Depois do Aterro Sanitário e do Plano de Saneamento Básico, a cidade comemora a conquista de um ECOPONTO
Três Pontas é pioneira na construção de um ECOPONTO, o que a coloca em destaque no que se refere à proteção ambiental. Também foi pioneira na implantação do Aterro Sanitário e no Plano Municipal de Saneamento Básico. Estas conquistas colocaram Três Pontas no importante cenário das cidades ambientalmente responsáveis, recebendo por isso o repasse de ICMS ambiental.
Ecoponto é um instrumento público que tem seu foco principal no recebimento e armazenamento temporário de resíduos pneumáticos e eletroeletrônicos. Os proprietários de borracharias, oficinas, os munícipes e demais voluntários entregam os pneus inservíveis neste posto e a SMMA – Secretaria Municipal de Meio Ambiente recolhe os pneus e os encaminha para uma empresa recicladora, garantindo a destinação ambientalmente adequada dos mesmos.
O Presidente da Câmara, Luis Carlos da Silva, o Prefeito Paulo Luís e a representante do Meio Ambiente durante a cerimônia de inauguração.
Em Três Pontas, o barracão de 300 m2 foi construído com recurso próprio, com investimento de R$ 27.000,00 (vinte e sete mil reais). Manter um barracão coberto, cercado e vigiado coloca o município a frente de muitos outros no Sul de Minas Gerais.
O horário de funcionamento é de segunda à sexta, das 8 às 16 horas e o horário de entrega é agendado pela SMMA através do telefone 3266-2094.
A inauguração foi na sexta-feira, dia 20 de maio, a partir das 9 horas.
A noite começa perder sua escuridão. O pescador abre os olhos e enxerga ao seu redor uma profissão de desafios. Levanta sem muita arma, mas com muita coragem.
Lutar para sobreviver é o seu lema. Viver é apenas uma fábrica de matéria prima produzida na sua pura, inocente e inteligente mente.
O sol agora aparece e a escuridão tímida se escondeu para mais tarde voltar a expor.
O pescador de pés descalço, camisa aberta vai até o barco e enfrenta por mais uma vez o tenebroso mar. Joga as redes e as esperanças. Pega desilusões e fantasias. Insiste e nada consegue. De volta a praia começa então a pensar em coisas que nunca havia pensado antes.
Enquanto as enzimas destroem o restante do pão da manhã ele catalisa na sua rica mente fantasias e interrogações provocadas pela própria realidade.
Começa a olhar na superfície do oceano e fazer perguntas a si mesmo. Por que neste monstruoso mar existe tantos peixes e eu volto de barco vazio? Por que o homem dividiu o mar e os peixes não obedecem as limitações desta divisão? Por que estes mesmos peixes não ficam na superfície, pois assim seria muito mais fácil pegá-los?
Chegou em terra firme e deixou dentro do mar os pensamentos. As crianças o rodeiam e reclamam dos peixes que não vieram. Sua mulher lamenta mais um dia de podridão.
E novamente a escuridão que havia acovardado, agigantou e apareceu. O pescador cansado dorme como se estivesse morrido. Mas o galo anuncia que a claridade está de volta.
Agora as coisas mudaram. As redes estão cheias de peixes e soluções. E o velho pescador tornou-se novo. Ao encontrar com sua mulher foi logo dizendo: esta vida só se consegue quando parte. Porém é partindo que conseguimos voltar. É conhecendo o começo que atingimos o fim. É chegando no fim que retornamos no princípio. É sonhando na hora do sol que chegamos na novela das seis vitoriosos.
O importante é nós sabermos que somos possuidores de uma dupla personalidade como a do pescador. Que enfrenta o sol para brincar com a lua. Que procuramos os peixes para sobreviver, mas só realizamos na fantasia.
O melhor nós termos uma única personalidade. A do sol (realidade) nos é vestida. A da lua (fantasia) é totalmente despida. A primeira nos é imposta a segunda nos é desejada.
Ainda bem que existe um final de semana para tirarmos a roupa que nos está incomodando e jogarmos nas madrugadas. Voltando a vestir somente na segunda-feira.
Custo de insumos aumentou e já reflete no preço do produto nas prateleiras. Segundo produtores de leite, captação caiu em torno de 8% no estado.
Os custos com insumos e alimentação do gado já refletem no preço do leite, que no Sul de Minas está 17% mais caro para o consumidor final. Com isso, muitos produtores estão abandonando o ramo e somente neste mês a captação de leite em Minas Gerais caiu 8%.
Para o vice-presidente regional da Associação Mineira de Supermercados, o aumento do preço do leite afeta diretamente no consumo. “O cliente não está abrindo mão de ter o leite em casa e está excluindo itens mais supérfluos da sua lista para ter o leite em casa”, explicou Fernando Henrique Maglioni .
Contudo, se o leite está chegando mais caro nas prateleiras, a explicação está no campo. Isso significa que o custo da produção aumentou cerca de 30%. A causa está na mistura que leva milho e soja e serve de alimento às vacas, que está 50% mais cara do que em 2015.
Além disso, durante o período de estiagem, o produtor gasta mais com a alimentação do gado. Uma propriedade na região adotou o sistema de confinamento há 2 anos. Nela, o trato é fundamental para manter a produção de 5,2 mil litros por dia, no entanto, está difícil equilibrar as contas.
“Está muito caro produzir o leite. Eu ganho R$ 1,20 pelo livro, mas o preço de custo é o mesmo. Está praticamente empatando o sistema. O que segura as pontas é que parte do leite é processado no laticínio da propriedade e aí conseguimos agregar algum valor”, disse Flávio Ribeiro de Castro.
Porém, o alto custo da produção está desanimando os produtores. Tem muitos que decidiram abandonar a atividade. Uma cooperativa na região já registra uma queda de 30% na captação de leite nos últimos dois anos.
“O produtor não está aguentando produzir leite e está indo para o gado de corte. Com essa situação, faltou leite no mercado e as firmas pagaram mais, mas o produtor diminuiu mais em função do aumento nos insumos. O consumidor está perdendo, o produtor e o supermercado também”, esclareceu José Guilherme Stegmann Azevedo, vice-presidente da Cooperativa Agropecuária do Vale do Sapucaí (Coopervass).
E esta cadeia em crise reflete na captação em todo Estado. Em março, a produção caiu 8% e para que não haja um abandono nas ordenhas, os produtores pedem incentivo ao setor. “Há uma preocupação que as autoridades devem ter e apresentar soluções para esta cadeia de leite. Do jeito que está vai ficar muito difícil o produtor ficar no leite”, acrescentou Azevedo.
Há alguns anos a Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda realiza uma grande festa em homenagem a santa que leva o nome da Igreja Matriz de Três Pontas. Este ano as comemorações se iniciaram no último dia 15 com início da Novena, que se encerra no dia 24, data em que se celebra o Dia de Nossa Senhora d’Ajuda. O tema deste ano é “Salve Rainha. Nossa Senhora d’Ajuda, Mãe de Misericórdia”. E na noite desta sexta-feira (20) teve início a popular quermesse, com barracas típicas, show de prêmios, leilão e muitas atividades, iniciadas sempre após a Santa Missa das 19 horas.
O pároco da Matriz, Padre Ednaldo Barbosa falou sobre essa comemoração ao Conexão:
“A festa da Padroeira Nossa Senhora D’Ajuda, vem acontecendo diretamente na Praça da Matriz depois de muito tempo que essa tradição foi deixada de lado. Ela foi acontecendo a partir do ano de 2012. Embora por longos anos houve um grande trabalho de recuperação de devoção a Nossa Senhora D’Ajuda, quando a imagem, por um período grande, visitou as famílias, nas missas nas casas. E foi um período muito rico de espiritualidade para o povo de Três Pontas, não apenas para a Paróquia D’Ajuda. Com a criação da Paróquia Cristo Redentor, a cidade passou a ter três paróquias. O trabalho de peregrinação foi ficando mais reduzido. Em 2012 nós começamos novamente com as quermesses, que não são uma invenção nova. No passado muitas pessoas que já têm uma caminhada longa nas nossas paróquias têm recordações de grandes festas da Padroeira. Quermesses, leilões de gado, shows de prêmios e assim por diante. Em 2012 nós fizemos apenas três dias de quermesse, a novena começando no dia 14 e terminando no dia 23, a festa dela como sempre foi no dia 24 de maio. E no ano de 2013 pra cá a festa tomou a proporção de dez dias. Alguns anos começando no dia 15 terminando no dia 24”, explicou.
E este ano a Paróquia d’Ajuda optou por fazer a novena normal começando no dia 15 e a quermesse no dia 20 até dia 29, sendo dez dias para que a população aproveite o feriado de Corpus Christi. E a novena da padroeira tem como objetivo colocar os fiéis diante o altar de Deus, na Santa Eucaristia, mas lembrando daquela que é invocada como padroeira do município, a Senhora D’Ajuda.
“Neste ano estamos trabalhando a oração da Salve Rainha, pois a novena trás como tema: Salve Rainha, Senhora d’Ajuda, Mãe de Misericórdia. Tendo em vista o Ano do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, decretado pelo Papa Francisco. A festa muito além da questão financeira, tem como objetivo fazer com que as pastorais, os movimentos e os ministérios sejam capazes de conviver e superar limitações. Uma festa como essa envolve pessoas de todas as realidades, e não só pessoas da Paróquia d’Ajuda, mas de toda a cidade de Três Pontas vão ser envolvidas nas mais diversas frentes de trabalho. Porem nós temos também uma arrecadação financeira, e ao longo desses anos as festas nunca foram direcionadas para isso ou para aquilo. A arrecadação financeira é sempre colocada no caixa da Paróquia, para todas as suas inúmeras obras e ações ao longo do ano. A Paróquia não vive da Festa da Padroeira, seria estranho dizer uma coisa desse tipo, pois nós temos um dizimo e as doações de coletas, ofertas, que os fiéis doam todos os meses. É o dizimo, principalmente, o responsável para que a Paróquia cresça”, ressaltou Padre Ednaldo.
Ainda conforme o sacerdote, os desafios são muito grandes.
“Nós temos inúmeros desafios e inúmeros trabalhos a serem feitos, e ao longo desses últimos quatro anos, nós nunca paramos obra, temos pedreiro e servente registrado na Paróquia, obras a passos lentos, mas que estão sendo mantidas gradativamente. E a Festa da Padroeira vem ser um suporte. Quando nós temos os meses das doações que não atingem o que precisamos a Festa da Padroeira é o socorro e ajuda a manter. Quando se fala em questões financeiras de uma Paróquia, ela não vive de obras, e sua parte financeira não é apenas para obra, pois temos que manter pastorais e isso gera custos, um trabalho em uma pastoral carcerária, formação de liderança, cursos, tudo isso demanda a parte financeira para arcar com viagem, custo de alimentação e outras coisas mais, material para evangelização, a própria manutenção ela é feita com o dinheiro que se arrecada ao longo do tempo e também com a arrecadação da Festa da Padroeira”, destacou.
A Festa da Padroeira entra no clima de uma festa junina, com canjicada, churrasco de bovino, suíno, frango empanado, pastel, doces, brincadeiras para as crianças, quentão, chopp, show de prêmios ao longo das noites, bem como os leilões de prêmios, que são doados pela comunidade. Cerca de 150 a 200 pessoas, que são coordenadores responsáveis de montar a sua equipe, estão trabalhando e ao todo são cerca de 1.000 pessoas envolvidas.
“Quando chega o final da festa é que nós temos os relatórios de cada equipe, de todas as pessoas que foram cadastradas para o trabalho ser realizado. Então os que trabalham nas festas não são só gente das pastorais e movimentos, gente que muitas vezes nem veem a igreja direto, mas por causa da quermesse aprendem a ter um gosto a mais pelo trabalho a paróquia”, concluiu.
Todas as pessoas que quiserem se envolver nos trabalhos da quermesse, basta chegar ao longo da festa nas barracas, todo mundo tem seu crachá, e falar com o coordenador e estar se inscrevendo para estar ajudando alguma equipe.
A Festa conta com equipe de segurança particular, tem o apoio da Guarda Municipal e Policia Militar.
*Fotos desta sexta-feira tiradas com exclusividade e postadas em primeira mão pelo Conexão.
O Festival de Cannes acontece anualmente no balneário francês de Cannes, localizado na Côte d’Azur, a Riviera Francesa.
A colunista internacional do Conexão Três Pontas, Françoise Recco, em Cannes, ao lado do famoso blogueiro brasileiro Paulo Pereira.
O portal Conexão Três Pontas, através de sua colunista internacional, Françoise Recco, que é francesa e que reside em Paris e também no Rio de Janeiro, está em Cannes para cobrir um dos maiores eventos do cinema mundial.
Em 1939, revoltada com a corrupção política na cultura europeia, a França decidiu criar, com o apoio de britânicos e americanos, a sua própria premiação. O Festival International du Film, porém, foi cancelado após a exibição de um único longa, O Corcunda de Notre Dame, de William Dieterle. A Alemanha invadira a Polônia e a França entrara para a Segunda Guerra Mundial.
Passada a guerra, o festival retornou ao balneário de Cannes em 1946 e deu início à tradição que hoje completa 70 anos. São quase duas semanas de celebração do cinema, mas também de negócios, glamour e polêmicas.
“O filme AQUARIUS de Kleber Mendonça Filho, com Sônia Braga, foi um escândalo. Todo mundo com cartaz proclamando “golpe no Brasil”. Muita gente saindo do cinema, Sônia Braga sem maquiagem, mal vestida… Foi uma vergonha”, disse Françoise.
O Festival du film de Cannes fez sua estreia oficial em 20 de setembro de 1946. O historiador Georges Huisman presidia um eclético júri, que dividiu o Grande Prêmio entre 11 filmes (escolhidos entre os 44 longas em competição). Entre os premiados estavam Desencanto, de David Lean, A Última Porta, de Leopold Lindtberg, Farrapo Humano, de Billy Wilder, María Candelaria, de Emilio Fernández, A Sinfonia Pastoral, de Jean Delannoy, e Roma, Cidade Aberta, de Roberto Rossellini. Para a sua segunda edição, em setembro de 1947, a organização fez modificações na sua estrutura de avaliação e premiação. O júri, ainda presidido por Huisman, era formado apenas por franceses e os prêmios foram distribuídos por gêneros: Melhor Comédia Musical (o filme coletivo Ziegfeld Follies), Melhor Romance ou Filme Psicológico (Antonio e Antonieta, de Jacques Becker), Melhor Animação (Dumbo), Melhor Filme Social (Rancor, de Edward Dmytryk) e Melhor Filme de Crime ou de Aventura (Les Maudits, de René Clémena).
Essas indefinições iniciais mostram um pouco da capacidade do festival de se transformar. Ao longo dos anos, diversas mudanças foram feitas, do número de inscritos, aos prêmios e à criação de mostras paralelas, buscando sempre aumentar o alcance do Festival de Cannes para influenciar o público e a indústria cinematográfica no reconhecimento do “melhor” da sétima arte.
PALMA DE OURO
A edição de 1949 inaugurou o Grande Prêmio do Festival, entregue a O 3º Homem, de Carol Reed. O festival de 1951, que dividiu o grande prêmio entre Senhorita Júlia, de Alf Sjöberg, e Milagre em Milão, de Vittorio De Sica, deu origem ao Prêmio Especial do Júri, que ficou com A Malvada, de Joseph L. Mankiewicz. Em 1952, Due Soldi di Speranza, de Renato Castellani, e Othello, de Orson Welles, dividiram a então graça máxima de Cannes, que também premiou a atuação de Marlon Brando em Viva Zapata!. Na edição de 1953, o júri do presidente Jean Cocteau premiou O Salário do Medo, de Henri-Georges Clouzot, e entregou o Prêmio do Júri a Walt Disney, por sua contribuição na divulgação do festival. No mesmo ano, voltaram categorias de gênero, como adições inusitadas como Melhor Conto de Fadas (Valkoinen peura, de Erik Blomberg) e Melhor Filme de Entretenimento (Lili, de Charles Walters). Em 1954, a premiação honrou Jigokumon, de Teinosuke Kinugasa, com o Grande Prêmio e escolheu, entre outros, o Melhor Curta de Fantoches (O Sklenicku Vic, de Břetislav Pojar) e o Melhor Filme Poético (The Pleasure Garden, de James Broughton).
É em 1955, porém, que o Festival de Cannes encontra o seu prêmio definitivo: a Palma de Ouro. O visual é inspirado na folha que orna o brasão da cidade de Cannes e foi desenhada originalmente pelo joalheiro Lucienne Lazon. O júri, então presidido pelo cineasta francês Marcel Pagnol, entregou a honra máxima para Marty, filme de Delbert Mann, estrelado por Ernest Borgnine. O troféu permaneceria no topo até 1963 – sento entregre a The Silent World, de Jacques-Yves Cousteau e Louis Malle, em 1956; Sublime Tentação, de William Wyler, em 1957; Quando Voam as Cegonhas, de Mikhail Kalatozov, em 1958; Orfeu do Carnaval, de Marcel Camus, em 1959; A Doce Vida, de Federico Fellini, em 1960; Uma Tão Longa Ausência, de Henri Colpi; e Viridiana, de Luis Buñuel, em 1961; o brasileiro O Pagador de Promessas, de Alselmo Duarte, em 1962; e O Leopardo, de Luchino Visconti, em 1963 – e foi substituído em função de direitos autorais pelo Grande Prêmio, entregue em 1964 a Os Guarda-Chuvas do Amor, de Jacques Demy. O prêmio foi reintroduzido em 1975, entregue a Chronique des Années de Braise, de Mohammed Lakhdar-Hamina, e se consagrou como um dos mais prestigiados, e ecléticos, troféus do cinema.
Festival de Cannes 2016: Candidato à Palma de Ouro ou decepção? Crítica diverge sobre a comédia Toni Erdmann
O Festival de Cannes chegou à sua metade e, ao menos por enquanto, não há um franco favorito à Palma de Ouro. Quer dizer, mais ou menos.
A comédia alemã Toni Erdmann, dirigida por Maren Ade, conquistou o coração de muita gente e lidera os painéis de notas das revistas Screen e Le Film Français. Ou seja, é um bom candidato ao prêmio máximo do festival. Só que está longe de ser unanimidade, como demonstra a crítica do portal AdoroCinema.
Em Cannes, muita gente justifica a preferência por Toni Erdmann pelo fato de “ser um filme leve em meio a tantos violentos”. Mesmo se não ganhar a Palma de Ouro, o longa ainda pode ser lembrado pelo trabalho de seus atores principais, Peter Simonischek e Sandra Hüller.
A colunista Françoise Recco em visita a Três Pontas, ao lado do jornalista Roger Campos.
Mais um acidente de trânsito foi registrado nas ruas de Três Pontas. Desta vez foi no bairro Botafogo, no início da tarde desta quarta-feira (18) e envolveu dois automóveis e uma motoneta. Uma das pessoas envolvidas foi encaminhada ao PAM com suspeita de fratura.
De acordo com as informações colhidas por nossa reportagem no local junto ao Sargento Amir, da Polícia Militar de Três Pontas, a colisão aconteceu por causa de uma desatenção ou desrespeito a sinalização de trânsito.
“De acordo com o que apuramos, o condutor do veículo Fiat Strada, de cor vermelha, subia a Rua Santana da Vargem e ao cruzar com a Rua Alcina Luz acabou colidindo com um veículo Volkswagen Fox, de cor preta, que seguia sentido centro. Naquele instante, por volta das 13 horas, a condutora de um ciclomotor Honda Biz, que também transitava pela Alcina Luz, porém sentido bairro, acabou se assustando e se envolvendo no acidente, vindo ao solo”, explicou.
Ainda conforme o militar, os três condutores, José Roberto (Strada), Marta Helena (Fox) e Talyse de Castro Brito (Biz), são habilitados e as documentações dos veículos estão em dia.
As vítimas desse acidente não tiveram nenhuma lesão grave, com exceção da condutora da motoneta que foi encaminhada com suspeita de fratura em um dos braços.
A área foi isolada pela Polícia Militar para que fosse feito o trabalho de perícia técnica. E mais um socorro eficiente do SAMU às vítimas.
Se aprovada, medida inclui ainda pessoas sob efeito de qualquer substância psicoativa que determine dependência
Um projeto de lei do deputado Flávio Augusto da Silva (PSB-SP), se aprovado, pode resultar em multa gravíssima a quem der carona a uma pessoa bêbada ou sob o efeito de qualquer substância psicoativa que determine dependência.
Além da perda de 7 pontos na carteira de habilitação, o condutor poderia, caso a norma valesse, ter o veículo apreendido. A intenção é evitar que um passageiro alterado tome atitudes que representem perigo para a segurança no trânsito.
Em comemoração aos seus quatro anos de existência, o Sarau no Quintal que acontecerá nesta quinta-feira dia 19, a partir das 19hs30min, terá dois convidados especialíssimos: Cláudio Venturini e Sérgio Magrão, músicos de uma das bandas mais importantes da Música Popular Brasileira: 14 Bis.
O Sarau no Quintal é sempre realizado, uma vez por mês, no quintal da Casa de Cultura Alfredo Benassi. Sempre com temas importantes e exclusivos. O local se tornou uma referência e por lá vários artistas trespontanos e de toda Minas Gerais já se apresentaram. O público comparece em peso e se emociona muito com as músicas, as variadas expressões artísticas cheias de muito talento.
14 BIS
14 Bis é uma banda brasileira que surgiu em Minas Gerais no início dos anos 80, criada por Flávio Venturini (teclado e vocal), Cláudio Venturini (guitarra e vocal), Hely Rodrigues (bateria e vocal), Vermelho (teclado e vocal) e Sérgio Magrão (baixo e vocal). Sua música traz o casamento entre referências do rock, em especial de Beatles e do rock progressivo, e a escola mineira de música da época, conhecida como Clube da Esquina.
Tiveram diversos sucessos, como Linda Juventude, Planeta Sonho, Natural, Uma Velha Canção Rock’n Roll e, mais recentemente, Mais uma Vez, em parceria com Renato Russo (letrista e vocalista da Legião Urbana). Seu trabalho de estréia (14 Bis-1979) foi produzido por Milton Nascimento, “padrinho” da banda.
Apesar da saída de Flávio Venturini, o grupo continua em atividade até os dias atuais. Em julho de 2007 eles lançam o seu primeiro DVD, acompanhado de um CD. Neste há participações especiais de outros nomes da música mineira como Beto Guedes e Rogério Flausino, além do ex-membro Flávio Venturini.
Uma mulher morreu em Três Pontas após o carro em que estava capotar numa estrada rural entre Três Pontas e Santana da Vargem, na noite deste domingo (15), por volta das 20 horas. De acordo com as primeiras informações, o condutor, marido da vítima, teria perdido o controle após passar sobre um mata-burro, vindo a capotar. A passageira acabou sendo arremessada para fora do veículo.
foto internet
O acidente envolveu um veículo Gol, vermelho, placas BVR 6278, de Três Pontas. Ele era conduzido por Amauri Vítor Leopoldino, tratorista, residente na Fazenda Santa Mônica. Ele e sua esposa Leila de Fátima Pereira, de 42 anos, seguiam de Três Pontas com destino a fazenda quando ao passarem por um mata-burro, o veículo acabou sem controle e capotando. Leila foi jogada para fora.
Nossa reportagem esteve no Pronto Atendimento Municipal, para onde os dois foram levados. Nós conversamos com Amauri que disse ter perdido o controle após um mata-burro. O próprio Amauri teria socorrido a vítima, que foi colocada no próprio veículo que apesar do capotamento parou em pé e continuou com o motor ligado. Chegando na cidade, próximo a ponte da Peret, o carro parou e foram ajudados por populares. O SAMU foi chamado e realizou todo o procedimento de tentativa de reanimação da mulher. Um dos socorristas disse ao Conexão que foram várias tentativas, mas que a mesma já estava sem vida quando deu entrada no PAM.
Com apenas escoriações o marido Amauri e familiares que chegavam a todo momento ainda não sabiam da morte de Leila. O socorrista disse que possivelmente ela tenha perdido a vida em decorrência de um TCE (Trauma Crânio Encefálico). O médico de plantão, Dr. Silvinho, confirmou o óbito de Leila, comunicando seu filho. O corpo de Leila foi levado para o necrotério de Três Pontas e ainda não há informações quanto a liberação e sepultamento.
Leila de Fátima Pereira tem seis filhos, com 03, 08, 09, 11, 16 e 22 anos de idade.
A Polícia Militar esteve no Pronto Atendimento e colheu todas as informações no intuito de apurar os fatos. Além do Cabo Pontes, o Sargento Maxsuel trabalhou na ocorrência.
Dois elementos chegaram a pé, correndo, em um Posto de Combustíveis na Rua Nossa Senhora d’Ajuda, no centro de Três Pontas na noite deste domingo (15), munidos de armas de fogo e anunciaram um assalto. Primeiramente eles foram até os frentistas e depois se deslocaram até a loja de conveniência. Eles levaram uma pequena quantia em dinheiro e na fuga deram uma coronhada na cabeça de um frentista. Saíram correndo a pé em direção a Mina do Padre Vítor.
De acordo com informações dos frentistas, os dois criminosos já chegaram no Posto Ouro Verde (em frente o Brasil Hotel), em Três Pontas, anunciando o assalto. Um deles rendeu um dos frentistas e ficou segurando pela blusa com uma arma apontada para a vítima. O outro, ao perceber que o frentista não tinha dinheiro em seu poder correu até a conveniência. Lá, anunciou o assalto, Pegou cerca de R$ 60,00 em dinheiro e antes de fugir voltou até o frentista rendido e insistiu por mais dinheiro. Como houve negativa, desferiu uma coronhada na cabeça e fugiram correndo, subindo a Rua Nossa Senhora d’Ajuda em direção a Mina do Padre Victor.
A Polícia Militar já tem as características dos assaltantes que estavam com blusas enroladas na cabeça. Um deles, atrapalhado, deixou a blusa cair, o que facilitará a identificação pelas câmeras de circuito interno. A PM faz rastreamento em busca dos autores desse crime.
A vítima da coronhada está bem e o ferimento foi superficial.
Um veículo Kombi, de cor branca, ano 95, com placas GUF 7247, de Três Pontas, acabou pegando fogo quando abastecia em um posto de combustíveis no centro da cidade. O Conexão esteve no local e colheu todas as informações. Por sorte ninguém se feriu e uma grande tragédia acabou sendo evitada.
O veículo, que pertence a um senhor de nome Vítor, natural de Três Pontas, chegou para abastecer no Posto do Miguel, localizado na Avenida Ipiranga, por volta das 18hs20min, deste domingo (15). O condutor teria pedido pra colocar R$100,00 de combustível sem saber se caberia a quantidade já que os marcadores estavam com defeito.
Vítor, estava no veículo e não se feriu.
“Quando chegou em R$ 91,00 começou a derramar combustível no chão. Eu pedi pros funcionários do posto jogarem água por causa do perigo e eles fizeram isso prontamente. Mas quando eu fui ligar a Kombi houve uma grande explosão e começou a pegar fogo. Foi um susto muito grande. Estava sozinho no veículo e felizmente não me feri”, disse Vítor.
Para evitar que o fogo, que tomava conta de todo interior do veículo, pudesse chegar nas bombas de combustível, o veículo foi rapidamente empurrado de ré para o meio da rua. Ali as chamas tomaram conta totalmente. Havia um eminente risco de explosão devido ao tanque estar cheio. Mas uma ação rápida dos funcionários do SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) acabou por evitar consequências piores. Foi feito o rescaldo e a Kombi teve o fogo totalmente apagado em questão de minutos.
A Polícia Militar esteve no local e ajudou a orientar o trânsito que ficou caótico devido ao número de curiosos que se aglomeraram ao redor do ocorrido.
O novo presidente do Brasil é um reconhecido advogado constitucionalista e ex-professor de direito com uma aparência ligeiramente gótica e que, a despeito da expressão impassível, tem uma vida pessoal um pouco picante. Esse é o resumo do perfil publicado pelo jornal britânico Financial Times na edição impressa desta quarta-feira, dia da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado.
“O advogado constitucionalista e especialista dos bastidores políticos vai assumir a tarefa de resgatar a maior economia da América Latina de uma profunda recessão e restaurar a fé pública na classe política que foi devastada pelo escândalo de corrupção na Petrobras”, diz o perfil publicado pelo FT.
O FT nota que as diferenças entre Temer e Dilma ficaram explicitas com as diretrizes econômicas defendidas pelo PMDB e que foram divulgadas no ano passado. O grupo político de Temer, explica o FT, defende a reforma em temas intocáveis pela esquerda, como a Previdência e a legislação trabalhista. Além disso, Temer apoia a ideia do Orçamento base zero defendido pelo bilionário Jorge Paulo Lemann que argumenta que todas as despesas devem ser justificadas a partir do zero.
Apesar das diferenças econômicas, o perfil do FT explora especialmente os aspectos pessoais da vida do vice-presidente como o casamento e as poesias escritas por Temer. Chegar ao Palácio do Planalto, diz o jornal, “vai levar o ex-professor de direito, cuja expressão impassível esconde uma vida pessoal mais picante, ao centro das atenções”.
“Casado três vezes, ele começou a namorar a terceira esposa, Marcela, uma ex-modelo 40 anos mais jovem, quando ela ainda era uma adolescente. Sua aparência ligeiramente gótica também levou um rival a rotulá-lo como ‘mordomo da casa do terror’”, cita o texto que é ilustrado por uma grande foto de Temer sentado ao lado de uma cadeira vazia e por uma foto pequena da esposa Marcela.
O texto cita uma entrevista à revista TPM em que Marcela diz que o marido parece ter 30 anos e classifica Michel Temer como um homem “extremamente charmoso”. “O senhor Temer ao assumir a presidência do Brasil nesta semana terá de aproveitar esse encanto para colocar de pé um País ferido pela recessão econômica e dividido pelo ódio político”, cita o texto do FT.
O perfil lembra, porém, que Michel Temer pode ser ameaçado pelo esquema de corrupção na Petrobras, já que o nome do agora presidente em exercício foi citado por algumas testemunhas ouvidas pela investigação. O FT nota, porém, que Temer não está sendo investigado oficialmente e nega qualquer irregularidade no caso.