Categoria: Homenagem

  • Histórias de Vida: Dr. “Silvinho” é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Histórias de Vida: Dr. “Silvinho” é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Querido por todos, ele é um exemplo de dedicação, simplicidade e carisma.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do querido médico Dr. Silvio Berzoini, o “Dr. Silvinho”.

    Ele é uma referência em dedicação, carisma e simplicidade. Querido por todos, é um médico que ao longo dos anos cravou seu nome da história da cidade de Três Pontas e no coração de seu povo.

    Silvio Berzoini Júnior ou simplesmente Dr. Silvinho. A forma carinhosa de chamá-lo no diminutivo, a estatura baixa e o corpo franzino parecem não comportar tanta dedicação e amor à profissão. Sempre de bom humor, com aquele cumprimento amável e um sorriso no rosto, ele contagia o ambiente em que trabalha e também por onde passa.

    Nascido em Juiz de fora, Minas Gerais, em 13 de julho de 1957, é filho de Silvio Berzoini e Geny Maranduba Berzoini, tem 4 irmãos.

    É casado com Thereza Emília de Araújo Berzoini há 30 anos e tem dois filhos: Pedro Henrique e Viviane. Pedro Henrique, está fazendo Medicina em Juiz de Fora e Viviane é formada em Medicina Veterinária.

    Dentre as qualidades do casal inspirador estão o grande amor pelos animais, principalmente pelos cães. Também passado dos pais para os filhos.

    Formou em Medicina em sua cidade natal no ano de 1986. Veio para Três Pontas para trabalhar como médico no dia 16 de fevereiro de 1987. Foi contratado pela Prefeitura Municipal de Três Pontas. Atuou no Posto de Saúde vila Marilena e também no Pronto Atendimento Municipal. São 33 anos de compromisso, comprometimento árduo e responsável em favor da comunidade trespontana.

    Outra característica expressa do Dr. Silvinho é a timidez. De poucas palavras quando o assunto é falar de si próprio, foi, como diz o mineiro, uma “peleja”, uma dificuldade, conseguir extrair algumas informações pessoais e montar o seu Histórias de Vida. Envergonhado, relutou bastante em dar as informações para a produção do nosso texto. Mas, a nossa insistência foi necessária e faz justiça a esse grande médico, ser humano maravilhoso, amigo de muitos amigos, marido e pai amoroso, um brilhante colega de trabalho.

    Todos que atuam com ele só fazem elogios ao Dr. Silvinho. Os pacientes também comentaram o quanto gostam dele e como são sempre bem atendidos, o que, em alguns locais, pode ser raro, afinal não estamos falando de clínica particular e sim do atendimento público, bandeira que ele empunha com muita coragem e paixão.

    Com o colega de trabalho, no PAM de Três Pontas, Luiz Carlos do Nascimento.

    Em conversa com outro médico extremamente querido na cidade de Três Pontas, o Diretor Clínico do Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas, Dr. Lucas Erbst, obtivemos uma opinião sobre o colega de trabalho:

    “Um cara que tem um coração 10 vezes maior que ele, um profissional fantástico, um ser humano impar e um colega excepcional. Dr. Silvinho tem mais de 20 anos de Pronto Socorro e é uma figura imprescindível em nosso trabalho no PAM. É um dos pilares do Pronto Socorro, sem a menor dúvida,” declarou.

    Por toda sua trajetória de sucesso, de lutas e de muito amor pela profissão e pelos trespontanos, pela humildade e positividade, Dr. Silvinho é hoje, merecidamente, homenageado pelo Conexão Três Pontas que contou sua bela História de Vida. Parabéns!

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  • Histórias de Vida: Maurinho Bueno é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Histórias de Vida: Maurinho Bueno é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Querido por todos, ele é um exemplo de dedicação, talento e de amizade.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do querido colunista social Maurinho Bueno”.

    Mauro Sérgio Silva Bueno, de batismo. Mas Maurinho Bueno é o pseudônimo que ele adora ser chamado, sua marca registrada. Nasceu em 02/07/1971 na cidade de Três Pontas. É filho de Sebastião Bueno Silva e Maria Teresa de Jesus Bueno. Tem, ao todo, 9 irmãos, sendo 5 do primeiro casamento de seu pai e 4 do segundo. Seu pai era viúvo quando se casou com a mãe de Maurinho.

    Os irmãos por parte de pai são Maria, Vera, Selma, Sebastião Afonso, Antônio Afonso. E por parte de pai e mãe são Marlene, José Carlos, Marisa e Maura. Maurinho Bueno é solteiro.

    Pessoa extremamente querida na cidade de Três Pontas, tem como principais características a sinceridade, a dedicação e a solidariedade, afinal de contas, é um grande filantropo, uma pessoa que adora ajudar a quem precisa e da melhor maneira possível, ou seja, sem fazer alarde, trazendo seus amigos mais próximos para suas causas sociais. Culto, inteligente e versátil, Maurinho Bueno é um dos maiores colunistas sociais da rica história cultural de Três Pontas, ao lado do já saudoso Paulo Marinho.

    Sua trajetória no colunismo social teve início no extinto jornal A Tribuna, do saudoso amigo Haroldo de Souza Figueiredo Júnior, o Haroldinho, compositor e carnavalesco, através de indicação dos queridos amigos Adenil Mendonça e Graziela Tiso. Sua primeira coluna social foi publicada em 21 de dezembro de 1996.

    Durante anos promoveu a festa em nível nacional “Destaques & Personalidades Mineiras”, que contou com a presença de personalidades marcantes, como a então ministra do STF Ellen Gracie Nortfleet, dentre outras celebridades. Se manteve atuante como colunista social em outros jornais, mas optou por ficar somente nas redes sociais por falta de tempo, para se dedicar a outros trabalhos e paixões, como a Cultura.

    Também sempre esteve envolvido com a política de nossa cidade, mas nos bastidores, alguém que sempre se colocou à disposição e que deu incontestável contribuição nas áreas em que recebeu o convite e abraçou com destacado empenho e amor.

    No governo da saudosa prefeita Adriene Barbosa de Faria Andrade foi convidado para ser Chefe de Divisão de Programas Culturais. No governo da prefeita Luciana Mendonça foi Chefe de Divisão de Eventos e Programas Culturais e Cerimoniais. Ao lado do prefeito Dr. Luiz Roberto Laurindo Dias exerceu a função de Chefe de Protocolo e Cerimonial de Gabinete, função que continua exercendo na gestão do prefeito Marcelo Chaves Garcia.

    Tem como hobby ler, escrever, viajar, estar com os amigos que, segundo ele, “são poucos mas os melhores, ajudar ao próximo é um hobby que levo pra vida”, comentou.

    Questionado sobre a fé que professa, Maurinho Bueno destacou ser Católico e contou seus santos de devoção: “Sou católico praticante.
    Sou devoto de vários Santos. Mas os que mais converso com eles e oro são Nossa Senhora Aparecida, Santa Rita de Cássia, Santa Terezinha, Santo Padre Víctor, São Judas Tadeu, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e Santa Virgínia.”

    Conversando com esse querido amigo de mais de 20 anos, coloquei alguns nomes ou lugares, expressões pra que ele pudesse defini-las:

    Haroldinho Júnior

    “Uma mente brilhante aliada a um ser humano incrível.”

    Adriene Barbosa de Faria Andrade

    “Um exemplo de dignidade e amor ao próximo. Amiga que levo pra além da vida.”

    Paulo Marinho

    “Um amigo querido com quem me divertia sempre que nos encontrávamos por sabermos que muitos afirmavam que éramos inimigos por sermos colunistas sociais.”

    Dr. Luiz Roberto Laurindo Dias

    “Um grande profissional com quem sempre pude contar quando minha mãe teve problemas de saúde. Tive o prazer de trabalhar com ele em sua gestão. Enfim é um grande profissional e um grande ser humano.”

    Marcelo Chaves Garcia

    “Um grande ser humano e um grande gestor.”

    Milton Nascimento

    “Um ícone da música mundial com quem mantinha amizade mas ele se afastou de todos e eu fui um deles.”

    Maria Teresa de Jesus Bueno

    “Meu exemplo de dignidade e amor maior. Amor além da vida.”

    Cultura e Músicos de Três Pontas

    “A cultura trespontana é muita rica e eu sou incentivador da mesma, temos: Congada, Folias de Reis, Moçambique, dentre outros. Os músicos trespontanos são referência nacional a meu ver pois temos grandes talentos. E acredito que Três Pontas é considerada a capital da música justamente por sermos um grande celeiro de talentos nas mais variadas formas musicais.”

    Três Pontas

    “Minha amada terra natal e que tenho orgulho de dizer que sou trespontano onde quer que eu esteja. Lugar abençoado por Deus e pelo Beato Padre Víctor.”

    New York (USA)

    “A cidade dos sonhos. Que eu tenho o privilégio de conhecer e andar como se estivesse em Três Pontas. Tenho grandes amigos lá e que levo pra vida. Eu estaria lá no dia 29 do mês passado mas infelizmente não pude ir devido ao momento em que estamos atravessando.
    Mas vai passar é tão logo seja possível estarei lá.”

    Brasil

    “Um grande país abençoado por Deus e tão roubado por seus maus políticos desde os primórdios. E como todo patriota que sou tenho imenso orgulho de ser brasileiro. E luto todos os dias por um Brasil melhor e mais justo.” 

    Jair Messias Bolsonaro

    “Um patriota que tive o privilégio de conhecer bem como sua esposa Michelle e sua filha Laura em uma das minhas viagens pra Nova Iorque quando ele ainda não era candidato a presidente. Depois de anos recebi uma ligação de um amigo em comum, que estava no Rio de Janeiro, perguntando o que eu achava de Bolsonaro ser candidato a presidente do Brasil e eu respondi que teria meu apoio e voto. Então logo em seguida recebi uma ligação do próprio. Isso era vésperas de meu aniversário e ele conversou vários temas comigo e disse que sairia candidato a presidente. No meu aniversário ele me enviou uma mensagem de felicitações. Hoje mantenho contato via WhatsApp com a Michelle. Enfim sou fã e torço pra que o presidente consiga fazer o melhor pelo Brasil embora tenha de lutar dia e noite contra os que torcem por um Brasil socialista. Que Deus o guie proteja.”

     

    Maurinho Bueno

    “Embora seja uma pessoa publica sou reservado (acredito que no dia em que eu aparecer mais que os meus colunáveis deixarei de ser um jornalista). Procuro sempre ajudar ao próximo dentro de minhas possibilidades e contando com a ajuda de amigos. Sou religioso e temente a Deus mas um Deus bom. Sou amigo dos amigos e quem não acrescenta em minha vida se torna transparente. Não existe. Enfim, amo minha família e meus amigos que são poucos mas são os melhores.”

    Por tudo isso que aqui mostramos, por outras tantas qualidades, por ser um exemplo de vida e de trabalho, Maurinho Bueno, uma querida personalidade trespontana, é hoje, merecidamente, homenageado pelo Conexão Três Pontas que contou sua bela História de Vida. Parabéns!

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: “Seu Toninho Pieve” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    HISTÓRIAS DE VIDA: “Seu Toninho Pieve” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Querido por todos, ele é um exemplo de amor ao trabalho.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do querido Antônio Pieve”.

    Antônio Pieve, conhecido popularmente como Seu Toninho, é natural de Três Pontas. Nasceu em 10 de dezembro de 1938. É filho de João Pieve e Isabel Caldeira Pieve.

    Tem 82 anos de idade e trabalha na Prefeitura Municipal de Três Pontas há 34 anos. Um exemplo de profissional e de amigo. Todos que ali são efetivos e os que já passaram pelo Executivo, mesmo que rapidamente, por um mandato apenas, um pouco mais ou um pouco menos, são unânimes em falar do carinho e de todas as qualidades de Seu Toninho, principalmente sua dedicação, seu amor pelo trabalho.

    Seu Toninho Pieve tem três irmãos: Neusa, Gema e Mauro.

    Estudou na Escola Cônego Vítor. Começou sua longa e bela carreira como servidor público municipal na gestão do ex-prefeito Antônio Carlos Mesquita (1º mandato). Isso foi no ano de 1985. Ocupa hoje a função de Chefe de Divisão e Controle de Atos Normativos.

    É casado com Maria Aparecida Castro Pieve desde 1959. Ou seja, completa este ano 61 anos de vida matrimonial, um marco, ainda mais nos dias de hoje, um grande exemplo que deve ser seguido por muitos casais. É pai de 4 filhos: Luiz Antônio, Roseli, Leandro e Rosane. Possui 6 netos e 1 bisneto.

    Um homem íntegro, honrado, trabalhador e amoroso. De fala mansa e de uma força de trabalho invejável. Amigos de trabalho comentaram que muitas vezes viram Antônio Pieve, mesmo doente, indo trabalhar.

    É também um homem de muita fé. Um católico fervoroso, devoto do beato Padre Victor.

    Antes da Prefeitura, trabalhou como bancário no extinto Banco Nacional por 30 anos. Somando os dois empregos, são mais de seis décadas de trabalho, de suor e dedicação, buscando diariamente o sustento de sua família como uma figura exemplar. Se aposentou ainda na cidade de Poços de Caldas, mas, como já contamos, segue firme e forte, com muita disposição para o trabalho e tendo, com certeza, muito o que contribuir com a cidade de Três Pontas.

    Seu Toninho é torcedor apaixonado pelo Botafogo.

    Um dos profissionais de destaque do atual governo municipal, o Procurador Geral do Município, Dr. Ives Tavares, fez questão de falar do amigo Seu Toninho ao Conexão:

    “É difícil encontrar alguém que seja tão disciplinado, com tamanha discrição e empenho. Seu Toninho é pura harmonia, pessoa extremamente sábia. Um verdadeiro amigo de todos aqui. cada um tem um carinho imenso por ele. Meu grande abraço e minha admiração!”, comentou.

    Por tudo isso que aqui mostramos, por outras tantas qualidades, por ser um exemplo de vida e de trabalho, Seu Toninho, Antônio Pieve, é hoje, merecidamente homenageado pelo Conexão Três Pontas que contou sua bela História de Vida. Parabéns!

    Seu Toninho com o lindo bisneto Luiz Gustavo.

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  • Historiador Paulo Costa completa hoje 95 anos de vida e Conexão reexibe seu “Histórias de Vida”

    Historiador Paulo Costa completa hoje 95 anos de vida e Conexão reexibe seu “Histórias de Vida”

    PAULO COSTA E ELZA COMPLETARAM 68 ANOS DE CASADOS.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, reexibindo o quadro em virtude do aniversário de 95 anos, contando um pouco da história do querido Paulo Costa Campos, popularmente chamado de “Paulo Costa”.

    Paulo Costa Campos é natural de Três Pontas. Nasceu em 17 de fevereiro de 1925. É filho de Benjamin Ferreira Campos e Maria Costa Campos.

    Casado com Elza de Oliveira Reis Campos, Paulo Costa vive, ao lado de sua alma gêmea, uma linda e longa história de amor. No dia 5 de fevereiro eles completaram 68 anos de vida matrimonial, de uma cumplicidade que resiste ao tempo e que serve de exemplo.

    Paulo Costa tem cinco filhos, 10 netos e um bisneto. É bancário aposentado. Mas se destaca em Três Pontas como o seu maior historiador, aquele se passou décadas de sua vida estudando, investigando e contando a Genealogia, a história de Três Pontas. Graças ao seu trabalho, muitas famílias puderam conhecer, descobrir seus ancestrais, constituir sua árvore genealógica e expandir laços de sangue.

    Paulo Costa também é filatelista, ou seja, colecionador de selos. Essa é uma das suas grandes paixões. Filatelia é o estudo de selos postais e dos materiais relacionados a eles.

    O termo vem do grego philos (referente ao amor fraterno) e atéleia (livre de encargo ou imposto). Antes dos selos serem inventados, o destinatário da carta efetuava o pagamento na hora de colocar as mãos nela. Depois, claro, todo mundo passou a amar receber as coisas sem ter que ser o responsável por pagar pela entrega. Por isso, em 1864, Georges Herpin sugeriu a palavra francesa “philatélie” para a área que começava a se destacar na época.

    Desde que o primeiro selo do mundo foi emitido, especialistas de diversos países vêm se dedicando ao tema. Cheio de pormenores, ele envolve história, economia e garimpo, já que é preciso conhecer o valor social e financeiro dos itens e suas peculiaridades, assim como as raridades que chegam a custar milhões de reais!

    No auge dos seus 95 anos, Paulo Costa, respeitado por todos em Três Pontas, diz que todos os momentos da sua vida são marcantes. Como superação lembra do grande desafio vencido: a cura de um câncer.

    Por toda colaboração indelével na história de Três Pontas, pelas amizades, ensinamentos e legado deixado, Paulo Costa Campos é, merecidamente, homenageado pelo quadro Histórias de Vida, do Conexão Três Pontas. Parabéns!

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  • Histórias de Vida: “Oswaldo da Farmácia” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Histórias de Vida: “Oswaldo da Farmácia” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Humilde e amigo de todos, Oswaldo é um exemplo de amor à profissão há cerca de 50 anos.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, Dia dos Médicos, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido prático de farmácia Oswaldo Vieira Targino.

    Oswaldo Vieira Targino é filho de Alice Carolina Nascimento e Francisco Targino Nascimento. Nasceu em 01 de dezembro de 1950. É um trespontano muito querido na cidade, criado na roça. Sempre trabalhou em farmácia. Está na profissão há cerca de 50 anos.

    Trabalhou de empregado na farmácia do saudoso Edgar Girardelli e também para o Zé Maria, da Farmácia Ouro Verde. Mas já são 30 anos comanda a sua empresa, a Drogaria Vieira, localizada na Rua Espirito Santo 246, no bairro Padre Victor.

    É casado com Márcia Aparecida de Brito Targino há 45 anos. Tem 3 filhos: Daniel, Dênis e Marcel. Ótimo pai, marido exemplar, companheiro amoroso e amigo de todos os amigos, caracteriza-se pela humildade, simplicidade e honestidade.

    É avô de 4 netos, sendo eles uma de suas grandes paixões.

    As décadas de trabalho e dedicação ao setor farmacêutico renderam-lhe muita gratidão e consideração por parte dos trespontanos que, até hoje, frequentam sua farmácia e não abrem mão de seu atendimento. Os grandes exemplos de Oswaldo serviram de inspiração para dois de seus três filhos, que tornaram-se farmacêuticos: Dênis e Daniel. O outro filho, Marcel, seguiu o caminho da agronomia.

    Em conversa com o Conexão o filho Daniel fez questão de falar de seu pai com muito amor e admiração: “Ele é um homem simples, de muita honestidade, é atencioso e muito tranquilo. Seu jeito de ser além de servir de exemplo para nossa família também cativou muitas famílias que se tornaram clientes e que até hoje estão conosco. Temos uma clientela bastante grande e todos adoram ele”, revelou.

    Homem de hábitos simples, de “prosa fácil”, Oswaldo deixa em sua história um legado de muito trabalho, dedicação e suor. Tudo traduzido no carinho de seus familiares e amigos. E dentre os amigos mais próximos, um em especial, fez questão de falar do “Oswaldinho” ao Conexão:

    “Sr. Oswaldinho da Farmácia! Não! Dr. Osvaldo! Realmente é um verdadeiro doutor em humanidade, carisma, solidariedade e amor ao próximo, além de extrema competência como profissional! Um ícone de Três Pontas! Merecida e justa homenagem! Tenho orgulho de ser seu amigo e quase membro da família!”, comentou o professor João Victor Mendes G. Mendonça.

    Por toda sua importância para a cidade de Três Pontas, por tudo que já fez e ainda faz e, também, pelo exemplo de profissional, de marido, de pai, avô e amigo, “Oswaldo da Farmácia” é hoje, merecidamente, homenageado pelo Conexão Três Pontas que contou sua linda História de Vida.

    Parabéns!

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  • Reportagem Especial: Sobreviventes voltam a Auschwitz, na Polônia, 75 anos depois da libertação

    Reportagem Especial: Sobreviventes voltam a Auschwitz, na Polônia, 75 anos depois da libertação

    Mais de 1 milhão de pessoas foram mortas no campo de concentração durante o regime nazista alemão.

    Sobreviventes do regime nazista alemão voltaram nesta segunda-feira (27) ao campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, para a cerimônia que marca 75 anos da libertação pelas tropas soviéticas.

    Em muitos casos, eles são acompanhados por filhos, netos e até bisnetos, de acordo com a agência de notícias Associated Press.

    Com gorros e lenços listrados de azul e branco, simbolizando os uniformes dos prisioneiros no campo, os sobreviventes atravessaram, com tristeza, o célebre portal de ferro com a inscrição “Arbeit macht frei” (“O trabalho liberta”, em tradução livre do alemão para o português).

    Acompanhados do presidente polonês, Andrzej Duda, eles depositaram coroas de flores perto do “muro da morte”. Mais de 1 milhão de pessoas foram vítimas nesse campo de concentração, que é considerado um dos principais símbolos do genocídio.

    Eram esperados mais de 200 sobreviventes na cerimônia desta segunda-feira. Muitos deles são judeus vindos de vários países, como Israel, Estados Unidos, Austrália, Peru, Rússia, Eslovênia, entre outros.

    Holocausto

    Quando os nazistas chegaram ao poder na Alemanha, em 1933, iniciou-se uma perseguição aos judeus. Nessa primeira etapa da campanha para erradicar a população judaica na Europa, foram-lhes confiscados propriedades, direitos e liberdades.

    Depois da invasão alemã à Polônia em 1939, os nazistas começaram a deportar judeus da Alemanha e da Áustria para o país, onde criaram guetos para separá-los do resto da população. Em maio de 1940, Auschwitz foi transformado em uma prisão para presos políticos.

    Em 1941, durante a invasão alemã na União Soviética, os nazistas começaram de fato a campanha de extermínio.

    Seis milhões de judeus foram mortos no Holocausto e Auschwitz está no centro do genocídio. Estima-se que, em menos de quatro anos, ao menos 1,1 milhão de pessoas foram mortas no campo de concentração polonês. Quase 1 milhão era judeu.

    As vítimas levadas a campos de concentração eram mantidas em situação deplorável, trabalhavam até a morte ou eram levadas a câmaras de gás.

    Em 27 de janeiro de 1945, tropas soviéticas entraram no campo de concentração e encontraram os sobreviventes magros, torturados e exaustos.

    Apenas cerca de 7 mil prisioneiros esqueléticos e doentes terminais tinham sobrevivido, sendo que 500 deles eram crianças. Poucos conseguiam ficar de pé, muitos estavam deitados no chão, apáticos.

    HÁ EXATOS 75 ANOS, O EXÉRCITO VERMELHO LIBERTAVA O CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DE AUSCHWITZ

    No final da guerra, prevendo a vitória dos aliados, os alemães começaram a destruir crematórios e documentos enquanto evacuavam os prisioneiros de Auschwitz. Os que não conseguiam andar foram deixados lá e liberados pelo Exército Vermelho em 27 de janeiro de 1945. Lá, cerca de 1,5 milhão de pessoas morreram, a maioria em câmaras de gás.

    Arbeit machr frei (“O trabalho liberta”, em português). Era essa a inscrição na entrada do maior campo de concentração nazista. Erguido em 1940 nos subúrbios da cidade de Oswiecim, na Polônia, ele tinha três partes: Auschwitz I, a mais antiga; Auschwitz II-Birkenau, que reunia o aparato de extermínio; e Auschwitz III-Buna, com cerca de 40 subcampos de trabalho forçado.

    As primeiras vítimas do nazismo foram poloneses, seguidos de soviéticos, ciganos e prisioneiros de guerra. Em 1942, o campo voltou-se para a destruição em massa dos judeus. Os presos eram obrigados a usar insígnias nos uniformes conforme a categoria – motivo político era um triângulo vermelho; homossexual, um rosa. Muitos foram usados em experimentos médicos.

    Fornos de Hitler

    Entre as muitas vítimas estava Olga Lengyel. Uma judia que vivia com o marido e os  filhos na cidade de Cluj, capital da Transilvânia. Ao ouvirem relatos sobre as atrocidades cometidas pelos nazistas em terras ocupadas, não acreditaram que isso poderia se tornar um pesadelo real.

    Em 1944, o seu marido, que era médico, seria deportado para a Alemanha. Ela acreditava que o companheiro poderia ser enviado para suprir a falta de médicos, e assim optou por segui-lo com os filhos. Contudo, era uma emboscada. O destino final da família seria Auschwitz. No local, Olga perdeu a sua família. Entretanto, sobreviveu para contar a sua trajetória. Em Os Fornos de Hitler, Olga detalhou um dos primeiros relatos sobre o horror dos campos de extermínio nazistas.

    “(…) Os alemães deixavam vivos alguns milhares de deportados de cada vez, mas apenas para facilitar o extermínio de milhões de outros. Faziam tais vítimas executar seu trabalho sujo. Elas faziam parte do sonderkommando. Trezentas ou quatrocentas serviam em cada forno do crematório. Seu dever consistia em empurrar os condenados para dentro das câmaras de gás e, depois que o assassinato em massa tivesse sido cometido, abrir as portas e transportar os cadáveres.”

    Hoje, Auschwitz é um museu que preserva a memória do maior genocídio da História.

    Conheça a dura rotina no campo de concentração

    Seleção dos “capazes”

    Os prisioneiros chegam em trens de gado e são selecionados por médicos. Os aptos ao trabalho entram numa fila e são tatuados com um número de registro. Velhos, doentes, grávidas, crianças e a maioria dos judeus vão para outra fila, direto para a câmara de gás. Os capazes tomam banho de desinfecção (contra tifo), raspam o cabelo e deixam seus pertences.

    Trabalho escravo

    Os presos trabalham pelo menos 11 horas por dia para impulsionar a máquina de guerra alemã. Constroem prédios do campo de concentração e estradas e produzem carvão, borracha sintética, produtos químicos, armas e combustíveis em indústrias como a Krupp e a IG Farben. Embora não haja números oficiais, vários morreram de cansaço durante as obras.

    Pão e sopa no almoço

    A cozinha do campo prepara rações de comida três vezes ao dia, que em geral incluem um pedaço de pão, café e sopa de batata. Quem faz pouco esforço físico recebe cerca de 1300 calorias diárias. Os que trabalham pesado ingerem 1700 calorias. Após algumas semanas, essa dieta de fome leva à exaustão, deterioração do corpo e até morte.

    Entre ratos

    Em Auschwitz I, cerca de 20 mil presos dormem em pavilhões de tijolo. Os treliches são em número insuficiente, e um preso dorme sobre o outro. Não há banheiro nem calefação – mesmo com temperaturas abaixo de zero. Em Birkenau, os alojamentos são blocos de madeira e tijolos feitos sobre o solo úmido. Cerca de 700 pessoas ocupam cada um.

    Espera congelante

    Durante as assembleias de contagem, os presos ficam horas no frio, muitas vezes sem seus uniformes (calça comprida, camisa listrada e boina), esperando os nazistas decidirem quem será mandado à câmara de gás. Intelectuais, políticos e outras pessoas consideradas perigosas são fuzilados no Muro da Morte, nos fundos do bloco 11, ou enforcadas.

    Matemática sinistra

    Em geral, o destino de 70% dos prisioneiros é a câmara de gás. A maior parte das vítimas é trancada nua em locais fechados – os nazistas diziam que elas iam tomar banho. Dentro deles, uma tubulação expele ácido cianídrico. A morte chega, no máximo, em 10 minutos. Os corpos são depois queimados num dos cinco crematórios – juntos, podem queimar 4765 corpos por dia.

    ‘Está vendo aquela fumaça? É sua família’: o relato do brasileiro que sobreviveu a Auschwitz

    “Não é todo dia que coloco a tefilin em cima do número de Auschwitz”, diz o rabino David Weitman logo depois da breve cerimônia, em uma sinagoga na região central de São Paulo, em 11 de novembro de 2019. “E é a primeira vez que faço isso em alguém dessa idade. É muito emocionante. Os nazistas se foram, mas nós estamos aqui.”

    O tefilin citado por Weitman são tiras de couro tradicionalmente colocadas no braço de meninos judeus que, ao completar 13 anos, realizam seu bar mitzvah — cerimônia judaica que é celebrada como um rito de passagem.

    Naquele dia, porém, o bar mitzvah era para um senhor de 91 anos: Andor Stern, brasileiro de nascença que, aos 13 anos, estava escapando da perseguição na Hungria, terra natal de seus pais.

    Andor Stern acabaria capturado e viveria cerca de um ano no campo de concentração em Auschwitz, na Polônia, o maior e mais cruel símbolo do Holocausto. Os números que o identificavam no campo continuam tatuados em seu braço: 83892. Ele é tido como o único brasileiro nato a sobreviver a Auschwitz.

    Stern sobreviveu não apenas para ser homenageado, em novembro, pelo Memorial da Imigração e do Holocausto, com um bar mitzvah especial e tardio — mas também para reerguer sua vida no Brasil, criar uma família com cinco filhos (e muitos netos e bisnetos), perder tudo em uma das crises econômicas brasileiras na era Collor e manter-se ativo profissionalmente até agora. E fazer tudo isso com grande apreço pelos pequenos prazeres do cotidiano.

    ‘Minha família saía pela chaminé’

    Filho de imigrantes judeus, Stern nasceu no bairro do Bixiga, em São Paulo, em 17 de junho de 1928. Mas viveu desde cedo uma vida itinerante. Aos três anos, mudou-se com para a Índia, por conta de uma oferta de emprego ao pai, médico. Depois disso — e Stern não sabe exatamente o motivo —, em vez de voltar ao Brasil, a família decidiu passar um tempo na Europa, com parentes húngaros.

    Essa decisão selou seu destino de uma forma drástica.

    Na Hungria, como brasileiro nato, Andor passou uma infância feliz e comum, embora fosse tratado como estrangeiro. As coisas mudaram quando a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) eclodiu. No momento em que o governo de Getúlio Vargas alinhou-se com os chamados países aliados (inimigos do Eixo, então liderado pela Alemanha e do qual a Hungria fazia parte), por ser brasileiro, Stern foi detido em uma instituição como inimigo estrangeiro pelas autoridades húngaras.

    Foi uma estada breve: em poucas semanas, escapou com a ajuda de um detento americano de quem ficara amigo e, graças a isso, voltou à casa de sua família, onde passou a viver escondido. Ele tinha apenas 13 anos. Agora, o problema não era mais ele ser brasileiro: era ser judeu.

    Com a posterior ocupação nazista da Hungria, sua família toda (menos o pai, que se separara da mãe e fora embora do país em 1938) foi transportada a Auschwitz em um mesmo trem, em 1944. Foram separados na chegada ao campo de concentração.

    “Daí começou o calvário deles: meus avós, meus tios, minha tia grávida foram levados direto para a câmara de gás”, conta Stern.

    A perda da mãe marcou Stern profundamente, e a tristeza superava as dores físicas do campo de concentração.

    “Ela faz falta. Me lembro cada vestido dela. Incrível como tenho a cara dela na minha cabeça. Ela era minha maior amiga. Usei ela tão pouquinho”, diz à equipe da BBC.

    Aos 14 anos, de porte atlético por conta de esportes como o remo e a natação, o adolescente foi poupado do extermínio na câmara de gás para ser usado no trabalho forçado no campo. O processo de desumanização também foi rápido.

    “Uma mesma bacia de noite é penico e de dia é o prato em que você come. E você come como cachorro. Não tem garfo, faca, colher”, lembra.

    “Você tem eczema, sarna. A comida te causa uma eterna diarreia, o que, aliás, é uma (das causas) que mais matavam as pessoas. No inverno, abaixo de 22, 24, 26 graus, quando você está ‘vazando’, você até gosta porque é quentinho. E você não tem como tomar banho depois disso. Você aceita a sujeira, a imundície. E você perde a condição de ser humano. Devora qualquer casquinha de batata. Só o que pensa é na fome. Você vira um zumbi.”

    Quando o cerco internacional se fechava em Auschwitz, com notícias da aproximação de tropas russas, os alemães nazistas começaram a retirar a maior parte dos prisioneiros do local. Muitos foram enviados para as chamadas “Marchas da Morte” em que pessoas de todas as idades eram obrigadas a andar por quilômetros em meio ao rigoroso inverso. Milhares morreram a poucas semanas da derrota alemã na Segunda Guerra Mundial.

    Stern foi um dos transportados, primeiro a Varsóvia (capital da Polônia, na época sob ocupação nazista), para recolher tijolos das ruínas dos bombardeios de guerra, e, depois, ao campo de concentração de Dachau, no sul da Alemanha, onde chegou a fazer trabalhos forçados para a indústria bélica alemã de aviões Messerschmitt e bombas V1.

    Até que, no final de abril de 1945, o campo foi libertado pelo Exército dos EUA. Em 1º de maio, depois de quase um ano e meio sob poder dos nazistas, Stern estava livre.

    “A guerra terminou e eu sobrevivi. Estava vivo. Pesava 28 quilos, mas estava vivo. (…) Perguntei a mim mesmo: ‘o que quero da vida? Onde estarei daqui a 5, 10, 20 anos?’”.

    “Decidi o seguinte: ‘quero um par de sapatos em que não entre água e me aqueça no inverno; uma roupa isenta de qualquer bicho e que me cubra no inverno, um paletó com bolso e um relógio que eu possa olhar e dizer: ‘vou comer esse pão amanhã às 14h e vou resistir, porque não estarei passando fome’. Podendo me movimentar da esquerda para a direita, vou ser o homem mais feliz do mundo’”, conta.

    “Isso passa, e você fica cheio de frescura”, brinca. “‘O sapato tem que ser de cromo alemão’, ‘O terno tem de ser de casimira inglesa’ [Mas] eu não esqueci. Tudo isso para mim era um presente extra. Cada dia que eu vivo é uma sobremesa. Talvez isso explique essa intensidade de querer viver e que os outros vivam. Tenho o máximo respeito pela vida.”

    De volta à Hungria de seus parentes, Stern concluiu seus estudos e entrou em uma faculdade de engenharia, mas diz que começou a “sentir saudades do desconhecido”.

    Era hora de voltar para sua terra natal: o Brasil.

    Sem recordar-se de nenhuma palavra sequer de português, aos 20 anos de idade, Stern voltou à cidade onde nasceu e começou a erguer uma vida: reaprendeu a língua, teve um reencontro tardio com seu pai (que Stern achava que estava morto, mas formara nova família na Espanha), estudou engenharia e trabalhou na empresa de tecnologia IBM, experiência que o ajudou a abrir uma empresa própria.

    Casado desde 1954 com Terezinha, Stern se diz afortunado por ter “filhos maravilhosos e uma mulher que é um ser humano invejável”. Não é um homem religioso. Acompanha política brasileira pelo noticiário e acha o presidente Jair Bolsonaro “um crápula” e “um bestalhão”, embora tampouco simpatize com o PT. Tem entre seus hobbies ler e escutar discos na vitrola.

    Nesta semana, ele viajou a Auschwitz para os eventos em memória dos 75 anos de libertação do campo onde ficou detido.

    Fonte R7 / G1 / History Channel / UOL

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  • Histórias de Vida: “Raul Veterinário” é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Histórias de Vida: “Raul Veterinário” é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Raul é um exemplo de superação e amor aos animais, à música e à vida!

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, Dia dos Médicos, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido veterinário Raul Ambrogi Neto.

    Raul e seus pais.

    Raul Ambrogi Neto é natural de São Paulo (SP) e trespontano de coração. Seus pais são Raul Ambrogi Filho (já falecido) e Josefina Augusta A. Ambrogi. Tem um irmão, chamado Emerson, que é dentista.

    Estudou na capital paulista e sempre apaixonado pelos animais cursou a faculdade de veterinária na cidade mineira de Alfenas. No início da década de 1990 começou a frequentar a cidade de Três Pontas e em 1993 iniciou seus trabalhos como veterinário.

    Trabalho

    Inicialmente montou, juntamente com outros profissionais, a extinta Clínica São Francisco de Assis, ao lado da Vila Vicentina. Depois foi contratado pela Cocatrel para cuidar de animais de grande porte. Veio na sequência a chamada Clinicão, que funcionou de 1997 a 2007. Posteriormente trabalhou como médico veterinário da Minas Agrícola. No ano de 2011 comprou a empresa e a transformou em Minas Pet Shop, para cuidar de animais de pequeno porte.

    Família

    No ano de 1996 casou-se com Gabriela Schiavon Araújo Ambrogi. Desse lindo relacionamento nasceram dois filhos muito amados: Miguel Schiavon e Isadora Schiavon Ambrogi. Uma família linda, feliz e muito querida na cidade.

    Dor Maior

    O saudoso Miguel, Raul e Isadora.

    O ano de 2004 reservou, certamente, a maior dor que um pai e uma mãe podem sentir. O casal Raul e Gabriela perdia seu filho. O lindo Miguel faleceu aos 8 anos de vida e o fato comoveu toda cidade de Três Pontas. “É uma dor que não há nem como explicar. É algo extremamente impactante e que nunca se cura, um buraco que nunca fecha. A gente apenas acostuma com esse vazio”, comentou Raul.

    Seguindo os Passos do Pai

    A filha Isadora, que nasceu em 18 de dezembro de 1997, seguiu os passos do pai, motivo que o deixa orgulhoso e emocionado. Isadora está cursando o sétimo período de veterinária e já trabalha com o pai em sua clínica particular, fazendo estágio.

    “É uma grande honra e orgulho ver minha filha se espelhar em mim. É uma gratidão a ela e também à vida em vê-la como veterinária”,  destacou.

    Raul e Isadora.

    Amor pelos Bichos

    A clínica de Raul conta atualmente com 8 funcionários, fora ele e a filha. Perguntado sobre toda sua trajetória cuidando dos bichos, Raul Ambrogi Neto disse que já cuidou de mais de 5 mil animais nesses anos todos. Chegou a assistir 33 fazendas.

    “Eu lido com os animais desde os 2 anos de idade e sempre tive muito amor por eles, por isso me realizei exercendo a profissão que escolhi e que sou apaixonado”, comentou Raul.

    “Minha casa é um verdadeiro zoológico, tenho vários animais lá. E posso afirmar que se não fosse pela família e pelos animais não tinha aguentado a perda do meu filho.”

    Esposa

    Raul e Gabriela.

    “Gabriela, posso dizer com toda certeza, sempre foi meu grande amor, meus braços, dando total apoio, na minha trajetória. É o meu verdadeiro porto seguro”, revelou.

    Música e Futebol

    Raul também tem outra grande paixão: a música. Sempre gostou de rock e de guitarras. Fez aula e chegou a tocar em uma banda. “A apresentação que fizemos na Praça Centenário, num evento da Apae, foi algo inesquecível. Estar no palco e ver o público interagindo com a gente é algo indescritível, uma energia maravilhosa.”

    Ele é torcedor do Corinthians. Tem como hobby viajar, embora o trabalho limite seu tempo.

    Receita

    “Para ser um bom veterinário é preciso que se faça tudo com muito amor e lembrar que ali, embora sem saber falar como nós humanos, existe uma vida que precisa de você, dos seus cuidados, amor e atenção.

    Sobre a vida, aprendi a ser forte para enfrentar as maiores dores e os momentos mais difíceis. Sei que tudo tem um significado e que nada vem em vão.

    Eu me vejo, hoje, como um cara simples, que procura fazer o melhor todos os dias da minha vida, em todas as áreas”, emendou Raul.

    Agradecimento

    “Tenho tantos agradecimentos para fazer. Mas especialmente quero citar minha mãe, minha esposa Gabriela e minha filha Isadora. Além deles um grande amigo chamado José Tarcísio de Resende. Meu primo Marco Túlio Ambrogi Prado, com quem comecei a trabalhar. E, por fim, ao meu irmão Emerson”, concluiu.

    Raul Ambrogi Neto é um dos veterinários mais queridos e competentes da cidade de Três Pontas. Uma pessoa boníssima, extremamente prestativo e humilde. Daquelas raras pessoas que não medem esforços para agradar, para ajudar.

    Sua história de superação e seus exemplos, traduzidos de forma mais categórica em sua filha Isadora, sua maior herança, falam muito de si, de quem é e do legado construído com muito suor, garra, lágrimas e sorrisos.

    Por toda sua importância para a cidade de Três Pontas, por tudo que já fez e ainda faz e, ainda, pelo exemplo de profissional, de marido, de pai e de amigo, Raul Ambrogi Neto é hoje, merecidamente, homenageado pelo Conexão Três Pontas que contou sua linda História de Vida.

    Esta homenagem ao Raul se encerra com uma frase de uma música de sua banda preferida, o Deep Purple: “Esperando pelo dia em que eu pegaria sua mão e cantaria canções para você.”

    Parabéns!

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  • Histórias de Vida: “Sandro Fotógrafo” é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Histórias de Vida: “Sandro Fotógrafo” é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Sem ganhar nada, ele registra em fotos a cidade de Três Pontas com muito amor.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, Dia dos Médicos, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido Sandro Reis de Mesquita, o Sandro Fotógrafo Amador.

    Sandro Reis De Mesquita, para muitos o “Sandro Fotógrafo” é uma daquelas pessoas “desapegadas”, que procura estar sempre à disposição dos outros e que se dedica de forma voluntária, sem vislumbrar lucro ou recompensa material. É assim no seu trabalho como fotógrafo, sem nenhuma ajuda, registrando a cidade de Três Pontas, ruas, casas, praças, jardins, monumentos, pontos turísticos, como nenhum outro. Desde imagens grandes, abertas, complexas, até coisas menores, que as vezes passam despercebidas pela grande maioria dos cidadãos, mas não por ele.

    Sandro nasceu no dia 09 de Outubro de 1956. É filho de Maria Ivone Reis Mesquita e Francisco José Velloso de Mesquita (Tininho). Tem 5 Irmãos.

    Profissionalmente exerceu a função de bancário e também atuou no transporte escolar. Mas sua paixão sempre foi a fotografia. Assim como os cães também são fundamentais em sua vida.

    “Sempre gostei de cães e de fotografar”, afirma Sandro.

    “Comecei a fotografar minha terra natal, desde quando comecei a usar o Facebook. E não parei mais”, complementa.

    Sandro já perdeu as contas de quantas fotos já fez, mas é notório que nenhum profissional da fotografia se dedica tanto em registrar Três Pontas e seus detalhes como Sandro. E tudo isso sem apoio de ninguém. É tudo de forma voluntária. Mas seu trabalho merece mais reconhecimento e apoio. Quem sabe algum empresário ou profissional liberal, alguma entidade ou órgão desperte o olhar para o trabalho deste fotógrafo e resolva patrociná-lo ou até ceder uma máquina fotográfica de boa qualidade para que as imagens fiquem ainda mais perfeitas.  Muitas pessoas usam suas fotografias, salvam, compartilham e publicam dentro dos seus interesses e necessidades. Sandro não cobra um centavo sequer de direitos autorais.

     

    Sandro atualmente enfrenta algumas dificuldades financeiras, principalmente para cuidar de seus “filhos caninos”, como se refere aos seus cachorros. “O povo de Três Pontas me ajuda com cestas básicas, alimentação para mim e rações para os meus animais”, revela.

    Ele mora sozinho, é solteiro e não tem filhos.

    Em sua página no Facebook Sandro se define como “Um humilde fotógrafo trespontano bem amador, que mostra sua terra natal, o que ela tem de melhor e mais bonito e aquilo que poderia ser melhorado, sem ofender ninguém!”

    Atualmente está desempregado, não tem renda e aguarda com ansiedade os dois anos que faltam para conseguir sua aposentadoria.

    Ele se tornou uma espécie de “porta-voz de Três Pontas através de seus clicks competentes e feitos, um a um, com muito amor”. Sandro desempenha, desta forma, um papel muito importante para nossa cidade. Assim como o historiador Paulo Costa Campos, que conta nossa história e de nossos ancestrais como nenhum outro, Sandro registra tudo, com olhar clínico, sensibilidade apurada. É o nosso “historiador em fotos”.

    Foto da Matriz Nossa Senhora d’Ajuda, tirada por Sandro.

    Por toda sua dedicação, amor aos animais e à fotografia, por se doar para Três Pontas, perpetuando fatos em fotos, flores, asfalto e construções, acima de tudo, por ser uma pessoa de caráter, boa índole e amável com todos, pela humildade e relevância de seu trabalho voluntário, hoje, merecidamente, Sandro Reis de Mesquita, é homenageado, tendo sua História de Vida contada pelo Conexão Três Pontas. Parabéns!

    Veja algumas fotos tiradas pelo fotógrafo amador Sandro Reis de Mesquita:

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  • Tributo: Conexão reexibe Histórias de Vida em homenagem ao eterno Paulo Marinho

    Tributo: Conexão reexibe Histórias de Vida em homenagem ao eterno Paulo Marinho

    Maior colunista social da história de Três Pontas, faleceu hoje.

    No dia 20 de novembro de 2018 0 Conexão Três Pontas contou a História de Vida de Paulo Marinho. O colunista Social ficou imensamente feliz e hoje, no triste dia de sua morte, em mais uma homenagem, reexibimos o quadro…

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história da colunista social Paulo Marinho, querido por todos.

    Paulo Marinho é filho de Maria da Conceição Marinho e José Marinho de Queiroz. Tornou-se o principal colunista social de Três Pontas, o precursor, aquele que abriu caminho para outros. Iniciou seu trabalho há mais de 30 anos, escrevendo para o jornal Correio Trespontano.

    Para Paulo Marinho, “trabalhar como colunista social é elevar a sociedade como um todo. Os eventos, fatos, momentos marcantes que todos querem saber. Levando a cada leitor o entretenimento, as notícias e as fofocas de quem se destaca ou está prestes a brilhar”.

    Sempre cultivou amizades e teve como preocupação o respeito às pessoas, não denegrindo a imagem da pessoa em foco. Através de seu trabalho, ao longo dos anos, beneficiou algumas entidades filantrópicas.

    Arquivo: Família Correio Trespontano e Paulo Marinho.

    Paulo Marinho ficou conhecido pela criação de alguns bordões, dentre eles o “cavalo não desce escada”. Relembre outros:

    _ Evita Perón, a nossa linda e eterna diva, a ex-prefeita Adriane Barbosa de Faria Andrade…

    _ Paulo Luiz Rabello, o Poderoso Chefão…

    _ O Big Star Gilson Ximenes Abreu…

    _ O Gato Angorá Dudu de Paula…

    _ O Coração Valente Dr. Glimaldo Paiva…

    _ A Pequena Notável Gilceia P. Carvalho…

    _ A Diva Wilmara…

    _ O Mago da Dentística Restauradora Dr. Rodrigo Otávio…

    _ O Mago da Urologia Dr. Danilo Miranda Mesquita…

    Paulo Marinho e as amigas Simone e Joana.

    Outro que também sempre ganhou destaque através do colunismo social de Paulo Marinho foi o querido médico trespontano Dr. Pablo Girardelli.

    Paulo Marinho também realizou a entrega de prêmios, homenagens a personalidades. “No decorrer da minha trajetória criei o Troféu Evidência, que homenageou personalidades da cidade de Três Pontas e região”, relembrou. Seus eventos eram extremamente concorridos e muitos adoravam fazer parte da Coluna do Paul. Coluna em plena atividade até hoje.

    João Veiga, proprietário do Correio Trespontano, e Paulo Marinho

    O colunista social lembrou daqueles que foram importantes na sua trajetória: “A Família do Correio Trespontano tem todo meu carinho, agradecimento e respeito”, pontuou.

    Paulo Marinho continua escrevendo e tem seu nome marcado na história do jornalismo trespontano. Apesar de alguns problemas de saúde mantém o bom humor e o foco no trabalho. “Sempre trabalhei com o respeito ao próximo como individualidade, privacidade e integridade. Sobre os novos colunistas digo que a minha visão sobre os outros não interfere em nada, pois cada um se faz profissional se baseando no seu caráter. E pretendo continuar escrevendo enquanto tiver lucidez.”

    Os colunistas sociais Mauro Bueno e Paulo Marinho.

     

    Os colunistas sociais Paulo Prado e Paulo Marinho.

    SONHO

    “ Um sonho que ainda tenho é atravessar a ponte do Brooklin (Estados Unidos) e conhecer o local onde foi gravado o filme Os Embalos de Sábado a Noite”, concluiu.

    Paulo Marinho: uma vida dedicada ao colunismo social, à notícia, informação e verdade. Por toda dedicação e respeito, ética e competência, é homenageado aqui pelo Conexão Três Pontas.

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    Roger Campos

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  • Histórias de Vida Especial de Natal: “Dimel – Dr. Mengo” é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Histórias de Vida Especial de Natal: “Dimel – Dr. Mengo” é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Solidário e preocupado com os mais necessitados, Dimel é um grande exemplo de ser humano.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, Dia dos Médicos, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido “palhaço, voluntário do bem” Edilson Vítor da Silva, o Dimel (Dr. Mengo).

    Enquanto estávamos escrevendo esta homenagem, na noite de hoje (26) o homenageado estava com sua turma do Trespontalhaços (Doutores Palhaços) em mais uma missão na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Ou seja, o trabalho social que Dimel e seus parceiros e parceiras desenvolvem não tem descanso, férias ou tempo ruim. A solidariedade é a mola mestra da vida desse jovem guerreiro, que é o destaque do Histórias de Vida Especial de Natal.

    Natal é alegria, é reconciliação, é união com a família. É sorriso. É nascimento de Jesus. E Ele veio para nos dar vida e alegria em abundância. Nosso homenageado de hoje também se dedica a levar um sorriso, uma ajuda, um abraço, uma mão estendida a muitos que precisam, nas mais diversas frentes de trabalho.

    Edilson Vitor da Silva, popularmente chamado de Dimel (Dr Mengo), nasceu em 21 de agosto de 1976. É natural de Poços de Caldas e se orgulha de ter recebido, merecidamente, o Título de Cidadão Honorário Trespontano. É filho de Vicente Paulo da Silva e Maria Luisa de Brito Silva. Seus avós paternos são Maria José Pereira da Silva e José Avelino da Silva. Já os maternos são Odete dos Reis Campos e Sebastião Xavier de Brito.

    Tem três irmãos: Elcio Paulo da Silva, Emerson Henrique da Silva e Elaine Perrone da Silva, já falecida.

    Cursou o segundo grau na Escola Estadual Deputado Teodósio Bandeira. Trabalhou na antiga Cambucy S.A. (Penalty), na Farmácia Ouro Verde e como autônomo na função de motoboy. Atualmente comanda a empresa VPS TURISMO, atuando co setor de Vans.

    É casado com Juliana Ribeiro de Miranda Silva desde o dia 25 de outubro de 1996.

    De um coração que não tem tamanho, Dimel é muito querido na cidade por todo envolvimento com os trabalhos sociais e também com a bandeira do time que tanto ama: o Flamengo.

    PROJETOS SOCIAIS

    Fundou em 01/10/03 o FLA-MINAS que em 2008 se tornava EMBAIXADA DA NAÇÃO, reconhecida pelo Flamengo. Desde então sempre desfilou no Carnaval trespontano. Também tem o FLA-MINAS Futsal atuando em categorias de base, voltado ao social, tirando crianças da rua e da marginalidade para praticar esporte, disputando competições como a Copa do Trabalhador e jogos abertos sulmineiros.

    Também realiza anualmente o projeto Futebol Solidário onde os Amigos da Embaixada FLA-MINAS e Amigos do Sargento Maxsuel se juntam e ajudam muitas pessoas através da arrecadação de donativos num jogo festivo no Campo do TAC.

    Ao lado de Zico, maior ídolo do Flamengo.

    Incentiva e apoia diversas praticas esportivas, de variadas modalidades.

    Também empresta muletas, cadeiras de rodas, cadeiras de banho, tipoias, botas ortopédicas a quem precisa. Ainda junta lacres de alumínio, tampinhas de garrafas e tampinhas plásticas que são revertidas na aquisição desses materiais.

    Mas o projeto que mais encanta o jovem Dimel é o TRESPONTALHAÇOS – DOUTORES PALHAÇOS, que foi fundado em 17/03/18, que visita doentes nos hospitais, na Vila Vicentina e em outros locais, sempre levando alegria, alento, carinho e esperança àqueles que estão fragilizados e sofrendo.

    “Era um sonho antigo que graças a Deus está em prática e consiste em levar amor e alegria, onde temos três pilares importantes: Evangelização, Humanização e Musicalização.

    Desenvolvemos esse trabalho no Hospital São Francisco de Paula e no PAM toda terça feira. Na Vila Vicentina sempre aos sábados de 15 em 15 dias, além de visitas a acamados, creches do Município, etc.

    Já estivemos na Missa na Igreja Nossa Senhora D’Ajuda, participamos da Semana de Prevenção de Acidentes com Pacientes do Hospital de Três Pontas. Participamos do Dia da Família em Varginha, realizado pela Escola de Enfermagem São Lucas e Sesi. Visitamos a ala oncológica do Hospital Bom Pastor de Varginha”, destacou Dimel.

     

    Apesar de ainda jovem, Edilson Vítor da Silva, o Dimel, tem um rastro de infindáveis trabalhos sociais realizados. É uma daquelas raras pessoas que fala pouco e faz muito. As vezes em silêncio, tirando do próprio bolso. Importante destacar QUE TODA AJUDA É BEM VINDA aos trabalhos sociais encabeçados por Dimel. As dificuldades são enormes, assim como a demanda.

    Quem conhece e convive com Dimel só faz elogios, só fala com carinho e orgulho da pessoa boníssima, do ser humano ímpar e de toda a sua dedicação em favor dos menos favorecidos.

    Por isso, o Conexão Três Pontas fez questão de homenagear Edilson Vitor da Silva contando sua linda História de Vida. Seguramos sua história até o Natal, para ser ainda mais especial, afinal Dimel é uma pessoa especial, diferenciada, que torna cada semelhante especial também. Natal é amor, Dimel é um missionário do amor e solidariedade!

    O Conexão Três Pontas estende homenagens a todas as pessoas que participam ativamente dos trabalhos sociais do jovem Dimel e em especial aos anjos chamados Trespontalhaços – Doutores Palhaços. Parabéns Dimel e a cada um de vocês legítimos doutores da vida, doutores do amor, doutores da fraternidade!

    Pra vocês e em especial ao Dimel minha admiração, meu respeito e meu aplauso. Como na linda canção “Sonhos de um Palhaço”, de Antônio Marcos, eu reverencio todos vocês, todos os maravilhosos palhaços do bem:

    “Vejam só
    Que história boba eu tenho pra contar
    Quem é que vai querer me acreditar
    Eu sou palhaço sem querer

    Vejam só
    Que coisa incrível o meu coração
    Todo pintado e nessa solidão
    Espera a hora de sonhar

    Ah, o mundo sempre foi
    Um circo sem igual
    Onde todos representam bem ou mal
    Onde a farsa de um palhaço é natural

    Ah, no palco da ilusão
    Pintei meu coração
    Entreguei, entreguei amor e sonhos sem saber
    Que o palhaço pinta o rosto pra viver”

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  • Histórias de Vida: Enfermeira Giovania Rabello é homenageada pelo Conexão Três Pontas

    Histórias de Vida: Enfermeira Giovania Rabello é homenageada pelo Conexão Três Pontas

    Mulher de muita fé e alegria, é querida por todos na cidade.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, Dia dos Médicos, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história da querida enfermeira Giovania Rabello.

    Giovania Rabello Pereira, nasceu em em 16 de outubro de 1963, na cidade de Três Pontas – MG. É filha de José Rabelo e Marta Maria Pereira Rabelo. É a irmã mais velha de cinco irmãos sendo eles: Giane, Gislene, Gilson e Gilberto.

    Casou em 26 de outubro de 1986 com Edemil Donizete Pereira. É mãe de Maxwuell Rabelo Pereira e Betiani Rabelo Pereira Carvalho. Tem uma netinha de 5 anos de idade, o “xodó da vovó”, chamada Laura Prado Rabelo.

    Formada em enfermagem no ano de 1986 pelo EFOA de Alfenas, hoje conhecida como UNIFAL, trabalhou na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, no Centro de Saúde do bairro Catumbi, na Policlínica e no PAM – Pronto Atendimento Municipal da cidade de Três Pontas.

    Aposentou-se em novembro de 2018 e atualmente atua como secretaria adjunta de Saúde. Sempre se destacou e ficou conhecida pela generosidade, pelo amor a profissão e pela forma carinhosa como atendeu todos os pacientes, sem distinção, se doando ao máximo. Muito querida por todos na cidade, Giovania é um exemplo para muitas jovens que se iniciam nos cursos de enfermagem e que buscam uma trajetória de sucesso como a dela.

    Merecidamente recentemente foi homenageada na Câmara Municipal de Três Pontas.

     

    Como hobby adora cantar, ler bons livros e estar entre os seus muitos amigos.

    “Hoje me sinto realizada e com o dever comprido, em ter me doado durante esses 32 anos nesse trabalho lindo que é a enfermagem, amo cuidar, acolher e estar presente nos momentos de alegria e de dificuldade. Espero ter contribuído em amenizar as dores das pessoas que um dia precisaram de mim”, comentou.

    Destaca-se ainda por ser uma pessoa de muita fé e extremamente bem humorada, divertida, alegre, sempre rodeada de amigos, de música e das coisas boas da vida.

    Por toda trajetória de amor e muito conhecimento, de dedicação, noites e horas a fio, jornadas exaustivas, a luta incessante pela vida, sempre voltando pra casa com a sensação do dever cumprido, colecionando bons resultados e amizades, deixando um importante legado em nossa história dentro da saúde do Município, hoje, merecidamente, o Histórias de Vida do Conexão Três Pontas é todo dedicado à Giovania Rabello. Parabéns!

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  • Estudantes trespontanos são homenageados na ALMG

    Estudantes trespontanos são homenageados na ALMG

    Comissão de Educação entrega, em três reuniões, votos de congratulações pela participação em concursos de conhecimento.

    A participação de estudantes e professores de escolas estaduais mineiras em concursos de conhecimento está sendo celebrada em três reuniões da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). As homenagens foram requeridas pela presidenta da comissão, deputada Beatriz Cerqueira (PT).

    Duas competições das quais os estudantes e professores participaram são internacionais.

    Na segunda-feira (16), às 14 horas, no Auditório José Alencar, a Comissão de Educação entregou diplomas referentes ao voto de congratulações à professora trespontana de matemática, Tamires Maria Brito Silva, e aos alunos do 8º ano do ensino fundamental II da Escola Estadual Monsenhor João Batista da Silveira, de Três Pontas.

    Eles foram homenageados pela participação na Olimpíada Internacional de Matemática Sem Fronteiras, realizada na cidade de Chiang Mai, na Tailândia.

    Relembre o caso

    Os Alunos da Escola Estadual Monsenhor João Batista da Silveira, que conseguiram, não apenas realizar o sonho de participar da Olimpíada Internacional de Matemática sem Fronteiras, na cidade de Chiangmai, na Tailândia, mas também conquistar o terceiro lugar, trazendo o bronze, com sabor de ouro, foram homenageados na abertura do Fenac, em Três Pontas.

    Desde que o resultado histórico foi anunciado pelas redes sociais, Três Pontas entrou num clima de euforia, festa e, principalmente, muito orgulho. Centenas de pessoas comentando a façanha, o brilhante resultado que serve de motivação para todos os estudantes do município, ainda mais pelo fato dos nossos representantes serem de escola pública.

    Primeiro vieram as campanhas no sentido te tentar levantar os recursos necessários para a viagem e participação dos trespontanos na competição internacional. Depois, já com as medalhas conquistadas, vieram os apelos para que eles (alunos, professora e diretora) fossem homenageados.

    Conexão Três Pontas, que inicialmente publicou uma lista sugestiva de empresas que poderiam entrar na campanha com doações em dinheiro, agora, após o bronze, vem pedindo que sejam feitas carreata e desfile em carro aberto com esses guerreiros e guerreiras. E durante uma entrevista ao vivo, realizada na manhã da quinta-feira (22), nosso jornalismo pediu publicamente ao Secretário Municipal de Cultura Alex Tiso, ao Prefeito Marcelo Chaves Garcia e à direção da TV Alterosa (detentora do Fenac) que viabilizassem a participação desses medalhistas no palco do Festival para serem apresentados e aplaudidos pelos trespontanos que ali representariam toda população.

    O resultado do pedido não poderia ser melhor, tanto na questão da adesão popular, que reforçou o coro, quanto no resultado obtido e revelado na manhã de 23 de agosto pelo Secretário Alex, que confirmou na ocasião a participação dos alunos do Monsenhor Silveira, à partir das 21 horas daquele sábado, na abertura da segunda noite do Festival Nacional da Canção em Três Pontas.

    Depois aconteceu a homenagem em forma de desfile no carro do Corpo de Bombeiros. E agora esta homenagem pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais.

    Outros Homenageados

    Na terça-feira (17), às 9 horas, no Auditório do andar SE do Palácio da Inconfidência, receberam diplomas de voto de congratulações os alunos da Escola Estadual Ilídio da Costa Pereira, de Divinópolis (Centro-Oeste de Minas), e seus professores orientadores. Eles conquistaram o 1º lugar da Mostra Técnica de Projetos (MTP), realizada em Lima, no Peru.

    O projeto apresentado pelos estudantes de Divinópolis tem o nome de “Irrigação Automática e Eficaz” e trata da irrigação sustentável na agricultura.

    Nesta quarta-feira (18), às 9 horas, no Plenarinho II, a Comissão de Educação entregará os diplomas de voto de congratulações com as alunas Elena Pereira Martins e Maria Fernanda Laje e com o professor Hailisson Rodrigo Ferreira, da Escola Estadual Padre Vidigal, de Nova Era (Região Central). Eles receberam medalhas de ouro na Olimpíada Itabirana de Matemática, realizada em Itabira (Região Central).

    Fonte: ALMG

     

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