Tag: Colunistas

  • A SEGUNDA METADE DA VIDA por Juarez Alvarenga

    A SEGUNDA METADE DA VIDA por Juarez Alvarenga

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            As construções de nossas vidas são intermináveis.E sua solidez é proveniente dos erros consertados no seu desenrolar. Perfeição deve ser uma busca e não um resultado real.

            Na primeira fase da vida temos entusiasmo sem experiência. Agimos mais com o instinto do que com a inteligência. As estratégias nascem do coração e sua vinculação com os sonhos camufla a possibilidade de acertos.

            Absorvemos o arco íris com intensidade e os nossos problemas serão desfeitos na velocidade das nuvens passageiros. Inocentes nas ações e milionários de sonhos só podem  dar num céu imaginário. Com o desenrolar de nossas vidas somos obrigados confrontarmos as fragilidades de nossos sonhos com a consistente realidade. Esta não entra em nós de uma vez. Cada utopia morta faz ressurgir uma fonte intensa que caminha velozmente em direção ao riacho ainda raso.A perda dos sonhos nos entristece como a absolvição da realidade nos agiganta.

            Se a primeira fase da vida é de plantar sem planejamento a segunda é de colher.

            Sabemos da existência da fruta da melancia. Sua parte superior é doce e gostosa ao caso que a base é amarga. Não devemos ser voraz consumidor da parte superior na primeira fase da existência.Temos que ser comedido deixar para segunda fase resquícios substanciais para enfeitar nosso fim.

            Primeiro tem que conscientizar que somos responsáveis pela produção da parte superior da melancia.Nós devemos fazer sua logística e nós mesmos devemos plantar. Na vida não existe melhor plantador do que nós mesmo,pois somos responsável direto de nosso destino.

            Sabemos que não devemos abdicar da base da melancia, porém ela é inevitável cabe então degustar com resignação.

            Não existe ainda na vida melancia transgênica, ou seja, só com a parte superior ou só com a parte inferior. Algumas existências têm predominância de uma ou outra,mas nenhuma é isenta de ambas.

            A proporção será como temperamos nossas vidas individuais. A possibilidade de uma colheita com maior densidade da parte superior dependerá de varias condicionantes inclusive de nosso tempo interior.

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            Amaldiçoar a existência por achar que esta é só constituída da base da melancia é ser construtor permanente de canteiros inférteis.

            Se a primeira fase da vida foi só de sonhos e a segunda sem resultados cabe acreditar numa terceira fase transcendental onde recebemos a melancia como dádiva, sem trabalho e também só com a parte superior gostosa e doce.

            Enquanto permanecermos na segunda fase e balsamo existencial não aparecer devemos ser piratas do otimismo e da ação.Acreditar sempre que o tempo é bom para plantar e que a parte superior compensa a inferior.

            Se você está na segunda fase da vida só saboreando a parte amarga perceba que existem ainda muitos canteiros vazios e que o sol nasce todos os dias para você iniciar uma nova plantação.

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    Juarez Alvarenga

  • CRÔNICA: FOGO NO RABO por Roger Campos

    CRÔNICA: FOGO NO RABO por Roger Campos

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    O que leva uma pessoa a, por brincadeira, prazer, loucura ou irresponsabilidade, atear fogo em matas e florestas, terrenos e matos? Será o prazer de ver tudo se destruindo? Será a sensação de estar espalhando aquela fumaça tóxica por casas, ruas e bairros afetando diretamente a saúde das pessoas e a vida animal?

    Animais! Verdadeiras bestas! Absolutamente irracionais. Está cada vez mais comum nos depararmos com um véu de fumaça cinza cobrindo nosso céu. São as queimadas criminosas que se multiplicam feito coelho.

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    Em Três Pontas o caso já passou dos limites. Todos os dias a Guarda Municipal, a PM e até o SAMU recebem denúncias. Ontem (terça-feira, dia 08) um incêndio de grandes proporções foi deflagrado no bairro Vivendas do Bosque e precisou de intervenção urgente. Poderia ter atingido várias casas. Mais e aí?

    Testemunhas relataram que foi um delinquente de 13 anos quem ateou fogo no local. Se pra um adulto esse tipo de crime praticamente não dá nada, imaginem pra uma “criança” (coitadinha né)? É a impunidade que impera. E falta de educação que reina, a decência que agoniza, a vagabundagem que assombra. Até quando???

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    Pais não conseguem mais educar seus filhos e transferem isso para professores. Professores, coitados, ferrados e mal pagos, literalmente, são agredidos por alunos e até por pais de alunos que deveriam dar exemplo e impor limites aos seus rebentos. Tudo errado!

    Ah, mas pra que iremos nos preocupar com quem está colocando fogo nas matas não é mesmo? Isso é bobagem! Afinal de contas já colocaram fogo até numa escola em Três Pontas e os delinquentes juvenis estão aí, soltos, rindo da nossa cara e certamente armando mais alguma “brincadeirinha inflamável”.

    Felizmente contamos com profissionais do mais alto nível na Guarda Municipal, PM, SAMU e nos Anjos Socorristas Voluntários, que garantem nossa segurança e bem estar. Esses merecem, em época de olimpíada, várias medalhas.

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    Falta de punição e excesso de fogo no rabo. Oh gente à toa com fogo no rabo! Arrumem um trabalho! Ou então chegará num ponto que a sociedade, cansada, estupefata, começará a fazer justiça e apagar o fogo no rabo desses bandidos com as próprias mãos e mangueiras…

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    Bombeiros: 193

    SAMU: 192

  • PALAVRAS DE DEUS: Vocação: Um chamado para a vida – Pe. Ednaldo Barbosa

    PALAVRAS DE DEUS: Vocação: Um chamado para a vida – Pe. Ednaldo Barbosa

     

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    A vocação é uma palavra muito significativa em nosso idioma. Um dos seus sentidos mais importantes é o que expressa o chamado que recebemos para experenciar a vida: dom de Deus que nos coloca em contato com o mundo, que nos faz pertencer a uma família e a uma comunidade e que nos dá a chance de construir a nossa própria história. Por isso podemos dizer que existir é a mais importante vocação.

    Como dom inestimável de Deus, a vida não pode ser encarada nem vivida de qualquer forma. É preciso que ela seja um projeto que parta do próprio projeto divino, isto é, que ela seja vivida a cada dia com intensidade, com dignidade e com amor. Sem dúvidas, poderíamos comparar essa vocação essencial que temos à parábola evangélica do tesouro no campo (Lc 13, 44). Quando descobrimos algo valioso, damos tudo o que temos para possuí-lo. Esse bem essencial, pela misericórdia de Deus, já nos foi concedido. Todos nós possuímos o tesouro valioso, cabendo-nos, assim, o dever irrenunciável de cuidar dele e desenvolvê-lo da melhor forma possível.

    Por não darmos uma justa valorização à vida, existem hoje muitas posturas e “filosofias” que apequenam a nossa existência e tentam apagar a beleza e a importância dessa vocação essencial. Os meios de comunicação social são, em parte, promotores de uma visão deturpada da vida quando incentivam o consumismo, o erotismo do corpo, a exclusão de pessoas, o abuso da liberdade e propagam uma cultura de morte, que é o oposto radical da que promove a vida digna para todos. A religião também poderá ser um mecanismo não vocacional se ela deixar de contribuir para a formação integral de uma pessoa humana consciente e que viva em harmonia com as “coisas da terra e do céu”. Alienar a pessoa de sua vida presente é tirar-lhe o direito de construir história e de realizar-se vocacionalmente.

    Família e vocação à vida são duas concepções inseparáveis. Ninguém poderá fazer a experiência do mundo se antes não for acolhido no seio de uma família. Podemos, desse modo, afirmar contundentemente que a família é onde essa vocação essencial é promovida, incentivada, amada e desejada com intensidade. Toda vez que pessoas decidem se unir em família, acontece a construção de pontes para a promoção e surgimento da vocação essencial ao existir. Ora, nessa lógica pode-se dizer que, ao se atacar e ferir a família, consequentemente se estará imprimindo fortes golpes à vocação à vida.

    A comunidade autêntica e humanizada é também um local privilegiado para a concretização da vocação existencial. Pensadores antigos já afirmaram que nós somos seres comunitários, por isso dependemos uns dos outros para que a nossa vida seja melhor e ganhe mais sentido. Pessoa alguma se realizará profundamente enquanto ser que existe no mundo da vida se optar pelo isolamento, pelo egoísmo e pela renúncia às relações interpessoais. Jesus afirma que ninguém acende uma lâmpada para colocá-la embaixo da cama (Mt 5, 15), ou seja, possuir o dom maravilhoso e deixá-lo trancafiado dentro de um mundinho irrestrito e de pouco acesso é um desperdício. Viver significa também conviver!

    Reconciliar-nos com a vida é uma meta a que todos deveríamos visar, pois vida bem vivida é sinônimo de felicidade, de realização e  de vocação autêntica. O mês de agosto é um ótimo tempo para refletirmos sobre como está a nossa vida e sobre o que podemos fazer para torná-la melhor e mais humana. Uma boa dica é nos aproximar de Jesus, pois poderemos encontrar Nele o verdadeiro sentido da existência, tesouro valioso, que não se desgasta com o tempo, porque Ele mesmo nos diz: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. (Jo 14, 6). Uma vez encontrado esse sentido, nada de egoísmo, temos uma comunidade inteira que espera ser vocacionalmente realizada também. E essa é a nossa segunda vocação: cuidar dos outros!

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    Padre Ednaldo Barbosa

    Pároco da Matriz – Três Pontas

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    Paroquia

  • SERÁ QUE “SOMOS TODOS SACERDOTE”? por ROGER CAMPOS

    SERÁ QUE “SOMOS TODOS SACERDOTE”? por ROGER CAMPOS

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    As redes sociais incorporaram o grito dos excluídos e dos marginalizados em diversas causas importantes e eu aprovo, bato palma, reconheço e incentivo. Em outros casos gente sem saber do que se tratava simplesmente pegou carona em ondas, “modinhas” que vêm e vão só pra ficar bem na foto, literalmente.
     
    Lembra quando os terroristas atacaram o jornal francês que fazia charges apelativas contra Maomé? Aí o mundo inteiro nas redes sociais e nas ruas abriu faixas, mudou as fotos de perfil dizendo “Somos todos Charlie Hebdo!”. Legal, bacana, muito bom”.
     
    Em defesa dos direitos dos gays (mais do que justo) muitos coloriram a foto do perfil com o arco-íris. Bacana, legal, muito bom!
     
    Aqui no Brasil quando teve aquele trágico acidente ambiental da Samarco que devastou Mariana e matou muita gente muitos brasileiros colocaram a foto do perfil em tom marrom, como se estivesse cheia de lama, assim como a cidade. Bela atitude! Muito bom, bacana, legal.
     
    Isso já se repetiu em dezenas de outras ocasiões. Mais do que certo! Bacana, muito bom, legal.
     
    Mas até hoje não vi comunidades defenderem com tanto ardor as coisas de Deus, religiosos cristãos (católicos e evangélicos) que são queimados vivos, assassinados, decapitados e mutilados simplesmente por seguirem a Jesus, como na África e no Oriente Médio. Nunca vi nas redes sociais, nas ruas e também na cobertura sensacionalista da imprensa campanhas com o tema “SOMOS TODOS CRISTÃOS” ou “SOMOS TODOS FILHOS DE DEUS”.
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    E hoje, mais uma vez, um horror, um ato brutal, macabro, uma monstruosidade contra um ser humano. Um velhinho. Um Religioso. Um sacerdote de 86 anos que foi decapitado pelo Estado Islâmico.
     
    Tá na hora! Cadê a divulgação nas redes sociais “SOMOS TODOS SACERDOTE” ou “SOMOS TODOS “PADRE JACQUES HAMEL”.
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    A verdade é que o ódio e a intolerância está tomando conta do mundo. O amor está morrendo. Qualquer coisa hoje em dia é motivo para disseminar a ira, o ódio, a inveja, a vingança. O mal está em todo lugar. Inclusive dentro de muitas igrejas que pregam o Santo Nome de Deus em vão.
     
    Caluniam, fazem maledicência, não respeitam ninguém, nem pai, nem mãe, nem professor e nem um padre de 86 anos. Mas Padre Jacques será mais um mártir da Igreja, alguém que viveu, deu a vida e derramou o próprio sangue em defesa de Jesus. E o Pai não esquece.
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    Eu já mudei minha foto do perfil, não pra ficar bem na foto, mas por viver aquilo que acredito e tenho fé. Cada um faz da sua vida o que quiser, claro. Isso é a tal democracia que dizem existir e que muitas vezes me sinto apedrejado por não respeitarem meus pontos de vista e meu livre direito de expressão. Falam em pluralidade, mas da boca pra fora. O que vale é só a vontade própria, o próprio ego e seus interesses pessoais. Como católico, como cristão, não da boca pra fora e nem por conveniência, estou de luto e digo…
     
    “SOU PADRE JACQUES HAMEL”

  • POLITICA TRESPONTANA: FAIXA DE GAZA Por ROGER CAMPOS

    POLITICA TRESPONTANA: FAIXA DE GAZA Por ROGER CAMPOS

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    ELEIÇÕES Logo reportagem

    As eleições em Três Pontas sempre foram ardidas, apimentadas. Embora a cidade seja de interior e até pouco tempo atrás apresentasse um clima bucólico de tranquilidde, em épocas de corrida eleitoral municipal as coisas sempre ferveram, saíram dos trilhos. E para este ano, tudo indica, as coisas piorarão drasticamente, já que o pleito poderá ter, em lados opostos, dois irmãos que, todos sabem, são mais que adversários políticos. É como a Faixa de Gaza, de um lado os judeus e do outro os palestinos.

    Três Pontas nos últimos 20 anos assistiu dois grupos políticos se alternando no poder. De um lado os apadrinhados pelo ex-senador Clésio Andrade e agora pelo deputado Diego Andrade; e de outro os opositores aos “Andrade” liderados pelo atual prefeito Paulo Luís Rabello que, apesar de estar do outro lado da moeda, venceu a primeira eleição à Prefeitura justamente apoiado por Clésio, marido da ex-prefeita Adriene Barbosa de Faria Andrade.

    Quando um está no poder o outro grupo é oposição ferrenha. E muitas vezes extrapola os limites da ética, da competição saudável e da moralidade. Acusações pessoais, pesadas, que atingem toda família estão sempre pipocando. Postagens não assinadas, panfletos apócrifos cheios de maldade e ódio jogados nas madrugadas. Sempre foi assim. Esse perfil é comentado em outras cidades. “Nossa lá em Três Pontas a política é pesada, coisa de coronelismo. Ninguém quer largar o osso. Quem sai quer voltar e quem está quer se manter, custe o que custar. E diante dessa briga de EGO quem sempre perde é a cidade”, me disse um deputado famoso na região.

    E agora tudo tende a chegar num patamar de guerra mesmo, declarada e viril. Tudo caminha para termos de um lado o atual prefeito Paulo Luís Rabello disputando sua reeleição e de outro, talvez na função de vice do Dr. Luiz Roberto, seu irmão de sangue, Dr. Francisco Eustáquio Rabello. Ou seja, uma conhecida briga de família ganhando as ruas, vielas, becos e esquinas da cidade, uma lavação de roupa suja em público. Algo perigoso e triste. Uma granada prestes a explodir, transformando Três Pontas durante o pleito eleitoral numa verdadeira Faixa de Gaza, isolando e confrontado dois grupos, dois irmãos, uma mesma família, apenas pela busca do poder. É o mesmo sangue que jorrará. E certamente a cidade, seu povo e suas necessidades não estarão de fato em primeiro plano.

    Até para escrever essa crônica me senti pisando em ovos. Desconfortável. Porque admiro a pessoa do prefeito Paulo Luís, admirava o Dr. Francisco Eustáquio enquanto Superintendente da Polícia Civil, sou muito amigo dos irmãos Sóter e Sócrates (Sotinha) e ainda das irmãs. É chato meter a colher na família dos outros. Mas como se trata dos rumos de Três Pontas os limites da fronteira foram quebrados e não por mim, por eles próprios.

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    O Prefeito Paulo Luís Rabello e seu irmão, adversário político, Dr. Francisco Eustáquio.

    O PMDB confirmou hoje domingo (24) em sua convenção municipal que Francisco Eustáquio Rabello é o nome do partido para, possivelmente, formar chapa com Luiz Roberto, contra seu irmão Paulo Luis Rabello. Será que o melhor para Três Pontas que clama por mais saúde, educação, segurança e emprego é assistir de camarote essa propagação de uma briga familiar? E como ficam os demais membros dessa família decente e que muito já fez pela cidade?

    Isso sem falar na memória do pai de Paulo e Francisco. Saudoso Antônio Astrogildo Rabello, um homem íntegro, que trabalhou por décadas em seu cartório e que deixou um nome limpo e uma memória ilibada.

    Sem esquecer de Dona Rogéria Mesquita Rabello, também saudosa, responsável direta pela beatificação de Padre Victor, tia dos irmãos e adversários políticos.

    Como ficará essa família? Como serão essas eleições? Será a mais baixa da recente história trespontana? Como ficam as pessoas dessa terra que clamam por socorro, ações e investimentos. Não só promessas de campanha, mas o cumprimento de tudo que se prometerá, por todas as bocas, do mesmo sangue ou não.

    Não está na hora de uma grande mudança,uma grande limpeza na nossa política?

    Se a briga dos Rabello se confirmar nas urnas, se a disputa entre dois irmãos tão grandes e tão distantes acontecer, sai de baixo. De fato poderemos assistir os horrores apresentados como naquela Faixa de Gaza. A guerra vem aí…

  • VIVER DA DESGRAÇA ALHEIA – Por ROGER CAMPOS

    VIVER DA DESGRAÇA ALHEIA – Por ROGER CAMPOS

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    Na noite deste sábado (23) um acidente de trânsito aconteceu em alguma zona rural de Três Pontas. Pelo que foi apurado, apesar das tentativas e encobrirem e acobertarem os fatos, um Fiat Uno capotou com algumas pessoas dentro.

    Estranhamente eles mesmos teriam desvirado o veículo que, apesar de muito amassado, mecanicamente continuou funcionando e veio até a cidade sem chamar a polícia ou o socorro.

    Mas chegando nas proximidades do Hospital São Francisco de Assis, entre 22 e 23 horas, uma das ocupantes acabou passando mal e o resgate foi chamado. Anjos Socorristas e o SAMU ali estiveram e imobilizaram a moça.

    Recebi o chamado e fui registrar. Larguei minha distração para exercer meu ofício. Não gosto de cobrir acidentes e crimes. Acho triste e pesado. Mas é o meu trabalho.

    Assim que cheguei fui interpelado por dois homens, um colocando a mão no meu peito dizendo que eu não iria fotografar nada. Como assim, numa via pública? Ordenei que tirasse a mão de mim. Além dos dois um terceiro, que também, aparentemente, apresentava sinais etílicos, gritou: “Esse aí vive da desgraça alheia”. Me revoltei na hora. Acabei sendo contido e levado para meu carro. Fui embora sem registrar nada, porém sem antes dizer ao cidadão que ”quem vive da desgraça alheia são pessoas irresponsáveis que bebem e dirigem colocando várias vidas em risco.”

    Está claro pra mim que ali estavam tentando encobrir algo errado, certamente um crime de trânsito, embriaguez ao volante certamente.

    Uma moça se apresentou no local como advogada e também me pediu para não registrar nada. Essa pelo menos foi educada.

    A Polícia Militar, pelo que percebi, não estava no local naquele instante. Hoje pela manhã procurei informações no quartel e nos foi passado que outra equipe estava de plantão e que não havia, a princípio, nenhum registro sobre o caso.

    Parece que conseguiram esconder o mal feito. Gente que se acha importante, sobrenomes conhecidos. Ou seja, membros de uma dita burguesia que se acham acima do bem e do mal.

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    Fotos leitores Conexão

    Eu cumpri meu papel, tentei registrar e fui impedido. Mas não me calei e isso nunca ocorrerá. O que eu sabia foi passado. Agora cabe as autoridades investigar e punir a quem se deve.

    Nós temos a política de não noticiar suicídio, de não mostrar rosto de bandidos sem condenação, de não mostrar corpos, inteiros ou mutilados, de vítimas de acidentes ou crimes. Há na cidade quem faça isso frequentemente. Cada um sabe onde aperta o sapato. Eu repudio e acho errado. Eu não tenho nenhum processo e não posso dizer o mesmo do outro.

    Criamos a campanha das Boas Notícias, pra mostrar coisas agradáveis aos nossos leitores. Por isso somos hoje um grande sucesso e isso gera muita inveja.

    Dez mil seguidores em apenas dois anos. Vinte mil visualizações por dia. Independência e seriedade a toda prova. Assim seguiremos.

    Tenho o dever o obrigação de informar meus leitores e disso não abro mão, doa a quem doer.

    Não é a toa que meu trabalho é muito elogiado por muitos. Não foi sem mérito e esforço que celebro 22 anos de profissão tendo feito grandes trabalhos em todas as mídias como a escrita, falada e televisada, passando por importantes veículos na região, como Rádio Transamérica, TV Cidade, Correio de Sul, Correio Trespontano, Rádio Montanhês, Gazeta de Varginha, Tribuna de Três Pontas. Não foi por apadrinhamento que me tornei assessor de imprensa da Prefeitura entre 2013 e 2015, cargo que abri mão, pedi exoneração devido a necessidade de imparcialidade e isenção no meu portal Conexão Três Pontas.

    Quem me conhece sabe do meu perfil. Claro que erro, como todo ser humano. Mas sou humilde pra reconhecer e me desculpar. Mas tenho, graças a Deus, um rastro de profissionalismo, coragem e credibilidade. Certamente por isso fui homenageado pelo Rotary, pela Polícia Militar, além de receber uma Moção de Aplauso e ainda o honroso Título de Cidadão Honorário Trespontano da Câmara Municipal.

    Continuarei lutando pela vida, por minha gente e pela cidade que me acolheu. Vivendo da felicidade alheia e da minha. Não vão me parar, não vão me calar, não vão me comprar. Pois quem se vende sempre recebe mais do que realmente vale. Viva o livre direito de expressão. Viva essa dita democracia!!!

  • OS TELEFONEMAS DE DOMINGO À NOITE – Juarez Alvarenga

    OS TELEFONEMAS DE DOMINGO À NOITE – Juarez Alvarenga

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    O ser humano mostra sua vulnerabilidade perante a realidade quando a maioria dos brasileiros, no domingo a noite, telefona para seus parentes. Isto é um gesto humano de solidariedade como também uma carência efetiva e a necessidade de encontrar um aliado para o enfrentamento da concretitude  na segunda feira.

    No mundo atual, encontrar as pessoas desarmadas é como encontrar uma mulher bonita de camisola. Todos estão atirando com motivo ou sem motivo.

    Para enfrentar a arena da segunda- feira, só armando até os dentes.

    Nós humanos somos permanentes guerreiros, com ou sem resultados. É natural que todo mundo lute, como também deveria ser natural que todos tenham resultados, mas isto é para poucos. Por isto é necessário saber jogar nossas pretensões no calor do fogo e transformar os sonhos em labaredas gigantescas capazes de iluminar nossas estradas de realizações.

    A cumplicidade dentro da realidade é necessário e o despojamento integral.

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            A RACIONALIDADE HUMANA É NOMADE; À NOITE, ELA ADORMECE, E DE DIA ACORDA COM VALENTIA E FAMINTA.

    Somos nós, seres humanos, caçadores e presa. Aventuramos-nos nas matas virgens e perigosas deste grande e variadas floresta humana. Somos também presas; como diz o poeta que “ nós humanos só somos raptados pelo afeto”.

    O desprendimento humano retratado pelos telefonemas de domingo à noite nos joga preparado para a entrada do sol na segunda.

    Aprendi a guerrear mudando constantemente. Aumentar a velocidade e potencialidade das armas de acordo com a resistência dos adversários. E uma bala suave é o que mais acontece nas conversas dos parentes e amigos nas conversas noturnas de domingo à noite. Como, por exemplo, duas amigas, conversando e uma no ápice da crise matrimonial diz ser insuportável a manutenção do relacionamento dentro do cotidiano. Outra conversas bem provável é a crise no emprego. Hoje em dia sabemos que atmosfera no ambiente de trabalho está um verdadeiro manicômio. O problema não é o trabalho, mas a difícil arte do relacionamento.

    O que vemos no mundo contemporâneo, com os telefonemas de domingo a noite, é um ser humano medroso, carente e inseguro. E estes três requisitos juntos podem desencadear uma crise existencial  sem precedente.

    Faça como eu, que, despojados para a vida e para segunda feira mudo constantemente de estratégias. Passeio no fim de semana como também na segunda como turistas sem a permanência definitiva e nenhum deles. Obedeço às conveniências que a vida nos solicita.

    Pensei até telefonar domingo à noite para o para um grande empresário de âmbito nacional e tenho certeza que desarmaria totalmente, pois apesar de extremamente vencedor conserva áurea de ser humano penetrável.

    Hoje estou no time do grande empresário, porém se a segunda feira já foi cruel na atualidade é minha praia. Pois aprender  a nadar observando o procedimento do valente  trabalhador vencedor, que, logicamente, se for perguntado porque sua praia é na segunda, ele responderá com consistência é que na segunda a realidade dá sobressaltos, e  a maioria dos brasileiros, em vez de projetar sobre ela, é inteiramente sufocada, ficando permanentemente imobilizados. E tem mais: é na segunda em que as coisas reais desprendem dos sonhos e acontecem.

     

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    JUAREZ ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R:ANTONIO  B.  FIGUEIREDO,29

    COQUEIRAL        MG

    CEP:37235 000

    TELEFAX:35 91643890

    E MAIL: [email protected]

     

  • CRÔNICA: CELEBRAR OS 159 COM AS SUAS TRÊS PONTAS AFIADAS – Por Roger Campos

    CRÔNICA: CELEBRAR OS 159 COM AS SUAS TRÊS PONTAS AFIADAS – Por Roger Campos

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    Três Pontas comemora os seus 159 anos de emancipação político-administrativa. Uma cidade mundialmente conhecida por sua produção cafeeira e pela música de Milton, Wagner e tantos outros. Mas a celebração nos remete a uma reflexão. É o que tentarei fazer aqui, mostrando que as pontas estão cada vez mais afiadas…

    A primeira ponta afiada nos mostra que a política continua por aqui sendo vista e praticada de uma forma viril, exacerbada, exagerada e na maioria das vezes individualista. São, em sua história recente, dois grupos, duas correntes que buscam, com a faca nos dentes, se manter ou voltar ao poder. É a busca desenfreada pelo poder. E nem sempre para poder beneficiar os 56 mil e poucos “inquilinos desta grande casa”.

    O nível tem se mostrado cada vez mais baixo, com ataques pessoais, publicações jogadas ao vento nas caladas das madrugadas atingindo até a honra e a moral de um adversário (que não deveria ser visto como inimigo). Acusações e muita falação pra tão pouca ação. E estamos às portas de mais uma eleição. Tudo caminha pra uma disputa pesada, tensa. Uma verdadeira guerra. Principalmente se os rumores de que o atual prefeito poderá ter como concorrente o próprio irmão (desafeto declarado) na função de vice-prefeito na corrida eleitoral. Aí a briga que é sempre de “cachorro grande” também poderá se tornar uma grande briga pública de família. Já pensou? É, de fato a ponta está afiada!

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    Quando um grupo deixa o poder, a cadeira, os salários, as mamatas e também os bons serviços prestados, o outro, que fazia uma oposição dura, muitas vezes caolha e desnorteada, reassume o posto, desfaz, desdenha ou abandona tudo que foi conseguido e, principalmente, aquilo que ainda está no tijolo. Ah, você perdeu isso, deixou ir embora aquilo outro, etc, etc. etc.

    A política que nos mostra, dentre outras características, feia, o fato do último (quarto) ano de mandato ser sempre o das realizações (mais por interesse eleitoreiro e menos pelo pensamento progressista), precisa voltar a ser de fato e de direito pelo povo, para o povo e com o povo. Sem egos. O tal ego é um tumor maligno na política trespontana e precisa urgentemente ser extirpado. Já quem paga tributos, salários e a grande conta é sempre o povo.

    A segunda ponta altamente cortante nos mostra que aquela cidade pacata, interiorana e bucólica, que nos permitia trabalhar sem receio, sair a noite sem medo, deixar o carro aberto e com a chave no contato, não existe mais. A necessidade de se expandir, de crescer, alcançar os avanços dos municípios de médio e de grande porte trouxe um lado negro: a violência. Hoje em dia a criminalidade está atuando 24 horas por dia, sete dias por semana em Três Pontas. Nada escapa, ninguém está de fato protegido, nem os mortos. Até o cemitério tem sido alvo da ação de bandidos. Roubam carros, casas, motos, empresas, pessoas, etc. Roubam tudo, até a nossa sagrada paz.

    Nessa ponta relatada que mostra a necessidade de mais segurança, muito mais segurança, há também algumas ramificações. Urgências fundamentais, como mais saúde, educação e emprego. Faltam médicos, falta unidade de saúde, falta apoio aos Anjos Socorristas Voluntários, falta verba, falta boa vontade, talvez. Nossa educação clama por melhoria. Tá certo que reconheçamos e louvemos e vinda da FATEPS (Grupo Unis) que nos colocou em outro patamar. Mas faltam professores, remuneração descente, tranquilidade pra eles lecionarem. Faltam vagas em creches. E como se não bastasse ainda temos que assistir, estupefatos, quatro marginais mirins “tocarem o terror”, atearem fogo no Estadual, na educação, em parte fundamental de nossa história. Nem o Ginásio São Luís escapou…

    Essas faltas não são de hoje, foi sempre assim. Mas esses excessos, como a violência que chega às salas de aula é novidade.

    E empregos minha gente? Muitos ainda recorrem à Varginha. Pegam essa rodovia da morte todo santo dia. A tal terceira faixa só ganha força em épocas eleitoreiras. Vão e vem em busca do pão e do conhecimento. Muitos ficam pelo caminho, adubando o asfalto da MG 167 com o próprio sangue. O café continua sendo vital, mas a mecanização e as dificuldades econômicas do país não deixam que novas vagas na lavoura se abram abundantemente. A dependência do café, como continua existindo nos dias de hoje, é cruel. Em épocas de colheita o dinheiro circula um pouco mais. O comércio respira. Fora dela, é arrocho. Temos tanto pra crescer, quantas possibilidades que não são aproveitadas devidamente. Gerar emprego aqui já é uma questão humanitária, um resgate da dignidade de muitos pais de família e de jovens que anseiam pelo primeiro emprego, fugindo do lado b, o lado marginal dos becos escuros onde explode a violência.

    Mas somos um povo de esperança, talento e de fé.

    Por isso a terceira ponta, o fio da navalha, nos mostra ainda um povo religioso, que se agarra na figura de Padre Victor, seu Anjo Tutelar.

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    O trespontano é, por si só, solidário. Gosta de ajudar, estender a mão e servir um bom café com pão de queijo. Gosta de contar seus “causos” e só peca quando se mete demais na vida do outro, defeito comum nas pequenas cidades onde o umbigo alheio salta pela língua áspera e ganha contornos de fofoca nas esquinas e rodas de conversa.

    Temos no DNA o talento. Talento dos artesãos, dos artistas em várias esferas e, principalmente, na música. Ah como a música nos faz bem, fala bem de nós lá fora. Nos representa dignamente nas vozes de Bituca, Wagner e tantos outros.

    Três Pontas é uma cidade linda, muitas belezas naturais, igrejas majestosas, gente lutadora, comércio forte, bares aconchegantes. Um município encantador que nos fascina a cada dia.

    Enfim, na celebração dos 159 anos, contados como ninguém pelo historiador Paulo Costa Campos (que merece nosso reconhecimento), percebemos sim que as três pontas da lâmina estão afiadíssimas. Mas que se corte apenas o que é ruim: a inveja, o ódio, a maledicência e a hipocrisia. Já os sonhos, a bondade, o progresso e os sorrisos brotem a cada dia. Brilhem no céu por trás daquela serra.

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    E que a felicidade extrema seja hoje, apenas, a ponta do iceberg.

     

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    Roger Campos

  • ESTREIA: Kanto da Moda por Guilherme Pinelli

    ESTREIA: Kanto da Moda por Guilherme Pinelli

    O Autor

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    Guilherme Pinelli Miranda
    Engenheiro de Produção/Civil com especialização em Gerenciamento Estratétegico de Projeto, ambos pela Universidade Fumec, Belo Horizonte. Guilherme também tem experiência e atuação pelo mundo da moda, onde busca trazer estilo e inovação para seus clientes.

    Introdução

    O mundo da moda sempre produz coisas novas e diferentes para serem utilizadas no dia-a-dia. Porém, não é uma tarefa simples filtrar e diferenciar as diversas opções que aparecem no mercado. Muitas vezes esse alto volume de opções tende a deixar as pessoas sem saber o que escolher ou usar. Assim, nasceu a loja Kanto RG, um lugar onde é possível encontrar o que há de melhor, mais sofisticado e atual no mundo da moda. Com vestuário e acessórios femininos e masculinos, a loja trabalha com uma variedade de  peças atendendo quem procura calças, blusas, vestidos, saias, casacos, moletons, camisetas, acessórios como anéis, brincos, colares, pulseiras, óculos, carteiras, bolsas e lenços.

    O Tema de hoje

    Com o objetivo de trazer mais clareza e entendimento sobre as peças de roupas disponíveis no mercado, esse artigo traz um pouco sobre uma peça que é indispensável em qualquer guarda-roupa: a calça jeans!

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    O jeans, no início de sua história, foi uma peça criada para aguentar o trabalho de garimpeiros do oeste estadunidense. Isso só foi possível devido a sua grande resistência, o que não o deixava estragar com facilidade. O sucesso foi imediato, e desde então, o tecido se apresenta como mais popular do mundo, sendo utilizado nos mais diversos tipos de ocasiões.

    Em suas primeiras criações, as calças jeans não possuíam os rebites. Basicamente, rebites são aquelas pequenas peças de metal arredondadas colocadas sobre os bolsos das calças. O motivo de sua adoção é bastante interessante e será discutido a seguir.

    Apesar dos aviamentos hoje em dia trazerem beleza para as roupas, eles oferecem muito mais que isso! A inserção do material foi para aumentar a resistência e durabilidade da peça, uma vez que o peso colocado sobre as calças não estava sendo suportado. Isso mesmo! Além da beleza, ele também tem usabilidade!

    Com o decorrer dos anos, a peça sofreu várias alterações e atualmente temos uma quantidade enorme disponível no mercado para agradar a todos.

    Que a beleza de um jeans chama a atenção, não podemos negar. Entretanto, homens e mulheres buscam, além disso, o conforto. Por isso, a calça jeans tem várias modelagens e cortes.

    Daí você pensa: Ok, existem vários tipos de calças jeans, mas qual será o melhor tipo e modelagem para o meu corpo? A escolha certa do jeans corretamente vai te trazer maior segurança e satisfação ao se vestir. Temos o intuito aqui de ajuda nessa escolha.

    Um bom começo para a escolha do jeans perfeito é o tipo de cintura que ele tem. A cintura é um ponto que influencia sobre como essas modelagens e cortes se comportarão no corpo. Por isso, vamos começar com os tipos de cintura da calça jeans:

    Cintura baixa: Esse tipo de modelagem, apesar de ser muito usada por homens e mulheres, deve ter um pouco de atenção! A roupa pode transformar o seu corpo, você sabia? A calça jeans de cós baixo se for muito apertada na região da cintura, pode causar deformações no seu corpo com o decorrer dos anos. Uma dessas deformações é a lesão de gordura localizada na região, por isso, é preferível optar por modelagens mais folgadas, caso for utilizar a cintura baixa. Ainda, é uma ótima escolha para mulheres que pretendem disfarçar o bumbum.

    Cintura intermediária: Tanto a cintura intermediária, quanto a cintura alta (será detalhada a seguir) são ótimas opções para apostar.  Essa altura de cós já não deforma o seu corpo, e vai te ajudar, caso você precise, esconder aquele pneuzinho indesejado!

    Cintura alta: Essa altura de cós, em minha opinião, deve ser usada sempre! Desde quando sua mãe decidir colocar um jeans em você, essa deve ser a escolha! Não vai deformar o seu corpo, muito pelo contrário, esse tipo de cós mais elevado deixará seu corpo com tudo no devido lugar! Com certeza uma peça que vai te valorizar! É indicado para todo tipo de corpo, além de ser uma peça super confortável. Mulheres que buscam aumentar o bumbum, essa é a peça certa. Atenção baixinhas: essa cintura alonga o seu corpo dando maior comprimento às suas pernas. #dica

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    Após apresentar os tipos de cintura que temos no jeans, vamos aos modelos:

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    Tradicional: É o jeans que basicamente se ajusta a qualquer tipo de corpo. Sua cintura e gancho são intermediários, pernas mais soltas e tem um pequeno afunilamento na boca.

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    Bootcut / Flare / boca de sino: Essa modelagem pode ser tanto mais justa na parte superior da peça, abrindo bem após o joelho até a boca, ou também ser bem solta na peça toda, como é a tão conhecida pantalona. Essa modelagem é perfeita pra quem quer alongar as pernas, ainda mais se a calça for frizada em sua vertical, o que trará ainda mais alongamento para seu corpo. O salto alto vai te ajudar bastante com essa peça. Quem busca disfarçar um pouco o tamanho do quadril, essa modelagem também é indicada. A abertura da boca cria uma ilusão de ótica com o tamanho do quadril. #dica

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    Slim fit / cigarrete / skinny: Como o próprio nome já diz, o slim é uma modelagem mais justa. Esse jeans se ajusta bem às pernas, pois possui um corte mais afunilado. As modelagens cigarrete e skinny podem apresentar em sua composição, a lycra, o que deixa a calça ainda mais justa e agarrada ao corpo.

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    Boyfriend: A modelagem boyfriend tem um corte mais folgado, não é justa em nenhuma parte da perna, o seu gancho é mais elevado também! É um estilo mais despojado e confortável, e como todo jeans, possui as mais variadas lavagens e detalhes!

    Com isso, pode-se ter uma boa ideia dos tipos variados de calças jeans. Veja bem qual modelo se ajusta mais ao seu corpo pra acertar nas escolhas!

    Espero que tenham gostado! Na Kanto RG você encontra todos os modelos de jeans que foram citados, conforme fotos abaixo. Todos os modelos estão disponíveis na loja.

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    Quer uma ajuda na sua escolha? Procure-nos! Temos certeza que iremos conseguir um modelo que se encaixe perfeitamente ao seu corpo, e principalmente, ao seu gosto! Venha nos visitar e conhecer nosso “Kanto RG”! Estamos localizados no Travessia Shopping, salas 44 e 45, em Três Pontas, Minas Gerais.

    Kanto RG

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    Até a próxima matéria, pessoal!

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  • CRÔNICA: TEM QUE SER MUITO BURRO PRA TRANSFORMAR O CONHECIMENTO EM CINZAS DE FOGUEIRA – Por Roger Campos

    CRÔNICA: TEM QUE SER MUITO BURRO PRA TRANSFORMAR O CONHECIMENTO EM CINZAS DE FOGUEIRA – Por Roger Campos

    Três Pontas acordou hoje em chamas, literalmente. A Educação saltou da cama sendo consumida pelas labaredas da ignorância. A Escola Estadual Deputado Teodósio Bandeira amanheceu sombria, onde parte da sua rica história e sonhos viraram fumaça.

    Quatro delinquentes juvenis, quatro vândalos mirins, quatro vagabundinhos, quatro ex-alunos que chamuscaram o saber em detrimento da burrice nua, crua e completa, tocaram fogo na escola. “Ah, mas era só por aventura!”, disseram eles. Não tinham emprego, não tinham ocupação, não tinham caráter, não tinham índole boa, não tinham responsabilidade e vergonha na cara. Por isso brincaram de espalhar álcool, riscar fósforo e “buuummmm”, viram as paredes azuis se tornarem alaranjadas de fogo e aos poucos virarem cinzas. Tudo cinza. Arquivos, materiais, passado, presente e futuro.

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    Qual a razão desse ato de vandalismo sem precedentes? Uns dizem que a culpa poderia ser de famílias desestruturadas; outros que é do governo que não investe em educação e geração e emprego; há quem afirme que a culpa é da sociedade como um todo, pois cada vez mais se aproxima da irracionalidade  e se afasta da lógica, da razão. Não, eles não têm razão, explicação que convença.

    As ruas ensinam muita coisa errada, as malditas companhias convidam para o erro, a perdição. Enquanto isso, muitos pais de filhos criminosos, labutam diariamente, de sol a sol, para colocar comida, educação e amor em seus lares. Mas isso não os convence, não tem graça, não provoca um certo “barato”. O legal pra essas gentinhas é ser esperto, ser o bonzão no meio da galera, burlar, roubar, destruir, sacanear. Até fazer parte da tal cultura do estupro tá valendo. 33!!! Cabeças que usam ridículos bonés de aba reta, mas que por dentro estão vazias, sem educação, intelecto, cultura, discernimento. Corações vazios que muitas vezes convivem com correntes grossas no peito, símbolos grandes, mas amor escaço, bondade pequena, nula de fato. Ouvidos que cultuam o lixo do funk ostentação, que estimula o capitalismo e o querer ter tudo sem que se corra atrás, trabalhando.

    O problema no Brasil é que as leis aprovadas há “séculos” por nossos políticos perderam a validade, precisam de reforma, mudança geral e urgente. Diante do circo das leis, juízes e promotores são obrigados a cumprir. E assim soltam, liberam, devolvem pras ruas essas “crianças”, cheias de pelos no púbis e de muitas más intenções. O que adianta a polícia prender? Dia seguinte, horas depois até, estão debochando da nossa cara. Um tapa na cara da sociedade.

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    Redução da maioridade penal já! E para 14 anos. Reforma, ampliação e construção de presídios e um novo sistema de reinserção dos presos à sociedade e não apenas como um mísero depósito de gente e escola de crime.

    O que fizeram com o Estadual hoje não tem explicação, não se pode mensurar. Chega a ser pateticamente monstruoso. Adolescentes bandidos protegidos pelo sistema e por esse tal Direitos Humanos que só abraça gente ruim, pau torto, alunos ingressantes da faculdade do crime.

    A Educação foi severamente atingida e hoje agoniza em praça pública. O Estadual, 64 anos de história magistralmente contada em linhas de muito saber e amor pelo conhecimento, chora. Soluça calado, pedindo que cada um de nós, alunos, ex-alunos, professores, pais e mães de alunos, nos demos as mãos num abraço coletivo em socorro, em protesto, em amor…

    É triste ver governantes desviarem dinheiro da merenda escolar. É revoltante ver professores ganharem uma miséria, apesar de serem nossos verdadeiros heróis e não os jogadores de futebol. Mas é ainda pior ver ex-alunos se inflamarem de ódio e incendiarem parte de uma história tão linda e magnífica. Até quando?

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    Um país sério, que quer ser levado à sério, precisa começar de novo, fazer um “recall”, aprender novamente o que é ética, direito, dever, respeito, cidadania, para poder exigir uma nova postura de seu povo, rever a legislação, aprender que as criança e os adolescente precisão de limites, e esses têm que ser na medida certa, pois freios servem para nos manter seguros, e isso é o começo, o primeiro passo para que eles aprendam que, desde que cumpram os seus deveres, cada um tem o direito de ter direitos.

    Exigimos e precisamos urgente de punição exemplar. Nós também temos culpa enquanto sociedade. Vamos defender a moralidade, a ética, a família, o conhecimento, o que realmente vem de Deus.

    Pois diante de tanta coisa ruim que estamos vendo em nosso meio, nossa cidade, só nos resta a piedade divina…

    #somostodosestadual

  • AMIGO DE INFÂNCIA Por JUAREZ ALVARENGA

    AMIGO DE INFÂNCIA Por JUAREZ ALVARENGA

    Saiu da Bahia, para passar uma semana na minha casa meu amigo de infância.

    Lembramos o tempo que brincávamos de bolinha de gude; hoje, estamos brincando com os homens. Uma brincadeira séria demais que nos exige desprendimento e astúcia.

    Começamos a conversar e a primeira pergunta dele “o que é feito das atrizes globais local de nossa época”“? Disse-lhe que nenhuma teve o destino brilhante, porém não teve também um destino trágico. Estão vivendo dentro de uma estrutura digna infiltrado no cotidiano morno.

    Avançando a conversa, perguntou e as professoras de nosso tempo. Digo-lhe algumas ficaram viúvas e outras solitárias, vivenciando uma solidão suportável.

    E os nossos contemporâneos? Respondo nenhum conquistou riquezas exagerada, mas em recompensação, ninguém com pobreza absoluta. A filosofia de vida proveniente de nossa geração é aquela que diz: “QUE A VIDA É BOA ENQUANTO ESTIVEREM EM BANHO MARIA, SEM GRANDES SOLUÇÕES, MAS EM RECOMPENSAÇÃO SEM GRANDES TRAGEDIAS.” É está máxima a síntese de nossa geração. Mesmo porque vencer na vida não é só financeiramente.

    Uma geração homogênea de resultados quase iguais foi estigma de nossa época.

    O tempo passou e o passado interessante incendiou nossas mentes.

    Hoje, fazemos apologia de que o tempo que passa é o mesmo que ensina.

    Amadurecidos e felizes parece que tudo que passamos foram tijolos na construção de uma alma lépida e contente.

    Apreendemos a seduzir a vida de fomentos otimistas e a induzir nossos caminhos a nos levar no destino da felicidade racional.

    Agora é meia noite. Teremos que cortar o bate papo. Coqueiral, uma roça iluminada, adormece e os cachorros de rua latem vamos dormir. Como a vida continua no novo amanhecer retornaremos a conversa de dois saudosistas convictos.

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    JUAREZ  ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R: ANTONIO  B.  FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL     MG

    CEP: 37235 000

    FONE: 35  991769329

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  • A FANTASIA NA HORA DO SOL – POR JUAREZ ALVARENGA

    A FANTASIA NA HORA DO SOL – POR JUAREZ ALVARENGA

    A noite começa perder sua escuridão. O pescador abre os olhos e enxerga ao seu redor uma profissão de desafios. Levanta sem muita arma, mas com muita coragem.

    Lutar para sobreviver é o seu lema. Viver é apenas uma fábrica de matéria prima produzida na sua pura, inocente e inteligente mente.

    O sol agora aparece e a escuridão tímida se escondeu para mais tarde voltar a expor.

    O pescador de pés descalço, camisa aberta vai até o barco e enfrenta por mais uma vez o tenebroso mar. Joga as redes e as esperanças. Pega desilusões e fantasias. Insiste e nada consegue. De volta a praia começa então a pensar em coisas que nunca havia pensado antes.

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    Enquanto as enzimas destroem o restante do pão da manhã ele catalisa na sua rica mente fantasias e interrogações provocadas pela própria realidade.

    Começa a olhar na superfície do oceano e fazer perguntas a si mesmo. Por que neste monstruoso mar existe tantos peixes e eu volto de barco vazio? Por que o homem dividiu o mar e os peixes não obedecem as limitações desta divisão? Por que estes mesmos peixes não ficam na superfície, pois assim seria muito mais fácil pegá-los?

    Chegou em terra firme e deixou dentro do mar os pensamentos. As crianças o rodeiam e reclamam dos peixes que não vieram. Sua mulher lamenta mais um dia de podridão.

    E novamente a escuridão que havia acovardado, agigantou e apareceu. O pescador cansado dorme como se estivesse morrido. Mas o galo anuncia que a claridade está de volta.

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    Agora as coisas mudaram. As redes estão cheias de peixes e soluções. E o velho pescador tornou-se novo. Ao encontrar com sua mulher foi logo dizendo: esta vida só se consegue quando parte. Porém é partindo que conseguimos voltar. É conhecendo o começo que atingimos o fim. É chegando no fim que retornamos no princípio. É sonhando na hora do sol que chegamos na novela das seis vitoriosos.

    O importante é nós sabermos que somos possuidores de uma dupla personalidade como a do pescador. Que enfrenta o sol para brincar com a lua. Que procuramos os peixes para sobreviver, mas só realizamos na fantasia.

    O melhor nós termos uma única personalidade. A do sol (realidade) nos é vestida. A da lua (fantasia) é totalmente despida. A primeira nos é imposta a segunda nos é desejada.

    Ainda bem que existe um final de semana para tirarmos a roupa que nos está incomodando e jogarmos nas madrugadas. Voltando a vestir somente na segunda-feira.

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    JUAREZ ALVARENGA

    ESCRITOR EM COQUEIRAL

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