Tag: Saúde

  • EMOCIONANTE: Jovem escala parede para ver a mãe internada com Covid-19

    EMOCIONANTE: Jovem escala parede para ver a mãe internada com Covid-19

    O rapaz repetia o gesto de amor e coragem todas as noites. E foi pela janela do hospital que ele viu a mãe morrer

    O coronavírus está nos deixando histórias comoventes, que cortam o coração. O vírus mudou o mundo e as relações humanas, a ponto de não podermos nos despedir de nossos entres queridos na hora de sua morte.

    Não podemos ficar ao lado dos nossos enfermos, não podemos ter contato físico nem acompanhá-los em sua agonia e dor. Mas o jovem palestino Jihad-AlSuwaiti demonstrou que o amor por sua mãe é tão especial e poderoso que rompe barreiras. Ele não se importou com a altura do quarto do hospital onde ela estava internada com Covid-19. Todas as noites, ele escalava a parede do prédio para observá-la através da janela. O que será que o rapaz dizia a ela do lado de fora da janela? Só Deus e ele sabem…

    E foi da janela que ele viu a mãe morrer. Deve ter sido como ver uma vela se apagando lentamente…Muito impactante.

    Eu sempre disse que ficaria louco se minha mãe viesse a faltar. Minha dor seria muito forte. Todos os dias, quando falo com ela, ela me diz para ser forte, para que eu me prepare, que tenho uma missão a cumprir aqui, pois eu sempre falo que morreria com ela. Peço a Deus que me dê forças para quando chegar esse momento.

    Foi por isso que a história desse jovem palestino me comoveu tanto. Talvez eu fizesse o mesmo, subiria até a janela, sem me importar com a altura. Poder acariciar e beijar sua mãe através do vidro já é um motivo para refletir.

    Quantos de nós temos nossa mãe e nosso pai e somos impacientes com eles, falamos mal deles, ficamos sem vê-los, sem abraçá-los e beijá-los! Quanta dor sofreu este jovem que só podia acariciar o vidro frio da janela. Quanta dor passou sua mãe sem saber que seu filho a observava e a acompanhava do lado de fora do quarto! Meus olhos se enchem de lágrimas…

    Não quero ter que esperar até que o vidro de uma janela me separe da minha mãe ou do meu pai, pois Deus perdoa sempre, mas a Covid-19 não tem misericórdia.

    Com informações de OK Diario 

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    Roger Campos

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  • Sindicato elabora protocolo para volta às aulas nas escolas particulares de MG

    Sindicato elabora protocolo para volta às aulas nas escolas particulares de MG

    O Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep/MG), em parceria com a Associação Mineira de Epidemiologia e Controle de Infecções (Ameci), elaborou um protocolo que tem como objetivo nortear as instituições de ensino da rede privada do estado no retorno às aulas. Apesar de não ter uma data para a volta do período letivo, a categoria se mobilizou nos últimos meses na criação do documento para que as unidades se organizem com antecedência.

    O protocolo é opcional, ou seja, as escolas não têm obrigação de segui-lo. Cada instituição deve adaptar o documento conforme o seu tamanho. De acordo com a presidente do Sinep/MG, Zuleica Reis, a criação do projeto de segurança para a prevenção do coronavírus não tem intuito de forçar uma possível volta às aulas.

    “Este documento não é para forçar o retorno (das aulas). Sabemos que estamos num pico alto de contaminação, temos consciência de que não é o momento de retornar às aulas. O que nós tentando com esse documento é que as escolas estão perdidas, sem orientação. Toda hora se fala em flexibilização, mas nunca se fala nas escolas. A gente tem visto muitas escolas, principalmente da educação infantil, encerrando as suas atividades – a gente sabe que o impacto disso pode causar um colapso na educação municipal e estadual, se as escolas continuarem encerrando as atividades -, achamos que poderíamos adiantar esse documento para que as escolas possam segui-lo como base”, explica Zuleica.

    O documento elaborado foi inspirado em protocolos internacionais de localidades que já promoveram o retorno das aulas. No Brasil, Manaus, capital do Amazonas, foi a principal fonte de informações para o Sinep e Ameci. “Dividimos o documento em três itens: a parte de saúde ficou à cargo da Ameci e nós ficamos com as questões pedagógicas e jurídicas”, disse a presidente do Sinep.

    Entre as orientações, está a realização, no primeiro mês de retorno às atividades presenciais, de avaliações diagnósticas para identificar os diferentes níveis de aprendizagem dos estudantes. A partir desse levantamento de dados, a instituição de ensino deve elaborar e implantar programas de atividades recursivas, com foco em habilidades e competências, para que se garanta a recuperação das aprendizagens e o monitoramento do processo pedagógico.

    “É preciso que as escolas tenham um cronograma flexível e alternativo para que os pais possam ter acesso às aulas presenciais ou remotas, pois a gente sabe que nem todos os pais vão querer que os filhos voltem à escola, que é um direito. O pai que não tiver a segurança de deixar o filho voltar, ele pode fazer a opção de assistir as aulas transmitidas remotamente, ou gravadas”, destacou Zuleica.

    O protocolo também orienta que funcionários e professores que façam parte do grupo de risco da COVID-19 sejam protegidos pela escola, com planos definidos para a instituição continuar com o ensino remoto para aqueles estudantes que não possam participar presencialmente. Unidades também devem organizar rodízios com horários alternativos de entrada e saída de alunos, além de recreios e intervalos, quando necessário. Outra recomendação é que refeições e lanches sejam feitos na própria sala de aula, além da distância de 1 metro entre os alunos.

    Diálogo

    De acordo com Zuleica Reis, o protocolo já foi apresentado ao Comitê Extraordinário COVID-19, do governo de Minas, que se comprometeu a marcar uma nova reunião para avaliação do documento. O Sinep/MG, no entanto, cobra um maior diálogo com o prefeito de Belo Horizonte,Alexandre Kalil (PSD).

    A conversa com o chefe do Executivo da capital é importante, segundo Zuleica, uma vez que Belo Horizonte não aderiu ao Minas Consciente – criado pelo governo de Minas para nortear municípios na flexibilização do isolamento. Com isso, mesmo que o estado sinalize uma data para o retorno das aulas, aquele município que não faz parte do programa não fica obrigado a seguir o cronograma.

    “O que a gente mais precisa, no momento, é só uma palavra com o prefeito. As escolas estão se sentindo desprestigiadas. O impacto, hoje, para as escolas particulares, é muito grande. A gente não está querendo pressionar. O documento não é para pressionar. O documento é para nortear, dar condições para a escola ter maior tempo para trabalhar. Então assim, o que a gente gostaria muito é de uma palavra com o prefeito. Temos mais de 1 milhão de alunos na rede particular. Isso é muito significativo. Estamos vendo escolas infantis fechando.”

    Sem data para voltar, a categoria teme demissões, fechamento de escolas e cancelamento de matrícula por parte dos pais. Apesar disso, a prioridade do Sinep/MG, de acordo com Zuleica, é preservar vidas.

    “A angústia das escolas de Minas Gerais, por ter uma representatividade grande nos municípios e no estado, é essa falta de expectativa. Não sabemos quando vamos voltar. Mas não vamos voltar colocando em risco a vida dos nossos alunos, dos nossos professores e funcionários. Nossa opção é, e sempre será, a preservação de vidas. Agora, precisamos de uma sinalização, quando chegarmos na onda amarela (do Minas Consciente), de quando poderemos contar que haverá uma data provável de retorno”, concluiu.

    Fonte EM

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    Roger Campos

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  • Vacina contra coronavírus feita pela Rússia entra em última fase de testes

    Vacina contra coronavírus feita pela Rússia entra em última fase de testes

    A Rússia está mais perto de se tornar o primeiro país a iniciar a distribuição de uma vacina contra o coronavírus para a população. O país anunciou hoje que concluiu parte dos testes clínicos necessários para comprovar a eficácia da imunização desenvolvida por iniciativa do governo russo.

    “A pesquisa foi concluída e provou que a vacina é segura”, disse Yelena Smolyarchuk, chefe do centro de pesquisas clínicas da Universidade Sechenov, à agência de notícias estatal TASS.

    A vacina aprovada foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa para Epidemiologia e Microbiologia Gamalei. Segundo o diretor da instituição, Alexander Gintsburg, a previsão é que a vacina “entre em circulação civil” entre 12 e 24 de agosto.

    Essa distribuição será equivalente a um teste de fase 3, já que as pessoas que receberem a vacina ficarão sob supervisão, informou a agência de notícias RIA. Os testes de fase 1 e fase 2 normalmente verificam a segurança de um remédio antes de este avançar para a fase 3, que testa sua eficácia em um grupo maior de voluntários.

    O Ministério da Saúde russo realizará esses últimos testes bioquímicos da vacina, mas espera finalizar o processo até setembro, mesmo mês para o qual Gintsburg prevê o início da produção em massa por laboratórios privados.

    Globalmente, das 19 vacinas experimentais contra a covid-19 em testes com humanos, só duas estão em testes finais de fase 3 —uma da chinesa Sinopharm e outra da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, que tem parte do teste realizada no Brasil. A chinesa Sinovac Biotech deve se tornar a terceira no final deste mês, e também com testes no Brasil.

    A versão russa

    A vacina russa está perto de ser distribuída porque os testes clínicos começaram em junho. A Universidade Sechenov agrupou 38 voluntários remunerados para o estudo. Parte deles já receberá alta nesta quarta-feira (15), quando terão completado 28 dias em isolamento. A intenção foi protegê-los de outras possíveis infecções.

    Os voluntários têm entre 18 e 65 anos e ainda serão monitorados por mais seis meses.

    Também no mês passado, o exército russo iniciou uma outra frente de testes clínicos da vacina. O estudo vai durar dois meses e segue em andamento.

    A Rússia é o quarto país do mundo com o maior número de pessoas contaminadas pelo coronavírus. Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o país tem mais de 730 mil pessoas infectadas e já passou de 11 mil mortes causadas pela covid-19.

    Fonte Viva Bem

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  • BOA NOTÍCIA: Vacina contra câncer está pronta pra testes em humanos

    BOA NOTÍCIA: Vacina contra câncer está pronta pra testes em humanos

    Cientistas australianos estão prontos para testar uma nova vacina contra o câncer em humanos, após o resultado bem-sucedido de estudos pré-clínicos.

    nova vacina foi desenvolvida por uma equipe da Mater Research, sediada no Translational Research Institute, em colaboração com a Universidade de Queensland, na Austrália.

    A professora e pesquisadora da Universidade, Kristen Radford confirmou que a vacina tem o potencial de tratar uma variedade de cânceres, inclusive no sangue e é um grande avanço para o câncer de mama também.

    “Esperamos que esta vacina possa ser usada para tratar cânceres de sangue, como leucemia mieloide, linfoma não-Hodgkin, mieloma múltiplo e leucemias pediátricas, além de malignidades sólidas, incluindo câncer de mama, pulmão, rim, ovário e pancreático e glioblastoma,” disse Radford.

    “Nossa nova vacina é composta de anticorpos humanos fundidos com proteínas específicas de tumores, e estamos investigando sua capacidade de atingir células humanas enquanto ativamos a memória das células tumorais”.

    Promissora

    A equipe afirma que a vacina apresentou várias vantagens importantes em relação a outras já em desenvolvimento e se mostrou promissora nos primeiros ensaios clínicos.

    “Primeiro, ela pode ser fabricada como uma formulação de grau clínico ‘pronta para uso’, o que contorna os problemas financeiros e logísticos associados às vacinas específicas para os pacientes.”

    Menos efeitos colaterais

    “Em segundo lugar, este protótipo de vacina tem como alvo as principais células tumorais necessárias para o início de respostas imunológicas específicas do tumor, maximizando a eficácia potencial do tratamento, ao mesmo tempo minimizando os possíveis efeitos colaterais.”

    “Nós estamos muito felizes em ver nossa pesquisa publicada em uma revista de prestígio e esperamos que nosso trabalho contínuo para encontrar uma vacina segura e eficaz contra o câncer beneficie os pacientes com câncer no futuro,” finalizou Radford.

    Fonte Só Notícia Boa

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  • BOA NOTÍCIA: Novos casos de covid-19 estão em queda em 13 estados brasileiros

    BOA NOTÍCIA: Novos casos de covid-19 estão em queda em 13 estados brasileiros

    Os novos casos de Covid-19, felizmente, já estão em queda em 13 estados brasileiros – mais um motivo pra gente continuar se cuidando, manter as medidas protetivas e evitar aglomerações até a pandemia passar, mesmo porque os casos continuam crescendo na maior parte do Brasil, com mais de 1,8 milhão de contaminados.

    Dito isto, vamos aos dados. Houve queda de novos casos do coronavírus em 13 estados entre a 27ª e 28ª semana epidemiológica, a mais recente, de acordo com dados do Ministério da Saúde analisados pelo Metrópoles. A maior parte deles está nas regiões Norte e Nordeste:

    1. Rio Grande do Norte -56,4%
    2. Roraima -45,9%
    3. Amapá -23%
    4. Rio de Janeiro -20,6%
    5. Espírito Santo -15,7%
    6. Maranhão -14,6%
    7. Bahia -7,6%
    8. Alagoas -6,2%
    9. Pará -6,2%
    10. Paraná –4,9%
    11. Rondônia -4%
    12. Distrito Federal -2,7%
    13. Sergipe -2,4%

    Estados/ novos casos em alta

    Já nas 14 unidades restantes da Federação o crescimento de contaminados continua preocupante:

    Na estatística, Santa Catarina, Pernambuco e Mato Grosso chamam a atenção pela quantidade de novos casos. Veja onde tem aumentado:

    1. Santa Catarina +24,3%
    2. Pernambuco +24,3%
    3. Mato Grosso +19,8%
    4. Minas Gerais +19,1%
    5. Mato Grosso do Sul +17,5%
    6. São Paulo +15,8%
    7. Tocantins +14,7%
    8. Rio Grande do Sul +7,3%
    9. Goiás +6,2%
    10. Amazonas +5,2%
    11. Ceará +4,7%
    12. Acre +1,2%
    13. Paraíba +0,6%

    Mortes

    A quantidade de mortes de brasileiros durante 24 horas pela Covid-19 caiu para 770 nesta segunda, 13, de acordo com levantamento do consórcio de veículos de imprensa – com dados das secretarias estaduais de Saúde – uma redução em relação à quantidade diária que passava de mil casos por dia.

    Mesmo assim, chegamos à trágica marca de 72.921 brasileiros mortos, vítimas da doença.

    Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil na última semana foi de 1.052 por dia, uma variação de 7% em relação aos óbitos registrados em 14 dias.

    Estados/ Ranking de mortes:

    Em queda: 

    RJ, AC, AM, AP, PA, RR e RN.

    Em estabilidade: 

    ES, SP, AL, BA, MA, PB, PE, PI e SE.

    Subindo:

    PR, RS, SC, MG, DF, GO, MS, RO, TO e CE.

    O estado de Mato Grosso não divulgou os dados até as 20h. Considerando os dados até as 20h de domingo, estava subindo (a alta era de +31%).

    Se cuide!

    Não relaxe das medidas de segurança e do isolamento social. Tome todas as precauções, como o uso de máscaras e álcool em gel, se tiver que sair de casa por qualquer motivo.

    • Mantenha o distanciamento social, fique a 2 metros das pessoas na rua
    • Ao voltar, troque os sapatos para entrar em casa (borrife com álcool ou passe água sanitária nos sapatos usados na rua e ponha em local reservado)
    • tire a roupa usada na rua e ponha para lavar
    • tome banho com sabonete
    • vista roupas limpas
    • use chinelos limpos para andar dentro de casa
    • Mantenha o chão da casa limpo frequentemente com água sanitária

    Todo esse esforço vale pra cuidar de você e das pessoas que você ama, enquanto não sair uma vacina para acabar com essa Covid-19. Se cuide!

    Fonte Só Notícia Boa

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  • BOA NOTÍCIA: 65% dos casos confirmados de covid-19 em Minas Gerais já se recuperaram

    BOA NOTÍCIA: 65% dos casos confirmados de covid-19 em Minas Gerais já se recuperaram

    De acordo com dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Minas Gerais superou nesta segunda-feira (13) a marca de 50 mil recuperados da COVID-19. Os dados do governo mostram que 65,74% das pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus se curaram.

    Minas tem 78.643 casos confirmados da doença, segundo boletim epidemiológico publicado nesta segunda pela administração estadual. Desse total, 50.510 foram curados, enquanto 24.697 seguem em acompanhamento médico. Foram registradas ainda 1.688 mortes em decorrência do vírus.

    A taxa de recuperados em Minas Gerais está um pouco acima do percentual nacional. Segundo dados divulgados nesse domingo pelo Ministério da Saúde, 1.123.204 das 1.864.681 infecções confirmadas oficialmente (60,23%) foram curadas.

    As projeções da SES indicam que Minas está próximo do pico da pandemia, previsto para esta semana. Porém, o secretário de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, disse que o cenário ainda é incerto e variável.

    “Nesta semana, essas projeções mostram que teremos um volume grande de casos, mas, se isso será o pico, realmente, se não será ou se nós, em vez de termos um pico, vamos ter um platô, isso é, efetivamente, o que precisamos acompanhar”, avaliou, em entrevista coletiva nesta segunda.

    O que é o coronavírus

    Coronavírus são uma grande família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus (COVID-19) foi descoberto em dezembro de 2019, na China. A doença pode causar infecções com sintomas inicialmente semelhantes aos resfriados ou gripes leves, mas com risco de se agravarem, podendo resultar em morte.

    Como a COVID-19 é transmitida?

    A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

    Como se prevenir?

    A recomendação é evitar aglomerações, ficar longe de quem apresenta sintomas de infecção respiratória, lavar as mãos com frequência, tossir com o antebraço em frente à boca e frequentemente fazer o uso de água e sabão para lavar as mãos ou álcool em gel após ter contato com superfícies e pessoas. Em casa, tome cuidados extras contra a COVID-19.

    Quais os sintomas do coronavírus?

    Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

    • Febre
    • Tosse
    • Falta de ar e dificuldade para respirar
    • Problemas gástricos
    • Diarreia

    Em casos graves, as vítimas apresentam:

    • Pneumonia
    • Síndrome respiratória aguda severa
    • Insuficiência renal

    Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

    Fonte EM

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  • Vacina contra covid-19 pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

    Vacina contra covid-19 pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

    Vacina é desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil. Imunizador está atualmente na fase três de testes

    A vacina contra a covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil, poderá ficar disponível à população ainda este ano. A afirmação foi feita por Maria Augusta Bernardini, diretora-médica do grupo farmacêutico Astrazeneca.

    O grupo anglo-sueco participa das pesquisas da universidade inglesa em parceria com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

    “Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”, disse Bernardini. Segundo ela, apesar de os voluntários serem acompanhados por um ano, existe a possibilidade de distribuir a vacina à população antes desse período.

    “Vamos sim analisar, em conjunto com as entidades regulatórias mundiais, se podemos ter uma autorização de registro em caráter de exceção, um registro condicionado, para que a gente possa disponibilizar à população antes de ter uma finalização completa dos estudos”, acrescentou, destacando que os prazos podem mudar de acordo com a evolução dos estudos.

    Segundo ela, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem se mostrado disposta a colaborar. A vacina está atualmente na fase três de testes. Isso significa, de acordo a Unifesp, que a vacina se encontra entre os estágios mais avançados de desenvolvimento. O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

    “O Brasil é um grande foco de crescimento, de mortalidade, o que nos coloca como ambiente propício para demonstrar o potencial efeito de uma vacina. Para isso precisamos ter o vírus circulante na população e esse é o cenário que estamos vivendo”, disse Bernardini. Ela participou, hoje (29), de uma conversa, transmitida ao vivo pela internet, com o embaixador do Reino Unido no Brasil, Vijay Rangarajan.

    A diretora-médica da Astrazeneca também destacou que a atuação de pesquisadores brasileiros em Oxford e sua reputação foi outro fator influenciador para trazer a pesquisa para o Brasil. “Isso fortaleceu a imagem a reputação científica do Brasil, além de facilitar, trazer com agilidade o estudo em termos de execução”.

    Vantagens da vacina de Oxford

    Segundo ela, a vacina de Oxford tem vantagem sobre outras em desenvolvimento no mundo pois, além de usar uma plataforma já conhecida e testada em vírus como Mers e Ebola, funcionaria com uma dose única. “Estamos desenvolvendo uma vacina em dose única. É um diferencial. […] Outro diferencial que temos é que sabemos que potencial da geração de anticorpos é muito forte, muito positivo”.

    Fonte R7

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  • Covid-19: Brasil tem 67,9 mil mortes e mais de 1 milhão de curados

    Covid-19: Brasil tem 67,9 mil mortes e mais de 1 milhão de curados

    De acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde, divulgados na quarta-feira (8), o Brasil acumula 1.713.160 de casos confirmados e 67.964 mortes pelo novo coronavírus. O país atingiu hoje a marca de um milhão de casos recuperados de covid-19.

    Nas últimas 24 horas, foram adicionadas 1.223 mortes aos registros oficiais. Há ainda 4.105 óbitos em investigação. O painel do órgão também trouxe 44.571 novos casos diagnosticados de terça-feira (7) para ontem. Estão em acompanhamento no país 624.695 pacientes infectados pelo novo coronavírus.

    No balanço de terça-feira, o país contabilizava 66.741 mortes e 1.668.589 casos acumulados de covid-19, desde o início dos registros.

    Em entrevista coletiva realizada hoje em Brasília, a equipe do Ministério da Saúde apresentou a evolução da pandemia no país, destacando uma estabilidade na curva do número de mortes e um aumento na curva dos casos confirmados.

    Estados

    Os estados com mais mortes são São Paulo (16.788), Rio de Janeiro (10.970), Ceará (6.665), Pernambuco (5.323) e Pará (5.169). As unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são Mato Grosso do Sul (134), Tocantins (233), Roraima (386), Acre (404) e Santa Catarina (432).

    Fonte: Agência Brasil

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  • Butantan prevê colocar vacina contra a Covid-19 à disposição até o fim do ano

    Butantan prevê colocar vacina contra a Covid-19 à disposição até o fim do ano

    O diretor do Instituto Butantan, Dimas Tadeu Covas, afirmou ao Jornal da CBN que a vacina contra o coronavírus desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac pode estar pronta para uso já no fim deste ano. Segundo ele, estudos apontaram que a proteção do medicamento ficou acima dos 90%. O especialista destacou que 60 milhões de doses estarão disponíveis em setembro, mas a distribuição só vai acontecer após a confirmação da eficiência.

    “Esse estudo clínico deve acontecer muito rapidamente. Esperamos concluir [a análise dos resultados de] 9 mil voluntários, no máximo, até outubro. […] Quando você compara o grupo vacinado com o grupo controle, os resultados estatísticos podem aparecer muito rapidamente. Se esses resultados aparecerem ainda esse ano, nós podemos registrar a vacina em regime de urgência, e a partir daí, nós já teremos a vacina. No nosso acordo com a Sinovac, nós temos acesso a 60 milhões de doses a partir de setembro.”

    Dimas Tadeu Covas também falou que apenas os profissionais da saúde poderão ser voluntários. Ele explicou que o objetivo é facilitar o experimento, já que a categoria está mais exposta ao coronavírus:

    “Então, são profissionais da saúde com idade acima de 18 anos em sete centros do estado de São Paulo e cinco centros fora, em seis estados: Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Brasília. Esses centros farão o recrutamento. Quer dizer, cada um desses centros faz o seu recrutamento e acompanha os voluntários. Os voluntários são acompanhados com muita frequência, com todo o procedimento, que é controlado por uma agência internacional no sentido de garantir que o estudo está sendo bem feito dentro dos padrões éticos mundiais.”

    O diretor do Instituto Butantan ainda disse que a pandemia está em franca ascensão no Brasil, principalmente no interior. Segundo ele, as medidas de restrição e flexibilização das atividades devem se estender até o fim deste ano em algumas regiões do país:

    “Acho que vamos ter um bom período pela frente, com essas questões de quarentena, de ter que aumentar a quarentena. Nos lugares que estiverem um pouco melhor, você pode afrouxar um pouco, para não sufocar a atividade econômica. Mas nós vamos ter que aprender a conviver com a situação, que deve perdurar até outubro, novembro ou até dezembro em algumas regiões.”

    A terceira fase de testes da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan começa no dia 20. Já o recrutamento dos voluntários que querem participar dos testes vai ter início na segunda-feira.

    Fonte: CBN

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  • Cientistas brasileiros descobrem superterapia para cura da AIDS

    Cientistas brasileiros descobrem superterapia para cura da AIDS

    País tem pesquisadores de primeiro mundo!

    Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) apontou que a cura da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) está próxima. Trata-se do primeiro estudo, em escala global, a testar um supertratamento em indivíduos cronicamente infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV).

    Quem coordena a pesquisa é o infectologista Ricardo Sobhie Diaz. Juntamente com a sua equipe, Diaz vem trabalhando em duas frentes para a cura da doença. Uma delas utiliza medicamentos e substâncias que matam o vírus no momento da replicação e eliminam as células em que o HIV fica adormecido (latência); a outra desenvolve uma vacina que leva o sistema imunológico a reagir e eliminar as células infectadas nas quais o fármaco não é capaz de chegar.

    A pesquisa foi realizada com 30 voluntários com carga viral indetectável, sob tratamento padrão, conforme o que é atualmente preconizado: a combinação de três tipos de antirretrovirais, mais conhecida como “coquetel”. Os voluntários foram divididos em seis subgrupos, recebendo – cada um deles diferentes combinações de remédios, além do próprio “coquetel”.

    Para os integrantes do subgrupo que apresentou os melhores resultados até o momento, foram administrados mais dois antirretrovirais: o dolutegravir, a droga mais forte atualmente disponível no mercado; e o maraviroc, substância que força o vírus, antes escondido, a aparecer.

    Eles também receberam duas substâncias que potencializam o efeito dos medicamentos: a nicotinamida – uma das duas formas da vitamina B3, que mostrou ser capaz de impedir que o HIV se escondesse nas células; e a auranofina – um antirreumático, que deixou de ser utilizado há muitos anos para tratar a artrite e outras doenças reumatológicas. A auranofina revelou potencial para encontrar a célula infectada e levá-la ao suicídio.

    O infectologista explica que os testes in vitro, in vivo (em animais) e, agora, em humanos confirmam que a nicotinamida é mais eficiente contra a latência quando comparada ao potencial de dois medicamentos administrados para esse fim e testados conjuntamente.

    Vacina 

    Apesar da descoberta dessas substâncias (a nicotinamida e a auranofina) para a redução expressiva da carga viral, os pesquisadores concluíram que seria necessário algo estratégico que ajudasse a imunidade do paciente contra o vírus. Dessa forma,  eles desenvolveram uma vacina de células dendríticas, que conseguiu ensinar o organismo do paciente a encontrar as células infectadas e destruir uma a uma, eliminando completamente o vírus HIV. A vacina de células é fabricada a partir de monócitos (células de defesa) e peptídeos (biomoléculas formadas pela ligação de dois ou mais aminoácidos) do vírus do próprio paciente.

    Uma vez apresentados, esses linfócitos, que participam do controle de infecções, aprendem a encontrar e matar o HIV presente em regiões do corpo – chamadas pelos especialistas de “santuários” – aonde os antirretrovirais não chegam ou, quando chegam, atuam de forma muito modesta, como cérebro, intestinos, ovários e testículos.

    Os seis pacientes que fizeram parte do subgrupo que recebeu o supertratamento ainda aguardam os resultados finais da terceira dose da vacina. Após análises de sangue e das biópsias do intestino reto deste grupo vacinado  que os pesquisadores partirão para o desafio final: suspender todos os medicamentos de um deles e acompanhar como seu organismo irá reagir ao longo dos meses ou, até mesmo, dos anos”, conclui. “Caso o tempo nos mostre que o vírus não voltou, aí sim, poderemos falar em cura”, afirma Ricardo Sobhie Diaz, segundo à Agência Unifesp.

    Fonte: Exame

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  • BOA NOTÍCIA: Taxa de contágio do coronavírus cai no Brasil, mas transmissão ainda preocupa

    BOA NOTÍCIA: Taxa de contágio do coronavírus cai no Brasil, mas transmissão ainda preocupa

    De acordo com análise do Imperial College de Londres, a taxa atual é menos do que a metade registrada há três semanas

    O Brasil tem registrado uma sucessiva diminuição na taxa de contágio (Rt) da covid-19 nas últimas semanas. Em nova análise do Imperial College de Londres, pesquisadores inferiram que, atualmente, cada grupo de 100 pessoas infectadas com o vírus transmite a doença para outras 105. O índice, no entanto, ainda é considerado alto e faz com que a epidemia se espalhe em velocidade progressiva no país.

    Em pouco mais de um mês, a Rt brasileira caiu de 2,8 (ou seja, um doente passando o vírus para quase três pessoas) para 1,05. Taxas acima de 1 indicam que a transmissão ainda está fora de controle. Por isso, o Brasil está há oito semanas no rol de países cuja epidemia não consegue ser barrada com eficácia.

    No grupo de 51 países com transmissão ativa acompanhados pelo Imperial College, o Brasil, que já ocupou a posição de maior taxa de transmissão no fim de abril, agora está na 27ª posição. Na América Latina, epicentro da doença no mundo, a Bolívia e o Peru estão com Rt de 1,36. Na frente do Brasil também se encontram a Argentina (1,29), Chile (1,12) e Colômbia (1,1).

    A diminuição da taxa deve impactar no número total de óbitos ao final desta semana epidemiológica, já que os estudos não indicam que o acumulado deve continuar subindo. Até dia 20 de junho, o grupo estima que serão contabilizadas mais 7.090 mortes. O recorde foi de 7.096 na semana epidemiológica 23.

    Nem por isso a situação é confortável para o Brasil que, atualmente, é o país com maior número de casos e fatalidades registrados diariamente. Desta forma, a previsão é também a maior entre os 51 países com transmissão ativa acompanhados pelo grupo. A segunda estimativa mais alta é quase a metade da brasileira. São esperados 3,6 mil mortos no México.

    Fonte Correio Braziliense

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  • Reunião entre Associação Comercial e donos de Bares e Restaurantes esclarece questões sobre o funcionamento nos próximos dias

    Reunião entre Associação Comercial e donos de Bares e Restaurantes esclarece questões sobre o funcionamento nos próximos dias

    Uma importante reunião entre donos de bares e diretores da Associação Comercial de Três Pontas aconteceu na tarde desta segunda-feira (29) na própria sede da AcaiTP e contou ainda com as participações de alguns membros do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus.

    Na pauta discussões sobre adaptações que os donos de bares e restaurantes possam fazer para evitar que esses estabelecimentos noturnos sejam fechados no período compreendido entre os dias 01º e 15 de julho, conforme discussão anterior na última reunião realizada pelo comitê, na semana passada.

    Os proprietários de bares e restaurantes apresentaram números e dados importantes que mostram o quanto o fechamento seria prejudicial não apenas a eles próprios, mas também aos trabalhadores de cada empresa e à cidade como um todo. O Presidente da AcaiTP, Bruno Dixini Carvalho, disse ao Conexão que o objetivo é evitar o fechamento das empresas, mas que a definição sairá na próxima reunião do Comitê, na próxima quarta-feira.

    “Felizmente o Governador Zema autorizou a Polícia Militar a auxiliar na fiscalização de bares e outras empresas, bem como em eventos particulares com aglomeração. Esperamos não ter que fechar os bares e restaurantes. Felizmente tivemos um esvaziamento de covid-19 na UTI da Santa Casa e isso é um ponto favorável. Mas precisamos da colaboração dos comerciantes noturnos para nos ajudar no controle da pandemia”, explicou Bruno.

    Caso o comitê opte pelo fechamento de bares e restaurantes durante 15 dias, na tentativa de conter o avanço da pandemia na cidade, estará sendo autorizado o trabalho em esquema de delivery (entregas em domicílio) desses bares e restaurantes.

    Perguntado sobre rumores de fechamento do comércio durante o dia, Bruno Carvalho disse que “esse assunto nunca foi discutido. O comércio lojista e essenciais segue normal e sem alterações.”.

    SEIS POR MEIA DÚZIA

    O possível fechamento de bares e restaurantes por 15 dias, além de dificultar a situação financeira de comerciantes e funcionários, também poderá não ter o efeito esperado, muito pelo contrário, pode até gerar mais aglomerações em festas particulares. Com os bares fechados, muitos vão organizar festas em suas residências para beber e também haverá aglomerações. E ao contrário dos bares, onde a fiscalização se torna mais fácil, por estarem aberto ao público, nas residências, a ação de controle ficará mais difícil.

    Um exemplo de que isso pode ser trocar “seis por meia dúzia” foi a proibição durante alguns dias da circulação de ônibus em São Paulo (epicentro da pandemia no Brasil), onde o Governador Dória disse que “precisavam impedir a aglomeração naquele transporte público”. O resultado foi catastrófico, pois no período foram registrados diversos flagrantes de imensas aglomerações em metrôs e trens da Fepasa.

    Mas uma determinação que está ganhando corpo é o aumento da fiscalização e da penalização àqueles que descumprirem as determinações de prevenção e combate ao coronavírus. “Serão intensificadas as fiscalizações e aplicadas penalizações mais severas. Isso é necessário para proteger nossa população”, revelou o Secretário Municipal de Fazenda, Agnaldo Gomes Côrrea, representando a Prefeitura Municipal.

    “É preciso salientar que muitos bares e restaurantes, a grande maioria na verdade, estão seguindo a risca as determinações de prevenção e combate ao coronavírus e posso dizer que são até exemplos para os demais comerciantes. Por isso um fechamento, mesmo que provisório, de todos os bares e restaurantes, seria um tanto quanto injusto, sem contar o quanto seria prejudicial, como já foi dito. Importante termos ouvido as sugestões e reclamações dos donos de bares e restaurantes e todos nos unirmos para encontrar saídas menos traumáticas, sempre privilegiando a vida, a saúde das empresas e o emprego”, concluiu Bruno.

    O Conexão Três Pontas segue acompanhando todas as diretrizes e novidades sobre as medidas contra o covid-19 em Três Pontas.

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