

Antes da minha abordagem, uma explicação necessária: A Faixa de Gaza é um território palestino composto por uma estreita faixa de terra localizada na costa oriental do Mar Mediterrâneo, no Oriente Médio, que faz fronteira com o Egito no sudoeste e com Israel no leste e no norte. Tem uma área de 365 km², tendo sido fundada em 1949. Atualmente tem uma população de cerca de 2 milhões de habitantes. É um dos lugares do mundo que mais vive em guerra. Guerra santa, como chamam. Guerra por território entre Judeus e Palestinos.
Pois bem. A Câmara Municipal de Três Pontas, que há pelo menos duas décadas vive momentos conturbados, brigas, jogos de interesse, conflitos pessoais e exemplos claros de total despreparo ou desinteresse para com a população por parte de muitos legisladores, virou zona de conflito em alta voltagem. E agora, nessa atual Câmara, eleita em outubro último e com a mão na massa desde ontem (05), os ânimos já se mostraram acirrados. Nervos a flor da pele, acusações, ofensas e nada de muito produtivo, pelo menos nessa primeira reunião.
A comparação com a Faixa de Gaza se deve ao clima tenso, um verdadeiro barril de pólvora. E ainda pelo cenário que se apresentou na primeira reunião. Um projeto muito polêmico apresentado queria a extinção da exigência da obrigatoriedade de Curso Superior para secretários de governo e o presidente da Câmara. Lei que foi aprovada em outubro de 2016, logo após as eleições.
Nos discursos sobre esse projeto alguns vereadores espumando pela boca e atacando de forma feroz com os olhos. Verdadeiros cães raivosos. O que eu questiono é se esses discursos realmente são honestos, em favor do macro, da coisa maior, do povo, da cidade, ou se fica restrito aos interesses pessoais e à defesa de seus grupos políticos e seus líderes. Difícil saber. Quem colocar a mão no fogo pode se queimar.
O fato é que a impressão causada na primeira reunião foi a pior possível. Vereadores mudos, outros falando bobagem, poucos pautados no conhecimento. E não estou falando de escolaridade e sim de interesse em ler, aprender, pesquisar, ser um bom vereador de fato e não apenas passar na contabilidade no final do mês para receber um polpudo salário que, aliás, deveria ser revisto.
Teve de tudo nessa Faixa de Gaza que divide não apenas dois grupos políticos, mas divide os ganhos, as conquistas, as vitórias de nossa cidade. “Sua mãe não é homem!” “Seu pai é isso”, “Vai tomar caju”, “Vai a fruta que partiu”, etc. etc. etc. Claro que não com esses termos, pelo menos ontem, já que poucos se importam com o tal decoro. Mas é um tal de “você não fez isso”, “fulano não fez aquilo” e por aí a banda toca.
No meio desse contexto de guerra está quem? O povo, claro. Mas não só o povo. O presidente Luis Carlos da Silva, que prevê essa disputa durante todos os quatro próximos anos e que, obrigatoriamente, o colocará na função de voto de minerva, de fiel da balança, aquele que decide. E assim recairá erroneamente em seus ombros toda responsabilidade sobre alguma matéria. É o ônus do cargo.
Ontem, apesar de ser de oposição, Luizinho votou junto com a situação. Mas não será sempre assim. Dependendo da força do vento, a rede do presidente pode inclinar pra leste ou pra oeste. Já pensou se ele fosse corrupto? Hein? Poderia ficar rico, milionário. Poderia receber propostas escusas de vários lados para favorecer A ou B. E o povo?
AH! O povo? Claro, nunca fica em primeiro plano.
O conflito está decretado, a Câmara segregada, desmembrada, dividida. Votantes que possivelmente votarão ao bel prazer dos interesses pessoais ou acatando ordens de superiores. Resultados que nem sempre agradarão o povo.
Felizmente a grande maioria desses vereadores se mostra, até aqui, comprometida com o bem comum. Um ou outro é que destoa…
Na Faixa de Gaza verdadeira muito sangue se derrama e vidas são ceifadas. Na Gaza da Câmara Municipal muitas amizades são perdidas, adversários viram inimigos mortais. É assim em toda política trespontana. Ninguém aceita estender a bandeira branca. Ninguém parece querer paz. Fala mais alto o ego, a vaidade, o EU e não o POVO!
Mas cabe ao mesmo povo que os colocou lá ir cobrar. Viajar até a Faixa de Gaza, as vezes com faixas e cartazes, reivindicando seus direitos. Ficar alheio deixa o político intocável. Temos que desarmar os políticos das más intenções e nos armarmos de coragem e cobranças. Só assim teremos dias de paz.

Roger Campos
Jornalista
(MTB 09816)


Roger Campos
Jornalista Conexão Três Pontas
(MTB 09816)

Por mais profundo que seja o abismo, sempre existe uma maneira inteligente de chegar à superfície superior rapidamente. Nunca libertamos da profundidade se fazermos dele habitat natural.
A inquietação na profundidade é a reação mais imediata que temos, para implantar nossa NASA libertadora a galgar o abismo em tempo recorde.
A chegada ao fundo do abismo não é atestado de morte de nossa história, mais antes, um enredo dos capítulos inéditos e promissores de uma coletânea, cujo herói libertador nasce de nossa própria reação propulsora de um alento satisfatório.
Aprendemos com o tempo, que nossa estadia nas profundezas é nosso quartel general, pois nascem as mais mirabolantes táticas de saídas espetaculares.
Acostumar aos desalentos da tempestade é criar uma sintonia de desespero, que sufoca nossa alma.
A vida é dos extremos, o fundo do poço e a terra firme. E estes trajetos são avenidas que nos levam a dor e a alegria. Traça-los deve ser estradas de conteúdo, essencialmente, apaixonante desta valente viagem que é viver.
Nunca desista de ser feliz, já vi jogo ser virado, meu time perdendo de dois a zero nos três últimos minutos finais. Procure no fundo do poço ou em terra firme incansavelmente, porém em algum lugar do espaço estará ela apta a residir no seu mundo.
Hoje, lembrando dos gols do Fantástico de domingo a noite, todos os meus colegas de republica, iam para o quarto do líder da turma, para assistir. Ele transmitia equilíbrio e bom senso para enfrentar a rotina. Esta credibilidade é maior qualidade, para quando estamos plantando o futuro.
Hoje, convicto e consciente de minhas armas busco campo de batalha onde posso manusear meus instrumentos com destreza e sabedoria.
Aprendemos a abaixar os sonhos até nossas potencialidades, e, como cobra cascavel, só damos o pulo na hora exata deixada imersa a realidade com nossas pontarias certeiras e fatais.
Por nunca ter desistido de nossa felicidade aprendemos que o fundo do abismo é o melhor lugar, para traçar nossas estratégias de saídas. Dela, temos a noção exata, do que nos falta e a certeza que a superfície superior será sempre atingida pela nossa potente força interior.
JUAREZ ALVARENGA
ADVOGADO E ESCRITOR
R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29
COQUEIRAL MG
CEP: 37235 000
FONE: 35 991769329
E MAIL: [email protected]

Essa mega tragédia do voo da Chapecoense e Jornalistas nos mostrou o distanciamento de corações frios e o carinho de corações quentes, calorosos, cheios de amor e solidariedade. Corações antagônicos. Vimos um piloto kamikaze, irresponsável suicida e que cometeu um genocídio por ganância, economia de dinheiro, combustível e racionalidade. Brutal e imperdoável decisão. Economizou grana, ceifou vidas inocentes. Pane seca, coração seco.
Vimos um povo irmão, o povo colombiano, fazer algo pelos brasileiros que nunca conseguiríamos devolver com a mesma intensidade e amor. Muitos viam os colombianos, principalmente os moradores de Medelin, como traficantes, drogados, criminosos, por conta da figura do mega traficante Pablo Escobar. Erraram os que pensavam assim. Que povo maravilhoso!
Enquanto isso, vimos no Brasil, destoando da grande maioria da Nação, o dirigente colorado Fernando Carvalho dizendo que o time do Internacional, ameaçado de rebaixamento, vive sua tragédia pessoal e que adiar a rodada do Brasileirão causará perdas ao clube.
Vimos a mãe iluminada do goleiro morto Danilo dar uma lição de força, fé e amor ao próximo. Dona Ilaídes abraçou um repórter e fez o Brasil chorar diante de tanta sensibilidade e solidariedade, pelas perdas de 21 profissionais da comunicação.
Por outro lado vimos o mesmo Internacional aproveitar-se da maior tragédia da história do esporte usando seus jogadores e forçando-os a mentirosamente declarar que não têm condições psicológicas de jogar, quando na verdade querem evitar a queda para a Série B no tapetão. Coisa de time pequeno.
Mas nos deparamos com um Cristiano Ronaldo doando milhões de dólares às vitimas. Times do mundo inteiro prestando homenagens e um Atlético Nacional de Medelin que deixou de ser adversário e vestiu a camisa da Chape e do amor ao próximo. Por isso em nossos corações, também por ter oferecido o título da Sulamericana aos guerreiros mortos em combate, mesmo antes da disputa, já é Campeão do Mundo na bola e na solidariedade.
Na contramão safados gatunos políticos brazucas votaram na calada da noite uma forma de deter a Lava Jato de Sérgio Moro e assim matar a ética e a moralidade, ressuscitando a vergonhosa impunidade e corrupção que sangra feito ferida aberta.
Que lindo foi ver todas as torcidas unidas na Arena Condá. Eternos rivais lado a lado, unidos pelo verde da Chape e da esperança. Até o Corinthians que historicamente nunca se vestiu de verde entrou pro time da humanidade, dos sentimentos mais nobres.
Vimos uma certa frieza e um burocrático distanciamento da dor dessa tragédia sem precedentes por parte do governo brasileiro.
A Chapecoense tem a maior torcida do mundo agora, 200 milhões de brasileiros. Tem 19 guerreiros que agora jogam bola nas estrelas. Dirigentes e profissionais acolhidos na Casa do Pai. Perdemos também um time de jornalistas, todos lutadores, titulares, eternos nas reportagens, narrações, comentários e imagens.
Perdemos todos. Mas ao mesmo tempo somos todos campeões de alguma forma. Somos todos Chape. Todos jornalistas. Todos Hermanos en Cristo.
Roger Campos
Jornalista Conexão Três Pontas
(MTB 09816)

O que é a vida? Como vivê-la? O que tirar de proveito? O que aprender, o que guardar, o que repassar o que esquecer?
A vida é rasa, é curta, breve, passageira. No meu entendimento: única! Por isso deve ser vivida ao extremo, aproveitando cada segundo, acordando todas as manhãs e agradecendo a Deus pela janela que se abre, pelos olhos que enxergam aquele lindo sol brilhando e iluminando nossos dias. Devemos abraçar nossos filhos enquanto os temos diante de nossa companhia, debaixo de nossas asas. Beijar e pedir “a bênção” aos nossos pais, envelhecidos pela dureza e ensinamentos do tempo. Devemos colecionar amigos, bons amigos. Semear o amor e a solidariedade. Ajudar a quem precisa. Deitar e antes de dormir rezar ou orar para agradecer todas as dádivas dadas pelo Senhor.
A vida é algo palpável ou absolutamente abstrato. A vida é chegada, não deve ser partida. A vida é encontro, não deve ser separação. A vida é sonho e realização, não pode ser derrota e lamentação.
Mas a vida é vizinha da morte, essas duas “senhoras” convivem lado a lado. E quando menos se espera a vida se esvazia e a morte toma o centro do palco e com ela vem a dor, a terrível dor da alma, funda, que abre uma cratera no peito e que nunca cicatriza, apenas estaciona com o passar dos meses, anos…
Não dá pra explicar a vida, tão pouco decifrar a morte. Entendê-la é utopia plena. Ainda mais quando vem assim, como nessa tragédia do avião do Chapecoense e de tantos colegas jornalistas, de repente, de supetão, chutando a boca do estômago, atirando a esmo, sem nos preparar, sem pedir licença.
Triste ver tantos jovens jogadores que viviam a maior glória profissional de suas vidas e que a eles faltava apenas aquela cereja do bolo. O último jogo, a última disputa, talvez o último gol, o apito final e a consagração mundial, embora naquela cidade de interior eles já eram mais que jogadores: eram heróis.
Mas a história, o destino, a tragédia, a morte ou essa coisa arteira da vida brincar com a gente e da gente brincar com ela, nos causa perplexidade mais uma vez. Jogadores de um time pequeno em seu momento internacional inédito. Certamente muitos voltariam não com apenas a conquista de um troféu, mas também da afirmação profissional, da realização pessoal, de tornar real o desejo de menino de ter um carrão importado ou simplesmente de dar um teto para seus pais. Isso não vai mais acontecer. Vidas, sonhos e novas vidas dilaceradas, interrompidas nessa relação vida e morte que é o limiar, fio de uma navalha.
Colegas jornalistas, Vinte e um deles se foram no exercício pleno da profissão. Como dói perder colegas que escolheram o mesmo caminho na vida que eu e outros tantos. Uns com o idealismo de contar histórias, outros de produzir grandes reportagens, outros de captar as melhores imagens.
Mas vale recordar as jogadas felizes, matar a saudade do peito e driblar a emoção. Impedidos para sempre, esse elenco parou. Como erguer os braços e correr pro gramado, fazendo tabela com os sonhos que não se realização? Apenas no videotape que a história gravou, não é mesmo Moacyr franco, em sua Balada nº 7.
O jogo acabou! O campeonato se foi. Essas vidas não voltam. Se vão as pessoas, ficam a saudade e as memórias, a revolta da dor que queima o peito e que mais tarde virá entendimento e ainda mais fé nos desígnios de Deus.
Infelizmente não haverá prorrogação. O narrador não vai encher o pulmão e soltar a voz num grito de gol da Chape. O grande Juiz (Maior de todos) pôs a bola debaixo do braço e encerrou o jogo.
Não há cores mais, não há torcidas rivais, não há disputa. Hoje somos Jornalismo Futebol Clube e Associação Chapecoense de Futebol. Todos com o mesmo distintivo gravado no peito: o coração cheio de amor, saudade, aplausos e dor.
Não há vitoriosos. Hoje, pelo menos, todos perderam… Mas para sempre balançará na rede dos nossos corações, das nossas lembranças, a narração daquele último gol…
Fecham-se as cortinas e termina o jogo, a fase do sangue e suor. Restaram as lágrimas.
Roger Campos
Jornalista Conexão Três Pontas
(MTB 09816)

Ontem o mundo capitalista celebrou o “BlackFriday”, uma data inventada pelos norte-americanos para proporcionar aos consumidores, ávidos por acumular coisas, uma data com mega descontos em lojas de departamentos e em outros setores do comércio. A celebração faz tanto sucesso que se espalhou pelo mundo todo, embora aqui no Brasil, claro, com aquele jeitinho brasileiro (me engana que eu gosto) o BlackFriday virou “BlackFraude”, já que muitas lojas aumentam o preço às vésperas e no dia anunciado como de mega desconto volta ao preço normal dando a impressão que de fato há uma enorme queda nos preços. Mas esse texto não é pra falar de consumismo e capitalismo e sim de comunismo e de uma reunião que deve estar ocorrendo agora no subsolo do mundo, já que um ilustre novo morador acaba de chegar ao inferno: Fidel.
Embora muitas pessoas simpatizem ou até declarem amor ao Ditador Fidel Castro, o guerrilheiro da terra do charuto sempre foi uma ameaça para a paz mundial e um covarde explorador do povo cubano.
Portanto, hoje deve estar acontecendo a “BlackFidel”, uma celebração nas profundezas do inferno, com preços promocionais, na escuridão do purgatório, para receber esse tumor que tanto mal fez em vida. Como diria Gabriel o Pensador, certamente é uma “festa estranha, com gente esquisita”. Até o próprio Encardido parece não ser tão vil assim diante de todos que estão ao redor de sua mesa: Che Guevara, Hitler, Mussolini, Saddan, Bin Laden, Mao Tse Tung, Pinochet e Mengele, entre outros.
FALTA DE CONHECIMENTO PRA ABRIR A BOCA
Aliás, brasileiro tem uma mania de adorar, cultuar, idolatrar pessoas de fora, gringos, sem sequer conhecer o mínimo de sua biografia.
Como diria Rodrigo Constantino “espanta a quantidade de pessoas que ainda defende o regime assassino em Cuba. Não são analfabetos que ignoram por completo as informações disponíveis sobre a realidade da ilha caribenha, mas sim gente com acesso à internet e tudo mais que o capitalismo pode nos propiciar – e portanto ausentes em Cuba. São ignorantes voluntários, que se negam a enxergar os fatos. A paixão deles na defesa do indefensável denota total ausência de vestígio racional naquilo que chamamos de cérebro. Defensores de Fidel Castro não merecem o rótulo de homo sapiens”.
ERNESTO “CHE” – O A VERDADEIRA FACE DO GUEVARA ASSASSINO
No mesmo barco há muitos que defendem o sanguinário, assassino, perseguidor de gays Che Guevara. Muitos adoram usar camisetas com seu rosto, barba imunda, boina e cigarro de canabis na mão. O que é patético é o fato dessas pessoas, apesar de todo conhecimento servido de bandeja, através da rede mundial de computadores, das possibilidades de se aprofundar e conhecer sua verdadeira face, idolatrarem esse lixo.
Essas mesmas pessoas que enchem o peito pra defender o comunismo, usam roupas de marca, tênis Nike e óculos RayBan. Ah, quanta hipocrisia!
Tem dito político brasileiro, pessoas que realmente são patéticas e ridículas como esse deputado BBB Jean Willys. Até de fantasiar de Guevara ele já fez. Deveria ser quebra de decoro parlamentar… Se bem que ele já fez coisa muito pior…

Guevara mandava matar e encoleirava, fazia os gays andar ridiculamente expostos com coleiras no pescoço para serem desprezados e agredidos. Fidel, ao lado de Che, certamente foi o responsável pelas mortes de milhares de pessoas, assim como todos os que já citamos, sentados agora no banquete do inferno.
Há mais de 40 anos, Ernesto “Che” Guevara recebeu uma grande dose de seu próprio remédio. Sem qualquer julgamento, ele foi declarado um assassino, posto contra um paredão e fuzilado. Historicamente falando, a justiça raramente foi tão bem feita. Se o ditado “tudo o que vai, volta” expressa bem uma situação, é esta.
“Execuções?”, gritou Che Guevara enquanto discursava na glorificada Assembléia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964. “É claro que executamos!”, declarou o ungido, gerando aplausos entusiasmados daquele venerável órgão. “E continuaremos executando enquanto for necessário! Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!”
De acordo com O Livro Negro do Comunismo, escrito por estudiosos franceses de esquerda (ou seja, dificilmente uma mera publicação “direitista” ou de “fanáticos anticastristas de Miami”), ocorreram de 14.000 a 20.000 execuções por fuzilamento em Cuba até o final de década de 1960. (Slobodan Milosevic, não custa lembrar, foi a julgamento por ter ordenado 8.000 execuções. A mesma ONU que aplaudiu delirantemente a orgulhosa declaração de Che Guevara condenou Milosevic por “genocídio”).
Che promulgou mais de 400 sentenças de morte apenas nos primeiros meses em que comandava a prisão de La Cabaña. Um padre basco chamado Iaki de Aspiazu, que sempre estava à mão para ouvir confissões e fazer a extrema unção, diz que Che pessoalmente ordenou 700 execuções por fuzilamento durante esse período. Já o jornalista cubano Luis Ortega, que conheceu Che ainda em 1954, escreveu em seu livro “Yo Soy El Che!” que o número real de pessoas que Guevara mandou fuzilar é de 1.892.
REGIME MILITAR NO BRASIL
E os “petralhas” (iludidos ou beneficiados) – claro que há exceções – têm a cara de pau de chamar de “anos de chumbo” o Regime Militar Brasileiro. Há uma estimativa que morreram cerca de 3.000 pessoas de ambos os lados em vinte anos de regime (Brasil). Se levarmos em consideração ao número populacional fica a pergunta: “ANOS DE CHUMBO” combina mais com qual país e regime mesmo? Cuba, claro!
DESMASCARANDO FIDEL E SEU COMUNISMO
Uma reportagem da jornalista Flávia Marreiro revela que mais de 20 mil pessoas foram fuziladas pelo exército de Fidel nos paredões ensanguentados de Cuba. O ditador teve tempo de verificar o que aconteceu com Hitler e Stálin e mesmo assim não fez nada.
Fidel Castro, que morreu hoje aos 90 anos (como gente ruim demora pra morrer meu Deus…) admitiu, que no máximo manteve outros 20 mil cubanos nas masmorras e matou “alguns” contra-revolucionários. Cara de pau!
Nunca se saberá quantos morreram em Cuba, porque lá tudo é fechadinho, escondido, como na China e na Coréia do Norte. Documentos não existem, pessoas não falam, tudo culturalmente enraizado para que Fidel, ainda assim, seja cultuado e adorado por muitos.
“IRMÃO E COMPANHEIRO FIDEL” DE LULA
O ex-presidente Lula disse que perdeu um irmão de sangue. Resta saber qual sangue. Certamente dos milhares de cubanos mortos e porque não o sangue do ex-prefeito Celso Daniel, que sabia muito, e pode de fato ter sido assassinado por mãos que somam nove dedos.
É meus amigos e críticos contumazes, as pessoas são “apagadas” em Cuba, sem qualquer rastro. Os Castro são bons nisso! O “Castrismo” (regime dos irmãos Castro) faz com as fotografias dos líderes revolucionários que caíram em desgraça. Todos eles.
ENFIM…
Portanto, que me perdoem os simpatizantes, mas não é dia de pêsames e sim de muita comemoração. Em nome de todos aqueles inocentes que morreram em vão…
Roger Campos
Jornalista Conexão Três Pontas
(MTB 09816)

Que merda de democracia fajuta e mentirosa é essa que matam um cinegrafista Santiago Andrade da Band vitima de bomba no exercício pleno da profissão?
Que porcaria de país é esse em que arruaceiros e bandidos que se escondem atrás de máscaras agridem e impedem o trabalho de um ícone do jornalismo como o Caco Barcelos e outros jornalistas?
Aí me vem coxinhas, blackblocs e outras tribos, jovenzinhos moderninhos de ondinhas, estufar o peito e falar que a Globo manipula. Ora, tudo nessa selva tupiniquim tem manipulação ou vistas grossas. Faz de contas e faz-me rir.
A Record manipula ao proibir reportagens católicas por ser do dono da Universal. Todo jornalista sofre pressão, intimidação e falsos amigos que se chegam em busca de destaque ou para encobrir um cocô esquecido no tapete da sala.

Jornalistas são os que mais sofrem de depressão. É um leão por dia. Agrada um e desagrada outro. Mexemos com interesses de muitos, poderosos, sendo nós formadores de opinião.
Somos o quarto poder dessa nação fantoche. Que anuncia democracia e oferece uma travestida ditadura. Eu mesmo sofro por não me curvar diante de atos escusos e que mancham qualquer carreira e ideal de informação livre e plena.
Não! Eu não aceito cerceamento do trabalho da imprensa. Não caio na tentação da propina (cala boca) e nem nas ameaças, inclusive de morte já sofrida.

Lembro aqui do Tim Lopes, sequestrado, assassinado, queimado num micro-ondas do tráfico. Porque era da Globo, assim como o Caco? Ah para! Chega a ser ridículo. Chega! O teatro do livre direito de expressão não convence mais. Não existe liberdade. Ninguém pode falar o que pensa. A intolerância é o termo da moda.
Nossas bocas são lacradas e os nossos cérebros entorpecidos pelo ópio das ameaças e pelo ódio gratuito.
Essa mentira e tirania dos dias de hoje já deu, passou da conta e perdeu a graça, que aliás nunca teve.
O jornalista deve ser respeitado. Somos os olhos e a voz daqueles que muitas vezes são marginalizados. A sociedade estaria vivendo uma declarada guerra civil sem o nosso trabalho. Sem a imprensa.
Portanto senhoras e senhores, gostem ou não do nosso trabalho nós merecemos Respeito. E termino em tom desafiador: Nunca é bom enfrentar e peitar a Imprensa, o quarto maior poder dessa Terra de Santa Cruz pode revidar e o troco é sempre um furacão diante de uma aparente brisa.

Não pedimos. Exigimos RESPEITO!!!
Por mim, pelos colegas trespontanos e, principalmente, por todos que morreram ou sofreram ameaças e agressões na arte de noticiar.
Jornalista Conexão Três Pontas
MTB 09816

Lavagem de dinheiro só existe se quem recebe tem conhecimento de que a origem do montante é ilícita. O Superior Tribunal de Justiça – responsável pela interpretação final das leis federais – já se manifestou nesse sentido. Ou seja, é necessário que haja um crime precedente cujo resultado é a obtenção de dinheiro de forma ilícita.
Essa espécie de delito (lavagem de dinheiro) é nova no ordenamento jurídico brasileiro. Diante da novidade, é possível que equívocos sejam cometidos sobre se determinada pessoa está lavando ou não dinheiro. Os primeiros países a criminalizarem a lavagem de dinheiro foram a Itália e os Estados Unidos, no fim dos anos de 1970. Foi nos Estados Unidos que a prática da lavagem foi aprimorada e passou a ganhar grandes dimensões.
Saliente-se que não há na doutrina um conceito unívoco do crime de lavagem, contudo não existem acepções distintas, as mesmas convergem no sentido de que a lavagem é um procedimento de caracterização lícita ao capital de origem ilícita. Tradicionalmente, define-se a lavagem de dinheiro como um conjunto de operações por meio das quais os bens, direitos e valores obtidos com a prática de crimes são integrados ao sistema econômico financeiro, com a aparência de terem sido obtidos de maneira lícita. É uma forma de mascaramento da obtenção ilícita de capitais.
Vamos supor que o esposo rico pratique uma ou mais atividades ilícitas. Ele já era rico quando sua esposa o conheceu. Não faz parte de nossos costumes que as esposas de homens ricos participem das atividades exercidas pelo esposo. Então, uma mulher que se casa com um homem rico e durante todo seu casamento fez viagens caras, sempre comprou o que teve desejo, enfim, nunca se preocupou com o que gastava, também essa mulher não participava das atividades do marido. Nem sequer sabe qual o saldo bancário do esposo. Essa mulher não pode e não deve ser acusada de lavagem de dinheiro.
Porém, existe também uma nova teoria denominada de cegueira deliberada. Ou seja, alguém deveria saber que a origem do dinheiro é ilícita, mas por conveniência não se interessa em saber. Uma esposa que casa com um homem rico, que não se interessa pelas atividades do esposo, e a partir de então a riqueza passar a estar sempre presente em sua casa, não pode ser acusada da prática da cegueira deliberada. Para ela, viver na riqueza é o comum, porque quando conheceu seu esposo ele já era rico.
E os filhos? Filho que não participa das atividades do pai não pode ser acusado de lavagem de dinheiro. Um exemplo bastante comum é quando o pai diz ao filho ou a filha que irá montar uma empresa e para tal fim disponibilizará um capital social de “x” milhões. Ora, não faz parte da nossa cultura filho duvidar da honestidade do pai.
Para enquadrar a esposa ou os filhos na atividade ilícita de lavagem de dinheiro é no mínimo necessário investigar se tinham conhecimento de atividade ilícita do pai. O fato de ser esposa ou filho de um homem rico, que pratica atividade ilícita, não é suficiente para acusar os membros da família de praticarem lavagem de dinheiro.
Carlos Roberto de Souza Amaro – advogado

Os boatos fazem parte da natureza humana, principalmente se são degradantes. Mas, este jornalista não leva a sério quando o boato vem de alguém que é insignificante para mim. Como, por exemplo, o de alguns “colegas” da imprensa que perderam o reinado e a credibilidade, além de ter seus interesses contrariados. Os chamados xeléleus, puxa-saco, vadios, chirimbabas, chupa-ovo e tal…
Alguns políticos, também, não gostam. Principalmente quando seus interesses, igualmente, são contrariados. Mas como não dou atenção para eles vou seguindo adiante. Eles que se danem.
E…
Não canso de repetir, como diria alguém: “minha missão, talvez única, é azucrinar a vida daqueles que fazem coisas erradas com doses homeopáticas de civilização e legalidade”. Falem o que quiserem. Não me interessa. Faço jornalismo. Não faço do jornalismo um negócio. Não caio em tentação. Nunca aceitei sentar em sofá, fazer teste do sofá pra defender A ou B e ganhar uma graninha por fora. Tenho dignidade. E incomodo muito. Nossa como incomodo…
É como diria Martin Luther King: “Para declarar guerra não precisamos de armas, basta dizer aquilo que pensamos”.
Alguns políticos e apadrinhados, vendo a força do portal, os mais excitadinhos, querem que eu tome partido. Na marra. Não tomo! Ficam vermelhos de raiva, né? Aí fazem pressão, cara feia, não cumprimentam na rua, fingem não me ver e eu dou risada, sigo a vida e meu trabalho feliz e confiante… A cada fechada deles é a porta aberta pra minha satisfação, pois vejo que meu trabalho cresce e incomoda quem faz, aceita, se sujeita ao escuso, ou escuro, ao errado.
Por isso, por favor, não puxem meu santo sacro saco. Não me peçam para puxar o de ninguém, muito menos o seu! Quem muito puxa o saco amanhã puxa é o tapete.
A vida é curta, o jornalismo deve ser ilibado, claro, honesto. Muitas vezes o jornalista se vê envolvido em diversas teias. Aranhas grandes, carnudas, maldosas, vorazes… É preciso ter discernimento, calma, respirar fundo, checar todas as fontes, todos os lados da moeda e tentar não dar a cara à tapa. Eu disse tentar, porque sei que não vou conseguir mesmo, doa a quem doer (kkkkkkkkkkkkkkkk).
Muitas pessoas se escoram no jornalista pra se aproveitar, ganhar aceitação e visibilidade. mas também pra tentar ferrar com a vida de alguém ou pra tirar proveito próprio de várias situações. Por isso o jornalista, que anda sempre na corda bamba, envolto por teias cada vez mais assombrosas, deve ter equilíbrio. Muito equilíbrio.
Até provarmos que focinho de porco não é tomada, vixi Maria, pode ser tarde demais… Fujam das teias, dos puxas-saco, das caranguejeiras e do demodê. Doses de polêmica e agito, cuspidas de veneno nunca são bem vindas num jornalismo sério. Embora, as vezes, seja inevitável, cara pálida…
Roger Campos
Diretor do Conexão Três Pontas
Jornalista (MTB 09816)
Professor

MICOSE
Micoses são infecções causadas por fungos que atingem a pele, as unhas e os cabelos. São mais frequentes em locais mais quentes e úmidos. São exemplos de micoses superficiais, a pitriase versicolor, as tineas e a candidíase.
Pitiríase Versicolor
Conhecida popularmente como pano branco, é uma doença comum, de evolução crônica e recorrente. Mais comum em adolescentes e adultos jovens, e em pessoas de pele oleosa. É causada pelo fungo Malassezia furfur, que habita normalmente a pele e os folículos pilosos à partir da puberdade, e em condições de clima quente, umidade, pele oleosa, transpiração excessiva ou baixa imunidade pode se proliferar excessivamente causando os sintomas clínicos.
A doença se manifesta por manchas brancas descamativas, principalmente no tronco, pescoço e braços. Em alguns casos podem se apresentar como manchas escuras ou avermelhadas, daí o nome versicolor. Não é contagiosa.
O tratamento é feito com antifúngicos tópicos (creme, shampoo ou spray) e em alguns casos medicamentos orais.
Tineas
São doenças causadas por um grupo de fungos que vive às custas da queratina da pele, pelos e unhas. Esses fungos podem ser encontrados em animais (zoofilicos), no solo (geofílicos) e nos humanos (antropofílicos) e infectam as camadas queratinizadas da pele, pelos e unhas.
Quando os fungos se alojam na pele, surgem manchas avermelhadas de superfície escamosa, com bordas bem delimitadas que podem apresentar pequenas bolhas e crostas. A coceira é o principal sintoma. O tratamento é feito com antifúngicos tópicos (creme ou spray) e em alguns casos medicamentos orais.
No couro cabeludo, a tinea se manifesta principalmente em crianças de 6 a 10 anos, podendo ocorrer em adolescentes e adultos. Ocorrem lesões com descamação e prurido, podendo apresentar alopécia (áreas de pelada no couro cabeludo) e inflamação. O tratamento é feito com shampoos, soluções e medicamentos orais.
As tineas são transmissíveis, através de contato entre pessoas, ou com animais, plantas e terra que enteja contaminados com fungos.
Onicomicose
A chamada micose de unha também é causada por fungos que se alimentam de queratina, que causam descoloração, descolamento do leito ungueal e espessamento das unhas. Podem ocorrer nas unhas das mãos e dos pés. São raras na infância e predominam nos adultos acima de 55 anos. A origem da infeção pode ser o solo, animais, sapatos compartilhados, alicates, tesouras e lixas se estiverem contaminados. O tratamento é prolongado e requer bastante disciplina; é feito com soluções ou esmaltes antifúngicos, e em casos mais graves pode ser necessário tratamento via oral.
Candidíase
A infecção pelo fungo Candida pode comprometer pele, mucosas e unhas. É um fungo oportunista, e dessa forma, exitem situações que favorecem seu desenvolvimento, como baixa imunidade, uso prolongado de antibióticos, diabetes e situação de umidade e calor.
Pode se manifestar de diferentes formas, como placas esbranquiçadas na mucosa oral (sapinho), fissuras do canto da boca, manchas vermelhas em regiões de dobra e genitais, com coceira intensa.
No tratamento da candidíase devemos sempre considerar os fatores de risco e procurar corrigi-los. Antifúngicos tópicos e orais são usados de acordo com cada caso.
Prevenção
Hábitos higiênicos são importante na prevenção das micoses:
-Use somente seu material de manicure
– Seque-se muito bem após o banho, principalmente as áreas de dobras, como axilas, virilhas e dedos dos pés
– Evite contato prolongado com água e sabão
– Evite andar descalço em locais que estão sempre úmidos, como vestiários e saunas
– Evite ficar de roupa molhada por muito tempo
– Não compartilhe toalhas, roupas, escovas de cabelo e bonés, pois podem ser fontes de transmissão
– Evite usar calçados fechados por longos períodos, e sempre limpar e deixar em local arejado antes de guardar
– Não usar o mesmo par de meias por mais de 1 dia
– Evite usar sempre roupas muito quentes e justas, pois absorvem o calor e o suor.
As micoses devem ser diagnosticadas e tratadas por um médico dermatologista, que de acordo com cada paciente, irá definir o melhor tratamento.
Dra. Carolina Reis Carvalho – Dermatologista
Clínica São José
(35) 3265-3536

A realidade humana é fragmentada e diferenciada, e cada um de nós, temos um andar no edifício existencial, que nos é dado ou tirado, por circunstancias misteriosas.
Sentir bem no apartamento em que reside é o fator primordial de toda satisfação humana.
Almejar a atingir o topo, morando no apartamento de cobertura é valido, deste de que a temporada vivenciada nos apartamentos normais seja um trampolim, que deslocou para tal aventura.
Deus, ao distribuir seus apartamentos, não condicionou o conforto e a altura à felicidade.
A visão que temos de nossa situação terrena é o ponto central de sermos felizes. Nos ofertou a cama, de acordo com a qualidade de nosso sono. Nos proporcionou o quarto de dormir de acordo que, quando entramos nele sozinhos temos uma situação psicológica saudável.
Ou seja, a visão humana de sua realidade é que nos trás o verdadeiro ouro da existência.
Quem mora nos apartamentos abaixo do meio, tem possibilidades de serem mais felizes, pois não tem da vida uma visão cristalina da realidade desfavorável, invisível, motivo que seus horizontes são aquém de suas possibilidades.
Ao contrario, quem mora nas alturas, tem o desconforto de vivenciar a realidade visível e invisível com mais contundência e sempre traçando horizontes, além de suas possibilidades.
Ser feliz, nos exige apenas adaptarmos nossas alturas a de nossos espaços, alcançado voo acima de nossas metas, até atingir o topo traçado pela sociedade. E isso, muitas vezes é uma emboscada que destrói os limites de nossas potencialidades.
Seja qualquer posição em que esteja à altura de seu apartamento vivencial, seu mundo interior, é que determina suas circunstancias de felicidades.
A posição na vida, é uma resposta que devemos dar para a sociedade, mas sua desenvoltura no espaço da felicidade só cristalizará se seus dias forem de profunda satisfação pessoal.
É possível ser feliz dentro de sua realidade, deste que seja com afinco conhecedor de seu labirinto intimo. É o núcleo interno de sua alma, que determina a felicidade.
As paredes de seu apartamento não nos protegem dos alavancos que qualquer historia humana o delineia, porém são as armas intimas o paredão, para conter qualquer força desproporcional mantendo vivo o prazer de viver.
JUAREZ ALVARENGA
ADVOGADO E ESCRITOR
R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29
COQUEIRAL MG
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FONE: 35 991769329
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