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  • Reportagem Especial: Sobreviventes voltam a Auschwitz, na Polônia, 75 anos depois da libertação

    Reportagem Especial: Sobreviventes voltam a Auschwitz, na Polônia, 75 anos depois da libertação

    Mais de 1 milhão de pessoas foram mortas no campo de concentração durante o regime nazista alemão.

    Sobreviventes do regime nazista alemão voltaram nesta segunda-feira (27) ao campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, para a cerimônia que marca 75 anos da libertação pelas tropas soviéticas.

    Em muitos casos, eles são acompanhados por filhos, netos e até bisnetos, de acordo com a agência de notícias Associated Press.

    Com gorros e lenços listrados de azul e branco, simbolizando os uniformes dos prisioneiros no campo, os sobreviventes atravessaram, com tristeza, o célebre portal de ferro com a inscrição “Arbeit macht frei” (“O trabalho liberta”, em tradução livre do alemão para o português).

    Acompanhados do presidente polonês, Andrzej Duda, eles depositaram coroas de flores perto do “muro da morte”. Mais de 1 milhão de pessoas foram vítimas nesse campo de concentração, que é considerado um dos principais símbolos do genocídio.

    Eram esperados mais de 200 sobreviventes na cerimônia desta segunda-feira. Muitos deles são judeus vindos de vários países, como Israel, Estados Unidos, Austrália, Peru, Rússia, Eslovênia, entre outros.

    Holocausto

    Quando os nazistas chegaram ao poder na Alemanha, em 1933, iniciou-se uma perseguição aos judeus. Nessa primeira etapa da campanha para erradicar a população judaica na Europa, foram-lhes confiscados propriedades, direitos e liberdades.

    Depois da invasão alemã à Polônia em 1939, os nazistas começaram a deportar judeus da Alemanha e da Áustria para o país, onde criaram guetos para separá-los do resto da população. Em maio de 1940, Auschwitz foi transformado em uma prisão para presos políticos.

    Em 1941, durante a invasão alemã na União Soviética, os nazistas começaram de fato a campanha de extermínio.

    Seis milhões de judeus foram mortos no Holocausto e Auschwitz está no centro do genocídio. Estima-se que, em menos de quatro anos, ao menos 1,1 milhão de pessoas foram mortas no campo de concentração polonês. Quase 1 milhão era judeu.

    As vítimas levadas a campos de concentração eram mantidas em situação deplorável, trabalhavam até a morte ou eram levadas a câmaras de gás.

    Em 27 de janeiro de 1945, tropas soviéticas entraram no campo de concentração e encontraram os sobreviventes magros, torturados e exaustos.

    Apenas cerca de 7 mil prisioneiros esqueléticos e doentes terminais tinham sobrevivido, sendo que 500 deles eram crianças. Poucos conseguiam ficar de pé, muitos estavam deitados no chão, apáticos.

    HÁ EXATOS 75 ANOS, O EXÉRCITO VERMELHO LIBERTAVA O CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DE AUSCHWITZ

    No final da guerra, prevendo a vitória dos aliados, os alemães começaram a destruir crematórios e documentos enquanto evacuavam os prisioneiros de Auschwitz. Os que não conseguiam andar foram deixados lá e liberados pelo Exército Vermelho em 27 de janeiro de 1945. Lá, cerca de 1,5 milhão de pessoas morreram, a maioria em câmaras de gás.

    Arbeit machr frei (“O trabalho liberta”, em português). Era essa a inscrição na entrada do maior campo de concentração nazista. Erguido em 1940 nos subúrbios da cidade de Oswiecim, na Polônia, ele tinha três partes: Auschwitz I, a mais antiga; Auschwitz II-Birkenau, que reunia o aparato de extermínio; e Auschwitz III-Buna, com cerca de 40 subcampos de trabalho forçado.

    As primeiras vítimas do nazismo foram poloneses, seguidos de soviéticos, ciganos e prisioneiros de guerra. Em 1942, o campo voltou-se para a destruição em massa dos judeus. Os presos eram obrigados a usar insígnias nos uniformes conforme a categoria – motivo político era um triângulo vermelho; homossexual, um rosa. Muitos foram usados em experimentos médicos.

    Fornos de Hitler

    Entre as muitas vítimas estava Olga Lengyel. Uma judia que vivia com o marido e os  filhos na cidade de Cluj, capital da Transilvânia. Ao ouvirem relatos sobre as atrocidades cometidas pelos nazistas em terras ocupadas, não acreditaram que isso poderia se tornar um pesadelo real.

    Em 1944, o seu marido, que era médico, seria deportado para a Alemanha. Ela acreditava que o companheiro poderia ser enviado para suprir a falta de médicos, e assim optou por segui-lo com os filhos. Contudo, era uma emboscada. O destino final da família seria Auschwitz. No local, Olga perdeu a sua família. Entretanto, sobreviveu para contar a sua trajetória. Em Os Fornos de Hitler, Olga detalhou um dos primeiros relatos sobre o horror dos campos de extermínio nazistas.

    “(…) Os alemães deixavam vivos alguns milhares de deportados de cada vez, mas apenas para facilitar o extermínio de milhões de outros. Faziam tais vítimas executar seu trabalho sujo. Elas faziam parte do sonderkommando. Trezentas ou quatrocentas serviam em cada forno do crematório. Seu dever consistia em empurrar os condenados para dentro das câmaras de gás e, depois que o assassinato em massa tivesse sido cometido, abrir as portas e transportar os cadáveres.”

    Hoje, Auschwitz é um museu que preserva a memória do maior genocídio da História.

    Conheça a dura rotina no campo de concentração

    Seleção dos “capazes”

    Os prisioneiros chegam em trens de gado e são selecionados por médicos. Os aptos ao trabalho entram numa fila e são tatuados com um número de registro. Velhos, doentes, grávidas, crianças e a maioria dos judeus vão para outra fila, direto para a câmara de gás. Os capazes tomam banho de desinfecção (contra tifo), raspam o cabelo e deixam seus pertences.

    Trabalho escravo

    Os presos trabalham pelo menos 11 horas por dia para impulsionar a máquina de guerra alemã. Constroem prédios do campo de concentração e estradas e produzem carvão, borracha sintética, produtos químicos, armas e combustíveis em indústrias como a Krupp e a IG Farben. Embora não haja números oficiais, vários morreram de cansaço durante as obras.

    Pão e sopa no almoço

    A cozinha do campo prepara rações de comida três vezes ao dia, que em geral incluem um pedaço de pão, café e sopa de batata. Quem faz pouco esforço físico recebe cerca de 1300 calorias diárias. Os que trabalham pesado ingerem 1700 calorias. Após algumas semanas, essa dieta de fome leva à exaustão, deterioração do corpo e até morte.

    Entre ratos

    Em Auschwitz I, cerca de 20 mil presos dormem em pavilhões de tijolo. Os treliches são em número insuficiente, e um preso dorme sobre o outro. Não há banheiro nem calefação – mesmo com temperaturas abaixo de zero. Em Birkenau, os alojamentos são blocos de madeira e tijolos feitos sobre o solo úmido. Cerca de 700 pessoas ocupam cada um.

    Espera congelante

    Durante as assembleias de contagem, os presos ficam horas no frio, muitas vezes sem seus uniformes (calça comprida, camisa listrada e boina), esperando os nazistas decidirem quem será mandado à câmara de gás. Intelectuais, políticos e outras pessoas consideradas perigosas são fuzilados no Muro da Morte, nos fundos do bloco 11, ou enforcadas.

    Matemática sinistra

    Em geral, o destino de 70% dos prisioneiros é a câmara de gás. A maior parte das vítimas é trancada nua em locais fechados – os nazistas diziam que elas iam tomar banho. Dentro deles, uma tubulação expele ácido cianídrico. A morte chega, no máximo, em 10 minutos. Os corpos são depois queimados num dos cinco crematórios – juntos, podem queimar 4765 corpos por dia.

    ‘Está vendo aquela fumaça? É sua família’: o relato do brasileiro que sobreviveu a Auschwitz

    “Não é todo dia que coloco a tefilin em cima do número de Auschwitz”, diz o rabino David Weitman logo depois da breve cerimônia, em uma sinagoga na região central de São Paulo, em 11 de novembro de 2019. “E é a primeira vez que faço isso em alguém dessa idade. É muito emocionante. Os nazistas se foram, mas nós estamos aqui.”

    O tefilin citado por Weitman são tiras de couro tradicionalmente colocadas no braço de meninos judeus que, ao completar 13 anos, realizam seu bar mitzvah — cerimônia judaica que é celebrada como um rito de passagem.

    Naquele dia, porém, o bar mitzvah era para um senhor de 91 anos: Andor Stern, brasileiro de nascença que, aos 13 anos, estava escapando da perseguição na Hungria, terra natal de seus pais.

    Andor Stern acabaria capturado e viveria cerca de um ano no campo de concentração em Auschwitz, na Polônia, o maior e mais cruel símbolo do Holocausto. Os números que o identificavam no campo continuam tatuados em seu braço: 83892. Ele é tido como o único brasileiro nato a sobreviver a Auschwitz.

    Stern sobreviveu não apenas para ser homenageado, em novembro, pelo Memorial da Imigração e do Holocausto, com um bar mitzvah especial e tardio — mas também para reerguer sua vida no Brasil, criar uma família com cinco filhos (e muitos netos e bisnetos), perder tudo em uma das crises econômicas brasileiras na era Collor e manter-se ativo profissionalmente até agora. E fazer tudo isso com grande apreço pelos pequenos prazeres do cotidiano.

    ‘Minha família saía pela chaminé’

    Filho de imigrantes judeus, Stern nasceu no bairro do Bixiga, em São Paulo, em 17 de junho de 1928. Mas viveu desde cedo uma vida itinerante. Aos três anos, mudou-se com para a Índia, por conta de uma oferta de emprego ao pai, médico. Depois disso — e Stern não sabe exatamente o motivo —, em vez de voltar ao Brasil, a família decidiu passar um tempo na Europa, com parentes húngaros.

    Essa decisão selou seu destino de uma forma drástica.

    Na Hungria, como brasileiro nato, Andor passou uma infância feliz e comum, embora fosse tratado como estrangeiro. As coisas mudaram quando a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) eclodiu. No momento em que o governo de Getúlio Vargas alinhou-se com os chamados países aliados (inimigos do Eixo, então liderado pela Alemanha e do qual a Hungria fazia parte), por ser brasileiro, Stern foi detido em uma instituição como inimigo estrangeiro pelas autoridades húngaras.

    Foi uma estada breve: em poucas semanas, escapou com a ajuda de um detento americano de quem ficara amigo e, graças a isso, voltou à casa de sua família, onde passou a viver escondido. Ele tinha apenas 13 anos. Agora, o problema não era mais ele ser brasileiro: era ser judeu.

    Com a posterior ocupação nazista da Hungria, sua família toda (menos o pai, que se separara da mãe e fora embora do país em 1938) foi transportada a Auschwitz em um mesmo trem, em 1944. Foram separados na chegada ao campo de concentração.

    “Daí começou o calvário deles: meus avós, meus tios, minha tia grávida foram levados direto para a câmara de gás”, conta Stern.

    A perda da mãe marcou Stern profundamente, e a tristeza superava as dores físicas do campo de concentração.

    “Ela faz falta. Me lembro cada vestido dela. Incrível como tenho a cara dela na minha cabeça. Ela era minha maior amiga. Usei ela tão pouquinho”, diz à equipe da BBC.

    Aos 14 anos, de porte atlético por conta de esportes como o remo e a natação, o adolescente foi poupado do extermínio na câmara de gás para ser usado no trabalho forçado no campo. O processo de desumanização também foi rápido.

    “Uma mesma bacia de noite é penico e de dia é o prato em que você come. E você come como cachorro. Não tem garfo, faca, colher”, lembra.

    “Você tem eczema, sarna. A comida te causa uma eterna diarreia, o que, aliás, é uma (das causas) que mais matavam as pessoas. No inverno, abaixo de 22, 24, 26 graus, quando você está ‘vazando’, você até gosta porque é quentinho. E você não tem como tomar banho depois disso. Você aceita a sujeira, a imundície. E você perde a condição de ser humano. Devora qualquer casquinha de batata. Só o que pensa é na fome. Você vira um zumbi.”

    Quando o cerco internacional se fechava em Auschwitz, com notícias da aproximação de tropas russas, os alemães nazistas começaram a retirar a maior parte dos prisioneiros do local. Muitos foram enviados para as chamadas “Marchas da Morte” em que pessoas de todas as idades eram obrigadas a andar por quilômetros em meio ao rigoroso inverso. Milhares morreram a poucas semanas da derrota alemã na Segunda Guerra Mundial.

    Stern foi um dos transportados, primeiro a Varsóvia (capital da Polônia, na época sob ocupação nazista), para recolher tijolos das ruínas dos bombardeios de guerra, e, depois, ao campo de concentração de Dachau, no sul da Alemanha, onde chegou a fazer trabalhos forçados para a indústria bélica alemã de aviões Messerschmitt e bombas V1.

    Até que, no final de abril de 1945, o campo foi libertado pelo Exército dos EUA. Em 1º de maio, depois de quase um ano e meio sob poder dos nazistas, Stern estava livre.

    “A guerra terminou e eu sobrevivi. Estava vivo. Pesava 28 quilos, mas estava vivo. (…) Perguntei a mim mesmo: ‘o que quero da vida? Onde estarei daqui a 5, 10, 20 anos?’”.

    “Decidi o seguinte: ‘quero um par de sapatos em que não entre água e me aqueça no inverno; uma roupa isenta de qualquer bicho e que me cubra no inverno, um paletó com bolso e um relógio que eu possa olhar e dizer: ‘vou comer esse pão amanhã às 14h e vou resistir, porque não estarei passando fome’. Podendo me movimentar da esquerda para a direita, vou ser o homem mais feliz do mundo’”, conta.

    “Isso passa, e você fica cheio de frescura”, brinca. “‘O sapato tem que ser de cromo alemão’, ‘O terno tem de ser de casimira inglesa’ [Mas] eu não esqueci. Tudo isso para mim era um presente extra. Cada dia que eu vivo é uma sobremesa. Talvez isso explique essa intensidade de querer viver e que os outros vivam. Tenho o máximo respeito pela vida.”

    De volta à Hungria de seus parentes, Stern concluiu seus estudos e entrou em uma faculdade de engenharia, mas diz que começou a “sentir saudades do desconhecido”.

    Era hora de voltar para sua terra natal: o Brasil.

    Sem recordar-se de nenhuma palavra sequer de português, aos 20 anos de idade, Stern voltou à cidade onde nasceu e começou a erguer uma vida: reaprendeu a língua, teve um reencontro tardio com seu pai (que Stern achava que estava morto, mas formara nova família na Espanha), estudou engenharia e trabalhou na empresa de tecnologia IBM, experiência que o ajudou a abrir uma empresa própria.

    Casado desde 1954 com Terezinha, Stern se diz afortunado por ter “filhos maravilhosos e uma mulher que é um ser humano invejável”. Não é um homem religioso. Acompanha política brasileira pelo noticiário e acha o presidente Jair Bolsonaro “um crápula” e “um bestalhão”, embora tampouco simpatize com o PT. Tem entre seus hobbies ler e escutar discos na vitrola.

    Nesta semana, ele viajou a Auschwitz para os eventos em memória dos 75 anos de libertação do campo onde ficou detido.

    Fonte R7 / G1 / History Channel / UOL

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  • Minas Gerais tem um caso suspeito de coronavírus, confirma ministro da Saúde

    Minas Gerais tem um caso suspeito de coronavírus, confirma ministro da Saúde

    Mulher de 22 anos, que está internada na UPA Centro-Sul, viajou para a cidade de Wuhan, considerada epicentro da epidemia

    O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, confirmou a existência de um caso suspeito de coronavírus em Minas Gerais. A possível infectada é uma mulher que viajou para cidade Wuhan, na região central da china, considerada como epicentro da doença.

    Segundo o Ministro, a paciente apresenta sintomas compatíveis com o protocolo da enfermidade. O quadro dela é estável.

    “Nós analisamos mais de 7 mil rumores. Desses 7 mil, 127 deles exigiram verificação se estavam dentro de padrão. E hoje temos o caso suspeito de uma paciente que viajou para a cidade de Wuhan. É um caso importado, ou seja, uma pessoa que veio desse local”, disse Mandetta em entrevista coletiva.

    O ministro ponderou que não há evidências de que o vírus esteja circulando, mas recomendou que a população evite viajar à China.

    Fonte Estado de Minas

     

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  • Seis laboratórios recolhem lotes de Ranitidina

    Seis laboratórios recolhem lotes de Ranitidina

    Um dos remédios mais populares para tratar azia, úlceras e refluxo tem como princípio ativo o cloridrato de ranitidina. Anvisa identificou a presença de uma substância que pode causar câncer.

    Seis laboratórios decidiram recolher lotes de um remédio usado no tratamento de doenças do aparelho digestivo. Foi uma medida preventiva, porque a Anvisa identificou a presença de uma substância que pode causar câncer.

    Um dos remédios mais populares para tratar azia, úlceras e refluxo tem como princípio ativo o cloridrato de ranitidina. Mas esse medicamento está agora sendo recolhido preventivamente das prateleiras das farmácias.

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária detectou uma contaminação em setembro de 2019. Testes mostraram na ranitidina importada de um laboratório da Índia a presença de uma substância chamada de nitrosamina, acima dos níveis tolerados pela Anvisa.

    A nitrosamina é classificada pela Organização Mundial da Saúde como sendo possível causadora de câncer em humanos. Por isso, a Anvisa decidiu suspender preventivamente a importação e a comercialização da ranitidina vendida pelo fabricante indiano, e pediu aos 24 laboratórios que importavam essa raniditina que fizessem testes para detectar se havia contaminação em lotes do medicamento produzido aqui.

    No total, 225 lotes já foram retirados do mercado. Seis laboratórios notificaram a Anvisa sobre o recolhimento voluntário: Medley, Aché, EMS, Legrand, Nova Química e Germed. Outro laboratório, o Hipolabor, disse que não fabrica mais o produto desde 2018.

    Nos Estados Unidos o cloridrato de ranitidina também tem sido recolhido das prateleiras pelo mesmo motivo.

    A Anvisa diz que a nitrosamina não representa um risco imediato para a saúde.

    “O risco é quase inexistente, é um risco muito baixo sobretudo porque as nitrosaminas só produzem o efeito maléfico no organismo quando ingeridas por um longo período de tempo. A gente está falando de anos, prazo superior a cinco anos. E no caso do tratamento ao qual a ranitidina, o cloridrato de ranitidina se presta, são tratamentos que se estendem na ordem de quatro a 12 semanas”, explica Ronaldo Gomes, gerente de Inspeção e Fiscalização da Anvisa.

    O alerta é para que os pacientes procurem seus médicos antes de parar qualquer tratamento.

    “A questão de usar ou não a ranitidina. Ela pode ser substituída por outros remédios? Sim. Ela deve ser substituída? Isso tem que conversar com o médico e ver o risco benefício de substituição ou manutenção desse remédio. A população tem que ter a tranquilidade de não achar porque tomou o remédio por um período que agora tem um risco grande de ter câncer e que tem que fazer exames para ver isso”, afirma o gastroenterologista Marcos Belotto.

    Fonte G1

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  • Parceiro de Wagner Tiso, Cantor e compositor Tunai morre no Rio

    Parceiro de Wagner Tiso, Cantor e compositor Tunai morre no Rio

    Autor de ‘Frisson’, ele era irmão de João Bosco e foi gravado por Elis, Fafá de Belém, Ney Matogrosso e Gal, entre outros. Aos 69 anos, foi achado morto pela mulher no sofá de casa.

    O cantor e compositor Tunai morreu, na manhã deste domingo (26), no Rio de Janeiro.

    José Antônio de Freitas Mucci tinha 69 anos. Irmão de João Bosco, é autor de ‘Frisson’, entre outros sucessos.

    A morte foi confirmada pela família à TV Globo. Tunai foi encontrado morto no sofá da casa dele pela mulher. A morte foi constatada às 6h, por parada cardíaca.

    O jornalista Mauro Ferreira publicou em seu blog no G1 neste domingo (26) um texto sobre a morte do cantor e compositor. Segundo ele, o nome de Tunai fica na eternidade das canções

    O corpo foi velado a partir das 12h30 desta segunda-feira (27) no Memorial do Carmo, no Caju. A cremação aconteceu às 15h30.

    Fama pela voz de Elis Regina

    “A Elis Regina foi o principal vestibular que passei na minha vida”, disse Tunai em uma entrevista ao G1em 2018.

    Tunai lembra que foi a cantora quem viu nele um potencial para a composição.

    De sua autoria, Elis Regina gravou:

    • “As Aparências enganam”, do disco “Essa mulher” (1979);
    • “Agora tá”, de “Saudade do Brasil” (1980);
    • “Lembre-se”, gravado no show de lançamento de “Essa mulher”, no Palácio do Anhembi, em São Paulo (SP), em setembro de 1979.

    Engenheiro civil de formação, o compositor brincava que Elis Regina foi a responsável por ele deixar os canteiros de obras na década de 1970 para seguir a carreira artística.

    “Ser gravado por ela [Elis] abriu completamente as portas para mim. Foi uma coisa tão boa que eu nunca deixei de homenagear a Elis que deixou um legado incrível. Morreu cedo, mas viveu mais de 100 anos.”

    Em 1977, o irmão João Bosco o apresentou ao poeta Sérgio Natureza, com quem viria mais tarde a produzir boa parte de sua obra e seus maiores sucessos.

    Estreou em 1978, quando Fafá de Belém interpretou “Se eu disser”, da dupla. No ano seguinte, Elis Regina gravou “As aparências enganam”.

    Em 1982, Jane Duboc obteve o 3° lugar no Festival MPB Shell, da Rede Globo, com a música “Doce mistério”. Em 1984, Gal Costa gravou duas composições da dupla: “Olhos do Coração” e “Eternamente” (com Liliane).

    Em 1984 lançou o maior sucesso, “Frisson”, no LP “Em Cartaz”. O hit foi incluído na trilha da novela “Suave veneno”, da TV Globo.

    Entre 1985 e 1994, fez vários shows em teatros de todo o Brasil e lançou diversos discos. Tunai teve outros sucessos nas trilhas de várias novelas como: “Sintonia” ( “Tititi”), “Sobrou pra mim” (“Fera radical”), e “Meu amor” (“Despedida de solteiro”).

    Regravações

    Na década de 1990, Ney Matogrosso gravou “As aparências enganam”, montando um show homônimo que percorreu com sucesso todo o país.

    Em 1999, Ivete Sangalo regravou “Frisson”.

    Outros grandes nomes da música brasileira também interpretaram as composições de Tunai: Milton Nascimento, Gal Costa, Elba Ramalho, Fagner, Jane Duboc, Emílio Santiago, Fafá de Belém, Zizi Possi, Beto Guedes, Joanna, Sandra de Sá, Sérgio Mendes, Belchior, Ivete Sangalo e Roupa Nova estão entre eles.

    Fonte G1 Sul de Minas

     

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  • Funerária de Varginha se engana e deixa caixão com corpo na porta de residência errada no Ceará

    Funerária de Varginha se engana e deixa caixão com corpo na porta de residência errada no Ceará

    De acordo com a polícia civil, o corpo saiu do Estado de Minas Gerais e tinha como destino a cidade de Arneiroz (CE).

    Um caixão com um homem morto foi deixado por engano dentro da fazenda Urussuí, na zona rual da cidade de Tauá, no interior do Ceará, na madrugada deste domingo (26). De acordo com a Polícia Civil, o corpo era trasladado de Varginha (MG) para a cidade de Arneiroz.

    Familiares esperavam o corpo desde a última sexta-feira e já estavam desesperados com a demora. Conforme o delegado Gisleian Lima, da Delegacia Regional de Tauá, os funcionários prestavam serviço terceirizado para funerária da cidade mineira e erraram o local de destino do corpo.

    Ainda segundo o investigador, os funcionários não conseguiram encontrar ninguém fazenda para confirmar se estavam deixando o corpo no endereço certo. Eles resolveram ir até ao Centro de Tauá para telefonar para a funerária. Foi através do telefonema que perceberam o erro e voltaram para pegar o corpo.

    Enquanto os funcionários foram fazer a ligação, o morador da fazenda chegou à residência, encontrou o caixão e acionou a polícia. Quando os funcionários retornaram à fazenda, se depararam com a polícia e tiveram de explicar o que havia acontecido.

    Depois da confusão, o corpo foi levado para a cidade de Arneiroz e sepultado neste domingo (26). Um inquérito policial foi instaurado na Delegacia Regional de Tauá e os responsáveis poderão responder por crime de vilipêndio, por terem deixado o corpo abandonado.

    Fonte G1 Ceará (Apud Noticiando Varginha)

     

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  • Nevoeiro está no centro das investigações iniciais do acidente com helicóptero de Kobe Bryant

    Nevoeiro está no centro das investigações iniciais do acidente com helicóptero de Kobe Bryant

    Áudios da torre de controle indicam que aeronave estava em condições especiais, com baixa visibilidade e voando a pouco menos de 500 metros de altitude

    Um voo baixo, em condições difíceis e com pouca visibilidade. O helicóptero em que estava Kobe Bryant, que acabou colidindo e matando o ex-astro da NBA, sua filha e outras sete pessoas, perdeu contato com a torre de controle enquanto voava a menos de 500 metros de altitude. Agora, o foco da investigação inicial para descobrir a causa do acidente é entender as condições do nevoeiro em Calabansas, onde ocorreu a queda.

    Os investigadores do Comitê Nacional de Segurança do Transporte (NTSB, em inglês) iniciaram o trabalho ouvindo testemunhas oculares do acidente, buscando entender os motivos. Há um consenso que havia muita neblina no local de voo e, por isso, uma necessidade de entender a névoa para que se chegue à uma conclusão do ocorrido.

    – Não parecia que estava certo, estava muito lento. Eu vi (a aeronave) caindo e chacoalhando. Mas, era difícil de entender porque estava com muita neblina. O helicóptero sumiu numa nuvem e então teve um “boom”. Vi uma grande bola de fogo. Ninguém poderia sobreviver àquilo – disse uma das testemunhas ouvidas pelo jornal “Los Angeles Times”.

    Para se ter ideia, ainda segundo o jornal de Los Angeles, a névoa era tamanha que o Departamento de Polícia da cidade manteve seus helicópteros em solo, sem voos naquela manhã, por conta do forte nevoeiro na região.

    – A situação climática não atendia os padrões mínimos para voo. O departamento exige um mínimo de duas milhas (3,2 km) de visibilidade e um teto de nuvens de 800 pés (240 metros) para voar – afirmou o porta-voz do departamento de polícia Josh Rubenstei.

    Áudios divulgados nesta segunda-feira mostram a comunicação do helicóptero com as torres de controle em Los Angeles. No último contato feito pelo piloto, no momento em que sobrevoava sobre Calabasas, a aeronave voava em condições visual especial a 1.500 pés (450 metros).

    O brasileiro Oscar Schmidt, craque da Seleção Brasileira, é o maior ídolo de Kobe Bryant.

    O contato via rádio foi perdido logo que o controle foi repassado da torre de Van Nuys para a Socal Approach (radar do terminal Southern California). Como voava em altitude abaixo do normal, as ondas de rádio ficam mais difíceis de se propagarem e, com isso, pode ter havido um corte na comunicação. A última mensagem informa que o N72EX (código da aeronave) estava em altitude abaixo do ideal para aquela área.

    Na sequência, o helicóptero some do radar, indicando que possivelmente colidiu com um terreno na região de Calabasas.

    Fonte GE

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  • Minas tem 45 mortes e mais de 17 mil pessoas fora de suas casas

    Minas tem 45 mortes e mais de 17 mil pessoas fora de suas casas

    Em novo boletim divulgado, a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) informou que o número de mortes pelas chuvas de quinta e sexta-feira em Minas Gerais pulou de 37 para 45. Outras 19 pessoas continuam desaparecidas.

    A maioria das mortes está concentrada na Grande BH: 14 em Belo Horizonte, seis em Betim, cinco em Ibirité e duas em Contagem.

    No interior, os óbitos estão concentrados em 10 municípios da Zona da Mata mineira: Alto Caparaó (três), Alto Jequitibá (três), Carangola, Divino, Luisburgo (duas), Manhuaçu, Pedra Bonita (duas), Santa Margarida, Tocantins e Simonésia (três).

    Ainda de acordo com o balanço da Defesa Civil estadual, 17.241 pessoas estão fora de suas casas em Minas: 13.887 desalojadas (6.767 na Grande BH e 7.120 no interior) e 3.354 desabrigadas (850 na RMBH e 2.504 no interior).

    Além disso, 12 pessoas ficaram feridas no estado – seis na Grande BH e outros seis no interior.

    Fonte Estado de Minas

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  • Dezessete reféns em assalto durante festa de aniversário em Três Pontas

    Dezessete reféns em assalto durante festa de aniversário em Três Pontas

    Foram roubados dois carros, uma moto, dois tratores, dezessete celulares e R$ 340

    Dezessete pessoas foram feitas reféns em uma fazenda no distrito do Quilombo, em Três Pontas, na tarde de domingo (26).

    Segundo a Polícia Militar, cinco homens armados com revólveres chegaram no local por volta das oito e meia da manhã e renderam as vítimas, que participavam de uma festa de aniversário.

    Conforme a polícia, as vítimas foram feitas reféns em um cômodo da casa até por volta de 13h, quando os assaltantes fugiram. Eles só conseguiram sair da casa quando um amigo chegou na propriedade e ajudou a abrir o cômodo onde estavam.

    Foram roubados dois carros, uma moto, dois tratores, dezessete celulares e R$ 340. Os homens fugiram pela estrada de terra sentido a Campos Gerais (MG). A Polícia Militar segue em busca dos criminosos.

    Ninguém ficou ferido.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • Enem 2019: 60% das redações com nota mil foram escritas por mulheres

    Enem 2019: 60% das redações com nota mil foram escritas por mulheres

    Região Sudeste e Nordeste têm 77,3% das notas máximas.

    As mulheres são a maioria no grupo de 53 participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 que tiraram a nota mil na prova de redação. Os dados foram divulgados na tarde desta sexta-feira (17) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

    No total, 3,6 milhões de redações da aplicação regular do Enem 2019 foram corrigidas e só 53 chegaram à pontuação máxima. Os candidatos homens são responsáveis por 21 dessas notas, enquanto 32 mulheres tiraram a nota mil.

    As redações com nota máxima são de estados do Sudeste (24), Nordeste (17), Centro-Oeste (7), Sul (3) e Norte (2).

    Veja a relação por estado: Alagoas (2); Bahia (1); Ceará (6); Distrito Federal (2); Goiás (4); Maranhão (1); Mato Grosso do Sul (1); Minas Gerais (13); Paraíba (1); Pará (2); Pernambuco (1); Piauí (2); Rio Grande do Norte (3); Rio Grande do Sul (3); Rio de Janeiro (6); São Paulo (4).

    Entre as regiões do Brasil, a maior parte dos inscritos no Enem está no Sudeste (35,2%), seguido por Nordeste (34,2%), Norte (11,7%), Sul (10,6%) e Centro-Oeste (8,3%).

    Resultado do Enem 2019

    O resultado do Enem 2019 foi divulgado na manhã desta sexta-feira (17). De acordo com o perfil divulgado pelo Inep, 17 estados brasileiros tiveram candidatos ou candidatas com a nota máxima na prova de redação.

    Minas Gerais é o estado com o maior número de candidatos com a nota máxima. Segundo os dados, 13 pessoas, que tiraram a nota máxima, vivem no Estado. Ceará e Rio de Janeiro, são os estados que vem após Minas, com 6 candidatos cada um.

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  • Gol de Placa: Pastor doa automóvel ao Hospital de Três Pontas

    Gol de Placa: Pastor doa automóvel ao Hospital de Três Pontas

    Ações como esta ou como  a campanha “Dê Uma Mãozinha” tem ajudado substancialmente a entidade.

    Um pastor evangélico protagonizou uma atitude cada vez mais rara nos dias de hoje: gratidão e doação. Após sua mãe ser cuidada no Hospital São Francisco de Assis, em Três Pontas, o religioso resolveu doar um automóvel à entidade, que luta para sanar suas dificuldades financeiras e continuar prestando um atendimento de excelência não somente para os trespontanos.

    A identidade do líder religioso não foi revelada. Ele alegou que, embora sua mãe tenha falecido, ela havia sido muito bem atendida por todos da Santa Casa e que, desta forma, sentiu a vontade de fazer a doação inusitada e que muito ajudará o Hospital.

    O veículo é um automóvel Volkswagem Gol, ano 2012, de cor branca.

    A Santa Casa divulgou nota de agradecimento ao pastor. Não foi revelado ainda o que será feito com o carro. Tal atitude pode servir de inspiração para que outros colaboradores generosos estendam a mão em prol do HSFA.

    Mãozinha Solidária

    A Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis e as Lojas IM criaram juntas uma promoção que visa, assim como tantas outras iniciativas, ajudar financeiramente o Hospital de Três Pontas. O lançamento da campanha “Eu Ajudo a Santa Casa (Dê Uma Mãozinha)” recentemente e muita gente já aderiu a iniciativa.

    A ideia do HSFA foi abraçada pela empresa Lojas IM. Para participar basta apenas “dar uma mãozinha” fazendo a doação de R$ 2. Aqueles que ajudam também concorrem a prêmios. O sorteio acontecerá no dia 25 de abril, a partir das 10h na sede da Santa Casa.

    Sobrevivendo

    A principal fonte de recursos da entidade são as verbas governamentais. Infelizmente por conta de atrasos nos repasses e da defasagem da tabela do Sus, dentre outros motivos, a situação econômica do HSFA aspira cuidados. Já “esteve na UTI”, é verdade, mas ainda precisa de muitas ações que impeçam seu agravamento e fechamento, o que seria desastroso para Três Pontas e as cidades que são assistidas por ele.

    A Santa Casa atende cerca de 400 pacientes todos os dias, sendo que destes, 80% são pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

    Somando as cinco cidades que enviam pacientes para o Hospital de Três Pontas são cerca de 150 mil pessoas beneficiadas com o atendimento de qualidade da entidade. Infelizmente a ajuda financeira não vem no mesmo montante. De forma incoerente, algumas dessas cidades, apesar de enviarem seus pacientes para cá, não fazem o aporte financeiro que é fundamental para o HSFA. A situação sobrecarrega as contas da Santa Casa que sobrevive através da ajuda da população, da criatividade e empenho de sua diretoria, bem feitores e irmandade, além do apoio dos deputados Mário Henrique Silva (Caixa) e Diego Andrade.

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  • Briga de casal termina em atropelamento e morte

    Briga de casal termina em atropelamento e morte

    *Plantão Policial (24º Batalhão da PMMG)

    Por volta das 22hs50min, em Três Pontas, a Polícia Militar foi acionada pela central do SAMU com o relato de que foram chamados para socorrer vítima de facada.

    Ao chegarem ao local, cruzamento das ruas Aureliano de Brito e São Paulo, os militares de depararam com a vítima de 44 anos caída, sendo segurada por sua amásia de 39 anos.

    Segundo ela, o amásio chegou embriagado e dizendo que iria usar drogas e que ele ficou exaltado por ela pedir para que ele não fizesse isso e agarrou-a pelo cabelo, jogando-a contra a porta da casa.

    Ela conseguiu alcançar o guarda talheres e apoderou-se de uma faca e como ele continuou a agredi-la, desferiu um golpe contra o seu peito, momento em que ele saiu para a rua e ela fechou a porta com ele gritando por socorro.

    Ela então abriu a porta e foi até a rua para ver como a vítima estava e viu que ele se encontrava deitado na rua, com a cabeça virada para o meio da rua e os pés voltados para o meio fio.

    Neste momento apareceu um veículo deslocando pela Rua Aureliano de Brito sentido ao Campo da Vila. Alega que sinalizou com a mão para que o veículo desviasse da vítima, porém ele não o fez e atingiu a cabeça dele, tendo o veículo parado um pouco à frente, na mesma rua e logo retornou ao local do atropelamento e acionou o SAMU e a Polícia Militar.

    Uma equipe do SAMU prestou o socorro à vítima até o pronto atendimento local onde este permaneceu.

    O condutor do veículo de 63 anos alegou que foi fazer uma entrega de lanches na Rua Aureliano de Brito, passou pelo local, viu uma pessoa caída ao chão e outra pessoa de pé, que passou por elas e logo a frente parou para entregar o lanche e então ouviu que a mulher falou que ele havia passado com o carro em cima da vítima.

    Que por temer represálias, saiu do local e parou na Avenida Ipiranga, acionando a Policia Militar e o SAMU, onde foi informado que no local havia ocorrido um esfaqueamento.

    Ele alegou que no momento estava chovendo e não sentiu qualquer impacto com o veículo.

    A autora relatou que frequentemente sofria agressões por parte da vítima, porém, nunca registrou ocorrência, por medo da reação dele, que era muito agressivo. Ela alegou que sua intenção foi apenas se defender das agressões.

    A testemunha arrolada relata que ouviu a discussão do casal, porém, não presenciou qualquer dos fatos narrados anteriormente.

    A autora foi presa em flagrante e juntamente com o condutor do veículo, foram apresentados na delegacia de plantão para as demais providências.

    Ao final do registro da ocorrência policial, os militares foram informados que a vítima veio a falecer, mas a causa da morte só será definida após a necropsia.  A faca utilizada pela autora foi apreendida.

     

    Fonte: Assessoria de comunicação do 24º BPM

    (https://www.policiamilitar.mg.gov.br/portal-pm/24bpm/24bpm/conteudo.action?conteudo=199073&tipoConteudo=noticia)

    Foto Ilustrativa

     

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  • Faixa de Pedestre 3D é “instalada” pela Prefeitura em Três Pontas

    Faixa de Pedestre 3D é “instalada” pela Prefeitura em Três Pontas

    Ilusão de ótica causada pela pintura faz a faixa parecer mais alta do que o normal, o que faz motoristas terem mais atenção e diminuírem a velocidade.

    Não importa o país, muitos motoristas não respeitam a faixa de pedestres, parando em cima dela ou passando por elas em alta velocidade, colocando em risco a vida daqueles que trafegam a pé. Algumas cidades tentam uma alternativa bem inusitada para resolver essa situação, com faixas em 3D. É o caso de Três Pontas, no Sul de Minas Gerais, que também aderiu a ideia. O Prefeito Marcelo Chaves Garcia tomou conhecimento dessas faixas colocadas em outras cidades e quis inovar por aqui também.

    Faixas de Pedestre 3D em Três Pontas

    Segundo o Prefeito, são mais de 600 pedidos de colocação de passagem elevada de pedestres em toda cidade, o que, financeiramente, é totalmente inviável. “Por isso decidi trazer essa ideia pra cá e vamos experimentar o resultado dela. Caso dê certo a gente colocará em outros pontos da cidade também, economizando recursos e ainda cuidando da segurança do trânsito”, comentou.

    Faixas de Pedestre 3D ao redor do mundo

    A iniciativa ficou famosa nas redes sociais após uma foto divulgada pela pequena cidade de Ísafjörður, na Islândia. Além dela, outras cidades como Nova Déli (Índia), Tbilisi (Geórgia) e Changsha (China) apostaram nesta pintura. Depois foi se espalhando pelo mundo e chegou até Goiás. Foi de lá que o Prefeito de Três Pontas “comprou” a ideia.

    Faixas de Pedestre 3D ao redor do mundo

    A ideia é simples e barata, pois não envolve tecnologia, apenas uma ilusão de ótica causada pela forma como é pintada. Dependendo do ângulo, a pintura faz um efeito como se estivesse pulando para fora do asfalto. É o mesmo princípio usado em algumas artes de rua que tem sensação de profundidade.

    Uma passagem de pedestres como esta faz parecer que tem algo bloqueando a estrada. O efeito ótico passa a impressão ao motorista de que a faixa está mais alta e ele acaba reduzindo a velocidade por instinto.

    Em Três Pontas a pintura foi feita pelo artista Vitor Shinoda. Ele revelou que nunca havia feito uma pintura de faixa 3D, mas ele próprio se impressionou com o resultado.

    “A minha arte se baseia no HQ, no Cartoon e no Grafite, nos painéis grandes. E realmente gostei do resultado desta faixa”, revelou.

    Segundo a Prefeitura Municipal caso a pintura 3D funcione, atinja o objetivo de educação e respeito no trânsito em favor do pedestre, haverá uma economia de mais de 5 mil reais por cada faixa elevada que seria implantada e trocada pela pintura 3D.

    Quem quiser conferir de perto essa novidade, a faixa 3D foi pintada na Rua Nove, ao lado do Parque Municipal Vale do Sol.

    O Município pretende criar um programa novo de reeducação do trânsito através de várias ações.

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