Categoria: Colunistas

  • DICAS DE SAÚDE: Queda de Cabelo – Dra. Carolina Reis Carvalho

    DICAS DE SAÚDE: Queda de Cabelo – Dra. Carolina Reis Carvalho

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    A perda de cabelos é uma queixa frequente no consultório dermatológico e acomete milhões de pessoas. São várias as causas, mas inicialmente é importante diferenciar queda de cabelos  (ou eflúvio) de calvície ( ou alopecia androgenética).

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    A calvície ou alopecia androgenética é uma manifestação de tendência genética que provoca a miniaturização e perda progressiva dos cabelos; acomete mais os homens, mas mulheres também podem apresentar essa condição.

    A alopécia androgenética é resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona). Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase, e é transformada em diidrotestosterona (DHT). É a DHT que vai agir sobre os folículos pilosos promovendo a sua diminuição progressiva a cada ciclo de crescimento dos cabelos, que vão se tornando menores e mais finos. O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície.

    A progressão do quadro leva à calvície masculina, caracterizada pela ausência de cabelos na parte superior e frontal da cabeça, poupando as áreas laterais e posterior, mas em alguns casos pode ocorrer calvície total.

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    As mulheres também podem ser atingidas, porém muito raramente chegam à calvície total. Em geral, apresentam um quadro de rarefação difusa dos pelos que também tornam-se mais finos. Geralmente as manifestações da calvície feminina agravam-se após a menopausa.

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    O tratamento visa o prolongamento da vida útil dos folículos pilosos retardando ou interrompendo o processo de queda dos cabelos. Pode ser feito através do uso de produtos tópicos como o minoxidil, ou com medicamentos por via oral, como a finasterida ou a dutasterida. Além disso, podemos indicar mesoterapia capilar e até mesmo microagulhamento, que visa entregar substâncias para agirem direto nos folículos. Em alguns casos, mediante vontade e possibilidade do paciente pode ser feito o implante capilar.

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    Mesoterapia Capilar.

    Eflúvio é o termo utilizado para definir perda dos fios por um distúrbio no ciclo do cabelo. Definimos como normal perder até 120 fios por dia, um aumento nessa quantidade deve ser investigado.

    Para entender melhor, precisamos conhecer o ciclo dos fios: o cabelo passa por três fases. Primeiro é a fase do crescimento, a anágena, que dura de três a cinco anos. A segunda fase se chama catagena – é quando os fios param de crescer e o normal é durar três semanas. A terceira fase é a telógena, ou a fase de queda dos fios.

    Existem dois tipos de eflúvio, o eflúvio anágeno e o telógeno.

    O eflúvio anágeno ocorre quando o ciclo de crescimento dos fios é interrompido, é característico nos pacientes submetidos a quimioterapia, mas pode ocorrem em quadro de infecção ou inflamação sistêmica importante e no uso de alguns medicamentos.

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    Microagulhamento Calvície.

    O eflúvio telógeno é o mais comum, e ocorre por alguma agressão ao organismo como: anemia, deficiência de vitaminas, distúrbios hormonais, pós parto, pós operatório e por estresse emocional; nesse caso ocorre um desequilíbrio no ciclo do cabelos e aumentam os fios na fase de queda. O quadro geralmente tem início 2 a 4 meses após o fator desencadeador, com o parto, por exemplo.

    O tratamento do eflúvio é agir na causa do problema, tratar anemia e deficiências vitamínicas ou mesmo tratar ansiedade. Podemos lançar mão de complexos vitamínicos orais ou mesmo injetáveis, a chamada mesoterapia capilar, em que são injetadas substâncias diretamente no couro cabeludo a fim de fortalecer os fios, e estimular o crescimento.

    É importante lembrar que a queda ocorre rapidamente mas o crescimento de um novo fio é demorado, crescendo cerca de 1cm a 2cm por mês. Por isso, o resultado terapêutico a ser esperado é a volta da queda a um número de até 100 fios por dia. A recuperação e crescimento dos pelos vai ser percebida de forma gradativa.

    Alopecia areata é uma doença que provoca a queda de cabelo. A etiologia é desconhecida, mas tem alguns fatores implicados, como a genética e a participação auto-imune.

     Na alopecia areata ocorre perda brusca de cabelos, com áreas arredondadas, únicas ou múltiplas, sem demais alterações. A pele é lisa e brilhante e os pelos ao redor da placa saem facilmente se forem puxados. Os cabelos quando renascem podem ser brancos, adquirindo posteriormente sua coloração normal. A forma mais comum é uma placa única, arredondada, que ocorre geralmente no couro cabeludo e barba, conhecida popularmente como pelada. Mas podem ocorrem perdas em grandes áreas e inclusive perda de todos os fios do couro cabeludo, a alopecia areata total ou até mesmo de todo o corpo, a alopecia areata universal. Sua evolução é imprevisível, podendo até apresentar cura espontânea.

    O tratamento visa estimular o folículo a produzir cabelo novamente. Podemos lançar mão de: infiltração de corticóide, minoxidil tópico, antralina tópica e algums casos podemos usar imunossupressores e corticoides orais.

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    Algumas doenças no couro cabeludo podem aumentar a queda dos fios, como a psoríase, dermatite seborreica e algumas micoses , que se não controladas podem gerar um processo inflamatório intenso e contribuir para queda de cabelo.

    A perda dos cabelos traz preocupações ao paciente e é uma queixa extremamente comum, que não deve ser banalizada.Diante desse quadro o ideal é procurar um dermatologista para diagnóstico e tratamento ideal, que sempre é individualizado, de acordo com as necessidades de cada pessoa.

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    Serviço

    Dra. Carolina

    Médica Dermatologista

    A Clínica São José fica na Rua Agnelo Araújo, 345, com os telefones: 3265-3536 / 3265-1034

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  • HOJE AMANHECEU DESANUVIADO por Juarez Alvarenga

    HOJE AMANHECEU DESANUVIADO por Juarez Alvarenga

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    O relógio desperta e eu desperto para o mundo. Olho para cima e vejo o céu desanuviado. Dia propicio para lidar com as realidades. Retirar das gavetas do tempo aquele sonho empoeirado e agora na maturidade jogar no vulcão do meio dia.

    Juntar maturidade e a impulsão dos sonhos nos levará sem duvidas as obras faraônicas.

    O dia desanuviado nos faz enxergar com clareza nossas metas e mais do que isto os caminhos que nos levarão ao sucesso.

    Erguer sustentáculos dentro da realidade é preciso ter no subterrâneo substancia motivadora capaz de solidificar fortemente as bases das ações consistentes.

    Aprender a inserir nos dias desanuviados os quilombos de sonhos contidos em nosso intimo é deixar fluir por trilhos abundantes a locomotiva da realidade.

    Levantar para vida nos dias desanuviados é clarear e por nosso poderio de reação sob os problemas que a realidade nos impõe.

    A coincidência da claridade intima com a claridade do céu produzirá só perolas e nós como artesões construiremos um bazar onde trocaremos problemas vivenciais por soluções acrobáticas.

    Aprenda que nos dias desanuviado é tempo de construção. Construir realidades dentro do nascedouro dos sonhos. Construir felicidades quando abrirmos a janela ao amanhecer e sentimos o aroma das dificuldades cotidianas nascendo, porém projetando para tarde o sepultamentos de todas as adversidades iniciais.

    Não adianta o dia está desanuviado, convidando para luta se dentro de seu intimo esteja nublado, impregnado de negritude e você contemplando a vida com catastrofismo. Leve para os dias desanuviados sua claridade intima. Será uma combinação invencível. 

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    JUAREZ ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R: ANTONIO  B.  FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL     MG

    CEP: 37235 000

    FONE: 35 991769329

    E MAIL: [email protected]

     

     

  • A Intolerância Religiosa – Por Adriana Macedo

    A Intolerância Religiosa – Por Adriana Macedo

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    A intolerância religiosa é um termo que descreve a atitude mental caracterizando pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar as diferenças ou crenças religiosas de terceiro e isso pode resultar em perseguição. Isso tem sido comum através da história. A maioria dos grupos religiosos já passou por tal situação numa época ou noutra.

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    A característica mais marcante da intolerância consiste numa constante e permanente desqualificação da religiosidade do outro descambando muitas vezes para ofensas em palavras ou até mesmo a agressão física.

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    São recorrentes as queixas de evangélicos como um todo, pentecostais em particular reclamam que sofrem intolerância religiosa seja pelas suas vestimentas ou até mesmo por professar sua fé em público, como o caso do jogador Kaká que já foi mais de uma vez satirizando por causa da sua fé.

    Ou a igreja católica que vem sendo vandalizada e suas imagens sendo ridicularizada. O Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus ( IURD ) Sergio Von Helder chutou uma imagem de Nossa Senhora, os católicos reagiram e o templo da IURD foi atacado, parlamentares católicos pediram a cassação da Rede Record. É hilário que os mesmos não se dão com as religiões de matrizes Africana.

    É um fato que o candomblé não tem a força política da Igreja católica e nem seus fiéis não são tantos assim para ir a um embate direto com os membros da IURD e mesmo os parlamentares que frequentam terreiros muitas vezes tem vergonha de assumir em público sua fé e a religião fica renegada a um segundo plano.

    Apesar de que ultimamente é visível um avanço nesse sentido, no inicio da nova legislatura do Congresso Nacional foi criada uma frente parlamentar em defesa das comunidades tradicionais de terreiro. Sem duvida uma vitória importante na luta contra a intolerância religiosa e na defesa das religiões de matrizes Africanas.

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    A ma formação teológica e a falta de controle na concepção teológica de algumas igrejas há uma profusão de pessoas que fazem uma leitura fundamentalista da Bíblia e perpetuam verdadeiros absurdos em nome do Cristo.

    A falsa interpretação da Bíblia é levada ao pé da letra por missão de Deus, destroem imagens católicas e apedrejam mães de santo com uma pregação levada de ódio.

    Uma vez que o Estado e laico, não há no Brasil nenhum órgão fiscalizador da atividade pastoral. Isso também nunca interessou nem aos católicos e nem aos protestantes e muito menos aos pentecostais.

    Dessa forma e feita uma colcha de retalhos teológicas, são construídas as mais loucas concepções e é passada aos fiéis como verdade divina. São concepções ignorantes que acabam por gerar visões arrogantes sobre o outro, principalmente aquele que paga. Eles devem ser combatidos como grande inimigo.

    Esse tipo de pensamento que no passado justificou a escravidão e o holocausto.

    Fontes
    Httpi://www.pps-bafichalimpa.com
    Mapa da intolerância religiosa

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    Adriana Macedo

     

    Universitária

  • PALAVRAS SEM CALIBRE – por Roger Campos

    PALAVRAS SEM CALIBRE – por Roger Campos

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    A internet virou palco da intolerância. Nas redes sociais se vê e lê de tudo um pouco. Mas parece que o cenário foi desvirtuado, a cena foi toda forjada, adulterada. Ao invés de se aglutinar conhecimento e se trocar boas e enriquecedoras experiências o que se vê e lê aos montes são acusações, ofensas, desafios ridículos, erros crassos de português e até a prática de muitos crimes, como a calúnia, a injúria e a difamação, sem contar coisas ainda piores.

    Há registros de pessoas, adolescentes principalmente, que atentaram contra a própria vida por conta de mentiras, chantagem e exposição de fotos nuas ou até de vídeos eróticos da pessoa, sem autorização. No facebook há milhões de perfis falsos apenas para pregar o ódio, o traiçoeiro, o dúbio, o errado.

    Santos Dummont quando viu que sua maior criação, o avião, que ele criara para transportar pessoas de um país para outro, interligando nações e aproximando pessoas, se viu desesperado quando o avião foi usado para bombardear outros povos.

    E assim a internet e suas redes “insociais” se consolidam, crescem e ao mesmo tempo diminuem as pessoas. Tanto por conta das acusações e comportamentos vis, mas também por tirar das famílias o convívio, a roda de conversa. Em todos os lugares as pessoas já não conversam tanto. Fica cada uma no seu canto, no seu mundinho particular do Facebook e afins no celular.

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    Eu mesmo já fui vítima de muitos ataques nas redes sociais, principalmente por ter a coragem de opinar, de expressar minhas opiniões. Mas hoje muitas minorias distorceram a concessão de seus direitos e ao mesmo tempo que querem e gritam por igualdade não conseguem respeitar a visão alheia. Ninguém respeita nada. Como diria Martin Luther King Jr “Para declarar guerra não precisa de armas, basta se dizer o que pensa…”.

    E no episódio da explosão dos caixas eletrônicos da Caixa Econômica Federal em Três Pontas, essa semana, foi a mesma coisa. Centenas de comentários nas redes sociais e até nos nossos grupos do whatsapp recriminando, julgando e condenando a esmo todos os policiais que não puderam enfrentar os bandidos. Vamos aos pontos diante dessas palavras descalibradas:

    É preciso lembrar que estamos falando de seres humanos. Os policiais são nossos servidores, nossos representantes, cuidadores de nossa segurança. Mas já pararam pra pensar quem é que cuida da deles? Pois é! Ninguém!!! O Estado não está nem aí. Não os remunera de forma decente e não oferece o mínimo de garantias para que eles deixem suas casas e famílias e, de peito aberto, enfrentem a criminalidade para nos defender.

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    Ah, mas eles ganham pra isso… Mentira! Eles não ganham pra morrer. Aliás, o que eles ganham não dá pra viver, imagina se compensa morrer…

    E querer que eles, subpreparados, submunidos, em subviaturas, cheguem feito super heróis e acabem com toda bandidagem é utopia, devaneio, viagem pura. Como alguém com 38 enferrujado pode enfrentar alguém com AR15, Escopeta, Submetralhadora e até Fuzil que derruba helicóptero?

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    Claro que a sociedade clama e espera uma polícia eficiente e combativa. Mas crucificar os policiais porque não trocaram tiros de frente com aquela quadrilha fortemente armada, armada até os dentes, certamente composta por ex-militares ou algum policial rebelado (devido a experiência até pra atirar com apenas uma das mãos), é uma tremenda injustiça ou ignorância da realidade.

    Duvido se esses militares fossem filhos, irmãos ou pais desses que tanto criticaram, se seriam a favor deles colocarem a cabeça e o peito a prêmio. Pra quê? Para em seus funerais comoventes os parentes escutarem que eram corajosos e terminar com uma medalha de honra ao mérito ou de bravura?

    O crime, essa semana provou aqui, que está muito bem organizado. Já os homens da lei não. Não gozam de nenhuma estrutura e nem do respeito da sociedade que eles tanto tentam defender. Claro que há os corrompidos, os bandidos fardados infiltrados nas corporações. Mas em toda profissão, inclusive na minha e na sua tem os bons e os maus profissionais. Não é?

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    Armamento pesado nas mãos da criminalidade.

    Acho que o mundo está do avesso. A banana está comendo o macaco. Como pode um país que julga seus policiais ter, por exemplo, Neymar como herói? Como pode um Faustão, na principal emissora e formadora de opinião do pais, dizer que a Thammy Gretchen é um exemplo de lutas e de garra? Ah, me poupem!!!

    Heróis são nossos professores que também ganham salário de fome e os nossos policiais e socorristas. Esses sim mereciam ganhar salário de senador. Heroínas são as mulheres que apanham café e criam seus 5, 8 ou 10 filhos com uma miséria de salário. Está tudo errado!

    Os políticos roubam o trabalhador todos os dias e não vejo tantos manifestos nas redes sociais.

    Vamos lembrar que se houvesse um confronto entre a PM de Três Pontas e os bandidos profissionais muito sangue seria derramado, inclusive de pessoas que nada teriam a ver com a história, vítimas das chamadas balas perdidas, mas que nada têm de perdidas, afinal sempre acham algum coitado. Como medir força entre um 38 obsoleto ou coisa do tipo e do outro lado o que há de mais forte, poderoso e destruidor do armamento militar?

    Reclamam tanto do nosso Pronto Atendimento. Já pensou como seria ter que transportar dezenas de pessoas feridas a bala? Isso se houvesse ambulância. Se a do SAMU (que faz um maravilhoso trabalho) não estivesse quebrada mais uma vez.

    O que vivemos ali foi um cenário de guerra. Eu fui o primeiro a entrar na agência após as explosões. Aí me exaltaram pela coragem. Mas será que na verdade eu não fui um irresponsável? Afinal poderia ter algum explosivo ali ainda e me matar. Tudo pela notícia, inclusive eu mesmo, morto, virar capa de jornal e ganhar a fama de herói. Bobagem…

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    Precisamos confiar mais e julgar menos. Precisamos cobrar dos governantes que nós elegemos que apoiem as nossas polícias, que deem a eles todas as condições de nos salvar sem morrer.

    Gostaria de ver esses valentões de internet (lugar ideal onde muitos covardes se escondem atrás de fakes para bancar os justos juízes) enfrentar os bandidos ao invés de falar de forma descalibrada tudo que falaram. Claro que temos a liberdade de expressão e ela deve ser respeitada. Mas precisamos medir e pensar no que estamos falando. Afinal pedra lançada e palavra dita não voltam mais…

    Não fujo de citar um caso de um anônimo que, por defender arduamente a polícia, desferiu termos e comentários baixos, tristes e imundos contra uma mulher em um dos meus grupos do whatsapp a ponto dela se sentir ameaçada. O que ela disse eu não concordo, mas é a opinião dela e devemos todos respeitar, inclusive essa pessoa que não atendeu minhas ligações e só me respondeu depois que viu que o bicho iria pegar, afinal de contas um Boletim de Ocorrência ou uma Sindicância Interna poderiam acabar ou manchar a reputação desse profissional. Justificar um erro cometendo um pior é uma grande burrice. Afinal quem deve nos defender com ação não pode nos atacar com o verbo… Não é mesmo cara pálida?

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    Mas, enfim, faço questão de defender a instituição chamada Polícia Militar. Temos aqui a melhor polícia de Minas Gerais e uma das melhores do Brasil. Já ouviram falar em corrupção aqui? Não, claro que não.

    Precisamos de mais policiais nas ruas sim, isso é fato. A criminalidade está aparentemente fora de controle. Estamos vivendo um cenário de terror nos últimos dias. Tomara que isso não vire moda. Precisamos de mais viaturas, melhores armas, leis que punam os bandidos e os deixem trancados. Muitas vezes a PM prende e a justiça injusta (devido as leis arcaicas) os solta no dia seguinte.

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    Tenente Bruno Veves, Comandante da PM de Três Pontas ,é um bom exemplo de profissionalismo, respeito, educação e seriedade.

    A força da PM está descalibrada. O julgamento que fazemos deles está descalibrado. O reconhecimento que deveriam ter está sem munição. Enquanto muitos batem no peito nas redes sociais (mundo de ilusão, ironia e glamour) e acusam nossa polícia e fazem até apologia ao crime eu fico do lado do bem, do lado da lei, do lado dos homens de bem. Sou da lado da Polícia Militar sempre!

    Aliás está nas mãos deles, na minha opinião, a solução definitiva para o nosso país… E não adianta me colocarem num paredão de fuzilamento por expressar o que penso. Vamos calibrar nossos pensamentos e procurar, juntos, transformar o mundo real e também o ilusório (internet) num lugar ideal para se viver, com segurança e respeito…

    Termino deixando uma pergunta: Você será mais um a continuar fazendo uma roleta russa, a colocar e disparar uma arma contra a cabeça de um policial???

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

  • ESPECIAL PRESÍDIOS: A falência no Sistema Prisional, por Adriana Macedo

    ESPECIAL PRESÍDIOS: A falência no Sistema Prisional, por Adriana Macedo

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    A falência do sistema prisional esta ligado a precariedade e as condições subumanas que os detentos vivem hoje. O governo não garante a execução da lei, seja por descaso ou por medo o abandono deixado pelo Estado no provimento de direitos básicos dos presos, foi preenchido pela a organização das facções criminosas criadas para coibir a violência entre os presos e os abusos eventuais de agentes penitenciários.
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    Para Luiz Flávio Sapori, ex- secretário de MG, a ordem interna das prisões hoje é dada pelos próprios presos e a direção das unidades estabelece um pacto tácito com os lideres das facção. A corrupção dentro das penitenciárias cresce de maneira aterradora que se estendem dentro e fora da dos presídios.
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    Como aconteceu no Amazonas a disputa entre (PCC), Primeiro Comando da Capital, e (CV) Comando Vermelho, pelo controle do comércio nacional de entorpecente é apontado por especialistas como o principal motivo que levou a facção, Família do Norte (FDN) a matar 56 detentos supostamente membros do PCC no complexo Penitenciário Anesio Jobim.
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    É responsabilidade do Estado tornar possível a reeducação e ressocialização do indivíduo, mas para isso é preciso que se respeite o que é determinado na legislação e que acima de tudo se respeite os direitos fundamentais de todos os presos.
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    O que se espera de um pais, que tem um sistema penitenciário comandado por facções que recebe meros infratores e usuários de drogas e que dentro do sistema se tornam grandes criminosos?
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    Adriana Macedo
    Universitária

     

     

     

  • EDITORIAL – Câmara Municipal: A Faixa de Gaza é aqui! Por Roger Campos

    EDITORIAL – Câmara Municipal: A Faixa de Gaza é aqui! Por Roger Campos

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    Antes da minha abordagem, uma explicação necessária: A Faixa de Gaza é um território palestino composto por uma estreita faixa de terra localizada na costa oriental do Mar Mediterrâneo, no Oriente Médio, que faz fronteira com o Egito no sudoeste e com Israel no leste e no norte. Tem uma área de 365 km², tendo sido fundada em 1949. Atualmente tem uma população de cerca de 2 milhões de habitantes. É um dos lugares do mundo que mais vive em guerra. Guerra santa, como chamam. Guerra por território entre Judeus e Palestinos.

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    Pois bem. A Câmara Municipal de Três Pontas, que há pelo menos duas décadas vive momentos conturbados, brigas, jogos de interesse, conflitos pessoais e exemplos claros de total despreparo ou desinteresse para com a população por parte de muitos legisladores, virou zona de conflito em alta voltagem. E agora, nessa atual Câmara, eleita em outubro último e com a mão na massa desde ontem (05), os ânimos já se mostraram acirrados. Nervos a flor da pele, acusações, ofensas e nada de muito produtivo, pelo menos nessa primeira reunião.

    A comparação com a Faixa de Gaza se deve ao clima tenso, um verdadeiro barril de pólvora. E ainda pelo cenário que se apresentou na primeira reunião. Um projeto muito polêmico apresentado queria a extinção da exigência da obrigatoriedade de Curso Superior para secretários de governo e o presidente da Câmara. Lei que foi aprovada em outubro de 2016, logo após as eleições.

    Nos discursos sobre esse projeto alguns vereadores espumando pela boca e atacando de forma feroz com os olhos. Verdadeiros cães raivosos. O que eu questiono é se esses discursos realmente são honestos, em favor do macro, da coisa maior, do povo, da cidade, ou se fica restrito aos interesses pessoais e à defesa de seus grupos políticos e seus líderes. Difícil saber. Quem colocar a mão no fogo pode se queimar.

    O fato é que a impressão causada na primeira reunião foi a pior possível. Vereadores mudos, outros falando bobagem, poucos pautados no conhecimento. E não estou falando de escolaridade e sim de interesse em ler, aprender, pesquisar, ser um bom vereador de fato e não apenas passar na contabilidade no final do mês para receber um polpudo salário que, aliás, deveria ser revisto.

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    Teve de tudo nessa Faixa de Gaza que divide não apenas dois grupos políticos, mas divide os ganhos, as conquistas, as vitórias de nossa cidade. “Sua mãe não é homem!” “Seu pai é isso”, “Vai tomar caju”, “Vai a fruta que partiu”, etc. etc. etc. Claro que não com esses termos, pelo menos ontem, já que poucos se importam com o tal decoro. Mas é um tal de “você não fez isso”, “fulano não fez aquilo” e por aí a banda toca.

    No meio desse contexto de guerra está quem? O povo, claro. Mas não só o povo. O presidente Luis Carlos da Silva, que prevê essa disputa durante todos os quatro próximos anos e que, obrigatoriamente, o colocará na função de voto de minerva, de fiel da balança, aquele que decide. E assim recairá erroneamente em seus ombros toda responsabilidade sobre alguma matéria. É o ônus do cargo.

    Ontem, apesar de ser de oposição, Luizinho votou junto com a situação. Mas não será sempre assim. Dependendo da força do vento, a rede do presidente pode inclinar pra leste ou pra oeste. Já pensou se ele fosse corrupto? Hein? Poderia ficar rico, milionário. Poderia receber propostas escusas de vários lados para favorecer A ou B. E o povo?

    AH! O povo? Claro, nunca fica em primeiro plano.

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    O conflito está decretado, a Câmara segregada, desmembrada, dividida. Votantes que possivelmente votarão ao bel prazer dos interesses pessoais ou acatando ordens de superiores. Resultados que nem sempre agradarão o povo.

    Felizmente a grande maioria desses vereadores se mostra, até aqui, comprometida com o bem comum. Um ou outro é que destoa…

    Na Faixa de Gaza verdadeira muito sangue se derrama e vidas são ceifadas. Na Gaza da Câmara Municipal muitas amizades são perdidas, adversários viram inimigos mortais. É assim em toda política trespontana. Ninguém aceita estender a bandeira branca. Ninguém parece querer paz. Fala mais alto o ego, a vaidade, o EU e não o POVO!

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    Mas cabe ao mesmo povo que os colocou lá ir cobrar. Viajar até a Faixa de Gaza, as vezes com faixas e cartazes, reivindicando seus direitos. Ficar alheio deixa o político intocável. Temos que desarmar os políticos das más intenções e nos armarmos de coragem e cobranças. Só assim teremos dias de paz.

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

  • DICAS SILVEIRATUR: 10 dicas pra quem tem medo de viajar de avião

    DICAS SILVEIRATUR: 10 dicas pra quem tem medo de viajar de avião

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    SENTAR NA JANELA
    Dizem que o ser humano tem medo das coisas que não consegue controlar. Um assento na janela ajuda a desmistificar a turbulência ao mostrar que o mundo lá embaixo ainda parece próximo, criando uma sensação de vigilância, como se você estivesse a par de tudo o que está acontecendo ou pode acontecer.
    VIAJAR DE DIA
    O mesmo vale pra pegar voos diurnos: não existe nada mais desesperador do que enfrentar uma tempestade no ar de noite, no breu, quando você não enxerga nada lá fora e fica sem referência alguma. Apesar de muitas vezes ser mais cansativo, chato e demorado, eu prefiro viajar de dia.
    ACOMPANHAR O MAPA DE VOO
    Parece que entender que ponto do globo o avião está sobrevoando, juntar isso com as informações que eu sei sobre turbulência e ter consciência de quanto tempo falta pra chegar numa área mais calma faz meu medo ir embora. Por exemplo, se o voo está passando por aquelas faixas do oceano mais escuras e a turbulência de repente fica forte, fico “monitorando” quanto falta pra chegar ao azul mais clarinho do mar e, em seguida, ao continente. Ligar o mapa virou minha primeira reação quando o avião começa a chacoalhar.
    OBSERVAR OS OUTROS PASSAGEIROS
    (e ver como eles aparentam normalidade mesmo numa turbulência)
    Reparar nas pessoas ao seu redor, que continuam a fazer o que estavam fazendo antes da turbulência sem drama nenhum, ajuda a sair da histeria. Me sinto boba de ver meus vizinhos de assento vendo um filme sem pausar, lendo um livro sem parar e comendo a refeição numa boa quando eu paro tudo só pra… Ficar sentindo medo???
    RESPIRAR, RESPIRAR E RESPIRAR
    Pratico yoga há apenas um ano, mas foi tempo suficiente pra me ensinar a respirar melhor e a entender como esse simples e importantíssimo ato tem capacidade de influenciar (e muito!) a mente. Assim que uma turbulência vem eu me forço a ficar só no “inspira, expira” até passar o medo.
    CONVERSAR COM A PESSOA AO LADO
    Se for seu conhecido, ótimo, mas mesmo se não for, puxar papo com a pessoa no assento ao seu lado traz algum nível de familiaridade que vem junto com um pouquinho de segurança. Eu até já dei a mão pra estranhos no voo (ok, eu exagero).
    BEBER VINHO
    Apelar pro vinho na refeição é uma das táticas mais eficientes dentro do voo – sim, beber te deixa mais relax e, consequentemente, sem pânico. Tá certo que não é o mundo ideal pra se livrar do medo, mas pra mim é uma das coisas que mais funcionam. Tem gente que defende também tomar Dramin e outros remédios – eu acho que só piora tudo, fico morrendo de sono mas não durmo porque o medo não deixa e tenho um dia seguinte horrível.
    LER O CARTÃO DE INSTRUÇÕES DO VOO
    Precaução faz a gente se sentir, de novo, mais seguro e no falso controle da situação. Então vale sim pegar o cartão com as posições e instruções de pouso de emergência e prestar atenção no showzinho dos comissários pra lembrar: se o avião cair, nem tudo está perdido. O que nos leva a…
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    ENTENDER SOBRE TURBULÊNCIA
    (e lembrar que a chance de um avião cair é de 1 em 2 783 874)
    Turbulência é o nome dado às bruscas movimentações do ar em grandes altitudes – podem ser nuvens de chuva, oscilações de pressão, mudanças na temperatura ou as chamadas “tesouras de vento”, que são massas de ar que atingem de repente o avião. Para o medo passar, saiba que 1) os aviões são projetados pra enfrentar turbulências, até as mais severas; 2) os pilotos são avisados sobre as turbulência pelos radares; e 3) numa zona de turbulência, o piloto diminui a velocidade, o que faz o balanço melhorar. Ou seja, morrer num acidente de avião é algo muito, muito, mas muito improvável. E, se a gente sabe disso e lida com as probabilidades (num Airbus A330 a chance é de 1 em 2 783 874), por que não confiar na matemática?
    FOCAR NO DESTINO DA VIAGEM
    (ou na volta pra casa, que também é gostosa depois de um tempo fora)
    E, por último, lembrar que viajar é a melhor experiência que existe, que traz os aprendizados mais verdadeiros e profundos de vida. Conhecer o mundo é uma dádiva que nem todo mundo tem a chance de vivenciar. A gente sabe, mas não custa lembrar: não vale a pena deixar o medo de viajar de avião estragar isso.
    Cidinha
    Departamento Comercial
    (35) 3265-7730 / (35) 3265-7744
    (35) 9900-7707 / (35) 8849-7730
    Skype: [email protected]

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    Roger Campos

    Jornalista Conexão Três Pontas

    (MTB 09816)

     

  • NUNCA DESISTA DE TUA FELICIDADE Por JUAREZ  ALVARENGA

    NUNCA DESISTA DE TUA FELICIDADE Por JUAREZ  ALVARENGA

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    Por mais profundo que seja o abismo, sempre existe uma maneira inteligente de chegar à superfície superior rapidamente. Nunca libertamos da profundidade se fazermos dele habitat natural.

    A inquietação na profundidade é a reação mais imediata que temos, para implantar nossa NASA libertadora a galgar o abismo em tempo recorde.

    A chegada ao fundo do abismo não é atestado de morte de nossa história,  mais antes, um enredo dos capítulos inéditos e promissores de uma coletânea,  cujo herói libertador nasce de nossa própria reação propulsora de um alento satisfatório.

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    Aprendemos com o tempo, que nossa estadia nas profundezas é nosso quartel general, pois nascem as mais mirabolantes táticas de saídas espetaculares.

    Acostumar aos desalentos da tempestade é criar uma sintonia de desespero, que sufoca nossa alma.

    A vida é dos extremos, o fundo do poço e a terra firme. E estes trajetos são avenidas que nos levam a dor e a alegria. Traça-los deve ser estradas de conteúdo, essencialmente, apaixonante desta valente viagem que é viver.

    Nunca desista de ser feliz, já vi jogo ser virado, meu time perdendo de dois a zero nos três últimos minutos finais. Procure no fundo do poço ou em terra firme incansavelmente, porém em algum lugar do espaço estará ela apta a residir no seu mundo.

    Hoje, lembrando  dos gols do Fantástico de domingo a noite, todos os meus colegas de republica, iam para o quarto do líder da turma, para assistir. Ele transmitia equilíbrio e bom senso para enfrentar a rotina. Esta credibilidade é maior qualidade, para quando estamos plantando o futuro.

    Hoje, convicto e consciente de minhas armas busco campo de batalha onde posso manusear meus instrumentos com destreza e sabedoria.

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    Aprendemos a abaixar os sonhos até nossas potencialidades, e, como cobra cascavel, só damos o pulo na hora exata deixada imersa a realidade com nossas pontarias certeiras e fatais.

    Por nunca ter desistido de nossa felicidade aprendemos que o fundo do abismo é o melhor lugar, para traçar nossas estratégias de saídas. Dela, temos a noção exata, do que nos falta e a certeza que a superfície superior será sempre atingida pela nossa potente força interior.

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    JUAREZ  ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL     MG

    CEP: 37235 000

    FONE: 35 991769329

    E MAIL: [email protected]

     

     

     

  • CORAÇÕES ANTAGÔNICOS – Por Roger Campos

    CORAÇÕES ANTAGÔNICOS – Por Roger Campos

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    Essa mega tragédia do voo da Chapecoense e Jornalistas nos mostrou o distanciamento de corações frios e o carinho de corações quentes, calorosos, cheios de amor e solidariedade. Corações antagônicos. Vimos um piloto kamikaze, irresponsável suicida e que cometeu um genocídio por ganância, economia de dinheiro, combustível e racionalidade. Brutal e imperdoável decisão. Economizou grana, ceifou vidas inocentes. Pane seca, coração seco.

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    Vimos um povo irmão, o povo colombiano, fazer algo pelos brasileiros que nunca conseguiríamos devolver com a mesma intensidade e amor. Muitos viam os colombianos, principalmente os moradores de Medelin, como traficantes, drogados, criminosos, por conta da figura do mega traficante Pablo Escobar. Erraram os que pensavam assim. Que povo maravilhoso!

    Enquanto isso, vimos no Brasil, destoando da grande maioria da Nação, o dirigente colorado Fernando Carvalho dizendo que o time do Internacional, ameaçado de rebaixamento, vive sua tragédia pessoal e que adiar a rodada do Brasileirão causará perdas ao clube.

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    Vimos a mãe iluminada do goleiro morto Danilo dar uma lição de força, fé e amor ao próximo. Dona Ilaídes abraçou um repórter e fez o Brasil chorar diante de tanta sensibilidade e solidariedade, pelas perdas de 21 profissionais da comunicação.

    Por outro lado vimos o mesmo Internacional aproveitar-se da maior tragédia da história do esporte usando seus jogadores e forçando-os a mentirosamente declarar que não têm condições psicológicas de jogar, quando na verdade querem evitar a queda para a Série B no tapetão. Coisa de time pequeno.

    Mas nos deparamos com um Cristiano Ronaldo doando milhões de dólares às vitimas. Times do mundo inteiro prestando homenagens e um Atlético Nacional de Medelin que deixou de ser adversário e vestiu a camisa da Chape e do amor ao próximo. Por isso em nossos corações, também por ter oferecido o título da Sulamericana aos guerreiros mortos em combate, mesmo antes da disputa, já é Campeão do Mundo na bola e na solidariedade.

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    Na contramão safados gatunos políticos brazucas votaram na calada da noite uma forma de deter a Lava Jato de Sérgio Moro e assim matar a ética e a moralidade, ressuscitando a vergonhosa impunidade e corrupção que sangra feito ferida aberta.

    Que lindo foi ver todas as torcidas unidas na Arena Condá. Eternos rivais lado a lado, unidos pelo verde da Chape e da esperança. Até o Corinthians que historicamente nunca se vestiu de verde entrou pro time da humanidade, dos sentimentos mais nobres.

    Vimos uma certa frieza e um burocrático distanciamento da dor dessa tragédia sem precedentes por parte do governo brasileiro.

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    A Chapecoense tem a maior torcida do mundo agora, 200 milhões de brasileiros. Tem 19 guerreiros que agora jogam bola nas estrelas. Dirigentes e profissionais acolhidos na Casa do Pai. Perdemos também um time de jornalistas, todos lutadores, titulares, eternos nas reportagens, narrações, comentários e imagens.

    Perdemos todos. Mas ao mesmo tempo somos todos campeões de alguma forma. Somos todos Chape. Todos jornalistas. Todos Hermanos en Cristo.

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    Roger Campos

    Jornalista Conexão Três Pontas

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  • EDITORIAL: VIDA, POEIRA DE ESTRELAS por Roger Campos

    EDITORIAL: VIDA, POEIRA DE ESTRELAS por Roger Campos

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    O que é a vida? Como vivê-la? O que tirar de proveito? O que aprender, o que guardar, o que repassar o que esquecer?

    A vida é rasa, é curta, breve, passageira. No meu entendimento: única! Por isso deve ser vivida ao extremo, aproveitando cada segundo, acordando todas as manhãs e agradecendo a Deus pela janela que se abre, pelos olhos que enxergam aquele lindo sol brilhando e iluminando nossos dias. Devemos abraçar nossos filhos enquanto os temos diante de nossa companhia, debaixo de nossas asas. Beijar e pedir “a bênção” aos nossos pais, envelhecidos pela dureza e ensinamentos do tempo. Devemos colecionar amigos, bons amigos. Semear o amor e a solidariedade. Ajudar a quem precisa. Deitar e antes de dormir rezar ou orar para agradecer todas as dádivas dadas pelo Senhor.

    A vida é algo palpável ou absolutamente abstrato. A vida é chegada, não deve ser partida. A vida é encontro, não deve ser separação. A vida é sonho e realização, não pode ser derrota e lamentação.

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    Mas a vida é vizinha da morte, essas duas “senhoras” convivem lado a lado. E quando menos se espera a vida se esvazia e a morte toma o centro do palco e com ela vem a dor, a terrível dor da alma, funda, que abre uma cratera no peito e que nunca cicatriza, apenas estaciona com o passar dos meses, anos…

    Não dá pra explicar a vida, tão pouco decifrar a morte. Entendê-la é utopia plena. Ainda mais quando vem assim, como nessa tragédia do avião do Chapecoense e de tantos colegas jornalistas, de repente, de supetão, chutando a boca do estômago, atirando a esmo, sem nos preparar, sem pedir licença.

    Triste ver tantos jovens jogadores que viviam a maior glória profissional de suas vidas e que a eles faltava apenas aquela cereja do bolo. O último jogo, a última disputa, talvez o último gol, o apito final e a consagração mundial, embora naquela cidade de interior eles já eram mais que jogadores: eram heróis.

    Mas a história, o destino, a tragédia, a morte ou essa coisa arteira da vida brincar com a gente e da gente brincar com ela, nos causa perplexidade mais uma vez. Jogadores de um time pequeno em seu momento internacional inédito. Certamente muitos voltariam não com apenas a conquista de um troféu, mas também da afirmação profissional, da realização pessoal, de tornar real o desejo de menino de ter um carrão importado ou simplesmente de dar um teto para seus pais. Isso não vai mais acontecer. Vidas, sonhos e novas vidas dilaceradas, interrompidas nessa relação vida e morte que é o limiar, fio de uma navalha.

    Colegas jornalistas, Vinte e um deles se foram no exercício pleno da profissão. Como dói perder colegas que escolheram o mesmo caminho na vida que eu e outros tantos. Uns com o idealismo de contar histórias, outros de produzir grandes reportagens, outros de captar as melhores imagens.

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    Mas vale recordar as jogadas felizes, matar a saudade do peito e driblar a emoção. Impedidos para sempre, esse elenco parou. Como erguer os braços e correr pro gramado, fazendo tabela com os sonhos que não se realização? Apenas no videotape que a história gravou, não é mesmo Moacyr franco, em sua Balada nº 7.

    O jogo acabou! O campeonato se foi. Essas vidas não voltam. Se vão as pessoas, ficam a saudade e as memórias, a revolta da dor que queima o peito e que mais tarde virá entendimento e ainda mais fé nos desígnios de Deus.

    Infelizmente não haverá prorrogação. O narrador não vai encher o pulmão e soltar a voz num grito de gol da Chape. O grande Juiz (Maior de todos) pôs a bola debaixo do braço e encerrou o jogo.

    Não há cores mais, não há torcidas rivais, não há disputa. Hoje somos Jornalismo Futebol Clube e Associação Chapecoense de Futebol. Todos com o mesmo distintivo gravado no peito: o coração cheio de amor, saudade, aplausos e dor.

    Não há vitoriosos. Hoje, pelo menos, todos perderam… Mas para sempre balançará na rede dos nossos corações, das nossas lembranças, a narração daquele último gol…

    Fecham-se as cortinas e termina o jogo, a fase do sangue e suor. Restaram as lágrimas.

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    Roger Campos

    Jornalista Conexão Três Pontas

    (MTB 09816)

     

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  • “BLACKFIDEL”: Com desconto imperdível Encardido compra Ditador Cubano e junta a tropa com Guevara, Hitler, Mussolini, Saddan, Bin Laden, Mao Tse Tung, Stalin, Pinochet e Mengele

    “BLACKFIDEL”: Com desconto imperdível Encardido compra Ditador Cubano e junta a tropa com Guevara, Hitler, Mussolini, Saddan, Bin Laden, Mao Tse Tung, Stalin, Pinochet e Mengele

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    Ontem o mundo capitalista celebrou o “BlackFriday”, uma data inventada pelos norte-americanos para proporcionar aos consumidores, ávidos por acumular coisas, uma data com mega descontos em lojas de departamentos e em outros setores do comércio. A celebração faz tanto sucesso que se espalhou pelo mundo todo, embora aqui no Brasil, claro, com aquele jeitinho brasileiro (me engana que eu gosto) o BlackFriday virou “BlackFraude”, já que muitas lojas aumentam o preço às vésperas e no dia anunciado como de mega desconto volta ao preço normal dando a impressão que de fato há uma enorme queda nos preços. Mas esse texto não é pra falar de consumismo e capitalismo e sim de comunismo e de uma reunião que deve estar ocorrendo agora no subsolo do mundo, já que um ilustre novo morador acaba de chegar ao inferno: Fidel.

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    Embora muitas pessoas simpatizem ou até declarem amor ao Ditador Fidel Castro, o guerrilheiro da terra do charuto sempre foi uma ameaça para a paz mundial e um covarde explorador do povo cubano.

    Portanto, hoje deve estar acontecendo a “BlackFidel”, uma celebração nas profundezas do inferno, com preços promocionais, na escuridão do purgatório, para receber esse tumor que tanto mal fez em vida. Como diria Gabriel o Pensador, certamente é uma “festa estranha, com gente esquisita”. Até o próprio Encardido parece não ser tão vil assim diante de todos que estão ao redor de sua mesa: Che Guevara, Hitler, Mussolini, Saddan, Bin Laden, Mao Tse Tung, Pinochet e Mengele, entre outros.

    FALTA DE CONHECIMENTO PRA ABRIR A BOCA

    Aliás, brasileiro tem uma mania de adorar, cultuar, idolatrar pessoas de fora, gringos, sem sequer conhecer o mínimo de sua biografia.

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    Como diria Rodrigo Constantino “espanta a quantidade de pessoas que ainda defende o regime assassino em Cuba. Não são analfabetos que ignoram por completo as informações disponíveis sobre a realidade da ilha caribenha, mas sim gente com acesso à internet e tudo mais que o capitalismo pode nos propiciar – e portanto ausentes em Cuba. São ignorantes voluntários, que se negam a enxergar os fatos. A paixão deles na defesa do indefensável denota total ausência de vestígio racional naquilo que chamamos de cérebro. Defensores de Fidel Castro não merecem o rótulo de homo sapiens”.

    ERNESTO “CHE” – O A VERDADEIRA FACE DO GUEVARA ASSASSINO

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    No mesmo barco há muitos que defendem o sanguinário, assassino, perseguidor de gays Che Guevara. Muitos adoram usar camisetas com seu rosto, barba imunda, boina e cigarro de canabis na mão. O que é patético é o fato dessas pessoas, apesar de todo conhecimento servido de bandeja, através da rede mundial de computadores, das possibilidades de se aprofundar e conhecer sua verdadeira face, idolatrarem esse lixo.

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    Essas mesmas pessoas que enchem o peito pra defender o comunismo, usam roupas de marca, tênis Nike e óculos RayBan. Ah, quanta hipocrisia!

    Tem dito político brasileiro, pessoas que realmente são patéticas e ridículas como esse deputado BBB Jean Willys. Até de fantasiar de Guevara ele já fez. Deveria ser quebra de decoro parlamentar… Se bem que ele já fez coisa muito pior…

    Jean Willys, travestido de “Che”.

    Guevara mandava matar e encoleirava, fazia os gays andar ridiculamente expostos com coleiras no pescoço para serem desprezados e agredidos. Fidel, ao lado de Che, certamente foi o responsável pelas mortes de milhares de pessoas, assim como todos os que já citamos, sentados agora no banquete do inferno.

    Há mais de 40 anos, Ernesto “Che” Guevara recebeu uma grande dose de seu próprio remédio.  Sem qualquer julgamento, ele foi declarado um assassino, posto contra um paredão e fuzilado.  Historicamente falando, a justiça raramente foi tão bem feita.  Se o ditado “tudo o que vai, volta” expressa bem uma situação, é esta.

    “Execuções?”, gritou Che Guevara enquanto discursava na glorificada Assembléia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964.  “É claro que executamos!”, declarou o ungido, gerando aplausos entusiasmados daquele venerável órgão.  “E continuaremos executando enquanto for necessário! Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!”

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    De acordo com O Livro Negro do Comunismo, escrito por estudiosos franceses de esquerda (ou seja, dificilmente uma mera publicação “direitista” ou de “fanáticos anticastristas de Miami”), ocorreram de 14.000 a 20.000 execuções por fuzilamento em Cuba até o final de década de 1960.  (Slobodan Milosevic, não custa lembrar, foi a julgamento por ter ordenado 8.000 execuções. A mesma ONU que aplaudiu delirantemente a orgulhosa declaração de Che Guevara condenou Milosevic por “genocídio”).

    Che promulgou mais de 400 sentenças de morte apenas nos primeiros meses em que comandava a prisão de La Cabaña.  Um padre basco chamado Iaki de Aspiazu, que sempre estava à mão para ouvir confissões e fazer a extrema unção, diz que Che pessoalmente ordenou 700 execuções por fuzilamento durante esse período.  Já o jornalista cubano Luis Ortega, que conheceu Che ainda em 1954, escreveu em seu livro “Yo Soy El Che!” que o número real de pessoas que Guevara mandou fuzilar é de 1.892.

    REGIME MILITAR NO BRASIL

    E os “petralhas” (iludidos ou beneficiados) – claro que há exceções – têm a cara de pau de chamar de “anos de chumbo” o Regime Militar Brasileiro. Há uma estimativa que morreram cerca de 3.000 pessoas de ambos os lados em vinte anos de regime (Brasil). Se levarmos em consideração ao número populacional fica a pergunta: “ANOS DE CHUMBO” combina mais com qual país e regime mesmo? Cuba, claro!

    DESMASCARANDO FIDEL E SEU COMUNISMO

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    Uma reportagem da jornalista Flávia Marreiro revela que mais de 20 mil pessoas foram fuziladas pelo exército de Fidel nos paredões ensanguentados de Cuba. O ditador teve tempo de verificar o que aconteceu com Hitler e Stálin e mesmo assim não fez nada.

    Fidel Castro, que morreu hoje aos 90 anos (como gente ruim demora pra morrer meu Deus…) admitiu, que no máximo manteve outros 20 mil cubanos nas masmorras e matou “alguns” contra-revolucionários. Cara de pau!

    Nunca se saberá quantos morreram em Cuba, porque lá tudo é fechadinho, escondido, como na China e na Coréia do Norte. Documentos não existem, pessoas não falam, tudo culturalmente enraizado para que Fidel, ainda assim, seja cultuado e adorado por muitos.

    “IRMÃO E COMPANHEIRO FIDEL” DE LULA

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    O ex-presidente Lula disse que perdeu um irmão de sangue. Resta saber qual sangue. Certamente dos milhares de cubanos mortos e porque não o sangue do ex-prefeito Celso Daniel, que sabia muito, e pode de fato ter sido assassinado por mãos que somam nove dedos.

    É meus amigos e críticos contumazes, as pessoas são “apagadas” em Cuba, sem qualquer rastro. Os Castro são bons nisso! O “Castrismo” (regime dos irmãos Castro) faz com as fotografias dos líderes revolucionários que caíram em desgraça. Todos eles.

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    ENFIM…

    Portanto, que me perdoem os simpatizantes, mas não é dia de pêsames e sim de muita comemoração. Em nome de todos aqueles inocentes que morreram em vão…

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    Roger Campos

    Jornalista Conexão Três Pontas

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  • REPÚDIO – RESPEITEM A IMPRENSA, por Roger Campos

    REPÚDIO – RESPEITEM A IMPRENSA, por Roger Campos

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    Que merda de democracia fajuta e mentirosa é essa que matam um cinegrafista Santiago Andrade da Band vitima de bomba no exercício pleno da profissão?

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    Que porcaria de país é esse em que arruaceiros e bandidos que se escondem atrás de máscaras agridem e impedem o trabalho de um ícone do jornalismo como o Caco Barcelos e outros jornalistas?

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    Aí me vem coxinhas, blackblocs e outras tribos, jovenzinhos moderninhos de ondinhas, estufar o peito e falar que a Globo manipula. Ora, tudo nessa selva tupiniquim tem manipulação ou vistas grossas. Faz de contas e faz-me rir.

    A Record manipula ao proibir reportagens católicas por ser do dono da Universal. Todo jornalista sofre pressão, intimidação e falsos amigos que se chegam em busca de destaque ou para encobrir um cocô esquecido no tapete da sala.

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    Policial atinge cinegrafista durante cobertura de manifestação em São Paulo com gás de pimenta.

    Jornalistas são os que mais sofrem de depressão. É um leão por dia. Agrada um e desagrada outro. Mexemos com interesses de muitos, poderosos, sendo nós formadores de opinião.

    Somos o quarto poder dessa nação fantoche. Que anuncia democracia e oferece uma travestida ditadura. Eu mesmo sofro por não me curvar diante de atos escusos e que mancham qualquer carreira e ideal de informação livre e plena.

    Não! Eu não aceito cerceamento do trabalho da imprensa. Não caio na tentação da propina (cala boca) e nem nas ameaças, inclusive de morte já sofrida.

    Tim Lopes assassinado pelo tráfico.

    Lembro aqui do Tim Lopes, sequestrado, assassinado, queimado num micro-ondas do tráfico. Porque era da Globo, assim como o Caco? Ah para! Chega a ser ridículo. Chega! O teatro do livre direito de expressão não convence mais. Não existe liberdade. Ninguém pode falar o que pensa. A intolerância é o termo da moda.

    Nossas bocas são lacradas e os nossos cérebros entorpecidos pelo ópio das ameaças e pelo ódio gratuito.

    Essa mentira e tirania dos dias de hoje já deu, passou da conta e perdeu a graça, que aliás nunca teve.

    O jornalista deve ser respeitado. Somos os olhos e a voz daqueles que muitas vezes são marginalizados. A sociedade estaria vivendo uma declarada guerra civil sem o nosso trabalho. Sem a imprensa.

    Portanto senhoras e senhores, gostem ou não do nosso trabalho nós merecemos Respeito. E termino em tom desafiador: Nunca é bom enfrentar e peitar a Imprensa, o quarto maior poder dessa Terra de Santa Cruz pode revidar e o troco é sempre um furacão diante de uma aparente brisa.

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    Manifesto dos jornalistas contra a violência e o cerceamento do livre direito de expressão.

    Não pedimos. Exigimos RESPEITO!!!
    Por mim, pelos colegas trespontanos e, principalmente, por todos que morreram ou sofreram ameaças e agressões na arte de noticiar.

     

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    Roger Campos

    Jornalista Conexão Três Pontas
    MTB 09816