto se está conduzindo veículos e motocicletas. Associar celular e direção é uma atitude perigosa e que pode colocar a vida do condutor e demais usuários das vias e rodovias em risco.

    O uso inadequado do celular, a famosa “é só uma olhadinha rápida”, além de imprudente é também proibida por lei. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, no artigo 252, é uma infração gravíssima o condutor estar segurando ou manuseando telefone celular.

    Uma pesquisa realizada pela Universidade de Utah, nos Estados Unidos, mostrou que a combinação celular e trânsito pode aumentar em até 400% o risco de acidentes. Ao desviar o olhar para ler uma mensagem, por exemplo, o condutor perde cerca de cinco segundos da atenção. Se ele estiver a 80 km/h, é como se percorresse um campo de futebol inteiro sem ver o que está acontecendo do lado de fora. Apesar disso, um levantamento realizado pelo Detran de São Paulo, em 2022, indicou que o número de multas por uso de celular ao volante no primeiro semestre deste ano subiu de 53 mil para 140 mil; comparando com o mesmo período de 2021, são 160% de alta. Ou seja, o comportamento imprudente só aumenta.

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    Segundo a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet),  cerca de 675 brasileiros se arriscam todos os dias ao utilizar o aparelho enquanto dirigem, o que revela que, a cada hora, 28 condutores negligenciaram a atenção ao volante, reforçando uma das principais causas de sinistros de trânsito no Brasil.

     Lei mais dura para mudar o cenário

    O cenário de perigo está motivando novas alterações legislativas. Neste ano, um novo projeto de lei (PL 2699/2022) foi apresentado no Senado Federal com objetivo de dobrar o valor da multa para quem for pego usando celular ao volante, esse que é, segundo a nova proposta, a terceira maior causa de mortes no trânsito no Brasil, ficando atrás apenas do excesso de velocidade e da embriaguez ao volante.

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    Os riscos de se envolver em sinistros de trânsito aumentam expressivamente com um celular dividindo atenção, especialmente quando as mensagens são digitadas. “O Código de Trânsito Brasileiro – e o bom senso do motorista responsável – diz que se deve estar atento durante todo o tempo de condução do veículo. Por isso é preciso que os motoristas entendam definitivamente que, assim como a bebida alcoólica, o telefone não combina com direção. Um trânsito mais seguro depende da consciência e da atitude de todos”, completa Luiz Gustavo Campos, diretor e especialista em trânsito da Perkons.

    Fonte Lide Multimídia27

     

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  • ALERTA: COVID DISPARA EM TRÊS PONTAS; UMA PESSOA ESTÁ INTERNADA NA SANTA CASA

    ALERTA: COVID DISPARA EM TRÊS PONTAS; UMA PESSOA ESTÁ INTERNADA NA SANTA CASA

    O MAIS PREOCUPANTE É QUE MUITOS ABANDONARAM OS CUIDADOS DE PREVENÇÃO E NÃO ‘ESTÃO LIGANDO’ PARA ESSA ‘EMINENTE NOVA ONDA’!

    Após cerca de quatro meses sem registro de novas internações em decorrência de complicações da covid-19, uma pessoa segue hospitalizada na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, em Três Pontas. A idade do homem não foi revelada, apesar da informação ter sido confirmada pelas autoridades de saúde. Em apenas 11 dias o número de positivados disparou de 26 para 61. Todo cuidado é pouco!

    Alerta Geral

    O Ministério de Saúde e a Associação Médica Brasileira recomendam novamente o uso de máscara e que se evite aglomerações, sobretudo para proteger idosos e imunossuprimidos. Isso por conta da nova escalada de novos casos e até de mortes. As internações por covid-19 triplicaram nos últimos dias e os médicos já recomendam a volta da máscara e dos cuidados de prevenção. No Sul de Minas várias cidades, como Lavras, por exemplo, já sugeriram que as pessoas voltem a usar a máscara. Três Pontas, que no boletim de 11 de novembro não registrava nenhum caso de coronavírus ativo, duas semanas depois contabilizou 26 registros! Agora são mais 35 casos, fora aqueles que não foram catalogados.

    Veja o comparativo dos últimos Boletins Epidemiológicos da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas:

    BOLETIM 11/11/22

    BOLETIM 25/11/22

    BOLETIM 02/12/22

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    O número de casos de síndrome gripal em Três Pontas é de 44.479.

    O número de óbitos se mantém estável nesse período, totalizando 187 vidas perdidas no município.

    Já o número de casos confirmados totaliza 12.232 infecções. São 61 casos ativos no município, de pessoas que se encontram em isolamento domiciliar.

    O índice de recuperados agora soma 11.983 curados.

    O número de pessoas internadas com suspeita de covid segue zerado. Já o de internados confirmados voltou a registrar um caso.

    Em Três Pontas, mais mulheres do que homens foram infectadas pelo coronavírus. Até o momento são 6.909 registros em mulheres e 5.323 em homens.

    A grande maioria dos casos é entre pessoas com idade entre 20 e 39 anos. Em seguida estão as pessoas na faixa etária de 40 a 59 anos.

    Em relação aos 187 óbitos registrados em Três Pontas desde o início da pandemia, 102 vítimas são homens e 85 são mulheres. Na faixa etária entre 20 e 59 anos morreram 60 pessoas. Já na faixa etária entre 60 e 79 anos, 85 pessoas perderam a vida. Maiores de 80 anos que não resistiram ao vírus totalizam 41 casos. Há ainda o registro de uma morte em decorrência das complicações do coronavírus em uma vítima com idade entre 10 e 19 anos.

    Somando todos os óbitos, a maioria das pessoas que não resistiu às complicações da covid-19 e que já tinham doenças pré-existentes sofriam de diabetes, de hipertensão ou ainda de doença cardiovascular.

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    MEDIDAS

    Uma das medidas consideradas indispensáveis pela AMB é o uso de máscaras e o distanciamento social, evitando-se aglomerações principalmente das pessoas mais vulneráveis como idosos e imunossuprimidos. A AMB também sugere o reforço das campanhas de vacinação e a liberação de medicamentos comprovados para o combate à doença.

    No penúltimo mês o número de casos de covid-19 subiu. Na região metropolitana de São Paulo, o número de internações já chega perto da metade dos leitos disponíveis. Em UTIs, 46,9% dos leitos estão com pacientes e em enfermarias a ocupação é de 47,7%. No ABC os números mostram que a região segue o mesmo ritmo e as prefeituras já recomendam o uso de máscara para os mais idosos e os que têm comorbidades. Associações médicas também pregam a necessidade da proteção facial para os mais vulneráveis.

    A Associação Médica Brasileira, por meio do CEM Covid (Comitê Extraordinário de Monitoramento da covid-19), emitiu boletim de alerta para o aumento do número de casos do novo coronavírus no país, endossando Nota Técnica da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) sobre o cenário da doença no Brasil.

     

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  • ALERTA: COVID VOLTA A CRESCER EM TRÊS PONTAS, ASSIM COMO EM TODO PAÍS

    ALERTA: COVID VOLTA A CRESCER EM TRÊS PONTAS, ASSIM COMO EM TODO PAÍS

    O MAIS PREOCUPANTE É QUE MUITOS ABANDONARAM OS CUIDADOS DE PREVENÇÃO E NÃO ‘ESTÃO LIGANDO’ PARA ESSA ‘EMINENTE NOVA ONDA’!

    O Ministério de Saúde e a Associação Médica Brasileira recomendam novamente o uso de máscara e que se evite aglomerações, sobretudo para proteger idosos e imunossuprimidos. Isso por conta da nova escalada de novos casos e até de mortes. As internações por covid-19 triplicaram nos últimos dias e os médicos já recomendam a volta da máscara e dos cuidados de prevenção. No Sul de Minas várias cidades, como Lavras, por exemplo, já sugeriram que as pessoas voltem a usar a máscara. Três Pontas, que no boletim de dez dias atrás, seguia sem novos casos, agora já tem 26 registros! Fora aqueles que não foram catalogados.

    Em Três Pontas, infelizmente, até o fechamento desta reportagem, 26 novos casos de covid-19 foram registrados, confirmados e publicados no Boletim Epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura. O penúltimo boletim, datado do dia 11 de novembro, não apresentava nenhum caso de coronavírus. Veja o comparativo:

    Boletim 11/11/22

    Boletim 25/11/22

    O número de casos de síndrome gripal em Três Pontas é de 44.270.

    O número de óbitos se mantém estável nesse período, totalizando 187 vidas perdidas no município.

    Já o número de casos confirmados totaliza 12.170 infecções. São 26 casos ativos no município, de pessoas que se encontram em isolamento domiciliar.

    O índice de recuperados agora soma 11.957 curados.

    O número de pessoas internadas com suspeita de covid ou mesmo com a confirmação segue sem alteração desde o dia 21 de outubro, ou seja, os dados seguem zerados.

    Em Três Pontas, mais mulheres do que homens foram infectadas pelo coronavírus. Até o momento são 6.830 registros em mulheres e 5.279 em homens.

    A grande maioria dos casos é entre pessoas com idade entre 20 e 39 anos. Em seguida estão as pessoas na faixa etária de 40 a 59 anos.

    Em relação aos 187 óbitos registrados em Três Pontas desde o início da pandemia, 102 vítimas são homens e 85 são mulheres. Na faixa etária entre 20 e 59 anos morreram 60 pessoas. Já na faixa etária entre 60 e 79 anos, 85 pessoas perderam a vida. Maiores de 80 anos que não resistiram ao vírus totalizam 41 casos. Há ainda o registro de uma morte em decorrência das complicações do coronavírus em uma vítima com idade entre 10 e 19 anos.

    Somando todos os óbitos, a maioria das pessoas que não resistiu às complicações da covid-19 e que já tinham doenças pré-existentes sofriam de diabetes, de hipertensão ou ainda de doença cardiovascular.

    Medidas

    Uma das medidas consideradas indispensáveis pela AMB é o uso de máscaras e o distanciamento social, evitando-se aglomerações principalmente das pessoas mais vulneráveis como idosos e imunossuprimidos. A AMB também sugere o reforço das campanhas de vacinação e a liberação de medicamentos comprovados para o combate à doença.

    No último mês o número de casos de covid-19 subiu. Na região metropolitana de São Paulo, o número de internações já chega perto da metade dos leitos disponíveis. Em UTIs, 46,9% dos leitos estão com pacientes e em enfermarias a ocupação é de 47,7%. No ABC os números mostram que a região segue o mesmo ritmo e as prefeituras já recomendam o uso de máscara para os mais idosos e os que têm comorbidades. Associações médicas também pregam a necessidade da proteção facial para os mais vulneráveis.

    Na última sexta-feira a Associação Médica Brasileira, por meio do CEM Covid (Comitê Extraordinário de Monitoramento da covid-19), emitiu boletim de alerta para o aumento do número de casos do novo coronavírus no país, endossando Nota Técnica da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) sobre o cenário da doença no Brasil.

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    Minas tem quase 13 mil novos casos em apenas cinco dias

    Minas Gerais registrou em apenas 24 horas um total de 2.323 casos e cinco mortes pelo coronavírus. A doença foi responsável pela perda de 61.463 vidas, além de contaminar 3.383.874 pessoas desde março de 2020.

    Desde segunda-feira (16/5), o estado já contabilizou 12.956 casos de COVID, com 53 mortes. A própria segunda foi o dia que mais registrou óbitos (27), um reflexo natural das atualizações feitas por secretarias municipais relativas à semana anterior.

    Desde 1º de maio, o governo liberou o uso das máscaras em locais fechados em todo o estado. A SES-MG ainda avalia se o aumento de casos tem relação com a medida.

    O último balanço divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) mostrou que 96.460 pessoas estão sendo acompanhadas nos domicílios ou nas unidades de saúde. Os dados também mostram que 3.2225.961 pacientes se recuperaram da doença.

    A maior incidência de casos em Minas está na faixa etária entre 30 e 39 anos, com 21,9% das infecções. Em seguida, vem de 40 a 49 anos (18,8%), 20 a 29 anos (18,1%) e 50 a 59 (14,8%).

    Por sua vez, a maior porcentagem de óbitos ocorreu na faixa etária acima de 60 anos, com 71,3%. Depois, vem de 50 a 59 anos (15,5%) e de 40 a 49 anos (7,9%).  Segundo o Estado, 68% das vítimas tinham comorbidades, como cardiopatia, diabetes, obesidade, doença renal, pneumopatia, entre outras.

    Vacinação

    Minas atingiu 58,4% de doses de reforço aplicadas nas 28 regionais de saúde. O painel da SES-MG indica que 87,7% do público-alvo recebeu a primeira dose, enquanto 83,3% foi imunizada com a segunda dose. Além disso, 21,7% dos idosos foram vacinados com a segunda dose de reforço. O estado já enviou mais de 46 milhões de doses aos municípios.

    Um total de 69,4% das crianças de 5 a 11 anos já foram vacinadas com a primeira dose pediátrica. Por sua vez, 35% receberam a segunda dose.

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    O coronavírus (COVID-19) é uma doença infecciosa causada pelo vírus SARS-CoV-2.

    A maioria das pessoas que adoece em decorrência da COVID-19 apresenta sintomas leves a moderados e se recupera sem tratamento especial. No entanto, algumas desenvolvem um quadro grave e precisam de atendimento médico.

    COMO ELA SE ESPALHA?

    O vírus pode se espalhar pela boca ou pelo nariz de uma pessoa infectada, em pequenas partículas líquidas expelidas quando elas tossem, espirram, falam, cantam ou respiram. O tamanho dessas partículas vai de gotas respiratórias maiores até aerosois menores.

    A infecção pode ocorrer caso você inale o vírus quando estiver perto de alguém que tenha COVID-19 ou se você tocar em uma superfície contaminada e, em seguida, passar as mãos nos olhos, no nariz ou na boca. O vírus se espalha com mais facilidade em locais fechados e em multidões.

     

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    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

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  • MUNDO PET: Displasia coxofemoral causa dores e prejudica qualidade de vida de cães

    MUNDO PET: Displasia coxofemoral causa dores e prejudica qualidade de vida de cães

    Um pet tem o poder de alegrar a casa. Por isso, qualquer sinal de desânimo do animal, como deixar de brincar ou se alimentar, é um alerta para o tutor. “Cães muito quietos, sem apetite e sem resposta a estímulos, podem estar com algum problema. Observar mudanças de comportamento facilita o diagnóstico, tornando o tratamento mais rápido e eficaz”, explica a médica-veterinária e analista técnica de marketing de pets da Syntec do Brasil, Suzana Melo.

    Uma das enfermidades que afeta a qualidade de vida e as rotinas dos animais é a displasia coxofemoral. Comum, ela afeta principalmente cães de médio e grande portes. De acordo com o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), 37% dos atendimentos feitos em clínicas em raças como Pastor Alemão, Labrador, Golden Retriever e Buldogue Inglês referem-se a essa doença.

    “A displasia coxofemoral caracteriza-se por ser um distúrbio ortopédico causado por falha no encaixe do fêmur com a articulação do quadril do animal. Por isso, causa disfunção lateral ou bilateral dos membros, prejudicando seus movimentos e, consequentemente, a qualidade de vida”, esclarece Suzana.

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    De acordo com a especialista da Syntec, as causas são diversas e vão desde a predisposição da raça até alimentação e idade. “O ambiente no qual o cão vive também pode influenciar diretamente o surgimento dessa enfermidade. Isso porque até o piso do lugar pode agravar a lesão, sobretudo quando é muito irregular ou escorregadio”, comenta Suzana.

    “Além do solo, outros fatores contribuem para o agravamento do problema. A idade e o porte físico do animal são exemplos. A nutrição também: a ingestão inadequada de cálcio durante a fase de crescimento do filhote pode causar distúrbios que interferem na formação das estruturas ósseas. Essas malformações impedem o encaixe perfeito do acetábulo, depressão da pelve, com a cabeça do fêmur”, complementa a veterinária.

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    Entre os principais sintomas estão a limitação de movimento, a redução das atividades físicas, membros mais rígidos, claudicação e dor ao toque no local. “Percebendo qualquer desses sinais, o tutor deve procurar um veterinário, que fará os exames completos para diagnosticar o problema e iniciar o tratamento correto. Lembrando que, por acometer os pets durante a fase de crescimento, a displasia coxofemoral pode se iniciar ainda já nos primeiros meses de vida do animal”.

    Para diminuir as dores causadas pela doença nos pets, a Syntec do Brasil oferece Maxitec, anti-inflamatório não esteroide à base de Meloxicam com alta segurança comprovada no tratamento para cães e gatos. “Trata-se de uma das soluções terapêuticas que auxilia a controlar o problema e contribui para a qualidade de vida dos pets”, reforça Suzana Melo.

    Fonte Fernanda Souza / Texto Comunicação Corporativa

     

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  • Dia do Adolescente reforça importância da vacinação contra o HPV

    Dia do Adolescente reforça importância da vacinação contra o HPV

    Vacina é a melhor forma de prevenir contra doenças causadas pelo vírus

    A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) aproveitou o Dia do Adolescente, comemorado hoje (21), para divulgar a importância da campanha de multivacinação, que termina no próximo dia 30, incluindo a vacinação contra o HPV.

    O imunizante contra o HPV (sigla em inglês para Papilomavírus Humano) foi inserido no calendário vacinal em 2014. A vacina é a melhor forma de prevenir contra doenças causadas pelo papiloma vírus, como verrugas genitais, lesões pré-cancerosas e cânceres do colo do útero e genitais.

    A enfermeira sanitarista Gabrielli Damasceno, coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SES, orienta os responsáveis para que levem seus filhos crianças e adolescentes até 15 anos de idade para regularizar a carteira de vacinação contra doenças como o sarampo, a caxumba e a rubéola, difteria e tétano, hepatite B, febre amarela, meningite, catapora e, principalmente, o HPV, que tem uma faixa etária muito específica.

    “Quando a criança ou adolescente é imunizado nessa faixa etária – meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos –, eles diminuem em até 70% o risco do câncer do colo do útero, como também as verrugas no aparelho genital, tanto feminino, como masculino”, disse Gabrielli.

    Índices baixos

    A vacinação está muito baixa no estado do Rio de Janeiro, não só para HPV como para todas as outras vacinas, admitiu a coordenadora. “Porque não adianta tomar uma única dose. Tem vacinas que têm que ser tomadas três doses para ter o esquema completo e, outras, duas doses, como ocorre com o HPV”.

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    A vacina contra o HPV é ofertada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e está disponível nos postos de saúde. Ela protege contra quatro tipos do vírus: o HPV-16 e o HPV-18, ambos de alto risco; e o HPV-6 e o HPV-11, de baixo risco. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), o HPV-16 e o HPV-18 são responsáveis por causar pelo menos 70% dos casos de câncer de colo do útero.

    No estado do Rio de Janeiro, a taxa de vacinação contra o HPV no primeiro semestre de 2022 para as meninas entre 9 e 14 anos de idade ficou em 54,76% para a primeira dose e 33,27% para o esquema vacinal completo. No caso dos meninos, os percentuais ficaram em 22,45% e 14,02%, respectivamente. “Para a gente entender que essas crianças estão com a cobertura vacinal, só tomando as doses completas daquela vacina”, disse.

    Gabrielli Damasceno informou que da mesma maneira que acontece com a imunização contra o HPV, a vacinação contra as demais doenças está aquém do necessário. Para o sarampo, por exemplo, a primeira dose está em torno de 40% e, a segunda, da ordem de 20% do público-alvo. “A poliomielite segue esse mesmo padrão. Não é por falta de imunobiológicos, porque o Ministério da Saúde tem enviado e a Secretaria de Estado de Saúde tem repassado para todos os municípios”.

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    Transmissão

    O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis (IST) mais comuns e geralmente é transmitida pela relação sexual ou contato sexual com uma pessoa com o vírus. A doença pode ser transmitida, inclusive, quando há uso de preservativos.

    O vírus sobrevive por muito tempo nas superfícies dos objetos e, dessa forma, também pode ser transmitido através de objetos ou materiais usados por pessoas infectadas.

    Fake news

    Desde o início de agosto, a SES está realizando em todo o estado, em parceria com as secretarias municipais de Saúde, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação. A ação prevê a atualização da caderneta vacinal de crianças e adolescentes até 15 anos, com a oferta de doses contra sarampo, rubéola e caxumba (tríplice viral), difteria e tétano (DT), hepatite B, febre amarela, meningite (Meningocócica ACWY conjugada), catapora e HPV.

    De acordo com a Coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SES-RJ, o índice de vacinação está baixo devido às fake news. Uma dessas notícias falsas veiculadas nas redes sociais é que as crianças que tomaram vacina contra sarampo, caxumba e rubéola ficaram autistas. “Não tem nada a ver isso. Esse movimento antivacina tem prejudicado muito a cobertura vacinal”, alerta.

    Ela reconhece, no entanto, que a pandemia da covid-19 afastou os cidadãos dos postos de saúde em 2020 e 2021. No caso do sarampo, lembrou que o Brasil está no processo de reverificação do certificado de eliminação, que foi perdido em 2019. “A cada dia que passa, outras doenças que podem ser prevenidas por vacina estão sendo reelegidas, porque as pessoas não estão se vacinando. Se a gente tem vacina, por que não se vacinar?”, indagou.

    Gabrielli destacou ainda que o Brasil é um país de referência mundial em relação à qualidade de suas vacinas, que são armazenadas, conservadas e exportadas dentro de todos os níveis de segurança, para não perder a validade e eficácia dos imunobiológicos.

    “Então, não tem porque não vacinar”.

    Fonte Agência Brasil

     

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    Roger Campos

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