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  • ESPECIAL: CONEXÃO INICIA SÉRIE DE ENTREVISTAS SOBRE POLÍTICA E ELEIÇÕES; PROFESSOR JOÃO VICTOR MENDES É O PRIMEIRO SABATINADO

    ESPECIAL: CONEXÃO INICIA SÉRIE DE ENTREVISTAS SOBRE POLÍTICA E ELEIÇÕES; PROFESSOR JOÃO VICTOR MENDES É O PRIMEIRO SABATINADO

    Apesar de praticamente todos os holofotes estarem virados para a luta mundial contra a pandemia de coronavírus não podemos nos esquecer que 2020 também é ano eleitoral. E, há cerca de 3 meses do pleito, as peças já estão sendo mexidas no tabuleiro. Por isso o Conexão Três Pontas, sempre presente e reconhecido pela maciça cobertura eleitoral, inicia mais uma série de entrevistas especiais com candidatos ou com pessoas envolvidas nesse cenário, mesmo que nos bastidores. O intuito é ajudar o eleitor trespontano a se informar, a conhecer melhor candidatos, o momento político, as pessoas que estão direta ou indiretamente envolvidas e assim, tirarem suas conclusões para um voto cada vez mais consciente, fundamentado em propostas e, acima de tudo, almejando o bem de Três Pontas e de sua brava gente.

    O entrevistado de hoje é o Professor João Victor Mendes de Gomes e Mendonça. Formado em Filosofia Pura, História e Direito, é ainda Pós Graduado em Administração Pública Municipal e Mestre em Direito. Professor, querido e respeitado por seus alunos ao longo dos anos, foi eleito vereador e exerceu dois mandatos, entre os anos 1993 a 2000. No governo da saudosa ex-prefeita Adriene Barbosa foi Secretário Municipal de Educação e Cultura e Secretário da Fazenda. Foi ainda convidado para assumir a Chefia de Gabinete do ex-vice-governador de Minas Gerais, mais tarde senador Clésio Andrade. Ainda na política, foi candidato a vice-prefeito na primeira eleição em que Dr. Luiz Roberto Dias concorreu como prefeito. Apesar de não ser candidato em 2020 é uma das pessoas que aparece com importante histórico, com poder no meio político e com conhecimento, sem contar os laços muitos próximos com o deputado federal Diego Andrade. Acompanhe a entrevista:

    Como você avalia o atual momento político em Três Pontas?

    Três Pontas vive um momento ímpar, onde sobretudo pela união e pelo clima de paz está sendo possível por exemplo o Deputado Federal Diego Andrade enviar muitos recursos para Três Pontas, o que transforma em obras e serviços para o povo trespontano. Coisas deste tipo é que permitiu ao Prefeito não ser apenas um administrador de crise. Não podemos perder estas oportunidades e termos retrocessos.

    Quais os motivos, na sua opinião, que trouxeram Três Pontas para a atual situação?

    Apoio efetivo dos deputados (com destaque do maior numero de volume financeiro mandado pelo Deputado Federal Diego Andrade), união de pessoas e instituições de bem de Três Pontas  como na Santa Casa com Michel Renan e toda sua equipe (inclusive os médicos sob a liderança do Dr. Eduardo Camargo Vasconcelos, Dr. Lucas Erbst e Dr. Geovani Pereira), Associação Comercial com o Bruno Carvalho, Apae com a Rosilda Gama, Cocatrel com o Presidente Marco Valério Brito, com a turma do CarnavalizaTP, com o Alex Tiso e o pessoal da Cultura e assim por diante.

    Você tem um vasto e importante currículo, na Política, na Educação, no Direito. Quais as principais falhas ou problemas que o Município, de uma vez por todas, precisa extirpar ou, no mínimo, aprender a controlar?

    Ao meu ver o principal problema do Município e que precisa de uma vez por todas ser extirpado é uma visão retrógada administrativa e de desenvolvimento que quer apenas o poder pelo poder e estimula a divisão das pessoas e instituições e faz a cidade perder recursos e investimentos e por consequência não inovar no campo da industrialização, do comércio e da própria agricultura. A “guerra intestina” em Três Pontas só promoveu e promove o atraso.

    Você é a favor de uma terceira via na política trespontana?

    Tudo pode acontecer. Percebo por exemplo que inclusive para estas eleições agora pode surgir uma terceira via se o Prefeito não conseguir compor. Há real possibilidade, ao meu ver, que possamos ter Maycon como candidato a Prefeito e Luizinho como vice, apoiados por um grupo de partidos e pessoas de lideranças expressivas. Para estas eleições ter ou não uma terceira via vai depender de como o Prefeito vai conduzir as coisas. Faz parte do processo democrático se surgir esta terceira via.

    Você continua, nos bastidores, influente na política local. Você pensa em concorrer a algo cargo político mais adiante?

    Minha única intensão é ajudar Três Pontas. Que não tenhamos retrocesso. Não sou candidato e nem pretendo ser candidato a nada. Isto não significa que um dia, talvez eu não volte a participar. Mas este não é o momento. Meu momento agora é de trabalho na iniciativa privada e de formação pessoal. Como amo Três Pontas, desejo o bem de Três Pontas!

    Como você avalia (especificamente) o trabalho desenvolvido pelos três últimos prefeitos de Três Pontas (Não da gestão como um todo, do gestor em questão)?

    Cada Prefeito “colocou seu tijolo” neste edifício chamado Três Pontas. Alguns com viés eu diria mais conservador e até mesmo mais com gestão retrógrada até o Prefeito atual que se mostra mais arrojado, progressista e com espírito mais de paz e união. Importante é que cada um deixou sua marca.

    Como ex-vereador, como você avalia o atual quadro de Vereadores? O que pensa sobre o número de legisladores (11) e sobre o salário dos mesmos?

    Penso e vejo pesquisas que a Câmara no geral está indo bem, sobretudo muitos vereadores são responsáveis pelos recursos que têm chegado aqui através dos deputados. Quanto ao número de vereadores penso que 10 vereadores seria um bom número e quanto ao salário considero justo tendo em vista que é um dos menores da região.

    Como você avalia o Governo Zema?

    Zema tem tentado fazer o que pode. Pegou um estado arrasado pelo PT. Precisa entender que não se governa apenas com uma visão empresarial e isto ele está aprendendo. É uma pessoa de reta intenção. Falta a experiência política que ele vai adquirindo com o tempo.

    Como você avalia o Governo Bolsonaro?

    Bolsonaro faz parte deste processo que eu chamo de dialético: “quanto mais o pêndulo vai para esquerda, mais ele se volta para a direita até atingir o centro”. Tem muitas coisas positivas dentro deste processo. Ao meu ver precisa ser mais discreto e distinguir as questões públicas das questões familiares. Mas precisava de um cara de peito para quebrar paradigmas. creio que a tendência seja de dias melhores.

    Você é amigo pessoal do deputado federal Diego Andrade. Como você avalia o trabalho dele e também do deputado estadual Caixa por Três Pontas?

    Sim, sou amigo pessoal do Diego Andrade. Não sou e nunca fui seu assessor. Gosto dele pelo ser humano que conheci independente de política. Como já disse anteriormente, se não fosse sobretudo o trabalho dele e depois do Caixa mandando recursos para Três Pontas nestes últimos tempos o Prefeito não teria conseguido fazer nada. Faria apenas o “arroz com feijão” e não teria destaque.

    Diante da pandemia, você acha que as eleições deveriam ser adiadas? Por quê?

    Adiar para 15 de novembro ao meu ver foi uma decisão acertada.

    Como você vê a questão de “indefinição” do nome que irá compor a chapa do Prefeito Marcelo Chaves na próxima corrida eleitoral?

    Se continuar esta indefinição vai possibilitar surgir como já disse uma nova candidatura de Maycon com Luizinho.

    Fazer parte de forma importante da vinda da Faculdade para Três Pontas, é um dos seus maiores orgulhos? Que outras contribuições você acredita ter dado para a nossa comunidade?

    Sim. A faculdade é um grande orgulho! Um sonho de vários anos! Sinto muita satisfação em ter participado por exemplo da conquista do Caic, da água da Sete Cachoeiras, do Sesi, da conquista da Penalti, e uma das maiores orgulhos foi ter sido secretário de Educação e Cultura e como tal ter investido muito na Educação, reformado todas as escolas e inclusive criando a educação inclusiva e de um programa de inglês aos mais carentes com a ex-escola de inglês Minas Idiomas. Outra coisa dentre tantas foi ter dado o nome de Milton Nascimento ao Centro Cultural.

    Suas considerações finais.

    Agradeço a oportunidade e desejo que tenhamos uma cidade cada vez melhor para nós e nossos filhos!

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    Roger Campos

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  • Provedor faz balanço sobre o trabalho contra a covid-19 no Hospital de Três Pontas

    Provedor faz balanço sobre o trabalho contra a covid-19 no Hospital de Três Pontas

    Michel Renan falou de conquistas, de união e lembrou que Três Pontas precisa ganhar sempre!

    O provedor da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, Michel Renan Simão Castro, falou com exclusividade ao Conexão Três Pontas sobre os esforços diante da pandemia de coronavirus, destacou a importante doação dos cinco respiradores e monitores que foram entregues recentemente pelo Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, atendendo há uma solicitação do deputado estadual Mário Henrique “Caixa”, natural de Três Pontas e majoritário no município. O provedor trouxe ainda informações relevantes sobre outras situações ligadas ao combate ao vírus chinês.

    “Com a ampliação dos novos leitos muitos pacientes que acabariam tendo que ir para outras cidades poderão ser atendidos aqui.”

    Fotos Arquivo (antes da pandemia)

    OS CINCO NOVOS RESPIRADORES

    “Essa doação representa muito para nossa cidade e especialmente para o nosso hospital, para o atendimento dos nossos pacientes. Antes da chegada dos novos 5 respiradores nós contávamos com os primeiros 5 que, inclusive, em alguns momentos, chegaram a estar todos ocupados. Então, esses novos 5 leitos de UTI que serão implementados em breve nos darão melhores condições de atendimento para os trespontanos e não apenas para eles, pois Três Pontas hoje faz parte de uma macrorregião da covid-19”, revelou Michel Renan.

    “Isso será fundamental para que diminua o risco de falta de leitos em nosso hospital e que os trespontanos ou aqueles que fazem parte da nossa macrorregião tenham que ser transferidos ou levados para outras unidades”, emendou.

    SITUAÇÃO DA SANTA CASA E OS 5 NOVOS RESPIRADORES

    Nossa reportagem também perguntou ao Provedor Michel Renan que, assim como sua diretoria, conhece a atual situação da Santa Casa como ninguém, se com as doações dos novos 5 respiradores o Hospital de Três Pontas estará suprido, pelo menos pelos próximos meses, ou se na opinião dele ainda será necessária a aquisição de outros aparelhos:

    O deputado estadual Mário Henrique Caixa tem sido parceiro frequente da Santa Casa de Três Pontas. (Foto Arquivo)

    “Tudo que eu disser em termos de números ou projeções são meras especulações. O vírus é muito novo e nós, assim como todos, não temos muita experiência. O coronavirus nos surpreende a todo momento. Por isso não posso dizer que estamos em uma situação confortável. Mas felizmente nós temos diversas alternativas e traçamos muitas estratégias. Caso, em algum momento, tenhamos um crescimento muito grande de casos com complicações e que precisem de internação ainda temos uma segunda UTI que poderá ser utilizada, tornando-se referência para o tratamento da covid-19”, destacou.

    “Nós fizemos e continuamos fazendo tudo o que podemos por cada paciente. Nesses quase quatro meses de pandemia já foram utilizadas mais de 400 diárias para o tratamento desse vírus.”

    TRANQUILIDADE

    Ainda conforme o gestor do HSFA, quando os leitos de UTI passarem para 20 trarão uma grande tranquilidade para todos. “Já não é de hoje que a outra UTI, com capacidade para 10 leitos, fica quase sempre lotada no atendimento de outras enfermidades. E com a ampliação dos novos leitos muitos pacientes que acabariam tendo que ir para outras cidades poderão ser atendidos aqui”, pontuou.

    UTI ZEROU INTERNAÇÕES DE PACIENTES COM COVID-19

    Também é necessário destacar que, apesar de ser um vírus novo e de sua inegável gravidade, tanto as unidades de saúde do município, como os postos de saúde, o Pronto Atendimento Municipal e o próprio Hospital local, quanto os seus profissionais, como médicos, enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem, atendentes, profissionais da limpeza e os membros (voluntários) da Santa Casa, têm se mostrado altamente capacitados e preparados para o enfrentamento ao coronavirus. Tanto é verdade que, não bastasse a boa notícia da chegada de novos respiradores, a cidade de Três Pontas “respira mais aliviada” com a constatação de que o número de pacientes internados na UTI com covid-19 caiu e desde a última segunda-feira foi zerado.

    “Além da equipe estar realmente muito capacitada, quando abordamos os 5 óbitos que infelizmente ocorreram, devemos lembrar que todas as vítimas tinham comorbidades, outras doenças, podendo ser interpretada morte ‘com’ covid-19 e não tão somente ‘de’ covid-19; interpretações distintas a meu ver.

    Muito provavelmente se essas pacientes não tivessem outras enfermidades poderiam ter vencido a covid-19. Ou se não tivessem contraído o coronavírus em algum momento poderiam falecer em decorrência dessas doenças pré-existentes. Nós fizemos e continuamos fazendo tudo o que podemos por cada paciente. Nesses quase quatro meses de pandemia já foram utilizadas mais de 400 diárias para o tratamento desse vírus”, frisou Michel Renan.

    “Nossa cidade já perdeu muito pela falta de União, pelo racha. Nós precisamos é abraçar as boas iniciativas em favor da nossa cidade.”

    UNIÃO DE FORÇAS NA LUTA CONTRA O CORONAVIRUS

    “A união de forças é fundamental para o desenvolvimento de nossa cidade e especificamente nesse momento muito difícil de uma pandemia sem precedentes. É claro que quando falamos de toda ajuda que vem sendo dada ao nosso Hospital não podemos esquecer do quanto a população tem vestido a camisa e também do prefeito Marcelo Chaves, da Câmara de Vereadores e principalmente dos deputados Mário Henrique ‘Caixa’ e Diego Andrade que são fundamentais na luta em prol da Santa Casa”, comentou ele.

    O deputado federal Diego Andrade é outro que tem enviado recursos frequentes ao Hospital local. (Foto Arquivo)

    Fechando a entrevista, lembrando que apesar de todo caos provocado pelo coronavírus 2020 é ano eleitoral. Haverá em novembro eleições para a escolha, inclusive, de novos prefeitos. Michel Renan Simão Castro foi claro quanto ao seu posicionamento em favor da cidade e da ajuda de políticos que aqui aportam:

    “Nós não podemos pensar em desagregar, em desunir. Nossa cidade já perdeu muito pela falta de União, pelo racha. Nós precisamos é abraçar as boas iniciativas em favor da nossa cidade. Todos aqueles que quiserem fazer algo de bom para Três Pontas precisam ser muito bem recebidos. Chega da nossa cidade perder! Três Pontas precisa ganhar!”.

    “A união de forças é fundamental para o desenvolvimento de nossa cidade e especificamente nesse momento muito difícil de uma pandemia sem precedentes.”

    O sucesso da administração da Santa Casa se deve também os membros da Irmandade, aos voluntários dedicados e em especial aos médicos e demais profissionais envolvidos, dentre eles os doutores Eduardo Camargo Vasconcelos e Geovanni Barros Pereira, bem como o Dr, Lucas Erbst, que além de atuar no Hospital também é diretor do PAM.

    *Foto de capa tirada antes da Pandemia (Arquivo Conexão)

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    Roger Campos

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  • HERÓIS SEM CAPA: Conexão homenageia Papais Trespontanos

    HERÓIS SEM CAPA: Conexão homenageia Papais Trespontanos

    Seu Geraldo mantém a sorriso largo e a simplicidade e representa todos os pais nesta reportagem especial.

    Segundo Biah Déo, “a palavra pai é sinônimo de amor, um amor sem limites! P de perfeito, A de amoroso e I de insubstituível, tudo os verdadeiros pais são e muito mais.”.

    Hoje, Dia dos Pais, o Conexão Três Pontas não poderia deixar a data passar em branco. E presta uma homenagem a todos os papais de Três Pontas e de todos os cantos do mundo, ligados pela rede global de computadores ao nosso portal. E um senhor simples, humilde, trabalhador, de extrema educação e sorriso cativante vem representar todos aqueles que criam, educam, lutam, dão exemplos e amam verdadeiramente seus filhos, sejam eles naturais ou não. Afinal, pai de verdade não escolhe filho. É o amor quem escolhe e une os dois. Num laço indestrutível.

    Apesar de nascido em Santana da Vargem (Fazenda Beleza), Seu Geraldo Paulino Filho já é considerado um trespontano de coração. E um coração transparente, que transborda boas lições e muito afeto. Apesar dos 69 anos de idade, Seu Geraldo segue trabalhando, acompanha o filho Anderson Reis Paulino dos afazeres e compromissos da empresa Avant Manutenções, que segue crescendo em Três Pontas.

    Sempre bem disposto e com um jeito agradável, que cativa a todos, Seu Geraldo tem ao todo 3 filhos, sendo casado com Norma Reis Paulino. E como é bom ter um pai por perto que inspira e cumpre seu papel.

    Como ele, há muitos, mlhares, milhões de pais que cumprem suas funções de pai, que vão muito além de, simplesmente, “botar no mundo”. Para eles o nosso aplauso!

    Mesmo aqueles que já partiram, que já voltaram à casa do Pai Maior, apesar da saudade latente nos filhos, não são esquecidos, apagados, muito pelo contrário. Quem aqui semeia o bem, o amor e o verdadeiro sentido da palavra “Pai” não morre jamais!

    Meu Pai, Meu Herói!

    (Para todos os Papais)

    “Pai, eu não tenho palavras para explicar e dizer o quanto te amo. Hoje é o seu dia, o dia de todos os pais, mas você para mim é o melhor de todos, você pode falar errado, andar de calça rasgada e galocha e com as mãos sujas, pode ser pobre, não ter estudo, pode ser bravo ou doce, risonho ou sério. Não importa! O que importa mesmo é que seu coração é limpo e cheio de amor!

    Bom pai, eu só tenho a te agradecer por tudo, tudo mesmo, por cuidar de mim, por me fazer rir, por me mostrar que não são as belas palavras que dizemos que nos define e por ser esse pai maravilhoso que você é. Teve momentos da minha vida em que você não esteve presente, como um dos meus aniversários, mas em compensação hoje você me dá todo o amor e carinho que as vezes pela distancia não conseguia dar.

    Bom vou parando por aqui senão vou ficar até amanha lhe dizendo o quão importante e especial você é pra mim! Pai, parabéns pelo seu dia, te amo muito, e que possamos passar muitos dias como esse juntos!

    Peço a Deus que o conserve por muito tempo perto de mim fisicamente. Mas, apesar da dor que a sua partida (inevitável) me causará, sempre o sentirei aqui, do meu lado, pertinho de mim, ainda me inspirando, me ensinando, me encorajando, acompanhando todos os meus passos, meus acertos e meus tropeços e, acima de tudo, sempre me ajudando a me levantar, sem largar a minha mão um minuto sequer.

    Um beijo Pai! Obrigado por tudo! Você é meu herói. Mesmo sem capa, tem superpoderes que nenhuma outra pessoa dispõe. Não sei o que quero e o que vou ser na vida. Mas se conseguir ser metade do que o Senhor é, já serei uma pessoa realizada. Um vencedor!

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    Roger Campos

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  • Fenômeno “Urban Jungle” viraliza em Três Pontas

    Fenômeno “Urban Jungle” viraliza em Três Pontas

    Cuidado com Flores e Plantas vem crescendo em tempos de pandemia

    O amor pelas Flores e Plantas tem crescido vigorosamente durante o isolamento provocado pela pandemia de coronavírus em todo mundo. E aqui no Brasil não é diferente. O fenômeno chamado “URBAN JUNGLE” (Floresta Urbana) tem atraído pessoas dos mais variados perfis. Gente que diz ter descoberto esta paixão agora e que jamais havia se dedicado ao cuidado com a natureza dentro de casa.

    Com as pessoas mais tempo em casa os cuidados com o lar se tornaram uma grande rotina. Mas o que vem chamando a atenção é a transformação das residências em verdadeiras florestas urbanas, onde adolescentes, adultos e idosos, homens e mulheres, de costumes bem diferentes, se assemelham no cuidado com o verde. Assim, transformam casas e apartamentos em verdadeiros jardins urbanos. Especialistas falam os benefícios que a atividade trás durante a quarentena. “Uma verdadeira terapia, que auxilia corpo e mente, melhorando a qualidade do ar e ocupando o tempo com prazer”.

    Além de resgatar a brasilidade, o Urban Jungle ajuda na saúde física e mental dos moradores, pois as plantas trazem um ar de tranquilidade.

    O que é Urban Jungle?

    Urban Jungle é um estilo de decoração que consiste em incluir plantas e elementos ligados ao meio ambiente concentrados no interior das residências. O objetivo é trazer um clima de natureza para moradias urbanas, proporcionando uma sensação de aconchego e bem-estar.

    Esse estilo de decoração não tem um apelo apenas estético. O Urban Jungle nasceu da necessidade de aproximar pessoas que vivem nas grandes cidades do meio ambiente.

    Com o desenvolvimento da tecnologia e o estilo de vida de uma nova geração, o contato com a natureza foi ficando cada vez mais distante.

    Além disso, nos últimos anos houve o aumento da preocupação com a sustentabilidade no mundo todo. Diante desse contexto, o Urban Jungle surgiu como forma de resgatar a relação com o verde incluindo a natureza dentro de casa. E isto foi amplificado por conta da pandemia que obrigou muitas pessoas a ficarem mais tempo em suas casas.

    Assista a reportagem especial do Conexão Três Pontas:

    https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/1049968362067999/?__xts__%5B0%5D=68.ARASF1TaAuRkZvNJxVfBMpVBM3jFmoEvXdAPpzrKzg5wQA6JkpLdAjDedjxF2mX-SlUMEc3ZepPrR_GHH4xuJWJ-9WVafD-e2n2R2hk9_TbLsiQ_IHyKNrVQ6EGHZyJv1OVInT4hUnP5DIqI7_aU6OXydNZyNlskVSDpCvzatWutD8Psrhdlg6Ufn3JpIqQwiCBVU1aiZyrAl2fDxxmWj1RrZqiNqtz2EcB7VofYki5WLKwwCMzDAGGFYJa4tCwhcFXrw8xTrr8hJc4Bmlik52PzEF7zxxg1SY4gXfzRe1sBWOIq2mpKEGdMdiWC5_lYmecHnK5FlVgbnleqhHKIwbUpReS6YvsXAkVoROzO&__tn__=-R

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: Dr. Eduardo é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    HISTÓRIAS DE VIDA: Dr. Eduardo é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Atencioso, dedicado e muito querido por todos, é um exemplo de amor à profissão. Também está sempre envolvido em ações sociais e atua na linha de frente do combate ao coronavírus na cidade.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do querido médico Dr. Eduardo de Vasconcelos Camargo.

    Eduardo de Vasconcelos Camargo nasceu em Itajubá no dia 20 de março de 1977. É filho de José Eduardo Camargo e Rosane Maria Vasconcelos Camargo. Tem como irmãos Flávio de Vasconcellos Camargo, Danielle de Vasconcelos Camargo e Gabriel de Andrade Vasconcelos Camargo.

    É casado com Josilene Cascado Camargo desde 27 de junho de 2003 e desta feliz união nasceram os filhos Maria Eduarda Cascardo Camargo, Túlio Cascardo Camargo e Vitor Cascardo Camargo.

    Doutor Eduardo, ou simplesmente Edu, como é carinhosamente chamado pelos amigos, é uma pessoa extremamente querida, dedicada a sua profissão demonstrando diariamente profundo amor à Medicina, ao dom de salvar vidas.

    É formado em Medicina. Atua com grande capacidade em Cirurgia Geral e ainda é pós-graduado em Medicina Intensiva. Tem uma grande atuação no Hospital de Três Pontas, sendo um de seus diretores e está na linha de frente do combate ao coronavírus. Sábio, fala mansa, poucas palavras as vezes, é uma pessoa centrada e de capacidade inconstestável. É muito querido por seus pacientes e colegas de trabalho.

    Eduardo também se destaca pela sua grande preocupação e atuação nas questões sociais.

    Começou a trabalhar aos 8 anos de idade no balcão da lotka do seu pai e também fazendo serviços bancários. Depois foi aprendendo a trabalhar com lentes na surfassagem dois blocos de lentes e depois na montagem. Mas a maior parte do tempo ele passava atendendo no balcão. Seu pai, um grande exemplo de lutas, batalhas e dignidade nunca escondeu que vislumbrava que seu filho tivesse um grande futuro e que por isso deveria continuar estudando, para que pudesse ter outra profissão. Eduardo então iniciou os estudos na Faculdade de Medicina de Teresópolis, no Rio de Janeiro, no ano de 1997. Depois se transferiu para Faculdade de Itajubá, onde se formou no ano de 2003. Já no ano seguinte iniciou a sua especialização em Cirurgia Geral na Santa Casa de Itajubá. Esses estudos foram concluídos em dezembro de 2006 e logo em seguida iniciou as suas atividades como Cirurgião Geral na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis.

    Dentre os seus hobbys preferidos estão a pesquisa e o contato com assuntos filosóficos, mas ressalta que é difícil encontrar pessoas com o mesmo gosto para que possam refletir juntamente. É um apaixonado pelo judô mas se diz decepcionado pela modalidade não ser tão difundida atualmente em Três Pontas mesmo se tratando de uma modalidade olímpica. Atualmente tem procurado a natação nos poucos horários vagos que lhe restam.

    Sobre as pessoas especiais da sua vida, Doutor Eduardo de Vasconcelos Camargo diz que sua família é composta por pessoas muito importantes em sua vida. Ele também destaca o Doutor Gilberto Ximenes, como a primeira pessoa que ele conheceu em Três Pontas. Faz questão de citar alguns amigos como o Gilbertinho da Farmácia Matriz, Wilson Roberto Ferreira Júnior (foto) uma pessoa por quem Edu tem alta estima, Paulo Luiz Rabello e o Doutor Aloysio Resende, sendo ele o médico que fez com que Eduardo tivesse uma outra visão da medicina através do seu exemplo. Também fala com muito carinho das sobrinhas e tias do Bethel 35, pessoas que, segundo ele, são muito especiais.

    Wilson Roberto Ferreira Júnior também sobre o amigo:

    “Não é o diploma médico, mas a qualidade humana, o decisivo.

    Com esse pequeno parágrafo posso definir meu grande amigo e medico Dr Eduardo. Uma pessoa humana, nao tem hora nem lugar, sempre está disponível para o que a população de tres pontas precisar. Uma pessoa querida por todos, atencioso e um dos principais nomes no combate ao coronavírus em Três Pontas. Parabéns Dr Eduardo, pelo quadro Historias de Vida, merecida essa homenagem!”

    Sempre generoso, Doutor Eduardo também fala com carinho de Carlos Roberto Camilo, O popular Carlinhos, O que é instrumentador e uma pessoa muito dedicada. Elisson Brito é outra pessoa por quem o doutor Eduardo tem muito respeito por tê-lo recebido em Três Pontas de braços abertos. Dr. Edu valoriza muito todos os seus amigos e faz questão de estar sempre com eles.

     

    Sobre o amor que demonstra por Três Pontas, Doutor Eduardo lembra que tem feito a sua vida aqui na cidade e que não se arrepende de ter vindo para o município.

    “Espero poder retribuir à altura durante toda a mnha vida o que Três Pontas fez e faz por mim.”

    Perguntado sobre a visão dele do Brasil, o carismático médico diz se tratar de um país rico em oportunidades, mas que infelizmente segue muito a cultura da chamada Lei de Gerson, de se levar vantagem em tudo, sem méritos, o que tem ajudado a colocar o país de joelhos.

    “Se não lutarmos por uma formação educacional de qualidade e não buscarmos atingir nossos objetivos com mérito, seremos reclamões eternos. Gosto muito dessa Nação e tento fazer a minha parte para o seu crescimento.”

    Também abordamos outros temas com o Doutor Eduardo de Vasconcellos Camargo. Sobre a medicina ele destaca que desde muito cedo sempre se via como médico pois sempre gostou muito de biologia e química. Sempre gostou de todas as disciplinas no Curso de Medicina mas no último ano decidiu pela Cirurgia.

    Dedicação à Medicina além das forças “humanas”…

    “Os ultimos três anos de faculdade, eu acompanhei um cardiologista, Dr. Alexandre Freire Guimarães. Todos os dias passava visita nos pacientes da cardiologia e aos finais de semana acompanhava a UTI e o Pronto Socorro da Santa Casa de Itajuba. Pessoa também muito importante na minha formação. Estou muito satisfeito com minha profissão e sempre me mantenho atualizado”.

    Sobre a sua relação com Deus, disse ser de formação católica e se considera um católico apesar de tentar ter uma ótica respeitosa sobre outras religiões, principalmente no aspecto filosófico, pois, segundo ele, a medida que se estuda as religiões percebe que existem mais coisas que as unem do que as separam.

    “Nada pode existir sem Deus e quando as pessoas não O colocam no centro, elas se perdem”.

    O Provedor da Santa Casa, Michel Renan Simão Castro, falou sobre o amigo e colega de trabalho:

    “Médico dedicado, muito competente, íntegro e em um dos momentos mais difíceis, quando assumimos a entidade, ele estava ali pronto para contribuir em todos os front`s. Obrigado pela sua amizade!”

    “Guerreiros da linha de frente do combate ao coronavírus: Dr. Cláudio Silva, Dr. Lucas Erbst, Michel Renan, Dr. Geovanni Pereira e Dr. Eduardo de Vasconcelos Camargo.Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

    “Eduardo é torcedor do Palmeiras. Para este jornalista corinthiano, a foto mostra que apesar de todas as qualidades, ninguém é perfeito (kkkkkk). Grande abraço Edu!”. (Roger Campos)

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    Roger Campos

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  • EXCLUSIVO: Maioria dos contaminados “oficialmente” pelo coronavírus em Três Pontas tem menos de 60 anos

    EXCLUSIVO: Maioria dos contaminados “oficialmente” pelo coronavírus em Três Pontas tem menos de 60 anos

    Covid-19 tem atingido pessoas de praticamente todas as faixas etárias

    “A Covid-19 é uma doença de todos, mas que mata mais os velhos!”. Esta afirmação muito difundida nos meses iniciais de transmissão do coronavírus em todo mundo está cada vez mais se tornando uma verdade absoluta. Isso porque a pandemia tem contaminado pessoas de praticamente todas as faixas etárias. Aqui em Três Pontas a maioria dos infectados não está no chamado “grupo de risco dos idosos”, embora, segundo especialistas a amostragem seja ínfima, insuficiente para se chegar a alguma conclusão mais precisa.

    Mundo

    China

    A Covid-19 não é uma doença de idosos, mas é um problema que atinge com maior gravidade as pessoas mais velhas, que possuam outras doenças, as chamadas comorbidades.

    De acordo com um relatório do mês de março do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) americano, pacientes com mais de 65 anos estavam entre os mais afetados por sintomas graves e pela necessidade de internação e cuidados na UTI. A maior parte das mortes naquele país aconteceu com pessoas acima dos 85 anos.

    Esse também foi o cenário da China, em que 80% dos pacientes que morreram pela covid-19 estavam acima dos 80 anos. A taxa de mortalidade nessa faixa etária, aliás, chegou a 18% naquele país, de acordo com as autoridades sanitárias chinesas.

    Embora o coronavírus tenha efeitos mais graves em pessoas mais velhas, isso não quer dizer que não tenhamos pessoas jovens na lista de óbitos. Recentemente, a OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou que havia muitas crianças e jovens adultos entre os mortos pela pandemia.

    Brasil

    São Paulo – SP

    No mês de abril, a maioria dos infectados pelo coronavírus no estado de São Paulo tinha menos de 60 anos, segundo levantamento da Secretaria da Saúde.

    O coronavírus infectou, principalmente, pessoas entre 20 e 39 anos. Mas as principais vítimas fatais da Covid-19 no estado paulista tinham mais de 60 anos.

    Ao todo, Minas Gerais tem 8.011 casos confirmados de coronavírus, sendo 240 mortes por Covid-19. Conforme a secretaria, 3.865 pessoas já estão recuperadas da doença.

    Mais 55 casos de Covid-19 foram confirmados no Sul de Minas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) em novo boletim divulgado nesta quarta-feira (27). Com as novas confirmações, o Sul de Minas passa a ter oficialmente 892 casos da doença, com 31 mortes confirmadas.

    Com as novas confirmações, segundo os números da SES-MG, Pouso Alegre lidera a lista de casos no Sul de Minas com 102 registros, sendo três mortes. Extrema tem 77 casos, com três mortes. Varginha aparece com 59 casos e duas mortes e Três Corações tem o mesmo número de registros, mas com uma morte.

    “Sete em cada 10 vítimas do novo coronavírus em Minas não são idosos!”

    Se a infecção pelo novo coronavírus representa mais risco para a população idosa, em Minas Gerais os mais atingidos pela COVID-19, em números absolutos, são os jovens e adultos entre 20 e 59 anos. Conforme a Secretaria de Estado de Saúde (SES) 76% dos diagnosticados com a enfermidade estão nessa faixa etária no estado.

    Três Pontas

    De acordo com os números apresentados pela Secretaria Municipal de Saúde, Três Pontas acompanha o “perfil” dos contaminados pela Covid-19 em Minas Gerais, tanto, em relação à sexualidade (maioria homens), quanto à idade, embora, vale reforçar, a amostragem seja muito pequena, em decorrência da falta de testes e de resultados neste momento.

    Conforme o Boletim Epidemiológico divulgado na manhã da quarta-feira (27 de maio), Três Pontas tinha registrado 19 casos. Este total inclui uma morte, justamente de uma mulher acima dos 60 anos de idade. A divisão na cidade ficou assim até o fechamento desta reportagem:

    Por Sexo: 11 homens e 08 mulheres.

    Por idade: Nenhum caso de 0 a 9 anos; 02 casos de 10 a 19 anos; 04 casos de 20 a 39 anos; 10 casos de 40 a 59 anos e apenas 03 casos em idosos com mais de 80 anos.

    Boa Notícia

    Prefeito Marcelo Chaves Garcia, criador dos “espanta bolinhos” (organizadores de filas), que ganhou elogios e destaque em todo Brasil e até no exterior.

    As políticas de prevenção e controle do coronavírus da cidade de Três Pontas, orquestradas pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Saúde e envolvimento de profissionais e órgãos que fazem parte de um comitê de enfrentamento à pandemia, tem surtido efeito. A doença no município está, até aqui, aparentemente sob controle. São 19 casos confirmados para uma população de aproximadamente 57 mil habitantes. Médicos falam que, a exemplo de todo Brasil, infelizmente também há subnotificação. Com uma maior testagem, os números podem ser bem maiores.

    ”Também destaca-se o número de curados. Dos 18 positivados que continuam vivos, 12 já foram oficialmente declarados curados pela SMS.”

    Visão dos Especialistas

    Mesmo assim, as autoridades reforçam a preocupação para o agravamento do quadro já que muitas pessoas seguem sem respeitar o isolamento social e as aglomerações seguem acontecendo. A falta de uso de máscaras por um percentual ainda grande da sociedade trespontana também liga o sinal de alerta. “Também não se pode descartar o forte frio que já chegou. Isso agrava os problemas respiratórios e leva mais pessoas ao Pronto Socorro, agravando o risco de contaminação do coronavírus. Por isso todo cuidado é pouco”, disseram algumas autoridades de saúde.

    Sobre a realidade distorcida de que apenas os idosos estariam sendo contaminados pela Covid-19, nossa reportagem conversou com um dos médicos que está na linha de frente do combate ao vírus chinês. Dr. Eduardo Vasconcelos Camargo disse que o que se tem oficialmente é insuficiente para se chegar a qualquer conclusão, em termos de números ou percentuais. “Como avaliar 19 casos oficiais diante de uma população de 57 mil pessoas e de uma testagem muito pequena? Não dá pra fazer um diagnóstico preciso. São poucos exames ainda que chegaram. O grosso da população não segue o protocolo de cuidados e precisaríamos de muitos outros casos, milhares de pessoas testadas para se chegar a uma estatística mais segura. Muitas pessoas estão assintomáticas. Os mais jovens geralmente tem sintomas mais leves, alguns nem percebem qualquer alteração. E esse perfil de acometimento dos idosos se deu em outras pandemias. Geralmente as complicações são maiores nos idosos”, revelou.

    Outro médico consultado pelo Conexão Três Pontas, Dr. Geovanni Barros Pereira, também membro do comitê de enfrentamento, disse que o coronavírus chegou em Três Pontas e felizmente não se alastrou severamente neste primeiro momento. “Quem trouxe o vírus pra cá foi o profissional que circula por outros lugares, como um motorista, um empresário, um engenheiro, pessoas que viajam para outros países e que normalmente estão na faixa etária entre 35 e 40 anos. As primeiras pessoas que vão manifestar são os jovens. Os jovens circulam mais. O vírus não vai escolher ninguém. Todos estão propensos. Mas, claro, os idosos normalmente podem apresentar mais complicações por conta de comorbidades. E toda precaução do idoso pode ajudar a manter esses dados atuais, em relação a essa faixa etária, mais baixos na cidade.”.

    Dr. Luiz Roberto Dias, com grande experiência em saúde pública, também abordou o tema: “O idoso tem uma imunidade mais baixa e isso é o principal complicador. Ele tem mais doenças crônico-degenerativas. O jovem e as pessoas que precisam trabalhar ficaram mais expostas e assim têm mais contato, já que boa parte dos idosos ficou em casa. Poucos saíram, muitos seguem orientados e cuidados pelos filhos sem sair à rua. Isso explica porque os jovens estão sendo mais infectados. O vírus não prefere ninguém. Sobre os próximos dias e semanas, acredito que o pico possa piorar nos próximos dois meses por conta do frio nos grandes centros. Pode ter uma tendência de aumento nos casos. A desaceleração pode acontecer dependendo da carga viral. Se essa carga viral for menor poderemos ter contaminações sem gravidade. Mas se a carga for alta, a situação pode realmente se agravar bastante”, declarou.

    Dr. Lucas Erbst, diretor clínico do Pronto Atendimento Municipal, já recuperado da Covid-19, falou ao Conexão que essa não é, definitivamente, uma doença de idoso. “É uma doença grave no idoso. O jovem apresenta reações mais brandas. O processo de infecção não varia muito com a idade. Os mais jovens se complicam menos. O número maior de jovens infectados se deve ao isolamento de grande parte dos idosos e ao fato do jovem ter que circular mais, ter que trabalhar. Nem o lazer foi abandonado totalmente. Eu enxergo que a tendência seja que aumente os casos em Três Pontas e em todas as regiões atingidas pelo frio. Temos vários complicadores. Primeiro é o frio, todas as doenças de transmissão respiratória no frio se agravam facilmente, temperaturas baixas pioram situações de doenças virais. Com isso aumentará as notificações. Segundo que chegarão mais testes no SUS e os particulares. Atualmente são 2 casos em média por semana em Três Pontas e pode ser que tenhamos daqui a pouco 2 por dia. Penso que ainda não atingimos o pico. Isso é opinião pessoal minha.”, ponderou.

    Com a chegada do frio, Dr. Lucas lembra que alguns cuidados podem ajudar. “A ingestão de líquidos quentes, evitar aglomerações, deixar janelas abertas para que possa haver circulação do ar são fundamentais. Aquela mania de deixar tudo fechado é prejudicial.”, concluiu.

    Independente de sexo e de idade, o fato é que todos os cidadãos precisam se cuidar, seguir os protocolos de prevenção. A tendência é que nos próximos meses surja algum tratamento mais eficaz ou até mesmo a tão sonhada vacina. Até lá, todo cuidado é pouco!

    Setor de atendimento dos infectados pelo coronavírus no Hospital de Três Pontas.

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    Roger Campos

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  • Exclusivo: Dr. Lucas Erbst, curado da Covid-19, voltou ao trabalho hoje e falou com o Conexão

    Exclusivo: Dr. Lucas Erbst, curado da Covid-19, voltou ao trabalho hoje e falou com o Conexão

    MÉDICO FOI TRATADO COM CLOROQUINA, AZITROMICINA E AAS, O MESMO PROTOCOLO DOS PACIENTES POSITIVADOS COM TRATAMENTO DOMICILIAR

    Quando ficamos sabendo da notícia de que um dos médicos mais queridos da cidade de Três Pontas, Dr. Lucas Erbst, na linha de frente do combate ao coronavírus, médico generalista, diretor clínico do Pronto Atendimento Municipal, havia contraído o vírus chinês, em respeito a sua imagem, no sentido de preservá-lo, optamos por não divulgar o fato, já que é dado a todo cidadão o direito do sigilo de suas enfermidades. Mas hoje, depois de toda luta para vencer a doença, por conta do carinho externado publicamente de muitos trespontanos, fizemos questão de, pessoalmente, seguindo todas as normas de prevenção, ir até o PAM para, com exclusividade, entrevistar o querido profissional da medicina.

    Sobre o tratamento da Covid-19, Dr. Lucas revelou que foi o mesmo que está sendo usado para tratar todos os pacientes confirmados com a doença.

    “O tratamento que eu usei foi o mesmo que a gente protocolou para o tratamento de todas as pessoas positivadas com o Covid-19 e que forem para tratamento domiciliar, com isolamento, como eu fui. Eu usei Cloroquina, Azitromicina e AAS, nas doses recomendadas pelo protocolo. Ou seja, é o mesmo tratamento que a gente está usando nos pacientes confirmados via Secretaria Municipal de Saúde, pelo SUS. Isso é pra todos os casos em que o paciente for acompanhado em domicílio”, afirmou.

    Ele fala com muito carinho da solidariedade e apoio dos trespontanos e dos momentos difíceis que passou. “Eu tive sim medo de morrer. Não tenho como agradecer as orações e tanto carinho dos munícipes”, revelou.

    Veja a entrevista:

     

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  • REPORTAGEM ESPECIAL: Médica “trespontana” é convocada para enfrentamento da Covid-19 no Pará

    REPORTAGEM ESPECIAL: Médica “trespontana” é convocada para enfrentamento da Covid-19 no Pará

    “A situação está caótica no Pará, um verdadeiro cenário de guerra. Mas fiz um juramento e o que mais importa pra mim é salvar vidas.”

    Às 9 da manhã da última sexta-feira (8), Márcia dos Santos Rodrigues embarcou no Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte. Poucas horas depois, pisou em uma localidade que vive um dos piores cenários da pandemia que vem arruinando saúde e vidas. Ela está em Belém, no Pará, sexto estado brasileiro com mais casos de Covid-19. O último boletim da Secretaria de Saúde de lá, divulgado na noite de ontem (10), revela que são oficialmente 7.348 casos confirmados e 672 mortes. O governo estadual está endurecendo as medidas de contenção ao Coronavírus, decretando “lockdown”, suspendendo totalmente serviços não essenciais – por exemplo.

    Viagem longa de Três Pontas até a chegada no estado do Pará. Missão: salvar vidas!

    Louca de sair de Três Pontas, cidade sul-mineira que até o momento registra “apenas” 11 casos confirmados da doença? Não, não é insensatez ou irresponsabilidade: é missão, e missão para a qual se inscreveu voluntariamente.

    Márcia, 31 anos, é natural de Rio Branco (Acre), é médica formada em Clínica Geral na Bolívia, com pós-graduação em Medicina de Família e Comunidade pela UFMG. De origem simples, encarou grandes desafios para realizar o sonho que alimentava desde pequena: o diploma, o jaleco, o estetoscópio, o cumprimento na prática do juramento: “(…) ao exercer a arte de curar, mostrar-me-ei sempre fiel aos preceitos da honestidade, da caridade e da ciência (…)”.

    A doutora é também trespontana: de coração. Seu primeiro emprego foi no posto de saúde do Quilombo Nossa Senhora do Rosário, região rural de Três Pontas. A veia cultural da cidade pesou na hora de Márcia tomar a grande decisão enquanto recém-formada em Medicina. Entre o Nordeste e Minas, optou pelas Gerais.

    No município, acima de tudo religioso e musical, revela Márcia nesta entrevista, prestou seus serviços em três unidades de saúde, fez grandes amigos, virou a “doutora palhaça Pipoquinha” e empreendeu ao lado do noivo André. Tudo agora deixado para trás… temporariamente, se Deus assim permitir. A médica de Família voou ao encontro do povo paraense, avisada de que encontraria “um cenário de guerra”, mas confiante de que poderá lutar como sempre fez, bravamente, de poder seguir dedicando-se ao servir à humanidade.

    Numa parceria entre os sites de notícia Conexão Três Pontas e SintonizeAqui, Dra. Márcia contou detalhes do desafio. Se emocionou ao falar do desejo de salvar muitas vidas e, em algum momento, voltar para Três Pontas.

    Entrevista
    Márcia dos Santos Rodrigues
    Médica de Família e Comunidade
    Em missão contra a Covid-19 no Pará
    (Concedida na quinta-feira, 7, véspera do embarque)

    Dra. Márcia, como se deu a escolha pela Medicina?

    Há mais de 30 anos, minha mãe foi embora de Minas Gerais com meus avós para o Acre. Lá, ela conheceu meu pai e eles se casaram. Minha mãe é dona de casa, meu pai motorista de ônibus escolar há mais de 25 anos. O meu sonho sempre foi ser médica, desde que eu estava no pré-escolar, desde muito pequena. Nunca me imaginei fazendo outra coisa. Então, com muito sacrifício, o meu pai conseguiu que eu fosse para a Bolívia onde consegui me formar em Medicina. Foram sete anos sofridos, passei muita dificuldade, enfrentei a maior alagação da Bolívia que se possa imaginar. Durante esse período de inundação lá, trabalhei três meses como voluntária, conheci o André – hoje meu noivo. O André é mineiro e estava fazendo uma viagem de moto pela América Latina.

    Acre, Bolívia, Três Pontas. O que a motivou vir trabalhar aqui no sul das Minas Gerais?

    Em 2016 surgiu a oportunidade de eu entrar para o Programa ‘Mais Médicos’. No Acre existiam apenas duas vagas e mais de 24 médicos. Então, as oportunidades que me surgiram eram no Nordeste e em Minas Gerais. Como eu não conhecia Minas ainda, conversei com o André, falei quais cidades tinham vagas disponíveis e ele me falou que não conhecia Três Pontas, mas sabia que é uma cidade muito musical, ligada à arte. Me pareceu interessante porque eu gosto muito de todo o contexto cultural que Três Pontas envolve, então, acabei vindo para Minas. Aliás, conhecer Minas Gerais, terra de minha mãe, era também um sonho que sempre tive. Na verdade, eu não escolhi Três Pontas, foi Três Pontas que me escolheu, me acolheu de uma forma que eu não posso nem explicar.

    Embarque no Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte.

    Profissionalmente por onde passou no sistema de saúde trespontano?

    Aqui em Três Pontas eu trabalhei em três postos de saúde. O primeiro foi o do Quilombo Nossa Senhora do Rosário, onde trabalhei com a Dra. Adélia – uma pessoa espetacular que me recebeu muito bem. A equipe de lá me recebeu também muito bem e eu os amo, assim como amo toda a população do Quilombo onde foi o meu primeiro emprego. De lá, por questão de logística, a Prefeitura me transferiu para o posto do bairro Padre Vitor e, depois, terminei meus três anos de contrato no PSF Dr. Oscar, que é no bairro Philadelphia. Todas as três equipes muito boas. Trabalhei com a Dra. Priscila, enfermeira Rose e por último com a enfermeira Aparecida – a Cidinha, que são pessoas formidáveis.

    No ano passado, André foi ao Acre comigo e lá ficamos noivos. E também ano passado, o André – que é formado em Letras e Inglês, resolveu dar uma reviravolta e acabamos abrindo o Império do Queijo, ali pertinho da Prefeitura. Nesses últimos meses, eu trabalhei com ele tentando alavancar o negócio e estamos aí.

    Dra. Márcia integra o Trêspontalhaços, no papel da Doutora Pipoquinha, levando alegria e amor aos pacientes.

    Em reportagens, em postagens em redes sociais você aparece integrando o Trêspontalhaços Augustos. Fale um pouco sobre essa história.

    Em 2016, o Dr. Lanner, que é dentista, me disse: ‘Márcia, estão formando um grupo de Doutores Palhaços aqui em Três Pontas e eu acho que é sua cara, tem tudo a ver com o que você faz e gosta”. Aí, ele me passou o telefone do ‘Dimel’ e conheci essa pessoa espetacular que me adicionou no grupo. Então, eu passei a fazer parte do Trêspontalhaços lá no comecinho quando o grupo estava surgindo ainda. Então, tive a oportunidade de continuar realizando um outro sonho meu, porque na faculdade eu já participava de um projeto assim e culminou em eu exercendo a minha profissão e sendo uma doutora palhaça aqui. Tenho orgulho em dizer que sou parte desse grupo Trêspontalhaços que se tornou uma grande família para mim.

    Trêspontalhaços Augustos[/caption]

    Encarar a pandemia do novo Coronavírus no Pará. Como surgiu a oportunidade, como isso aconteceu na sua vida?

    Um amigo entrou em contato e me disse assim: ‘Márcia, no Pará a situação está bem mais complicada do que a gente está vendo, porque por enquanto está passando pouco no jornal. Está morrendo muita gente, praticamente 50% dos profissionais já se contaminaram, tem superlotação nos hospitais e eles estão convocando médicos. Você tem coragem de ir, você quer se inscrever? Eu te mando o site, o e-mail e você envia currículo’. Então, eu mandei na intenção de me inscrever e talvez poder ajudar, mas como muitos médicos se inscreveram imaginei que não seria selecionada. Mas, nessa segunda-feira, dia 4, me contataram e me convocaram.

    Dra. Márcia, da convocação ao embarque se deu tudo em um prazo pequeno, em uma única semana. Já sabe como será sua atuação lá, por quanto tempo?

    Vai ser outra reviravolta na minha vida porque eu já tenho a minha casa, estou ajudando o meu noivo André com a loja, mas esta é a minha vocação. Eu fiz um juramento e é uma honra para mim cumprir esse juramento. Estou muito feliz e honrada em poder ir para o Pará. Sei que lá eles estão precisando muito, e se Deus quiser, eu vou poder ajudar. Por outro lado, fico triste por ficar longe do meu noivo, ficar longe dos amigos que já se tornaram uma família pra mim, por ter que ir embora da cidade que escolhi para viver porque eu gosto muito de Três Pontas. Mas, se Deus quiser, logo, logo eu volto. O contrato é de um ano e assim que eu conseguir uma folga volto para visitar todos aqui. O contrato poderá ser renovado por mais ano, mas vamos ver como vai ser. O importante é o agora, é a emergência, é a necessidade que eles têm de profissionais lá. A coordenadora que entrou em contato comigo disse que, como a situação está crítica, ninguém pode ir comigo. Então, seja o que Deus quiser.

    Como médica, sabemos que a resposta é sim, mas como pessoa: está preparada, o que espera encontrar no Pará?

    Antes imaginei que iria encontrar uma situação complicada, mas ‘ontem’ (6) a nossa coordenadora nos disse exatamente desta forma: ‘venham preparados física e psicologicamente porque vocês vão encontrar um cenário de guerra’. Então, estou me preparando exatamente para isto: para ir à guerra.

    A ciência e a fé, de mãos dadas, na luta pela vida, contra o inimigo invisível.

    Considerações finais.

    Tenho recebido mensagens de muitos pacientes. Graças a Deus pelos três postos que passei aqui em Três Pontas fiz muitas amizades. Muitos pacientes até hoje me mandam mensagem, gostam muito de mim, graças a Deus, e é isso que está me dando força para ir e para voltar logo. Se Deus quiser tudo isso vai passar logo e poderemos nos reencontrar e nos abraçar novamente.

    Esta reportagem foi produzida em conjunto pelos veículos de comunicação de Três Pontas:

    • Conexão Três Pontas (entrevista Roger Campos)
    • SintonizeAqui (redação Arlene Brito)

    que, na oportunidade, agradecem à Dra. Márcia pelos serviços prestados à comunidade trespontana, a parabenizam pela destemida iniciativa e desejam proteção e sucesso nesta nova empreitada humanitária.

     

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    Roger Campos

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  • Ayrton Senna do Brasil – Professor Chico

    Ayrton Senna do Brasil – Professor Chico

    Conheci o herói brasileiro das pistas no ano de 1993 – apenas um ano antes de sua morte. Certamente, pela minha tenra idade à época dos seus três títulos mundiais, eu me interessasse muito mais pela Corrida Maluca de Hanna & Barbera do que por Fórmula 1. Devo a minha aproximação a esse gênio das pistas a um vizinho que tinha por aqueles idos dos anos noventa. Fazia pouco tempo que eu morava onde ainda resido e um rapaz e uma moça, recém casados, vieram morar nesta vizinhança também. Ele era fã-incondicional de Ayrton Senna e, de uma feita, numa manhã ensolarada de domingo, sua esposa, que já se tornara amiga de minha mãe, veio perguntar-lhe, em nome do marido, se minha mãe o deixaria assistir as corridas de Fórmula 1 em nossa televisão (preto e branco!), pois eles ainda não tinham uma. Sim! A vida era muito mais difícil 30 anos atrás! Minha mãe generosamente atendeu ao pedido da jovem moça e pouco depois o rapaz chegava à minha casa meio acanhado e eu, meio intrigado com a chegada do estranho que me atrapalharia a ver meus desenhos e o Chaves nas manhãs de domingo no SBT. Como era de costume (e aqueles eram bons costumes!), minha mãe me ordenou que “fizesse sala para a visita” e pediu licença ao rapaz enquanto voltava à cozinha para terminar o almoço.

    A corrida começou. Volta e meia o rapaz trocava algumas palavras comigo e eu, como não tinha alternativa, tentava entender as regras daquele esporte chato onde carros ficavam contornando sem parar um circuito cheio de curvas. Às vezes, um ou outro se colidiam, “passavam” uns pelos outros e o narrador se exaltava e gritava o nome de um ou outro piloto. Parecia que ninguém fazia ponto nesse esporte e, obviamente, não tinha “gol”. Era enfadonho!

    Não me lembro se Senna ganhou aquela primeira corrida que meu vizinho veio assistir em minha casa. Contudo, a cada duas semanas ele vinha assistir a corrida e eu, lhe fazia sala – ordens de minha mãe – e fui, aos poucos, tomando gosto pelas corridas e pela emoção do narrador ao comemorar as vitórias de Senna.

    Naquele ano de 1993, eu assisti tudo o que pude na TV sobre Fórmula 1 e Ayrton Senna. Nas “corridas de bicicleta” depois da escola com os amigos da rua, eu queria ser Senna, embora sempre perdesse, ao contrário do campeão das pistas mundo afora. Naquele ano de 1993, Senna não ganhava mais com a frequência de anos anteriores. Seu carro era muito inferior ao de seus adversários diretos, como o de seu arquirrival Alain Prost, que se tornaria tetracampeão mundial naquele mesmo ano. Todavia, em várias corridas, Senna fez mágica com um carro que deixava muito a desejar para um candidato ao título mundial. O ano de 1993, para Senna, foi o ano em que ele, diversas vezes, provou suas habilidades quase sobre-humanas ao conduzir um carro de Fórmula 1, como na célebre corrida de Donington Park, Inglaterra, quando ultrapassou quatro pilotos, sob chuva, ainda na primeira volta e ganhou de ponta a ponta com esse carro extremamente limitado para o porte de um piloto como ele que almejava o tetracampeonato mundial.

    Mas o que tornava Senna tão especial para nós brasileiros e cativava até garotos de 11 anos como eu à época?

    Senna entrou de vez para o cenário da Fórmula 1 quando ganhou sua primeira corrida no Estoril, Portugal, em 1985, no ano do fim do regime militar, mas o auge de sua carreira se deu em momentos talvez ainda mais conturbados para o país. Seu primeiro campeonato mundial de Fórmula 1 aconteceu no ano da Constituinte, em 1988, e ele emendou, a partir dali uma carreira curta e estelar, durante os anos tumultuados da hiperinflação, dos escândalos do governo Collor, seus planos econômicos desastrosos e seu impeachment. Some-se a isso os insucessos seguidos do nosso maior orgulho no esporte, a seleção canarinho. Dizem que naqueles tempos, ainda se vivia na pele o trauma da tragédia do Sarriá frente à Itália, em 1982. Então, de repente, nesse cenário desalentador e com poucas perspectivas de um futuro menos tétrico em todos os sentidos, surgiu um jovem rapaz paulistano que pilotava um carro de corrida de maneira magistral e levava o nome do Brasil altivamente aos quatro cantos do mundo, encantando plateias por onde passava. Senna devolvera-nos o orgulho de ser brasileiro. Representava-nos na arena esportiva e fora dela, defendendo, por exemplo, uma melhor qualidade de vida para todos os cidadãos brasileiros a partir da Educação. Ao contrário de muitos “atletas” da atualidade que só se preocupam em fazer caras e bocas em redes sociais, Senna tinha uma postura profissional ímpar e um desejo de vitória inigualável, o que o levou a incontáveis feitos, mesmo quando todas as circunstâncias lhe eram totalmente desfavoráveis e sempre, em todas essas situações, ressalte-se, fazia questão de enaltecer o fato de ser brasileiro, o que lhe rendeu a alcunha de Ayrton Senna do Brasil. Víamos, portanto, em Senna, um arquétipo do que gostaríamos de ser enquanto nação, pois ele vinha “de baixo”, de um país não levado à sério e relegado à condição de terceiro mundo no cenário internacional, teve muitas vezes mil e um obstáculos a impedir o seu progresso, mas se impunha frente a ingleses, franceses, americanos e – por puro mérito do seu profissionalismo e trabalho árduo – alcançava a vitória, ganhando o respeito e admiração até mesmo de seus mais ferrenhos adversários. Em suma, Senna era uma amálgama do inconsciente coletivo do Brasil.

    Nosso ás do asfalto foi vice-campeão do mundo ao final da temporada de 1993, vencendo sua última corrida em Adelaide, na Austrália, no dia 07 de novembro daquele ano. Um mês mais tarde, ele deixava a equipe McLaren, onde obteve a maioria de suas vitórias e os seus três títulos mundiais, e assinava contrato com a Williams, que tinha o melhor carro da época. O francês Alain Prost, então piloto da Williams e arquirrival de Senna, deixava a equipe por não querer trabalhar novamente lado a lado com seu desafeto. Quando vi a notícia na TV, exultei de alegria e lembro de dizer à minha mãe: “ano que vem (1994) ninguém ganha do Senna. Será tetra! O melhor piloto no melhor carro.” Infelizmente, o meu vaticínio não se cumpriria, como todos sabemos. Mas não quero terminar este artigo de forma fúnebre. Quero terminá-lo relembrando as façanhas do nosso herói das pistas e evocando a esperança que ele tinha de dias melhores para o nosso Brasil. Que tenhamos a força, a garra e a determinação de Senna, enquanto ele desfilava pelas pistas do mundo, para superarmos todos os problemas do presente e que voltemos às suas memórias, memórias de um eterno herói nacional, como fonte de inspiração.

    Senna, você faz muita falta!

    Professor Chico

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    ESPECIAL: Como foi o acidente que matou o herói Ayrton Senna?

    26 anos depois, Conexão traz detalhes daquela tragédia que enlutou todo país em 1º de Maio de 1994. As principais causas da morte do piloto brasileiro – e as consequências que mudaram a Fórmula 1 para sempre

    Uma batida violenta, na sétima volta do GP de San Marino, na Itália, em 1994, tirou a vida do tricampeão mundial de F-1. Era a terceira etapa de uma temporada que não ia nada bem para Senna. Ele ainda não havia conquistado pontos no campeonato e via um novato, Michael Schumacher, disparar com duas vitórias (o alemão viria a conquistar seu primeiro título naquela temporada).

    Ayrton passou os dois anos anteriores comendo poeira dos carros da Williams e, justo quando se transferiu para a equipe com o melhor veículo, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) proibiu as tecnologias que davam vantagem à escuderia azul e branca.

    O fim de semana do GP, disputado no circuito de Ímola, já estava carregado por causa de um acidente grave de Rubens Barrichello, nos treinos de sexta-feira, e da morte do austríaco Roland Ratzenberger no sábado. No domingo, 1º de maio, foi a vez de Senna.

    SANGUE NO ASFALTO

    A pista de Ímola tinha muitas ondulações. Os carros de F-1 precisam “grudar” no asfalto e, numa superfície irregular, ficam instáveis e sujeitos a derrapar. Para complicar a situação, os veículos da Williams estavam difíceis de guiar, já que a equipe ainda estava se adaptando à proibição do uso do sistema de suspensão eletrônica.

    CURVA DA MORTE

    A Tamburello já havia sido palco de acidentes. Em 1987, Nelson Piquet bateu no mesmo ponto a 280 km/h por causa de um pneu furado. Dois anos depois, Gerhard Berger, amigo de Senna, bateu e incendiou sua Ferrari no muro da curva. Após o acidente de Senna, a curva virou uma inofensiva chicane – sequência de curvas de baixa velocidade.

    RODA MURCHA

    Uma teoria culpa os pneus. Na primeira volta da corrida, os pilotos tiveram de dirigir devagar por causa de um acidente. Com isso, os pneus esfriaram e perderam 25% da pressão. O carro ficou 5 mm mais baixo, o que pode ter desestabilizado a aerodinâmica. Isso teria causado a perda de aderência da Williams com a pista.

    FORA DE CONTROLE

    A explicação mais famosa é a de que a coluna de direção, que liga o volante às rodas da frente, quebrou. Senna pediu aos engenheiros que aumentassem o tamanho da peça em 1,8 cm para que o volante ficasse mais próximo dele. Segundo a Justiça italiana, a solda de um pedaço extra de metal teria sido mal feita e causado a quebra da coluna.

    A última vez em que Senna testou seu carro, o mesmo do acidente fatal.

    (SEM) FIO DA MEADA

    Os sistemas eletrônicos do carro enviam dados de performance a computadores da equipe. É a chamada telemetria. No caso de Senna, os dados revelam que havia força sendo aplicada na coluna de direção, o que provaria que ela não quebrou antes do impacto. Também dá para saber que o piloto acionou freios e soltou o acelerador.

    IMPACTO PROFUNDO

    O carro não estava tão rápido (216 km/h) e a batida não foi frontal – pilotos já escaparam com vida de acidentes mais violentos. A falta de sorte foi que, na batida, a roda direita ficou prensada entre o muro e o carro. Isso causou a quebra do braço da suspensão, que entrou pela viseira do capacete, perfurou o crânio e atingiu o cérebro. Além do crânio perfurado, não havia outra lesão no corpo de Senna: nenhum osso quebrado ou hematomas.

    À ESPERA DE UM MILAGRE

    Os bombeiros chegaram 20 segundos após o acidente, mas não tinham o que fazer, já que não houve incêndio. A ambulância levou dois minutos para chegar ao local do acidente – tempo demorado na opinião de especialistas em segurança de corridas. Já fora do carro, Senna teve o pescoço cortado para poder respirar (traqueostomia). Após mais 15 minutos, um helicóptero levou o piloto ao hospital Maggiore, em Bolonha. Ele morreu 40 minutos após ser internado.

    Brasil parou durante o velório do herói nacional Ayrton Senna.

    Resultados da tragédia

    Acidente tornou a F-1 mais segura

    A Justiça italiana investigou o caso até 1997. Membros da equipe Williams, incluindo o dono, Frank Williams, foram julgados e absolvidos. O jornalista Flavio Gomes, especializado em automobilismo, explica: “Não há culpados no sentido de alguém ter sido negligente ou descuidado”. Pelo menos, houve uma boa consequência: a segurança aumentou. Hoje, as rodas são “amarradas” ao carro para não voarem, há reforços nas laterais e uma comissão de segurança da F-1.

    O foto mais emblemática do fim de uma lenda. Minutos antes de entrar em seu carro, naquele fatídico dia, Senna olha para sua Williams visivelmente triste, parece estar prevendo o que lhe aconteceria naquela manhã de domingo. Com as mãos sobre o aerofólio, Ayrton parece se despedir das pistas, da vida…

    Fontes:  Flavio Gomes, jornalista da FOX Sports e do site Warm Up / Livro The Death of Ayrton Senna, de Richard Williams / documentário Seismic Seconds: The Death of Ayrton Senna, da National Geographic / The Guardian / Super Interessante / Terra Brasil / Abril.com / The Independent / BBC / VEJA / FastCompany

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  • Menino João Luiz precisa da ajuda dos trespontanos

    Menino João Luiz precisa da ajuda dos trespontanos

    Conexão entra na batalha em prol do menininho que teve olho retirado

    Amigos solidários que trabalham na empresa Moacyr Supermercados – dentre eles Francine Paula – e a mãe do garotinho João Luiz Dias Vicente, Taís Máximo Gabriel Dias, entraram em contato com a reportagem do Conexão Três Pontas em busca de ajuda. A criança precisou passar por uma cirurgia de emergência para retirada de um dos olhos e agora necessita colocar uma prótese. João perdeu a visão dos dois olhos, mas ainda há a esperança que recupere parcialmente.

    O sorriso no rosto desta mãe é porque João está conseguindo vencer o câncer, está vido. Mas essa expressão esconde a aflição e o medo de que os próximos passos do tratamento não sejam dados por falta de recursos. Taís é casada com Crenilton de Paiva Vicente. A família reside na Rua Imperatriz Leopoldina, 212, no Centro de Três Pontas. Ela nos revelou que o pequeno guerreiro João Luiz, de apenas 1 ano e 7 meses, foi diagnosticado em 30 de novembro de 2019 com um câncer ocular conhecido por RETINOBLASTOMA no caso dele BILATERAL.

    “Foi um susto! É um câncer raro e ele é o único na cidade, até onde sei, com esse problema! Em dezembro último foi iniciado o primeiro ciclo da Quimioterapia Venosa por Cateter. Desde então todo mês foram feitos um ciclo com duração de dois dias”, disse a mãe de João.

    Ainda conforme Taís, o menininho ficou cego do dia para a noite. “O caso do meu filho foi descoberto pelo Doutor. Keiji Kamizaki, junto da equipe da Santa Casa de Misericórdia de Três Pontas, dentre os médicos está o Doutor. Carlos Henrique e Doutor Lucas Vieira, que o encaminharam para o tratamento em Belo Horizonte. E lá foi feito o diagnóstico que confirmou a perda da visão”, ressaltou.

    Com o início da quimioterapia, o objetivo, além de controlar a doença era tentar salvar a visão, a esperança era que a criança voltasse a enxergar. “Infelizmente não deu certo, mas também felizmente conseguiram salvar a vida do meu filho. Há uma possibilidade de que ele recupere parcialmente a visão de um olho. Foi então necessário um procedimento chamado Enucleação do olho esquerdo no dia 11 de março de 2020. Com a Graça de Deus João Luiz passa bem. E continuamos com o tratamento de quimioterapia”, acrescentou a mãe.

    Enucleação e evisceração são cirurgias para remover o olho, geralmente em casos de acidente grave, olho cego doloroso ou câncer ocular. Enucleação é a remoção do globo ocular inteiro e a evisceração é a remoção do conteúdo ocular, preservando as camadas externas do olho.

    Agora, após dois meses, será necessário que João Luiz use uma prótese, que, segundo a família, é cara, com valores acima das condições financeiras dos pais. “Nas condições de hoje eu não tenho verba alguma a não ser R$ 200.00 do Bolsa Família”, afirmou ela.

    Sempre em toda história dramática, principalmente quando envolve criança, algumas pessoas se solidarizam. E em Três Pontas, felizmente, isso é praxe.  Funcionários do Moacyr Supermercado tomaram conhecimento do fato e já fizeram algumas doações, tanto em dinheiro, quanto em mantimentos e com carinho e incentivo. Doações já empregadas no tratamento do garotinho.

    O Tratamento do Menino João

    O tratamento, segundo os pais, é feito no Grupo Santa Casa, na parte da Oncologia, do Hospital São Lucas, em Belo Horizonte. O médico faz parte da equipe do Doutor Joaquim Caetano e a parte de oftalmologia fica a cargo da Doutora Rafaela.

    Questionada pelo Conexão sobre a forma que os trespontanos podem ajudar nessa batalha, a mãe Taís revelou que inicialmente João precisa de uma Prótese Ocular a cada 6 meses. “Eu estou pedindo essa ajuda pois estou desempregada e o pai do João também. Já recebi bastante doação de alimentos e, no começo, algumas doações em dinheiro. A retirada do olho se deu porque já estava tomado pelo tumor. E agora ele precisa da prótese. O Valor ao certo eu não sei ainda, pois estou aguardando a indicação do médico quando liberar a colocação (procedimento) que será no próximo dia 11 de maio. O médico só adiantou que varia de R$2.800 a R$5.000”.

    Perguntamos também se a família havia procurado a Prefeitura Municipal de Três e a Secretaria Municipal de Assistência Social em busca de ajuda para o caso do menino João:

    “Desde o início houve muita dificuldade para que a gente conseguisse algumas coisas, algum apoio das autoridades pelo SUS. Eu cheguei a falar diretamente com o Prefeito Marcelo Chaves. Tive uma ajuda dele, da Assistência Social, com transporte, mas não com a colocação da prótese. Eles estão por dentro de tudo. Eu precisei de um exame no Hospital de Três Pontas e não tem aqui (reflexo vermelho) e também não consegui. Infelizmente ninguém me falou mais nada e insisti o quanto pude. Já procurei a Secretaria Municipal de Saúde e a Promotoria, mas é tanta burocracia que realmente é de desanimar. A situação do João é complicada, é um caso urgente e o procedimento já está perto, terei que pagar de alguma forma”. concluiu.

    Doações

    Quem quiser mais informações ou ajudar de alguma forma pode entrar em contato com Taís Máximo Gabriel Dias pelo telefone (35) 9 9837-1952. Ou então depositar qualquer quantia na seguinte conta bancária:

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  • CORONAVÍRUS: Médicos e Provedor falam sobre a guerra contra o COVID-19 em Três Pontas e como o PAM e o Hospital estão se preparando

    CORONAVÍRUS: Médicos e Provedor falam sobre a guerra contra o COVID-19 em Três Pontas e como o PAM e o Hospital estão se preparando

    O “Exército da Vida”, que tem no pelotão de frente do Pronto Atendimento Municipal e da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis o Provedor Michel Renan Simao Castro, os médicos Dr. Eduardo Vasconcelos Camargo, Dr. Geovanni De Barros Pereira, Dr. Claudio Silva e Dr. Lucas Erbst, somado aos vigorosos médicos, enfermeiros, atendentes e demais colaboradores destas unidades de saúde, estão empenhados, colocando suas vidas em risco para, juntamente com o Executivo Municipal, através do Prefeito Marcelo Chaves Garcia e da Secretária de Saúde Teresa Cristina Corrêa, também com a Câmara Municipal, encontrar soluções urgentes e abrangentes para minimizar os danos provocados pela pandemia que, em poucos dias, também deverá “estourar” em nossa cidade, infelizmente.

    Esses 5 homens estão quase que em tempo integral buscando meios dentro das unidades de saúde para salvaguardar as vidas dos trespontanos, enquanto Executivo e Legislativo tomam e aprovam decisões fundamentais.

    Numa entrevista importantíssima e divida em duas partes, eles dão todas as orientações aos leitores do Conexão.

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